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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (23): O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou o arquivamento da ação que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli no caso envolvendo o Banco Master. A decisão foi tomada neste sábado (21). Paralelamente, o ministro André Mendonça deverá se reunir novamente nesta semana com integrantes da Polícia Federal para discutir os próximos passos da investigação sobre supostas fraudes relacionadas à instituição financeira, que seguem em apuração. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou que o relator da proposta de emenda à Constituição que trata do fim da escala de trabalho 6x1 será definido no início desta semana. A indicação ocorrerá na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa considerada decisiva para a tramitação da PEC, que propõe mudanças na jornada semanal de trabalho e tem gerado amplo debate entre parlamentares, empresários e trabalhadores. Brasil e China aparecem entre os países que podem ser mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre sexta-feira (20) e sábado (21). As medidas devem alterar o fluxo do comércio internacional, encarecendo produtos de alguns concorrentes e abrindo espaço para exportações brasileiras e chinesas em setores estratégicos. Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos e policiais do Departamento do Xerife do Condado de Palm Beach mataram a tiros um homem armado após ele entrar ilegalmente no perímetro de segurança de Mar-a-Lago, na Flórida, na madrugada deste domingo (22). Segundo as autoridades, o suspeito, de cerca de 20 anos, invadiu a área por volta de 1h30 e foi neutralizado. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump não estavam no local no momento do incidente, pois se encontravam na Casa Branca. Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, fundador do Cartel Jalisco Nova Geração, morreu neste domingo (22), aos 59 anos, durante uma operação do Exército no México. Considerado o último grande narcotraficante em atividade no país, El Mencho construiu o cartel mais poderoso e violento do território mexicano por meio do confronto direto com autoridades e do uso sistemático da violência. Sua morte ocorre anos após a prisão de líderes históricos do Cartel de Sinaloa, como Joaquín Guzmán e Ismael Zambada. O governo dos Estados Unidos oferecia recompensa de US$ 15 milhões por sua captura, e especialistas o classificavam como um criminoso “violento por natureza”, que desafiava abertamente o Estado mexicano. O Governo do Brasil, por meio da Caixa, inicia nesta segunda-feira (23) a terceira etapa da liberação do vale-recarga de gás de cozinha (GLP) para beneficiários do Programa Gás do Povo. A nova fase vai contemplar cerca de 4,5 milhões de famílias em todo o país. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), afirmou que o setor portuário e o agronegócio consideram ilegal a invasão indígena ao terminal da Cargill, em Santarém, no Pará, que levou o governo a suspender a licitação de dragagem no Rio Tapajós. Lupion também comentou a expectativa do agro em relação à nova tarifa de 15% anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando possíveis impactos sobre exportações brasileiras. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (22) que existe um “desencontro” interno no Partido Liberal e insinuou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, estaria sendo isolado pela sigla após ter a prisão decretada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste episódio, a Bancada analisa a derrota da Académica no Restelo por 3-2 passando pelas escolhas do mister, as performances individuais e o polémico caso de arbitragem que invalidou aquele que seria o bis de Beni Souza.Houve ainda tempo para olhar para a tabela classificativa temporária desta Fase de Apuramento de Campeão e antever o embate caseiro frente à União de Santarém.Nota também para uma mensagem muito especial deixada ao António neste episódio...
Apesar da descida dos caudais do Tejo, João Teixeira Leite não acredita que, na globalidade, o pior já tenha passado. Mostra-se especialmente preocupado com as encostas no concelho de Santarém.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal vai este domingo, 8 de Fevereiro, a votos na segunda volta das eleições presidenciais, um cenário inédito em quase quatro décadas. Pela primeira vez desde 1986, a escolha do Presidente da República não se decide à primeira volta, mas também pela primeira vez a votação não acontece, em simultâneo, em todo o território. Em sete municípios, entre os quais Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã, e ainda em duas freguesias do concelho de Santarém e duas do concelho de Sintra, o voto foi adiado para o próximo dia 15, devido à situação de calamidade provocada pelas tempestades que atingiram o país. As autarquias justificam a decisão com a falta de condições de segurança e de acessibilidade, num contexto em que persistem estradas cortadas, zonas inundadas e constrangimentos no transporte e na circulação. Apesar do cenário, em muitos pontos do país, os eleitores atravessam ruas ainda marcadas pelos estragos para chegar às urnas. Em Santarém, na Escola Primária de São Domingos, o dia é vivido num equilíbrio tenso entre o dever cívico e a fragilidade deixada pela última semana. “Precisamos de um Presidente e de um bom Presidente e, seja em que circunstância for, é muito importante votar”, diz uma eleitora, sublinhando que, embora na sua zona “não tenha acontecido nada de extraordinário”, viveu os últimos dias com preocupação. Conta que tem familiares obrigados a abandonar a casa na Ribeira de Santarém, onde a água invadiu o rés-do-chão. “Tiveram de tirar tudo da parte de baixo”, descreve, referindo que há um bebé e uma criança na família. Para ela, a crise pode criar terreno fértil para o desespero: “As pessoas estão muito desesperadas, não pensam nas eleições. Alguns coitados não têm grandes hipóteses psicologicamente, nem fisicamente.” Outros eleitores falam da votação como uma resposta directa ao momento político. “Só dois candidatos: temos de ter atenção à nossa liberdade e à nossa democracia”, afirma um outro eleitor, à saída da mesa de voto. Uma mulher, natural de Santarém e residente fora do Ribatejo, diz estar “emocionada” com o que viu nos últimos dias e recusa a ideia de abdicar do voto: “Votar é talvez o único poder que nos dão. Não lutar pela democracia num dia como o de hoje seria uma vergonha.” A eleição opõe António José Seguro e André Ventura, num regime semi-presidencial em que o Presidente não governa, mas pode desempenhar um papel determinante em momentos de crise: dissolução do Parlamento, convocação de eleições, nomeação do primeiro-ministro e influência política e simbólica na vida pública. A própria existência de uma segunda volta e a presença de um candidato de extrema-direita no confronto final confirmam uma transformação do sistema partidário e do debate público, num país habituado a presidenciais resolvidas no primeiro domingo. Em Santarém, porém, a política mistura-se com a urgência do pós-tempestade. As marcas estão no chão, na paisagem e no ritmo interrompido do quotidiano. No Miradouro de São Bento, a cidade olha para um cenário onde a cheia ainda domina: campos totalmente alagados, árvores submersas, telhados e paredes a meio, água de cor cinzenta e esverdeada. “Já assisti a muitas cheias, mas esta é a maior desde que me lembro, desde 1979”, conta Marcolino Pedreiro, recordando também a cheia de 1969 e outra, em 1981. Para ele, esta pode situar-se “entre as duas”. Questionado sobre se as condições meteorológicas podem influenciar o resultado eleitoral, responde com frieza: “O impacto será residual e insignificante.” A leitura não é consensual. O historiador Vítor Pereira descreve um sentimento recorrente em crises deste tipo: a percepção de abandono, mesmo em zonas relativamente próximas de Lisboa. “Quando há catástrofes, muitas vezes há um sentimento de falta de protecção e de falta de atuação do Estado”, explica, apontando para a frustração de quem paga impostos e sente que a resposta pública é lenta ou insuficiente. Para o investigador, falhas de comunicação política, e uma resposta percebida como desadequada, podem alimentar discursos de crítica ao Estado e, em contexto eleitoral, ter consequências. O historiador sublinha ainda o contraste entre a expectativa criada nos últimos anos por um Presidente marcado pela proximidade e pela presença pública, e o que poderá vir a seguir. “Portugal vai sentir-se órfão do Presidente das empatia”, afirma, antecipando que o próximo chefe de Estado terá de construir o seu próprio estilo, sem repetir o modelo dos últimos dez anos. A historiadora Raquel Varela vai mais longe e enquadra o episódio numa sequência de acontecimentos recentes: incêndios, cheias, falhas na resposta de emergência para sustentar uma crítica estrutural. “Nós não temos protecção civil”, diz, apontando para a fragilidade dos serviços e para a dependência das redes informais. “As pessoas têm-se a si, aos vizinhos e aos amigos.” Raquel Varela considera que esta auto-organização popular pode gerar um novo momento de politização, à semelhança do que aconteceu após as cheias de 1967, mas alerta para a ausência de preparação e de estruturas comunitárias. A dimensão internacional também atravessa o dia eleitoral. O activista guineense, Yussef, acompanha a votação a partir de uma perspectiva da diáspora, defende que o resultado em Portugal tem impacto nas relações com a Guiné-Bissau e no espaço político da CPLP. Critica o que considera ter sido um “branqueamento” de práticas anti-democráticas nos últimos anos e pede ao futuro Presidente “coerência com a Constituição”, pressão democrática e uma diplomacia alinhada com os princípios que Portugal afirma defender. Em Santarém, este domingo, cruza-se assim o calendário eleitoral com a recuperação depois de três tempestades. Entre ruas ainda condicionadas e uma normalidade incompleta, o país escolhe o próximo Presidente num contexto excepcional, com adiamentos locais, marcas visíveis no terreno e uma sensação de fragilidade que, para muitos, pesa tanto quanto o voto.
Pavilhão Municipal de Santarém serve de abrigo para as pessoas afetadas pelo mau tempo. Conheça os vários serviços disponíveis neste centro de acolhimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O pavilhão de Santarém serve de abrigo para as pessoas que foram retiradas de casa devido às cheias. Por lá, há enfermeiros voluntários e quem "conte os dias" para o mau tempo passar. A praça Oliveira Marreca está inundada e os moradores tentam resistir às ruas inundadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio converso com 2 estudantes da Licenciatura em Agronomia da Escola Superior Agrária de Santarém do Instituto Politécnico de Santarém e da Escola Superior Agrária de Coimbra do Instituto Politécnico de Coimbra.O que aprendes nesta licenciatura? Quais as saídas profissionais e o ambiente na instituição? TUDO o que precisas de saber nesta LIVE!
Vice-presidente do município, Emanuel Campos, diz que várias estradas foram cortadas por estarem submersas o que condicona mobilidade das pessoas. Relata ainda episódios de falta de energia elétrica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bombeiros de uma dezena de corporações estão esta sexta-feira a deslocar-se para as regiões portuguesas mais afectadas pela depressão Kristin, para ajudar as populações. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, relata um cenário de destruição generalizada, isolamento e exaustão. Mais de 50 horas após a passagem da depressão Kristin, milhares de pessoas continuam sem electricidade, água e comunicações na região de Leiria. Segundo relatos no terreno, há populações que permanecem isoladas, com acessos obstruídos e dificuldades no abastecimento de bens essenciais. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, refere que no centro da cidade os serviços começam a ser restabelecidos, mas sublinha a dimensão do problema. “Estamos a falar de centenas de milhares de pessoas completamente sem luz, sem água”, afirma, acrescentando que muitas pessoas continuam sem conseguir sair de casa por falta de acessos, “nem sequer têm as vias desobstruídas”. No terreno, diz que a resposta tem sido desigual. Enquanto nas zonas mais urbanas se nota alguma presença da protecção civil, nas áreas rurais a intervenção é limitada. A maior parte do trabalho tem sido assegurada por moradores e alguns bombeiros, o que tem contribuído para um sentimento de desânimo. Segundo Hugo Ferreira, a ausência de um destacamento visível de meios humanos e operacionais faz com que as pessoas se sintam “completamente sozinhas”. Alem disso, o cansaço começa a ser visível: “Já se começa a acusar algum cansaço, porque não há fim à vista.” Hugo Ferreira defende que a dimensão da crise exigia uma resposta mais visível. “Era preciso haver um destacamento grande de pessoas aqui.” O impacto do isolamento sente-se no dia a dia: “As pessoas sentem-se completamente sozinhas, com postos de combustível a abrir pontualmente, com filas enormes, supermercados sem nada.” A noite da tempestade foi vivida com medo. Hugo Ferreira relata um ruído constante provocado pela queda de árvores numa zona florestal junto à sua habitação. A electricidade falhou ainda de madrugada e só com a primeira luz do dia foi possível perceber a dimensão da destruição: “Ouvia-se um barulho absolutamente ensurdecedor. Em redor da minha casa há uma floresta imensa e o que ouvíamos eram as árvores a serem arrancadas e destroçadas. Quando sai de casa, era um cenário de filme de terror, tudo destruído.” O impacto foi imediato na mobilidade. O trajeto até ao local de trabalho revelou a extensão do caos. “Eu, de casa para a fábrica, demoro normalmente dez minutos. Demorei quase três horas. Havia pinheiros, telhados, chaminés, carros virados. Nunca mais nos vamos esquecer disto.” Apesar dos avisos meteorológicos enviados por SMS, Hugo Ferreira considera que a população não foi devidamente alertada para a gravidade do fenómeno. “Há tantos avisos que a maioria das pessoas nem sequer liga. Toda a gente sabia que ia haver mau tempo, mas ninguém estava minimamente sensibilizado para aquilo que viria.” A falha prolongada das comunicações agravou o isolamento. O contacto com familiares, vizinhos e colegas de trabalho tem sido feito essencialmente porta a porta. “É a única possibilidade”, diz, reconhecendo que muitas pessoas em zonas mais afastadas continuam sem qualquer notícia. “Esperamos que estejam bem, mas não sabemos sequer onde estão.”Na empresa onde trabalha a situação continua crítica: “Temos cerca de 100 funcionários e ainda não conseguimos contactar com cerca de 20 porque não há comunicações.” Em contexto de campanha eleitoral para a segunda volta das Presidenciais de 08 de Fevereiro, Hugo Ferreira rejeita visitas políticas e sublinha a necessidade de meios operacionais. “Nós não precisamos de visitas de políticos. Precisamos de pessoas aqui a trabalhar”, afirma. Quanto ao apoio externo, refere que não existe procura por donativos monetários, mas sim por bens essenciais, não perecíveis, geradores e reforço de meios humanos. Defende ainda que deve haver pressão junto das entidades centrais para que sejam mobilizados mais recursos para a região. Para o habitante de Leiria, a recuperação será prolongada. Sem um reforço significativo de meios, considera que o restabelecimento da normalidade poderá demorar semanas. O principal apelo, conclui, é que as populações sintam que não foram esquecidas: “o que nós precisamos é de sentir que alguém se importa e sentir que alguém está disposto a vir aqui ajudar um bocado”.
Por influência do pai, que sempre a incentivou a estudar, a osasquense Bianca achou que faria medicina. Aos 48 do segundo tempo, ela resolveu cursar veterinária, o que acabou se provando uma decisão bastante acertada.Graças a uma viagem a Portugal ainda na infância, ela havia decidido que gostaria de viver por lá. Depois de formada, ela resolveu colocar esse plano em prática, e engatou um mestrado. Hoje, ela mora e trabalha em Santarém, e conta neste episódio os detalhes dessa trajetória aparentemente bastante bem-decidida desde o início, além das particularidades e dos desafios de se morar na terra onde a maioria é bastante gentil com brasileiros, mas há exceções.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaBianca Nevado, Médica Veterinária em Santarém, PortugalLinks:LinkedIn da BiancaO último deploy do ano está no ar, mas é por tempo limitado! Essa é a sua última chance de se matricular na Alura por até 2 anos com até 40% de desconto! Aproveite!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Como a ciência e a comunidade podem se unir para cuidar do ar que respiramos?
A Bancada reúne-se esta semana para falar sobre o empate a uma bola em Santarém entre o União local e a Académica - o quarto seguido da equipa de Coimbra.As escolhas antes e durante o jogo do míster António Barbosa, a ausência inesperada de Cuba, e a postura competitiva da Briosa são analisadas em detalhe, antes de mais uma edição do Bingo Briosa, e da antevisão à Jornada 12, na qual a Académica receberá o CD Mafra.
De empate em empate segue a nossa Briosa. Desta vez em Santarém, no campo Chã das Padeiras, António Barbosa confirmou o seu estatuto de empata-jogas ao somar o quarto empate consecutivo. Contámos com a análise de Ricardo Goucha e com o remate de meia distância de Guilherme Imperial para fazer a análise a este jogo do ponto de vista de quem esteve no estádio e foi vítima da intempérie. A classificação da liga 3 mereceu a nossa atenção, numa jornada marcada pelo equilíbrio. Na próxima jornada, a Académica recebe o Mafra, concorrente directo a um lugar nos 4 primeiros a antevisão a esse jogo ficou feito e prognósticos lançados.
Os povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e movimentos sociais do mundo inteiro marcaram a história das Conferência do Clima da ONU nesta quarta-feira (12). Em um protesto inédito em forma de barqueata, com 200 embarcações pelo rio Guamá, eles denunciaram uma COP que não reflete as demandas das populações mais vulneráveis, na linha de frente das mudanças climáticas. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém A manifestação no rio deu a largada para a Cúpula dos Povos: durante cinco dias, os cerca de 5 mil participantes trarão para o debate as próprias soluções para o enfrentamento do aquecimento global, como a agroecologia e a agricultura familiar. Muitos questionam um dos focos das negociações diplomáticas da conferência: a transição energética para uma economia de baixo carbono. Elaine da Silva Barros, do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), veio do Maranhão e teme que a busca por minérios importantes para a eletrificação, como alumínio, cobalto e lítio, aumente ainda mais a pressão sobre os territórios amazônicos. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, explica. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumenta. A indígena Jéssica Cumaruara também era uma das passageiras da Caravana da Resposta, um barco que navegou mais de 3 mil quilômetros até chegar à capital paraense para o protesto. A embarcação percorreu o chamado corredor da soja, de Sinop, no Mato Grosso, até Belém do Pará, trazendo cerca de 40 movimentos sociais ou povos originários. "Para quem é a COP? Eles falam muito em transição energética, energia limpa, mas é do jeito deles”, aponta. "Não nos consultam, não se reúnem com a gente para falar sobre ela. Queremos que sejam verdadeiros, que falem sobre os benefícios, mas também sobre os impactos." Impactos socioambientais de hidrelétricas O Movimento dos Atingidos por Barragens estava lá para abordar os impactos ambientais e sociais sentidos há bastante tempo pela produção de eletricidade no país, por hidrelétricas. "Infelizmente o que tratam de energia limpa, para nós, não tem nada de limpo. A transição energética só é possível se houver uma mudança radical das estruturas e do modelo energético no Brasil, que explora, invade territórios, alaga territórios e viola direitos humanos”, afirma Fred Vieira, da coordenação da entidade no Pará. Para Jéssica, a maior preocupação é proteger o rio Tapajós do projeto de hidrovia do governo federal. A obra prevê dragagem para facilitar a navegação para o escoamento da produção de grãos e minérios entre Itaituba e Santarém, no Pará. "O presidente Lula privatizou o nosso rio, quer transformar o nosso rio em rota para o agronegócio, e isso nós não vamos aceitar. Queremos o rio livre”, disse. “Ele já está sendo contaminado pelo garimpo ilegal, pelo mercúrio. Quando destroem e contaminam o nosso rio, também estão nos matando.” O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira de outro rio, o Amazonas. Ele vê o governo federal “refém” de um Congresso dominado pelo agronegócio e as mineradoras. "As grandes indústrias estão se instalando dos nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que sobrevivem da pesca. E são esses empreendimentos, as barragens, as mineradoras, que estão causando o aquecimento global”, acusa. Participação indígena recorde, mas ainda insuficiente Para os povos indígenas, o enfrentamento do aquecimento global passa por mais demarcação de terras. A gente precisa que os governos, principalmente de outros países, ouçam isso da gente. A demarcação é o mais importante porque ali a gente vai viver em paz, conforme a nossa cultura”, salienta Bepmoroi Metuktire, neto do cacique Raoni e membro da juventude caiapó. "Nós somos os guardiões da floresta. Ela é tudo para nós”, frisa. Nunca uma COP teve tantos indígenas registrados – são 300 apenas na delegação brasileira. Mas, para eles, não é suficiente: eles reivindicam um assento especial nas negociações oficiais. Também exigem ser consultados sobre qualquer projeto que envolta as suas terras, aponta Raquel Mura, do povo indígena Mura Autazes, do Amazonas. "Estar aqui é mostrar a Amazônia para o mundo e dizer assim: ouve a nossa voz, não destrói a floresta porque a gente está aqui. Existem pessoas aqui”, ressalta. "A nossa proposta é que o nosso presidente olhe mais para os povos indígenas, porque por mais que ele tenha ajudado a diminuir o desmatamento, ele simplesmente liberou a exploração de petróleo na foz do Amazonas. Isso é muito indignante porque vai afetar a Amazônia toda – e não só a Amazônia, o mundo", complementa. A Cúpula dos Povos vai reunir em Belém, até domingo, cerca de 1,2 mil entidades de 62 países. Na COP30, o principal espaço para a sociedade civil é a zona verde. Na área azul, reservada às negociações oficiais, integrantes de organizações podem ser cadastrados como observadores do processo.
Várias histórias começaram assim: de empate em empate até... Em 2016 foi até ao título europeu conquistado por Portugal, em 2025 foi até ao quinto lugar que deixou a Académica à beira do apuramento para a fase de apuramento de campeão da liga 3. Tentámos perceber o porquê de mais uma repartição de pontos com uma equipa do fundo da tabela e qual a influência de António Barbosa e a suas escolhas neste resultado que deixa a Académica praticamente equidistante quer do topo quer do fundo da tabela, mas agora com uma vantagem de apenas 2 pontos relativamente ao quinto classificado. Houve ainda tempo para analisar os resultados da jornada da Liga 3, comunicar os resultados dos sub-15 e da equipa feminina, e fazer a antevisão da visita a Santarém dentro e fora do campo. Fechámos como habitualmente com o Zandinga, a liga de apostas, onde o pecúlio de pontos somados tem sido diminuto nas últimas semanas.
Estão abertas as inscrições para o Vestibular Indígena 2026, que é unificado entre a UNICAMP e Universidade Federal De São Carlos, a UFSCAR.Podem se inscrever estudantes indígenas que cursaram escolas públicas. São 130 vagas na UNICAMP e 65 na UFSCAR. No momento da inscrição os candidatos podem indicar até dois cursos, sendo um em cada universidade. É preciso comprovar que o candidato pertence a uma das etnias indígenas do território brasileiro. Nos sites da UNICAMP e da UFSCAR é possível encontrar esta e outras regras, além das vagas por curso e o calendário completo do processo do vestibular indígena. As provas vão ser aplicadas em Campinas (SP), Campo Grande (MS), Recife (PE), Santarém (PA) São Gabriel Da Cachoeira E Tabatinga No Amazonas, dia 11 de janeiro de 2026.A inscrição é de graça e deve ser feita na página comvest.unicamp.br até o dia 28 de novembro de 2025.
Urgências encerradas em Coimbra e Santarém
A viagem é longa até a Terra Indígena Koatinemo: de Altamira, no coração do Pará, são mais três horas de "voadeira" pelo rio Xingu até chegar à casa do povo asurini, que acaba de comemorar meio século de contato com as populações urbanas "brancas". De lá para cá, o povo indígena resiste às pressões de invasores de terra, do desmatamento e do garimpo ilegal. Agora, faz frente a uma nova e poderosa ameaça: um clima cada vez mais quente. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI à Terra Indígena Koatinemo (Pará) Em 2024, pela primeira vez, a seca recorde na Amazônia quebrou a safra da castanha, base da alimentação tradicional e carro-chefe da produção comercializada por populações indígenas, ribeirinhas e extrativistas da região. "Acho que passou uns três, quatro meses sem pingar uma gota de chuva. O verão castigou o nosso castanhal e não teve frutos”, relembra o cacique Kwain Asurini, na aldeia Ita'aka, com pouco menos de 400 habitantes. "A gente também está sentindo essa mudança climática aqui, mesmo sendo a floresta. A floresta sente que o aquecimento está, cada vez mais, prejudicando a própria floresta.” Sem água, os ouriços no alto de uma das árvores mais emblemáticas da Amazônia, a castanheira, não se desenvolveram, e eles caíram na terra vazios. A castanha é um dos produtos da floresta mais sensíveis ao calor, diferentemente de outros frutos, como o açaí. Milhares de pequenos produtores de comunidades tradicionais tiveram impacto não só na renda, como em toda a cadeia alimentar. A castanha é ingrediente para diversos pratos típicos e também é consumida por animais da floresta. Se eles não encontram o fruto, não aparecem e ficam menos acessíveis para a caça de subsistência dos povos indígenas. Iuri Parakanã, um dos caciques da Terra Indígena Apyterewa, descreve a situação como “um desespero” para toda a região conhecida como Terra do Meio. Ele conta que, naquele ano, a mandioca também não cresceu como deveria. "A floresta fala com os indígenas, e nós transmitimos a fala da natureza para o mundo saber o que está acontecendo, o que a natureza está sentindo. Estamos preocupados não somente com o nosso bem viver, mas também com os animais, que estão aqui na floresta e sentem isso”, salienta. "Tudo que plantamos morreu, por causa da quentura." Aquecimento pode chegar a 6°C em 2100 Já faz mais de 40 anos que o respeitado climatologista Carlos Nobre alerta sobre o risco de aumento desta “quentura” que Iuri Parakanã agora sente na Amazônia. Prêmio Nobel da Paz junto com os cientistas do Painel de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Nobre afirma que os registros históricos da Amazônia apontavam para uma seca severa a cada 20 anos, em média. Nas últimas duas décadas, porém, quatro episódios graves de estiagem já ocorreram. Pior: os dois últimos se repetiram em dois anos consecutivos, 2023 e 2024 – quando o bioma teve a mais forte seca já registrada. "Mesmo que não tivesse nenhum fogo de origem humana, ainda assim seria muito difícil para a floresta se recompor. Quando tem uma seca muito forte, são quatro ou cinco anos para começar a recompor”, explica. "Mas aí vem uma outra seca, então, o que está acontecendo é que com essas quatro secas muito fortes, aumentou demais a área degradada na Amazônia." Estudos mostram que 40% da Amazônia já estão em algum estágio de degradação. A temperatura na região tem aumentado de 0,3°C a 0,4°C por década, havendo projeções que apontam para uma alta de até 6°C até 2100, no cenário de altas emissões de gases de efeito estufa, em comparação aos níveis pré-industriais. Na Terra Indígena Koatinemo, a adaptação às mudanças climáticas foi um dos tópicos mais debatidos na 10ª edição da Semana do Extrativismo (Semex), realizada em maio. Representantes de dezenas de comunidades tradicionais relataram o impacto da seca nos seus plantios de subsistência. "Os cacaus secaram, os rios e igarapés secaram e os animais sentiram. Os rios também secaram além do normal. Os peixes diminuíram muito”, disse Kremoro Xikrin, que veio do território de Trincheira Bacajá para o encontro. Carlos Nobre e o risco de colapso da floresta Enquanto isso, em volta da floresta protegida, o desmatamento continua – diminuindo a resiliência da mata para um clima em mutação. “A intenção deles é só fazer capim e pasto para o gado. Não plantam mais um pé de mandioca. Não plantam milho, não plantam feijão, não plantam um arroz”, diz o pequeno agricultor Joilton Moreira, ao contar sobre a pressão da ampliação das terras por grandes fazendeiros em torno da Comunidade Santa Fé, em Uruará, onde ele vive. Em 1990, um grupo de cientistas coordenados por Carlos Nobre advertiu, pela primeira vez, sobre o risco de a Amazônia atingir “um ponto de não retorno” causado pelas mudanças climáticas e à degradação – ou seja, de a floresta não conseguir mais se regenerar ao seu estado original. O aumento do desmatamento e dos incêndios é fatal para esta tendência. “Tem a seca do aquecimento global e aí fica mais seco ainda por causa do desmatamento, e muito mais quente. A temperatura ali às vezes aumenta mais de 2ºC do que vem de uma onda de calor na região, comparando com uma região que não tem nada de desmatamento”, salienta. "A floresta recicla muito bem a água, baixa a temperatura e às vezes até aumenta a chuva. Mas quando você tem superáreas desmatadas, diminui tanto a reciclagem de água que aumenta a temperatura e você tem menos chuva.” Outro complicador são as queimadas, em alta no bioma. Não mais do que 5% dos incêndios ocorrem por descargas elétricas, ou seja, por causas naturais como raios, assegura Nobre. "Não é natural. Os incêndios explodiram e mais de 95% são de origem humana. Aí vem um outro fator de degradação enorme da floresta: tivemos, no ano passado, a maior área degradada na Amazônia, porque teve muito incêndio”, ressalta. "E como tinha o recorde de seca e de onda de calor, a vegetação ficou muito inflamável, aumentando muito a propagação do fogo.” Populações locais se organizam para se adaptar Nas comunidades tradicionais, a escala de produção na floresta se dá pela união dos povos, e não pelo desmatamento e a monocultura. A castanha, comum na região do Xingu, conectou a Rede da Terra do Meio, uma articulação de povos indígenas, ribeirinhos, extrativistas e da agricultura familiar que, a partir dos seus conhecimentos de manejo florestal, busca impulsionar a comercialização do excedente da produção nos territórios. A quebra da safra da castanha em 2024 e a provável repetição do drama no futuro aceleram os projetos de diversificação produtiva da rede. Uma das ideias é planejar estoques de outros produtos menos sensíveis ao clima, como o babaçu. "Não vai dar para cruzar os braços agora e dizer que foi esse ano e, no outro, não vai ser. A gente sabe que sempre vai ter esses problemas, então a rede serve para observar, para tomar cuidado e a gente se organizar para fugir dessas situações”, afirma Francisco de Assis Porto de Oliveira, da reserva extrativista do rio Iriri e presidente da Rede Terra do Meio. “Quando fala de renda, a gente tem que ter muito cuidado, porque se deixarmos para cuidar do problema depois de ele ser identificado, pode ser muito tarde." A rede tem pressionado para que os produtos da floresta sejam cobertos por seguros climáticos, a exemplo dos que beneficiam monoculturas como a soja ou milho. Novas dificuldades surgiram, como o aumento das pragas nas roças e o impacto no transporte, majoritariamente fluvial. Com os rios mais secos, o acesso das comunidades tradicionais a políticas públicas também é prejudicado. Duas delas têm buscado ampliar a participação de indígenas, extrativistas e pequenos agricultores: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Cada vez mais, as escolas nas comunidades locais oferecem merenda com ingredientes tradicionais, dando um impulso importante à diversificação produtiva nos territórios. Atualmente, 87 produtos da floresta foram integrados à cesta do PAA. "O próprio Estado não conhecia esses alimentos, e a gente precisou provar que eles existem. A gente precisou vir no campo, coletar o cacauí e levar par ao pessoal da Conab, que só conhecia o cacau”, observa Marcio Luiz Silva Souza, engenheiro florestal e técnico da Rede Terra do Meio. “Tem o uxi, uma fruta muito boa que tem em vários territórios e o pessoal não conhecia, a golosa, uma fruta muito saborosa. Palmito de babaçu, tucum, inajá, piqui, cajá. Várias frutas da natureza”, exemplifica. Coleta de sementes contribui para reflorestamento Novas parcerias comerciais impulsionam a diversificação. A produção de sementes, por exemplo, representa um potencial ainda pouco explorado pelas comunidades da floresta. "A gente está num ano de COP, está se falando de mudanças climáticas, de recompor a floresta que já foi destruída. Todos os territórios estão coletando e disponibilizando suas sementes”, continua Souza. Espécies conhecidas e valorizadas, como a castanha e a seringa, já estão consolidadas, mas a demanda por diversidade de sementes nativas tende a crescer para atender a obrigações de reflorestamento por grandes empresas ou empreendimentos, que possuem passivos ambientais. “A gente vai comprar ipê, jatobá, várias favas cabulosas que ninguém nunca observou porque não existia interesse econômico por elas. Com este estímulo do reflorestamento, a gente vai poder incluir segmentos da população brasileira que estão completamente isolados: pequenos produtores rurais muito vulneráveis, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhas, indígenas, que moram na floresta e estão longe dos grandes centros econômicos”, afirma Marie de Lassus, diretora de suprimentos da Morfo. A empresa é especializada em restauração de florestas nativas no Brasil e faz a ponte entre a demanda crescente e os coletores de sementes, usadas na recuperação de áreas desmatadas ou degradadas. “Eles mesmos estão começando a entender que existe potencialmente um mercado. Eu recebi sementes deles e a gente já plantou em Santarém, ano passado, num projeto experimental com Embrapa”, indica de Lassus. COP30 e o papel das comunidades tradicionais contra a crise climática Ao colaborar para o reflorestamento, a cadeia das sementes também contribui para o enfrentamento da crise climática. A meta do Brasil é recuperar 12 milhões de hectares de floresta em todo o país, até 2030. Projetos como este estarão em destaque na Conferência do Clima de Belém (COP30), em novembro. Promover sistemas de produção e alimentares que transformam floresta em floresta é investir em um programa climático, avalia Jefferson Straatmann, facilitador de Economias da Sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA). “Essas conferências, a partir da Rio 92, trouxeram para a sociedade a importância dessa questão, que foi se desdobrando na criação dos territórios tradicionais, em cobrança entre os países para que algo fosse feito. Se a gente não tivesse as conferências da ONU para ter essa troca, muito provavelmente cada país estaria agindo ao seu total entendimento”, analisa. “A gente tem uma crise que é planetária. A COP ser na Amazônia eu acho que traz essa possibilidade de um olhar para esses povos e para seus modos de vida, para suas economias, como um caminho futuro. Não precisa ser igual, não vai ser igual. Mas tem referências que a gente precisa buscar para construir um novo caminho de sociedade”, espera Straatmann. * Esta é a terceira reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro.
João Teixeira Leite (PSD), Pedro Ribeiro (PS), Pedro Correia (CH) e José Rui Raposo (CDU) debatem o legado na gestão da cidade, as finanças da Câmara e as obras em curso em Santarém.See omnystudio.com/listener for privacy information.
W tym nagraniu zobaczą Państwo spotkanie, w którym KRYSTYNA DĄBROWSKA opowiadała o wybranych książkach poetyckich oraz własnych premierowych "Wierszach wybranych"! 10 INSPIRUJĄCYCH KSIĄŻEK POETYCKICHORAZSWOJE "WIERSZE WYBRANE"PRZEDSTAWIA KRYSTYNA DĄBROWSKANagradzana poetka i tłumaczka wierszy mówi o tych tomach innych twórców poezji ze świata, przetłumaczonych albo jeszcze nie przekładanych na polski, które od lat ją inspirują i pozostają ważne. Od Paula Celana, przez Elizabeth Bishop i Anne Carson, po Kim Moore oraz Jehudę Amichaja.Poznaj osobisty wybór poetki i dowiedz się, jak twórczość innych poetek i poetów przenika do jej wierszy.Książki wybrane przez Krystynę Dąbrowską:-"Owoce wojny" Jaryna Czornohuz-"Koniec sezonu pomarańczy" Jehuda Amichaj-"Sztuka opadania/The Art of Falling" Kim Moore-"Nox" Anne Carson-"Adrenalin" Ghayath Almadhoun-"Blues o śnieżnym poranku" Charles Simic-"Santarém" Elizabeth Bishop-"33 wiersze" Elizabeth Bishop-"Utwory wybrane" Paul Celan-"Literatura na świecie 5-6" Kawafis-"Czekając na barbarzyńców" Konstandinos Kawafis-"Księga niepokoju" Fernando Pessoa-"W obliczu wojny" Maksym Krywcow-"Obcy" Jaryna BurbanKRYSTYNA DĄBROWSKA – urodzona w 1979 roku. Poetka, eseistka, tłumaczka. Autorka książek poetyckich:Wiersze Wybrane (2025),Miasto z indu (2022),Ścieżki dźwiękowe (2018),Czas i przesłona (2014),Białe krzesła (2012)i Biuro podróży (2006).Laureatka Nagrody Kościelskich (2013), Nagrody im. Wisławy Szymborskiej (2013) i Nagrody Literackiej m. st. Warszawy (2019). Jej wiersze były tłumaczone na ponad dwadzieścia języków; za wiersz „Biuro podróży”/”Travel Agency” w przekładzie Antonii Lloyd-Jones otrzymała Pushcart Prize (2024).Książkowe wybory jej wierszy ukazały się po włosku, niemiecku, szwedzku, portugalsku i angielsku; książka w angielskim przekładzie, Tideline (Zephyr Press 2022), była nominowana do Derek Walcott Poetry Prize i National Translation Award in Poetry.Dąbrowska tłumaczyła m.in. poezję Louise Glück (Dziki irys, 2024; Zimowe przepisy naszej wspólnoty, 2022; Ararat, 2021), Nuali Ní Dhomhnaill (Cierń głogu, 2021), W. C. Williamsa, Thoma Gunna, Charlesa Simica i Kim Moore, a także listy Elizabeth Bishop i Roberta Lowella.O WIERSZASZ WYBRANYCHOto ktoś, kto chadza własnymi drogami i wiersze pisuje tylko wtedy, gdy odczuwa tego nieodpartą konieczność – pisał Jan Gondowicz. - Zadaniem tej poezji jest uwewnętrznianie. Tym się ono różni od kolekcjonowania wrażeń (czegoś na kształt „pocztówek” z podróży, podpatrzonych „scenek” bądź szkiców, jakie wykonują malarze), że stanowi narzędzie penetracji własnego życia duchowego, rozpoznania, kim się jest i dlaczego. Czytelnik może uczestniczyć w tym procesie i myśleć o tym swoje. A właściwie nie tylko myśleć, lecz i dzielić stany emocjonalne: zachwyt i grozę, uśmiech, czasem zawroty głowy. Oto, czemu nie sposób nazwać Krystyny Dąbrowskiej estetką. Za dużo wie, a jeszcze więcej domyśla się o naturze ludzkiej. A przy tym pozostaje lekka, pozornie oddana drobiazgom, wolna od patosu, jakim lubi się reklamować pesymizm. To wysoki kunszt.To retransmisja jednego z wielu wydarzeń, które odbywają się na scenach Big Book Cafe. Chcesz mieć dostęp do wszystkich i oglądać o dowolnej porze? Dołącz do Patronek i Patronów Fundacji "Kultura nie boli" i korzystaj ze wszystkiego, co robimy z miłości do czytania. Spróbuj! https://patronite.pl/bigbookcafe
Briosagolo, o podcast, Episódio 1 da Época 2025/2026Ao primeiro jogo da regressada Liga3, o primeiro da Série Barbosa, a primeira derrota, que gerou, pelo nosso painel, algumas saudades da pré-época, em que presidia a esperança, ou a negação, no lugar da azia que o golo do “Van Basten” de Queluz, e acima de tudo, que a nossa exibição provocou.Mais um começo em falso na Liga 3, lembrando a época passada, e a certeza que há qualidade para mais e para podermos inverter esta tendência já no próximo jogo. Cabe ao nosso mister fazer a equipa seguir, seguir, seguir para uma vitória que possa galvanizar a massa adepta e tranquilizar os corações, já cansados de tanta desilusão.Neste episódio, qual catarse de um pesadelo de uma tarde de Verão, olhámos este jogo, atendemos às decisões do nosso treinador (alvo de críticas pelo nosso painel), às exibições mais bem conseguidas (com destaque para o Palhinha do Calhabé, António Montez) e ao nosso plantel que se quer curto mas que é, ainda, manifestamente insuficiente (André Serra, onde andas tu?). Zandingámos o jogo com o União de Santarém, antes de terminar, com relativo optimismo. Com a habitual moderação/participação do José David Lopes, participaram neste episódio Ricardo Goucha, Guilherme Imperial e Filipe Fernandes.
Alguém lê mesmo estas descrições? Se sim indiquem nos comentários os vossos 3 maiores medos. O episódio é espectacular, como habitual.Bilhetes para em cada esquina um salazar em Santarém (último de todos os tempos): https://ticketline.sapo.pt/evento/jovem-conservador-de-direita-95556Com o apoio da cockburn's: https://www.instagram.com/cockburns_port/Segmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
O autarca de Penamacor afirma que terrenos agrícolas ardidos podem ascender a mais de mil hectares. O presidente da CM de Santarém refere que o vento mudou de trajetória o que alterou os trabalhos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Doutor analisa alguns temas que marcam a actualidade como o ataque do Dr. Chris Martin ao sucesso no amor, o ataque da Dra. Rita Matias a crianças com nomes que ela não consegue pronunciar, ao ataque às barracas por parte do autarca socialista de Loures, ao ataque verbal de Dr. José Luís Carneiro contra o líder do Chega, o ataque à reputação dos alegados amigos do Dr. Jeffrey Epstein, etc.Com o apoio da cockburn's: https://www.instagram.com/cockburns_port/Bilhetes para "Em cada Esquina um Salazar" em Santarém: https://ticketline.sapo.pt/evento/jovem-conservador-de-direita-95556Segmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
O Instituto Trata Brasil divulgou o Ranking do Saneamento 2025, revelando um cenário de contraste: enquanto cidades paulistas avançam no acesso à água tratada e na coleta de esgoto, municípios da Amazônia Legal ainda carecem do básico. Santarém, no Pará, ocupa a última posição entre os 100 municípios mais populosos do país. A desigualdade regional é o destaque do levantamento. Para analisar os dados e discutir soluções, Eduardo Ribeiro e Marília Argollo conversam com Luana Pretto, presidente-executiva do Instituto Trata Brasil.
En el corazón de Portugal, entre colinas antiguas y ecos de plegarias olvidadas, una ciudad guarda celosamente un prodigio que ha desafiado el tiempo, la ciencia y la incredulidad. Fue una traición, un secreto y un acto desesperado lo que desató una cadena de sucesos que aún hoy se veneran con fervor. Acompáñanos en un viaje a Santarém, donde la historia y lo sobrenatural se funden en una reliquia envuelta en luz, temor y redención. Un caso que, siglos después, sigue latiendo… y sangrando. https://www.edenex.es
As temperaturas vão subir de forma gradual a partir desta quinta-feira, podendo ultrapassar os 40 graus em vários distritos do sul do território continental, com destaque para Beja (44º), Évora (43º), Santarém e Setúbal (42º) e Lisboa (41º). O risco de incêndio aplica-se a todo o país. Neste episódio, conversamos com Carlos da Câmara, climatologista do Instituto Dom Luiz, da Universidade de Lisboa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Biosoluções e agricultura mais sustentável são o mote para a Feira Nacional da Agricultura, que abriu este sábado em Santarém. Luís Mira, secretário geral da CAP, conta o que espera o visitante.See omnystudio.com/listener for privacy information.
VoxCast #071 – Temporada Especial com os Vereadores e Vereadoras de Santarém!
@nelioaguiarstm | Ex Prefeito de Santarém | Presidente da Famep | Diretor da CNM | Médico | Secretario Regional de Governo do Baixo Amazonas
Sandra Duarte Cardoso fundou há dezoito anos a organização não governamental SOS Animal e, em 2020, criou um santuário em Santarém onde tem mais de uma centena de animais que vivem livres, sem serem alvo de qualquer exploração. Autora e apresentadora do programa “À Descoberta com…”, na SIC, e das curta-metragens “Saudade” e “Profundo”, há quatro anos sofreu um acidente com uma égua que lhe atingiu as costas e o cotovelo. Desde aí, passou a viver com uma dor neuropática crónica. E revela como o tratamento com psicadélicos a fez sair da escuridão. Defensora do uso da IA em todas as profissões, até na medicina, para que a sociedade ganhe mais tempo, afirma-se preocupada com as ameaças à democracia. Ouçam-na na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump administration refers NY AG Letitia James for potential prosecution over alleged mortgage fraud, Biden reminisces about seeing ‘colored kids' go to segregated schools in first speech after leaving office, Sam Antar and Brandon Tatum joins the show Check Out Our Partners: Advantage Gold: Get your FREE wealth protection kit https://www.abjv1trk.com/F6XL22/4MQCFX/?sub1=Youtube American Financing: Save with https://www.americanfinancing.net/benny NMLS: 182334, http://www.nmlsconsumeraccess.org Patriot Mobile: Go to https://www.PatriotMobile.com/Benny and get A FREE MONTH Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada Mulheres descolonizando a Amazônia pelos caminhos de vida: produção de subjetividades atravessadas pelo projeto de nação desenvolvimentista. A partir de uma pesquisa de campo na Vila de Alter-do-Chão, Santarém; a comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; e a comunidade de Coroca, no rio Arapiuns e também de entrevistas com mulheres que vivem nas localidades, Brenda nos mostra como gênero, colonialidade, nação e raça se entrelaçam nas instituições, nos discursos sobre a região e na produção de subjetividades das pessoas que vivem na Amazônia. De forma bastante sensível, nos mostra a maneira como esse complexo tramado de relações de poder produz sujeições e faltas de reconhecimento, mas também permite que as mulheres ainda encontrem linhas de fugas em seus cotidianos. Assim, contribui para escaparmos de algumas armadilhas fáceis para a análise da Amazônia e principalmente das vidas das mulheres que ali vivem. Você pode acessar gratuitamente a tese de Brenda clicando aqui.
Confira nesta edição do Jornal da Record: Instituição norte-americana confirma vitória de Edmundo González Urrutia na eleição venezuelana. António Guterres, secretário-geral da ONU, é declarado 'persona non grata' por Israel. PF investiga influenciador que lucrava vendendo cursos para enganar autoridades e sonegar impostos. Seca na Amazônia prejudica mais de 9 mil famílias na região, afirma Defesa Civil de Santarém (PA). Morte de menino de 6 anos que comeu bombom no RJ pode ter sido por envenenamento.
O sonho de se tornar um polical na Austrália se tornou realidade para o brasileiro Rodrigo Borges, de 26 anos, que fala como é ser policial na pequena cidade de Oakey em Queensland e do orgulho de seus pais que trabalharam em chão de fábrica para sustentar a família. Apresentamos o segundo episódio da série “Como é a vida na Austrália?”. Em Portugal, o hospital distrital de Santarém oferece aos utentes internados serviços de cabeleireiro, barbeiro e estética. O projeto tem refletido numa melhor autoestima para quem está internado no hospital. A linda capela Real do Palácio Nacional de Queluz, em Lisboa está de portas abertas ao público.
No rescaldo da eleições europeias, o Programa foi ao país real analisar os resultados. O pretexto foi o FALA, festival literário de Alcanena. A vila do distrito de Santarém, num fim de semana com livros, juntou-se para uma noite em torno do poucochinho que resultou do acto eleitoral, com pequenas vitórias e uma grande derrota. Mas valeu a pena, porque um elemento do painel do Programa chegou abençoado, vindo directamente do Vaticano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cyndi shares her visit to Santarém Portugal, where she visited the Church of St. Stephen, now known as the Church of the Holy Miracle. There she saw up close the actual documented and approved Eucharistic Miracle that has been present since the 13th century. To schedule Cyndi to speak to your group, contact Cyndi at TheCyndiPetersonShow@gmail.com. Cyndi's book, Waiting for a Miracle: One Mother's Journey to Unshakable Faith can be purchased on Amazon.com or reach out to Cyndi at TheCyndiPetersonShow@gmail.comfor a personally signed copy mailed directly to you.
Ubicada en el oeste del estado brasileño de Pará, la ciudad de Santarém late en el corazón verde de América del Sur. El matrimonio de músicos brasileños Carla Ruaro y Gustavo Roriz nos muestran desde su malecón la desembocadura del río Tapajós en el gran Amazonas: un encuentro entre gigantes. Después de visitar el museo João Fona y el Mercadão 2000 nos encontramos con la guía de turismo Annyela Cavalcante, que nos lleva hasta la catedral. En media hora de coche llegamos a la pequeña y paradisíaca localidad de Alter do Chão, donde Gustavo y Carla tienen una casa abierta a la música, la cultura y la comunidad. Ikowé es un espacio de conciertos, pero también aspira a ser cineclub y residencia de artistas; un centro de intercambio creativo e inspiración en plena selva amazónica. Una de sus vecinas, la bailarina de carimbó Sandra Moreno, nos introduce en el mundo de esta danza propia del norte de Brasil. Además la cantautora Adaluz, alias de la española Leticia Barriga, comparte con nosotros algunas canciones y rincones especiales del pueblo como la Isla del Amor, el Lago Verde o la montaña Piraoca. Después de visitar algunas comunidades indígenas en la Floresta Nacional de Tapajós (Flonas), conocemos las iniciativas de protección medioambiental y difusión cultural que lleva a cabo la asociación Perlas da Amazonia, fundada por la profesora de baile Perla Gomes.Escuchar audio
O Lado B recebe Paique Duques Santarém, antropólogo, urbanista e militante do Movimento Passe Livre (MPL) para responder a pergunta-título. E, spoiler: SIM. E já tem em muitas cidades brasileiras!Tema interditado na opinião pública pela ideologia liberal, o Tarifa Zero é explicado tim-tim-por-tim-tim neste episódio: como financiar, os impactos na economia municipal, os benefícios na Saúde e na Educação do trabalhador, as explicações para o caráter racista da crise da mobilidade urbana, a necessidade de diminuir os impactos ao Meio Ambiente e muito mais.Com Caio Bellandi, Daniel Soares e Luara Ramos; Ajude a financiar o Lado B nos apoiando na Orelo ou mandando pix para ladobdorio@yahoo.com
Neste podcast: Hoje vamos falar sobre a MALDIÇÃO do conhecimento! Porque é ruim saber das coisas as vezes? Vamos falar sobre esse sofrimento. ARTE DA VITRINE: Randall Random Versão Wallpaper da Vitrine LIVE OSCAR DE PIJAMA https://jovemnerd.page.link/LIVE_OSCAR_DE_PIJAMA_NERDCAST_02 PEDIDO DE DOAÇÃO Pedido de doação para Luan Schneider de Oliveira Messias no Hemopa de Santarém no Pará (Doações de sangue O+, O- e A-) E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br
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Neste podcast: Hoje vamos falar sobre a MALDIÇÃO do conhecimento! Porque é ruim saber das coisas as vezes? Vamos falar sobre esse sofrimento. ARTE DA VITRINE: Randall Random Versão Wallpaper da Vitrine LIVE OSCAR DE PIJAMA https://jovemnerd.page.link/LIVE_OSCAR_DE_PIJAMA_NERDCAST_02 PEDIDO DE DOAÇÃO Pedido de doação para Luan Schneider de Oliveira Messias no Hemopa de Santarém no Pará (Doações de sangue O+, O- e A-) E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA http://radiofobia.com.br