Landlocked country in eastern central Africa
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He Norderney – heute sogar live! Zum ersten Mal sitzen Kurdirektor Wilhelm Loth und Moderator Ludger Abeln nicht allein vor ihren Bildschirmen, sondern begrüßen ihr Publikum direkt auf dem Kurplatz. Und für diese Premiere haben sie sich einen Gast eingeladen, der weiß, wie man Menschen in Stimmung bringt: Mickie Krause. Der Partysänger ist nämlich nicht nur auf Mallorca zu Hause. Schon als Kind kam er mit seiner Grundschule nach Norderney. Später folgten Urlaube mit den Eltern und Freunden. Irgendwann verliebte er sich so sehr in die Insel, dass er blieb. Auf Norderney genießt Mickie Krause vor allem das ruhige Privatleben. Ohne sein bekanntes Bühnenoutfit kann er durch die Stadt laufen, ins Restaurant gehen oder morgens am Nordstrand joggen, ohne ständig erkannt zu werden. Genau diese unaufgeregte Atmosphäre schätzen laut Wilhelm Loth viele prominente Gäste. Norderney sei keine klassische Insel des Sehens und Gesehenwerdens. Hier liegen das bunte städtische Leben und die erholsame Natur nur wenige Schritte voneinander entfernt. Natürlich geht es auch um den langen Weg auf die Bühne. Mickie Krause erzählt von seiner Kindheit auf dem Dorf: von Fußball, Pfadfindern, Jugendzentrum und der legendären Mofa-Gang. Mit 15 Jahren gründete er seine erste Rockband. Bei einem Talentwettbewerb vor 1500 Jugendlichen merkte er schließlich, dass er ein Publikum begeistern kann. Trotzdem folgten zunächst eine bodenständige Ausbildung und die Arbeit als Jugend- und Heimerzieher. Später heizte er als Warm-Upper das Publikum bekannter Fernsehshows an, bevor 1998 auf Mallorca seine Karriere als Stimmungssänger begann. Seitdem sind 28 Jahre, sechs goldene Schallplatten, zweimal Platin und viele erfolgreiche Lieder vergangen. Doch Mickie Krause verrät auch, wie sehr sich Auftritte und Publikum verändert haben und warum er trotz aller Witze grundsätzlich nüchtern auf die Bühne geht. Nach seiner Krebserkrankung hat er sein Arbeitspensum deutlich reduziert. Familie, Freunde und die Zeit auf Norderney sind für ihn wichtiger geworden. Hier kann er zur Ruhe kommen, Fahrrad fahren, laufen und die gemeinsame Zeit mit seinen vier Kindern genießen. Unter der berühmten Perücke steckt aber noch mehr. Mickie Krause berichtet von seinem sozialen Engagement für Fly & Help. 2019 wurde die erste Schule mit seinem Namen in Ruanda eröffnet; mittlerweile sind es sieben. Auch auf Norderney spielt Gemeinschaft eine große Rolle. Wilhelm Loth erzählt vom aktiven Vereinsleben, der Freiwilligen Feuerwehr und den vielen Menschen, die sich gegenseitig unterstützen. Zum Schluss gibt es noch einen Ausblick auf das beliebte Weinfest am Kurplatz. Und weil eine Livefolge mit Mickie Krause natürlich nicht einfach mit Worten enden kann, singt das gesamte Publikum gemeinsam „Schatzi, schenk mir ein Foto“. Wer wissen möchte, warum Wilhelm Loth seinen Laufpartner zunächst nicht erkannt hat, was ein alter Opel Zafira mit elf Mitfahrern zu tun hat und weshalb Mickie Krause künftig am liebsten noch mehr Zeit auf Norderney verbringen würde, ist herzlich eingeladen reinzuhören. Der Tidentalk schwappt immer am ersten Freitag im Monat ans Festland. Also gerne die Glocke drücken und abonnieren. Fragen Anregungen Themenwünsche Freudenrufe an marketing@norderney.de Aktuelle Infos und Podcast-Plattform: https://www.norderney.de/ Norderney-Tidentalker: Wilhelm Loth: Geschäftsführer der Staatsbad Norderney GmbH Ludger Abeln: Moderator Sprecher Autor und Vorstandsvorsitzender der Caritas Gemeinschaftsstiftung Osnabrück e. V. https://www.ludgerabeln.de/ Mickie Krause: Sänger Entertainer und Norderney-Liebhaber
Esta quinta-feira, o governo da República Democrática do Congo elevou o número de mortes pelo Ébola para 1.801 e os casos confirmados para 3.973, quase três meses depois do surto detectado no leste do país. Segundo o Ministério da Saúde congolês, a taxa de letalidade está actualmente nos 45,3% e, até ao momento, cinco províncias foram afectadas: Ituri – que é o epicentro do surto –, Kivu do Norte, Kivu do Sul e Haut-Uélé (leste), além de Tshopo (centro-norte). O director-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a epidemia está a propagar-se mais depressa do que os esforços para a combater e que o número de novos casos está a duplicar em alguns dos focos mais afectados. Para fazermos um ponto da situação, convidámos Jaime Nina, infecciologista do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa. RFI: Esta epidemia de Ébola foi declarada a 15 de Maio, há quase três meses. Está a demorar demasiado tempo a ser controlada? Jaime Nina, infecciologista do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa: “Se olharmos para os outros surtos grandes também não foram controlados rapidamente. O surto da África Ocidental durou quase dois anos até ser controlado e o surto um bocadinho a sul da zona onde está este, de 2018 a 2020, demorou também quase três anos. Portanto, não é diferente do que era os outros.” Falou da epidemia da África Ocidental, do final de 2013 até 2016, que foi a maior alguma vez detectada. Vamos continuar a assistir à propagação do Ébola durante mais de um ano? Ou seja, pode realmente prolongar-se no tempo? “Pode prolongar-se no tempo. Depende muito da capacidade de resposta e a capacidade de resposta tem muito a ver com a situação local. O Congo oriental está em guerra civil há praticamente 50, 60 anos, portanto, uma boa área do território não é controlada pelo governo central, são grupos armados - uns apoiados pelo Ruanda, outros apoiados pelo Uganda - que controlam o território e isto torna muito complicado o combate. Aliás, a população, que tem sido o joguete e a grande vítima desta instabilidade, está muito desconfiada das chamadas autoridades, entre aspas, ou seja, de grupos armados que aparecem a dizer somos nós que mandamos. Inclusive já houve neste surto, talvez há um mês e meio, duas ambulâncias que foram incendiadas pela população local, o que mostra o grau de desconfiança.” Na província de Ituri, o epicentro do surto, há famílias a relatarem que muitos profissionais de saúde na linha da frente entraram em greve, o que agrava o acesso aos cuidados de saúde que já estão comprometidos por causa do conflito. Como é que se pode combater o Ébola nestas condições? “A seguir ao incêndio, que incluiu vários mortos no pessoal de saúde - mortes violentas, não por ébola - houve um movimento de uma parte dos profissionais de saúde a dizer que não iam para o terreno a não ser que fossem garantidas condições de segurança mínimas. Se isto se pode chamar uma greve? Nós, quando pensamos em greve, é por melhores salários ou por outra coisa assim. Aqui não. Era para poder ir trabalhar sem levar um tiro.” Essas condições não podem ser asseguradas num sítio que é um epicentro também de conflito... “O azar do Congo, na minha opinião, é que é demasiado rico. Se abrir o seu telemóvel, tem lá algumas pecinhas feitas daquilo que se chamam metais raros. São importados do Congo. É isso que financia os grupos armados porque fazer uma rebelião é caro. Comprar armas é caro. O dinheiro vem da venda desses produtos.” O país vizinho, Uganda, onde a doença também se espalhou, declarou-se “livre de ébola” a 28 de Julho, após 20 casos confirmados, incluindo 15 considerados importados da RDC. Como é que o Uganda consegue declarar-se livre de Ébola e a RDC continuar a ter uma epidemia a propagar-se mais rapidamente do que a resposta? “Todos os casos que houve no Uganda foram casos directamente infectados no Congo ou familiares próximos de pessoas que tinham vindo do Congo e que também estavam doentes. Portanto, não houve transmissão local dispersa. Para além disso, o Uganda está em paz, tem um sistema de saúde que funciona minimamente, tem universidades a funcionar, tem hospitais a funcionar e conseguiram impor o controlo de fronteiras. Por muito injusto que seja, conseguiram completamente impermeabilizar a fronteira. Não queriam saber se as pessoas estavam infectadas ou não. Se vinham do Congo, não entravam, ponto. É injusto, mas é eficaz para evitar a transmissão.” Este é o 17.º surto conhecido de Ébola a afectar a RDC e apresenta o crescimento mais rápido de infecções em comparação com qualquer outro surto desde a sua declaração, de acordo com a OMS. É mesmo assim? “Não é bem assim. Na fase inicial dos surtos há sempre um crescimento exponencial que depois começa a ser curvado, quer pela resposta das autoridades de saúde, quer pelo medo porque não há nada para fazer as pessoas protegerem-se do que verem os vizinhos a morrer. Enquanto nos primeiros casos, na primeira parte do surto, as pessoas acham que aquilo é um boato, a partir de certa altura começam a dizer que ‘isto é grave e está mesmo a matar e gente tem que fazer o que eles dizem, temos que não estar em contacto próximo com pessoas desconhecidas ou com doentes, temos que falar com as autoridades', etc. Isso tem um impacto local e o vírus é relativamente pouco transmissível, só se transmite por contacto directo, não é pelo ar. Contactos próximos durante uma epidemia de Ébola passam a ser perigosos, mas até isso ser consciencializado pelas populações demora algum tempo.” Mas o vírus só se transmite por contacto directo com fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, não é? “Contactos directos com pessoas ou com os fluidos das pessoas, portanto, fezes, vómitos, expectoração, etc. Não vai pelo ar, tem de haver contacto. Mas, nesta zona, quem é que tem dinheiro para comprar luvas de borracha?” Os países à volta impermeabilizaram-se não existe vacina ou tratamento específico autorizado para esta estirpe Bundibugyo. Como é que as pessoas se protegem? “É complicado. De qualquer forma, não é só os países que impermeabilizaram, o resto do Congo também impermeabilizou porque, de facto, já havia uma fronteira informal entre as zonas controladas pelo Governo e as zonas controladas por grupos rebeldes e o que o governo fez foi impermeabilizar essas fronteiras. Portanto, é tudo o mesmo país, mas ninguém passa para evitar que o surto passe para o resto do Congo. Isso aparentemente está a funcionar, é feito por militares, não é preciso grande sofisticação pois quando se tem uma arma apontada, as pessoas obedecem e, portanto, conseguiram mais ou menos impermeabilizar. Claro que a fronteira é muito grande, a densidade populacional da zona oriental é relativamente alta e não se pode controlar bem fronteiras que passam por meio de florestas cerradas e coisas assim. Apesar de tudo, a República Democrática do Congo fez a primeira coisa que era a mais importante que é isolar o surto, portanto, ficou naquela zona do Congo e não se está a espalhar para o Congo.” E não está a regionalizar-se então? “E também não está a regionalizar-se. Estando impermeabilizada aquela zona do Congo, países a Ocidente como Angola, por exemplo, que tem uma extensa fronteira com o Congo, estão seguros. Os países da zona oriental, eles próprios impermeabilizaram. O Uganda, o Ruanda, o Burundi também o fizeram, eles conseguiram impermeabilizar e, portanto, aquilo está impermeabilizado a toda a roda, de certa maneira.” Nesse caso, quais é que são as perspectivas para os próximos tempos? “Está a ser testada uma vacina produzida em Oxford, com a colaboração da AstraZeneca, que foram eles também que lançaram a primeira vacina ocidental contra o Covid-19. Estão a fazer uma vacina contra o Bundibugyo e têm uma unidade grande, um dos melhores centros de vacinas da Europa e lançaram a vacina que já está a ser testada.” Quando é que poderia ser aplicada? “Está a ser testada. Testar não é no laboratório, é testar no campo, no terreno. Não se sabe se a vacina vai ser eficaz, mas sabe-se que ela é relativamente inofensiva, que não tem efeitos colaterais graves, que não é perigosa. Portanto, as pessoas que tiverem a sorte de serem sorteadas para fazerem a vacina poderão estar protegidas. Se a vacina funcionar - e eu diria que não há grande motivo para pensar que não vai funcionar - estão razoavelmente protegidas. Agora, a capacidade de produção, neste momento, não chega para vacinar toda a gente, nem de perto nem de longe. Tanto mais que até estar provado que a vacina é eficaz, para a AstraZeneca é uma aposta no vazio. Podem gastar dezenas de milhões de euros e depois aquilo provar-se que não funciona e o dinheiro foi pelo ralo abaixo. Portanto, eles também são cautelosos a nível do investimento que estão a fazer. Também estão a ser testados vários medicamentos. Dois medicamentos que provaram ser bons contra a estirpe do ébola Zaire, o Remdesivir, que é um cocktail de anticorpos. Estão a ver se também funciona ou não para esta estirpe Bundibugyo. Para além disso, há um outro grupo que está a fazer um cocktail de anticorpos. Porque o facto de haver muitos doentes significa que já há sobreviventes convalescentes. Nem toda a gente morre felizmente. Dá para estudar o sangue deles, ver que anticorpos é que eles produziram para se protegerem e tentar fabricar esses anticorpos. Isso está a ser feito, já está na fase de testes de campo, há um cocktail de anticorpos que começou há uma semana a ser testado no terreno. Claro que uma terapêutica de anticorpos é sempre uma terapêutica difícil de fazer, a produção é cara e lenta, não vai ser a bala mágica. O Remdesivir também não foi bala mágica para o Ébola Zaire, mas pode ser que seja para o bundibugyo. Vamos ver. Ou também pode ser muito fraquinho ou pode ser um falhanço completo. Daqui a um mês digo-lhe. É óbvio que as autoridades de saúde tentam dramatizar, até porque é uma forma de garantir financiamento, lembrar aos americanos que isto pode chegar aos Estados Unidos é uma maneira de os americanos abrirem o cordão à bolsa. Claro que os europeus já estão a abrir, nomeadamente a Inglaterra, a Bélgica, a França que são os três países que neste momento estão a investir mais e que estão a dar um apoio maior. Portugal também está. A gente esquece-se sempre de Portugal, mas Portugal também está.”
En esta ocasión, Lord David nos presenta cual ha sido su programa favorito y por qué. Fue un programa de nuestra primera temporada que esperamos que os guste si no lo escuchasteis en su momento. Un cordial saludo. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Ruanda ist der digitale Musterknabe Afrikas. Doch es wächst ein dystopischer Alptraum heran. Vollständige Kontrolle des gesamten Lebens – bis hin zur Gen-Landwirtschaft. Doch: Wie überlebt eine Gesellschaft in einem digitalen Gefängnis
Hoy nos vamos hasta Kigali, la capital de Ruanda, una ciudad que rompe con todos los prejuicios y que te sorprende desde que pones un pie en ella. Te cuento todo lo que necesitas para organizar tu viaje. Ya somos más de un millón de reproducciones en esta aventura y hemos superado los 1.400 episodios. Este podcast es tuyo y mío; gracias por hacerlo posible.
Herzlich willkommen zu einer neuen Folge der „Glücksaufladestation". Manchmal beginnt ein Gespräch ohne festen Plan – und entwickelt genau dadurch seine ganz eigene Tiefe. So ist es auch in dieser Episode. Ausgehend von einem Coaching-Gespräch, das Bernhard mit einem Klienten in Ruanda geführt hat, sprechen wir über Begegnungen, Wahrnehmung und die kleinen Dinge, die unser Leben oft stärker beeinflussen, als wir glauben. Gemeinsam schauen wir darauf, wie leicht wir uns selbst täuschen können, wenn unser Blick auf eine Situation „verschleiert" ist. Oft erkennen wir erst im Rückblick, welche Hinweise längst da waren und welche Erkenntnisse wir vielleicht nicht wahrhaben wollten. Im Laufe des Gesprächs landen wir bei einem Thema, das uns beide besonders berührt: dem bewussten Umgang miteinander. Anja bringt dazu eine einfache, aber kraftvolle Reflexionsfrage mit: Was habe ich heute Gutes für jemanden getan? Eine Frage, die weit über den Moment hinaus wirkt. Denn wer sich diese Frage regelmäßig stellt, beginnt automatisch anders durch den Tag zu gehen. Plötzlich werden kleine Gesten sichtbar: eine offene Tür, ein ehrliches Interesse, ein freundliches Wort oder ein kurzer Moment der Aufmerksamkeit. Wir sprechen darüber, wie solche Handlungen nicht nur das Leben anderer bereichern, sondern auch das eigene Glücksempfinden stärken können. Denn oft sind es genau diese scheinbar kleinen Dinge, die einen großen Unterschied machen. Vielleicht magst Du die Frage heute Abend einmal für Dich beantworten: Was habe ich heute Gutes für jemanden getan? Und was hat das mit mir gemacht? Wir drücken Dich von Herzen. Alles Liebe. Anja und Bernhard Anja: Instagram https://www.instagram.com/anjastreese/?hl=de Facebook https://www.facebook.com/anjastreesekunst/ SWR – Handwerkskunst https://www.youtube.com/watch?v=0SDCskGj7u8 Website https://www.anja-streese.de Mail anja.streese@gmail.com Telefon 0049 157 34 37 1811 Bernhard: Webseite https://www.bernhard-renze.com Mail grenzenlos@bernhard-renze.de Telefon 0176 420 29 790
kreativ-glücklich-leben - DEIN Podcast für gute Energie mit Anja Streese.
Herzlich willkommen zu einer neuen Folge der „Glücksaufladestation". Manchmal beginnt ein Gespräch ohne festen Plan – und entwickelt genau dadurch seine ganz eigene Tiefe. So ist es auch in dieser Episode. Ausgehend von einem Coaching-Gespräch, das Bernhard mit einem Klienten in Ruanda geführt hat, sprechen wir über Begegnungen, Wahrnehmung und die kleinen Dinge, die unser Leben oft stärker beeinflussen, als wir glauben. Gemeinsam schauen wir darauf, wie leicht wir uns selbst täuschen können, wenn unser Blick auf eine Situation „verschleiert" ist. Oft erkennen wir erst im Rückblick, welche Hinweise längst da waren und welche Erkenntnisse wir vielleicht nicht wahrhaben wollten. Im Laufe des Gesprächs landen wir bei einem Thema, das uns beide besonders berührt: dem bewussten Umgang miteinander. Anja bringt dazu eine einfache, aber kraftvolle Reflexionsfrage mit: Was habe ich heute Gutes für jemanden getan? Eine Frage, die weit über den Moment hinaus wirkt. Denn wer sich diese Frage regelmäßig stellt, beginnt automatisch anders durch den Tag zu gehen. Plötzlich werden kleine Gesten sichtbar: eine offene Tür, ein ehrliches Interesse, ein freundliches Wort oder ein kurzer Moment der Aufmerksamkeit. Wir sprechen darüber, wie solche Handlungen nicht nur das Leben anderer bereichern, sondern auch das eigene Glücksempfinden stärken können. Denn oft sind es genau diese scheinbar kleinen Dinge, die einen großen Unterschied machen. Vielleicht magst Du die Frage heute Abend einmal für Dich beantworten: Was habe ich heute Gutes für jemanden getan? Und was hat das mit mir gemacht? Wir drücken Dich von Herzen. Alles Liebe. Anja und Bernhard Anja: Instagram https://www.instagram.com/anjastreese/?hl=de Facebook https://www.facebook.com/anjastreesekunst/ SWR – Handwerkskunst https://www.youtube.com/watch?v=0SDCskGj7u8 Website https://www.anja-streese.de Mail anja.streese@gmail.com Telefon 0049 157 34 37 1811 Bernhard: Webseite https://www.bernhard-renze.com Mail grenzenlos@bernhard-renze.de Telefon 0176 420 29 790
Im Februar 2025 schreibt Félix Tshisekedi, Präsident der Demokratischen Republik Kongo, während gerade M23-Rebellen mit ruandischer Unterstützung zunehmend den Osten des Landes besetzen, einen Brief an Donald Trump. Sein Angebot: Zugang zu den kritischen Mineralien seines Landes im Gegenzug für amerikanische Sicherheitsgarantien. Ein „Rohstoffe gegen Schutz“-Deal, der wenige Monate später als Washington Accords unterzeichnet wird und den Kongo damit schlagartig in die Mitte des geopolitischen Wettbewerbs zwischen den USA und China rückt. Wobei der Wettbewerb nicht neu ist, die USA steigen nur neu ein, nachdem ihn China zuvor 20 Jahre lang dominiert und eigentlich schon gewonnen hat, das Ergebnis einer über Jahrzehnte konsequent verfolgten Industriepolitik, während der Westen noch anderes im Blick hatte. Aber das soll sich nun ändern, mit den Washington Accords, mit dem alten neuen Instrument Entwicklungspolitik, den tiefen Taschen des US-Kapitals und neuen „Verbündeten“ und „Partnern“. Diese Folge widmet sich also dem zweiten großen Rennen um Afrikas Rohstoffe, der Frage, was hat China mit 20 Jahren Vorsprung auf dem Kontinent an wirtschaftlichen Strukturen etabliert, wie wollen die USA dieses Monopol aufbrechen, wer verdient daran in China, den USA, aber auch Afrika, warum ist es dabei gerade Ruanda als kleines afrikanisches Land, dem es gelingt, auf der Welle des geopolitischen Wettstreits zu surfen, aber wo ist die Beschreibung eines „Wettstreits“ vielleicht auch fehl am Platz, weil letztlich alle Externen von den etablierten Verhältnissen im Land profitieren? ------------------------------------------------------------------------------ Ihr könnt dieses Podcast finanziell unterstützen, via: Überweisung an: Mick Klöcker ING-Diba IBAN DE17 5001 0517 5446 1036 89 Paypal an: Mick.Kloecker@gmx.de oder über steadyhq.com: Neben der Spur https://steadyhq.com/de/neben-der-spur/ ------------------------------------------------------------------------------ Produktion, Recherche und Moderation: Mick Klöcker Feedback, Anregungen und Kritik an: Mick.Kloecker@gmx.de oder über Twitter: @NDS_mk1 Besonderer Dank für künstlerische, musikalische, technische und freundschaftliche Unterstützung an: Musik: Joscha @gruneWav Logo: Danny @Dann_____y
Una advertencia estremecedora fue revelada en Kibeho, Ruanda: “El tiempo que queda es corto”. Durante una serie de apariciones marianas, varias jóvenes aseguraron recibir mensajes urgentes sobre el arrepentimiento, la oración y un futuro marcado por el sufrimiento de la humanidad.Lo más impactante es que las videntes describieron escenas de violencia, ríos de sangre y cuerpos abandonados años antes del genocidio que devastaría Ruanda. ¿Fue realmente una profecía? ¿Aquel mensaje solamente estaba dirigido a ese país o se trataba de una advertencia para todo el mundo?En esta entrevista analizamos la historia de Nuestra Señora de Kibeho, los testimonios de las jóvenes, las visiones que estremecieron a miles de personas y el inquietante mensaje que, para muchos creyentes, continúa vigente.¿Estamos todavía a tiempo de cambiar nuestro destino o la humanidad volvió a ignorar una advertencia?Suscríbete, activa la campanita y comparte este episodio con quienes buscan comprender los grandes misterios espirituales de nuestro tiempo.#VirgenDeKibeho, #NuestraSeñoraDeKibeho, #ProfecíasMarianas, #AparicionesMarianas, #VirgenMaría, #Profecías, #MisteriosReligiosos, #MensajeUrgente
El odio de masas casi nunca surge de la nada: se activa, se propaga y se amplifica siguiendo un patrón que se repite, con distintos disfraces, a lo largo de la historia. En este episodio desmontamos esa maquinaria pieza por pieza: desde las raíces evolutivas del tribalismo en nuestro cerebro, pasando por la propaganda deshumanizante que precedió al genocidio de Ruanda, hasta los algoritmos que hoy deciden qué contenido nos indigna. Analizamos también cómo se radicaliza una persona corriente, qué nos enseñó el célebre experimento de la cárcel de Stanford sobre la autoridad y el rol social. Un viaje incómodo, riguroso y necesario al origen de nuestra capacidad de odiar. Y ademas: El último milagro en España, con Fran Contreras. Cuentos Fantásticos: El espanto de San Ramón, de Bryan G. Mendieta Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Un mes después de que la República Democrática del Congo declarara un nuevo brote de ébola, el virus continúa propagándose en el este del país y mantiene bajo presión a las autoridades sanitarias. Con más de 1.000 casos confirmados y más de 250 fallecidos, los equipos médicos intensifican los esfuerzos para contener la epidemia y evitar una mayor expansión. Nuestros corresponsales recorrieron la zona para mostrar los desafíos que enfrentan las comunidades y el personal sanitario. Un reportaje de Paula Séville y Aurélie Bazzara-Kibangula para France 24.
Speech Crimes sollen Situationen erfassen, in denen Menschen zu schweren Menschenrechtsverletzungen aufrufen, diese Verletzungen aber noch nicht erfolgt sind oder versucht wurden. Sie stellen damit ein wichtiges Mittel zur Prävention von schweren Straftaten dar. Ihre Entwicklung von den Nürnberger Prozessen, über die Tribunale für das frühere Jugoslawien und für Ruanda, bis hin zum Internationalen Strafgerichtshof in Den Haag spiegelt diesen Präventionscharakter aber nicht immer wider. Neben einem Überblick über die verschiedenen Speech Crimes im Internationalen Strafrecht, wollen wir uns im Podcast auch anschauen, wie effektivere Prävention aussehen kann und vor welche Herausforderungen Social Media als Massenmedium die Speech Crimes stellt.Unterhalten haben wir uns dafür mit Wibke Timmermann, deren Forschungsschwerpunkte im Internationalen Strafrecht auf den Speech Crimes liegen. Sie war am Internationalen Strafgerichtshof für Ruanda tätig. Sie ist Co-Herausgeberin des im Juli 2026 erscheinenden Buches „A Philosophical Approach to War Crimes Trials“, das die Perspektive auf das Internationale Strafrecht um eine philosophische Dimension erweitert.Eine automatische Transkription der Folge findest du hier auf dem Völkerrechtsblog. Für die Richtigkeit der automatischen Transkription übernehmen wir keine Gewähr.Wir sind gespannt auf eure Rückmeldungen! Lob, Anmerkungen und Kritik sind herzlich willkommen an podcast@voelkerrechtsblog.org. Abonniert unseren Podcast via RSS, über Spotify oder überall dort, wo es Podcasts gibt. Es gibt die Möglichkeit, auf diesen Plattformen den Völkerrechtspodcast zu bewerten, wir freuen uns über 5 Sterne!Hintergrundinformationen: Rachel Horan und Jolana Makraiová, Understanding Hate Speech Within the Context of International Criminal Law – Final Report, International Nuremberg Principles Academy (2024).Wibke Kristin Timmermann, Incitement in international criminal law, International Review of the Red Cross, Volume 88, Number 864 (2006).Richard Ashby Wilson und Matthew Gillett, The Hartford Guidelines on Speech Crimes in International Criminal Law, Faculty Articles and Papers 633 (2020). Richard Ashby Wilson, Incitement on Trial: Prosecuting International Speech Crimes, Cambridge University Press (2017).Situation in Afghanistan: ICC Pre-Trial Chamber II issues arrest warrants for Haibatullah Akhundzada and Abdul Hakim Haqqani – Press Release (2025)Verwandte Folgen: Folge 25: Putin vor Gericht: Mit welchen völkerstrafrechtlichen Mitteln?Folge 36: Gender-Based Crimes: Wo steht das Völkerstrafrecht heute?Folge 51: Transitional Justice auf dem PrüfstandModeration: Manuel Klein & Daniela RauGrundlagen: Rouven DiekjobstInterview: Dr. Wibke Timmermann, LL.M. (Genf) & Manuel KleinSchnitt: Daniela RauCredits: Nuremberg Trial Day 218 (1946) Hans Fritzsche Judgment (Lawrence), RobertHJacksonCenter, youtube.com, abgerufen am 26.06.2026, Minute 00:00 – 00:40.
Alfredo Ocampo Zamorano es un destacado poeta, científico social e investigador académico colombiano-estadounidense, nacido en Cali en 1930. Su trayectoria abarca la literatura, las ciencias sociales y la docencia universitaria, con una notable presencia tanto en Colombia como en el ámbito internacional. Doctor en Ciencias Jurídicas y Económicas por la Universidad Javeriana (1957). MBA dirigido por Peter Drucker en la Universidad del Valle (1966). Ph.D. en Sociología de la Universidad de Columbia, Nueva York (1972), donde estudió bajo la tutela de reconocidos académicos como Lucien Goldman, Inmanuel Wallerstein y Robert Merton. Ha desempeñado roles como profesor e investigador en diversas instituciones, incluyendo la Universidad del Valle, la Universidad Javeriana y la Tulane University en Nueva Orleans. Además, ha sido consultor para el Banco de la República y ha trabajado en investigaciones sobre líderes de opinión en Colombia. Como poeta bilingüe, Ocampo Zamorano escribe en inglés y español. Entre sus obras más destacadas se encuentran: Poemas Reunidos (1974), que le valió el Primer Premio Nacional de Poesía de Colcultura en 1973. La Savia Sin Nombre (1975). Bitácora, año dos mil (2002). Desde las mil colinas de Ruanda (2008). Farewell: Poems in American-English, 1995–1999. También ha sido galardonado con el Premio Nacional de Poesía en el Año Internacional de la Mujer (1976) y recibió una mención de honor en el Premio Nacional de Poesía Alférez Real (1989). unto a la poeta Guiomar Cuesta Escobar, fundó Apidama Ediciones, una editorial dedicada a promover la poesía afrocolombiana y la literatura escrita por mujeres. Han compilado antologías como ¡Negras Somos! y Poesía colombiana del siglo XX escrita por mujeres, contribuyendo significativamente a la visibilización de voces tradicionalmente marginadas en la literatura colombiana. El 4 de septiembre de 2023, Alfredo Ocampo Zamorano fue nombrado miembro honorario de una academia, destacando su invaluable contribución a la literatura y las ciencias sociales. Su vida y obra reflejan un compromiso profundo con la poesía, la investigación social y la promoción de la diversidad cultural, consolidándolo como una figura influyente en el panorama intelectual colombiano e internacional.
A Iara do @iarapelomundo tem um estilo bem único de viajar. Médica, ela vive o estilo nômade sazonal e viaja com uma pegada que ela chama de "flow with the flow": sem muito planejamento, aberta para os acasos e seguindo recomendações vindas de conversas com locais.No episódio de hoje, ela conta sobre a viagem de 6 meses que ela fez pelo Quênia, Tanzânia, Ruanda e Uganda. Tem experiências de voluntariados, dicas práticas e as suas percepções sobre as individualidades de cada país.
Le cinque maggiori potenze militari dell'Europa si riuniscono oggi a Berlino per coordinarsi in vista del vertice Nato di inizio luglio ad Ankara. Si tratta del cosiddetto formato "E5", che comprende Francia, Germania, Gran Bretagna, Italia e Polonia e che vede anche la partecipazione del segretario generale della Nato, Mark Rutte, collegato in videoconferenza da Washington. Ne parliamo con Alessandro Marrone, responsabile del programma “Difesa, sicurezza e spazio” dello IAI, Istituto Affari Internazionali.Secondo l'edizione europea del portale "Politico", alcuni paesi dell'Ue, tra cui Danimarca, Austria, Grecia, Germania e Paesi Bassi, stanno valutando la possibilità di inviare in Ruanda e Uzbekistan i richiedenti asilo respinti, nell’ambito della strategia europea per esternalizzare parte del sistema di rimpatrio dei migranti. Commentiamo la notizia con Alberto Magnani, corrispondente de Il Sole 24 Ore per l'Africa.
Eine Woche Fußball-Weltmeisterschaft liegt hinter uns – und natürlich geht auch die Sportstunde auf das Turnier in den USA, Mexiko und Kanada ein. Olli meldet sich mit Eindrücken aus den USA, unter anderem aus Philadelphia und Boston. Dazu schauen wir auf den überzeugenden deutschen 7:1-Sieg gegen Curaçao, Überraschungen bei den großen Nationen und Geschichten abseits des Rasens. Unsere Sportler der Woche kommen diesmal aus New York: Die New York Knicks sind endlich wieder NBA-Champion. Nach einer jahrzehntelangen Wartezeit feiern Jalen Brunson, Mikal Bridges, Josh Hart, OG Anunoby, Karl-Anthony Towns und Head Coach Mike Brown den großen Triumph. Aus deutscher Sicht besonders spannend: Ariel Hukporti gehört zum Meisterkader – Alice stellt seine Karriere genauer vor. Auch Basketball abseits der NBA ist Thema: Adrian Breitlauch, Vereinslegende der Eisbären Bremerhaven, spricht über seine besondere Verbindung zu Afrika, Basketball in Ruanda und sein nächstes Abenteuer mit Kigali. Dazu blicken wir auf die BBL-Finals zwischen Bayern München und Alba Berlin. Bei der Fußball-WM rückt auch ein besonderer Torwart in den Fokus: Vozinha, der Keeper von Kap Verde, wird nach seiner starken Leistung gegen Spanien zum Volkshelden. Außerdem geht es um Alexandra Burghardts Karriereende und ihre außergewöhnliche olympische Geschichte zwischen Sommer- und Winterspielen. Ein großer Schwerpunkt der Folge ist unsere Reihe „Zwischen Paris '24 und LA '28“. Mit Lorena Brandl sprechen wir über Taekwondo, ihren EM-Titel, Drucksituationen und den Blick Richtung Los Angeles. Tobias Kirch, Sportdirektor des Deutschen Fechterbundes, ordnet die Situation des deutschen Fechtens ein. Und Schwimmer Josha Salchow erklärt, warum Eigeninitiative und mediale Präsenz für Athletinnen und Athleten immer wichtiger werden. Außerdem in der Folge: Fecht-EM in Antony, Golf und die U.S. Open, Tour de Suisse, Diamond League in Doha, Pferdesport in Ascot und natürlich weitere WM-Geschichten. Unser Flop der Woche führt zurück zur Fußball-WM: Ein möglicher Drohnen-Spionagefall im südkoreanischen Lager sorgt für Aufregung. Dazu kommt das frühe Trainer-Aus bei Tunesien nach nur einem WM-Spiel. Eine Folge voller WM-Fieber, Basketball-Geschichte, olympischer Perspektiven, Randsport, Interviews und Geschichten aus der ganzen Welt des Sports! Sportstunde – weil Sport mehr ist als das Ergebnis. ________________________________________________________ Hier gibt es die Interviews in voller Länge: Apple Podcasts Spotify You Tube Website: Sportstunde-Magazin
En 1994, el genocidio de Ruanda mató a más de ochocienta mil personas en cien días. Immaculée Ilibagiza sobrevivió escondida junto a otras siete mujeres en un baño diminuto durante noventa y un días. Al salir, pidió ser llevada ante el hombre que había masacrado a su familia. Eligió perdonarlo. Describió después que esa decisión no fue por él, fue para liberarse ella misma. El odio retenido habría terminado destruyéndola por dentro. El perdón bíblico no minimiza el daño ni exige olvidar lo ocurrido. Es la decisión de soltar el derecho a la venganza y entregarlo al único con autoridad para hacer justicia perfecta. El Señor Jesús perdonó desde la cruz a quienes lo clavaron en ella. No porque el daño fuera pequeño, sino porque el amor era mayor. Por lo tanto, perdonar no absuelve al que te hirió. Te libera a ti. La Biblia dice en Efesios 4:32: "Antes sed benignos unos con otros, misericordiosos, perdonándoos unos a otros, como Dios también os perdonó a vosotros en Cristo". (RV1960).
En 1994, el genocidio de Ruanda mató a más de ochocienta mil personas en cien días. Immaculée Ilibagiza sobrevivió escondida junto a otras siete mujeres en un baño diminuto durante noventa y un días. Al salir, pidió ser llevada ante el hombre que había masacrado a su familia. Eligió perdonarlo. Describió después que esa decisión no fue por él, fue para liberarse ella misma. El odio retenido habría terminado destruyéndola por dentro.El perdón bíblico no minimiza el daño ni exige olvidar lo ocurrido. Es la decisión de soltar el derecho a la venganza y entregarlo al único con autoridad para hacer justicia perfecta. El Señor Jesús perdonó desde la cruz a quienes lo clavaron en ella. No porque el daño fuera pequeño, sino porque el amor era mayor.Por lo tanto, perdonar no absuelve al que te hirió. Te libera a ti. La Biblia dice en Efesios 4:32: "Antes sed benignos unos con otros, misericordiosos, perdonándoos unos a otros, como Dios también os perdonó a vosotros en Cristo". (RV1960).
Am Freitag tritt die EU-Asylrechtsreform in Kraft. Damit sollen Asylverfahren schneller, gerechter und fairer werden, sagt die EU. Dreh- und Angelpunkt der neuen Reform sind sogenannte Abschiebezentren an den EU-Außengrenzen und an Flughäfen. In dieser 11KM-Folge erklärt uns ARD-Korrespondentin Kathrin Schmid aus dem Studio Brüssel, was sich mit den neuen Regeln ändert, worum es in der Debatte um Abschiebezentren auch außerhalb der EU geht und wie sich in der Migrationsdebatte die Grenzen verschieben. Hier geht's zum Podcast “punktEU” von Kathrin Schmid: https://1.ard.de/punkteu?cross-promoIn dieser früheren 11KM-Folge geht es um Abschiebungen als Teil eines brisanten Deals zwischen Vertretern der Bundesregierung und ranghohen Taliban. “Taliban-Deal: Der Preis für mehr Abschiebungen”: https://1.ard.de/11KM_Taliban_Deal Diese und viele weitere Folgen von 11KM findet ihr überall da, wo es Podcasts gibt, auch hier in ARD Sounds: https://www.ardsounds.de/sendung/11km-der-tagesschau-podcast/urn:ard:show:4549910994dc2464/ An dieser Folge waren beteiligt: Folgenautor: Julius Bretzel Mitarbeit: Stephan Beuting und Lukas Waschbüsch Host: Nadja Mitzkat Produktion: Jonas Teichmann, Theo Weiß und Hanna Brünjes Planung: Laura Stuhlmacher, Nicole Dienemann und Hardy Funk Distribution: Kerstin Ammermann Redaktionsleitung: Yasemin Yüksel und Fumiko Lipp 11KM: der tagesschau-Podcast wird produziert von BR24 und NDR Info. Die redaktionelle Verantwortung für diese Episode liegt beim BR.
O sistema prisional foi concebido originalmente como um instrumento de reabilitação e de isolamento social voltado para a manutenção da ordem pública. No entanto, em diversas regiões do mundo, essa estrutura básica colapsou completamente. Existem complexos penitenciários onde o Estado simplesmente deposita indivíduos considerados irrecuperáveis, resultando em cenários onde a brutalidade substitui qualquer processo de reabilitação e a humanidade é colocada à prova sob o rigor absoluto da sobrevivência. Neste programa, a Brasil Paralelo apresenta uma análise detalhada e documentada sobre algumas das realidades prisionais mais severas e perigosas do planeta. Investigamos as condições extremas do Campo 14 em Kaechon, na Coreia do Norte, onde vigora o sistema de punição hereditária por três gerações; a Colônia Penal n.º 6, conhecida como Golfinho Negro, na Rússia, destinada ao isolamento definitivo de criminosos de alta periculosidade; o colapso por superlotação no Presídio de Muhanga, em Ruanda; e o histórico de descontrole institucional que marcou o complexo de La Sabaneta, na Venezuela. O panorama expõe os limites da hostilidade estrutural e o impacto do colapso da ordem interna.
Ruanda anuncia que vai manter-se em Cabo Delgado, no combate ao terrorismo, criticando a falta de apoio da Europa, pelo que o financiamento será futuramente assumido por Moçambique. O consumo de drogas está a crescer em várias cidades moçambicanas. Maputo continua a concentrar o maior número de casos, mas o consumo já se estende a outras regiões.
Un'ondata di circa 600 droni ucraini ha colpito il territorio russo nella notte di ieri, provocando la morte di quattro persone, tre nella regione di Mosca e una in quella di Belgorod. Certo, le capacità militari di Kiev non hanno ancora raggiunto il cuore della Russia ma quello a cui stiamo assistendo è sicuramente una risposta decisa e una resistenza che fanno pensare a un finale della guerra tutt'altro che scontato. Ne parliamo con Gigi Donelli, giornalista di Radio24 appena tornato dall'Ucraina. La nuova epidemia di Ebola scoppiata in Uganda e Repubblica Democratica del Congo ha indotto il vicino Ruanda ad aumentare le misure di sicurezza e sta richiamando l'attenzione di tutto il mondo. Ne parliamo con Chiara Montaldo, coordinatrice dell’Unità medica di Medici Senza Frontiere.
Esta semana, continuou a campanha para as eleições legislativas deste domingo em Cabo Verde, enquanto na Guiné-Bissau houve acordo entre a direcção do histórico PAIGC e o grupo de oposição interna. Em Moçambique, continuou a crise dos combustíveis e revelou-se que 2,4 milhões de crianças estão ou foram submetidas ao trabalho infantil no país, incluindo na mineração e garimpo. Em Nairobi, houve cimeira franco-africana e em Angola celebrou-se mais um título do Petro de Luanda. Este domingo, os cabo-verdianos são chamados às urnas para as eleições legislativas. Melhorias nos sectores dos transportes, da saúde e da educação são algumas das principais preocupações da população. Oiça aqui a reportagem da nossa enviada especial a Cabo Verde, Neidy Ribeiro na cidade da Ponta do Sol, na ilha de Santo Antão. Na Guiné-Bissau, a direção do histórico PAIGC e o grupo de oposição interna chegaram a “um entendimento” sobre a realização do próximo congresso. O acordo prevê a inclusão na comissão preparatória do congresso de dois elementos do grupo que contestavam a direcção: José Carlos Esteves, actual ministro das Obras Públicas, e Mário Musante, ministro da Energia. Em Moçambique, continua a crise dos combustíveis. No início da semana, os transportadores voltaram a paralisar a actividade em várias rotas e a exigir a revisão da tarifa do transporte ou do combustível, apesar do acordo alcançado entre o governo e a Federação Moçambicana da Associação dos Transportadores rodoviários para subsidiar o transporte. O Conselho da União Europeia prorrogou o mandato da Missão de Assistência Militar da UE em Moçambique por mais seis meses, até 31 de Dezembro de 2026. O anúncio foi feito, esta quinta-feira, em Maputo. Em Moçambique, cerca de 2,4 milhões de crianças em Moçambique estão ou já foram submetidas ao trabalho infantil, muitas delas em actividades consideradas perigosas, como a mineração artesanal e o garimpo. A situação preocupa o ministério do Trabalho, Género e Acção Social, que alerta para o agravamento do fenómeno nos últimos anos, sobretudo nas províncias de Nampula, Tete e Inhambane. A cimeira franco-africana de Nairobi, "Africa Forward", terminou esta terça-feira. Em entrevista à RFI, o Presidente francês falou nomeadamente sobre a situação na RDC e mostrou reservas sobre eventuais sanções europeias contra o Ruanda devido ao papel de Kigali na guerra no leste daquele país. Em Angola, o candidato à liderança do MPLA, Higino Carneiro, foi chamado, na quarta-feira, à Procuradoria-Geral da República para ser notificado sobre a reabertura de um processo, que já tinha sido arquivado, envolvendo uma alegada burla com viaturas. Higino Carneiro considera que há motivações políticas por detrás da convocação que surge dias depois de o Presidente angolano João Lourenço, ter formalizado a recandidatura à liderança do partido. No desporto, o Petro de Luanda sagrou-se Campeão de Angola pela quinta vez consecutiva, quando faltam ainda três jornadas para o fim da temporada. Ao microfone da RFI, Joaquim Valinho, treinador-adjunto do Petro de Luanda, disse que é uma “felicidade tremenda” ter novamente conquistado o Girabola.
Africa: libertà di stampa in forte arretramento, giornalismo sempre più criminalizzatoSomalia e Ruanda, tra arresti, torture e morti sospette di chi dissenteSudan in guerra: giornalisti nel mirino e informazione ridotta al silenzioL'arte che sfida la censura e resiste oltre la morteQuesto e molto altro nel Notiziario Africa di Radio Bullets a cura di Elena L. Pasquini
Nicht erst seit der Straßenrad-WM 2025 in Ruanda spielt der afrikanische Kontinent im Radsport eine immer größere Rolle. Speziell Gravelbiker:innen haben Länder wie Marokko, Südafrika, Kenia oder Ruanda längst als Ziel für Renneinsätze und Fahrrad-Abenteuer entdeckt. Doch mit Blick auf die Geschichte und die Lebensumstände in vielen Regionen des Kontinents stellt sich auch die Frage nach unserer Verantwortung. Über diese beiden Seiten der Medaille haben wir beim Gravel-Talk im Rahmen der Cyclingworld Europe gesprochen. Unsere Gesprächspartner waren Nils Laengner, Radsport-Fotograf mit hoher Affinität zu Afrika, und Jörg Schubert von der Aktion Cycle4Water, die durch den Radsport Spenden sammelt, um Menschen in Ostafrika den Zugang zu sauberem Trinkwasser zu ermöglichen.
Nuacht Mhall. Príomhscéalta na seachtaine, léite go mall.*Inniu an naoú lá de mhí na Bealtaine. Is mise Niall Ó Siadhail.Tá triúr marbh agus roinnt eile an-tinn i ndiaidh ráig den hantaivíreas ar long Ísiltíreach san Aigéan Atlantach. D'imigh an long ó dheisceart na hAirgintíne ar an chéad lá de mhí Aibreáin agus beagnach céad go leith duine ar bord, and d'fhág bean amháin in éineacht le corp a fir chéile an long i San Héilin. Fuair sí féin bás fosta. Fuair paisinéir eile bás seachtain ó shin, agus bhí amhras ann an mbeadh cead ag an long teacht isteach sna hOileáin Chanáracha, mar gheall ar an víreas. De ghnáth, baineann an hantaivíreas le creimirí amhail luchóga agus francaigh, ach tagann sé ar dhaoine ó am go ham. Dúirt an Eagraíocht Dhomhanda Sláinte Déardaoin nach bhfuil siad ag súil le heipidéim mar gheall ar an ráig.Tá maoiniú do Thionscadal Logainmneacha Thuaisceart Éireann sábháilte i ndiaidh fógra an tseachtain seo go mbeadh deireadh ag teacht le tacaíocht an rialtais don tionscadal, atá ar an fhód le beagnach daichead bliain. Bunaíodh é in Ollscoil na Banríona, Béal Feirste, in 1987, le taighde a dhéanamh ar bhunús agus brí logainmneacha ar fud na Sé Chontae, ach d'fhógair an tAire Pobal Gordon Lyons, atá ina bhall den Pháirtí Daonlathach Aontachtach, nach mbeadh an maoiniú ar fáil a thuilleadh. Meastar gur £90,000 sa bhliain atá i gceist. Tháinig cor eile sa scéal, áfach, nuair a d'fhógair an tAire Geilleagair Caoimhe Archibald go gcuirfeadh a Roinn féin an maoiniú ar fáil. Shéan an tAire Lyons go raibh dearcadh frith-Éireannach aige.Bhain an craoltóir cáiliúil David Attenborough céad bliain amach inné. Rugadh é sa bhliain 1926 agus bhí suim aige sa dúlra ó bhí sé ina bhuachaill óg. Thosaigh sé ag obair leis an BBC ag tús na gcaogaidí agus bhí sé ina rialtóir ar an chainéal nua BBC2 sna seascaidí. Chruthaigh sé an clár faisnéise Life on Earth in 1979, agus ba sa tsraith seo go raibh cruinniú cáiliúil aige le grúpa goraillí i Ruanda. Chuaigh sé i bhfeidhm go mór ar an lucht féachana nuair a labhair sé leis an cheamara faoi éirim agus tuiscint na ngoraillí, agus ón am sin, bhí na milliún daoine timpeall an domhain tógtha lena chuid clár faisnéise agus go háirithe lena ghuth séimh. Tá go leor de na cláir sin le feiceáil ar shuíomh an BBC faoi láthair, agus tá neart imeachtaí eile ar siúl lena bhreithlá a cheiliúradh.*Léirithe ag Conradh na Gaeilge i Londain. Tá an script ar fáil i d'aip phodchraolta.*GLUAISráig - outbreakcreimirí - rodentsan Eagraíocht Dhomhanda Sláinte - the World Health Organisationmaoiniú - fundinglogainmneacha - placenamesfrith-Éireannach - anti-Irishcraoltóir - broadcasterrialtóir - controller
Diesmal: Richard Dawkins' KI-Psychose, Wirkung von KI-Chatbots, Project Freedom, Treibstoffe vs. Kilowattstunden, EPG in Jerewan, 9-Euro-Ticket, Sham Jaff zu Ruanda, Stunde der Gartenvögel, sozialpolitischer Rollback und Trump über Selenskyj. Mit einem Faktencheck von Katharina Alexander und einem Limerick von Jens Ohrenblicker.
Ruanda, la memoria del genocido e la giustizia incompiutaNella Repubblica democratica del Congo, Human Rights Watch documenta gli abusi nella città di UviraL'eredità coloniale nei conflitti della regione dei Grandi Laghi Tra Uganda e Kenya, cinquant'anni di pace tra comunità pastorali.Questo e molto altro nel Notiziario Africa di Radio Bullets a cura di Elena L. Pasquini
Memória e Reparação: a ONU assinala 32 anos do genocídio do Ruanda sob o signo da resolução sobre a escravatura. O assassinato do ativista guineense Vigário Balanta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em mensagem, secretário-geral presta tributo às vítimas e diz que mundo tem que aprender com erros do passado rejeitando ódio, retórica inflamatória e incitação à violência; em apenas 100 dias, mais de 1 milhão de pessoas foram assassinadas no país africanos.
Natalija Mucyo Waldhuber je delegatka Evropske unije za razvojne projekte, ki že peto leto živi in dela v Ruandi. Pravi, da so Ruandci čudoviti ljudje, dežela pa s čistočo in hitrim razvojem upravičuje poimenovanje afriška Švica. V parlamentu prevladujejo ženske, v državi pa je čutiti energijo večinskega mladega prebivalstva. Nekdanja atletinja je tam našla tudi ljubezen, priimek Mucyo pomeni svetlobo, razsvetljenje. Po poroki v Sloveniji so mladoporočenca v domači hiši v mestu Kigali čakali sprejem in poročna darila: veliko riža, krompirja, sadja in pijače. Natalija Mucyo Waldhuber pripoveduje tudi o opazovanju gorskih goril v naravnem okolju.
Ele esteve conosco na Gregario há poucas semanas. Falava sobre sonhos. Agora ele volta para falar das conquistas. Henrique Bravo é o ciclista brasileiro do momento. Desperta esperança, orgulho e ainda muita curiosidade dos fãs de ciclismo. Atendendo a pedidos, Ana Lidia Borba reencontra o mineiro da Soudal-Quick Step Devo para uma conversa sobre os detalhes das suas vitórias em Ruanda e no Tour de Antalya, na Turquia. Bastidores da disputa, o clima das competições e como tem sido esse momento tão especial. Claro, o sorrisão e a simpatia que nunca decepcionam.
Da deslocação do Presidente moçambicano Daniel Chapo a Bruxelas às dúvidas sobre a continuidade das forças do Ruanda em Cabo Delgado, passando pela nomeação de um novo Procurador-Geral em Angola, pela penhora de bens de uma cervejeira em São Tomé e Príncipe e pelas polémicas no recenseamento eleitoral em Cabo Verde, a semana em África fica marcada por desenvolvimentos políticos, judiciais e económicos em vários pontos do continente. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, esteve em Bruxelas para uma série de encontros com representantes das instituições europeias e autoridades belgas. Em declarações à imprensa, manifestou a intenção de renovar as missões de apoio ao país, sublinhando que estas ainda se encontram “em dia”. Entretanto, o Ruanda admite retirar o contingente militar destacado no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, caso não sejam asseguradas garantias de financiamento sustentável. O aviso surge numa altura em que se aproxima o fim do apoio da União Europeia à missão. O investigador João Feijó alerta que não há interesse em ver as forças ruandesas abandonarem o país. Ainda em Moçambique, a Procuradoria-Geral da República de Moçambique considerou ilegal a decisão de suspender a atividade da MOZAL, a maior unidade industrial do país, tendo dado um prazo de cinco dias para reverter a medida. A reportagem é de Orfeu Lisboa. No plano judicial, o antigo ministro das Finanças, Manuel Chang, será libertado nos Estados Unidos e deportado para Maputo na próxima semana, após cumprir uma pena de oito anos e meio por fraude e branqueamento de capitais no âmbito do escândalo das dívidas ocultas. Em Angola, o Presidente João Lourenço nomeou Pedro Mendes de Carvalho como novo Procurador-Geral da República, sucedendo a Hélder Pitta Groz, que cessou funções por limite de idade. A reportagem é de Anvelino Miguel. Ainda em Angola, as organizações MUDEI, KUTAKEASA e UYELE entregaram um pedido de acesso a documentos administrativos relacionados com concursos públicos atribuídos à empresa INDRA, responsável pela gestão logística das eleições gerais de 2027. O jurista Jaime Domingos Mussinda afirma que o objetivo é garantir transparência. Em São Tomé e Príncipe, o Governo avançou com a penhora de bens da cervejeira Rosema, devido a dívidas fiscais avaliadas em cerca de um milhão de euros. A informação foi avançada pelo ministro das Finanças, Gareth Guadalupe. A reportagem é de Maximino Carlos. Já em Cabo Verde, após denúncias de atrasos e irregularidades, a Comissão Nacional de Eleições de Cabo Verde remeteu ao Supremo Tribunal de Justiça de Cabo Verde o processo de recenseamento eleitoral dos cidadãos residentes no estrangeiro. Mais pormenores com Odair Santos.
¿Es posible que una fotografía sea "demasiado bella" para retratar el hambre o la guerra?. Descubre cómo Sebastião Salgado pasó de ser un economista de élite a un fotógrafo que casi pierde la vida por mirar de frente el dolor del mundo.Sebastião Salgado no miraba a través de un lente artístico, sino con la mochila de un economista que entendía que "los números no sangran". Tras documentar hitos de la miseria humana como las minas de Serra Pelada y el genocidio de Ruanda, su cuerpo colapsó de forma literal: su mente ordenó la destrucción de su organismo al no poder procesar tanta muerte. Sin embargo, su historia no termina en la tragedia, sino en una redención ecológica sin precedentes: la resurrección de un bosque muerto que terminó por sanar su propia alma. En este episodio analizamos la delgada línea entre el testimonio y la explotación, y cómo su legado nos obliga a cuestionar nuestra propia apatía visual en la era de la IAEn "Crónicas de fotógrafo", este video nos invita a "aprender a mirar" más allá del contraste del blanco y negro. Salgado nos enseña que observar sin actuar es inútil, y que la cámara puede ser la herramienta más poderosa para traducir datos fríos en una conexión humana genuina que nos atraviese el almaSi una fotografía sobre una tragedia humana es estéticamente perfecta, ¿crees que nos motiva a ayudar o que simplemente nos hace admirar la técnica del autor? Te leo en los comentarios.
30 anos depois do genocídio no Ruanda, que matou 800 mil pessoas em apenas 10 dias. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Moçambicanos divididos quanto à eventual saída das forças ruandesas de Cabo Delgado. Angola: Modelo de escolha do Procurador-Geral da República "levanta questões pertinentes sobre a independência do cargo". Conflito no Médio Oriente ameaça as rotas marítimas, até em África. Conheça a situação do porto de Berbera, na Somalilândia.
Ein Sprung ins Ungewisse statt sicherer Corporate-Karriere in Deutschland: Nach dem Studium an der WHU wagt Simon Sondern den Schritt nach Afrika und baut sein Business im ostafrikanischen Ruanda auf. Mit der Fortico Group entwickelt er heute unter anderem Immobilien in der Hauptstadt Kigali, einem Markt mit rasantem Wirtschaftswachstum. Im OMR Podcast gewährt der Unternehmer Einblicke in die turbulente Anfangszeit zwischen Businessideen mit angeblich magischen Wachteleiern, Restaurantflyern, die er persönlich in Hotelzimmern auslegte, und den besonderen Herausforderungen seiner ersten Stelle beim afrikanischen Amazon-Klon Jumia.
Rassegna stampa economico-finanziaria del 5 Marzo 2026, strutturata per macro-temi e basata sulle principali testate giornalistiche nazionali.Investimenti e MercatiTestate: Corriere della Sera / Il Sole 24 Ore / Il Messaggero / Repubblica * Rimbalzo delle Borse: Piazza Affari chiude in rialzo del +1,95% (dopo il -4% di martedì). Francoforte segna +1,85%, Madrid +2,43%, Parigi +0,79% e Londra +0,75%. * Crollo in Asia: La Borsa di Seul registra un calo record del -12%, mentre Tokyo perde il -3,6% a causa dell'instabilità geopolitica. * Spread e Valute: Lo spread Btp/Bund si attesta a 68 punti base. L'euro si rafforza sopra quota 1,16 dollari. * Beni Rifugio: L'oro continua la sua corsa come bene rifugio, scambiato sopra i 5.100 dollari l'oncia (+0,71%). * Dati sulla Crescita (Istat): L'Italia parte nel 2026 con una crescita acquisita dello +0,3%. Nel quarto trimestre 2025 il PIL è cresciuto dello +0,3% congiunturale e dello +0,8% tendenziale. Gli investimenti fissi lordi sono aumentati dello +0,9%. * Golden Power: Nel 2025 le operazioni sotto Golden Power sono aumentate del 37%, passando da 660 a 903 notifiche.Industria e AutomotiveTestate: Il Sole 24 Ore / MF / Il Messaggero * Industrial Accelerator Act: La Commissione UE propone un piano per riportare l'industria al 20% del Pil entro il 2035 (dall'attuale 14%) per evitare la perdita di 600.000 posti di lavoro. * Requisiti Automotive: Il piano prevede che le auto elettriche acquistate tramite appalti pubblici siano assemblate in Europa e contengano almeno il 70% di materiale UE (esclusa la batteria). * Crisi Logistica: Grandi operatori come Maersk e Cosco hanno sospeso le rotte verso il Golfo Persico. Adidas segnala impatti sulla logistica e registra un calo in borsa del -4,6%. * Ex Ilva: Il ministro Urso dichiara che l'azienda va venduta entro 3 settimane.Fisco e NormativaTestate: Il Sole 24 Ore / Corriere della Sera / Repubblica * Decreto Bollette: Approvato il 18 febbraio, prevede circa 3 miliardi di euro di interventi. Include un contributo di 115 euro per 2,7 milioni di utenti a basso reddito e contributi volontari di 60 euro per ISEE fino a 25.000 euro. * Riforma ETS: L'Italia chiede a Bruxelles di scorporare i costi ETS dal prezzo dell'energia, con una neutralizzazione prevista per il 2027. * Art Bonus: Proposta l'estensione dell'incentivo fiscale anche per dimore storiche e musei d'impresa. * Referendum Giustizia (22-23 marzo): Sondaggi indicano il No in vantaggio al 52,4% con affluenza stimata al 42%. Il Sì potrebbe prevalere (50,2%) solo se l'affluenza salisse al 49%. Banche e CreditoTestate: Il Sole 24 Ore / MF * Ratifica MES: Esperti sollecitano la ratifica del trattato per completare l'Unione Bancaria e accedere a linee di credito precauzionali. * Esposizione Medio Oriente: Autorità di Hong Kong e Cina chiedono alle banche di riesaminare l'esposizione a prestiti e obbligazioni nel Golfo. * BCE: Tassi previsti fermi (200 punti base per depositi, 215 per il credito) in attesa di maggiore chiarezza sugli shock geopolitici.Energia e GeopoliticaTestate: Corriere della Sera / Il Sole 24 Ore / Il Messaggero / Repubblica * Stoccaggi Gas: L'Italia ha stoccaggi al 50%, il livello più alto in Europa (media UE al 30%). * Prezzi Energia: Il gas TTF chiude a 49,7 €/MWh (-8,3% in un giorno, ma in rialzo del 55% nella settimana). Il Brent si stabilizza a 81-81,5 dollari al barile. * Stretto di Hormuz: Bloccato il 90% del traffico. Il noleggio di un grosso tanker è passato da 50.000 a 480.000 dollari/giorno. Le polizze assicurative sono rincarate di 12 volte in 3 giorni, passando da 1.000 a 100.000 dollari per tratta. * Carburanti in Italia: Prezzi medi self-service a 1,693 € per la benzina e 1,753 € per il gasolio. In autostrada il diesel ha toccato i 2,5 €/litro.Lavoro e FormazioneTestate: Il Messaggero / Il Sole 24 Ore / Il Giornale * Disoccupazione Record: Tasso di disoccupazione al minimo storico del 5,1% a gennaio. * Occupazione: Gli occupati superano i 24,18 milioni (+80.000 su base mensile). Tasso di occupazione al 62,6%. * Lavoro Autonomo: Crescita marcata dei lavoratori autonomi (+195.000 in un anno) a fronte di un calo dei contratti a termine (-196.000). * Piano Mattei: Allargamento a 18 Paesi africani totali (4 nuove entrate: Gabon, RD Congo, Ruanda, Zambia).Executive Takeaway * Resilienza Energetica: L'Italia vanta il record europeo di stoccaggi gas (50%), garantendo una copertura per almeno un mese nonostante il blocco di Hormuz. * Dinamismo Occupazionale: Il minimo storico di disoccupazione (5,1%) e l'aumento degli occupati oltre i 24 milioni confermano la solidità del mercato interno. * Rischio Inflattivo da Logistica: L'esplosione dei costi assicurativi e di nolo marittimo (nolo tanker +860%) minaccia di riaccendere l'inflazione tramite i costi di trasporto. * Focus Difesa e Sovranità: La crescita dei deal sotto Golden Power (+37%) e il nuovo Industrial Accelerator Act segnalano un cambio di paradigma verso il protezionismo strategico europeo. * Incertezza Politica Interna: Il conflitto mediorientale sta drenando interesse dal referendum sulla giustizia, con il rischio di un quorum di partecipazione basso (42% stimato).
Semana de grandes emoções com a participação dos brasileiros em Ruanda. O clímax, sem dúvida, foi a vitória de Henrique Bravo na Etapa 7, atacando no Mur de Kigali. A promessa é cada vez mais realidade na Soudal Quick Step Devo. No RADIO falamos do Bravinho, claro, e da Localiza Meoo. O time liderado por Henrique Avancini foi muito bem na volta africana. Na Europa, as clássicas de primavera começaram em grande estilo com a Omloop Het Nieuwsblad e os campeões foram os marrentos Mathieu Van der Poel e Demi Vollering. Porém, tem muita, mas muita coisa para falar nesta semana. Junte-se à resenha da semana!
Uma cobrança de aluguel atrasado levou as autoridades da Ruanda até um cruel assassino em série que estocava suas vítimas na própria cozinha e não tinha planos de parar.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo. ________________________________________________________________
Muito assunto essa semana no Gregario Radio. Desde o início valente de Henrique Avancini no Tour de Ruanda até a vitória de Otavio Gonzeli em Mendoza. Mas também tem muito papo sobre uma nova geração embalada. Ayuso e Del Toro voam. Almeida e Remco derrapam.E o Seixas, hein? Os franceses já podem voltar a sonhar com o Tour? Chegue junto na resenha da semana com Leandro Bittar, Ana Lidia Borba e Nicolas Sessler!
Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.
Er ist laut, schrill und einer der grössten Influencer der Welt: IShowSpeed, 21 Jahre alt, 135 Millionen Follower auf verschiedenen Plattformen. Auf seiner Afrikareise durch 20 Länder wurde er von Menschenmengen empfangen – und von Politikern hofiert. Millionen schauten live zu, wie er traditionelle Ringer in Senegal traf, bei den Maasai die Viehzucht kennenlernte oder Berggorillas in Ruanda besuchte. Doch was bedeutet diese Reise? Afrika-Korrespondent Samuel Misteli ordnet ein, warum IShowSpeed bei jungen Menschen auf dem Kontinent einen Nerv trifft – und weshalb seine Streams auch in den USA das Afrikabild positiv verändern. Gleichzeitig bleibt Kritik: Dient der Kontinent dem Streamer und Influencer am Ende doch nur als Kulisse für Klicks? Gast: Samuel Misteli, Afrika-Korrespondent der NZZ Host: Sarah Ziegler Samuels [Bericht ](https://www.nzz.ch/panorama/ishowspeeds-afrika-tour-influencer-begeistert-millionen-ld.1922640)von der Afrika-Tour Lust auf noch mehr digitale Inhalte der NZZ? [Probier`s drei Monate aus.](https://abo.nzz.ch/25077808-2/) Informiere dich kurz, kompakt und fokussiert über das Weltgeschehen mit unserem täglichen Newsletter, dem [«NZZ Briefing»](http://go.nzz.ch/briefing). Jetzt kostenlos registrieren und abonnieren.
Com o sorrisão enorme que ele tem, Bravo vira Bravinho rapidamente. Henrique Bravo é uma promessa do ciclismo brasileiro e segue cada passo para chegar na Elite do ciclismo mundial.Em 2026, Bravinho já começou a participar de algumas provas com a equipe principal da Soudal-Quick Step, de Mikel Landa e Tim Merlier.Ele vem sendo moldado como uma jóia e faz planos para a temporada onde já está confirmado no Tour de Ruanda e também no Tour de L'Avenir, competição que reúne os nomes mais promissores do esporte.Em uma conversa com Ana Lidia Borba, Henrique ainda entrega sua juventude e a inexperiência de quem "participa de um podcast pela primeira vez".Mas, temos certeza, não será a última visita dele aqui.
¿Qué ocurre cuando un mensaje divino se convierte en una tragedia? En este episodio de #PULSO, analizamos las apariciones marianas del siglo 20, casos documentados donde las visiones, los mensajes y la fe estuvieron marcados por consecuencias devastadoras. Revisamos casos como la Virgen de Kibeho en África, una de las apariciones marianas aprobadas por la iglesia, donde niñas videntes aseguraron recibir advertencias años antes del genocidio de Ruanda, mientras eran sometidas a presiones e interrogatorios para probar la veracidad de sus visiones. Investigamos también la Virgen de Zeitoun en Egipto, un fenómeno observado por miles de testigos y registrado en fotografías y video, las visiones de la Virgen de Akita, los trances de las niñas de Garabandal (Virgen del Carmen), y las lágrimas de sangre junto con las visiones de la Virgen de Betania. Acompáñanos en este podcast para descifrar si fueron apariciones divinas… o algo no humano se hizo pasar por la Virgen.
En la Tertulia Zona Cero Mado Martínez, Juanjo Sánchez-Oro y Álvaro Anula comentan como los hongos podrían ser los nuevos conductores de electricidad en las computadoras del futuro; qué ocurriría si el espacio diera la posibilidad de viajar en el tiempo; qué han encontrado en la llamada ciudad de los Gigantes de Etiopía. Por qué la IA más inteligente, como el chat GPT-40 o GPT-41 está respondiendo de forma maliciosa. Cómo fue la aparición Mariana vista por dos niños en Ruanda. Y para terminar varias noticias curiosas protagonizadas por animales: vaca, ratas y abejas.
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país?Ao longo da conversa, a gente fala sobre:a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional;o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”;casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda;turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba;a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso);a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”;e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea.Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem.INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país? Ao longo da conversa, a gente fala sobre: a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional; o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”; casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda; turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba; a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso); a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”; e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea. Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem. INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos: Cupom de desconto: MAMILOS
Zum Jahres-Ende zwei «International-Spezial»: im ersten ein Jahresrück- und ausblick aus Afrika: über den Kontinent berichten für SRF Sarah Fluck, aus Kampala, der Hauptstadt Ugandas, und Fabian Urech, aus Accra, der Hauptstadt Ghanas. Die beiden reden miteinander über Krieg, Proteste und Hoffnung. Das Korrespondenten-Duo lebt auf dem gleichen Kontinent - Sarah Fluck im Osten, Fabian Urech im Westen – und trotzdem in komplett verschiedenen Welten. Afrika, mit seinen über fünfzig Staaten, ist nicht gleich Afrika, das zeigt schon die Bürokratie: In einigen afrikanischen Staaten, sagt Fabian, erinnere ihn die Visumsbürokratie an «Asterix bei den Römern», in anderen liefen gewisse Dinge besser als in den USA. Sarah wiederum reiste den Sudan, ins drittgrösste Land des Kontinents, wo sich zur Zeit die weltweit grösste humanitäre Katastrophe abspielt; sie erzählt sie aber auch von der Rad-Weltmeisterschaft , die 2025 in Ruanda stattfand. Ein Kontinent voller Gegensätze: ein politisches, persönliches und auch humorvolles Gespräch zum Jahresende.
In dieser letzten Folge unserer Uganda-Serie erwartet euch ein Gespräch mit einem modernen Hüter des Waldes: Nachdem wir in der vorherigen Folge selbst im Bergregenwald des Bwindi Nationalparks auf Tuchfühlung mit den majestätischen Berggorillas gehen durften, treffen wir nun einen Mann, der wie wenige andere für ihren Schutz steht: Dr. Andrew Seguya.Er ist studierter Tierarzt, war langjähriger Direktor der Uganda Wildlife Authority und leitet heute die Greater Virunga Transboundary Collaboration – eine einzigartige, länderübergreifenden Initiative zum Schutz der letzten Berggorillas im Dreiländereck Uganda, Ruanda und DR Kongo.Dr. Seguya gibt uns faszinierende Einblicke in die Herausforderungen und Erfolge des Artenschutzes in einer mitunter krisengeplagten Region – und zeigt, wie es gelingen kann, Wildtiere, Lebensräume und Menschen gleichermaßen zu schützen. Eine inspirierende Folge über Diplomatie, Visionen, Gemeinschaft und eine große Portion Hoffnung.(Und, ja, streng genommen findet dieser letzte „Uganda-Teil“ gänzlich im benachbarten Ruanda statt, aber da wir uns inhaltlich gänzlich auf unsere Erlebnisse in Uganda beziehen, sind wir so frei und rechnen die Episode der entsprechenden Uganda-Serie zu, deren Abschluss sie bildet.) Redaktion & Produktion: Erik Lorenz Habt ihr schon die vorherigen Folgen über unsere Uganda-Reise gehört? Bisher erschienen sind:WW426: Von Schuhschnäbeln und Schimpansen (1/2) – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW427: Von Schuhschnäbeln und Schimpansen (2/2) – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW431: Von hungrigen Hippos und heulenden Hyänen (1/2) – Safari im Queen Elizabeth Nationalpark (Uganda) mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW432: Von hungrigen Hippos und heulenden Hyänen (2/2) – Safari im Queen Elizabeth Nationalpark (Uganda) mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW438: Von Bildungshunger und Berglandschaften – eine Reise durch Ugandas grünes Herz mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW439: Im Reich der Berggorillas – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzDieser Podcast wird auch durch unsere Hörerschaft ermöglicht. Wenn du gern zuhörst, kannst du dazu beitragen, dass unsere Show auch weiterhin besteht und regelmäßig erscheint. Zum Dank erhältst du Zugriff auf unseren werbefreien Feed und auf unsere Bonusfolgen. Diese Möglichkeiten zur Unterstützung bestehen:Weltwach Supporters Club bei Steady. Du kannst ihn auch direkt über Spotify ansteuern. Alternativ kannst du bei Apple Podcasts UnterstützerIn werden.WERBEPARTNERhttps://linktr.ee/weltwach Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.