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A taxa de desemprego atingiu o menor patamar histórico em 20 estados brasileiros, de acordo com informações do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
A deputada federal Geovania de Sá liderou, no início desta semana, uma reunião com o presidente da Celesc, Tarcísio Rosa, para discutir alternativas que viabilizem a regularização de ligações e novas conexões de energia elétrica em imóveis localizados na Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca e em terrenos da União, sob gestão da Secretaria do Patrimônio da União (SPU). O encontro teve como principal objetivo construir soluções que garantam o acesso à energia elétrica, considerada um serviço essencial, sem descumprir a legislação ambiental e fundiária vigente. Segundo a Celesc, a equipe técnica da companhia vai analisar com cautela as propostas apresentadas, avaliando a viabilidade de cada encaminhamento para, se possível, avançar na regularização das ligações nos imóveis situados nessas áreas. Para a deputada Geovania de Sá, o debate é necessário diante da realidade de comunidades já consolidadas ao longo do litoral catarinense, que enfrentam dificuldades para regularizar o fornecimento de energia elétrica. Também participaram da reunião a diretora do Instituto Brasileiro de Regularização Fundiária, Natália Folster, e o advogado Matias Scremin, que apresentaram contribuições técnicas e jurídicas sobre o tema. Os próximos passos incluem o acompanhamento da análise da Celesc e a continuidade do diálogo com os órgãos competentes. A deputada também participou de entrevista no programa desta quinta-feira (12), onde trouxe mais informações sobre o andamento das tratativas e as perspectivas para a regularização do serviço nas áreas envolvidas.
INFRACAST: Concessões, Parcerias Público-Privadas e Privatizações
Neste episódio, o Infracast recebe Conrado Gama Monteiro e Thiago Priess Valiati, presidente e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Regulatório, para uma conversa sobre os principais destaques da agenda regulatória de 2025 e as perspectivas para 2026.A discussão aborda os desafios de independência das agências reguladoras, os impactos políticos e institucionais sobre a regulação e os avanços e entraves em setores de infraestrutura. Ao longo do episódio, os convidados também apresentam a trajetória e a importante atuação do Instituto Brasileiro de Direito Regulatório.Inscreva-se no canal e ouça o Infracast também pelo Spotify.Somos o primeiro podcast brasileiro dedicado exclusivamente aos temas de infraestrutura.#direitoregulatório #infraestrutura #saneamento #políticaspúblicas
Na terceira edição deste boletim você confere:- Dívida pública ultrapassa os 78 porcento do PIB em 2025;- Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação publica Mapa dos tributos no Brasil;- Prefeitura de São Paulo se prepara para a celebração do Carnaval de Rua na capital. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitoras Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%. No entanto, no acumulado de 12 meses, o indicador recuou 0,91%, marcando o terceiro mês seguido de retração nas janelas de um ano. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
As tensões crescem no Oriente Médio, com os EUA concentrando poder militar na região, notícias de que Israel se prepara para um ataque e companhias aéreas restringindo voos para a região. Nesse programa especial, conversarei sobre a situação no Irã e seus reflexos para o Oriente Médio com a Professora Monique Sochaczewski, cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM), Senior Fellow no CEBRI e autora dos livros "Trópicos Orientais/Orientes Tropicais: Reflexões sobre o Brasil e o Oriente Médio" (Rio de Janeiro: Talu Cultural, 2019) e "Do Rio de Janeiro a Istambul: Contrastes e Conexões entre o Brasil e o Império Otomano (1850-1919)" (Brasília: FUNAG, 2017). Atualmente, é professora do corpo permanente dos Mestrados Profissionais em Ciência Política e Relações Internacionais (Brasília) e em Gestão e Políticas Públicas (São Paulo) do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa - IDP.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - https://twitter.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - https://www.linkedin.com/in/paulo-filho-a5122218/Siga-nos no Instagram - https://www.instagram.com/blogdopaulofilhoInscreva-se no canal do Youtube - https://www.youtube.com/paulofilConheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
No final de 2025, o Irã voltou ao centro do noticiário internacional, mas não por uma guerra externa ou por negociações nucleares. O que vemos agora são protestos internos de grande escala, espalhados por diversas cidades, impulsionados por uma combinação explosiva de crise econômica, repressão política e desgaste profundo do regime. Com relatos de milhares de mortos, prisões em massa e apagões de internet, as manifestações levantam uma pergunta central: estamos diante de mais um ciclo de repressão brutal ou de uma fissura estrutural no sistema político iraniano?O Irã de hoje expõe um dilema conhecido em outros contextos autoritários: um Estado que se sustenta pela repressão, mas que enfrenta uma sociedade cada vez mais fragmentada, cansada e sem ilusões. Ao mesmo tempo, a oposição, dentro e fora do país, aparece dividida, disputando legitimidade, narrativas e até símbolos do passado. Enquanto o regime acusa interferência estrangeira e tenta controlar a informação, manifestantes arriscam a vida em um ambiente de violência extrema e isolamento digital. Para discutir o que está por trás dessas manifestações, os limites da oposição iraniana, o papel da comunidade internacional e os cenários possíveis para o futuro do país, a gente conversa hoje com Monique Sochaczewski, doutora em História, Política e Bens Culturais, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM)
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (19): Ao menos 5 mil pessoas morreram em decorrência da repressão aos protestos no Irã, segundo informações divulgadas pela agência Reuters. As manifestações, que já duram mais de 20 dias, pedem o fim do regime dos aiatolás, no poder desde a Revolução Islâmica de 1979. A assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, concluída neste sábado (17) após mais de 25 anos de negociações, deve transformar gradualmente o fluxo de mercadorias entre os dois blocos e provocar uma mudança expressiva na inserção do Brasil no comércio internacional. O tratado prevê a redução ou eliminação progressiva de tarifas de importação e exportação que abrangem mais de 90% do comércio bilateral. O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia promete ampliar o acesso do Brasil ao mercado internacional, reduzir tarifas, estimular exportações e gerar impactos positivos na indústria, no agronegócio e nos serviços. Para analisar o assunto, a Jovem Pan entrevista o senador Nelsinho Trad (PSD-MS). O ex-ministro da Segurança Pública e ex-deputado federal Raul Jungmann morreu neste domingo (18), aos 73 anos, em Brasília. A morte foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), entidade que Jungmann presidia desde 2022. Ele enfrentava um câncer no pâncreas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia sua agenda internacional com uma viagem ao Panamá, onde participará da abertura do Foro Econômico Internacional da América Latina e Caribe, organizado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), no dia 28 de janeiro. Durante a visita, Lula também terá uma reunião bilateral com o presidente panamenho, José Raúl Mulino, para tratar de temas como comércio, investimentos e cooperação entre os dois países. Após negar repetidas vezes que deixaria o cargo, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), admitiu publicamente que pretende concorrer ao governo do estado neste ano. A declaração foi feita no sábado (17), durante visita ao município de Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense, quando afirmou querer “os votos para governador”. Para viabilizar a candidatura, Paes precisará renunciar à prefeitura do Rio até o início de abril, conforme determina a legislação eleitoral. Aliados do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avaliam convidar o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) para compor a chapa como vice. Ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo na gestão de Tarcísio de Freitas, Derrite é visto como um nome capaz de fortalecer a pauta da segurança pública e ampliar o alcance eleitoral da candidatura. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), afirmou a aliados que está decidido a disputar a Presidência da República e avalia que a postura de Tarcísio de Freitas (Republicanos), cada vez mais inclinado a buscar a reeleição ao governo de São Paulo, pode abrir espaço para seu projeto nacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom neste sábado ao ameaçar impor tarifas de até 25% a países europeus que se oponham à anexação da Groenlândia pelos EUA. A declaração intensificou a crise diplomática com aliados históricos, provocando reações imediatas de líderes europeus. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que é equivocada a ameaça de impor tarifas a países aliados da Otan como forma de pressionar pela aquisição da Groenlândia. A declaração ocorreu durante uma conversa telefônica entre os dois líderes neste domingo (18). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O cenário da segurança pública em Santa Catarina apresentou, em 2025, resultados inéditos que superam toda a série histórica das últimas quase duas décadas. De acordo com dados oficiais, o Estado registrou no ano passado os menores números de homicídios e roubos dos últimos 18 anos, além de redução na maioria dos indicadores criminais, reflexo do desempenho das forças de segurança no combate à criminalidade. Os dados ganham ainda mais relevância quando analisados em conjunto com o crescimento populacional no período. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população catarinense passou de 5,9 milhões de habitantes, em 2008, para aproximadamente 8,2 milhões em 2025, um aumento de 2,3 milhões de pessoas. Mesmo com esse crescimento, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes caiu para menos da metade. Em 2008, o índice era de 11,65, com 705 registros. Já em 2025, a taxa recuou para 5,2, consolidando Santa Catarina entre os estados com os melhores indicadores de segurança do país. A Polícia Civil também apresentou avanço significativo em sua atuação operacional. Em 2025, foram realizadas 1.780 operações policiais, número 82% superior ao registrado em 2024, quando ocorreram 976 ações. No mesmo período, a instituição cumpriu 6.547 mandados de prisão e 9.171 mandados de busca e apreensão, tornando o ano o mais produtivo da história da corporação. A ofensiva contra o crime organizado resultou ainda em 1.067 prisões em flagrante e na apreensão de 2.354 armas. Outro destaque foi a taxa de resolubilidade das mortes violentas, que atingiu 76,16% em 2025, índice superior ao de países como Holanda e Canadá. Do total, 71,3% dos homicídios foram elucidados, além da resolução de 100% dos casos de feminicídio, com autores identificados, presos e indiciados. O delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, comentou os resultados durante entrevista concedida ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta sexta-feira, destacando o cenário positivo da segurança pública em Santa Catarina e os avanços alcançados ao longo do último ano.
Convidado: Rafael Barros Barbosa, professor de Economia na Universidade Federal do Ceará e pesquisador no FGV - IBRE. Nesta terça-feira (13), a Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Overclean – a primeira fase foi realizada em dezembro de 2024. Na mira, suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo emendas parlamentares. Em uma década, as emendas parlamentares cresceram acima de 1.200%. No Orçamento deste ano, mais de R$ 60 bilhões estão reservados para as emendas parlamentares. Hoje, esse dinheiro já supera o orçamento anual de ministérios inteiros. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Rafael Barros Barbosa, professor de Economia da Universidade Federal do Ceará. Ele explica onde estão os pontos críticos para que ocorram desvios de parte do dinheiro destinado às emendas parlamentares. Pesquisador no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), Rafael fala de quais órgãos públicos é a responsabilidade por rastrear e fiscalizar o caminho das emendas. Ele analisa como o atual formato deste dinheiro influencia na implementação e manutenção de políticas públicas.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (09):Um protesto contra o PL da dosimetria terminou em confusão e agressões na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo. O ato, organizado por movimentos sociais aliados ao governo, lembrava os três anos dos atos de 8 de Janeiro. A tensão começou com a presença de políticos ligados à direita, e o ex-deputado Douglas Garcia acabou sendo agredido durante o tumulto. Integrantes do governo avaliam que a pressão da sociedade sobre os parlamentares pode evitar a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria. A estratégia inclui mobilização social semelhante à usada durante a tramitação da PEC da Blindagem, enquanto a oposição aguarda a retomada dos trabalhos do Congresso para tentar reverter a decisão. Após o veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria, o senador Esperidião Amin, relator da proposta no Senado, protocolou um novo projeto que prevê anistia geral aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. O governo Lula (PT) estuda conceder um reajuste de apenas R$ 18 aos professores, o equivalente a 0,37% no piso salarial da categoria, percentual bem abaixo da inflação prevista para 2025. Segundo dados do Banco Central do Brasil, a inflação deve fechar o ano em 4,4%, o que tornaria o aumento insuficiente para repor as perdas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tinha cerca de 4,2 milhões de empregadores no trimestre encerrado em novembro, número 241 mil inferior ao pico registrado em 2018, antes da pandemia. Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos mostra que, em dezembro, o preço da cesta básica aumentou em 17 capitais brasileiras. A maior alta foi registrada em Maceió, com variação superior a 3%, enquanto João Pessoa foi a única capital onde os preços não subiram. Ao lado do senador Flávio Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro retomou agendas nos Estados Unidos com aliados do ex-presidente Donald Trump. Segundo pessoas envolvidas nos compromissos, Eduardo tenta articular a retomada de sanções contra autoridades brasileiras. O senador Ciro Nogueira (PP) sugeriu o nome do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como possível vice na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Segundo Ciro, Zema poderia agregar experiência e ampliar a competitividade da chapa no Sudeste, apesar de hoje os dois serem considerados potenciais rivais na disputa.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, considerado a inflação oficial do país, mostra que os preços subiram 0,33% em dezembro. O IPCA foi divulgado nesta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. No ano de 2025, contudo, a inflação ficou em 4,26, abaixo do teto da meta.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
André Rossi, editor do JOTA, faz um balanço do Joule – podcast de energia do JOTA em parceria com o Instituto Brasileiro de Transição Energética (Inté). O projeto, que começou em abril de 2024, encerra as atividades nesta semana. A cobertura de energia no JOTA continua em uma editoria própria, que acompanha os desdobramentos legislativos, regulatórios e judiciais que impactam o setor.
Ao longo do mês de dezembro, o quadro "Questões de Família", com o comentarista José Eduardo Coelho Dias, com base em dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trouxe um "raio-X" da nupcialidade e as relações familiares e conjugais no Brasil, falando de divórcio, separações, união estável. Fechando a série especial, o assunto em destaque, nesse episódio, é o conceito de "família reconstruída" ou "recomposta". São pessoas divorciadas que assumem uma nova relação. Essas pessoas iniciam um novo núcleo familiar entre a família antiga e a família do seu novo parceiro. O comentarista explica o seu conceito e as suas implicações jurídicas.
Na série especial do mês de dezembro, sobre o retrato dos relacionamentos no país, nesta edição do "Questões de Família" o comentarista José Eduardo Coelho Dias traz como destaque a notícia que o número de divórcios no Brasil caiu pela primeira vez desde 2019. Dados das Estatísticas do Registro Civil 2024, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o país registrou 428.301 dissoluções de casamentos entre pessoas de sexos diferentes no ano passado, queda de 2,8% em relação aos 440.827 casos contabilizados em 2023. A redução interrompe uma sequência de quatro anos de altas consecutivas e ocorre em meio a mudanças no perfil das separações, como aumento da guarda compartilhada e diminuição da duração média dos casamentos.Na série especial do mês de dezembro, sobre o retrato dos relacionamentos no país, nesta edição do "Questões de Família" o comentarista José Eduardo Coelho Dias traz como destaque a notícia que o número de divórcios no Brasil caiu pela primeira vez desde 2019. Dados das Estatísticas do Registro Civil 2024, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o país registrou 428.301 dissoluções de casamentos entre pessoas de sexos diferentes no ano passado, queda de 2,8% em relação aos 440.827 casos contabilizados em 2023. A redução interrompe uma sequência de quatro anos de altas consecutivas e ocorre em meio a mudanças no perfil das separações, como aumento da guarda compartilhada e diminuição da duração média dos casamentos.
Esta é a versão pocket do Joule, podcast de energia do JOTA em parceria com o Instituto Brasileiro de Transição Energética (Inté). Todas as sextas-feiras, trazemos um resumo das notícias do setor. Este episódio é apresentado por André Rossi, repórter do JOTA.
O Joule, podcast de energia do JOTA em parceria com o Inté, o Instituto Brasileiro de Transição Energética, recebe o professor Newton Narciso Pereira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Diogo Pereira, gerente de Disciplina da Cadeia de Suprimentos na SBM Offshore. A entrevista é feita por Larissa Fafá, analista de energia do JOTA.
Nesta edição do "Questões de Família", o comentarista José Eduardo Coelho Dias traz como destaque um novo cenário envolvendo as relações conjugais no Brasil. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados no último mês mostram que mais de 34 mil pessoas entre 10 e 14 anos vivem em união conjugal no Brasil. Os dados fazem parte do questionário da amostra do Censo 2022, sobre nupcialidade e estrutura familiar. Desse grupo, quase oito em cada dez (77%) são mulheres.Reportagem do "G1" sinaliza que o IBGE ressalta que os números se baseiam nas informações fornecidas pelos próprios moradores e não representam uma comprovação legal das uniões. Segundo o instituto, as respostas podem refletir percepções pessoais e incluir interpretações equivocadas ou erros de preenchimento. Conforme o Censo, das pessoas entre 10 e 14 anos que viviam em algum tipo de união, 7% estão casadas no civil e no religioso, 4,9% só no civil e 1,5% só no religioso. O restante da amostra, 87%, viviam em algum outro tipo de união consensual. O comentarista fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Esta é a versão pocket do Joule, podcast de energia do JOTA em parceria com o Instituto Brasileiro de Transição Energética (Inté). Todas as sextas-feiras, trazemos um resumo das notícias do setor. Este episódio é apresentado por André Rossi, repórter do JOTA.
Estudo do Ipea mostra que o Brasil alcançou, em 2024, os melhores resultados de renda, desigualdade e pobreza de toda a série histórica de pesquisas domiciliares, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1995. Sonoras:
Convidado: Renato Stanziola Vireira, doutor em Direito Processual Penal pela USP. Ex-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (Ibccrim). A prisão preventiva do ex-presidente foi mantida em decisão unânime nesta segunda-feira (24) na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal. Por 4 votos a 0, os ministros decidiram que Bolsonaro vai continuar preso na Superintendência da PF em Brasília - para onde ele foi levado no último sábado. Os ministros do STF consideraram que há risco de fuga - às vésperas de o Supremo definir a partir de quando, e onde, Bolsonaro vai cumprir a pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado. Um dos pilares do pedido de prisão do ex-presidente é a violação da tornozeleira eletrônica. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Renato Stanziola Vieira, doutor em Direito Processual Penal pela USP. Ex-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (Ibccrim), Stanziola detalha os argumentos jurídicos apresentados pelo ministro do STF Alexandre de Moraes para manter a prisão preventiva de Bolsonaro. Moraes foi acompanhado pelos votos dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Ele fala quais situações preveem prisão preventiva, e em quais casos há espaço para recurso das defesas. Stanziola responde também o que acontece a partir de agora com a situação jurídica do ex-presidente.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Psicóloga, Mestra em Psicologia e Doutora em Neurociências e Comportamento, Claudia Berlim de Mello.Só vem!>> OUÇA (93min 10s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Ilustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, Chegamos na Black Week da Black November INSIDER, a maior promoção da história da marca no seu ponto alto!Ponto alto pra valer: nesta Black Week, seu desconto total pode chegar a 70%, combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site. É isso mesmo que você ouviu: até 70% de desconto total!Link do cupom NARUHODO aplicado no carrinho:creators.insiderstore.com.br/NARUHODOE mais: frete grátis em todas as compras e brindes especiais nas compras a partir de R$399. Mas você precisa correr, por que as roupas da INSIDER duram muito, mas as promoções não.Meu destaque hoje vai pra Camiseta Polo Core, que traz estilo clássico com tecnologia.Você está cansado daquelas pólos que amassam, desbotam e têm caimento ruim? Então essa peça é pra você: tecido tecnológico estruturado, respirável e elegante. Do casual ao sofisticado, você vai estar sempre impecável.E você já sabe: entrando no canal de WhatsApp da INSIDER, você pode acessar descontos ainda maiores, por tempo super limitado.Entre no grupo de Zap agora mesmo:https://creators.insiderstore.com.br/NARUHODOWPPBFINSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Claudia Berlim de Mello tem graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985), mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1993) e doutorado em Psicologia (Neurociências e Comportamento) pela Universidade de São Paulo (2003).É Professora Adjunta do Departamento de Psicobiologia, EPM/UNIFESP, Orientadora do Programa de Pós Graduação em Psicobiologia (Campus São Paulo) da UNIFESP e Bolsista produtividade CNPq.Membro do GT de Neuropsicologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia (ANPEPP), do Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento (IBENeC) e da Academia Brasileira de Neuropsicologia.Suas linhas de pesquisa concentram-se nas áreas da Psicologia Cognitiva e Neuropsicologia do Desenvolvimento, com ênfase nos seguintes temas: Cognição Social, Transtornos do Neurodesenvolvimento, Genética do Comportamento, Desenvolvimento e adaptação de testes neuropsicológicos.Lattes: http://lattes.cnpq.br/1758368777559433*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (23): O doutor em Direito Jesualdo Almeida avaliou as expectativas para os desdobramentos jurídicos da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF). Segundo ele, “nada mudará com a audiência de custódia”, indicando que o ex-presidente deve permanecer detido na sede da Polícia Federal em Brasília. A manutenção da prisão, afirma o jurista, é sustentada pela confissão de Bolsonaro de que tentou adulterar a tornozeleira eletrônica, o que configura desobediência judicial e risco de fuga. Diversos políticos paulistas da direita manifestaram solidariedade ao ex-presidente após a decisão do STF. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que Bolsonaro esteve “sempre cumprindo com suas obrigações”. O ex-presidente Jair Bolsonaro passará neste domingo (23) por uma audiência de custódia na sede da PF em Brasília. O procedimento é obrigatório e avalia a legalidade da prisão preventiva decretada no sábado (22). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou a prisão preventiva durante a cúpula do G20 na África do Sul. Lula disse que não comentaria “uma decisão da Suprema Corte”, ressaltando que Bolsonaro “teve todo direito à presunção de inocência”. No entanto, acrescentou que “todo mundo sabe o que ele fez”. A 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, terminou sem consenso sobre um plano para o fim dos combustíveis fósseis. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reagiu de forma emocionada ao impasse, afirmando que “as florestas irão perecer”. O presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), Carlos Bocuhy, avaliou o resultado da conferência e afirmou que o impasse é reflexo de um “conflito de interesses profundo”, indicando que “nunca vai ter consenso” no cenário atual. A Turquia foi confirmada como sede da COP31, prevista para 2026, em decisão anunciada na reta final da conferência realizada em Belém. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, rebateu críticas do vice-prefeito Ricardo Mello (PSD), que havia sugerido que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estaria tirando o mérito da gestão municipal sobre a Cracolândia. Nunes afirmou que a denúncia que motivou as ações ocorreu durante a “gestão dos dois”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o chanceler alemão, Friedrich Merz, à margem do G20. Merz classificou o encontro como “agradável”, mas evitou comentar a crise no Brasil. Apesar do acordo de cessar-fogo, ataques aéreos de Israel na Faixa de Gaza deixaram ao menos 20 mortos e dezenas de feridos neste domingo (23). O Exército israelense afirmou que reagiu a uma “violação flagrante” do acordo por parte do Hamas. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Ex-ministra comunista e ‘Bolsonaro chileno’ largam na frente para disputar 2º turno no Chile. Ataque deixa um indígena morto e quatro feridos em Mato Grosso do Sul. Justiça inglesa considera BHP responsável por tragédia em Mariana. ANPD impõe auditoria ao WhatsApp por risco em dados compartilhados com a Meta. Novo filme de ‘Star Trek’ terá abordagem completamente diferente. E Dua Lipa faz show em SP com Carlinhos Brown e Caetano Veloso no palco. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: cidade do Paraná é devastada por tornado e 6 pessoas morrem. Comando Vermelho domina 76% dos municípios do Rio. Dinamarca impõe idade mínima de 15 anos para uso de redes sociais. AC/DC anuncia 2 shows extras em turnê no Brasil. Caetano Veloso e Maria Bethânia são indicados ao Grammy 2026. E redação do Enem aborda envelhecimento no Brasil. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (08): As cidades de Candói e Rio Bonito do Iguaçu viveram momentos de caos com a passagem do tornado pelo estado do Paraná. A tragédia no Sul deixou mortos, feridos e desabrigados, além de uma população traumatizada com os escombros. Reportagem: Matheus Dias. O governo do Paraná afirmou que dezenas de bombeiros e equipes médicas estão nas ruas para auxiliar as vítimas do tornado que atingiu a cidade de Rio Bonito do Iguaçu com atendimentos emergenciais na região. Reportagem: Pedro Tritto. O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um alerta para 16 estados do Brasil sobre um ciclone extratropical e frente fria, com as regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste sendo as que têm mais risco de impacto. O governador do Paraná, Ratinho Jr., deu declarações sobre as últimas atualizações sobre o tornado que passou pela região e deixou mortos, feridos e destruição, alertando para a possibilidade de decretar calamidade pública, caso seja necessário. O Tribunal Regional de São Paulo reverteu uma das condenações que deixavam Pablo Marçal inelegível por oito anos devido a abuso de poder político, uso indevido dos meios de comunicação e captação ilícita de recursos. A Corte aceitou o recurso da defesa e jogou em precedente as ações de investigação judicial eleitoral apresentadas pelo PSB e pelo então candidato Guilherme Boulos. Reportagem: Danubia Braga. Em meio às cobranças do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o Copom ignorou as pressões e decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano. O professor de economia da FGV Vinicíus Vieira participou do Jornal da Manhã deste sábado para analisar o assunto. Em encontro com o senador Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reforçou o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que a sua gratidão nunca irá “desaparecer”. A cerimônia marcou a posse de Wagner Rosário como conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Reportagem: Matheus Dias. O presidente do Instituto Brasileiro de Preservação Ambiental (Proam), Carlos Bocuhy, concedeu uma entrevista ao Jornal da Manhã deste sábado para analisar as expectativas das resoluções da conferência da COP30. Brasil reforça o objetivo de ampliar verbas para ações ambientais. O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus do chamado núcleo 1 da trama golpista tiveram as suas condenações mantidas pelo Supremo Tribunal Federal por unanimidade, após os ministros rejeitarem os recursos da defesa. Reportagem: Lucas Martins. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que torna mais difícil a desapropriação de terras produtivas para a reforma agrária. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o deputado federal Rodolfo Nogueira explicou a proposta e defendeu a segurança jurídica no campo contra as invasões do MST. O Governador do Pará, Helder Barbalho, foi questionado sobre a segurança na COP30 em Belém, que enfrenta ameaças de ataque do Comando Vermelho a subestações de energia. O evento, que tem a segurança reforçada com militares, blindados e a GLO (Garantia da Lei e da Ordem), segue com uma grande operação policial que já identificou indivíduos ligados a facções criminosas. Barbalho afirma que o evento está ocorrendo "em absoluta tranquilidade". Reportagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Em visita ao Pará, Lula inaugura ampliação de porto e aeroporto e faz promessas aos indígenas. Pesquisadores registram pela primeira vez rompimento de placa tectônica. Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu do Egito. Meta corta suporte do WhatsApp a dezenas de modelos de celular antigos. E Guns N’ Roses será atração principal do festival Monsters of Rock 2026. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.org. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Lula e Trump se encontram na Malásia e ficam mais próximos de acordo. Milei surpreende e vence eleições legislativas na Argentina. Apesar de metade dos povos isolados do mundo correr risco de desaparecer, números de povos e línguas indígenas cresceram no Brasil. No setor público, 4 em cada 10 projetos que usam IA são de criação de conteúdo. E João Fonseca faz história e conquista primeiro ATP 500 brasileiro. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Antes de se aposentar, Barroso vota para descriminalizar o aborto. Wikipedia diz que tráfego está caindo por causa da IA e das redes sociais. Projeto transforma chinelos da Havaianas desde piso de academia a porta-copos. Morre Sam Rivers, baixista e cofundador do Limp Bizkit, aos 48 anos. E ladrões roubam joias ‘inestimáveis’ do museu do Louvre em Paris. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.org See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Últimos 20 cativos foram recebidos nesta manhã pelas Forças Armadas de Israel, e corpos dos reféns mortos devem ser repatriados ainda hoje. Segundo o IBGE, 2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar no ano passado. Morre Diane Keaton, grande dama do cinema americano. E governo estuda “versão digital” do Estatuto da Criança e do Adolescente para proteger menores nas redes. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Israel e Hamas avançam em acordo de paz desenhado por Trump. Governo regulamenta botijão de gás gratuito para famílias de baixa renda. Alexandre Frota tem mandato cassado após condenação judicial. Inflação dos alimentos tem quarta queda mensal seguida em setembro. Sean ‘Diddy’ é condenado a quatro anos e dois meses de prisão. E a novela Vale Tudo é destaque do jornal britânico The Guardian. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, afirma que Brasil precisa “ser consertado”. Edson Fachin assume presidência do STF com objetivo de tirar a corte dos holofotes. Ataque a igreja mórmon nos EUA deixa quatro mortos e oito feridos. Brasil já realizou 19,8 mil transplantes em 2025 e mantém alta histórica. E relançamentos, coletâneas e shows homenageiam Gal Costa, que estaria fazendo 80 anos. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Milhares vão às ruas contra Projeto de Emenda à Constituição da Blindagem e Projeto de Lei da Anistia. Lula faz primeira viagem aos EUA após tarifaço. Milhares ficam horas na fila para homenagear Charlie Kirk. Brasil perde cerca de 15% de faixa de areia em praias nos últimos 30 anos. ‘Futuro, Futuro’ é o grande vencedor do 58° Festival de Brasília. E no Mundial de Natação Paralímpica, Brasil leva duas medalhas de ouro. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Elisa Clavery, repórter da GloboNews em Brasília; e Renato Stanziola Vieira, advogado e ex-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. Em dois turnos e com apoio de quase todos os partidos da Casa – foram cerca de 350 votos favoráveis –, a Câmara aprovou a PEC da Blindagem, que agora será votada agora no Senado. A proposta estabelece uma nova regra para a investigação de crimes cometidos por parlamentares: uma vez aprovada a PEC, serão os próprios deputados e senadores que votarão se um processo poderá ou não ser aberto contra um colega de Congresso. O texto aprovado na Câmara prevê ainda que a votação para a abertura de processos contra parlamentares será secreta. Este ponto foi viabilizado em uma manobra regimental orquestrada pelo presidente da Casa. Ainda na noite de quarta-feira (17), Hugo Motta (Republicanos-PB) pautou a votação da urgência do PL da Anistia – que foi aprovada com mais de 300 votos favoráveis. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com Elisa Clavery, repórter da GloboNews em Brasília, sobre os detalhes do texto da PEC da Blindagem e qual o clima para a votação da proposta no Senado: ela explica que, de olho nas eleições de 2026, os senadores estão preocupados com a reação das redes sociais e devem fugir de “pautas polêmicas”. Participa também o advogado criminalista Renato Stanziola Vieira, sócio do Kehdi Vieira Advogados. Mestre e doutor em direito processual penal pela USP e ex-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, Renato avalia a constitucionalidade da PEC e diz por que ela é um sinal de fragilidade democrática.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Centrão pressiona por candidato e anistia após condenação de Bolsonaro. Qatar pede sanções a Israel, que recebe Marco Rubio. Apoiada pela CBF, Taça dos Povos Indígenas vai reunir atletas de 40 etnias. Cerimônia do Emmy 2025 consagra minisséries 'Adolescência' e 'O estúdio'; 'White Lotus' sai de mãos abanando. E Hermeto Pascoal, um dos maiores gênios da música do mundo, morre no Rio aos 89 anos. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.org See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Tema fundamental para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva. A diversidade sexual e a cidadania LGBTQIA+ ainda enfrenta inúmeros desafios, seja no acesso à saúde, à educação, ao trabalho ou à segurança. É preciso garantir o respeito para com todas pessoas, independente da orientação sexual ou identidade de gênero. No debate desta quarta-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre as ações afirmativas e políticas públicas voltadas para esse público. As conquistas e as adversidades enfrentadas pela comunidade LGBTQIA+ . Participam o secretário executivo de Direitos Humanos e Monitoramento do Recife, Diogo Stanley, a professora e vice-diretora da Faculdade de Direito do Recife/UFPE, especialista em Direito Antidiscriminatório e mulher trans, Antonella Galindo, e a advogada especialista em Direito das Famílias, Sucessões e Direito Homoafetivo, vice-presidente da Comissão Nacional de Direito Homoafetivo e Gênero do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), e membra da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB-PE, Gorreti Soares.
Debate da Super Manhã: O mais novo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), divulgado no último 28 de agosto, mostra que o país chegou a 213,4 milhões de habitantes em 2025, uma crescimento de 0,39% em relação ao ano passado. Recife aparece em 9º lugar entre as capitais com o maior aumento, 0,04%, um montante de 1.588.376 pessoas. No debate desta segunda-feira (8), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o contingente populacional pernambucano: os números do estado e do Brasil, as estimativas do IBGE, o cenário atual e a expectativa de vida da população pernambucana. Participam o economista, presidente da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem), Diogo Bezerra, o sociólogo e pesquisador do Centro Josué de Castro, José Arlindo, e o doutor em Geografia, professor do Departamento de Ciências Geográficas da UFPE, Nilson Crocia.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Tarcísio radicaliza ataque a Moraes no 7 de setembro. Julgamento de Bolsonaro ganha dia extra, sem atraso do encerramento. Robôs que abraçam e telas que afastam: os destaques da IFA 2025. Dia de rock, protesto e nostalgia no The Town 2025. Lua de Sangue é avistada em diversas partes do mundo. E morre Silvio Tendler, um dos maiores documentaristas brasileiros, aos 75 anos. Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.orgSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O energy talks desta quinta-feira (4/7) traz informações e análises sobre o programa Gás do Povo, lançado pelo presidente Lula em Minas Gerais, e uma entrevista exclusiva com Clarissa Lins, CEO da Catavento. Clarissa Lins é Conselheira Consultiva Internacional do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e do Advisory Board do Programa de Energia e Indústria do WEF. Com extensa atuação nas áreas de óleo e gás e energia, ela foi CEO do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), e membro do Conselho de Administração da Vibra e da Petrobras. Atualmente, é membro independente do Conselho de Administração da ArcelorMittal e Chair do Comitê de Sustentabilidade e membro do Comitê de Pessoas. Também integra o Conselho de Administração da Votorantim Cimentos e é Chair do Comitê de Sustentabilidade e Inovação, além de membro do Comitê de Sustentabilidade da Suzano. Economista pela PUC Rio, é co-autora de dois livros – Sustentabilidade e Geração de Valor, Talking sustainability at the Board Room. Na pauta do programa, também estarão os desdobramentos políticos da Operação Carbono Neutro, devedor contumaz, MP 1.300 e impactos do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF. Participam a apresentadora Mariana Procópio, o editor da Gás, André Ramalho e a editora de Transição Energética, Nayara Machado. O energy talks terá 24 episódios diários que vão ao ar de 18 de agosto a 18 de setembro, de segunda à sexta, às 14h. O energy talks é patrocinado por Petrobras e Governo Federal.
Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.org. Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Brasil centra as atenções no STF à espera do julgamento de Bolsonaro. BC amplia proteção contra golpes no Pix com rastreamento de contas. Estudo da Fazenda confirma que milionários pagam menos imposto proporcional que brasileiro médio. Morar perto de áreas verdes ajuda no desenvolvimento cognitivo infantil, mostra estudo. E morre Luis Fernando Verissimo, aos 88 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para saber mais sobre as iniciativas do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), apresentadas na editoria Energia da Evolução, visite alemdasuperficie.org Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Prisão domiciliar de Bolsonaro é considerada justa por maioria dos brasileiros, diz Quaest. Dino manda PF investigar R$ 694 milhões em emendas pix. Nova antologia de gravações dos Beatles chega aos fãs em novembro. Apple avalia possibilidade de usar Gemini em versão reformulada da Siri. ‘Cinco Tipos de Medo’ leva prêmio de melhor filme no Festival de Gramado. E morre cartunista Jaguar, um dos fundadores do Pasquim, aos 93 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou a ineficácia da medida cautelar da Justiça do Reino Unido que determinou ao Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), em março deste ano, a desistência de ação na Corte que pede a suspensão dos contratos firmados entre escritórios ingleses e municípios brasileiros. "O ministro não cita, em hora nenhuma, a Lei Magnitsky, mas evidentemente usa este processo para dar resposta aos EUA e dizer que leis e determinações estrangeiras não valem no Brasil, para cidadãos ou empresas brasileiras ou instaladas aqui ou para contratos assinados com base na lei nacional. Ele quis dizer 'não vem que não tem', uma vez que a Lei é americana e, portanto, não se aplica ao ministro Alexandre de Moraes dentro do Brasil. Foi o chamado 'jeitinho brasileiro'", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A taxa de desocupação alcançou o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O levantamento mostra a força do mercado de trabalho que tem sido incentivado por medidas do governo Lula. Sonoras:
O encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, manifestou na semana passada o interesse do governo americano nos chamados minerais críticos e estratégicos (MCEs) existentes no território brasileiro. A fala a empresários do setor no Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) ocorreu dias antes da entrada em vigor do tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. A taxa deve começar a valer em 1º de agosto e, ao ser anunciada, o presidente americano, Donald Trump, condicionou sua revisão ao fim do processo por golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, seu aliado. Os minerais de interesse dos Estados Unidos são utilizados em tecnologia de ponta, chips para celulares e computadores e na transição energética. Em entrevista à Rádio Eldorado, na coluna de Eliane Cantanhêde, o diretor-presidente do IBRAM, Raul Jungmann, ex-ministro da Reforma Agrária, da Defesa e da Segurança Pública, disse que a legislação brasileira não permite a exploração direta dos recursos minerais brasileiros por um país estrangeiro. Segundo ele, a negociação, se ocorrer, deve ser feita entre os dois governos, cabendo ao setor privado dialogar apenas com as empresas estrangeiras “que se submetam às regras brasileiras”. Sobre a nova tarifa de 50%, Jungmann esclareceu que as exportações para os Estados Unidos representam 4% do total das vendas ao exterior, enquanto as importações chegam a 20%.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Representantes de setores atingidos pelo tarifaço de Donald Trump se reuniram nesta terça-feira (15) em Brasília com o comitê interministerial que vai elaborar a resposta brasileira à chantagem do presidente dos EUA. Governo e empresários do agronegócio e da indústria concordaram que a Lei da Reciprocidade deve ser o último recurso a ser usado. Neste episódio, Julia Duailibi ouve representantes de três setores para entender os impactos e as estratégias dos exportadores brasileiros. Primeiro, Julia conversa com Márcio Ferreira, presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, o CeCafé. Principal mercado consumidor do grão, os EUA compram 17% da produção brasileira – cerca de 1/3 de todo o café consumido em solo americano sai do Brasil. Márcio relata como foi a reunião com representantes do governo, e diz o que os produtores brasileiros planejam para manter essa relação de “ganha-ganha” com os EUA. Depois, Julia fala com Ibiapaba Netto, diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos. O Brasil é líder mundial na exportação de suco de laranja – e Ibiapaba explica toda sua cadeia produtiva: da plantação da laranja no Brasil até o suco chegar à mesa do consumidor americano. Ele comenta também os impactos no emprego e na indústria de São Paulo, maior região produtora de laranja do mundo. Participa também Raul Jungmann, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), organização que reúne mais de 200 produtores de minério. Jungmann avalia o impacto para a produção nacional, e responde quais mercados o Brasil pode mirar caso as tarifas de 50% entrem em vigor.
A ONG Transparência Internacional – Brasil afirmou nesta segunda-feira, 7, que o Fórum de Lisboa, mais conhecido como Gilmarpalooza, é atualmente o “maior evento de lobby judicial do planeta”.A TI Brasil escreveu a seguinte mensagem a respeito do evento, organizado pelo IDP, Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, do qual Gilmar Mendes é sócio-fundador: “O Fórum de Lisboa – ou “Gilmarpalooza” – é hoje o maior evento de lobby judicial do planeta. Sem qualquer transparência sobre as verbas públicas, patrocínios privados e conflitos de interesses, não projeta para o mundo um Brasil cosmopolita e inserido nos debates contemporâneos, mas sim um país preso ao clientelismo.Debater os impactos da inteligência artificial não traz a comunidade jurídica brasileira ao século XXI.Romper com o patrimonialismo profundamente arraigado seria a verdadeira e tão necessária modernização deste estamento.”Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O ministro decano do STF, Gilmar Mendes, comentou nesta sexta-feira, 4, críticas sobre o Gilmarpalooza, que reúne advogados, empresários e juízes e é organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual Gilmar é sócio-fundador. O ministro do Supremo disse: “Nós não temos nenhum problema em relação a isso. As instituições que sustentam o fórum têm absoluta tranquilidade em relação a isso. Muita gente que vem para cá vem por conta própria, portanto nós não pagamos passagem, a não ser daqueles que precisam de apoio, nem hotel da maioria dos palestrantes. Esse é outro charme, outra singularidade deste fórum. As pessoas têm interesse e empenho em dele participar.”Segundo o ministro, não há razão para alimentar suspeitas sobre o evento, pois “ninguém” vai ao Gilmarpalooza “para fazer coisa errada”.Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Senado vai pagar a viagem de seis senadores a Lisboa para participar do evento conhecido como Gilmarpalooza, o Fórum Jurídico promovido pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual o ministro Gilmar Mendes, do STF, é sócio-fundador. Segundo o Estadão, os senadores Irajá (PSD-TO), Eduardo Gomes (PL-TO), Daniela Ribeiro(PP-PB), Márcio Bittar (União-AC), Angelo Coronel (PSD-BA) e Laércio Oliveira (PP-SE) informaram à Mesa Diretora do Senado que participarão do evento com ônus à Casa. Com isso, os parlamentares terão direito ao reembolso das despesas. Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O SciCast mergulhou no universo fascinante dessas espécies que encantam pessoas ao redor do mundo. No entanto, por trás dessa beleza, há um custo ecossocial significativo. A exploração desenfreada, a falta de reprodução em cativeiro e o impacto na biodiversidade são temas urgentes que precisam ser discutidos. Conversamos como a aquariofilia afeta os ecossistemas de água doce e salgada, além de explorar as condições de trabalho das comunidades envolvidas na coleta desses peixes. Além disso, discutimos o papel dos governos e o que pode ser feito para tornar essa indústria mais sustentável. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Bruno Saito, Caio Ferreira, Rita Kujawski, Marcelo Pedraz Citação ABNT: Scicast #643: Peixes Ornamentais e Aquarismo. Locução: Tarik Fernandes, Bruno Saito, Caio Ferreira, Rita Kujawski, Marcelo Pedraz. [S.l.] Portal Deviante, 10/05/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-643 Imagem de capa: Referências e Indicações Agostinho, A. A. (2010). Fisheries management in the Upper Paraná River. Aquatic Veterinary Society. (2021). Aquatic animal health: Challenges and solutions. Balon, E. K. (1975). Reproductive guilds of fishes. Chapman, L. J., Chapman, C. A., & Kaufman, L. (2006). Hypoxia tolerance in African fishes. Journal of Fish Biology, 68(1), 1-22. Environmental Science & Technology. (2020). Ecotoxicology of heavy metals in freshwater ecosystems. Environmental Science & Technology, 54(12), 12345-12356. IBAMA. (2022). Relatório de monitoramento de fauna silvestre. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. IUCN. (2023). Red List of Threatened Species. International Union for Conservation of Nature. https://www.iucnredlist.org Marine Ecology Progress Series. (2019). Cyanide fishing and its impacts on coral reefs. Marine Ecology Progress Series, 621, 1-15. Marine Policy. (2020). Cyanide fishing in the Indo-Pacific: Impacts and solutions. Marine Policy, 118, 103987. Nature Genetics. (2018). The zebrafish genome project. Nature Genetics, 50(3), 345-356. Projeto Piaba. (2023). Dados de manejo comunitário no Rio Negro. https://www.projetopiaba.org Revista FAPESP. (2021). O mercado de peixes ornamentais no Brasil. Revista FAPESP, 300, 45-50. Statista. (2023). Global ornamental fish market size. https://www.statista.com Transparência Brasil. (2023). Ligações entre parlamentares e exportadores de peixes ornamentais. https://www.transparencia.org.br University of Florida. (2021). Mortality rates in ornamental fish trade. Journal of Aquatic Animal Health, 33(2), 123-134. WWF. (2021). Ornamental fisheries and sustainable practices. World Wildlife Fund. https://www.worldwildlife.org Zootaxa. (2021). Taxonomic challenges in ornamental killifishes. Zootaxa, 5000(1), 1-20. Sugestões de filmes: Wild Caught: Aquarium Fish Trade of Amazon A saga do Piabeiro The Dark Hobby Into the Amazon - Discovering Wild Fish The End of The Line See omnystudio.com/listener for privacy information.