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This week on Fantastic Forum, we are jumping into three big releases across comics and streaming. First up is DC/Marvel: Batman Deadpool #1, the historic crossover one shot published by DC. Written by Grant Morrison with art by Dan Mora, this issue throws the Dark Knight and the Merc with a Mouth into a chaotic collision that only two universes crashing together could spark. Morrison brings the meta madness, Mora delivers the kinetic spectacle, and we are unpacking whether this landmark comic sticks the landing on one of the wildest crossovers in modern superhero history. Then we turn to Pluribus on Apple TV, the brand new sci fi drama from Vince Gilligan, starring Rhea Seehorn as Carol Sturka. The show follows Carol as the rest of humanity is suddenly joined into a hive mind that seeks to amicably assimilate immune individuals into itself. Is this another hit series from Gilligan? We'll give you our take. Finally, we dive into Star Wars Visions Season 3, the latest anthology series featuring bold, inventive animated shorts from studios around the world. From mythic interpretations to stylish experiments, we are talking about which episodes stand out, which push Star Wars storytelling forward, and which ones you will want to rewatch the moment the credits roll. Watch tonight at 6:30 pm PT and call in live at www.fantasticforum.live to share your thoughts. Fantastic Forum, assemble! Subscribe – / fantasticforum Call In – www.fantasticforum.live #BatmanDeadpool #Pluribus #StarWarsVisions #NewComicBookDay
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This week is our last LIVE show of 2025 and we welcome Deadpool-1-MERC who joined Todd and Mike and discussed Renegades and it's glaring problem with the new activity Lawless Frontier. The question remains...will Bungie listen? Let us know what YOU think. Welcome to Guardian Down Cast: A Destiny Podcast...if you love to play the game Destiny 2, you've come to the right place. We're a podcast community full of like minded Guardians who love the game. Have you ever wondered who that gamertag next to you is in a raid? Where are they from? How did they find Destiny? Well, it's our mission to hear the stories of our Destiny community, wherever that may be. We report the latest updates and news within the game and community and we're a podcast that emphasizes our community, because without it, it's just not the same Destiny. That's why our show motto is "Guardian Down Cast...your stories, your community...your Destiny. See us LIVE on Twitch! Need a Destiny clan? Join us! See the show LIVE on YouTube... Check out my new podcast on Spotify! Check out my new podcast on Apple Music Kingsleymac Want to leave us a voicemail for the show? Want to give back to our show and community? Join our Patreon Community! ...join in the conversation in our GDC Discord Check out our brand new site! GDC Instagram ToddtheGatr Apple Music GDC Song Playlist Join GDC on X... GDC Spotify Song Playlist
Avui al pòdcast de Faves tendres, el suplement literari de Núvol, parlem amb Mercè Ibarz, que acaba de publicar 'Una noia a la ciutat' (Anagrama), un llibre de memòries que parteix de la seva arribada a Barcelona als anys setanta, quan era una jove de la Franja que venia a Barcelona per estudiar periodisme. Aquest nou títol d'Ibarz és un recorregut vital per tots els pisos en què ha viscut des que va aterrar a Barcelona, una ciutat que té una pell, i també d'aquesta ciutat que té una pell, una textura carnal, que també és la textura dels somnis. “La ciutat són somnis”, diu Ibarz en una de les frases més definitòries d'aquest llibre, que té com a fil conductor una conversa pòstuma amb el seu company de vida, Lluís Pau, que va morir ara fa tres anys. 'Una noia a la ciutat' és indiscutiblement un dels llibres de l'any, que ens arriba com una destil·lació de tota una vida i també d'una obra, que té pòsit, que té veritat, que té força. Aquí les obres de l'autora es troben i ens obren finestres que es comuniquen com si fossin part d'un mateix celobert. Hi trobareu, en definitiva, Mercè Ibarz en la seva plenitud. Escolteu la conversa que ha mantingut amb Bernat Puigtobella, editor de Núvol, en què s'aborden temes tan importants com la memòria, els somnis, l'amistat, la psicogeografia de l'ànima, el periodisme, el feminisme i la contracultura, la revolució amb tots els seus errors i tota la seva veritat. I al capdavall també la poètica de les connexions, que el llibre mateix explicita i encarna. Foto de Laia SerchPòdcast enregistrat per Alan Ruiz als estudis del diari ARA el 22 de desembre de 2025.Pòdcast.cat de Núvol
Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura. A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora. A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente, você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia. A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico. Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas. Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo. Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas. Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas. Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe. [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre. Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura. Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida? Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar. É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências. Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
19 de dezembro de 2025 às 22h43 Sol e Lua juntos a 28 graus e 24 minutos de Sagitário.Ambos em aspecto desafiante com Netuno e Saturno. Um choque de realidade e falta de clareza em relação ao que se pretende começar.Abra mão das certezas, do ego e de ter todas as respostas.Vênus em conjunção com os Luminares e em aspecto desafiante com Saturno, traz alguns percalços.Mercúrio, em Sagitário, em desafio com Nodo Norte.O regente desta Lua, desafia Quíron.Entenda como trabalhar esta energia ouvindo ao podcast.@casademinerva#casademinerva #astrology #becurious#respect #celebreatelife #astrologia #direcionamento #boasenergias #respectlife #humanbeings #inspiringlife#empoweringwomen #rdias #astrologia #2025 #luanova #sagitário
Les contaremos qué ha dado de sí el paso de la borrasca Emilia por la provincia de Almería, avisos rojos por lluvias, cortes de carreteras, suspensión de actividades, rescate de personas, inundaciones en casas, sonidos del Es Alert en los móviles de los vecinos de 36 municipios... pero a pesar de todo esto, el balance es positivo ya que no hay que lamentar heridos ni grandes daños materiales reseñables. El aviso rojo se ha desactivado a las 6 de la mañana, y la normalidad volverá a la provincia a a partir de las 12 del mediodía, cuando también desaparezca el aviso naranja en las Comarcas del Valle del Almanzora, los Vélez y el levante almeriense.- Los pescadores de arrastre almerienses podrán pescar 143 días en el año 2026. El la cuota que ha salido de Bruselas tras la reunión de los ministros comunitarios del sector.- En los deportes el Almería perdió 1-2 frente al Burgos en casa. Vuelve a dejar escapar 3 puntos importantes para meterse en los puestos de ascenso directo.- En cultura, el cantaor jerezano José Mercé ya es hijo adoptivo de Almería. El Ayuntamiento le ha otorgado esta distinción en un Teatro apolo lleno hasta la bandera.Escuchar audio
Duel actoral de nivell! Avui, Mercè Martínez i Fermí Fernàndez competiran entre si per veure qui és més pervers. Com sempre, amb David Balaguer al capdavant de la perversió i el nostre zelador substitut de confiança, Marc Morera. Qui aconseguirà entrar a l'Olimp dels perversos?
Workshop 2026 --> https://wk.sullivansena.com/
Dillon Aistrop joins the show as another builder stepping into the Outlaw Class, bringing with him a family legacy steeped in car culture. His journey began before he could even walk—riding with his dad to pick up a '56 Chevy as a baby. With influences from his father, grandfather, and stepdad, Dillon was destined to live and breathe the car scene.In this episode, Dillon shares how he took over his grandfather's local car club, offers a fresh perspective on the age-old question “What's the car that got away?”, and dives into the Merc he's building for the High Class Trash Invitational. We also talk about his shift from the Blue Collar Class to the Outlaw Class, and explore the highs and lows of Marketplace—how location and timing can make or break a budget. Check out DS Paint and Fab, Dillon's Instagram, TikTok, and Peace and GreaseTHANKS FOR LISTENING!LIKE, SHARE AND DOWNLOAD!www.hotrodhangout.com
Les contaremos que continúalas diligencias judiciales en el caso Lucca, el niño de 4 años asesinado en Garrucha. Hoy la causa cambia de juzgado, del número 4 de Vera al número 3 y también los de las partes y la fiscalía estarán presentes en sala judicial para ratificar la prisión provisional de ambos detenidos, que están acusados de los delitos de asesinato y maltrato habitual. La defensa de la madre ha adelantado que volverá a solicitar la puesta el libertad de la madre y ha negado que su clienta presenciara el crimen o consintiera el maltrato.- En Bruselas hoy se sigue negociando los días que podrán pescar los barcos de arrastre del mediterráneo el año que viene. La propuesta inicial de la comisión es de tan solo 10 días.- El PSOE ha pedido en el parlamento andaluz la creación de una comisión de investigación sobre el caso mascarillas.- En los deportes el Almería juega este domingo contra el Burgos su último partido en casa de este 2025. - En cultura hoy comienza el Encuentro de Cuadrillas de la Comarca de los Vélez y José Mercé será nombrado hijo adoptivo de Almería en un acto en el teatro Apolo y mañana en el Padilla actuará cantándole al gran Manuel Alejandro.Escuchar audio
A actriz, encenadora e investigadora brasileira Gabriela Carneiro da Cunha está de regresso a Paris com a peça Tapajós, o terceiro capítulo do projecto Margens, uma série de criações dedicadas à escuta de rios em situação de catástrofe. O espectáculo pode ser visto no Ircam‑Centre Pompidou, até 17 de Dezembro, no âmbito do Festival d'Automne 2025. Tapajós integra o projecto Margens e segue uma linha de investigação artística iniciada com Altamira 2042. “Esse projecto dedica-se à escuta de rios que vivem uma catástrofe desde a perspectiva do rio. Nesse momento, a gente está aqui de volta com a peça Tapajós, que é a expressão artística da escuta do testemunho do Tapajós sobre a contaminação de mercúrio pelo garimpo ilegal de ouro.” A artista revela que, a partir desta escuta, começou a seguir “o rastro do mercúrio”, o que conduz directamente à fotografia analógica: “A peça é um encontro entre o teatro e um laboratório fotográfico, onde a gente usa o mesmo elemento químico que faz as existências desaparecerem. Podem também fazer as existências aparecerem.” O processo fotográfico não é apenas uma metáfora, mas uma prática concreta que permite revelar e recompor simultaneamente: “A fotografia analógica está, ao mesmo tempo, revelando uma situação de catástrofe, a contaminação, mas ela também está, de algum modo, recompondo. Assim, ela também está dizendo que o problema não é o mercúrio, é a composição com ele, você pode compor para fazer o garimpo ou para fazer a fotografia analógica e fazer as imagens permanecerem.” Criando assim um diálogo entre o teatro, o laboratório fotográfico e os seres que “vão brotando da água, aparecendo para a gente”. O trabalho de Tapajós também denuncia relações geopolíticas e económicas: “Isso acontece porque há uma relação histórica, geopolítica e atual da colonização e que faz com que essa relação entre esses continentes da exploração do ouro esteja na origem da nossa relação enquanto Europa-América do Sul, e que permaneça. O preço do ouro nunca esteve tão caro.” Gabriela Carneiro da Cunha salienta que “a Suíça é o país que mais compra ouro no mundo, entre esse ouro, compre e refina ouro ilegal” e explica que ao apresentar o espectáculo fora do Brasil, a relação de responsabilidade directa muda: “Quando a gente faz a peça no Brasil, são eles. Quando a gente faz a peça aqui, são vocês. Então a relação muda quando se diz Suíça estando na Suíça ou quando a Alessandra fala: ‘Fui na Alemanha, está quente. Estão preocupados com a mudança climática, mas vão continuar comprando ouro, soja e minério', a relação muda de eles para vocês que estão aqui nessa plateia, nesse momento.” O trabalho não pretende culpar, mas convocar: “Uma tomada de consciência, um convite ao trabalho: abrir os olhos, abrir a escuta. Curar o rio Tapajós desse mercúrio, não é uma tarefa só dos povos indígenas, nem só dos Munduruku, nem só das mães, é uma tarefa de todo mundo.” O papel da mulher é central no trabalho de Gabriela Carneiro da Cunha, “as mulheres são as mais afetadas, mas são também as que estão na linha de frente” e explicam que essa responsabilidade advém do facto de serem mães. “Elas também dizem que os homens negociam e elas não negociam aquilo que sabem que é inegociável, que é o seu território, que é o seu corpo, como elas dizem, o útero que está doente.” A contaminação por mercúrio evidencia-se de forma particularmente grave nos corpos femininos, com impactos no líquido amniótico e no leite materno: “Três líquidos fundamentais à vida estão contaminados: a água de um rio, o líquido amniótico e o leite materno”. “A gente precisa trabalhar com a mãe do Rio, porque tudo o que existe tem mãe. O rio tem mãe. A floresta tem mãe. O peixe tem mãe. É uma luta das mães que estão desse lado do mundo e das mães que estão do outro lado do mundo”, acrescenta a encenadora. O público é convidado a participar de forma activa na criação. No início são convidadas “nove mães” - nove corpos femininos ou masculinos - a participar, mas no decurso do espectáculo o público é envolvido na performance. A actriz brasileira explica que em “todo o corpo pode habitar uma mãe. Mãe é quem cria. Mãe é quem dá passagem. Mãe é quem corta a cabeça. Mãe é quem devolve a vida com mais vida. Então, eu acho que o convite aqui é um convite a que se devolva a vida com mais vida. Isso pode ser feito por qualquer corpo”. No final, Gabriela Carneiro da Cunha desafia o público: “Pegue a sua luzinha e vá fazer alguma coisa. A única coisa que eu peço é que não fique esperando.” A peça encerra assim com um apelo à acção colocando a arte como ferramenta de consciência e mobilização. Para a artista, o papel da arte em tempos de crise climática é essencial: “Os artistas deveriam chegar sempre junto dos cientistas, sempre junto dos advogados, sempre junto dos ativistas… A primeira coisa é a imaginação. Se você não imagina o mundo que deseja, você não consegue fazer nada”. Para Gabriela Carneiro da Cunha, a arte trabalha com relações e linguagens, e é através dela que se podem recompor mundos “mais belos, justos e vivos”.
A actriz, encenadora e investigadora brasileira Gabriela Carneiro da Cunha está de regresso a Paris com a peça Tapajós, o terceiro capítulo do projecto Margens, uma série de criações dedicadas à escuta de rios em situação de catástrofe. O espectáculo pode ser visto no Ircam‑Centre Pompidou, até 17 de Dezembro, no âmbito do Festival d'Automne 2025. Tapajós integra o projecto Margens e segue uma linha de investigação artística iniciada com Altamira 2042. “Esse projecto dedica-se à escuta de rios que vivem uma catástrofe desde a perspectiva do rio. Nesse momento, a gente está aqui de volta com a peça Tapajós, que é a expressão artística da escuta do testemunho do Tapajós sobre a contaminação de mercúrio pelo garimpo ilegal de ouro.” A artista revela que, a partir desta escuta, começou a seguir “o rastro do mercúrio”, o que conduz directamente à fotografia analógica: “A peça é um encontro entre o teatro e um laboratório fotográfico, onde a gente usa o mesmo elemento químico que faz as existências desaparecerem. Podem também fazer as existências aparecerem.” O processo fotográfico não é apenas uma metáfora, mas uma prática concreta que permite revelar e recompor simultaneamente: “A fotografia analógica está, ao mesmo tempo, revelando uma situação de catástrofe, a contaminação, mas ela também está, de algum modo, recompondo. Assim, ela também está dizendo que o problema não é o mercúrio, é a composição com ele, você pode compor para fazer o garimpo ou para fazer a fotografia analógica e fazer as imagens permanecerem.” Criando assim um diálogo entre o teatro, o laboratório fotográfico e os seres que “vão brotando da água, aparecendo para a gente”. O trabalho de Tapajós também denuncia relações geopolíticas e económicas: “Isso acontece porque há uma relação histórica, geopolítica e atual da colonização e que faz com que essa relação entre esses continentes da exploração do ouro esteja na origem da nossa relação enquanto Europa-América do Sul, e que permaneça. O preço do ouro nunca esteve tão caro.” Gabriela Carneiro da Cunha salienta que “a Suíça é o país que mais compra ouro no mundo, entre esse ouro, compre e refina ouro ilegal” e explica que ao apresentar o espectáculo fora do Brasil, a relação de responsabilidade directa muda: “Quando a gente faz a peça no Brasil, são eles. Quando a gente faz a peça aqui, são vocês. Então a relação muda quando se diz Suíça estando na Suíça ou quando a Alessandra fala: ‘Fui na Alemanha, está quente. Estão preocupados com a mudança climática, mas vão continuar comprando ouro, soja e minério', a relação muda de eles para vocês que estão aqui nessa plateia, nesse momento.” O trabalho não pretende culpar, mas convocar: “Uma tomada de consciência, um convite ao trabalho: abrir os olhos, abrir a escuta. Curar o rio Tapajós desse mercúrio, não é uma tarefa só dos povos indígenas, nem só dos Munduruku, nem só das mães, é uma tarefa de todo mundo.” O papel da mulher é central no trabalho de Gabriela Carneiro da Cunha, “as mulheres são as mais afetadas, mas são também as que estão na linha de frente” e explicam que essa responsabilidade advém do facto de serem mães. “Elas também dizem que os homens negociam e elas não negociam aquilo que sabem que é inegociável, que é o seu território, que é o seu corpo, como elas dizem, o útero que está doente.” A contaminação por mercúrio evidencia-se de forma particularmente grave nos corpos femininos, com impactos no líquido amniótico e no leite materno: “Três líquidos fundamentais à vida estão contaminados: a água de um rio, o líquido amniótico e o leite materno”. “A gente precisa trabalhar com a mãe do Rio, porque tudo o que existe tem mãe. O rio tem mãe. A floresta tem mãe. O peixe tem mãe. É uma luta das mães que estão desse lado do mundo e das mães que estão do outro lado do mundo”, acrescenta a encenadora. O público é convidado a participar de forma activa na criação. No início são convidadas “nove mães” - nove corpos femininos ou masculinos - a participar, mas no decurso do espectáculo o público é envolvido na performance. A actriz brasileira explica que em “todo o corpo pode habitar uma mãe. Mãe é quem cria. Mãe é quem dá passagem. Mãe é quem corta a cabeça. Mãe é quem devolve a vida com mais vida. Então, eu acho que o convite aqui é um convite a que se devolva a vida com mais vida. Isso pode ser feito por qualquer corpo”. No final, Gabriela Carneiro da Cunha desafia o público: “Pegue a sua luzinha e vá fazer alguma coisa. A única coisa que eu peço é que não fique esperando.” A peça encerra assim com um apelo à acção colocando a arte como ferramenta de consciência e mobilização. Para a artista, o papel da arte em tempos de crise climática é essencial: “Os artistas deveriam chegar sempre junto dos cientistas, sempre junto dos advogados, sempre junto dos ativistas… A primeira coisa é a imaginação. Se você não imagina o mundo que deseja, você não consegue fazer nada”. Para Gabriela Carneiro da Cunha, a arte trabalha com relações e linguagens, e é através dela que se podem recompor mundos “mais belos, justos e vivos”.
Comenzamos con dos rumbas de Pepe el de la Matrona y Bambino para después recibir a José Mercé y estrenar el nuevo disco del cantaor jerezano dedicado a la obra eterna de su paisano Manuel Alejandro.Escuchar audio
Fluent Fiction - Catalan: Unveiled at La Mercè: A Sculpture's Journey to Community Fame Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/ca/episode/2025-12-01-08-38-20-ca Story Transcript:Ca: Barcelona estava immersa en l'alegria de la Mercè.En: Barcelona was immersed in the joy of la Mercè.Ca: Llums brillants il·luminaven la ciutat, els carrers eren plens de desfilades i artistes de carrer captivaven l'atenció de tothom.En: Bright lights illuminated the city, the streets were filled with parades, and street performers captivated everyone's attention.Ca: L'aire de l'hivern afegia un toc fresc i màgic a l'ambient.En: The winter air added a fresh and magical touch to the atmosphere.Ca: Entre tota aquesta festa, la Joana estava preocupada.En: Amidst all this festivity, Joana was worried.Ca: La Joana era una artista local, coneguda pel seu estil únic.En: Joana was a local artist, known for her unique style.Ca: Havia creat una escultura especial, dedicada a la ciutat, però en el moment més esperat de la Mercè, l'escultura havia desaparegut.En: She had created a special sculpture, dedicated to the city, but at the most anticipated moment of la Mercè, the sculpture had disappeared.Ca: Pere, l'oficial de la ciutat, estava igual de preocupat.En: Pere, the city official, was equally concerned.Ca: Per a ell, la desaparició de l'escultura podria tacar la reputació del festival.En: For him, the sculpture's disappearance could tarnish the festival's reputation.Ca: Necessitava trobar-la ràpidament.En: He needed to find it quickly.Ca: Mentre la Joana recorria els carrers cercant pistes, es va trobar amb la seva millor amiga, la Marta.En: As Joana wandered the streets looking for clues, she ran into her best friend, Marta.Ca: La Marta somreia, però els seus ulls amagaven quelcom.En: Marta was smiling, but her eyes were hiding something.Ca: La Joana va sentir un petit pessigolleig de dubte.En: Joana felt a small twinge of doubt.Ca: Podria la seva amiga saber alguna cosa?En: Could her friend know something?Ca: No volia trencar la seva amistat amb acusacions, així que va decidir parlar.En: She didn't want to ruin their friendship with accusations, so she decided to talk.Ca: —Marta, necessito la teva ajuda —va dir la Joana amb calma.En: "Marta, I need your help," Joana said calmly.Ca: —La meva escultura ha desaparegut i estic desesperada per trobar-la.En: "My sculpture has disappeared and I'm desperate to find it."Ca: La Marta va titubejar un moment i després va parlar amb veu suau.En: Marta hesitated for a moment and then spoke softly.Ca: —Joana, crec que hi ha una sorpresa per a tu.En: "Joana, I think there's a surprise for you.Ca: Vine amb mi.En: Come with me."Ca: Les dues amigues van caminar fins a una gran plaça on hi havia una gran instal·lació artística col·laborativa, un projecte al qual molta gent havia contribuït.En: The two friends walked to a large square where there was a big collaborative art installation, a project to which many people had contributed.Ca: Allà, enmig d'altres peces d'art, l'escultura de la Joana brillava amb llum pròpia.En: There, among other art pieces, Joana's sculpture shone with its own light.Ca: Marta li va explicar:—Volia que la teva escultura formés part d'aquest projecte.En: Marta explained to her: "I wanted your sculpture to be part of this project.Ca: Una manera de mostrar com l'art pot ser vist de diferents maneres.En: A way to show how art can be seen in different ways.Ca: Volia que tots la veiéssim amb nous ulls.En: I wanted all of us to see it with new eyes."Ca: La Joana va respirar profundament, sorpresa però alhora emocionada.En: Joana took a deep breath, surprised but at the same time excited.Ca: La seva obra no havia desaparegut, sinó que brillava d'una nova manera, envoltada de l'energia del festival.En: Her work hadn't disappeared; instead, it was shining in a new way, surrounded by the festival's energy.Ca: El Pere, que havia observat l'escena, va reconèixer l'originalitat de la proposta de la Marta i va decidir celebrar-ho.En: Pere, who had observed the scene, recognized the originality of Marta's proposal and decided to celebrate it.Ca: L'escultura es va convertir en el centre d'atenció de la Mercè i va rebre molts elogis.En: The sculpture became the focal point of la Mercè and received many praises.Ca: Tant la Joana com la Marta van aprendre una lliçó important: a vegades, la col·laboració i la confiança poden portar a l'èxit inesperat.En: Both Joana and Marta learned an important lesson: sometimes, collaboration and trust can lead to unexpected success.Ca: La Joana va aprendre a veure la seva art no només com a propietat individual, sinó com una peça que pot enriquir-se en comunitat.En: Joana learned to see her art not just as individual property, but as a piece that can be enriched in the community.Ca: La Mercè va continuar amb el mateix esperit vibrant, i entre rialles i llums de Nadal, una nova amistat, ara més forta, es va forjar entre la Joana i la Marta.En: La Mercè continued with the same vibrant spirit, and among laughter and Christmas lights, a new friendship, now stronger, was forged between Joana and Marta.Ca: La ciutat va seguir ballant, celebrant l'art i la comunitat, ara amb un significat més profund per a les dues amigues.En: The city kept dancing, celebrating art and community, now with a deeper meaning for the two friends. Vocabulary Words:captivated: captivavenfocal point: centre d'atenciócollaboration: col·laboraciótrust: confiançaimmersed: immersajoy: alegriafresh: frescsculpture: esculturato wander: recórrerfriendship: amistataccusations: acusacionscollaborative: col·laborativafocused: focalitzatsurrounded: envoltadainstallation: instal·lacióproject: projectepieces: pecesconcern: preocupacióunique: únicto tarnish: tacarreputation: reputaciócontributed: contribuïtenergy: energiapraises: elogisunexpected: inesperatto enrich: enriquirproperty: propietatmeaning: significatlesson: lliçóto doubt: dubtar
Con la rumba del perdón de Rosalía abrimos el programa y seguimos con Rosalía en la voz de Miguel Campello. Estrenamos lo nuevo de José Mercé que canta a Manuel Alejandro. Juanfe Pérez es un bajista que obtuvo el pasado sábado el Premio Nacional de Córdoba al mejor instrumentista y ya que hablamos de este instrumento seguimos con interpretes como Pepe Bao o el mítico Carles Benavent. La japonesa Noriko Martín canta bulerías en japonés y Rancapino canta desde Japón por alegrías para despedirnos.Escuchar audio
A crazy Vegas race that saw both Mclaren`s disqualified unfortunately, because off the skid plank excessive wear. Strong race from Max who dominated from the front. Another strong performance from Merc drivers Rusell who was nursing a power steering issue, and Antonelli who even though he had a 5 sec penalty had a very strong race.
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We are called to know Christ and to make Him known. http://www.prayerdrive.com/
Slicing and shooting as the Merc with a Mouth is nothing short of a blast. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
durée : 00:29:03 - La Série fiction - Albert défie Monte-Cristo publiquement à l'Opéra. En ce début de matinée, le comte prépare ses armes pour le duel dont l'issue ne peut qu'être fatale au fils de Mercédès.
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durée : 00:29:11 - La Série fiction - L'épouse de Fernand de Morcerf, la belle Mercédès, donne un bal auquel toute la bonne société est conviée.
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durée : 00:28:58 - La Série fiction - En 1815, Edmond Dantès est un jeune marin plein d'avenir. Il va être promu capitaine, il est sur le point d'épouser la belle Mercédès et fait la fierté de son père dans tout Marseille.
durée : 00:29:11 - La Série fiction - L'épouse de Fernand de Morcerf, la belle Mercédès, donne un bal auquel toute la bonne société est conviée.
durée : 00:29:03 - La Série fiction - Albert défie Monte-Cristo publiquement à l'Opéra. En ce début de matinée, le comte prépare ses armes pour le duel dont l'issue ne peut qu'être fatale au fils de Mercédès.
durée : 00:28:58 - La Série fiction - En 1815, Edmond Dantès est un jeune marin plein d'avenir. Il va être promu capitaine, il est sur le point d'épouser la belle Mercédès et fait la fierté de son père dans tout Marseille.
The Merc's Justice DeLos Santos joins Sportsphone with Dieter to breakdown the Tony Vitello hire as the San Francisco Giants' manager, making his jump from college to the MajorsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Linktree: https://linktr.ee/AnalyticJoin The Normandy For Additional Bonus Audio And Visual Content For All Things Nme+! Join Here: https://ow.ly/msoH50WCu0KAnalytic Dreamz reacts to the explosive Marvel's Deadpool VR Official Reveal Trailer from Summer Game Fest 2025 on the Notorious Mass Effect segment. Dive into the Merc with a Mouth's chaotic VR debut, exclusively for Meta Quest 3 and 3S, launching November 18, 2025. Developed by Twisted Pixel and Oculus Studios with Marvel Games, this first-person action adventure pulls Deadpool through a portal to Mojoworld, where he signs a shady contract with Mojo—voiced by John Leguizamo—to chase intergalactic riches. Expect unfiltered violence, expletive-laden humor, and Deadpool's signature fourth-wall breaks, now voiced by Neil Patrick Harris.In this raw breakdown, Analytic Dreamz unpacks the trailer's red-band intensity: graphic headshots, dual-wielded pistols, katana swings, kunai throws, and explosive parkour across Marvel Universe hotspots. Battle iconic villains like Doctor Doom in fluid, imaginative combat that lets you "do whatever you can imagine." We analyze how this VR exclusive evolves Deadpool's beat-em-up legacy from Path of the Warrior, blending mercenary mayhem with streaming spectacle for a galactic audience.Perfect for Marvel fans, VR gamers, and Deadpool die-hards searching Deadpool VR trailer reaction, Summer Game Fest 2025 highlights, or Meta Quest exclusives. Analytic Dreamz delivers honest insights on gameplay mechanics, story twists, and why this could redefine VR action titles. Don't miss the full play-by-play—subscribe for more Notorious Mass Effect segments on gaming news, trailers, and Marvel updates. Hit play now for the ultimate unhinged reveal dissection!Support this podcast at — https://redcircle.com/analytic-dreamz-notorious-mass-effect/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
10-01-25 - The Bobs Called John Yesterday About Merc Mania - Listener John Eaton Can't Take Jokes And Yells At John To Do Nuclear Research - David Cross' Comments On Riyadh Comedy Fest Are Making A Lot Of SenseSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
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09-30-25 - Cincinnati Is Now On The Clock For First Pick - Reminding Listeners Of Merc Mania And Remembering Local DJ Legends And What Used To Be Huge In Radio After Headline Mentions DJ AssaultSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.