POPULARITY
O Flamengo revelou uma novidade importante envolvendo o Ninho do Urubu e apresentou uma nova etapa de um projeto que pode ampliar ainda mais a estrutura do clube. Entenda a iniciativa, como ela será financiada, qual será a participação da torcida e o impacto que a novidade pode ter no futebol rubro-negro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CTdoFlamengo
A Urubu de Lima pode ganhar um novo mercado. Após vender mais de 50 mil camisas em poucos dias, o Flamengo estuda uma operação para comercializar o modelo no Peru, país que inspirou o conceito da peça escolhida pela torcida no Manto da Nação.O clube também busca alternativas para viabilizar um novo lote no Brasil depois que as unidades previstas para a primeira etapa foram comercializadas. A camisa teve mais de 20 mil vendas nas primeiras 24 horas e rapidamente se tornou um dos grandes sucessos recentes de produtos do Flamengo.O Manto da Nação recebeu mais de 100 mil votos, teve participação de torcedores de mais de 120 países e foi reconhecido pelo Guinness World Records como o concurso de desenho de camisa esportiva com maior número de votos do público no mundo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #UrubuDeLima
O Flamengo avançou na construção do miniestádio do Ninho do Urubu. O clube aprovou a captação de cerca de R$ 5,5 milhões em verba incentivada para os vestiários e a área de hospitalidade da estrutura.O campo já está pronto, mas ainda faltam arquibancadas e iluminação, com custo estimado em aproximadamente R$ 13 milhões. A previsão é de conclusão entre 2027 e 2028.A nova estrutura deverá receber partidas das categorias de base e também poderá ser utilizada pelo futebol feminino. A mudança pode liberar a Gávea para novos projetos de revitalização.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CTdoFlamengo
O “Urubu de Lima” ganhou repercussão internacional e colocou o Flamengo novamente em destaque no Peru. A camisa criada por um torcedor e escolhida pela Nação homenageia a cultura peruana e a relação de Lima com as conquistas rubro-negras das Libertadores de 2019 e 2025.Perfis oficiais do governo do Peru, veículos esportivos e páginas de outros países da América Latina repercutiram o Manto. No Brasil, mais de 30 mil camisas foram vendidas em apenas 38 horas.Neste vídeo, mostramos como a campanha pode ajudar na internacionalização da marca Flamengo e por que a repercussão no Peru representa uma oportunidade comercial para o clube.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Peru
O Flamengo revelou o vencedor do Manto da Nação: o “Urubu de Lima”, criação do torcedor Marcelo Gluz, foi escolhido pela torcida em uma votação que reuniu mais de 100 mil participantes de mais de 120 países.Inspirada nos geoglifos de Nazca, no Peru, a camisa faz referência às conquistas do Flamengo nas finais da Libertadores de 2019 e 2025, ambas disputadas em Lima. O clube decidiu produzir o modelo em duas versões: a original criada pelo torcedor e uma adaptação nas tradicionais cores vermelho e preto.O projeto recebeu mais de 8 mil desenhos e agora será transformado em uma edição limitada. O Flamengo também iniciou um processo de validação junto ao Guinness World Records para tentar reconhecer a participação da torcida na criação e escolha de uma camisa esportiva.Confira o resultado da votação, os detalhes do “Urubu de Lima” e tudo o que envolve o novo Manto da Nação.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #MantoSagrado
O Flamengo apresentou o conceito do Urubu de Lima, camisa vencedora da ação Manto da Nação. Criada por Marcelo Gluz, a peça transforma em elementos visuais a relação construída entre o clube e Lima após as conquistas da Libertadores de 2019 e 2025.O projeto utiliza referências às Linhas de Nazca, ao El Buitre Limeño, à cultura inca, à Estrela de Belém, ao Estádio Monumental e ao deus Sol Inti. O manto chega em duas versões, off-white e rubro-negra, com opções masculina e feminina.Confira todos os detalhes do conceito, os símbolos presentes no desenho, o preço da camisa e a história por trás do Urubu de Lima.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #MantoDaNação
O Flamengo revelou os números e a estrutura comercial da URU.HUB, sua nova plataforma de mídia, entretenimento, experiências e dados.O ecossistema reúne mais de 90 milhões de seguidores nas redes sociais, registrou 6,5 bilhões de visualizações de vídeos, 1,2 bilhão de interações e 27,5 milhões de horas assistidas em 2025. Além disso, o clube possui seis milhões de cadastros únicos em sua base de CRM.A análise mostra os números de Instagram, YouTube, X, TikTok, Facebook e Kwai; o desempenho das transmissões; as médias de programas como Flapress, Resenha do Galinho e MengoCast; os recordes dos conteúdos verticais e as possibilidades de monetização no Maracanã, Gávea e Ninho do Urubu.Também detalhamos os cases apresentados com Clash Royale, Disney, Betano, Netflix, Meta e Shopee, além de explicar o que realmente significam 90 milhões de seguidores e quais são os limites metodológicos dessas comparações.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo
O Flamengo iniciou uma profunda reorganização de sua marca e criou uma estrutura para transformar audiência, conteúdo, produtos, experiências e relacionamento com a torcida em novas oportunidades de negócio.A estratégia nasceu depois de uma pesquisa nacional com mais de 1.500 torcedores e levou à criação de três grandes frentes: Esportes, Entretenimento e Legado & Formação.Um dos principais projetos é a URU.HUB, unidade de mídia e conteúdo que reúne os canais proprietários do Flamengo. Somados os perfis oficiais nas diferentes plataformas, o clube apresenta aproximadamente 90 milhões de seguidores e pretende comercializar produtos de mídia diretamente para marcas e agências.Também mostramos a internalização do e-commerce, a reorganização de Nação Prêmios, Sócio-Torcedor e Nação Anjo, o novo portal do Flamengo e a decisão de entrar diretamente no mercado audiovisual.O clube já possui dois projetos com contratos assinados, incluindo um filme que contará a história da transformação do Urubu em símbolo da torcida rubro-negra.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo
O Flamengo decidiu não liberar o Ninho do Urubu para servir como centro de treinamento durante a Copa do Mundo Feminina de 2027.A Fifa visitou estruturas de Botafogo, Fluminense e Vasco, além de outros locais no Rio de Janeiro, mas o departamento de futebol rubro-negro considerou inviável abrir o CT, já que o elenco profissional deve seguir em treinamento durante parte do período do Mundial.A entidade aceitou o argumento do Flamengo e segue negociando com o clube a liberação antecipada do Maracanã, outro ponto sensível envolvendo calendário, operação, gramado e uso do estádio durante a competição.Também analisamos a situação de São Januário, que completa 100 anos em 2027 e enfrenta dificuldades para avançar em seu projeto de reforma com a venda de potencial construtivo, tema que também já apareceu em discussões sobre o estádio do Flamengo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FIFA
O Flamengo anunciou uma nova parceria com a Acronis, empresa global de proteção cibernética, em acordo apoiado pela BTO, provedora brasileira de serviços gerenciados de TI.Com a parceria, a Acronis passa a ser a parceira oficial de proteção cibernética do Flamengo, enquanto a BTO ficará responsável pela entrega, implementação e gerenciamento contínuo das soluções de segurança digital e proteção de dados.O acordo também prevê ativações comerciais em redes sociais, integração ao CRM do Flamengo, inserções nas transmissões da Flamengo TV, exposição da marca no Ninho do Urubu e um futuro estudo de caso.Neste vídeo, analisamos o que essa parceria representa para a infraestrutura digital do Flamengo, para a estratégia comercial do clube e para o novo momento do futebol, em que dados, tecnologia, conteúdo e relacionamento com o torcedor também viraram ativos fundamentais.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo
O Museu do Flamengo será reaberto ao público na próxima sexta-feira, 3 de julho, na sede da Gávea, depois de aproximadamente cinco meses fechado por causa das intervenções realizadas no espaço.Marcelo Fernandes, gestor do museu, confirmou a retomada da operação presencial e antecipou que a reabertura terá novidades, surpresas e uma exposição inédita para os torcedores rubro-negros. O espaço volta a reunir troféus, documentos, uniformes, objetos históricos e recursos interativos que ajudam a contar a trajetória do Flamengo.Para quem não puder visitar a Gávea, o clube também oferece o Museu Digital, disponível em museuflamengo.com, com tour virtual por áreas como Gávea, Maracanã e Ninho do Urubu, este último ainda em teste.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Museu
A fala de Heverton Guimarães sobre uma suposta benevolência da Justiça com o Flamengo provocou reação ao relacionar decisões do STJD, punições esportivas e a tragédia do Ninho do Urubu.Neste vídeo, analisamos por que é legítimo cobrar o Flamengo pela tragédia, mas também por que a morte de dez jovens atletas não pode ser usada como arma em debate clubístico. A discussão passa pela diferença entre Justiça Desportiva e Justiça comum, pela seletividade de parte da imprensa esportiva, por comparações com decisões envolvendo outros clubes e pela responsabilidade de jornalistas ao tratar de um caso tão doloroso.A tragédia do Ninho exige memória, cobrança e respeito às famílias. O que não pode acontecer é transformar essa dor em instrumento de provocação contra torcedores ou em argumento sem provas sobre influência do Flamengo na Justiça comum.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #NinhoDoUrubu
O Flamengo realizou na Gávea a reunião de prestação de contas do primeiro semestre e apresentou uma série de novidades para o clube. Entre os anúncios estão a reabertura do Museu do Flamengo em julho, com exposição inédita, o projeto Nova Gávea, a mudança da entrada principal da sede, a criação de um hotel temático, torre comercial, centro comercial integrado e parque rubro-negro.No Ninho do Urubu, a gestão atualizou as obras do campo 12, falou sobre o miniestádio previsto para 2027 e confirmou a volta do futsal, com duas quadras oficiais no CT. A reunião também tratou de novas receitas, parcerias para modalidades como basquete masculino e futebol feminino, reestruturação do vôlei feminino, melhorias na Gávea e ações de valorização da marca Flamengo.Neste vídeo, analisamos os principais pontos apresentados por Bap, os prazos prometidos, o que pode sair do papel mais rapidamente e quais projetos ainda dependem de parceiros, contratos e execução.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Bap
O Flamengo apresentou durante a prestação de contas do primeiro semestre uma série de projetos que podem transformar o futuro do clube.Bap, Paulo Dutra e Antônio Araújo revelaram novidades para a Gávea, o Ninho do Urubu, os esportes olímpicos e a geração de receitas. Entre os anúncios estão o projeto Nova Gávea, um hotel temático do Flamengo, uma torre comercial, parque rubro-negro, novas quadras de futsal, melhorias para os sócios e investimentos contínuos no futebol.Confira todos os detalhes e entenda como a diretoria pretende aumentar receitas, valorizar o patrimônio do clube e manter a capacidade de investimento esportivo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Miniestádio
Salve! This is the preview of our bonus episode exclusive for paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Lígia" (Jobim/Buarque), performed by Tom JobimTom Jobim wrote this song based on a real story about a girl he met in a bar in Rio de Janeiro, who turned out to be his daughter's teacher. They were never in a relationship, but this song reflects the possibility of one, with two different interpretations or endings. One lyric by Tom Jobim was performed by João Gilberto, while the more famous version was written by Chico Buarque, who arguably strengthened the narrative. Tom Jobim recorded this version on his 1976 album Urubu, while Chico recorded it on Sinal Fechado.
Daniela Arbex é uma jornalista renomada por seus trabalhos cobrindo grandes tragédias da história brasileira, como o caso do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, os incêndios da Boate Kiss e do Ninho do Urubu e o rompimento da barragem de Brumadinho. Em entrevista exclusiva para o Oxigênio, Arbex conta sobre seu processo de escrita, dos cuidados que tem ao tratar de temas tão sensíveis e de como podemos desenvolver outros olhares para produções jornalísticas. _____________________________________________________________________ ROTEIRO DANIELA: Eu acho que é sempre um chamamento para mim, tem que ser assim, porque é muito difícil você ficar tanto tempo dedicado a temas tão densos, se aquilo não fizer sentido para você ou você não tiver um comprometimento com aquela história. Então eu acho que para mim, inicialmente, o mais importante é que o que eu vá fazer, tenha relevância social e pública, isso é fundamental, porque existem grandes histórias, mas eu acho que esse caráter, esse viés da da de uma prestação de serviço é importante, e eu acho que os temas eles acabam nascendo para mim. MAYRA: Já imaginou como é escrever sobre temas como um holocausto num hospital psiquíatrico, o deslizamento de uma barragem de minério ou um incêndio que deixou centenas de pessoas mortas? A gente entrevistou a Daniela Arbex, autora de Holocausto Brasileiro, Arrastados e Todo dia a mesma noite, e ela contou um pouco sobre seu processo de escrita, falou do comprometimento necessário pra cobrir tragédias nacionais e das diferenças que sente entre a literatura e o jornalismo cotidiano. DANIELA: Mas eu vivi uma um tempo de ouro do jornalismo nesse sentido, em que a gente acreditava que o que a gente fazia ia mudar as coisas e que realmente a gente conseguia efetivamente mudar. Então eu tenho matérias no jornal das quais eu me orgulho muito. E é claro que o livro ele te dá uma visibilidade maior, um tempo maior que você consiga se aprofundar naquele tema, a ponto daquele livro virar uma referência para uma determinada área do conhecimento. Mas eu também fazia isso no jornalismo. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. [VINHETA] MAYRA: Vamos do começo… DANIELA: Então, eu sou Daniela Arbex, jornalista, escritora e documentarista. Eu trabalhei 23 anos no jornal diário no interior de Minas Gerais, chamado Tribuna de Minas e atualmente eu trabalho com a literatura. MAYRA: Você provavelmente já ouviu falar na Daniela. Talvez já tenha lido alguma obra dela MAYRA: Se não leu, eu recomendo! MAYRA: A Daniela tem hoje seis livros publicados, o primeiro, Holocausto Brasileiro, foi e ainda é um grande sucesso de vendas no Brasil. Ele conta a história do Hospital Colônia de Barbacena, onde aconteceram mais de 60 mil mortes entre 1930 e 1980. A maioria dos livros tratam de episódios dolorosos da história brasileira, como o incêndio na Boate Kiss, em 2013 em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou 242 pessoas mortas e mais de 600 feridas. Ou o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, em 2019, que levou 272 pessoas, além de deixar outras centenas desabrigadas e causar um impacto imensurável no Córrego do Feijão. Já sua obra mais recente conta sobre o incêndio que matou 10 meninos no alojamento do Flamengo, no Rio, também em 2019. E isso não é coincidência. DANIELA: Eu falo que a literatura me ajudou a descobrir um dos papéis mais importantes do jornalismo que é a construção da memória coletiva do Brasil. MAYRA: Essa memória coletiva é um eterno lembrete. Eventos assim precisam ser constantemente lembrados e relembrados para tentarmos evitar que eles se repitam. Mas, como você bem pode imaginar, escrever sobre temas assim não é nenhuma tarefa fácil, envolve muito tempo se debruçando sobre dados, falando com pessoas que foram vítimas ou perderam entes queridos nas tragédias. Sem falar no peso da responsabilidade de retratar essas histórias. DANIELA: Eu falo muito uma frase que virou um pouco de chavão, mas é muito real, que nem sempre a jornalista que escolhe as histórias que ele vai contar. Eu me sinto escolhida pelas histórias, porque são temas que me atravessaram e que se apresentaram para mim. Por isso que eu falo que um livro, ele tem que nascer para você. MAYRA: Pra escrever sobre temas tão densos, a gente precisa encontrar uma conexão com a história. Às vezes, a gente escolhe uma pauta, às vezes, ela se impõe de alguma maneira. De qualquer forma, pra Daniela, é função do jornalista mostrar a relevância daquele assunto. DANIELA: Eu sempre defendi as histórias que eu queria contar, sempre. Seja no jornal, seja na na literatura. Por exemplo, falar de população carcerária, nossa, era quase um assunto tabu no jornal Não, por quê? Porque o nosso leitor é um leitor de classe média que não queria nem saber o que estava acontecendo dentro das cadeias brasileiras, entendeu? Então, assim, ah não não rende, não vende, mas é necessário. MAYRA: A gente não tá querendo dizer aqui que isso é fácil. Ainda mais no dia a dia do jornal, que pode ter um ritmo de trabalho bem corrido. DANIELA: Porque você tem um ritmo industrial ali para cumprir. E o jornal tem que tá na banca no dia seguinte, não tem essa: “Ah, esse tema não mexe tanto comigo quanto, né?” MAYRA: Mas também é importante lembrar que a gente tem brechas. E aprender a usar essas brechas. DANIELA: Então eu fazia, mas eu entendi muito cedo que se eu apresentasse as pautas que eu gostaria de cobrir, eu teria mais chance de estar fazendo coberturas que me interessassem mais e que eu achasse mais relevante. E aí eu comecei então a apresentar temas e apresentar pautas e aí não dá não dá tempo para os meus editores me pautarem. Porque eu já chegava com a pauta, com a ideia pronta e assim, e não não podia ser só uma ideia. Tinha que ser uma ideia com uma produção já feita, que se sustentasse, porque tinha que dali tinha que sair uma manchete do jornal. Então eu fazia o dever de casa. MAYRA: Claro que as realidades de cada jornal é muito diferente, mas a Daniela disse que sempre teve muita sorte na profissão. DANIELA: Eu vou te dizer que eu tive a felicidade e eu sei que isso é muito raro de fazer muito mais coisas que eu gostaria do que de fazer alguma coisa que eu não gostasse ou que que não tivesse é dentro da minha zona de interesse, entendeu? MAYRA: Na conversa que a gente teve, deu pra perceber que ela tem muito orgulho dos anos que passou trabalhando na Tribuna de Minas, com o jornalismo diário. DANIELA: Eu trabalhava em pautas locais que eu acabava pela repercussão que essas matérias tinham, elas acabavam tendo repercussão nacional. A gente conseguiu fazer isso várias vezes, vezes em que nós tivemos matérias que levaram advogados para cadeia e que nós tivemos matéria em que a gente tirou pessoas inocentes da cadeia e que tiveram repercussão nacional. MAYRA: E boa parte disso tem a ver com o olhar que a Daniela sempre teve pras histórias que tava contando. Assim como ela disse lá no começo, pra ela, a realização no trabalho sempre teve muito a ver com esse olhar mais cuidadoso com as histórias e, principalmente, com as pessoas envolvidas. Eu perguntei pra ela se, mesmo no ritmo meio caótico do jornalismo, era possível ter esse cuidado e dedicação com as pautas que ela consegue ter hoje com os livros. DANIELA: Dá para ter outro olhar mesmo no jornalismo diário. Eu falo muito sobre isso assim, que foi um casamento perfeito. Eu fui muito feliz no jornalismo diário, amava fazer o que eu fazia e eu não tinha muito tempo para pensar ou lamentar a falta de condição, a falta de espaço. Eu criava o espaço. Então assim, não foram muitas vezes, mas nós tivemos, por exemplo, matérias, séries que começaram com uma matéria de cinco páginas de jornal, que foi meu primeiro prêmio MS. A série Dossiê Santa Casa, a primeira matéria, nunca vamos esquecer, fevereiro de 2000, a gente ocupou cinco páginas do jornal, 10 horas da manhã, já não tinha mais nenhum jornal na banca, nenhum jornal na banca. É, eles já tinham se esgotado e foi assim um fenômeno. Então assim, claro, eu tive Quanto tempo eu tive para fazer? Eu tive três meses para fazer essa série, essa matéria, que começou com uma matéria e depois virou uma série de 50 matérias, né? É, mas dá para fazer. Dá para você virar também uma referência com esse tipo de trabalho. A gente conseguiu coisas incríveis com essa série. A gente conseguiu fazer um hospital, uma filantrópica que era muito importante para o sistema único de saúde não fechar, porque ela tava em vias de fechamento. MAYRA: E, apesar de hoje ela estar dedicada à literatura, inclusive com livro novo vindo aí, a Daniela disse que o tempo que passou trabalhando com o jornalismo diário foi fundamental pra aprender a contar essas histórias com outros olhares. DANIELA: Então o que você tem que que pensar é como eu vou contar essa história e através de quem eu vou contar essa história. [sobe trilha] DANIELA: Eu acho que o que eu procuro, ao contar essas histórias, é sempre buscar e preservar a humanidade dos sujeitos, sempre. MAYRA: Antes da nossa entrevista, eu assisti uma palestra que a Daniela apresentou pros alunos aqui do Labjor. E o que mais me chamou atenção das falas dela foi justamente a atenção que ela procura dar pras vítimas da história que ela tá contando. Os livros dela tem um pouco esse diferencial, um protagonismo pras pessoas que a gente não vê em qualquer lugar. Lembra que ela disse que as histórias meio que surgem pra ela? Esse surgir não é uma coisa meio mágica, de que de repente vem uma ideia genial. Tem a ver justamente de um olhar atento pras histórias que tão ali meio despercebidas. Ela deu o exemplo do livro Cova 312 e como a pauta apareceu pra ela através de uma matéria falando sobre a abertura de requerimentos de vítimas da ditadura diante do Governo de Minas. DANIELA: Por conta dessa matéria de jornal me interessei em contar as histórias de pessoas que foram torturadas no período e ao mergulhar nessas histórias, eu acabei entrando no coração de Linhares, que é a maior penitenciária, é uma das maiores penitenciárias políticas de Minas e descobrir que esse militante morreu lá dentro, foi o militante que integrou a primeira guerrilha contra a ditadura, que foi a guerrilha do Caparaó, mas o corpo dele tinha desaparecido. MAYRA: Ou a história do Arrastados, em que ela recebeu nas redes sociais um pedido de ajuda, da família de uma menina que estava desparecida depois do rompimento da barragem DANIELA: E eu fiquei muito mexida quando eu vi a foto da Isabela, que era de uma menina muito jovem vestida de noiva. E eu falei: “Nossa, se um dia eu contar essa história, a primeira família que eu vou procurar vai ser a família da Isabela” MAYRA: Esse é o diferencial do modo de contar da Daniela. Ela não começa pelo acontecimento, pelo aspecto mais amplo. Mas pelas pessoas. DANIELA: Então, todo mundo tem uma história para contar, de que maneira aquela pessoa que foi, que passou por uma tragédia, ela foi afetada por aquilo, mas quem é essa pessoa? Ela nasce no momento da tragédia, o nosso grande crime, entre aspas, tá, gente? Só pra gente entender. O nosso grande pecado enquanto jornalistas é reduzir aquela pessoa ao momento da tragédia. E ela é muito mais do que aquele momento. Ela já existia antes, ela tinha uma história, ela tinha sonhos. Então, quando você consegue enxergar esse sujeito e todas as complexidades da vida dele, eu acho que você consegue prestar um serviço de relevância e dar protagonismo para essas pessoas. Para mim eu quero gastar e usar meu tempo dando protagonismo para a vítima, que é tão silenciada, que já vive um apagamento social, que vive uma saga infinita para conseguir uma coisa que a gente ainda não conseguiu no Brasil, que é responsabilizar os autores de crimes. MAYRA: Nesse ponto a gente consegue entender bem a ideia de memória coletiva que a Daniela citou lá no começo. Ao aprofundar nas pautas por uma perspectiva mais humanizadora, a gente consegue criar vínculos mais fortes com essas histórias e isso ajuda a mantê-las vivas. Essa forma de retratar as pessoas também é muito importante quando a gente fala de grupos vulnerabilizados. DANIELA: Ninguém quer falar de adolescente em conflito com a lei, né? Ainda mais uma sociedade que é super menorista, né? Que vem, que tem um ranço do código de menores e tal. E eu me lembro que a gente fez uma matéria, porque eles estavam acautelados irregularmente na cadeia pública junto com adultos. Isso era um crime. Olha, você não queira saber a repercussão dessa matéria, que era uma matéria que ninguém queria fazer, ninguém queria falar, todo mundo passava pano para aquilo, fazia vista grossa e o próprio jornal não se interessou muito, mas quando a gente foi contar a história desses adolescentes e mostrar que antes deles serem autores, eles foram vítimas, a gente conseguiu pela primeira vez fazer com que a população olhasse para esses adolescentes sem ódio, sem desejar que eles morressem. E foi um trabalho incrível. A gente conseguiu criar um centro de acautelamento para adolescentes, né? Que era um espaço próprio para que eles pudessem cumprir é a medida de privação de liberdade. Então, eu acho que o jornalismo é isso. Eu acho que ele tem esse poder, sabe? Tanto na literatura, quanto no jornal, no podcast. Ele Ele tem o poder da palavra. A palavra, ela é muito potente. MAYRA: Só que pra fazer isso, é preciso um trabalho muuito meticuloso e cuidadoso de investigação. Ela falou sobre isso comentando do novo livro que vem por aí. DANIELA: Porque quando você reconstitui uma história de alguém, já tô eu dando spoiler aqui, você precisa, é, ter um nível de pesquisa que é o mesmo nível de pesquisa de uma uma grande denúncia, entendeu? Então, não existe algo que não vai ficar, é, é, que você não consiga colocar de pé ou que não tenha, é, profundidade suficiente para se tornar um grande livro. Isso é bobagem. É a sua pesquisa, a sua investigação, é o teu texto. É isso que vai transformar uma história que pode ser simples numa grande história. [sobe trilha] MAYRA: A gente quis saber como é esse processo de pesquisa e apuração pra Daniela. DANIELA: Eu começo, é, procurando e priorizando quem me responde, quem tá interessado em falar. MAYRA: Parece meio óbvio, né, mas a gente precisa lembrar que estamos falando de temas bem sensíveis e que muitas pessoas estão ainda sofrendo com tragédias que mudaram completamente suas vidas. Nem todo mundo se sente à vontade pra conversar sobre. DANIELA: Você tem inúmeras famílias envolvidas naquilo e aí você começa a procurar pessoas e você vai investir naquelas que te deram retorno, que querem falar e depois você vai investir o seu tempo naquelas que não querem falar, mas cujo testemunho é fundamental e você vai tentar falar com essas pessoas. É quase um novelo que você vai puxando o fio no começo tá totalmente enrolado, ele você não acha a ponta. Depois você acha a ponta e você começa delicadamente a desenrolar esse novelo porque é complexo. E aí você vai vendo o seguinte, o que que eu já tenho de informação e o que que eu não tenho que eu preciso ter, porque eu não posso ter furo nessa minha pesquisa. No caso do Flamengo, do Ninho do Urubu, eu falei com todas as famílias, as 10. Consegui falar com as 10, porque não fazia sentido com o número de vítimas muito menor do que Brumadinho, eu falar com nove famílias com cinco. Não era justo, não era ético. As 10 tinham que falar. E tinha uma especificamente que até o final me deu um trabalho uma canseira, não queria falar e com muita resistência e até que eu cheguei no limite do tempo e falei: “Olha, tipo 8 meses depois, procurando por eles”, falei: “Olha, eu preciso fechar minhas entrevistas e vai ser muito ruim contar a história de nove meninos, porque são 10, mas se vocês não falarem, eu vou contar de nove, infelizmente. MAYRA: E aí, não podemos negar, né, tá uma grande diferença no ritmo de trabalho. Lembra que a Daniela falou de uma grande reportagem pro jornal, que ela teve três meses pra escrever? Isso é um tempo gigante pro jornalismo diário. Já pros livros, ela consegue ter mais tempo pra fazer esse tipo de investigação. DANIELA: Então assim, eu fiz primeiro as famílias, depois eu fui fazer todo o trabalho de de ouvir o Ministério Público, depois eu fui fazer o trabalho de ouvir a Polícia Civil que tinha feito uma investigação inicial, para tentar entender qual era a linha de raciocínio que a Polícia Civil fez, depois a gente foi falar com o judiciário, depois a gente começou uma pesquisa que envolvia a prefeitura de Olha quantas camadas. Então, assim, na verdade, é tanta gente envolvida que você tem que tentar abraçar tudo. Às vezes, você não vai conseguir falar com todo mundo. Então, eu tentei, por exemplo, fazer entrevistas presenciais com a prefeitura eh do Rio, que tinha concedido eh eh tinha dado inúmeras oportunidades para o Flamengo, multou, multou, multou e não tomou uma medida mais eficiente. Chegou a interditar no papel o centro de treinamento, mas não na prática, o centro de treinamento continuou funcionando. Eu tinha que entender porque que eles foram tão omissos, né? A gente não conseguiu. A prefeitura não falou. E eu vou deixar de dizer que a prefeitura foi omissa, eu tinha documentos que mostravam isso. MAYRA: Mesmo com mais tempo, nunca dá pra cobrir tudo nos mínimos detalhes. Seja porque algumas partes envolvidas não querem participar, como a prefeitura do Rio, seja porque ainda há um limite de tempo ou de recursos. DANIELA: por exemplo, em Brumadinho, eu não tive braço para entrevistar a população ribeirinha que foi afetada pela contaminação do Rio Paraopeba, que era uma uma frente importante, mas você também precisa fazer algumas escolhas, porque senão você vai falar de tudo e não vai falar de nada. Você tem que falar de alguma coisa com profundidade. Então qual foi a minha escolha narrativa no caso de Brumadinho? Eu quero falar com qualidade, é, e com competência do resgate que foi feito, do trabalho do IML e aí eu me concentrei naquilo. MAYRA: Pode ter um limite de habilidade também, o jornalismo tem uma série de especializações e mesmo o trabalho de escrita de um livro às vezes precisa ser colaborativo. DANIELA: No, no Arrastados, por exemplo, eu tive que fazer um, um recorte econômico que era sobre as ações da Vale, quantas ações da Vale aumentaram naquele, no ano em que morreram 270, 272 pessoas e eu não tenho qualificação para isso, eu não entendo nada de ação e tal. A gente contratou alguém que sabia fazer isso e que fez com maestria, que é o Marcelo Soares. E tá tudo certo. Então, assim, a gente não tem que dar conta de tudo. A gente tem que ter um recorte possível para contar uma história. MAYRA: Essa fala da Daniela dá uma dimensão da quantidade de dados e informações que ela precisa lidar em cada livro. Ela contou que tem pilhas e pilhas de arquivos com as transcrições das entrevistas e toda a apuração de cada caso. E que ainda guarda tudo isso em casa. DANIELA: Eu acho que uma coisa que eu levei do jornalismo para literatura, que foi fundamental, foi a questão então da disciplina, no processo de escrita, de você ter que se organizar diante de múltiplas informações, assim, de que por onde eu vou começar. Então eu fazia já isso no jornalismo diário, claro, precariamente, porque eu não tinha muito tempo, mas de que que que eu vou abordar nessa matéria, na matéria principal, na minha retranca, é, o desdobramento, daí eu vou fazer o que nesse desdobramento? Então eu passei a fazer isso na literatura, um esqueleto, a partir de toda quando a minha apuração tá pronta, para eu, a partir desse esqueleto, pensar o que que eu quero contar nessa história, como é que eu vou abrir a minha história, nesse o primeiro capítulo eu vou trazer o quê, o segundo, o terceiro. Esse esqueleto é fundamental para você conseguir fazer um livro, porque fazer um livro não é sentar diante do computador e começar a escrever achando que você vai igual eh eh escritor americano em frente à praia, olhando pro mar e que aquilo vai brotar, não brota não. MAYRA: Foi graças a essa organização que ela conseguiu visualizar como ia contar a história de Arrastados, por exemplo. DANIELA: Depois que a minha apuração ficou pronta, eu percebi que eu tinha as 96 horas pós-rompimento quase que em tempo real. Então eu falei: “Eu vou contar a história por aqui”. MAYRA: Há uma certa discussão no mundo do jornalismo se o jornalismo literário é ou não jornalismo. Mas, ouvindo a Daniela, pra mim dá pra perceber que as práticas, os modos de fazer, são basicamente os mesmos. A gente pode mudar a forma de apresentar, tentar reconstruir a história de uma forma que a entrega dela pro público ganhe novos aspectos, mas ainda é um serviço de informar, e de informar bem. DANIELA: O que eu acho que eu não posso perder enquanto jornalista é o meu foco é no compromisso de entregar um conteúdo de qualidade. [sobe trilha] DANIELA: Expectativa zero quando eu lancei. Eu não conhecia o mercado editorial. Aliás, foi assim, é até uma ingenuidade da minha parte, sabe? Quando a gente lançou o Holocausto, porque eu não sabia nada do mercado e não tinha expectativa nenhuma. Eu simplesmente queria que esse livro fosse publicado, porque eu entendia que era um tema muito muito grandioso para ficar restrito a uma série de jornal. MAYRA: Eu quis saber, durante a entrevista, o que mudou na forma de escrever da Daniela quando ela passou do jornalismo diário para os livros. DANIELA: No jornal você precisa no lide, né, que para quem não sabe, a abertura da matéria, responder todas as perguntas numa única frase, né? Como, quando, onde, porquê e tal. É, e aí você tem que entregar tudo ali para que, que aquela pessoa se interesse em continuar lendo. No livro não, você não tem a obrigação de responder nada, muito pelo contrário, você pode começar colocando 1.000 dúvidas no leitor, ele te dá essa oportunidade, você tem tempo para trabalhar esse texto. É diferente, totalmente diferente um texto literário de um texto jornalístico. MAYRA: A Daniela contou que, conforme ela foi se aprofundando na escrita literária, ela começou a se preocupar mais com estratégias que fariam o leitor chegar até o final do livro. DANIELA: Então, você tem que apresentar alguma coisa que vá surpreender o leitor. O Cova 312, é minha preocupação, será que o leitor vai gostar? Era que ele virasse a página e aí isso é muito assustador, muito mesmo, porque você fica querendo repetir aqueles números que foram extraordinários. MAYRA: Especialmente porque o primeiro livro, o Holocausto Brasileiro, foi um grande sucesso de vendas e é até hoje uma das obras mais populares dela. DANIELA: E isso gerou muitas questões. Assim, uma cobrança imensa, tanto minha quanto do público, quanto da própria editora que me publicou pela primeira vez, de que o outro livro repetisse sucesso do Holocausto. Isso não aconteceu. E aí foi uma outra lição, do tipo, nem todo livro vai fazer o mesmo sucesso do Holocausto e tá tudo bem, porque o Holocausto é um ponto fora da curva. O Cova não foi esse sucesso imenso de vendas que foi o o Holocausto, mas ele ganhou o prêmio Jabuti. Ele é uma referência, ele mudou um capítulo da ditadura brasileira. Então, assim, do que que a gente tá falando? A gente tá falando de números de dinheiro, a gente tá falando de uma repercussão social, humana, de uma pesquisa, de uma documentação que virou pesquisa histórica, entendeu? MAYRA: Mais uma vez, a gente pode tocar aqui no ponto da memória. Ainda que um livro não bata um recorde de vendas, ele ainda tem uma função muito importante de abrigar uma informação do tempo. De manter ela ali, disponível e bem detalhada, pra quem precisar dela. DANIELA: Eu fiz um evento numa livraria aqui em Campinas e na plateia tava uma uma resgatista do Samu, uma médica. E ela disse assim: “todo mundo que é resgatista tinha que ler o Arrastados”. Então assim, é isso, é você fazer uma pesquisa que ela vire uma referência para uma área. MAYRA: A gente também precisa entender que cada livro é um livro, e tem muitos fatores que influenciam no sucesso. O momento político e econômico, a cultura da leitura, o tema do livro… DANIELA: Se ele vai acontecer, se ele vai explodir, se ele vai vender muito, se ele não vai, isso não não diz mais respeito a mim. Entendeu? Vai além do trabalho do autor, sabe? MAYRA: E mudar um pouco essa perspectiva também ajuda a ter um outro olhar pro texto, a entender que dá pra testar coisas diferentes com a escrita e aprimorar mesmo essa técnica. DANIELA: O que a literatura me deu foi, é, tempo para amadurecer esse texto, para criar eu não gosto dessa palavra técnica não, mas para encontrar meios e formas de fazer com que aquela história é que o leitor siga virando a página, porque se você entregar tudo no primeiro capítulo, essa pessoa não vai continuar lendo aquele livro, por melhor que seja o livro, então você tem que costurar as histórias. E isso é bem complexo e a literatura me deu tempo para aprender a fazer isso, né? DANIELA: Isso também é muito gostoso, porque escrever é sofrimento, né? Não tem jeito. É muito sofrimento, mas também ao mesmo tempo que é sofrimento é muito prazeroso. Quando você consegue fazer uma narrativa que faça com que a pessoa consiga visualizar o que ela tá lendo, imaginar o que ela tá lendo, cheirar o que ela tá lendo, é isso é realmente é muito poderoso. Então eu acho que a literatura me deu essa chance de aprender a fazer, e tô aprendendo até hoje, né? [sobe trilha] MAYRA: Esse episódio foi produzido por mim, Mayra Trinca, com ajuda do meu amigo Rafael Revadam, que também já fez parte da equipe aqui do Oxigênio. O roteiro e a edição, são meus. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. A trilha sonora é do BlueDotSessions, e os créditos estão no roteiro do episódio. O Oxigênio é apoiado pela Secretária Executiva de Comunicação da Unicamp e coordenado pela Simone Pallone. MAYRA: Obrigada por ouvir e até o próximo episódio! [VINHETA FIM] Músicas: Lo Margin The Gran Dias
O Flamengo está criando novos murais na Gávea e um deles presta homenagem a Henfil, o cartunista que ajudou a transformar o urubu em símbolo do clube.A história do mascote, que começou como provocação e virou identidade, ganha agora um espaço permanente na sede rubro-negra.No vídeo, você confere os bastidores da pintura, a história dos mascotes e o significado desse tributo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Henfil
O Flamengo apresentou oficialmente o técnico português Leonardo Jardim no Ninho do Urubu. O treinador chega com salário milionário e poderes semelhantes aos que eram concedidos a Filipe Luís no comando do futebol rubro-negro.Neste vídeo você vai entender quanto o Flamengo vai pagar ao novo treinador, como funciona a estrutura de poder dentro do clube e quais foram as primeiras declarações de Leonardo Jardim sobre o elenco e o estilo de jogo da equipe.Também analisamos o histórico recente de treinadores estrangeiros no Flamengo e os desafios que o novo técnico terá para implementar suas ideias sem repetir erros de trabalhos anteriores.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #LeonardoJarim
O presidente do Flamengo foi ao Ninho do Urubu e fez cobranças internas a José Boto, Filipe Luís e jogadores após início irregular na temporada. A reunião aconteceu antes da decisão da Recopa Sul-Americana.No vídeo, analisamos o ambiente no CT, a participação de Bap nas decisões do futebol, os relatos de falta de diálogo e o impacto da pressão antes da final.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Bap
Neste domingo, 8 de fevereiro, a tragédia do Ninho do Urubu completa sete anos. Antes do jogo no Maracanã, o coletivo Flamengo da Gente organiza um adesivaço e um ato de memória em homenagem aos dez jovens mortos no incêndio de 2019.Neste vídeo, contextualizamos o episódio, explicamos a mobilização dos torcedores, o papel do coletivo na preservação da memória e relembramos que, sete anos depois, ninguém foi responsabilizado pela tragédia. Memória, homenagem e cobrança caminham juntas.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #MeninosDoNinho
A apresentação de Lucas Paquetá no Flamengo foi marcada por emoção, simbolismo e uma resposta direta de Bap à frase que viralizou nas redes. Durante a coletiva, o presidente rubro-negro explicou por que o Flamengo precisa, sim, de Paquetá e como a volta do jogador representa mais do que uma contratação.Neste vídeo, analisamos a fala de Bap, o contexto da reapresentação, a construção de credibilidade do clube ao longo dos anos e o significado institucional do retorno de um atleta formado no Ninho do Urubu. Um conteúdo que vai além do campo e ajuda a entender o momento político, esportivo e simbólico do Flamengo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Paquetá
O Flamengo quer concluir as obras do ministádio no Ninho do Urubu e busca captar cerca de R$ 8 milhões por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. O projeto prevê vestiários, áreas técnicas, torre de transmissão e estrutura para jogos da base. Veja os detalhes do planejamento do CT, os prazos, os terrenos adquiridos e os impactos para o futuro do clube.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CT
O Flamengo revelou detalhes importantes sobre a condição física de Danilo e Léo Ortiz na reta final da temporada passada. Em coletiva no Ninho do Urubu, o departamento médico explicou como os dois zagueiros atuaram no sacrifício, conviveram com dores e passaram por tratamentos intensos para disputar jogos decisivos do Brasileiro, da Libertadores e do Mundial.Neste vídeo, você confere os bastidores da recuperação, o esforço pouco visível dos atletas e o planejamento individual para a pré-temporada, com foco na saúde e na segurança dos jogadores.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libertadores
As comemorações do tetracampeonato da Libertadores tomaram conta do Brasil e do mundo. De Penedo a Marabá, de Londrina a Nova Friburgo, passando por cidades da Bahia e chegando até Dublin, na Irlanda, a torcida do Flamengo transformou ruas e praças em um grande ato de celebração rubro-negra. Neste vídeo, reunimos registros que mostram a dimensão dessa festa espontânea, que reforça a força cultural e emocional do clube. Assista, comente e compartilhe sua cidade.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Ninho do Urubu
Paparazzo Rubro-Negro iniciou uma campanha para denunciar vídeos que espalham teorias conspiratórias sobre o incêndio no Ninho do Urubu, especialmente após falas de Filipe Luís serem distorcidas em produções sensacionalistas. Tulio Rodrigues detalha como o caso se espalhou, explica a reação da torcida, revisita a linha do tempo das publicações de Raiam Santos, Fatos Desconhecidos e Thiago Lima e discute o uso indevido de imagens das famílias das vítimas.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #NinhoDoUrubu
Paparazzo Rubro-Negro iniciou uma campanha para denunciar vídeos que espalham teorias conspiratórias sobre o incêndio no Ninho do Urubu, especialmente após falas de Filipe Luís serem distorcidas em produções sensacionalistas. Tulio Rodrigues detalha como o caso se espalhou, explica a reação da torcida, revisita a linha do tempo das publicações de Raiam Santos, Fatos Desconhecidos e Thiago Lima e discute o uso indevido de imagens das famílias das vítimas.A análise traz contexto, responsabilidade e apuração, mostrando por que esses conteúdos violam a memória dos garotos e por que a denúncia coletiva se tornou necessária.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Ninho do Urubu
Raiam Santos publicou um vídeo insinuando que o sucesso recente do Flamengo teria relação com a tragédia do Ninho do Urubu. A fala, baseada em um recorte distorcido da coletiva de Felipe Luís, gerou forte reação nas redes.Neste vídeo, Tulio Rodrigues analisa o caso, desmonta a teoria conspiratória, explica a cronologia real do Flamengo pós-2013 e aborda o impacto desse tipo de manipulação na memória das famílias e das vítimas.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #NinhodoUrubu
A análise completa sobre as declarações de Heverton Guimarães, que utilizou a tragédia do Ninho do Urubu para atacar o presidente do Flamengo em meio ao debate sobre gramados sintéticos. Resgatamos o contexto, a cronologia, as contradições e as reações que tomaram conta das redes. Uma discussão que ultrapassa o futebol e alcança o limite ético do jornalismo esportivo.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (11): O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou para esta terça-feira (11) a votação do Projeto de Lei Antifacção, proposto pelo governo federal. O texto ainda divide parlamentares e deve gerar embates entre governistas e oposição. Reportagem de Victoria Abel. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo do Rio de Janeiro e a Justiça estadual enviem informações adicionais sobre a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em 121 mortes no dia 28 de outubro. Moraes apontou contradições entre os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública e os apresentados por outros órgãos, como o Ministério Público. Reportagem de Rodrigo Viga. O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu consulta pública para o primeiro leilão de sistemas de armazenamento de energia elétrica com uso de baterias, previsto para abril de 2026. O anúncio foi feito durante a COP30. Reportagem de Rany Veloso. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recorreu à 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça para pedir a condenação de sete réus absolvidos no caso do incêndio no Ninho do Urubu, centro de treinamento do Flamengo. A tragédia, ocorrida em 2019, resultou na morte de 10 jovens atletas das categorias de base do clube. O MP sustenta que os réus têm responsabilidade direta pelas condições que levaram ao incêndio. Reportagem de Rodrigo Viga. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação dos deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva. O pedido foi feito nas alegações finais do processo que tramita na Primeira Turma do STF. Os parlamentares são acusados de envolvimento em esquemas de desvio de emendas parlamentares. Cristiano Beraldo e José Maria Trindade comentaram. Reportagem de Igor Damasceno. O ministro Alexandre de Moraes conduziu uma reunião no Supremo Tribunal Federal para debater ações integradas de combate ao crime organizado. Participaram o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e procuradores-gerais de todos os estados, em busca de um plano conjunto de enfrentamento às facções criminosas. Reportagem de Rodrigo Viga. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a suspensão de suas tarifas seria um “desastre econômico e de segurança nacional”. Ele defendeu o uso das tarifas como mecanismo de defesa, propondo destinar parte da arrecadação a cidadãos de baixa e média renda e o restante para reduzir a dívida pública. Reportagem de Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Você conhece a trajetória completa do mascote do Flamengo? Antes do Urubu, a torcida rubro-negra abraçou o Popeye, criado para o Campeonato Carioca de 1944 pelo cartunista Lorenzo Molas. A ligação com o mar e a força do personagem ajudaram a popularizá-lo.Mas tudo mudou com uma sequência de fatos históricos. O preconceito da época usado por rivais, a reação da Nação e o voo que arrebatou o Maracanã em 1969 deram início à era do Urubu.A história passa por torcedores que soltaram o animal no estádio, pela crônica esportiva que reforçava o símbolo, pela proibição da Justiça e, claro, pela genialidade de Henfil, que transformou o urubu em identidade rubro-negra.Do Popeye rubro-negro ao Uruba, Urubinha, Samuca e Urubão, o mascote ganhou versões, músicas, leituras culturais e virou parte do imaginário do clube. Esse vídeo reúne toda essa trajetória com base documental, imprensa da época e depoimentos.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Flamengo130Anos
O livro Longe do Ninho, de Daniela Arbex, vencedor do Prêmio Jabuti de 2025, o maior da literatura brasileira, foi proibido de ser citado na editoria esportiva do Grupo Globo, segundo revelou Juca Kfouri. A decisão causou surpresa entre jornalistas da emissora, que cobriram o tema intensamente em 2019, após a tragédia no Ninho do Urubu. No mesmo período, o Ministério Público recorreu da absolvição dos réus do caso. Entenda os bastidores do veto, o peso simbólico da premiação e os próximos passos da Justiça.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Globo
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): Além do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), as defesas de outros seis réus do núcleo principal da trama golpista apresentaram embargos de declaração contra a condenação por tentativa de golpe de Estado em 2022. Assim como Bolsonaro, parte dos réus alegou cerceamento de defesa. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), definiu o cronograma de votações da semana. A prioridade é a aprovação de projetos ligados à agenda econômica, entre eles a proposta que aumenta as penas para adulteração de alimentos e bebidas. O mercado financeiro reduziu a previsão de inflação para 2025, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (27). A estimativa passou para 4,56%, e a de 2026 também caiu, de 4,27% para 4,20%. Brasil e Estados Unidos estabeleceram um cronograma de reuniões para discutir acordos bilaterais. O primeiro encontro ocorreu na Malásia, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deve viajar aos EUA para dar andamento às conversas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escalou Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e o chanceler Mauro Vieira para destravar as negociações com Donald Trump. Setores mais afetados pelo tarifaço pedem maior celeridade nas tratativas. Após a absolvição de sete acusados pelo incêndio no Ninho do Urubu, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) recorreu da decisão. O episódio, ocorrido em 2019, deixou 10 mortos. A nova pesquisa Paraná Pesquisas mostrou que o presidente Lula tem 49,2% de desaprovação e 47,9% de aprovação. Apesar do saldo negativo, o resultado representa uma melhora em relação à última sondagem, quando a aprovação era de 42,9%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), retorna nesta terça-feira (28) a Brasília após um mês de agendas no estado. Entre os compromissos, está previsto um encontro com o presidente do STF, Edson Fachin. O shutdown do governo americano já dura mais de um mês e segue afetando o cotidiano da população. Nos últimos dois dias, mais de 13 mil voos foram prejudicados pela falta de controladores de tráfego aéreo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Conselho de Ética da Câmara arquiva pedido de cassação de Eduardo Bolsonaro. E Ministério Público vai solicitar decisão de absolver 7 réus de incêndio no Ninho do Urubu.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record desta quarta (22): Operação contra lavagem de dinheiro do PCC chega ao comércio de brinquedos. Ministério Público vai recorrer de decisão que absolveu todos os envolvidos no incêndio no Ninho do Urubu. Ministério da Justiça anuncia projeto que prevê aumento de penas para líderes de facções criminosas. Pesquisa revela que três em cada dez brasileiros estão dispostos a comprar mercadorias clandestinas. E Museu do Louvre reabre três dias depois do roubo milionários de joias.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (22): O Ministério Público de São Paulo, em conjunto com a Polícia Civil e a Fazenda estadual, deflagrou uma operação nesta quarta-feira (22) para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro do PCC em lojas de brinquedos localizadas em shoppings de São Paulo, Guarulhos e Santo André. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, e a Justiça determinou o sequestro e bloqueio de bens e valores que somam R$ 4,3 milhões. Os shoppings e a rede de franquias das lojas não estão sendo investigados. O Supremo Tribunal Federal (STF) reabriu a investigação contra Valdemar Costa Neto, presidente do PL, por suposta participação na tentativa de golpe de Estado em 2022. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes e apoiada pela maioria da Primeira Turma. O processo busca apurar o envolvimento do parlamentar em crimes de organização criminosa e na tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A Justiça do Rio de Janeiro absolveu todos os réus envolvidos no incêndio do Ninho do Urubu, que em 2019 matou 10 adolescentes atletas do Flamengo. O juiz Tiago Fernandes de Barros considerou que não havia provas suficientes para condenação. O fogo teria iniciado por curto-circuito em um ar-condicionado, e o contêiner utilizado como alojamento não possuía alvará de funcionamento na época. O governo interino do Peru declarou, nesta terça-feira (21), estado de emergência por 30 dias em Lima e na cidade portuária de Callao, para enfrentar a onda de violência e extorsões atribuída ao crime organizado. A medida permite a mobilização de militares e a restrição de direitos, como a liberdade de reunião e a inviolabilidade de domicílio. O ex-presidente Donald Trump solicitou oficialmente ao Departamento de Justiça dos EUA uma compensação de US$ 230 milhões (aproximadamente R$ 1,238 bilhão) pelas investigações federais conduzidas contra ele durante o governo de Joe Biden. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
STF publica decisão que condenou Bolsonaro por trama golpista e abre prazo para recursos. Justiça absolve todos os réus do caso do incêndio no Ninho do Urubu. Museu do Louvre reabre para visitantes pela primeira vez após roubo de joias. Presidente do Peru declara estado de emergência em Lima. Novo programa de crédito do governo federal para reformas de casas.
Rússia bombardeia Ucrânia com mais de 400 mísseis e drones. Youtuber Capitão Hunter é preso em SP por exploração sexual de crianças e estupro. Adiamento de anúncio de Messias foi decisão acertada, avaliam líderes do Senado. ‘A gente se sente um lixo', diz pai de vítima do incêndio no Ninho do Urubu sobre absolvição dos réus. Vítima de tentativa de assalto no RJ jogou carro blindado contra moto de bandidos. Após socos, Secretaria de Educação reforça segurança em escola no DF.
Horror! Le Carcanhe! Desespero! Pânico! Urubu! Cocorigore! Neste episódio monumental, o time do Podtrash se reúne para enfrentar uma ameaça intergaláctica feita de anti-matéria e… papel machê! Isso mesmo, os bravos heróis da The Dark One Productions encaram o filme The Giant Claw (O Ataque Vem do Polo), o terror atômico emplumado que provou que […]
O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz detalhes sobre a tragédia no Ninho do Urubu e os bastidores das reportagens produzidas no UOL –participam os jornalistas Adriano Wilkson e Léo Burla. Na ocasião, o incêndio em um contêiner no CT (centro de treinamento) do Flamengo deixou 10 jovens mortos. A história baseada na apuração do UOL deu origem à série documental "Ninho: Futebol e Tragédia”, na Netflix. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Copa Africana de Nações e a Copa da Ásia chegam às suas decisões, com uma certa surpresa. Na África, Costa do Marfim e Nigéria farão a final, enquanto na Ásia a surpresa foi ainda maior: Catar e Jordânia disputarão o título.Tem ainda a prévia de jogos decisivos na Alemanha e na Espanha, com os líderes se enfrentando.Já em relação ao futebol brasileiro, destacamos o quinto aniversário do incêndio no Ninho do Urubu, ainda sem responsabilização, o Pré-Olímpico com a nossa seleção sofrendo e o Corinthians sem rumo.APOIE A CENTRAL3: https://apoia.se/central3CONHEÇA O CANAL DE GAMES: https://youtube.com/@Proxima_Fase
Assine oCafé Com Leite em https://podcastcafecomleite.com.br Neste episódio, Bárbara e Babica recontam um dos mais conhecidos contos populares brasileiros: A Festa No Céu. Uma pequena história repleta de ensinamentos, que nos acompanha desde sempre. Agora é vez de nossos filhos e netos. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Praise the Sun!Magickando é o seu podcast sobre magia e capirotagem!Entenda finalmente sobre as artes ocultas de maneira objetiva e descompromissada. Pelos olhos de Andrei Fernandes, Livia Andrade, Vinicius Ferreira e Carol Alves. Neste episódio, falamos nossas impressões sobre o Magickando Presencial, um descarrego no Pico do Urubu e as desventuras amorosas de um amigo, tudo isso enquanto lemos e comentamos os feedbacks de vocês. Mande seu e-mail para contato@magickando.com.br Comentado nos Recados: Orelo para apoiar o Magickando Omnia in Uno - Frater Achad - Vol. I