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No 3 em 1 desta sexta-feira (09), o destaque foi a aprovação, pelo Conselho da União Europeia, do aval para a assinatura do acordo com o Mercosul, encerrando mais de 25 anos de negociações. Apesar do avanço, o tratado ainda precisa ser ratificado para entrar em vigor. Agricultores europeus protestaram contra a decisão em diversas cidades. No Brasil, o presidente Lula (PT) comemorou o que classificou como um momento “histórico”. Reportagem: Eliseu Caetano. Durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (09), o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) comentou o sinal verde dado pelo Conselho da União Europeia para a assinatura do acordo com o Mercosul. Como resposta ao veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria, o senador Esperidião Amin (PP), relator da matéria, protocolou o PL da Anistia. O parlamentar apresentou uma alternativa considerada mais dura em relação ao texto anterior. Reportagem: Julia Fermino. O pedido de exoneração de Ricardo Lewandowski do cargo de ministro da Justiça gerou incertezas sobre o andamento da PEC da Segurança Pública no Congresso Nacional. O texto é tratado como uma das principais apostas estratégicas do governo Lula (PT) para o ano eleitoral. Reportagem: André Anelli. Líderes do Centrão defendem que a análise do veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria fique para fevereiro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), ainda não definiu quando o tema será pautado no Congresso. Reportagem: André Anelli. O presidente Lula (PT) justificou o veto integral ao PL da Dosimetria alegando inconstitucionalidade. Na mensagem oficial, o governo afirmou que “a facilitação de condutas que ameaçam o Estado Democrático de Direito representaria não somente impunidade, mas também ameaça ao ordenamento jurídico”. Segundo o senador norte-americano Lindsey Graham, o presidente Donald Trump autorizou um projeto que prevê tarifas de até 500% sobre produtos da Rússia ou de países que mantenham relações comerciais com o governo russo. A proposta, que ainda tramita no Congresso dos EUA, busca atingir nações que, segundo Trump, estariam financiando a guerra contra a Ucrânia. Reportagem: Eliseu Caetano. O União Brasil reforçou o apoio ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para as eleições de 2026. A decisão, no entanto, pode provocar um racha dentro da federação recém-formada com o Progressistas. A taxa de inflação fechou em 4,26%, de acordo com dados do IBGE, atingindo o menor patamar desde 2018. Diante do resultado, o presidente Lula (PT) afirmou que os críticos da economia “estavam errados”. Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta quinta-feira (08), o destaque foi o veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria durante evento em memória do 8 de Janeiro. O projeto reduziria a pena de Jair Bolsonaro (PL) e de outros envolvidos na tentativa de golpe. Agora, caberá ao Congresso Nacional decidir se mantém ou derruba a decisão presidencial. Reportagem: Igor Damasceno. Durante o evento do 8 de Janeiro, o ministro Ricardo Lewandowski afirmou que “o preço da liberdade é a eterna vigilância” e defendeu que crimes contra o Estado Democrático de Direito não merecem anistia. Nesta quinta-feira (08), Lewandowski também pediu exoneração do cargo, alegando motivos “pessoais e familiares”. Reportagem: Julia Fermino. Parlamentares reagiram ao veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL) afirmou que a decisão “escancara o ódio que a esquerda tem dos patriotas”, enquanto Paulinho da Força (Solidariedade) declarou que o presidente “rasgou a bandeira da paz”. O Congresso ainda deve analisar o veto. Reportagem: André Anelli. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pode supervisionar a Venezuela por anos e declarou manter boa relação com a presidente interina, Delcy Rodríguez. Após um período de tensão, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, revelou que deve se reunir com Trump em Washington, após conversa telefônica sobre a situação venezuelana e o combate ao tráfico de drogas. Reportagem: Eliseu Caetano. A base governista iniciou uma mobilização no Congresso para tentar manter o veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria. A ministra Gleisi Hoffmann afirmou que o governo não pretende recuar e seguirá trabalhando para sustentar a decisão presidencial. Reportagem: André Anelli. O ministro Alexandre de Moraes anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM) que apurava suposta falta de assistência médica a Jair Bolsonaro (PL) após a queda na cela. Diante do episódio e do quadro clínico, a defesa do ex-presidente reforçou o pedido para que ele cumpra prisão domiciliar. Reportagem: Igor Damasceno. O Supremo Tribunal Federal confirmou a responsabilização de 1.399 pessoas pelos atos de 8 de Janeiro. Segundo relatório do ministro Alexandre de Moraes, 179 réus permanecem presos. Reportagem: Igor Damasceno. O governo federal estuda barrar o repasse de R$ 11 bilhões em emendas parlamentares. A medida pode provocar um novo embate com o Congresso Nacional em torno da liberação dos recursos orçamentários. Reportagem: André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No 3 em 1 desta terça-feira (23), o destaque foi que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que passará por uma cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral durante o feriado de Natal. O procedimento, já autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, será realizado em um hospital privado. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decidiu converter a prisão preventiva do general da reserva Augusto Heleno em prisão domiciliar. A decisão estabelece medidas cautelares rigorosas, como o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de contato com outros investigados e a retenção do passaporte. O presidente Lula (PT) assinou o tradicional decreto de indulto de Natal, que concede perdão de pena a condenados que cumprem critérios de tempo e bom comportamento. Mantendo a linha de rigor adotada pelo governo, o texto exclui expressamente condenados por crimes de atentado contra o Estado Democrático de Direito. A possível polarização entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial de 2026 reacende o debate sobre a repetição da chamada ‘guerra de rejeições'. A bancada do 3 em 1 analisa se ambos conseguirão furar a bolha política e reduzir os índices de imagem negativa junto ao eleitorado de centro. O presidente Lula também sancionou o projeto de lei que reconhece a música gospel e seus eventos como manifestação cultural nacional. A medida permite o acesso do gênero a mecanismos de fomento, como a Lei Rouanet, facilitando o financiamento de festivais e produções culturais. O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, passará por uma ampla transformação para receber voos internacionais a partir de 2028. A concessionária Aena anunciou investimentos de R$ 2 bilhões para a construção de um novo terminal de passageiros e a modernização das pistas. O governo federal iniciou uma força-tarefa de fim de ano para acelerar o pagamento de emendas parlamentares, numa tentativa de reduzir a tensão com a cúpula do Congresso Nacional. Nos Estados Unidos, o governo de Donald Trump intensificou a ofensiva contra a imigração irregular ao propor o pagamento de um ‘bônus de Natal' a imigrantes que aceitarem a deportação voluntária. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Lula assina decreto que garante indulto de Natal de 2025. O benefício concede perdão de pena a presos que atendam critérios específicos. A decisão foi publicada nesta terça-feira, no Diário Oficial da União. O indulto não vale para condenados por atentados ao Estado Democrático de Direito.
O presidente Lula assinou o decreto do indulto natalino de 2025, publicado no Diário Oficial da União, com critérios mais rígidos para a concessão do perdão de penas. O texto reforça o endurecimento para crimes graves e exclui expressamente condenados por atentados ao Estado Democrático de Direito, crimes hediondos, violência contra a mulher, terrorismo, racismo, liderança de facções e tráfico de drogas, além de manter restrições a casos de corrupção e colaboração premiada.Por outro lado, o decreto amplia o foco humanitário ao detalhar situações de saúde e vulnerabilidade social que podem justificar o indulto, reconhecendo limitações do sistema prisional. Doenças graves, deficiências severas, transtornos mentais específicos, além de idosos e responsáveis por filhos menores, podem ter redução no tempo mínimo de pena exigido, desde que cumprido até 25 de dezembro de 2025.
Em uma decisão de impacto imediato, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a perda de mandato de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Eduardo, que está nos Estados Unidos desde março alegando perseguição, foi atingido pelo regramento de faltas parlamentares não justificadas. Já Ramagem teve a cassação confirmada por ofício em decorrência de sua condenação pelo STF no inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse ontem, durante café da manhã com jornalistas, que vetará a proposta que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. O chamado Projeto de Lei da Dosimetria foi aprovado na véspera pelo Senado e seguiu para sanção presidencial. O presidente negou que tenha havido um acerto entre o governo e a oposição para a aprovação do texto. O Congresso ainda pode derrubar o veto, mas a nova lei deve ser questionada em ação no Supremo Tribunal Federal. Basicamente, o texto permite que o crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito seja absorvido pelo de golpe de Estado, o que reduziria, por exemplo, a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. O projeto também estabelece que os condenados por envolvimento com os ataques golpístas terão direito a progredir ao regime semiaberto após o cumprimento de 16% da pena no regime fechado. A legislação atual prevê que esses criminosos precisam cumprir ao menos 25% para pleitear uma progressão. Em entrevista à Rádio Eldorado, o advogado criminalista Pierpaolo Bottini, professor de Direito Penal da USP, disse que a palavra final caberá ao STF, seja para validar ou não a lei ou ainda para fazer os cálculos das penas, caso a nova legislação seja mantida. Para ele, é possível apontar que o texto é inconstitucional “alegando que viola o princípio da igualdade” em relação aos condenados que cometeram outros tipos de crimes. Bottini também discorda da absorção de um crime tido como menos grave por outro considerado mais grave. “Você teve dois momentos nesse crime, um antes da posse do presidente Lula e outro depois. A tentativa de tirar o presidente é outro crime”, avaliou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Senado Federal aprovou, em votação marcada por tensão política, o projetode lei que altera as regras de dosimetria para crimes de golpe de Estado eabolição violenta do Estado Democrático de Direito. A proposta impede a somadas penas nesses casos, o que pode reduzir significativamente o tempo de prisãodos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidenteJair Bolsonaro.Otexto foi aprovado por 48 votos a 25, com uma abstenção, após acordo deprocedimento articulado pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT),para evitar o travamento da pauta econômica. A decisão gerou críticas noPlanalto e entre aliados, enquanto o relator Esperidião Amin (PP) defendeu amudança como um ajuste contra excessos do Judiciário. O projeto segue agorapara sanção do presidente Lula, que avalia veto integral.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O projeto da dosimetria - que reduz penas aos condenados nos atos de 8 de janeiro - foi aprovado pela comissão de Constituição e Justiça do Senado. A previsão é de que o texto seja votado ainda nesta quarta-feira (17) no plenário. O parecer do relator, senador Esperidião Amin, foi aprovado por 17 votos a 7. O texto beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro e todos os outros condenados por tentativa de golpe. O texto acatou uma emenda que determina que o projeto não seja aplicado a crimes comuns, mas, exclusivamente, àqueles cometidos contra o Estado Democrático de Direito. O parecer não precisará passar pela Câmara e, se aprovado pelo plenário do Senado, vai seguir direto para a sanção do presidente Lula. E ainda: Celso Sabino vai deixar o Ministério do Turismo.
Nesta edição, vamos falar sobre o projeto que altera as regras de execução da pena em regime fechado e as punições dos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e de tentativa de deposição de governo legitimamente constituído ( PL 2162/2023 ); e também sobre o projeto que não permite a concessão de fiança nos crimes com conotação sexual praticados contra crianças e adolescentes ( PL 6382/2025 e SUG 12/2021 ). Também detalhamos a proposta que autoriza o Executivo a criar o Fundo de Apoio à Regularização Fundiária e Aquisição de Terras para a Reforma Agrária ( PL 6247/2025 ) e a que altera regras sobre Comissões Parlamentares de Inquérito ( PL 6258/2025 ). O programa ainda trata da medida provisória que prevê a renovação automática da CNH para bons condutores ( MPV 1327/2025 ) e de um recurso que levou ao Plenário do Senado o projeto que eleva a tributação sobre as bets e a contribuição social sobre o lucro líquido de fintechs ( PL 5473/2025 ).
Convidado: Davi Tangerino, advogado criminalista e professor de Direito da UERJ. Aprovado na Câmara durante a madrugada da quarta-feira (10), o chamado PL da Dosimetria agora segue para o Senado. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. A votação terminou às 2h30, depois de uma terça-feira caótica na Câmara. O texto prevê a reduzir a pena dos condenados pela trama golpista, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro e os militares do núcleo crucial. O projeto amplia a possibilidade de que a pena de um crime seja absorvida por outra -- é o que deve acontecer com a condenação de Bolsonaro por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e pelo crime de tentativa de golpe de Estado. E também reduz o tempo de pena em regime fechado para alguns casos, de 25% para 16%. A expectativa é que o texto seja analisado no Senado já na semana que vem. Se aprovado no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial. Quem explica os principais pontos do PL da Dosimetria é Davi Tangerino, professor de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Em conversa com Natuza Nery, o advogado criminalista detalha o que acontece com a soma das penas por diferentes crimes – e no caso específico de Bolsonaro, o que muda na condenação por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O professor responde também o que acontece com a chamada progressão de regime no caso de Bolsonaro. E quem, além do ex-presidente e dos outros condenados na trama golpista, pode ser beneficiado caso o projeto vire lei.
Convidado: Davi Tangerino, advogado criminalista e professor de Direito da UERJ. Aprovado na Câmara durante a madrugada da quarta-feira (10), o chamado PL da Dosimetria agora segue para o Senado. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. A votação terminou às 2h30, depois de uma terça-feira caótica na Câmara. O texto prevê a reduzir a pena dos condenados pela trama golpista, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro e os militares do núcleo crucial. O projeto amplia a possibilidade de que a pena de um crime seja absorvida por outra -- é o que deve acontecer com a condenação de Bolsonaro por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e pelo crime de tentativa de golpe de Estado. E também reduz o tempo de pena em regime fechado para alguns casos, de 25% para 16%. A expectativa é que o texto seja analisado no Senado já na semana que vem. Se aprovado no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial. Quem explica os principais pontos do PL da Dosimetria é Davi Tangerino, professor de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Em conversa com Natuza Nery, o advogado criminalista detalha o que acontece com a soma das penas por diferentes crimes – e no caso específico de Bolsonaro, o que muda na condenação por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O professor responde também o que acontece com a chamada progressão de regime no caso de Bolsonaro. E quem, além do ex-presidente e dos outros condenados na trama golpista, pode ser beneficiado caso o projeto vire lei.
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de hoje, por 291 votos a 148, projeto de lei que abranda penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, entre eles Jair Bolsonaro. O PL reduz para 2 anos e 4 meses o tempo de permanência do ex-presidente no regime fechado (inicialmente estimado em 6 anos e 10 meses), conforme cálculo do relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF. Com o PL, que foi encaminhado ao Senado, a punição cai para 20 anos. Em entrevista à Rádio Eldorado, a advogada criminalista Marina Coelho, que também é professora do Insper, disse que o projeto levou em conta uma discussão jurídica sobre a possibilidade ou não de sobreposição de dois crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. No julgamento, as duas penas foram acumuladas. "A lei é muito nova e vai amadurecendo", afirmou. Segundo a especialista, a progressão para um regime menos restritivo já poderá acontecer com o cumprimento de 16% da pena e não mais de 25%.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (22): O Supremo Tribunal Federal (STF) reabriu nesta terça-feira (21) a investigação contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, por suposta participação na tentativa de golpe de Estado em 2022. A decisão, respaldada pelo ministro Alexandre de Moraes, recebeu o apoio da maioria da Primeira Turma, que concordou com a retomada das apurações sobre envolvimento do parlamentar em crimes de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Reportagem: Igor Damasceno. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator do projeto que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil, afirmou nesta terça-feira (21) que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados contém “pegadinhas”. Segundo o senador, as “inconstitucionalidades” serão corrigidas pelo Senado. Reportagem: Matheus Dias. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa resolver o “problema fiscal” antes que o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) seja votado. Segundo ele, é importante garantir equilíbrio nas contas públicas para evitar alterações na meta fiscal estabelecida. Reportagem: Rany Veloso. O Ministério Público de São Paulo, junto à Polícia Civil e à Fazenda estadual, cumpre nesta quarta-feira (22) seis mandados de busca e apreensão em shoppings de São Paulo e região para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que teria utilizado lojas de brinquedos como fachada para movimentar recursos ilícitos. Reportagem: Danubia Braga. Líderes da União Europeia e da Ucrânia iniciaram a elaboração de um plano de paz com 12 pontos, que inclui negociações sobre os territórios ucranianos atualmente ocupados pela Rússia, conforme reportagem da Bloomberg divulgada nesta terça-feira (21). Reportagem: Luca Bassani. O Tribunal Superior de Bogotá absolveu o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe das acusações de suborno e fraude processual, revogando a prisão domiciliar imposta em primeira instância. A decisão ainda pode ser contestada na Corte Suprema da Colômbia. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quarta-feira (22): O Ministério Público de São Paulo, em conjunto com a Polícia Civil e a Fazenda estadual, deflagrou uma operação nesta quarta-feira (22) para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro do PCC em lojas de brinquedos localizadas em shoppings de São Paulo, Guarulhos e Santo André. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, e a Justiça determinou o sequestro e bloqueio de bens e valores que somam R$ 4,3 milhões. Os shoppings e a rede de franquias das lojas não estão sendo investigados. O Supremo Tribunal Federal (STF) reabriu a investigação contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, por suposta participação na tentativa de golpe de Estado em 2022. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes e apoiada pela maioria da Primeira Turma. O processo busca apurar o envolvimento do parlamentar em crimes de organização criminosa e na tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A Justiça do Rio de Janeiro absolveu todos os réus envolvidos no incêndio do Ninho do Urubu, que em 2019 matou 10 adolescentes atletas do Flamengo. O juiz Tiago Fernandes de Barros considerou que não havia provas suficientes para condenação. O fogo teria iniciado por curto-circuito em um ar-condicionado, e o contêiner utilizado como alojamento não possuía alvará de funcionamento na época. O governo interino do Peru declarou, nesta terça-feira (21), estado de emergência por 30 dias em Lima e na cidade portuária de Callao, para enfrentar a onda de violência e extorsões atribuída ao crime organizado. A medida permite a mobilização de militares e a restrição de direitos, como a liberdade de reunião e a inviolabilidade de domicílio. O ex-presidente Donald Trump solicitou oficialmente ao Departamento de Justiça dos EUA uma compensação de US$ 230 milhões (aproximadamente R$ 1,238 bilhão) pelas investigações federais conduzidas contra ele durante o governo de Joe Biden. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O ministro Edson Fachin assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal, há poucas semanas, com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. E neste momento a Corte aguarda a confirmação do nome que o presidente Lula indicará para a vaga. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, o professor de filosofia do direito da UFMG, Thomas Bustamante, diz que a Corte conseguiu se isolar das pressões e respondeu melhor do que muitos países em defesa do Estado Democrático de Direito. Acredita que em ano eleitoral será melhor que um ministro do perfil de Fachin esteja no comando. Considera que os ministros estão conversando mais entre si e se mostraram alinhados quanto à tentativa de golpe de Estado. Sobre o conflito entre o STF e o Congresso, Bustamante diz que o Parlamento tem esticado a corda e um exemplo é o destino incerto das emendas de relator. Quanto a intenção da extrema direita de formar maioria no Senado para fazer impeachment de ministros, o professor diz que não há nada pior do que um juiz amedrontado. Também critica Lula quanto a noticiada escolha do advogado Jorge Messias para a vaga do STF e defende a escolha de uma mulher que melhore a representação na Corte.
Tres acontecimientos recientes marcan al extremismo de derecha y al desafío democrático de la región. 1) Javier Milei enfrentó en Buenos Aires su peor derrota electoral, perdiendo por más de 13 puntos una elección crucial de medio mandato y aunque ese resultado no se puede proyectar al resto del país, debe enfrentarse ahora a la elección de octubre, a lomos de una situación económica compleja y el lastre de un escándalo de corrupción del que no podrá desprenderse fácilmente. 2) La Sala Primera del Supremo Tribunal Federal de Brasil declaró el 10 de setiembre a Jair Mesías Bolsonaro culpable de intento de golpe de Estado y abolición violenta del Estado Democrático de Derecho. El "Plan puñal Verde y Amarillo" le deja al exmandatario 27 años y tres meses de condena, que no logró evitar pese a todos los esfuerzos y persecuciones de su amigo Donald Trump, contra la justicia carioca y contra todo un país al que castigó con aranceles del 50%. 3) Desde Utah se extendió la conmoción a todo Estados Unidos cuando un chico de apenas 22 años, conservador, mormón, de familia fanática seguidora del trumpismo, y experto en el uso de armas prácticamente desde niño, asesinó de un solo disparo al muy reconocido activista Charlie Kirk. El expresidente Barack Obama dijo que el país enfrenta una crisis política "nunca antes vista". Con Carlos Cascante experto en relaciones internacionales analizamos estos temas.
No episódio de hoje, analisamos a histórica condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal. No dia 11 de setembro de 2025, Bolsonaro foi sentenciado a 27 anos e três meses de prisão por crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e atentados contra o Estado Democrático de Direito. Neste episódio, discutimos os embates de seu governo, as reações políticas e sociais, as mudanças no cenário eleitoral após sua inelegibilidade, além do impacto internacional da decisão. Refletimos também sobre o peso histórico deste julgamento, que coloca o Brasil em uma posição inédita: a de responsabilizar criminalmente um ex-presidente por atentar contra a democracia. Acompanhe conosco essa análise e entenda por que este caso redefine os rumos da política brasileira e a imagem do país no mundo.Roteiristas: Fernanda Rumblesperger e Isabel BuenoApresentadoras: Giovana Aide e Daniella FalcetteEdição: Pedro PauloSupervisão: Prof. Dr. Thiago Babo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado 27 anos e 3 meses de pena privativa de liberdade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. O ex-capitão do Exército seguirá em prisão domiciliar até o início da execução penal, que começa a partir do esgotamento dos recursos cabíveis à sentença. O placar do julgamento ficou em 4 a 1, com voto divergente do ministro Luiz Fux, um placar que reduziu de forma significativa o alcance dos recursos cabíveis à defesa do ex-presidente. Para falar sobre o julgamento e os próximos passos da ação penal, o Dois Pontos conversou com a professora de Direito Penal e Processo Penal na FGV Direito de São Paulo, Luisa Moraes Abreu Ferreira, e com o criminalista e coordenador de Direito da ESPM de São Paulo, Marcelo Crespo. O episódio tem a apresentação de Roseann Kennedy, colunista do Estadão, e a participação de Carolina Brígido, colunista de judiciário do Estadão. ProduçãoEverton Oliveira EdiçãoJúlia Pereira ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Supremo Tribunal Federal condenou oito integrantes do núcleo de comando da tentativa de golpe que resultou nos ataques de 8 de janeiro. Em pauta, os votos dos ministros em defesa da democracia, a divergência de Luiz Fux, a pressão por anistia no Congresso e as ofensivas externas contra a soberania nacional.É sobre esse e outros assuntos que o Visões Populares conversa com a jurista e advogada Carol Proner, fundadora da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e integrante do Grupo Prerrogativas.“Foi, até certo ponto, dentro do possível, um julgamento exemplar e pedagógico para evitar novas investidas golpistas, mesmo nas formas mais sutis de mobilização”, afirma Proner.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 16, Carlos Andreazza comenta sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e as movimentações no Congresso para anistiar os condenados pelos atentados à democracia de 8 de janeiro de 2023. Mais de dois anos e meio após deixar o poder Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por comandar uma tentativa de golpe, numa sessão marcada por uma tentativa de enterrar os planos de anistiar o ex-presidente. O julgamento na Primeira Turma do STF teve fim na última quinta-feira, 11, após duas semanas. Na sessão final, a Corte teve os últimos dois votos restantes, definiu o tamanho das penas de Bolsonaro e outros sete réus e rechaçou a brecha para perdoar crimes cometidos contra a democracia. Bolsonaro foi tornado culpado pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Antes de sugerir a pena, Moraes defendeu uma “resposta estatal” dura para inibir novas intenções golpistas. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Por 4-1, o Supremo brasileiro condenou Jair Bolsonaro e sete cúmplices por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, mas ainda pode haver recursos pelo tamanho das penas. Condenados na Justiça, os golpistas apostam numa amnistia política ou na interferência de Trump. Neste episódio extra, olhamos para o presente e abrirmos uma janela para o futuro, à conversa com a jornalista Christiana Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A história do Brasil teve a primeira condenação de um ex-presidente da República por tentativa de golpe de Estado. Jair Messias Bolsonaro foi considerado culpado também por organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. Os ministros estabeleceram pena de vinte e sete anos e três meses de prisão em regime inicial fechado. E foram condenados todos os réus do núcleo crucial da trama golpista: o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid; o ex-vice de Bolsonaro na chapa eleitoral, Braga Netto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência de Bolsonaro, Augusto Heleno; o ex-diretor da Abin no governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem; o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres; o ex-ministro da Defesa de Bolsonaro, Paulo Sérgio Nogueira e o ex-comandante da Marinha de Bolsonaro, Almir Garnier.
O ministro Luiz Fux apresentou um voto de mais de 10 horas no julgamento de Jair Bolsonaro no STF, defendendo a inocência do ex-presidente em pontos cruciais da ação penal.Enquanto outros ministros enxergaram crimes como tentativa de golpe e abolição do Estado Democrático de Direito, Fux seguiu caminho distinto, destacando contradições e fragilidades da acusação.O que esse voto pode significar para o futuro do julgamento e para Bolsonaro?Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus no Supremo Tribunal Federal ganhou um capítulo decisivo com o voto do ministro Luiz Fux. Em uma manifestação de quase 14 horas, Fux absolveu Bolsonaro e cinco aliados de todas as acusações apresentadas pela PGR, enquanto Mauro Cid e Braga Netto foram condenados pelo crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Fux também destacou que o Supremo tem “incompetência absoluta” para julgar o caso da suposta trama golpista, já que nenhum dos réus possui prerrogativa de foro. Apesar dessa posição, o ministro apresentou seu voto de mérito, absolvendo Bolsonaro e cinco aliados, mas condenando Mauro Cid e Braga Netto apenas pela tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Veja essas e outras notícias nessa edição do Morning Show.
Convidados: Reynaldo Turollo Jr, repórter do g1 em Brasília, e Oscar Vilhena Vieira, professor da Faculdade de Direito da FGV-SP. 2 a 0. Esse é o placar parcial do julgamento de Jair Bolsonaro e de outros 7 réus por tentativa de golpe de Estado na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (9), dois ministros votaram: Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Moraes, que é relator do julgamento, abriu a votação, apontou o ex-presidente como líder de organização criminosa e votou pela condenação de todos os réus. Na sequência, Dino também se colocou a favor da condenação dos réus, mas com culpabilidades diferentes entre eles. Neste episódio, O Assunto retoma o diário do julgamento. Natuza Nery recebe Reynaldo Turollo Jr, repórter do g1 que acompanha de dentro as sessões no Supremo. Turollo relata como Moraes e Dino sustentaram seus votos, qual o clima na Corte e como os pedidos de condenação repercutiram nas defesas dos réus. Depois, a conversa é com Oscar Vilhena Vieira, professor de Direito da FGV. Vilhena, que é mestre em direito pela Universidade Columbia e doutor em Ciência Política pela USP, analisa os significados dos votos de Moraes e Dino. E conclui como este é um julgamento extraordinário do ponto de vista histórico: “ele rompe com a tradição brasileira de impunidade daqueles que rompem com o Estado Democrático de Direito”.
A Primeira Turma do STF retomou nesta terça-feira, 9, o julgamento da denúncia daProcuradoria-Geral da República contra Jair Bolsonaro e outros sete réus no caso da trama golpista.O ministro relator, Alexandre de Moraes, votou para condenar Jair Bolsonaro - com a imputação extra de liderar a organização criminosa - e mais 6 réus pelos crimes de:organização criminosa armada;- tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;- golpe de Estado;- dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima;- e deterioração do patrimônio tombado.Os outros 6 réus são: Almir Garnier; Anderson Torres; Augusto Heleno; Mauro Cid; Paulo Sérgio Nogueira; e Walter Braga Netto.Moraes também votou para condenar Alexandre Ramagem pelos 3 primeiros crimes.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira, Ricardo Kertzman e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (10): Acompanhe a cobertura especial do julgamento de Jair Bolsonaro no STF, que entra na fase de votação sobre a condenação dos réus. Veja ao vivo os votos dos ministros e suas repercussões. O ministro Luiz Fux iniciou nesta quarta-feira sua manifestação no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus pela tentativa de golpe de Estado em 2022. Ele destacou que a missão do Supremo Tribunal Federal é a guarda da Constituição, “fundamento inabalável do Estado Democrático de Direito”. Segundo Fux, “não compete ao STF realizar um juízo político, mas afirmar o que é constitucional ou inconstitucional, legal ou ilegal”. O ministro ressaltou ainda que o papel de juiz não deve ser confundido com o de um agente político. Fux também observou que a Primeira Turma do STF está analisando pessoas sem prerrogativa de foro e lembrou que esse entendimento sobre foro privilegiado é recente. “Os réus desse processo, sem nenhuma prerrogativa de foro, perderam os seus cargos muito antes do atual entendimento”, afirmou. Ao final, votou pela incompetência do Supremo para julgar o caso da suposta trama golpista. Essas e outras notícias você acompanha nesta edição do Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O ministro do STF Luiz Fux divergiu do relator Alexandre de Moraes. Numa exposição iniciada há mais de 10 horas, ele descartou condenações por organização criminosa e tentativa de golpe de Estado e compôs maioria para condenar Mauro Cid por atentado contra o Estado Democrático de Direito. Com placar de 2 a 1 pela condenação do grupo, a ministra Cármen Lúcia será a próxima a votar, amanhã de manhã. Um ativista americano de direita foi morto a tiros ao discursar numa universidade. E caças da OTAN abateram drones russos no espaço aéreo da Polônia.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (09): Acompanhe a cobertura especial do julgamento de Jair Bolsonaro no STF, que entra na fase de votação sobre a condenação dos réus. Veja ao vivo os votos dos ministros e suas repercussões. Ao apresentar seu voto, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que “não há dúvida de que houve tentativa de golpe”. Segundo ele, uma organização criminosa atuou de forma hierarquizada e com divisão de tarefas para atentar contra o Estado Democrático de Direito, restringindo a atuação do Judiciário e ameaçando um governo legitimamente constituído. Moraes também relembrou os discursos de Jair Bolsonaro nos atos de 7 de Setembro de 2022, quando o então presidente atacou o Supremo Tribunal Federal e ameaçou descumprir decisões judiciais. Ele destacou que Bolsonaro instigou milhares de pessoas contra ministros da Corte, provocando uma grave crise institucional. “Isso não é conversa de bar, não é alguém em um clube conversando com o amigo. Isso é o presidente da República em um discurso de 7 de Setembro instigando milhares de pessoas contra o Supremo Tribunal Federal e especificamente contra um ministro”, disse Moraes. Essas e outras notícias você acompanha nesta edição do Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O ministro Gilmar Mendes, do STF, publicou uma mensagem no X em reação à manifestação bolsonarista de domingo, 7 de setembro:“No Dia da Independência, é oportuno reiterar que a verdadeira liberdade não nasce de ataques às instituições, mas do seu fortalecimento. Não há no Brasil “ditadura da toga”, tampouco ministros agindo como tiranos. O STF tem cumprido seu papel de guardião da Constituição e do Estado de Direito, impedindo retrocessos e preservando as garantias fundamentais.[...] O que o Brasil realmente não aguenta mais são as sucessivas tentativas de golpe que, ao longo de sua história, ameaçaram a democracia e a liberdade do povo. É fundamental que se reafirme: crimes contra o Estado Democrático de Direito são insuscetíveis de perdão! Cabe às instituições puni-los com rigor e garantir que jamais se repitam”. Quem também reagiu à manifestação bolsonarista foi o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que afirmou o seguinte em nota: “Não gosto de ser comentarista do fato político do dia e estou aguardando o julgamento para me pronunciar em nome do Supremo Tribunal Federal. A hora para fazê-lo é após o exame da acusação, da defesa e apresentação das provas, para se saber quem é inocente e quem é culpado.Processo penal é prova, não disputa política ou ideológica [...].”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 03, Carlos Andreazza comenta sobre o julgamento de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Assim como ocorreu com outros réus no primeiro dia de julgamento, a defesa de Bolsonaro deve reforçar teses já apresentadas anteriormente. Como mostrou o Estadão, os advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno apostam em duas frentes. Na processual, especialidade de Vilardi, vão insistir na anulação da delação de Mauro Cid e alegar cerceamento à defesa em razão de prazos reduzidos. O objetivo é explorar supostos vícios processuais capazes de anular a cadeia de provas formada durante o inquérito e a ação penal. Na frente de mérito, a defesa deve tentar desvincular Bolsonaro dos atos de 8 de janeiro, já que as acusações de deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União nesse episódio são usadas pela PGR para sustentar os crimes mais graves de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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A Polícia Federal (PF) indiciou nesta quarta-feira, 20, Jair e Eduardo Bolsonaro por coação a autoridades no curso da ação penal da trama golpista.A PF afirma o seguinte em relatório encaminhado ao STF: “Com base nos elementos probatórios apresentados neste relatório, conclui-se que EDUARDO NANTES BOLSONARO e JAIR MESSIAS BOLSONARO, com a participação de PAULO FIGUEIREDO e SILAS LIMA MALAFAIA, encontram-se associados ao mesmo contexto, praticando condutas com o processo no qual o segundo nominado consta formalmente como réu”, configurando-se os crimes de coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal), abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código de Processo Penal Brasileiro), em concurso de agentes (art. 29, caput, do Código Penal).”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os envolvidos no motim que obstruiu os trabalhos do Congresso na semana passada. O petista pediu uma apuração envolvendo possível prática do crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.Ao comentar a iniciativa contra a oposição, Lindbergh comparou o motim ao 8 de janeiroFelipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A Procuradoria-Geral da República apresentou as alegações finais na ação penal sobre o núcleo crucial da tentativa de golpe. Em mais de quinhentas páginas, a PGR reiterou o pedido de condenação de Jair Bolsonaro e sete aliados. Entre as acusações, estavam organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. No Supremo, terminou sem acordo a reunião de conciliação entre o governo e o Congresso sobre o IOF. O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu uma saída negociada para o tarifaço de Donald Trump. Representantes da indústria e do agronegócio concordaram que a reciprocidade era a última opção. E os americanos já sentiram no bolso o impacto da guerra comercial de Trump.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A PGR pediu a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus no processo da tentativa de golpe de Estado. Paulo Gonet considerou que Bolsonaro deve ser considerado culpado pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. Agora, a defesa do delator Mauro Cid tem 15 dias para apresentar as alegações finais dele. Depois, as defesas dos outros réus vão ter mais 15 dias. Encerrados os prazos, o ministro Alexandre de Moraes vai marcar o julgamento do processo na primeira turma do Supremo Tribunal Federal. E ainda: Lula assina MP para isentar taxistas da taxa do taxímetro.
La Fundación organiza el próximo día 19 de junio de 2025 el diálogo "La situación del Estado Democrático de Derecho en España" en el que intervinieron Pablo de Lora, Francesc de Carreras y Andrés Betancor. Con motivo de la presentación del Memorial “Por la recuperación de la normalidad democrática” emanado de los Encuentros en el Espacio Público celebrados en la Fundación Rafael del Pino.
Após o pedido apresentado pela PGR, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, abriu um inquérito para apurar a conduta de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Na decisão, o ministro do STF afirma que o procedimento visa “a apuração da suposta prática dos crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito”. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, em seu pedido ao Supremo Tribunal Federal para abrir inquérito sobre a conduta de Eduardo Bolsonaro, cita várias declarações e postagens em que o deputado federal licenciado manifesta seu desejo de punição de um seleto grupo que inclui o ministro Alexandre de Moraes porque “há muito está abusando dos seus poderes, há muito está violando os direitos humanos”.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Não espere mais, assine agora e garanta 2 anos com 30% OFF - últimos dias. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30 Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção válida só até o dia 31/05
A AGU protocolou um pedido no STF para que a Corte aplique imediatamente medidas para cessar casos de desinformação, de violência digital e danos causados por omissão de redes sociais em evitar a divulgação de conteúdo ilícito em suas plataformas.A Advocacia-Geral da União, comandada por Jorge Messias, afirma que o pedido de tutela de urgência busca assegurar o "resultado útil" dos recursos que discutem atualmente, no Supremo, a responsabilidade civil das plataformas de internet por conteúdos ilícitos publicados por usuários.No pedido, a AGU cita "dados recentes que demonstram graves riscos à integridade das políticas públicas, à segurança digital da população, em especial idosos, crianças e adolescentes, e ao Estado Democrático de Direito".Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Não espere mais, assine agora e garanta 2 anos com 30% OFF - últimos dias. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30 Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção válida só até o dia 31/05
O programa Meio-Dia em Brasília desta quinta-feira, 27, fala sobre as repercussões da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou Jair Bolsonaro réu e mais 7 pessoas por suspeita da tramar contra o Estado Democrático de Direito.Além disso, o jornal traça cenários para o julgamento da ação penal no segundo semestre deste ano e para as eleições de 2026, com a possibilidade concreta de Jair Bolsonaro estar fora do jogo eleitoral.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, Carlos Andreazza comenta a decisão por unanimidade, 1ª Turma do Supremo que torna réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados, penas podem chegar a 43 anos. Os réus são acusados de terem cometido cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União. Além de Bolsonaro, vão responder ao processo: Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e Casa Civil), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-diretor da Abin), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha) e Mauro Cid (ex-ajudante de ordens de Bolsonaro). Saiba mais: https://www.estadao.com.br/politica/bolsonaro-perde-na-justica-enquanto-mira-na-politica-veja-analise-de-colunistas-do-estadao/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na edição de hoje do Jornal PT Brasil, o advogado Marcelo Uchôa comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal que tornou Jair Bolsonaro e outros sete investigados réus por crimes como tentativa de golpe de estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e participação em organização criminosa armada.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 26, Carlos Andreazza comenta sobre a continuação do julgamento em que a primeira turma do STF deve decidir se aceita ou não a denúncia contra Jair Bolsonaro (PL) e mais sete pessoas, entre políticos próximos do ex-presidente e militares de alta patente, acusados de tentativa de golpe de Estado. O julgamento foi interrompido na terça-feira e será retomado a partir das 9h30. Depois de passar o primeiro dia dedicados às chamadas questões preliminares, que são de natureza processual, os ministros já iniciam a segunda metade do julgamento opinando se há elementos mínimos para abrir uma ação penal contra Bolsonaro e os outros denunciados. O primeiro a votar é o relator Alexandre de Moraes. Em seguida, votam Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e o presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin. Se ao menos três deles aceitarem a denúncia, Bolsonaro vira réu por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes. Todos são acusados pelos mesmos cinco crimes: organização criminosa (pena de 3 a 8 anos, podendo chegar a 17 com agravantes citados na denúncia), abolição violenta do Estado Democrático de Direito (pena de 4 a 8 anos), golpe de Estado (pena de 4 a 12 anos), dano qualificado com uso de violência e grave ameaça (pena de 6 meses a 3 anos) e deterioração de patrimônio tombado (pena de 1 a 3 anos). Saiba mais: https://www.estadao.com.br/politica/resultado-julgamento-bolsonaro-stf-sai-hoje-entenda-etapas-nprp/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar na terça, 25, a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por crimes como golpe de Estado, tentativa de abolição violenta ao Estado Democrático de Direito e organização criminosa.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Não perca nenhum episódio! Inscreva-se no canal e ative o sininho para receber as notificações. #PapoAntagonista Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o julgamento do STF que vai decidir se ex-presidente e outros sete denunciados sentarão no banco dos réus por crimes envolvendo suposta trama golpista. Cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) começam a decidir nesta terça-feira, 25, se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete denunciados por supostamente tramar um golpe de Estado em 2022 vão sentar no banco dos réus. Os crimes imputados ao ex-presidente somam penas de mais de 43 anos de prisão: tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito (4 a 8 anos), tentativa de golpe de Estado (4 a 12 anos), organização criminosa (3 a 8 anos, que pode chegar a 17 anos com agravantes), dano qualificado com uso de violência e grave ameaça (6 meses a 3 anos) e deterioração de patrimônio tombado (1 a 3 anos). O que será julgado? A Primeira Turma do STF vai decidir se aceita a denúncia contra oito pessoas por supostamente planejarem uma tentativa de golpe de Estado em 2022, incluindo o ex-presidente Bolsonaro, apontado como peça-central da trama. Caso aceite, eles se tornam réus e responderão a processo penal. Saiba mais: https://www.estadao.com.br/politica/como-vai-ser-julgamento-denuncia-jair-bolsonaro-primeira-turma-stf-entenda-nprp/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Decano do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes afirma, em entrevista exclusiva ao repórter que o relatório da Polícia Federal, que embasou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, aponta uma coordenação intensa e “proximidade, inclusive, de execução”. "Ninguém pode questionar o que o ministro disse - que a anistia é altamente improvável, pois não pode ser usada para atos terroristas; e também que Bolsonaro fala em perseguição política - porque foi eleito, disputou reeleição e perdeu em uma ambiente absolutamente democrático. Do ponto de vista de conteúdo, Gilmar Mendes fala de forma apropriada sobre a situação jurídica desta investigação. A questão é que tem aquela velha história - ultrapassada mesmo - de que juíz só fala nos autos, e aí como o ministro do Supremo que vai julgar fala antes?", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou nesta terça-feira, 18, Jair Bolsonarono caso da trama golpista.Os crimes apontados pela PGR foram: liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da união deterioração de patrimônio tombado.Além de Bolsonaro, foram denunciadas 33 pessoas, incluindo Walter Braga Netto,Augusto Heleno, Mauro Cid, Alexandre Ramagem e Anderson Torres. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* Assine agora: https://registre.oantagonista.com.br/?plano=combo&tipo=24%20meses (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual (R$ 191,04 a vista ou R$ 214,92 parcelado 12x) e nos pacotes avulsos anuais de O Antagonista ou Crusoé (R$ 151,98 à vista ou R$ 169,80 parcelado 12x). | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas. Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, denunciou, nesta terça-feira (18), o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
Mais da metade dos 37 nomes indiciados pela Polícia Federal no inquérito do golpe é de militares. Durante a investigação sobre a trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro e o alto escalão das Forças Armadas, a PF obteve áudios que expõem em detalhes o plano para manter o ex-presidente no poder e romper com o Estado Democrático após a eleição de 2022. Conversas que deixam claro como, mais de 30 anos depois do fim do regime militar, o espírito autoritário ainda está presente em parte dos integrantes das Forças Armadas. Para esmiuçar os motivos pelos quais as ideias de ruptura e autoritarismo ainda sobrevivem na caserna, Natuza Nery entrevista Carlos Fico, professor de história do Brasil da UFRJ. E para contextualizar o quanto os áudios obtidos pela PF remetem ao golpe de 1964, Natuza conversa com o advogado José Carlos Dias, fundador da Comissão Arns e ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso. Ele, que durante a ditadura militar foi defensor de presos políticos e atuou diretamente na Justiça Militar, reforça o quanto é preciso ficar vigilante na defesa do Estado Democrático.