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Fotografia z jazdy s prezidentom Alijevom či obdivovanie pištole od Erdogana nepôsobia dôstojne, hodnotia posledné cesty Petra Pellegriniho komentátori Denníka N. Editor Rastislav Kačmár a komentátor Roman Pataj v rozhovore s reportérom Dušanom Mikušovičom rozoberajú udalosti posledného týždňa: kúpu Unionu Dôverou, rozhodnutie o bratislavskej spaľovni, kampaň Jozefa Ráža aj posledný vývoj na Ukrajine.
O Ensaio Geral vai de férias, mas sem antes deixar sugestões para o verão. Livros, música e exposições fazem o cartaz do programa desta semana, em que começamos por visitar o renovado museu Gulbenkian. Seguimos para uma exposição da fotógrafa Vivian Maier no Centro Português de Fotografia, no Porto; e falamos com Luísa Sobral sobre o livro "Da minha janela". Espaço também para um documentário sobre o Teatro Nacional D. Maria II e os destaques semanais de Guilherme d'Oliveira Martins.
“Os anjos da Meia-noite”(1870) é poema de Castro Alves (1847-1871) no livro Espumas Flutuantes de sua veia lírico-amorosa. Quando o assunto é produção literária castroniana somos logo tentados a pensar em sua feição social-humanitária. “Os anjos da Meia-Noite”, contudo, vem nos mostrar o quanto o jovem amou. Ele cita várias mulheres no poema, que é composto por uma espécie de prólogo “Fotografia" e depois tem mais oito partes, em cada qual, citando as suas diferentes amadas, sempre como “sombras”. Teriam todas elas morrido ou apareceriam-lhe apenas como lembranças de um longínquo passado, na ideia de sombras? O fato é que as memórias se despertam na insônia, em uma noite atormentada de passagens lúgubres e fúnebres. “Os anjos alvos passam em longa procissão (…) vão desfilando assim”: 1ª sombra: Marieta; 2ª sombra: Bárbora; 3ª sombra: Ester; 4ª sombra: Fabíola; 5ª e 6ª sombras: Cândida e Laura; 7ª sombra: Dulce; 8ª sombra: último fantasma, que lhe aparece e começa com interrogações: “Quem és tu?” Após desenvolver as emoções, ele afirma ser o ideal que a alma espera, talvez a morte. "Os Anjos da Meia-Noite" (1870) é famoso poema de Castro Alves marcado pelo tom confessional e alucinatório. O texto retrata uma noite de insônia em que o eu-lírico alucina e vê "anjos" desfilarem como fantasmas de antigos amores. Ele mescla sensualidade, melancolia e a iminência da morte, buscando reviver essas paixões do passado. O texto é assinado em Santa Isabel, agosto de 1870. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
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Você é Microempreendedor Individual (MEI) e possui dívidas? O programa Desenrola Brasil MEI pode representar uma oportunidade importante para regularizar débitos inscritos na Dívida Ativa da União, com descontos, parcelamentos e condições especiais.Mas existe uma reflexão que vai muito além da renegociação.Neste vídeo, PhD Reinaldo Domingos explica por que renegociar uma dívida pode aliviar a pressão financeira, mas não é suficiente para transformar a vida do empreendedor se o comportamento financeiro continuar o mesmo.Ao longo do conteúdo, você entenderá por que misturar as finanças da empresa com as finanças da família é um dos erros mais comuns entre os microempreendedores, como a Educação do Comportamento Financeiro pode ajudar na gestão do negócio e de que forma a Metodologia DSOP contribui para construir um empreendimento mais saudável e sustentável.Se você é MEI ou conhece alguém que empreende, este vídeo pode ajudar a enxergar a renegociação como um novo começo — e não apenas como uma solução temporária.Neste vídeo você vai descobrir:✔️ Como funciona o Desenrola Brasil MEI.✔️ Quem pode participar do programa.✔️ Por que renegociar dívidas não basta.✔️ Os erros financeiros mais comuns dos microempreendedores.✔️ Como a Metodologia DSOP ajuda a fortalecer a gestão financeira do negócio.
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Abul Mogard & Rafael Anton Irisarri - Where Light Pauses in the Silence of the Sun - Over the DomesHalftribe - Disappear in Silent Ways - ListenHalftribe - Disappear in Silent Ways - Tyto AlbaKlara Lewis - Opening - Ta Min HandArd Bit - Juxtaposed - Always NowCaterina Barbieri & Bendik Giske - At Source - Persistence, BudsLusine - Melting Days - PendulumAmbrose Akinmusire & Mary Halvorson - Slo-Mo Neon Luminate Hoverings - Prelude in the AshDjRUM - Portrait with Firewood - Creature, Pt. 1 (feat. Zosia Jagodzinska)Kevin Richard Martin - 'Sub Zero - Refractions' (The Bug / Ghost Dubs Remixes) - Too Human (The Bug Remix)Gas - November 89 - Nah Und FernAcid Acid - The Radio Under the Stars - Side A (excerto)(Last Show July 14)Fotografia de Alípio Padilha
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Il sociologo Giovanni Semi, nel suo libro È il capitalismo, bellezza. L'estetica all'assalto delle città edito da Einaudi, racconta come il capitalismo incoraggi oggi una continua estetizzazione della realtà che sta trasformando il nostro modo di vivere e intendere lo spazio urbano. La nebbia di Rio (Accento) è il romanzo di esordio dell'autore italopachistano Sarvish Wahhed. È una storia di amicizia, fragilità e ricerca di identità in una provincia emiliana grigia e opprimente. La nuova direttrice artistica del festival di fotografia Cortona on the move, Renata Ferri, racconta la sua scelta di dedicare l'intera programmazione all'Italia. La Fondation Beyeler di Basilea, un museo progettato da Renzo Piano, viene trasformato dall'artista francese Pierre Huyghe in un grande organismo vivente in cui interagiscono esseri viventi , macchine e intelligenze artificiali.CONGiovanni Semi, sociologoSarvish Waheed, scrittoreRenata Ferri, giornalista e curatriceLeonardo Merlini, giornalista di Aska news che collabora con InternazionaleCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
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Tem filme que demora para engrenar. E tem filme que, em poucos minutos, já te sequestra pela gola e não solta mais. É sobre esse tipo raro de abertura que este episódio conversa, daquelas que dizem tudo o que precisam dizer e ainda deixam um mistério no ar para fisgar a audiência.Neste papo, o time do Cinemação passeia por aberturas que viraram aula de cinema, de Matrix, com sua Trinity fugindo da polícia e sumindo no telefone como quem acabou de dobrar a realidade, até O Senhor dos Anéis, que condensa séculos de história em poucos minutos e ainda te entrega a grandiosidade épica sem perder o coração da fantasia. Tem também O Agente Secreto, Central do Brasil, Psicose, Tubarão, Jurassic Park, Star Wars, Pânico e, claro, a abertura insana de Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, que parece um curta dentro do filme e já chega humilhando meio universo audiovisual por aí.Rafael Arinelli, Domenica Mendes e Rodrigo Basso entram nessa disputa deliciosa para discutir o que faz uma abertura ser memorável: atmosfera, tensão, impacto emocional, identidade cultural ou pura genialidade técnica.No fim das contas, a pergunta é simples. Quem não te prende no começo merece mesmo seu tempo?• 04m10: Pauta Principal• 1h14m29: Plano Detalhe• 1h27m29: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos:• André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Do): Série: Paradise• (Do): Série: A Origem• (Basso): Filme: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso• (Basso): Série: The Rookie• (Basso): Animação: Avatar: A Lenda de Aang• (Rafa): Série: Brasil 70Edição: ISSOaí
Dziś rozmawiałam z fotografką specjalizującą się w dokumentowaniu procesów twórczych rzemieślników i artystów. Bonifacja.foto podzieliła się swoją podróżą od profesjonalnej instruktorki tańca do fotografa. Opowiedziała o swoim podejściu do uwieczniania autentycznych zakulisowych momentów w studiach artystów, podkreślając znaczenie pokazywania bałaganu i rzeczywistych procesów, a nie doskonałej, wyselekcjonowanej treści.Rozmowa dotyczyła profesjonalizacji branży handmade, a Bonifacja.foto opisała proces konsultacji oraz strukturę cenową sesji reportażowych z procesów kreatywnych. Rozmawiałyśmy o rosnącym zapotrzebowaniu na profesjonalne sesje fotograficzne w miarę rozwoju biznesu, wpływie treści generowanych przez sztuczną inteligencję na branżę oraz wartości autentycznej dokumentacji nad ogólnymi materiałami promocyjnymi. Wywiad zakończył się dyskusją na temat zbliżającej się wrześniowej konferencji.tutaj kilka słów od samej gościni:"Cześć! Jestem Bonifacja i jako fotografka pokazuję polskichrękodzielników, artystów i przedsiębiorców z ich najlepszejperspektywy. Fotografuję prawdziwe procesy twórcze; dłonie, spodktórych wychodzą dzieła sztuki; miejsca, w których biją serca biznesówi ludzi, którzy stoją za tym wszystkim.Znajdź mnie na instagramie: https://www.instagram.com/bonifacja.foto/ "--------Chcesz prowadzić warsztaty rękodzieła lub robisz to od lat i szukasz środowiska wzrostu - zaglądaj tutaj: PROWADŹ WARSZTATY RĘKODZIEŁA PO MISTRZOWSKUTen odcinek to część serii odliczającej do wrześniowej konferencji dla rękodzielniczek:https://oplotki.pl/handmade-biz-summit-2026/Więcej podobnych treści w BIBLIOTECE:https://oplotki.pl/produkt/biblioteka-akademii-rekodzielnika-wszystkie-biznesowe-materialy-dla-tworcow-handmade-razem/Tam również te niepublikowane odcinki podcastów, nagrania szkoleń stacjonarnych, masterclassów online, kompleksowych kursów (np. wyceny, prowadzenia warsztatów rękodzieła), porad specjalistów (księgowość dla rękodzielników, aspekty prawne) i wieeeele więcej - WSZYSTKO, co może Cię wesprzeć w prowadzeniu biznesu w oparciu o rękodzieło lub rzemiosło.Chcesz wesprzeć ten podcast?Tutaj znajdziesz link do dobrowolnej zrzutki, która pomaga finansować ten projekt:https://suppi.pl/oplotkiChcesz zasponsorować dany odcinek lub serię odcinków wykupując promocję dla TWOJEJ DZIAŁALNOŚCI w tym podcaście?Pisz: agnieszka@oplotki.pl
A cidade de Arles, no sul da França, se prepara para mais uma temporada como vitrine privilegiada da fotografia mundial. Sob o tema "Mundos para reler", são mais de 40 exposições espalhadas pela cidade, conhecida por importantes monumentos romanos e que também serviu de inspiração para Van Gogh. Os Encontros de Arles acontecem de 6 de julho a 4 de outubro. Patrícia Moribe, em Paris Na programação oficial, o fotógrafo carioca Gui Christ participa da coletiva "Nous ne sommes pas seuls – Images extraterrestres" (Não estamos sozinhos – Imagens extraterrestres). Apresentada na seção Croisière, a mostra tem curadoria de Philippe Baudouin e explora a "cultura da dúvida visual" por meio de arquivos da NASA e de obras contemporâneas que investigam o fenômeno dos OVNIs. Gui Christ contribui com imagens realizadas no Vale do Amanhecer, um complexo espiritual próximo a Brasília que reúne doutrinas de diferentes tradições em um cenário visualmente instigante, semelhante a um parque temático futurista e místico. "Fiz esse trabalho para a National Geographic em 2018. O Vale do Amanhecer é uma religião brasileira fundada por Tia Neia, uma médium, na década de 1960 em Planaltina, Goiás. É uma religião que possui uma característica muito presente na religiosidade brasileira, a capacidade de reunir diferentes tradições espirituais, diferentes formas de compreender o mundo", explica. "Dentro dessa religião, convivem referências do cristianismo, do espiritismo, dos saberes indígenas, de religiões afro-brasileiras e também a crença em extraterrestres. Mais do que fotografar a religião e as pessoas, o que me interessou foi entender como a fotografia pode tornar visíveis mundo que existem para além do olhar ocidental", acrescenta Gui Christ. Na categoria Prêmio Descoberta Fondation Louis Roederer 2026, o laboratório La.Ima, coordenado em Paris por Ioana Mello e Oleñka Carrasco, apresenta o trabalho do senegalês Souleymane Bachir Diaw. Sua série, intitulada "Sutura", será exibida no espaço Monoprix e investiga as "verdades não ditas" presentes nas estruturas patriarcais. Segundo a curadora Ioana Mello, o projeto aborda a masculinidade no Senegal e como ela "se revela dentro da estrutura patriarcal familiar e no deslocamento do artista, que hoje mora em Paris; de como ele vê essas verdades a partir desse novo olhar, desse novo contexto". Utilizando tecidos e imagens performáticas, a obra propõe uma "reparação das feridas íntimas e sociais". No festival Arles OFF, Carolina Arantes apresenta "First Generation". Com curadoria de Denise Camargo e Azu Nwagbogu, a mostra é resultado de uma pesquisa sobre mulheres francesas de ascendência africana. O projeto reúne depoimentos e entrevistas das mulheres retratadas, com design sonoro de Isadora Dartial e mixagem de Sulivan Clabaut. "O trabalho é sobre como essa identidade vai sendo construída por meio da vida privada delas, no cotidiano. É sobre como o espaço público da história de um país e a vida pessoal dessas mulheres se encontram nesse processo de construção de uma França contemporânea", explica Carolina Arantes. A exposição combina esses registros sonoros a retratos íntimos, arquivos de família e fotografia documental, criando um mosaico das pessoas que definem a nova geração da sociedade francesa. A Associação Iandé, organização francesa que estabelece pontes entre a fotografia brasileira e a Europa, organiza exposições imersivas de artistas brasileiras sob o tema "Os Arquivos e o Íntimo", com curadoria de Gláucia Nogueira e Jonathan Pierredon. "A partir de arquivos pessoais, Rochelle Zandavale, Melissa Flores e Luciana Petrelli constroem narrativas onde a memória vira imagem e o privado conversa um pouco a história coletiva. Também há uma série chamda 'I've Never Been to Japan', que fala sobre a imigração japonesa no Brasil a partir de arquivos pessoais. É uma forma também de celebrar o bicentenário da fotografia", explica Gláucia Nogueira. Retrospectivas e atividades paralelas A 57ª edição do festival propõe uma imersão em narrativas que atravessam o continente africano e a região do Mediterrâneo para questionar identidades e histórias. Além dos destaques individuais, o evento reúne grandes nomes da fotografia contemporânea e histórica, como Omar Victor Diop e Lee Shulman (com o projeto The Anonymous Project – Being There), Clément Cogitore (Memory Palace), além de mostras dedicadas a Paul Kodjo, Rebekka Deubner e Orianne Ciantar Olive. Há também novas releituras de nomes consagrados, como William Klein e Harry Gruyaert. O festival organiza ainda uma ampla programação paralela voltada tanto para profissionais quanto para amadores, incluindo leituras de portfólios, prêmio de edição, feira de livros, além de debates e conferências.
Tres filles i una mare, quatre dimonis per a un pare. Crítica teatral de l'obra «La truita», de Baptiste Amann. Traducció i adaptació: Carles Batlle. Intèrprets: Jordi Boixaderas, Júlia Bonjoch, Marc Bosch, Sara Espígul, Tai Fati, Miranda Gas, Arnau Puig i Emma Vilarasau. Escenografia i disseny de vestuari: Albert Pascual. Disseny de llums: Guillem Gelabert. Disseny de so: Guillem Rodríguez. Disseny audiovisual: Francesc Isern. Cap tècnic: Ap7 projectes tècnics Enric Alarcón. Tècnic de so i audiovisuals: Roger Giménez. Cap tècnic Teatre Poliorama: Roc Ibàñez. Tècnics Teatre Poliorama: Justo Gallego i Roger Arjona. Construcció d'escenografia: Carles Piera - Pascualín Estructures. Caracterització: Esther Carbonell. Treball de text: Carles Batlle i Ferran Utzet. Regidoria: Pol Quintana - Carol Ibarz. Ajudant d'escenografia: Mercè Lucchetti. Alumna en pràctiques: Emma Pons. Amb la participació especial (veu en off): David Verdaguer. Fotografia promocional: Marta Mas. Disseny gràfic: Queralt Guinart. Vídeo promocional i fotos d'escena: Gusto Audiovisual. Premsa: Mima Garriga. Comunicació Teatre Poliorama: Ivan Danot, Laia Sanz i Carlos Zaragoza. Comunicació BItò: Bea Moyano i Mariona Gómez. Direcció de producció: Josep Domenech. Cap de producció: Blanca Arderiu. Producció executiva: Macarena Garcia. Comunicació: Bitò. Una producció de: Bitò, Teatre Poliorama i Grec 2026 Festival de Barcelona. Amb la col·laboració del Teatre Principal de Terrassa. Amb el suport de la Generalitat de Catalunya. Agraïments: Sergi Belbel, Mònica Molins, Joana Ricart Arderiu, Backstage BCN (Núria Soteras i Marc Lahilla). Ajudanta de direcció: Gina Surià. Direcció: Ferran Utzet. Festival Grec 2026. Teatre Poliorama, Barcelona, 30 juny 2026. Veu: Andreu Sotorra. Música: Boig per tu. Interpretació: Sau. Composició: Pep Sala. Àlbum: Quina nit, 1990.
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Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, Leo Saldanha analisa o cenário atual do mercado fotográfico, cruzando inteligência artificial, posicionamento, inovação, equipamentos, fotografia analógica, cultura visual e novas oportunidades de negócio.A conversa passa por temas como a crise dos discursos genéricos na fotografia, o avanço da IA no software e no hardware, a compra da Topaz Labs pela Adobe, o crescimento da fotografia esportiva, o retorno do analógico, novas plataformas de nicho, lançamentos de câmeras e o papel da assinatura visual em um mercado cada vez mais competitivo.Mais do que acompanhar notícias, a proposta é entender o que esses movimentos revelam sobre valor, percepção, diferenciação e futuro da fotografia profissional.Conheça Mapa Rumo - https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026Encare o Desafio Rumo - https://www.enfbyleosaldanha.com/post/desafio-rumo-fotografos-oferta-comunicacao-valorC.A.O.S. Fotográfico é uma análise sobre fotografia, inteligência artificial, negócios, cultura visual e as mudanças que afetam quem vive de imagem.Para acompanhar mais análises sobre fotografia, IA, mercado, marketing e posicionamento, acesse:https://www.enfbyleosaldanha.comNovidade: uma nova forma de entrar para a comunidade. Conheça Fotograf.IA Essencial: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotograf-ia-essencial-ia-negocios-inovacao-fotografosEste conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
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Bystrzyca na Zaolziu przypomina postać człowieka, który przez dekady dokumentował życie mieszkańców i krajobraz dawnego Śląska Cieszyńskiego. W miejscowym kompleksie szkolnym powstała niezwykła plenerowa ekspozycja – „Uliczka Karola Kalety”, poświęcona legendarnemu fotografowi XX wieku, którego zdjęcia dziś są bezcennym zapisem historii regionu. Odwiedzamy to wyjątkowe miejsce i rozmawiamy z Ireną Cichą – pomysłodawczynią ekspozycji, która opowiada o dorobku Karola Kalety, znaczeniu jego archiwum oraz o tym, dlaczego fotografie sprzed dziesięcioleci pomagają mieszkańcom odkrywać własne korzenie. To opowieść o pamięci, lokalnej tożsamości i niezwykłym dziedzictwie zapisanym na szklanych negatywach.
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No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Caroline Castro,especialista em posicionamento e construção de comunidade, e Daniel Rabelo, zootecnista e referência em gestão pecuária com mais de 2.000 produtores formados pelo método Da Lida ao Lucro Planejado.Caroline estava no auge. A maior operação da vida, o maiorlançamento, o maior faturamento. E no exato momento em que o carrinho abriu e os sinos tocavam comemorando as vendas, ela saiu pelo corredor, sentou no puff da agência e sentiu uma tristeza que não conseguia explicar. Foi pra casa,tirou os cílios, dormiu no sofá. E no dia seguinte, comunicou para a equipe que não haveria lançamento de janeiro. Começavam os 9 meses sabáticos.Nesse período ela casou, voltou a praticar atividade física,mudou de nicho, reconstruiu a identidade e voltou para o digital como sua melhor versão, sem performance.Daniel chegou ao digital pelo outro lado do mapa: o campo.Zootecnista de formação, construiu autoridade ensinando pecuaristas a tratarem suas fazendas como empresas, com foco em lucro, previsibilidade e estratégia.No Kiwicast, eles falaram sobre:● Por que Caroline parou tudo no maior lançamento da sua vida e o que aprendeu com isso● Como foi a transição de nicho e a reconstrução de identidade após 9 meses sabáticos● Por que nem todo crescimento é saudável e onde está a linha entre expansão e autodestruição● Como construir e liderar uma comunidade de verdade no digitalAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Você já parou para pensar que pode estar ficando mais pobre mesmo trabalhando, economizando e até investindo?Neste vídeo, Reinaldo Domingos explica como a inflação, a perda do poder de compra e a valorização de moedas mais fortes impactam diretamente a vida financeira das famílias brasileiras.Entenda por que apenas guardar dinheiro nem sempre é suficiente, como a desvalorização da moeda afeta seu patrimônio e quais atitudes podem ajudar a proteger seus sonhos e sua independência financeira no longo prazo.A verdadeira prosperidade não depende apenas de quanto você ganha, mas do que faz com o seu dinheiro ao longo do tempo.Conheça a DFLIX, o primeiro streaming de Educação Financeira do Brasil: https://dflix.com.br/
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Max Richter - Infra - Richter: Journey 2 Lawrence English - The Rest Is My Ghost - One Line SkyMax Richter - Infra - Richter: Infra 1Alex Somers - NiaFW/OtLCO - Blue Ending (NiaFW/OtLCO)Vito Gatto - TIDAL SHIFTS - REIMAGINE (EP) - IntroimmersionMarconi Union - Multiforms: Ambient Transmissions, Vol. 3 - Multiform VIRunaway Horses - I Am the Light - Specs of Light Félicia Atkinson - Sans Visage - Sans Visage IVOlivier Alary - Vestiges - Movement IHolland Andrews x Methods Body - REMAIN - OriginTaylor Deupree · Kalia Vandever · Thomas Morgan - Peace Anthems - Wither Light and AiryNils Petter Molvær - Be Quiet - Berlin-orbit 4 (feat. Alva Noto)(Last Show June 23)Fotografia de Alípio Padilha
"LA MONTAGNA NEGLI OCCHI. Sguardi di una comunità alpina" è il progetto della fotografa professionista Giulia Bellezza, iniziato nel 2017, che raccoglie una serie di ritratti degli abitanti e dei luoghi di Macugnaga, piccolo borgo incastonato ai piedi del Monte Rosa.Accostando i volti alle immagini del paesaggio e agli elementi naturali della valle, l'autrice costruisce una narrazione visiva che restituisce il senso di appartenenza e la memoria collettiva di una comunità. Anche quando il Monte Rosa non compare direttamente, la sua presenza è costante: si riflette nella fierezza degli sguardi, nella solidità delle posture, nell'energia impressa sui volti di chi ha sempre vissuto in simbiosi con la montagna. Il lavoro di Giulia Bellezza si colloca nel solco della grande tradizione del ritratto fotografico, trasformando ogni scatto in un incontro rivelatore tra fotografo e soggetto. La fotografa instaura un rapporto intimo con le persone, cercando nei loro occhi la traccia di una storia condivisa, fatta di resistenza, trasformazione e legame con il territorio. Per far esprimere al meglio e non solo mostrare l'essenza di ogni individuo, Bellezza insegna la posa fotografica, uno strumento potentissimo per esprimere il proprio carattere attraverso il corpo.Scopri il progetto qui_______________________________________________________________________________Impara italiano con noi:Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/italian-time-zone-l-italiano-con-la-storia--5159377/support.
Giovedì 18 giugno, a Millevoci, ospiteremo Marco Colombo, fotografo naturalista, Emilio Mancuso, biologo e divulgatore scientifico, e Pietro Formis, fotografo subacqueo. Sarà una puntata dedicata alla meraviglia del mondo sommerso e al rapporto, sempre più importante, tra osservazione, conoscenza e tutela dell'ambiente marino.Partiremo dal nuovo libro appena uscito per Apogeo, scritto da Pietro Formis e Marco Colombo, Fotografia subacquea: una guida completa che accompagna il lettore alla scoperta delle tecniche, degli strumenti e dell'approccio necessario per raccontare il mare attraverso le immagini. Un volume pensato per chi vuole avvicinarsi alla fotografia subacquea, ma anche per chi desidera capire meglio la complessità e la bellezza della vita sotto la superficie dell'acqua.Nel corso della puntata parleremo anche, in modo più ampio, di animali marini: delle loro abitudini, delle loro fragilità e di come comportarci correttamente quando li incontriamo durante i nostri viaggi al mare. Un'occasione per imparare a osservare senza disturbare, conoscere senza invadere e avvicinarsi al mare con maggiore consapevolezza e rispetto.
Compor uma imagem é organizar o mundo através da intuição. Venha entender como a fotografia documental se tornou uma ferramenta vital de resistência, identidade e afeto na cultura brasileira.VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisTexto original: Guilherme MacielAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Camila Mantovani
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Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, Leo Saldanha analisa como a inteligência artificial deixou de ser apenas uma novidade técnica e passou a interferir diretamente na percepção de valor da fotografia.A conversa passa pela mudança no comportamento do consumidor, pela pressão sobre entregas medianas, pelo crescimento dos serviços híbridos, pela importância do bastidor autoral e pela necessidade de o fotógrafo assumir um papel mais amplo como especialista em imagem.O episódio também conecta movimentos recentes do mercado, como a disputa entre DJI e Insta360, a perda de força da GoPro, o retorno das câmeras compactas entre jovens, os modelos de venda e comunidade na fotografia e exemplos históricos que ajudam a pensar autoria, autenticidade e relevância.Mais do que listar ferramentas, o episódio propõe uma pergunta central: por que alguém escolheria um fotógrafo quando parte da imagem já pode ser criada com IA?A resposta passa por experiência, visão, direção, atendimento, presença humana e capacidade de transformar imagem em valor.C.A.O.S. Fotográfico é uma série de comentários e análises sobre mercado, inovação, inteligência artificial, negócios e cultura visual para quem vive da fotografia e da imagem.Nesta quarta (17/6) às 20:30. O momento e o futuro da IA na fotografia - https://www.enfbyleosaldanha.com/post/momento-futuro-fotografia-com-iaPara acompanhar mais análises sobre fotografia, IA, mercado, marketing e posicionamento, acesse:https://www.enfbyleosaldanha.comNovidade: uma nova forma de entrar para a comunidade. Conheça Fotograf.IA Essencial: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotograf-ia-essencial-ia-negocios-inovacao-fotografosEste conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
E se o final mais perturbador dos anos 90 existir porque um produtor enviou o documento errado por engano? Pois é exatamente isso o que aconteceu com Seven, e David Fincher não deixou ninguém mudar nem uma vírgula. Brad Pitt e Morgan Freeman também bateram o pé. O estúdio tentou mandar a versão "comercial". Os três ignoraram. Trinta anos depois, é difícil imaginar que poderia ter sido de outro jeito.Mas o que torna Seven tão visceralmente insuportável de esquecer? A fotografia de Darius Khondji com retenção de prata que cria pretos tão densos que você quase sente o cheiro da cena? O design de som que não te deixa em paz nem um segundo? Ou John Doe, um assassino que não é niilista porque, para ele, tudo importa demais?Rafael Arinelli, Pedro Amaro e Bel Petit revisitam o thriller de Fincher com olhos de 2026, discutem a lesão real de Brad Pitt que entrou no roteiro, o Kevin Spacey escondido no meio do filme sem crédito, e a questão que divide o grupo até hoje: afinal, John Doe venceu ou perdeu?A caixa está esperando. Você abre?• 05m12: Pauta Principal• 1h32m33: Plano Detalhe• 1h40m00: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos:• André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Pedro): Curta: Polaroid• (Bel): Álbum: David Bowie - Outsite• (Rafa): Vídeo: Falha de CoberturaEdição: ISSOaí
En este episodio platico con Marco Millan el es un talentoso fotografo de retratos y eventos con base en Monterrey MexicoEl nos cuenta cómo empezo en la fotografia y esto lo ha llevado a tener su propio estudio de fotografia.El es un claro ejemplo de que siempre podemos aprender algo nuevo y el recomienda tomar curso presenciales de fotografia para ir creciendo y conociendo nuevas tecnicas.No se les olvide darse una vuelta por el perfil de MIllan y checar su trabajo.A el lo encuentras en Instagram:Retratos: @el_millan28#podcastenespañol #creandojuntospodcast #fotografia #retratos #arte #creaciondeimagenes
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, eu analiso alguns dos movimentos mais importantes do mercado da fotografia neste momento: o avanço da inteligência artificial, a disputa por percepção, o valor do bastidor autoral, os riscos de ações desesperadas de marketing e as mudanças no comportamento de clientes e marcas.A conversa passa por temas como Apple Intelligence no app Fotos, a reação do mercado aos novos recursos de IA, o crescimento das imagens sintéticas, o resgate do analógico, a força dos impressos, os desafios da GoPro, o papel dos CEOs na comunicação das empresas e as novas formas de aprendizado e mentoria para fotógrafos.Mais do que discutir tecnologia, este episódio propõe uma leitura estratégica: em um mercado cada vez mais instável, o valor do fotógrafo depende menos apenas da imagem final e mais da forma como seu trabalho, sua presença e sua assinatura são percebidos.C.A.O.S. Fotográfico é uma série de comentários e análises sobre mercado, inovação, inteligência artificial, negócios e cultura visual para quem vive da fotografia e da imagem.Primeiro Desafio RUMO: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/slugprimeiro-desafio-rumo-whatsapp-fotografosPara acompanhar mais análises sobre fotografia, IA, mercado, marketing e posicionamento, acesse:https://www.enfbyleosaldanha.comGrande parte do que comento aqui fica aberta no blog e nas redes. A leitura mais aprofundada, com análise de mercado, IA, negócios e decisões práticas para fotógrafos, continua dentro da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.Este conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
De 1998 até 2025, as mulheres passaram de 17% para 23% das funções-chave nos bastidores de Hollywood. Três décadas. Seis pontos percentuais. Parece pouco? Porque é pouco. Mas a história fica ainda mais perturbadora quando você descobre que, em 2025, o número de filmes protagonizados por mulheres despencou 13 pontos em relação ao ano anterior. Como um avanço pode andar tão devagar enquanto o retrocesso corre?É sobre isso que este episódio se debruça: o paradoxo de um cinema que celebra diversidade nos discursos de premiação mas mantém sets hostis, etarismo estrutural, mulheres negras praticamente invisíveis nos cargos de tomada de decisão e a direção de fotografia como lugar quase inalcançável. Por que a Noruega conseguiu elevar de 20% para 62% a proporção de diretoras em apenas um ano, e o Brasil ainda engatinha? E o que a "fábrica de empatia" do Roger Ebert tem a ver com o movimento Red Pill?Rafael Arinelli recebe Luísa Pécora e Carissa Vieira para mergulhar nos números reais, nas políticas públicas que funcionaram, nos festivais que viram vitrine de diversidade, e na pergunta que ninguém quer responder: será que o Oscar muda alguma coisa além do ciclo de notícias?A resposta vai incomodar. E precisa incomodar.• 04m56: Pauta Principal• 1h21m54: Plano Detalhe• 1h36m16: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Mostra: Mestras do Macabro• (Carissa): Filme: Em Minha Pele (2002)• (Luísa): Filme: Rapper aos 40• (Rafa): Álbum: Dominguinhos 2.0Edição: ISSOaí
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, falei sobre algumas das mudanças mais importantes que estão atravessando o mercado da fotografia neste momento.A inteligência artificial já não é uma promessa distante. Ela aparece na edição dos smartphones, na busca do Google, na criação de imagens, nos avatares realistas, nos vídeos e até na discussão sobre autenticidade. Ao mesmo tempo, cresce uma reação interessante: a valorização do analógico, da impressão, dos livros fotográficos, da assinatura visual e da presença humana por trás da imagem.Também falei sobre posicionamento, preço, personalidade, presença digital e novas formas de negócio para fotógrafos. Porque hoje não basta fotografar bem. O cliente precisa entender por que aquele trabalho importa, por que aquela experiência é diferente e por que aquele fotógrafo não pode ser comparado apenas pelo orçamento.A fotografia segue viva, mas o mercado está mais complexo. E quem vive da imagem precisa aprender a ler esses sinais antes de ser engolido por eles.Primeiro Desafio RUMO: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/slugprimeiro-desafio-rumo-whatsapp-fotografosNeste vídeo, comento temas como:Inteligência artificial na fotografiaSmartphones, Leica, Xiaomi, Huawei e edição com IAGoogle, Gemini e mudanças na buscaAdobe, bancos de imagem e canibalização pela IANFTs, C2PA e autenticação de imagensO retorno do analógico e das câmeras retrôA importância da personalidade no marketing do fotógrafoMapa R.U.M.O., Desafio R.U.M.O. e posicionamento estratégicoPor que clientes escolhem fotógrafos além do preçoPara acompanhar mais análises sobre fotografia, IA, mercado, marketing e posicionamento, acesse:https://www.enfbyleosaldanha.comGrande parte do que comento aqui fica aberta no blog e nas redes. A leitura mais aprofundada, com análise de mercado, IA, negócios e decisões práticas para fotógrafos, continua dentro da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.Este conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
Jak zrobić dobre zdjęcie w podróży? Podpowie Dawid Nowakowski, fotograf i podróżnik, znany w social mediach jako „Fotograf w podróży”. Nam opowie także o swoich wyprawach do Gruzji, w której był ponad 20 razy, do Islandii czy na Maderę.Agnieszka Krawiec, zapraszam.
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
No episódio de hoje do C.A.O.S. Fotográfico, eu comento uma semana especialmente simbólica para quem vive da imagem.A maior mudança da busca do Google em 25 anos começa a alterar a forma como profissionais, marcas, conteúdos e sites serão encontrados. A busca com IA deixa de ser apenas uma novidade técnica e passa a afetar diretamente o SEO, a visibilidade e a forma como fotógrafos precisam construir autoridade fora das redes sociais.Também falo sobre o avanço da inteligência artificial dentro dos dispositivos, com exemplos da Honor, Sony, Google e novas ferramentas de vídeo e imagem. O ponto não é apenas acompanhar tecnologia por curiosidade. É entender como essas mudanças mexem com percepção de valor, conteúdo, negócio e comportamento do cliente.O episódio também passa por temas como mercado newborn, novos talentos, blogs como hub de autoridade, comunidades, mentorias, impressão fotográfica, Sebastião Salgado, Araquim Alcântara, exposições no Brasil, câmeras brinquedo, álbuns de figurinhas, smartphones em produções profissionais e o que tudo isso revela sobre a fotografia em 2026.A fotografia está mudando em várias frentes ao mesmo tempo. O C.A.O.S. Fotográfico existe justamente para organizar esses sinais e transformar ruído em leitura estratégica.A pergunta deste episódio é simples: o que muda quando o Google responde antes do clique, a IA entra nas câmeras e o cliente passa a descobrir profissionais de outro jeito?O C.A.O.S. Fotográfico de hoje organiza alguns sinais importantes para fotógrafos profissionais: busca com IA, SEO, mercado newborn, impressão, legado, smartphones, novos formatos de conteúdo e a necessidade de rever estratégias que funcionaram no passado.Grande parte do que comento aqui fica aberta no blog e nas redes. A leitura mais aprofundada, com análise de mercado, IA, negócios e decisões práticas para fotógrafos, continua dentro da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.Este conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Link para saber mais sobre o Mapa R.U.M.O. atenção para a virada de preços: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-com-aura-valor-atualContinuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Mapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
Cerchi un corso di italiano online? Scrivimi a salvatore.tantoperparlare@gmail.com e parliamone!Negli anni della guerra di mafia tra Palermo e Corleone, una donna con la macchina fotografica ha raccontato il dolore della morte e la volontà di normalità dei siciliani e delle siciliane. Quella donna era Letizia Battaglia.Se ti piace Salvatore racconta, puoi sostenere il progetto per aiutarlo a restare libero, gratuito e di qualità. Vai su www.patreon.com/salvatoreracconta e dai il tuo contributo!La trascrizione di questo episodio è come sempre disponibile per le persone iscritte alla newsletter. Vuoi iscriverti? Fallo da qui: https://salvatoreracconta.substack.comTesto e voce di Salvatore Greco
En este episodio platico con Arturo Constantino el es un talentoso fotografo de paisajes, retratos, boudoir y un poco de fotografia documental (street) con base en Tlaxcala MexicoEl nos cuenta cómo empezo en la fotografia usando una camara de rollo lo cual le ayudo a ser muy selectivo en cada foto que tomaba, ya con la ayuda de la tecnologia y las camaras digitales se puede dar el lujo de tomar varias fotografias y despues ver cual es la que mas le gusta.El es un claro ejemplo de que siempre podemos aprender algo nuevo si no lo proponemos y mediante su camara enseñarle al mundo como es que el ve el mundo.No se les olvide darse una vuelta por el perfil de German y checar su trabajo.A el lo encuentras en Instagram:Retratos: @beatifulcolorsart background music credit to : Space Age Hustle - Squadda B#podcastenespañol #creandojuntospodcast #fotografia #retratos #arte #creaciondeimagenes
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, eu faço uma leitura do momento atual da fotografia profissional: inteligência artificial, mudanças no comportamento do consumidor, crise e movimentação das grandes marcas, eventos, posicionamento, marketing e o retorno da fotografia como experiência, objeto físico e legado.A fotografia está passando por uma transição importante. Criar conteúdo ficou mais fácil. A IA acelerou processos. Smartphones avançam. Marcas como Canon, Sony, Nikon, Fujifilm e Leica mostram caminhos muito diferentes para o futuro da imagem. Ao mesmo tempo, muitos fotógrafos ainda tentam vender apenas técnica, portfólio bonito ou presença no Instagram.O problema é que isso já não basta.Neste vídeo, eu falo sobre por que o marketing de conteúdo virou commodity, por que assinatura visual e posicionamento importam mais do que nunca, como status, afiliação e tensão ajudam a entender o valor percebido, e por que o fotógrafo precisa enxergar o próprio negócio com mais profundidade.Também trago reflexões sobre IA, eventos, roadshows, cases, legado, impressão, livros fotográficos e os sinais que mostram para onde o mercado pode estar indo.Grande parte do que publico fica aberta porque acredito que o mercado fotográfico precisa de mais leitura e menos ruído. A Fotograf.IA + C.E.Foto é onde esse trabalho continua com mais profundidade, com análises, conteúdos exclusivos e conversas estratégicas para quem vive da imagem.Se esse tipo de leitura faz sentido para você, o próximo passo é acompanhar os conteúdos e entrar na comunidade.Link para saber mais sobre o Mapa R.U.M.O. Ao Vivo: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-ao-vivo-fotografia-negocio-2026Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, faço uma leitura sobre o momento atual do mercado de imagem, com a inteligência artificial reorganizando a forma como fotógrafos, marcas e clientes percebem valor, autenticidade e diferenciação.Falo sobre concursos de fotografia impactados por imagens geradas por IA, o crescimento da desconfiança diante de fotos muito perfeitas, a importância dos bastidores como prova de processo e a necessidade de cada fotógrafo desenvolver uma assinatura visual mais reconhecível.Também comento movimentos recentes de marcas e plataformas, como Fujifilm, Lumix, Divine e iniciativas ligadas à fotografia autoral. No centro da conversa está uma pergunta prática: em um mercado cada vez mais saturado por tecnologia, o que ainda torna um fotógrafo realmente único?No vídeo, também apresento o Mapa R.U.M.O. Ao Vivo, uma proposta de leitura individual para fotógrafos que sentem que estão trabalhando, postando e produzindo, mas ainda precisam entender melhor qual direção seguir.A fotografia não está acabando. Mas o mercado mudou. E talvez o desafio agora seja menos tentar acompanhar todas as ferramentas e mais entender o que, no seu trabalho, nenhuma ferramenta consegue copiar com facilidade.Temas do vídeo:Inteligência artificial na fotografiaAutenticidade e bastidoresConcursos de fotografia e imagens geradas por IABranding fotográficoAssinatura visualFuji, Lumix e movimentos do mercadoMapa R.U.M.O. Ao VivoEstratégia para fotógrafos profissionaisLink para saber mais sobre o Mapa R.U.M.O. Ao Vivo: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-ao-vivo-fotografia-negocio-2026Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
La penisola delle case vuote di David Uclés è una sorprendente saga familiare ambientata durante la guerra civile spagnola e una riflessione sui fascismi e le guerre. My father's shadow, l'ombra di mio padre, del regista anglo-nigeriano Akinola Davies Jr. mescola critica politica e vicende familiari. La regista e studiosa francese Amandine Gay, nel suo saggio autobiografico Una bambola di cioccolata, smonta i luoghi comuni dell'adozione internazionale attraverso la sua esperienza di persona adottata, nera e femminista. Alle Gallerie d'Italia di Torino una mostra del fotografo britannico Nick Brandt illustra gli effetti del cambiamento climatico sulle persone e sugli animali nei territori più colpiti dalla distruzione ambientale. CONSara Cavarero, traduttriceFrancesca Sibani, editor di Africa di InternazionaleAmandine Gay, regista e saggista francese Arianna Rinaldo, photo editor e curatriceLa penisola delle case vuote: https://neripozza.it/libro/9788854532175My father's shadow: https://www.youtube.com/watch?v=4HRW6JHChuMAmandine Gay: https://www.youtube.com/watch?v=gqZhHHovHJE&t=267s Nick Brandt: https://www.youtube.com/watch?v=Q9s39Oq91a8Ci piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
O que acontece quando um cineasta decide que, em 90 minutos de filme com protagonistas negros, retintos e pobres, absolutamente ninguém vai morrer? Jeferson De fez isso em Narciso (2026), e essa escolha é mais revolucionária do que parece.Criador do Dogma Feijoada em 1999 (um manifesto com sete leis para o cinema negro brasileiro), Jeferson De transita entre o cinema autoral e a TV Globo, onde apelidou os estúdios de "Quilombo de Curicica". Ele já dirigiu novelas que alcançam 50 milhões de pessoas e fez história quando em um determinado momento, tínhamos três protagonistas pretas simultaneamente no ar pela primeira vez na televisão brasileira. Mas como é equilibrar a velocidade industrial da TV (20 cenas por dia) com a calma contemplativa do cinema (quatro cenas por dia)?Rafael Arinelli e Fernando Machado recebem Jeferson De para um papo que vai do Pelourinho à Academia do Oscar (sim, ele é votante desde 2022), de um encontro casual com Michael B. Jordan em LA até a fotografia em preto e branco de Narciso que captura tons de pele negra como aula de cinema.Por que o corpo negro no cinema brasileiro está sempre associado à violência? E como transformar dor em alegria?• 04m18: Pauta Principal• 1h14m51: Plano Detalhe• 1h18m11: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Junior• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fernando): Álbum: Criolo, Amaro & Dino• (Jeferson): Disco: Samba Raro Marques de Castro• (Jeferson): Filme: Pecadores• (Rafael): Curta: "E Depois?" (The After)• (Rafael): Podcast: Cinem(ação) #600: O Cinema Negro no BrasilEdição: ISSOaí
Dopo essere arrivato in Australia per lavorare come cuoco, Davide Zamboni è diventato fotografo, anche grazie agli studi al TAFE, prima a Sydney e poi a Perth.