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NESTA EDIÇÃO. Eneva confirma interesse em avaliar oportunidades na Venezuela, que começa a fechar acordos com empresas privadas para reforço no setor elétrico. Governo federal cria Sala de Situação Interministerial para “Super El Niño”. Petroleiros sauditas retomam navegação no Estreito de Ormuz. Ataque ucraniano atinge refinaria na Rússia. ***Locução gerada por IA
Nesse Curto-Circuito 92, Ronaldo Bicalho e Clarice Ferraz recebem a visita do engenheiro Altino Ventura para uma conversa sobre a crise atual do Setor Elétrico Brasileiro. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
Nesse Curto-Circuito 92, Ronaldo Bicalho e Clarice Ferraz recebem a visita do engenheiro Altino Ventura para uma conversa sobre a crise atual do Setor Elétrico Brasileiro. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
Umas das faces mais graves da crise do setor elétrico brasileiro é o conflito aberto entre os diversos interesses presentes no setor que se enfrentam na ausência de qualquer tipo de mediação institucional que seja efetivamente capaz de estruturar e impor soluções, gerir conflitos e sair dos impasses que hoje travam a evolução do setor. Esse é o tema desse Curto-Circuito 91. O programa é apresentado por Clarice Ferraz e Ronaldo Bicalho. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
Umas das faces mais graves da crise do setor elétrico brasileiro é o conflito aberto entre os diversos interesses presentes no setor que se enfrentam na ausência de qualquer tipo de mediação institucional que seja efetivamente capaz de estruturar e impor soluções, gerir conflitos e sair dos impasses que hoje travam a evolução do setor. Esse é o tema desse Curto-Circuito 91. O programa é apresentado por Clarice Ferraz e Ronaldo Bicalho. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
NESTA EDIÇÃO. CMSE se reúne na quarta (13) e setor tem expectativa de redefinição de critérios de aversão ao risco que vai influenciar preço da energia. As discussões sobre o espaço para a contratação de baterias após o leilão de reserva de capacidade. Gasolina puxa inflação ao consumidor em abril. PPSA adia leilão de óleo da União em meio a turbulência nos preços globais do petróleo. ***Locução gerada por IA
A energia elétrica está passando por uma transformação silenciosa e a tecnologia é a principal responsável por isso. Hoje, inteligência artificial, robôs e sistemas automatizados já fazem parte da operação do setor elétrico, ajudando a prever falhas, aumentar a eficiência e tornar a geração de energia mais sustentável. Mas o que realmente já mudou na prática? E o que ainda está por vir? No episódio de hoje do Podcast Canaltech, a gente conversa com Mario Cusatis, Gerente de Inovação da ENGIE Brasil, para entender como a inovação está redesenhando o setor elétrico no Brasil e quais são os impactos disso para consumidores e empresas. Você também vai conferir: Instagram pode ganhar versão paga e com novas funções exclusivas e Celular chinês aposta em fotografia profissional e veja quanto custa montar uma casa inteligente em 2026. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de João Melo, Renato Moura e Bruno Bertonzin, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As grandes dificuldades enfrentadas pelo setor elétrico brasileiro; os recursos e as estratégias pra enfrentar essas dificuldades e a posição do Curto-Circuito e do Instituto Ilumina diante dessas grandes questões são o tema desse Curto-Circuito 88. O programa é apresentado por Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ.
As grandes dificuldades enfrentadas pelo setor elétrico brasileiro; os recursos e as estratégias pra enfrentar essas dificuldades e a posição do Curto-Circuito e do Instituto Ilumina diante dessas grandes questões são o tema desse Curto-Circuito 88. O programa é apresentado por Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ.
A reforma liberal do setor elétrico inglês, que se inicia em 1990 e se esgota com a reforma do mercado elétrico inglês em 2013, é a mais icônica das reformas liberais do setor elétrico. Em tempos de abertura do mercado elétrico no Brasil é importante analisar a experiência acumulada nesses processos de abertura nos últimos quarenta anos no mundo. Nesse contexto, o caso inglês é um dos mais relevantes e, por isso, é o tema desse Curto-Circuito 86. O programa é apresentado por Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ.
A reforma liberal do setor elétrico inglês, que se inicia em 1990 e se esgota com a reforma do mercado elétrico inglês em 2013, é a mais icônica das reformas liberais do setor elétrico. Em tempos de abertura do mercado elétrico no Brasil é importante analisar a experiência acumulada nesses processos de abertura nos últimos quarenta anos no mundo. Nesse contexto, o caso inglês é um dos mais relevantes e, por isso, é o tema desse Curto-Circuito 86. O programa é apresentado por Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ.
NESTA EDIÇÃO. Chuvas abaixo da média impactam hidrelétricas e preocupam setor elétrico. Brasil prorroga por 15 anos contrato de termelétrica a carvão. Presidente interina da Venezuela conversa com Trump sobre petróleo e minerais. Rodríguez também se encontrou com Joesley Batista, da J&F. Japão inicia pesquisas para extrair terras raras em águas profundas. ***Locução gerada por IA
Neste episódio do podcast Papo Solar, recebemos Raphael Gomes, Sócio e Head da área de Energia do Lefosse Advogados para falar sobre o cenário regulatório do setor elétrico em 2025 e 2026.Decisões regulatórias recentes impactaram geração, comercialização, transmissão e distribuição de energia, por isso, analisar os principais acontecimentos de regulação em 2025, conectando os riscos e oportunidades que esperam o mercado em 2026, é fundamental para dominar a agenda regulatória deste ano.Com 26 anos de atuação no mercado, Raphael Gomes é um dos nomes mais experientes do país quando o assunto é regulação no setor elétrico. O Head de Energia da Lefosse possui uma trajetória sólida em temas regulatórios, com experiência prática em Geração, Comercialização, Transmissão e Distribuição de energia.
As energias renováveis, em pico de expansão, viveram um paradoxo em 2025: ao mesmo tempo em que superaram pela primeira vez o carvão na geração de eletricidade no mundo, os projetos de eólicas em alto-mar (offshore) recuaram. Na Europa e em potências como Japão e Índia, planos de novas instalações são adiados ou cancelados, em um contexto fragilizado pelo revés norte-americano no setor. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A Agência Internacional de Energia (AIE) antecipa uma desaceleração da abertura de novos parques eólicos offshore até o fim da década. Em seu relatório anual publicado em outubro, a instituição reduziu em 27% a sua expectativa de novas capacidades até 2030. Diversos aspectos influenciam esse cenário: aumento dos custos de matérias-primas fundamentais, como aço e cobre, flutuações nas cadeias globais de suprimentos e desaceleração econômica mundial, com impacto na demanda de energia. Na Europa, o redirecionamento dos recursos para defesa, no contexto da guerra na Ucrânia, desmobilizou o impulso às offshores, mais onerosas. Em termos de volume de investimentos, a complexidade dos projetos torna a comparação com as outras fontes limpas desfavorável. "A necessidade de capital fixo é muito maior do que a eólica onshore, porque você tem que levar para o mar e, lá, você pode fazer instalações com muito maior capacidade”, salienta o professor do Instituto de Economia da UFRJ Nivalde de Castro, coordenador-geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico. "Enquanto que onshore você tem torres de 4, 5 ou 10 MW de capacidade instalada, no mar você tem a possibilidade de instalar 20, 30, 50 MW. E como está no mar, todo o sistema de transmissão também é muito mais caro.” Freio nos EUA e foco nos emergentes Os ventos do negacionismo climático de Donald Trump contribuem: o presidente congelou os projetos de energias renováveis nos Estados Unidos, afetando não apenas o desenvolvimento do setor no próprio país, como o acesso a equipamentos americanos pelos clientes do planeta. Entretanto, em um mundo na rota da descarbonização, a tendência a médio e longo prazos continua de crescimento, tanto nos países europeus como, principalmente, nos emergentes. O recorde de 9 gigawatts offshore instalados em 2024 deve despontar para 37 GW até o fim desta década, segundo a AIE. A China desponta na frente e deve responder por cerca da metade das novas capacidades. O Brasil, com quase metade da sua matriz energética e 90% da elétrica já renováveis, engatinha na via das eólicas em alto-mar. Nos últimos 15 anos, investimentos em solares e eólicas terrestres dispararam, impulsionados por subsídios. Mas os projetos offshore ainda não decolaram. "Não faz sentido a gente investir agora em uma fonte que é cinco vezes mais cara do que a energia solar, por exemplo. Mas a eólica offshore não está fora do radar do planejamento energético brasileiro”, frisa Castro. Brasil espera promover leilão em 2026 As regiões do Brasil com maior atratividade para os futuros parques são o sul, o norte e o nordeste. Elbia Gannoum, presidente da ABEEOLICA (Associação Brasileira de Energia Eólica), avalia que a maturação desta indústria no mundo só trará vantagens para o país. “Quando a tecnologia eólica começou a se tornar viável no mundo e a se tornar viável no Brasil, começamos a fazer as eólicas onshore. A mesma coisa aconteceu com a energia solar, e com as offshore, vai ser igual”, indica. "Essa tecnologia está no processo de ganho de escala e redução de custos. Em 2030, quando o Brasil implementar, estaremos numa situação muito diferente”, observa. Em janeiro, o país aprovou o marco regulatório do setor, e a expectativa é realizar o primeiro leilão para eólicas offshore em 2026. Mais de 100 projetos já solicitaram licenciamento ambiental do Ibama para lançar operações na costa brasileira, uma das maiores do mundo. "Você tem que criar um arcabouço regulatório muito sólido, que envolve um alinhamento de várias instituições públicas e ministérios, como o da Marinha, da Indústria e Comércio, o Ibama. A gente está a caminho, mas a gente não tem pressa – essa é que é a diferença”, afirma o professor da UFRJ. Os desafios do curtailment Além disso, o país tem o desafio de acomodar o equilíbrio entre oferta e demanda das novas plantas energéticas. O excesso de geração dos grandes parques renováveis tem levado à repetição dos casos de curtailment, como são chamados os cortes propositais de plantas, para evitar uma pane do sistema. O problema levou a prejuízos de R$ 5 bilhões desde 2023, segundo a ABEEOLICA, e impacta as decisões de investimentos nas eólicas onshore no país, que caíram dois terços no período. Para Castro, é hora de o Brasil amadurecer os sistemas de armazenamento do excesso de energia gerado pelas novas fontes, por meio de baterias químicas e hidráulicas. “Já teremos no ano que vem um leilão de sistemas de armazenamento de baterias. Como elas podem ser instaladas rapidamente, a solução já está a caminho”, aponta. "Mas nós vamos ter ainda um período de muitos cortes e há um risco de dar um apagão no ano que vem”, adverte o especialista. Apesar dos desafios, Elbia Gannoum não tem dúvidas de que, no futuro, o potencial brasileiro em renováveis vai atrair também investimentos estrangeiros de indústrias altamente dependentes de energias limpas. "O mercado interno brasileiro está, sim, passando por uma crise neste momento, associada ao próprio ritmo da economia brasileira. No entanto, a gente já percebe uma recuperação com a chegada de data centers, projetos futuros de hidrogênio verde, descarbonização das indústrias, no conceito de powershoring”, sublinha a presidente da associação do setor. "A gente espera que, a partir de 2027, a gente já tenha uma retomada mais forte dos investimentos em renováveis." A Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas em Belém (COP30) colocou os potenciais do país sob os holofotes. Para encaminhar a transição energética, o mundo precisa triplicar as capacidades das renováveis até 2030.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (24/11/2025): O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse ontem, durante audiência de custódia, que a tentativa de violar a tornozeleira eletrônica foi motivada por “paranoia” provocada pelo uso de remédios psiquiátricos. Ele afirmou à juíza Luciana Sorrentino, auxiliar no gabinete de Alexandre de Moraes, que “estava com alucinação” de que havia uma escuta no equipamento. Ele negou intenção de fugir e alegou que a vigília convocada pelo filho Flávio não teria “possibilidade de criar qualquer tumulto”. A juíza manteve a prisão preventiva. A defesa do ex-presidente alegou “confusão mental” e pediu a volta dele para a prisão domiciliar. E mais: Política: Supremo deve negar nova prisão domiciliar Economia: Custo com MP do Setor Elétrico equivale a metade da renúncia da isenção do IR Metrópole: Moradores do Campo Belo querem barrar novos prédios altos Internacional: Israel diz ter matado chefe do Hezbollah em ataque a BeiruteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um novo Comercast importantíssimo está no ar! Neste episódio, convidamos Ana Petti, Diretora de Assuntos Regulatório e Institucional da Comerc, para explicar sobre um tema urgente para o setor elétrico brasileiro: a aprovação da Medida Provisória nº 1.304/2025 no Congresso, e que agora segue para sanção presidencial. Ela faz parte de um pacote maior de mudanças regulatórias e tem impacto direto em consumidores, comercializadores, geradores e agentes do Mercado Livre de Energia. No bate-papo, falamos sobre as principais mudanças, seus impactos e como a Comerc Energia está preparada para auxiliar seus clientes a se preparar e planejar os próximos passos levando em consideração todas as mudanças que vêm por aí. Caso queira mais informações e uma análise sobre como a MP nº 1.304/2025 afeta o seu negócio, fale com a gente: www.comerc.com.br/contato.
O Joule, podcast de energia do JOTA em parceria com o Inté, o Instituto Brasileiro de Transição Energética, recebe Diogo Pignataro, presidente do Inté e da Câmara Mediação Arbitragem FIERN; Marilda Rosado, professora da UERJ e integrante da Association of International Energy Negotiators; e André Edelstein, integrante de diversas câmaras de arbitragem e coordenador do grupo de estudos "Arbitragem e Setor Elétrico" do CBAr. A entrevista foi desdobrada em dois episódios. A conversa foi feita por Guilherme Magalhães, editor de Opinião do JOTA.
Nesse Curto-Circuito 83, Ronaldo Bicalho recebe como convidada a professora Clarice Ferraz para uma conversa em torno dos impactos da aprovação da Medida Provisória 1304, a chamada MP do Setor Elétrico. Ronaldo Bicalho é Pesquisador do IE-UFRJ e Clarice Ferraz é professora da EQ-UFRJ e Diretora do Instituto Ilumina.
Nesse Curto-Circuito 83, Ronaldo Bicalho recebe como convidada a professora Clarice Ferraz para uma conversa em torno dos impactos da aprovação da Medida Provisória 1304, a chamada MP do Setor Elétrico. Ronaldo Bicalho é Pesquisador do IE-UFRJ e Clarice Ferraz é professora da EQ-UFRJ e Diretora do Instituto Ilumina.
Mariana Carneiro, repórter do Estadão em Brasília, repercute Política e Economia internas às 2ªs, 4ªs e 6ªs, 8h30, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
NESTA EDIÇÃO. Relatório da MP da reforma do setor elétrico ganha mecanismos que impactam mercado de óleo e gás, incluindo alteração na base de cálculo de royalties e mecanismo para expansão de gasodutos. Os destaques do primeiro dia da OTC Brasil 2025, com a Margem Equatorial no centro dos debates. Governo recorre ao STJ contra a liberação de atividades da Refinaria de Manguinhos. Brasil negocia prioridade na compra de semicondutores chineses em meio à crise geopolítica.
O Setor Elétrico Brasileiro assiste hoje a uma explosão da sua complexidade. Complexidade técnica, econômica, institucional e política. Uma explosão que se manifesta na imprevisibilidade, cada vez maior, dos resultados das decisões técnicas, econômicas e políticas dos agentes econômicos e dos atores políticos presentes no setor. Ou seja, o resultado dessas decisões se torna cada vez mais imprevisível. O que torna o setor cada vez mais incontrolável.Como retomar esse controle e reduzir essa complexidade é o tema desse Curto-Circuito 82. O programa é apresentado por Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ.
O Setor Elétrico Brasileiro assiste hoje a uma explosão da sua complexidade. Complexidade técnica, econômica, institucional e política. Uma explosão que se manifesta na imprevisibilidade, cada vez maior, dos resultados das decisões técnicas, econômicas e políticas dos agentes econômicos e dos atores políticos presentes no setor. Ou seja, o resultado dessas decisões se torna cada vez mais imprevisível. O que torna o setor cada vez mais incontrolável.Como retomar esse controle e reduzir essa complexidade é o tema desse Curto-Circuito 82. O programa é apresentado por Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ.
NESTA EDIÇÃO. Série de audiências públicas busca avançar nos acordos para alterações no setor elétrico com a MP 1304/2025. MME aprova estudos da Renova para data center na Bahia. Petrobras vai retomar produção no FPSO Cidade de Angra dos Reis, depois de interdição. Ministros de finanças vão apresentar na COP30 relatório com prioridades para alavancar o financiamento climático.
Neste episódio do Ypocast, recebemos Karin Luchesi, uma das maiores referências do setor elétrico brasileiro. Com mais de duas décadas de atuação, Karin foi a primeira mulher a presidir conselhos no Grupo CPFL e hoje comanda a Elera Renováveis, empresa focada em geração e comercialização de energia 100% limpa. Ela compartilha conosco sua trajetória desde os primórdios do setor, ainda em processo de privatização, até os desafios atuais da transição energética no Brasil.Karin também fala sobre a importância da liderança colaborativa, a evolução das energias renováveis, os desafios de infraestrutura e a oportunidade única que o Brasil tem de se tornar um hub global de datacenters sustentáveis. Uma conversa inspiradora sobre inovação, resiliência e o futuro da energia no país. Não perca!-----------------------------------------------------------------Disponível nas principais plataformas de streaming ou no YouTube.
GARANTA O SEU CARTÃO BTG COM IOF ZERO EM COMPRAS INTERNACIONAIS: https://conteudo.btgpactual.com/iof-zero?utm_channel=parceiros&utm_medium=partners&utm_source=market-makers&utm_campaign=PAR_AWN_BUBANK_iof-zero-speech-mmks_202509&utm_content=qr-code&utm_term=20250909O Brasil pode ter um APAGÃO por EXCESSO de energia?No Market Makers 256, recebemos Daniel Slaviero, o CEO por trás da transformação histórica da Copel (CPLE6). Ele assume o comando da companhia com duas missões claras do governador Ratinho Junior: focar 100% em energia e gerir a empresa com a máxima eficiência, como se fosse privada. A missão é tão bem-sucedida que a Copel não apenas se torna privada, mas multiplica seu valor na bolsa, saltando de R$2 para mais de R$12 por ação.Daniel Slaviero revela em detalhes o processo de privatização que destravou um valor bilionário e transformou a Copel em uma gigante mais ágil e lucrativa. Ele também explica a nova e agressiva política de dividendos, que mira um payout mínimo de 75%, e o caminho para a migração ao Novo Mercado, o que pode colocar a CPLE6 entre as 20 ações mais líquidas da B3.Porém, o ponto mais crítico do papo é o alerta sobre os desequilíbrios do setor elétrico brasileiro. Slaviero explica como subsídios cruzados criaram uma distorção perigosa, onde "o pobre subsidia o rico", e como o excesso de energia solar em determinados horários, que quase causou um blackout nacional no Dia dos Pais, representa um risco real e crescente. Ele detalha por que temos uma "energia barata, mas uma conta de luz cara" e quais são as soluções urgentes para evitar um colapso no futuro, como os leilões de capacidade e novas tecnologias.E você, já sentiu no bolso o aumento da sua conta de luz nos últimos anos? Acredita que o fim dos subsídios resolveria o problema? Comente sua opinião aqui embaixo!- - - - - - - - -O QUE NÃO TE CONTARAM SOBRE O SETOR ELÉTRICO NO BRASIL (com o CEO da Copel) | Market Makers #256Apresentadores: Thiago Salomão (apresentador e analista do Market makers) e Matheus Soares (apresentador e analista do Market Makers)Convidado: Daniel Slaviero (CEO da Copel)#COPEL #ENERGIA #BRASIL #SETORELÉTRICO #BOLSADEVALORES #INVESTIMENTOS #MERCADOFINANCEIRO #MARKETMAKERS #THIAGOSALOMÃO
Leilão de Áreas Não Contratadas de Mero, Tupi e Atapu em dezembro Consulta pública do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) Revisão da Base Regulatória de Ativos (BRA) das transportadoras de gás natural Instalação da Comissão Mista de análise da MP 1.300 ("MP do Setor Elétrico") Convidados: Marcelo de Assis, da MA2 Energy Victor Iocca, da Abrace Xisto Vieira Filho, da Abraget Com Mariana Procópio e André Ramalho, editor da eixos.
O Veirano Advogados estreia uma série de episódios dedicados aos impactos da Reforma Tributária nos diferentes setores da economia. No episódio de abertura, os sócios Bruno Habib e Leonardo Battilana, da área de Tributário & Aduaneiro, junto com Fabio di Lallo, da área de Energia Elétrica, analisam os principais desafios e oportunidades para as empresas do setor elétrico diante das mudanças propostas.
NESTA EDIÇÃO.MP da reforma do setor elétrico chega ao Congresso com instalação de Comissão Mista que deve ser comandada por ex-ministros. Descoberta da bp no pré-sal da Bacia de Santos é a maior da companhia em mais de duas décadas. EUA vão aumentar tarifas sobre a Índia por compra de petróleo russo. Entidade de biocombustíveis apoiam governo em discussões sobre tarifas.
NESTA EDIÇÃO. Fundo para construção de gasodutos volta à cena, dessa vez via emendas na tramitação da MP 1300/2025, do setor elétrico – que vira terreno para emendas também para o setor de gás natural. Alexandre Silveira defende aumento imediato da mistura de etanol e biodiesel nos combustíveis vendidos no país. Redução das exportações da China para os EUA cria momento oportuno para o Brasil atrair investimentos chineses em energia, avalia Rystad Energy. Brasil e França propõem “eliminação gradual” da produção petrolífera offshore.
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
A MP assinada pelo presidente Lula propõe reestruturar o setor elétrico com foco na promoção da justiça tarifária. A medida permite a liberdade de escolha para o consumidor e a criação da Nova Tarifa Social de Energia Elétrica com a isenção do pagamento para inscritos do CadÙnico. Sonoras:
A gas week recebe o diretor Comercial e Regulatório da TAG para um bate papo sobre a integração dos setores de gás e energia A gas week é uma plataforma permanente dedicada a discussões sobre o mercado de gás natural no país, a partir de debates online e presenciais. No dia 8 de abril, o encontro em Brasília reúne executivos, autoridades e investidores em um mesmo local, para promover discussões estratégicas com todos os elos do setor.
NESTA EDIÇÃO. Ampliação de benefícios proposta na reforma do setor elétrico terá custo de R$ 4,5 bi na CDE. Eletronuclear pode ter déficit de R$ 2,1 bilhões até junho deste ano. Fusões e aquisições no segmento de geração solar fotovoltaica crescem 25% no primeiro trimestre. Petrobras elege novo conselho de administração. Ministério da Fazenda e agentes do mercado batem de frente sobre incentivo à produção de fertilizantes com hidrogênio de baixo carbono.
Nesta edição especial do Do Zero ao Topo, Mafê Luvizotto conversa com Wilson Ferreira Júnior, Presidente do Conselho da Matrix Energia, sobre as perspectivas de um mercado de energia mais diversificado e de qualidade no cenário brasileiro e o papel do país na vanguarda de geração de energia renovável.
NESTA EDIÇÃO. Proposta de reforma do setor elétrico inclui alterações para autoprodução; abertura do mercado livre para a baixa tensão em 2026 e ampliação da tarifa social de energia. Portaria para leilão de baterias sai até fim de maio, promete MME. Com ambiente internacional tenso, preço do barril de petróleo volta a cair. Projetos de lei para combater devedor contumaz ganham força com apoio do Ministério da Fazenda. Brasil leva à reunião da IMO estudos para combater críticas a biocombustíveis na descarbonização marítima.
NESTA EDIÇÃO. Governo cancela leilão de potência. Pesquisa mostra que 75% dos consumidores brasileiros têm interesse em comprar veículos elétricos até 2029. Petrobras e Braskem estudam projetos de captura de carbono na Bahia. Cade avalia parceira para fornecimento de combustível marítimo. TAG tem novo diretor-presidente.
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 311 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/omXgDhXH8Co
NESTA EDIÇÃO. Queda das linhas de transmissão de Belo Monte impacta sistema elétrico. Para Abeeólica, termelétricas a gás comprometem de maneira irreversível o desenvolvimento das energias renováveis. Presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado diz que quer enfrentar o alto custo da energia elétrica. USP começa testes de hidrogênio a partir de etanol. Hintco inicia segundo leilão global de hidrogênio verde.
NESTA EDIÇÃO. Reforma ministerial não deve incluir mudanças no MME, indica Lula. Presidente confirma interesse na federalização da Cemig. Nota técnica para regulamentação de baterias deve sair até maio, segundo Aneel. Wärtsilä projeta grande número de termelétricas no leilão de reserva de capacidade. Eneva quer ampliar liquefação no Complexo Parnaíba. Marco da IA e política para atração de data centers são prioridades no Plano de Transformação Ecológica.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta quarta-feira (2) que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) está boicotando o governo federal. A frase foi dita em reação ao encarecimento da conta de luz no Brasil, que começou a valer no dia anterior. O Durma com Essa contextualiza o aumento e relembra como governantes do país lidaram com crises energéticas no passado. O programa tem também a participação de Lucas Zacari falando sobre o sucesso do funk MTG. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A estiagem recorde e o risco de uma crise hídrica sem precedentes colocaram a ideia em debate mais uma vez. A medida de adiantar os relógios em 1 hora para estimular o uso de luz natural foi implementada pela primeira vez quase um século atrás e fez parte do calendário fixo dos brasileiros entre 1985 e 2019. O horário de verão foi abandonado porque, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), deixou de ser eficiente para economizar energia. Mesmo assim, o Ministério de Minas e Energia insiste em trazê-lo de volta e pediu novo estudo sobre sua viabilidade – ao mesmo tempo em que a Aneel muda a bandeira tarifária da energia elétrica, ou seja, eleva o preço da conta de luz. Para discutir a relevância do horário de verão e as estratégias nacionais para a matriz energética, Natuza Nery entrevista Nivalde de Castro, professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel).
Conteúdo PatrocinadoA abertura do mercado brasileiro de energia elétrica, que dá ao consumidor o direito de escolher de quem comprar a energia que utiliza, gerou oportunidades para novos negócios no País – e alguns deles vêm crescendo em ritmo acelerado.Um exemplo é a Matrix Energia, empresa que foi criada em 2014, como uma comercializadora de energia, vem acompanhando as novas fases da abertura de mercado e ampliando sua oferta de serviços. Essa trajetória foi contada pelo CEO da empresa, Rubens Misorelli Filho, no programa Do Zero ao Topo especial, patrocinado pela Matrix.Assista ao episódio e saiba tudo sobre as mudanças do setor elétrico para beneficiar empresas de todos os portes, além dos consumidores residenciais, no especial do InfoMoney produzido com a Matrix.Para saber mais, acesse o especial: Novo mercado de energia | Matrix & InfoMoney: https://lp.infomoney.com.br/mercadodeenergia
Economista e advogada, Elena Landau foi diretora do Programa Nacional de Desestatização durante o governo Fernando Henrique Cardoso e é hoje conselheira acadêmica do Livres e uma das principais vozes ligadas ao setor elétrico brasileiro. Ela é nossa convidada especial neste primeiro episódio da nova temporada do Livres Entrevista. Gostou do novo formato? Deixe seu […]