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Send us a textWelcome to Guess the Year! This is an interactive, competitive podcast series where you will be able to play along and compete against your fellow listeners. Here is how the scoring works:10 points: Get the year dead on!7 points: 1-2 years off4 points: 3-5 years off1 point: 6-10 years offGuesses can be emailed to drandrewmay@gmail.com or texted using the link at the top of the show notes (please leave your name).I will read your scores out before the next episode, along with the scores of your fellow listeners! Please email your guesses to Andrew no later than 12pm EST on the day the next episode posts if you want them read out on the episode (e.g., if an episode releases on Monday, then I need your guesses by 12pm EST on Wednesday; if an episode releases on Friday, then I need your guesses by 12 pm EST on Monday). Note: If you don't get your scores in on time, they will still be added to the overall scores I am keeping. So they will count for the final scores - in other words, you can catch up if you get behind, you just won't have your scores read out on the released episode. All I need is your guesses (e.g., Song 1 - 19xx, Song 2 - 20xx, Song 3 - 19xx, etc.). Please be honest with your guesses! Best of luck!!The answers to today's ten songs can be found below. If you are playing along, don't scroll down until you have made your guesses. .....Have you made your guesses yet? If so, you can scroll down and look at the answers......Okay, answers coming. Don't peek if you haven't made your guesses yet!.....Intro song: Some Kind of Wonderful by Grand Funk Railroad (1974)Song 1: September Gurls by Big Star (1974)Song 2: I'm Not in Love by 10cc (1975)Song 3: Talkin the Hardest by Giggs (2007)Song 4: Daydreaming by Massive Attack (1990)Song 5: Donde Esta Santa Claus? by Augie Rios (1958)Song 6: Common People by Pulp (1995)Song 7: Authenticity Trip by They Might Be Giants (2011)Song 8: Informer by Snow (1992)Song 9: By Your Side by Sade (2000)Song 10: Fotografia by Jumbo (1999)
O Museu da República recebe quatro exposições em comemoração ao Mês da Fotografia. A série “Sons da Terra” é uma das mostras em cartaz. Vamos conferir os detalhes com o jornalista Júlio Camargo.
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En este episodio tenemos de regreso a Alfredo Olivares (EL rojo) el es un talentoso fotógrafo con base en Florida.El nos cuenta cómo le ha ido desde la ultima vez que hablamos y de como sus habilidades y estilo han crecido en este tiempo, ademas el nos platica de proyectos claves que ha desarrollado desde entonces .No se les olvide darse una vuelta por el perfil de Carlos y checar su trabajo.A el lo encuentras en Instagram:@elrojophotography_
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Em mais uma das ações da Temporada Cultural do Brasil na França, três exposições fotográficas ilustram a Paris Plages, as chamadas praias de Paris. Com imagens de povos indígenas, amazônicos e de biomas naturais do país, as mostras abordam questões humanas e a preservação ambiental. Três fotógrafos foram escolhidos para trazer um pouco mais do Brasil para Paris. Um deles é o paulista João Farkas, que tem trabalhos expostos em grandes coleções no Rio de Janeiro, em São Paulo e espalhadas pelo mundo. Ele contou como foi feita a escolha das obras que ilustram a sua mostra na Paris Plages. "Houve um convite por parte do curador, Emílio Kalil, que já conhecia vários aspectos da minha obra. Ele me pediu uma sugestão de quais imagens a gente selecionaria para essa oportunidade. Então nós pensamos juntos que precisavam ser imagens com certo impacto visual, uma vez que vão estar expostas fora de uma galeria, fora de um museu, para um público geral e ao ar livre. Ou seja, as imagens têm que ter uma certa força", explica o fotógrafo. "Normalmente os meus trabalhos são sobre alguma região ou sobre alguma manifestação cultural brasileira, mas dessa vez nós resolvemos selecionar 16 imagens muito fortes visualmente, que têm uma característica comum que é uma aproximação diferente sobre a paisagem. São imagens mais gráficas, com mais saturação de cor e mais grafismos, então fizemos uma seleção baseada nesse critério", contou. Além de homenagear os povos amazônicos, as exposições têm o objetivo de alertar para a importância da preservação dos biomas. Direto de Belém, no Pará, o fotógrafo Luiz Braga falou sobre a emoção de ver as cores e contornos da floresta ilustrando as paisagens de Paris e também sobre a urgência de se tratar dos temas ambientais. "A importância de ter essas imagens tão típicas da minha terra em Paris é revelar e mostrar a Amazônia tão desconhecida para o público francês. Braga esteve em Paris para a abertura da mostra e gostou do contraste criado entre as suas imagens, compostas por casas, rios e igarapés, e a paisagem "monocromática" de Paris. "Para mim foi muito emocionante ver as cores da minha terra espalhadas na borda do Sena, e ajudando na compreensão da Amazônia, porque eu acho que é isso que é importante para a preservação do planeta: o conhecimento. O conhecimento está acima de tudo", destacou o fotógrafo. Além de João Farkas e Luiz Braga, a fotógrafa inglesa que vive no Brasil desde os anos 50, Maureen Bisilliat, também compõe o time de expositores. Suas obras estão disponíveis no décimo distrito de Paris, no Canal Saint Martin e apresentam as cores e a beleza dos povos indígenas registrados no Parque do Xingu. As paisagens e referências culturais têm encantado o público. O casal franco-australiano Françoise e Alan se surpreendeu com a beleza das imagens. Perguntados se estavam acompanhando a Temporada Cultural do Brasil na França, eles responderam que sabiam existir algo relativo ao país, mas que não conheciam as exposições. "Quando vi as fotos, imediatamente imaginei que havia algo de diferente e é magnífico", disse ela. Passeando pelas margens do Sena, próximo à prefeitura de Paris, o francês Benoit, que morou no Brasil quando criança, sentiu certa nostalgia ao encontrar as fotos de Luiz Braga. "É muito bonito. Traz de volta algumas lembranças, porque eu morei no Brasil quando era bem pequeno, entre 1 e 5 anos. Mas tenho fotos, lembranças... Meus pais voltam ao Brasil agora que estão aposentados, eles compartilham as fotos e é um pouco do que vejo aqui. Dá vontade de voltar", disse. As imagens ficam disponíveis até o dia 31 de agosto e podem ser vistas no Canal Saint Martin e em dois pontos nas margens do Sena, um próximo à prefeitura de Paris e outro no Quai de Célestins.
Em Arles, no sul da França, o casarão da Fundação Manuel Rivera Ortiz adotou como tema a magia em todos os seus sentidos. Bruxas e espíritos fazem parte de “Sortilégios”, em cartaz até 5 de outubro, como parte dos Encontros de Arles, um das maiores mostras internacionais de fotografia. No porão, o fotógrafo Ian Cheibub apresenta “Alumbre na Macaia”, com curadoria de Glaucia Nogueira, da associação Iandé. Patrícia Moribe, enviada especial a Arles Há um ano, Ian Cheibub, fotojornalista colaborador de grandes publicações internacionais, veio a Arles mostrar seu portifólio com um projeto pessoal, calcado na vivência no terreiro de umbanda da avó, em Niterói (RJ). Em julho de 2025, depois de um mês de residência artística na fundação, o artista abriu a instalação imersiva, com imagens impressas em painéis de rendões, tambores e encruzilhada. Cheibub explica que o nome da exposição traz um duplo sentido. “Alumbrar dá a ideia de você ficar encantado com alguma coisa, mas ao mesmo tempo de você iluminar. E macaia também tem dois sentidos. Um espiritual, que é o lugar das ervas sagradas, mas também é qualquer mata e é onde o caboclo mora. Minha avó [mãe de santo] ia pegar a erva na macaia ao lado da casa dela.” Ian Cheibub se diz interessado na ideia da “não divisão, de a gente estar dentro de uma coisa a ponto de não se saber mais que o que é o quê”. Ele explica também que o projeto vem de um descontentamento com a representação exótica dos ritos afro-brasileiros. O conceito central da pesquisa de Ian é a "materialidade mágica", onde a magia e o material se misturam, tornando-se indistinguíveis. Ele vê essa fusão como um instrumento contra-colonialista, uma forma de defesa e subversão". Banhos de santo Depois de se estabelecer muito cedo no fotojornalismo, Ian começou a refletir a respeito de uma linguagem artística sobre suas raízes. Ele lembrou de banhos de santo que a avó preparava quando ele era criança. Ele passou, então, a fotografar os rituais com película e depois mergulhar os rolos em banhos de santo, tendo como resultado imagens oníricas, com cores saturadas, que se expandem. Nelas, as pessoas em transe se vestem de luzes mágicas, em movimentos fantasmagóricos. Ian Cheibub nos leva a uma visita guiada, que começa já nas escadas que descem ao subsolo da fundação, decoradas com folhas da Guiné nas quais ele imprimiu retratos de pessoas incorporadas usando a técnica da fitotipia. “Você coloca um negativo em cima da folha e bota no sol”, explica. “Ela se chama Guiné por causa das utilizações pelos escravizados que vieram da costa da Guiné, mas na verdade é uma planta 100% brasileira.” No subsolo, um corredor é decorado com cortinas de rendões, com imagens impressas dos rituais. Ele lembra que os rendões foram trazidos pelas mulheres portuguesas para o Brasil, mas quando o tecido chega no terreiro, seu uso é subvertido. Atravessando o corredor de rendões, o visitante passa por tambores que emitem vibrações em laser contra a parede, com acordes suspensos que se misturam às colagens sonoras dos rituais. Encruzilhada No último espaço, o artista criou uma encruzilhada com imagens transferidas a painéis de um tecido muito fino, que vibra com o ar. “A gente pode fazer as coisas se mexerem sem necessariamente tocá-las. Os deuses estão sempre dançando e, dessa forma, as imagens também dançam à medida em que a gente anda pela sala”, explica. No fundo da sala, por um buraco, podemos ver a imagem da avó de Ian impressa numa folha de Guiné. Por causa da umidade do local, a imagem interage com os fungos e vai se modificando. A curadora Gláucia Nogueira, da associação Iandé, de apoio à fotografia brasileira na Europa, ressalta que o trabalho de Ian Cheibub "toca, não só pela força visual, mas pelo sentido de pertencimento e pela história familiar de terreiro que ele traz". A exposição na "cave" da fundação, com sua textura e "fantasmas", foi escolhida para materializar o invisível e oferecer uma imersão na "diáspora africana" do Brasil, explica. A Iandé organizou ainda um encontro entre Ian Cheibub e a artista visual e curadora Denise Camargo. “'Alumbre na Macaia' é um trabalho super necessário, especialmente se a gente considerar toda a questão do racismo estrutural, da intolerância religiosa, o preconceito contra as religiões de origem afro-brasileira”, diz Camargo. “Esse trabalho expressa justamente a possibilidade de romper com essas visões errôneas sobre as matrizes ancestrais de origem afro-brasileira, com valor inestimável para a conquista desses espaços de tolerância”, acrescenta. "Alumbre na Macaia" pode ser visitada em Arles até 5 de outubro de 2025.
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Puntata 180 – Come gestire al meglio le proprie risorse in fotografia?Oggi vi propongo una riflessione su come meglio gestire il proprio bidget, il proprio tempo e le proprie energie in fotografia... Grazie al confronto con un amico mi sono accorto come, per l'ennesima volta, troppo spesso ci si concentri troppo sul corredo, sul gusto del possesso di un derminato copro macchina o di una o più ottiche, trascurando tutto il resto che, invece, è proprio la parte più importante...Aspetto le vostre domande e i vostri feedback. Buona luce a tutti!*******************************************I MIEI LINK:Cliccate qui per sostenere con un piccolo contributo economico alle spese del podcast e ottenere dei benefici esclusivi: PatreonEmail: andreageymet@gmail.com (da usare anche per un contributo con PayPal)Portfolio:https://andreageymet.myportfolio.compeopleofindia.myportfolio.comInstagram del podcastLe mie foto dei viaggi: viaggiI miei ritrattiIl mio profilo Thread: @andreageymet Il gruppo Telegram*******************************************Se volete farmi un regalo, cliccate sulla mia lista amazon*******************************************IL SITO DOVE LEGGERE LE RECENSIONI DELL'ATTREZZATURA: Juza Photo******************************************* Il mio fornitore di fiducia: Solo Digitali(chiedere di Paolo a nome mio)
El japonés Goro Ito y los brasileños Paula y Jaques Morelenbaum han grabado 'Tree, forests, tribute to Ryuichi Sakamoto' con canciones como 'Happy end', 'Tango', 'Rain', 'Bibo no aozora', 'Fotografia' -de Jobim- o 'Sayonara'. También escuchamos a la cantante brasileña Catina Deluna y al pianista venezolano Otmaro Ruiz en su reciente 'Lado B Brazilian Project 2' con 'Passarim', de Jobim, 'Na volta que o mundo dá', 'Requebre que eu sou um doce' -de Dorival Caymmi- y 'Choro das águas' de Ivan Lins. Cierra el grupo Azymuth con 'Fantasy 82' de su último disco 'Marca passo'.Escuchar audio
Vitrine privilegiada do mundo da fotografia mundial, os Encontros de Arles recebem neste ano, no contexto da Temporada França-Brasil 2025, a mostra "Retratistas do Morro”, com os trabalhos de João Mendes e Afonso Pimenta, que há 50 anos documentam a vida dos moradores da comunidade da Serra, em Belo Horizonte. Patrícia Moribe, enviada especial da RFI a Arles O projeto "Retratistas do Morro", idealizado e coordenado pelo artista visual, pesquisador e curador independente Guilherme Cunha, surge no final de 2014. Tudo começou com a produção de um livro, "Memórias da Vila", que visava preservar a memória da comunidade da Serra, coletando entrevistas e conectando as vivências dos habitantes à história oficial de Belo Horizonte. Um momento fundamental, conta Cunha, foi o encontro com dona Ana Martins de Oliveira, a "madrinha maior" do projeto. A mulher, que foi "escravizada na infância, retirante, lavadeira e analfabeta", possuía uma "consciência patrimonial que superou todas as políticas de preservação brasileira", conta o pesquisador. Ela guardava um conjunto de monóculos, com imagens de sua própria família, que chamava de "tesouros". Ao ser questionada sobre por que eram seus “tesouros”, dona Ana explicou: "É a única forma que o meu neto vai conhecer o avô dele". Guilherme Cunha viu essa percepção de que as imagens são presença e existência, uma forma atemporal de conectar experiências familiares, como uma transferência de conhecimento" e uma "bênção" para a equipe do projeto. O pesquisador destaca que o projeto opera em duas vertentes cruciais: a técnica de preservação, que envolve a digitalização e restauração de negativos em deterioração (muitos dos quais em risco de desaparecimento); e a produção de pensamento crítico. “Buscamos compreender o que essas imagens dizem, desenvolvendo ferramentas cognitivas e teóricas enraizadas no contexto cultural brasileiro, em vez de aplicar filosofias desconectadas que poderiam distorcer a realidade”, diz. A importância de trazer essas imagens ao público, conforme Guilherme, reside em ir na contramão dos processos coloniais, que são epistemicidas e expropriadores, apagando identidades e distorcendo realidades. O projeto propõe o conceito de "pictosceno", pensando em ideias favoráveis aos ciclos virtuosos da imagem, que promovem o avanço civilizatório, a prosperidade, a dignidade e a garantia de direitos. De vendedor ambulante a cronista da cidade João Mendes, nascido em Iapu, Minas Gerais, trabalhou na roça até os 11 anos, fez rapadura e, aos 14, vendia picolés quando foi convidado a trabalhar em uma loja de fotografia. Apesar de ganhar menos, a opção foi um divisor de águas em sua vida. Após dois anos, ele começou a fotografar para a delegacia local, fazendo perícias criminais. Depois, Mendes fotografou toda a cidade de Ipatinga, sob encomenda do prefeito da época, documentando as ruas e bairros antes de serem asfaltados. Aos 16 anos, em 1966, mudou-se para Belo Horizonte. Em 1973, João Mendes abriu seu próprio estúdio, a Foto Mendes, onde permanece até hoje. Ele relata ter enfrentado fases difíceis como comerciante, mas persistiu em seu trabalho. Um momento importante para o resgate de seu negócio foi quando uma escola estadual o contratou para fotografar a formatura de 105 alunos. João Mendes revela que Guilherme Cunha chegou à sua loja em 2016, perguntando sobre as memórias da Serra. O fotógrafo tinha guardado muitos negativos, apesar de ter descartado outros tantos e alguns terem sido danificados por vazamentos. Guilherme conseguiu resgatar 8.700 negativos em preto e branco inicialmente, além de outros coloridos de batizados, casamentos e formaturas. A jornada de exposições de João Mendes e Afonso Pimenta, graças ao projeto, começou no Sesc de São João do Rio Preto, no interior de São Paulo, seguindo para a capital, Guarulhos, Araraquara, São Paulo, Lille, na França e agora Arles. Dos becos da favela à praça do mundo Afonso Pimenta chegou a Belo Horizonte com apenas 9 anos em 1963, vindo do interior de Minas Gerais. Seus primeiros ofícios incluíam catar esterco e capinar calçamentos. A fotografia surgiu em sua vida de forma inesperada, quando um colega do curso noturno lhe apresentou uma câmera Kodak, prometendo que fotógrafos ficavam “ricos, com vida luxuosa e mulheres”. O destino o levou a morar ao lado da casa de Mendes, que já era um fotógrafo conhecido na comunidade. A mãe de João, ciente das "badernas" de Afonso na rua, pediu o filho que o aceitasse como ajudante em seu ateliê. Afonso, que pensava que já era fotógrafo por ter uma máquina, logo percebeu que "não sabia nada" e que João "não tinha muita boa vontade para ensinar", conta rindo. Apesar das dificuldades, Afonso persistiu e, ao contrário de dezenas de parentes que passaram pelo ateliê de João, foi o único que continuou exercendo a fotografia. Afonso também explorou outras áreas: estudou educação física e fisioterapia, deu aulas de artes marciais e atuou em filmes em São Paulo e Belo Horizonte. Mas a fotografia sempre foi um porto seguro. Naquela época, a escolha do que fotografar não era por gosto, mas por necessidade: "a gente tinha que fazer o que dava dinheiro". Ele se especializou em batizados, aniversários e até velórios. Pimenta ressalta que o projeto "Retratistas do Morro" foi crucial, pois tirou seu trabalho dos "becos" da favela e o colocou na "praça", com maior visibilidade. Assim como João, Afonso nunca imaginou que seu trabalho chegaria à França. Para ele, estar em Arles, divulgando o trabalho e o livro lançado em 2023, é uma sensação "boníssima". Além de serem exibidas em instituições e festivais internacionais, as fotos de João Mendes e Afonso Pimenta também passaram a integrar o acervo do Moma, o Museu de Arte Moderna de Nova York. Em Arles, a exposição segue até 5 de outubro.
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Tiziana Bonomo"Ritratti"Collezione Florence e Damien BachelotMuseo Nazionale del Risorgimento Italiano, Torinohttps://www.museorisorgimentotorino.it/news/ritratti-collezione-florence-damien-bachelot/“Ritratti. Collezione Florence e Damien Bachelot” è la nuova mostra fotografica al Museo Nazionale del Risorgimento Italiano di Torino, in programma dall'11 luglio al 5 ottobre 2025.Un viaggio alla scoperta dell'evoluzione del ritratto fotografico da Lewis Heine a Nan Goldin, a cura di Tiziana Bonomo. Uno sguardo sull'umanità tra miti, attualità ed emozioni attraverso la Collezione Bachelot.La mostra, promossa dall'Associazione culturale Imago Mundi e curata da Tiziana Bonomo, espone circa 90 ritratti originali selezionati all'interno di una delle più importanti collezioni fotografiche private in Francia e in Europa permeata da un profondo spirito umanista. Diversi autori noti come Lewis Hine, Arnold Newman, Irwing Penn, Dorothea Lange, Saul Leiter, Nan Goldin, Ann Ray, Mohamed Bourouissa e Gilles Caron, compongono una costellazione di sguardi che attraversa il Novecento e la contemporaneità.La mostra in naturale armonia con il Museo Nazionale del Risorgimento Italiano, galleria dei protagonisti di un'epoca della Storia d'Italia, offre in un video un saggio del patrimonio dei 17.000 documenti fotografici che il museo custodisce. Tra alcuni soggetti del Risorgimento emergono i ritratti della Contessa di Castiglione che fu la prima nell'800 ad usare la fotografia per propagandare il proprio fascino. Il ritratto ci avvicina, ci interroga, ci invita al dialogo, creando nuovi momenti segnati dall'impatto di ciò che la semplice contemplazione può suscitare in noi. La mostra si articola in quattro sezione tematiche: Miti, Emozioni, Società e Attualità. E proprio in questo tempo estivo, sospeso e personale, “RITRATTI. Collezione Florence e Damien Bachelot” si presenta come un'occasione per riscoprire lo sguardo degli altri come un respiro, uno specchio di ciò che siamo.La mostra è realizzata grazie al prezioso contributo del Main Sponsor Banca d'Alba, con il sostegno del Consiglio Regionale del Piemonte, il supporto della Fondazione Deloitte, il patrocinio della Città di Torino, della Città Metropolitana di Torino, della Camera di commercio di Torino, dell'Institut Français e dell'Alliance Française, e in collaborazione con la Collection Bachelot, la Saul Leiter Foundation e ArtPhotò. Grafica e allestimento saranno a cura di WoWstudio.Tiziana Bonomohttps://www.artphotobonomo.it/Operatrice culturale dal 2016 e pubblicista, iscritta all'Ordine dei Giornalisti del Piemonte dal 2025"ArtPhotò un approccio non convenzionale alla fotografia"Nata per raccontare storie, creare atmosfere, suscitare emozioni attraverso:Eventi (mostre, libri, incontri) legati al linguaggio fotografico e progetti legati alla fotografia di documentazione e impegno socialeDalla ideazione, alla progettazione, curatela, organizzazione fino alla comunicazione e promozione dell'evento, degli artistiIntrecciare parole e immaginiIl linguaggio delle parole e quello delle immagini si intrecciano nei dialoghi che realizzo da otto anni. Personalità diverse accomunate dall'attenzione verso alcune tematiche, dalla sensibilità, dal dubbio, dalla ricerca, dall'esperienza per creare conversazioni, dialoghi di approfondimento e confrontoDiffondere la conoscenza verso il linguaggio della fotografia con:Fondazione dell' "Associazione culturale Imago Mundi di Torino" con lo scopo di diffondere la cultura fotografica, letteraria come linguaggi contemporanei di comunicazioneIL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
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A la segona part del programa ens acompanyarà Pep Aguadé, fotògraf naturalista, especialitzat en la naturalesa i la dansa. Parlarem amb ell per saber com es retrata la fauna tan única i diversa que tenim aquí, al Delta de l’Ebre.
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Sara Fruner"La luce laggiù"Neri Pozzawww.neripozza.itOltre alla fama internazionale, Moreno Mondo ha trovato nella fotografia un modo per fare silenzio intorno a sé e dialogare con la luce. Lo troviamo in una stazione. Ha appena fatto qualcosa di importante e ha perso il treno. Seduto su una panchina, aspetta il successivo, che però sembra non arrivare mai. In quel luogo sospeso, irraggiungibile per gli altri e lontano da dove dovrebbe essere, il tempo dell'attesa gli si spalanca di fronte come un dono: la possibilità di riguardare la propria vita e di soffermarsi su ciò che non ha potuto dimenticare. Il maledetto agosto del lago che lo ha sprofondato nel lutto e nella colpa. I primi passi con la macchina fotografica tra le mani. La madre, che plasma in statuette il dolore per trovarvi un senso. La fragile violenza del padre, intrappolato tra Far West e inadeguatezza. E poi la ventata di nuovo portata da Didi, con il suo bagaglio di traumi, sogni furiosi e abbandoni. Didi che è carnevale laddove Moreno è quaresima. Didi che in lui vede sempre quello che trova la luce nascosta nelle cose, il cercatore dei punti di rottura – la vera bellezza del mondo. La luce laggiù è un romanzo che fa male al modo in cui fanno male le ossa quando si cresce. Ma è anche un coro di storie che congiungono vari angoli di mondo – Italia, Stati Uniti, Giamaica, Svizzera – e convergono in un finale potente dove casa, amore e cura trovano uno spazio inaspettato in cui coesistere.Sara Fruner, nata a Riva del Garda, dal 2017 abita a New York, dove insegna italiano presso la New York University e il Fashion Institute of Technology. I suoi articoli sono stati pubblicati su La Voce di New York, CinematoGraphie, Magazzino23, Brick, Gategate. Recentemente ha tradotto opere di Marie-Helene Bertino, Jane Hirshfield e W.S. Merwin. Finalista al Premio Nazionale Severino Cesari 2021, L'istante largo è il suo esordio nella narrativa (Bollati Boringhieri 2020), a cui è seguito, nel 2022, il secondo romanzo, La notte del bene (Bollati Boringhieri). Ha pubblicato anche le raccolte di poesie Bitter Bites from Sugar Hills (Bordighera Press 2018), Lucciole in palmo alla notte (Supernova 2019), La rossa goletta (Crocetti 2024). IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Biosphere - The Way Of Time - The Way Of Time (On And On)Softwaves, Arbee - Isolated PathBiosphere - The Way Of Time - The Way Of TimeBlonde Redhead- The Shadow Of The Guest - Good Night Til Tomorrow (ASMR) (Official Audio)Purelink - Faith - Kite SceneCosey Fanni Tutti - 2t2 - LimbicIan Hawgood - Yes, You AreSontag Shogun x Lau Nau - Païväkahvit - Tropic Movements (Amulets Rework)KMRU & Aho Ssan - Limen - RebirthRafael Anton Irisarri - A Fragile Geography (10th Anniversary Reissue) - ReprisalMarkus Guentner - Kompakt 500 - Regensburg (Edit)Abul Mogard - Quiet Pieces - In a Studded Procession(Last Show July 13)"Guardar Link Como" - "Save Link As"Right Mouse Button Click For Save Fotografia de Maarten Vanden Abeele
boxers largos, fotografia no carro, casa de fados
Chegou a hora de pisar fundo no universo de Fórmula 1, com o filme F1 - O Filme. Uma superprodução dirigida por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick) e estrelada por Brad Pitt. O filme estreou em junho de 2025, já arrecadou quase 300 milhões de dólares e coloca a velocidade como protagonista, dentro e fora das pistas.Rafael Arinelli recebe Belle Hendges e Pedro Sobreiro para debater essa mistura de espetáculo técnico e drama esportivo. Na trama, Pitt vive Sonny Hayes, um ex-piloto lendário que retorna da aposentadoria para ajudar a equipe iniciante Apex GP, formando o jovem e impulsivo Joshua Pierce (Dawson Eris). Entre rivalidades, egos inflados e cenas de corrida de tirar o fôlego, o filme explora também os bastidores da Fórmula 1 com realismo (ou quase).Com trilha sonora de Hans Zimmer, fotografia de Claudio Miranda e cenas filmadas em carros reais com câmeras IMAX (e até iPhones), a experiência visual de F1 é arrebatadora. Mas nem tudo são flores na pista: o roteiro recebe críticas por abusar de clichês e simplificar conflitos. Ainda assim, há destaques como a engenheira vivida por Kerry Condon e uma emocionante homenagem a Ayrton Senna.Será que F1 acerta ao popularizar o esporte ou se perde nas “curvas” do marketing? E até que ponto a técnica consegue ultrapassar os limites da narrativa?Dá o play e corre com a gente nessa discussão que vai muito além da linha de chegada.• 03m29: Pauta Principal• 1h14m46: Plano Detalhe• 1h26m15: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Pedro): HQ: Mickey All Stars• (Belle): Reality Show: A Pousada Bizarra do Kian84• (Rafa): Podcast: Fio da Meada - Tom PhilipsEdição: ISSOaí
W tym odcinku podcastu „Rozwój osobisty dla każdego” rozmawiam z Katarzyną Wołyniak – fotografką specjalizującą się w fotografii wizerunkowej i biznesowej.Z rozmowy dowiesz się:
Investigação sobre como a Inteligência Artificial está redesenhando o mercado de imagem em 2025 e por que o olhar humano continua essencial. Leia e participe com sua opinião: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/ia-na-fotografia-amea%C3%A7a-ou-alavanca-estrat%C3%A9gicaDia 11/8 - workshop presencial - IA e Negócios na Fotografia: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/workshop-presencial-ia-e-neg%C3%B3cios-na-fotografia-em-sp-garanta-sua-vaga-no-primeiro-lote-promocionParticipe da pesquisa: plataformas de venda de foto e vídeo 2025: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/radar-das-plataformas-de-vendas-de-foto-e-v%C3%ADdeo-2025Este post é patrocinado por Fotto - https://www.fotto.com.br, líder em vendas de fotos com tecnologia inteligente, e por Alboom - https://www.alboompro.com, referência em sites, automação e marketing para fotógrafos(as).
En este episodio platico con Fany Martin ella es una talentosa fotografa de retratos con base en Tepatitlan Jalisco.Ella nos cuenta cómo decidio empezar su negocio de fotografia a la par de dar sus clase como maestra de primaria y en menos de un año decidio dejar de dar clases y entrar de lleno a la fotografia.Ella es un claro ejemplo que el llamado creativo nos puede llegar en cualquier momento solo tenemos que ser pacientesNo se les olvide darse una vuelta por el perfil de Fany y checar su trabajo.A ella la encuentras en Instagram:@fanymartinfotografia
Emanuela Bernascone"Brioches a colazione"Robin Edizioniwww.robinedizioni.itUn'amicizia che resiste alla prova del tempo: Alice, Francesca e Raffaella sono legate da più di vent'anni di risate, confidenze e sfide quotidiane. Si muovono tra Torino, Milano, Parigi, New York e Siviglia con la certezza di un legame indistruttibile, ma il destino ha in serbo per ognuna di loro una svolta inaspettata. Ciascuna, a modo suo, dovrà fare i conti con un passato che ha lasciato cicatrici profonde, affrontando traumi irrisolti, tradimenti, silenzi, separazioni e perdite. Ma nei momenti più difficili, quando il mondo intorno a loro cambierà drasticamente, potranno contare l'una sull'altra, traendo da questa solidarietà la forza necessaria a costruirsi un futuro diverso da quello che avevano immaginato. Tra tensioni emotive e momenti di leggerezza, alla fine quel che conta è il legame indissolubile che le tre amiche condividono, ciò che dà un senso al tutto.https://emanuelabernascone.com/Emanuela Bernascone è giornalista pubblicista e lavora nella comunicazione da più di due decadi. Inizialmente Capo Ufficio Stampa della Fondazione Italiana per la Fotografia, da quando, nel 2005, ha fondato la propria agenzia collabora con autorevoli realtà pubbliche e private in Italia e tiene corsi di comunicazione presso diversi enti.Il suo primo romanzo "Malta bastarda" è stato pubblicato nel 2021 dalla casa editrice ExCogita.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Investigação sobre como a Inteligência Artificial está redesenhando o mercado de imagem em 2025 e por que o olhar humano continua essencial. Leia e participe com sua opinião: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/ia-na-fotografia-amea%C3%A7a-ou-alavanca-estrat%C3%A9gicaDia 11/8 - workshop presencial - IA e Negócios na Fotografia: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/workshop-presencial-ia-e-neg%C3%B3cios-na-fotografia-em-sp-garanta-sua-vaga-no-primeiro-lote-promocionParticipe da pesquisa: plataformas de venda de foto e vídeo 2025: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/radar-das-plataformas-de-vendas-de-foto-e-v%C3%ADdeo-2025Este post é patrocinado por Fotto - https://www.fotto.com.br, líder em vendas de fotos com tecnologia inteligente, e por Alboom - https://www.alboompro.com, referência em sites, automação e marketing para fotógrafos(as).
Neste episódio especial da Semana da Arte, a fotografia é abordada como uma poderosa forma de expressão artística e filosófica. A conversa com Ricardo Tod, fotógrafo e voluntário da Nova Acrópole, conduzida por Pedro Guimarães e Marcelo Silveira, revela como a fotografia ultrapassa o mero registro visual para tornar-se uma linguagem capaz de comunicar emoções, ideias e valores humanos universais. Ricardo compartilha sua trajetória, influências e reflexões sobre o olhar fotográfico, destacando que a arte da fotografia requer atenção, sensibilidade, presença e, sobretudo, harmonia interior. O episódio homenageia o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, falecido recentemente, e apresenta também o concurso internacional Philo-Photo, promovido pela Nova Acrópole, como estímulo à expressão filosófica por meio da imagem. A fotografia é compreendida como um recorte do tempo e uma síntese da experiência humana, onde o essencial se revela pela simplicidade e clareza da linguagem visual. Uma prática que, quando feita com consciência, torna-se um exercício de unidade e expressão da alma. Saiba mais sobre o Philophoto: https://philophoto.org
Esta semana, temos na estante o “Livro das Cinco Mil Palavras”, de Lao Tsé; “O Prato do Diabo - Um dicionário pachecal”; “Fotografia e Direito - Notas de bom senso e direito para não juristas”, de Mário Serra Pereira; e “Gramática & Pontuação - Guia prático para escrever melhor”, de Marco Neves.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate sobre o tema: o negócio da fotografia ainda é viável? https://www.enfbyleosaldanha.com/post/o-neg%C3%B3cio-da-fotografia-ainda-%C3%A9-vi%C3%A1velAgradeço muito ao membro Fabio Melo (@fabiomelofotografia), fotógrafo talentoso e membro da comunidade Fotograf.IA+C.E.Foto, por ter editado de forma voluntária para ajudar a retirar os trechos que tiveram interferência de trolls. Dia 11/8 - workshop presencial - IA e Negócios na Fotografia: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/workshop-presencial-ia-e-neg%C3%B3cios-na-fotografia-em-sp-garanta-sua-vaga-no-primeiro-lote-promocionParticipe da pesquisa: plataformas de venda de foto e vídeo 2025: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/radar-das-plataformas-de-vendas-de-foto-e-v%C3%ADdeo-2025Este post é patrocinado por Fotto - https://www.fotto.com.br, líder em vendas de fotos com tecnologia inteligente, e por Alboom - https://www.alboompro.com, referência em sites, automação e marketing para fotógrafos(as).
Neste episódio do IRCast, Tiago Prado recebe Alexon Lamin, um mineiro de Timóteo que trocou a estabilidade no Brasil por uma jornada inesperada nos Estados Unidos. Com muito bom humor e lições reais, Alexon conta como desacreditou no sonho da esposa de viver de fotografia e acabou construindo ao lado dela um estúdio de sucesso. De motorista de malote a empreendedor com estúdio próprio, ele revela os bastidores da virada, as dificuldades da imigração e o papel essencial do cônjuge na jornada. Um papo inspirador sobre recomeços, vendas, parceria e propósito.
Uliano Lucas"Altri sguardi"Immagini della follia tra memoria e progettoLungomare di Libri, BariTra le novità, Uliano Lucas, tra i più noti fotoreporter italiani, inaugurerà la mostra Altri sguardi al Museo Civico di Bari.Dal 26 giugno al 31 agosto 2021.Nel corso della sua attività di reporter, Uliano Lucas ha sempre dimostrato una particolare attenzione alla questione psichiatrica, documentando il momento di passaggio della chiusura dei manicomi negli anni settanta, a Cernusco sul Naviglio, Gaiato, Parma, e poi seguendo lungo i decenni le nuove forme di assistenza e cura al disagio psichico maturate con la riforma Basaglia, in diversi luoghi d'Italia.A Trieste nel 1988, durante un lungo lavoro di documentazione delle nuove realtà dell'ex-ospedale psichiatrico, decide di allontanarsi per una volta dalle modalità di racconto del reportage tradizionale e chiede a pazienti, medici, operatori, visitatori, di posare davanti al suo obiettivo, seduti a un tavolino davanti al bar Il posto delle fragole, gestito da una cooperativa di utenti, sulla collina San Giovanni. Ne nascono i ritratti proposti in questa mostra: un'opera concettuale che, sovvertendo la tradizione dei generi e astraendo i soggetti dal contesto che porta a identificarli come utenti dei centri di salute mentale, si interroga provocatoriamente sulla percezione di sé e sull'identità, sul confine labile e indefinibile tra “normalità” e “follia”. “Chi è il matto?” Ci si chiede osservando questi volti di uomini e donne che offrono alla macchina fotografica e al nostro sguardo la propria percezione e rappresentazione di sé, la propria personalità e la propria umana complessità. La maggior parte dei visitatori della mostra, proposta in un museo di Tokyo, interrogati da un ironico questionario, non hanno avuto dubbi e hanno risposto indicando la foto del direttore dell'ex ospedale.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Concetto Prestifilippo"Giuseppe Leone"ovvero, un sogno fatto in Sicilia. Con un'intervista a Ferdinando SciannaMimesis Edizioniwww.mimesisedizioni.itLa Sicilia di Giuseppe Leone è un luogo senza tempo, narrato nei libri e immortalato nei film, che continua a esercitare un fascino unico. Sfogliando le pagine di questo volume, il lettore si immerge in un carosello di immagini e personaggi: pescatori, scialuppe tirate a riva, spiagge e promontori, strade di campagna animate da un'umanità di gentile aspetto. Le città, viste dall'alto, rivelano un ordine antico, quasi ricamato, mentre i muretti a secco disegnano altipiani che sembrano pensati per l'obiettivo di un fotografo. In questo libro, vengono ripercorsi i luoghi di Giuseppe Leone attraverso le sue fotografie, restituendo al lettore il sapore autentico di un mondo che alterna, come in uno spartito musicale, bianchi e neri in un armonioso rondò di luci e ombre.Concetto Prestifilippo è nato a Piazza Armerina (Enna) nel 1961. Collabora con quotidiani e periodici. Tra i suoi volumi: Siracusa per Consolo (2012), Parole contro il potere (2013), Misteri buffi (2016), Kalasìa (2023), Còri (2024).IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Elisa Cozzarini"Passeggiate intorno ai laghi"20 itinerari tra Trentino, Veneto e Friuli Venezia GiuliaEdiciclo Editorewww.ediciclo.it20 passeggiate per tutti e per ogni stagione intorno a specchi d'acqua da scoprire del Nordest. Laghi grandi e piccoli, noti e meno conosciuti, dalle quote più alte alle colline, fino alla pianura. Ogni lago è un microcosmo a sé, un luogo ricco di biodiversità ma anche di tradizioni, perfetto per il tempo libero. Accanto alle informazioni di carattere naturalistico, si dà spazio alla cultura e alle storie che hanno reso unici questi luoghi. 20 itinerari tra pianura e montagna; Percorsi per tutti; Informazioni chiare e dettagliate; Foto, cartine e tracce GPS.Elisa Cozzarini, vive e lavora in provincia di Pordenone. Laureata in Scienze Politiche a Trieste, si occupa di ambiente da oltre dieci anni. Dal 2009 è iscritta all'albo dei pubblicisti dell'Ordine dei Giornalisti del Friuli Venezia Giulia. Collabora con La Nuova Ecologia, il mensile di Legambiente.È autrice de Il deserto negli occhi (con Ibrahim Kane Annour), Nuova dimensione, 2013; Io non voglio fallire (con Serenella Antoniazzi), Nuova dimensione, 2015, menzione speciale per la narrativa al Premio letterario Latisana per il Nordest; Cuccioli. Storie di piccoli cresciuti e svezzati da noi umani, Orme editori, Roma, 2015; Acqua guerriera. Vite controcorrente sul Piave, Ediciclo, 2016 (finalista al Premio Comisso); Radici liquide. Un viaggio inchiesta lungo gli ultimi torrenti alpini, Nuova dimensione, 2018 (finalista al Premio Mario Rigoni Stern), Un paesaggio da ascoltare, Nuova dimensione, 2019, Una terra da inventare. Il Veneto rurale in cammino: nuove generazioni, ambiente e innovazione, realizzato nell'ambito delle iniziative di comunicazione del PSR Veneto 2014-20, Pordenone. Una guida, libreria editrice Odòs, Udine, 2020.Come fotografa, nel 2009 ha partecipato alla mostra intitolata They won't budge (cioè: “Non si muoveranno”, da una canzone del cantante maliano albino Salif Keita), sugli immigrati africani in Europa, presso la New York University. Nel 2021 è tra gli autori della mostra fotografica Il paesaggio dei magredi, organizzata da ERPAC - Ente Regionale per il PAtrimonio Culturale - della Regione Autonoma Friuli Venezia Giulia a Villa Manin. Partecipa al progetto Fotografario del CRAF (Centro di Ricerca e Archiviazione per la Fotografia del FVG).Nel 2013 ha realizzato il documentario La Piave. Racconto di un fiume, prodotto da Sunfilms e distribuito con i quotidiani locali del Gruppo L'Espresso in Veneto. Nel 2014 ha ricevuto il Premio Simona Cigana del Circolo della Stampa di Pordenone per il giornalismo d'inchiesta in Friuli Venezia Giulia con una serie di videointerviste dal titolo Fortezza FVG. Dal bunker alla pizzeria, esempi di recupero delle aree militari dismesse, realizzate per Legambiente FVG.Dal 2013 cura la rassegna culturale Il dialogo creativo, iniziativa de L'Altrametà di Pordenone (www.ildialogocreativo.it).IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Uma análise honesta sobre o mercado em 2025, com seus desafios reais, oportunidades invisíveis e o que pode (ainda) dar certo para quem vive da imagem (atualizado).Participe e leia a matéria aqui: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/o-neg%C3%B3cio-da-fotografia-ainda-%C3%A9-vi%C3%A1velParticipe da pesquisa: plataformas de venda de foto e vídeo 2025: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/radar-das-plataformas-de-vendas-de-foto-e-v%C3%ADdeo-2025Este post é patrocinado por Fotto - https://www.fotto.com.br, líder em vendas de fotos com tecnologia inteligente, e por Alboom - https://www.alboompro.com, referência em sites, automação e marketing para fotógrafos(as).
O episódio #603 do Cinem(ação) nos leva direto ao coração da música, da inveja e da genialidade. Rafael Arinelli recebe Pedro Amaro e Diego Quaglia para discutir Amadeus, o clássico de Milos Forman que, mais de 40 anos depois de seu lançamento, continua a nos impressionar.Vencedor de 8 Oscars, Amadeus é muito mais do que uma cinebiografia sobre Mozart. Baseado na peça de Peter Shaffer, o filme mergulha em uma Viena do século XVIII povoada por intrigas, ressentimentos e partituras perfeitas. No centro da narrativa, temos o conflito entre o respeitado Antônio Salieri (vivido por F. Murray Abraham, em performance premiada) e o irreverente Wolfgang Amadeus Mozart (Tom Hulce), numa rivalidade tão fictícia quanto profundamente simbólica.Mas o que faz esse filme atravessar gerações? O episódio explora como Forman subverte as convenções da cinebiografia para colocar no centro da trama temas universais: o peso da mediocridade, a solidão dos gênios e a arte como expressão divina. Tudo isso com uma direção sutil, figurinos luxuosos, uma fotografia barroca e, claro, trilha sonora de tirar o fôlego.Ao longo do papo, refletimos também sobre as liberdades criativas do filme, a construção humanizada dos personagens e como a ficção é usada como espelho da verdade - mesmo que não seja factual. Afinal, é possível odiar alguém por ser tão brilhante quanto você nunca será?Então dá o play e vem com a gente nesse papo profundo e apaixonado por uma das maiores obras do cinema. Porque entender Amadeus é, de certa forma, entender o próprio ato de criar.• 03m21: Pauta Principal• 1h07m27: Plano Detalhe• 1h19m06: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Katia Barga• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Diego): Filme: Prédio Vazio• (Diego): Filme: As Pontes de Madison• (Diego): Série: O Ensaio• (Pedro): Filme: "Amadeus" winning Best Picture• (Pedro): Série: O Estúdio• (Rafa): Newsletter: Rafael SbaraiEdição: ISSOaí
Uma análise honesta sobre o mercado em 2025, com seus desafios reais, oportunidades invisíveis e o que pode (ainda) dar certo para quem vive da imagemNos últimos meses, a frase mais ouvida entre fotógrafos(as), empreendedores visuais e produtores de conteúdo é direta: "O mercado está ruim."Mas será mesmo o fim do negócio da fotografia? Ou estamos apenas diante de mais uma transição, dessas que exigem clareza, estratégia e coragem para mudar?Este é o ponto de partida da nova série especial da Comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto:10 Questões Fundamentais para Quem Vive da Imagem.E a pergunta inaugural é direta e desconfortável: O negócio da fotografia ainda é viável em 2025?A resposta curta? Sim. Mas não para quem continua tentando vender fotografia como se ainda estivéssemos em 2015/2019.Leia a matéria completa: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/o-neg%C3%B3cio-da-fotografia-ainda-%C3%A9-vi%C3%A1velParticipe da live sobre isso na segunda (16/6) às 21h. @leosaldanha.brParticipe da pesquisa: plataformas de venda de foto e vídeo 2025: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/radar-das-plataformas-de-vendas-de-foto-e-v%C3%ADdeo-2025Este post é patrocinado por Fotto - https://www.fotto.com.br, líder em vendas de fotos com tecnologia inteligente, e por Alboom - https://www.alboompro.com, referência em sites, automação e marketing para fotógrafos(as).
Você acha que fotografia é só pose, sorriso e filtro bonito? Ah, criatura pixelada… neste episódio revelamos — em preto, branco e memória — o poder de um clique em parar o mundo.Da luz capturada por Hercule Florence no coração do Brasil aos retratos épicos de Sebastião Salgado, passando pelas lentes que flagraram Canudos, Lampião, ditaduras, êxodos e florestas — cada imagem aqui não é só um registro. É testemunha. É denúncia. É poesia.Entre Daguerre e Benjamin Abrahão, entre a câmera e o caos, desfilam fotógrafos que congelaram instantes que ainda queimam: a menina do napalm, o monge em chamas, o abutre à espreita. E quem disse que uma foto vale mil palavras… nunca viu uma que valia mil lágrimas.Prepare o olhar — e o coração. Porque hoje a História não vai ser contada: vai ser revelada.APOIE o programa: APOIA.SE - https://apoia.se/nosnahistoriaSIGA-NOS no Instagram: @nosnahistoria_@buenasideias@lucianopotter @arthurdeverdadePatrocínio:TRADUZCA - https://www.traduzca.com/LIVROS INDICADOS NO EPISÓDIO - UM LIVRO - https://www.livrarianosnahistoria.com.br
Antonio Locicero"Cubana"Edizioni Clichyhttps://edizioniclichy.it/libro/cubana/La città dei lettoriSabato 7 giugno 2025, ore 19:30Antonio Locicero con Gabriele Ametrano"Cubana" Edizioni Clichyhttps://www.lacittadeilettori.it/Cubana è un viaggio per immagini nell'anima di Cuba, tra luci e ombre, colori vibranti e favolosa decadenza. Un percorso visivo tra strade, volti, suoni e atmosfere che raccontano l'isola, lasciando spazio a suggestioni, emozioni e riflessioni. Un viaggio nel cuore pulsante di un popolo e del suo ambiente, inscindibili come la musica e la danza che ne scandiscono il tempo quotidiano.Con i contributi di Danilo Venturi, direttore dello IED di Milano e di Erick González Bello, direttore del Museo de las Parrandas, patrimonio dell'UnescoCubana è un viaggio visivo ed emozionale attraverso un parte della Grande Isola de Cuba, un racconto fatto di immagini che catturano e esplorano i contrasti vibranti dell'isola: la brillante eterogeneità delle città e dei paesi, i colori intensi e i toni decadenti, le voci e i suoni che animano le strade. Attraverso la lente dell'autore, emergono l'anima dei luoghi e l'intensità delle persone che li abitano, raccontando un equilibrio indissolubile tra Ambiente e Abitanti. Organizzato in quattro capitoli alternati – due dedicati all'Ambiente e due agli Abitanti – il libro evita una narrazione lineare per immergere il lettore in una visione d'insieme. Ogni scatto è un invito a perdersi nella danza della luce, nei dettagli delle architetture, nei gesti e negli sguardi delle persone incontrate lungo il cammino. È un viaggio senza coordinate precise, dove non importa il «dove» ma il «come» e il «perché» delle emozioni che ogni immagine suscita. Ogni immagine è un frammento di vita che racconta storie di quotidianità, portando il lettore a riflettere sul valore della diversità e sull'unicità di questa isola enigmatica. Più che un libro, Cubana è un ponte tra chi osserva e chi vive, tra chi scatta e chi è ritratto. Un'opera che celebra la musica, la danza e la cultura cubana, che pervade ogni aspetto della vita quotidiana. È un'ode a Cuba e alla sua gente, una testimonianza visiva che sa emozionare e sorprendere, restituendo la vibrante intensità di un eterno presente.Antonio Locicero è un graphic designer nato a Palermo nel 1991. Ha iniziato la sua carriera nel 2013 e dopo aver completato il corso triennale in Graphic Design presso l'Accademia di Belle Arti di Palermo si è specializzato in grafica per l'editoria presso lo IED di Firenze. Nel corso degli anni, ha collaborato con svariati clienti, concentrando la sua attenzione soprattutto nel mondo dell'arte, della cultura e della formazione. Oltre alla sua passione per il design, Antonio coltiva una profonda passione per la musica e la fotografia. Attraverso quest'ultima, cerca di comunicare emozioni, narrare storie e immortalare preziosi momenti.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Alejandro Cartagena | Ground Rules Photographer, publisher, and curator Alejandro Cartagena joined me at the 2025 Chico Review. We talk about the many different ways in which Alejandro practices photography and how much he has embraced being and editor and curator for others. Alejandro also discusses his upcoming retrospective, Ground Rules, at SFMOMA, curated by Shana Lopes along with the accompanying book published by Aperture. The show opens in September and the book is scheduled for November. https://alejandrocartagena.com — https://www.instagram.com/alexcartagenamex/ This podcast is sponsored by the Charcoal Book Club Begin Building your dream photobook library today at https://charcoalbookclub.com Alejandro Cartagena, Mexican (b. 1977, Santo Domingo, Dominican Republic) lives and works in Monterrey, Mexico. His projects employ landscape and portraiture as a means to examine social, urban, and environmental issues. Cartagena's work has been exhibited internationally in more than 50 group and individual exhibitions in spaces including the Fondation Cartier pour l'art contemporain in Paris and the CCCB in Barcelona, and his work is in the collections of several museums including the San Francisco MOMA, The J. Paul Getty Museum, The Museum of Contemporary Photography in Chicago, The MFAH in Houston, the Portland Museum of Art, The West Collection, the Coppel collection, the FEMSA Collection, Museum of Fine Arts in Houston, the George Eastman House and the Santa Barbara Museum of Art and among others. Cartagena has received several awards including the international Photolucida Critical Mass Book Award, the Street Photography Award in London Photo Festival, the Lente Latino Award in Chile, the Premio IILA-FotoGrafia Award in Rome and the Salon de la Fotografia of Fototeca de Nuevo Leon in Mexico among others. He has been named an International Discoveries of the FotoFest festival, a FOAM magazine TALENT and an Emerging photographer of PDN magazine. He has also been a finalist for the Aperture Portfolio Award and has been nominated for the Santa Fe Photography Prize, the Prix Pictet Prize, the Photoespaña Descubrimientos Award and the FOAM Paul Huff Award. His work has been published internationally in magazines and newspapers such as Newsweek, Nowness, Domus, the Financial Times, The New York Times, Le Monde, Stern, PDN, The New Yorker, and Wallpaper among others.
A Fotto vive um momento histórico. Após uma live que reuniu centenas de profissionais da imagem de todo o Brasil, a plataforma deu início a uma nova fase: mais conectada, colaborativa e voltada para o futuro da fotografia.Nesta entrevista exclusiva, Marcelo Moscato, CEO da @Fotto.Fotografos e da @AlboomPro revela os bastidores da transformação da plataforma.Alguns destaques:
Entrevista originalmente publicada em 10 de novembro de 2017. Chamam-lhe o “fotógrafo do povo e da revolução”. Ele confessa-se “um homem de coragem por trás de uma máquina”. Aos 82 anos, Eduardo Gageiro conta a sua história e as histórias do país que documenta desde os 12 anos, quando tomou de empréstimo uma máquina de plástico do irmão. Numa época em que ser fotógrafo de jornais era tantas vezes ser um mero “bate-chapas” do sistema, Gageiro arriscou ir além: revelou o Portugal a preto e branco de Salazar, a tragédia das cheias de 1967 (que aconteceu há 50 anos), esteve na linha da frente do 25 de Abril, registou o atentado nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, ou as glórias de Eusébio e Amália. Nesta conversa, Gageiro faz contas à vida, à doença e à solidão, assume um certo mau feitio, mas assegura que “nunca foi mau para ninguém” e espera “durar mais dois anitos” para ver a inauguração da sua Casa da Imagem. Para ouvir neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ilaria Bonacossa"Meriggiare pallido e assorto"Eugenio Montale: 100 immagini per i 100 anni di Ossi di Seppia.Palazzo Ducale, Genova - fino al 29 giugno 2025https://palazzoducale.genova.it/mostra/2025-meriggiare-pallido-e-assorto/Mostra a cura di Ilaria Bonacossa e Paolo Verri con Michela Murialdo.Una co-produzione a cura di Fondazione Arnoldo e Alberto Mondadori, Palazzo Ducale di Genova ed Electa.Realizzata grazie al contributo concesso mediante l'Avviso pubblico Strategia Fotografia promosso dalla Direzione Generale Creatività Contemporanea del Ministero della Cultura.Catalogo: ElectaA 100 anni dalla prima pubblicazione di Ossi di seppia, la Fondazione Arnoldo e Alberto Mondadori in collaborazione con la Fondazione Palazzo Ducale di Genova organizza la mostra Meriggiare pallido e assorto. Eugenio Montale: 100 immagini per i 100 anni di Ossi di Seppia. Fotografie di Iole Carollo, Anna Positano, Delfino Sisto Legnani. Ossi di seppia è uno dei testi poetici che hanno segnato l'intero Novecento non solo italiano, ridefinendo il ruolo della poesia nei confronti della realtà, nei confronti della quale, come scrive Gianfranco Contini, Montale non ha nessuna certezza.Qualcosa del genere sta accadendo oggi alle immagini, allo status stesso del vedere: se ne discuterà insieme a tre giovani talenti della fotografia italiana – Iole Carollo, Anna Positano e Delfino Sisto Legnani – che, prendendo spunto dal capolavoro montaliano, realizzeranno 99 scatti originali che verranno offerti al pubblico di Palazzo Ducale di Genova. Le fotografie saranno la parte principale di una mostra che includerà anche edizioni originali (messe a disposizione da Fondazione Arnoldo e Alberto Mondadori e da Beppe Manzitti, collezionista di Edizioni Originali di Letteratura italiana del Novecento), appunti, diari, fotografie d'epoca che tracceranno il percorso poetico che dalla prima edizione degli Ossi porta al 1975, anno in cui a Montale viene attribuito il Premio Nobel per la letteratura.L'evento del Nobel avrà un concreto approfondimento grazie alla documentazione di Epoca e alle foto originali di Domenico Porzio che accompagnò alla proclamazione il poeta genovese.In occasione della mostra si svolgerà un “public program” molto intenso, condiviso con l'Università di Genova e con il Comune di Genova, che avvieranno nell'occasione un percorso di visita en plein air dei luoghi montaliani.La mostra sarà a ingresso gratuito ed è realizzata grazie al contributo concesso mediante l'Avviso pubblico Strategia Fotografia promosso dalla Direzione Generale Creatività Contemporanea del Ministero della Cultura. ll catalogo sarà a cura di Electa.Iole Carollo (1977) è una fotografa e ricercatrice indipendente con una formazione in archeologia, con una laurea in Conservazione dei Beni Culturali e una specializzazione in Archeologia Minoica e Micenea. La sua pratica fotografica esplora l'incontro tra antico e contemporaneo, con un'attenzione particolare alla rappresentazione della storia umana attraverso l'arte e l'archeologia. Collabora con istituzioni pubbliche e private e con artisti contemporanei, realizzando campagne fotografiche, cataloghi d'arte e pubblicazioni scientifiche nel campo archeologico e artistico. I suoi interessi abbracciano l'esoeditoria, i processi comunitari e la forma archivio. Nel 2021 è stata selezionata dall'ICCD per documentare il patrimonio culturale del Sud Italia nel progetto PON Itinerari Digitali. È stata anche invitata come fotografa/artista nel 2022 per il progetto europeo FitForThem, all'interno del Workshop CreaLab organizzato dalle università di Valencia, Palermo e Opole, dove ha condiviso la propria riflessione sulla migrazione. Le sue fotografie sono state pubblicate in riviste come Il Venerdì de La Repubblica, Il Giornale dell'Arte, Il Corriere della Sera, Artribune, Annali della Scuola Normale Superiore di Pisa e sono presenti in collezioni private e istituzionali, tra cui il Polo Regionale di Palermo per i Parchi e i Musei Archeologici, Museo Antonino Salinas. Co-fondatrice di Église, associazione culturale che promuove la cultura visiva, è inoltre parte del festival Zines Palermo dal 2019.Anna Positano è una fotografa e ricercatrice indipendente con una formazione in architettura. Il suo lavoro si concentra sui paesaggi alterati dall'uomo da una prospettiva materialista ed esplora l'anti-capitalismo, le teorie postcoloniali e l'ecologia. Oltre alla sua attività di ricerca, lavora su commissione per architetti, riviste e istituzioni. È socia fondatrice dello Studio Campo.Delfino Sisto Legnani, dopo essersi laureato in Architettura, ha iniziato a lavorare come fotografo freelance per le più importanti riviste e giornali indipendenti e istituzionali. Grazie al suo originale punto di vista e ad un approccio progettuale all'obiettivo fotografico, con i suoi colleghi di DSL Studio sono diventanti un punto di riferimento internazionale per la fotografia di architettura e design. In alternanza tra reportage, fotografia di architettura e still life, i suoi progetti personali sono stati premiati ed esposti in musei e istituzioni come la Biennale di Venezia, the Victoria & Albert Museum in London, Triennale di Milano, Chicago Architecture Biennale, Manifesta 12, MAXXI, nonché in numerose gallerie e mostre"Meriggiare pallido e assorto"Electa www.electa.itIl volume Electa accompagna la mostra Meriggiare pallido e assorto. Eugenio Montale: 100 immagini per i 100 anni di Ossi di seppia (13 maggio - 29 giugno 2025) organizzata da Fondazione Arnoldo e Alberto Mondadori, Palazzo Ducale Fondazione per la Cultura ed Electa, promossa da Regione Liguria e Comune di Genova. Il progetto è sostenuto da Strategia Fotografia 2024, promosso dalla Direzione Generale Creatività Contemporanea del Ministero della Cultura in occasione del centenario della raccolta di Eugenio Montale. A partire dalle sue poesie, tre fotografi hanno accettato la sfida di ‘dialogare' con il poeta ligure, puntando l'obiettivo sui suoi luoghi, reali e lirici. Come anche Ugo Mulas fece quando nell'estate 1962 realizzò una serie di scatti di paesaggio, confrontandosi con Ossi di Seppia.Iole Carollo, Anna Positano, Delfino Sisto Legnani hanno dato una rilettura visiva delle poesie di Montale con tre proposte divergenti per linguaggi, approcci e sensibilità che ha determinato una meditazione fotografica che si muove tra fedeltà e interpretazione, attualità e memoria, paesaggi reali e interiori. Il libro e la mostra puntano così ad approfondire il rapporto tra poesia e immagine, parola e visione; a riflettere sull'ispirazione reciproca delle due ‘arti' e al contempo sulla loro autonomia sollevando questioni radicate ma attuali attorno concetti di ‘descrizione, ‘interpretazione', ‘illustrazione' nel confronto tra verbale e visivo.I saggi critici in catalogo di Marcello Ciccuto e Elio Grazioli delineano inoltre lo sguardo montaliano, col suo rapporto problematico con la fotografia ma anche le risonanze tra poesia e paesaggio: se da un lato Montale diffidava della fotografia intesa come mera riproduzione, dall'altro i suoi componimenti sono attraversati da immagini potenti, sintetiche, essenziali; un'estetica che oggi trova nuovi interlocutori nello sguardo dei tre fotografi.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Desde a eleição de Donald Trump, era certo que homem mais rico do mundo teria uma posição de destaque no governo americano. Elon Musk, de fato, assumiu o cargo especial de conselheiro e líder do Departamento de Eficiência Governamental (conhecido pela sigla em inglês DOGE). Mas, cinco meses depois, ele deixa a função com a imagem desgastada. Musk anunciou a saída do governo na noite de quarta-feira (28), dois dias antes da data limite prevista para quem ocupa seu cargo, de 130 dias. Neste período, o bilionário acumulou brigas com figuras do alto escalão da gestão Trump, viu o lucro e o valor de mercado de suas empresas derreterem e ficou longe de cumprir sua maior promessa ao assumir o DOGE: ele queria cortar o déficit público em USS 2 trilhões, mas conseguiu uma economia de US$ 175 bilhões. Para explicar o que deu errado na administração Musk, o que deve acontecer com o programa de corte de gastos nos EUA e como fica a relação dele com Donald Trump, Natuza Nery entrevista com Mauricio Moura, professor da Universidade George Washington, nos Estados Unidos. "Todo mundo se questionava como é que os egos do Trump e do Musk iam conviver. A aposta generalizada foi justamente o que aconteceu, que não ia durar", resume. Na conversa, Mauricio comenta também as ofensivas de Trump sobre as universidades e os estudantes estrangeiros, em especial os chineses, o vaivém do tarifaço e o status da baixa popularidade do presidente americano.
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