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* Machado se lanza contra Delcy Rodríguez* Narcotráfico venezolano tocó a México durante más de 20 años* El nuevo escándalo en X: las imágenes desnudas de Grok
Nicolás Maduro y su esposa Cilia Flores fueron presentados en la corte de Distrito Sur de Nueva York, a Maduro se le acusa de ser el líder de una red de narcotráfico y narcoterrorismo, que durante más de dos décadas habría utilizado al Estado venezolano para introducir toneladas de cocaína en Estados Unidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
David Saucedo, experto en narcotráfico: "Lo que tenemos en Venezuela es un 'madurismo' sin Maduro"
Resumen de noticias de LA NACION de la tarde del 29 de diciembre de 2025
En entrevista con Manuel López San Martin, para MVS Noticias, Ricardo Ravelo, experto en temas de seguridad y narcotráfico habla de la violencia en Sinaloa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El fentanilo ilícito ha sido un factor clave en la crisis de sobredosis en Estados Unidos, cobrándose la vida de casi 330,000 personas en los últimos cinco años.
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RESUMEN INFORMATIVO
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A crise na Guiné-Bissau agrava-se enquanto a CEDEAO é acusada de cumplicidade por não reagir às violações democráticas do regime. O secretário-geral do Movimento Cívico Pó di Terra, Vigário Luís Balanta, denuncia manipulações institucionais, perseguição política e influência do narcotráfico. Critica o poder militar e apela à intervenção internacional. A crise política e militar na Guiné-Bissau aprofunda-se à medida que a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) mantém um silêncio que muitos consideram ensurdecedor. Para o secretário-geral do Movimento Cívico Pó di Terra, Vigário Luís Balanta esta atitude confirma “a cumplicidade da CEDEAO” perante um regime que, diz, “tem violado direitos humanos, perseguido jornalistas e manipulado instituições sem qualquer intervenção séria da organização”. O contraste com a actuação rápida no Benim, no passado domingo, é para Vigário Luís Balanta prova de que “há pesos diferentes” dentro da diplomacia regional. O dirigente cívico recorda que a missão da CEDEAO deveria passar por “garantir estabilidade e proteger o povo”, mas, nos últimos anos, a organização optou por “proteger apenas o Presidente da República”. Para Vigário Luís Balanta, o mandato de Umaro Sissoco Embaló “acabou a 27 de Fevereiro”, sendo prolongado através de “manipulação do Supremo Tribunal de Justiça”. A ausência de reacção externa perante as duas dissoluções parlamentares e sucessivas denúncias de abusos reforçou “a demonstração de que há interesses inconfessos”. A recente tomada de poder pelo Alto Comando Militar, depois de um alegado autogolpe de Novembro, não altera o diagnóstico. Vigário Luís Balanta defende que se trata de “uma continuação do regime vigente desde 2020”, sublinhando que os actuais responsáveis militares “são figuras ligadas à presidência, alguns deles envolvidos directamente na campanha de Umaro Sissoco Embaló”. Assim, rejeita a narrativa oficial de combate ao crime organizado: “Isto é tudo menos combater o tráfico de droga; é perseguição política e concentração de poder”. O narcotráfico continua, para o secretário-geral do movimento 'Pó di Terra', a raiz da instabilidade nacional. “O maior cancro da estabilidade política guineense é o narcotráfico”, afirma, explicando que “pessoas ligadas às redes de droga acabam na arena política e interferem directamente na vontade popular”. A Guiné-Bissau, enquanto ponto estratégico entre América Latina, África e Europa, permanece vulnerável a redes internacionais que operam com cumplicidades locais. “O povo sozinho não vai conseguir; é preciso apoio internacional”, reconhece. É nesse contexto que surge a carta aberta dirigida ao Presidente dos Estados Unidos. Apesar de alguns considerarem a iniciativa um gesto extremo, Vigário Luís Balanta entende-a como necessária: “O problema da Guiné-Bissau já está fora do alcance nacional”. Defende que a comunidade internacional, incluindo EUA, ONU e parceiros regionais, tem responsabilidade em agir, já que “há muito tempo há cumplicidade no silêncio perante as violações da ordem democrática”. Para o dirigente, internacionalizar o problema é também “garantir que a verdade seja conhecida e que a vontade popular respeitada”. A repressão à comunicação social reforça o clima de alerta. O recente comunicado do Alto Comando Militar, ameaçando fechar órgãos que divulguem apelos à desobediência civil, é para Vigário Luís Balanta um sinal de agravamento: “Quem não deve não teme. Proibir informar é agravar a situação”. Recorda que rádios e jornalistas críticos têm sido perseguidos, enquanto meios alinhados com o regime “falam tudo e nunca são incomodados”. Aos militares, dirige um apelo firme: “Voltem para o quartel. Se querem fazer política, tirem a farda”. Quanto aos caminhos para uma saída da crise, Vigário Luís Balanta diz não haver “transição legítima nem credível”. O único passo aceitável é “publicar o resultado eleitoral”, já que todas as atas de mesa e apuramentos regionais estão concluídos. Uma transição de um ano, como propõe a junta militar, é rejeitada: “Não é isso que o povo votou”. A sociedade civil assume, por isso, um papel central. “Temos obrigação de continuar a denunciar e a mobilizar”, diz o secretário-geral do Movimento Cívico Pó di Terra, garantindo que as manifestações se vão manter em todo o território: “O povo guineense sempre resistiu. Não vai ser agora que vamos ceder”. A união entre jovens, mulheres e organizações será determinante: “A luta não pode ser de um grupo restrito; tem de ser colectiva para que a vontade do povo seja respeitada”.
Podcast diario para aprender español - Learn Spanish Daily Podcast
Hoy hablamos de la relación entre Galicia, una región del norte de España, y el narcotráfico.
El perdón otorgado por el presidente de EE.UU. al exmandatario hondureño condenado por traficar toneladas de cocaína contrasta con su defensa de la mano dura al narco en la región.
“Un acto de hostilidad y de agresión”: Trump indulta al expresidente Juan Orlando Hernández, condenado en EE.UU. por narcotráfico, e interviene en las elecciones en Honduras
El Senado ya arrancó con el proceso para elegir al nuevo titular de la FGR, luego de que Alejandro Gertz Manero renunció la semana pasada como fiscal general. Joaquín Guzmán López, uno de “Los Chapitos”, se declaró culpable de narcotráfico en Estados Unidos… pero no sólo eso, también admitió haber secuestrado a Ismael “El Mayo” Zambada para entregarlo a las autoridades estadounidenses.Además… Los dos agentes de seguridad desaparecidos en Zapopan la semana pasada fueron encontrados; Al parecer Trump le dio un ultimátum a Maduro para que deje Venezuela; Sigue el conteo tras las elecciones en Honduras; Luigi Mangione regresó a un tribunal de Nueva York; Omar García Harfuch dijo que no existe ningún indicio de que Miss Universo esté financiado por el crimen organizado; Se estrenó el primer tráiler oficial de Avatar: Fire and Ash. Y para #ElVasoMedioLleno… Un transmisor satelital ayuda a estudiar el trayecto migratorio de las mariposas monarcas.Para enterarte de más noticias como estas, síguenos en redes sociales. Estamos en todas las plataformas como @telokwento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Las incautaciones de cocaína con destino a Bélgica procedente de Sudamérica se multiplican. Mientras, la sociedad belga sufre las consecuencias del narcotráfico.
Joaquín Guzmán López cambió su declaración de inocente a culpable en el proceso por narcotráfico que enfrenta en Estados Unidos desde su captura en julio de 2024.
En las montañas que unen a Tailandia, Myanmar y Laos, el histórico “reino del opio” se ha transformado en una megaplanta clandestina de drogas sintéticas. Metanfetamina y ketamina se producen allí a escala industrial para abastecer a Asia y otros mercados, en un territorio donde milicias birmanas, fuerzas tailandesas y redes criminales chinas libran una guerra silenciosa que ya supera, en volumen, la producción latinoamericana, incluida la de los carteles mexicanos.
Trump también manifestó su apoyo al candidato Nasry "Tito" Asfura, sucesor de Hernández en el Partido Nacional de Honduras, de cara a las elecciones de este domingo.
Los fiscales y los organismos antidrogas de Estados Unidos acusaron al exgobernante de haber convertido su país en un "narcoestado" para enriquecerse y mantenerse en el poder.
Doce buques de guerra, incluyendo el portaaviones más grande del mundo y al menos 4.000 soldados de la marina reunidos en una operación que se ha diseñado - en principio - para luchar contra el narcotráfico, pero que pone en jaque a Colombia, México y sobre todo Venezuela. La operación “Lanza del Sur” es actualmente el despliegue militar estadounidense más grande que se haya visto en América Latina desde los tiempos de la Guerra Fría. Su objetivo – al menos en el discurso oficial - es luchar contra el narcotráfico en la región del Caribe, aunque sus detractores temen que se trate de una invasión inminente a Venezuela al estilo de la que se desarrolló en Panamá en 1989 y que derrocó a Manuel Noriega. Por ahora, Washington ha completado más de 20 ataques a las llamadas narcolanchas causando al menos 83 muertos… ataques que se mantienen en aguas internacionales. No ha habido, de momento, una operación terrestre pero Donald Trump ha anunciado este jueves que comenzarán “muy pronto”. Analizamos este tema con cuatro invitados especiales: Pascal Drouhaud, analista internacional y presidente de la Asociación Francia- América Latina y el Caribe Karen Laverde, profesora de Derecho y Relaciones Internacionales Luis Alejandro Ávila, investigador del Instituto Francés de Geopolítica Gaspard Estrada, miembro de la Unidad Sur Global de la London School of Economics También contamos con la intervención de nuestro corresponsal en Caracas, Víctor Amaya. En esta edición observamos la amplitud de la operación “Lanza del Sur”, iniciada por Estados Unidos con una movilización de al menos 12 buques de guerra, un submarino y el portaaviones más grande del mundo, el USS Gerald Ford. ¿Se justifica esa maniobra o es desproporcionada? También analizamos la legalidad de los ataques a más de 20 embarcaciones que – presuntamente – transportaban droga hacia territorio estadounidense. ¿Qué dice la ley en casos como este? ¿Se trata efectivamente de una violación al derecho internacional? Coordinación editorial: Florencia Valdés Realización: Robin Cussenod, Yann Bourdelas, Vanessa Loiseau Presenta: Andreína Flores
Alejandro Meléndez nos da una crónica de lo que sucedió en la marcha de la generación Z en México y explica los intereses que hay de por medio.
Bandas de narcotraficantes controlan Marsella, pero Amine Kessaci dice que "no tiene más remedio que luchar" tras la muerte violenta de sus hermanos.
Una acusación federal desclasificada arroja luz sobre cómo Ryan Wedding, un exdeportista canadiense que practicaba el snowboard, supuestamente dirige un imperio de drogas valorado en US$1.000 millones.
Ryan Wedding figura en la lista de los diez fugitivos más buscados por el FBI, y la recompensa por información para su captura es de 15 millones de dólares.
En más notas, línea 1 del Metro reabre en su totalidad después de más de 3 años de remodelación, en información internacional, EU destruye otra lancha en el Pacífico y mueren tres personas, y en notas de El Esto, México y Portugal serán protagonistas de la reinauguración del Estadio Azteca. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (14): O governo dos Estados Unidos anunciou a operação ‘Lança do Sul', uma ofensiva contra o narcotráfico no hemisfério ocidental ordenada pelo presidente Donald Trump. Segundo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, a missão busca ‘defender a pátria' e combater grupos classificados como narcoterroristas na região, reforçando o posicionamento americano de proteger sua área de influência no continente. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Manuel Furriela, professor de direito internacional da FMU. Reportagem: Pedro Tritto. Indígenas realizaram um protesto na COP30, em Belém, bloqueando a entrada do evento e gerando tumulto no início do dia. A manifestação ocorreu em oposição ao marco temporal. Reportagem: Bruno Pinheiro. Uma explosão de grandes proporções atingiu, na noite desta quinta-feira (13), uma residência usada ilegalmente como depósito de fogos de artifício no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. O incidente ocorreu na Avenida Celso Garcia com a Avenida Salim Farah Maluf e deixou uma pessoa morta e outras dez feridas, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Reportagem: Matheus Dias. O Corpo de Bombeiros investiga as causas da explosão que destruiu ao menos 20 imóveis no Tatuapé e deixou uma pessoa morta e dez feridas. A suspeita inicial é de armazenamento irregular de artefatos explosivos no local. A capitã Karoline Burun detalhou a ocorrência. O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira (13) a exoneração de três ministros do governo Lula: André Fufuca (Esporte), Celso Sabino (Turismo) e Carlos Fávaro (Agricultura). Os parlamentares retornam ao Congresso por causa do prazo final para indicação de emendas ao Orçamento de 2026, e a expectativa é que reassumam os cargos nos ministérios já nesta sexta-feira (14). Reportagem: Igor Damasceno. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está convencido a apoiar Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas eleições de 2026 e trabalha para persuadir o governador de São Paulo a abrir mão da reeleição para disputar a Presidência. Reportagem: Igor Damasceno. O Supremo Tribunal Federal inicia nesta sexta-feira (14) o julgamento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de coação no curso do processo. O crime está relacionado à tentativa de intimidar, pressionar ou interferir em investigações ou ações judiciais. Reportagem: Igor Damasceno. A deputada licenciada Carla Zambelli, condenada pelo STF e considerada foragida, foi localizada e presa na Itália. Ela aguarda agora a decisão que determinará se será enviada de volta ao Brasil para cumprir a sentença. Reportagem: Igor Damasceno. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Este domingo se realiza en Ecuador un referéndum con cuatro preguntas. La más polémica: ¿están los ciudadanos a favor o en contra de permitir la instalación de bases militares extranjeras en el país? Según el presidente Daniel Noboa, estas bases serían una opción para enfrentar la violencia que azota al país. Sin embargo, la experiencia contradice ese argumento, advierte uno de nuestros expertos entrevistados. El presidente de Ecuador Daniel Noboa al presentar a finales de octubre la manera en que el ejército estadounidense se instalaría en su país en caso de que los ecuatorianos votaran sí a la instalación de bases militares de ese país en su territorio comentó: “Como vemos, siempre quieren tergiversar las cosas. ¡¿Qué le vamos a regalar a los gringos espacio?! Primero, vamos a organizar una consulta”. Para el ex jefe de inteligencia militar de Ecuador, Mario Pazmiño Silva, la propuesta de Noboa tiene las de ganar en el referendo del domingo. "Esta pregunta va a ser mayoritariamente aceptada. Sin embargo, es necesario manifestar que una base militar por sí sola no va a poder resolver el problema de la inseguridad en Ecuador. Lo que sí va a hacer es contribuir con tecnología, inteligencia, equipamiento, para fortalecer la capacidad operativa de la fuerza pública ecuatoriana", señaló. El presidente Noboa aseguró que, si se modifica la Constitución, también invitaría a fuerzas militares brasileñas y a la policía europea (Europol). Sin embargo, Estados Unidos sería el más interesado, según Pazmiño Silva: Ecuador, uno de los principales puntos de paso del narcotráfico "Ante el bloqueo que actualmente existe en el Caribe por el despliegue de la flota militar estadounidense, las organizaciones narcotraficantes han redireccionado sus cargamentos hacia otras rutas. Dos de esos corredores atraviesan el territorio ecuatoriano: el del océano Pacífico y el del Amazonas. Antes de este taponamiento, por Ecuador transitaban aproximadamente 950 toneladas de droga al año; sin embargo, con el cierre parcial del corredor caribeño, se estima que el flujo podría aumentar hasta entre 1.400 y 1.500 toneladas anuales. En otras palabras, mientras Estados Unidos logra contener el tráfico por el norte, el problema se expande por los costados, y Ecuador se consolida como uno de los principales puntos de paso del narcotráfico en la región", explicó. Pero Fernando Carrioni, investigador de FLACSO y experto en seguridad, insiste en que las intervenciones extranjeras no reducen la criminalidad: "Cuando tuvimos nosotros en Ecuador la base militar, la tasa de homicidios pasó de 13 homicidios en 1999 a casi 18 homicidios en el 2009. En otras palabras, no se redujo la violencia. Luego salió la base militar de Manta y se crearon dos bases militares en Colombia. Ese país tiene siete bases militares. En Colombia, del 2021 al 2022 hubo un incremento sostenido del cultivo de coca de 2.600 toneladas. Esto muestra que este tipo de iniciativas no reducen la violencia y tampoco reducen el narcotráfico", sostiene Carrioni. Las ciudades costeras de Manta y Salinas se anuncian como posibles ubicaciones para las bases militares extranjeras.
Este domingo se realiza en Ecuador un referéndum con cuatro preguntas. La más polémica: ¿están los ciudadanos a favor o en contra de permitir la instalación de bases militares extranjeras en el país? Según el presidente Daniel Noboa, estas bases serían una opción para enfrentar la violencia que azota al país. Sin embargo, la experiencia contradice ese argumento, advierte uno de nuestros expertos entrevistados. El presidente de Ecuador Daniel Noboa al presentar a finales de octubre la manera en que el ejército estadounidense se instalaría en su país en caso de que los ecuatorianos votaran sí a la instalación de bases militares de ese país en su territorio comentó: “Como vemos, siempre quieren tergiversar las cosas. ¡¿Qué le vamos a regalar a los gringos espacio?! Primero, vamos a organizar una consulta”. Para el ex jefe de inteligencia militar de Ecuador, Mario Pazmiño Silva, la propuesta de Noboa tiene las de ganar en el referendo del domingo. "Esta pregunta va a ser mayoritariamente aceptada. Sin embargo, es necesario manifestar que una base militar por sí sola no va a poder resolver el problema de la inseguridad en Ecuador. Lo que sí va a hacer es contribuir con tecnología, inteligencia, equipamiento, para fortalecer la capacidad operativa de la fuerza pública ecuatoriana", señaló. El presidente Noboa aseguró que, si se modifica la Constitución, también invitaría a fuerzas militares brasileñas y a la policía europea (Europol). Sin embargo, Estados Unidos sería el más interesado, según Pazmiño Silva: Ecuador, uno de los principales puntos de paso del narcotráfico "Ante el bloqueo que actualmente existe en el Caribe por el despliegue de la flota militar estadounidense, las organizaciones narcotraficantes han redireccionado sus cargamentos hacia otras rutas. Dos de esos corredores atraviesan el territorio ecuatoriano: el del océano Pacífico y el del Amazonas. Antes de este taponamiento, por Ecuador transitaban aproximadamente 950 toneladas de droga al año; sin embargo, con el cierre parcial del corredor caribeño, se estima que el flujo podría aumentar hasta entre 1.400 y 1.500 toneladas anuales. En otras palabras, mientras Estados Unidos logra contener el tráfico por el norte, el problema se expande por los costados, y Ecuador se consolida como uno de los principales puntos de paso del narcotráfico en la región", explicó. Pero Fernando Carrioni, investigador de FLACSO y experto en seguridad, insiste en que las intervenciones extranjeras no reducen la criminalidad: "Cuando tuvimos nosotros en Ecuador la base militar, la tasa de homicidios pasó de 13 homicidios en 1999 a casi 18 homicidios en el 2009. En otras palabras, no se redujo la violencia. Luego salió la base militar de Manta y se crearon dos bases militares en Colombia. Ese país tiene siete bases militares. En Colombia, del 2021 al 2022 hubo un incremento sostenido del cultivo de coca de 2.600 toneladas. Esto muestra que este tipo de iniciativas no reducen la violencia y tampoco reducen el narcotráfico", sostiene Carrioni. Las ciudades costeras de Manta y Salinas se anuncian como posibles ubicaciones para las bases militares extranjeras.
En entrevista con Roxana Aguilar y Luis Ochoa en ausencia de Pamela Cerdeira para MVS Noticias, ¿qué falló en la labor de protección del exalcalde de Uruapan, Carlos Manzo? los detalles con Óscar Balderas periodista especializado en seguridad.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dos eventos este pasado fin de semana han dado muestra del aumento de la violencia de bandas organizadas que se dedican a tráfico de drogas en España. Estas dos no son situaciones aisladas. La violencia de los narcos en España está a un nivel que no tiene precedentes. Es lo que señalan a la Cadena SER diferentes testimonios, incluido el de un abogado que conoce perfectamente cómo funcionan estas mafias porque ha dedicado sus años de profesión a defenderlos.
Con Ignacio Escolar, Elisa de la Nuez y José María Lassalle. Este fin de semana unos narcotraficantes habían disparado contra la policía con un fusil de guerra. Ayer, se produjo otro con los GEO. La violencia de los narcos en España está a un nivel que no tiene precedentes. Una situación que también se reproduce en países de la Unión Europea y el Reino Unido. Además, el PP español rompe la disciplina de grupo en el Parlamento Europeo y vota junto la ultraderecha contra los objetivos de emisiones acordados por los 27. Los populares españoles suman sus votos al grupo Patriots, donde se encuentra Vox, partido con el que negocian al sucesor de Carlos Mazón. Mientras el PP valenciano delega en Génova el sucesor de Mazón que se negocia con el partido de Abascal. Hoy se retoma en el Supremo el juicio al Fiscal General, en el que declararán cinco testigos. Entre ellos, el periodista de La SER, Miguel Ángel Campos, que adelantó el contenido del correo en que el abogado de González Amador reconocía que cometió fraude.
NotiMundo Estelar - Katherine Herrera, Daniel Noboa asegura que Ecuador acabará con el narcotráfico desde Manabí y Santa Elena by FM Mundo 98.1
En entrevista con Manuel López San Martin para MVS Noticias, Brenda Estefan, analista internacional, responde, ¿qué tan en serio habría que tomar la posibilidad de ataques de EU en México?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A guerra de Trump ao narcotráfico e a ameaça a Maduro. Entrevista com Javier Cercas. As alterações climáticas recuam na hierarquia de preocupações da população. Edição de Mário Rui Cardoso.
El ministro Pedro Sánchez, habló en 6AM del atentado en el Cauca por parte de las disidencias de Alias Mordisco, narcotráfico y la relación con Estados Unidos
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
Valentina Parada Lugo, redactora de El País América (Colombia) reveló detalles de los clubes de fútbol y empresas de seguridad, socios ‘invisibles' que sostienen la Nueva Junta Narcotráfico.
*El negocio del huachicol fiscal y su vínculos con el narcotráfico*Economía mexicana da señales negativas*Destapan red de jugadores de la NBA para arreglar apuestas
El popular barrio hispano La Villita en Chicago fue escenario de un operativo migratorio que sembró temor en la comunidad. En Nueva York hay protestas después de la caótica jornada de redadas en Chinatown. Estados Unidos atacó otra embarcación que aseguran traficaba droga, pero esta vez en el Pacífico.
El presidente estadounidense Donald Trump también confirmó la imposición de nuevos aranceles contra productos colombianos, como represalia por lo que calificó como “falta de garantías en la lucha contra el narcotráfico” por parte del gobierno de Gustavo Petro.
Síndrome de Hubris: cuando el poder se convierte en exceso de confianza Pemex refuerza vigilancia de ductos ante riesgo de deslaves y fugasPrevén derrama de 41 mdp por venta de cempasúchil en Edomex Más información en nuestro podcast
La joven fue condenada como partícipe secundaria del delito cometido en enero de este año por transportar 350 kilos de cocaína. Recibió tres años de prisión condicional y fue expulsada de Argentina sin posibilidad de reingreso.
El presidente Donald Trump anunció que Estados Unidos llevará su ofensiva contra el narcotráfico “por tierra”.See omnystudio.com/listener for privacy information.