Podcasts about ecol

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De puertas al campo
La Comisión propone una ayuda financiera de 540 millones de euros para los agricultores que se enfrentan a la crisis de los fertilizantes

De puertas al campo

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 16:11


La Comisión Europea ha presentado hoy medidas para ayudar a aquellos agricultores que se ven afectados por el fuerte aumento de los costes de los fertilizantes y para apoyar la seguridad alimentaria de Europa, en el marco del Plan de Acción sobre los Fertilizantes anunciado recientemente. En las próximas semanas, la Comisión tiene previsto movilizar un total de 540 millones de euros y propone también ajustes específicos de la política agrícola común que permitan a los Estados miembros proporcionar a los agricultores un apoyo más rápido y flexible para acceder a los fertilizantes. El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación convoca las ayudas del plan Renove de maquinaria agraria por 9,5 millones de euros. Se ha publicado hoy en el Boletín Oficial del Estado. Por primera vez se incluyen los robots agrícolas como maquinaria subvencionable y se amplía la línea para equipos de agricultura de precisión. Las organizaciones profesionales agrarias Asaja, COAG y UPA, junto a Cooperativas Agro-alimentarias de España, han denunciado que el Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico (Miteco) no ha dado respuesta —ni siquiera acuse de recibo— a la queja formal que presentaron el pasado 5 de junio ante la Dirección General de Biodiversidad, Bosques y Desertificación a su queja por la consulta pública del informe sexenal (período 2019-2024) del artículo 17 de la Directiva Hábitats relativo al lobo.

Radio Castellón
Carmina Ballester, alcaldesa de Onda: "la transición ecológica no puede convertirse en una pérdida de competitividad"

Radio Castellón

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 0:18


Gente Radio
Las mañanas

Gente Radio

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 190:53


Edición del 5 de junio Intervienen: Resumen de la actualidad con Diego Calvo Opinión con Rafael de Saja Opinión con Salvador García Tiempo de entrevista con Ángel Montañés, director general de Transición Ecológica del Gobierno de Canarias Estrenos con Manu Díaz Noda Espacio de movilidad en Tenerife con Eulalia García, consejera de Movilidad del Cabildo Continue reading

Economia
O alto custo econômico das ondas de calor nos países preparados só para o frio

Economia

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 5:09


O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.

De puertas al campo
Comienza la cosecha del cereal en la Comarca del Bajo Aragón

De puertas al campo

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 16:23


La cosecha de cereal ha comenzado también en la provincia de Teruel. Concretamente en la Comarca del Bajo Aragón, pero se espera que en los próximos días se inicien las labores de recolección en el resto de la provincia turolense. Desde Aragón Ecológico organizan el próximo jueves, 4 de junio, una jornada sobre la viticultura en producción ecológica. El lugar elegido es el Museo del Vino del Monasterio de Santa María de Veruela, en Vera del Moncayo. La jornada pretende ser un encuentro de profesionales en el que compartir sus experiencias del sector vitivinícola.

EL PODCAST DEL AGUA
#105 ENTREVISTA MANUEL MENENDEZ PRIETO

EL PODCAST DEL AGUA

Play Episode Listen Later May 29, 2026 107:24


En el episodio de hoy entrevisto a Don MANUEL MENÉNDEZ PRIETO. Manuel es Ingeniero de Caminos, Canales y Puertos por la ETS Ingenieros de Caminos, Canales y Puertos de Madrid y ha desarrollado una de las trayectorias más relevantes dentro de la gestión pública del agua en España. A lo largo de más de tres décadas ha ocupado responsabilidades técnicas, estratégicas e institucionales de máximo nivel, entre ellas la Dirección General del Agua del Gobierno de España y la Vicepresidencia del Programa Hidrológico Intergubernamental de la UNESCO. Actualmente continúa vinculado al sector como consejero en TYPSA.El Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico, conocido como MITECO, es el organismo del Gobierno de España responsable de la política ambiental, energética, climática y de agua del país. A través de la Dirección General del Agua y de las Confederaciones Hidrográficas, coordina la planificación hidrológica, la gestión del dominio público hidráulico y las estrategias frente a sequías e inundaciones, desempeñando un papel central en la adaptación al cambio climático y en la modernización de las infraestructuras hidráulicas y de saneamiento.Por su parte, el Programa Hidrológico Intergubernamental de la UNESCO es el principal marco internacional de cooperación científica y técnica en materia de agua dulce dentro del sistema de Naciones Unidas. Su objetivo es impulsar la investigación, la gobernanza y el intercambio de conocimiento para avanzar hacia una gestión sostenible y resiliente de los recursos hídricos a escala global.Y es precisamente desde esta combinación de experiencia técnica, responsabilidad institucional y visión internacional desde donde abordamos en esta conversación algunos de los grandes desafíos del agua en España: la planificación hidrológica, la gobernanza territorial, la toma de decisiones públicas, la adaptación al cambio climático y el papel que deben desempeñar las instituciones en un contexto cada vez más complejo y exigente para la gestión de los recursos hídricos.Aquí te dejo el índice rápido a las distintas partes del podcast: Introducción Daniel Herrero1:53 Entrevista a MANUEL MENENDEZ1:46:51 Despedida*Al final te dejo un índice detallado de todo lo que hablamos en la conversaciónSi quieres contarme algo sobre el episodio o sobre lo que quieras puedes hacerlo en el siguiente mail: daniel.herrero.marin@gmail.com Puedes escuchar el episodio en todas las plataformas de podcast y también en la web aguasresiduales.info:Enlace aguas residuales.info: https://www.aguasresiduales.info/revista/podcasts Te dejo varios enlaces de

La Diez Capital Radio
Christoph Kiessling, presidente de Loro Parque Fundacion (28-05-2026)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later May 28, 2026 12:09


Hoy en La diez Capital Radio Miguel Ángel González Suárez entrevistara a Christoph Kiessling, presidente de Loro Parque Fundación y vicepresidente de Loro Parque, que hablará sobre el Encuentro por la Biodiversidad que celebró el días pasados en Madrid y sobre las orcas de Marineland. Loro Parque Fundación reúne en Madrid a referentes mundiales de la conservación y presenta SofiaNet, una red acústica pionera para proteger a los cetáceos del Estrecho. El encuentro, celebrado en el Espacio Almagro ante más de 150 representantes del ámbito científico, institucional y conservacionista, reforzó la alianza con la UICN SSC y mostró proyectos con impacto real: de la recuperación de especies amenazadas a la reducción de interacciones entre orcas y embarcaciones. Coincidiendo con la celebración del Día Internacional de la Diversidad Biológica, el acto contó con la asistencia de Wolfgang Kiessling, presidente de Loro Parque, y de Vivek Menon, presidente de la Comisión para la Supervivencia de Especies de la UICN. En una jornada marcada por el liderazgo científico, Loro Parque Fundación celebró este pasado jueves en el Espacio Almagro de Madrid, el Encuentro por la Biodiversidad, ante más de 150 personalidades del ámbito académico, político y conservacionista. El encuentro ha coincidido con la presentación de la Lista Roja Nacional de España en el Congreso de los Diputados con motivo del Día Internacional de la Diversidad Biológica, acto en el que ha participado Ángel Curros, director biológico del acuario Poema del Mar, para exponer los avances en la protección de especies críticamente amenazadas como el angelote y la mantelina; y del doctor Javier Almunia, que presentó el proyecto CanBIO. Durante su intervención, el presidente de Loro Parque, Wolfgang Kiessling, reiteró la plena disposición del Grupo para colaborar en el rescate de las orcas Wikie y Keijo, actualmente en el parque Marineland (Francia). Kiessling subrayó que esta operación no responde a intereses comerciales "no ganamos un euro más por tener seis orcas en lugar de cuatro" sino a una responsabilidad moral, técnica y profesional para evitar que los animales mueran sin una alternativa real. El presidente de Loro Parque fue tajante al señalar que la institución solo procederá al traslado si cuenta con el expreso visto bueno del Gobierno de España y se garantiza la seguridad jurídica y técnica del proceso. "Nuestra voluntad es salvar la vida de estos animales y rescatarlos de un destino fatal", afirmó, invitando al ejecutivo español a reconocer formalmente la idoneidad de las instalaciones de Tenerife, referentes mundiales en bienestar animal. Una operación que asumiría como un "acto humano" frente a la inexistencia de santuarios marinos, como confirmó la semana pasada en ministro delegado de Transición Ecológica de Francia, Mathieu Lefevre. Por su parte, Vivek Menon, presidente de la Comisión para la Supervivencia de Especies de la UICN, destacó la importancia de centrar los esfuerzos en la defensa individual de cada especie. Menon puso como ejemplo de éxito la colaboración con Loro Parque Fundación en la recuperación del Guacamayo de Lear en Brasil, que ha pasado de estar al borde de la desaparición a contar con más de 2.200 ejemplares en la naturaleza. "La naturaleza es muy resiliente y agradecida; si haces algo por ella, te lo devolverá", afirmó, ofreciendo el apoyo de los 15.000 investigadores que integran su comisión para seguir colaborando con la Fundación. El presidente de Loro Parque Fundación, Christoph Kiessling, presentó como gran hito de la noche el Proyecto SofiaNet. Esta iniciativa busca desarrollar un sistema avanzado de monitorización acústica continua y automatizada para conocer la presencia de cetáceos en el Estrecho de Gibraltar. Exportando la tecnología desarrollada en Canarias a través del proyecto CanBIO, SofiaNet permitirá generar datos de alta calidad para entender mejor las amenazas derivadas del ruido de origen humano y mejorar la gestión de este espacio marino crítico. Un proyecto que cuenta con la colaboración de la Fundación Reina Sofía, la Universidad de La Laguna y CIRCE. La jornada sirvió también para desgranar otros proyectos clave que sitúan a la Fundación a la vanguardia. El Dr. Antonio Fernández (ULPGC) presentó su nuevo libro “Células del Delfín”, una obra única que utiliza la microscopía electrónica para el diagnóstico patológico, permitiendo "hablar con la muerte para ayudar a la vida". Por su parte, el Dr. Renaud de Stephanis (CIRCE) detalló cómo 22 años de estudios han permitido reducir en un 80% las interacciones con veleros gracias a recomendaciones basadas en ciencia, como navegar en aguas someras y no detener la embarcación. El Dr. Javier Almunia expuso el proyecto cambio, que estudia la acidificación oceánica, el ruido submarino y el impacto del cambio climático en la biodiversidad terrestre y marina, siendo referente a nivel mundial y que cuenta con a financiación de Loro Parque Fundación y el Gobierno de Canarias, en colaboración con la Universidad de La Laguna y la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria. Con este encuentro, Loro Parque Fundación reafirma su papel como motor de la conservación global, habiendo salvado ya a 18 especies de la extinción gracias a una inversión acumulada de 30 millones de dólares.

Otro Podcast de Ciencia
Desarrollo sin conectividad ecológica: el impacto de las autopistas en Colombia

Otro Podcast de Ciencia

Play Episode Listen Later May 28, 2026 78:51


En este episodio conversamos con Rubén Torres sobre los impactos que tienen las autopistas en la pérdida de conectividad ecológica y el movimiento de la fauna silvestre. A partir del caso de la Autopista al Río Magdalena, hablamos sobre cómo este tipo de megaproyectos transforman los paisajes, fragmentan los ecosistemas y representan nuevos retos para la conservación de la biodiversidad.A nuestro invitado lo encuentran en Instagram como @ Mrbencho

Tradiciones Sabias
164: Consecuencias ecológicas y bioculturales de la desaparición del bisonte americano, con Gerardo Ruiz Smith de Fundación Pro Cuatro Ciénegas

Tradiciones Sabias

Play Episode Listen Later May 27, 2026 55:49


Este es el episodio #164 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio  - Cómo era la región que hoy conocemos como México, Estados Unidos y Canadá - En qué momento y por qué causas empezó a disminuir la población de bisontes  - Cuáles han sido las consecuencias ecológicas y bioculturales de la casi total extinción de los bisontes - Trasfondo histórico de varios esfuerzos para reintroducir el bisonte a su hábitat natural Datos del invitado Gerardo Ruiz Smith es Director General de la Fundación Pro Cuatrociénegas. Desde 2022, dirige la estrategia y operación de esta organización dedicada a proteger y restaurar la riqueza biocultural de Cuatro Ciénegas, uno de los ecosistemas más extraordinarios del planeta. Bajo su liderazgo, la Fundación ha impulsado proyectos transformadores, destacando la reintroducción histórica del bisonte americano en la Reserva Ecológica "El Santuario" en 2025. Esta acción es fundamental para restaurar procesos ecológicos clave del Desierto Chihuahuense. Su trabajo abarca también la restauración de humedales, la protección de especies endémicas y el desarrollo de modelos rentables de ecoturismo y agricultura regenerativa. Contacto  -Instagram: gerardoruizsmith y fundacionprocuatrocienegas -Facebook: Fundación Pro Cuatrociénegas -Facebook: gerardoruizsmith -Página web: https://www.procuatrocienegas.org/  Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com          Recursos en español de la Fundación Weston A. Price  Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/       Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol   Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm        Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon:  https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf       Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA

Un Minuto Con Las Artes www.unminutoconlasartes.com
Parque Industrial: música, memoria y conciencia ecológica en Venezuela

Un Minuto Con Las Artes www.unminutoconlasartes.com

Play Episode Listen Later May 26, 2026 49:33


En este emocionante episodio de "Un Minuto con las Artes", nos adentramos en el universo de Parque Industrial, un innovador proyecto musical interdisciplinario que explora la memoria política, histórica y cultural de Venezuela. A través de la voz del guitarrista Luis Arroyo y el bajista Ross Bermúdez, la agrupación aborda temas cruciales como la explotación de la naturaleza y la devastación ecológica, proponiendo una confrontación lírica que invita a la reflexión.Parque Industrial no solo ofrece sesiones en vivo, sino que también integra ediciones gráficas e instalaciones artísticas para dar vida a un imaginario telúrico y un bestiario que rinde homenaje a los animales en peligro. Con la participación de Lisandro Castro (voz) y Hugo Mármol (batería), esta agrupación se establece como una de las propuestas más sólidas y necesarias de la escena contemporánea, fusionando la crudeza del entorno industrial con una poética que reivindica las geografías y sus luchas. ¡No te pierdas esta profunda conversación!

En Clave Rural
Noticias del sector: El lobo sigue protegido: el censo oficial revela 333 manadas en España

En Clave Rural

Play Episode Listen Later May 16, 2026 5:05


María Santos repasa todas las noticias del sector. 1.- El Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico (MITECO) ha expuesto a información pública el informe sexenal del lobo, que incluye entre otros documentos el censo. Este indica que hay 333 manadas en España, tal y como adelantó el Departamento ministerial el año pasado. Esta cifra está por debajo del criterio de la Comisión Europea de 500 manadas para que se considere que la especie está en un estado de conservación favorable. Por lo tanto, "no puede haber controles letales de la especie", según señalaron a finales de junio fuentes de Transición Ecológica, remitiéndose al criterio de una sentencia del Tribunal de Justicia de la Unión Europea (UE) que señala que si una especie está en estado desfavorable en una parte del territorio, lo está en la totalidad del territorio. El Ministerio prevé convocar la Conferencia Sectorial de Medio Ambiente --que cuenta con representación de las CCAA-- para su aprobación antes de su envío a Bruselas. 2.- La Asamblea General de la Federación Nacional de Industrias Lácteas (Fenil), que integra a más de 60 empresas del sector, ha nombrado a Javier Roza, director general de Mantequerías Arias, presidente de la patronal láctea. En concreto, Roza, que toma el relevo de Ernesto Castro, será el encargado de gestionar los desafíos estratégicos de una industria que es vital para la economía española, la vertebración del territorio y para la puesta a disposición de alimentos esenciales, como son los lácteos. Durante su presidencia, serán fundamentales la defensa del aporte nutricional de los lácteos como alimentos esenciales y el fomento de un marco que incentive la producción y transformación de leche en nuestro país. La patronal láctea también asegurará el diálogo permanente con todos los agentes del sector y el desarrollo de acciones que generar valor a lo largo de toda la cadena láctea. 3.- La Interprofesional Agroalimentaria del Ovino y el Caprino de Carne (Interovic) se ha aliado con más de 300 bares y restaurantes de 15 ciudades españolas para impulsar el consumo de carne de cordero, lechal y cabrito nacional en España y acercarla a los más jóvenes. Se vuelve a poner en marcha la 'Ruta de El Paquito 2026' en 40 ciudades como Madrid, Barcelona, Lleida, Valencia, Alicante, Badajoz, Cáceres, Toledo, Ciudad Real, Albacete, Cuenca, Teruel, Zaragoza, Huesca o Pamplona, entre otras, donde el protagonista es el bocadillo de cordero para fomentar el consumo de esta carne, especialmente entre el público más joven, y mostrar su versatilidad en la cocina. La producción de ovino en España, realizada en más de 110.000 granjas de ovino y 75.000 de caprino en áreas rurales, contribuye significativamente a la preservación de los paisajes naturales, mejora la fertilidad del suelo y apoya la biodiversidad. Además, estas granjas rurales son esenciales para el desarrollo económico en áreas que, de otro modo, no podrían destinarse a otros usos agrícolas. 4.- El ministro de Agricultura, Pesca y Alimentación, Luis Planas, y el director general de la Administración Estatal de Regulación del Mercado de China (SAMR), Lou Wen, han firmado este miércoles un memorando de entendimiento (MoU) para impulsar la cooperación en materia de certificación de productos ecológicos entre ambos países. En concreto, este memorando establece un marco de colaboración técnica y regulatoria para impulsar el intercambio de información, la armonización de estándares y el desarrollo del comercio de productos ecológicos. En este contexto, las partes cooperarán en materia de formación, desarrollo de capacidades, certificación y sistemas de control. También se prevé la creación de grupos de trabajo y la organización de seminarios, reuniones técnicas, visitas e intercambios entre administraciones y sectores implicados. 5.- La flota atunera española agrupada en la Organización de Productores Asociados de Grandes Atuneros Congeladores (Opagac), como miembro de Europêche, ha alertado sobre los riesgos del actual proyecto de acuerdo de libre comercio entre la Unión Europea e Indonesia, primer productor mundial de atún tropical, dado que podría generar una competencia desleal en el mercado europeo. El acuerdo contempla la entrada libre de aranceles de varios productos atuneros indonesios, incluida la eliminación total de los derechos de aduana sobre los filetes de atún, actualmente gravados con un 18%. Para el sector atunero europeo, esta medida puede provocar una entrada masiva de producto indonesio en el mercado comunitario, provocando una competencia desleal frente a una flota europea sometida a estrictos requisitos de control, trazabilidad, seguridad alimentaria y condiciones laborales.

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
15 de maio - Projeto transformando bambu em renda vence prêmio ecológico

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later May 15, 2026 10:09


Nesta entrevista, Élcio Pedrão, extensionista social da Epagri e especialista em gestão e educação ambiental, fala sobre o o projeto “Transformando Bambu em Renda”, vencedor na categoria Manejo Florestal Sustentável, do 32º Prêmio Expressão de Ecologia.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

Impacto Positivo
Porquê as cidades não podem ser ecológicas! Êxodo Urbano EP01

Impacto Positivo

Play Episode Listen Later May 14, 2026 18:18


Hoje e seguindo pelas próximas semanas, nossos vídeos e encontros ao vivo da Confraria Agrária serão baseados nos módulos do Programa Êxodo Urbano Urgente - curso onde você tem acesso às ferramentas necessárias para planejar sua transição para o campo. No vídeo de hoje, falamos sobre alfabetização ecológica e questionamos se é realmente possível "reformar" as cidades uma vez que elas são avessas aos processos ecossistêmicos. Sabemos que a solução não são "cidades esponja" e nem "cidades de 15 minutos", mas sim uma vida no campo onde podemos viver realmente com excedente energético. O livro "Meu Caderno de (ida para o) Campo" está quase pronto! Para comemorar vou trazer aulas sobre como planejar o êxodo urbano e criar permanência no campo baseadas nos capítulos do livro. Você pode apoiar o projeto fazendo seu pedido antecipado por esse link: https://forms.gle/S9QH49PGkgzY8gge6

Onda Aragonesa
Las Mañanas de Onda Aragonesa: Talleres en áreas específicas del cuidado en Arándiga

Onda Aragonesa

Play Episode Listen Later May 11, 2026 12:25


Hablamos con Irene Marco, concejala de Cultura y Despoblación del Ayuntamiento de Arándiga (Zaragoza). Dicha localidad acoge un programa formativo sobre cuidados a mayores, personas con discapacidad y paliativos. La iniciativa, impulsada por el Ayuntamiento de Arándiga y OCRE, cuenta con financiación del Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico. Los talleres se celebrarán en el Club Social de la localidad zaragozana entre el 25 de mayo y el 10 de junio, con 30 plazas disponibles y un total de 52 horas de formación.

RADIOMÁS
El Show de la Tierra - De los Planes al Equilibrio Ecológico

RADIOMÁS

Play Episode Listen Later May 7, 2026 50:43


En vivo desde la Facultad de Contaduría y Administración UV

Jose Candeias - HÀ Conversa
Motorista,Miguel Dias-comportamento ecológico

Jose Candeias - HÀ Conversa

Play Episode Listen Later May 7, 2026 7:22


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De puertas al campo
Aragón Ecológico ha celebrado esta mañana en Alcañiz su asamblea general

De puertas al campo

Play Episode Listen Later May 6, 2026 14:54


El granizo caía con fuerza ayer en la localidad turolense de Castellote. La mayor preocupación se centra ahora mismo en el campo. No se descarta que el granizo haya provocado daños en cultivos de almendro y olivo. HaCemos también un repaso de lo más destacado de la asamblea general de Aragón Ecológico que se celebraba esta mañana en Alcañiz.

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Murcia y la cuenca del Segura: gestionar cada gota en el territorio con mayor presión hídrica de España

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Play Episode Listen Later May 5, 2026 110:08


Ninguna cuenca en España gestiona tanta diversidad como el Segura. Trasvase, desalación, reutilización, aguas subterráneas y recursos superficiales conviven en un sistema único de explotación, en un territorio donde el margen de error es mínimo y la presión sobre cada gota es máxima. En este episodio de Conexión Agua analizamos cómo la digitalización del ciclo del agua está transformando la capacidad de decisión en la cuenca del Segura: desde la gobernanza de la confederación hasta la operación de las comunidades de regantes, pasando por la depuración, la reutilización y la innovación tecnológica. Desde el sistema de ayuda a la decisión para el sistema único de explotación, la teledetección anual de los perímetros de riego y la metodología BIM aplicada a la explotación de infraestructuras, hasta la reutilización del 98 % del agua depurada, los proyectos de inteligencia artificial aplicada a la depuración o el riego de precisión con sensorización avanzada en las comunidades de regantes, el episodio muestra cómo la digitalización se traduce en una gestión más eficiente, transparente y coordinada en el territorio con mayor presión hídrica del país. Participan: • Mario Urrea, presidente de la Confederación Hidrográfica del Segura • José Sandoval Moreno, director general del Agua de la Región de Murcia • Juan Cascales, presidente de la Mancomunidad de los Canales del Taibilla • Pedro Simón, director técnico de ESAMUR • Belén Gutiérrez, presidenta de AEDyR • Domingo Rocamora, gerente de la Comunidad de Regantes de Albatera • Fernando Costa Hernández, secretario general de la Comunidad de Regantes de Totana Conexión Agua es el videopodcast impulsado por el Ministerio para la Transición Ecológica y el Reto Demográfico para difundir las actuaciones del PERTE de Digitalización del Ciclo del Agua, proyecto estratégico del Plan de Recuperación, Transformación y Resiliencia del Gobierno de España, respaldado por la Unión Europea – NextGenerationEU.

Mediodía COPE
13:00H | 04 MAY 2026 | Mediodía COPE

Mediodía COPE

Play Episode Listen Later May 4, 2026 60:00


El exministro José Luis Ábalos declara en el Tribunal Supremo por el caso Mascarillas, desvinculándose de la gestión y atribuyendo las decisiones a Koldo García. Su defensa busca desmontar las acusaciones de Víctor de Aldama, lo que afecta al entorno de Pedro Sánchez. El proceso de regularización de migrantes avanza con dificultades, con colas, falta de información y la aparición de "mafias" que cobran por trámites. Los funcionarios denuncian improvisación y carencias. En Valencia, los afectados por la DANA de octubre de 2024 denuncian que el gobierno expropia sus terrenos dañados sin ofrecer compensación, sintiéndose abandonados y señalando al Ministerio de Transición Ecológica. La adjudicación de plazas MIR genera polémica por acusaciones de copia en el examen y errores en los baremos académicos, lo que indigna a los opositores. La Asociación MIR denuncia la falta de controles y la poca respuesta del Ministerio de Sanidad. La inteligencia artificial presenta una baja adopción en las ...

De puertas al campo
Aragón espera recoger esta campaña unos 600 millones de kilos de fruta

De puertas al campo

Play Episode Listen Later May 2, 2026 92:32


La campaña de la fruta movilizará en Aragón a unos 25.000 trabajadores, de los que unos 12.000 llevarán a cabo su trabajo en la comarca del Bajo Cinca. Entre un 80 y un 90% de estos trabajadores temporales agrario son extranjeros. La previsión es recoger 600 millones de kilos de fruta. Unió de Pagesos denuncia que, cinco meses después de la detección del primer caso de Peste Porcina Africana [PPA] en Cataluña, la situación sigue siendo preocupante. El sector ovino español sigue trabajando en las exportaciones de cordero vivo con motivo de la Fiesta del Cordero. Este año no está previsto exportar cordero español.  Hacemos un repaso de las últimas alertas publicadas en el boletín fitosanitario del Gobierno de Aragón y en ‘Lo que pasa en el campo, pasa por Bruselas' conocemos lo que ha dado de sí esta semana la política agraria comunitaria. Aragón Ecológico celebra su asamblea anual esta próxima semana y su presidente, Julio Yagüe, ha estado en ‘De puertas al campo' para avanzarnos los temas y cifras que analizarán en este acto. En ‘La traza' conocemos la trazabilidad del ‘Fesol de Beseit'; consultamos el impacto que la entrada en vigor del acuerdo con el Mercosur puede tener en el vino aragonés y estamos en Caspe. Hoy tiene lugar la tradicional bendición de términos agrícolas por parte de la Cofradía de la Vera Cruz.

Meio Ambiente
Mapa do caminho do Brasil para fim dos fósseis não deve sair até a COP, diz ministro do Meio Ambiente

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 20:56


A Colômbia promove nesta terça e quarta-feiras (28 e 29) uma conferência inédita para impulsionar o debate internacional sobre o afastamento dos combustíveis fósseis, cuja produção e consumo são os principais responsáveis pelo aquecimento global. O Brasil está presente em Santa Marta, ao lado de outros quase 60 países. Entretanto, como a maioria dos participantes, Brasília chega ao evento sem ter conseguido elaborar o seu próprio plano para reduzir a dependência dos fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris “Não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na próxima COP”, disse ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, à RFI. “Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão [dentro do governo]. É um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios, que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho”, explicou. Capobianco assumiu a pasta há menos de um mês, com a saída de Marina Silva do ministério para se dedicar à campanha ao Senado, nas eleições de outubro. Considerado o braço direito da ex-ministra, ele esteve em Paris para participar das reuniões preparatórias do G7, presidido este ano pela França. O Brasil é um dos países convidados da cúpula, prevista para junho, em meio a um contexto geopolítico de fortes tensões internacionais. Confira abaixo os principais trechos da entrevista, na qual Capobianco aborda ainda o futuro da política ambiental no Brasil, no contexto eleitoral, e a preparação para a chegada do fenômeno El Niño, que aumenta a probabilidade de incêndios florestais no segundo semestre. RFI: No tema do meio ambiente, a diplomacia francesa do G7 decidiu não abordar a questão climática num tópico específico, para evitar atritos com a delegação americana. Isso lhe surpreendeu, que um país como a França tenha evitado o tema central da crise climática? João Paulo Capobianco: Eu diria que seria de se esperar que este tema tivesse maior destaque. No entanto, ele foi tratado na medida em que a França trouxe de forma bastante assertiva à questão do combate à desertificação, da conservação da biodiversidade e o acordo envolvendo oceanos. Na verdade, esses temas estão totalmente interligados. Durante as nossas reuniões, esse assunto veio de forma muito clara, e o desafio climático permeou todo o debate, mesmo que não tenha tido um tema específico. RFI: Enquanto isso, acontece na Colômbia a Conferência de Santa Marta, a primeira grande iniciativa internacional reunindo os países dispostos debaterem a saída dos combustíveis fósseis. Como será a participação do Brasil?   J.P.C.: Esse tema foi trazido de forma muito intensa pelo presidente Lula na COP30. O Brasil tem sido muito vocal. Nós precisamos, de fato, reconstruir alternativas rapidamente para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, e o Brasil vem defendendo que, para isso, é necessário buscar várias rotas, entre elas o caminho do aumento do uso de biocombustíveis associados à eletricidade, ou seja, híbridos com biocombustíveis como uma alternativa importante para o Brasil. Hoje, nós temos um sistema bastante consolidado disso. O etanol tem uma participação na gasolina extremamente alta, mais de 30%. Temos biodiesel. É uma tecnologia acessível, não compete com a produção de alimentos, não gera desmatamento – nós temos mostrado isso muito claramente. Ou seja, há possibilidades de ações de curto prazo para promover essa transição. O Brasil vai participar da reunião na Colômbia contribuindo para esse debate, porque o mundo precisa encontrar caminhos para reduzir essa dependência o mais rápido possível. RFI: Internamente, no entanto, a definição desse mapa do caminho para o afastamento dos fósseis do Brasil está atrasada. No fim do ano passado, o presidente Lula deu um prazo de 60 dias para quatro ministérios e até hoje não foi possível chegar a um consenso. Como está essa discussão? J.P.C.: Está avançando. Existe uma complexidade que envolve a questão que vulgarmente se chama de combate à pobreza energética. O Brasil tem ainda déficit de oferta de energia para o conjunto da sociedade, e o debate é como é que nós vamos tratar, simultaneamente, a redução da dependência de combustíveis fósseis com essa necessidade de garantir a oferta de energia segura para o conjunto da sociedade brasileira. Isso tem levado a algumas discussões sobre o papel dos combustíveis fósseis, ainda, numa transição brasileira. Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão. É uma coisa muito importante: o conjunto do governo, sob a orientação do presidente Lula, entende que a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética brasileira deve reduzir. A questão é como é que nós vamos fazer essa redução, qual é a nossa rota de redução. Isso é um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho. RFI: Mas vai ser possível chegar a essa proposta e encaminhá-la até a próxima COP, em novembro, lembrando que a presidência brasileira da COP30 levantou essa questão do ponto de vista internacional? O Brasil pode chegar na COP31 sem o seu mapa do caminho? J.P.C.: Os quatro ministérios envolvidos – Minas e Energia, Meio Ambiente, Fazenda e Casa Civil – estão muito motivados a fazer isso agora, nas próximas semanas. Há propostas de conciliação de posições para que a gente tenha isso e que a gente possa oferecer uma proposta de resolução para o Conselho Nacional de Política Energética rapidamente. Porém, repito, não será ainda o mapa do caminho. Será o estabelecimento dos princípios dos procedimentos que irão orientar a elaboração desse mapa do caminho, que precisa ser construído sob análises aprofundadas do ponto de vista de cenários, impactos socioeconômicos e ambientais de todo esse processo. Estamos comprometidos a estabelecer os princípios que vão orientar a elaboração do mapa do caminho, que se inicia na sequência. RFI: Essa poderá ser a maior entrega do Brasil para a próxima COP31? Qual é o seu principal objetivo para a próxima Conferência do Clima? J.P.C.: Nós vamos ter uma COP logo na sequência de um processo eleitoral bastante intenso, complexo, como toda eleição em qualquer país. Então, não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na COP. O que nós temos como expectativa é mostrar o compromisso do Brasil com isso, mostrar que o processo segue vigoroso, em andamento, em construção, para que a gente possa, no menor prazo, ter o nosso mapa do caminho consolidado. No fundo, nós estamos tratando de propor um grande acordo com a sociedade brasileira no sentido de que forma nós vamos compatibilizar a necessidade de desenvolvimento econômico, de combate à pobreza energética, de inclusão social, abrindo mão do uso de uma riqueza natural que o Brasil dispõe. Isso é algo que precisa ser um resultado de um debate aprofundado e precisa ser, digamos, internalizado pela sociedade brasileira de forma consistente. Não é uma questão de um governo. É uma visão de Estado. Não há nenhuma projeção, nem nas mais otimistas ou radicalmente defensoras do fim do uso de combustíveis fósseis, que entenda que é possível que a humanidade abra a mão completamente dos combustíveis fósseis num passe de mágica. É uma construção. Nós só podemos construir isso colocando outras alternativas no lugar. Essas alternativas, embora estejam se mostrando cada vez mais viáveis, haja visto a redução brutal no preço da produção das energias renováveis, ainda não são alternativas amplamente e completamente disponíveis para o conjunto dos países, porque os custos são muito altos. Essa transição precisa ser muito bem cuidada para que não seja mais uma fonte de desigualdade e criando obstáculos para o desenvolvimento de países que precisam se desenvolver. RFI: Nesse contexto, haverá eleições esse ano no Brasil. De que forma o ministério está se preparando para um revés de poder? Tem como blindar algumas políticas ambientais para que, se o presidente Lula não vencer, a política ambiental não seja perdida num eventual mandato da direita? J.P.C.: Eu diria que o esforço que tem sido feito pelo nosso governo é de apresentar soluções mais estruturantes, que envolvam o conjunto da economia, evitando o tratamento da questão ambiental como algo setorial. Essa é uma tese que a ministra Marina Silva defende desde quando nós iniciamos a participação no governo em 2003, a chamada transversalidade da ação ambiental. Na atual gestão do presidente Lula, esse assunto ganhou muita relevância. Há uma questão que eu acho interessante, que é o grau de afinidade existente entre a agenda do Ministério do Meio Ambiente e o da Fazenda. Essa parceria gerou alguns avanços muito importantes, que vão na linha de mudanças na estruturação de políticas econômicas do Brasil. O plano de Transformação Ecológica é um caso: no âmbito desse plano, nós fortalecemos o Fundo Clima. A partir de 2024, passamos a tratar o Fundo Clima como um fundo estratégico de reorientação da economia. Em 2024, passamos para R$ 10 bilhões, ou seja, saímos de R$ 400 milhões, em 2009, para R$ 10 bilhões, e em 2025 fomos para R$ 14 bilhões. Agora, em 2026, temos R$ 27 bilhões.   Além disso, em parceria com o Tesouro, criamos o Eco Invest, que é um modelo de blended finance, ou seja, recurso público que atrai recurso privado, nacional e internacional, para investir em ações mais de maior fôlego. Quando nós lançamos o primeiro desafio no Fundo do Clima, nós não tínhamos muita certeza se o setor privado brasileiro tinha o potencial de captar esses recursos. E no primeiro ano faltou dinheiro. Ou seja, a demanda era maior do que a oferta. Agora, ficou evidente que o setor privado brasileiro está buscando essas alternativas, está investindo nessas inovações. Quer estar na linha de frente no que a gente chama de uma economia de baixo carbono. RFI: Na medida em que hoje essa economia envolve bilhões, poderá ser uma garantia de continuidade? J.P.C.: O setor privado, quando entra uma empresa que busca recursos do governo, mas coloca o seu próprio recurso, isso mostra que é um processo de médio e longo prazo da economia. Não é algo efêmero. Ninguém investe bilhões num setor da economia achando que isso pode mudar a qualquer momento. Quando você estabelece programas que trazem a economia para esse caminho, você está estruturando uma nova via que não irá mudar repentinamente, simplesmente porque muda o governo. Isso significa dizer que, por meio desse tipo de ação e por mudanças na legislação, por inclusão de normativas, você vai garantindo processos que tenham continuidade. Agora, é evidente que nós precisamos de governantes que tenham compromisso com a questão climática e da sustentabilidade. Isso é essencial em qualquer país, em qualquer circunstância. E a gente espera que a sociedade brasileira leve isso em conta, mostrando inclusive as diferenças e os resultados obtidos em diferentes governos, quando for fazer a sua opção. RFI: O fenômeno El Niño deverá voltar nos próximos meses, trazendo seca e alta probabilidade de incêndios no Brasil. Enfrentar os incêndios que estão por vir e talvez sejam inevitáveis será um dos seus desafios nesse curto período como ministro?  J.P.C.: Esse tema de fato é muito preocupante. O El Niño parece que chega com muita intensidade. Desde o ano passado, nós iniciamos um processo de fazer reuniões mensais com os maiores meteorologistas e analistas climáticos do Brasil e alguns internacionais, para acompanhar isso no detalhe. O desafio será enorme se nós assistirmos à repetição do que ocorreu em 2023 e principalmente 2024. É muito grave ter secas intensas no Centro-Oeste Norte e Nordeste e chuvas intensas na região Sul. É muito desafiador, em um país de dimensão continental como o nosso, enfrentar uma situação tão diversa e tão intensa no seu território simultaneamente. Porém o Brasil mudou um pouco desde 2024. Nós começamos a construir o que a gente chama de uma mentalidade de prevenção a incêndios e desastres climáticos mais intensos. Do ponto de vista de incêndios, nós trabalhamos junto ao Congresso Nacional para aprovação de uma lei, que não estava avançando, que trata do chamado manejo integrado do fogo e define com maior clareza as responsabilidades dos diferentes entes nacionais, subnacionais, locais e do setor privado e da sociedade como um todo. Estamos trabalhando para mudar essa visão de que isso é uma responsabilidade só do governo federal. O grande desafio dos incêndios florestais é uma cultura, uma ação permanente da sociedade e das diferentes instâncias de governo para garantir a prevenção. O fogo, quando inicia, é fácil combater. Depois que ele ganha escala, é muito difícil. Várias resoluções foram aprovadas, estabelecendo novas rotinas e procedimentos. Também estabelecemos agora responsabilidades que envolvem proprietários rurais, as regras que eles devem observar para a prevenção. E criamos também o envolvimento da investigação, pela Polícia Federal, para identificar responsáveis pelo início de incêndios criminosos.

La ContraCrónica
El apagón: un año después

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 46:57


Hoy se cumple un año del histórico apagón que dejó a 60 millones de personas en España y Portugal sumidas en la oscuridad durante horas. Lo que sucedió aquel lunes de abril fue el mayor fallo eléctrico registrado en Europa en mucho tiempo. Se produjo en un país miembro fundador de la zona euro y referente autodeclarado de la transición energética. Ese país vio como su sistema eléctrico se caía por completo en cuestión de segundos. Doce meses, varios informes y dos comisiones parlamentarias después, el episodio sigue sin tener un culpable claro. Desde el punto de vista técnico el sistema perdió el equilibrio por una cadena de fallos en cadena. Hubo una serie de episodios de sobretensión, oscilaciones y dificultades para mantener la tensión, que culminaron en el cero eléctrico. La presidenta de Redeia, Beatriz Corredor, situó el origen en una oscilación detectada en una planta fotovoltaica de Badajoz, supuestamente la Núñez de Balboa, propiedad de Iberdrola, extremo que la eléctrica ha negado. Pero había mucho más. Un fallo en una sola central no puede provocar algo así. Ese día la elevada penetración renovable conectada mediante electrónica de potencia redujo la inercia mecánica que aportaban las centrales con turbinas como las nucleares, las hidráulicas y los ciclos combinados. Los informes oficiales del ministerio para la Transición Ecológica, el gestor europeo ENTSO-E y la CNMC han coincidido en calificar el evento como algo «multifactorial», un eufemismo que reparte culpas entre tantos actores que ninguno carga con ellas. Pero la CNMC ha constatado que España disponía de herramientas normativas suficientes para evitar el apagón. Las reglas existían, lo que falló fue su aplicación. El regulador ha incoado unos 55 expedientes sancionadores, el más grave contra la propia Red Eléctrica, y otros contra Iberdrola, Endesa, Naturgy, Repsol y las nucleares de Almaraz y Trillo. La batalla se sigue librando en varios frentes de forma simultánea. La Comisión del Senado señaló al Gobierno, a Red Eléctrica y a la CNMC. La del Congreso acaba de empezar y aún no se conocen sus conclusiones. Entretanto, en un juzgado de Madrid, las eléctricas litigan por acceder a las 8.000 conversaciones aportadas por Red Eléctrica que demostrarían que existían avisos previos. Iberdrola ha demandado al operador por competencia desleal en un juzgado mercantil. Portugal, que sufrió el apagón sin tener responsabilidad alguna, estudia también demandar a España. Las consecuencias económicas las tenemos ahí y las pagamos de forma sileciosa desde hace un año. Red Eléctrica opera con un margen de seguridad mayor, los servicios de ajuste se han encarecido y el precio en el mercado regulado es notablemente más alto que hace un año. La factura la está pagando el consumidor. En el frente político el balance es desolador. Ni una dimisión, ni un cese, ni una asunción explícita de culpa pese a las 8 víctimas mortales que provocó el apagón. Si alguna lección hemos de extraer de este episodio es que en España impera una cultura institucional que confunde la gestión pública con la gestión del relato, exactamente lo mismo que sucedió durante la pandemia o en las inundaciones de Valencia. Las fragilidades estructurales siguen ahí. Si los tribunales no ponen orden, el próximo apagón no será una sorpresa. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:37 Un año del gran apagón 30:51 Prioridad nacional 35:02 Nacionalidad 39:50 Regularización · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #apagon Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

GatoEncerradoSV
Las 15 joyas ecológicas en riesgo por el retorno de la minería

GatoEncerradoSV

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 13:36


Este es un resumen explicativo, con la ayuda de IA, de nuestro reportaje sobre las áreas naturales protegidas, áreas de conservación y humedales ramsar que están bajo amenaza por el retorno de la minería metálica a El Salvador. Lee el reportaje completo en nuestro sitio web: GatoEncerrado.news.

Tradiciones Sabias
159: El alto costo social y ecológico de consumir ultraprocesados, con Galia Kleiman

Tradiciones Sabias

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 48:38


Este es el episodio #159 de "Tradiciones Sabias", el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio: -Repercusiones de la producción y consumo de productos ultraprocesados en nuestra salud, ambiente y sociedad -Recomendaciones para identificar y evitar productos ultraprocesados  -Recetas fáciles para elaborar algunos alimentos que usualmente compramos en el supermercado  Datos del invitado: Galia Kleiman es mexicana y es fundadora de La Cocina de Galia, una marca de alimentos funcionales, como el caldo de huesos, los fermentos y otros productos basados en los principios de las dietas ancestrales.  Está certificada por el Instituto de Nutrición Integrativa de Nueva York y es representante en Ciudad de México de la Fundación Weston A. Price.  Contacto: - IG: lacocinadegalia y babylovesfood.mx  - Página web: www.babylovesfood.com    Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com          Recursos en español de la Fundación Weston A. Price -   Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/        Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol   Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm         Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon:  https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf         Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA

Impacto Positivo
O Planejamento Rural Ecológico para o Futuro de Escassez Energética

Impacto Positivo

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 20:40


“O papel da agricultura é produzir alimentos e fibra enquanto o solo é constantemente melhorado”. A intenção da “Escala de Permanência da Linha Chave ” é estabelecer uma ordem de prioridade para a tomada de decisão no planejamento de propriedades rurais e entender a permanência relativa de suas respectivas áreas. (P.A. Yeomans. 1958. The Challenge of Landscape). Montei uma formação continuada baseada no Gerenciamento Holístico e na Escala de Permanência da Linha Chave, voltada para as pessoas e as propriedades no sul do Brasil. Vamos ter com um encontro presencial, um sábado por mês, de maio a dezembro em Gravatal/SC. A formação tem como objetivos centrais: - desenvolver um planejamento de gestão e da propriedade que harmoniza as vocações e necessidades das pessoas e dos empreendimentos com as aptidões de território; - apresentar uma ordem de prioridade clara e econômica para o desenvolvimento e manutenção dos elementos que compõem uma propriedade rural; - garantir resiliência climática por meio do planejamento que considera os eventos extremos (ex. a pior tempestade ou a seca mais longa). Deixo abaixo o link com mais informações para vocês acessarem e avaliarem se gostariam de participar e compartilhar com as redes de vocês. Abraços! Eurico Link: https://forms.gle/yYYNQoM81ejoVe457

Mitos y más
[EP142 · BONUS] Uruk: La Primera Ciudad del Mundo y el Colapso Ecológico

Mitos y más

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 9:03


¿Sabías que la primera megaciudad de la historia no colapsó por una guerra, sino por un desastre ecológico provocado por el hombre?En este episodio extra del universo de Gilgamesh, viajamos al año 3200 a.C. para caminar por las calles de Uruk. Descubrimos cómo el barro y la agricultura crearon la civilización urbana, por qué la escritura cuneiforme se inventó para llevar la contabilidad (y no para escribir poesía), y cómo la obsesión por el crecimiento infinito terminó envenenando la tierra con sal y destruyendo la primera metrópolis del mundo.Una historia de hace cinco mil años que resulta ser un espejo perfecto de nuestro presente.Este es el audio original de nuestro nuevo video. Si quieres ver la versión completa con imágenes y animaciones, encuéntralo en nuestro canal de YouTube: https://youtu.be/451JVXJfPCsSuscríbete a nuestra newsletter gratuita en www.mitosymas.com para no perderte ningún contenido extra.(00:00) - La llegada a la primera metrópolis (01:42) - El milagro de la agricultura y el barro (03:50) - La invención de la escritura y los contables (05:42) - El colapso sistémico de Uruk (08:07) - El espejo del pasado para nuestro presente ★ Support this podcast ★ Click here to view the episode transcript.

Despertar Quantum
T2#657: LO QUE SUENA ECOLÓGICO PERO NO LO ES.

Despertar Quantum

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 30:07


En éste capítulo vamos a hablar de los recursos que se dicen ecológicos o green y en realidad enmascaran un trasfondo oscuro de intereses para unos pocos.Déjanos tus comentarios y siguenos en Instagram quantum_gdl y Telegram en nuestro canal Centro Quantum. Ahora en Patreon con audios subliminales para Reprogramación R3PR0 5D HACK3O M3NTAL. . ...

Esse Mundo É Nosso - Podcast de Viagem
#117: São Miguel dos Milagres e a Rota Ecológica

Esse Mundo É Nosso - Podcast de Viagem

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 31:24


O que fazer em São Miguel dos Milagres, em Alagoas? Nesse episódio, Rafael Carvalho e Adolfo Nomelini dão dicas que vão muito além desse paraíso: saiba tudo sobre a Rota Ecológica dos Milagres.Conheça ainda cidades com praias incríveis como Porto de Pedras e Passo de Camaragibe, dois destinos surreais que nem todo mundo coloca no roteiro por essa região.Links citados no episódio:Roteiro na Rota dos MilagresPousada WassuPousada do ToqueOrigem Patacho Design HotelPousada PatachoPousada Rota EcológicaMonan Boutique Hotel All Inclusive

La Ventana
La Climática en La Ventana | La energía, arma de guerra o de paz

La Ventana

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 21:34


Hoy contamos con un experto en energías renovables, Pedro Fresco. Fue asesor del Ministerio de Transición Ecológica. También fue director general de Transición Ecológica de la Generalitat Valenciana. Ahora es director de AVAESEN: Asociación Valenciana de Empresas de Energías Renovables y otras tecnologías limpias. 

Historia de Aragón
Ecológico, biodinámico o natural: ¿qué hay detrás de las etiquetas?

Historia de Aragón

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 8:25


En Entre vinos cambiamos el foco para mirar al origen. Analizamos qué significan realmente términos como ecológico, biodinámico o vino natural, cada vez más presentes en las etiquetas, y qué diferencias implican. Lo hacemos con el sumiller Manu Jiménez, poniendo también la mirada en Aragón.

Podcast de La Hora de Walter
03 26-03-26 LHDW Noticias del NoDo: La ministra de Transición Ecológica mintió con el Apagón. Rufián y su opinión de ETA

Podcast de La Hora de Walter

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 33:01


03 26-03-26 LHDW Noticias del NoDo: La ministra de Transición Ecológica mintió con el Apagón. Rufián y su opinión de ETA

Meio Ambiente
No Pantanal, COP15 das espécies migratórias destaca declínio de animais ‘sem fronteiras'

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 19:19


A vida delas é viajar: as espécies migratórias percorrem milhares de quilômetros entre continentes em busca de alimento, água, locais de reprodução ou condições climáticas adequadas. Mas as intervenções humanas na natureza e as mudanças do clima ameaçam sua sobrevivência. Algumas populações, como os peixes de água doce, sofreram um declínio de 81% nos últimos 50 anos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Nesta semana, o Brasil recebe mais de 130 países para a 15ª Conferência da ONU sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres. O evento acontece no emblemático Pantanal, a maior planície alagável do planeta e um dos principais refúgios de biodiversidade do país. Menos badalada que as Conferências do Clima, esta COP15 tem o desafio de proteger os corredores migratórios desses animais, que desconhecem fronteiras. Em outras palavras, de nada adianta um país garantir o trânsito das espécies se, no país vizinho, elas não encontrarem um ambiente equilibrado e seguro para seguir seu caminho. Nas Américas, são três principais rotas: a do Atlântico, a do Pacífico e a Central. “A gente precisa entender que não pode trabalhar sozinho. As aves, assim como toda a biodiversidade migratória, não reconhecem fronteiras de países: elas passam por todos eles e acabam nos conectando”, observou Raquel Carvalho, gerente do Programa Aves Limícolas da organização SAVE Brasil. “O que a COP nos mostra é o sentimento de conexão que as aves nos proporcionam. Se a gente não cuidar de cada ponto desses de parada, elas não conseguem fechar seus ciclos.” Declínio em alta No começo de março, a ONU revelou um relatório preocupante: 49% das espécies migratórias estão em declínio, 5% a mais do que há dois anos. Elas são vítimas de alterações de seus habitats, das mudanças climáticas, da caça e da pesca. À luz dos avanços do conhecimento científico sobre migrações, um dos objetivos da conferência é atualizar as duas listas de espécies protegidas pela Convenção das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias, em vigor desde 1979. Uma se refere aos animais ameaçados de extinção e a segunda inclui os que precisam de cuidados dos países para serem preservados. “Discutir essa lista é muito importante, porque, ao classificar uma espécie ou ajustar essa lista, você está definindo prioridades de atuação”, explicou o presidente da conferência, João Paulo Capobianco, em coletiva de imprensa em Campo Grande. “O segundo ponto importante são as ações consertadas. Se há uma espécie X que passa por 10 países, esses 10 países precisam definir como vão atuar, de forma integrada, para que essa espécie sobreviva. São propostas já aprovadas em outras convenções e que agora serão analisadas”, detalhou. Falcão-peregrino, toninha, baleia jubarte O Brasil, país megadiverso, possui o segundo maior número de espécies de aves do mundo, e 126 passam pelo território brasileiro em suas rotas migratórias, como o falcão-peregrino. Nos mares e rios, não é diferente: são centenas de peixes e mamíferos, como a toninha, o menor golfinho registrado, que migra entre o Brasil, o Uruguai e a Argentina, e as baleias-jubarte, que encontram em Abrolhos o local ideal para se reproduzir. Outro desafio é garantir que o licenciamento ambiental de grandes obras de infraestrutura leve em consideração as rotas de passagem de animais. Ainda restam lacunas importantes de conhecimento. “Se vai se licenciar algum empreendimento, como uma barragem ou hidrelétrica que vá impactar áreas úmidas, por exemplo, ele tem que passar por todo um protocolo já estabelecido. O Brasil tem uma legislação muito boa sobre isso, mas precisamos conhecer o mapeamento das áreas importantes para essas espécies migratórias”, frisou Carvalho. Ampliação de Unidades de Conservação A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, salientou que, no âmbito da negociação entre os países, o gargalo do financiamento continua sendo um desafio. “A comunidade internacional tem dificuldade em relação ao financiamento, seja para o clima, para a biodiversidade, contra a desertificação ou para as espécies migratórias”, ressaltou. “A gente tem acordos internacionais de aportes de recursos para enfrentar esses graves problemas ambientais, mas eles, infelizmente, não foram cumpridos”, disse Marina. A COP15 também representa uma oportunidade para o país ampliar, no plano doméstico, as medidas de proteção desses animais. Na abertura do evento, no domingo (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a criação ou ampliação de três Unidades de Conservação: a de Córrego dos Vales, no Cerrado de Minas Gerais, a do Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense e a da Estação Ecológica de Taiamã, no Mato Grosso. A conferência se encerra nesta sexta-feira (27). O Brasil exercerá por três anos a presidência do evento, até a COP16.

Andalucía Informativos
Informativo Málaga 08.45H 25/03/26

Andalucía Informativos

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 15:03


Hoy sabremos si Málaga es elegida para acoger la sede la nueva Autoridad Aduanera de la Unión Europea a la que optan otras ocho ciudades comunitarias, entre ellas Roma, Bucarest o Varsovia, una decisión que tomarán mediante votación conjunta el Consejo y el Parlamento Europeo. Se reunirán primero por separado para elegir dos candidaturas cada uno y si hay coincidencia, será la ganadora. Sino, comenzará un debate conjunto que se puede alargar hasta la tarde. El Museo de Málaga acoge hoy la décimotercera Conferencia Iberoamericana de ministros y ministras de Medio Ambiente y Clima que estará presidida por la ministra de Transición Ecológica, Sara Aagensen. A esta conferencia asisten cerca una veintena de delegaciones de países iberoamericanos, España, Portugal y Andorra para abordar temas como la gestión sostenbible del agua, la protección de los oceános o la eliminación de combustibles fósiles. Todo estos temas y más quedarán plasmados en la Agenda Medioambiental Iberoamericana en la que ya se viene trabajando y que se elevará a la Cumbre que acoge Madrid en noviembre. La compraventa de vivienda en Málaga ha comenzado el año con síntomas de enfriamiento. Ha registrado en enero el peor dato para este mes desde 2021 con 3 mil viviendas vendidas, un 2% menos que el año pasado, pese al empuje de la vivienda nueva cuyas ventas crecieron un 18%, subida contrarrestada por una caída del 13% de la usada. El Málaga continuará esta mañana en La Rosaleda preparando el partido de este sábado en casa ante el Leganés. Los entrenamientos se retomaron ayer con l anovedad de la reincorporación de Rafita a la dinámica grupal. Dotor, lesionado en Cádiz, junto con Einar, Luismi y Pastor llevaron a cabo tratamiento específico de recuperación, mientras que los internacionales Sub-21 Niño y Aaron Ochoa estuvieron ausentes por la convocatoria de selecciones.Escuchar audio

La Linterna
19:00H | 24 MAR 2026 | La Linterna

La Linterna

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 60:00


El programa detalla la escalada en Oriente Medio, donde continúan los ataques cruzados entre Irán e Israel, con un despliegue militar estadounidense y la ofensiva israelí en el sur del Líbano. En política, se prepara la remodelación del Gobierno tras la marcha de María Jesús Montero para las elecciones andaluzas, y se investiga a un ex-alto cargo de Hacienda. Junts apoya el decreto anticrisis a cambio de beneficios para autónomos, mientras el PP pide deflactar el IRPF. Un conflicto entre Yolanda Díaz y Carlos Cuerpo por el registro horario recibe la oposición del Consejo de Estado. La actualidad nacional aborda la borrasca Terese, que inunda Gran Canaria, y la investigación del accidente de Santander, que responsabiliza al Ministerio de Transición Ecológica. Finalmente, se explora un estudio sobre la flora intestinal y el deterioro cognitivo, el proyecto de cultivar garbanzos en la Luna y la precariedad laboral de las empleadas del hogar inmigrantes.

Mediodía COPE
13:00H | 24 MAR 2026 | Mediodía COPE

Mediodía COPE

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 60:00


María Jesús Montero deja su puesto en el Gobierno para presentarse como candidata en las elecciones andaluzas, un movimiento que genera incertidumbre para el Partido Socialista y críticas por su gestión de la financiación autonómica. El Consejo de Ministros aprueba nuevos decretos ley sobre facturación electrónica y acceso a capital para PYMES. Además, el decreto anticrisis se somete a votación esta semana, con Junts exigiendo la eliminación del IVA para autónomos y el Partido Popular la rebaja del IRPF. La ministra de Transición Ecológica asegura que el apagón peninsular fue impredecible, pero audios de Red Eléctrica desvelan que la compañía ya advertía días antes de la inestabilidad de la red debido a la energía fotovoltaica y la falta de nuclear. Se cuestiona la responsabilidad y la propuesta de que los ciudadanos paguen un suplemento para la recuperación de la red. La jueza que instruye el caso del accidente de la pasarela de Santander atribuye la responsabilidad del mantenimiento ...

Es la Mañana de Federico
Las Noticias de La Mañana: Forestalia, el 'modus operandi' de la corrupción verde

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 15:37


Federico analiza el escándalo de Forestalia y la corrupción en el Ministerio de Transición Ecológica.

El Mañanero Radio
Boli siempre estuvo con Venezuela - Casas "Express" en la Av. Ecológica - (Bueno, Malo y Feo)

El Mañanero Radio

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 11:48 Transcription Available


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Daily Easy Spanish
El petrolero ruso averiado que puede causar un ”desastre ecológico de grandes proporciones” si explota en el Mediterráneo

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 14:36


Italia es uno de los nueve países de la UE que instan a la Comisión Europea a tomar medidas ante el derrame de metagaseosa ártica que se está desplazando sin control.

Jornal da USP
Alimentação e Sustentabilidade #63: Sistema agroalimentar brasileiro e a importância dos Planos Clima, Safra e de Transformação Ecológica

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 5:45


Documento lançado pela Cátedra Josué de Castro traz análise da estratégia brasileira para a transição do sistema agroalimentar

Música Cristiana (Gratis)

Música Cristiana (Gratis)

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 4:19 Transcription Available


Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/f3SKOo6JKFw El video analiza las consecuencias geopolíticas y económicas de la escalada bélica en Oriente Medio, centrándose en el Estrecho de Ormuz y su impacto en los seguros marítimos, el petróleo, el gas y las cadenas de suministro. Aquí un resumen detallado: • Tensiones en el Estrecho de Ormuz (0:40-1:07): Se destaca la preocupación por la seguridad en el Estrecho de Ormuz, con más de 100 buques petroleros esperando y las amenazas de Irán de incendiar los buques que transiten. Se menciona la intervención de Estados Unidos para ofrecer seguros contra riesgos políticos, pero las navieras siguen reacias a operar en la zona. • Estrategia de Estados Unidos e Israel hacia Irán (1:10-1:30, 19:24-19:58): Se discute la ambivalencia en el discurso sobre Irán, presentándolo como una gran amenaza, pero al mismo tiempo como un país que no puede aguantar mucho un conflicto. Se revela que Israel busca "balcanizar" Irán (20:34), es decir, fragmentarlo y mantenerlo en un estado de guerra constante, mientras que a Estados Unidos le interesaría un cambio de régimen para controlar el petróleo iraní. • Uso de los "Kurdos" y guerra subsidiaria (4:17-4:51, 7:49-8:45): La CIA ha propuesto armar a los kurdos para forzar un cambio de gobierno en Irán, generando una "guerra proxy" en la región. Sin embargo, las evaluaciones de inteligencia estadounidense indican que los kurdos iraníes no tienen la influencia ni el apoyo necesarios para un levantamiento. Se critica la estrategia de utilizar a los kurdos y luego abandonarlos, como sucedió en el pasado. • Comunicaciones de Trump y el lobby sionista (18:27-19:15, 26:17-27:00): Se menciona que Donald Trump ha estado en contacto con iraníes y luego lo ha negado, sugiriendo una posible influencia del "candelabro" (lobby sionista). Se critica la sumisión de Trump a los intereses de Israel, incluso llegando a alabar a la monarquía marroquí, considerada el enemigo número uno de España. • Impacto económico y logístico (31:14-32:49): Se prevé un "shock energético" y logístico inevitable debido a la escalada de precios del petróleo y el gas, incluso si la guerra terminara pronto. Esto afectará las cadenas de suministro globales, encarecerá los precios y dificultará los planes de los bancos centrales para reducir los tipos de interés. • Situación política en España y la postura de Sánchez (44:41-49:10): Se analiza la estrategia de Pedro Sánchez al adoptar el lema "no a la guerra" y presentarse como el "partido de la paz", buscando respaldo en la Unión Europea para fortalecer su posición electoral. Se menciona que Sánchez es un "maestro" en revertir situaciones límite y que su "no a la guerra" es una jugada política para culpar a Trump y Netanyahu de los posibles problemas económicos. • Preocupación del sector agrícola español (1:08:47-1:10:29): Los agricultores españoles están preocupados por la posibilidad de no poder vender sus productos a Estados Unidos debido a posibles aranceles o embargos. Se subraya la falta de capacidad de España para diversificar sus mercados a corto plazo. • Corrupción en el Ministerio de Transición Ecológica (1:10:45-1:13:00, 1:13:50-1:17:08): Se denuncia una trama de corrupción en el antiguo Ministerio de Transición Ecológica de Teresa Rivera, relacionada con parques eólicos y fotovoltaicos en Teruel. Se han detenido altos cargos por amaño de permisos, prevaricación, cohecho y blanqueo de capitales. Se menciona el caso de Amazon, que planea construir siete centros de datos en una zona de secano, lo que generaría una gran demanda de agua. • Influencia de Estados Unidos y la Unión Europea en la política española (1:20:11-1:21:28): Se destaca que Teresa Rivera, ahora vicepresidenta de la Comisión Europea, cambió su postura sobre la energía nuclear al llegar a Bruselas, influenciada por Francia y Alemania. Se afirma que Sánchez no está aislado y cuenta con el respaldo de Ursula von der Leyen y Macron.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd-emisora-cristiana--3279340/support.

Música Cristiana

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Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 4:19 Transcription Available


Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/f3SKOo6JKFw El video analiza las consecuencias geopolíticas y económicas de la escalada bélica en Oriente Medio, centrándose en el Estrecho de Ormuz y su impacto en los seguros marítimos, el petróleo, el gas y las cadenas de suministro. Aquí un resumen detallado: • Tensiones en el Estrecho de Ormuz (0:40-1:07): Se destaca la preocupación por la seguridad en el Estrecho de Ormuz, con más de 100 buques petroleros esperando y las amenazas de Irán de incendiar los buques que transiten. Se menciona la intervención de Estados Unidos para ofrecer seguros contra riesgos políticos, pero las navieras siguen reacias a operar en la zona. • Estrategia de Estados Unidos e Israel hacia Irán (1:10-1:30, 19:24-19:58): Se discute la ambivalencia en el discurso sobre Irán, presentándolo como una gran amenaza, pero al mismo tiempo como un país que no puede aguantar mucho un conflicto. Se revela que Israel busca "balcanizar" Irán (20:34), es decir, fragmentarlo y mantenerlo en un estado de guerra constante, mientras que a Estados Unidos le interesaría un cambio de régimen para controlar el petróleo iraní. • Uso de los "Kurdos" y guerra subsidiaria (4:17-4:51, 7:49-8:45): La CIA ha propuesto armar a los kurdos para forzar un cambio de gobierno en Irán, generando una "guerra proxy" en la región. Sin embargo, las evaluaciones de inteligencia estadounidense indican que los kurdos iraníes no tienen la influencia ni el apoyo necesarios para un levantamiento. Se critica la estrategia de utilizar a los kurdos y luego abandonarlos, como sucedió en el pasado. • Comunicaciones de Trump y el lobby sionista (18:27-19:15, 26:17-27:00): Se menciona que Donald Trump ha estado en contacto con iraníes y luego lo ha negado, sugiriendo una posible influencia del "candelabro" (lobby sionista). Se critica la sumisión de Trump a los intereses de Israel, incluso llegando a alabar a la monarquía marroquí, considerada el enemigo número uno de España. • Impacto económico y logístico (31:14-32:49): Se prevé un "shock energético" y logístico inevitable debido a la escalada de precios del petróleo y el gas, incluso si la guerra terminara pronto. Esto afectará las cadenas de suministro globales, encarecerá los precios y dificultará los planes de los bancos centrales para reducir los tipos de interés. • Situación política en España y la postura de Sánchez (44:41-49:10): Se analiza la estrategia de Pedro Sánchez al adoptar el lema "no a la guerra" y presentarse como el "partido de la paz", buscando respaldo en la Unión Europea para fortalecer su posición electoral. Se menciona que Sánchez es un "maestro" en revertir situaciones límite y que su "no a la guerra" es una jugada política para culpar a Trump y Netanyahu de los posibles problemas económicos. • Preocupación del sector agrícola español (1:08:47-1:10:29): Los agricultores españoles están preocupados por la posibilidad de no poder vender sus productos a Estados Unidos debido a posibles aranceles o embargos. Se subraya la falta de capacidad de España para diversificar sus mercados a corto plazo. • Corrupción en el Ministerio de Transición Ecológica (1:10:45-1:13:00, 1:13:50-1:17:08): Se denuncia una trama de corrupción en el antiguo Ministerio de Transición Ecológica de Teresa Rivera, relacionada con parques eólicos y fotovoltaicos en Teruel. Se han detenido altos cargos por amaño de permisos, prevaricación, cohecho y blanqueo de capitales. Se menciona el caso de Amazon, que planea construir siete centros de datos en una zona de secano, lo que generaría una gran demanda de agua. • Influencia de Estados Unidos y la Unión Europea en la política española (1:20:11-1:21:28): Se destaca que Teresa Rivera, ahora vicepresidenta de la Comisión Europea, cambió su postura sobre la energía nuclear al llegar a Bruselas, influenciada por Francia y Alemania. Se afirma que Sánchez no está aislado y cuenta con el respaldo de Ursula von der Leyen y Macron.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/musica-cristiana--4958188/support.

Dr. Stanley – Ministerios En Contacto

Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/f3SKOo6JKFw El video analiza las consecuencias geopolíticas y económicas de la escalada bélica en Oriente Medio, centrándose en el Estrecho de Ormuz y su impacto en los seguros marítimos, el petróleo, el gas y las cadenas de suministro. Aquí un resumen detallado: • Tensiones en el Estrecho de Ormuz (0:40-1:07): Se destaca la preocupación por la seguridad en el Estrecho de Ormuz, con más de 100 buques petroleros esperando y las amenazas de Irán de incendiar los buques que transiten. Se menciona la intervención de Estados Unidos para ofrecer seguros contra riesgos políticos, pero las navieras siguen reacias a operar en la zona. • Estrategia de Estados Unidos e Israel hacia Irán (1:10-1:30, 19:24-19:58): Se discute la ambivalencia en el discurso sobre Irán, presentándolo como una gran amenaza, pero al mismo tiempo como un país que no puede aguantar mucho un conflicto. Se revela que Israel busca "balcanizar" Irán (20:34), es decir, fragmentarlo y mantenerlo en un estado de guerra constante, mientras que a Estados Unidos le interesaría un cambio de régimen para controlar el petróleo iraní. • Uso de los "Kurdos" y guerra subsidiaria (4:17-4:51, 7:49-8:45): La CIA ha propuesto armar a los kurdos para forzar un cambio de gobierno en Irán, generando una "guerra proxy" en la región. Sin embargo, las evaluaciones de inteligencia estadounidense indican que los kurdos iraníes no tienen la influencia ni el apoyo necesarios para un levantamiento. Se critica la estrategia de utilizar a los kurdos y luego abandonarlos, como sucedió en el pasado. • Comunicaciones de Trump y el lobby sionista (18:27-19:15, 26:17-27:00): Se menciona que Donald Trump ha estado en contacto con iraníes y luego lo ha negado, sugiriendo una posible influencia del "candelabro" (lobby sionista). Se critica la sumisión de Trump a los intereses de Israel, incluso llegando a alabar a la monarquía marroquí, considerada el enemigo número uno de España. • Impacto económico y logístico (31:14-32:49): Se prevé un "shock energético" y logístico inevitable debido a la escalada de precios del petróleo y el gas, incluso si la guerra terminara pronto. Esto afectará las cadenas de suministro globales, encarecerá los precios y dificultará los planes de los bancos centrales para reducir los tipos de interés. • Situación política en España y la postura de Sánchez (44:41-49:10): Se analiza la estrategia de Pedro Sánchez al adoptar el lema "no a la guerra" y presentarse como el "partido de la paz", buscando respaldo en la Unión Europea para fortalecer su posición electoral. Se menciona que Sánchez es un "maestro" en revertir situaciones límite y que su "no a la guerra" es una jugada política para culpar a Trump y Netanyahu de los posibles problemas económicos. • Preocupación del sector agrícola español (1:08:47-1:10:29): Los agricultores españoles están preocupados por la posibilidad de no poder vender sus productos a Estados Unidos debido a posibles aranceles o embargos. Se subraya la falta de capacidad de España para diversificar sus mercados a corto plazo. • Corrupción en el Ministerio de Transición Ecológica (1:10:45-1:13:00, 1:13:50-1:17:08): Se denuncia una trama de corrupción en el antiguo Ministerio de Transición Ecológica de Teresa Rivera, relacionada con parques eólicos y fotovoltaicos en Teruel. Se han detenido altos cargos por amaño de permisos, prevaricación, cohecho y blanqueo de capitales. Se menciona el caso de Amazon, que planea construir siete centros de datos en una zona de secano, lo que generaría una gran demanda de agua. • Influencia de Estados Unidos y la Unión Europea en la política española (1:20:11-1:21:28): Se destaca que Teresa Rivera, ahora vicepresidenta de la Comisión Europea, cambió su postura sobre la energía nuclear al llegar a Bruselas, influenciada por Francia y Alemania. Se afirma que Sánchez no está aislado y cuenta con el respaldo de Ursula von der Leyen y Macron.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.

Tu Historia Preferida

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Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 4:19 Transcription Available


Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/f3SKOo6JKFw El video analiza las consecuencias geopolíticas y económicas de la escalada bélica en Oriente Medio, centrándose en el Estrecho de Ormuz y su impacto en los seguros marítimos, el petróleo, el gas y las cadenas de suministro. Aquí un resumen detallado: • Tensiones en el Estrecho de Ormuz (0:40-1:07): Se destaca la preocupación por la seguridad en el Estrecho de Ormuz, con más de 100 buques petroleros esperando y las amenazas de Irán de incendiar los buques que transiten. Se menciona la intervención de Estados Unidos para ofrecer seguros contra riesgos políticos, pero las navieras siguen reacias a operar en la zona. • Estrategia de Estados Unidos e Israel hacia Irán (1:10-1:30, 19:24-19:58): Se discute la ambivalencia en el discurso sobre Irán, presentándolo como una gran amenaza, pero al mismo tiempo como un país que no puede aguantar mucho un conflicto. Se revela que Israel busca "balcanizar" Irán (20:34), es decir, fragmentarlo y mantenerlo en un estado de guerra constante, mientras que a Estados Unidos le interesaría un cambio de régimen para controlar el petróleo iraní. • Uso de los "Kurdos" y guerra subsidiaria (4:17-4:51, 7:49-8:45): La CIA ha propuesto armar a los kurdos para forzar un cambio de gobierno en Irán, generando una "guerra proxy" en la región. Sin embargo, las evaluaciones de inteligencia estadounidense indican que los kurdos iraníes no tienen la influencia ni el apoyo necesarios para un levantamiento. Se critica la estrategia de utilizar a los kurdos y luego abandonarlos, como sucedió en el pasado. • Comunicaciones de Trump y el lobby sionista (18:27-19:15, 26:17-27:00): Se menciona que Donald Trump ha estado en contacto con iraníes y luego lo ha negado, sugiriendo una posible influencia del "candelabro" (lobby sionista). Se critica la sumisión de Trump a los intereses de Israel, incluso llegando a alabar a la monarquía marroquí, considerada el enemigo número uno de España. • Impacto económico y logístico (31:14-32:49): Se prevé un "shock energético" y logístico inevitable debido a la escalada de precios del petróleo y el gas, incluso si la guerra terminara pronto. Esto afectará las cadenas de suministro globales, encarecerá los precios y dificultará los planes de los bancos centrales para reducir los tipos de interés. • Situación política en España y la postura de Sánchez (44:41-49:10): Se analiza la estrategia de Pedro Sánchez al adoptar el lema "no a la guerra" y presentarse como el "partido de la paz", buscando respaldo en la Unión Europea para fortalecer su posición electoral. Se menciona que Sánchez es un "maestro" en revertir situaciones límite y que su "no a la guerra" es una jugada política para culpar a Trump y Netanyahu de los posibles problemas económicos. • Preocupación del sector agrícola español (1:08:47-1:10:29): Los agricultores españoles están preocupados por la posibilidad de no poder vender sus productos a Estados Unidos debido a posibles aranceles o embargos. Se subraya la falta de capacidad de España para diversificar sus mercados a corto plazo. • Corrupción en el Ministerio de Transición Ecológica (1:10:45-1:13:00, 1:13:50-1:17:08): Se denuncia una trama de corrupción en el antiguo Ministerio de Transición Ecológica de Teresa Rivera, relacionada con parques eólicos y fotovoltaicos en Teruel. Se han detenido altos cargos por amaño de permisos, prevaricación, cohecho y blanqueo de capitales. Se menciona el caso de Amazon, que planea construir siete centros de datos en una zona de secano, lo que generaría una gran demanda de agua. • Influencia de Estados Unidos y la Unión Europea en la política española (1:20:11-1:21:28): Se destaca que Teresa Rivera, ahora vicepresidenta de la Comisión Europea, cambió su postura sobre la energía nuclear al llegar a Bruselas, influenciada por Francia y Alemania. Se afirma que Sánchez no está aislado y cuenta con el respaldo de Ursula von der Leyen y Macron.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/tu-historia-preferida--4231678/support.

Noticentro
Edomex aprueba creación de panteones ecológicos 

Noticentro

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 1:21 Transcription Available


 SEP inicia foro para analizar efectos de las redes sociales en los estudiantes Jalisco apoyará a automovilistas afectados por operativo de captura de El Mencho Senado de EU rechaza resolución para frenar  intervenciónen Irán  

La Ventana
Radio Lindo | El bosque del año

La Ventana

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 21:00


Hoy en Radio Lindo, el Sabinar de las Blancas, en el Rincón de Ademuz, ha sido escogido como Bosque del Año en España. Es un sabinar dentro del Parque Natural de la Puebla de San Miguel. El Bosque del Año es un concurso anual organizado por la ONG Bosques sin Fronteras con la colaboración del Ministerio de Transición Ecológica. El bosque ganador se elige por votación pública. El sabinar ganó por 12.144 votos.

A hombros de gigantes
Más cerca - Cuantifican por primera vez el papel ecológico, cultural y económico de las aves españolas - 25/02/2026

A hombros de gigantes

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 8:26


Un estudio de la Universidad de Alicante, en colaboración con la Universidad Miguel Hernández de Elche y del Centro de Ciencia y Tecnología Forestal de Cataluña ha desarrollado la primera base de datos que cuantifica los servicios ecosistémicos que las aves nativas en España proporcionan a las personas y al medio ambiente. En "Más cerca" (Radio 5) hemos hablado con Adrián Orihuela-Torres, coautor de la investigación. Escuchar audio

Noticentro
¡No más globos en Reyes! Alertan por daño ecológico

Noticentro

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 1:38 Transcription Available


De la Fuente criticó ineficacia de la ONU tras ataque a Venezuela  Trump anuncia equipo para transición en VenezuelaMás información en nuestro Podcast

Spoken Label
Dr Jack Hunter (Spoken Label, December 2025)

Spoken Label

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 43:57


Latest up from Spoken Label (Author / Artist Podcast) features Dr Jack Hunter.Dr Jack Hunter is an anthropologist exploring the borderlands of consciousness, religion, ecology and the paranormal. He is an Hon-orary Research Fellow with the Alister Hardy Religious Experience Research Centre, University of Wales Trinity Saint David, and a tu-tor at the Sophia Centre for the Study of Cosmology in Culture, Uni-versity of Wales Trinity Saint David. He teaches on the MA in Ecol-ogy and Spirituality and the MA in Cultural Astronomy and Astrol-ogy. He is also a tutor for the Alef Trust on their MSc in Conscious-ness, Spirituality and Transpersonal Psychology, where he teaches on the ‘Approaches to Consciousness' module, and teaches ‘The Va-rieties of Anomalous Experience' for the California Institute for Hu-man Science. He is the author of Manifesting Spirits (2020), Spirits, Gods and Magic (2020), Ecology and Spirituality (2023), and The Folklore of the Tanat Valley (2025). He is the editor of Deep Weird (2023), Greening the Paranormal (2019) and Damned Facts (2016), and co-editor of Talking With the Spirits (2014), Mattering the Invis-ible (2021), Folklore, People and Place (2023) and Sacred Geogra-phy (2024). He lives in the hills of Mid-Wales with his family.

Herrera en COPE
06:00H | 15 DIC 2025 | Herrera en COPE

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 60:00


El lunes se inicia con la borrasca Emilia, que genera alerta roja por lluvias intensas en el Levante español, afectando a la Comunidad Valenciana, Murcia y Almería, lo que suspende la actividad lectiva en Castellón y Valencia. La niebla reduce la visibilidad en León, Zamora y Valladolid. En Australia, un ataque terrorista en Bondi Beach durante una celebración judía causa 16 muertos y 40 heridos; un frutero musulmán actúa heroicamente para desarmar a un atacante. Se critica al gobierno español por su tibia postura ante el antisemitismo. En España, el PSOE se enfrenta a escándalos de corrupción: la Guardia Civil investiga amaños de contratos públicos en Correos, Hacienda y Transición Ecológica, implicando a altos cargos socialistas de la SEPI y Transportes. Pedro Sánchez protege a su partido y se enfrenta al presidente de la Conferencia Episcopal, Luis Argüello, por proponer vías constitucionales para el bloqueo político, a lo que Argüello responde reafirmando su defensa del estado de ...

Herrera en COPE
12:00H | 12 DIC 2025 | Herrera en COPE

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 59:00


La Unidad Central Operativa de la Guardia Civil se despliega en varias sedes de Correos y los ministerios de Hacienda y Transición Ecológica, buscando documentación por presuntos amaños en contratos públicos. Hay detenidos, entre ellos un fontanero del PSOE, el expresidente de la SEPI y el socio de Santos Cerdán, además del presidente y director ejecutivo de Plus Ultra, una aerolínea rescatada por el gobierno. La secretaria de organización del PSOE, Rebeca Torró, comparece sobre los casos de acoso sexual, reconoce errores, pero busca socializar culpas, asegurando la implacabilidad interna del partido, aunque sin llevar denuncias a fiscalía si las mujeres afectadas no lo desean. En Aragón, Jorge Azcón (PP) y Alejandro Nolasco (VOX) negocian los presupuestos. Si no alcanzan un acuerdo, Azcón podría convocar elecciones autonómicas para el 8 de febrero. Además, el Instituto Nacional de Estadística revela que solo el 29% de las personas con discapacidad en España trabaja, enfrentando ...