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Landlocked country in eastern central Africa

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ruanda

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Café Crime e Chocolate
304 - ESPRESSO - Denis Kazungu - O Serial Killer de Kigali | Ruanda

Café Crime e Chocolate

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 16:26


Uma cobrança de aluguel atrasado levou as autoridades da Ruanda até um cruel assassino em série que estocava suas vítimas na própria cozinha e não tinha planos de parar.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo. ________________________________________________________________

BRF - Podcast
Lifeline: Benefizkonzert in Hergenrath für Waisenkinder in Ruanda - Alwine Deege im Interview mit Andreas Ryll

BRF - Podcast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026


andreas lifeline ruanda benefizkonzert waisenkinder
Gregario Cycling
RADIO - Quase, Avancini! Ayuso, Almeida, Del Toro, Remco, Seixas...haja corneta!

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 76:05


Muito assunto essa semana no Gregario Radio. Desde o início valente de Henrique Avancini no Tour de Ruanda até a vitória de Otavio Gonzeli em Mendoza. Mas também tem muito papo sobre uma nova geração embalada. Ayuso e Del Toro voam. Almeida e Remco derrapam.E o Seixas, hein? Os franceses já podem voltar a sonhar com o Tour? Chegue junto na resenha da semana com Leandro Bittar, Ana Lidia Borba e Nicolas Sessler!

Radio Vigo
La Guía de la Salud (21/02/2026)

Radio Vigo

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 54:42


La Guía de la SaludEl programa "La guía de la salud", conducido por Jaime González, analizó el Simposio de enfermedades autoinmunes sistémicas en Vigo. El doctor José María Pego destacó que el lupus afecta a dos de cada mil adultos en España y subrayó la importancia del diagnóstico precoz mediante anticuerpos antinucleares para tratar patologías como el síndrome de Sjögren y la esclerosis sistémica.En el ámbito visual, Patricia González explicó cómo los movimientos de seguimiento y sacádicos influyen en el aprendizaje infantil. Por su parte, la profesional Marta relató una misión humanitaria en Ruanda donde se detectó una baja incidencia de miopía, atribuida a la mayor exposición al aire libre en comparación con el uso de pantallas en entornos urbanos.Respecto a la salud auditiva, se advirtió que la pérdida de audición se vincula con el aislamiento, la depresión y el deterioro cognitivo. Finalmente, el odontólogo Álvaro Bastida ofreció pautas sobre estética dental, señalando que el café y el tabaco oscurecen el esmalte, y el programa concluyó resaltando el valor del enfoque multidisciplinario para mejorar la calidad de vida de los pacientes.

DW em Português para África | Deutsche Welle
18 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 20:00


Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.

Convidado
Daniel Chapo: “O terrorismo e o clima não se resolvem apenas com bilateralismo”

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 15:10


No rescaldo da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, fez um balanço “bastante positivo” da liderança angolana da organização, alerta os desafios das mudanças climáticas ao nível do continente e lembra que áfrica tem de se fazer representar no Conselho de Segurança da ONU. RFI Português: Que balanço faz desta 39.ª Cimeira da União Africana? Presidente de Moçambique, Daniel Chapo: Faço uma análise bastante positiva, porque a 39.ª Cimeira da União Africana concentrou-se muito sobre questões relacionadas com infra-estruturas e, sobretudo, a questão da água a nível do continente. Concretamente, sobre a Presidência angolana [da União Africana], faço um balanço bastante positivo, porque o Presidente João Lourenço fez um esforço extraordinário para ver se conseguimos alcançar a paz, por exemplo, no Leste da República Democrática do Congo, para além de várias frentes que abriu para questões de paz e segurança, que é uma das grandes preocupações dos países ao nível do continente africano. Outro aspecto bastante importante está relacionado com os desafios das mudanças climáticas. Todos nós, ao nível do continente, estamos mais solidários. É uma matéria na qual África tem que continuar a se fazer sentir a nível mundial. O outro aspecto bastante importante é assento para o continente africano no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Inclusive, aconteceu uma reunião à margem da cimeira da União Africana, precisamente para preparar uma posição africana em relação ao próximo secretário-geral das Nações Unidas - o mandato de António Guterres termina em Dezembro de 2026. Seria importante que a África estivesse alinhada não só para a corrida ao secretário-geral das Nações Unidas, mas também na representação no Conselho de Segurança? É um ponto extremamente importante para o continente africano. O Presidente João Lourenço fez esse trabalho durante o seu mandato. Nós, como África, conseguimos fazer sentir a nossa voz ao nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Setembro do ano passado, quando estivemos em Nova Iorque. Como países africanos temos que nos organizar para que África também se faça sentir. Achamos que chegou o momento das Nações Unidas fazerem uma reforma, que passa além do secretário-geral das Nações Unidas, pela questão relacionada com o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A questão dos golpes de Estado é uma temática que há muitos anos assola África e que foi novamente relembrada nesta cimeira, também é uma questão que o preocupa? Preocupa-me bastante e quero elogiar mais uma vez o Presidente João Lourenço, no seu discurso do fim do mandato, deixou de uma forma muito clara e condenou, deixou palavras muito duras e necessárias, de que não podemos normalizar os golpes de Estado ao nível do continente africano. E ultimamente, o que tem acontecido é que as pessoas golpeiam, acontecem golpes e depois nós normalizamos. Portanto, somos países de direito democrático. Temos realizado eleições de cinco em cinco anos e achamos que é extremamente importante, como africanos, continuarmos a respeitar os princípios que regem as nossas constituições dos países, mas também os princípios da União Africana. Os povos africanos têm direito de escolher os seus líderes e continuarem a trabalhar e não haver golpes de Estado. Estou bastante impressionado com a forma como o Presidente João Lourenço condenou e achamos que, como líderes africanos, este caminho que temos que seguir. A água e saneamento são prioridades desta nova presidência rotativa da União Africana. Este é um dossier crítico para África. Especificamente em Moçambique, qual é a situação? É um dossier extremamente crítico não só para Moçambique, mas para todo continente africano. Por uma razão muito simples, o maior desafio que nós temos são as infra-estruturas para a retenção da água, para o tratamento de água para termos água potável e questões relacionadas com o saneamento, que é extremamente importante para evitarmos as doenças. Em Moçambique, concretamente, estamos neste momento a sofrer de cheias e inundações. Tivemos também o ciclone Gezani que afectou, portanto, o país. Foram cerca de 800.000 pessoas deslocadas para os centros de acomodação temporária. Se nós tivéssemos recursos financeiros para a construção de barragens, a construção de vias que possam realmente conter o curso das águas, seria uma grande solução. Mas também quero falar uma coisa muito importante: as mudanças climáticas são uma realidade ao nível do mundo. É uma coisa que eu tenho dito em todos os encontros internacionais ligados às mudanças climáticas e à justiça climática, a justiça ambiental. A questão climática é mundial. Mas Moçambique é um dos países que mais sofre as consequências das alterações climáticas. O seu país ainda não recuperou das inundações e já estava a ser fustigado por um ciclone. Em que ponto é que está a justiça climática que tanto se fala nestas cimeiras? Infelizmente, da palavra à acção ainda falta muito caminho. Eu tenho dito isso em todos os encontros internacionais e como campeão africano para a gestão de desastres a partir da União Africana, também o voltei a fazer sentir essa voz. Se realmente o mundo reconhecesse que a África, em particular Moçambique, não polui quase nada, mas, dada a localização geográfica, sofre ciclicamente de cheias e inundações, ventos ciclónicos, tinha que haver aqui compensação - isso é que seria uma verdadeira justiça climática - para que Moçambique pudesse construir essas infra-estruturas para a gestão das águas, barragens, etc. Temos projectos, temos planos, mas os recursos financeiros que temos neste momento não são suficientes. Se o mundo fosse solidário e percebesse esta questão da justiça climática, poderíamos realmente ter financiamento daqueles que poluem mais para aqueles que poluem menos, como o caso de Moçambique, mas que infelizmente sofrem mais as consequências. Mesmo assim, Moçambique tem evoluído, tem melhorado a nível de sistemas de alerta e a população também já se encontra mais consciente das recomendações, dos alertas das autoridades, porque efectivamente, a nível de mortos, o número tem vindo a diminuir. Sim, sem margem de dúvidas, os números falam. Em 2000, aconteceram as cheias na província de Gaza, que tiveram uma magnitude menor do que estas cheias de 2026, mas tivemos cerca de 700 mortos e mais de 2.000 pessoas desaparecidas. Estas cheias de 2026, tiveram uma magnitude maior do que as 2000 e tivemos um número menor de desaparecidos. E em termos também de mortos, tivemos um número muito menor. Estou a falar de cheias que aconteceram no mesmo espaço, em épocas diferentes. Vamos melhorando cada vez mais e agora tivemos o [ciclone] Gezani. Se não tivesse havido o aviso prévio, se não tivesse havido alerta e as populações não tivessem assumido aquilo as medidas de prevenção para que não houvesse consequências graves, tenho certeza absoluta que o Gezani teria causado danos maiores. Causou danos menores porque a população moçambicana já está em alerta para estas situações e obedece. Ainda temos desafios porque ainda temos populações que, infelizmente, não obedecem. Mas quando comparamos o que acontecia antes e o que acontece hoje em termos de consequência, a situação moçambicana está a melhorar bastante. Eventualmente em Adis Abeba, procurou apoios para a reconstrução do país após inundações e após ciclone, nomeadamente na Cimeira Itália-África? Sim, conseguimos fazer vários contactos a partir da União Africana e a União Africana garantiu-nos que continua a mobilizar recursos, para que haja um apoio na fase de reconstrução. Na cimeira Itália-África, voltamos a agradecer o apoio que temos recebido da União Europeia e dos seus países membros. Nesta fase, as populações estão deslocadas, vão regressando paulatinamente às casas, mas ainda temos os centros de acomodação. Mas temos certeza absoluta que depois vamos precisar reconstruir o país. E os parceiros também responderam positivamente. Neste momento, tanto os parceiros de cooperação internacionais como os nacionais estão a se preparar para podermos trabalhar juntos por forma a reconstruímos o país, depois desta fase em que nos encontramos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse-se muito preocupado com a situação em Cabo Delgado. Especificamente, que estratégias o seu governo está a adoptar para proteger os civis, para garantir a segurança? E quais são as grandes dificuldades que o governo moçambicano tem para acabar com o terrorismo, com a insurgência naquela região do país? Neste momento, o que posso garantir é que a situação da segurança é relativamente melhor do que estava antes. Digo isto porquê? Porque quando aconteceram os primeiros ataques em 2017, estes homens terroristas chegaram a ocupar várias vilas nos distritos da zona norte da Província de Cabo Delgado. A título de exemplo, a vila de Macomia, a vila de Mocímboa da Praia estavam totalmente ocupadas. Quando digo que está relativamente melhor é porque, neste momento em que estamos a falar, não há nenhuma vila da província de Cabo Delgado que esteja ocupada. As instituições públicas continuam a trabalhar, as populações estão nas vilas, mas têm havido ataques esporádicos dos terroristas, principalmente nas aldeias vizinhas das vilas, ao no nível do distrito de Mocímboa da Praia, distrito de Macomia, é esta que é a grande preocupação. Quando fazem esses ataques esporádicos, tem havido deslocação das populações. Então, quando há um disparo ou um ataque, as populações acabam se deslocando. E, felizmente, mais uma vez temos tido uma grande ajuda das agências das Nações Unidas e outros parceiros continuam e conseguem dar o apoio às populações quando se deslocam. Mas, o país precisa de mais ajuda? Neste momento, temos ajuda da União Europeia, que está a trabalhar connosco. Mas também continuamos a trabalhar com as forças do Ruanda, ao nível do terreno, e as nossas Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Agora, no que toca realmente à assistência às populações, nós achamos que as ajudas são sempre necessárias. As agências das Nações Unidas e os parceiros de cooperação estão no terreno, continuam a trabalhar e nós também continuamos a trabalhar, de várias formas, para que possamos encontrar a solução para este assunto do terrorismo em Cabo Delgado. Mas é um assunto complexo. O terrorismo não é um fenómeno só de Moçambique, é um fenómeno global e internacional. À semelhança do que falava no início sobre a justiça climática, se o mundo se apercebesse que o terrorismo é um fenómeno global que tem que ser estancado, nós tínhamos que nos unir como mundo e trabalhar para terminar com esses fenómenos terroristas, à semelhança das mudanças climáticas que afectam todo o mundo, embora com focos de incidência em certos pontos do mundo.   A importância do multilateralismo que tanto se fala nos dias de hoje, com este mundo cada vez mais fragmentado e numa evolução, transformação alucinante. Exactamente. Eu acho que o multilateralismo é extremamente importante, mas, hoje em dia, há quem se concentre só nas questões bilaterais, não está preocupado com o multilateralismo e isto pode perigar o futuro deste planeta Terra. As mudanças climáticas e o terrorismo são fenómenos globais, aos quais não se responde só com situações bilaterais. E podia dar vários outros exemplos que mostram que o multilateralismo é extremamente importante ao nível do planeta Terra, para a resolução de vários desafios que o mundo tem. Vê com preocupação as ameaças que têm sido dirigidas à classe jornalística em Moçambique? Isto preocupa-me bastante. Quando aconteceu o atentado a um jornalista na província de Manica, fiz questão de reagir, logo, a condenar, porque Moçambique é um país de direito democrático, que respeita os direitos humanos. Moçambique é um país de liberdades, tem liberdade de imprensa como lei, tem liberdade de imprensa como um princípio a ser respeitado para podermos construir este Moçambique e outro aspecto bastante importante é que Moçambique é um país que defende a liberdade de expressão. Para mim é extremamente importante trabalhar com a imprensa, porque a imprensa não só comunica, não só informa, mas forma a sociedade moçambicana. Daí que as ameaças jornalistas são actos a condenar veementemente, para podermos construir um país de liberdade, que é o futuro que todos nós precisamos para, juntos como moçambicanos, desenvolvermos o país.

NZZ Akzent
Neue Episode

NZZ Akzent

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 17:41 Transcription Available


Er ist laut, schrill und einer der grössten Influencer der Welt: IShowSpeed, 21 Jahre alt, 135 Millionen Follower auf verschiedenen Plattformen. Auf seiner Afrikareise durch 20 Länder wurde er von Menschenmengen empfangen – und von Politikern hofiert. Millionen schauten live zu, wie er traditionelle Ringer in Senegal traf, bei den Maasai die Viehzucht kennenlernte oder Berggorillas in Ruanda besuchte. Doch was bedeutet diese Reise? Afrika-Korrespondent Samuel Misteli ordnet ein, warum IShowSpeed bei jungen Menschen auf dem Kontinent einen Nerv trifft – und weshalb seine Streams auch in den USA das Afrikabild positiv verändern. Gleichzeitig bleibt Kritik: Dient der Kontinent dem Streamer und Influencer am Ende doch nur als Kulisse für Klicks? Gast: Samuel Misteli, Afrika-Korrespondent der NZZ Host: Sarah Ziegler Samuels [Bericht ](https://www.nzz.ch/panorama/ishowspeeds-afrika-tour-influencer-begeistert-millionen-ld.1922640)von der Afrika-Tour Lust auf noch mehr digitale Inhalte der NZZ? [Probier`s drei Monate aus.](https://abo.nzz.ch/25077808-2/) Informiere dich kurz, kompakt und fokussiert über das Weltgeschehen mit unserem täglichen Newsletter, dem [«NZZ Briefing»](http://go.nzz.ch/briefing). Jetzt kostenlos registrieren und abonnieren.

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
Conferência de Segurança de Munique: quais são os próximos grandes desafios para as relações transatlânticas?

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 93:49


Neste episódio do Leste Oeste, Nuno Rogeiro analisa a Conferência de Segurança de Munique, destacando seu papel central nas relações internacionais entre Estados Unidos e Europa. O comentador aborda o contexto histórico do “espírito de Munique”, as atuais incertezas transatlânticas e discursos de líderes como o secretário de Estado norte-americano. Toca ainda em temas como comércio internacional, nacionalismo, imigração, economia verde e o futuro da NATO. Oiça aqui em podcastSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Gregario Cycling
Episódio 296 - Henrique Bravo, a promessa brasileira da Soudal-Quick Step Devo

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 35:30


Com o sorrisão enorme que ele tem, Bravo vira Bravinho rapidamente. Henrique Bravo é uma promessa do ciclismo brasileiro e segue cada passo para chegar na Elite do ciclismo mundial.Em 2026, Bravinho já começou a participar de algumas provas com a equipe principal da Soudal-Quick Step, de Mikel Landa e Tim Merlier.Ele vem sendo moldado como uma jóia e faz planos para a temporada onde já está confirmado no Tour de Ruanda e também no Tour de L'Avenir, competição que reúne os nomes mais promissores do esporte.Em uma conversa com Ana Lidia Borba, Henrique ainda entrega sua juventude e a inexperiência de quem "participa de um podcast pela primeira vez".Mas, temos certeza, não será a última visita dele aqui.

Semana em África
Golpes, terrorismo e clima dominam agenda da União Africana

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:23


Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.

Debate Africano
Debate Africano

Debate Africano

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 78:00


Imigração: os casos do Ruanda e do ICE Presidenciais portuguesas

Literatura Universal con Adolfo Estévez
752. Dosier de una estudiante subversiva. Alfredo Ocampo Zamorano.

Literatura Universal con Adolfo Estévez

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 0:57


Alfredo Ocampo Zamorano es un destacado poeta, científico social e investigador académico colombiano-estadounidense, nacido en Cali en 1930. Su trayectoria abarca la literatura, las ciencias sociales y la docencia universitaria, con una notable presencia tanto en Colombia como en el ámbito internacional. Doctor en Ciencias Jurídicas y Económicas por la Universidad Javeriana (1957). MBA dirigido por Peter Drucker en la Universidad del Valle (1966). Ph.D. en Sociología de la Universidad de Columbia, Nueva York (1972), donde estudió bajo la tutela de reconocidos académicos como Lucien Goldman, Inmanuel Wallerstein y Robert Merton. Ha desempeñado roles como profesor e investigador en diversas instituciones, incluyendo la Universidad del Valle, la Universidad Javeriana y la Tulane University en Nueva Orleans. Además, ha sido consultor para el Banco de la República y ha trabajado en investigaciones sobre líderes de opinión en Colombia. Como poeta bilingüe, Ocampo Zamorano escribe en inglés y español. Entre sus obras más destacadas se encuentran: Poemas Reunidos (1974), que le valió el Primer Premio Nacional de Poesía de Colcultura en 1973. La Savia Sin Nombre (1975). Bitácora, año dos mil (2002). Desde las mil colinas de Ruanda (2008). Farewell: Poems in American-English, 1995–1999. También ha sido galardonado con el Premio Nacional de Poesía en el Año Internacional de la Mujer (1976) y recibió una mención de honor en el Premio Nacional de Poesía Alférez Real (1989). unto a la poeta Guiomar Cuesta Escobar, fundó Apidama Ediciones, una editorial dedicada a promover la poesía afrocolombiana y la literatura escrita por mujeres. Han compilado antologías como ¡Negras Somos! y Poesía colombiana del siglo XX escrita por mujeres, contribuyendo significativamente a la visibilización de voces tradicionalmente marginadas en la literatura colombiana. El 4 de septiembre de 2023, Alfredo Ocampo Zamorano fue nombrado miembro honorario de una academia, destacando su invaluable contribución a la literatura y las ciencias sociales. Su vida y obra reflejan un compromiso profundo con la poesía, la investigación social y la promoción de la diversidad cultural, consolidándolo como una figura influyente en el panorama intelectual colombiano e internacional.

Convidado
Reunião com Félix Tshisekedi em Luanda: "Angola é um mediador nato do conflito da RDC"

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 15:36


O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.

PARANORMAL
⭕️ NO ERAN MILAGROS: LAS APARICIONES MARIANAS QUE TRAJERON TRAGEDIAS PULSO #128 ⭕️

PARANORMAL

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 169:24


¿Qué ocurre cuando un mensaje divino se convierte en una tragedia? En este episodio de #PULSO, analizamos las apariciones marianas del siglo 20, casos documentados donde las visiones, los mensajes y la fe estuvieron marcados por consecuencias devastadoras. Revisamos casos como la Virgen de Kibeho en África, una de las apariciones marianas aprobadas por la iglesia, donde niñas videntes aseguraron recibir advertencias años antes del genocidio de Ruanda, mientras eran sometidas a presiones e interrogatorios para probar la veracidad de sus visiones. Investigamos también la Virgen de Zeitoun en Egipto, un fenómeno observado por miles de testigos y registrado en fotografías y video, las visiones de la Virgen de Akita, los trances de las niñas de Garabandal (Virgen del Carmen), y las lágrimas de sangre junto con las visiones de la Virgen de Betania. Acompáñanos en este podcast para descifrar si fueron apariciones divinas… o algo no humano se hizo pasar por la Virgen.

FiBL Focus
Der Kompostpapst auf Weltreise: Wie aus Abfällen Gold wird

FiBL Focus

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 33:46


Schickt uns eine Nachricht Der «Kompost-Papst» Jacques Fuchs berichtet in dieser Podcast-Folge von FiBL Focus über erfolgreiche und weniger erfolgreiche Kompostprojekte rund um die Welt.In dieser Podcast-Folge begleiten wir den «Kompost-Papst» auf seinen Reisen durch Schwellenländer – von Kenia über Costa Rica bis zur Elfenbeinküste und nach Ruanda. Aus Abfällen entsteht ein Dünger, der Böden wieder fruchtbar macht. Kompost in den Tropen ist nicht nur ein ökologisches, sondern auch ein wirtschaftliches und politisches Thema. Der Kompost wird aufgrund seines Nährwerts und des mangelnden Angebots an Alternativen zu sehr hohen Preisen verkauft. Jacques Fuchs berichtet, warum manche Projekte scheitern, während andere zum Erfolg werden. Folge 111, Deutsch, Dauer: 33 Minuten 46 SekundenModeration: Franziska HämmerliAn- und Abmoderation: Anke BeermannSchnitt: Adrian KrebsPostproduktion: Benjamin ChristWeiterführende InformationenInternationale Kompost-Projekte des FiBL:Costa Rica:Skat – Costa Rica – RepicFiBL - Nachhaltige Bewirtschaftung von organischen Siedlungsabfällen in der Gemeinde Pérez Zeledón, Costa RicaComposting proceduresElfenbeinküsteFiBL – Elfenbeinküste – RepicFiBL - Aufwertung von Rückständen aus der Palmölproduktion durch KompostierungValorisation des résidus de la production d'huile de palme par compostageLaboratoire de terrain pour l'assurance qualité du processus de compostage industrielApplication de compost dans une plantation de cocotiers ou de palmiers à huileRwandaOrigin for Sustainability – Ruanda – RepicFiBL - Dekarbonisierung von Rückständen aus der Kaffeeproduktion durch Kompostierung mit BiokohleSri LankaFiBL - Sri Lanka: Umstellung auf biologischen Landbau und wissenschaftliche Unterstützung bei der organischen DüngungWeitere LinksTakataka Solutions (im Podcast erwähnte Kompostfirma in Kenya)Repic-Projekt von Gebana in Burkina FasoE-Mailpodcast@fibl.orgInstagram@fibl_focusWebsitewww.fibl.orgFiBL Focus ist der Podcastkanal des FiBL Schweiz, einem der weltweit grössten Forschungsinstitute für biologischen Landbau.

La rosa de los vientos
La IA según es más inteligente da respuestas más inquietantes

La rosa de los vientos

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 77:46


En la Tertulia Zona Cero Mado Martínez, Juanjo Sánchez-Oro y Álvaro Anula comentan como los hongos podrían ser los nuevos conductores de electricidad en las computadoras del futuro; qué ocurriría si el espacio diera la posibilidad de viajar en el tiempo; qué han encontrado en la llamada ciudad de los Gigantes de Etiopía. Por qué la IA más inteligente, como el chat GPT-40 o GPT-41 está respondiendo de forma maliciosa. Cómo fue la aparición Mariana vista por dos niños en Ruanda. Y para terminar varias noticias curiosas protagonizadas por animales: vaca, ratas y abejas.

Mondolivro
Mondolivro - Gaël Faye lança o livro “Jacarandá”

Mondolivro

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 1:18


Afonso Borges indica o livro "Jacarandá", do rapper e escritor Gaël Faye. O romance conta a história de um garoto criado no subúrbio de Paris que viaja a Ruanda para conhecer a origem da sua família. See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
9 de Janeiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 20:00


Sociedade civil guineense convoca mais um protesto, para 20 de janeiro contra o Alto Comando Militar. Félix Tshisekedi e João Lourenço reuniram-se duas vezes esta semana para discutir o conflito no Leste da RDCongo. Estará Angola de volta à mediação do conflito? Há duas semanas, Irão é palco de protesto contra o regime no poder. Rússia ataca Ucrânia com míssel hipersónico.

Mamilos
Turismo no Brasil: economia, cidades e hacks para viajar melhor - Mamilos #538

Mamilos

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 93:42


Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país?Ao longo da conversa, a gente fala sobre:a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional;o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”;casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda;turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba;a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso);a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”;e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea.Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem.INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS

Literatur - SWR2 lesenswert
Ein Reich der Frauen

Literatur - SWR2 lesenswert

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 4:09


Der Messias wird eine Schwarze Frau sein! Diese Ankündigung löst im Ruanda der 1930er Jahre Euphorie und Unruhen aus. Ein betörender Roman über Glaube, Hoffnung und Widerstandsfähigkeit. Rezension von Sonja Hartl

Mamilos
Turismo no Brasil: economia, cidades e hacks para viajar melhor

Mamilos

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 93:43


Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país? Ao longo da conversa, a gente fala sobre: a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional; o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”; casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda; turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba; a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso); a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”; e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea. Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem. INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos: Cupom de desconto: MAMILOS

Laser
Scrivere la memoria della mia gente

Laser

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 27:57


®È tra le più affermate scrittrici francofone, vincitrice di numerosi riconoscimenti in Francia e nel resto del mondo.Scholastique Mukasonga è ruandese di origine tutsi scampata al genocidio del 1994 solo perché due anni prima era riuscita a fuggire dal suo paese e a trasferirsi in Francia. Ha deciso di scrivere per conservare una memoria fino ad allora tramandata oralmente come avviene in Ruanda e in molte zone dell'Africa. Le esperienze vissute non dovevano in nessun modo perdersi, non potevano essere affidate solo al ricordo, destinato inevitabilmente a svanire con il tempo. Ma come raccontare ciò che era successo a lei e a centinaia di migliaia di persone della sua etnia, come provare a riconciliarsi con se stessi grazie ad un foglio e a una penna, muti e in grado di raccogliere le confidenze, le sofferenze, i pensieri. Ecco allora la scrittura. Per evitare che il suo popolo e altre realtà nel mondo non commettano gli stessi errori, non vivano ciò che la comunità tutsi ha vissuto solo trent'anni fa.I lavori di Scholastique Mukasonga sono pubblicati in italiano dalla casa editrice Utopia e in francese da Gallimard.Prima emissione: 18 aprile 2025

Echo der Zeit
International: Das Jahr in Afrika - ein Rück- und Ausblick

Echo der Zeit

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 26:03


Zum Jahres-Ende zwei «International-Spezial»: im ersten ein Jahresrück- und ausblick aus Afrika: über den Kontinent berichten für SRF Sarah Fluck, aus Kampala, der Hauptstadt Ugandas, und Fabian Urech, aus Accra, der Hauptstadt Ghanas. Die beiden reden miteinander über Krieg, Proteste und Hoffnung. Das Korrespondenten-Duo lebt auf dem gleichen Kontinent - Sarah Fluck im Osten, Fabian Urech im Westen – und trotzdem in komplett verschiedenen Welten. Afrika, mit seinen über fünfzig Staaten, ist nicht gleich Afrika, das zeigt schon die Bürokratie: In einigen afrikanischen Staaten, sagt Fabian, erinnere ihn die Visumsbürokratie an «Asterix bei den Römern», in anderen liefen gewisse Dinge besser als in den USA. Sarah wiederum reiste den Sudan, ins drittgrösste Land des Kontinents, wo sich zur Zeit die weltweit grösste humanitäre Katastrophe abspielt; sie erzählt sie aber auch von der Rad-Weltmeisterschaft , die 2025 in Ruanda stattfand. Ein Kontinent voller Gegensätze: ein politisches, persönliches und auch humorvolles Gespräch zum Jahresende.

International
Proteste, Krieg und Hoffnung. 2025 in Afrika

International

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 26:03


Zum Jahres-Ende zwei «International-Spezial»: im ersten ein Jahresrück- und ausblick aus Afrika: über den Kontinent berichten für SRF Sarah Fluck, aus Kampala, der Hauptstadt Ugandas, und Fabian Urech, aus Accra, der Hauptstadt Ghanas. Die beiden reden miteinander über Krieg, Proteste und Hoffnung. Das Korrespondenten-Duo lebt auf dem gleichen Kontinent - Sarah Fluck im Osten, Fabian Urech im Westen – und trotzdem in komplett verschiedenen Welten. Afrika, mit seinen über fünfzig Staaten, ist nicht gleich Afrika, das zeigt schon die Bürokratie: In einigen afrikanischen Staaten, sagt Fabian, erinnere ihn die Visumsbürokratie an «Asterix bei den Römern», in anderen liefen gewisse Dinge besser als in den USA. Sarah wiederum reiste den Sudan, ins drittgrösste Land des Kontinents, wo sich zur Zeit die weltweit grösste humanitäre Katastrophe abspielt; sie erzählt sie aber auch von der Rad-Weltmeisterschaft , die 2025 in Ruanda stattfand. Ein Kontinent voller Gegensätze: ein politisches, persönliches und auch humorvolles Gespräch zum Jahresende.

Weltwach – Abenteuer. Reisen. Leben.
WW440: Von Gorillas, Grenzen und großen Visionen – im Gespräch mit Dr. Andrew Seguya über die Rettung der Berggorillas (Uganda-Finale!) – mit Lydia Möcklinghoff und Erik Lorenz

Weltwach – Abenteuer. Reisen. Leben.

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 56:18


In dieser letzten Folge unserer Uganda-Serie erwartet euch ein Gespräch mit einem modernen Hüter des Waldes: Nachdem wir in der vorherigen Folge selbst im Bergregenwald des Bwindi Nationalparks auf Tuchfühlung mit den majestätischen Berggorillas gehen durften, treffen wir nun einen Mann, der wie wenige andere für ihren Schutz steht: Dr. Andrew Seguya.Er ist studierter Tierarzt, war langjähriger Direktor der Uganda Wildlife Authority und leitet heute die Greater Virunga Transboundary Collaboration – eine einzigartige, länderübergreifenden Initiative zum Schutz der letzten Berggorillas im Dreiländereck Uganda, Ruanda und DR Kongo.Dr. Seguya gibt uns faszinierende Einblicke in die Herausforderungen und Erfolge des Artenschutzes in einer mitunter krisengeplagten Region – und zeigt, wie es gelingen kann, Wildtiere, Lebensräume und Menschen gleichermaßen zu schützen. Eine inspirierende Folge über Diplomatie, Visionen, Gemeinschaft und eine große Portion Hoffnung.(Und, ja, streng genommen findet dieser letzte „Uganda-Teil“ gänzlich im benachbarten Ruanda statt, aber da wir uns inhaltlich gänzlich auf unsere Erlebnisse in Uganda beziehen, sind wir so frei und rechnen die Episode der entsprechenden Uganda-Serie zu, deren Abschluss sie bildet.) Redaktion & Produktion: Erik Lorenz Habt ihr schon die vorherigen Folgen über unsere Uganda-Reise gehört? Bisher erschienen sind:WW426: Von Schuhschnäbeln und Schimpansen (1/2) – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW427: Von Schuhschnäbeln und Schimpansen (2/2) – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW431: Von hungrigen Hippos und heulenden Hyänen (1/2) – Safari im Queen Elizabeth Nationalpark (Uganda) mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW432: Von hungrigen Hippos und heulenden Hyänen (2/2) – Safari im Queen Elizabeth Nationalpark (Uganda) mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW438: Von Bildungshunger und Berglandschaften – eine Reise durch Ugandas grünes Herz mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW439: Im Reich der Berggorillas – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzDieser Podcast wird auch durch unsere Hörerschaft ermöglicht. Wenn du gern zuhörst, kannst du dazu beitragen, dass unsere Show auch weiterhin besteht und regelmäßig erscheint. Zum Dank erhältst du Zugriff auf unseren werbefreien Feed und auf unsere Bonusfolgen. Diese Möglichkeiten zur Unterstützung bestehen:Weltwach Supporters Club bei Steady. Du kannst ihn auch direkt über Spotify ansteuern. Alternativ kannst du bei Apple Podcasts UnterstützerIn werden.WERBEPARTNERhttps://linktr.ee/weltwach Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
18 de Dezembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 20:00


Moçambique: Divididos entre a esperança e o ceticismo é como estão os que dependem da Mozal para sobreviver. Governo angolano suspendeu ONG por alegada falta de legalização - suspensão surge dias depois de críticas à organização por expor crianças e famílias nas redes sociais. Retirada do M23 de Uvira sob pressão dos EUA pode alterar as dinâmicas no leste da RDC.

DW em Português para África | Deutsche Welle
12 de Dezembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 20:00


Na Guiné-Bissau, jurista contesta posição do PGR e defende validade das eleições. Em Moçambique, a Médicos Sem Fronteiras alerta para o agravamento da violência em Cabo Delgado e Nampula desde julho e denuncia a falta de atenção internacional. Analisamos ainda os avanços do grupo rebelde M23 na RDC e Burundi. No futebol, arranca logo à noite a 14ª jornada da Bundesliga.

Il Mondo
In Africa una pace mediata da Donald Trump. Un quartiere di Roma si mobilita per lo spazio pubblico

Il Mondo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 27:52


Il 4 dicembre il presidente statunitense Donald Trump ha presieduto una cerimonia a Washington per la firma di un accordo di pace tra la Repubblica Democratica del Congo (Rdc) e il Ruanda, mentre intensi combattimenti sono in corso nell'est della Rdc. Con Andrea Spinelli Barrile, giornalista.Lo scorso luglio il comune di Roma ha firmato una convenzione con un fondo immobiliare statunitense per costruire uno studentato privato di più di duemila posti nell'area che un tempo ospitava i mercati generali della città,. Con Sarah Gainsforth, ricercatrice indipendente.Oggi parliamo anche di:Scienza • “Ridendo s'impara“ di Joshua Rothmanhttps://www.internazionale.it/magazine/joshua-rothman/2025/12/04/ridendo-s-imparaPodcast • Nel nido dei serpenti di ZerocalcareCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti

La rosa de los vientos
La verdad oculta tras la falsa paz entre el Congo y Ruanda

La rosa de los vientos

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 21:37


Hace tan solo unos dias se anunciaba que Ruanda y el Congo habian alcanzado un acuerdo de paz, pero detras de dicha paz estan los intereses ocultos de Estados Unidos, que tienen por objeto hacerse con los minerales y tierras raras que se encuentran en las minas de la region de Kiwu, una de las zonas mineras mas importantes del mundo, que cuenta con cobalto, coltan y tierras raras. Gracias al acuerdo, Estados Unidos puede hacerse con el acceso a los productos mineros, muy necesarios para las fabricacion de elementos tecnologicos como telefonos u ordenadores. Sin esos minerales, dichos objetos no pueden fabricarse, pero esos minerales se encuentran, fundamentalmente, en esta region del Congo y China. La ultima fase de este conflicto -que arranco hace varias decadas- arranco cuando a comienzos de este ano, cuando la guerrilla ruandesa M23 empezo a atacar el Congo. Por diferentes asuntos, se sabe que detras de esta guerrilla podrian estar determinados financiadores extranjeros. Estaba Estados Unidos detras de esta guerrilla? Parta saber algo mas sobre este asunto hemos acudido a uno de los especialistas que mas sabe en Espana sobre Tierras Raras: Juan Manuel Chomon.

Presseschau - Deutschlandfunk
05. Dezember 2025 - Die internationale Presseschau

Presseschau - Deutschlandfunk

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 8:59


Heute mit einem Schlaglicht auf Afrika. Die Staatschefs der Demokratischen Republik Kongo und Ruanda, Tshisekedi und Kagame, haben in Washington in Anwesenheit von US-Präsident Trump einen Friedensvertrag unterschrieben. Er soll den seit mehr als 30 Jahren währenden blutigen Konflikt im rohstoffreichen Ostkongo beenden. www.deutschlandfunk.de, Internationale Presseschau

HeuteMorgen
Israel darf am ESC 2026 teilnehmen – erste Länder ausgestiegen

HeuteMorgen

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 10:36


Vier Länder ziehen sich im nächsten Jahr vom Eurovision Song Contest zurück - aus Protest, weil Israel nicht vom Wettbewerb ausgeschlossen wird. Die Fernsehsender aus Spanien, den Niederlanden, Irland und Slowenien haben am Abend ihren Rückzug bekannt gegeben. Weitere Themen: · Schönheitsideale auf Social Media können Jugendliche beeinflussen - Mädchen noch mehr als Jungen. Das zeigt die neue James-Studie der Zürcher Hochschule für angewandte Wissenschaften. · Das Parlament diskutiert in diesen Tagen über eine neue Nachtzug-Verbindung von Basel nach Malmö. Unterdessen haben die SBB ihr neustes Nachtzugmodell vorgestellt. · Die Staatschefs von Kongo-Kinshasa und Ruanda haben in Washington einen Friedensvertrag unterzeichnet. Vermittelt hatten die USA.

DW em Português para África | Deutsche Welle
5 de Dezembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 20:00


República Democrática do Congo e Ruanda prometem manter acordo de paz mediado por Donald Trump. Antigo primeiro-ministro guineense Aristides Gomes diz que é possível CNE divulgar resultados eleitorais. Guineenses residentes em Moçambique condenam "assalto ao poder" na Guiné-Bissau.

Debate Africano
Cimeiras Internacionais.

Debate Africano

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 55:33


Os impactos da COP30, do G20, da Cimeira UA/UE e do acordo de paz entre Ruanda e República Democrática do Congo, em Washington.

Radio Bullets
5 dicembre 2025 - Notiziario Mondo

Radio Bullets

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 18:54


La tregua che non c'è: Israele bombarda Gaza e il Libano. E ruba cinque colonne bizantine in Cisgiordania.Spagna: Eurovision non è più una canzone, ma una condanna.Gli USA moderano un accordo di pace per Congo e Ruanda che includerà l'accesso ai minerali. L'esercito statunitense uccide quattro persone in un nuovo attacco contro una presunta nave adibita al trasporto della droga.Siria: i dossier di Damasco, anatomia di un regime.Myanmar: il maggior produttore di oppio.Questo e molto altro nel notiziario di Radio Bullets a cura di Barbara Schiavulli Introduzione: “L'eccezione americana: Israele, il prezzo del silenzio”

Noticentro
Aprueban diputados reforma a la Ley de Aguas

Noticentro

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 1:19 Transcription Available


Sheinbaum se reúne con empresarios previo a su viaje a WashingtonMéxico suma 40 millones de empleos remunerados: INEGI  Ruanda y RDC firman acuerdo de paz con mediación de TrumpMás información en nuestro Podcast

DW em Português para África | Deutsche Welle
4 de Dezembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 20:00


Em Moçambique, Centro para Democracia e Desenvolvimento (CDD) pede foco no "peixe graúdo" no caso de corrupção que envolve funcionários do Tesouro. Medicamentos para o HIV podem estar a ser usados em frangos na província de Tete, denuncia ONG. Ruanda e República Democrática do Congo assinam hoje acordo de paz nos Estados Unidos.

Ganz offen gesagt
#68 2025 Pfeifen alle auf die Menschenrechte? - mit Homayoun Alizadeh

Ganz offen gesagt

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 54:07


Es gibt Gedenktage, die im kollektiven Gedächtnis verankert sind und pompös gefeiert werden. Der Tag der Menschenrechte gehört nicht dazu. Dabei hätte er viel mehr Aufmerksamkeit verdient, denn die Menschenrechte sind die Grundlage unseres zivilisierten Zusammenlebens. Daher möchte die aktuelle Folge anlässlich des Internationalen Tages der Menschenrechte am 10. Dezember daran erinnern, welche Errungenschaft es war, die Menschenrechte in Konventionen und Verfassungen zu verankern. Ein Umstand, den manche Politiker und Parteien heute schon fast als Lästigkeit empfinden. Solmaz Khorsand spricht mit dem langjährigen UN-Mitarbeiter Homayoun Alizadeh über den Zustand der Menschenrechte, die Glaubwürdigkeit der Vereinten Nationen und den sich ausbreitenden Völkerrechtszynismus. Der Menschenrechtsaktivist hat Jahrzehnte für die UNO in unterschiedlichen Funktionen in vielen Weltregionen gearbeitet, unter anderem in Ruanda, Kroatien, dem Sudan und auf den Philippinen.  Auf "Ganz offen gesagt" lässt er die vergangenen Jahrzehnte Revue passieren und teilt seine Sorge über eine Welt, in der zunehmend das Recht des Stärkeren gilt.  Wir würden uns sehr freuen, wenn Du "Ganz offen gesagt" auf einem der folgenden Wege unterstützt:Werde Unterstützer:in auf SteadyKaufe ein Premium-Abo auf AppleKaufe Artikel in unserem FanshopSchalte Werbung in unserem PodcastFeedback bitte an redaktion@ganzoffengesagt.atTranskripte und Fotos zu den Folgen findest Du auf podcastradio.at

Verbrauchertipp - Deutschlandfunk
Saubere Straßen: Plastiktütenverbot in Ruanda

Verbrauchertipp - Deutschlandfunk

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 1:55


Bensch, Karin www.deutschlandfunk.de, Verbrauchertipp

Tunnel
Carotaggi #26 - Cacciatori di contratti: Antoine Hey

Tunnel

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 23:11


È il momento di tornare a parlare di cacciatori di contratti. Marco ci racconta la carriera di Antoine Hey, allenatore tedesco con moltissima Africa sul curriculum

Tunnel
#196 - La guerra dimenticata

Tunnel

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 62:36


In questa puntata:- Focus: Alex Cizmic ci racconta cosa sta succedendo in Sudan. E poi facciamo anche due chiacchiere sulla prossima Coppa d'Africa- Update: Edoardo ci lascia qualche appunto sul mondiale under 20  

Cinco continentes
Cinco continentes - Sudán, la peor crisis humanitaria del planeta

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 55:33


Sudán atraviesa una de las peores crisis humanitarias del planeta. Las masacres en Al Fasher a manos de los paramilitares de las fuerzas de apoyo rápido son la última gota de un vaso que lleva años rebosando. El hambre y la violencia sexual son usadas como arma de guerra y los civiles no tienen un lugar al que escapar.Estará con nosotros José Ángel López, autor de La era de los genocidios para hablar no solo de lo que ocurre en Sudán si no de Gaza, de Ruanda o de Bosnia y los crímenes que se han cometido contra su población.Hablaremos de la visita de Viktor Orban a Donald Trump en la Casa Blanca, de los avances chinos en materia de defensa y de la situación preocupante en las cárceles de Reino Unido. También de la aplicación TikTok porque las autoridades francesas han abierto una investigación sobre como la app podría empujar a menores al suicidio. Y entre otros asuntos, vamos a estar en la COP30, lo vamos a hacer con un líder indígena de Perú, Carlos Lozano. Escuchar audio

E eu com isso?
#347 Nós lembramos?

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 42:52


Lembrar é mais do que registrar o que aconteceu, é decidir o que permanece. A memória, tanto individual quanto coletiva, é uma construção, feita de escolhas, silêncios e repetições. Nem tudo o que vivemos vira lembrança, e nem toda lembrança vem para nos confortar. Às vezes, lembrar é uma forma de resistência. Outras vezes, é a única maneira de reconstruir sentido depois do horror. Mas o que significa lembrar quando o tempo passa, as testemunhas desaparecem e o esquecimento parece inevitável. Em tempos de excesso de informação, em que tudo é registrado, arquivado e compartilhado, lembrar parece mais fácil do que nunca, mas, paradoxalmente, também mais superficial. Ao mesmo tempo, vemos a disputa por narrativas se intensificar: o que é lembrado, o que é esquecido, e por quem? O Holocausto, o genocídio de Ruanda, as ditaduras latino-americanas e tantas outras tragédias nos mostram que a memória não é um arquivo estático, e sim um campo de batalha simbólico. Pra pensar sobre isso, sobre o valor do testemunho, os processos de reparação e o desafio de ensinar a lembrar, a gente conversa hoje com Carlos Reiss, Coordenador-Geral do Museu do Holocausto de Curitiba, que há mais de uma década atua na construção de espaços de memória, educação e diálogo sobre o passado e suas reverberações no presente.

DW em Português para África | Deutsche Welle
31 de Outubro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 20:00


Guiné-Bissau denuncia tentativa de golpe de Estado envolvendo políticos e militares às vésperas das eleições. Plano de subsídio de desemprego em 2027 é visto como manobra eleitoral em Angola. Ruanda amplia lista de perseguidos e aponta refugiado em Moçambique como terrorista.

SBS Italian - SBS in Italiano
Generazioni di fenomeni

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 32:10


Gli Azzurri del volley conquistano il secondo titolo mondiale consecutivo, mentre i Brisbane Lions si confermano campioni dell'AFL e, in Ruanda, Pogačar bissa il titolo iridato su strada.

Tutti Convocati
Il giorno di Milan-Napoli

Tutti Convocati

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025


Iniziamo la puntata parlando dei tanti spunti offerti da questa giornata di campionato con mister Walter Novellino.Entriamo poi nello specifico e con Guido Vaciago analizziamo il pareggio della Juventus, il secondo consecutivo, arrivato ieri sera contro l’Atalanta.Cambiamo continente e sport: Pecco Bagnaia vince la gara di MotoGp in Giappone, Marquez è campione del mondo per la nona volta consecutiva. Sentiamo Carlo Pernat.Con Andrea Zorzi parliamo invece degli altri campioni del mondo: la nazionale di pallavolo maschile supera anche la Bulgaria con un netto 3-1 e si aggiudica il titolo.Torniamo al calcio con la supersfida in programma stasera a San Siro. Milan-Napoli, Allegri-Conte e tante emozioni da vivere. Noi entriamo nel clima pre-partita con Mario Ielpo e con Umberto Chiariello.E con un bomber come Simone Tiribocchi parliamo invece di Francesco Pio Esposito, ieri autore del suo primo gol in Serie A. Può diventare il nuovo attaccante della Nazionale?Chiudiamo con il mondiale di ciclismo in Ruanda: tanto per cambiare vince il solito Pogacar, di nuovo campione del mondo. Ci racconta tutto Pier Augusto Stagi.

El Partidazo de COPE
25 SEP 2025 | EL PARTIDAZO DE COPE

El Partidazo de COPE

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 122:58


El Barcelona gana remontando al Oviedo (1-3). Tiempo de opinión. Dos días para el Real Madrid - Atlético. Así es Ruanda, sede del Mundial de ciclismo. Tenis. Motor. The Americans.

El Partidazo de COPE
3ª PARTE | 25 SEP 2025 | EL PARTIDAZO DE COPE

El Partidazo de COPE

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 46:55


Empate del Elche ante Osasuna. Conocemos más sobre Ruanda, donde se disputa el Mundial de ciclismo, con Ayoze O´shanaham. Tenis. Motor. The Americans.

Así las cosas
Isaac del Toro en el Mundial de ruta en Ruanda

Así las cosas

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 3:28


Su Presencia Radio
¡Felicitaciones Ousmane Dembélé!

Su Presencia Radio

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 55:27


¡QUE RUEDE LA PELOTA! ⚽ Ousmane Dembélé del PSG gana el Balón de Oro. Lamine Yamal, del Barcelona F.C. es el Mejor Jugador Joven. ⚽ Lista la Convocatoria de la Selección Colombia Sub20 al Mundial de Chile.

Tagesthemen (320x240)
tagesthemen 21:45 Uhr, 19.09.2025

Tagesthemen (320x240)

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 34:55


Diskussion über EU-Pläne zur stärkeren Anzapfung russischer Vermögen, Beratungen über Reaktion auf Verletzung des estnischen Luftraums durch Russland, Bekämpfung von systematischen Sozialleistungsmissbrauch, Quantenphysikerin Stephanie Wehner mit Körber-Preis für europäische Wissenschaft ausgezeichnet, Weitere Meldungen im Überblick, Umstrittene Ausrichtung der Rad-WM durch Ruanda, Drei österreichische Nonnen ziehen vom Altenheim zurück in ihr altes Kloster, Das Wetter