Landlocked country in eastern central Africa
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En 1994, el genocidio de Ruanda mató a más de ochocienta mil personas en cien días. Immaculée Ilibagiza sobrevivió escondida junto a otras siete mujeres en un baño diminuto durante noventa y un días. Al salir, pidió ser llevada ante el hombre que había masacrado a su familia. Eligió perdonarlo. Describió después que esa decisión no fue por él, fue para liberarse ella misma. El odio retenido habría terminado destruyéndola por dentro. El perdón bíblico no minimiza el daño ni exige olvidar lo ocurrido. Es la decisión de soltar el derecho a la venganza y entregarlo al único con autoridad para hacer justicia perfecta. El Señor Jesús perdonó desde la cruz a quienes lo clavaron en ella. No porque el daño fuera pequeño, sino porque el amor era mayor. Por lo tanto, perdonar no absuelve al que te hirió. Te libera a ti. La Biblia dice en Efesios 4:32: "Antes sed benignos unos con otros, misericordiosos, perdonándoos unos a otros, como Dios también os perdonó a vosotros en Cristo". (RV1960).
Am Freitag tritt die EU-Asylrechtsreform in Kraft. Damit sollen Asylverfahren schneller, gerechter und fairer werden, sagt die EU. Dreh- und Angelpunkt der neuen Reform sind sogenannte Abschiebezentren an den EU-Außengrenzen und an Flughäfen. In dieser 11KM-Folge erklärt uns ARD-Korrespondentin Kathrin Schmid aus dem Studio Brüssel, was sich mit den neuen Regeln ändert, worum es in der Debatte um Abschiebezentren auch außerhalb der EU geht und wie sich in der Migrationsdebatte die Grenzen verschieben. Hier geht's zum Podcast “punktEU” von Kathrin Schmid: https://1.ard.de/punkteu?cross-promoIn dieser früheren 11KM-Folge geht es um Abschiebungen als Teil eines brisanten Deals zwischen Vertretern der Bundesregierung und ranghohen Taliban. “Taliban-Deal: Der Preis für mehr Abschiebungen”: https://1.ard.de/11KM_Taliban_Deal Diese und viele weitere Folgen von 11KM findet ihr überall da, wo es Podcasts gibt, auch hier in ARD Sounds: https://www.ardsounds.de/sendung/11km-der-tagesschau-podcast/urn:ard:show:4549910994dc2464/ An dieser Folge waren beteiligt: Folgenautor: Julius Bretzel Mitarbeit: Stephan Beuting und Lukas Waschbüsch Host: Nadja Mitzkat Produktion: Jonas Teichmann, Theo Weiß und Hanna Brünjes Planung: Laura Stuhlmacher, Nicole Dienemann und Hardy Funk Distribution: Kerstin Ammermann Redaktionsleitung: Yasemin Yüksel und Fumiko Lipp 11KM: der tagesschau-Podcast wird produziert von BR24 und NDR Info. Die redaktionelle Verantwortung für diese Episode liegt beim BR.
No solo de Cabo Delgado repousam algumas das maiores reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos de África. À superfície persistem pobreza, medo e violência. Uma investigação internacional coordenada pela Forbidden Stories revela como a captura das riquezas locais, a falta de transparência e a exclusão das comunidades ajudaram a criar o terreno onde prosperou a insurgência armada que desde 2017 devasta o norte de Moçambique. Há uma pergunta que atravessa toda a investigação Mozambique Exposed: como é possível viver sobre uma montanha de riqueza e continuar sem nada? Durante cinco meses, cerca de 30 jornalistas de vários países procuraram responder a essa questão. Coordenado pela Forbidden Stories, o projecto investigou as ligações entre a exploração dos recursos naturais de Cabo Delgado, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que há quase uma década assola o norte de Moçambique. O resultado é o retrato de uma região onde a abundância e a miséria existem lado a lado. Cabo Delgado concentra algumas das mais valiosas reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos do continente africano. No entanto, para grande parte da população, essa riqueza continua a ser uma promessa distante. “O mundo consegue ser bastante desigual”, observa Micael Pereira, jornalista do Expresso e um dos participantes da investigação. Em países que saíram do colonialismo sem instituições suficientemente fortes, explica, essas desigualdades assumem frequentemente contornos mais severos. No caso de Cabo Delgado, considera existir “um falhanço claro por parte do Estado em assegurar as condições mínimas que nós poderíamos desejar e esperar para estas populações”. Ao longo da investigação, os jornalistas encontraram provas de uma realidade denunciada há anos pelos habitantes da província: quanto mais riqueza é descoberta, menos essa riqueza chega a quem vive sobre ela. “Existe claramente uma contradição entre os vastos recursos naturais e a forma como isso se traduz na vida das populações”, afirma Micael Pereira. Essa contradição não resulta apenas de dinâmicas internas. Segundo o jornalista, está também presente na forma como grandes operadores internacionais exploram os recursos da região através de acordos celebrados com o Estado moçambicano. “Há uma certa cumplicidade entre aquilo que é essa comunidade internacional de corporações, de empresas, e o Estado local”, sustenta. Uma relação que, na sua perspectiva, ajuda a explicar porque é que as riquezas extraídas de Cabo Delgado continuam a gerar tão poucos benefícios para as comunidades locais. Questionado sobre a transparência na gestão do conflito em Cabo Delgado, nomeadamente em relação ao acordo de segurança entre Moçambique e o Ruanda, Micael Pereira considera que persistem muitas zonas de sombra. “Estamos perante uma situação em que falta efectivamente transparência”, afirma o jornalista, recordando que só recentemente se tornou pública a existência de uma componente financeira associada ao destacamento das forças ruandesas, suportada pelo Estado moçambicano. As forças ruandesas receberam apoio financeiro europeu apesar de já terem sido alvo de denúncias relacionadas com abusos dos direitos humanos e de persistirem interrogações sobre a natureza do regime de Kigali. Mas compreender Cabo Delgado implica olhar para além dos contratos, dos investimentos e das operações militares. Quando se fala da insurgência, a atenção recai frequentemente sobre os homens armados e sobre a dimensão religiosa do conflito. No entanto, para Micael Pereira, essa é apenas uma parte da história. “A presença desses homens armados e todos os episódios que têm vindo a ser reportados ao longo dos últimos anos são um reflexo” de problemas mais profundos, afirma. Na sua análise, a ausência do Estado, a exclusão social e a incapacidade de transformar os recursos naturais em desenvolvimento criaram um sentimento de injustiça que os grupos extremistas souberam explorar. A narrativa jihadista encontra eco porque se cruza com frustrações muito concretas. “Isso só é possível singrar com um substrato de grande desigualdade social, de uma ausência do Estado”, explica o jornalista. Uma realidade agravada, acrescenta, pela delegação de funções essenciais, incluindo a segurança das populações, a actores externos. Uma das grandes perguntas que permanece sem resposta diz respeito ao financiamento dos grupos armados. “É difícil dizer exactamente quem está por trás do financiamento destes grupos”, admite Micael Pereira. O acesso limitado à região por parte de jornalistas, investigadores e organizações independentes torna particularmente difícil seguir o rasto do dinheiro. “Existe alguma especulação sobre de onde vem o financiamento destas operações”, reconhece. Parte dos recursos poderá ser gerada pelos próprios grupos no terreno. Mas, para já, conclui, “eu diria que é um mistério”. Enquanto as explicações permanecem incompletas, a vida das populações continua marcada pela insegurança. Em 2023, durante o processo de retorno promovido pelas autoridades moçambicanas, os relatos recolhidos no terreno mostravam que o medo continuava presente no quotidiano de muitas comunidades. “As pessoas continuam a viver uma situação de medo. Vivem sob um constante ambiente de ameaça”, relata o jornalista. Apesar dos sucessivos anúncios de estabilização e dos avanços militares registados nos últimos anos, a percepção de insegurança permanece. Para muitos habitantes, a guerra pode ter mudado de intensidade, mas nunca desapareceu verdadeiramente. Hoje, quando outras crises internacionais monopolizam a atenção mediática, Cabo Delgado corre o risco de voltar ao silêncio. “A conclusão que retiro é que o problema persiste nesta região”, afirma Micael Pereira. Por isso, defende que o jornalismo não abandone um território onde continuam por responder às questões que estiveram na origem do conflito. “Nós, enquanto jornalistas capazes de trabalhar de forma colaborativa e até com colegas locais, devemos persistir em manter uma atenção e uma dedicação àquilo que se passa em sítios como Cabo Delgado.” Quase dez anos desde o início da insurgência, a investigação deixa uma conclusão inquietante: a guerra em Cabo Delgado não se explica apenas pelas armas nem pela ideologia. Explica-se pela riqueza que continua a sair da região sem transformar a vida de quem lá vive.
La finale della Champions League 2025/26 è una specie di derby: sia l'Arsenal che il PSG sono infatti sponsorizzate da Visit Rwanda, la campagna per il turismo del paese africano. Si tratta di uno degli sponsor meno noti eppure più controversi del calcio internazionale, e per capirne la storia bisogna tornare indietro fino al 1994, quando avvenne il genocidio in Ruanda.LE FONTI USATE PER QUESTO EPISODIO:- MOGGIA Valerio, Anche la Repubblica Democratica del Congo investe nel calcio, Il Post- MOGGIA Valerio, Il contestato sponsor di due semifinaliste della Champions League, Il Post- MOGGIA Valerio, Ruanda, il calcio contro il genocidio, Pallonate in Faccia- MOGGIA Valerio, Ruanda, lo sport come strumento di guerra e di regime, Pallonate in Faccia- RUSSO Antonio, Cosa si dice di Paul Kagame, Il PostLa musica è "Inspired" di Kevin MacLeod [incompetech.com] Licenza C.C. by 4.0Potete seguire Pallonate in Faccia ai seguenti link:https://pallonateinfaccia.com/https://www.facebook.com/pallonateinfacciabloghttps://twitter.com/pallonatefacciahttps://www.instagram.com/pallonateinfaccia/Per contattarmi: pallonateinfaccia@gmail.comIscrivetevi alla newsletter THE BEAUTIFUL SHAME!COME SOSTENERE PALLONATE IN FACCIA
Ref.: Bischof Célestin Hakizimana (Bistum Gikongoro), RUANDA
Ruanda anuncia que vai manter-se em Cabo Delgado, no combate ao terrorismo, criticando a falta de apoio da Europa, pelo que o financiamento será futuramente assumido por Moçambique. O consumo de drogas está a crescer em várias cidades moçambicanas. Maputo continua a concentrar o maior número de casos, mas o consumo já se estende a outras regiões.
Un'ondata di circa 600 droni ucraini ha colpito il territorio russo nella notte di ieri, provocando la morte di quattro persone, tre nella regione di Mosca e una in quella di Belgorod. Certo, le capacità militari di Kiev non hanno ancora raggiunto il cuore della Russia ma quello a cui stiamo assistendo è sicuramente una risposta decisa e una resistenza che fanno pensare a un finale della guerra tutt'altro che scontato. Ne parliamo con Gigi Donelli, giornalista di Radio24 appena tornato dall'Ucraina. La nuova epidemia di Ebola scoppiata in Uganda e Repubblica Democratica del Congo ha indotto il vicino Ruanda ad aumentare le misure di sicurezza e sta richiamando l'attenzione di tutto il mondo. Ne parliamo con Chiara Montaldo, coordinatrice dell’Unità medica di Medici Senza Frontiere.
Africa: libertà di stampa in forte arretramento, giornalismo sempre più criminalizzatoSomalia e Ruanda, tra arresti, torture e morti sospette di chi dissenteSudan in guerra: giornalisti nel mirino e informazione ridotta al silenzioL'arte che sfida la censura e resiste oltre la morteQuesto e molto altro nel Notiziario Africa di Radio Bullets a cura di Elena L. Pasquini
Esta semana, continuou a campanha para as eleições legislativas deste domingo em Cabo Verde, enquanto na Guiné-Bissau houve acordo entre a direcção do histórico PAIGC e o grupo de oposição interna. Em Moçambique, continuou a crise dos combustíveis e revelou-se que 2,4 milhões de crianças estão ou foram submetidas ao trabalho infantil no país, incluindo na mineração e garimpo. Em Nairobi, houve cimeira franco-africana e em Angola celebrou-se mais um título do Petro de Luanda. Este domingo, os cabo-verdianos são chamados às urnas para as eleições legislativas. Melhorias nos sectores dos transportes, da saúde e da educação são algumas das principais preocupações da população. Oiça aqui a reportagem da nossa enviada especial a Cabo Verde, Neidy Ribeiro na cidade da Ponta do Sol, na ilha de Santo Antão. Na Guiné-Bissau, a direção do histórico PAIGC e o grupo de oposição interna chegaram a “um entendimento” sobre a realização do próximo congresso. O acordo prevê a inclusão na comissão preparatória do congresso de dois elementos do grupo que contestavam a direcção: José Carlos Esteves, actual ministro das Obras Públicas, e Mário Musante, ministro da Energia. Em Moçambique, continua a crise dos combustíveis. No início da semana, os transportadores voltaram a paralisar a actividade em várias rotas e a exigir a revisão da tarifa do transporte ou do combustível, apesar do acordo alcançado entre o governo e a Federação Moçambicana da Associação dos Transportadores rodoviários para subsidiar o transporte. O Conselho da União Europeia prorrogou o mandato da Missão de Assistência Militar da UE em Moçambique por mais seis meses, até 31 de Dezembro de 2026. O anúncio foi feito, esta quinta-feira, em Maputo. Em Moçambique, cerca de 2,4 milhões de crianças em Moçambique estão ou já foram submetidas ao trabalho infantil, muitas delas em actividades consideradas perigosas, como a mineração artesanal e o garimpo. A situação preocupa o ministério do Trabalho, Género e Acção Social, que alerta para o agravamento do fenómeno nos últimos anos, sobretudo nas províncias de Nampula, Tete e Inhambane. A cimeira franco-africana de Nairobi, "Africa Forward", terminou esta terça-feira. Em entrevista à RFI, o Presidente francês falou nomeadamente sobre a situação na RDC e mostrou reservas sobre eventuais sanções europeias contra o Ruanda devido ao papel de Kigali na guerra no leste daquele país. Em Angola, o candidato à liderança do MPLA, Higino Carneiro, foi chamado, na quarta-feira, à Procuradoria-Geral da República para ser notificado sobre a reabertura de um processo, que já tinha sido arquivado, envolvendo uma alegada burla com viaturas. Higino Carneiro considera que há motivações políticas por detrás da convocação que surge dias depois de o Presidente angolano João Lourenço, ter formalizado a recandidatura à liderança do partido. No desporto, o Petro de Luanda sagrou-se Campeão de Angola pela quinta vez consecutiva, quando faltam ainda três jornadas para o fim da temporada. Ao microfone da RFI, Joaquim Valinho, treinador-adjunto do Petro de Luanda, disse que é uma “felicidade tremenda” ter novamente conquistado o Girabola.
Nicht erst seit der Straßenrad-WM 2025 in Ruanda spielt der afrikanische Kontinent im Radsport eine immer größere Rolle. Speziell Gravelbiker:innen haben Länder wie Marokko, Südafrika, Kenia oder Ruanda längst als Ziel für Renneinsätze und Fahrrad-Abenteuer entdeckt. Doch mit Blick auf die Geschichte und die Lebensumstände in vielen Regionen des Kontinents stellt sich auch die Frage nach unserer Verantwortung. Über diese beiden Seiten der Medaille haben wir beim Gravel-Talk im Rahmen der Cyclingworld Europe gesprochen. Unsere Gesprächspartner waren Nils Laengner, Radsport-Fotograf mit hoher Affinität zu Afrika, und Jörg Schubert von der Aktion Cycle4Water, die durch den Radsport Spenden sammelt, um Menschen in Ostafrika den Zugang zu sauberem Trinkwasser zu ermöglichen.
Ràdio Ciutat de Tarragona | Tots els continguts rctgn.cat Radio
Avui a La Furgo de #CarrerMajor hem anat fins al pati Jaume I de l'Ajuntament de Tarragona per parlar de consum responsable, drets laborals i solidaritat. Ho hem fet de la mà de María Teresa Vallès, d'Amics de Ruanda, una de les entitats impulsores de la Festa del Comerç Just i la Banca Ètica, que […] L'entrada La Furgo | Tarragona celebra la Festa del Comerç Just i la Banca Ètica ha aparegut primer a BXC Ràdio Ciutat de Reus - Ràdio Online.
Avui a La Furgo de #CarrerMajor hem anat fins al pati Jaume I de l'Ajuntament de Tarragona per parlar de consum responsable, drets laborals i solidaritat. Ho hem fet de la mà de María Teresa Vallès, d'Amics de Ruanda, una de les entitats impulsores de la Festa del Comerç Just i la Banca Ètica, que […] L'entrada La Furgo | Tarragona celebra la Festa del Comerç Just i la Banca Ètica ha aparegut primer a BXC Ràdio Ciutat de Reus - Ràdio Online.
Nuacht Mhall. Príomhscéalta na seachtaine, léite go mall.*Inniu an naoú lá de mhí na Bealtaine. Is mise Niall Ó Siadhail.Tá triúr marbh agus roinnt eile an-tinn i ndiaidh ráig den hantaivíreas ar long Ísiltíreach san Aigéan Atlantach. D'imigh an long ó dheisceart na hAirgintíne ar an chéad lá de mhí Aibreáin agus beagnach céad go leith duine ar bord, and d'fhág bean amháin in éineacht le corp a fir chéile an long i San Héilin. Fuair sí féin bás fosta. Fuair paisinéir eile bás seachtain ó shin, agus bhí amhras ann an mbeadh cead ag an long teacht isteach sna hOileáin Chanáracha, mar gheall ar an víreas. De ghnáth, baineann an hantaivíreas le creimirí amhail luchóga agus francaigh, ach tagann sé ar dhaoine ó am go ham. Dúirt an Eagraíocht Dhomhanda Sláinte Déardaoin nach bhfuil siad ag súil le heipidéim mar gheall ar an ráig.Tá maoiniú do Thionscadal Logainmneacha Thuaisceart Éireann sábháilte i ndiaidh fógra an tseachtain seo go mbeadh deireadh ag teacht le tacaíocht an rialtais don tionscadal, atá ar an fhód le beagnach daichead bliain. Bunaíodh é in Ollscoil na Banríona, Béal Feirste, in 1987, le taighde a dhéanamh ar bhunús agus brí logainmneacha ar fud na Sé Chontae, ach d'fhógair an tAire Pobal Gordon Lyons, atá ina bhall den Pháirtí Daonlathach Aontachtach, nach mbeadh an maoiniú ar fáil a thuilleadh. Meastar gur £90,000 sa bhliain atá i gceist. Tháinig cor eile sa scéal, áfach, nuair a d'fhógair an tAire Geilleagair Caoimhe Archibald go gcuirfeadh a Roinn féin an maoiniú ar fáil. Shéan an tAire Lyons go raibh dearcadh frith-Éireannach aige.Bhain an craoltóir cáiliúil David Attenborough céad bliain amach inné. Rugadh é sa bhliain 1926 agus bhí suim aige sa dúlra ó bhí sé ina bhuachaill óg. Thosaigh sé ag obair leis an BBC ag tús na gcaogaidí agus bhí sé ina rialtóir ar an chainéal nua BBC2 sna seascaidí. Chruthaigh sé an clár faisnéise Life on Earth in 1979, agus ba sa tsraith seo go raibh cruinniú cáiliúil aige le grúpa goraillí i Ruanda. Chuaigh sé i bhfeidhm go mór ar an lucht féachana nuair a labhair sé leis an cheamara faoi éirim agus tuiscint na ngoraillí, agus ón am sin, bhí na milliún daoine timpeall an domhain tógtha lena chuid clár faisnéise agus go háirithe lena ghuth séimh. Tá go leor de na cláir sin le feiceáil ar shuíomh an BBC faoi láthair, agus tá neart imeachtaí eile ar siúl lena bhreithlá a cheiliúradh.*Léirithe ag Conradh na Gaeilge i Londain. Tá an script ar fáil i d'aip phodchraolta.*GLUAISráig - outbreakcreimirí - rodentsan Eagraíocht Dhomhanda Sláinte - the World Health Organisationmaoiniú - fundinglogainmneacha - placenamesfrith-Éireannach - anti-Irishcraoltóir - broadcasterrialtóir - controller
Diesmal: Richard Dawkins' KI-Psychose, Wirkung von KI-Chatbots, Project Freedom, Treibstoffe vs. Kilowattstunden, EPG in Jerewan, 9-Euro-Ticket, Sham Jaff zu Ruanda, Stunde der Gartenvögel, sozialpolitischer Rollback und Trump über Selenskyj. Mit einem Faktencheck von Katharina Alexander und einem Limerick von Jens Ohrenblicker.
Treinta años después del genocidio contra los tutsi, Ruanda entra en una nueva y delicada etapa de su proceso de reconciliación: la reintegración de los últimos condenados por las matanzas. Con el cumplimiento de las penas máximas, el Estado y la sociedad civil enfrentan el desafío de reconstruir la convivencia entre antiguos perpetradores y sobrevivientes, en busca de un equilibrio entre memoria histórica y estabilidad social. Reportaje de Aurore Bayoud y Tom Canetti para France 24.
Ruanda und der Ton wurde leiser. Seazen-Fotograf Justin Hession zeigte Bilder, die nicht um Aufmerksamkeit kämpfen müssen. Sie halten sie. Kurt Zürcher, Gründer von Let's go Tours und seit Jahrzehnten mit dem Land verbunden, erzählte von einem Ort, der seine Vergangenheit nicht beiseiteschiebt, sondern daraus etwas Aufrechtes gebaut hat – mit einer Tourismusentwicklung, die andere auf dem Kontinent hinter sich lässt. Und dann die Gorillas. Warum man ihnen einmal gegenübergestanden haben sollte. Und warum einmal – eigenartigerweise – genügt.www.traveltalks.ch Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Wie schafft man es, einen eigenen Betrieb zu führen, als Sachverständiger zu arbeiten, Obermeister zu sein und gleichzeitig Gründächer in Ruanda zu bauen?
O relatório da Amnistia Internacional sobre a situação dos Direitos Humanos no mundo, divulgado nesta terça-feira, 21 de Abril, em Londres, denuncia ataques constantes ao multilateralismo, ao direito internacional e à sociedade civil liderados por Estados poderosos e alerta para a degradação dos direitos humanos em 144 países. Em entrevista à RFI, João Godinho Martins, director executivo da Amnistia Portugal, comenta as conclusões do relatório e afirma que a humanidade está sob ataque. Qual é a situação dos direitos humanos no mundo? O que a Amnistia documenta é o colapso em curso, o colapso de uma sociedade, de um mundo que viveu durante 80 anos sob uma ordem internacional, sob um multilateralismo e que agora vemos extinguir-se. O que a Amnistia vem aqui dizer é que a humanidade está sob ataque: ataque de movimentos transnacionais anti-direitos humanos, ataque de predadores, de autocratas como Vladimir Putin, como Benjamin Netanyahu, como Donald Trump, que querem afirmar o seu domínio e o seu poder sobre todo o mundo e sobre toda a gente. No relatório fazem referência às ferramentas de inteligência artificial. De que forma vieram as novas tecnologias contribuir para a deterioração dos direitos humanos? As novas tecnologias e as redes sociais, nomeadamente a inteligência artificial, e a falta de regulação no espaço digital são, sem dúvida, um problema e um factor que potencia o crescimento destes movimentos anti-direitos. Mas não é o único. São também os nossos decisores políticos, os líderes mundiais, que têm o poder de fazer as leis, de as mudar e de definir as práticas. É verdade que a inteligência artificial, bem como o facto de as grandes empresas tecnológicas estarem resguardadas à volta destes líderes autoritários e destes predadores dos direitos humanos, contribuem para esta situação. A Amnistia, ao longo de 2025, também chamou a atenção para diferentes questões, nomeadamente a utilização do TikTok, por exemplo, e de que forma influencia as nossas crianças, mas também para a inteligência artificial a outros níveis. Por exemplo, quando fizemos a investigação sobre o ataque ilegal dos Estados Unidos contra uma escola no Irão, que matou mais de 100 crianças, falámos também sobre a inteligência artificial e sobre o seu papel nos serviços de informação norte-americanos e nas Forças Armadas norte-americanas. E perguntamos: qual é a responsabilidade e qual foi o peso destas novas tecnologias no assassinato que testemunhámos? A Amnistia Internacional faz referências aos Presidentes Donald Trump, Vladimir Putin e ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O que diz o relatório sobre estes líderes políticos? Em 2025, vimos claramente como estes governos poderosos se transformaram em veículos de movimentos anti-democráticos e anti-direitos humanos. Por um lado, Putin e Netanyahu - já vínhamos, ao longo de muitos anos, a observar a sua actuação - tal como vínhamos a observar o Presidente Maduro na Venezuela e o regime chinês. O que vemos hoje, e o que sublinhamos, é que juntamos a nomes como Putin e Netanyahu o nome do Presidente norte-americano, um aliado de Portugal e da Europa, a administração de um país que queríamos democrático e defensor dos direitos humanos e que agora, em 2025, não o demonstra. Por outro lado, não são só estes três líderes: há também quem lhes permite existir, quem permite que continuem a fazer negócios em todo o mundo e a fazer guerras em todo o mundo. Os líderes europeus têm-se demonstrado demasiado submissos a estes ataques à ordem internacional e à actuação destes autocratas, destes predadores. Muitos governos, incluindo Portugal, têm apaziguado os ataques dos Estados Unidos, de Israel e de outros Estados poderosos ao multilateralismo, ao direito internacional e às protecções dos direitos humanos. A secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, fala numa “ordem predatória”, alertando para o afastamento de um sistema político baseado em regras internacionais firmes e sublinhando que os países que continuam comprometidos com a democracia e o Estado de direito parecem impotentes. Como se explica este posicionamento? Sem dúvida, vivemos momentos, ao nível internacional, em que estes movimentos antidemocráticos ganham força. Isto é disseminado pelas redes sociais e pelas novas tecnologias, tem impacto nos conflitos de que falamos, mas também na política interna de cada país. Vemos o surgimento de novos partidos e de novos movimentos anti-direitos humanos - movimentos discriminatórios, racistas, patriarcais, conservadores - que procuram fazer regredir os direitos para dimensões em que beneficiam dessa nova situação. O que temos aqui é um efeito em cascata desta erosão da ordem internacional, com reflexos ao nível doméstico, e tudo o que isso significa para as pessoas e para as populações em toda a Europa e em todo o mundo. O documento assinala a degradação dos direitos humanos em 144 países no ano passado. Quais são os conflitos mais urgentes? Se falarmos de conflitos, o genocídio em curso em Gaza, sem dúvida. Os actos de agressão dos Estados Unidos na Venezuela e o assassinato extrajudicial de mais de 150 pessoas em embarcações vindas da Venezuela. A invasão contínua da Rússia na Ucrânia; os protestos no Irão, massivamente reprimidos pelo regime; a participação dos Emirados Árabes Unidos na guerra do Sudão, através de armamento chinês; o envolvimento no Ruanda no Congo; o Líbano, também, obviamente. São todos contextos internacionais de conflito que nos preocupam bastante. Mas também ao nível interno: temos deportações em massa nos Estados Unidos da América; autoridades britânicas que prenderam mais de duas mil pessoas por se oporem pacificamente à proibição de uma ONG; o governo da Sérvia a utilizar software espião; o Quénia a recorrer a tácticas de repressão facilitadas pela tecnologia. Eventos que, há pouco tempo, nos pareceriam extremos e extraordinários e que agora se disseminam por todo o mundo. No relatório fazem igualmente referência a Angola e Moçambique. O que se pode dizer sobre estes dois países? Angola e Moçambique, em 2025, tiveram características bastante comuns, especialmente no que diz respeito ao comprometimento do direito à reunião pacífica e da liberdade de expressão. Em Moçambique, tivemos eleições altamente contestadas que levaram a protestos, os quais foram violentamente reprimidos, causando pelo menos 277 mortos. Houve depois uma repressão pós-eleitoral contínua contra a oposição, com recurso à força excessiva, detenções arbitrárias e desaparecimentos forçados. Um pouco à semelhança do que temos vindo a observar em Angola nos últimos tempos: detenções de activistas, jornalistas e membros da oposição, e forças de segurança que fazem uso ilegal da força em manifestações. Há aqui uma série de ataques ao direito à reunião, ao protesto e à liberdade de expressão, comuns aos dois países. Estes ataques ocorrem em paralelo com outros problemas. Angola enfrenta pobreza extrema, baixos salários e elevado desemprego, especialmente entre os jovens. Moçambique continua a lidar com o conflito no Norte, com o Al-Shabaab, tendo registado dezenas de mortos civis e deslocações massivas de população ao longo de 2025. Quais são as recomendações deste relatório? Os governos têm de resistir e combater o retrocesso na protecção dos direitos humanos. É especialmente importante que combatam os ataques a comunidades racializadas, povos indígenas, refugiados, migrantes, mulheres, meninas e pessoas LGBTI. É necessário enfrentar a discriminação crescente e desenvolver regulamentações mais eficazes para os actores empresariais. As grandes empresas tecnológicas têm de ser reguladas. Todos os Estados, todas as pessoas, em todo o mundo, têm de continuar a fazer tudo o que está ao seu alcance para resistir a estes ataques predatórios. Há uma necessidade urgente de criar alianças globais mais fortes, que juntem diferentes actores e reforcem o sistema multilateral baseado em regras. Sim, há problemas no sistema multilateral - as Nações Unidas têm dificuldades e fraquezas -, mas a solução não é menosprezá-las. A solução é reforçá-las, melhorá-las e dotá-las de melhores meios para defender os direitos humanos das gerações presentes e futuras.
Los intensos combates entre el ejército congoleño y los rebeldes del M23, respaldados por milicias locales y el gobierno de Ruanda, siguen desangrando al este de la República Democrática del Congo. En Fizi, los civiles viven atrapados en el fuego cruzado, mientras los grupos armados reclutan constantemente nuevos combatientes. La población, agotada y sin opciones, enfrenta un futuro incierto mientras la violencia no da tregua. Reportaje de Aurélie Bazzara-Kibangula y Emmet Livingstone para France 24.
Alfredo Ocampo Zamorano es un destacado poeta, científico social e investigador académico colombiano-estadounidense, nacido en Cali en 1930. Su trayectoria abarca la literatura, las ciencias sociales y la docencia universitaria, con una notable presencia tanto en Colombia como en el ámbito internacional. Doctor en Ciencias Jurídicas y Económicas por la Universidad Javeriana (1957). MBA dirigido por Peter Drucker en la Universidad del Valle (1966). Ph.D. en Sociología de la Universidad de Columbia, Nueva York (1972), donde estudió bajo la tutela de reconocidos académicos como Lucien Goldman, Inmanuel Wallerstein y Robert Merton. Ha desempeñado roles como profesor e investigador en diversas instituciones, incluyendo la Universidad del Valle, la Universidad Javeriana y la Tulane University en Nueva Orleans. Además, ha sido consultor para el Banco de la República y ha trabajado en investigaciones sobre líderes de opinión en Colombia. Como poeta bilingüe, Ocampo Zamorano escribe en inglés y español. Entre sus obras más destacadas se encuentran: Poemas Reunidos (1974), que le valió el Primer Premio Nacional de Poesía de Colcultura en 1973. La Savia Sin Nombre (1975). Bitácora, año dos mil (2002). Desde las mil colinas de Ruanda (2008). Farewell: Poems in American-English, 1995–1999. También ha sido galardonado con el Premio Nacional de Poesía en el Año Internacional de la Mujer (1976) y recibió una mención de honor en el Premio Nacional de Poesía Alférez Real (1989). unto a la poeta Guiomar Cuesta Escobar, fundó Apidama Ediciones, una editorial dedicada a promover la poesía afrocolombiana y la literatura escrita por mujeres. Han compilado antologías como ¡Negras Somos! y Poesía colombiana del siglo XX escrita por mujeres, contribuyendo significativamente a la visibilización de voces tradicionalmente marginadas en la literatura colombiana. El 4 de septiembre de 2023, Alfredo Ocampo Zamorano fue nombrado miembro honorario de una academia, destacando su invaluable contribución a la literatura y las ciencias sociales. Su vida y obra reflejan un compromiso profundo con la poesía, la investigación social y la promoción de la diversidad cultural, consolidándolo como una figura influyente en el panorama intelectual colombiano e internacional.
Ruanda, la memoria del genocido e la giustizia incompiutaNella Repubblica democratica del Congo, Human Rights Watch documenta gli abusi nella città di UviraL'eredità coloniale nei conflitti della regione dei Grandi Laghi Tra Uganda e Kenya, cinquant'anni di pace tra comunità pastorali.Questo e molto altro nel Notiziario Africa di Radio Bullets a cura di Elena L. Pasquini
Memória e Reparação: a ONU assinala 32 anos do genocídio do Ruanda sob o signo da resolução sobre a escravatura. O assassinato do ativista guineense Vigário Balanta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em mensagem, secretário-geral presta tributo às vítimas e diz que mundo tem que aprender com erros do passado rejeitando ódio, retórica inflamatória e incitação à violência; em apenas 100 dias, mais de 1 milhão de pessoas foram assassinadas no país africanos.
Natalija Mucyo Waldhuber je delegatka Evropske unije za razvojne projekte, ki že peto leto živi in dela v Ruandi. Pravi, da so Ruandci čudoviti ljudje, dežela pa s čistočo in hitrim razvojem upravičuje poimenovanje afriška Švica. V parlamentu prevladujejo ženske, v državi pa je čutiti energijo večinskega mladega prebivalstva. Nekdanja atletinja je tam našla tudi ljubezen, priimek Mucyo pomeni svetlobo, razsvetljenje. Po poroki v Sloveniji so mladoporočenca v domači hiši v mestu Kigali čakali sprejem in poročna darila: veliko riža, krompirja, sadja in pijače. Natalija Mucyo Waldhuber pripoveduje tudi o opazovanju gorskih goril v naravnem okolju.
Ele esteve conosco na Gregario há poucas semanas. Falava sobre sonhos. Agora ele volta para falar das conquistas. Henrique Bravo é o ciclista brasileiro do momento. Desperta esperança, orgulho e ainda muita curiosidade dos fãs de ciclismo. Atendendo a pedidos, Ana Lidia Borba reencontra o mineiro da Soudal-Quick Step Devo para uma conversa sobre os detalhes das suas vitórias em Ruanda e no Tour de Antalya, na Turquia. Bastidores da disputa, o clima das competições e como tem sido esse momento tão especial. Claro, o sorrisão e a simpatia que nunca decepcionam.
Da deslocação do Presidente moçambicano Daniel Chapo a Bruxelas às dúvidas sobre a continuidade das forças do Ruanda em Cabo Delgado, passando pela nomeação de um novo Procurador-Geral em Angola, pela penhora de bens de uma cervejeira em São Tomé e Príncipe e pelas polémicas no recenseamento eleitoral em Cabo Verde, a semana em África fica marcada por desenvolvimentos políticos, judiciais e económicos em vários pontos do continente. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, esteve em Bruxelas para uma série de encontros com representantes das instituições europeias e autoridades belgas. Em declarações à imprensa, manifestou a intenção de renovar as missões de apoio ao país, sublinhando que estas ainda se encontram “em dia”. Entretanto, o Ruanda admite retirar o contingente militar destacado no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, caso não sejam asseguradas garantias de financiamento sustentável. O aviso surge numa altura em que se aproxima o fim do apoio da União Europeia à missão. O investigador João Feijó alerta que não há interesse em ver as forças ruandesas abandonarem o país. Ainda em Moçambique, a Procuradoria-Geral da República de Moçambique considerou ilegal a decisão de suspender a atividade da MOZAL, a maior unidade industrial do país, tendo dado um prazo de cinco dias para reverter a medida. A reportagem é de Orfeu Lisboa. No plano judicial, o antigo ministro das Finanças, Manuel Chang, será libertado nos Estados Unidos e deportado para Maputo na próxima semana, após cumprir uma pena de oito anos e meio por fraude e branqueamento de capitais no âmbito do escândalo das dívidas ocultas. Em Angola, o Presidente João Lourenço nomeou Pedro Mendes de Carvalho como novo Procurador-Geral da República, sucedendo a Hélder Pitta Groz, que cessou funções por limite de idade. A reportagem é de Anvelino Miguel. Ainda em Angola, as organizações MUDEI, KUTAKEASA e UYELE entregaram um pedido de acesso a documentos administrativos relacionados com concursos públicos atribuídos à empresa INDRA, responsável pela gestão logística das eleições gerais de 2027. O jurista Jaime Domingos Mussinda afirma que o objetivo é garantir transparência. Em São Tomé e Príncipe, o Governo avançou com a penhora de bens da cervejeira Rosema, devido a dívidas fiscais avaliadas em cerca de um milhão de euros. A informação foi avançada pelo ministro das Finanças, Gareth Guadalupe. A reportagem é de Maximino Carlos. Já em Cabo Verde, após denúncias de atrasos e irregularidades, a Comissão Nacional de Eleições de Cabo Verde remeteu ao Supremo Tribunal de Justiça de Cabo Verde o processo de recenseamento eleitoral dos cidadãos residentes no estrangeiro. Mais pormenores com Odair Santos.
¿Es posible que una fotografía sea "demasiado bella" para retratar el hambre o la guerra?. Descubre cómo Sebastião Salgado pasó de ser un economista de élite a un fotógrafo que casi pierde la vida por mirar de frente el dolor del mundo.Sebastião Salgado no miraba a través de un lente artístico, sino con la mochila de un economista que entendía que "los números no sangran". Tras documentar hitos de la miseria humana como las minas de Serra Pelada y el genocidio de Ruanda, su cuerpo colapsó de forma literal: su mente ordenó la destrucción de su organismo al no poder procesar tanta muerte. Sin embargo, su historia no termina en la tragedia, sino en una redención ecológica sin precedentes: la resurrección de un bosque muerto que terminó por sanar su propia alma. En este episodio analizamos la delgada línea entre el testimonio y la explotación, y cómo su legado nos obliga a cuestionar nuestra propia apatía visual en la era de la IAEn "Crónicas de fotógrafo", este video nos invita a "aprender a mirar" más allá del contraste del blanco y negro. Salgado nos enseña que observar sin actuar es inútil, y que la cámara puede ser la herramienta más poderosa para traducir datos fríos en una conexión humana genuina que nos atraviese el almaSi una fotografía sobre una tragedia humana es estéticamente perfecta, ¿crees que nos motiva a ayudar o que simplemente nos hace admirar la técnica del autor? Te leo en los comentarios.
30 anos depois do genocídio no Ruanda, que matou 800 mil pessoas em apenas 10 dias. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Moçambicanos divididos quanto à eventual saída das forças ruandesas de Cabo Delgado. Angola: Modelo de escolha do Procurador-Geral da República "levanta questões pertinentes sobre a independência do cargo". Conflito no Médio Oriente ameaça as rotas marítimas, até em África. Conheça a situação do porto de Berbera, na Somalilândia.
Ein Sprung ins Ungewisse statt sicherer Corporate-Karriere in Deutschland: Nach dem Studium an der WHU wagt Simon Sondern den Schritt nach Afrika und baut sein Business im ostafrikanischen Ruanda auf. Mit der Fortico Group entwickelt er heute unter anderem Immobilien in der Hauptstadt Kigali, einem Markt mit rasantem Wirtschaftswachstum. Im OMR Podcast gewährt der Unternehmer Einblicke in die turbulente Anfangszeit zwischen Businessideen mit angeblich magischen Wachteleiern, Restaurantflyern, die er persönlich in Hotelzimmern auslegte, und den besonderen Herausforderungen seiner ersten Stelle beim afrikanischen Amazon-Klon Jumia.
Rassegna stampa economico-finanziaria del 5 Marzo 2026, strutturata per macro-temi e basata sulle principali testate giornalistiche nazionali.Investimenti e MercatiTestate: Corriere della Sera / Il Sole 24 Ore / Il Messaggero / Repubblica * Rimbalzo delle Borse: Piazza Affari chiude in rialzo del +1,95% (dopo il -4% di martedì). Francoforte segna +1,85%, Madrid +2,43%, Parigi +0,79% e Londra +0,75%. * Crollo in Asia: La Borsa di Seul registra un calo record del -12%, mentre Tokyo perde il -3,6% a causa dell'instabilità geopolitica. * Spread e Valute: Lo spread Btp/Bund si attesta a 68 punti base. L'euro si rafforza sopra quota 1,16 dollari. * Beni Rifugio: L'oro continua la sua corsa come bene rifugio, scambiato sopra i 5.100 dollari l'oncia (+0,71%). * Dati sulla Crescita (Istat): L'Italia parte nel 2026 con una crescita acquisita dello +0,3%. Nel quarto trimestre 2025 il PIL è cresciuto dello +0,3% congiunturale e dello +0,8% tendenziale. Gli investimenti fissi lordi sono aumentati dello +0,9%. * Golden Power: Nel 2025 le operazioni sotto Golden Power sono aumentate del 37%, passando da 660 a 903 notifiche.Industria e AutomotiveTestate: Il Sole 24 Ore / MF / Il Messaggero * Industrial Accelerator Act: La Commissione UE propone un piano per riportare l'industria al 20% del Pil entro il 2035 (dall'attuale 14%) per evitare la perdita di 600.000 posti di lavoro. * Requisiti Automotive: Il piano prevede che le auto elettriche acquistate tramite appalti pubblici siano assemblate in Europa e contengano almeno il 70% di materiale UE (esclusa la batteria). * Crisi Logistica: Grandi operatori come Maersk e Cosco hanno sospeso le rotte verso il Golfo Persico. Adidas segnala impatti sulla logistica e registra un calo in borsa del -4,6%. * Ex Ilva: Il ministro Urso dichiara che l'azienda va venduta entro 3 settimane.Fisco e NormativaTestate: Il Sole 24 Ore / Corriere della Sera / Repubblica * Decreto Bollette: Approvato il 18 febbraio, prevede circa 3 miliardi di euro di interventi. Include un contributo di 115 euro per 2,7 milioni di utenti a basso reddito e contributi volontari di 60 euro per ISEE fino a 25.000 euro. * Riforma ETS: L'Italia chiede a Bruxelles di scorporare i costi ETS dal prezzo dell'energia, con una neutralizzazione prevista per il 2027. * Art Bonus: Proposta l'estensione dell'incentivo fiscale anche per dimore storiche e musei d'impresa. * Referendum Giustizia (22-23 marzo): Sondaggi indicano il No in vantaggio al 52,4% con affluenza stimata al 42%. Il Sì potrebbe prevalere (50,2%) solo se l'affluenza salisse al 49%. Banche e CreditoTestate: Il Sole 24 Ore / MF * Ratifica MES: Esperti sollecitano la ratifica del trattato per completare l'Unione Bancaria e accedere a linee di credito precauzionali. * Esposizione Medio Oriente: Autorità di Hong Kong e Cina chiedono alle banche di riesaminare l'esposizione a prestiti e obbligazioni nel Golfo. * BCE: Tassi previsti fermi (200 punti base per depositi, 215 per il credito) in attesa di maggiore chiarezza sugli shock geopolitici.Energia e GeopoliticaTestate: Corriere della Sera / Il Sole 24 Ore / Il Messaggero / Repubblica * Stoccaggi Gas: L'Italia ha stoccaggi al 50%, il livello più alto in Europa (media UE al 30%). * Prezzi Energia: Il gas TTF chiude a 49,7 €/MWh (-8,3% in un giorno, ma in rialzo del 55% nella settimana). Il Brent si stabilizza a 81-81,5 dollari al barile. * Stretto di Hormuz: Bloccato il 90% del traffico. Il noleggio di un grosso tanker è passato da 50.000 a 480.000 dollari/giorno. Le polizze assicurative sono rincarate di 12 volte in 3 giorni, passando da 1.000 a 100.000 dollari per tratta. * Carburanti in Italia: Prezzi medi self-service a 1,693 € per la benzina e 1,753 € per il gasolio. In autostrada il diesel ha toccato i 2,5 €/litro.Lavoro e FormazioneTestate: Il Messaggero / Il Sole 24 Ore / Il Giornale * Disoccupazione Record: Tasso di disoccupazione al minimo storico del 5,1% a gennaio. * Occupazione: Gli occupati superano i 24,18 milioni (+80.000 su base mensile). Tasso di occupazione al 62,6%. * Lavoro Autonomo: Crescita marcata dei lavoratori autonomi (+195.000 in un anno) a fronte di un calo dei contratti a termine (-196.000). * Piano Mattei: Allargamento a 18 Paesi africani totali (4 nuove entrate: Gabon, RD Congo, Ruanda, Zambia).Executive Takeaway * Resilienza Energetica: L'Italia vanta il record europeo di stoccaggi gas (50%), garantendo una copertura per almeno un mese nonostante il blocco di Hormuz. * Dinamismo Occupazionale: Il minimo storico di disoccupazione (5,1%) e l'aumento degli occupati oltre i 24 milioni confermano la solidità del mercato interno. * Rischio Inflattivo da Logistica: L'esplosione dei costi assicurativi e di nolo marittimo (nolo tanker +860%) minaccia di riaccendere l'inflazione tramite i costi di trasporto. * Focus Difesa e Sovranità: La crescita dei deal sotto Golden Power (+37%) e il nuovo Industrial Accelerator Act segnalano un cambio di paradigma verso il protezionismo strategico europeo. * Incertezza Politica Interna: Il conflitto mediorientale sta drenando interesse dal referendum sulla giustizia, con il rischio di un quorum di partecipazione basso (42% stimato).
Semana de grandes emoções com a participação dos brasileiros em Ruanda. O clímax, sem dúvida, foi a vitória de Henrique Bravo na Etapa 7, atacando no Mur de Kigali. A promessa é cada vez mais realidade na Soudal Quick Step Devo. No RADIO falamos do Bravinho, claro, e da Localiza Meoo. O time liderado por Henrique Avancini foi muito bem na volta africana. Na Europa, as clássicas de primavera começaram em grande estilo com a Omloop Het Nieuwsblad e os campeões foram os marrentos Mathieu Van der Poel e Demi Vollering. Porém, tem muita, mas muita coisa para falar nesta semana. Junte-se à resenha da semana!
Uma cobrança de aluguel atrasado levou as autoridades da Ruanda até um cruel assassino em série que estocava suas vítimas na própria cozinha e não tinha planos de parar.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo. ________________________________________________________________
Muito assunto essa semana no Gregario Radio. Desde o início valente de Henrique Avancini no Tour de Ruanda até a vitória de Otavio Gonzeli em Mendoza. Mas também tem muito papo sobre uma nova geração embalada. Ayuso e Del Toro voam. Almeida e Remco derrapam.E o Seixas, hein? Os franceses já podem voltar a sonhar com o Tour? Chegue junto na resenha da semana com Leandro Bittar, Ana Lidia Borba e Nicolas Sessler!
Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.
Er ist laut, schrill und einer der grössten Influencer der Welt: IShowSpeed, 21 Jahre alt, 135 Millionen Follower auf verschiedenen Plattformen. Auf seiner Afrikareise durch 20 Länder wurde er von Menschenmengen empfangen – und von Politikern hofiert. Millionen schauten live zu, wie er traditionelle Ringer in Senegal traf, bei den Maasai die Viehzucht kennenlernte oder Berggorillas in Ruanda besuchte. Doch was bedeutet diese Reise? Afrika-Korrespondent Samuel Misteli ordnet ein, warum IShowSpeed bei jungen Menschen auf dem Kontinent einen Nerv trifft – und weshalb seine Streams auch in den USA das Afrikabild positiv verändern. Gleichzeitig bleibt Kritik: Dient der Kontinent dem Streamer und Influencer am Ende doch nur als Kulisse für Klicks? Gast: Samuel Misteli, Afrika-Korrespondent der NZZ Host: Sarah Ziegler Samuels [Bericht ](https://www.nzz.ch/panorama/ishowspeeds-afrika-tour-influencer-begeistert-millionen-ld.1922640)von der Afrika-Tour Lust auf noch mehr digitale Inhalte der NZZ? [Probier`s drei Monate aus.](https://abo.nzz.ch/25077808-2/) Informiere dich kurz, kompakt und fokussiert über das Weltgeschehen mit unserem täglichen Newsletter, dem [«NZZ Briefing»](http://go.nzz.ch/briefing). Jetzt kostenlos registrieren und abonnieren.
Com o sorrisão enorme que ele tem, Bravo vira Bravinho rapidamente. Henrique Bravo é uma promessa do ciclismo brasileiro e segue cada passo para chegar na Elite do ciclismo mundial.Em 2026, Bravinho já começou a participar de algumas provas com a equipe principal da Soudal-Quick Step, de Mikel Landa e Tim Merlier.Ele vem sendo moldado como uma jóia e faz planos para a temporada onde já está confirmado no Tour de Ruanda e também no Tour de L'Avenir, competição que reúne os nomes mais promissores do esporte.Em uma conversa com Ana Lidia Borba, Henrique ainda entrega sua juventude e a inexperiência de quem "participa de um podcast pela primeira vez".Mas, temos certeza, não será a última visita dele aqui.
Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.
Imigração: os casos do Ruanda e do ICE Presidenciais portuguesas
¿Qué ocurre cuando un mensaje divino se convierte en una tragedia? En este episodio de #PULSO, analizamos las apariciones marianas del siglo 20, casos documentados donde las visiones, los mensajes y la fe estuvieron marcados por consecuencias devastadoras. Revisamos casos como la Virgen de Kibeho en África, una de las apariciones marianas aprobadas por la iglesia, donde niñas videntes aseguraron recibir advertencias años antes del genocidio de Ruanda, mientras eran sometidas a presiones e interrogatorios para probar la veracidad de sus visiones. Investigamos también la Virgen de Zeitoun en Egipto, un fenómeno observado por miles de testigos y registrado en fotografías y video, las visiones de la Virgen de Akita, los trances de las niñas de Garabandal (Virgen del Carmen), y las lágrimas de sangre junto con las visiones de la Virgen de Betania. Acompáñanos en este podcast para descifrar si fueron apariciones divinas… o algo no humano se hizo pasar por la Virgen.
En la Tertulia Zona Cero Mado Martínez, Juanjo Sánchez-Oro y Álvaro Anula comentan como los hongos podrían ser los nuevos conductores de electricidad en las computadoras del futuro; qué ocurriría si el espacio diera la posibilidad de viajar en el tiempo; qué han encontrado en la llamada ciudad de los Gigantes de Etiopía. Por qué la IA más inteligente, como el chat GPT-40 o GPT-41 está respondiendo de forma maliciosa. Cómo fue la aparición Mariana vista por dos niños en Ruanda. Y para terminar varias noticias curiosas protagonizadas por animales: vaca, ratas y abejas.
Sociedade civil guineense convoca mais um protesto, para 20 de janeiro contra o Alto Comando Militar. Félix Tshisekedi e João Lourenço reuniram-se duas vezes esta semana para discutir o conflito no Leste da RDCongo. Estará Angola de volta à mediação do conflito? Há duas semanas, Irão é palco de protesto contra o regime no poder. Rússia ataca Ucrânia com míssel hipersónico.
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país?Ao longo da conversa, a gente fala sobre:a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional;o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”;casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda;turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba;a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso);a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”;e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea.Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem.INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país? Ao longo da conversa, a gente fala sobre: a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional; o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”; casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda; turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba; a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso); a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”; e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea. Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem. INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos: Cupom de desconto: MAMILOS
Zum Jahres-Ende zwei «International-Spezial»: im ersten ein Jahresrück- und ausblick aus Afrika: über den Kontinent berichten für SRF Sarah Fluck, aus Kampala, der Hauptstadt Ugandas, und Fabian Urech, aus Accra, der Hauptstadt Ghanas. Die beiden reden miteinander über Krieg, Proteste und Hoffnung. Das Korrespondenten-Duo lebt auf dem gleichen Kontinent - Sarah Fluck im Osten, Fabian Urech im Westen – und trotzdem in komplett verschiedenen Welten. Afrika, mit seinen über fünfzig Staaten, ist nicht gleich Afrika, das zeigt schon die Bürokratie: In einigen afrikanischen Staaten, sagt Fabian, erinnere ihn die Visumsbürokratie an «Asterix bei den Römern», in anderen liefen gewisse Dinge besser als in den USA. Sarah wiederum reiste den Sudan, ins drittgrösste Land des Kontinents, wo sich zur Zeit die weltweit grösste humanitäre Katastrophe abspielt; sie erzählt sie aber auch von der Rad-Weltmeisterschaft , die 2025 in Ruanda stattfand. Ein Kontinent voller Gegensätze: ein politisches, persönliches und auch humorvolles Gespräch zum Jahresende.
Zum Jahres-Ende zwei «International-Spezial»: im ersten ein Jahresrück- und ausblick aus Afrika: über den Kontinent berichten für SRF Sarah Fluck, aus Kampala, der Hauptstadt Ugandas, und Fabian Urech, aus Accra, der Hauptstadt Ghanas. Die beiden reden miteinander über Krieg, Proteste und Hoffnung. Das Korrespondenten-Duo lebt auf dem gleichen Kontinent - Sarah Fluck im Osten, Fabian Urech im Westen – und trotzdem in komplett verschiedenen Welten. Afrika, mit seinen über fünfzig Staaten, ist nicht gleich Afrika, das zeigt schon die Bürokratie: In einigen afrikanischen Staaten, sagt Fabian, erinnere ihn die Visumsbürokratie an «Asterix bei den Römern», in anderen liefen gewisse Dinge besser als in den USA. Sarah wiederum reiste den Sudan, ins drittgrösste Land des Kontinents, wo sich zur Zeit die weltweit grösste humanitäre Katastrophe abspielt; sie erzählt sie aber auch von der Rad-Weltmeisterschaft , die 2025 in Ruanda stattfand. Ein Kontinent voller Gegensätze: ein politisches, persönliches und auch humorvolles Gespräch zum Jahresende.
In dieser letzten Folge unserer Uganda-Serie erwartet euch ein Gespräch mit einem modernen Hüter des Waldes: Nachdem wir in der vorherigen Folge selbst im Bergregenwald des Bwindi Nationalparks auf Tuchfühlung mit den majestätischen Berggorillas gehen durften, treffen wir nun einen Mann, der wie wenige andere für ihren Schutz steht: Dr. Andrew Seguya.Er ist studierter Tierarzt, war langjähriger Direktor der Uganda Wildlife Authority und leitet heute die Greater Virunga Transboundary Collaboration – eine einzigartige, länderübergreifenden Initiative zum Schutz der letzten Berggorillas im Dreiländereck Uganda, Ruanda und DR Kongo.Dr. Seguya gibt uns faszinierende Einblicke in die Herausforderungen und Erfolge des Artenschutzes in einer mitunter krisengeplagten Region – und zeigt, wie es gelingen kann, Wildtiere, Lebensräume und Menschen gleichermaßen zu schützen. Eine inspirierende Folge über Diplomatie, Visionen, Gemeinschaft und eine große Portion Hoffnung.(Und, ja, streng genommen findet dieser letzte „Uganda-Teil“ gänzlich im benachbarten Ruanda statt, aber da wir uns inhaltlich gänzlich auf unsere Erlebnisse in Uganda beziehen, sind wir so frei und rechnen die Episode der entsprechenden Uganda-Serie zu, deren Abschluss sie bildet.) Redaktion & Produktion: Erik Lorenz Habt ihr schon die vorherigen Folgen über unsere Uganda-Reise gehört? Bisher erschienen sind:WW426: Von Schuhschnäbeln und Schimpansen (1/2) – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW427: Von Schuhschnäbeln und Schimpansen (2/2) – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW431: Von hungrigen Hippos und heulenden Hyänen (1/2) – Safari im Queen Elizabeth Nationalpark (Uganda) mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW432: Von hungrigen Hippos und heulenden Hyänen (2/2) – Safari im Queen Elizabeth Nationalpark (Uganda) mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW438: Von Bildungshunger und Berglandschaften – eine Reise durch Ugandas grünes Herz mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzWW439: Im Reich der Berggorillas – unterwegs in Uganda mit Lydia Möcklinghoff und Erik LorenzDieser Podcast wird auch durch unsere Hörerschaft ermöglicht. Wenn du gern zuhörst, kannst du dazu beitragen, dass unsere Show auch weiterhin besteht und regelmäßig erscheint. Zum Dank erhältst du Zugriff auf unseren werbefreien Feed und auf unsere Bonusfolgen. Diese Möglichkeiten zur Unterstützung bestehen:Weltwach Supporters Club bei Steady. Du kannst ihn auch direkt über Spotify ansteuern. Alternativ kannst du bei Apple Podcasts UnterstützerIn werden.WERBEPARTNERhttps://linktr.ee/weltwach Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Il 4 dicembre il presidente statunitense Donald Trump ha presieduto una cerimonia a Washington per la firma di un accordo di pace tra la Repubblica Democratica del Congo (Rdc) e il Ruanda, mentre intensi combattimenti sono in corso nell'est della Rdc. Con Andrea Spinelli Barrile, giornalista.Lo scorso luglio il comune di Roma ha firmato una convenzione con un fondo immobiliare statunitense per costruire uno studentato privato di più di duemila posti nell'area che un tempo ospitava i mercati generali della città,. Con Sarah Gainsforth, ricercatrice indipendente.Oggi parliamo anche di:Scienza • “Ridendo s'impara“ di Joshua Rothmanhttps://www.internazionale.it/magazine/joshua-rothman/2025/12/04/ridendo-s-imparaPodcast • Nel nido dei serpenti di ZerocalcareCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Hace tan solo unos dias se anunciaba que Ruanda y el Congo habian alcanzado un acuerdo de paz, pero detras de dicha paz estan los intereses ocultos de Estados Unidos, que tienen por objeto hacerse con los minerales y tierras raras que se encuentran en las minas de la region de Kiwu, una de las zonas mineras mas importantes del mundo, que cuenta con cobalto, coltan y tierras raras. Gracias al acuerdo, Estados Unidos puede hacerse con el acceso a los productos mineros, muy necesarios para las fabricacion de elementos tecnologicos como telefonos u ordenadores. Sin esos minerales, dichos objetos no pueden fabricarse, pero esos minerales se encuentran, fundamentalmente, en esta region del Congo y China. La ultima fase de este conflicto -que arranco hace varias decadas- arranco cuando a comienzos de este ano, cuando la guerrilla ruandesa M23 empezo a atacar el Congo. Por diferentes asuntos, se sabe que detras de esta guerrilla podrian estar determinados financiadores extranjeros. Estaba Estados Unidos detras de esta guerrilla? Parta saber algo mas sobre este asunto hemos acudido a uno de los especialistas que mas sabe en Espana sobre Tierras Raras: Juan Manuel Chomon.
Es gibt Gedenktage, die im kollektiven Gedächtnis verankert sind und pompös gefeiert werden. Der Tag der Menschenrechte gehört nicht dazu. Dabei hätte er viel mehr Aufmerksamkeit verdient, denn die Menschenrechte sind die Grundlage unseres zivilisierten Zusammenlebens. Daher möchte die aktuelle Folge anlässlich des Internationalen Tages der Menschenrechte am 10. Dezember daran erinnern, welche Errungenschaft es war, die Menschenrechte in Konventionen und Verfassungen zu verankern. Ein Umstand, den manche Politiker und Parteien heute schon fast als Lästigkeit empfinden. Solmaz Khorsand spricht mit dem langjährigen UN-Mitarbeiter Homayoun Alizadeh über den Zustand der Menschenrechte, die Glaubwürdigkeit der Vereinten Nationen und den sich ausbreitenden Völkerrechtszynismus. Der Menschenrechtsaktivist hat Jahrzehnte für die UNO in unterschiedlichen Funktionen in vielen Weltregionen gearbeitet, unter anderem in Ruanda, Kroatien, dem Sudan und auf den Philippinen. Auf "Ganz offen gesagt" lässt er die vergangenen Jahrzehnte Revue passieren und teilt seine Sorge über eine Welt, in der zunehmend das Recht des Stärkeren gilt. Wir würden uns sehr freuen, wenn Du "Ganz offen gesagt" auf einem der folgenden Wege unterstützt:Werde Unterstützer:in auf SteadyKaufe ein Premium-Abo auf AppleKaufe Artikel in unserem FanshopSchalte Werbung in unserem PodcastFeedback bitte an redaktion@ganzoffengesagt.atTranskripte und Fotos zu den Folgen findest Du auf podcastradio.at