Podcasts about SporTV

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Latest podcast episodes about SporTV

Ticaracaticast
EP 775 - JÚNIOR BAIANO E FRED RING

Ticaracaticast

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 132:35


Fred Ring é jornalista esportivo e apresentador, conhecido nacionalmente por sua passagem pelo SporTV. Com experiência em televisão, rádio e plataformas digitais, construiu uma carreira marcada pela cobertura esportiva e pela comunicação direta com o público.Júnior Baiano marcou época como um dos zagueiros mais emblemáticos do futebol brasileiro. Com passagens por grandes clubes e pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo, ele construiu uma carreira de destaque dentro e fora do país.

Escuta Essa
Copa do Mundo

Escuta Essa

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 50:07


O colapso de Ronaldo Fenômeno antes da final da Copa do Mundo de 1998 foi o pontapé inicial de muita coisa: da sua própria jornada de redenção na Copa seguinte, da disseminação de primeira grande fake news da história da internet brasileira, e até de uma CPI que tentava explicar o inexplicável. O que aconteceu naquele 12 de julho de 98 em Paris? Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaMande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!NESTE EPISÓDIO-A página 6 do caderno especial da Copa do Mundo na Folha de S.Paulo de 13 de Julho de 98 é a que reúne um pouco de tudo: o “abalo emocional” de Ronaldo, a conversa sobre os planos da Nike e até especulações sobre o relacionamento do atacante com a atriz Suzana Werner-Em 2019 a SporTV encontrou e entrevistou Gunther Schweitzer, personagem incluído na fake news que te deixaria enojado-A versão 2010 da fake news da Copa de 1998 pode ser lida neste grupo.-O deputado Sílvio Torres, do PSDB, defendeu em 2001 que a CPI da Nike foi positiva apesar de seu relatório final não ter sido aprovado.-Sílvio Torres escreveu junto de Aldo Rebelo um livro sobre a relação entre a Nike e a CBF. Ricardo Teixeira barrou o lançamento do livro em 2001, ele foi lançado apenas em 2016, quando Teixeira já estava exilado em Miami-As notas da CPI da Nike seguem disponíveis no site da Câmara.-Muito do que foi narrado na CPI está disponível no livro “Futebol: the Brazilian Way of Life”, de Alex Bellos.AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.

O Assunto
A mais política das Copas do Mundo

O Assunto

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 33:51


Convidados: Guga Chacra, comentarista da Globonews, da TV Globo, da CBN e do jornal O Globo, e André Rizek, editor-chefe e apresentador do Seleção Sportv e Fechamento Sportv. O Mundial de futebol que começa nesta quinta-feira (11) tem dois ineditismos: será disputada por 48 seleções (eram 32 até a última edição, em 2022) e terá três países-sede (EUA, Canadá e México). Durante pouco mais de um mês, milhões de pessoas irão aos estádios para participar da maior festa esportiva do mundo. O problema é que muita gente está enfrentando barreiras de duas ordens: financeiras – os ingressos são também os mais caros de todos os tempos – e políticas – sob a administração Donald Trump, os EUA estão dificultando a entrada de torcedores e até de atletas e delegações que disputarão a Copa do Mundo. Dentro de campo, o Mundial deve marcar o fim da Era Messi e Cristiano Ronaldo, e a Seleção Brasileira busca vencer as desconfianças para levar o hexa – o Brasil foi penta em 2002 e é o único a ter cinco títulos até hoje. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois jornalistas que falam diretamente dos Estados Unidos. Primeiro, Guga Chacra fala sobre o clima político nos EUA e explica a relação entre Gianni Infantino, presidente da Fifa, e Donald Trump. Depois, André Rizek faz a análise esportiva da Copa do Mundo: quem são os favoritos e o azarões, e quais são as chances do Brasil sob o comando de Carlo Ancelotti.

Oxigênio
#218 Rodrigo Alves: Bastidores e Futuro do Podcast

Oxigênio

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 44:35


No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do  Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]

Na Ponta dos Dedos
Na Ponta dos Dedos #289 - Especial Fórmula 1 2026

Na Ponta dos Dedos

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 64:48


Na nona edição da oitava temporada do podcast Na Ponta dos Dedos, a primeira inédita do ano, Rafael Lopes, Luciano Burti, Bruno Fonseca e toda a equipe da Globo e do Sportv falam sobre a temporada que começa no dia 5 de março na Austrália.

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais
Fórmula 1 em alerta máximo em semana de abertura do mundial | EM PONTO #857

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 54:58


Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre a abertura da temporada 2026 da Fórmula 1 em Melbourne, que está sob alerta devido aos conflitos no oriente médio. As expectativas de pilotos e equipe para o GP da Austrália desse final de semana. E mais: Transmissões da F1 no SporTV serão em 4k, Domenicali sinaliza com volta de GP da Turquia, GP de Mônaco não terá mais regra de pit stops.

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais
Cadillac mostra suas duas caras para 2026 em ritmo de Super Bowl | EM PONTO #844

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 48:05


Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre o visual da Cadillac, com suas duas caras que foram apresentados ontem. No segundo bloco, McLaren teme problemas com confiabilidade em 2026. E mais: SporTV confirma transmissão da F2, Hulkenberg mira vitória com a AUDI, Lindblad impressiona Racing Bulls.

Canal Ser Flamengo
Mercado da bola ou falta de ética? A polêmica entre Carlos Eduardo Lino e o Flamengo

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 9:33


A crítica de Carlos Eduardo Lino à suposta estratégia do Flamengo para inflacionar o preço de um jogador reacendeu o debate sobre ética, mercado e fair play financeiro no futebol brasileiro. Neste vídeo, analisamos o diálogo no SporTV, a resposta de André Rizek e exemplos históricos que mostram como o mercado da bola sempre funcionou. Afinal, isso é prática comum ou exagero na crítica? Contexto, fatos e comparação com casos recentes e antigos.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:        CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serfla⁠me⁠ngo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSe⁠rFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Palmeiras

GE Fluminense
GE Fluminense #499 - Estreia com vitória e boas expectativas para o ano: Flu vence a primeira de 2026

GE Fluminense

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 68:38


Edgard Maciel de Sá, Marcello Neves e Thiago Gurjão, editor executivo do Seleção SporTV, analisam a atuação contra o Madureira, o desempenho de JK, as atuações de jogadores que geram expectativa na torcida e as últimas novidades do mercado de transferência. Dá o play!

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais
Com Mariana Becker, Globo fecha time de transmissão e Verstappen pode sair | EM PONTO #826

F1Mania - Fórmula 1 e muito mais

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 40:48


Neste episódio do Em Ponto, Carlos Garcia e Gabriel Gavinelli comentam sobre os nomes que irão compor o time de transmissão da Rede Globo e SporTV para a temporada 2026!No segundo bloco, Verstappen pode acionar cláusula para sair da Red Bull.E mais:•⁠ ⁠Newey ajusta projeto da Aston Martin•⁠ ⁠Cadillac anuncia pintura de testes•⁠ ⁠Pintura da Ferrari é criticada por designer da AUDI#f1 #f1mania #f12026 #ferrari #audi #globo #maribecker

Esportes
Ancelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026

Esportes

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 6:44


O caminho do Brasil na fase de grupos da Copa de 2026 já está traçado. O sorteio realizado pela Fifa em Washington, nos Estados Unidos, colocou a seleção brasileira no grupo C para enfrentar Marrocos, Escócia e Haiti. Marcio Arruda, da RFI em Paris A federação internacional de futebol também definiu que o Brasil vai estrear na Copa do ano que vem contra o Marrocos no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), em Nova York. No dia 19, a seleção encara o Haiti, às 22h, na Filadélfia. O último duelo da fase de grupos será diante da Escócia, em Miami, às 19h do dia 24 de junho. Na última sexta-feira (5), a Fifa realizou o sorteio que definiu os 12 grupos da próxima Copa do Mundo. Após esta definição, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, falou sobre os adversários que o Brasil vai enfrentar na Copa. O treinador destacou a boa fase do Marrocos. “É um grupo muito difícil porque o Marrocos tem jogado muito bem. No mundial, a seleção marroquina melhorou e tem mais conhecimento e experiência do torneio. No futebol, tem obtido ótimos resultados. É uma equipe muito sólida, com diferentes características. O Marrocos tem uma organização defensiva muito boa”, alertou Ancelotti. Brasil e Marrocos já se enfrentaram em Copas do Mundo. Na única vez, em 1998, o Brasil venceu por três a zero, no jogo que Ronaldo Nazário marcou o primeiro de seus 14 gols em mundiais. Mas aquela seleção de Marrocos era bem diferente da atual equipe africana, que foi semifinalista na Copa de 2022, tendo conquistado o melhor resultado de uma seleção africana na história do torneio. O jornalista do Grupo Globo e apresentador do programa Seleção SporTV, André Rizek, também elogiou a seleção africana. Respeitando, mas sem medo “Inegavelmente, o Marrocos é a seleção que desperta um cuidado maior para o Brasil no grupo C. É semifinalista de Copa do Mundo; foi a primeira vez que uma seleção africana chegou a uma semifinal de Copa. E eles mantiveram o bom momento depois do mundial. O Marrocos enfrentou o Brasil num amistoso, que foi o primeiro jogo das duas seleções depois da Copa de 2022, e venceu por dois a um. Na última Copa, o país tinha 23 dos 26 jogadores atuando na Europa. E a base foi mantida. O Marrocos tem laterais melhores do que o Brasil, tem um baita goleiro, que é o Yassine Bounou, e trouxe o Brahim Díaz, que faltava para o ataque daquele time. É, sem dúvida, o grande desafiante do Brasil. Eu não digo que é para o Brasil ter medo, mas, com certeza, é para entrar em campo com respeito para enfrentar a seleção marroquina”, afirmou Rizek. Depois da partida contra os marroquinos, o Brasil volta a campo para o jogo diante do Haiti. Será a primeira vez que os dois países vão se enfrentar em uma Copa. “Honestamente, eu não conheço muito o Haiti. Sei que é a segunda vez que joga uma Copa do Mundo, depois de 1974, quando jogou contra a Itália e perdeu de três a um. Teremos tempo para estudarmos e nos prepararmos para essa partida”, disse o treinador italiano da seleção brasileira. O jornalista André Rizek, que tem grande experiência na cobertura de Copas do Mundo desde 1998, foi além. Saco de pancadas “Seleções como Haiti, Cabo Verde, Curaçao e Uzbequistão vão disputar a Copa do Mundo para ganhar experiência. Talvez até sofram grandes goleadas e vão comemorar demais se conseguirem fazer um gol. Então, o Haiti vai ser o saco de pancadas do grupo, sem dúvida alguma. Esse jogo não é para o Brasil se preocupar esportivamente porque todo mundo no grupo vai somar três pontos”, disse o jornalista do grupo Globo. Ancelotti afirmou que está “contente de jogar contra o Haiti porque o Brasil fez o Jogo da Paz, em 2004, que foi organizado pela ONU. Então, estamos contentes de enfrentar o Haiti”. Cenário diferente, mas nada assustador em relação ao adversário europeu. Essa é a opinião de Rizek. Invicto contra escoceses “A Escócia é uma velha conhecida do Brasil em Copas do Mundo. O Brasil encarou os escoceses na fase de grupos em 1974 e foi zero a zero. Em 1982, foi quatro a um de virada. Aí voltamos a nos enfrentar em 1990 com aquela vitória por um a zero com gol do Muller. E, em 1998, na estreia da Copa da França, deu Brasil com placar de dois a um. Eu cito o histórico porque é o que deve acontecer nesse mundial de 2026. Não vejo como a Escócia possa complicar muito a seleção brasileira. A gente, aqui no Brasil, adora a torcida escocesa, que é animada e admira o futebol brasileiro. Mas é muito difícil imaginar qualquer desfecho que não seja uma boa vitória do Brasil contra os escoceses”, concluiu o jornalista. Já o técnico Ancelotti prega cautela em relação à seleção escocesa. “A Escócia fez boas apresentações em seus últimos jogos e se classificou diretamente para o mundial, sem passar pela repescagem da Europa, o que é sempre muito complicado. Habitualmente, as equipes escocesas trabalham muito bem o aspecto físico”, opinou Ancelotti. “Não tenho dívida com ninguém” O treinador falou que o grupo de 26 jogadores não está fechado e que só vai definir a lista final perto da data da convocação para a Copa, em maio. “Eu entendo que todos estão muito interessados em Neymar, mas eu quero esclarecer que estamos em dezembro e a Copa é em junho. Eu só vou escolher a equipe que vai ao mundial em maio. Se Neymar merecer estar na lista, se ele estiver bem, melhor do que outros, ele vai jogar a Copa do Mundo e ponto. Não tenho dívida com ninguém”, garantiu Carlo Ancelotti. A Copa do Mundo de 2026 vai ser disputada pela primeira vez em três nações: Estados Unidos, México e Canadá. Aliás, o México será o primeiro país a sediar três Copas; os mexicanos organizaram os torneios de 1970 e de 1986. E será justamente o México que fará o jogo de abertura. No dia 11 de junho, a seleção mexicana entrará no gramado do estádio Azteca para medir forças com a África do Sul. A partida será uma reedição do jogo de estreia da Copa de 2010, que foi disputada em solo sul-africano. Depois deste jogo, haverá outros 103. A grande final será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. Novo formato A primeira Copa do Mundo com 48 países terá 12 chaves, sendo que os dois primeiros de cada grupo avançam para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros. Se avançar em primeiro no grupo C, o Brasil vai enfrentar o segundo colocado do F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção da repescagem europeia. Ucrânia, Suécia, Polônia e Albânia disputam esta vaga. As seleções que passarem pela segunda fase terão, na sequência, as oitavas, quartas, semis e a grande final. Assim, a seleção que for campeã terá jogado oito partidas, uma a mais do que os finalistas das últimas sete Copas, que reuniram, em cada uma dessas edições, 32 seleções. O zagueiro Marquinhos, que disputou as duas últimas Copas do Mundo, disse que só o tempo mostrará se o aumento para 48 seleções terá sido bom para as próximas Copas. “A gente ainda vai descobrir como vai ser essa Copa [com 48 seleções]. A Champions League, por exemplo, mudou e eu e meus companheiros do Paris Saint-Germain fomos campeões. Então, às vezes, algumas mudanças podem fazer bem para uma determinada competição. Eu acho que é justamente isso que eles [Fifa] querem: ter mais países participando de uma Copa do Mundo. E, além disso, dar oportunidade para atletas de outros países viverem essa emoção e esse mundo da Copa, que é maravilhoso”, afirmou o zagueiro do Brasil, que já disputou jogos nas Copas de 2018 e 2022. Nome certo na lista dos 26 jogadores que vão disputar a próxima Copa, Marquinhos afirmou que confia que a seleção fará uma grande Copa do Mundo. “A gente sabe que a seleção tem muita coisa para melhorar, mas é verdade que melhoramos nas últimas partidas. Então, não importa o nosso momento hoje. Quando a Copa do Mundo começar, tudo muda.  E eu tenho certeza de que o Brasil vai dar o seu melhor”, explicou Marquinhos. Precisa ser muito bom para eliminar o Brasil; é assim desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, o Brasil tem um retrospecto invejável. O país é o único a ter cinco títulos de Copas. Um recorde! E nesse embalo da seleção em Copas, vale lembrar uma curiosidade: desde a terceira edição, em 1938, o Brasil ou conquistou uma Copa do Mundo ou foi eliminado por uma seleção que terminou, pelo menos, em terceiro lugar. Ou seja, das 20 últimas Copas, ou o Brasil foi campeão ou perdeu para uma seleção que, se não foi campeã, foi quase. Para os supersticiosos de plantão, o Brasil volta a figurar no grupo C de uma Copa depois de 24 anos. A última vez foi em 2002, quando a seleção conquistou o pentacampeonato. Será que o jejum brasileiro vai acabar no ano que vem e o Brasil finalmente conquistará o tão sonhado hexa? Até lá, o Brasil vai precisar superar grandes seleções, que também já conhecem seus adversários na fase de grupos da Copa de 2026. Grupo A México, África do Sul, Coreia do Sul e repescagem (Dinamarca, Macedônia do Norte, Rep. Tcheca ou Irlanda) Grupo B Canadá, Catar, Suíça e repescagem (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia) Grupo C Brasil, Escócia, Haiti e Marrocos Grupo D Estados Unidos, Austrália, Paraguai e repescagem (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo) Grupo E Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador Grupo F Holanda, Japão, Tunísia e repescagem (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) Grupo G Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia Grupo H Espanha, Arábia Saudita, Cabo Verde e Uruguai Grupo I França, Noruega, Senegal e repescagem (Iraque, Bolívia ou Suriname) Grupo J Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia Grupo K Portugal, Colômbia, Uzbequistão e repescagem (Nova Caledônia, RD Congo ou Jamaica) Grupo L Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá As repescagens, que definirão os últimos seis classificados para a Copa, serão jogadas em março de 2026. No mesmo mês, o Brasil vai fazer dois amistosos, ambos nos Estados Unidos: o primeiro contra a França e o segundo contra a Croácia.

Passes e Impasses
Passes e Impasses #83 Copa do Mundo de 2010: Das vuvuzelas ao Tiki-Taka campeão

Passes e Impasses

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 25:47


O assunto do episódio #83 é a Copa do Mundo de 2010. O tema da vez é a a Copa do Mundo na África do Sul, marcada pela celebração cultural africana e consagração da Espanha.Para aprofundar essa discussão, o convidado do dia é Marcelo Barreto, jornalista e apresentador, atualmente no comando do programa Redação SporTV no SporTV e aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Comunicação na UERJ. No episódio, Marcelo compartilha suas experiências como jornalista na Copa de 2010 e os bastidores de sua cobertura na África do Sul. O podcast Passes e Impasses é um projeto de extensão do Laboratório de Mídia e Esporte (LEME).EQUIPECoordenação do laboratório: Ronaldo HelalCoordenação do projeto de extensão: Fausto AmaroRoteiro e produção: Júlya BragaApresentação: Júlya Braga e Maria Júlia BragaEdição: Júlya BragaSuporte técnico: Camila Augusta PereiraConvidado: Marcelo Barreto

Sportbladet Daily
Sportvärlden skakas: ”Fotboll som bankomat”

Sportbladet Daily

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 16:37


Matchfixningsskandaler skakar återigen fotbollsvärlden. Degerfors-spelaren Daniel Sundgren vittnade själv om att ledande personer i klubben ville påverka matcherna under hans tid i Grekland. Även i Turkiet kom uppgifter upp om att över 140 domare stängs av på grund av matchfixning. Hur vanligt är det i Sverige? Är det på riktigt ett hot mot sporten? Och hur ska man få bukt på problemet? Gäster: Fredrik Gårdare (föredetta polis, numera föreläsare om gängkriminalitet i idrott), Kristoffer Bergström (Sportbladet). Programledare: Albin Andersson Kontakt: podcast@aftonbladet.se

O Antagonista
Globo enrolada por causa do Galvão? | Café Antagonista #110

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 10:00


Hoje você vai saber sobre o enrosco que a Globo se meteu por causa do Galvão Bueno, quer dizer, mais ou menos, porque ele também não tem culpa disso! E tem o novo dilema do Café Pelando! Tudo no Café Antagonista #110 apresentado por José Inácio Pilar! Café Antagonista 2025 é o seu ponto de encontro semanal para ficar bem informado.     Apresentado por José Inácio Pilar, o programa vai ao ar todos os sábados, às 10h e 16h, trazendo uma análise inteligente dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo.     Com um jornalismo independente e sem amarras, debate política, economia, notícias e bastidores exclusivos com um olhar crítico e direto. Inscreva-se no canal para não perder nenhuma edição do Café Antagonista 2025!                                                                                                                                                          #caféantagonista   Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Café Antagonista⁠ ⁠  https://bit.ly/oa-cafe10    Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Fotbollsmorgon
832. MFF föll i Europa-premiären | Hur ska man bete sig som fotbollsförälder? | Sportvärldens bästa foton

Fotbollsmorgon

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 125:54


Programledare: Björn JohnsonPanel: Sabri Suvakci & Per FrykebrantGäster: Frida Lund & Linnea RheborgGäster på länk: Jon NordströmRedaktion: Otto Jorméus, Oliver Tommos Jernberg, Carl Hultin, Victor Enberg & William ÅbergKontakta redaktionen: otto@dobb.se Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Pós-Jovem
Pós-Jovem #297 - maria clara SALGADO

Pós-Jovem

Play Episode Listen Later Aug 26, 2025 58:53


Ex-jogadora de vôlei de praia, comentarista no SporTV e apresentadora do "Muito Além do Esporte", Maria Clara Salgado conta sobre como foi saber a hora de se aposentar das quadras, como viveu o luto da mãe e também sobre dar continuidade ao seu legado em outros projetos.Newsletter Pós-Jovem⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Pós-Jovem nas redes: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ |⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠BlueSky⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Playlist⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠"Episódios Essenciais"⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Whatsapp:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acesso aos Bastidores⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Design: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nayara Lara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Trilha: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Peartree⁠⁠⁠

Dagens story
Miljardvärvningen får sportvärlden att blekna

Dagens story

Play Episode Listen Later Jul 23, 2025 9:33


28-årige Alexandr Wang blev miljardär på billig arbetskraft. Nu leder han Metas stora AI-satsning – ett projekt han själv jämfört med en atombomb. ”När han var med i möten, då jävlar blev det fart”, säger en svensk utvecklare.

Motorsport.com Brasil
Podcast 344: Editor de Fórmula 1 da Band, Fred Sabino comenta F1 rumo à GLOBO, Max, BORTOLETO, Drugo e McLAREN

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Jul 22, 2025 61:21


Nesta semana pré-GP da Bélgica, o Podcast Motorsport.com recebe Fred Sabino, editor executivo de automobilismo da Band, para falar sobre as transmissões da F1 na TV brasileira: em 2026, a categoria volta à Globo. Além disso, Verstappen, Bortoleto, Drugovich, Piastri e Norris em pauta.O debate tem apresentação de Erick Gabriel (@erickjornalista) e comentários de Carlos Costa (@ocarlos_costa), repórteres do Motorsport.com.Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, a plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVa

Motorsport.com Brasil
Podcast 343 - Novos repórteres, 15 GPs na TV Globo, etc: debate sobre F1 na TV e Verstappen, com Lucas Santochi

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Jul 15, 2025 76:39


Sai Mariana Becker, entra Julia Guimarães. Saem Thiago Fagnani e Felipe Kieling, voltam Marcelo Courrege e Guilherme Pereira. Sai Sérgio Maurício, retornam Everaldo Marques e Luis Roberto. Tchau à Band, volta ao Grupo Globo. A escolha da F1 para as transmissões das temporadas 2025, 2026, 2027 e 2028 na TV brasileira chegou como uma bomba na sexta-feira e, por isso, o Motorsport.com debate o tema com Lucas Santochi, renomado jornalista de F1 e editor do Projeto Motor.Também em pauta na edição nº 343 do Podcast Motorsport.com, o mercado de pilotos, com foco no futuro de Max Verstappen. Ao lado do convidado ilustre, estão no debate desta semana os nossos Erick Gabriel (@erickjornalista) e Carlos Costa (@ocarlos_costa), da Motorsport.tv Brasil no YouTube.Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, a plataforma cripto do BTG Pactual - https://bit.ly/425ErVa

Radio Yoghurt
Vakna med Yoghurt - Kan Yoghurt Revolutionera Sportvärlden

Radio Yoghurt

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 32:57


Följ med Elsa och Magge på en skrattfylld resa genom yoghurtens värld där kaotiska matcher, musikaliska skandaler och framtida olympiader står i fokus. Missa inte Dr. Yoggi Lactics visioner och en oväntad grönsaksodling!Vill du vara med i programmet?Ring in till redaktionen på +1 314 309-2916

World XP Podcast
Episode 221 - Dr. Cristina Versari (Sports Psychologist)

World XP Podcast

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 64:43


If you're enjoying the content, please like, subscribe, and comment! Dr. Versari's Website: https://cristinaversari.com/Dr. Versari was the Program Administrator for the NBA Education and Career Development Program responsible for the services offered to thirty NBA teams. Dr. Versari counseled NBA players on a variety of specific topics including career transition, life planning, education and degree completion. In addition to this, Cristina Versari also developed numerous NBA players seminars and training programs. Dr. Versari is the Director of the Sport Psychology Program at the San Diego University for Integrative Studies (SDUIS). Dr. Versari worked with the Brazilian Olympic Men's Basketball Team and continues to provide services to individual professional basketball players and lacrosse players members of the National Lacrosse and Premier Lacrosse Leagues. She attended the United States International University and obtained her Ph.D. and Masters degree in Psychology with specialization in Sport Psychology. Dr. Versari has been working with high profile clientele for over thirty years. Dr. Versari's work has been featured on national and international television and in newspapers including MSNBC, FOX News, CNN, LA Times, Sports Illustrated, Psychology Today, The New York Times, San Diego Business Journal, San Diego Union Tribune, The San Diego Reader, Orlando Sentinel, Sacramento Bee, NorthJersey.com, UCSD Guardian, and Sportv.______________________Follow us!@worldxppodcast Instagram - https://bit.ly/3eoBwyr@worldxppodcast Twitter - https://bit.ly/2Oa7BzmSpotify - http://spoti.fi/3sZAUTGYouTube - http://bit.ly/3rxDvUL#nba #basketball #nbaplayers #olympics #psychology #sports #sportspsychology #brazil #personalgrowth #personality #growth #mentalhealth #subscribe #explore #explorepage #podcastshow #longformpodcast #longformpodcast #podcasts #podcaster #newpodcast #podcastshow #podcasting #newshow #worldxppodcast #viralvideo #youtubeshorts

Eles que Lutem
MARCO DE VARGAS expõe mágoa e batalha judicial com ESPN

Eles que Lutem

Play Episode Listen Later Apr 16, 2025 75:48


O narrador Marco de Vargas é o convidado do Eles Que Lutem! Famoso pelo bordão “É rede!”, ele tem passagens marcantes pela RBS/Globo, SporTV, Fox Sports, Record TV e hoje brilha nas transmissões esportivas da TV Cultura.Na entrevista, ele abre o jogo sobre os bastidores da narração esportiva, relembra momentos intensos da carreira e comenta sua polêmica saída do Grupo Disney, onde era um dos principais nomes da Fox Sports e ESPN.Uma conversa direta, divertida e cheia de bastidores com uma das vozes mais icônicas do jornalismo esportivo.

Pit Pass Moto
Jose Gaspar - FMX Judge and Host of “Inside the Heats”

Pit Pass Moto

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025 41:20


Jose Gaspar joins Clint and Heather to discuss the evolution of judging in FMX as well as the future of electric motorcycles and innovations in judging sports. Jose is the host of the Inside the Heats podcast and Zev News Moto, as well as a commentator for Sportv. Find Jose on Instagram: @gasparfmx Find Inside the Heats at insidetheheats.com Find Zev News Moto at zev.news MotoAmerica is the OFFICIAL Sponsor of Pit Pass Moto This episode is brought to you by MotoAmerica, home of AMA Superbike racing and North America's premier motorcycle road racing series. Revisit all the season's action with the Moto America Live+ video-on-demand streaming service. Or visit the Moto America YouTube Channel for race highlights and behind-the-scenes video content. Look for the 2025 race schedule over on the motoamerica.com website, and be sure to follow MotoAmerica on social media for real-time series updates and original content. Get your PPM swag at our Pit Pass Moto online store! Pit Pass Moto is a production of Evergreen Podcasts.

O Assunto
Neymarmania

O Assunto

Play Episode Listen Later Feb 17, 2025 29:08


Aos 13 anos, ele já era uma das principais promessas do futebol brasileiro. Aos 17, estreou pelo Santos e logo se tornou uma febre. Com 18, iniciou sua atuação pela seleção brasileira e, três anos depois, foi vendido para o Barcelona. Desde então, sua carreira internacional incluiu o PSG (França) e o Al-Hilal (Arábia Saudita). Agora, Neymar está de volta ao Santos, no que é considerado um retorno precoce ao futebol nacional. Dentro de campo, a carreira do jogador teve altos e baixos, com lesões, provocações de adversários e críticas de treinadores, mas também títulos e premiações individuais. Como celebridade, tem trajetória marcada por polêmicas envolvendo namoradas, posicionamentos políticos e atitudes contestadas durante a pandemia. Com quase 230 milhões de seguidores em apenas uma rede social, Neymar atrai o interesse de um público diverso, além de contratos de valores estratosféricos. Para relembrar a trajetória do fenômeno pop Neymar, dentro e fora de campo, Julia Duailibi conversa com o jornalista Marcelo Barreto. Apresentador e editor-chefe do "Redação Sportv".

GE Botafogo
GE Botafogo #386 - Épico, histórico e glorioso

GE Botafogo

Play Episode Listen Later Dec 2, 2024 48:34


Os bastidores da maior conquista da história do clube. O desafio de atuar com 10 em campo. A campanha desde a pré-Libertadores. Quem foi decisivo? Quem renasceu da temporada de 2023? O papel decisivo de Artur Jorge. O "DNA alvinegro" de John Textor. A festa nas ruas de Botafogo, os dois jogos da reta final do Brasileirão e o Mundial de Clubes. Edição especial apresentada dos estúdios do Redação SporTV com Rafa Barros, Sérgio Santana e Pedro Dep. DÁ O PLAY!

GE Atlético-MG
GE Atlético-MG #399 - Destino: Rio

GE Atlético-MG

Play Episode Listen Later Oct 17, 2024 34:11


Galo se mobiliza para o jogo contra o Vasco, sábado, 18:30, em São Januário, valendo vaga na final da Copa do Brasil. A voz da Massa, Carol Leandro, André Ribas, setorista do Galo no GE, Ricardo Gonzalez, comentarista do SporTV e do Premiere, e Rodrigo Franco, narrador do Grupo Globo, analisam o adversário, as estratégias e as possíveis escalações do Galo, que viaja com moral e com os principais jogadores descansados após o empate por 1 a 1 fora de casa com o Fortaleza, um dos melhores times do Brasileirão. Dá o play!

Motorsport.com Brasil
GLOBO 'ANUNCIA' F1 e DEFINE REPÓRTER PARA 2025: Saiba tudo!

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Oct 17, 2024 13:00


Nesta quarta-feira à noite, a Globo realiza o Upfront, evento em que divulga suas atrações de 2025 para o mercado publicitário. A emissora não confirmou oficialmente a F1, mas mostrou um carro da categoria no palco e indicou que tudo está certo para a volta da competição ao grupo de mídia. Mas quem serão os repórteres da elite do esporte a motor. Os jornalistas Isa Fernandes (@isamfer_) e Carlos Costa (@ocarlos_costa), do Motorsport.com, te contam: Julia Guimarães e Guilherme Pereira.

GE Atlético-MG
GE Atlético-MG #397 - Força para as copas

GE Atlético-MG

Play Episode Listen Later Oct 10, 2024 35:19


Hulk chega a 113 gols, ultrapassa Tardelli e se torna o maior artilheiro do Galo no Século XXI. A força do ídolo, decisivo na vitória sobre o Grêmio pelo Brasileirão, é um dos destaques deste episódio. A sequência difícil contra Fortaleza, Vasco e River Plate-ARG também é tema do bate-papo com a voz da Massa, Carol Leandro, Laura Rezende, setorista do Galo no ge.globo, Ricardo Gonzalez, comentarista do SporTV e do Premiere, e Rodrigo Franco, narrador do Grupo Globo. Chega mais!

Rádio Gaúcha
Renata Mendonça, jornalista e comentarista no Sportv e co-fundadora do Dibradoras - 09/08/2024

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Aug 9, 2024 22:17


Renata Mendonça, jornalista e comentarista no Sportv e co-fundadora do Dibradoras - 09/08/2024 by Rádio Gaúcha

Pânico
Janaina Xavier e Delegado Palumbo

Pânico

Play Episode Listen Later Aug 5, 2024 122:46


A convidada do programa Pânico dessa segunda-feira (05) é Janaina Xavier. Janaina Xavier é formada em jornalismo pela Universidade Tuiuti, no Paraná, desde 1998. Trabalhou por 23 anos como jornalista e apresentadora no Grupo Globo. Tem experiência em Olimpíadas, Copas do Mundo, Campeonato Brasileiro e Libertadores da América. Mestre de cerimônias em eventos, congressos, premiações e sorteios da Copa Libertadores. Âncora de diversos programas do Sportv, o último, Sportvnews. Como comentarista, o programa traz o Delegado Palumbo. Deputado Federal por São Paulo, delegado de polícia e comentarista da Jovem Pan News.  

Tomando uma
Tomando uma com... Guido Nunes #EP127

Tomando uma

Play Episode Listen Later May 9, 2024 177:14


Hoje o Tomando Uma recebe o jornalista ex-Globo e SporTV, Guido Nunes Ajude quem mais precisa!Acesse o link para mais informações sobre resgates, locais seguros e para doações para o povo do Rio Grande do Sul:https://bento.me/ajudarsAssista TV de qualquer lugar, com o menor delay do mercado!Utilize o cupom "FUTEBOTECO20" e ganhe 20% de desconto no primeiro mês, no pacote FULL da @zappingbr Acesse: https://links.futeboteco.com.br/zappingUse o cupom "FBOTECO" na KTO para garantir 20% DE BÔNUS no seu primeiro depósitoAcesse: https://links.futeboteco.com.br/kto*bônus de 20% a mais do valor do primeiro depósito. Bônus limitado a R$100

Ponte Aérea - André Boaventura e Camilo Pinheiro Machado
Ponte Aérea #387 - New York Knicks avança nos playoffs!

Ponte Aérea - André Boaventura e Camilo Pinheiro Machado

Play Episode Listen Later May 3, 2024 27:47


Camilo Pinheiro Machado conversou com o apresentador do Sportv e também torcedor dos Knicks, Luiz Teixeira, para analisar a classificação da equipe de NY para a segunda rodada dos playoffs. Foram abordadas a cesta decisiva de Josh Hart, a atuação histórica de Jalen Brunson, a estratégia de Tom Thibodeau e as perspectivas para a série contra o Indiana Pacers. Só dar play!

Roda Viva
Roda Viva | Leila Pereira | 22/04/2024

Roda Viva

Play Episode Listen Later Apr 23, 2024 94:01


O Roda Viva entrevista a presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Leila Pereira.  Primeira mulher a chefiar a delegação da Seleção Brasileira de futebol masculino e a presidir o Palmeiras, viu o clube conquistar sete títulos em sua gestão. Recentemente, a dirigente ganhou destaque ao se posicionar publicamente sobre as condenações de Robinho e Daniel Alves. A bancada de entrevistadores será formada por Daniela Tófoli, diretora editorial de marcas segmentadas da Editora Globo, Duda Gonçalves, repórter da ESPN Brasil, Lia Rizzo, editora de Exame Plural, Vladir Lemos, diretor de Esportes e apresentador do programa Cartão Verde da TV Cultura, e Martín Fernandez, comentarista do SPORTV e colunista do jornal O Globo.  A apresentação é da jornalista Vera Magalhães, e as ilustrações do programa são feitas por Luciano Veronezi. #TVCultura #RodaViva #LeilaPereira #Palmeiras #SeleçãoBrasileira #Futebol #Mulheres

O Assunto
CBF e Seleção - o futebol brasileiro em crise

O Assunto

Play Episode Listen Later Jan 15, 2024 21:25


Único pentacampeão mundial de futebol, o Brasil chegará à Copa do Mundo de 2026 em jejum de 24 anos sem levantar a taça. Em campo, a Seleção coleciona fracassos e ocupa a 6ª posição nas Eliminatórias para o próximo Mundial. Na administração, a Confederação Brasileira de Futebol vai ainda pior: denúncia de irregularidade nas eleições internas, afastamento (e recondução) do presidente Ednaldo Rodrigues e um “perdido” do treinador italiano Carlo Ancelotti – que recusou o convite para dirigir a Seleção, que, agora, tem Dorival Júnior como técnico. Para explicar como a entidade deixou a credibilidade do futebol brasileiro em ruínas, Julia Duailibi entrevista Martín Fernandes, colunista do jornal O Globo e do ge.com e comentarista do SporTV. Neste episódio: - Martín descreve como as alterações no processo eleitoral da CBF culminou no imbróglio judicial que invalidou os resultados do pleito, e como Ednaldo foi escolhido para assumir um vácuo de poder na entidade: “Ele teve muito apoio para chegar ao poder, mas fez uma gestão centralizadora e criou adversários internos”; - Ele comenta como esse estilo “centralizador” de Ednaldo se relaciona aos péssimos resultados da Seleção em campo. É o caso da negociação entre CBF e Ancelotti: enquanto a entidade esperava o sim do treinador, manteve dois técnicos interinos (Ramon Menezes e, depois, Fernando Diniz); ainda assim, o italiano assinou sua renovação com o Real Madrid; - Martín também alerta para o risco de uma punição esportiva à Seleção, imposta pela Fifa e pela Conmebol por uma suposta interferência externa da Justiça na CBF. “A imagem do futebol brasileiro já estava arranhada, mas essa situação toda gera uma percepção de bagunça”, conclui.

GE São Paulo
GE São Paulo #318 – As águas seguem tranquilas no mar tricolor

GE São Paulo

Play Episode Listen Later Oct 9, 2023 60:00


O São Paulo foi a campo pelo Campeonato Brasileiro contra o Vasco em São Januário e não saiu do 0 a 0, mas nada que preocupe Dorival Jr., seus comandados ou a torcida tricolor. Neste episódio, João Pedro Brandão, Leonardo Lourenço e Caio Dominguez analisam a partida, destacando que naturalmente o ritmo tricolor está mais tranquilo após a conquista da Copa do Brasil. O podcast ainda traz alguns trechos da entrevista de Dorival Jr. ao Seleção Sportv e repercute as análises que o treinador fez sobre alguns jogadores. Qual o segredo do comandante tricolor para extrair o melhor de cada um dos jogadores? Confira!

O Assunto
Arábia Saudita: fortuna no futebol pode limpar imagem da ditadura?

O Assunto

Play Episode Listen Later Aug 15, 2023 29:29


A liga saudita já havia levado para seus campos algumas das maiores estrelas do esporte, como o 5 vezes Bola de Ouro Cristiano Ronaldo e o atual melhor do mundo, Karim Benzema. Agora, foi a vez de Neymar fechar com um dos principais clubes do país, num contrato estimado em R$ 1,7 bilhão por dois anos. A ditadura saudita despeja dinheiro no futebol e em esportes como boxe, golfe e Fórmula-1 para ocupar o noticiário com pautas positivas em detrimento das denúncias de crimes contra os direitos humanos. Para analisar o potencial de sucesso da estratégia, Natuza Nery recebe Rodrigo Capelo, jornalista especializado em negócios do esporte, colunista do jornal O Globo e repórter na Sportv, e Guga Chacra, comentarista da TV Globo, Globonews e rádio CBN, e também colunista do jornal O Globo. Neste episódio: - Capelo avalia o impacto esportivo da ofensiva saudita sobre as estrelas do futebol mundial, em especial agora que foi confirmada a contratação do craque brasileiro: “Engrandece a liga local, e apequena a carreira de Neymar”. O jornalista também descreve os "riscos esportivos e financeiros” que os clubes brasileiros irão sofrer com este movimento; - Ele destaca que o projeto saudita de investimento em esportes é “maior e sem precedentes” em relação a outros episódios em que ditaduras se apropriaram da pauta: o país é candidato a sediar Copa do Mundo e comprou o tradicional clube inglês Newcastle. “É um fundo soberano da Arábia Saudita que faz esses investimentos, com um grande retorno de imagem”, informa; - Guga descreve o príncipe Mohammad bin Salman, ditador saudita e mentor do projeto esportivo do país: “Ele tenta melhorar a imagem dele falando que é um modernizador”. Trata-se de um expediente já utilizado por ditadores como Adolf Hitler e Benito Mussolini. “E, infelizmente, pode funcionar”, afirma Guga; - Ele explica de que modo o investimento pesado saudita no esporte é um braço de um modelo de diversificação da economia do país, com ativos de entretenimento e infraestrutura - que tenta replicar o sucesso da história recente de Dubai. “É, também, uma política de pão e circo para agradar a população mais jovem”, conclui.

GE Fluminense
GE Fluminense #310 - Mais do mesmo: Dinizismo volta por 20 minutos em nova derrota fora de casa

GE Fluminense

Play Episode Listen Later Aug 14, 2023 49:39


Edgard Maciel de Sá, Gabriel Amaral e Davi Barros recebem Gabo Vieira, editor do Seleção SporTV, para a análise da atuação contra Grêmio em Porto Alegre. E mais: três meses sem vencer fora de casa, Ganso em má fase e pênalti não marcado em Nino. DÁ O PLAY!

O Assunto
Vinícius Jr. e a reação contra o racismo na Espanha

O Assunto

Play Episode Listen Later May 23, 2023 34:44


No último domingo (21), a partida entre Real Madrid e Valencia, pelo Campeonato Espanhol, foi o cenário do mais grave ataque racista contra o atacante brasileiro. Nos últimos minutos do jogo, Vini Jr. identificou os torcedores que iniciaram os gritos e cânticos criminosos, e exigiu alguma reação da arbitragem. No meio da confusão, trocou agressões com um adversário e foi expulso pelo árbitro - ele foi o único punido em campo. Para explicar por que Vini Jr. é o principal alvo de uma cruel campanha de ódio racial na Espanha e o que vem sendo feito para punir os criminosos, Natuza Nery conversa com dois jornalistas: Fernando Kallás, correspondente de esportes da Reuters na península ibérica, e Paulo Cesar Vasconcellos, comentarista da TV Globo e do Sportv. Neste episódio: - Kallás descreve as dez denúncias de racismo contra Vini Jr. abertas apenas nesta temporada do futebol espanhol – e como esses casos “foram arquivados e nunca foram julgados como delito de ódio”. Dentro do contexto esportivo, ele afirma que “nenhum clube sofreu nenhuma punição” pelos atos racistas de seus torcedores; - Ele relata que, pela primeira vez desde que a onda de ataques racistas começou, o atleta está “mais do que arrasado, está revoltado”. Além das ofensas, Vini Jr. precisa lidar com a inação da La Liga (organizadora do campeonato espanhol) e com o racismo velado da imprensa local. “Tudo isso começou em um programa de televisão, com racismo e xenofobia”; - PC Vasconcellos analisa "o silêncio e a omissão” de diversos atores sociais para que o racismo chegasse ao atual estágio no futebol espanhol. E destaca as “boas notícias” que resultam deste caso: o posicionamento do presidente brasileiro, o acordo de colaboração entre Brasil e Espanha contra o racismo e a xenofobia e o fato de “um jovem preto de 22 anos se manifestar e chamar a atenção do mundo”; - PC relaciona o crescimento no número de episódios de racismo ao “avanço da extrema direita pelo mundo”, e afirma que as punições “se mostram insuficientes para a situação ser modificada”. “A minha razão é de pessimismo, mas quando vejo um comportamento como o do Vinícius passo a ficar mais otimista”, conclui.

O Assunto
O caso Cuca e a violência de gênero no futebol

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 28, 2023 29:12


Em julho de 1987, o quarto 204 do Hotel Metropole, em Berna, foi o cenário do crime de estupro de vulnerável contra uma menina de 13 anos. Os acusados – que seriam condenados 2 anos depois pela Justiça suíça - eram quatro jogadores do Grêmio: são eles Eduardo, Fernando, Henrique e Alexi, conhecido desde aquela época como Cuca. O caso de Berna ficou esquecido até que um movimento contra a violência de gênero no futebol se consolidou após a condenação de Robinho por estupro na Itália, três décadas depois. Ao assinar com o Corinthians, o agora treinador sofreu rejeição inédita e, sob pressão da torcida e imprensa, pediu demissão. Para explicar o que a Justiça da Suíça afirma sobre o crime e o que mudou no mundo do futebol desde então, Julia Duailibi recebe André Rizek, apresentador do SporTV, e Gabriela Moreira, repórter de esportes da Globo. Neste episódio: - Rizek recorda como a imprensa e a sociedade trataram os atletas na época do crime: os quatro, afirma o jornalista, “receberam tratamento de vítima e foram recepcionados como heróis em Porto Alegre” e nem a condenação na Suíça impediu que seguissem suas carreiras; - Ele apresenta a alegação de Cuca de que nunca teria sido reconhecido pela vítima no processo, mas pondera que a “informação provavelmente é falsa”. Isso porque o advogado da vítima desmente essa versão e afirma que não só a menina identificou Cuca, como ainda teve comprovada por um exame laboratorial a presença do sêmen dele em seu corpo; - Rizek também avalia o posicionamento da torcida do Corinthians, que se posicionou pela saída do treinador em protestos públicos, reuniões internas e redes sociais – uma reação que avalia ter sido “mal dimensionada” pela diretoria ao contratar Cuca; - Gabriela justifica por que este episódio “já representa uma mudança de comportamento” do mundo do futebol em relação à violência de gênero. “É um avanço e as mulheres já não pregam mais sozinhas”, afirma; - A jornalista explica sua posição em relação à “ressocialização de condenados”: para ela, Cuca precisa “mostrar que prestou contas à sociedade” e, embora tenha tido a chance de refletir e se posicionar sobre o que fez, "não foi assim que ele agiu”.

Footure Podcasts
The Pitch Invaders #283 | O Dinizismo, com Carlos Eduardo Mansur

Footure Podcasts

Play Episode Listen Later Mar 31, 2023 63:31


Nesta semana, o The Pitch Invaders recebe Carlos Eduardo Mansur, comentarista do SporTV, para falar sobre Fernando Diniz. O seu modelo de jogo único, a inspiração no Brasil de 1982, o jogo aposicional, a cultura do futebol brasileiro, chances na Seleção Brasileira em breve e muito mais. DICAS FUTEBOLEIRAS • No The Athletic, a matéria "Como prevenir a cera: o jogo com 60 minutos não é a solução perfeita": https://theathletic.com/4138038/2023/ • No The Athletic, um estudo sobre as áreas que ocorrem os pênaltis: https://theathletic.com/3161748/2022/ • No blog "Painel Tático" do Leonardo Miranda, uma matéria sobre a escola italiana na Champions: https://ge.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2023/03/24/liga-dos-campeoes-mostra-retomada-da-escola-italiana-de-treinadores.ghtml SOBRE O FOOTURE Aqui, vocês irão encontrar análises táticas de times e jogadores, explicações sobre conceitos táticos e ainda dois podcasts — um debatendo o futebol brasileiro e o outro entrevistando personagens do esporte. CONHEÇA O FOOTURE • Acesse o Site: https://footure.com.br/ • Footure Club: https://footure.com.br/footure-club/​​​​ • Loja Futeboleira: http://footure.com.br/loja • Cursos de Análise Tática: https://footure.com.br/footure-lab/​​​​ AS NOSSAS REDES SOCIAIS • Twitter: http://twitter.com/footurefc​​​​​​​​​... • Instagram: http://instagram.com/footurefc​​​​​​​​ • Facebook: http://facebook.com/footurefc​​​​​​​​ • LinkedIn: http://linkedin.com/company/footurefc #Fluminense #FernandoDiniz #Dinizismo #Podcast

GE Corinthians
GE Corinthians #274 - Se é pra falar de amor, eu falarei...Corinthians!

GE Corinthians

Play Episode Listen Later Feb 1, 2023 71:43


Dia de pagode no podcast Ge Corinthians! Pedro Suaide, Careca Bertaglia e Marcelo Braga recebem o cantor Salgadinho em live no Youtube que virou podcast. Na companhia também do apresentador Luiz Teixeira, do SporTV, um papo descontraído sobre samba, pagode dos anos 90, Corinthians dos anos 90 e as expectativas do torcedor Salgadinho para 2023.

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O Assunto
Caso Daniel Alves e o protocolo pós-abuso

O Assunto

Play Episode Listen Later Jan 27, 2023 28:44


Acusado de cometer estupro contra uma jovem de 23 anos dentro de uma boate em Barcelona, o atleta brasileiro completa uma semana de detenção. A Justiça espanhola agiu rápido para coletar provas e testemunhos sobre o caso – resultado de uma lei recém aplicada no país, que prevê atendimento imediato às vítimas de abuso sexual. Natuza Nery conversa com a jornalista Renata Mendonça, comentarista do Sportv que acompanha o caso Daniel Alves desde o início, e com a advogada Marina Ganzarolli, presidente do Me Too Brasil, iniciativa de enfrentamento à violência sexual. Neste episódio: - Renata recorda o que aconteceu imediatamente após o suposto estupro: “A vítima foi acolhida dentro da boate e foi levada a um hospital”; - A jornalista fala também sobre como o futebol é um ambiente tomado pela “cultura naturalizada do estupro” e conta episódios de assédio que viu ao longo da carreira; - Marina explica por que este caso teve uma resposta tão rápida da justiça: depois do caso “La Manada”, que chocou a Espanha, foram instituídas a campanha e a lei “Solo sí es sí”, de proteção sexual à mulher; - Ela compara as medidas de proteção à mulher no Brasil e na Espanha, e cita as leis do Minuto Seguinte e de Importunação Sexual: “O que nos falta é garantir que o protocolo que já existe seja aplicado”.

Café com ADM
Novelas, basquete e negócios: a carreira de Jorge de Sá — Café com ADM 323

Café com ADM

Play Episode Listen Later Jan 9, 2023 38:07


O empresário carioca Jorge de Sá iniciou sua carreira aos 6 anos de idade no basquete, passou pela teledramaturgia e decidiu colocar um pé no mundo dos negócios. Nessa entrevista, ele fala sobre as transições na sua carreira e como decidiu pivotar sua jornada profissional. Conteúdo patrocinado ARMAZENAMENTO INTELIGENTE PARA O VAREJO Se você tem uma loja em São Paulo (SP), conheça a solução da GoodStorage para sua empresa. Ligue agora para o telefone 11 2222-1220 e fale com um dos consultores da GoodStorage. Sobre o entrevistado Jorge de Sá é ator, empresário e ex-jogador de basquete. Como atleta, ele jogou no Clube de Regatas Flamengo dos 6 aos 14 anos e logo depois conseguiu uma bolsa de estudos nos Estados Unidos. Quando voltou ao Brasil, passou a se dedicar à teledramaturgia e trabalhou também como comentarista esportivo na SporTV. Ele conciliou a carreira nas telinhas com o mundo dos negócios, fundado o restaurante Riso Bistrô e a agência DecideAí Digital. Hoje dirige uma agência que ajuda atletas brasileiros a conseguirem bolsas de estudos como atletas no exterior.

Braincast
O que o VAR nos ensina sobre tecnologia e subjetividade

Braincast

Play Episode Listen Later Dec 8, 2022 85:22


Como tecnologias de sensores, câmeras e inteligências artificiais trocam a interpretação humana pela tecnicalidade. Dentre as muitas razões que a Copa do Qatar vai passar para a História, com certeza o “VAR milimétrico” é um dos principais pontos de debate. A tecnologia, cada vez mais refinada, tem se notabilizado por anular gols, impedir lances e polemizar com decisões sobre movimentações praticamente invisíveis a olho nu. Além do VAR no futebol, a tecnologia tem influenciado radicalmente outras áreas da sociedade, da ciência e até da Justiça. Decisões milimétricas, vieses algorítmicos e outras miudezas, vem causando grande impacto e tomando decisões sensíveis, e que alteram rumos e vidas - muitas vezes sem caminho de volta. Afinal, será que a tecnologia está transformando a subjetividade? No Braincast 484, Carlos Merigo recebe Alexandre Maron, Cris Dias, Oga Mendonça e a antropóloga Alana Moraes, para um debate que envolve inovação digital, cultura, antropologia, comunicação… e bastante opinião (afinal, como diria o poeta, o cérebro eletrônico faz quase tudo). _____ QUAL É A BOA? As dicas dos convidados para a sua semana: Alexandre Maron: HQ “As Três Sepulturas” e Fábio Yabu e Fred Rubim. Oga Mendonça: livro “Você Não É Invisível” de Lázaro Ramos. Alana Moraes: filme “À Procura de Eric”. Carlos Merigo: série “Que Copa É Essa?” (SporTV). Cris Dias: portal isthereanydeal.com; filme “Gattaca” e podcast “The Gray Area”. _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ BRAINCAST NA SUA EMPRESA Sabia que agora você pode levar o Braincast pra sua empresa? Pois é. Há anos que o Braincast te ajuda a navegar nesses tempos transformadores e incertos. Entre pandemias e o metaverso; algoritmos e fake news; a conexão 5G, a crise do clima e os choques de gerações. São mudanças tecnológicas e culturais que podem nos deixar confusos e ansiosos. Mas o Braincast tá aqui pra gente não perder a esperança no futuro, sem deixar de questionar o hype do futurismo exagerado. E agora, você pode contar com o Braincast para além do podcast. No nosso formato In Company, essa turma do barulho do Braincast realiza apresentações, cursos, mediações e workshops. É o Braincast na sua empresa. Com um grande time de pioneiros digitais te ajudando a descomplicar o futuro. Do jeito que você já gosta e conhece. Tudo isso, claro, conectado com os temas e territórios que importam para a sua marca. Conte com o Braincast para refletir e desvendar quais faíscas vão impulsionar nosso presente e futuro. Escreva pra negocios@b9.com.br para saber mais. _____ FAÇA CONTEÚDOS COM O B9 Como ouvinte do Braincast, você já deve ter percebido: aqui no B9, a gente adora uma conversa. E mais do que uma paixão, elas viraram o nosso negócio. O B9 já produziu milhares de episódios que contam histórias, expandem horizontes e criam conexões autênticas com a audiência. Através de conteúdos originais em podcast e projetos multiplataformas, o B9 também coloca marcas e empresas nessas rodas de conversa. Buscando diferentes pontos de vista e com ideias que nos tiram do raso. E pra conhecer tudo o que o B9 pode fazer pela sua marca acesse o site b9.company ou mande um email pra negocios@b9.com.br. Conte com o B9 para transformar sua marca em conteúdo e em conversas que saem do raso. _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

Isso é Fantástico
É Copa do Mundo, amigas — com Carol Barcellos e Deborah Secco

Isso é Fantástico

Play Episode Listen Later Nov 27, 2022 28:47


Neste episódio, Carol Barcellos e Deborah Secco falam sobre o destaque das mulheres na cobertura da Copa do Mundo. A repórter está no Catar e a atriz participando diariamente do ‘Tá na Copa' do SporTV.

Conversa com Bial
Pedro Bial entrevista Ana Thaís Matos, Natalia Lara e Renata Silveira

Conversa com Bial

Play Episode Listen Later Nov 9, 2022 31:45


A conversa é com as narradoras Renata Silveira e Natalia Lara e com a comentarista Ana Thaís Matos (primeira mulher a comentar jogos da seleção brasileira em Copa do Mundo masculina na TV Globo), que estarão nas transmissões e na cobertura da TV Globo e do Sportv durante a Copa do Mundo.

GE Fluminense
GE Fluminense #245 - Rodada péssima e mais desfalques ligam sinal de alerta

GE Fluminense

Play Episode Listen Later Oct 3, 2022 69:12


Thiago Lima, Gabriel Amaral e Thiago Gurjão, editor executivo do Redação Sportv, analisam a derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG e as escolhas de Diniz. E mais: novas falhas individuais, discussão com Ganso e quem pode entrar no time contra o Atlético-GO. DÁ O PLAY!

Endörfina com Michel Bögli
#251 Mika Piccin

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later May 26, 2022 120:57


Minha convidada é formada em Comunicação e Educação Física. Seu contato com os esportes se deu através da patinação radical e de velocidade. Nessa última, ela chegou a integrar a seleção brasileira de 2005 a 2007. Apesar de ter visto a neve pela primeira vez aos 27 anos de idade, desde 2008 ela integra as equipes nacionais de esqui cross country e biathlon, tradicionais modalidades do programa dos Jogos Olímpicos de Inverno e foi a primeira brasileira a representar o país numa competição de biathlon de inverno. Participou de 5 mundiais consecutivos de esqui cross country, é recordista sul-americana em número de pódios, com incríveis 32 medalhas conquistadas. Em 2011 foi campeã sul-americana de biathlon e foi vice em 2009, 2010 e 2012. No cross country, conquistou medalhas em provas da Federação Internacional de Esqui na Macedônia em 2010 (um ouro e uma prata) e na Áustria, um bronze em 2012. Em 2010 e 2011 foi eleita pelo COB no prêmio Brasil Olímpico como a melhor atleta das modalidades de neve do ano, entre homens e mulheres e entre as 5 disciplinas olímpicas de neve. Ainda foi bicampeã sul-americana de cross country em 2015 e 2017 e foi vice campeã sul-americana em 2018. Ao longo da sua preparação para as competições na neve, ela treina e compete provas de corrida. Leve e ligeira, venceu a Mizuno Uphill em 2013 e foi vice campeã em 2014. Detém o título de brasileira melhor colocada de toda a história na Two Oceans Cidade do Cabo (56km), resultado conquistado em 2013 e foi a melhor brasileira na mãe de todas as ultras, a famosa Comrades (89km) na África do Sul em 2015, mesmo ano em que foi a terceira melhor brasileira na maratona de Boston. Em 2018 foi a primeira corredora brasileira a competir em uma etapa do circuito mundial de quilômetro vertical, realizada em Zegama na Espanha. De 2010 a 2020 ela soma 105 pódios em corridas de rua e de montanha, no Brasil e no exterior. Seu conhecimento e notoriedade a levaram a participar da transmissão dos Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang em 2018 e Pequim 2022 como comentarista pelos canais Globo e Sportv. Conosco aqui a profissional de comunicação, design e marketing, comentarista, corredora, esquiadora e biatleta do ano de 2021, a única mogimiriana que se tornou personagem da Turma da Mônica, Mirlene Piccin. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Quais seus sabores favoritos de gel? A @Probioticaoficial tem dois super lançamentos, o Carb Up Gel, o gel mais vendido do Brasil agora em dois sabores incríveis que vão te surpreender. Na versão Super Fórmula o sabor Chocolate e na versão Black que possui taurina e cafeína, o sabor Caramelo Salgado.  Muito mais energia e muito mais sabor com a qualidade Probiótica. Experimente! Já disponível nas melhores lojas especializadas do Brasil ou no site probiotica.com.br. Use o cupom ENDORFINABR para obter descontos exclusivos. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Você conhece a Boven? Há mais de uma década, a Boven gerencia projetos e negocia a entrada de novos clientes no Mercado Livre de Energia. Com uma equipe experiente, a Boven se compromete com os bons resultados, atuando através de escritórios espalhados pelo Brasil. Descubra as vantagens de ser livre e saiba se sua empresa também pode ingressar nesse mercado. Seja livre, fale com a Boven. Boven, energia que inspira! Visite BOVEN.COM.BR e siga @BOVEN_ENERGIA.

Endörfina com Michel Bögli
#249 Carol Barcellos

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later May 12, 2022 91:36


Ela formou-se jornalista pela Universidade Federal Fluminense. Muito embora sua vontade fosse ingressar no jornalismo econômico, a oportunidade que surgiu em 2004 foi como estagiária do canal SporTV. Foi repórter do programa Zona de Impacto até que em 2007 migrou para a TV Globo, novamente como estagiária. Lá, iniciou a nova etapa profissional fazendo coberturas no mundo do futebol. Em 2013, menos de um ano após o nascimento de sua filha, foi convidada a correr uma maratona para o emblemático quadro do Fantástico chamado Planeta Extremo, ao lado do repórter atleta Clayton Conservani. A parceria deu ibope, o que a colocou na posição de uma espécie de repórter cobaia de aventuras extremas. Em 2015 o quadro passou ao status de programa e ela se tornou a apresentadora. Já comandou outros quadros na TV Globo, como o Fôlego Máximo e o Meu Treino, ambos dentro do Esporte Espetacular. Depois de cobrir as Olimpíadas do Rio 2016, esteve na Coréia do Sul para os Jogos de Inverno, a Copa do Mundo de Futebol feminino na França e embarcou no ano passado para os Jogos de Tóquio. Entre tantas outras situações, já chorou no muro das lamentações após a maratona de Jerusalém, enfrentou temperaturas na casa dos 40 graus negativos em uma maratona no Polo Norte, um sem contar de bolhas e dores em todas as partes do corpo nos 250km que correu através do deserto do Atacama. Enfrentou seus medos ao escalar uma sequóia gigante e sua claustrofobia ao mergulhar em uma caverna na China. Tudo isso devidamente registrado e transmitido via satélite para o mundo todo. Necessidade e paixão a fizeram trilhar caminhos muitas vezes complicados, como abrir mão de viver certos momentos com a filha ou mesmo de privar-se de coisas básicas como o sono, mas ela aprendeu a encontrar um propósito maior. Seu lema é olhar pra frente para não perder dignidade. Ela é uma grande incentivadora da vida saudável, do esporte e principalmente da corrida. Ela corre por onde passa e quase sempre passa correndo! Conosco aqui uma mulher que acredita no trabalho e no comprometimento para que, com muito suor, os bons resultados sejam atingidos. Ela é jornalista, corredora, aventureira e acima de tudo mãe da Julia. A autora do livro Quebrando os Limites e criadora do projeto Destemidas, Ana Carolina Barcellos. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento também da Titanium Vida, Saúde e Previdência. Com 20 anos de história, o comprometimento total com seus clientes e uma alta credibilidade, a Titanium oferece as melhores soluções em proteção e segurança que você encontra no mercado, com planos de seguro de Vida, Saúde e Viagem. A Titanium oferece serviços para seu bem-estar, como o Seguro de Vida Resgatável, que além de resguardar e proteger o futuro das pessoas que você ama, te dá a opção de resgatar os valores em vida, e o Seguro Saúde com cobertura mundial e livre escolha de médicos, clínicas e hospitais. Colocar a Titanium em seu futuro é uma escolha sensata. Aproveite os melhores momentos da vida com quem você ama, livre de preocupações com o amanhã. Siga e conheça mais sobre a Titanium através do seu perfil no Instagram @titanium.consultoria. Não conte com a sorte, conte com a Titanium! Você sabia que agora é possível doar os kms dos seus treinos e competições? Através do aplicativo do KM Solidário, você pode doar os KMs da sua corrida, caminhada, pedalada ou natação, ajudando a impactar e transformar a vida de milhares de pessoas. Baixe gratuitamente o aplicativo, realize a sua atividade física e escolha uma das 14 instituições para doar os seus KMs. Além de doar KMs, você também pode contribuir fazendo uma doação financeira através do site www.kmsolidario.com.br Siga @kmsolidarioapp. KM Solidário, uma forma inovadora de combater o sedentarismo e ajudar a quem mais precisa. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Você conhece a Boven? Há mais de uma década, a Boven gerencia projetos e negocia a entrada de novos clientes no Mercado Livre de Energia. Com uma equipe experiente, a Boven se compromete com os bons resultados, atuando através de escritórios espalhados pelo Brasil. Descubra as vantagens de ser livre e saiba se sua empresa também pode ingressar nesse mercado. Seja livre, fale com a Boven. Boven, energia que inspira! Visite BOVEN.COM.BR e siga @BOVEN_ENERGIA.