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Rafael Arinelli, Daniel Cury e Edu Sacer dissecam o Oscar 2026, a cerimônia em que o Brasil bateu recorde com cinco indicações mas voltou de mãos vazias. E tá tudo bem.A noite foi dominada pelo duelo entre Pecadores (16 indicações, recorde histórico) e Uma Batalha Após a Outra, que levou seis estatuetas incluindo Melhor Filme e finalmente deu o Oscar de Direção para Paul Thomas Anderson. Michael B. Jordan se tornou apenas o sexto ator negro a vencer Melhor Ator em quase 100 anos, enquanto Jess Buckley (Hamnet) foi a primeira irlandesa a levar Melhor Atriz.Mas tem polêmica: a produção cortou discursos de vencedores asiáticos com música, mas deixou americanos falarem à vontade. Guerreiras do K-pop fez história levando Animação e Canção Original (Golden), provando que o K-pop dominou até a Academia. E a Noruega ganhou seu primeiro Oscar de Filme Internacional com Valor Sentimental, derrotando Agente Secreto numa disputa apertada.Conan O'Brien voltou como anfitrião, 19,7 milhões assistiram, e Brigitte Bardot ficou de fora do In Memoriam. Ah, e o Oscar pode ir pro YouTube em 2029.• 04m47: Pauta Principal• 1h16m56: Plano Detalhe• 1h30m26: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Junior• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Edu): Série: Paradise• (Edu): Filme: Encontros e Despedidas• (Dani): Podcast: Rádio Novelo Apresenta - Na Roda• (Dani): Livro: Sobre Meninos E Lobos• (Dani): Série: Rivalidade Ardente• (Rafa): Documentário: Quantos dias. Quantas Noites.Edição: ISSOaí
A fotografia está passando por uma mudança profunda. Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, analisamos como inteligência artificial, estratégia e sensibilidade humana estão redefinindo o mercado da imagem.A discussão parte de uma constatação simples: a fotografia deixou de ser apenas sobre o clique. Cada vez mais ela envolve curadoria, inteligência estratégica, tecnologia e posicionamento de marca.Entre os temas discutidos na live:• os dados da pesquisa AfterShoot sobre uso de inteligência artificial entre fotógrafos• a diferença entre uso básico e uso sofisticado de IA no fluxo de trabalho• novos modelos de negócio surgindo a partir de IA e fotografia híbrida• o papel da emoção humana e da narrativa visual em um mercado cada vez mais automatizado• o avanço de novas tecnologias de imagem, incluindo hardware híbrido, robótica cinematográfica e IA generativaTambém falamos sobre o que significa viver da fotografia em um cenário de transformação acelerada e quais caminhos podem ajudar fotógrafos a se reposicionarem nos próximos anos.O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
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Rafael Arinelli, Cecília Barroso e Pedro Amaro revisitam No Calor da Noite (1967), o thriller que fez Sidney Poitier dar o tapa mais importante da história do cinema. E não estamos exagerando.Lançado no auge do movimento pelos direitos civis, o filme de Norman Jewison transformou 2 milhões de dólares em 24 milhões de bilheteria e em um ato de resistência política. Poitier recebeu ameaças da Ku Klux Klan, a produção teve que sair do Mississippi por questões de segurança, e o ator exigiu em contrato o direito de revidar caso fosse agredido por um branco na tela. Aquele tapa não foi só roteiro. Foi revolução.Mas o papo vai além da cena viral: o grupo disseca como No Calor da Noite apresentou um trabalho revolucionário do fotógrafo Haskell Wexler (que literalmente inventou técnicas para iluminar pele negra porque as películas da época eram feitas para brancos), a montagem premiada de Hal Ashby e a trilha de Quincy Jones.Porém, tem crítica pesada também: por que Rod Steiger levou o Oscar de Melhor Ator e Poitier nem foi indicado? Por que Virgil Tibbs precisava ser "excepcional" para merecer respeito? E por que, em 2026, No Calor da Noite ainda parece tão atual?• 04m11: Pauta Principal• 1h14m17: Plano Detalhe• 1h21m24: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio CoqueletFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Cecília): Livro: Cinemarden vai ao Oscar• (Pedro): Vídeo: Color film was built for white people. Here's what it did to dark skin.• (Pedro): Livro: Como a geração sexo-drogas-e-rock'n'roll salvou Hollywood• (Rafa): Vídeo: Tiny Desk Brasil - GilEdição: ISSOaí
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Duas exposições de fotografia, uma com poesia pelo meio, são as sugestões em destaque no Ensaio Geral desta semana, em que abrimos um livro que marca a estreia de Inês Bernardo na literatura e escutamos o disco que o Expresso Transatlântico apresenta na Casa da Música e no Capitólio. Guilherme d'Oliveira Martins desvenda as suas sugestões culturais, na semana em que nos despedimos do escritor António Lobo Antunes.
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(00:00:00) Galaxy S26 e il display omertoso (00:00:13) Inizio del 2025 di Apple (00:00:21) La Concorrenza di Apple (00:01:10) Il Nuovo Top di Gamma (00:01:28) Polemiche sul Design (00:03:05) La Riconoscibilità del Brand (00:08:25) Il Nothing 4A e la Storia del Design (00:17:57) Galaxy S26 vs iPhone 17 (00:30:52) Novità del Privacy Display (00:46:35) Evoluzione della Fotografia (00:51:24) Intelligenza Artificiale e Galaxy AI (01:01:08) Conclusioni e Prossimi Passi Nonostante tutti i prodotti presentati in questi tre giorni usciamo dal recinto Apple! Ospito di nuovo Francesco Graziani per analizzare i nuovi Samsung Galaxy S26.Parliamo di design (ha senso lamentarsi se i telefoni sono tutti uguali?), di fotocamere esagerate con apertura f/1.4 e soprattutto della vera killer feature dell'anno: il "Privacy Display", una genialata hardware per nascondere lo schermo ai curiosi sul treno. E poi c'è Galaxy AI, che ci fa sognare un ecosistema intelligente senza dover aspettare iOS 27.Tutte le novità dei Galaxy S26I nuovi auricolari di SamsungLe novità della Galaxy AIL'horizon lockVisita Digiteee e scopri tutte le notizie sulla tecnologiaSegui Digiteee su TikTokDimmi la tua su Twitter, su Threads, su Telegram, su Mastodon, su BlueSky o su Instagram.Mail jacoporeale@yahoo.it Scopri dove ascoltare il podcast e lascia una recensione su Apple Podcast o Spotify.Ascolta An iPad guy su YouTube Podcast.Supporta il podcast
Do Irã às colunas de beleza, o império da I.A. e a automação da consciência humana.O Clube de Cultura do Calma Urgente de 2026 começa na primeira semana de março. Para participar dos encontros, entrar na comunidade exclusiva e ganhar descontos incríveis, inscreva-se em calmaurgente.com O Calma Urgente é uma produção da Peri Produções @peri.prod e Estúdio FluxoNa apresentação, temos Alessandra Orofino, Gregório Duvivier, Bruno TorturraNa Produção, Carolina Forattini Igreja e Sabrina MacedoNa Pesquisa e Roteiro, Luiza MiguezNa Captação, Edição e Mixagem, Vitor Bernardes @vitor_bernardes_Ilustração, Anna Brandão @annabrandinhaNa sonoplastia, Felipe CroccoNa Edição de Cortes, Julia LeiteNas Redes Sociais Bruna MessinaNa gestão de comunidade, Marcela BrandesIdentidade visual, Pedro InoueConsultoria de Comunicação, Luna CostaDiretor de Fotografia, Marcos Mathias WendhausenAssistente de Câmera, Rodrigo FavoritoTécnico de Som, MatheusTécnico de Luz, Pablo MirandaAgradecimentos especiais ao Teatro Carlos Gomes e sua equipe.
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Neste programa, vamos falar sobre a publicação "Resistência Visual Generalizada: Livros de Fotografia e Movimentos de Libertação", organizada por Catarina Boeiro e Raquel Schefer e que foi apresentada a 26 de Fevereiro em Paris. A obra reúne um conjunto de livros, fotografias, revistas e boletins dos movimentos de libertação produzidos entre as décadas de 1960 e 1980, no contexto das lutas anticoloniais de libertação e dos primeiros anos de independência em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Raquel Schefer falou-nos sobre este projecto que também se materializou em exposições, e lembrou que recolocar em circulação imagens de há mais de 50 anos “é um gesto urgente” perante a situação política mundial actual e perante a invisibilização de lutas históricas. A obra "Resistência Visual Generalizada: Livros de Fotografia e Movimentos de Libertação" debruça-se sobre um conjunto de livros de fotografia publicados durante as lutas de libertação dos países africanos de língua portuguesa e sobre publicações editadas pouco depois das independências. O projecto é da autoria de Catarina Boeiro e Raquel Schefer e começou em 2018 quando as investigadoras obtiveram uma bolsa para um projecto curatorial sobre o tema, algo que resultou em exposições no Instituto Nacional de História da Arte, em Paris, entre Novembro de 2021 e Janeiro de 2022, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional – Galerias Municipais de Lisboa, entre Setembro e Novembro de 2022, e, em versão reduzida, no âmbito da 10ª Mostra de Cinema Anti-Racista (MICAR), organizada pela associação SOS Racismo, no Batalha Centro de Cinema, no Porto, em Novembro de 2023. A publicação constitui um arquivo visual e textual dos materiais exibidos nas exposições, dando-os a conhecer, contextualizando a sua produção no âmbito dos movimentos emancipatórios das lutas de libertação e recolocando-os em circulação como “um gesto urgente” contra um certo “apagamento” histórico e visual e “tendo em conta a situação política mundial actual”, sublinhou Raquel Schefer. “Esse conjunto de livros é um retrato eloquente do paradigma de emancipação das décadas de 60 e 70 dos processos de descolonização dos países africanos, mas também das redes de solidariedade internacionalista desse período porque - sobretudo na primeira etapa correspondente às lutas de libertação - os fotógrafos e jornalistas que viajavam às zonas libertadas de Angola, Moçambique e da Guiné-Bissau eram fotógrafos internacionalistas como Augusta Conchiglia, que é italiana, o Uliano Lucas, também italiano, o Tadahiro Ogawa, um fotógrafo japonês, entre outros exemplos. Consideramos e constatamos, tanto eu como a Catarina, que há um processo de revisão da história em curso e mesmo um processo de reordenação semântica, de apagamento do paradigma de emancipação das décadas de 60 e 70, de apagamento das suas visualidades, e parece-nos mesmo um gesto urgente, tendo em conta a situação política mundial actual, recolocar essas imagens e essa História em circulação”, disse à RFI Raquel Schefer. A professora de cinema na Universidade Sorbonne-Nouvelle lembrou que, nos tempos das lutas de libertação, há pouco mais de meio século, “a produção de imagens revelou-se como uma arma no quadro das lutas de libertação”. Por um lado, porque através das imagens fotográficas e cinematográficas se podia documentar a luta de libertação e, nomeadamente, as novas formas de organização social e de pedagogia que eram desenvolvidas nas zonas libertadas. Por outro lado, porque não se tratou apenas de documentar, “tratou-se também de reinventar a estética e, nesse sentido, essa própria descolonização da estética é - e era - uma arma de libertação, para citar Amílcar Cabral”. Na introdução da obra, Catarina Boeiro e Raquel Schefer assumem que “o gesto de reunir e apresentar um conjunto de livros e documentos que oferecem, tanto em termos historiográficos, quanto em termos visuais, o reverso da narrativa veiculada em Portugal, tanto no contexto educativo, quanto no quadro mediático, poderá contribuir para a complexificação da perspectiva histórica relativa ao colonialismo português e às lutas de Libertação anticoloniais, bem como aos seus prolongamentos no presente”. Por sua vez, no prefácio, o sociólogo Miguel de Barros fala da publicação como “um acto político” e “reparador” por “resgatar a memória de uma etapa da história protagonizada pela mobilização dos povos africanos subjugados que buscavam a sua emancipação” e por gerar “espaço para educar novas gerações no Norte Global”. Questionada sobre se “Resistência Visual Generalizada” é, de facto, uma forma de denunciar uma certa narrativa histórica oficial e até a continuidade de uma lógica colonial no presente, Raquel Schefer admite que quiseram “colocar em paralelo o passado e o presente e mesmo estabelecer uma linha de continuidade entre o passado colonial e as manifestações, estruturas e formações coloniais no presente”. “Por um lado, consideramos que na sociedade portuguesa, tal como na francesa e na Europa em geral, o colonialismo se mantém vivo através de divisões de classe e de raça, através do racismo. Também constatamos esse processo de reescrita da História que tende a invisibilizar a história das lutas de emancipação e libertação do século XX. Por outro lado - se calhar agora ainda mais do que quando iniciamos o processo de investigação em 2018 - o colonialismo está vivo e é manifesto em certos acontecimentos e processos da actualidade, como o genocídio na Palestina, no Sudão, no Congo, entre outras zonas geopolíticas, ou também no desrespeito total pelo direito internacional e pelo sistema multilateral implementado depois da Segunda Guerra Mundial, como vemos, por exemplo, nos bombardeamentos da Venezuela e no rapto do seu Presidente ou nos bombardeamentos do Irão ainda em curso”, acrescentou. Oiça a entrevista completa no programa ARTES desta semana.
Viatge sense flors al país de l'Impossible. Crítica teatral de l'obra «En la mesura de l'impossible», de Tiago Rodrigues. Traducció de Cristina Genebat. Intèrprets: Joan Amargós, Màrcia Cisteró, Andrew Tarbet i Elena Tarrats. Música, so i vídeo en directe: Mar Orfila. Espai: Bibiana Puigdefàbregas. Llums: Guillem Gelabert. Vestuari: Gina Moliné. Assessorament de moviment: Vero Cendonya. Construcció arbre: Taller d'escenografia Castells. Vídeo promocional: Mar Orfila i Anna Molins. Fotografia cartell: Noemí Elias Bascuñana. Fotografia: Alex Rademakers. Regidoria: Maria Molist i Marc Serra. Tècnics funcions: Quim Nuevo, Pau Segura i Martí Serra. Agraïments a Ahmad Alhamasha, Al Martinho, Álex Álvarez, Montse Bartui, Helena Cardellach, Irina Manrique, Anna Molins, Joan Parera, Vicenta Obón. Una producció de La Perla 29. Ajudants de direcció: Emma Arquillué. Direcció: Cristina Genebat. Teatre La Biblioteca, Barcelona, 1 març 2026. Veu: Andreu Sotorra. Música: Perfect Day. Intèrpret: Lou Reed (guitarra), David Bowie (veus), Mick Ronson (guitarra, corda i veus), Thunder Thighs (veus), Klaus Voorman (baix), Herbie Flowers (baix, corda), John Halzey (percussió), Barry DeSouza (percussió), Richie Dharma (percussió). Composició: Lou Reed. Arranjadors: David Bowie i Mick Ronson. Àlbum: Transformer, 1972.
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Uberto Frigerio"Giovanni Gastel. Rewind"Palazzo Citterio, MilanoFotografare è una necessità e non un lavoro. Rendere eterno un incontro tra due anime mi incanta”.Giovanni GastelSabato 14 marzo 2026, ore 11:00Palazzo Citterio, Milano: "Giovanni Gastel. Rewind"Luchino Gastel incontra il pubblico per raccontare Gastel uomo e artista. Fino al 26 luglio 2026, Palazzo Citterio a Milano rende omaggio a Giovanni Gastel (Milano, 1955-2021), uno dei maestri della fotografia contemporanea, e alla sua parabola artistica. La mostra, curata da Uberto Frigerio, realizzata da La Grande Brera con l'Archivio Giovanni Gastel, in collaborazione con l'Agenzia Guardans-Cambó, si presenta come un viaggio emotivo e immersivo che consente di rivedere la sua intera carriera da una nuova prospettiva, non cronologica ma tematica, poetica e profondamente personale.Il suo stile si è distinto per una visione unica, filtrata dalla sua interiorità; tra i pochissimi fotografi italiani a sperimentare la post-produzione digitale fin dagli anni '90, Gastel ha saputo unire artigianalità e innovazione, analogico e digitale, trasformando la fotografia in un linguaggio riconoscibile. “È stato Giovanni stesso – racconta Uberto Frigerio - a guidarci in tutta la mostra. La ricerca del materiale tra testi e appunti privati è stata condotta con l'intento che fossero le sue parole a raccontare ogni frammento della sua vita, come capitoli emotivi. Ogni sezione nasce infatti dal suo pensiero, dalla sua voce interiore perché nessuno più di Giovanni sapeva trasformare la memoria in immagine e l'immagine in racconto. È un percorso in cui il visitatore non osserva soltanto: ascolta. Una narrazione costruita da Giovanni per Giovanni, restituita al pubblico nella sua forma più autentica”. “A cinque anni esatti dalla scomparsa - afferma Angelo Crespi, Direttore Generale Pinacoteca di Brera - l'idea di celebrare non solo la carriera da fotografo, ma in primis la persona di Giovanni, mi sembra il modo migliore di rendere onore a un grande artista che ha saputo essere libero e creativo, e che tutti ricordano per l'umanità e l'empatia con cui si relazionava con gli altri nella vita di tutti i giorni. Il suo talento gli permise di creare un mondo che oggi appare, nelle sale allestite di Palazzo Citterio, esorbitante e immaginifico. Come nella recente mostra di Armani, sono convinto che l'obiettivo della Grande Brera sia di essere il centro di una città in cui buon gusto, forma e misura, bellezza e senso sono i valori fondanti; e Gastel ha esaltato al massimo grado lo stile di Milano allo stesso tempo rigoroso e audace”. Il percorso espositivo, allestito da Gianni Fiori, si sviluppa all'interno di Palazzo Citterio attraverso oltre 250 immagini - di cui 140 inedite 30 scatti iconici, 10 in grande formato, polaroid, i Fondi oro - dalle prime copertine di moda del 1977 agli still life più innovativi, dalle campagne che hanno segnato la storia della moda fino ai ritratti di figure iconiche del nostro tempo, a cui si aggiungono oggetti personali e strumenti di lavoro. Per la prima volta, una mostra proporrà alcuni dei suoi scritti e delle sue poesie, che sono state da sempre parti integranti del suo immaginario. Accompagna la mostra un catalogo Allemandi Editore, curato da Luca Stoppini, di oltre 300 pagine e più di 200 immagini, che ripercorrono integralmente la carriera di Giovanni Gastel, con contributi e testimonianze di amici, storici dell'arte e curatori.Giovanni Gastel è molto più di un libro fotografico: è il ritratto completo di un artista che ha saputo trasformare l'immagine in racconto, fondendo moda, arte e cultura. Il volume raccoglie i suoi scatti più celebri, copertine, still life, ritratti e campagne pubblicitarie, insieme a contributi e testimonianze di amici, storici e curatori che ne svelano la complessità e la visione. Gastel amava definire la fotografia come “la realtà filtrata dal pensiero”, e in queste pagine emerge la sua capacità di rendere ogni dettaglio un atto di eleganza e libertà creativa. Milano, la sua città, è il filo rosso che accompagna l'intero percorso: laboratorio culturale che lui stesso ha reso internazionale, tanto da essere considerato l'ambasciatore più elegante della capitale della moda e del design. Un libro da proporre non solo agli appassionati di fotografia, ma a tutti coloro che cercano un'opera da collezionare, regalare e vivere come compagno ideale della grande mostra milanese.Giovanni Gastel, nato nel 1955 a Milano da Ida Pace Visconti di Modrone e da Giuseppe Gastel, compie la sua prima formazione estetica e culturale in ambito teatrale, anche influenzato dallo zio Luchino Visconti, tra i più importanti registi del Neorealismo, recitando in una compagnia sperimentale. Scrive poesie e, a soli 16 anni, pubblica Kasbah. Dal 1972 inizia a fotografare. Tra il 1975 e il 1976 comincia a produrre still life per la casa d'aste Christie's ed elabora l'identità visiva di diverse aziende italiane.Dai primi anni ottanta Gastel ha collaborato con più di 50 testate italiane e internazionali e pubblicato circa 170 copertine; ha prodotto più di 500 tra campagne e cataloghi per diverse maison di moda e grandi firme di beauty, gioielli e design. I suoi 40 anni di fotografia sono stati segnati dall'uso privilegiato del banco ottico e delle lastre Polaroid 20 x 25, per poi aprirsi alle tecnologie digitali intuendo le nuove potenzialità da esse offerte alla propria creatività.Nel 2002 riceve l'Oscar per la fotografia nella manifestazione La Kore Oscar della Moda. Ha esposto in mostre personali a Milano, Venezia, New York, Mosca, Shanghai, Parigi e in Giappone.Diversi i libri pubblicati, soprattutto di poesia. Nel 2015 è uscita l'autobiografia “Un eterno istante” (Mondadori) e l'anno successivo, la monografia pubblicata da Silvana Editoriale a cura di Germano Celant, in cui sono raccolte immagini, documenti, dichiarazioni, testimonianze e opere a formare un volume inedito su tutta la sua storia. Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Paris presta homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado com uma exposição na Sala Saint-Jean da Câmara Municipal. Concebida por Lélia Wanick Salgado, a exposição reúne 200 fotografias e propõe um percurso cronológico pela sua obra. Lélia Salgado recorda o início da carreira, em 1970, e destaca dimensões pessoais do fotógrafo. Organizada também por Fernando Eichenberg, a exposição inclui imagens inéditas de Paris, referências ao Instituto Terra e trabalhos do filho Rodrigo. Abre sábado e pode ser visitada até 30 de Maio. RFI: Lélia Wanick Salgado, começo por evocar o verão de 1970, quando ainda era estudante de arquitectura e comprou a sua primeira máquina fotográfica, que acabou por ficar nas mãos de Sebastião Salgado. Foi assim? Lélia Wanick Salgado: Olha, foi realmente uma coisa muito interessante. Eu queria ter uma câmara para fazer as minhas fotografias de arquitectura. Nesse verão fomos passar férias à Alta Sabóia. Tínhamos uma amiga com casa lá, muito perto da Suíça, e como na Suíça era muito mais barato, fomos lá comprar uma máquina. Comprámos a máquina e, quando voltámos, eu peguei nela. Mas o Sebastião tirou-a da minha mão e começou logo a pôr o filme. Eu disse: “Mas espera aí, dá-me a máquina.” Ele saiu com ela e começou a olhar através da objectiva. E foi aí que começou tudo. Foi ali que a vida dele se transformou e que ele descobriu que queria fazer fotografia. E foi a Lélia a primeira pessoa que o Sebastião fotografou, e a cores? Fui, sim. Foi uma fotografia a cores. Ele fotografava a cores naquela altura. Fez uma fotografia minha sentada à janela. É uma fotografia muito bonita. Acho que está na biografia ilustrada que pode ser vista na exposição. Estamos aqui na Câmara Municipal de Paris, onde vai estar patente, nos próximos meses, uma homenagem ao trabalho, à vida e à obra de Sebastião Salgado, incluindo também uma exposição do vosso filho, Rodrigo. Como foi construir esta exposição? Essa exposição foi ideia da presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo. Ela pediu ao Sebastião que fizesse fotografias de Paris para a carta de votos de Ano Novo de 2025 da Câmara Municipal de Paris. Ele respondeu: “Olha, se não tiver fotografias boas, desculpa, não posso entregar.” Ele dizia sempre que não tinha conseguido nada, que estava tudo muito ruim. Mas fez muitas fotografias boas. Ela escolheu uma, que está aqui em grande formato, e depois quis fazer esta homenagem. Fiquei muito honrada, disse que gostaria que a homenagem não fosse só ao fotógrafo, mas também ao homem que ele era. O homem que gostava da família. Nós temos um filho com síndrome de Down, o Rodrigo, e ele queria muito fazer uma exposição com os desenhos do filho. Fizemos uma exposição muito bonita em Reims, com 16 vitrais feitos a partir dos desenhos dele, como está sugerido aqui. Aqui não são vitrais, é apenas uma evocação, mas queríamos mostrar isso. Infelizmente, o Sebastião não viu essa exposição, porque morreu na véspera. Por isso quis que aqui também se mostrasse o pai que fez tudo para que o filho pudesse fazer o que fez e ele fez coisas muito bonitas. Outra parte importante é o Instituto Terra, o nosso trabalho ecológico. Plantámos uma floresta enorme. Até hoje já plantámos 3.500.000 árvores e vamos plantar muito mais. Temos muitos projetos de sustentabilidade, dentro e fora do instituto. Também mostramos fotografias da coleção da MEP, da Maison Européenne de la Photographie, que nos acompanha desde o início. No começo, compravam fotografias; depois começámos a fazer doacções. Hoje têm quase 500 fotografias na colecção. Fizemos uma selecção dessas imagens e, como esta sala é muito bonita, preferi expor cópias grandes em vez das pequenas. Como foi acompanhar esta viagem com o fotógrafo, com o homem? A presidente da câmara de Paris dizia há pouco que Sebastião Salgado viajou pelo mundo inteiro, e a Lélia também o acompanhou. Sim, acompanhei muito. Viajei muito com ele, mas não para todos os lugares nem para todas as reportagens. As reportagens mais difíceis, mais duras, eu não quis acompanhar. Vivemos 61 anos juntos. É uma vida inteira. Ele era uma pessoa muito boa. Como viajava muito, também tínhamos os nossos momentos separados. Cada um podia viver um pouco a sua própria vida, os seus amigos, até os seus gostos — até na comida, porque cada um gosta de coisas diferentes. Acho que foi muito interessante. Foi uma vida. Se tivesse de viver outra vez, viveria. Fernando Eichenberg, director do estúdio Sebastião Salgado, destaca que a exposição foi organizada em apenas quatro meses e reúne 200 fotografias, incluindo imagens inéditas de Paris, o último trabalho de Sebastião Salgado. RFI: Como é que se organiza uma exposição desta dimensão em tão pouco tempo, tendo tido pouco mais de quatro meses para preparar esta homenagem, que abre ao público no dia 21 de fevereiro? Fernando Eichenberg: Foi um prazo muito curto. Normalmente não organizamos uma exposição num espaço de tempo tão reduzido. Mas Anne Hidalgo fazia questão de prestar esta homenagem ao Sebastião antes de deixar o cargo e contactou-nos no final de setembro. Já havia uma relação entre eles e, agora que ele já não está aqui, era uma homenagem muito bonita para fazer em Paris. A Lélia teve a ideia de fazermos juntos e aceitou a proposta. Ela é responsável pela cenografia: desenhou tudo, pensou na organização, no que incluir. Decidimos reunir a colecção da MEP, a parte inédita de Paris, o Instituto Terra e as pinturas do filho deles, Rodrigo, que ainda não tinham sido mostradas em Paris. Foi tudo muito intenso. As pessoas pensam que basta pendurar fotografias, mas há todo o trabalho de luz, curadoria, cenografia, textos. Foi muito exigente, mas valeu a pena. São cerca de 200 fotografias, algumas muito conhecidas do grande público, em grande e pequeno formato, e há também imagens inéditas. São fotografias de 2024, tiradas em Paris, e apresentadas aqui pela primeira vez. Foi o último trabalho que ele fez em vida. Depois disso, não voltou a fotografar até morrer. É uma emoção mostrar estas imagens agora. Surgiram do pedido da prefeita para a carta de votos de fim de ano da Câmara. Ele envolveu-se muito e acabou por fazer muitas fotografias. Percebemos que havia um material muito forte, e ele também gostou do resultado. Por isso decidimos apresentar este conjunto. Espero que o público aprecie este trabalho, que é realmente inédito.
Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio de Fotografia Onça Pintada. A iniciativa vai distribuir dezessete mil e quinhentos reais em premiações, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
A fotografia não está morrendo, mas sua base de valor mudou. O caso da Life Touch nos EUA, onde uma gigante da fotografia escolar enfrentou cancelamentos massivos devido à associação de um executivo com arquivos comprometedores (caso Epstein), serve como um lembrete severo sobre Gestão de Reputação e Risco de Terceiros. No mercado atual, sua ética e sua marca valem tanto quanto sua técnica.O fotógrafo de 2026 deve ser o editor crítico da tecnologia. Como Annie Leibovitz posando para a Givenchy, o profissional deve extrapolar a captura de luz para se tornar um ícone de sua própria visão estratégicaO ano de 2025 começou e as regras mudaram. Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, analisamos o impacto dos novos geradores de retrato por IA, a chegada dos Self-Portrait Studios ao Brasil e como as novas ferramentas do Google (Pomeli e Liria) estão redesenhando o mercado de e-commerce e produtos.Principais tópicos:• A polêmica dos fotógrafos que lançam IAs com seu próprio estilo: Inovação ou "suicídio" de mercado?• Radar 2026: Os perfis de fotógrafos que sobreviverão à próxima onda tecnológica.• C2PA e a luta pela autenticação da imagem real.• O custo invisível do hardware: Por que seus cartões e SSDs estão tão caros?• Lições do caso Life Touch sobre reputação e gestão de crise.
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FALSOS LENTOS T06 EP25 - Diogo e Manel confrontados com fotografia comprometedora by bwinPortugal
Puntata extra 27 - Fotografare l'aurora, con Giovanni CoronaPer la seconda volta ho avuto il piacere di ospitare Giovanni, un fotografo eccezionale, un paesagista, con tanta esperienza, che ci ha guidati verso l'organizzazione di un viaggio che lo scopo di fotografare l'aurora, quel fenomeno tanto affascinante quanto misterioso. Non è facile farlo, ma Giovanni è riuscito a darci molti consigli sia sull'organizzazione del viaggio che dal punto di vista tecnico-fotografico. I suoi riferimenti sono in coda alla descrizione!Aspetto le vostre domande e i vostri feedback. Buona luce a tutti!*******************************************I MIEI LINK:Cliccate qui per sostenere con un piccolo contributo economico alle spese del podcast e ottenere dei benefici esclusivi: PatreonEmail: andreageymet@gmail.com (da usare anche per un contributo con PayPal)Portfolio:https://andreageymet.myportfolio.compeopleofindia.myportfolio.comInstagram del podcastLe mie foto dei viaggi: viaggiI miei ritrattiIl mio profilo Thread: @andreageymet Il gruppo Telegram*******************************************Se volete farmi un regalo, cliccate sulla mia lista amazon*******************************************IL SITO DOVE LEGGERE LE RECENSIONI DELL'ATTREZZATURA: Juza Photo*******************************************Giovanni Corona:gcjphotog@gmail.comwww.giovannicorona.comwww.instagram.com/gctpi
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Rafael Arinelli, Julia Barth, Diego Quaglia e Daniel Cury entram na máquina do tempo suada e gordurosa de Marty Supreme, a estreia solo de Josh Safdie que transforma Timothée Chalamet num vigarista narcisista dos anos 1950. E que alívio ver o garoto sensível finalmente interpretando um babaca profissional.Marty é um vendedor de sapatos que joga tênis de mesa como se fosse salvar a alma (spoiler: não vai), mas o filme não é sobre esporte. É sobre ambição podre, capitalismo selvagem e um protagonista que faz você torcer contra ele. Os Safdies (ou melhor, o Safdie) entregam aquela estética claustrofóbica de sempre: Nova York filmada em 35mm, suja, frenética e desconfortável como uma camisa de poliéster no verão.O plot twist técnico? A trilha sonora anos 80 num filme passado nos anos 50, porque Marty mentalmente já vivia no futuro do "eu, eu, eu". E tem Kevin O'Leary do Shark Tank pedindo pra levar raquetadas na cara. Sim, você leu certo.Marty Supreme é cinema ansioso sobre um homem criança que destrói tudo ao redor e ainda sai por cima. Basicamente, uma alegoria da própria América. Desconfortável? Sim. Genial? Também.• 06m07: Pauta Principal• 1h14m50: Plano Detalhe• 1h28m30: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Julia): Filme: A Voz de Hind Rajab• (Diego): Filme: A Cor do Dinheiro• (Diego): Filme: Desafio à Corrupção• (Diego): Filme: Os Embalos de Sábado à Noite• (Daniel): Série: The Pitt• (Daniel): eBook: Fantástico Guia dos Escritores Perdidos• (Rafa): Vídeo: Jacob Collier Improvises With Orchestra (Live in San Francisco)Edição: ISSOaí
Paris homenageia o legado do fotógrafo Sebastião Salgado com uma grande exposição na Prefeitura de Paris, aberta ao público a partir deste sábado (21). Com curadoria e cenografia de sua companheira de vida, Lélia Wanick Salgado, a mostra reúne cerca de 200 obras, a maioria vinda do acervo da Maison Européenne de la Photographie (MEP), de Paris. Patrícia Moribe, em Paris O casal se instalou em Paris em 1969, fugindo da ditadura militar brasileira. Economista de formação, a fotografia surgiu no percurso de Sebastião Salgado por acaso através de Lélia, que comprou uma câmera em Paris para seus estudos de arquitetura. "Ele inclusive nunca tinha feito fotografia. Fui eu que comprei a máquina aqui, porque eu estudava arquitetura e precisava fazer fotos. E então foi aí que ele pegou uma câmera pela primeira vez e gostou tanto que roubou minha câmera! Aí, quando eu queria sair para fazer foto, ele dizia: 'Não, eu saio com você, eu faço com você'", conta, rindo. A trajetória profissional de Salgado se consolidou na sua passagem por agências de renome mundial, como Sygma, Gamma e Magnum Photos. O fotojornalista viajava o mundo em coberturas e flagrou, inclusive, a tentativa de assassinato do então presidente americano Ronald Reagan, em 1981. Trajetória Lélia lembra que os primeiros anos exigiram muito esforço e auxílio mútuo, numa época em que ela percorria as redações de Paris em uma mobilete para entregar os filmes do marido. “A vida de um fotógrafo é muito difícil antes de ele se afirmar como profissional”, explica. Em 1994, o casal fundou sua própria agência, a Amazonas Images, que se tornou o quartel-general do trabalho do artista. A exposição também destaca o compromisso ético e ambiental que marca a obra de Salgado. Lélia ressalta que o objetivo do marido era sempre desenvolver temas com um propósito claro, como no caso dos fluxos migratórios: "Ninguém sai de sua casa porque quer. Todo mundo sai porque tem um objetivo, tem uma dificuldade... Então, essa é a mensagem." Da mesma forma, projetos como Gênesis e Amazônia foram criados como alertas para a preservação, relata a curadora. Instituto Terra O legado pela defesa do meio ambiente do casal se materializa de forma prática no Instituto Terra, um projeto de reflorestamento na Mata Atlântica, atualmente administrado pelo filho mais velho, Juliano. A iniciativa começou com uma área desmatada herdada por Salgado, que foi totalmente resgatada e segue se expandindo. Lélia comemora o crescimento impressionante do projeto, de 3.500 árvores plantadas inicialmente para 30 milhões em breve. A exposição em Paris encerra esse percurso de forma íntima, apresentando as obras do filho caçula, Rodrigo, que tem síndrome de Down, e um vídeo com as últimas imagens capturadas por Sebastião no Instituto Terra, em dezembro de 2023. A visita à homenagem de Paris a Sebastião Salgado é gratuita, mas a reserva é obrigatória pelo site oficial. A exposição fica em cartaz até 30 de maio de 2026.
Rafael Anton Irisarri - Points of Inaccessibility - Faded Ghosts of Clouds KMRU - Kin - MaybeChihei Hatakeyama - Void XXVIII - Kids Playing on the Roof Aylu - Fobia - Cometierra (Excerto)Nala Sinephro - The Smashing Machine (OST) - KOColin Stetson - Hereditary (OST) - Reborn Joana Gama - Ivan Vukosavljević / A Mind in the Heart - A ChildMachinefrabiek - Slaapzucht - Zucht 2Abul Mogard - Circular Forms - Half Light Of Dawn(Last Show February 19)"Guardar Link Como" - "Save Link As"Right Mouse Button Click For Save Fotografia de Pirkle Jones
Federica Muzzarelli"C'è un tempo e un luogo"Silvia CamporesiCentro della Fotografia, Romawww.centrodellafotografia.it“C'è un tèmpo e un luogo giusto pèrchè qualsiasi cosa abbia principio e finè…”dal film Picnic at Hanging Rock (1975) di Peter WeirLa mostra C'è un tempo e un luogo, che apre al pubblico sino al 29 giugno nei nuovi spazi del Centro della Fotografia di Roma Capitale, è curata da Federica Muzzarelli, ed è dedicata al lavoro fotografico di Silvia Camporesi.Il titolo trae ispirazione dal film Picnic at Hanging Rock (1975) di Peter Weir, opera cult intrisa di mistero e sospensione temporale, in cui i luoghi diventano protagonisti assoluti di una narrazione senza soluzione e nasce da una riflessione profonda sul concetto di frattura: tra reale e artificiale, natura e cultura, presenza e assenza, passato e presente.Come nel film, anche nelle immagini di Silvia Camporesi il tempo sembra arrestarsi e lo spazio si carica di un'ènèrgia ènigmatica. I luoghi – veri, alterati, ricostruiti o immaginati – non sono mai sèmplici soggètti, ma l'èsito visibilè di un procèsso più profondo: il viaggio, l'èspèriènza fisica è mèntalè dèll'artista attravèrso tèrritori gèografici, storici èd èmotivi.“Sono i luoghi i protagonisti indiscussi delle fotografie di Silvia Camporesi: veri, falsi, modificati, inventati, vissuti, stravolti o, invece, solo trovati. Ma questi luoghi, queste fotografie, sono il punto finale, l'esito oggettuale, di qualcosa di molto più importante e fondante per il suo lavoro di artista. Che è il percorso, l'esperienza, il viaggio attraverso e insieme a quei luoghi. Da La terza Venezia a Journey to Armenia, da Atlas Italie ad Almanacco Sentimentale e da Mirabilia all'Omaggio al Mattatoio, il lavoro di Silvia Camporesi rappresenta molto bene quella speciale e magica fusione tra l'espressione artistica e il bisogno autobiografico che la fotografia riesce a rendere in modo speciale. Un'attrazione verso quello che non sta dove dovrebbe stare, e che ti chiede di essere aiutato e sostenuto per essere reso ancora più strano e perturbante. In sostanza, quel segreto che sta dentro le cose, e che per questo non può che stare anche dentro l'anima della fotografia”, dichiara la curatrice Federica Muzzarelli, Profèssorèssa Ordinaria di Storia dèlla Fotografia prèsso il Dipartimènto dèllè Arti, Univèrsita di Bologna è coordinatricè dèl Cèntro di Ricèrca FAF (Fotografia Artè Fèmminismi).Il percorso espositivo, che si articola in cinque sezioni e riunisce cinque serie fondamentali rèalizzatè nèll'arco di quindici anni di attività: La terza Venezia, Journey to Armenia, Atlas Italiæ, Almanacco sentimentale e Mirabilia, contempla anche Omaggio al Mattatoio, opera che entrerà a far parte del neonato Archivio del Centro della Fotografia. Progetti diversi ma interconnessi, che testimoniano una pratica fotografica in equilibrio costante tra documento e finzione, rigore metodologico e libertà immaginativa.Dalla Vènèzia sospèsa è rèinvèntata, alla stratificazionè storica è umana dèll'Armènia; dai paesi abbandonati italiani, luoghi di memoria e cura, fino alla ricostruzione fotografica di eventi mai avvenuti o irrisolti e alle architetture visionarie di Mirabilia, Camporesi costruisce un atlante poetico in cui la fotografia diventa strumento di conoscenza, controllo e insieme di smarrimento.Al cèntro dèlla ricèrca èmèrgè l'idèa dèlla fotografia comè èspèriènza di fratturè: frattura temporale, che costringe passato e presente a coesistere; ontologica, tra verità e manipolazione; simbolica, tra apparenza e sostanza. In questa tensione si colloca una pratica artistica chè uniscè il bisogno autobiografico all'indaginè sul paèsaggio, trasformando l'immaginè in luogo di mèditazionè, silènzio è mistèro. Una riflèssionè sulla fotografia comè confine: tra vero e falso, naturale e artificiale, passato e presente. Le immagini mettono in discussione ciò che vediamo e ciò che crediamo di conoscere, invitando lo spettatore a rallèntarè lo sguardo è ad accèttarè l'incèrtèzza comè partè dèll'èspèriènza.C'è un tempo e un luogo è quindi un racconto per immagini che parla di memoria, fragilità e trasformazione. Una mostra che invita a perdersi nei luoghi e nei loro segreti, ricordandoci che, come nella fotografia, anche nella realtà esistono spazi e momenti che sfuggono a ogni spiegazione. La mostra restituisce una visione coerente e stratificata del lavoro di Silvia Camporesi, confermandone il ruolo centrale nel panorama della fotografia contemporanea italiana: una ricerca capace di rivelare, attraverso i luoghi, ciò che resta nascosto, fragile e indicibile.La mostra è promossa da Roma Capitale e Fondazione Mattatoio e organizzata da Civita Mostre e Musei.Accompagna la mostra un catalogo a cura di Cimorelli Editore.Silvia Camporesi (1973) laurèata in filosofia, utilizza i linguaggi dèlla fotografia è dèl vidèo. Nègli ultimi anni la sua ricèrca è dèdicata al paèsaggio italiano. Dal 2004 ha tènuto numèrosè mostrè pèrsonali è collèttivè in Italia è all'èstèro, vinto numèrosi prèmi è pubblicato divèrsi tèsti tra i quali Una foto è una foto è una foto, 2025, Einaudi, Torino o Romagna sfigurata, Sagèp, Gènova. Oltrè all'attivita artistica si intèrèssa alla ricèrca sullè tèndènzè dèlla fotografia contèmporanèa è tiènè workshop è confèrènzè in Italia. Suè opèrè sono prèsènti in collèzioni pubblichè è privatè in Italia è all'èstèro.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
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Alessandra Mauro"Irving Penn. Photographs 1939 - 2007"Centro della Fotografia, RomaFino al 29 giugno 2026Ad inaugurare il programma espositivo del neonato Centro della Fotografia di Roma è la grande mostra IRVING PENN. PHOTOGRAPHS 1939 – 2007, che presenta al pubblico una selezione di 109 stampe provenienti dalla prestigiosa collezione della Maison Européenne de la Photographie (MEP) di Parigi, realizzate tra il 1939 e il 2007. La collezione della MEP è il risultato di un lungo rapporto di collaborazione con l'artista e, negli anni più recenti, di un dialogo continuo con la Irving Penn Foundation, istituzione fondata dallo stesso Irving Penn per preservare e promuovere il suo lascito artistico.La mostra è curata da Pascal Hoël, Head of Collections MEP, Frédérique Dolivet Deputy to Head of Collections MEP e Alessandra Mauro curatrice per il Centro della Fotografia di Roma.Irving Penn (1917–2009) è universalmente riconosciuto come uno dei più grandi maestri della fotografia del Novecento. Per oltre sessant'anni protagonista della scena internazionale e firma storica della rivista Vogue, Penn ha rivoluzionato i generi della fotografia di moda, del ritratto e della natura morta, con uno stile inconfondibile fatto di rigore formale, eleganza essenziale e straordinaria attenzione ai dettagli. Le sue immagini, per lo più realizzate in studio, sono celebri per la loro apparente semplicità e per la capacità di restituire, con la stessa intensità, soggetti famosi e persone comuni. Accanto ai ritratti di artisti, scrittori e celebrità, Penn ha dedicato grande attenzione a progetti personali diventati iconici, come le nature morte con mozziconi di sigarette o oggetti abbandonati, trasformati in immagini di sorprendente bellezza.La mostra, articolata in sei sezioni, offre una panoramica completa della sua opera, mettendo in luce non solo la potenza della sua visione artistica, ma anche la sua straordinaria abilità di stampatore. Penn seguiva, infatti, ogni fase del processo con estrema cura, sperimentando tecniche raffinate come la stampa al platino, per ottenere immagini senza tempo, oggi considerate pietre miliari della storia della fotografia.Il percorso espositivo si apre con i Primi lavori (1939-1947), cioe le prime fotografie che realizza lungo le strade di New York, poi nel sud degli Stati Uniti e poi ancora in Messico nel 1941. Nel 1945 e in Europa e in Italia, come autista volontario di ambulanze dell'esercito americano e utilizza la sua macchina fotografica per raccogliere testimonianze visive di quel periodo travagliato. In mostra anche la celebre fotografia dedicata al “gruppo d'intellettuali italiani al Caffe Greco” realizzata a Roma da Irving Penn per Vogue nel 1948. La seconda sezione e dedicata ai numerosi Viaggi tra il 1948 ed il 1971 per Vogue, dal Peru al Nepal, dal Camerun alla Nuova Guinea, nei quali realizza ritratti degli indigeni immersi nella luce naturale, dopo averli isolati dal loro ambiente in uno spazio neutro. La sezione numero tre riguarda invece i Ritratti (1947 – 1996) soprattutto delle celebrità e che vengono fotografate per lo più nel suo studio, dove Penn crea i suoi set. Nella quarta sezione troviamo i Nudi (1949 – 1967): una serie molto personale di fotografie di nudi femminili, per i quali sceglie modelle professioniste per pittori e scultori con l'obiettivo di inquadrare i corpi il piu da vicino possibile, senza mai mostrare i volti, celebrando la loro bellezza scultorea. Sottopone poi i suoi negativi a tecniche di stampa sperimentali, sbiancando e rielaborando le sue stampe fino a ottenere toni diafani che variano sempre da una stampa all'altra. La sua forza creativa e evidente anche nel lavoro che realizza nel 1967 per il Dancers' Workshop di San Francisco in cui non cerca di dare un preciso significato a una coreografia specifica, ma piuttosto sceglie un'interpretazione piu libera dei corpi in movimento che si esibiscono solo per essere fotografati. Infine, le ultime due sezioni: Moda e bellezza (1949 – 2007), durante la sua lunga carriera per Vogue, la moda e parte essenziale del suo lavoro e Still Life (1949 –2007), nella quale dimostra grande creativita nella messa in scena di oggetti inanimati, con una costante determinazione a rimuovere il superfluo. Spesso include nelle sue realizzazioni riferimenti alla Vanitas e al memento mori dell'arte antica, che conferiscono alle sue immagini un potere e una presenza senza tempo. E anche interessato a soggetti che a prima vista possono sembrare banali, insignificanti o ripugnanti, come i mozziconi di sigarette trovate in strada o le gomme da masticare usate, che Penn glorifica in sontuose stampe al platino-palladio. Così, esplorando nuovi soggetti con nuove tecniche, continua sempre a forzare i confini creativi del mezzo fotografico.Accompagna la mostra un booklet in vendita al bookshop del Centro di Fotografia.La mostra è promossa da Roma Capitale e Fondazione Mattatoio e organizzata da Civita Mostre e MuseiDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
O futuro da fotografia não é só tecnológico. Ele é estratégico, humano e cheio de decisões difíceis.Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, faço um debriefing direto sobre o que realmente está em jogo para quem vive da imagem em 2026: faturamento, inteligência artificial, novos modelos de negócio e o risco real de terceirizar demais a própria inteligência.Não é um vídeo sobre ferramentas.É sobre como continuar relevante em um jogo que não tem linha de chegada.Ao longo do vídeo, você vai entender:– Por que a fotografia entrou definitivamente em um jogo infinito, onde não existe “vencer a IA”, apenas continuar jogando– Quais são os 4 pilares reais de faturamento para fotógrafos em 2026– O papel estratégico de plataformas como a Fotto, especialmente no mercado esportivo– Por que o físico, o impresso e a personalização estão voltando com mais valor do que nunca– Como foto + vídeo curto se tornaram a nova moeda do mercado– Onde a IA realmente ajuda… e onde ela vira um risco silencioso– O alerta real sobre delegar memória, arquivos e decisões estratégicas para agentes de IA– Tendências globais que já estão redesenhando a fotografia, do mercado de usados a exoesqueletos profissionais– O movimento anti-digital e a volta da fotografia como experiência, presença e legadoEste vídeo é para fotógrafos, criadores visuais e profissionais da imagem que não querem reagir ao caos, mas transformá-lo em vantagem competitiva.No final, faço um convite para quem quer sair do conteúdo e ir para a prática.Evento presencial – São Paulo
Daria Scolamacchia"Corpi reali, corpi immaginati"Identità, appartenenza, costruzione di sensoFino al 29 giugno 2026Centro della Fotografia, Romawww.centrodellafotografia.itAll'interno del neonato centro della Fotografia, ritroviamo uno spazio dedicato ai linguaggi contemporanei: un osservatorio sul nostro tempo, un luogo di scoperta e riflessione sui temi che attraversano la societa contemporanea. Un progetto curatoriale che invita a guardare il presente con attenzione critica, mettendo in dialogo pratiche artistiche diverse e prospettive plurali. Inaugura questo spazio il progetto espositivo CORPI REALI, CORPI IMMAGINATI a cura di Daria Scolamacchia, docente di fotografia presso lo IED di Roma, che dichiara: “La mostra intende proporre una riflessione su corpo e gesto attraverso materiali d'archivio, immagini documentarie e installazioni tessili. All'interno ci sono questioni legate all'identità, a processi di emancipazione e alla costruzione di senso. Nonostante la diversità di approccio e l'intenzione con cui nascono, i lavori presentati condividono una tensione comune verso la contaminazione tra pratiche e linguaggi. Il corpo diventa uno spazio di scoperta e sperimentazione".La fotografia supera i limiti della cornice tradizionale per assumere nuove dimensioni espositive, capaci di scardinare prospettive consolidate e aprire a modalità inedite di fruizione. In questo contesto si inserisce Today's Curiosity di Kensuke Koike, il primo artista presentato nello spazio: un piccolo archivio in continua evoluzione che raccoglie ciò che, giorno dopo giorno, cattura la sua attenzione. Le opere nascono da un processo di recupero e rivisitazione di materiali d'archivio e cartoline vintage e sono spesso realizzate a poche ore dalla prima intuizione, per preservare l'emozione originaria senza filtri o sovrastrutture. “Non si tratta tanto di documentare gli eventi, quanto piuttosto di catturare i brevi movimenti della mia percezione”, afferma Koike. Ogni lavoro diventa così una traccia minima ma significativa di uno sguardo che cambia, anche solo impercettibilmente, nel rapporto quotidiano con il mondo.Seconda artista presente è Alix Marie, con due opere: Maman, un'installazione composta da cinque immagini del busto della madre, stampate su un tessuto setoso e disposte lungo una struttura circolare in metallo, cava, di due metri di diametro e due metri e mezzo di altezza. L'opera invita il visitatore a entrare nel cerchio, offrendo un'esperienza intima all'interno dello spazio pubblico del museo: dall'interno le immagini sono pienamente visibili, mentre dall'esterno si rivelano solo parzialmente, lasciando intuire ciò che è nascosto. L'installazione si inserisce nelle ricerche di Alix Marie sullatopologia del corpo femminile e sulla materialità della fotografia, in dialogo con il tessuto e con la sua storia. Ispirata al baldacchino — “letto” tradizionalmente utilizzato per proteggere dal freddo e dagli sguardi indiscreti — l'opera riflette sulle ambivalenze della maternità: da un lato il desiderio di rifugio e conforto, dall'altro il senso di confinamento legato a una protezione percepita come soffocante. Seconda opera in mostra è STRETCH, che ritrae l'amica di lunga data e modella Nina Boukhrief, performer, danzatrice e attrice, le cui immagini sono stampate su tessuto in lycra. La collaborazione esplora le dinamiche dell'amicizia femminile e il rapporto di autonomia e potere sull'immagine tra modella e fotografa, spesso condizionato da stereotipi di genere. In STRETCH la modella esegue posizioni yoga, offrendo uno sguardo critico sulla frenesia contemporanea del fitness e del benessere, legata alle politiche del corpo. Le fotografie vengono fissate e tirate fino ai limiti del materiale, generando una distorsione che richiama le immagini digitalmente alterate e, al tempo stesso, allude allo sforzo fisico, al gesto e alla sensazione stessa dello stiramento muscolare. Entrambe le opere di Alix Marie sono una gentile concessione di Ncontemporary. Un ulteriore nucleo della mostra è dedicato al lavoro di Forough Alaei, che tra il 2019 e il 2024 ha documentato la vita delle pescatrici dell'isola iraniana di Hengam, all'estremità meridionale del Golfo Persico. Qui la pesca è praticata soprattutto dalle donne, conosciute come “le figlie del mare”. Indossano veli e mascherine colorati, memoria di antiche occupazioni straniere, che le proteggono dal sole e dagli sguardi indesiderati. Pescano nel rispetto dell'ecosistema, utilizzando esche fatte a ed evitando reti e pesca a strascico. Il loro lavoro sostiene le famiglie e sfida leggi e convenzioni che per decenni hanno limitato l'accesso femminile ai lavori più duri e rischiosi. Attraverso ritratti in mare, nei momenti di preparazione e durante la pesca, Alaei trasforma i gesti quotidiani di queste donne in immagini vive e colorate di coraggio, resilienza e tradizione.Con Campo Visivo, il Centro della Fotografia conferma il proprio impegno nel promuovere una riflessione aperta e contemporanea sull'immagine, intesa non solo come rappresentazione, ma come spazio di pensiero, relazione e trasformazione. In questo senso Campo Visivo è al tempo stesso un binocolo per guardare lontano e una lente d'ingrandimento su ciò che ci circonda: uno spazio in cui osservare, interrogare e reinterpretare il reale.Le mostre sono promosse da Roma Capitale e Fondazione Mattatoio e organizzate da Civita Mostre e MuseiDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Denis Curti"Robert Mapplethorpe. Le forme del desiderio"Palazzo Reale, Milanofino al 17 maggio 2026A Palazzo Reale di Milano, la mostra Robert Mapplethorpe. Le forme del desiderio: un'ampia selezione delle opere più iconiche, potenti, anticonformiste del fotografo statunitense, arricchita da una raccolta di scatti inediti, per offrire ai visitatori di Milano, anche durante il periodo olimpico e paralimpico, la grande opportunità di incontrare l'opera di uno tra i più originali, raffinati e controversi artisti del XX secolo. Promossa da Comune di Milano-Cultura e prodotta da Palazzo Reale e Marsilio Arte in collaborazione con la Fondazione Robert Mapplethorpe di New York, l'esposizione è inserita nell'ambito dell'Olimpiade Culturale di Milano Cortina 2026, il programma multidisciplinare, plurale e diffuso che animerà l'Italia per promuovere i valori Olimpici attraverso la cultura, il patrimonio e lo sport, in vista dei Giochi Olimpici e Paralimpici Invernali che l'Italia ospiterà rispettivamente dal 6 al 22 febbraio e dal 6 al 15 marzo 2026. Curata da Denis Curti, è allestita nelle sale di Palazzo Reale fino al 17 maggio 2026. Nato a New York nel 1946 e morto a Boston a soli 42 anni, Mapplethorpe è uno degli interpreti della controcultura tra gli anni Sessanta e Ottanta, quando la creatività si fa gesto politico e le arti si fondono in nuovi linguaggi di libertà e identità. “Tutto cambia quando l'amica regista Sandy Daley regala a Mapplethorpe una polaroid - racconta Denis Curti curatore della mostra - e con questa tra le mani, tra il 1970 e il 1971, Robert inizia un percorso legato allo studio del suo autoritratto, concentrato sulla rappresentazione del sesso omoerotico e partendo da se stesso. Nello stesso momento incontra Tom of Finland (pseudonimo di Touko Laaksonen): il primo a dare vita all'estetica omosessuale. Tra di loro nasce una grande amicizia che cambia per sempre la visione di Mapplethorpe. Entrambi esplorano il tema del feticismo, della pelle e della bellezza classica applicata al corpo maschile. Mentre Tom lo faceva con l'esagerazione del disegno, Mapplethorpe lo faceva con la precisione quasi marmorea della fotografia, ma entrambi hanno contribuito a rendere "arte" ciò che prima era considerato solo un materiale sotterraneo”. A Milano protagonista è la sua ricerca estetica, i suoi nudi sensuali che si distinguono per la perfezione formale, una mimesi greca olimpica, in cui risaltano muscolatura e tensione fisica: il corpo, scolpito dall'uso sapiente della luce e dei contrasti, è il mezzo per la sublimazione della sua indagine artistica. “Autodidatta, - continua Denis Curti - Sam Wagstaff (suo mentore e compagno) gli regala nel 1975 la prima Hasselblad, la macchina a medio formato che gli permette di ottenere quella precisione scultorea e quei bianchi e neri perfetti per cui è oggi universalmente conosciuto. L'obiettivo di questa mostra è proprio quello di ricollocare Robert Mapplethorpe nella dimensione della fotografia più alta, tra i più importanti fotografi del XX secolo, oltre la provocazione e oltre la censura”. La costruzione di un percorso espositivo così completo è stata possibile grazie alla generosa collaborazione con la Fondazione Mapplethorpe di New York, creata dallo stesso fotografo nel 1988 pochi mesi prima della sua morte, non solo a tutela del suo lavoro ma anche per finanziare la ricerca medica e i progetti legati alla lotta contro il virus e alla cura dell'HIV.La mostra si snoda infatti attraverso diverse sezioni tematiche con oltre 200 opere che ripercorrono l'intera evoluzione del linguaggio di Mapplethorpe, dagli esordi sperimentali alla maturità stilistica. I primi collage. Il percorso si apre con gli assemblaggi realizzati sul finire degli anni Sessanta. In queste opere, molto rare e poco esposte, in cui Mapplethorpe combina ritagli di riviste, disegni e feticci religiosi, indumenti e oggetti, si riflettono la ricerca sull'identità e il piacere dell'artificio, sperimentati dall'artista con l'obiettivo di creare una relazione con l'altro. Patti Smith e Lisa Lyon. Ampio spazio è dedicato in due sezioni alle muse fondamentali dell'artista. Se i ritratti di Patti Smith immortalano un legame simbiotico e vulnerabile che attraversa decenni, una vera e propria ode indelebile all'amata amica, quelli della campionessa mondiale di bodybuilding Lisa Lyon esplorano una bellezza androgina che trascende le convenzioni di genere, celebrando la potenza fisica attraverso parametri estetici neoclassici. Autoritratti e identità. La sezione degli autoritratti rivela un'introspezione dolorosa e fluida. Mapplethorpe usa la macchina fotografica come uno specchio dell'anima, documentando la propria esistenza dalle pose dandy degli anni Settanta fino alle immagini finali scavate dalla malattia. Il ritratto. In mostra i volti di celebrità come Andy Warhol, Peter Gabriel, Yoko Ono, Isabella Rossellini. Per Mapplethorpe il ritratto in studio è un incontro tra due anime: un "altare visivo" dove la corporeità viene trasfigurata in leggenda grazie a una cura maniacale per l'equilibrio e la luce. Nudi e fiori. Nudi maschili e femminili celebrano la perfezione classica, sfidando al contempo gli schemi sociali tradizionali. Particolarmente iconiche sono le fotografie dei fiori (calle, orchidee, tulipani), ritratti come apparizioni passionali e "muscoli pulsanti", in bilico tra la sacralità della forma e allusioni delicatamente erotiche. In dialogo con l'Antico. La mostra chiude con una sezione che evidenzia il legame tra la fotografia contemporanea e la statuaria classica. Mapplethorpe usa la sua Hasselblad 500C per "sciogliere" le membra marmoree delle sculture antiche, infondendo loro una scintilla di vita e rendendo la pietra morbida come carne viva.https://marsilioarte.us14.list-manage.com/track/click?u=c47da75d8834873eb7150a10f&id=81ea925391&e=0696917494La retrospettiva Robert Mapplethorpe. Le forme del desidero è il secondo atto di una più ampia trilogia, che ha avuto inizio a Venezia nelle Stanze della Fotografia e proseguirà poi a Roma, al Museo dell'Ara Pacis, dal 29 maggio al 4 ottobre 2026. Ogni evento esplora un percorso di studio e ricerca volto ad approfondire un differente aspetto della figura di Mapplethorpe. “In Marsilio Arte - afferma Luca De Michelis, amministratore delegato di Marsilio Editori e Marsilio Arte - crediamo che la fotografia sia il linguaggio universale del contemporaneo. Il nostro impegno si concretizza in una visione che unisce la tradizione editoriale di Marsilio alla creazione di grandi progetti espositivi: dalla valorizzazione dei patrimoni di grandi fotografi alla gestione di spazi d'eccellenza come Le Stanze della Fotografia a Venezia. Attraverso una rete culturale che connette città come Venezia, Milano e Roma, vogliamo trasformare l'esperienza di una mostra in un dialogo vivo, dove la qualità del catalogo e il rigore del progetto espositivo si fondono per restituire al pubblico la forza straordinaria dell'immagine”. Accompagnano e approfondiscono la mostra il podcast - disponibile su Spotify, Apple Music e sulle principali piattaforme - Mapplethorpe Unframed, scritto e condotto da Nicolas Ballario, e un catalogo pubblicato da Marsilio Arte, che indaga la vasta produzione e l'evoluzione del linguaggio di Mapplethorpe attraverso 257 opere.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
En este episodio platico con Eli Dom ella es una talentosa modelo, fotografa, pedagoga y repostera con base en CDMXElla nos cuenta como empezo en el modelaje y la fotografia lo que le ha llevado a desempeñar diferentes roles en sesiones y eventos desde ser segunda camara o ser la persona ayudando a posar a las modelos, hasta detener las luces siempre buscando crear un contenido que le guste a los clientes o fotografos con los que ella trabaja.Ella es un claro ejemplo de que hay personas que pueden desempeñar muchos roles creativos al mismo tiempo. No se les olvide darse una vuelta por el perfil de Eli y checar su trabajo.A ella la encuentras en Instagram:@elidm.mxY en Facebook : @unidosaprendemosmas.mxbackground music credit to : Space Age Hustle - Squadda B
58% dos fotógrafos perderam contratos para a Inteligência Artificial no último ano. Estamos vivendo o que especialistas chamam de "maior roubo da história moderna", mas o pânico não vai salvar sua carreira. Neste episódio, analisamos o cenário de C.A.O.S. (Conhecimento, Análise, Oportunidade e Estratégia) e como você deve agir para não ser esmagado pela média.Discutimos a "Nano Banana" (IA Generativa), campanhas 100% sintéticas e, na contramão, a força da fotografia pura com a parceria Xiaomi/Leica e o sucesso de brasileiros como Adolfo Veloso no Oscar.Neste vídeo você vai ver:
O que mais chamou atenção de quem vive da imagem. Confira tudo aqui: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mais-lidas-semana-fotografia-ia-saude-mentalNa última semana, a audiência buscou menos tutoriais e mais compreensão. Os textos mais lidos giram em torno de três tensões claras: saúde mental, pressão do mercado e o impacto real da inteligência artificial no futuro da fotografia.Não é coincidência. Quando o cenário fica instável, o interesse migra da técnica para o sentido.Este foi o retrato da semana.TOP 5 – O que concentrou mais atenção1. Fotografia e saúde mental: aflições de quem vive da imagem O texto mais lido da semana não fala de câmera, IA ou mercado. Fala de esgotamento, comparação constante e da dificuldade de manter direção em um ambiente cada vez mais ruidoso. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotografia-saude-mental-aflicoes2. Leica avaliada em US$ 1 bilhão: o que isso diz sobre o futuro da fotografia em 2026 A possível avaliação bilionária da Leica despertou curiosidade, mas também algo mais profundo: por que marcas tradicionais seguem valendo tanto em um mundo saturado de imagens? https://www.enfbyleosaldanha.com/post/leica-avaliada-1-bilhao-futuro-fotografia-20263. Comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto Não é comum uma página institucional aparecer entre as mais lidas. Aqui, ela aparece como resposta. Em semanas de incerteza, muita gente procura espaço de troca e orientação contínua. Saiba mais. https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-ia4. Mapa R.U.M.O. 2026: planejamento estratégico para fotógrafos Planejamento voltou ao centro do interesse. O texto foi lido não como promessa de futuro, mas como tentativa de organizar decisões no presente. Leia aqui. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-2026-planejamento-estrategico-fotografia-15. Fotografia humana em tempos de IA: decisões práticas Entre tantas análises técnicas sobre IA, este texto chamou atenção por ir direto ao ponto: o que ainda é humano, o que muda e o que precisa ser decidido agora. Importante destacar que esse é um convite para uma iniciativa presencial de alto nível. Perfeito para quem quer se reposicionar ou entrar na nova fase da fotografia sem grandes problemas. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotografia-humana-tempos-ia-decisoes-praticasEncontro Presencial em SP (25/02): Uma imersão híbrida na Avenida Paulista. Grupo pequeno focado em construir um plano de negócios real, onde a IA é sua aliada, não sua substituta. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotografia-humana-tempos-ia-decisoes-praticasSiga o Leo Saldanha: Instagram: @leosaldanha.com.br Site: leosaldanha.com.brPatrocínio das melhores plataformas do mercado: https://alboompro.com.br/ e https://www.fotto.com.br/vender-fotosConheça o Fotograf.IA: https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-ia
Confira tudo que foi abordado neste episódio aqui: https://www.enfbyleosaldanha.com/Siga o Leo Saldanha: Instagram: @leosaldanha.com.br Patrocínio das melhores plataformas do mercado: https://alboompro.com.br/ e https://www.fotto.com.br/vender-fotosConheça o Fotograf.IA: https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaO mercado fotográfico em 2025/2026 vive uma transição sem precedentes entre o toque artesanal e a automação total. Neste vídeo, analisamos como o caos produtivo pode ser a sua maior oportunidade de se destacar em um cenário saturado pela mediocridade técnica. Descubra como proteger sua assinatura autoral e evitar o "jargonator" das redes sociais enquanto utiliza a Inteligência Artificial como copiloto estratégico3. Análise de Mercado: Da Leica ao "Fotógrafo Espremido"As movimentações globais indicam para onde o capital e a atenção do cliente estão migrando. Para o profissional brasileiro, entender esses sinais é a diferença entre a sobrevivência e a obsolescência.• O Case Leica: Avaliada em 1 bilhão de euros pela Bloomberg, a marca completa 100 anos com recorde de faturamento. Transita com maestria entre o luxo analógico e os smartphones. A especulação sobre a compra por fundos globais ou marcas chinesas (como a Xiaomi) reforça: o posicionamento de marca conta uma história que o preço sozinho não sustenta.• O Diagnóstico 2026: O "fotógrafo espremido" é aquele que ficou preso no meio do preço. Sem uma narrativa clara, ele é forçado a competir pelo valor mais baixo. Lembre-se: seu preço conta uma história; se você não a domina, a única história que resta é "compre de mim porque sou baratinho".• O Case Israel Lucas (Manaus): Em parceria com a plataforma Foto, destacamos o fenômeno da fotografia esportiva. Israel criou uma assinatura própria e prova que mercados regionais são potências quando há autenticidade e tecnologia de suporte.• Cinema Nacional como Combustível: O sucesso de Adolfo Veloso com Sonhos de Trem (disponível na Netflix) e Agente Secreto coloca o Brasil na rota do Oscar 2026 de Melhor Direção de Fotografia. O cinema é a prova de que o olhar autoral ainda é o recurso mais valioso do mercado.4. A Revolução da IA: Criatividade vs. Automação MedíocreA Inteligência Artificial já é mais criativa que o ser humano médio, mas perde feio para os grandes talentos. O perigo real não é a substituição, mas a preguiça intelectual.O uso desenfreado de ferramentas para gerar legendas genéricas criou o fenômeno do "Jargonator": textos iguais, sem alma e sem voz própria. Delegar a seleção e edição de forma total atrofia o seu músculo criativo. A fotografia sempre foi sobre escolha e decisão."O repertório raso, aquela coisa medíocre nota 6 ou 7, será cada vez mais feito por máquinas em questão de segundos."Use a IA como sua estagiária ou treinada, nunca como o piloto automático da sua carreira. Se tudo é médio e automatizado, você se torna invisível.1. Mentoria Coletiva (Quarta-feira, 20h): Retomamos o ciclo de encontros da Comunidade Fotografia-e e Clube do Empreendedor. Mais do que conteúdo, um espaço de amparo e troca para quem navega nas incertezas da tecnologia. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/quando-decidir-sozinho-deixa-de-ser-virtude2. Encontro Presencial em SP (25/02): Uma imersão híbrida na Avenida Paulista. Grupo pequeno focado em construir um plano de negócios real, onde a IA é sua aliada, não sua substituta. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotografia-humana-tempos-ia-decisoes-praticas
Confira no Morning Show desta quinta-feira (22): O Brasil conquistou um espaço inédito e de destaque no Oscar 2026 ao somar cinco indicações em categorias de peso. O filme O Agente Secreto aparece como protagonista, concorrendo a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco, além de garantir a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator. Já Adolpho Veloso representa o país na categoria de Melhor Direção de Fotografia por Sonhos de Trem. No programa, Miriam Spritzer e Josias Teófilo analisam o impacto dessas indicações. O filme “Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler, entrou para a história do cinema ao se tornar a produção mais indicada de todos os tempos no Oscar, com impressionantes 16 nomeações. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22) e superou o recorde anterior de 14 indicações, que era compartilhado por clássicos como A Malvada (1950), Titanic (1997) e La La Land (2016). O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou na última segunda-feira (18) uma caminhada de cerca de 240 quilômetros, partindo de Paracatu (MG) com destino a Brasília, em protesto contra o que classifica como “prisões injustas” relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 e uma suposta perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Batizado de “caminhada pela liberdade e justiça”, o ato tem atraído outros parlamentares ao longo do percurso e deve chegar à capital federal no próximo domingo (25). Durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente o chamado “Conselho da Paz”, órgão criado por seu governo para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza. O anúncio veio acompanhado de duras críticas à Organização das Nações Unidas (ONU) e da apresentação de um projeto batizado de “Nova Gaza”, que prevê uma ampla transformação urbana do território palestino, com a construção de arranha-céus. A minissérie All Her Fault mergulha em um suspense psicológico ao retratar o desaparecimento de Milo, uma criança que some quando sua mãe, Marissa, vai buscá-lo em um simples encontro de brincadeiras. Ao chegar ao local, ela se depara com uma mulher que afirma nunca ter ouvido falar do menino nem de seu filho, dando início a uma investigação repleta de mentiras, segredos e desconfiança. A trama expõe fragilidades familiares e sociais, questionando os limites entre cuidado, controle e paranoia. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Christoph Radl"Mise en scène"Ettore SottsassDario Cimorelli Editorewww.dariocimorellieditore.itMostraEttore SottsassMise en scèneFino al 15 febbraio 2026Triennale, MilanoApriamo un nuovo capitolo della ricerca sulla figura di Ettore Sottsass, insieme a Studio Sottsass. La mostra riunisce circa 1.200 fotografie in bianco e nero e a colori scattate tra il 1976 e il 2007, periodo che intercorre tra l'anno dell'incontro tra Barbara Radice ed Ettore Sottsass e l'anno della scomparsa di quest'ultimo. Si tratta di un variegato paesaggio della loro vita privata e pubblica a casa e in giro per il mondo, per lavoro e per visite, con poche distinzioni. La vita tra i due ha sempre fatto poche differenze tra il pubblico e il privato. Il titolo della mostra si riferisce all'idea di Sottsass che la vita, un poco come per la Commedia dell'Arte, assomigli appunto, alla “messa in scena”, abbastanza improvvisata di un vago canovaccio.A cura di Christoph Radl, Stefano Boeri, Micaela Sessa, Barbara Radice.Il volume apre un nuovo capitolo nella ricerca dedicata a Ettore Sottsass (1917–2007), presentando oltre mille fotografie in bianco e nero e a colori realizzate tra il 1976 e il 2007, scattate quasi sempre con la sua inseparabile Leica con obiettivo 21 mm, anni che segnano l'incontro con Barbara Radice e l'avvio di una vita condivisa, senza confini tra pubblico e privato. Le immagini raccontano un'esistenza nomade e intensa, da Milano all'India, dalla Tunisia all'Arizona, dall'Egitto alla Siria e al Qatar, passando per Gerusalemme, l'Iran, l'Algeria, il Messico, l'America, la Polinesia francese e la Nuova Guinea, fino alla Sicilia e a Filicudi, in un continuo attraversamento di paesaggi, interni, corpi e gesti quotidiani che trasformano la vita in una vera mise en scène.Il racconto visivo si intreccia con una costellazione di incontri e relazioni: i fotografi da Helmut Newton a Robert Mapplethorpe, insieme a Alfa Castaldi, Giovanni Gastel e Oliviero Toscani, i designer e gli architetti da Andrea Branzi a Michele De Lucchi, da Vittorio Gregotti a Carlo Scarpa, da Shiro Kuramata a Alessandro Mendini e Achille Castiglioni, fino ai collezionisti e protagonisti del sistema dell'arte e della musica come Jean Pigozzi, Max Palevsky, Carla Sozzani, Anish Kapoor e Mick Jagger. Le immagini mostrano una passione tradotta in rituale quotidiano, anticipando l'esposizione mediatica dei social della nostra epoca e restituendo un mondo osservato senza filtri.Christoph Radl è un designer e artista multidisciplinare internazionale la cui carriera abbraccia il graphic design, la direzione editoriale e le arti visive contemporanee. È nato in Svizzera negli anni '50 (San Gallo, spesso dicono nel 1954) ed è cresciuto in Austria. Arrivato a Milano negli anni Settanta per frequentare la Scuola Politecnica di Design, inizia a lavorare con l'architetto e designer Ettore Sottsass e il Gruppo Memphis. Nel 1984 fonda l'agenzia di comunicazione creativa con Sottsass Associati e nel 1993 apre il suo studio R.A.D.L.&, specializzato in progetti editoriali di comunicazione e graphic design per moda, design, editoria e arti visive. Ha collaborato con Armani, Ferragamo, Pucci, Trussardi, Alessi, Cassina, Sony, il museo Guggenheim di Bilbao in Spagna, il Museum of Contemporary Art a Chicago, tra i molti. Ha collaborato come Art Director di una rivista di culto come TERRAZZO e di INTERNI per diversi anni ed è attualmente Art Director e co-fondatore di CABANA Magazine. Radl ha esposto in diverse mostre collettive e personali. Tra i progetti più recenti: “FAT BOY” alla Galleria Antonia Jannone di Milano (2025), una serie di acquerelli su un bizzarro personaggio ispirato alla civiltà precolombiana dei Mimbres, che viaggia attraverso la storia dell'arte dall'arte antica fino ai maestri contemporanei, da Baselitz a Mantegna, da Kounellis a Picasso. Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
A Inteligência Artificial Generativa chegou a um ponto onde distinguir o real do falso é praticamente impossível. Em 2026, robôs fotógrafos já são atrações principais em feiras globais e a perfeição técnica tornou-se uma commodity barata.Neste cenário de caos tecnológico, a maior tendência para fotógrafos em 2026 é exatamente o oposto do que a tecnologia oferece: a busca radical pelo imperfeito, pelo humano e pelo real.Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, vamos decodificar porque a "estética da imperfeição" é o seu maior ativo estratégico para sair na frente e transformar a ameaça da IA na sua maior oportunidade de negócio este ano.Confira as mais lidas da semana aqui: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mais-lidas-fotografia-robo-ces-estetica-imperfeita-2026O que você vai descobrir neste episódio:Reflexão do Dia do Fotógrafo: Por que 2026 exige que você deixe de ser um "clicador" para se tornar um estrategista visual em um mundo saturado por IA.A Estética da Imperfeição: Entenda a contatendência global onde o "estranho" e o "cru" valem mais que a perfeição plástica dos algoritmos.A Visão das Big Techs: O que a direção das grandes redes sociais (como Instagram) sinaliza sobre o erro de focar apenas em perfeição técnica.O Fim do "Ver para Crer": Como a saturação de imagens falsas gerou uma crise de confiança e por que marcas estão sendo rejeitadas por parecerem artificiais demais.Robôs vs. Humanos: A evolução dos robôs fotógrafos na CES e o que isso realmente significa para o futuro dos serviços fotográficos manuais.O Renascimento Analógico: Inovações da Fujifilm e o crescimento explosivo da demanda por filme e impressão instantânea como resposta à digitalização excessiva.Onde Está o Dinheiro em 2026: O potencial inexplorado na fotografia esportiva, eventos sociais e parcerias estratégicas com o setor de turismo e hotelaria.
In this episode of PhotoWork with Sasha Wolf, Alejandro Cartagena returns to discuss his mid-career solo exhibition Ground Rules at San Francisco Museum of Modern Art, along with the accompanying book published by Aperture. Alejandro and Sasha dig into how both the exhibition and the book came together, from concept to execution. He also reflects on the lasting impact of his seminal project Carpoolers, and how it shaped his thinking around photography, technology, and intent. The conversation expands to the broader cultural stakes of the medium, including Alejandro's recent investigations into AI-generated imagery. https://alejandrocartagena.com https://www.sfmoma.org/exhibition/alejandro-cartagena-ground-rules/ https://aperture.org/books/alejandro-cartagena-ground-rules/ Alejandro Cartagena, Mexican (b. 1977, Santo Domingo, Dominican Republic) lives and works in Monterrey, Mexico. His projects employ landscape and portraiture as a means to examine social, urban, and environmental issues. Cartagena's work has been exhibited internationally in more than 50 group and individual exhibitions in spaces including the Fondation Cartier pour l'art contemporain in Paris and the CCCB in Barcelona, and his work is in the collections of several museums including the San Francisco MOMA, The J. Paul Getty Museum, The Museum of Contemporary Photography in Chicago, The MFAH in Houston, the Portland Museum of Art, The West Collection, the Coppel collection, the FEMSA Collection, Museum of Fine Arts in Houston, the George Eastman House and the Santa Barbara Museum of Art and among others. Alejandro is a self publisher and co-editor and has created several award wining titles including Insurrection Nation, Studio Cartagena 2021, Santa Barbara Save US, Skinnerboox, 2020, A Small Guide to Homeownership, The Velvet Cell 2020, We Love Our Employees, Gato Negro 2019, Santa Barbara Shame on US, Skinnerboox, 2017, A Guide to Infrastructure and Corruption, The velvet Cell, 2017, Rivers of Power, Newwer, 2016, Santa Barbara return Jobs to US, Skinnerboox, 2016, Headshots, Self-published, 2015, Before the War, Self-published, 2015, Carpoolers, Self-published with support of FONCA Grant, 2014, Suburbia Mexicana, Daylight/ Photolucida 2010. Some of his books are in the Yale University Library, the Tate Britain, and the 10×10 Photobooks/MFH Houston book collections among others. Cartagena has received several awards including the international Photolucida Critical Mass Book Award, the Street Photography Award in London Photo Festival, the Lente Latino Award in Chile, the Premio IILA-FotoGrafia Award in Rome and the Salon de la Fotografia of Fototeca de Nuevo Leon in Mexico among others. He has been named an International Discoveries of the FotoFest festival, a FOAM magazine TALENT and an Emerging photographer of PDN magazine. He has also been a finalist for the Aperture Portfolio Award and has been nominated for the Santa Fe Photography Prize, the Prix Pictet Prize, the Photoespaña Descubrimientos Award and the FOAM Paul Huff Award. His work has been published internationally in magazines and newspapers such as Newsweek, Nowness, Domus, the Financial Times, The New York Times, Le Monde, Stern, PDN, The New Yorker, and Wallpaper, among others.
Neste Dia do Fotógrafo, não vim falar sobre comemoração, mas sobre sobrevivência e estratégia. O fotógrafo de 2026 não é o mesmo de 2016. A técnica mudou, claro, mas a natureza do nosso trabalho sofreu um deslocamento brutal.Nesta live rápida (18 min), discuto por que "fazer uma boa foto" virou apenas a condição de entrada no mercado, e não mais o diferencial que garante boletos pagos. A câmera virou commodity. A visão estratégica, não.Neste vídeo, você vai ver:A diferença entre o mercado de 2016 e 2026.Por que a técnica fotográfica não sustenta mais a carreira sozinha.O "Espelho de Janeiro": Como a falta de clareza afeta suas decisões agora.Como parar de depender apenas do clique e começar a decidir melhor.
Predstavte si, že stojíte pred veľkou fotografiou, na ktorej sú usmievavé deti ázijského pôvodu a medzi nimi jeden vysoký Európan. A pod fotografiou, na podlahe, veľké biele vajíčka. Môžete sa letmo pozrieť a ísť ďalej, ale ak zostanete a prizriete sa bližšie, objavíte veľký príbeh. V 3. epizóde podcastovej série „Čo skrýva umenie“ sa ponoríme do sveta umeleckej fotografie. Spýtame sa, čo všetko skrýva malá či veľká fotografia, prečo a ako sa môžu dostať staré fotky na steny moderných výstav a prečo si niekedy práca umelca pýta roky výskumu, schopnosti detektíva a pevné nervy. V epizóde sa spýtame aj na to, ako prezentovať komplexné a niekedy aj komplikované súčasné fotografické umenie, aby sme mu porozumeli, a či fotografia musí byť krásna, aby bola umením. Vyzistíme aj, prečo idylický západ slnka, ktorý si nafotíme na mobil, nie je umením, a kedy a ako sa ním môže stať. Objavíme aj punktum a fakt, že nejde o medicínsky zákrok, a utvrdíme sa v tom, že nepochopiť umeleckej fotografii na prvú dobrú je úplne v poriadku. Podcast od autorky Kataríny Urban Richterovej vznikol vďaka finančnej podpore Fondu na podporu kultúry národnostných menšín a v spolupráci s denníkom SME. Odporúčanie Kniha Maslo od Asako Yuzuki je veľmi zaujímavým skĺbením tém ako jedlo, ženy, mizogýnia a séria úmrtí, z ktorých je podozrivá nesympatická postava. Dej sa odohráva v Tokiu a číta sa veľmi ľahko a rýchlo. Tento japonský bestseller inšpirovaný skutočnými udalosťami by mohol byť čitateľským spestrením vašich napríklad vianočných sviatkov. – Všetky podcasty denníka SME nájdete na sme.sk/podcasty – Odoberajte aj audio verziu denného newslettra SME.sk s najdôležitejšími správami na sme.sk/brifingSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Qui sotto trovi i biglietti per vedere One More Time https://www.ticketone.it/artist/luca-casadei Oggi faremo un viaggio con Gilda Moratti, la figlia di Gian Marco e Letizia Moratti. Gilda ci accompagnerà nella sua vita da film, da San Patrignano alle lezioni di Storia a tu per tu con Indro Montanelli, fino al mondo delle Assicurazioni, dell’Arte, della Fotografia. Ci racconterà di come ha raggiunto luoghi selvaggi, di cosa voglia dire sentirsi indifesi, la notte, di fronte alla natura. Ci parlerà degli anni in cui ha combattuto la tratta di animali, e poi quella degli esseri umani, ci svelerà che conoscere i trafficanti ti permette di rivalutare la linea di demarcazione tra il bene e il male, per scoprire che non è netta come pensiamo. Gilda ci racconterà anche una guerra dolorosa contro un grave tumore, e il potere palliativo della meditazione. Il dream team di One More Time è composto da: Samar Abdel Basset, Davide Tessari, Alice Gagliardi, Tommaso Galli, Noemi Grandi, Edoardo Levy, Gloria Giovanditti, Marco Caddia, Giulia Palamidessi, Giovanni Zaccaria. Questo episodio contiene l’inserimento di prodotti e servizi a fini commerciali.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!