Podcasts about saturno

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saturno

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Vibra en las Mañanas
¿Qué viene para Colombia? Ayda Valencia habla de terremotos, economía y cambios en 2026

Vibra en las Mañanas

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 17:48


En esta entrevista de Vibra en las Mañanas, la vidente y consteladora Ayda Valencia habla sobre sus predicciones relacionadas con los fenómenos naturales, los movimientos telúricos y los cambios que, según su percepción, podrían presentarse durante los próximos meses. Ayda recuerda algunas de las predicciones que había compartido a comienzos de año y asegura que desde finales de julio y durante agosto se presentaría una etapa de mayor actividad relacionada con catástrofes, inundaciones y movimientos telúricos. Durante la conversación también explica su interpretación sobre la configuración planetaria, menciona a Mercurio, Saturno, Marte y Urano y habla de los campos electromagnéticos y su relación con los fenómenos que, según ella, pueden afectar a la Tierra. Además, entrega recomendaciones relacionadas con el ahorro de agua y energía, la importancia de contar con algunos alimentos no perecederos en casa y la posibilidad de enfrentar un periodo de presión económica. La entrevista también aborda la situación política de Colombia. Ayda Valencia comparte su percepción sobre el actual Gobierno y hace un llamado a dejar de lado la polarización para pensar en el bienestar colectivo. Otro de los temas centrales es la espiritualidad. La vidente cuestiona lo que denomina una "espiritualidad de cajita" y plantea la importancia de reconocer los miedos, la vulnerabilidad y las emociones como parte del crecimiento personal. Finalmente, Ayda Valencia habla sobre el caso de Darío Patiño, quien se encuentra desaparecido, y comparte durante la entrevista la percepción que tuvo al conocer su caso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Horóscopos de Mizada Mohamed
Horóscopos 10 al 16 de Agosto 2026 ☀️ Eclipse Solar Total en Leo | Mizada Mohamed

Horóscopos de Mizada Mohamed

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 43:43


✨ Horóscopos de hoy y de toda la semana del 10 al 16 de agosto 2026 con Mizada Mohamed. Semana de eclipse solar total en Leo, un eclipse que abre caminos y nos invita a replantear hacia dónde vamos.

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia
Céu do Momento - 10 de Agosto de 2026

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 17:33


A Lua caminha por Câncer na fase Minguante e fica em desarmonia com Saturno.

Ciência
Eclipse total do Sol acontece esta quarta-feira

Ciência

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 10:38


Contagem decrescente para o eclipse total do Sol, esta quarta-feira, 12 de Agosto. O fenómeno acontece quando a Lua passa exactamente entre a Terra e o Sol e projecta a sua sombra sobre a superfície terrestre. Em Portugal, será um eclipse parcial muito profundo, com mais de 90% do disco solar tapado pela Lua em todo o território. A totalidade será visível apenas numa pequena zona do Norte, a norte de Bragança, no Parque Natural de Montesinho. Em entrevista à RFI, Pedro Mota Machado, astrofísico do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, ligado à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Comissário Nacional para o Eclipse Solar 2026, explica que a raridade do fenómeno está na precisão do alinhamento entre a Lua, a Terra e o Sol. “Como a Lua é relativamente pequena comparada com a Terra e com o Sol, este cone de sombra tem um diâmetro de à volta de 300 quilómetros”, explica o astrofísico. É essa faixa estreita que define onde é possível assistir ao eclipse total. Fora dela, o eclipse é parcial, ainda que muito profundo. Durante o eclipse total a Lua bloqueia completamente a fotosfera, a camada visível do Sol, permitindo a observação da coroa solar, uma região muito menos luminosa que se estende em torno da estrela, “só é passível de ser vista durante um eclipse total do Sol”, sublinha Pedro Mota Machado. A discrepância entre a temperatura da superfície e a da coroa continua a ser uma das questões em aberto da ciência solar. O eclipse total constitui, por isso, não apenas um espectáculo para o público, mas também uma oportunidade para a ciência. A experiência pode ser impressionante, mas exige cuidados. Observar o Sol sem a protecção adequada pode provocar lesões permanentes na visão. A observação do eclipse deve ser feita com óculos próprios, com filtros certificados. Óculos de sol convencionais, mesmo muito escuros, não protegem os olhos da radiação solar. Também não devem ser utilizadas radiografias antigas, CDs, DVDs ou vidros fumados. Binóculos e telescópios só podem ser usados com filtros solares adequados e sob condições de observação seguras. O perigo é particularmente elevado porque a retina não possui receptores de dor. “Nós não nos apercebemos logo que estamos a danificar os nossos olhos”, alerta o cientista. É também, por isso, que o momento de retirar os óculos exige cuidado: primeiro deve desviar-se o olhar do Sol e só depois retirar a protecção. Para as crianças mais pequenas, Pedro Mota Machado recomenda uma alternativa simples: a projecção por “câmara de buraco de agulha”. Um pequeno orifício numa cartolina ou caixa de cartão permite projectar a imagem do Sol numa superfície, possibilitando acompanhar a evolução do eclipse sem olhar directamente para o astro. Em Portugal, em Bragança espera-se uma concentração particularmente elevada de espectadores. O aeródromo da cidade será palco de um programa dedicado ao eclipse, num território que deverá receber “muitos milhares de pessoas” atraídas pelo fenómeno. Há meses que as entidades locais se preparam para a chegada de visitantes. Mas o eclipse não é o único acontecimento astronómico do dia. Antes do nascer do Sol, será possível observar um alinhamento de vários planetas, incluindo Mercúrio, Vénus, Júpiter, Saturno e Marte. Com binóculos ou telescópios adequados, poderão ainda ser observados Urano e Neptuno. E, já durante a noite, depois do eclipse, o céu reserva outro espectáculo: uma chuva de meteoros, das Perseidas. Para quem ainda hesita em sair de casa ou procurar um local com boa visibilidade, Pedro Mota Machado recorda um eclipse profundo que observou no Texas, nos Estados Unidos. Diz esquecer-se de muitas coisas, mas “Eu nunca me esqueço do eclipse que tive a sorte de observar no Texas”. “É tão especial que deixa memórias inesquecíveis”.

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!
FERRAGOSTO: Storia e Origine di Questa Festa Italiana

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 30:28


Ti sei mai chiesto perché, il 15 agosto, l'Italia sembra improvvisamente sparire? Le città si svuotano, i negozi abbassano le saracinesche e sulle spiagge non si trova un centimetro di sabbia libero. Ma cosa si festeggia esattamente in questa giornata, e perché questa festa si chiama proprio "Ferragosto", una parola che a prima vista sembra mettere insieme il "ferro" e il mese di "agosto"? Piccolo spoiler: con il ferro non c'entra nulla. In questa guida scoprirai la storia millenaria del Ferragosto, dai Romani a oggi, e imparerai anche le espressioni estive che gli italiani usano davvero. Cosa si Celebra il 15 Agosto in Italia? In questa guida ripercorreremo insieme la storia millenaria del Ferragosto, dalle sue origini nella Roma imperiale fino alle spiagge affollate di oggi. Scoprirai da dove viene questa parola così curiosa, capirai perché la festa si è spostata dal 1° al 15 agosto e imparerai un po' di espressioni e parole che gli italiani usano davvero in estate. Scoprirai anche che Ferragosto non è l'unica festa che gli italiani hanno ereditato dagli antichi Romani. Da Dove Viene la Parola "Ferragosto"? Partiamo dall'inizio, anzi, da molto lontano. La parola "Ferragosto" viene dal latino Feriae Augusti, che significa "il riposo di Augusto" o, se preferisci, "le vacanze di Augusto". Piccola chicca linguistica: la parola latina feriae indicava i giorni di riposo, ed è la stessa parola da cui deriva l'italiano moderno "ferie", cioè i giorni di vacanza dal lavoro. Quindi, la prossima volta che dirai "sono in ferie", sappi che stai usando una parola vecchia di più di duemila anni. L'Imperatore Augusto e le Origini della Festa Ma chi era questo Augusto? Era il primo imperatore romano, e fu proprio lui, nel 18 a.C., a istituire questo periodo di riposo. Dopo mesi di lavoro nei campi, i contadini avevano finalmente il diritto di fermarsi, festeggiare e tirare il fiato. In fondo, gli italiani prendono la pausa di agosto molto sul serio da sempre. Augusto era un personaggio così importante che, qualche anno dopo, il mese che prima si chiamava sextilis venne ribattezzato augustus in suo onore. Sì, hai indovinato: è da lì che arriva la parola "agosto". Questo imperatore ha dato quindi il suo nome sia alla festa sia al mese intero. All'inizio, però, il Ferragosto non si festeggiava il 15, ma il 1° agosto, e non durava un solo giorno: era un lungo periodo di feste, che si univa ad altre celebrazioni romane come i Consualia, le feste dedicate a Conso, il dio della terra e della fertilità. Si mangiava, si beveva e ci si riposava: un rituale che ancora oggi non ci è del tutto estraneo. Perché il 15 Agosto? La Doppia Anima della Festa Ma allora perché oggi il Ferragosto è il 15 agosto e non il 1°? La risposta arriva molti secoli dopo, con la Chiesa cattolica. La Chiesa spostò la festa al 15 agosto per farla coincidere con una celebrazione religiosa molto importante: l'Assunzione di Maria. Secondo la tradizione cristiana, in questo giorno la Madonna venne "assunta", cioè portata in cielo in anima e corpo. Ecco perché il Ferragosto ha una doppia anima: da una parte le sue origini pagane e romane, dall'altra la festa cristiana. Due mondi diversi che si incontrano nello stesso giorno. Perché a Ferragosto Tutti Vanno al Mare? Come mai nella testa di ogni italiano "Ferragosto" fa subito rima con "mare", "montagna" e "gita"? Questa tradizione è molto più recente di quello che si potrebbe pensare. Facciamo un salto negli anni '30 del Novecento, e più precisamente nel 1931. In quell'anno, in Italia, il regime fascista inaugurò i cosiddetti "Treni Popolari di Ferragosto": biglietti a prezzi ridottissimi che permettevano anche alle famiglie meno ricche di fare una gita e vedere, magari per la prima volta nella vita, il mare o la montagna. C'erano due possibilità: La gita di un solo giorno, in un raggio di circa 50-100 chilometri. La gita di tre giorni, entro circa 100-200 chilometri. C'era però un piccolo dettaglio: in questi viaggi i pasti non erano inclusi. E quindi cosa facevano gli italiani? Si portavano il cibo da casa. È proprio da qui che nasce una delle tradizioni più amate di questa giornata: il famoso pranzo al sacco, la grigliata all'aperto, il picnic con la famiglia. A Roma, questi turisti "fai da te" che si portavano il cibo da casa avvolto in un fagotto venivano chiamati "fagottari": una parola simpatica da tirare fuori al momento giusto. Se oggi a Ferragosto ti ritrovi a mangiare un panino seduto su un prato o davanti al mare, sappi che stai portando avanti una tradizione con quasi cento anni di storia. Tradizioni e Curiosità del Ferragosto di Oggi Come si festeggia oggi il Ferragosto in Italia? Ecco qualche immagine tipica: La grigliata è la grande protagonista. Ferragosto è l'unico giorno dell'anno in cui ogni italiano si sente, all'improvviso, un maestro della griglia — o almeno ci prova. Il mare, con le spiagge affollatissime, i fuochi d'artificio la sera e, in tantissimi paesi, le sagre, cioè le feste popolari dove si mangiano i piatti tipici del posto. Le città si svuotano completamente. A Ferragosto trovare un bar aperto nel centro di Roma o di Milano è come cercare un ago in un pagliaio. Esiste anche un vecchio detto un po' scherzoso: "Ferragosto, moglie mia non ti conosco". Era un modo ironico per dire che, nella confusione della festa, ci si concedeva un pizzico di libertà e divertimento. Oggi si usa giusto per fare una battuta. Una curiosità in più per gli appassionati di tradizioni: il giorno dopo Ferragosto, il 16 agosto, a Siena si corre il famoso Palio dell'Assunta, una spettacolare corsa di cavalli che va avanti da secoli. Non Solo Ferragosto: le Feste che Arrivano dall'Antica Roma Abbiamo visto che il Ferragosto affonda le sue radici nell'Antica Roma. Ma non è l'unica festa che gli italiani hanno ereditato dai Romani. Ce ne sono altre, molto conosciute, dietro le quali si nasconde un pezzo di storia vecchio di duemila anni. Facciamo un piccolo viaggio nel tempo. Il Natale e la Nascita del Sole Partiamo dalla festa più amata di tutte: il Natale. I Romani, intorno al solstizio d'inverno, festeggiavano due ricorrenze molto importanti. La prima erano i Saturnali, in onore del dio Saturno, che si celebravano più o meno dal 17 al 23 dicembre: erano giorni di banchetti, di regali e di allegria in cui i ruoli si rovesciavano, e persino i padroni servivano a tavola i loro schiavi. La seconda festa era il Dies Natalis Solis Invicti, cioè il "giorno di nascita del Sole Invitto", celebrato il 25 dicembre. In quel periodo, dopo la notte più lunga dell'anno, le giornate ricominciavano ad allungarsi, e i Romani festeggiavano la "rinascita" del Sole. Con il passare dei secoli, la Chiesa fissò la nascita di Gesù proprio il 25 dicembre, facendola coincidere con queste antichissime feste. Attenzione, però: anche su questo legame gli storici discutono. Non ci sono prove definitive che il Natale sia nato "sopra" la festa del Sole, e c'è persino chi pensa che il 25 dicembre derivi da un calcolo religioso, cioè nove mesi dopo il 25 marzo. Chicca linguistica: la parola "Natale" viene dal latino natalis, che significa proprio "relativo alla nascita", "compleanno". Quando scambi i regali sotto l'albero, stai quindi ripetendo un gesto che i Romani facevano già duemila anni fa. Il Capodanno e il Dio con Due Facce Andiamo avanti di qualche giorno e arriviamo al Capodanno. Perché si festeggia l'inizio dell'anno proprio il 1° gennaio? Anche qui la risposta è romana. Furono i Romani a fissare il primo giorno dell'anno al 1° gennaio, e a renderlo ufficiale fu Giulio Cesare con il suo nuovo calendario, nel 46 a.C. E perché proprio gennaio? Perché il mese era dedicato a Giano, il dio degli inizi, rappresentato con due facce: una che guarda al passato e una che guarda al futuro. Un simbolo perfetto per iniziare un anno nuovo. Le tre chicche linguistiche del Capodanno: La parola "gennaio" viene proprio da Ianuarius, cioè dal nome del dio Giano. Giano era il dio delle porte, e "porta" in latino si dice ianua: Giano è letteralmente il dio che apre le porte del nuovo anno. I Romani si scambiavano dei regali beneauguranti, tra cui dei fichi chiamati strenae: da lì arriva la parola "strenna", che ancora oggi si usa per i regali di Natale e Capodanno. Persino la parola "calendario" viene dal latino calendae, il primo giorno del mese romano. San Valentino e una Festa un Po' Incerta Andiamo avanti e arriviamo a febbraio, con la festa degli innamorati: San Valentino. Qui la storia è affascinante ma anche un pochino incerta. C'è una versione molto popolare che collega San Valentino a un'antica festa romana chiamata Lupercalia, che si celebrava intorno al 15 febbraio: erano feste di purificazione e di fertilità, piuttosto vivaci, dedicate al dio Fauno. Secondo questa versione, la Chiesa avrebbe sostituito i Lupercalia con la festa di San Valentino, il 14 febbraio. Molti storici oggi sono però scettici su questo collegamento diretto, e fanno notare che l'idea di San Valentino come "festa degli innamorati" è in realtà molto più recente, nata nel Medioevo. La verità è quindi meno lineare di quanto si racconti in giro. Chicca linguistica: il nome del mese "febbraio" viene dal latino februa, le strisce di pelle che i sacerdoti romani usavano proprio durante quei riti di purificazione. Il Carnevale e il Mondo alla Rovescia Chiudiamo con una festa allegra e colorata: il Carnevale. Anche in questo caso si può tornare ai Saturnali. Ricordi che, durante quei giorni, i ruoli si rovesciavano e quasi tutto era permesso? Quel "mondo alla rovescia", con le maschere, gli scherzi e l'allegria sfrenata, è lo stesso spirito che ritroviamo ancora oggi nel Carnevale italiano: un'eredità romana che, ogni inverno, riempie di coriandoli le piazze del Paese. ...

Casus Belli Podcast
EEV ⭐ Stalingrado: Operación Saturno y el colapso del VI Ejército

Casus Belli Podcast

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 188:48


¿Existió realmente un plan para salvar al VI Ejército o fue el sacrificio de Paulus una ofrenda necesaria para el Reich? En este episodio, analizamos las causas del fracaso alemán en el Volga y el impacto psicológico de una derrota que marcó el principio del fin para Hitler. Desde la paranoia de los mandos o el contraataque soviético, hasta el colapso del sistema de alianzas del Eje, descubrimos cómo la improvisación y la falta de logística convirtieron el avance alemán en un punto de inflexión histórico. ◼️ Edición Limitada Versus Vol.1 ➡️ https://go.ivoox.com/sq/3153351 ◼️ ❓ ¿Se me escucha? Festival de Podcast de Albacete ➡️ https://www.semeescucha.es/ ⭐ ¿Qué es la Edición Especial de Verano? Se trata de reediciones revisadas de episodios relevantes de nuestro arsenal, para que no pases el verano sin tu ración de Historia Bélica. ⭐️ ¿Qué es la Edición Especial de Verano? Se trata de reediciones revisadas de episodios relevantes de nuestro arsenal, para que no pases el verano sin tu ración de Historia Bélica. Estamos en: WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 https://casusbelli.top Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod La música que aparece en este episodio está cubiertas por licencias privadas de Epidemic Sound, Jamendo, SUNO o SGAE SGAERRDDD/4/1074/1012, o están compuestos por Dani CarAn bajo Licencia Creative Commons Atribución – No Comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0) https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.es ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es Las opiniones expresadas en este programa de pódcast, son de exclusiva responsabilidad de quienes las trasmiten. Que cada palo aguante su vela. ¿Quieres contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com En busca del Grial podría haber sido el título de su biografía, un alemán de origen judío, protegido del Reichsführer-SS Heinrich Himmler, y reclutado por éste para encontrar reliquias sagradas en nombre de los nazis. ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Punto Bernal
Ep. 162: Astrofotografía Planetaria

Punto Bernal

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 88:02


¿Alguna vez has soñado con capturar la majestuosidad de los anillos de Saturno o las coloridas bandas de Júpiter, pero crees que necesitas un observatorio millonario para lograrlo? ¿Sabías que con tu propio teléfono móvil, un telescopio sencillo y un poco de curiosidad puedes conseguir astrofotos planetarias espectaculares? ¿Cuál es la magia detrás del apilado de imágenes y qué software gratuito puede transformar un pequeño video borroso en una obra de arte celestial? En este episodio nos acompaña nuevamente nuestro gran amigo y talento autodidacta Miguel Duarte para desentrañar todos los secretos de la astrofotografía planetaria. Retomando la apasionante charla que dejamos iniciada en el Episodio 113, derribamos el mito de los equipos costosos y te demostramos que la técnica, la pasión y programas como Autostakkert valen mucho más que el presupuesto. Prepara tu celular y saca tu telescopio al patio para descubrir cómo traer los gigantes del sistema solar directamente a tus manos.Invitado: Miguel Duarte, Astrofotógrafo de Antioquia (Colombia), Instagram: @el_observador_del_cieloRealizado y presentado por: Antonio Bernal (Observatorio Fabra, Barcelona) y Jorge I. Zuluaga (Universidad de Antioquia, Medellín-Colombia)Producido por: Jorge I. Zuluaga (Universidad de Antioquia)Lista de episodios organizados por tema: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://tinyurl.com/y58xkvcn⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Lista de reproducción temática: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://tinyurl.com/89s2fpm8⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Enlaces recomendados: Software AutoStakkert (gratuito), Artículo de Antonio Bernal "Amanecer en el cráter Ptolomeo". Astrofotógrafo Tom Williams @tw.astrophotography y la ISS por Tom Williams. Astrofotógrafo Brian Martin @backdoorastronomy. Selección de fotos de Miguel Duarte: Venus a través del tiempo y de las longitudes de onda, Marte y el Monte Olimpo, Júpiter el hermoso, la Luna en alta resolución, prominencias en el Sol.

Astros para navegar
Mabel Castro en astrología empresarial

Astros para navegar

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 35:27


Mabel Castro la puedes encontrar como @mabelcastroastrology.es en Instagram. Es una astróloga colombiana radicada en Madrid. Aborda cómo aplicar la astrología a nivel empresarial y de emprendimiento. Se explican los tres niveles de consultoría astral para negocios, nos habla del rol de Venus, Marte y Mercurio en la identidad corporativa, y la importancia de los tránsitos actuales (Júpiter en Leo, Saturno en Aries, Plutón en Acuario) para la toma de decisiones estratégicas. Contacto: www.marcotexon.com Telegram: @AstrosConMarcoTexon Instragram: marcottexon Twitter: @astr0matt Facebook: Astros para navegar con Marco Texon

Amir Hamad EvoluCoaching
Vênus em Libra Harmonia Sol Saturno Disciplina

Amir Hamad EvoluCoaching

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 12:02


Instagram - https://www.instagram.com/amir.astrologia Curso de Cristais - https://chk.eduzz.com/2056168 Curso de Astrologia - https://sun.eduzz.com/ixttp7zx Atendimentos - Envie um email para astrologiaetantra@gmail.com Canal do Telegram - https://t.me/+-J2a6D6TItNiZWIx Siga também tiktok.com/@amir.astrologia Jornada de Evolução Astrológica - https://chk.eduzz.com/39ZRK4EBWE Grupo dos Óleos Essenciais https://chat.whatsapp.com/IbEFUduzZt02ik1fdE3NHJ?mode=gi_t #astrologia #signos #horóscopo #mapaastral #autoconhecimento

Astrología y Evolución
☀️ ¡Eclipse Solar! UN CAMBIO RADICAL EN TU VIDA + Tránsitos 1° Quincena Agosto - Astrología evolutiva

Astrología y Evolución

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 57:29


Agosto se viene power, muy power. Este mes trae uno de los eventos astrológicos más potentes del año: el eclipse solar total en Leo del 12 de agosto, en el grado 20 de Leo. Y si sientes que todo se está acelerando, que el piso que conocías se derrumba y que la vida te empuja al siguiente nivel… es exactamente eso lo que está pasando. Un eclipse total viene a quitar lo que ya no te deja ser fiel a ti mism@ y a abrir paso a lo nuevo. Es una reinvención de tu Identidad. Todo esto ocurre junto a la oposición de Plutón en Acuario a Júpiter en Leo, dos cometas que aceleran los procesos y un gran trígono entre Venus, Urano y Plutón que te invita a preguntarte qué le aporta valor real a tu vida. Sí, todo eso… Y como buena noticia: el trígono de Saturno en Aries con Júpiter en Leo sostiene la energía y te ayuda a dar forma a tus sueños con madurez y perseverancia.FÓRMULA DE ESENCIAS FLORALES 1ª QUINCENA AGOSTO 2026MASTERCLASS GRATUITA SOBRE ASTROLOGÍA PREDICTIVA

Conecta con tu esencia divina
E35- Clima energético de agosto 2026: todo lo que trae el mes de los dos eclipses

Conecta con tu esencia divina

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 15:58


Agosto llega con dos eclipses —uno solar en Leo el 12, uno lunar en Piscis el 28— y eso no pasa todos los meses. En este episodio te cuento, semana a semana, todo lo que se mueve en el cielo y qué hacer con eso en tu vida real:

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia
Céu do Momento - 03 de Agosto de 2026

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 19:38


Palestra Presencial: PAS - Pessoas Altamente Sensíveis - Faça a sua inscrição pelo e-mail: CONTATO@CEUDOMOMENTO.COM.BRInscrição curso de Astrologia e atendimentos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://bit.ly/paolaherrero⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou @pa.herrero (Instagram)

Luces eXtrañas
#87 – Más allá de los grandes objetos del Cisne

Luces eXtrañas

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 93:22


Observación de cielo profundo realizada cerca de la luna nueva de julio con el Dobson de 250 mm f/6,3 y 1.600 mm de distancia focal. La noche presenta unas condiciones típicamente veraniegas: calor, un cielo algo turbulento y menos contrastado de lo deseable. Previendo que el Dobson de 40 cm no iba a poder aprovechar todo su potencial, decido sacar el telescopio de 25 cm, que aparece menos de lo que merece en estas sesiones y también tiene derecho a salir de vez en cuando a pastar fotones. El recorrido transcurre principalmente por las regiones de la Vía Láctea del Cisne, Vulpecula y Cefeo. En lugar de acudir a los grandes objetos que suelen concentrar toda la atención, la propuesta consiste en detenerse ante cúmulos abiertos y nebulosas planetarias menos visitados, además de levantar la vista del ocular para observar una enorme región oscura de nuestra galaxia. Objetos observados: ✨ NGC 6819 – Cúmulo abierto en el Cisne. Pequeño, rico y muy concentrado, a bajos aumentos puede recordar a un cúmulo globular antes de comenzar a resolverse en multitud de estrellas débiles. NGC 6818, la Pequeña Joya – Nebulosa planetaria en Sagitario. Un diminuto disco de elevado brillo superficial que admite aumentos y puede llegar a insinuar una estructura anular. ✨ NGC 6866, el Cúmulo del Ave Fragata – Cúmulo abierto en el Cisne. Una concentración inicialmente nebulosa que se va desgranando poco a poco y en la que algunos observadores reconocen la figura de un ave con las alas extendidas. ✨ NGC 6940 – Cúmulo abierto en Vulpecula. Extenso, rico y lleno de cadenas, parejas y pequeñas agrupaciones que invitan a recorrer lentamente todo el campo. Saco de Carbón del Norte – Nebulosa oscura en el Cisne. Una gran acumulación de polvo interestelar que interrumpe visualmente la Vía Láctea y que se observa mejor apartando el ojo del telescopio. NGC 7008, la Nebulosa del Feto – Nebulosa planetaria en el Cisne. Irregular, moteada y con varias condensaciones y estrellas superpuestas que le proporcionan un aspecto especialmente complejo. NGC 7027, el Rectángulo Verde – Nebulosa planetaria en el Cisne. Muy pequeña, brillante y exigente con la estabilidad atmosférica; a altos aumentos puede revelar una forma alargada y aproximadamente rectangular. ✨ Trumpler 37 – Gran cúmulo abierto en Cefeo, asociado a la nebulosa IC 1396. Una agrupación joven, enorme y poco concentrada cuyos límites se confunden con el fondo estelar de la Vía Láctea. El episodio terminó siendo más largo de lo previsto. La localización de los objetos apenas consumió tiempo y disponer de la información preparada en la tableta permitió dedicar bastantes minutos a observar y comentar cada uno de ellos. La comodidad durante la locución no se correspondió con la postura ante el telescopio. La silla-escalera que utilizo con el Dobson de 40 cm apenas resulta útil con el de 25, así que buena parte de la noche transcurrió doblando el lomo de mala manera. Otra cuestión pendiente de resolver, porque la comodidad al ocular influye directamente en el tiempo y la calidad de la observación. Antes de recoger todavía quedaron unos minutos para Saturno, que comenzaba a ganar una altura razonable sobre el horizonte. Una noche sin grandes clásicos, sin condiciones perfectas y sin heroicidades, pero con suficientes objetos interesantes como para recordar que, en regiones tan ricas como el Cisne, siempre merece la pena mirar un poco más allá. Enlaces y formas de contacto: https://linktr.ee/luces_x

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia
Céu do Momento - 30 de Julho de 2026

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 17:25


Palestra Presencial: PAS - Pessoas Altamente Sensíveis - Faça a sua inscrição pelo e-mail:CONTATO@CEUDOMOMENTO.COM.BRData: 08 de agosto de 2026 (sábado)Horário: 9h às 13hLocal: SP--------------------------------------------------------------Olá pessoal! :) Thais por aqui ✨Hoje, a Lua continua transitando na fase Cheia e no signo de Aquário e formará dois aspectos harmônicos, um com Saturno e outro com Marte. Com muito carinho, peço que, se gostou desse episódio, compartilhe nas redes sociais para que o Céu do Momento possa chegar a mais e mais pessoas.

Portugalex
Saturno retrógrado e Rodrigo Moita de Deus

Portugalex

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 2:54


Buraco negro sob armazém dos exames.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Universo de Misterios
2070 - Nubes de Magallanes, el explorador, Bombardear Marte con Asteroides, Mimas y más

Universo de Misterios

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 76:23


Por favor, inicia sesión en iVoox antes de escuchar UDM. En esta entrega de Universo de Misterios, analizamos el sorprendente hallazgo de un océano subglacial en Mimas, la luna de Saturno que recuerda a la estrella de la muerte. Repasamos cómo las fuerzas de marea han permitido la existencia de agua líquida bajo su corteza helada, desafiando nuestras expectativas sobre la habitabilidad en cuerpos pequeños. Un recorrido por las resonancias orbitales, su historia geológica y la comparación con otros mundos oceánicos del sistema solar. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos
O ápice do conflito entre o masculino e o feminino

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 42:49


Nessa semana Marte e Vênus estão quadrados no céu e mercúrio não está no apoio. Além disso Saturno fica retrógrado e pra danar tudo temos uma oposição entre o sol junto com Júpiter e Plutão. É uma semana extremamente difícil para os relacionamentos afetivos. Cuida da sua relação! Cuida do masculino dentro de você e cuida do feminino dentro de si. Assim como valoriza o sexo oposto. Lembrando que cada um do sexos tem valores diferentes. O masculino tem o seu papel e o feminino tem o seu papel e o seu lugar. Reflita sobre isso e compartilhe esse episódio que vai ajudar muita gente em tempos de elevação dos conflitos, das medidas protetivas no uso da Lei Maria da Penha.Lembra de filtrar também o conteúdo que é exposto aqui como qualquer outro conteúdo, pois se trata da opinião de um indivíduo comedor de feijão e fazer dor de cocô como você.Para agendar a leitura do seu mapa astral acesse Saimagos .com ou através do (11) 96690 6266.

Nilton Schutz
Astrologia Semanal | 18 Meses de Cobrança: O Que o Eixo Leão-Aquário Vai Exigir de Você

Nilton Schutz

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 84:10


Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia
Céu do Momento - 27 de Julho de 2026

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 18:42


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Amir Hamad EvoluCoaching
Astral do Dia - Lua em Capricórnio Saturno Retrógrado

Amir Hamad EvoluCoaching

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 13:50


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GENIAL
Saturno está perdiendo sus anillos, pero el verdadero drama apenas está comenzando

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 13:26


Saturno está perdiendo sus anillos — sí, el planeta con las joyas más icónicas del sistema solar se está desintegrando lentamente. Pero aquí está la sorpresa: el verdadero drama no es solo que los anillos desaparezcan... es lo que sucede después. Este video explora la ciencia, las sorpresas y la épica historia cósmica que se desarrolla en este momento. Estamos hablando de cambios enormes, fuerzas misteriosas y pistas sobre el pasado —y el futuro— de Saturno. Si te apasionan el espacio, las grandes preguntas y descubrimientos impresionantes, no querrás perderte esto. ¡Dale play y prepárate para la separación más dramática del sistema solar!

L’ARCOBALENO E L’AEROPLANO
Nuvole e Passeggeri | RadioMania | Dodicesima puntata

L’ARCOBALENO E L’AEROPLANO

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 46:42


Nuvole e Passeggeri | RadioMania | Dodicesima puntata Dagli studi di Umbertide e Bastia Umbra ultima puntata della stagione con: Grace, Franzy e gli ottantacinque anni di Bob Dylan, l’ospite speciale “Remigrazione”, PierGPT la nostra esclusiva intelligenza artificiale, “The Vampire Diaries” raccontati da Kioko, Coco ci da i gossip su Achille Lauro, meteo da Saturno con Tomas senz’acca, Marinella intervista Sandro Pertini, Rosy intervista Vincent Van Gogh. Buon ascolto e buone vacanze!!! L'articolo Nuvole e Passeggeri | RadioMania | Dodicesima puntata proviene da Young Radio.

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos
Saturno retrógrado em Áries até dezembro

Astrologia & Mindfulness - Astrólogo Saimagos

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 13:14


Essa é uma das retrogradações de Saturno mais marcantes, pois ele vai voltar até o grau sete Áries ♈️ e vai se aproximar de Netuno.Para solicitar o seu mapa astral acesse Saimagos .com ou mande mensagem no (11) 96690 6266 Comenta aí se você gosta mais da minha assistente Anne ou do ChatGPT pra trocar ideia comigo.

Oxigênio
#223 – Existe vida nos oceanos das luas geladas?

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 38:58


Algumas das luas de Júpiter e Saturno têm sido objetos de interesse da astrobiologia há tempos. Novas missões estão a caminho para explorar alguns desses satélites e procurar  condições de habitabilidade que podem estar em grandes oceanos debaixo da superfície. Aqui na Terra, o estudo de organismos que vivem e se reproduzem em ambientes considerados extremos, os extremófilos, pode ajudar a entender como a vida pode se adaptar a condições de temperatura extremamente baixa, entre outros estressores. Para tratar do tema, o repórter Danilo Albergaria conversou com as pesquisadoras Amanda Bendia e Maria Eduarda Nascimento, ambas do Instituto Oceanográfico da USP, Rosaly Lopes, da NASA e Douglas Galante, do Instituto de Geociências, também da USP. Este é o terceiro episódio de uma série produzida pelo Danilo, com apoio do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. _________________ Roteiro Danilo: Nos dois primeiros episódios do podcast Oxigênio dedicados à astrobiologia, falamos da busca por vida em exoplanetas e em Marte. Desde os anos 60, Marte foi o objeto que mais capturou as atenções dos cientistas interessados em entender se a vida pode ter surgido e  persistido em outros lugares do sistema solar. Mas esse panorama tem mudado nas últimas décadas. Desde as missões Galileo e Cassini, algumas das luas que orbitam Júpiter e Saturno entraram no rol de mundos com potencial de oferecer condições habitáveis à vida como a conhecemos. Novas missões espaciais estão a caminho ou em fase final de preparação para explorar algumas das luas dos gigantes gasosos. Entre os seus objetivos está entender melhor as potenciais condições de habitabilidade nos grandes oceanos debaixo da superfície dessas luas – ou seja, os cientistas querem saber se esses lugares oferecem condições suficientes para que seres vivos sobrevivam. Nesse episódio, eu entrevistei quatro cientistas que trabalham direta ou indiretamente com isso. Com eles, vamos explorar o que sabemos – e o que ainda não sabemos – sobre as luas geladas do sistema solar. Será que pode existir vida nesses lugares? É isso o que muita gente que pesquisa astrobiologia quer saber. [Vinheta] Danilo: Algumas das missões mais importantes da exploração espacial do presente e do futuro próximo estão destinadas às luas de Júpiter e Saturno. Vamos falar primeiro das que vão explorar a vizinhança de Júpiter.  A sonda JUICE, acrônimo para “explorador das luas geladas de Júpiter” em inglês, foi lançada pela ESA (a agência espacial europeia) em 2023 para explorar Ganimedes, Calisto e Europa, três das quatro luas de Júpiter chamadas de galileanas. O quarteto foi observado pela primeira vez há mais de 400 anos por Galileu Galilei. A não ser pela nossa própria Lua, nenhuma lua do sistema solar é visível a olho nu. Galileu foi o primeiro a observar as luas de Júpiter usando um telescópio, invenção recente que tinha sido aprimorada por ele. As luas galileanas de Júpiter são relativamente grandes. Embora ainda sejam objetos bem menores do que a Terra, Ganimedes e Calisto são um pouco maiores do que a nossa Lua, enquanto a  Europa é um pouco menor. A quarta lua, a Io – um verdadeiro inferno vulcânico, e que não estava no radar de estudos da missão de 2023 como as demais, é praticamente do mesmo tamanho da nossa Lua.  A JUICE está a caminho do sistema joviano, ou seja, Júpiter e suas luas, mas ainda se encontra na vizinhança da Terra. Ela deve se aproximar de novo de nós para pegar embalo com a gravidade do nosso planeta, que vai estilingar a sonda para o sistema solar externo. A JUICE deve chegar aos arredores de Júpiter em julho de 2031. Outra sonda, a Europa Clipper, da NASA, foi lançada em outubro de 2024 para investigar, como o nome sugere, a lua Europa, a mais interessante das luas de Júpiter. A estilingada da Europa Clipper, ao passar perto da Terra, vai acontecer um pouco depois da passagem da JUICE – vai ser em dezembro de 2026, mas a Clipper deve chegar antes à vizinhança de Júpiter, em abril de 2030. A Clipper vai orbitar Júpiter e passar bem pertinho da superfície de Europa umas 50 vezes. Além das duas missões ocidentais, a China está planejando lançar uma sonda em 2029 para chegar a Júpiter em 2035 e explorar as luas Calisto e Ganimedes. Por que tanto interesse nessas grandes luas de Júpiter? Como eu já indiquei no começo do episódio, existem muitos indícios e evidências indiretas de que Europa, Calisto e Ganimedes têm enormes oceanos debaixo de uma espessa superfície gelada. A estimativa é de que cada uma dessas três luas tenha corpos de água líquida maiores do que todos os oceanos terrestres. Conversei sobre isso com o Douglas Galante, professor do Instituto de Geociências da USP e um dos pioneiros da astrobiologia no Brasil – ele é vice-coordenador do AstroLab, da USP, o primeiro laboratório dedicado à pesquisa em astrobiologia no país, fundado em 2011 por Douglas, pelo químico Fabio Rodrigues, atual coordenador do laboratório, e pelo Ivan Paulino-Lima, que hoje é pesquisador na NASA. Douglas: Uma coisa sempre interessante quando a gente pensa nessas luas geladas que eu sempre falo é que a gente adora falar que a Terra é o planeta água, algo que ficou popularizado, e a gente esquece de pensar que nessas luas de Júpiter e Saturno a gente tem mais água do que aqui na Terra. É em cada uma delas. Então a gente é muito presunçoso. Europa, os modelos mostram que ela pode ter um oceano de 100 quilômetros de profundidade. A gente não consegue imaginar o que são 100 quilômetros. O ponto mais profundo aqui na Terra, da Fossa das Marinas, são 11 quilômetros. Imagina 10 vezes mais. Danilo: Ganimedes, a maior lua de todo o sistema solar, deve ter um oceano seis vezes maior do que todos os oceanos da Terra combinados. Mas esses enormes corpos de água líquida não estão na superfície das luas, e sim debaixo de superfícies congeladas que podem chegar a centenas de quilômetros de espessura. Júpiter está cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra, e o frio a essa distância do Sol impossibilita a existência de água líquida na superfície das luas. O Douglas chamou a atenção para o fato de que essas luas estendem possível habitabilidade para além da região em que a Terra orbita, mais próxima do Sol e que permite água líquida na superfície. Douglas: Mas o que eu acho super interessante, que eu sempre coloco, é que as luas dão um indicativo de habitabilidade que é maior do que a gente conhecia. Quando a gente olha os conceitos de habitabilidade tradicionais, que definem a zona de habitabilidade estelar, que é a presença de água líquida na superfície, as luas são ambientes crípticos que obtêm energia para manutenção da água líquida a partir da interação gravitacional com seus planetas hospedeiros. Danilo: Ok, mas se a superfície é gelada demais para ter água líquida, como esses oceanos podem existir? A explicação é a seguinte: o decaimento radioativo dos elementos que formam o núcleo das luas gera calor considerável de forma mais ou menos constante, parecido com o que acontece com o núcleo da Terra. Mas isso é só parte da explicação. Entra, então, o chamado “aquecimento de maré”. Conforme a lua se desloca na órbita do planeta gigante, a atração gravitacional do planeta não é uniforme: como a órbita não é circular, mas elíptica (ou “ovalada”), as luas às vezes estão um pouco mais perto e às vezes um pouco mais longe do planeta. Isso produz um efeito de “estica e puxa” que estica e comprime a lua, e isso gera calor entre as suas camadas internas. Também entra aí o fato de que as órbitas de Ganimedes, Io e Europa estão em ressonância, ou seja, enquanto a Io completa uma volta, a Europa completa duas, e a Ganimedes, quatro, o que aumenta a excentricidade de suas órbitas (ou seja, estica um pouco a elipse). Nesse processo, a própria variação na distância entre as luas gera uma interação gravitacional que contribui para o efeito de aquecimento de maré. Além disso, a provável presença de sais nos oceanos faz com que o ponto de congelamento diminua, mantendo a água em estado líquido. A JUICE e a Europa Clipper serão importantes para entender melhor as superfícies das luas e colher dados indiretos que indiquem algumas características desses oceanos, incluindo informações sobre se eles oferecem condições habitáveis para a vida como a conhecemos. Água líquida é uma das condições necessárias. Mas como os cientistas vão fazer para saber o que mais pode haver nesses oceanos?  [Música] Danilo: Para entender como os cientistas vão fazer para saber mais sobre as luas geladas, eu conversei com a Rosaly Lopes, que é diretora de ciências planetárias do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ela teve atuação importante na missão Galileo, que explorou as luas de Júpiter entre 1995 e 2003.  Rosaly: Eu trabalhei na missão Galileo e a missão Galileo foi que descobriu que a Ganimedes e a Europa tinham oceanos de água líquida debaixo de uma crosta de gelo, principalmente Europa. Aí o pessoal fica muito entusiasmado porque Europa, nós sabemos que tem calor no interior, tem sinais de criovulcanismo, criovulcanismo é o vulcanismo que traz essa água líquida do interior para a superfície. E são três coisas essenciais para existir vida, vida como a nossa: água, energia, como calor, como vulcanismo, e material orgânico. Nós não sabemos muito sobre o material orgânico em Europa. Sabemos mais em Encélado e Titã, por exemplo. Eu também trabalhei na missão Cassini. Mas a missão que está indo agora para a Europa vai estudar justamente os depósitos da superfície para ver se é material orgânico ou não. Danilo: Encélado e Titã são luas de Saturno, e a Cassini foi a missão da NASA que explorou o sistema saturniano entre 2004 e 2017. Vamos falar delas daqui a pouco. Por ora, o que a Rosaly falou sobre possível criovulcanismo (ou vulcanismo gelado) em Europa é importante porque pode ser um dos mecanismos pelos quais parte do oceano do interior poderia ser expelida em enormes plumas de vapor de água e gelo. Não é algo completamente diferente de vulcões expelindo o magma do manto terrestre para a superfície. A Europa Clipper carrega instrumentos capazes de fazer medições que vão ser usadas para distinguir se essas plumas contêm material vindo do oceano profundo ou de pequenos reservatórios mais próximos da superfície. As pistas de criovulcanismo na superfície incluem anomalias de temperatura em determinadas regiões – mais quentes do que o esperado – além da presença de características que lembram fluxos de erupções ou de derretimento de geleiras aqui na Terra. Aliás, junto com a ausência de crateras de impacto de grande porte, isso indica que a superfície de Europa é jovem, devendo ter entre 50 e 100 milhões de anos. Em comparação, a superfície de Marte e da nossa Lua, formadas há bilhões de anos, tem muitas dessas grandes crateras, o que indica que a superfície não se renova. Ao examinar a superfície de Europa com a Clipper, os cientistas vão poder fazer inferências sobre seu interior. Mas a sonda não vai pousar na superfície da lua. Em vez disso, ela vai orbitar Júpiter e fazer 44 rasantes sobre Europa.  Douglas: Na verdade, ela não vai nem orbitar a Lua, ela vai ficar fazendo flybys em volta da Lua, vai fazer rasantes na Lua, e quando ela faz esses rasantes, ela faz uma série de imagens de alta resolução, faz medidas espectroscópicas para medir a composição, mas ela não vai, de fato, acessar diretamente o potencial oceano líquido que existe ali debaixo. E daí todo mundo pergunta, mas porque a gente não simplesmente pousa na superfície da Lua, faz um furo, mede a água e vê o que tem ali e pega um atum europeano, sei lá. Então isso é uma coisa complicada, porque o oceano de Europa tem 100 km de profundidade. A crosta, a gente fala que é uma crosta fina, mas fina, de 10 km de espessura. A gente tem que lembrar que as calotas polares aqui no nosso planeta têm de 4 a 4,5 quilômetros de profundidade.  Danilo: Pesquisadores estão explorando a potencial habitabilidade de oceanos de subsuperfície das luas analisando os seres vivos encontrados em condições muito adversas, extremas. A Amanda Bendia é professora do Instituto Oceanográfico da USP e coordenadora do ExtreMar, o Laboratório de Extremófilos Marinhos do instituto. Extremófilos são microrganismos capazes de viver em condições extremas e a Amanda é especialista em extremófilos marinhos de ilhas vulcânicas da Antártida. Lá existem fumarolas submarinas habitadas por micróbios adaptados a um ambiente com variação extrema de temperatura. Ela destaca o problema de conceber como microrganismos poderiam se adaptar às pressões muito altas que o oceano de Europa deve ter.  Amanda: Aqui na Terra, falando de extremófilos, a gente já encontrou vida nos mais extremos possíveis, desde a profundidade máxima do oceano até a mais alta atmosfera. Só que a profundidade máxima do nosso oceano é perto de 11 quilômetros, que fica naquela região das fossas marianas. Em Europa, é estimado que o ponto mais fundo seja ali perto de 100 quilômetros, então é 10 vezes quase mais profundo do que a nossa maior profundidade. Então, é um desafio a gente tentar entender como uma forma de vida ali poderia sobreviver a uma alta pressão como essa. Danilo: A Maria Eduarda Nascimento é doutoranda orientada pela Amanda, também no Instituto Oceanográfico da USP. A pesquisa dela envolve criar modelos computacionais para entender como possíveis comunidades de microrganismos poderiam subsistir no interior de oceanos de subsuperfície de luas geladas por meio de quimiolitoautotrofia – que é um nome sofisticado para descrever como alguns micróbios aqui na Terra se alimentam de compostos inorgânicos – como minerais e rochas – sem precisar de oxigênio e da luz do Sol. Os oceanos das luas geladas podem estar em contato com um interior quente e isso, dependendo dos elementos e compostos disponíveis, pode sustentar vida microbiana quimiolitoautotrófica. A gente vai falar disso daqui a pouco, porque a Maria também conversou comigo sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Maria: Ela tem o REASON, que é um radar para ver o quão grande é essa crosta de gelo e a estrutura. Ele tem um magnetômetro que é pela deformação no campo magnético que a gente sabe que tem um oceano, que a água salgada do mar acaba mexendo nesse campo eletromagnético, que a gente sabe que os elétrons da água salgada criam essa deformação no campo. Então a gente tem esse, que daí vai dizer quanto profundo é, vai dizer quão realmente muito profundo é. Qual é a salinidade? Vai ter um espectrômetro de massa também na Europa Clipper, então vai analisar esses gases na atmosfera por espectrometria. Danilo: A Clipper não vai ter como procurar diretamente por sinais de vida, buscando bioassinaturas, mas vai ser capaz de colher dados que vão poder indicar se o oceano é habitável ou não. Morando há décadas nos Estados Unidos, a Rosaly fala das bioassinaturas no inglês, biosignatures. Ela também falou sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Rosaly: Tem um que nós chamamos MASPEX, que é um espectrômetro de massa. Ele vai poder analisar gases perto de Europa. Se tiver pluma trazendo material do interior, isso vai ser uma beleza. Se não tiver pluma, aí depende de quanto material deve ter saído do interior. Também tem um Surface Dust Analyzer, que pode analisar partículas de poeira, dust é poeira. E existem sempre em todos os planetas e luas pequenos impactos de micrometeoritos e que estão colocando para fora partículas da superfície de Europa. Então, esse instrumento vai analisar a composição dessas partículas. E também, se tiver pluma no interior, colocando material para a superfície, também esse instrumento vai ser muito importante.  Nós vamos saber, por exemplo, mais sobre a espessura da crosta de gelo, se tem plumas trazendo material do interior para a superfície, se tem depósitos dentro da crosta de gelo que são, digamos, líquidos, que em vez de estar abaixo no oceano, estão mais perto da superfície. Está saindo algum material e nós sabemos que tem composição e cor diferente em umas regiões que chamam de Chaos Terrains, regiões caóticas, onde mais material veio do interior. E poder analisar a composição desse material, se tem material orgânico ou não. Então, [a sonda] vai também nos dizer muito mais sobre a lua Europa. Mas não é uma missão para detectar a vida, nem biosignature. Danilo: Diferentemente da Clipper, a JUICE (lançada pela ESA, a agência espacial europeia) não vai prospectar somente Europa, mas também Ganimedes e Calisto. Na verdade, o foco principal da missão da agência espacial europeia é a maior lua de todo o sistema solar, Ganimedes, a única que tem campo magnético próprio. A sonda vai orbitar essa grande lua, mirando entender sua estrutura interna, buscando mais informações sobre a extensão de sua crosta gelada, o volume de seu oceano, e caracterizar seu campo magnético. A sonda também vai fazer rasantes sobre Europa e Calisto para identificar locais mais interessantes para o pouso de futuras missões. O objetivo declarado da missão é entender as condições de habitabilidade oferecidas pelas três luas jovianas. Mas, claro, as luas de Júpiter não são as únicas que interessam para a astrobiologia. [Música] Danilo: Orbitando Saturno estão dois mundos que vêm chamando a atenção dos pesquisadores interessados na busca por vida fora da Terra há décadas: Titã e Encélado. Titã é a maior lua de Saturno – no sistema solar, ela só é menor do que a Ganimedes. Vamos falar de Titã daqui a pouco. Encélado é uma lua pequena – ela ainda tem tamanho mais do que suficiente para, com a própria gravidade, ter se tornado um objeto redondo, mas tem 15% do diâmetro da nossa Lua. A superfície dela, congelada, quase inteiramente branca com detalhes azulados, foi observada de perto pela primeira vez em 1980 e 81 quando as sondas Voyager visitaram o sistema saturniano. Se já era intrigante, Encélado se tornou um dos objetos mais interessantes do sistema solar com os indícios de que ela, também, possui um oceano de subsuperfície. A sonda Cassini, que começou a explorar o sistema de Saturno em 2004, observou Encélado ejetando plumas de materiais que devem compor esse oceano. Em três oportunidades, em 2008, 2012 e 2015, a Cassini deu rasantes – a uns 50 quilômetros de distância da superfície de Encélado – passando pelas plumas para analisar o que tinha ali. A Rosaly, que trabalhou na missão, falou um pouco sobre os achados. Rosaly: Encélado, o que é muito interessante é que esse líquido está em contato direto com o interior, a crosta do interior, porque foram detectados sais na pluma. Então, quer dizer que esse material está vindo direto do oceano. E nós sabemos que o oceano está em contato com o interior, que tem material orgânico também, sílica. Então, esse material está vindo direto do oceano até a superfície e você pode, digamos, colher esse material, voar pela pluma e colher o material.  Danilo: Com a Cassini, descobrimos indícios de que o oceano de Encélado tem materiais orgânicos e os seis elementos químicos essenciais para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Eu também pedi para a Amanda explorar um pouco mais o que sabemos do oceano de Encélado a partir das plumas. Ela vai mencionar algo muito importante: as fontes hidrotermais.  Amanda: lá em Encélado é legal que tem umas plumas que são ejetadas em direção à superfície. E aí a Cassini passou de rasante nessas plumas que ficam geralmente ali no Polo Sul, de Encélado, e detectaram partículas de sílica. Esse tipo de partícula só poderia ser formado em temperaturas altas. Então, eles começaram aí uma discussão de que teriam fontes hidrotermais no fundo do oceano de Encélado. Isso é muito entusiasmante, porque a vida aqui na Terra, uma das grandes hipóteses, que é uma das mais aceitas pela comunidade científica, é que a vida teria se originado em fontes hidrotermais do oceano primitivo da Terra. Porque tem todos esses componentes químicos que geram um gradiente químico. A vida poderia obter energia, produzir energia a partir desse gradiente. Danilo: Até a década de 1970 ninguém sabia da existência das fontes hidrotermais no fundo dos oceanos terrestres. A crosta terrestre tem fissuras. Quando essas fissuras estão no assoalho oceânico, a água entra em contato com o magma próximo, o que gera verdadeiras chaminés, fumarolas. Nessas fontes, na escuridão do fundo oceânico, ecossistemas inteiros existem graças a microrganismos que conseguem produzir sua própria matéria orgânica a partir de substâncias inorgânicas, como compostos de enxofre, nitrogênio e ferro. A Amanda e a Maria falaram um pouco deles. Amanda: Tem não só micro-organismos bem específicos desses ambientes, mas até animais associados, porque os microrganismos sustentam a vida nesses locais, porque eles fazem um tipo de metabolismo que chama quimiossíntese. Que é um tipo de metabolismo que a gente tem todas as evidências de que era o metabolismo das primeiras formas de vida que existiram aqui. Eles conseguem obter energia a partir desses compostos químicos à base de enxofre, por exemplo. E aí, a partir dessa energia, eles conseguem fixar o CO2, que nem as plantas fazem a partir da luz. Fixam CO2 para produzir as moléculas orgânicas, eles conseguem, a partir da energia dessas rochas, desses compostos inorgânicos, fixar esse carbono e produzir, sintetizar essas moléculas orgânicas, então são produtores primários do fundo do oceano que sustentam a vida nesse oceano profundo. Então essas fontes hidrotermais são como se fossem oásis para essa vida de ambiente extremo em mar profundo. Maria: Eles estão lá respirando nitrogênio, respirando ferro, outros elementos. Então eles demonstram que essas similaridades, considerando o tempo também, por exemplo, Enceladus acredita que esse oceano esteja mais ou menos presente há um bilhão de anos, é tempo para a vida conseguir se adaptar a esse ambiente. Então, é plausível imaginar que se a gente tem um substrato quimiossintético, como por exemplo para a nossa vida aqui nas fontes hidrotermais, é plausível a gente imaginar que nesses outros mundos, onde existem essas condições alienígenas parecidas com o que a gente tem aqui, também exista vida.  Danilo: Além disso, o metano está entre os materiais orgânicos detectados em Encélado. Isso é mais um motivo para entusiasmo com o potencial de habitabilidade do oceano de Encélado. Amanda: Mas o legal do metano é que eles viram que provavelmente naquela camada fria de gelo tem clatrato de metano nas fissuras. Porque tem vários modelos que mostram a formação desse tipo de clatrato de metano, que são moléculas de metano que em volta tem moléculas de água congeladas, resumindo. E aqui na Terra a gente tem condições de oceano profundo e de subsuperfície pela alta pressão. Em temperatura baixa, a gente também tem hidrato de metano, que é abundante em algumas regiões de mar profundo, em subsuperfície. E aí, aqui na Terra, a gente tem nessas regiões de subsuperfície, eventualmente esse clatrato de metano pode vir mais em direção à superfície e exsudar esse metano. E a gente tem uma rica diversidade de arqueias que conseguem utilizar esse metano, arqueias e bactérias também, mas a gente vê que tem especificamente arqueias que conseguem metabolizar esse metano, consumir esse metano, são chamadas de metanotróficas. E aí é um grupo que hoje a gente já sabe que está espalhado na Terra, em todas as regiões de exsudação de metano, e que é muito adaptado a conseguir… Utilizar esse metano para obter energia nesses ambientes. Então a gente sabe que o metano também é um indicativo superlegal como uma fonte de energia para um possível metabolismo metanotrófico. [Música] Danilo: Eu não consigo decidir qual dessas luas é a mais interessante, mas eu sei que primeira a ter despertado minha curiosidade desde que li o livro Pálido Ponto Azul, do astrônomo Carl Sagan, é Titã. Então, vamos, finalmente, falar dela, a maior lua de Saturno. Titã foi observada pela primeira vez pelo astrônomo holandês Christian Huygens, com um telescópio que ele mesmo projetou, em 1655. Essa, que é a segunda maior lua do sistema solar, tem uma característica muito peculiar: Titã tem uma atmosfera muito espessa, e é tão densa que a pressão atmosférica em sua superfície é 50% maior do que a da Terra. Quando a sonda Voyager 1 passou pelo sistema saturniano em 1980, pela primeira vez os seres humanos puderam ver que a atmosfera de Titã oculta a superfície no espectro da luz visível. A Voyager também conseguiu caracterizar a atmosfera, composta principalmente de nitrogênio, com traços de metano e a presença de algo que vem semeando a imaginação de muita gente: moléculas orgânicas complexas. A sonda Cassini levou consigo um módulo nomeado em homenagem ao Christian Huygens. Quando a Cassini chegou perto de Titã, ela soltou a Huygens em direção à lua. Em janeiro de 2005, a Huygens desceu pela atmosfera muito densa de Titã, abriu um paraquedas e pousou. Por pouco mais de uma hora, a Huygens conseguiu fazer imagens da superfície, confirmando uma suspeita antiga dos astrônomos: como a Terra, Titã tem líquido estável na superfície. Mas não é água. Com temperatura média por volta de 180 graus Celsius negativos, a superfície de Titã tem lagos de hidrocarbonetos, ou seja, matéria orgânica. São lagos de metano e etano em estado líquido. Chove metano em Titã. Como? O Douglas explica. Douglas: Nessas temperaturas, o etano e o metano que fazem a atmosfera já conseguem ser condensados. Todo mundo já viu aqui um botijão de cozinha, de butano, butano propano, que dentro do botijão o gás está líquido. Você abre a torneirinha ali, a mangueira, sai líquido. E ele prontamente, quando chega na atmosfera, ele expande e forma gás. Então, quando você comprime gases, eles podem condensar e se tornar líquidos. Eles mudam de fase. A mesma coisa acontece lá. Com a alta pressão lá, a pressão é duas vezes a pressão aqui da Terra. E baixa temperatura, eles condensam, formam líquido. Então, ela tem oceanos, rios, lagos de metano e etano. E lentamente esse metano e etano vão evaporando, indo para a atmosfera. Na alta atmosfera eles se condensam de novo e formam nuvens. E essas nuvens podem chover ou nevar metano e etano. Então você tem um ciclo hidrológico, metanológico, completo de ciclagem de metano e etano na superfície.  Danilo: Quando esse material orgânico abundante em Titã interage com a radiação ultravioleta do Sol, ela forma polímeros orgânicos – moléculas compostas de cadeias muito extensas de carbono e hidrogênio. O Sagan deu o nome de tolinas para essas macromoléculas orgânicas muito abundantes em Titã. Douglas: Além disso, tem essas tolinas que formam hidrocarbonetos mais complexos. Por isso que normalmente o próprio [Carl] Sagan dizia isso: Titã pode não ser o melhor lugar para a vida como a gente conhece, mas pode existir alguma coisa de vida como a gente não conhece. Acima de tudo ela é um excelente laboratório de química prebiótica, porque você tem esse monte de moléculas orgânicas se formando, se complexificando e interagindo que pode dar os primeiros passos. Então grande parte das missões para ir para Titã ou para estudar Titã estão relacionadas com essa parte de química prebiótica. Esse é o principal argumento. Mas a própria missão que talvez vá em 2028, a Dragonfly, ela tem a proposta de procurar as duas coisas, de procurar resquícios, presença de água líquida, porque existe alguma água na superfície, mas normalmente na forma de gelo, ela vai buscar esse gelo e buscar por eventuais sinais de vida como a gente conhece, vida baseada em célula, coisas que a gente conhece. Danilo: A Dragonfly é uma missão da NASA em fase final de preparação. É uma espécie de drone do tamanho de um carro pequeno que vai explorar Titã. Deve até mesmo ser capaz de fazer pequenos voos pela atmosfera da lua. O lançamento da Dragonfly está previsto para julho de 2028 e a ela deve chegar em Titã em 2034. O que ela poderia encontrar lá, que seja de interesse astrobiológico? Será que Titã não poderia ter algum tipo de vida muito diferente da terrestre, com um maquinário bioquímico diferente? Douglas: A gente não conhece nada aqui na Terra que viva e que tenha metabolismo nessas temperaturas baixas, mas é cogitado. A Dragonfly também vai procurar por indícios de vida como a gente não conhece, algum desequilíbrio químico, alguma bioassinatura termodinâmica que possa indicar algum tipo de vida como a gente não conhece.  Danilo: Procurar pelo tipo de vida que a gente conhece, a terrestre, já é um desafio – se é que algo do tipo da vida terrestre existe fora da Terra. Um desafio ainda maior é procurar por vida como a gente não conhece. Tem muita coisa que a gente não sabe sobre a própria vida terrestre – como ela surgiu, por exemplo. Mas isso é o que sabemos que não sabemos – em outras palavras: é o desconhecido conhecido. Quando falamos em vida como não conhecemos, deve haver um espaço ainda maior de possibilidades que ignoramos e que nem sequer conseguimos conceber. É uma forma de ignorância dupla: nem sequer sabemos o que não sabemos. No próximo episódio, vamos voltar para a nossa vizinhança do sistema solar e olhar para um planeta gêmeo da Terra: Vênus. Ambos têm praticamente o mesmo tamanho, mas Vênus é um verdadeiro inferno, com uma superfície quente a ponto de derreter chumbo. Seria possível haver qualquer coisa viva lá? Na superfície, muito provavelmente não. Mas nas nuvens mais altas, a temperatura é bem mais amena. Em 2020, cientistas alegaram ter detectado fosfina, que aqui na Terra é produzida por seres vivos, uma possível bioassinatura nas nuvens altas de Vênus. Isso reacendeu o interesse astrobiológico no nosso vizinho infernal e novas missões estão em desenvolvimento para explorar a atmosfera ultradensa de Vênus. A pesquisa, o roteiro, a produção e a narração foram feitas por mim, Danilo Albergaria. A revisão do episódio foi da Simone Pallone, coordenadora do Oxigênio. A edição de áudio é do Guilherme Lopes, aluno do curso de Midialogia e estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa, a Cocen. As vinhetas do Oxigênio foram criadas por Elias Mendez. Este podcast foi produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, para divulgação do projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se gostou deste episódio, indique para seus amigos e amigas. [VINHETA DE ENCERRAMENTO]    

GENIAL
La Tierra tendrá anillos como Saturno + otras predicciones aterradoras sobre el futuro del planeta

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 11:45


Saturno es el sexto planeta desde el Sol y el que tiene los anillos más grandes de nuestro Sistema Solar. Pero Saturno no es el único planeta que los tiene: Júpiter, Urano y Neptuno también tienen anillos. ¿Puede la Tierra tener anillos como Saturno? Los científicos afirman que nuestro planeta podría estar en camino de tener anillos a su alrededor. Sin embargo, unos muy específicos: anillos creados por humanos a partir de satélites dañados, cohetes y otra basura espacial... ¿Qué más nos espera en el futuro? #genial Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

GENIAL
Este fenómeno salvaje solo ocurre en Saturno

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 15:23


La "temporada de radios" de Saturno es un fascinante fenómeno que ocurre en sus anillos. Estos radios son características radiales oscuras y misteriosas que aparecen en los anillos de Saturno, asemejándose a los radios de una rueda. Se manifiestan cuando se acerca el equinoccio de Saturno, lo que sucede aproximadamente cada 15 años terrestres. Los científicos piensan que podrían ser causados por la interacción del campo magnético de Saturno con las partículas del anillo, pero aún no están completamente seguros. Es uno de esos fascinantes misterios espaciales que mantienen a los astrónomos rascándose la cabeza y mirando hacia el cielo con asombro. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

GENIAL
Algo extraño está ocurriendo en Saturno y los científicos no saben qué decir

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 12:17


Saturno está lanzando una bola curva cósmica y los científicos se rascan la cabeza perplejos. Los científicos han detectado fenómenos atmosféricos inusuales y cambios peculiares en los icónicos anillos del planeta, que les han dejado con más preguntas que respuestas. Es como si Saturno hubiera decidido organizar su propio espectáculo de magia cósmica, deslumbrándonos con desconcertantes ilusiones. La nave espacial Cassini ha sido nuestros ojos y oídos, captando comportamientos extraños e inesperados que tienen a los científicos acurrucados en la contemplación cósmica. Así que, si te gustan los enigmas interplanetarios, Saturno es actualmente el billete más caliente del sistema solar.

GENIAL
Los científicos afirman que podría haber vida en una luna de Saturno

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 11:44


¿Adivina qué está temblando en el vecindario cósmico? Los científicos dicen que podría haber toda una fiesta en una de las lunas de Saturno. Encélado, la luna de los FRESCOS NIÑOS, parece tener un océano subterráneo secreto bajo su exterior helado. Han encontrado moléculas orgánicas en los aerosoles que salen de ella. ¡Es como si Encélado tuviera potencial para la vida! Aún no hay confirmación de asistencia por parte de su civilización, pero los científicos están planeando misiones para colarse en esta fiesta intergaláctica y descubrir quién se esconde realmente en la sección VIP oceánica de la luna.

GENIAL
La NASA acaba de encontrar signos de vida en Encélado, la luna de Saturno

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 13:02


Algo increíble está ocurriendo a casi mil millones de millas de distancia: la NASA ha encontrado nuevos indicios de vida bajo la helada superficie de Encélado, una de las lunas más enigmáticas de Saturno. Los científicos han detectado moléculas orgánicas complejas —los componentes fundamentales de la vida— emergiendo de los géiseres de Encélado, insinuando la existencia de un vasto océano oculto bajo su corteza helada. ¿Podrían microbios extraterrestres estar viviendo allí, sobreviviendo en la oscuridad, calentados solo por el calor interno de la luna? En este video, exploraremos cómo la NASA hizo este descubrimiento, qué significa para la búsqueda de vida más allá de la Tierra y por qué Encélado podría ser nuestra mejor oportunidad de encontrar pruebas vivientes de que no estamos solos en el universo. Prepárate: este podría ser el descubrimiento que lo cambie todo. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

GENIAL
La NASA hizo un descubrimiento revolucionario en una luna de Saturno

GENIAL

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 12:15


¡La NASA ha hecho un descubrimiento increíble en una de las lunas de Saturno, y podría cambiar todo lo que sabemos sobre el espacio! Encelado, una pequeña luna helada, podría realmente tener las condiciones adecuadas para la vida. Los científicos encontraron que oculta un océano salado bajo su capa de hielo, ¡e incluso hay géiseres que lanzan agua al espacio! Lo sorprendente es que también detectaron importantes bloques de construcción para la vida, como el carbono, en esa agua. Este descubrimiento tiene a los científicos muy emocionados porque es una de las mejores oportunidades que tenemos para encontrar vida alienígena en nuestro sistema solar.

Astronomía Autodidacta
161. Saturno. Mitología

Astronomía Autodidacta

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 9:54


Tema: Saturno. Mitología.Enlaces: Correo: astrodidacta2020@gmail.comDerechos de música:Stars and Constellations - Sara the illstrumentalistThe Road To Mordor - Ezra LippKai Engel - The Flames of RomeBushwick Tarentella - Thatched Villagers - Kevin MacLeodDerechos de ImagenSaturno devorando a su hijo. Rubens. PD.

Horóscopos de Mizada Mohamed
Horóscopos 20 al 26 de Julio 2026 ♌ Sol en Leo y Mercurio Directo | Mizada Mohamed

Horóscopos de Mizada Mohamed

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 40:52


✨ Horóscopo semanal del 20 al 26 de julio 2026 con Mizada Mohamed. ¡Empieza la temporada de Leo y por fin Mercurio sale de su retrogradación! Una semana de brillo, decisiones y nuevos comienzos.

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia
Céu do Momento - 13 de Julho de 2026

Céu do Momento - Astrologia no seu dia a dia

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 20:44


Astrología y Evolución

¿Sientes que llevas meses cambiando y, justo cuando crees que ya está, algo dentro de ti vuelve a moverse? No es casualidad. El cielo está súper movido y esta quincena enciende la alarma. Marte se vuelve hiperactivo conjunción con Urano, trígono a Plutón, sextil a Neptuno y te da una potencia enorme para avanzar y romper lo que te limita. Pero el Sol en Cáncer y Mercurio retrógrado en cuadratura a Saturno despiertan a esa parte de ti, asustada, que quiere quedarse en lo conocido. Estás llegando a una estrella nueva: es tiempo de despertar, y eso da vértigo. FÓRMULA DE ESENCIAS FLORALES 1ª QUINCENA DE JULIO 2026 https://www.astroterapeutica.com/portal_esencias?id=59&tipo=L&quin=1&mes=Julio&year=2026

Horóscopos y Astrología con Ricardo Villalobos
Horóscopo del 29 de junio al 5 de julio

Horóscopos y Astrología con Ricardo Villalobos

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 58:53


LA PRUDENCIA INSPIRADORADurante esta semana se hace presente un aspecto exigente entre el Sol y Saturno, una configuración que nos invita a mirar con mayor seriedad los caminos recorridos, asumir responsabilidades y comprender que todo proceso de reordenamiento también hace parte natural de la vida.A este panorama se suma la presencia de la Luna llena, que intensifica la necesidad de observar con mayor claridad lo que hemos construido, lo que debemos ordenar y las respuestas conscientes que este tiempo nos exige. Bajo este clima de exigencia y revisión, los esfuerzos siempre producen frutos, aunque no siempre lleguen de manera inmediata. También se hace evidente que los compromisos asumidos desde la disciplina, una meta clara y un enfoque constante pueden abrir caminos más firmes y conducirnos hacia propósitos mejor definidos.Todo aquello a lo que debamos renunciar, así como aquello que anhelamos desde lo más profundo del corazón, encuentra en este tiempo un terreno fértil para ser revisado, ordenado y comprendido con mayor madurez.Este horóscopo analiza cuidadosamente el movimiento de la Luna día tras día y permite apreciar los entornos energéticos que acompañan a cada persona según su signo natal.Date la oportunidad de hacer de las estrellas tus aliadas y de validar, como lo hicieron nuestros antepasados, la sincronía con el cielo como una forma de reconocer los vínculos profundos que sostenemos con el universo.Cuando el orden se convierte en nuestra fuente de inspiración.

La rosa de los vientos
Saturno Vs. N1: la "guerra" cohetes para ir a la Luna

La rosa de los vientos

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 25:15


En los años 60 del siglo XX, los cohetes espaciales Saturno y N1, de Estados Unidos y la URSS, fueron uno de los grandes símbolos de la carrera espacial. Ambos eran básicos para impulsar las naves que llevarían a los primeros humanos en llegar a la Luna. Sin embargo, una vez que la nave Apolo 11, impulsada por el cohete Saturno, llegó a la Luna, los planes se cancelaron. Ahora estamos viviendo una nueva era de la carrera espacial, y los grandes cohetes vuelven a ser fundamentales. ¿Quién ganará ahora? Charlamos sobre ello con el divulgador y astrofísico Daniel Marín.

GENIAL
Si ves este fenómeno lunar, tienes suerte

GENIAL

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 11:32


La Luna parece estar muy cerca de la Tierra, pero ¿sabías que todos los planetas del Sistema Solar, incluidos Júpiter y Saturno, cabrían entre la Luna y nosotros? La "Luna Negra" es un evento astronómico raro que ocurre una vez cada 2,5 años. Es un término no oficial que puede significar la segunda Luna nueva en un mes. Otro significado para este término es un evento que ocurre una vez cada 19 años, cuando, a diferencia de una luna nueva normal, podrás ver su silueta oscura. Averigüemos más sobre la "Luna Negra", la "Luna Azul" y la "superluna". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Grandes Maricas de la Historia
T06E34: Francisco de Goya (1746-1828), pintor y grabador español

Grandes Maricas de la Historia

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 43:58


Francisco de Goya fue pintor de corte, testigo brutal de la guerra, inventor de pesadillas modernas y uno de esos genios que la historia española ha querido envolver en bandera, testosterona y sordera dramática. Pero debajo del Goya oficial (el de los reyes, las majas, los fusilamientos y Saturno merendándose a su hijo) hay un archivo mucho más incómodo. En este episodio de Grandes Maricas de la Historia, nos adentramos en la vida afectiva del pintor aragonés para mirar, sin morbo pero sin anestesia heteronormativa, su intensa relación con Martín Zapater, amigo de infancia y destinatario de algunas de sus cartas más íntimas. En ellas, Goya habla de “mío de mi alma”, de la dulzura de estar con él, de una amistad que ha llegado a un punto que ni él mismo esperaba. Y no solo eso: también dibuja corazones inflamados de amor y hasta algún que otro símbolo sexual bastante explícito. Vamos, lo típico de la amistad ilustrada si uno tiene muchísima imaginación… o muchísimas ganas de no ver. Pero este episodio no pretende etiquetar a Goya como homosexual, bisexual o queer en sentido moderno. Sería anacrónico. La pregunta es otra: ¿por qué la historia ha erotizado con tanta alegría sus supuestos romances con mujeres, especialmente con la duquesa de Alba, mientras enfriaba sistemáticamente su vínculo con Zapater bajo la palabra “amistad”? A través de sus cartas, su matrimonio con Josefa Bayeu, la leyenda de la duquesa de Alba, su convivencia final con Leocadia Zorrilla y obras como El maricón de la tía Gila, exploramos un Goya más complejo, más humano y más difícil de encerrar en el marco dorado de la heterosexualidad oficial. Goya no nos da una respuesta cerrada. Nos deja algo mejor: una pregunta ardiendo. Las musicas del episodio: https://open.spotify.com/playlist/4P6iCGWI0rOpzqyn97Xkhy?si=fxCwLuOsQX-ELpq2Niotwg&pi=Ym0aKPjIST2_m

ESENCIA BY MARIANA: PODCAST
¿Cuando es suficiente? y el peligro de vivir de expectativas | 8 al 14 de junio

ESENCIA BY MARIANA: PODCAST

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 28:00


Esta semana en el astrocoaching nos bajamos de las nubes y volvemos al corazón de todo :¿Por qué vivir esperando que “algo” pase para ser feliz es una de las trampas más grandes de tu proceso de manifestación?  ¿Cuándo es suficiente para ser felices? y, sobre todo, ¿por qué nos cuesta tanto reconocer todo el camino que ya hemos recorrido?  Astrológicamente, la conjunción entre Venus y Júpiter se lleva el protagonismo, regalándonos una energía de expansión, gratitud y abundancia, pero Saturno nos pone el "estate quieto" (y por eso la lección de esta semana está en soltar expectativas)Finalmente, el domingo tenemos una Luna Nueva en Géminis , en el signo de las múltiples perspectivas, invitándonos a abrir la mente y mirar nuestra realidad desde un lugar diferente.Te lo cuento todo y cómo aprovechar esta energía a tu favor aquí 

GENIAL
Si ves este fenómeno lunar, tienes suerte

GENIAL

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 11:32


La Luna parece estar muy cerca de la Tierra, pero ¿sabías que todos los planetas del Sistema Solar, incluidos Júpiter y Saturno, cabrían entre la Luna y nosotros? La "Luna Negra" es un evento astronómico raro que ocurre una vez cada 2,5 años. Es un término no oficial que puede significar la segunda Luna nueva en un mes. Otro significado para este término es un evento que ocurre una vez cada 19 años, cuando, a diferencia de una luna nueva normal, podrás ver su silueta oscura. Averigüemos más sobre la "Luna Negra", la "Luna Azul" y la "superluna". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Astrología y Evolución

Durante febrero, marzo, abril, mayo todo fue fuego, cambio e intensidad. Pero la primera quincena de junio llega diferente. El cielo baja la guardia. Y eso no es casualidad: es una pausa que la vida te regala antes de lo que se viene en julio.Marte afloja su tensión a partir del 3 de junio y el cielo nos regala la conjunción más amorosa del año: Júpiter y Venus juntos en Cáncer. Los dos grandes benéficos unidos potencian el amor, la abundancia y el cuidado hacia afuera y, sobre todo, hacia adentro. Pero esa misma conjunción forma una cuadratura con Quirón en Aries, que va a mostrar exactamente qué barreras construiste para no recibir lo que la vida te está ofreciendo. Y Mercurio en Cáncer tensionado (primero con Neptuno, después con Saturno) avisa que la comunicación va a pedir más cuidado del habitual durante todo junio y julio.

Astrología y Evolución

SATURNO EN LAS 12 CASAS: DESCUBRE TU ÁREA DE MAESTRÍA Y TRANSFORMA TUS MIEDOS EN DONES.¿Hay un área de tu vida donde los problemas se repiten una y otra vez, donde te sientes insegur@, vulnerable, donde sientes miedo? Ese es el lugar de Saturno.La casa donde está Saturno en tu carta natal es la asignatura más difícil de tu vida. Pero también es donde están tus mayores dones. Saturno no es un castigo. Es el maestro más exigente —y más honesto— que tienes.

CAFÉ EN MANO
753: La Verdad de la Misión Artemis y el Misterio del Espacio | Isaac Gómez (Notas Astronómicas)

CAFÉ EN MANO

Play Episode Listen Later May 5, 2026 58:06


Prepárate para un viaje fuera de este mundo en este episodio de Café en Mano! Hoy nos sentamos con Isaac Gómez, creador de "Notas Astronómicas", para hablar de la inmensidad del universo, la física de nuestra vida cotidiana y el esperado regreso del ser humano a la Luna.Analizamos a fondo la Misión Artemis de la NASA: ¿por qué ha tomado tanto tiempo volver? ¿Qué es lo que realmente falta por lograr y cuáles son los retos más grandes que enfrentan los astronautas hoy en día? Isaac también nos explica fenómenos increíbles del espacio, aborda el debate sobre las misiones lunares pasadas y nos hace ver las estrellas de una manera completamente distinta. ¡Un episodio que te va a volar la cabeza!☕ Este episodio es traído a ustedes por Fus Telecom, internet sin preocupaciones.

Alkimia Personal - Transformación  personal
Saturno, Urano y Neptuno: El llamado a la acción para la nueva era

Alkimia Personal - Transformación personal

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 59:04


¿Sientes que las estructuras de tu vida están dando un vuelco total? El 2024 marca un antes y un después con la entrada de Plutón en Acuario y hoy te cuento cómo navegarlo.En este episodio, exploro junto a la experta Laura Salihaj, el profundo cambio de paradigma que estamos atravesando. Dejamos atrás la energía de Capricornio (2008-2024), esa etapa de control, jerarquías rígidas y "corbata y tacón", para abrazar la libertad colaborativa de Acuario.Analizo por qué el mundo parece sumido en un caos sistémico y cómo la transición de planetas interpersonales como Saturno, Urano y Neptuno de Piscis a Aries nos exige pasar del "solo sentir" al "actuar con coherencia". Hablamos sobre el colapso de los sistemas de salud tradicionales y la urgencia de retomar una vida más orgánica y consciente. Es el momento de dejar de buscar fuera y comenzar el trabajo interno real para convertirte en el ser humano que la nueva humanidad necesita. No es una predicción, es un mapa para tu evolución.Escúchalo con calma y dime en los comentarios: ¿Cómo estás viviendo tus relaciones y tu forma de trabajar en esta nueva era?.

La teoria de la mente
Historia de la melancolia.

La teoria de la mente

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 43:58


Únete a nuestra comunidad El Mapa de la Ansiedad en Skool: https://www.skool.com/elmapadelaansiedad Un espacio con cursos, recursos y una comunidad donde compartir, aprender y comprender mejor la ansiedad, la tristeza y los procesos emocionales. En este episodio de La teoría de la mente, seguimos el rastro de una de las imágenes más poderosas para describir la tristeza profunda: el perro negro. Una sombra que acompaña, que se sienta al lado, que llega sin avisar y que convierte incluso las tareas más simples en una montaña difícil de escalar. A partir de esta metáfora, popularizada por Winston Churchill, viajamos por la historia de la melancolía para construir una auténtica biografía de la tristeza. Antes de llamarse depresión, antes de convertirse en diagnóstico clínico, la tristeza fue bilis negra, temperamento, pecado, genialidad, posesión, sensibilidad artística y también una forma de lucidez incómoda. Comenzamos en la antigua Grecia, con la medicina hipocrática y la teoría de los cuatro humores: sangre, flema, bilis amarilla y bilis negra. De ahí nace la palabra melancolía, del griego mélas —negro— y kholé —bilis—. Pero la historia no se queda en el cuerpo. En textos atribuidos a la escuela de Aristóteles, como el famoso Problema XXX, 1, aparece una pregunta fascinante: ¿por qué tantos hombres destacados en la filosofía, la política, la poesía y las artes parecen ser melancólicos? Desde ahí exploramos una idea que sigue viva: ¿puede el sufrimiento abrir caminos de conocimiento? ¿Existe una lucidez melancólica? ¿O estamos romantizando una carga emocional que puede destruirnos? El episodio avanza hacia la Edad Media, donde la tristeza se transforma en acedia, una especie de pereza espiritual o demonio interno asociado a la culpa, la apatía y la inmovilidad. Después viajamos al Renacimiento, cuando Saturno, Marsilio Ficino y Robert Burton convierten la melancolía en una marca de profundidad intelectual. La tristeza se vuelve prestigio, pose social y teatro cultural. También analizamos cómo la literatura refleja distintas formas de sufrimiento: Don Quijote, atrapado entre un mundo interior que ya no encaja con la realidad; Hamlet, cuya tristeza se interpreta como filosofía; Ofelia, reducida a histeria; Lady Macbeth, prisionera de la culpa corporal; y El rey Lear, quebrado por la pérdida del poder, la familia y la identidad. Finalmente llegamos a Freud y a su ensayo Duelo y melancolía, donde aparece una de las frases más inquietantes del psicoanálisis: “la sombra del objeto cae sobre el yo”. Hablamos de pérdida, culpa, vacío, depresión moderna, neurociencia, psicofármacos y del delicado equilibrio entre aliviar el dolor y escuchar lo que ese dolor quizá intenta decirnos. Este episodio no busca glorificar la tristeza ni romantizar la depresión. La depresión puede inmovilizar, apagar y romper; cuando eso ocurre, pedir ayuda profesional es fundamental. Pero tampoco conviene humillar toda tristeza, silenciarla o tratarla solo como un fallo que hay que corregir cuanto antes. Quizá la clave no sea expulsar para siempre al perro negro, sino aprender a reconocer sus pasos: saber cuándo viene de visita y cuándo se está instalando demasiado tiempo. Bienvenidos a La teoría de la mente. Nuestra escuela de ansiedad: www.escuelaansiedad.com Nuestro nuevo libro: www.elmapadelaansiedad.com Visita nuestra página web: http://www.amadag.com Facebook: https://www.facebook.com/Asociacion.Agorafobia/ Instagram: https://www.instagram.com/amadag.psico/ ▶️ YouTube AMADAG TV: https://www.youtube.com/channel/UC22fPGPhEhgiXCM7PGl68rw 25 keywords melancolía, tristeza profunda, perro negro, depresión, historia de la depresión, bilis negra, Hipócrates, Aristóteles, Problema XXX, acedia, Edad Media, Saturno, Marsilio Ficino, Robert Burton, Anatomía de la melancolía, Don Quijote, Cervantes, Shakespeare, Hamlet, Ofelia, Lady Macbeth, Rey Lear, Freud, duelo y melancolía, salud mental 6 hashtags #Melancolia, #Depresion, #SaludMental, #LaTeoriaDeLaMente, #PerroNegro, #Ansiedad

Universo de Misterios
1937 - Mimas, el satélite de Saturno es un mundo oceánico - Episodio exclusivo para mecenas

Universo de Misterios

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 43:17


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! 1937 - Mimas, el satélite de Saturno es un mundo oceánico Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Astrología y Evolución

La energía no para. Y a partir del 9 de abril, se intensifica todo.Marte entra en Aries. Mercurio entra en Aries. Saturno, Neptuno y Quirón ya están ahí. Una conjunción histórica que nos confronta con nuestros miedos más profundos, nuestra incoherencia y todo lo que ya no puede seguir.Este no es un video de predicciones. Es una guía para atravesar uno de los momentos astrológicos más potentes del año con conciencia, valor y responsabilidad.La suerte está echada, hay decisiones que marcan un antes y un después. ¿Estás list@ para tomarlas?FÓRMULA DE ESENCIAS FLORALES SEGUNDA QUINCENA DE ABRIL 2026