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Aunque el presidente Masoud Pezeshkian aseguró que no habría más ataques contra los países del Golfo Pérsico, Qatar, Emiratos Árabes Unidos y Kuwait denunciaron ser blanco de misiles y drones iraníes.
Los ataques sobre Irán han provocado un efecto cascada que ya afecta directamente a 15 países. Irán ha contraatacado bombardeando países como Kuwait, Qatar, Bahréin, Emiratos Árabes Unidos… ¿Por qué estos países? Porque tienen bases militares americanas. Hay 128 bases estadounidenses por todo el mundo, la mayoría están en Europa. En España hay dos: la de Rota y de la Morón. España ha anunciado que no va a permitir que se usen para esta guerra en Irán y Trump ha amenazado a España. ¿Puede hacerlo? ¿A quién corresponde exactamente el fin y uso último de estas bases? Lo analizamos con el codirector del Instituto de Estudios sobre Conflictos y Acción Humanitaria, Jesús Núñez. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743See omnystudio.com/listener for privacy information.
Incendios forestales en Edomex solo afectan 9 mil hectáreas Detienen en Sinaloa presunto feminicida de Rubí PatriciaMás información en nuestro Podcast
Saiba o que é o abuso dessas imagens fabricadas na internet e e por que as leis, plataformas e sistemas de justiça estão falhando em combater problema; 98% de todos os vídeos são feitos com imagens pornográficas não autorizadas ou imagens de nudez falsas; Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos são destaque na lista de países com punição.
La sumiller Mónica González nos cuenta su reciente colaboración con la bodega onubense del también berciano Mario Garay, una experiencia que se traducirá en un palomino criado bajo velo de flor
O Médio Oriente está a ferro e fogo. Há uma tensão crescente nesta região do mundo depois dos Estados Unidos da América e Israel terem lançado uma operação conjunta contra o Irão. Teerão está a visar visando vários países da região. O Presidente francês, Emmanuel Macron anunciou, esta terça-feira, que iria enviar para o Mediterrâneo o porta-aviões Charles de Gaulle, o maior navio de guerra francês. França está a reforçar os meios militares na região para defender os seus interesses e também os interesses de países aliados, caso dos países do golfo. No magazine Vida em França desta semana, falámos sobre a posição francesa neste conflito. Em entrevista à RFI, Vítor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada de Lisboa e também professor adjunto da Sciences Po Aix en Provence, começa por analisar o discurso de Emmanuel Macron, um discurso "muito pragmático", em que o chefe de estado francês "começa por responsabilizar o Irão". Neste discurso, Emmanuel Macron fez uma dupla crítica: por um lado, contra intervenção israelo-americana, feita ao arrepio do direito internacional e sem consultar previamente as Nações Unidas. Por outro, uma acérrima condenação quanto à possível intervenção terrestre israelita no Líbano, que o chefe de Estado francês diz que, se vier a acontecer, "seria um erro estratégico". Vítor Ramon Fernandes reconhece que a "situação está a escalar muito mais rápido do que imaginava", defendendo que já estamos perante a "regionalização do conflito", depois de vários países do golfo, como o Catar ou os Emirados Árabes Unidos terem sido atingidos.por ataques iranianos. Neste programa, analisámos todas estas questões, numa altura em que o xadrez internacional é cada vez mais imprevisível e está em constante mudança.
O ataque dos Estados Unidos ao Irã causou diversas consequências e pode afetar a Copa do Mundo, que será em território americano. Como isso pode afetar o torneio? O Irã pode ficar fora? Também falamos sobre a Bundesliga quase definida depois do clássico entre Dortmund e Bayern, o Arsenal vencendo a batalha de escanteios com o Chelsea e o Real Madrid em uma espiral negativa.E ainda tem a compra da Warner pela Paramount, que pode mexer no mercado de esportes ao vivo.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (03/03/2026): No terceiro dia de guerra no Oriente Médio, o conflito já envolve 12 países. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a maior onda de ataques ainda está por vir, previu duração de até cinco semanas e não descartou o envio de tropas ao Irã, dizendo que o objetivo é destruir mísseis, aniquilar a marinha iraniana e impedir armas nucleares. Teerã rejeitou negociações, enquanto bombardeios americanos e israelenses continuaram, com centenas de mortos no Irã, incluindo civis, segundo o Crescente Vermelho. Os EUA afirmam ter afundado navios iranianos e reforçado presença militar na região. O Irã lançou mísseis contra bases americanas no Kuwait, Bahrein, Iraque e Emirados Árabes Unidos, além de atingir instalações na Arábia Saudita e no Catar. Em Israel, ataques deixaram mortos, e o Hezbollah entrou na guerra, ampliando a escalada regional. E mais: Economia: Acirramento da guerra faz barril de petróleo avançar até 6,68% Política: Ministros do STJ têm 29 parentes que advogam em ações na Corte Metrópole: MEC propõe carga horária presencial menor na formação de professores Cultura: ‘ Gal, o musical’ será uma das estreias de março em SPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O enriquecimento de uranio a 60% é um facto comprovado no Irao, mas os bombardeamentos norte-americanos e israelitas ameaçam as instalaçoes nucleares no pais, assim como na regiao, agravando o risco deste conflito. O programa nuclear do Irão foi apresentado como o principal motivo para os ataques norte-americanos e israelitas contra o país desde sábado, que resultaram, até agora, na morte do Ayatollah Ali Khamenei, assim como dezenas de dirigentes iranianos. Em Junho do ano passado, os Estados Unidos já tinham bombardeado o Irão, atingindo três centrais nucleares. Em entrevista à RFI, Rui Curado da Silva, Investigador principal no laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas da Universidade de Coimbra, em Portugal, explica que ao contrário do que aconteceu no Iraque, há provas imparciais que o Irão detém centenas de quilos de urânio enriquecido numa percentagem que indica a intenção de produzir armas de destruição maciça. "No Irão temos a inspecção da Agência Internacional de Energia Atómica, não são os Estados Unidos ou outro país que esta a dizer que eles tem urânio enriquecido. É a Agência Internacional de Energia Atómica que esteve no terreno. Portanto, não há dúvida nenhuma que eles têm centenas de quilos de urânio com mais de 60% de enriquecimento. E esse nível de enriquecimento não é necessário para as centrais nucleares: Para produzir electricidade, bastam 5%. Ja para produzir armas nucleares é necessário 90%. Portanto, aqui há uma clara indicação que o Irão quer ter armas nucleares", explicou o investigador. O perigo agora, perante bombardeamentos cerrados em várias cidades no Irão, é atingir uma das centrais nucleares onde há este urânio enriquecido e, assim, espalhar este composto altamente perigoso. "Há vários tipos de perigo. Eu vou destacar os dois extremos. Imaginemos que os Estados Unidos acertam no sítio onde eles têm centenas de quilos de urânio enriquecido naquele nível. O que vai acontecer é que o urânio vai ser projetado a dezenas, centenas de metros, alguns quilómetros no máximo, e vai contaminar essa zona toda. Depois as pessoas não podem andar naquela zona, porque aquilo é perigoso. Existe uma central nuclear ali naquela zona que eles agora andam a bombardear no Irão. Existe outra, no outro lado do Golfo, que tem quatro reactores, que é uma central nuclear dos Emirados Árabes Unidos, e depois os dois porta-aviões americanos que lá estão e são movidos a energia nuclear. Têm dois reactores nucleares. Portanto, se houver algum ataque a um desses reactores a funcionar, o caso é muito mais grave, porque há muito material ativo, muito material utilizado, que é muito perigoso, que pode incendiar-se facilmente e emitir isótopos de urânio e material contaminado para a atmosfera a distâncias de 1000 quilómetros ou 2000 quilómetros", explicou Rui Curado da Silva. Um acidente deste género seria similar ao que se passou em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, que terá causado até agora 4 mil mortos devido à exposição à radiação. De forma a evitar conflitos baseados na posse e produção de armas nucleares, Rui Curado da Silva defende uma acção mais alargada e eficaz da Agência Internacional de Energia Atómica. Este cientista integra o grupo Union of Concerned Scientists, ou União dos Cientistas Preocupados, que defende que, face ao conhecimento que existe hoje da energia atómica, a regulação internacional devia mudar. "Isto deveria passar por uma partilha de responsabilidades similar ao que já existe na União Europeia, onde são definidas regras para quando os países não cumprem os acordos. Existem consequências. E neste momento, os países que fazem parte da Agência Internacional de Energia Atómica têm consequências muito limitadas", concluiu o cientista.
En esta entrevista en Radio Intereconomía, Javier Díaz Izquierdo, analista de Renta 4 Banco, analiza el impacto del conflicto en Oriente Medio sobre los mercados financieros. Estados Unidos, con una producción superior a 20 millones de barriles diarios, afronta el escenario desde una posición de independencia energética, mientras que Europa sigue siendo dependiente de las importaciones de crudo. Esta diferencia explica, en parte, el mejor comportamiento relativo de Wall Street frente a las bolsas europeas.
“Nós vamos fazer tudo o que é possível para manter o fornecimento” - Ricardo Santin, presidente ABPA Com escalada do conflito no Oriente Médio, exportadores de carne de frango avaliam alternativas para o embarque do produto Halal O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango Halal, ou seja que é preparada de acordo com os preceitos islâmicos, garantindo qualidade e purezaPrincipal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas em janeiro, volume 14% superior ao registrado no ano passadoE a Arábia Saudita comprou 33,5 mil toneladas, alta de 5%A Associação Brasileira de Proteína Animal acompanha com atenção o conflito no Oriente Médio, região que é uma das maiores compradoras do frango brasileiro A ABPA, Associação Brasileira de Proteína Animal, avalia com atenção as alternativas que poderão ser utilizadas com o fechamento do estreito de Ormuz
Este fin de semana Estados Unidos e Israel pusieron en marcha la Operación Furia Épica, una ofensiva conjunta consistente en ataques aéreos contra Irán. Los bombardeos han destruido instalaciones militares y han alcanzado también objetivos de altísimo valor político como el parlamento y la sede del poder judicial. El hecho más trascendental hasta el momento es la muerte confirmada del líder supremo, Alí Jamenei, algo que, al menos temporalmente, descabeza al régimen de los ayatolás. Su gobierno respondió de inmediato con ataques sobre Israel y bases estadounidenses en el golfo Pérsico. Calificó la operación como una declaración de guerra total contra el mundo islámico, lo cual no ha sido obstáculo para que los ataques iraníes se hayan extendido a países como los Emiratos Árabes Unidos, Catar o Jordania. Donald Trump ha justificado la operación como un acto de defensa propia tras décadas de hostilidad iraní hacia ellos. A través de un mensaje grabado en vídeo, el presidente acusó al régimen de derramar sangre estadounidense y de oprimir a su propio pueblo. Prometió que esta operación destruirá definitivamente el programa nuclear iraní y su capacidad de financiar milicias terroristas. Trump se ha puesto a sí mismo el listón muy alto ya que pidió también que el pueblo iraní se rebele y tome las riendas del gobierno, algo que no depende de él y que es mucho más difícil. Que se consigan todos los objetivos que se han propuesto es complicado, al menos a corto plazo. Irán es un país inmenso y de una endemoniada orografía, lo que hace inviable una campaña terrestre que por ahora ni siquiera se ha planteado. Además, el programa nuclear iraní está distribuido por todo el país, lo que dificulta su eliminación completa sin la presencia de tropas sobre el terreno. El régimen, aunque debilitado, podría sobrevivir si logra reorganizar su cúpula de mando, especialmente si la Guardia Revolucionaria mantiene su cohesión interna. El riesgo de una escalada regional es obvio. Si Irán se siente acorralado, podría recurrir a tácticas desesperadas como el uso de minas navales en el estrecho de Ormuz para bloquear el suministro mundial de petróleo o la activación de redes terroristas en el extranjero. No obstante, estas acciones podrían volverse en su contra ya que eso afectaría a socios comerciales como China, también uniría a la opinión pública occidental a favor de la guerra. La llamada a la insurrección dentro de Irán es también arriesgada. Sin armas ni organización, los manifestantes podrían enfrentarse a una masacre. En última instancia, el éxito de esta operación dependerá de factores que aún son una incógnita. No está claro quién tomaría el poder si el régimen colapsa. El vacío podría derivar en una guerra civil o en el ascenso de una dictadura militar tan hostil hacia Occidente como el régimen de Jamenei. En Estados Unidos el apoyo a esta guerra es frágil y depende de que la operación sea rápida y sin bajas. El conflicto evoluciona con las horas y nadie sabe muy bien cuál será el escenario a solo una semana vista. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:27 Incógnitas sobre Irán 30:08 “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 32:07 ¿Son peligrosas las ciudades europeas? - https://youtu.be/K0OVBbNWHzA 38:58 Los aranceles de Trump 44:45 El terrorismo de extrema derecha en la transición · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #iran #jamenei Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Médio Oriente vive terceiro dia de guerra. Acompanhe neste jornal o relato de uma moçambicana a partir dos Emirados Árabes Unidos. Mandato de António Guterres na ONU termina este ano. Hipótese de um africano assumir o cargo é "extremamente improvável", diz académico Carlos Lopes. Em Moçambique, PODEMOS suspende membro e avança com processo-crime.
En el Radar Empresarial de hoy repasamos qué compañías y sectores están sintiendo con más fuerza el impacto de la escalada del conflicto en Irán. El posible cierre del estrecho de Ormuz y el encarecimiento del crudo no son las únicas derivadas que pueden sacudir a los mercados. Numerosas empresas siguen con máxima atención cada novedad procedente de Oriente Próximo. Entre los ámbitos más perjudicados destaca el transporte marítimo. Tras la gran operación militar de Estados Unidos e Israel y la posterior respuesta de Irán, dos grandes navieras como Mediterranean Shipping Company y Maersk comunicaron la paralización de su actividad en el estrecho de Ormuz. La firma danesa, además, advirtió de que los servicios con escala en puertos del golfo Pérsico podrían sufrir demoras, desvíos o cambios en sus itinerarios. La preocupación se centra ahora en el incremento de costes que supondrá rediseñar rutas alternativas, un sobreprecio que puede trasladarse al valor final de las mercancías. Estas tensiones ya se reflejan en la energía: el petróleo acumula un alza del 10%, mientras que el gas se ha encarecido en Europa en torno a un 22%. Las petroleras tampoco han quedado al margen. Chevron se ha visto afectada después de que su operador en el yacimiento Leviatán, en Israel, cerrara dos relevantes campos de gas y una refinería que producían cerca de 197.000 barriles diarios. La tecnología también sufre las consecuencias. Amazon Web Services ha registrado incidencias en su actividad tras el impacto de objetos en las instalaciones de su centro de datos en Emiratos Árabes Unidos. El deporte, por su parte, tampoco escapa a esta situación. La Finalissima —el encuentro entre las selecciones campeonas de Europa y Sudamérica, España y Argentina, previsto en Qatar— ha sido suspendida, dejando en el aire importantes contratos publicitarios y de retransmisión. Asimismo, se han cancelado los primeros test de Fórmula 1 en Baréin, y el circuito de Melbourne podría verse comprometido, ya que la interrupción de rutas amenaza con impedir que varios equipos dispongan a tiempo del material necesario.
1324. Llega la Iniciativa Resident Evil para que 17 podcast se unan entorno a una saga. Hoy arranco pidiendo disculpas porque sé que durante el episodio voy a pronunciar “Resident Ivol” como lo hemos hecho toda la vida por aquí, aunque no sea lo correcto. Ya sabéis que con ciertos términos anglosajones nos puede la españolización. Dicho esto, lo importante no es cómo lo pronunciemos, sino lo que han conseguido hacer alrededor de esta saga. Hoy os traigo una de esas propuestas que me encantan porque demuestran que el podcasting también es comunidad y coordinación. No hablo simplemente de podcast sobre videojuegos. Eso ya lo comparten todos los participantes. Hablo de algo mucho más concreto: 17 podcast distintos que se han puesto de acuerdo para rendir homenaje a una misma saga, coincidiendo además con el lanzamiento de la novena entrega, Resident Evil 9 Requiem. La iniciativa surge en el grupo de Podgaming y ha sido coordinada por Sergi, conocido podcastilmente como Waylis10, integrante de GamelX. Y lo interesante no es solo el tema elegido, sino la manera en la que lo han planteado: reparto de títulos, fechas de publicación cercanas, portada común o estilo compartido, hashtag propio y, además, creación de un feed específico donde escuchar todos los episodios juntos.Esto último me parece especialmente brillante. Porque no se han quedado en “cada uno publica lo suyo y ya está”, sino que han creado listas en iVoox, Spotify, YouTube y YouTube Music para que cualquier oyente pueda seguir la iniciativa completa sin volverse loco saltando de un canal a otro. Es decir, han pensado en la experiencia de escucha. Estamos hablando de una saga que empezó en 1996, que ha generado remakes, spin-offs, películas, novelas, cómics, series y hasta versiones en realidad virtual. Un universo tan amplio que daba para mucho más que un simple episodio suelto. Y eso es precisamente lo que han hecho: repartirse el universo Resident Evil para cubrirlo desde múltiples ángulos. Lo que me gusta de este tipo de propuestas es que, además de celebrar un lanzamiento concreto, consiguen algo todavía más importante: cruzar audiencias. Si escuchas uno de los podcast participantes, es muy probable que descubras otros 16. Y eso, en un ecosistema tan fragmentado como el nuestro, es oro puro. Yo, por supuesto, me sumo a la fiesta desde este lado del micrófono, haciendo de episodio 18 y cierre simbólico de la iniciativa. Y, sinceramente, ojalá más nichos hicieran este tipo de colaboraciones coordinadas. Porque cuando varios podcast reman en la misma dirección, el impacto es mucho mayor que cuando cada uno va por libre. Feed: https://www.feedbueno.es/iniciativaresidentevil/feed.xmlLista de iVoox: https://go.ivoox.com/rf/168879357Lista de Spotify: https://open.spotify.com/playlist/06h5l69UUN0YdbKDYWbg8v?si=EW6m8nmEQRSyhhNpG6TVsALista de YouTube: https://youtube.com/playlist?list=PLuuSWmpMzKJUzk01bJphAURTTG06VYtq7&si=bxcxgxvqWvzsPaKELista de YouTube Music: https://music.youtube.com/playlist?list=PLuuSWmpMzKJVpnpLscRCwoalRKeuyMa0N&si=E7w0q65Z_Eb3UjrvBusca "Iniciativa Resident Evil" o descarga el archivo de https://feedbueno.es/iniciativaresidentevil/iniciativaresidentevil.opml y ábrelo en tu app de podcast._____________Consigue tu entrada para el directo de 'Contando Kilómetros Podcast' el 28 de marzo en las Podnights Madrid a través de Eventbritehttps://www.eventbrite.es/e/1980175107050?aff=oddtdtcreator_____________ ¡Gracias por pasarte 'Al otro lado del micrófono' un día más para seguir aprendiendo sobre podcasting! Si quieres descubrir cómo puedes unirte a la comunidad o a los diferentes canales donde está presente este podcast, te invito a visitar https://alotroladodelmicrofono.com/unete Además, puedes apoyar el proyecto mediante un pequeño impulso mensual, desde un granito de café mensual hasta un brunch digital. Descubre las diferentes opciones entrando en: https://alotroladodelmicrofono.com/cafe. También puedes apoyar el proyecto a través de tus compras en Amazon mediante mi enlace de afiliados https://alotroladodelmicrofono.com/amazon La voz que puedes escuchar en la intro del podcast es de Juan Navarro Torelló (PoniendoVoces) y el diseño visual es de Antonio Poveda. La dirección, grabación y locución corre a cargo de Jorge Marín. La sintonía que puedes escuchar en cada capítulo ha sido creada por Jason Show y se titula: 2 Above Zero. 'Al otro lado del micrófono' es una creación de EOVE Productora.
La república islámica ha dirigido sus represalias por la muerte del ayatolá Ali Jamenei contra las monarquías petroleras del Golfo, estrechos aliados de Estados Unidos en la región. (00:00) Bienvenidos (00:18) El terror en Dubái (02:12) Golpear un proyecto
Sermão para o I Domingo da QuaresmaPadre Raul Regula, IBP.Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Capixabas que estão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, relatam momentos de tensão após a escalada do conflito no Oriente Médio desde este fim de semana. Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã no sábado (28), e o governo iraniano respondeu com bombardeios direcionados a países da região. Explosões foram ouvidas em Doha, no Catar, e também em Dubai, segundo informações divulgadas internacionalmente. Entre os capixabas que presenciam o conflito estão o representante da Federação do Comércio, José Carlos Bergamin, que está a passeio em Dubai e o Willian Marquesi, consultar que mora na região.
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Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (01): O governo do Irã confirmou a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A morte ocorreu durante ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a notícia em suas redes sociais, destacando que o aiatolá não conseguiu escapar da inteligência norte-americana e israelense. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em suas redes sociais que o Irã sofrerá uma retaliação com força nunca antes vista caso decida atacar alvos americanos ou israelenses. A ameaça ocorre após múltiplos ataques iranianos atingirem nações aliadas no Golfo Pérsico, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein, além de cidades em Israel, incluindo Tel Aviv. A crise no Oriente Médio deve se arrastar por mais tempo após as recentes ofensivas, segundo a análise do professor de relações internacionais Vinícius Rodrigues Vieira. Ele avalia que a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei não derruba automaticamente a República Islâmica, pois o regime possui uma estrutura de poder complexa e não é baseado no personalismo de uma única figura O governo do Irã nomeou o aiatolá Alireza Arafi para integrar o conselho de liderança interino do país após a morte do líder supremo Ali Khamenei. A rápida movimentação do regime busca evitar um vácuo de poder e demonstrar estabilidade institucional enquanto não há a escolha de um sucessor definitivo. O conselho responsável pela escolha do novo aiatolá, a Assembleia dos Peritos, é formado por 88 clérigos xiitas. O exército do Irã anunciou uma nova onda de bombardeios contra bases militares dos Estados Unidos localizadas no Oriente Médio. A ofensiva militar é uma resposta direta do país após o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. De acordo com o correspondente Luca Bassani, mísseis lançados pelo regime de Teerã foram interceptados próximos à base militar de Erbil, situada no norte do Iraque. Os principais membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), incluindo nações aliadas como Rússia e Arábia Saudita, realizam uma reunião de emergência para discutir os reflexos econômicos dos recentes ataques ao Irã. A grande preocupação do mercado internacional é a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica responsável pelo escoamento de cerca de 25% de todo o petróleo mundial. O conflito armado no Oriente Médio ganha novos contornos com a retaliação do Irã contra bases militares. O mestre em segurança pública e especialista em ciência política, Rodolfo Laterza, avalia que a operação conjunta entre Estados Unidos e Israel teve um caráter cirúrgico e de choque, mas esbarrou na rápida resposta balística iraniana. O exército de Israel realizou uma nova onda de bombardeios no Oriente Médio, destruindo caças da Força Aérea do Irã em uma ofensiva para diminuir a capacidade militar do país. Após os ataques, o governo iraniano confirmou a morte de quatro oficiais de alto escalão da segurança nacional, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa. O ex-embaixador do Brasil no Irã, Eduardo Gradilone, analisou o histórico das relações diplomáticas e comerciais entre os dois países. Segundo o diplomata, a parceria, que recentemente completou 120 anos, é considerada correta e sem grandes problemas. Gradilone destacou que as exportações do agronegócio brasileiro para o mercado iraniano rendem bilhões em divisas para o Brasil todos os anos. Por outro lado, a balança comercial é bastante desigual, já que o volume de importações de produtos do Irã é pequeno, concentrando-se basicamente em itens como ureia e pistache. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En este episodio de emergencia, desgranamos la crisis geopolítica más grave de las últimas décadas. Analizamos el histórico y sorpresivo ataque ejecutado por Estados Unidos e Israel contra la cúpula militar y religiosa de Irán, reunida en un búnker en Teherán. Exploramos las implicaciones de la muerte del Líder Supremo Ali Jamenei y otros altos mandos, un evento que ha reescrito las reglas de Oriente Medio de la noche a la mañana. ¿Qué descubrirás en este episodio? • Los Arquitectos del Ataque: Profundizamos en la doctrina de la administración de Donald Trump, donde el Secretario de Estado Marco Rubio se erige como el principal estratega de esta operación neoconservadora que eludió la autorización del Congreso estadounidense. Revelamos cómo Arabia Saudita e Israel presionaron fuertemente a Washington para asestar este golpe definitivo. • La Venganza y el Caos Regional: Detallamos la respuesta militar de Irán, que incluyó el lanzamiento de misiles no solo contra Israel, sino contra bases occidentales y países árabes vecinos como Emiratos Árabes Unidos, Qatar, Bahréin y una base del Reino Unido en Chipre. Además, discutimos las graves consecuencias de la declaración de la Yihad contra Estados Unidos e Israel emitida por el Gran Ayatolá Naser Makarem Shirazi. • El Vacío de Poder en Teherán: ¿Quién tomará las riendas si el régimen colapsa? Evaluamos las opciones internas como Mojtaba Jamenei y Ali Larijani, y el fragmentado panorama de la oposición en el exilio, desde el polémico hijo del Sha, Reza Pahlavi, hasta el organizado pero controvertido Consejo Nacional de Resistencia de Irán (NCRI). Advertimos sobre el riesgo latente de una guerra civil que convierta a Irán en una nueva Libia. • El Efecto Dominó (América Latina y Ucrania): Conectamos la crisis en Oriente Medio con lo que analistas denominan un "cambio de fase global", impulsado por Estados Unidos. Desde la extracción de Nicolás Maduro en Venezuela para asegurar recursos petroleros, pasando por el estrangulamiento de Cuba, hasta el uso de tecnología británica y de la CIA para atacar el corazón militar de Rusia desde Ucrania. • La Caída de la "Clase Epstein": Mientras el mundo arde, examinamos la profunda crisis moral y financiera de las élites occidentales. Hablamos de la histórica derrota arancelaria de Trump en la Corte Suprema y el colapso de figuras del poder vinculadas a Jeffrey Epstein, como el arresto del Príncipe Andrew del Reino Unido. Únete a nosotros para comprender cómo todas estas piezas encajan en un peligroso rompecabezas que nos empuja a decidir entre la "Destrucción Mutua Asegurada" y una nueva arquitectura de "Supervivencia Mutua Asegurada".
No deja de sorprenderme la capacidad de Sánchez a la hora de situarse en el lado equivocado de la política internacional. La acción de Estados Unidos e Israel contra la dictadura iraní es tan acertada como lo fue la detención de Maduro, que era el líder de una narcodictadura, para ponerlo a disposición de la Justicia.
O número de vítimas fatais das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais subiu para 72 mortos, segundo a Polícia Civil; em Juiz de Fora, o corpo do último desaparecido, um menino de 9 anos, foi encontrado e as buscas na cidade foram encerradas. Uma pessoa ainda segue desaparecida em Ubá e os esforços de resgate e apoio às famílias continuam diante da instabilidade do solo. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Apple prepara una semana completa de anuncios… y no es una semana cualquiera.
A las siete de la mañana, hora española, Israel ha lanzado un ataque sobre territorio iraní, una acción que ha sido confirmada por su aliado, Estados Unidos. La respuesta de Irán no se ha hecho esperar, con el lanzamiento de misiles sobre territorio israelí y bases estadounidenses, desatando un conflicto de gran envergadura en Oriente Medio.Los ataques israelíes buscaban no solo bases e instalaciones petrolíferas, sino también las inmediaciones de la residencia presidencial iraní en Teherán. Por su parte, Irán ha respondido atacando bases militares estadounidenses en Bahréin, Kuwait, Emiratos Árabes Unidos y Qatar, ampliando significativamente el teatro de operaciones.En el programa 'Fin de Semana', conducido por Cristina López Schlichting, la ciudadana israelí Iafi Sphirer ha relatado la situación desde el kibutz Nitzanim, en la frontera con Gaza. "Hace 30 segundos recibimos una nueva alerta que nos dice que podemos salir del cuarto de seguridad", ha ...
O mundo acordou observando uma escalada militar sem precedentes no século. Em 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel lançaram uma agressiva ofensiva nacional contra o Irã, batizada de Operation Epic Fury. O objetivo declarado por Donald Trump? Destruir a indústria de mísseis, o programa nuclear e forçar a queda do regime islâmico.Neste vídeo, fazemos uma análise completa do cenário geopolítico:
O testemunho de Inês Fortes, uma portuguesa a viver na capital dos Emirados Árabes Unidos, que revela um clima "desconcertante" após os ataques iranianos ao país. "Estamos a tentar dar apoio emocional uns aos outros".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Quando o amor e a música se encontram, surge algo mágico. Para casais que compartilham a vida e a arte, cada canção é mais do que notas e versos: é um reflexo da cumplicidade, da parceria e da sintonia que cultivam todos os dias. No debate desta sexta-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre a parceria amorosa e musical, os benefícios dessa união para os cônjuges e os desafios enfrentados por casais que trabalham juntos na música, entre corações e melodias. Participam a produtora e cantora Valéria Moraes e o maestro e diretor musical Marco Cézar; bem como a cantora, compositora e atriz Isadora Melo e o maestro e compositor Rafa Marques.
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
Unidos En Cristo. Programa Conducido por el Diacono Roberto Polanco. En esta entrega les presentamos el tema Providencia Para Los Que Viven En Gracia Parte 2.Recuerda que Radio María se sostiene exclusivamente con las donaciones de sus oyentes.Ayúdenos a continuar esta obra de la Virgen María con su donativo, por pequeño que sea.
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En este episodio nos metemos de lleno en una semana clave para Apple: nuevos aranceles en Estados Unidos que podrían afectar directamente al precio del iPhone, rumores explosivos sobre un posible conector magnético en futuros modelos y una apuesta cada vez más agresiva por la inteligencia artificial en wearables.Arrancamos con el impacto del nuevo impuesto global del 15% a las importaciones tras el fallo del Tribunal Supremo estadounidense. ¿Subirán los precios del iPhone, Mac o iPad? ¿Es estrategia o problema real justo antes de una gran semana de anuncios? Analizamos cómo esta jugada puede cambiar el tablero tecnológico.Después, nos vamos al terreno más pasional: colores y segmentación. El éxito del naranja cósmico en el 17 Pro abre la puerta a un rojo burdeos intenso para el iPhone 18 Pro, mientras que el esperado plegable apostaría por negro y plateado, más sobrios y elegantes. ¿Está Apple redefiniendo qué significa “Premium”? ¿Son ahora los Pro herramientas creativas más que símbolos de estatus?Y cerramos con lo que puede ser el verdadero cambio de paradigma: Visual Intelligence. Gafas inteligentes, AirPods con cámaras, IA integrada que entiende lo que ves… Apple quiere que la inteligencia artificial no esté en tu bolsillo, sino en tu cara. Pero, ¿llega tarde? ¿Puede competir con el movimiento de OpenAI y el hardware impulsado por IA? ¿Estamos ante el sucesor natural del smartphone?Un episodio lleno de debate, visión estratégica, ecosistema Apple, inteligencia artificial y el futuro del hardware personal. Si te interesa el futuro del iPhone, los aranceles tecnológicos, los colores que marcan tendencia y la revolución de la IA en dispositivos portátiles… este programa es para ti.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-garaje-de-cupertino--3153796/support.
Te contamos todos los detalles de la captura y muerte de Nemesio Oseguera Cervantes, alias “El Mencho”, líder y fundador del Cártel Jalisco Nueva Generación.Tras el operativo que concluyó con la detención del capo, la violencia se desató en varios estados de la República. Además… Donald Trump aumentó el arancel global de Estados Unidos de 10% a 15%; Un hombre armado fue abatido tras ingresar a Mar-a-Lago; El Gobierno británcio no descarta iniciar una investigación judicial sobre los vínculos del expríncipe Andrés con Jeffrey Epstein; El ícono de la salsa, Willie Colón, falleció este sábado a los 75 años; “Una batalla tras otra” fue la gran ganadora de los BAFTA; Y concluyeron los Juegos Olímpicos de Invierno Milano Cortina 2026.Y para #ElVasoMedioLleno… Isaac del Toro obtuvo su primera victoria de la temporada al coronarse campeón en el Tour de los Emiratos Árabes Unidos 2026.Para enterarte de más noticias como estas, síguenos en redes sociales. Estamos en todas las plataformas como @telokwento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church22 de Febrero¡Me Regalaron un Ferrari!«EL ÁNGEL DEL SEÑOR [...] RODEA Y DEFIENDE A TODOS LOS QUE LE TEMEN» (SALMO 34:7).Un Ferrari cuesta más de un millón de dólares. Me regalaron uno para que lo guardara en un lugar muy estratégico de mi casa: en mi escritorio. La única diferencia es que el verdadero Ferrari es una nave sobre ruedas capaz de paralizar el tránsito, y mi Ferrari es una miniatura que cabe en la palma de la mano.Ahora bien, ¿te gustaría experimentar la sensación de ir de 0 a 100 km/h en 2 segundos? ¿Y si te contara que por el precio de una entrada a Disney puedes pasear en un vehículo a 240 km/h? Un auto impulsado por 21.000 caballos de potencia. ¡Todo esto es posible! Solo debes atravesar el mundo, hasta la megaciudad de Abu Dabi, en Emiratos Árabes Unidos. Allí se encuentra el único e inmenso parque temático de Ferrari en todo el mundo. ¿Cuál es la mayor atracción? La montaña rusa más rápida y alucinante que existe.Para que puedas vivir la verdadera emoción de estar en un Ferrari de Fórmula 1, los creadores de esta aventura usaron la misma tecnología que lanza los cazas F-16 desde un portaviones. Es imposible no gritar y emocionarte con tanta descarga de adrenalina en el corazón. Todos los que salen de allí reconocen la fantástica velocidad que acaban de experimentar.Sin embargo, toda esta rapidez no le llega ni a los talones a la velocidad a la que se desplazan los ángeles cuando reciben una misión de Dios. Atraviesan mares, sobrevuelan planetas y recorren distancias continentales en pocos segundos. Esa prisa se debe a que los ángeles reciben de Dios la tarea de proteger, acompañar y hacer trabajos ultraespeciales para ayudar a las criaturas amadas de Dios: nosotros, los seres humanos.¿Sabías que tienes un ángel de la guarda que recorre cada día a tu lado distancias mucho más extensas que una ida y vuelta a Abu Dabi? Para ese ángel, la montaña rusa de la que hablamos no es nada comparada a la rapidez con la que sus brazos invisibles te sostienen para que no caigas. Nos acordamos poco de los ángeles, a pesar de lo mucho que trabajan por nosotros.Reconozcamos durante este día la compañía fiel y protectora de los ángeles de Dios que están siempre dispuestos a ayudarnos. ¿Has pensado en agradecerle al Señor por las incontables veces en las que tu ángel te salvó sin que siquiera te dieras cuenta?Piensa en eso la próxima vez que estés por caerte.
Unidos En Cristo. Programa Conducido por el Diacono Roberto Polanco. En esta entrega les presentamos el tema Providencia Para Los Que Viven En Gracia Parte 1.Recuerda que Radio María se sostiene exclusivamente con las donaciones de sus oyentes.Ayúdenos a continuar esta obra de la Virgen María con su donativo, por pequeño que sea.
VÍSPERAS(Oración de la tarde)INVOCACIÓN INICIALV. Dios mío, ven en mi auxilioR. Señor, date prisa en socorrerme. Gloria al Padre, y al Hijo, y al Espíritu Santo.Como era en el principio, ahora y siempre, por los siglos de los siglos. Amén.Himno: SEÑOR, LA LUZ DEL DÍA YA SE APAGA.Señor, la luz del día ya se apaga,la noche va extendiendo sus tinieblas;alumbra lo más hondo de las almasen este santo tiempo de Cuaresma.Conoces nuestra vida y nuestra historiay sabes que también hemos pecado,por eso hacia ti nos dirigimosconfiando que seremos perdonados.Unidos con la Iglesia recorremosla senda que nos lleva hasta el Calvario,llevando en nuestro cuerpo tus dolores,sufriendo lo que aún no has completado.Escucha nuestra voz, amado Padre,que, junto con tu Hijo Jesucristo,enviaste tu Espíritu a los hombres,sellando con tu gracia sus destinos. Amén.SALMODIAAnt 1. Tú eres, Señor, mi bienhechor, y mi refugio donde me pongo a salvo.Salmo 143 I - ORACIÓN POR LA VICTORIA Y POR LA PAZAnt 2. Dichoso el pueblo cuyo Dios es el Señor.Salmo 143 IIAnt 3. Ahora se estableció la salud y el reinado de nuestro Dios.Cántico: EL JUICIO DE DIOS Ap 11, 17-18; 12, 10b-12aLECTURA BREVE St 4, 7-8. 10Vivid sometidos a Dios. Resistid al diablo y huirá de vosotros. Acercaos a Dios y él se acercará a vosotros. Pecadores, lavaos las manos; purificad vuestros corazones, gente que obráis con doblez. Humillaos en la presencia del Señor y él os ensalzará.RESPONSORIO BREVEV. Yo dije: «Señor, ten misericordia.»R. Yo dije: «Señor, ten misericordia.»V. Sáname, porque he pecado contra ti.R. Señor, ten misericordia.V. Gloria al Padre, y al Hijo, y al Espíritu Santo.R. Yo dije: «Señor, ten misericordia.»CÁNTICO EVANGÉLICOAnt. «Quien pierda su vida por amor a mí la salvará para siempre», dice el Señor.PRECESRenueva, Señor, al pueblo redimido por Cristo.ORACIONTu gracia, Señor, inspire nuestras acciones, las sostenga y acompañe, para que todo nuestro trabajo cuaresmal brote de ti, como una fuente, y a ti tienda, como a su fin. Por nuestro Señor Jesucristo, tu Hijo, que vive y reina contigo en la unidad del Espíritu Santo y es Dios, por los siglos de los siglos. AménCONCLUSIÓN V. El Señor nos bendiga, nos guarde de todo mal y nos lleve a la vida eterna.R. Amén.
No 3 em 1 desta quarta-feira (18), o destaque foi a Unidos do Viradouro, que é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2026 após uma disputa acirrada decidida apenas no último quesito da apuração. A escola conquistou seu quarto título na Sapucaí com um enredo que homenageou o Mestre Ciça, uma das maiores referências do samba. Por outro lado, a Acadêmicos de Niterói, que gerou polêmica ao levar o presidente Lula (PT) como enredo, acabou sendo rebaixada na competição deste ano. O presidente Lula (PT) sancionou, nesta quarta-feira (18), o projeto de reajuste salarial para servidores do Legislativo, mas vetou os chamados “penduricalhos”, que poderiam permitir que os salários dos servidores chegassem ao valor de R$ 80 mil. Além disso, o Partido dos Trabalhadores avalia que o ano eleitoral deve impedir a análise dos vetos. Reportagem: André Anelli. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, marcando a sexta instituição ligada ao grupo do Banco Master a sofrer esse tipo de intervenção. O atual dono, Augusto Lima, chegou a ser preso no final de 2025 junto com Daniel Vorcaro, do Master, e hoje ambos cumprem medidas cautelares com o uso de tornozeleira eletrônica. Reportagem: Janaína Camelo. A Justiça dos Estados Unidos adiou a audiência de Nicolás Maduro, acusado de narcotráfico, do dia 17 para 26 de março. O ex-presidente venezuelano segue preso em Nova York, e a mudança foi solicitada pelo Ministério Público por questões logísticas e de planejamento processual, com aval da defesa e do juiz. Reportagem: Eliseu Caetano. O Vaticano anunciou que não vai participar do Conselho de Paz criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem como objetivo intermediar conflitos globais. A posição da Igreja é de que as crises internacionais são administradas pela ONU, justificando a ausência na nova estrutura proposta pelos EUA. Reportagem: Luca Bassani. O Palácio do Planalto teme um possível desgaste na relação com o público evangélico após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, na Sapucaí (RJ). O desfile, que teve o presidente Lula (PT) como enredo, gerou polêmica e pode ter acendido um alerta no governo sobre o impacto da homenagem junto aos setores religiosos. Reportagem: André Anelli. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, viaja com o presidente Lula (PT) em uma agenda oficial pela Ásia, em meio a um cenário de forte tensão com o STF. Rodrigues tem sido alvo de críticas recorrentes devido ao relatório da corporação sobre o caso do Banco Master. Reportagem: André Anelli. O conselheiro de Lula (PT), João Paulo Cunha, afirmou que Flávio Bolsonaro (PL) seria o rival mais difícil para as eleições presidenciais de 2026. A análise estratégica aponta que enfrentar o senador seria um desafio maior do que disputar contra Tarcísio de Freitas (Republicanos). Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
CDMX invertirá 19 mil mdp para garantizar agua y saneamientoSeis personas participaron en ataque a legisladores en SinaloaInician diálogos de paz entre Rusia y Ucrania en SuizaMás información en nuestro Podcast
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HACKS — Ep. 2 | Unidos y Útiles by Oscar Sotres
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Ao buscar um estreitamento de laços com a Rússia em meio à invasão da Ucrânia, o Brasil desafia o consenso das principais democracias e flerta com a erosão de sua própria identidade como nação democrática. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br