POPULARITY
Categories
Falo sobre decisão do TJSP que confirmou condenação da Prefeitura de SP em quase R$25 milhões por descumprir ordem judicial que ordenava a oferta de unidades de saúde para a realização da interrupção de gravidez nos casos permitidos pelo Código Penal de 1940.A notíticia pode ser lida aqui.Conheça melhor o autor do #BiroscaNews.
Ouça a reportagem especial sobre gravidez infanto-juvenil em três perspectivas: saúde, educação e direito. Produção: Ronaldo Araújo. Edição: João Figueiredo. Locução: Josafá Neto
Em New Boston, Texas, uma jovem mãe não aparece para o trabalho numa manhã de outubro. Do outro lado da cidade, uma mulher dirige em alta velocidade com um recém-nascido no colo. Quando as duas histórias se cruzam, a cidade inteira vai entender que o que parecia impossível havia sido planejado há muito tempo. #604
Lisa Vicente é médica ginecologista, obstetra, especialista em sexologia e em literacia para a saúde, divulgadora científica e autora dos livros “O Atlas da V” e “A Revolução da Menopausa”. No seu consultório afirma sentir-se tão motivada a seguir mulheres grávidas, como na menopausa, pessoas trans ou vítimas de violência sexual. E afirma a diversidade de corpos e de identidades como o que é normal na Humanidade. “Não há duas vulvas, nem dois clítoris iguais, não há duas menopausas iguais e cada pessoa tem prazer à sua maneira.” Ouçam-na aqui nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma nova moda nas redes sociais preocupa os profissionais brasileiros: o "trimestre zero". Promovida por influenciadores no TikTok, ela vende a ideia de que é possível preparar o corpo três meses antes da concepção para aumentar as chances de engravidar. O problema é que, além dessas práticas não terem nenhum embasamento científico, trazem riscos para as pacientes alerta Pedro Porto, ginecologista do esporte pela Universidade Federal de São Paulo. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris As rotinas compartilhadas por influenciadores no Tiktok incluem dietas restritas, exercícios físicos intensos, suplementos e outros protocolos de "detox" para facilitar a gravidez. Os influenciadores recomendam, por exemplo, banir esmaltes que teriam metais pesados na composição, tintura de cabelo, roupas e até medicamentos. Para conhecer o fenômeno mais de perto, Pedro Porto acessou algumas das contas nas redes sociais que promovem a trend e preconizam rotinas espartanas. “O que mais tenho visto são dietas muito restritivas, com grande redução calórica, associadas a exercícios em excesso e milimetricamente planejados. Há uma lógica de controle absoluto, como se a gestação fosse totalmente previsível e controlável”, explica. “Isso é preocupante porque cria uma falsa sensação de cuidado e de melhora da fertilidade. Mas muitas dessas práticas não têm base científica, e algumas podem ser prejudiciais, como a interrupção de medicações necessárias”, acrescenta o ginecologista. “O que me chama atenção nessa tendência do TikTok são duas coisas. A primeira é o investimento crescente em radicalismo, com práticas bastante extremas. A segunda é que a medicina já estabelece que um casal jovem, sem problemas de saúde, com relações frequentes, em média quatro vezes por semana, e sem preservativo, pode levar até um ano para engravidar”, explica o ginecologista brasileiro. Segundo ele, existem, sim, mudanças no estilo de vida que devem ser adotadas antes da concepção, mas o preparo do corpo é um conceito relativo. “Mudanças nos três meses anteriores à concepção são importantes. É válido pensar sobre alguns hábitos, mas essas mudanças não fazem sentido se não forem mantidas ao longo do período que pode ser necessário para uma gestação bem-sucedida”, afirma o ginecologista. Há problemas de saúde como pré-eclâmpsia, obesidade ou diabetes gestacional que exigem monitoramento, mas a demanda pode ser simplesmente estética. Aí é que mora o perigo. Segundo Pedro Porto, a pressão pela imagem perfeita no Brasil leva algumas mulheres a tomar decisões que podem colocar em risco não só a própria saúde, mas também a do bebê. De acordo com o ginecologista, uma revisão sistemática publicada na revista Human Reproduction Update, referência na área médica, mostrou que essas medidas radicais não melhoram a saúde reprodutiva. O estudo foi feito com 7.905 mulheres. “Entre aquelas que já tinham boa saúde e qualidade de vida, intervenções feitas nos três meses antes da tentativa de engravidar não aumentaram a fertilidade nem reduziram as taxas de abortamento. Isso indica que, para mulheres saudáveis, esses protocolos mais radicais do chamado ‘trimestre zero' não apresentam benefício significativo. A ciência disponível até o momento não sustenta a ideia de que essas mudanças tragam melhora relevante nos desfechos reprodutivos”, afirma o especialista. O ginecologista brasileiro costuma atender em seu consultório pacientes que planejam manter o corpo perfeito durante a gravidez com exercícios intensos. “Uma das minhas pacientes, por exemplo, perguntou se poderia correr uma meia maratona entre as 25 e 30 semanas de gravidez. Também há gestantes muito preocupadas com o ganho de peso. Tivemos um caso de uma atleta que fazia crossfit, musculação e natação durante a gestação e precisou de intervenção não só na dieta, que era muito restritiva, como na carga de exercícios”, diz. “Eu não costumo desencorajar atividade física. Ao contrário, geralmente incentivo, mas, nesse caso, foi necessário reduzir o treino por causa de uma restrição de crescimento fetal. Ou seja, o bebê não estava evoluindo como o esperado. Temos visto esse movimento no consultório, de encarar a gestação como situação de desempenho, no sentido esportivo do termo”, afirma o médico. "Pacote" de sucesso pessoal O ginecologista explica que muitas pacientes incluem o bebê nesse "pacote" de sucesso pessoal e minimizam os riscos naturais inerentes à gestação, como os abortos espontâneos. “O abortamento não é um evento raro, embora muitas pessoas tenham essa impressão. Ele é mais frequente do que parece, mas, por vergonha, questões psíquicas ou até por essa lógica de performance, muitas mulheres evitam falar sobre o tema. Isso faz parecer que se trata de algo incomum, quando não é.” De acordo com ele, a principal causa de abortamento no primeiro trimestre é genética. O corpo humano está em constante evolução, e podem ocorrer alterações que não são compatíveis com a vida naquele momento, observa. "Há poucas intervenções capazes de reduzir de fato essa taxa. Muitas vezes, a paciente chega dizendo que quer ‘fazer tudo' para evitar um novo abortamento, mas é importante esclarecer que existem medidas possíveis e outras que não dependem de intervenção médica", afirma. Outro ponto importante, ressalta, é a chamada reserva ovariana, definida ainda na vida intrauterina. Ao longo da vida, há uma perda progressiva de óvulos. Em geral, a partir dos 35 anos, observa-se uma queda mais acentuada na quantidade e na qualidade. "Isso não significa que seja impossível engravidar depois dessa idade. Isso é possível e cada vez mais comum, mas pode ser mais difícil, o que exige um acompanhamento mais cuidadoso e planejamento.” Para o especialista, o segredo é investir na educação e na luta contra a desinformação, trabalho que ele faz durante seus atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde de São Paulo. “Desmentir as informações que circulam e explicar para as pacientes faz parte do trabalho. Gosto muito de usar analogias, porque acredito que ensinar é justamente traduzir algo complexo, como a medicina, em uma linguagem simples, que qualquer pessoa consiga entender.”
Falo sobre um caso que ganhou bastante visibilidade recentemente no qual a empregada doméstica Samara Regina, grávida de 5 meses, teria sido espancada por sua patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusada de furtar um anel/pulseira. Falo sobre racismo estrutural, desigualdade social, patriarcado e de como o trabalho doméstico no Brasil, herdeiro da escravidão, mantém os padrões de exploração, assédio, precarização, racismo e violência.
Nesta Consulta Aberta, Margarida Graça Santos traz uma uma convidada muito especial. Chama-se Bárbara Miranda Lencastre, é advogada, apaixonada por tecnologia, desporto, música, cinema, leitura, viagens e tantas outras coisas que fazem parte de quem é. Mas, nos últimos anos, houve uma parte da sua vida que acabou por ocupar demasiado espaço: a anorexia nervosa. Neste episódio, vamos conversar sobre como é viver com uma perturbação do comportamento alimentar. O que é que as pessoas de fora nem sempre entendem? O que ajuda e o que pode magoar quando queremos apoiar alguém? E porque é que recuperar muitas vezes custa muito mais do que voltar a comer? A conversa pode ficar explícita, se o deixar desconfortável ou se achar que não é o momento certo, deixe para mais tarde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sabemos que a maternidade implica uma passagem de geração: a filha se torna mãe, a mãe se torna avó. Com essa mudança, surge também a consciência do envelhecimento dos pais e da nossa própria finitude. Algo se perde para que outra coisa possa nascer.Mas o que acontece quando essa perda não é somente simbólica? Como viver o luto da mãe enquanto nos tornamos mães?Um ano e meio após sua primeira passagem na Onda, Luiza voltou para compartilhar a sua experiência. Ela relata a descoberta do câncer da mãe e como foi incentivada por ela a seguir com o processo de fertilização in vitro. Às 25 semanas de gestação, Luiza perdeu a mãe.Ela fala aqui do luto, da placenta prévia, da hemorragia que levou ao nascimento prematuro de Sofia e dos dias vividos na UTI neonatal.Obrigada, Lu, por sua confiança e generosidade ao compartilhar seus primeiros momentos como mãe.Vida longa à Sofia.Dedicamos este episódio à memória de Claudia.
O lipedema é uma doença crônica do tecido adiposo, que afeta principalmente mulheres e é caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura nas pernas e braços. A patologia, apesar de comum, ainda é pouco diagnosticada e costuma ser confundida com obesidade ou celulite. A falta de tratamento adequado prolonga o sofrimento das pacientes. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Segundo a cirurgiã vascular Nathassia Domingues, uma das principais características do Lipedema é o padrão desigual de distribuição da gordura. A parte superior do corpo pode permanecer relativamente fina, mas pernas e quadris apresentam aumento de volume resistente a dietas e exercícios físicos. “É uma alteração que muitas mulheres já tinham, mas não sabiam que era um problema, e ele acabava sendo perpetuado. Trata-se de uma doença crônica e inflamatória, caracterizada pelo acúmulo de gordura, principalmente nas pernas, de forma desproporcional”, explica Nathassia Domingues. “É uma gordura doente, inflamatória. Geralmente, são mulheres que acabam sendo rotuladas, com coxas e quadris mais largos e cintura mais fina. Muitas descrevem essa desproporção como a sensação de serem uma pessoa da cintura para cima e outra da cintura para baixo”, acrescenta. Além do aspecto estético, a condição costuma provocar sintomas físicos, como dor, sensação de peso, inchaço, cansaço e sensibilidade ao toque. Hematomas espontâneos também são comuns. O diagnóstico é clínico e depende da avaliação de um profissional com experiência na doença. Ainda assim, há grande desconhecimento, inclusive entre médicos. "Há alguns exames que nos auxiliam, nos direcionam, mas não dá para fechar o diagnóstico de lipedema e sim para complementação de outros diagnósticos diferenciais. Gravidez e menopausa podem ser gatilhos A origem do lipedema envolve fatores genéticos e hormonais, e a estimativa é de que cerca de 12% das mulheres tenham a doença. A puberdade, a gravidez e a menopausa são descritas como possíveis gatilhos para o agravamento dos sintomas. “Os gatilhos para a piora dos sintomas geralmente estão ligados às fases da vida da mulher em que há oscilação hormonal. Isso acontece na menarca, na primeira menstruação, durante a gravidez, na menopausa ou em tratamentos com influência hormonal”, explica a cirurgiã vascular. O quadro pode estar associado a outras condições, como varizes, que estão presentes em cerca de metade das pacientes, embora nem sempre haja comprometimento vascular. O tratamento visa controlar a doença e melhorar a qualidade de vida, adotando uma alimentação equilibrada, com restrição de alimentos considerados inflamatórios — como glúten, açúcar, álcool, ultraprocessados. Atividade física ajuda a combater sintomas A prática de atividade física também é recomendada, especialmente exercícios de baixo impacto, como hidroginástica, natação e caminhada na água. “O tratamento não envolve uma única solução específica. Muitas mulheres chegam buscando, por exemplo, a lipoaspiração, dizendo: ‘tire essa gordura, porque a dor incomoda muito e limita a qualidade de vida'", explica a cirurgiã. "É importante entender que se trata de uma doença sem cura. Muitas pacientes são acompanhadas de forma conservadora, ou seja, com tratamento clínico, sem necessidade de cirurgia. Inclusive, hoje, muitos cirurgiões plásticos também concordam com essa abordagem, destacando a importância de desinflamar essa gordura”, explica. A fisioterapia, com técnicas específicas de drenagem linfática, pode contribuir para aliviar sintomas. O uso de meias ou leggins de compressão entre outras terapias também ajuda a controlar o desconforto e a dor. A utilização de canetas emagrecedoras é alvo de estudos, mas ainda sem indicação formal para o lipedema. A falta de informação também abre espaço para tratamentos alternativos, com promessas de resultados rápidos. A especialista alerta para a importância de acompanhamento médico e pede cautela com soluções “milagrosas” divulgadas nas redes. A cirurgiã reitera que existem muitas soluções médicas que ajudam a minimizar o desconforto. "As pacientes descrevem o diagnóstico e tratamento como 'libertador'", resume a especialista.
Adriellen ficou conhecida nacionalmente após uma gravidez rara de gêmeos com pais diferentes. Anos depois, seu nome voltou às manchetes da pior forma possível: morta dentro da casa da cunhada, com um tiro no peito, enquanto a própria bebê também saiu ferida. O ex-marido fugiu, permaneceu em silêncio e agora a investigação tenta entender o que realmente aconteceu naquela noite. Quantos sinais foram ignorados antes dessa tragédia?Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Sente-se sempre cansado? Fazer desporto deixa-o exausto? Ao subir as escadas tem de parar? Um estudo recente mostra que a anemia afeta até 20% da população, mas que 84% destes não sabe do diagnóstico. Afinal, o que é a anemia? Porque é que é tão subdiagnosticado? E como é que a podemos prevenir e tratar? Esta semana, falamos com Christopher Saunders, hematologista no IPO e na CUF oncologia. “A anemia não é uma doença. Chateiem os vossos médicos até à exaustão para vos explicarem porquê”, pede o especialista. E é o que fazemos neste episódio de Consulta Aberta. Ouça aqui o podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça a reportagem de Ronaldo Araújo sobre a entrega do selo pela Universidade Federal de Sergipe em parceria com a Defensoria Pública do Estado.
Já ouviu falar em hemorroidas? Qual é a diferença entre hemorroidas e doença hemorroidária? E se afeta tanta gente em Portugal, porque continua a ser um tema tão difícil de abordar em consulta? “As pessoas sofrem imenso em silêncio e demoram anos a chegar à nossa consulta por causa desta vergonha”, garante o convidado desta semana de Consulta Aberta. Para descomplicar o tema, Margarida Graça Santos recebe o Dr. Pedro Botelho, cirurgião geral no Hospital CUF Tejo e na ULS São José. “Dependendo do tipo de hemorroidas, é possível tratá-las. Muitas vezes, basta mudanças no estilo de vida”, explica o especialista. Não levar o telefone para a casa de banho, comer fibras, beber muita água são algumas das sugestões que deixa. Neste episódio, falamos sobre sintomas, mitos, prevenção e as melhores estratégias de tratamento para este problema de saúde tão comum (mas ainda tão tabu). Ouça aqui o podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Voltar com o Diário da Gravidez depois de tantos anos… tem um significado diferente dessa vez.Neste episódio, eu compartilho como foi viver o primeiro trimestre dessa gestação aos 40 anos — atravessada por uma perda recente, muitos sentimentos e uma nova forma de olhar pra tudo isso.Falo sobre os medos silenciosos, a fé que sustenta, as mudanças no corpo, os sintomas, a rotina com dois filhos, o sono, os desafios e também os momentos de presença que transformam tudo.Trago uma reflexão sobre prender a confiar, mesmo quando o coração ainda carrega memórias difíceis e sobre viver um dia de cada vez.Se você está grávida, já passou por isso ou simplesmente quer se sentir acompanhada nesse processo… esse episódio é pra você.
Fungos invisíveis a olho nu podem contaminar alimentos comuns e produzir toxinas associadas à infertilidade, complicações na gravidez e riscos ao desenvolvimento do bebê
Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A forma como olhamos para a infeção pelo vírus da imunodeficiência humana mudou profundamente ao longo do tempo. Mas o que sabemos hoje sobre o VIH, uma infeção que continua a registar cerca de 1000 novos casos por ano? O que implica este diagnóstico atualmente? Como ocorre a transmissão? E que avanços existem no tratamento? Para esclarecer o que é realmente essencial, Margarida Graça Santos convida a Dra. Diana Seixas para mais um episódio do podcast Consulta Aberta. “O VIH pode hoje ser uma doença crónica, se for devidamente tratado, mas continua a representar um importante problema de saúde pública”, sublinha a infeciologista do Hospital Curry Cabral e membro da Associação Portuguesa para o Estudo Clínico da SIDA (APECS). Neste episódio, explica a janela de oportunidade após relações sexuais desprotegidas para prevenir a infeção, aborda os avanços científicos que já permitem, em alguns casos, que mulheres com VIH possam amamentar, e reforça a importância do uso do preservativo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dra Silvia Gomyde Casseb, Ginecologista Obstetra e Médica do Esporte volta mais uma vez a nosso estúdio para falar sobre a mulher no esporte. Dessa vez, explorando como encaixar o esporte no período da gravidez.---------------------------------------------O Academy Talks é um programa idealizado para compartilhar conteúdos técnicos sobre saúde e performance de forma prática e aplicável no dia a dia, para enriquecer ainda mais as discussões e a prática profissional. Novos episódios toda sexta feira.Dra Silvia Gomyde Cassebhttps://www.instagram.com/exercicio.ginecologia.gravidez/Dra Marilia Andradehttps://www.instagram.com/marilia.andrade.10/Paulo Puccinellihttps://www.instagram.com/paulo.puccinelli---------------------------------------------#academytalks #z2performance #z2talks #meudoc #meudocacademy #podcast #alwayschasing
Descobriu que está grávida? As primeiras semanas são decisivas porque definem órgãos vitais do bebé. Avaliações médicas precoces ajudam a prevenir complicações e a proteger a vida desde o início.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegou o dia em que a gravidez deixou de ser vista pela perspectiva da bênção e passou a ser vista pela ótica do esculacho, da avacalhação e da baixaria. Nosso programa trouxe causos onde que nem sempre gravidez significa bebê. Vem analisar com a gente e não deixa de compartilhar! APOIA O PODCAST PRA GENTE CONTINUAR EXISTINDO E VOCE ENTRAR NO GRUPO DOS PAGAOS FOFOQUEIROS? OBRIGADISSIMA! Vem no apoia.se/hojetempodcastE caso more na gringa, a gente recebe apoio na sua moeda, tá? Pelo patreon.com/hojetem
Na gravidez, ficar muitas horas sem comer não é uma boa ideia. O jejum pode afetar a mãe e o bebé. A Nutricionista Mariana Chaves explica porquê.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já ouviu falar de uma complicação grave na gestação chamada placenta prévia acreta?É uma condição rara, mas que pode trazer riscos importantes, como hemorragias graves ; uma condição que pode colocar a vida da mãe em risco.Helena já era mãe da Dora, de 10 anos, quando descobriu que estava grávida do José e que a gestação seria marcada por essa complicação.Ela conta aqui o medo de morrer, como lidou com a angústia e como precisou preparar a filha para a delicada cesária.“Por que comigo? O que eu preciso aprender com isso?” foram as perguntas que a acompanharam durante a gestação. Com ela, falamos de violência obstétrica, de anestesia, de cesárea programada e dos ensinamentos que a maternidade lhe trouxe.Obrigada, Helena, por compartilhar um relato de esperança. Um relato de algo que deu certo.
Norma 001/2023 atualizada a 2/03/2026: Organização dos Cuidados de Saúde na Preconceção, Gravidez e Puerpério - LinkNova versão da Calculadora da Gravidez - Link---Nova Android & iOS app MGFamiliar - Link---Subscreva o Podcast MGFamiliar para não perder qualquer um dos nossos episódios. Além disso, considere deixar-nos uma revisão ou um comentário no Apple Podcasts ou no Spotify.---MusicHappy Mandolin by Media Right Productions - Link—Este podcast destina-se a médicos e os conteúdos nele partilhados não devem ser usados para decisões individuais sem aconselhamento médico. Para tal, fale com o seu médico.
Número de adolescentes grávidas apresenta queda nos últimos anos, de acordo com pesquisa da Fundação Seade
Sabia que o refluxo e a azia não são só aquela sensação de queimação no peito? Pode causar tosse ou rouquidão, tanto como mau hálito e outras complicações sérias. Ignorar estes sintomas porque “é só azia” é um erro que pode custar caro à saúde. Por isso, neste episódio, a médica de família Margarida Graça Santos dedica especial atenção à Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) — desde os primeiros sinais. Descubra como prevenir e tratar este problema, e entenda por que o uso pontual de protetores de estômago nem sempre é suficiente. Existem mudanças no estilo de vida e abordagens medicamentosas mais eficazes. Preparado para mais uma ‘Consulta Aberta’?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Adolescencia e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani
O SantoFlow recebe novamente a Dra. Marianny Assis, médica ginecologista e obstetra, referência em fertilidade natural, saúde hormonal e cuidado integral da mulher, conhecida por milhares como a Dra. Cegonha.Com uma medicina que une fé, ciência e fisiologia feminina, Dra. Marianny tem ajudado mulheres a restaurarem sua saúde, compreenderem seus ciclos e realizarem o sonho da maternidade através de métodos naturais como a Naprotecnologia e o Método Creighton/Crayon.O tema do episódio é direto e necessário:
Kevin e Debi se apaixonaram quando era adolescentes, mas acabaram se separando. Eles precisaram esperar 40 anos para se reencontrar e conhecer a filha que tiveram.
N488 - EASD 2025 - Obesidade e Gestação: Atenção redobrada antes, durante e após a gravidez - Dhiãnah Santini e Denise Franco by SBD
N438 - ADA 2025 - Usar ou suspender? O desafio do GLP-1 na gravidez! - Fernando Valente e Lenita Zajdenverg by SBD
No episódio de hoje do Check-up Semanal #Ginecologia, o Dr. Ronaldo Gismondi comenta os principais destaques recentes publicados no Portal Afya: pré-eclâmpsia, manejo da gravidez ectópica, uso de probióticos em gestantes e novas discussões sobre menopausa.Artigos mencionados:
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse momento é dos doninhos! Tiramos um episódio inteiro para responder os melhores (e piores kk) comentários do podcast! E acabou virando terapia!
Como lidar com o não planejado?Quando se viu grávida pela terceira vez, Natália já era mãe de dois meninos: Gustavo, de 3 anos, e Pedro, de 1.Ela já tinha atravessado o medo do parto da primeira gestação e o medo de não amar o segundo filho da mesma forma. Já tinha vivido a demissão após a licença-maternidade e se reinventado profissionalmente. Empreendedora no universo da parentalidade, Natália estava feliz no seu novo equilíbrio. Até esse novo teste de gravidez.Como se preparar para um novo parto, um novo puerpério, um outro ciclo de amamentação, a reorganização da própria vida, quando o corpo decide antes da mente?Natália fala aqui das dúvidas sobre seguir com a gravidez, da solidão que acompanhou esse questionamento e do papel da psicanálise em ajudá-la a escolher com consciência, dignidade e, finalmente, alegria.Ela também compartilha o luto e a culpa que vieram após a perda desse bebê.Obrigada, Natália, por falar sem tabu da ambiguidade dos sentimentos na maternidade.
Agência sugere que prevenção do problema e desenvolvimento infantil sejam alvos de estratégia econômica de governos para controle abrangente do uso do tabaco na gravidez; agência atualizou medidas adotadas há oito anos pela Assembleia Mundial da Saúde.
Há experiências que atravessam o corpo e a alma de um jeito tão profundo que nos fazem perguntar: como seguir a vida quando cada mês se organiza em torno da espera, da contagem, das tentativas? Como a relação com o nosso corpo, com o tempo e com os outros é transformada quando somos submetidas, repetidas vezes, ao processo intenso e incerto da FIV?Paula conhece essa experiência. Ela, que não tinha motivos para duvidar da própria fertilidade, enfrentou 24 coletas de óvulos até viver a gravidez e encontrar João Pedro, hoje com cinco meses. Nesse percurso, houve perdas, mudanças de médicos, de estratégias de reprodução assistida e muitos hormônios. Mas houve também leituras, aprendizados e reflexões que fizeram dessa longa espera um caminho de sabedoria.Com generosidade, Paula compartilha aqui como atravessou as dificuldades para engravidar e a pré-eclâmpsia que veio depois. Fala sobre como sustentou o desejo de ter um filho e aprendeu a aceitar a perda de controle sobre esse processo.Obrigada, Paula, por dar voz a algo tantas vezes vivido em silêncio.
Confira os temas do Check-up Semanal de hoje: Vacinação e gravidez: quais vacinas são necessárias na gestação?; Principais atualizações no tratamento do câncer retal; AAP publica sua primeira diretriz de prática clínica para a prescrição de opioides; Etomidato: Ainda uma opção segura para IOT em pacientes críticos?; A discoplastia percutânea com cimento na doença degenerativa lombar. Ouça agora!Confira esse e outros posts no Portal Afya e siga nossas redes sociais!FacebookInstagramLinkedinTwitter
Onda de Calor – uma série especial da Onda sobre maternidade e sexualidadeMaternidade e sexualidade. O que essas duas palavras têm a ver?À primeira vista, pode até parecer escandaloso colocá-las lado a lado. Mas é justamente esse desconforto que interessa.Antes de tudo, é importante lembrar que sexo, genitalidade e sexualidade não são a mesma coisa. Na psicanálise, a sexualidade vai muito além dos órgãos genitais. Ela está no corpo, no desejo, no afeto, nas fantasias, nos vínculos. Por isso, a maternidade pode ser, sim, uma das formas de expressão da sexualidade feminina.Concepção, gestação, parto, amamentação, cuidados. Como cada fase da maternidade reflete a forma contemporânea de lidar com o corpo e a sexualidade?É isso que queremos também explorar juntas nessa série.Conversamos com seis mulheres que vivem, pensam e trabalham as relações entre maternidade e sexualidade sob diferentes perspectivas. Vem com a gente nessa Onda de Calor!Hoje recebo Marília Ponte, mãe e sócia da Feel, marca de cuidados íntimos femininos.Com ela, falamos sobre a sexualidade na gravidez, como habitar o corpo no puerpério, e sobre a relação entre sexualidade e identidade.
Pedro Gonçalves (mais conhecido como Pote), jogador de futebol do Sporting, é o mais recente convidado de Daniel Oliveira no programa Alta Definição. Família, carreira e superação são os três pilares do jovem atleta leonino. Desde os receios e inseguranças desportivas à concretização pessoal e familiar, Pedro Gonçalves abre o seu lado mais íntimo com Daniel Oliveira. Saúde mental, desafios sociais e a pressão da modalidade, são alguns dos temas que marcam o percurso do jovem leão. Oiça aqui o Alta Definição emitido na SIC a 28 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidada do “Desculpa Alguma Coisa”, videocast de Tati Bernardi no Canal UOL, Dani Calabresa comentou o caso envolvendo o humorista Leo Lins, condenado a oito anos de prisão por falas do show "Perturbador" e trouxe detalhes da gestação de seu primeiro filho com o marido, Richard Neuman. A comediante falou também sobre sua relação atual com o ex-marido, Marcelo Adnet, e relembrou a denúncia de assédio que tornou pública.
Esta entrevista faz parte de uma série que dá voz a mães imigrantes na Austrália. No episódio de hoje, conversamos com Vanessa Tavares. Vive na Austrália com o parceiro, Luís, e com os dois filhos: a Amélia, de 7 anos, e o Alberto, de 3. Vanessa teve a primeira filha na Austrália, e o segundo filho em Portugal. Neste episódio, a jovem revive as duas experiências e conta-nos, como mãe de família, qual o país com que mais se identifica e porquê.
Mãos humanas pelo mundo e gravidezes enigmáticas!
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Gravidez e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE HIDRABENEConheça o lançamento de Hidrabene: Creme Regenerador Facial Pele Madura! Use o cupom PICOLE10 e ganhe 10% de desconto em todas as compras, (exceto para kits) incluindo esse lançamento! Link: https://www.hidrabene.com.br/creme-regenerador-pele-madura-p13424?utm_source=Nao_inviabilize&utm_medium=Spotify_ep02&utm_campaign=HidrabeneQUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani