Podcasts about Linhares

  • 172PODCASTS
  • 835EPISODES
  • 40mAVG DURATION
  • 1WEEKLY EPISODE
  • Jun 12, 2026LATEST
Linhares

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about Linhares

Latest podcast episodes about Linhares

Comunidade da Graça Atibaia
DEUS PENSA DIFERENTE // Série: do JEITO de JESUS // Rafael Linhares

Comunidade da Graça Atibaia

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 59:40


CBN Vitória - Entrevistas
Dom Pedro II: como foi a viagem à província do ES? Livro traz detalhes da visita do Imperador

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 38:07


O Espírito Santo, à época antiga, pelos olhos e interpretações de Dom Pedro II, imperador do Brasil entre 1840 e 1889. Este é o trabalho reunido no livro "Pedro II: diário da viagem à província do Espírito Santo". A edição preparada pelo Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, reúne no texto os diários e imagens digitalizadas das cadernetas 5 e 6 do imperador e suas transcrições. O trabalho de organização, transcrição paleográfica e notas são do historiador Fernando Achiamé. Antes de fazer esse trabalho, ele lembra que Levy Rocha, natural de Muqui, importante nome da historiografia capixaba, foi o responsável pelas primeiras transcrições do diário de Pedro II, em 2008. À épóca, esse trabalho, não foi feito de forma cronológica, explica Achiamé.O historiador explica que Dom Pedro II tinha 34 anos à época da visita. Novo, muito culto, explica Achiamé, ele também tinha habilidade e interesse por desenho, com registros de paisagens, monumentos e detalhes observados em viagens. Nos diários, escritos à mão, ele colocava suas percepções sobre o que via nas colônias. No Espírito Santo, à época, ele ficou por cerca de quinze (15) dias, e passou por localidades como Vitória, Serra (Nova Almeida), Santa Leopoldina, Santa Isabel (atual Domingos Martins), e Linhares. Pedro II era considerado o "Órfão da Nação", porque perdeu os pais muito cedo. Ele conhecia muitas línguas, sempre estudou muito, e foi preparado para ser Imperador. "Mas o Império, de forma geral, era 'pobre'. Jovem, só com 18 anos, ele deveria assumir, mas com o 'Golpe da Maioridade', se tornou Imperador, com a antecipação da coroação de Dom Pedro II no trono brasileiro. Nesta entrevista, o historiador Fernando Achiamé e o Diretor do Arquivo Público, Cilmar Franceschetto contam detalhes desta visita. 

3x9? 27
[9_as vozes] desenhos, desígnios e outras visões

3x9? 27

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 70:34


Uma das coisas de que mais gostamos quando gravamos estas conversas de podcast é de receber olhares de presente. Coisas que nunca tínhamos visto e agora passamos a ver. É de ganhar amigos, também. Ou de ouvir contar boas histórias. Gostamos de pensar juntos, em directo, de partilhar essas imagens que os nossos olhos passaram a ver depois de ouvir outra pessoa a falar.Tivemos a sorte de conseguir todas estas coisas numa bela conversa com o Mário Linhares. O Mário desenha, desenha muito e muito bem. Desenhar é a sua vocação e é muito feliz por poder fazê-lo todos os dias. O Mário também é apaixonado pela Palavra, pelas escrituras. E foi muito belo ficarmos a perceber que são as imagens bíblicas e as histórias que por lá se passam que inspiram o jeito do Mário desenhar. Foi nesse âmbito que o Mário fez a sua tese de doutoramento na faculdade de Belas artes, com o título: O Espiritual no desenho, dos textos bíblicos ao desenho quotidiano.Foi esse trabalho o nosso ponto de partida, mas, como sempre acontece nas boas conversas, o ponto de chegada é sempre inesperado. Dou já uma pista: vamos chegar ao bairro do Zambujal e vocês vão mesmo querer conhecê-lo. Confiem em mim….

CBN Vitória - Entrevistas
Trechos do Norte do ES vão ganhar terceiras faixas na BR 101; entenda!

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 22:51


Para ajudar na fluidez do trânsito no trecho ao Norte de Linhares, a Ecovias Capixaba, concessionária que administra a BR 101 no Espírito Santo, vai implementar 41 quilômetros de terceiras faixas em pontos críticos. Inicialmente a entrega dessas terceiras faixas como áreas de ultrapasagem estava prevista para o período entre o sétimo e o nono ano de concessão, a contar a partir de agosto de 2025. A Eco iniciará, contudo, no segundo semestre deste ano, a implantação de 21,6 quilômetros de terceiras faixas na BR 101, no trecho Norte da rodovia, entre os quilômetros 50,3 e 134,1, abrangendo os municípios de Conceição da Barra, São Mateus, Jaguaré, Linhares e Sooretama.

Vozes da Vez
Juliana Linhares: “Minha mãe me levou para o teatro quando eu era criança e acabou me dando uma vida inteira.”

Vozes da Vez

Play Episode Listen Later May 30, 2026 61:04


Juliana Linhares é a convidada do Vozes da Vez. Cantora, compositora, atriz, mulher nordestina de voz forte e presença daquelas que ocupam o espaço sem pedir licença.Uma artista extraordinária que transforma canção em corpo, discurso, delicadeza e também em enfrentamento.Em seu novo disco, “Até cansar o cansaço”, Juliana pega esse esgotamento que atravessa o nosso tempo e devolve em forma de arte, sonho e movimento.Um disco que fala sobre exaustão, mas sem abrir mão da beleza, da poesia e da capacidade de inventar futuros possíveis.Uma das artistas mais interessantes e potentes da nova geração, Juliana é daquelas que cantam com a alma inteira e nessa conversa ela abre todo seu coração.Aproveite essa grande artista.

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles
Programa Interação - Pedro Chaloub Advogado Trabalhista Sócio do escritório Linhares, Alves e Chaloub#2442

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles

Play Episode Listen Later May 27, 2026 59:50


Um programa com tudo que você precisa saber!

Elvis Cezar - Brasil Que Faz
Brasil que Faz - Erika Linhares

Elvis Cezar - Brasil Que Faz

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 28:23


O Brasil Que Faz apresenta a trajetória de uma empreendedora serial que transformou sua realidade com coragem, visão e muito trabalho.De sacoleira a executiva de negócios com atuação nacional, uma história que inspira pela força de vontade e pela capacidade de evoluir constantemente.“O maior atributo de um líder é fazer pensar. Não é cobrar, é provocar reflexão e crescimento."Com muita alegria, recebemos Erika Linhares, fundadora da B-Have, para uma conversa sobre liderança, empreendedorismo e construção de autoridade no mercado.

Oxigênio
#217 – Daniela Arbex: entre páginas de livros e jornais

Oxigênio

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 28:02


Daniela Arbex é uma jornalista renomada por seus trabalhos cobrindo grandes tragédias da história brasileira, como o caso do Hospital Psiquiátrico de Barbacena, os incêndios da Boate Kiss e do Ninho do Urubu e o rompimento da barragem de Brumadinho. Em entrevista exclusiva para o Oxigênio, Arbex conta sobre seu processo de escrita, dos cuidados que tem ao tratar de temas tão sensíveis e de como podemos desenvolver outros olhares para produções jornalísticas. _____________________________________________________________________ ROTEIRO DANIELA: Eu acho que é sempre um chamamento para mim, tem que ser assim, porque é muito difícil você ficar tanto tempo dedicado a temas tão densos, se aquilo não fizer sentido para você ou você não tiver um comprometimento com aquela história. Então eu acho que para mim, inicialmente, o mais importante é que o que eu vá fazer, tenha relevância social e pública, isso é fundamental, porque existem grandes histórias, mas eu acho que esse caráter, esse viés da da de uma prestação de serviço é importante, e eu acho que os temas eles acabam nascendo para mim. MAYRA: Já imaginou como é escrever sobre temas como um holocausto num hospital psiquíatrico, o deslizamento de uma barragem de minério ou um incêndio que deixou centenas de pessoas mortas? A gente entrevistou a Daniela Arbex, autora de Holocausto Brasileiro, Arrastados e Todo dia a mesma noite, e ela contou um pouco sobre seu processo de escrita, falou do comprometimento necessário pra cobrir tragédias nacionais e das diferenças que sente entre a literatura e o jornalismo cotidiano.  DANIELA: Mas eu vivi uma um tempo de ouro do jornalismo nesse sentido, em que a gente acreditava que o que a gente fazia ia mudar as coisas e que realmente a gente conseguia efetivamente mudar. Então eu tenho matérias no jornal das quais eu me orgulho muito. E é claro que o livro ele te dá uma visibilidade maior, um tempo maior que você consiga se aprofundar naquele tema, a ponto daquele livro virar uma referência para uma determinada área do conhecimento. Mas eu também fazia isso no jornalismo.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já deve me conhecer aqui do Oxigênio.  [VINHETA]  MAYRA: Vamos do começo…  DANIELA: Então, eu sou Daniela Arbex, jornalista, escritora e documentarista. Eu trabalhei 23 anos no jornal diário no interior de Minas Gerais, chamado Tribuna de Minas e atualmente eu trabalho com a literatura. MAYRA: Você provavelmente já ouviu falar na Daniela. Talvez já tenha lido alguma obra dela  MAYRA: Se não leu, eu recomendo!  MAYRA: A Daniela tem hoje seis livros publicados, o primeiro, Holocausto Brasileiro, foi e ainda é um grande sucesso de vendas no Brasil. Ele conta a história do Hospital Colônia de Barbacena, onde aconteceram mais de 60 mil mortes entre 1930 e 1980. A maioria dos livros tratam de episódios dolorosos da história brasileira, como o incêndio na Boate Kiss, em 2013 em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou 242 pessoas mortas e mais de 600 feridas. Ou o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, em 2019, que levou 272 pessoas, além de deixar outras centenas desabrigadas e causar um impacto imensurável no Córrego do Feijão. Já sua obra mais recente conta sobre o incêndio que matou 10 meninos no alojamento do Flamengo, no Rio, também em 2019. E isso não é coincidência.  DANIELA: Eu falo que a literatura me ajudou a descobrir um dos papéis mais importantes do jornalismo que é a construção da memória coletiva do Brasil. MAYRA: Essa memória coletiva é um eterno lembrete. Eventos assim precisam ser constantemente lembrados e relembrados para tentarmos evitar que eles se repitam. Mas, como você bem pode imaginar, escrever sobre temas assim não é nenhuma tarefa fácil, envolve muito tempo se debruçando sobre dados, falando com pessoas que foram vítimas ou perderam entes queridos nas tragédias. Sem falar no peso da responsabilidade de retratar essas histórias.  DANIELA: Eu falo muito uma frase que virou um pouco de chavão, mas é muito real, que nem sempre a jornalista que escolhe as histórias que ele vai contar. Eu me sinto escolhida pelas histórias, porque são temas que me atravessaram e que se apresentaram para mim. Por isso que eu falo que um livro, ele tem que nascer para você. MAYRA: Pra escrever sobre temas tão densos, a gente precisa encontrar uma conexão com a história. Às vezes, a gente escolhe uma pauta, às vezes, ela se impõe de alguma maneira. De qualquer forma, pra Daniela, é função do jornalista mostrar a relevância daquele assunto.  DANIELA: Eu sempre defendi as histórias que eu queria contar, sempre. Seja no jornal, seja na na literatura. Por exemplo, falar de população carcerária, nossa, era quase um assunto tabu no jornal Não, por quê? Porque o nosso leitor é um leitor de classe média que não queria nem saber o que estava acontecendo dentro das cadeias brasileiras, entendeu? Então, assim, ah não não rende, não vende, mas é necessário.  MAYRA: A gente não tá querendo dizer aqui que isso é fácil. Ainda mais no dia a dia do jornal, que pode ter um ritmo de trabalho bem corrido.  DANIELA: Porque você tem um ritmo industrial ali para cumprir. E o jornal tem que tá na banca no dia seguinte, não tem essa: “Ah, esse tema não mexe tanto comigo quanto, né?”  MAYRA: Mas também é importante lembrar que a gente tem brechas. E aprender a usar essas brechas.  DANIELA: Então eu fazia, mas eu entendi muito cedo que se eu apresentasse as pautas que eu gostaria de cobrir, eu teria mais chance de estar fazendo coberturas que me interessassem mais e que eu achasse mais relevante. E aí eu comecei então a apresentar temas e apresentar pautas e aí não dá não dá tempo para os meus editores me pautarem. Porque eu já chegava com a pauta, com a ideia pronta e assim, e não não podia ser só uma ideia. Tinha que ser uma ideia com uma produção já feita, que se sustentasse, porque tinha que dali tinha que sair uma manchete do jornal. Então eu fazia o dever de casa. MAYRA: Claro que as realidades de cada jornal é muito diferente, mas a Daniela disse que sempre teve muita sorte na profissão.  DANIELA: Eu vou te dizer que eu tive a felicidade e eu sei que isso é muito raro de fazer muito mais coisas que eu gostaria do que de fazer alguma coisa que eu não gostasse ou que que não tivesse é dentro da minha zona de interesse, entendeu?  MAYRA: Na conversa que a gente teve, deu pra perceber que ela tem muito orgulho dos anos que passou trabalhando na Tribuna de Minas, com o jornalismo diário.  DANIELA: Eu trabalhava em pautas locais que eu acabava pela repercussão que essas matérias tinham, elas acabavam tendo repercussão nacional. A gente conseguiu fazer isso várias vezes, vezes em que nós tivemos matérias que levaram advogados para cadeia e que nós tivemos matéria em que a gente tirou pessoas inocentes da cadeia e que tiveram repercussão nacional. MAYRA: E boa parte disso tem a ver com o olhar que a Daniela sempre teve pras histórias que tava contando. Assim como ela disse lá no começo, pra ela, a realização no trabalho sempre teve muito a ver com esse olhar mais cuidadoso com as histórias e, principalmente, com as pessoas envolvidas. Eu perguntei pra ela se, mesmo no ritmo meio caótico do jornalismo, era possível ter esse cuidado e dedicação com as pautas que ela consegue ter hoje com os livros.  DANIELA: Dá para ter outro olhar mesmo no jornalismo diário. Eu falo muito sobre isso assim, que foi um casamento perfeito. Eu fui muito feliz no jornalismo diário, amava fazer o que eu fazia e eu não tinha muito tempo para pensar ou lamentar a falta de condição, a falta de espaço. Eu criava o espaço. Então assim, não foram muitas vezes, mas nós tivemos, por exemplo, matérias, séries que começaram com uma matéria de cinco páginas de jornal, que foi meu primeiro prêmio MS. A série Dossiê Santa Casa, a primeira matéria, nunca vamos esquecer, fevereiro de 2000, a gente ocupou cinco páginas do jornal, 10 horas da manhã, já não tinha mais nenhum jornal na banca, nenhum jornal na banca. É, eles já tinham se esgotado e foi assim um fenômeno. Então assim, claro, eu tive Quanto tempo eu tive para fazer? Eu tive três meses para fazer essa série, essa matéria, que começou com uma matéria e depois virou uma série de 50 matérias, né? É, mas dá para fazer. Dá para você virar também uma referência com esse tipo de trabalho. A gente conseguiu coisas incríveis com essa série. A gente conseguiu fazer um hospital, uma filantrópica que era muito importante para o sistema único de saúde não fechar, porque ela tava em vias de fechamento. MAYRA: E, apesar de hoje ela estar dedicada à literatura, inclusive com livro novo vindo aí, a Daniela disse que o tempo que passou trabalhando com o jornalismo diário foi fundamental pra aprender a contar essas histórias com outros olhares.  DANIELA: Então o que você tem que que pensar é como eu vou contar essa história e através de quem eu vou contar essa história. [sobe trilha] DANIELA: Eu acho que o que eu procuro, ao contar essas histórias, é sempre buscar e preservar a humanidade dos sujeitos, sempre. MAYRA: Antes da nossa entrevista, eu assisti uma palestra que a Daniela apresentou pros alunos aqui do Labjor. E o que mais me chamou atenção das falas dela foi justamente a atenção que ela procura dar pras vítimas da história que ela tá contando. Os livros dela tem um pouco esse diferencial, um protagonismo pras pessoas que a gente não vê em qualquer lugar. Lembra que ela disse que as histórias meio que surgem pra ela? Esse surgir não é uma coisa meio mágica, de que de repente vem uma ideia genial. Tem a ver justamente de um olhar atento pras histórias que tão ali meio despercebidas. Ela deu o exemplo do livro Cova 312 e como a pauta apareceu pra ela através de uma matéria falando sobre a abertura de requerimentos de vítimas da ditadura diante do Governo de Minas.  DANIELA: Por conta dessa matéria de jornal me interessei em contar as histórias de pessoas que foram torturadas no período e ao mergulhar nessas histórias, eu acabei entrando no coração de Linhares, que é a maior penitenciária, é uma das maiores penitenciárias políticas de Minas e descobrir que esse militante morreu lá dentro, foi o militante que integrou a primeira guerrilha contra a ditadura, que foi a guerrilha do Caparaó, mas o corpo dele tinha desaparecido. MAYRA: Ou a história do Arrastados, em que ela recebeu nas redes sociais um pedido de ajuda, da família de uma menina que estava desparecida depois do rompimento da barragem  DANIELA: E eu fiquei muito mexida quando eu vi a foto da Isabela, que era de uma menina muito jovem vestida de noiva. E eu falei: “Nossa, se um dia eu contar essa história, a primeira família que eu vou procurar vai ser a família da Isabela” MAYRA: Esse é o diferencial do modo de contar da Daniela. Ela não começa pelo acontecimento, pelo aspecto mais amplo. Mas pelas pessoas.  DANIELA: Então, todo mundo tem uma história para contar, de que maneira aquela pessoa que foi, que passou por uma tragédia, ela foi afetada por aquilo, mas quem é essa pessoa? Ela nasce no momento da tragédia, o nosso grande crime, entre aspas, tá, gente? Só pra gente entender. O nosso grande pecado enquanto jornalistas é reduzir aquela pessoa ao momento da tragédia. E ela é muito mais do que aquele momento. Ela já existia antes, ela tinha uma história, ela tinha sonhos. Então, quando você consegue enxergar esse sujeito e todas as complexidades da vida dele, eu acho que você consegue prestar um serviço de relevância e dar protagonismo para essas pessoas. Para mim eu quero gastar e usar meu tempo dando protagonismo para a vítima, que é tão silenciada, que já vive um apagamento social, que vive uma saga infinita para conseguir uma coisa que a gente ainda não conseguiu no Brasil, que é responsabilizar os autores de crimes.  MAYRA: Nesse ponto a gente consegue entender bem a ideia de memória coletiva que a Daniela citou lá no começo. Ao aprofundar nas pautas por uma perspectiva mais humanizadora, a gente consegue criar vínculos mais fortes com essas histórias e isso ajuda a mantê-las vivas. Essa forma de retratar as pessoas também é muito importante quando a gente fala de grupos vulnerabilizados. DANIELA: Ninguém quer falar de adolescente em conflito com a lei, né? Ainda mais uma sociedade que é super menorista, né? Que vem, que tem um ranço do código de menores e tal. E eu me lembro que a gente fez uma matéria, porque eles estavam acautelados irregularmente na cadeia pública junto com adultos. Isso era um crime. Olha, você não queira saber a repercussão dessa matéria, que era uma matéria que ninguém queria fazer, ninguém queria falar, todo mundo passava pano para aquilo, fazia vista grossa e o próprio jornal não se interessou muito, mas quando a gente foi contar a história desses adolescentes e mostrar que antes deles serem autores, eles foram vítimas, a gente conseguiu pela primeira vez fazer com que a população olhasse para esses adolescentes sem ódio, sem desejar que eles morressem. E foi um trabalho incrível. A gente conseguiu criar um centro de acautelamento para adolescentes, né? Que era um espaço próprio para que eles pudessem cumprir é a medida de privação de liberdade. Então, eu acho que o jornalismo é isso. Eu acho que ele tem esse poder, sabe? Tanto na literatura, quanto no jornal, no podcast. Ele Ele tem o poder da palavra. A palavra, ela é muito potente. MAYRA: Só que pra fazer isso, é preciso um trabalho muuito meticuloso e cuidadoso de investigação. Ela falou sobre isso comentando do novo livro que vem por aí.  DANIELA: Porque quando você reconstitui uma história de alguém, já tô eu dando spoiler aqui, você precisa, é, ter um nível de pesquisa que é o mesmo nível de pesquisa de uma uma grande denúncia, entendeu? Então, não existe algo que não vai ficar, é, é, que você não consiga colocar de pé ou que não tenha, é, profundidade suficiente para se tornar um grande livro. Isso é bobagem. É a sua pesquisa, a sua investigação, é o teu texto. É isso que vai transformar uma história que pode ser simples numa grande história. [sobe trilha] MAYRA: A gente quis saber como é esse processo de pesquisa e apuração pra Daniela.  DANIELA: Eu começo, é, procurando e priorizando quem me responde, quem tá interessado em falar. MAYRA: Parece meio óbvio, né, mas a gente precisa lembrar que estamos falando de temas bem sensíveis e que muitas pessoas estão ainda sofrendo com tragédias que mudaram completamente suas vidas. Nem todo mundo se sente à vontade pra conversar sobre. DANIELA: Você tem inúmeras famílias envolvidas naquilo e aí você começa a procurar pessoas e você vai investir naquelas que te deram retorno, que querem falar e depois você vai investir o seu tempo naquelas que não querem falar, mas cujo testemunho é fundamental e você vai tentar falar com essas pessoas. É quase um novelo que você vai puxando o fio no começo tá totalmente enrolado, ele você não acha a ponta. Depois você acha a ponta e você começa delicadamente a desenrolar esse novelo porque é complexo. E aí você vai vendo o seguinte, o que que eu já tenho de informação e o que que eu não tenho que eu preciso ter, porque eu não posso ter furo nessa minha pesquisa. No caso do Flamengo, do Ninho do Urubu, eu falei com todas as famílias, as 10. Consegui falar com as 10, porque não fazia sentido com o número de vítimas muito menor do que Brumadinho, eu falar com nove famílias com cinco. Não era justo, não era ético. As 10 tinham que falar. E tinha uma especificamente que até o final me deu um trabalho uma canseira, não queria falar e com muita resistência e até que eu cheguei no limite do tempo e falei: “Olha, tipo 8 meses depois, procurando por eles”, falei: “Olha, eu preciso fechar minhas entrevistas e vai ser muito ruim contar a história de nove meninos, porque são 10, mas se vocês não falarem, eu vou contar de nove, infelizmente. MAYRA: E aí, não podemos negar, né, tá uma grande diferença no ritmo de trabalho. Lembra que a Daniela falou de uma grande reportagem pro jornal, que ela teve três meses pra escrever? Isso é um tempo gigante pro jornalismo diário. Já pros livros, ela consegue ter mais tempo pra fazer esse tipo de investigação.  DANIELA: Então assim, eu fiz primeiro as famílias, depois eu fui fazer todo o trabalho de de ouvir o Ministério Público, depois eu fui fazer o trabalho de ouvir a Polícia Civil que tinha feito uma investigação inicial, para tentar entender qual era a linha de raciocínio que a Polícia Civil fez, depois a gente foi falar com o judiciário, depois a gente começou uma pesquisa que envolvia a prefeitura de Olha quantas camadas. Então, assim, na verdade, é tanta gente envolvida que você tem que tentar abraçar tudo. Às vezes, você não vai conseguir falar com todo mundo. Então, eu tentei, por exemplo, fazer entrevistas presenciais com a prefeitura eh do Rio, que tinha concedido eh eh tinha dado inúmeras oportunidades para o Flamengo, multou, multou, multou e não tomou uma medida mais eficiente. Chegou a interditar no papel o centro de treinamento, mas não na prática, o centro de treinamento continuou funcionando. Eu tinha que entender porque que eles foram tão omissos, né? A gente não conseguiu. A prefeitura não falou. E eu vou deixar de dizer que a prefeitura foi omissa, eu tinha documentos que mostravam isso.  MAYRA: Mesmo com mais tempo, nunca dá pra cobrir tudo nos mínimos detalhes. Seja porque algumas partes envolvidas não querem participar, como a prefeitura do Rio, seja porque ainda há um limite de tempo ou de recursos.  DANIELA: por exemplo, em Brumadinho, eu não tive braço para entrevistar a população ribeirinha que foi afetada pela contaminação do Rio Paraopeba, que era uma uma frente importante, mas você também precisa fazer algumas escolhas, porque senão você vai falar de tudo e não vai falar de nada. Você tem que falar de alguma coisa com profundidade. Então qual foi a minha escolha narrativa no caso de Brumadinho? Eu quero falar com qualidade, é, e com competência do resgate que foi feito, do trabalho do IML e aí eu me concentrei naquilo.  MAYRA: Pode ter um limite de habilidade também, o jornalismo tem uma série de especializações e mesmo o trabalho de escrita de um livro às vezes precisa ser colaborativo.  DANIELA: No, no Arrastados, por exemplo, eu tive que fazer um, um recorte econômico que era sobre as ações da Vale, quantas ações da Vale aumentaram naquele, no ano em que morreram 270, 272 pessoas e eu não tenho qualificação para isso, eu não entendo nada de ação e tal. A gente contratou alguém que sabia fazer isso e que fez com maestria, que é o Marcelo Soares. E tá tudo certo. Então, assim, a gente não tem que dar conta de tudo. A gente tem que ter um recorte possível para contar uma história. MAYRA: Essa fala da Daniela dá uma dimensão da quantidade de dados e informações que ela precisa lidar em cada livro. Ela contou que tem pilhas e pilhas de arquivos com as transcrições das entrevistas e toda a apuração de cada caso. E que ainda guarda tudo isso em casa.  DANIELA: Eu acho que uma coisa que eu levei do jornalismo para literatura, que foi fundamental, foi a questão então da disciplina, no processo de escrita, de você ter que se organizar diante de múltiplas informações, assim, de que por onde eu vou começar. Então eu fazia já isso no jornalismo diário, claro, precariamente, porque eu não tinha muito tempo, mas de que que que eu vou abordar nessa matéria, na matéria principal, na minha retranca, é, o desdobramento, daí eu vou fazer o que nesse desdobramento? Então eu passei a fazer isso na literatura, um esqueleto, a partir de toda quando a minha apuração tá pronta, para eu, a partir desse esqueleto, pensar o que que eu quero contar nessa história, como é que eu vou abrir a minha história, nesse o primeiro capítulo eu vou trazer o quê, o segundo, o terceiro. Esse esqueleto é fundamental para você conseguir fazer um livro, porque fazer um livro não é sentar diante do computador e começar a escrever achando que você vai igual eh eh escritor americano em frente à praia, olhando pro mar e que aquilo vai brotar, não brota não.  MAYRA: Foi graças a essa organização que ela conseguiu visualizar como ia contar a história de Arrastados, por exemplo.  DANIELA: Depois que a minha apuração ficou pronta, eu percebi que eu tinha as 96 horas pós-rompimento quase que em tempo real. Então eu falei: “Eu vou contar a história por aqui”.  MAYRA: Há uma certa discussão no mundo do jornalismo se o jornalismo literário é ou não jornalismo. Mas, ouvindo a Daniela, pra mim dá pra perceber que as práticas, os modos de fazer, são basicamente os mesmos. A gente pode mudar a forma de apresentar, tentar reconstruir a história de uma forma que a entrega dela pro público ganhe novos aspectos, mas ainda é um serviço de informar, e de informar bem.  DANIELA: O que eu acho que eu não posso perder enquanto jornalista é o meu foco é no compromisso de entregar um conteúdo de qualidade.  [sobe trilha] DANIELA: Expectativa zero quando eu lancei. Eu não conhecia o mercado editorial. Aliás, foi assim, é até uma ingenuidade da minha parte, sabe? Quando a gente lançou o Holocausto, porque eu não sabia nada do mercado e não tinha expectativa nenhuma. Eu simplesmente queria que esse livro fosse publicado, porque eu entendia que era um tema muito muito grandioso para ficar restrito a uma série de jornal.  MAYRA: Eu quis saber, durante a entrevista, o que mudou na forma de escrever da Daniela quando ela passou do jornalismo diário para os livros.  DANIELA: No jornal você precisa no lide, né, que para quem não sabe, a abertura da matéria, responder todas as perguntas numa única frase, né? Como, quando, onde, porquê e tal. É, e aí você tem que entregar tudo ali para que, que aquela pessoa se interesse em continuar lendo. No livro não, você não tem a obrigação de responder nada, muito pelo contrário, você pode começar colocando 1.000 dúvidas no leitor, ele te dá essa oportunidade, você tem tempo para trabalhar esse texto. É diferente, totalmente diferente um texto literário de um texto jornalístico. MAYRA: A Daniela contou que, conforme ela foi se aprofundando na escrita literária, ela começou a se preocupar mais com estratégias que fariam o leitor chegar até o final do livro.  DANIELA: Então, você tem que apresentar alguma coisa que vá surpreender o leitor. O Cova 312, é minha preocupação, será que o leitor vai gostar? Era que ele virasse a página e aí isso é muito assustador, muito mesmo, porque você fica querendo repetir aqueles números que foram extraordinários. MAYRA: Especialmente porque o primeiro livro, o Holocausto Brasileiro, foi um grande sucesso de vendas e é até hoje uma das obras mais populares dela.  DANIELA: E isso gerou muitas questões. Assim, uma cobrança imensa, tanto minha quanto do público, quanto da própria editora que me publicou pela primeira vez, de que o outro livro repetisse sucesso do Holocausto. Isso não aconteceu. E aí foi uma outra lição, do tipo, nem todo livro vai fazer o mesmo sucesso do Holocausto e tá tudo bem, porque o Holocausto é um ponto fora da curva. O Cova não foi esse sucesso imenso de vendas que foi o o Holocausto, mas ele ganhou o prêmio Jabuti. Ele é uma referência, ele mudou um capítulo da ditadura brasileira. Então, assim, do que que a gente tá falando? A gente tá falando de números de dinheiro, a gente tá falando de uma repercussão social, humana, de uma pesquisa, de uma documentação que virou pesquisa histórica, entendeu? MAYRA: Mais uma vez, a gente pode tocar aqui no ponto da memória. Ainda que um livro não bata um recorde de vendas, ele ainda tem uma função muito importante de abrigar uma informação do tempo. De manter ela ali, disponível e bem detalhada, pra quem precisar dela.  DANIELA: Eu fiz um evento numa livraria aqui em Campinas e na plateia tava uma uma resgatista do Samu, uma médica. E ela disse assim: “todo mundo que é resgatista tinha que ler o Arrastados”. Então assim, é isso, é você fazer uma pesquisa que ela vire uma referência para uma área.  MAYRA: A gente também precisa entender que cada livro é um livro, e tem muitos fatores que influenciam no sucesso. O momento político e econômico, a cultura da leitura, o tema do livro…  DANIELA: Se ele vai acontecer, se ele vai explodir, se ele vai vender muito, se ele não vai, isso não não diz mais respeito a mim. Entendeu? Vai além do trabalho do autor, sabe?  MAYRA: E mudar um pouco essa perspectiva também ajuda a ter um outro olhar pro texto, a entender que dá pra testar coisas diferentes com a escrita e aprimorar mesmo essa técnica.  DANIELA: O que a literatura me deu foi, é, tempo para amadurecer esse texto, para criar eu não gosto dessa palavra técnica não, mas para encontrar meios e formas de fazer com que aquela história é que o leitor siga virando a página, porque se você entregar tudo no primeiro capítulo, essa pessoa não vai continuar lendo aquele livro, por melhor que seja o livro, então você tem que costurar as histórias. E isso é bem complexo e a literatura me deu tempo para aprender a fazer isso, né? DANIELA: Isso também é muito gostoso, porque escrever é sofrimento, né? Não tem jeito. É muito sofrimento, mas também ao mesmo tempo que é sofrimento é muito prazeroso. Quando você consegue fazer uma narrativa que faça com que a pessoa consiga visualizar o que ela tá lendo, imaginar o que ela tá lendo, cheirar o que ela tá lendo, é isso é realmente é muito poderoso. Então eu acho que a literatura me deu essa chance de aprender a fazer, e tô aprendendo até hoje, né? [sobe trilha]  MAYRA: Esse episódio foi produzido por mim, Mayra Trinca, com ajuda do meu amigo Rafael Revadam, que também já fez parte da equipe aqui do Oxigênio. O roteiro e a edição, são meus. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. A trilha sonora é do BlueDotSessions, e os créditos estão no roteiro do episódio. O Oxigênio é apoiado pela Secretária Executiva de Comunicação da Unicamp e coordenado pela Simone Pallone.  MAYRA: Obrigada por ouvir e até o próximo episódio!  [VINHETA FIM] Músicas:  Lo Margin The Gran Dias  

Radar Agro
Brangus ganha escala com genética e manejo no campo | Canal do Boi #437

Radar Agro

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 14:46


O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa na Agrícola Anamélia, no evento Brangus HP/Gen HP com Ladislau Lancsarics Junior; Evanil Pires, Diretor da STgenetics Brasil; João Pedro, Técnico da STgenetics Brasil; Giovanny Galindo, Presidente da Asobrangus da Colômbia; Ângela Linhares, Pecuarista; e Cesário Ramalho da Silva, Pecuarista. O encontro reúne diferentes experiências do campo, com foco na evolução da genética, na aplicação técnica e no manejo como pilares para ganho de produtividade e eficiência na pecuária. A troca de visões evidencia como a combinação entre tecnologia, conhecimento e prática tem impulsionado resultados consistentes no setor. A cobertura internacional no Brasil mostra um agro cada vez mais técnico e conectado, onde genética e gestão caminham juntas para sustentar crescimento e competitividade.

Stock Pickers
EUA VS IRÃ: MUDANÇA DE RUMO OU VOLTA AO "NORMAL"? | AFTERMARKET #2

Stock Pickers

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 85:40


Em uma semana crucial para a guerra no Irã e os mercados aquecidos por um possível fim do conflito, os "gurus" do mercado Andrew Reider, da WHG, e Christian Keleti, da Alpha Key, fazem suas previsões sobre o que pode estar por vir - e como preparar a carteira. Apresentado por Lucas Collazo, o episódio conta com a presença especial de Léo Linhares, da SPX, que traz a sua visão de mercado e também comenta sobre carreira e cenário.Acompanhe este episódio de colecionador!Aftermarket é o novo programa do Stock Pickers, que traz, todo mês, os principais bastidores de mercado, visões de longo prazo, histórias curiosas e aquelas conversas que normalmente não cabem dentro do pregão!

CBN Vitória - Entrevistas
ES já tem mais de 180 vítimas de acidentes fatais no trânsito em 2026

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 19:20


Não são apenas números, mas vidas perdidas e um cenário que impressiona. Registros do Observatório de Segurança Pública do Estado revelam que, de janeiro deste ano até o dia 16 de março, 187 pessoas morreram no trânsito do Espírito Santo. Ao longo de todo o ano de 2025, foram 1018 mortes no Estado. E, nesse cenário, um ponto tem chamado a atenção. É a do grupo etário que vem sendo mais afetado. Na distribuição por faixa etárias das vítimas, nesse ano, 31 tinham entre 55 a 64 anos e 21 vítimas tinham 65 anos ou mais. Segundo as informações do Observatório, as causas mais comuns das mortes envolvendo pessoas com 55 anos ou mais são colisões e atropelamentos. Em entrevista à CBN Vitória, o advogado especializado em Direito de Trânsito, Fábio Marçal, fala sobre o assunto. O advogado Fabio Marçal destaca que em 33 cidades do Espírito Santo, com forte presença no interior, já há neste ano mais casos de mortes do trânsito do que homicídios. Entre elas estão Cachoeiro, Colatina, Linhares e Afonso Cláudio.

CBN Vitória - Entrevistas
ES recebe equipamentos de alta tecnologia para tratamento do câncer

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 6:42


O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cumprem agendas no Espírito Santo, nesta sexta-feira (6). Em Colatina foram entregues equipamentos que vão ampliar o atendimento à saúde por meio do Novo Pac da Saúde, que integra o Agora Tem Mais Especialistas. O município recebe um novo serviço Radioterapia do Hospital e Maternidade São José, além da entrega de ambulâncias do SAMU 192 e Unidades Odontológicas Móveis (UOM). Já em Linhares a entrega dos serviços de radioterapia são pra o Hospital Rio Doce. Quem explica detalhes é o próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles
Folha no Ar Isadora Linhares Advogada de Família e Presidente da OAB- Mulher em Campos#2358

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 89:42


Desafios da mulher na advocacia e no mercado de trabalho A efetividade da “Lei Maria da Penha” após quase duas décadas Direitos da mulher

Caio Carneiro - Podcast Fod*
COMO TER UM TIME DE ALTA PERFORMANCE? - com Erika Linhares #124

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 76:21


Neste episódio, você vai entender por que liderança empresarial é decisiva para atrair gente boa, reter talentos e gerar alta performance. Erika Linhares compartilha sua trajetória e ensina, na prática, como liderar com clareza, disciplina e feedback assertivo — sem ser opressor nem omisso. Ideal para empreendedores, gestores e profissionais que querem crescer de verdade.☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA A EX-JOGADORA DE VOLEI ELIZANGELA

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 66:03


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA A EX-JOGADORA DE VOLEI ELIZANGELA

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Cristiano Linhares, Organizador de Eventos Esportivos

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 23:05


Cristiano Linhares, organizador de eventos esportivos, participou do Direto ao Ponto. Gestor da Piá Sports detalha agenda de eventos previstos para a região em 2026, com provas de corrida, cross e natação.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Cristiano Linhares, Organizador de Eventos Esportivos

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 23:05


Cristiano Linhares, organizador de eventos esportivos, participou do Direto ao Ponto. Gestor da Piá Sports detalha agenda de eventos previstos para a região em 2026, com provas de corrida, cross e natação.

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR BRUNO BATATA - 04-01-26

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 26:52


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR BRUNO BATATA - 04-01-26

Jornal da USP
Cultura na USP #115: Cantora e compositora Jéssica Linhares lança disco autoral

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 57:03


A trajetória artística é marcada pela premiação do concurso Nascente USP 2023 na categoria Interpretação Vocal

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JO RONDINELLI E EDSON ABOBRÃO

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 33:25


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR RONDINELLI E EDSON ABOBRÃO

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA MOACYR FRANCO - 16-11-25

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 23:02


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA MOACYR FRANCO - 16-11-25

CBN Vitória - Entrevistas
Alimentos cultivados no estuário do Rio Doce possuem níveis elevados de metais pesados

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 16:10


Dez anos depois do rompimento da barragem de Fundão, localizada no subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 km do centro de Mariana, em Minas Gerais, a contaminação ainda mostra sinais no Espírito Santo. Uma pesquisa realizada no estuário do Rio Doce, em Linhares, no Norte do Estado, encontrou níveis elevados de metais pesados em alimentos cultivados nas áreas atingidas pelos rejeitos, como banana, mandioca e a polpa do cacau. O grupo investigou os efeitos da contaminação por rejeitos de mineração ricos em ferro no estuário – zona de transição entre o rio e o mar, em Regência.

CBN Vitória - Entrevistas
'Em 20 anos vamos poder voltar a tomar banho no rio', acredita Balestrassi, secretário de Recuperação do Rio Doce

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 28:51


Há dez anos aconteceu o rompimento da barragem da Samarco, na data de 5 de novembro de 2015. Com o desastre, mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério escoaram do Complexo Industrial de Germano, no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana, provocou uma tragédia que deixou 19 mortos e cerca de mil pessoas desalojadas na região de Minas Gerais. A lama gerada pelo desastre percorreu grande parte da Bacia do Rio Doce até chegar à foz, no distrito de Regência, em Linhares, no Norte do Estado, onde a lama se encontrou com o mar em 22 de novembro daquele ano.O rastro de destruição causou prejuízos financeiros, ambientais e emocionais incalculáveis para moradores dos estados mineiro e capixaba. O que mudou de lá para cá? Em entrevista à CBN Vitória, o secretário de Estado de Recuperação do Rio Doce, Guerino Balestrassi – ex-prefeito de Colatina, cidade impactada pelo rompimento – fala sobre as ações realizadas ao longo dos anos para a recuperação do Rio Doce e o apoio aos impactados. 

Sala de Negócios
#308 O desafio de fazer o seguro de empresas de logística | Fernando Linhares (Korsa Riscos & Seguros)

Sala de Negócios

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 36:08


Fazer o seguro de empresas de logística exige mais do que proteger cargas — envolve cuidar também dos motoristas. Com soluções que integram saúde, bem-estar, educação e benefícios, a corretagem atua de forma estratégica. Aplicativos e ecossistemas digitais tornam o acesso mais rápido e inclusivo. A falta de novos profissionais no setor reforça a importância do acolhimento. Seguro, hoje, é também ferramenta de valorização humana.Participantes:Fernando Linhares, Diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios, Korsa Riscos & Seguros.Host(s):Cassio Politi, Apresentador, Tracto.Ceres Mussnich, Business Development Manager, Forvis Mazars.

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-GOLEIRO MARCELO DO LEC - 19-10-25

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 38:21


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-GOLEIRO MARCELO DO LEC - 19-10-25

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-TÉCNICO DO LONDRINA CLAUDIO TENCATI - 19-10-25

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 29:02


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-TÉCNICO DO LONDRINA CLAUDIO TENCATI - 19-10-25

Renato Braga Podcast | Biohacking
#59 Performance Cognitiva e Biofeedback - Tuiã Linhares | Biohacking Brasil

Renato Braga Podcast | Biohacking

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 54:39


Podcast gravado para Biohacking Brasil com Tuiã Linhares sobre performance cognitiva e Neurofeedback.

Comunidade da Graça Atibaia
Adoração que abre caminhos // Série: Nova Mente Nova Vida // Rafael Linhares

Comunidade da Graça Atibaia

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 55:23


A CG Atibaia fica na Av. Atibaia, 500 - Atibaia Jardim em Atibaia/SP e você é nosso convidado(a) sempre! Para saber mais sobre sobre os nossos trabalhos, nossa agenda, etc, visite: http://www.instagram.com/cgatibaia Se você deseja contribuir com a Comunidade da Graça, acesse o nosso site: https://cgatibaia.com.br Horários de celebrações regulares: Domingos: Cultos de Celebração 10h (presencial e online) e 19h (somente presencial) Jovens - Sábados 19h. Informações: Envie sua mensagem pelo WhatsApp: +55 11 96846-3816 Deus te abençoe

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR LUIZÃO DO LEC

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Oct 5, 2025 25:21


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR LUIZÃO DO LEC

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo
Sua cidade está preparada para enfrentar eventos climáticos extremos?

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 10:03


A realização da COP 30 em Belém, em novembro deste ano, é o assunto em destaque nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo. Nesse episódio, o destaque é se as cidades estão preparadas para as mudanças climáticas. "O clima está mudando diante dos nossos olhos. Alagamentos, ondas de calor, escassez de água, tempestades cada vez mais intensas. Mas será que nossas cidades estão se preparando para esse novo cenário?". A COP30 vai debater a adaptação climática, ou seja, como governos, empresas e a sociedade podem reduzir os impactos do clima extremo nas nossas vidas. Uma cidade adaptada não é aquela que corre atrás do prejuízo, mas que previne. Com arborização urbana para reduzir o calor, com drenagem inteligente, com moradias seguras e com planejamento que respeita a natureza. E isso vale para o Espírito Santo também. Cidades como Vitória, Alegre, Cachoeiro e Linhares já sentem os efeitos da crise climática. Mas também podem ser exemplos de soluções. Adaptar é investir em saúde pública, segurança, qualidade de vida. O clima já mudou. A pergunta é: nós vamos mudar junto ou continuar ignorando os sinais?. Ouça a conversa completa!

Didosseia - Podcast de Literatura
Sara Linhares no Didocast A Manutenção da Literatura Goiana

Didosseia - Podcast de Literatura

Play Episode Listen Later Sep 27, 2025 67:42


Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR DO SÃO PAULO PINTADO

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Sep 21, 2025 27:00


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA O EX-JOGADOR DO SÃO PAULO PINTADO

Rádio Paiquerê 91,7
RODRIGO LINHARES ENTREVISTA MARCIO E JOÃO NEVES

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 47:23


RODRIGO LINHARES ENTREVISTA MARCIO E JOÃO NEVES

Debate 93
24/06/2025: Perseguição e Oração, com Pr Marcelo Linhares, Pra Jaqueline Merath, Reverendo Junio César e Pr Maurício Casaes

Debate 93

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025


Como agir quando se é perseguido constantemente? Orar para que essa pessoa sofra a justiça é errado? Ouça este Debate 93, aprenda e compartilhe!

Debate 93
13/05/2025: Dinheiro x cobiça, com Pr Marcelo Linhares, Pr Ricardo Guimarães, Pr Lima e Dra Solyana Coelho

Debate 93

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025


Um debate importante sobre dinheiro e cobiça. Como cuidar do dinheiro sem virar escravo dele? Ouça, curta e compartilhe!

debate lima conversa dinheiro coelho aprendizado cobi linhares jr vargas ricardo guimar 93 fm marcella bastos debate 93
Growthaholics
#285 - Onfly: De layoff na pandemia a R$240 milhões de investimento | Com Marcelo Linhares, CEO e cofundador da Onfly

Growthaholics

Play Episode Listen Later Jul 3, 2025 51:51


O que faz uma startup sobreviver quando tudo diz que ela vai quebrar?Neste episódio, Pedro Waengertner conversa com Marcelo Linhares, CEO e cofundador da Onfly, a maior travel tech B2B da América Latina.A história da Onfly é uma verdadeira aula de resiliência, execução e visão de longo prazo: de uma queda de 90% na receita durante a pandemia ao anúncio recente de uma Série B de R$240 milhões com fundos do Vale do Silício.No papo, Marcelo abre o jogo sobre os momentos mais difíceis da trajetória, a importância de continuar crescendo mesmo sem capital externo, os erros e aprendizados nas rodadas de captação — e como manter o foco no negócio quando o glamour do fundraising tenta desviar o caminho.Falamos sobre expansão internacional, uso de IA para escalar uma operação complexa, secundária, síndrome do impostor, construção de cultura e o mindset necessário pra transformar uma dor universal (como o reembolso de viagens) em uma plataforma escalável.Se você está captando, pensando em captar, ou simplesmente quer entender como se constrói um negócio que cresce com consistência — este episódio é obrigatório!Recomendações do Marcelo:

Debate 93
18/03/2025: Passado Comprometedor, com Pr Heber Guilherme, Pr Marcelo Linhares, Pra Deusirene Moreira e Pr Marcos Goes

Debate 93

Play Episode Listen Later Mar 21, 2025


Esse Debate93 fala sobre até que ponto é bom jogar limpo e falar de um passado comprometedor. Ouça, aprenda e aproveita para compartilhar!

Debate 93
14/02/2025: Ciúme Ministerial, com Helen Klein, Pr Marcelo Linhares, Pr Carlos Eduardo Mota e Pr Samuel Soares

Debate 93

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025


Ciúme ministerial? E aí? Como lidar com isso?? Não deixe de ouvir este Debate 93!!!

Debate 93
27/12/2024: Tecnologia, Vício e Celular, com Pr Marcelo Linhares, Pr Sérgio Elias, Missionária Rosane Oliveira e Pr Wanderson Costa

Debate 93

Play Episode Listen Later Jan 10, 2025


Como detectar o vício no celular? O uso excessivo do celular está emburrecendo a sociedade? Não perde este Debate 93 que vai te ensinar muito!!!

A História do Dia
O regresso ao Zambujal um mês depois dos tumultos

A História do Dia

Play Episode Listen Later Nov 22, 2024 23:54


Episódio especial. Estivemos no bairro para perceber o que mudou desde a morte de Odair Moniz. Uma visita guiada por Mário Linhares, presidente da Associação Ad Gentes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Som a Pino Entrevista
Juliana Linhares e Fernanda Guimarães: 'É muito importante a contribuição do pequeno'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later Nov 14, 2024 33:16


Roberta Martinelli conversa com Juliana Linhares e Fernanda Guimarães sobre a importância dos festivais no Brasil e o encontro no Festival Carambola, em Maceió.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Explicador
É preciso mudar regras da habitação municipal?

Explicador

Play Episode Listen Later Nov 4, 2024 19:48


O socialista Miguel Prata Roque admite que declarações sobre despejos em Loures foram "infelizes". Mário Linhares, da Associação ad Gentes, diz que habitantes de bairros se sentem invisíveis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A História do Dia
Como é viver no bairro do Zambujal, Amadora?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Oct 28, 2024 27:14


Está no centro da atualidade e do debate político, mas como é a vida no dia a dia? Mário Linhares, presidente da Associação Ad Gentes, ajuda-nos a encontrar a resposta.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate 93
02/10/2024: Palavras Duras, com Pr Ailton Desidério, Dra Elizabeth Pimentel, Pr Marcelo Linhares, Pr Thiago Vogt

Debate 93

Play Episode Listen Later Oct 16, 2024


Palavras que ferem, palavras que destroem, palavras que matam. Este Debate 93 fala do quanto palavras podem acabar com relacionamentos. Não deixe de ouvir!!!

debate palavras vogt pimentel duras linhares jr vargas ailton desid 93 fm marcella bastos debate 93
Biceps After Babies Radio
339: Counting Macros As A Full-Time Working Mom And Recovering Perfectionist with Andressa Linhares [I Did It Series]

Biceps After Babies Radio

Play Episode Listen Later Oct 1, 2024 43:37


In this episode, I had the pleasure of interviewing Andressa Linhares as part of the “I Did It” Series. Andressa shared how she's balancing a demanding career, a long commute, and raising a child while still making time for fitness and self-care. Coming from a Brazilian background, her perspective is unique, and she's navigating her journey in real-time. We also talked about how joining MACROS 101 helped her address perfectionistic tendencies and embrace progress over perfection. Letting go of the need to be flawless has made her health journey more enjoyable. If you're a working mom or struggle with perfectionism, you'll find her story inspiring!Find show notes at bicepsafterbabies.com/339Follow me on Instagram and Tiktok!Links:bicepsafterbabies.com/waitlistbicepsafterbabies.com/insider

Rare Disease Discussions
CTCL: Shortening the Diagnostic Journey and Starting Treatment Early

Rare Disease Discussions

Play Episode Listen Later Sep 30, 2024 19:51


Yuliya Linhares, MD is a medical oncologist specializing in the comprehensive treatment of lymphoma and serves as chief of Lymphoma Services at Miami Cancer Institute. In this video, Dr. Linhares provides an overview of cutaneous T-cell lymphoma (CTCL) and discusses some strategies for shortening the diagnostic journey of this rare cancer.The diagnosis of CTCL is often challenging; as a result, delays in diagnosis (and subsequent work-up and treatment) can be significant. Part of the reason is the variability in how individual patients present with CTCL and its subtypes. Because mycosis fungoides progresses slowly, some patients may not experience progression beyond their initial symptoms, even beyond 10 years. Patients with mycosis fungoides or Sézary syndrome also have overlap in manifestations; in fact, Sézary syndrome was once classified as a malignant, leukemic variant of mycosis fungoides but is now recognized as a distinct CTCL subtype.Patients with mycosis fungoides may progress through three phases of skin symptoms. The first may feature little more than transient red, scaly areas of skin on the buttocks and torso. The plaques may be hyper- or hypopigmented. As such, these symptoms can be easily misidentified as common skin conditions such as eczema or psoriasis. The variability of signs and symptoms also adds to the challenge of making a timely, clear-cut diagnosis.In the second phase, patients with progressing disease may develop palpable, scaly, reddish-brown plaques that appear on any portion of the body. Over time, the affected areas of skin may grow, merging with other affected regions. Patients' skin presentation during this stage can vary considerably: Some patients may experience severe pruritus or pain in these scaly bumps, which can result in sleep disturbances and other challenges to quality of life. Other patients may remain asymptomatic other than the skin's appearance.Disease presentation is a bit more consistent in patients who have progressed to the third phase of skin symptoms. Some patients may develop mushroom-shaped skin tumors that can cause skin ulceration and infection. Even for patients with mycosis fungoides reaching this phase of skin progression, malignant spread is uncommon (only 10% will experience metastases to major organs).While patients with Stage III mycosis fungoides experience widespread erythema (over 80% of body surface area), erythroderma is a consistent feature of Sézary syndrome. This rash will often be associated with severe pruritus and peeling.In addition to erythroderma and B2 blood involvement, patients with Sézary syndrome will typically have several other characteristic signs: generalized lymphadenopathy, opportunistic infections, and alopecia. The liver and possibly the spleen will be enlarged, and patients often have very thick, coarse skin on the soles of the feet and palms of the hands (i.e., palmoplantar keratoderma).Diagnosis is usually made with a patient history, complete physical exam, blood tests, biopsy of skin lesions, computed tomography imaging, and sometimes lymph node biopsy and/or bone marrow biopsy. These methods can also be useful in determining the stage of disease, especially whether the lymph nodes have been involved and whether the cancerous cells have spread to blood and other organs. In addition to eczema and psoriasis, the differential diagnosis may include nonspecific dermatitis, lichen, lupus, pseudolymphoma, parapsoriasis, and toxidermia.To learn more about CTCL, visit our Cutaneous T-Cell Lymphoma (CTCL) Learning Center page. https://checkrare.com/cutaneous-t-cell-lymphoma-2/

TOMEI GOSTO por Mario Alaska
TOMEI GOSTO - Imigrantes com Restaurantes no Brasil

TOMEI GOSTO por Mario Alaska

Play Episode Listen Later Jun 27, 2024 61:13


No dia á dia consumimos todos os tipos de comida de fora do país mas e o outro lado da mesa? Como é a vida dos imigrantes que possuem restaurantes no Brasil? Convidamos 3 estrangeiros com pro papo: CUBA: Julio Dias Escalona Chef e Proprietário do Paladar Do Cubano @paladardocubano ÍNDIA: Sunil Bhandari  Chef e Proprietário do INDIAN GOURMET @indian_gourmet FRANÇA: Philppe Watel Proprietário do FRANCETTE @francettebh OS PRATOS Cada um dos nossos entrevistados trouxe um prato pra experimentarmos: Cubano - Carne e acompanhamentos Indiano - Samosa e os molhos Francês - Um creppe  O PAPO... Experimentamos pratos típicos, falamos sobre as diferenças das comida brasileira pra cozinha deles e o mais importante: como foi a chegada e a recepção deles no Brasil? Vários sotaques, várias comidas, uma bagunça gostosa de ouvir e participar. O nosso podcast começa com a pergunta: Cerveja, Café ou Vinho e passa por experiências à mesa, memórias afetivas com comida e muitas histórias que vem junto.  OS RESTAURANTES PALADAR DO CUBANO @paladardocubano Rua Conde de Linhares 926 A, Cidade Jardim, Belo Horizonte MG INDIAN GOURMET @indian_gourmet Rua Alvarenga Peixoto, 585 - Lourdes, Belo Horizonte  FRANCETTE @francettebh Rua Alagoas 756, Praça da Liberdade Mário Alaska veste CAMISOLOGIA Entre no site camisologia.com.br  conheça os produtos deles e use o cupom TOMEI GOSTO para ter 10% de desconto em todas as compras. Além das camisas que Mário veste e que os convidados ganharam, no site da camisologia você encontra o nosso boné na seção Acessórios. Siga @camisologia Conheça mais produtos da camisologia no site camisologia.com.br   Durante o episódio degustamos cervejas da Falke Bier. @falkebier Vale lembrar que cerveja é uma bebida alcóolica, destinada a maiores de 18 anos. Faça consumo responsável, beba com moderação, se dirigir não beba, se beber não dirija. 

Beyond the Dais - The Stories of El Paso County
An Interview with Paula Linhares

Beyond the Dais - The Stories of El Paso County

Play Episode Listen Later Jun 26, 2024 23:09


This interview with Paula Linhares, the Constituent Services Specialist with El Paso County, was recorded on June 24, 2024. In this episode we talk about her experience working with constituents in multiple fields and how residents can make their voices heard. Beyond the Dais aims to bring you stories about people making a difference in El Paso County, Colorado. If you are interested in more of these stories, including those about organizations and projects in the community that are putting ARPA grant funding to good use, please visit https://admin.elpasoco.com/el-paso-county-arpa-stories/ and stay tuned to future episodes of this podcast.

Marketing Happy Hour
UGC is The New "Word-of-Mouth" (+ Excellent Early Career Advice) | Andrea Linhares of Sephora

Marketing Happy Hour

Play Episode Listen Later Mar 7, 2024 26:22


This week, Erica and Cassie chat with Andrea Linhares, Brand Marketing Manager at Sephora. In this episode, Andrea walks us through her day to day advising brands at Sephora on marketing best practices, her perspective that UGC is the new "word-of-mouth," how Sephora identifies and collaborates with influencers, and her best advice for marketers at any stage in their career, but especially early on. Here's a peek at what we cover in this episode: [00:03:43] - Andrea shares her background in PR, email marketing, and marketing project management. She explains how she approaches community building in the context of brand marketing by encouraging brands at Sephora to build relationships with their audiences and find opportunities to authentically connect with their consumers. [00:11:01] - Andrea uncovers the current trends she finds most impactful and how UGC (User Generated Content) is incredible for brands to get direct feedback on their products and is truly the new "word of mouth." [00:14:01] - Andrea shares how Sephora identifies and collaborates with influencers and creators. [00:18:36] - Andrea shares excellent early career advice - like the importance of networking, being kind, staying curious, paying attention, being nimble, working hard, advocating for yourself, and remembering your "why" when you're caught up in every day tasks. Grab a drink and listen in to this week's Marketing Happy Hour conversation! ____ Other episodes you'll enjoy if you enjoyed Andrea's episode: Product Marketing 101: Your Go-To-Market Toolkit | Jaylen Adams of Rare Beauty Leaning In to Your Brand's Community | Kennedy Crichlow + Mary Ralph Lawson Bradley of Daily Drills The Inside Scoop on Influencer Marketing | Tristen Dewar of Amazon Fashion ____ Say hi! DM us on Instagram and let us know which bonus episodes you're excited for - we can't wait to hear from you!  Please also consider rating the show and leaving a review, as that helps us tremendously as we move forward in this Marketing Happy Hour journey and create more content for all of you. ⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Join our FREE MHH Insiders online community to connect with Millennial and Gen Z marketing professionals around the world!⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Get the latest from MHH, straight to your inbox: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Join our email list!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Connect with Andrea: LinkedIn | Instagram Follow along with SEPHORA: Instagram | LinkedIn | Threads | Twitter | TikTok | Facebook Connect with Co-Host Erica: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠LinkedIn⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Connect with Co-Host Cassie: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠LinkedIn⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Follow MHH on Social: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠LinkedIn⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Threads⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ New to Marketing Happy Hour (or just want more)? ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Download our Marketing Happy Hour Starter Kit⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ This podcast is an MHH Media production. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Learn more about MHH Media!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Interested in starting your own podcast? Grab our Podcast Launch Strategy Guide here.⁠⁠⁠⁠⁠ --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/marketinghappyhour/support

Hipsters Ponto Tech
Staff Engineer, Principal Engineer e outros cargos de especialista – Hipsters Ponto Tech #375

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Sep 19, 2023 52:01


Hoje o papo é sobre cargos! Nesta conversa, vamos falar sobre as tendências, os desafios e as responsabilidades que vêm com o avanço da carreira no cargo de engenharia. Vem ver quem acompanha a gente neste papo!