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Amnistía Internacional pide apoyo externo por desapariciones en México Cruz Roja y Sedena inician Primera Curso de Búsqueda y RescateChoque de tren deja 8 muertos en Tailandia Más información en nuestro podcast#grc
Entrevista con Luis Oviedo
O relatório da Amnistia Internacional sobre a situação dos Direitos Humanos no mundo, divulgado nesta terça-feira, 21 de Abril, em Londres, denuncia ataques constantes ao multilateralismo, ao direito internacional e à sociedade civil liderados por Estados poderosos e alerta para a degradação dos direitos humanos em 144 países. Em entrevista à RFI, João Godinho Martins, director executivo da Amnistia Portugal, comenta as conclusões do relatório e afirma que a humanidade está sob ataque. Qual é a situação dos direitos humanos no mundo? O que a Amnistia documenta é o colapso em curso, o colapso de uma sociedade, de um mundo que viveu durante 80 anos sob uma ordem internacional, sob um multilateralismo e que agora vemos extinguir-se. O que a Amnistia vem aqui dizer é que a humanidade está sob ataque: ataque de movimentos transnacionais anti-direitos humanos, ataque de predadores, de autocratas como Vladimir Putin, como Benjamin Netanyahu, como Donald Trump, que querem afirmar o seu domínio e o seu poder sobre todo o mundo e sobre toda a gente. No relatório fazem referência às ferramentas de inteligência artificial. De que forma vieram as novas tecnologias contribuir para a deterioração dos direitos humanos? As novas tecnologias e as redes sociais, nomeadamente a inteligência artificial, e a falta de regulação no espaço digital são, sem dúvida, um problema e um factor que potencia o crescimento destes movimentos anti-direitos. Mas não é o único. São também os nossos decisores políticos, os líderes mundiais, que têm o poder de fazer as leis, de as mudar e de definir as práticas. É verdade que a inteligência artificial, bem como o facto de as grandes empresas tecnológicas estarem resguardadas à volta destes líderes autoritários e destes predadores dos direitos humanos, contribuem para esta situação. A Amnistia, ao longo de 2025, também chamou a atenção para diferentes questões, nomeadamente a utilização do TikTok, por exemplo, e de que forma influencia as nossas crianças, mas também para a inteligência artificial a outros níveis. Por exemplo, quando fizemos a investigação sobre o ataque ilegal dos Estados Unidos contra uma escola no Irão, que matou mais de 100 crianças, falámos também sobre a inteligência artificial e sobre o seu papel nos serviços de informação norte-americanos e nas Forças Armadas norte-americanas. E perguntamos: qual é a responsabilidade e qual foi o peso destas novas tecnologias no assassinato que testemunhámos? A Amnistia Internacional faz referências aos Presidentes Donald Trump, Vladimir Putin e ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O que diz o relatório sobre estes líderes políticos? Em 2025, vimos claramente como estes governos poderosos se transformaram em veículos de movimentos anti-democráticos e anti-direitos humanos. Por um lado, Putin e Netanyahu - já vínhamos, ao longo de muitos anos, a observar a sua actuação - tal como vínhamos a observar o Presidente Maduro na Venezuela e o regime chinês. O que vemos hoje, e o que sublinhamos, é que juntamos a nomes como Putin e Netanyahu o nome do Presidente norte-americano, um aliado de Portugal e da Europa, a administração de um país que queríamos democrático e defensor dos direitos humanos e que agora, em 2025, não o demonstra. Por outro lado, não são só estes três líderes: há também quem lhes permite existir, quem permite que continuem a fazer negócios em todo o mundo e a fazer guerras em todo o mundo. Os líderes europeus têm-se demonstrado demasiado submissos a estes ataques à ordem internacional e à actuação destes autocratas, destes predadores. Muitos governos, incluindo Portugal, têm apaziguado os ataques dos Estados Unidos, de Israel e de outros Estados poderosos ao multilateralismo, ao direito internacional e às protecções dos direitos humanos. A secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, fala numa “ordem predatória”, alertando para o afastamento de um sistema político baseado em regras internacionais firmes e sublinhando que os países que continuam comprometidos com a democracia e o Estado de direito parecem impotentes. Como se explica este posicionamento? Sem dúvida, vivemos momentos, ao nível internacional, em que estes movimentos antidemocráticos ganham força. Isto é disseminado pelas redes sociais e pelas novas tecnologias, tem impacto nos conflitos de que falamos, mas também na política interna de cada país. Vemos o surgimento de novos partidos e de novos movimentos anti-direitos humanos - movimentos discriminatórios, racistas, patriarcais, conservadores - que procuram fazer regredir os direitos para dimensões em que beneficiam dessa nova situação. O que temos aqui é um efeito em cascata desta erosão da ordem internacional, com reflexos ao nível doméstico, e tudo o que isso significa para as pessoas e para as populações em toda a Europa e em todo o mundo. O documento assinala a degradação dos direitos humanos em 144 países no ano passado. Quais são os conflitos mais urgentes? Se falarmos de conflitos, o genocídio em curso em Gaza, sem dúvida. Os actos de agressão dos Estados Unidos na Venezuela e o assassinato extrajudicial de mais de 150 pessoas em embarcações vindas da Venezuela. A invasão contínua da Rússia na Ucrânia; os protestos no Irão, massivamente reprimidos pelo regime; a participação dos Emirados Árabes Unidos na guerra do Sudão, através de armamento chinês; o envolvimento no Ruanda no Congo; o Líbano, também, obviamente. São todos contextos internacionais de conflito que nos preocupam bastante. Mas também ao nível interno: temos deportações em massa nos Estados Unidos da América; autoridades britânicas que prenderam mais de duas mil pessoas por se oporem pacificamente à proibição de uma ONG; o governo da Sérvia a utilizar software espião; o Quénia a recorrer a tácticas de repressão facilitadas pela tecnologia. Eventos que, há pouco tempo, nos pareceriam extremos e extraordinários e que agora se disseminam por todo o mundo. No relatório fazem igualmente referência a Angola e Moçambique. O que se pode dizer sobre estes dois países? Angola e Moçambique, em 2025, tiveram características bastante comuns, especialmente no que diz respeito ao comprometimento do direito à reunião pacífica e da liberdade de expressão. Em Moçambique, tivemos eleições altamente contestadas que levaram a protestos, os quais foram violentamente reprimidos, causando pelo menos 277 mortos. Houve depois uma repressão pós-eleitoral contínua contra a oposição, com recurso à força excessiva, detenções arbitrárias e desaparecimentos forçados. Um pouco à semelhança do que temos vindo a observar em Angola nos últimos tempos: detenções de activistas, jornalistas e membros da oposição, e forças de segurança que fazem uso ilegal da força em manifestações. Há aqui uma série de ataques ao direito à reunião, ao protesto e à liberdade de expressão, comuns aos dois países. Estes ataques ocorrem em paralelo com outros problemas. Angola enfrenta pobreza extrema, baixos salários e elevado desemprego, especialmente entre os jovens. Moçambique continua a lidar com o conflito no Norte, com o Al-Shabaab, tendo registado dezenas de mortos civis e deslocações massivas de população ao longo de 2025. Quais são as recomendações deste relatório? Os governos têm de resistir e combater o retrocesso na protecção dos direitos humanos. É especialmente importante que combatam os ataques a comunidades racializadas, povos indígenas, refugiados, migrantes, mulheres, meninas e pessoas LGBTI. É necessário enfrentar a discriminação crescente e desenvolver regulamentações mais eficazes para os actores empresariais. As grandes empresas tecnológicas têm de ser reguladas. Todos os Estados, todas as pessoas, em todo o mundo, têm de continuar a fazer tudo o que está ao seu alcance para resistir a estes ataques predatórios. Há uma necessidade urgente de criar alianças globais mais fortes, que juntem diferentes actores e reforcem o sistema multilateral baseado em regras. Sim, há problemas no sistema multilateral - as Nações Unidas têm dificuldades e fraquezas -, mas a solução não é menosprezá-las. A solução é reforçá-las, melhorá-las e dotá-las de melhores meios para defender os direitos humanos das gerações presentes e futuras.
David Santos- VIERNES EXTENSIBLE - GUERRA CIVIL EN EL PSOE - AMNISTIA A ETAAS (13-02-2026) Más contenido inédito en: https://www.es-tv.es Aportaciones a Raúl: https://www.patreon.com/user?u=40527138 Nº de cuenta: ES75 3018 5746 3520 3462 2213 Bizum: 696339508 o 650325992 Aportaciones a David: https://www.patreon.com/davidsantosvlog Nº de Cuenta: ES78 0073 0100 5306 7538 9734 Bizum: +34 644919278 Aportaciones a Equipo-F: TITULAR: EQUIPO F CUENTA: ES34 1465 0100 9417 5070 9106 C ÓDIGO SWIFT: INGDESMM Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.ivoox.com/podcast-un-murciano-encabronao-david-santos-los-audios_sq_f11099064_1.html Canales de U.M.E.: El Cid
Missão Internacional Independente de Apuração dos Factos pede maior transparência e participação segura das vítimas; especialistas pedem que a lei inclua mecanismos claros e mantenha a libertação de prisioneiros políticos.
Las políticas de Milei están afectando de pleno a los derechos humanos en Argentina, y la sociedad se está organizando para decir basta: por los derechos LGBTIQ+, de los jubilados, etc. En este episodio contamos sus historias de lucha y hablamos sobre cómo sobrevivir a un gobierno que intenta retroceder en drásticamente en derechos. Escucha sus historias en el podcast "¿Quién dijo miedo?" Más información aquí: bit.ly/AmnistiaCarneCrudaPodcast
El presidente ruso ha dicho hoy que no piensa cesar las hostilidades en Ucrania hasta que se reconozcan sus demandas territoriales en el Donbas y en Crimea.Uno de los detenidos por haber saboteado supuestamente el gasoducto Nordstream en el Mar Báltico comparecerá mañana ante un tribunal, se lo vamos a contar. Estaremos en Francia donde el presidente Emmanuel Macron ha desvelado los detalles de cómo será el nuevo servicio militar voluntario. Sabremos como está siendo la visita del papa León XIV a Turquía y de Tommy Robinson, que se ha convertido en el líder más visible de a extrema derecha en Reino Unido. También hablaremos del golpe de estado en Guinea Bissau, del incendio en Hong Kong que deja más de 80 muertos y cientos de desaparecidos.Y estaremos con Johanna Cilano, investigadora de Amnistia internacional sobre un informe que denuncia violencia institucional contra las mujeres en Cuba.Escuchar audio
Nunca he compartido las esperanzas puestas en el Tribunal de Justicia de la UE por los defensores de la Constitución y el Estado de Derecho. Las cesiones de Sánchez han debilitado la posición de España y era lógico que el abogado general del TJUE, Dean Spielmann, se lavara las manos como Pilatos. La amnistía es un atropello a la Constitución y a lo que decidieron los diputados y los senadores constituyentes. Es la expresión de estos tiempos donde cualquier indignidad es legitimada mientras se compre al que tiene que validarla.
Manahel Al-Otaibi es una joven instructora de fitness en Arabia Saudí. A pesar de que en su país los derechos de las mujeres son casi inexistentes, se "atrevió" a ir a un centro comercial vestida con unos vaqueros, sin la abaya (túnica tradicional). Se hizo algunas fotos y subió todo a sus redes sociales. Ahora está en la cárcel por ello. Su hermana mayor piensa luchar sin descanso hasta conseguir su libertad. Escucha sus historias en el podcast "¿Quién dijo miedo?" Más información aquí: bit.ly/AmnistiaCarneCrudaPodcast
En algunas regiones de Ghana, muchas mujeres son acusadas de ser brujas. Sin pruebas, sin juicio. Haber soñado que lo son es motivo suficiente para desterrarlas y condenarlas a una vida miserable. Las principales víctimas son mujeres mayores, pobres, con poca educación o alguna discapacidad. Pero también aquellas que se atreven a desafiar los roles de género: mujeres exitosas, solteras o simplemente diferentes. Escucha sus historias en el podcast "¿Quién dijo miedo?" Más información aquí: bit.ly/AmnistiaCarneCrudaPodcast
Por 4-1, o Supremo brasileiro condenou Jair Bolsonaro e sete cúmplices por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, mas ainda pode haver recursos pelo tamanho das penas. Condenados na Justiça, os golpistas apostam numa amnistia política ou na interferência de Trump. Neste episódio extra, olhamos para o presente e abrirmos uma janela para o futuro, à conversa com a jornalista Christiana Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El presidente del Tribunal Constitucional y sus mariachis deberían tener claro que en la vida no se puede tener todo. Lo sucedido con la sentencia que legitima la amnistía sería impensable en cualquier democracia de nuestro entorno. Los defensores del Estado de Derecho y la separación de poderes no se deben resignar ante esta felonía. No se puede aceptar ni esta mutación constitucional ni el uso alternativo del Derecho para complacer a Sánchez y sus aliados. Estamos ante una chapuza propia de juristas inexpertos y poco duchos en la Teoría del Estado y el Derecho Constitucional. Es cierto que los seis firmantes, encabezados por Conde-Pumpido que es
Es cierto que la esperanza es lo último que se pierde. Por ello, la izquierda política y mediática espera que Sánchez consiga sobrevivir a los sórdidos escándalos que afectan a su Gobierno y su partido. A estas alturas del desastre deberían asumir la realidad y perder cualquier esperanza. La caída de Ábalos y Cerdán es el certificado de defunción de su proyecto político. El contenido de los mensajes y las grabaciones es demoledor. Hay todos los ingredientes de la corrupción aderezados con prostitutas. Dos de los protagonistas, Ábalos y su mamporrero Koldo, llegan al extremo de intercambiarlas detallando las características que las hacían más atractivas. El desastre es total, porque el exministro y Cerdán son las personas que gozaban de la mayor proximidad y confianza del líder del PSOE.
Dentro de unos años, a Conde-Pumpido solo se le recordará como el magistrado que cometió la felonía de aprobar una amnistía inconstitucional. Un hombre que renunció al honor, la dignidad y la ética para servir a Sánchez en contra de los intereses de España. En el momento en que valide este despropósito tendrá el honor de figurar en un lugar destacado en la lista de los traidores que han actuado en contra de su patria. Ni siquiera lo hace movido por buenas intenciones, como sucedió con los afrancesados que sirvieron a un rey ilegítimo e ilegal como José Bonaparte. Me merecen más respeto que Conde-Pumpido, Segoviano, Montalbán, Díez, Sáez y Balaguer.
Ha comenzado la cuenta atrás para que Conde-Pumpido corone su carrera profesional con una sentencia que será una de las mayores felonías de la Historia del Derecho. Los magistrados han comenzado a estudiar el borrador que ha sido elaborado por Montalbán con la ayuda de unos letrados de adscripción temporal afines la izquierda. Es bueno recordar que no lo son por oposición. Este sistema de adscripción no responde a criterios ni de transparencia ni de mérito y capacidad.
Dentro de unos días, Cándido Conde-Pumpido culminará su carrera jurídica con uno de los actos más deleznables de la Historia del Derecho Español. No será un servicio al Estado, sino que actuará sabiendo que lo hace para complacer al poder político. Ni siquiera será un texto brillante, como en el pasado han redactado juristas con más talento para legalizar prácticas ética y jurídicamente reprobables. No lo hará en solitario, sino que contará con la colaboración de otros magistrados del Tribunal Constitucional dispuestos a perpetrar esa abominación que será convertir en constitucional aquello que nunca lo ha sido. No serán más que colaboradores necesarios en la decisión de Conde-Pumpido.
Una de las cosas más excéntricas de la política española es leer o escuchar a la izquierda política y mediática exigiendo que Feijóo ayude a Sánchez. Es un auténtico disparate. El líder del PSOE perdió las elecciones, pero compró la presidencia del Gobierno con una chapucera y disparatada ley de amnistía, aunque Conde-Pumpido culminará su carrera al servicio del sanchismo convirtiéndola en constitucional. Estaremos ante uno de los actos más abyectos de la Historia del Derecho Español. Nunca un magistrado del Tribunal Supremo ha llegado tan bajo y dudo que se sienta cómodo mirándose al espejo.
Una de las cosas más asombrosas de esta disparatada legislatura es constatar la habilidad de Sánchez engañando a Puigdemont y alargar su estancia en La Moncloa. No incluyo al PNV y su líder, Aitor Esteban, porque los tiene dominados y se han convertido en un dócil oso de feria, aunque mejor de peluche para abandonarlo en un estante con sus recuerdos presidenciales. En el terreno informativo tengo que reconocer que su continuidad y los escándalos que afectan a su Gobierno y La Moncloa no nos dejan un minuto de descanso. Ábalos es capaz de asombrarnos con sus andanzas de la mano del garrulo de Koldo y el conseguidor Aldama, así como su figura de atleta del sexo de pago.
Hay que reconocer que Sánchez está consiguiendo su objetivo de acabar con Puigdemont. Es algo que nunca ha escondido, pero que ha tenido que posponer. No es algo reciente, sino que se remonta a su firme apoyo a la aplicación del artículo 155. Su socio natural es ERC y Junts es, simplemente, un enorme incordio mientras el expresidente catalán sea su líder. Los socialistas querrían que se le aplicara la amnistía, sea derrotado en las urnas y se jubile. Es cierto que ha tenido que abandonar su compromiso de llevarlo a la Justicia
Hay pocas cosas claras en esta legislatura tan compleja, pero esta es la más sencilla de resolver. La rendición de Sánchez no tiene nada épico y no presentará batalla, porque la derrota se produjo el mismo día que aceptó la amnistía y aseguró que Conde-Pumpido haría el trabajo sucio de declararla constitucional. Lo más probable es que la sentencia más abyecta de la historia del Tribunal Constitucional sea antes del verano. Hay que reconocer que la ausencia de principios del presidente del Tribunal Constitucional es proporcional a su enorme capacidad de trabajo.
Peritos defendem perdão presidencial para Abu Zubaydah devido ao tratamento que ele recebeu durante a detenção e à falta de processo legal; libertação imediata do prisioneiro seria acompanhada de uma realocação para outro país seguro.
Esperava-se que o apoio a este perdão viesse da direita conservadora e católica. Mas, afinal, onde é que esta iniciativa da Igreja está então a ter apoio? Pasme-se: de onde ninguém diria.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vaccini: amnistia per chi non ha pagato le multe - Il presepe della discordia: Gesù avvolto da una kefiah
Siria, nuovo premier dei ribelli e amnistia per gli oppositori politici.
Bruno Cardoso Reis acredita que a Amnistia internacional tem sido "exagerada" nos últimos anos. E ainda, que a Ucrânia só conseguirá vencer a guerra se estiver numa posição reforçada de armamento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miquel Barceló presenta el cartell del Barça, però l'Angelines li agrada l'art que s'entén. Amnistia per a 45 Guàrdia Civils més: en Cirici vol que girem full. Llei contra el despoblament: una nova edició de Cabralunya Informació.
Guvernul a propus recent o iniţiativă prin care contribuabilii cu datorii la stat ar putea scăpa de dobânzi şi penalităţi dacă îşi achită obligaţiile fiscale până la 25 noiembrie. În acelaşi timp, pentru a contracara risipa de bani publici şi a menţine sub control cheltuielile statului, se pregăteşte limitarea cheltuielilor bugetare până la sfârşitul anului. Care sunt implicaţiile acestor măsuri şi cum vor afecta ele contribuabilii şi economia naţională? Invitată: Veronica DUȚU, Expert contabil şi antreprenor, UNIONCONT Expert
Cándido Conde-Pumpido pidió el pasado viernes el «máximo respeto político» antes de que el Tribunal Constitucional aborde la polémica amnistía, que es un fraude de ley sobre la que existe una posición abrumadora sobre su inconstitucionalidad entre los juristas de reconocido prestigio. Al margen de lo que digan los políticos, cabe precisar que Pedro Sánchez y Juan Carlos Campo defendían esa posición, es muy sintomático que en su rechazo coincidan una gran mayoría de catedráticos de Derecho Constitucional y Administrativo, magistrados del Supremo y de otras instancias, académicos de Jurisprudencia y Legislación, abogados del Estado, letrados de las Cortes Generales y del Consejo de Estado.
It's New Tunesday: new releases from the past week! Give the bands a listen. If you like what you hear, support the bands! Today's episode features new releases by IAMX, Ginger Snap5, Dance My Darling, Run Level Zero, Ploho, Sea Shapes, Emily Kinski's Dead, NITE, Roobanok, Aven Graph, Noromakina, Rosetta Stone, Farba Kingdom, Amnistia, Poison The Vicar, Circuit Preacher, Zwaremachine, Entropia Psicotica, nikonn, Coloured Tears, Terrorbit (ft. Eth Eonel), IDEON, Beautiful Machines, and Ness Daniels!
Diogo Noivo explica que Puigdemont regressa para reivindicar a liderança independentista na Catalunha. Jorge Fernandes garante que o Junts não quer perder o controlo da narrativa mediática.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ha llegado el momento tan esperado. La Sala de lo Penal del Tribunal Supremo, formada por los magistrados expertos en Derecho Penal más prestigiosos de nuestro país, ha promovido una cuestión de inconstitucionalidad en relación con el artículo 1 de la ley Orgánica de amnistía a la que los socialistas añadieron el pomposo y falaz título «para la normalización institucional, política y social en Cataluña». El contenido del auto es demoledor, porque establece que «vulnera el derecho constitucional a la igualdad ante la ley» y «los principios de seguridad jurídica y proscripción de la arbitrariedad que proclama la Constitución» a la vez que podría vulnerar el «principio de exclusividad jurisdiccional». El Gobierno de izquierda radical espera que Conde-Pumpido cumpla con su papel y declare la constitucionalidad de la norma. No importa que el propio Sánchez dijera en su día que no lo era o que reconociera que la impulsó para comprar la investidura, lo que muestra el fin ilegítimo de la norma. El presidente del Constitucional es un experto jurista, magistrado de esa Sala y fue uno de los fundadores de la asociación progresista «Jueces y Juezas para la democracia». Fue Fiscal General del Estado nombrado por un gobierno socialista.
Amnistia per als 46 policies nacionals investigats per les c
Apoyos sociales a mujeres queden en la Constitución: Xóchitl Gálvez 8 de mayo es el Día Mundial del Cáncer de OvarioUcrania busca reclutar a prisionero a cambio de una amnistiaMás información en nuestro podcast
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