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Mensagens com conteúdos antisemitas atribuídas a Jordan Bardella, actual presidente do Rassemblement National, voltam a colocar o partido francês de extrema-direita sob pressão. A sete meses das eleições presidenciais, analisamos o impacto destas revelações e o desafio que representam para a estratégia de normalização do partido. Falamos das recentes revelações do jornal de investigação Mediapart, que publicou mensagens com conteúdos antissemitas, escritas em 2013 por Jordan Bardella, actual presidente do partido francês de extrema-direita Rassemblement National (RN). Recorde-se que o Rassemblement National, antigo Front National, foi criado por um antigo membro da Waffen-SS, o braço militar da organização nazi alemã, e contou também, entre os seus primeiros membros, com antigos elementos das milícias colaboracionistas de Pétain, conhecidas, nomeadamente, pelos actos de tortura cometidos na Argélia, então colónia francesa. Nos últimos anos, no entanto, o partido tem trabalhado na transformação da sua imagem, procurando normalizar as suas propostas, sobretudo desde que Marine Le Pen sucedeu ao pai, Jean-Marie Le Pen. Esta estratégia permitiu ao partido consolidar a sua presença no cenário político francês e tornar-se uma das principais forças de oposição. Agora, com estas revelações, o RN vê-se novamente confrontado com o seu passado. As recentes revelações colocam Jordan Bardella no centro da polémica. O actual presidente do partido, que poderá ser primeiro-ministro caso Marine Le Pen seja eleita em 2027, rejeita as acusações de racismo e antissemitismo. Falamos com Eric Monteiro, especialista em relações internacionais na Universidade de La Rochelle, em França. Serão estas revelações suficientes para ter um impacto no Rassemblement National, a sete meses das eleições? Até que ponto poderão pesar na campanha eleitoral? Se analisarmos a questão, apercebemo-nos de que, a sete meses das eleicções presidenciais, as sondagens dão Marine Le Pen sempre na liderança do primeiro turno. Em caso de segundo turno entre ela e a maior parte dos candidatos, ela é completamente vencedora, e de maneira incontestável, apesar de ter sido condenada pela Justiça. Portanto, ainda é muito cedo para se saber se estas revelações podem impactar a campanha do rassemblement National. Bardella contesta as afirmações segundo as quais teve estas conversas anti-semitas quando ele tinha 17 ou 18 anos, já era membro do partido. É cedo de mais, pelo menos para saber que impacto verdadeiro isso vai ter nas sondagens. E a sete meses das eleições muita coisa pode acontecer. Não se esqueça que a própria Marine Le Pen ainda está à espera de uma decisão da última instância sobre a sua condenação definitiva ou não. Ou seja, se ela for definitivamente confirmada como condenada por desvio de fundos públicos do Parlamento Europeu da ordem de 4 milhões de euros... Isso quer dizer que teremos potencialmente uma candidata a usar pulseira electrónica. Dá impressão que, efectivamente, a situação geopolítica mundial, os problemas que tocam os franceses no quotidiano, como o preço da gasolina, são as preocupações principais e que o resto pouco importa. Mas aqui são revelações graves. A lei francesa é muito clara quanto a isso. Há liberdade de expressão, mas nos limites da lei. Recordamos que racismo e antisemitismo não são opiniões, são crime. A seu ver, o que é mais preocupante nestas revelações? O que é grave é a tentativa de normalizar a imagem do partido, desde a sua mudança de nome. Como referiu, o partido foi fundado por antigos colaboracionistas do regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial. O fundador do partido, Jean-Marie Le Pen sempre foi acusado de ter exercido tortura durante a Guerra da Independência da Argélia. A sua filha, Marine Le Pen, fez tudo para justamente fazer esquecer todas as frases ditas pelo pai e que eram claramente antisemitas. Mudou o nome do partido e inclusive excluiu o pai do partido. Portanto, teoricamente, era uma página que estava virada na história do novo partido de extrema direita. Para eles, na direcção do partido, deve estar a ser muito difícil ver que afinal, foram anos e anos de preparação para dar uma credibilidade ao partido. E agora, temos o jovem líder do partido, Jordan Bardella, que nasceu depois disto tudo, que representa uma nova geração, e finalmente, estas revelações vêm mostrar que mesmo ele compartilha os mesmos conteúdos antisemitas e racistas. Como explicar que um ministro israelita - o ministro israelita responsável pela luta contra o antisemitismo - tenha manifestado o seu apoio a Jordan Bardella, depois destas acusações? Não nos esqueçamos que o governo actual no poder em Israel é uma coligação de partidos de direita com membros da extrema direita de Israel que têm atitudes nas zonas ocupadas na Cisjordânia e em Gaza, que são muito contestadas pela comunidade internacional, inclusive pela ONU. Portanto, acaba por ser um partido de extrema direita em Israel, que vem defender a extrema direita na França. O Presidente francês Emmanuel Macron, pediu ao Rassemblement National que "clarifique" a sua posição e alegou que as acusações são "muito graves". Qual deve ser o papel de um chefe de Estado cessante nesta situação? O Chefe de Estado é garante das instituições e da constituição da lei suprema, e é o chefe das Forças Armadas. O papel do chefe de Estado é de garantir que as leis sejam aplicadas. Portanto, o facto que ele lembre que esta situação deve ser clarificada parece-me saudável. Independentemente das escolhas políticas que ele possa ter tido durante os dois mandatos, é normal que peça esclarecimentos sobre a situação. As acusações são suficientemente graves. Se forem verdadeiras, elas caem mesmo no âmbito do Código Penal. Portanto, tem que haver uma clarificação. Que impacto real isto vai ter? Passam 80 anos desde a Segunda Guerra Mundial e [o holocausto] e, com tudo que a França sofreu, parece-me impossível que não tenha impacto no eleitorado. Realmente, a memória política é curta.
A Guiné-Bissau assinalou recentemente os 53 anos da proclamação unilateral da independência, em 24 de Setembro de 1973. Um momento que marcou a afirmação do país como Estado soberano perante a comunidade internacional. Mais de cinco décadas depois, o activista do movimento político Firkidja de Púbis, Yussef, considera que o país vive actualmente sob "uma ditadura militar" e defende "a mobilização dos guineenses para lutar contra o actual regime". Passados 53 anos da proclamação unilateral da independência, como caracteriza o actual momento político da Guiné-Bissau? Em 2026, a Guiné-Bissau vive uma ditadura militar. Nós temos as Forças Armadas da Guiné-Bissau, diria eu, mais as milícias que foram criadas pelo senhor Sissoco Embaló, que assumiram o controlo do Estado. Toda a estrutura do senhor Umaro Sissoco Embaló , seja militar, seja política, está neste momento no controlo do Estado da Guiné-Bissau. O objectivo é manter o povo da Guiné-Bissau num colete-de-forças, tendo como finalidade «pacificar» o país. Mas pacificar não no sentido de criar condições para o progresso, mas pacificar um pouco à laia do que os portugueses fizeram durante as primeiras décadas do século XX: pacificar para explorar, pacificar para oprimir. Umaro Sissoco Embaló anunciou que vai regressar ao país e que se vai candidatar às eleições presidenciais, que terão lugar no dia 6 de Dezembro. O antigo Presidente da Guiné-Bissau, que foi afastado do poder há quase um ano, na sequência de um golpe de Estado militar, assim o descreveu na altura. Ele tem condições para regressar ao país? Quem é que assegura esse regresso e quem são os aliados? É preciso ser rigoroso nos termos. Na Guiné-Bissau, em Novembro de 2025, não houve um golpe de Estado. Na verdade, houve um golpe de Estado contra a soberania popular. O que aconteceu foi um conluio entre o senhor Sissoco Embaló que se viu derrotado nas eleições presidenciais, e a entourage militar que sempre o apoiou. As milícias do Estado, encabeçadas pelo senhor Horta N'Tam e pelo senhor Tomás Djassi tomaram a si, perante a necessidade de dar um passo atrás, a teatralidade de mostrar à comunidade internacional que teria havido um golpe de Estado, para que os militares assumissem o poder e, durante este período de transição, modificassem a Constituição para que fosse ao encontro dos desejos do senhor Umaro Sissoco Embaló e das forças económicas nacionais e internacionais que o apoiam. Criou-se todo um teatro na Guiné-Bissau. E o senhor Embaló volta no sentido em que as condições objectivas foram garantidas para o seu regresso. Estamos a falar da modificação da Constituição e do novo simulacro de eleições que irá acontecer em Dezembro. Sissoco Embaló pode contar com o apoio do primeiro-ministro, Ilídio Vieira. e do general Horta N'Tam, Presidente de Transição da Guiné-Bissau? O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira, criou também um partido político, o Partido Popular Guineense. A criação deste partido pode mostrar uma ambição de também se apresentar às presidenciais? Eventualmente, sim. Não consigo dizer com toda a propriedade, porque não tenho as informações. Eu não faço parte da entourage do senhor Ilídio Vieira Té, até porque não conheço as suas intenções. Mas, repare: entre estes indivíduos, o que os motiva, na verdade, nem é propriamente um projecto de sociedade, uma ideologia ou, melhor dizendo, aquilo que os une é a ambição pessoal e a apropriação das riquezas da Guiné-Bissau. Então, é possível que, tendo em conta esta falta de unidade política e ideológica, esta falta de unidade ética ou moral, possa haver divergências no seu seio. Hoje pode-se acreditar que é o senhor Sissoco Embaló que está na dianteira; amanhã, por ambições, pode ser o senhor Ilídio Vieira Té; num outro dia, pode ser o senhor Tomás Djassi, no outro dia, também pode ser o senhor Horta N'Tam que acredita que, tendo em conta um conjunto de variáveis, tem mais condições para continuar no poder do que o senhor Sissoco Embaló na Guiné-Bissau. No país, há um grupo que quer o progresso, que quer realmente ir ao encontro do Programa Maior, que foi redigido durante a luta de libertação: desenvolvimento, saúde, educação, infra-estruturas, desenvolvimento do nosso potencial enquanto povo. E depois existe um outro grupo, do qual fazem parte, não obstante eventuais contradições que possam existir entre eles, o senhor Sissoco Embaló, o senhor Tomás Djassi, o senhor Horta N'Tam e até o senhor Nuno Nabian Quem é que lidera o grupo que quer o desenvolvimento do país? Aconteceram eleições em Novembro de 2025. A comunidade internacional sabe quem ganhou as eleições. Eles expressaram que o que aconteceu na Guiné-Bissau foi um falso golpe de Estado na sequência daquelas eleições. O povo da Guiné-Bissau escolheu um candidato como seu representante, independentemente das divergências que possam existir com esse mesmo candidato a nível de projecto de sociedade. O povo da Guiné-Bissau deve ser soberano. Aquilo pelo qual se deve lutar é pelo respeito pela decisão popular do povo da Guiné-Bissau neste momento da sua história política. E é a partir daí que nós devemos começar a luta política. Enquanto não existir esse respeito pela soberania do voto, pela soberania da decisão popular, eu creio que nós estamos, ao fim e ao cabo, perante uma grande fábula. O líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, actualmente em Lisboa, considerou o anúncio do regresso de Sissoco Embaló “chocante” e motivo de “inquietação”, questionando se existem garantias de igualdade e de segurança para todos os participantes no processo eleitoral. O senhor considera que essas garantias são para todos? Evidentemente que não. Criou-se na Guiné-Bissau, de uma forma explícita, uma situação de excepção, em que existe esta ideia de que o Estado são estes senhores. Não existe lei na Guiné-Bissau neste momento. A Constituição que foi aprovada, na verdade, é um mero papel, porque não existe qualquer legitimidade. O referendo que aconteceu recentemente não pode ser chamado referendo. Aquilo é um simulacro, porque não existiam pré-requisitos. Ou seja, nós estamos numa situação de excepção. Não existe actividade política na Guiné-Bissau. Ou, pelo menos, a oposição não pode exercer qualquer actividade política. Como é que vamos falar seriamente de eleições, de referendo, de reconciliação, se não existem essas prerrogativas mínimas de um debate político na Guiné-Bissau? Mas a oposição será capaz de se unir para estas eleições? Domingos Simões Pereira pode contar com o apoio de quem? Onde é que se vai posicionar Fernando Dias? Não lhe consigo dizer de forma cabal. Eu creio que o fundamental é encarar a situação de frente. Isto é: existe, neste momento, um poder militar na Guiné-Bissau. Um poder bélico. Estão fortemente armados e colocaram um colete-de-forças no povo da Guiné-Bissau. Colocaram o povo da Guiné-Bissau numa grande prisão a céu aberto. E, perante esta situação concreta, objectiva, é preciso que a oposição se organize para lutar de forma consequente contra esta situação. Não me parece que a retórica possa resolver este conflito, tão-pouco. Penso que as eleições, tendo em conta o contexto que existe na Guiné-Bissau, não poderão resolver este conflito. Quais são as garantias de credibilidade e transparência do acto eleitoral, quando a Comissão Nacional de Eleições é constituída, na maioria, por membros do Conselho Nacional de Transição? O Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau é um órgão que está ao serviço do regime. A Comissão Nacional de Eleições, idem, aspas. Os militares têm armas e não só assassinam activistas na Guiné-Bissau, como, por exemplo, o nosso irmão e camarada Vigário Balanta, como aprisionam líderes da oposição, como, por exemplo, aconteceu com o senhor Domingos Simões Pereira. Apropriam-se das sedes dos partidos políticos da oposição, não permitem que os sindicatos exerçam a sua tarefa e não permitem qualquer liberdade de expressão no país. Perante estas condições, podemos falar de eleições livres, democráticas e transparentes? Obviamente que não. Aquilo de que, na minha óptica, a oposição tem de se consciencializar é que, perante esta força, somente uma força social maior pode colocar em causa o estado de coisas.Isso implica, forçosamente, não obstante as dificuldades, a organização popular, a mobilização popular e, ao mesmo tempo, convocar solidariedades internacionais para lutar, de facto, contra este regime.
No episódio de hoje, receberemos novamente o Prof. Rafael Nogueira para um diálogo enriquecedor sobre Independência, fé e os heróis que ninguém lembra.Neste 7 de Setembro, vamos olhar para a verdadeira certidão de nascimento do Brasil, compreendendo os pilares da nossa história, o impacto do período monárquico e o papel dos fundadores esquecidos da nossa nação. Uma reflexão profunda trazida pelo Prof. Rafael Nogueira para resgatar a memória, a cultura e a identidade da nossa pátria.
No SciCast dessa semana convidamos a Profa. Monique Sochaczewski para conversar sobre a história de um país construído sobre a negação do próprio passado (e do que acontece quando esse passado volta). Do colapso do Império Otomano e da tutela europeia do século XIX às reformas radicais de Mustafa Kemal Atatürk, que trocou o alfabeto, a lei, a capital e até a chamada à oração; dos golpes militares e da Guerra Fria à ascensão de Recep Tayyip Erdoğan e ao chamado neo-otomanismo, com suas pontes, suas séries e novelas de TV, sua diplomacia e a reconversão da Ayasofya. Entenda por que a Turquia é ao mesmo tempo membro da OTAN e candidata eterna à União Europeia, por que Brasília e Ancara mediaram juntas a crise nuclear iraniana, e por que o Império Otomano nunca deixou de ser um assunto de política externa. Kemalismo, laicidade, Diyanet, questão curda, Primavera Árabe, golpe de 2016, Ayasofya, neo-otomanismo e pan-turquismo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy Citação ABNT: Scicast #696: De Ataturk a Erdogan: a Turquia contemporânea. Locução: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy. [S.l.] Portal Deviante, 19/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-696 Imagem de capa: Referências e Indicações LIVROS: YAVUZ, M. Hakan. Nostalgia for the Empire: The Politics of Neo-Ottomanism. Oxford University Press, 2020. — Base conceitual do episódio: nostalgia, memória e as modalidades do otomanismo. YAVUZ, M. Hakan. Erdoğan: The Making of an Autocrat. Edinburgh University Press, 2021. — Anos formativos, ruptura com Gülen, golpe de 2016, questão curda e política externa neo-otomana. ÇAĞAPTAY, Soner. The New Sultan: Erdogan and the Crisis of Modern Turkey. I.B. Tauris, 2017. — Melhor fonte para a biografia de Erdoğan, o Partido Democrata, os golpes e a Síntese Turco-Islâmica. ÇAĞAPTAY, Soner. The Rise of Turkey: The Twenty-First Century’s First Muslim Power. Potomac Books, 2014. — Ascensão econômica e o debate sobre o "modelo turco". McMEEKIN, Sean. The Berlin-Baghdad Express: The Ottoman Empire and Germany’s Bid for World Power. Belknap/Harvard University Press, 2010. — A penetração europeia com nome e endereço; Haydarpaşa e a ferrovia; a jihad de 1914; Galípoli. FROMKIN, David. A Peace to End All Peace: The Fall of the Ottoman Empire and the Creation of the Modern Middle East. Holt, 2001. — Fim do Império e o desenho do Oriente Médio moderno. SHAW, Stanford J.; SHAW, Ezel Kural. History of the Ottoman Empire and Modern Turkey, vol. 1: Empire of the Gazis, 1280-1808. Cambridge University Press, 1976. — Estrutura imperial, sistema de millets, primeiras reformas. PAMUK, Orhan. Istambul: memória e cidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. — O conceito de hüzün (cap. 10) e a experiência sensível da capital imperial decaída. SHAFAK, Elif. A Bastarda de Istambul. Editorial Presença, 2022. Sugestões complementares: ZÜRCHER, Erik J. Turkey: A Modern History. — A melhor síntese única do período 1908-2000; cobre Tanzimat tardio, Jovens Turcos, Guerra de Independência e Lausanne. ROGAN, Eugene. The Fall of the Ottomans: The Great War in the Middle East. FINKEL, Caroline. Osman’s Dream: The Story of the Ottoman Empire. — História geral do Império, sem a moldura da decadência inevitável. AKÇAM, Taner. A Shameful Act: The Armenian Genocide and the Question of Turkish Responsibility. — Referência sobre o genocídio armênio. LOUREIRO, Heitor. Genocídio Armênio - História e Disputas Políticas no Presente. Coleção História FM - Organizador da Coleção: Icles Rodrigues, 2025. Relatórios, teses e artigos acadêmicos: DAVUTOĞLU, Ahmet. Stratejik Derinlik (Profundidade Estratégica), 2001. — O texto-fonte da política externa da era AKP. TAŞPINAR, Ömer. Turkey’s Middle East Policies: Between Neo-Ottomanism and Kemalism (Carnegie, 2008). — A formulação clássica do contraste entre kemalismo e neo-otomanismo. Comissão de Veneza / Conselho da Europa — pareceres sobre a reforma constitucional turca de 2017. OSCE/ODIHR — relatório da missão de observação do referendo constitucional de abril de 2017. Relatórios da ONU e do Conselho da Europa sobre o estado de emergência turco (2016-2018). UNESCO — declaração sobre a reconversão da Ayasofya, 2020. SOCHACZEWSKI, Monique. "Otomania" na Turquia Contemporânea, 2013. https://www.academia.edu/4356357/_Otomania_na_Turquia_Contempor%C3%A2nea HERDY, Luis Felipe Brito. Entre pontes e minaretes: devir-otomano e neo-otomanismo na Turquia contemporânea. Dissertação de mestrado, IRI/PUC-Rio, 2026. — Fonte estrutural desta pauta: os dois fluxos nostálgicos, a ponte Yavuz Sultan Selim, a Ayasofya e a crítica à leitura em fases. SANDRIN, Paula Orrico. Tese de doutorado sobre culturas de segurança turcas e europeias. — Culturas de segurança "republicana" e "neo-otomanista"; limites da europeização; Declaração de Teerã. Sites, notícias e artigos online: AL JAZEERA. Erdogan hailed after Davos walkout, 31 jan. 2009. Link: https://www.aljazeera.com/news/2009/1/31/erdogan-hailed-after-davos-walkout THE GUARDIAN. Abbas welcomed at Turkish presidential palace by Erdoğan – and 16 warriors, 12 jan. 2015. Link: https://www.theguardian.com/world/2015/jan/12/abbas-erdogan-16-warriors-turkish-presidential-palace THE TELEGRAPH. Turkey opens world’s widest suspension bridge linking Asia to Europe, 27 ago. 2016. Link: https://www.telegraph.co.uk/news/2016/08/27/turkey-opens-worlds-widest-suspension-bridge-linking-asia-to-eur/ THE NEW YORK TIMES. Turkey reopens Hagia Sophia for prayers after reconversion to mosque, 24 jul. 2020. Link: https://www.nytimes.com/2020/07/24/world/europe/turkey-hagia-sophia-mosque-prayers.html DUVAR ENGLISH. Turkey’s top religious authority head delivers Friday sermon at Hagia Sophia with a sword in hand, 24 jul. 2020. Link: https://www.duvarenglish.com/politics/2020/07/24/turkeys-top-religious-authority-head-delivers-friday-sermon-at-hagia-sophia-with-a-sword-in-hand BALKAN INSIGHT. Turkish court acquits civil society nine over Gezi Park protests, 18 fev. 2020. Link: https://balkaninsight.com/2020/02/18/turkish-court-acquits-civil-society-nine-over-gezi-park-protests/ CARTACAPITAL. Declaração de Teerã, dez anos depois, 25 maio 2020. Link: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/declaracao-de-teera-dez-anos-depois/ BIANET e HÜRRIYET DAILY NEWS — cobertura das reações alevitas e ambientais à nomeação da ponte Yavuz Sultan Selim (2013). Sugestões de filmes e séries: Muhteşem Yüzyıl (O Século Magnífico, 2011-2014) — o fenômeno que reintroduziu o Império no imaginário popular e foi criticado pelo próprio Erdoğan. Diriliş: Ertuğrul (Ressurreição: Ertuğrul, 2014-2019) — o contraponto épico e moralizante, endossado pelo governo. Kuruluş: Osman (O Otomano, 2019-2025) — continuação direta de Ertuğrul. Payitaht: Abdülhamid (O Último Imperador, 2017-2021) — o cerco ocidental como alegoria do presente. Rise of Empires: Ottoman (Netflix, 2020; 2ª temporada, Mehmed vs Vlad, 2022) — o passado otomano no streaming global. Fetih 1453 (2012) — a Conquista de Constantinopla em chave épica. Era uma vez na Anatólia (2011) e Sono de Inverno (2014), de Nuri Bilge Ceylan — a Turquia contemporânea vista de dentro, longe da épica estatal. Mustang (2015) — tradição, religião e juventude feminina na Turquia rural. Galípoli (1981) e O Mestre da Água (2014) — a mesma batalha vista pelo lado australiano; útil para mostrar como Galípoli virou mito fundador em dois países ao mesmo tempo. 8 em Istambul O Museu da Inocência Sugestões de vídeos e links: Registros em vídeo do discurso de inauguração da ponte Yavuz Sultan Selim (agosto de 2016) e da primeira oração de sexta-feira na Ayasofya (julho de 2020) — vale ouvir o tom, não só ler as frases. Imagens de arquivo de Atatürk ensinando o alfabeto latino com quadro-negro (1928) — disponíveis nos acervos turcos digitalizados. Vídeo da transmissão por FaceTime de Erdoğan na CNN Türk durante a noite de 15 de julho de 2016. Acervo fotográfico de Ara Güler sobre Istambul — a cidade humilde, enlameada e melancólica entre mesquitas grandiosas. É o hüzün em imagem. Sugestões de games: Assassin’s Creed Revelations (2011) — ambientado em Constantinopla/Istambul no início do século XVI, com janízaros, o Grande Bazar e a cidade otomana reconstruída em detalhe. O melhor "passeio" jogável pela capital imperial. Europa Universalis IV — jogar como os otomanos é praticamente um subgênero; o jogo modela expansão, administração da diferença religiosa e o problema do declínio. Age of Empires II — a civilização turca e a great bombard, o canhão gigante associado ao cerco de 1453. Civilization (série) — Solimão e Osman como líderes jogáveis; útil para mostrar como o Império entrou na cultura pop ocidental sempre pelo lado militar. EPISÓDIOS SCICAST: Trilogia Irã: #683, #687, #689 Vlad Drácula e Mehmed II: #668 Conquista de Constantinopla: #673 Estado e Nação #190 Pistache #640 Casa da Sabedoria #657See omnystudio.com/listener for privacy information.
No SciCast dessa semana convidamos a Profa. Monique Sochaczewski para conversar sobre a história de um país construído sobre a negação do próprio passado (e do que acontece quando esse passado volta). Do colapso do Império Otomano e da tutela europeia do século XIX às reformas radicais de Mustafa Kemal Atatürk, que trocou o alfabeto, a lei, a capital e até a chamada à oração; dos golpes militares e da Guerra Fria à ascensão de Recep Tayyip Erdoğan e ao chamado neo-otomanismo, com suas pontes, suas séries e novelas de TV, sua diplomacia e a reconversão da Ayasofya. Entenda por que a Turquia é ao mesmo tempo membro da OTAN e candidata eterna à União Europeia, por que Brasília e Ancara mediaram juntas a crise nuclear iraniana, e por que o Império Otomano nunca deixou de ser um assunto de política externa. Kemalismo, laicidade, Diyanet, questão curda, Primavera Árabe, golpe de 2016, Ayasofya, neo-otomanismo e pan-turquismo. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy Citação ABNT: Scicast #696: De Ataturk a Erdogan: a Turquia contemporânea. Locução: Tarik Fernandes, Monique Sochaczewski, Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy. [S.l.] Portal Deviante, 19/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-696 Imagem de capa: Referências e Indicações LIVROS: YAVUZ, M. Hakan. Nostalgia for the Empire: The Politics of Neo-Ottomanism. Oxford University Press, 2020. — Base conceitual do episódio: nostalgia, memória e as modalidades do otomanismo. YAVUZ, M. Hakan. Erdoğan: The Making of an Autocrat. Edinburgh University Press, 2021. — Anos formativos, ruptura com Gülen, golpe de 2016, questão curda e política externa neo-otomana. ÇAĞAPTAY, Soner. The New Sultan: Erdogan and the Crisis of Modern Turkey. I.B. Tauris, 2017. — Melhor fonte para a biografia de Erdoğan, o Partido Democrata, os golpes e a Síntese Turco-Islâmica. ÇAĞAPTAY, Soner. The Rise of Turkey: The Twenty-First Century's First Muslim Power. Potomac Books, 2014. — Ascensão econômica e o debate sobre o “modelo turco”. McMEEKIN, Sean. The Berlin-Baghdad Express: The Ottoman Empire and Germany's Bid for World Power. Belknap/Harvard University Press, 2010. — A penetração europeia com nome e endereço; Haydarpaşa e a ferrovia; a jihad de 1914; Galípoli. FROMKIN, David. A Peace to End All Peace: The Fall of the Ottoman Empire and the Creation of the Modern Middle East. Holt, 2001. — Fim do Império e o desenho do Oriente Médio moderno. SHAW, Stanford J.; SHAW, Ezel Kural. History of the Ottoman Empire and Modern Turkey, vol. 1: Empire of the Gazis, 1280-1808. Cambridge University Press, 1976. — Estrutura imperial, sistema de millets, primeiras reformas. PAMUK, Orhan. Istambul: memória e cidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. — O conceito de hüzün (cap. 10) e a experiência sensível da capital imperial decaída. SHAFAK, Elif. A Bastarda de Istambul. Editorial Presença, 2022. Sugestões complementares: ZÜRCHER, Erik J. Turkey: A Modern History. — A melhor síntese única do período 1908-2000; cobre Tanzimat tardio, Jovens Turcos, Guerra de Independência e Lausanne. ROGAN, Eugene. The Fall of the Ottomans: The Great War in the Middle East. FINKEL, Caroline. Osman's Dream: The Story of the Ottoman Empire. — História geral do Império, sem a moldura da decadência inevitável. AKÇAM, Taner. A Shameful Act: The Armenian Genocide and the Question of Turkish Responsibility. — Referência sobre o genocídio armênio. LOUREIRO, Heitor. Genocídio Armênio – História e Disputas Políticas no Presente. Coleção História FM – Organizador da Coleção: Icles Rodrigues, 2025. Relatórios, teses e artigos acadêmicos: DAVUTOĞLU, Ahmet. Stratejik Derinlik (Profundidade Estratégica), 2001. — O texto-fonte da política externa da era AKP. TAŞPINAR, Ömer. Turkey's Middle East Policies: Between Neo-Ottomanism and Kemalism (Carnegie, 2008). — A formulação clássica do contraste entre kemalismo e neo-otomanismo. Comissão de Veneza / Conselho da Europa — pareceres sobre a reforma constitucional turca de 2017. OSCE/ODIHR — relatório da missão de observação do referendo constitucional de abril de 2017. Relatórios da ONU e do Conselho da Europa sobre o estado de emergência turco (2016-2018). UNESCO — declaração sobre a reconversão da Ayasofya, 2020. SOCHACZEWSKI, Monique. “Otomania” na Turquia Contemporânea, 2013. https://www.academia.edu/4356357/_Otomania_na_Turquia_Contempor%C3%A2nea HERDY, Luis Felipe Brito. Entre pontes e minaretes: devir-otomano e neo-otomanismo na Turquia contemporânea. Dissertação de mestrado, IRI/PUC-Rio, 2026. — Fonte estrutural desta pauta: os dois fluxos nostálgicos, a ponte Yavuz Sultan Selim, a Ayasofya e a crítica à leitura em fases. SANDRIN, Paula Orrico. Tese de doutorado sobre culturas de segurança turcas e europeias. — Culturas de segurança “republicana” e “neo-otomanista”; limites da europeização; Declaração de Teerã. Sites, notícias e artigos online: AL JAZEERA. Erdogan hailed after Davos walkout, 31 jan. 2009. Link: https://www.aljazeera.com/news/2009/1/31/erdogan-hailed-after-davos-walkout THE GUARDIAN. Abbas welcomed at Turkish presidential palace by Erdoğan – and 16 warriors, 12 jan. 2015. Link: https://www.theguardian.com/world/2015/jan/12/abbas-erdogan-16-warriors-turkish-presidential-palace THE TELEGRAPH. Turkey opens world's widest suspension bridge linking Asia to Europe, 27 ago. 2016. Link: https://www.telegraph.co.uk/news/2016/08/27/turkey-opens-worlds-widest-suspension-bridge-linking-asia-to-eur/ THE NEW YORK TIMES. Turkey reopens Hagia Sophia for prayers after reconversion to mosque, 24 jul. 2020. Link: https://www.nytimes.com/2020/07/24/world/europe/turkey-hagia-sophia-mosque-prayers.html DUVAR ENGLISH. Turkey's top religious authority head delivers Friday sermon at Hagia Sophia with a sword in hand, 24 jul. 2020. Link: https://www.duvarenglish.com/politics/2020/07/24/turkeys-top-religious-authority-head-delivers-friday-sermon-at-hagia-sophia-with-a-sword-in-hand BALKAN INSIGHT. Turkish court acquits civil society nine over Gezi Park protests, 18 fev. 2020. Link: https://balkaninsight.com/2020/02/18/turkish-court-acquits-civil-society-nine-over-gezi-park-protests/ CARTACAPITAL. Declaração de Teerã, dez anos depois, 25 maio 2020. Link: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/declaracao-de-teera-dez-anos-depois/ BIANET e HÜRRIYET DAILY NEWS — cobertura das reações alevitas e ambientais à nomeação da ponte Yavuz Sultan Selim (2013). Sugestões de filmes e séries: Muhteşem Yüzyıl (O Século Magnífico, 2011-2014) — o fenômeno que reintroduziu o Império no imaginário popular e foi criticado pelo próprio Erdoğan. Diriliş: Ertuğrul (Ressurreição: Ertuğrul, 2014-2019) — o contraponto épico e moralizante, endossado pelo governo. Kuruluş: Osman (O Otomano, 2019-2025) — continuação direta de Ertuğrul. Payitaht: Abdülhamid (O Último Imperador, 2017-2021) — o cerco ocidental como alegoria do presente. Rise of Empires: Ottoman (Netflix, 2020; 2ª temporada, Mehmed vs Vlad, 2022) — o passado otomano no streaming global. Fetih 1453 (2012) — a Conquista de Constantinopla em chave épica. Era uma vez na Anatólia (2011) e Sono de Inverno (2014), de Nuri Bilge Ceylan — a Turquia contemporânea vista de dentro, longe da épica estatal. Mustang (2015) — tradição, religião e juventude feminina na Turquia rural. Galípoli (1981) e O Mestre da Água (2014) — a mesma batalha vista pelo lado australiano; útil para mostrar como Galípoli virou mito fundador em dois países ao mesmo tempo. 8 em Istambul O Museu da Inocência Sugestões de vídeos e links: Registros em vídeo do discurso de inauguração da ponte Yavuz Sultan Selim (agosto de 2016) e da primeira oração de sexta-feira na Ayasofya (julho de 2020) — vale ouvir o tom, não só ler as frases. Imagens de arquivo de Atatürk ensinando o alfabeto latino com quadro-negro (1928) — disponíveis nos acervos turcos digitalizados. Vídeo da transmissão por FaceTime de Erdoğan na CNN Türk durante a noite de 15 de julho de 2016. Acervo fotográfico de Ara Güler sobre Istambul — a cidade humilde, enlameada e melancólica entre mesquitas grandiosas. É o hüzün em imagem. Sugestões de games: Assassin's Creed Revelations (2011) — ambientado em Constantinopla/Istambul no início do século XVI, com janízaros, o Grande Bazar e a cidade otomana reconstruída em detalhe. O melhor “passeio” jogável pela capital imperial. Europa Universalis IV — jogar como os otomanos é praticamente um subgênero; o jogo modela expansão, administração da diferença religiosa e o problema do declínio. Age of Empires II — a civilização turca e a great bombard, o canhão gigante associado ao cerco de 1453. Civilization (série) — Solimão e Osman como líderes jogáveis; útil para mostrar como o Império entrou na cultura pop ocidental sempre pelo lado militar. EPISÓDIOS SCICAST: Trilogia Irã: #683, #687, #689 Vlad Drácula e Mehmed II: #668 Conquista de Constantinopla: #673 Estado e Nação #190 Pistache #640 Casa da Sabedoria #657
¿CUÁNTAS DIETAS MÁS VAS A EMPEZAR?Si cada lunes vuelves a decir:❌ “Ahora sí voy a empezar.”❌ “Esta vez sí voy a bajar.”❌ “Ya no voy a comer esto.”❌ “El lunes me pongo las pilas…”Y después vuelves al mismo ciclo…ESTO ES PARA TI.
Líders independentistes d'Escòcia, Gal·les i Irlanda del Nord s'han reunit aquest dilluns a la ciutat de Cardiff en una trobada històrica, tenint en compte que per primera vegada, tots tres governs estan dirigits per partits que volen trencar amb el Regne Unit. Elisabet Vives és investigadora doctoral en ciència política a la Universitat d'Edimburg.
O que acontece com o julgamento sobre Moraes após Dino pedir vista. Superquarta: Brasil deve cortar juros, e EUA, subir; entenda o que isso muda para seu bolso. Caixa e funcionários voltam a negociar nesta quarta; greve segue sem prazo para acabar. Lotofácil da Independência: 72 apostas acertam os números e levam R$ 4,4 milhões cada. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 102 milhões; confira os números sorteados. Fluminense vai à semifinal da Libertadores; Vasco passa e São Paulo é eliminado na Sul-Americana.
'Inconstitucional e ilegal', diz Moraes sobre investigação de Mendonça; ministro nega favorecimento a Vorcaro. STF chega dividido a julgamento sobre Moraes; seis ministros têm posições mais consolidadas. Veja como será a sessão do STF sobre relatório da PF com mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes. Lotofácil da Independência 2026 terá prêmio de R$ 300 milhões e não acumula. Mega-Sena pode pagar R$ 95 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo. Emmy 2026: 'O segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' são os grandes vencedores; veja lista completa.
A ofensiva diplomática de Washington na América do Sul e os laços com o bolsonarismo acendem o alerta para o risco de ingerência americana na eleição brasileira. Thomás Zicman de Barros, analista político Um enorme Donald Trump inflável subiu no meio da Avenida Paulista. Foi com esse símbolo, e agitando bandeiras americanas, que os apoiadores de Flávio Bolsonaro acharam apropriado comemorar o 7 de Setembro, dia da Independência. Há um paradoxo evidente em celebrar patriotismo e soberania nacional prestando homenagem ao líder de uma potência estrangeira. E a cena ganha outro significado diante do que acontece hoje ao redor do Brasil. Apenas um dia depois daquela manifestação, em 8 de setembro, Marco Rubio desembarcou na Colômbia. O secretário de Estado americano seguiu depois para Equador e Peru, numa viagem destinada a consolidar a aproximação de Washington com três governos de direita e extrema-direita da região. Os Estados Unidos vêm recompondo sua influência na América do Sul. Além dos três países visitados, Chile e Argentina estão muito próximos de Washington. Sobrou o Brasil de Lula para destoar desse novo mapa político. O próprio Rubio já disse isso. Em junho, ao celebrar diante do Senado americano a quantidade de governos latino-americanos hoje alinhados aos Estados Unidos, enumerou as poucas exceções. Citou Cuba e Nicarágua, há anos sob sanções americanas. Mencionou a Venezuela, agora sob tutela de Washington. E, nas palavras dele, “é claro, o Brasil”. Fez então uma observação reveladora: o Brasil está “no meio de um ciclo eleitoral”. Rubio acompanha esse ciclo de perto. Em maio, recebeu Flávio Bolsonaro em Washington. O candidato também se reuniu com J.D. Vance e Donald Trump. Risco de ingerência O risco evidente é de ingerência estrangeira nas eleições brasileiras. E há precedentes. No ano passado, Trump impôs tarifas de 50% ao Brasil, enquanto seu governo cassava vistos e aplicava sanções contra Alexandre de Moraes. A própria Casa Branca relacionou essas medidas ao processo contra Jair Bolsonaro. A política interna brasileira entra, abertamente, na política externa americana. A pergunta agora é até onde essa ingerência pode chegar. As redes internacionais da extrema direita ajudam a tornar essas iniciativas menos nítidas. Elas combinam governos, políticos, think tanks, organizações privadas e empresários numa teia por vezes opaca. Nos bastidores, movimentam dinheiro, formam quadros e conectam atores de diferentes países. Uma delas é a Rockbridge Network, rede conservadora americana que teve J.D. Vance entre seus fundadores. Nos últimos dias, surgiram suspeitas de que recursos ligados a essa rede possam ter beneficiado indiretamente a campanha de Flávio Bolsonaro. O financiamento não foi comprovado, mas há contatos documentados entre a organização americana e personagens do universo político brasileiro. E essa não é a única iniciativa do tipo. Talvez por isso valha a pena voltar à imagem da Avenida Paulista. Para alguns patriotas, a melhor forma de celebrar nossa soberania é louvando um inflável gigante de Donald Trump.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Países reivindicam independência do Reino Unido;- Deputado Cezinha é alvo em operação sobre tráfico de influência;- Gestão Tarcísio nega violação de provas apreendidas na operação Dark Horse.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Fábio Barreto, do curso de Jornalismo.Escute agora!
É possível conquistar a independência financeira aos 33 anos? E será que você precisa guardar 70% da sua renda para conseguir isso?Uma brasileira chamou atenção ao afirmar que conquistou sua independência financeira aos 33 anos depois de guardar entre 50% e 70% da renda durante alguns anos. Mas, neste vídeo, Reinaldo Domingos, PhD em Educação Financeira, propõe uma reflexão diferente: mais importante do que a idade ou a porcentagem guardada é entender qual comportamento financeiro tornou esse resultado possível.Independência financeira não acontece simplesmente porque alguém investe ou consegue guardar uma grande parte da renda. Ela é construída ao longo do tempo, por meio de escolhas, renúncias, planejamento, propósito e consciência sobre o dinheiro.Neste vídeo, Reinaldo mostra por que você não deve comparar seus números com os de outras pessoas, mas observar a evolução dos seus próprios hábitos financeiros.Você vai entender:Por que o primeiro passo não é perguntar quanto guardar, mas por que guardar.Por que a independência financeira começa antes dos investimentos.Como escolhas e renúncias fazem parte da construção de grandes sonhos.Por que você não precisa guardar 70% da renda para começar.Como respeitar sua própria realidade financeira.Por que independência financeira não significa necessariamente parar de trabalhar.Como transformar o dinheiro em meio para realizar sonhos e necessidades.E como a família pode participar dessa construção.Na Metodologia DSOP, da Educação do Comportamento Financeiro, aprendemos a Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar. E existe uma razão para Poupar ser o último pilar: guardar dinheiro sem propósito é difícil de sustentar.Quando você sabe o que quer realizar, dá direção ao dinheiro e transforma escolhas conscientes em hábitos, começa a construir uma trajetória financeira diferente.Tudo bem se você não conseguir guardar 70% da sua renda hoje.A pergunta mais importante é: você consegue melhorar o seu comportamento financeiro em relação ao ano passado?A sua independência financeira não precisa acontecer aos 33, 45 ou 60 anos. Mas ela pode começar hoje, quando você decide mudar a forma como se relaciona com o dinheiro.Independência financeira não é um privilégio para poucos. É uma construção possível para quem dá propósito ao dinheiro, respeita sua realidade e transforma comportamento em hábito.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pelo procurador-geral adjunto Jurídico Celso Jerônimo de Souza, participou, na segunda-feira, 7 de setembro, do desfile cívico-militar promovido pelo Governo do Estado em comemoração aos 204 anos da Independência do Brasil.
Convidados: Reynaldo Turollo Jr, repórter de política do g1 em Brasília, e Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, e autor do artigo "A Supremocracia Desafiada" e do livro "Catimba Constitucional". Nesta terça-feira (8), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, afastou dos cargos Andrei Rodrigues, então diretor-geral da Polícia Federal, e o delegado Leandro Almada, que era diretor de Inteligência Policial da instituição – a medida foi anunciada na manhã seguinte às manifestações convocadas pelos candidatos de oposição durante o feriado do Dia da Independência. Mendonça levou a decisão para a Segunda Turma do Supremo, onde se formou maioria para referendar o afastamento temporário de Andrei e Almada: os ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam o relator, Gilmar Mendes pediu vista e Dias Toffoli não se pronunciou. Ainda na terça-feira, 11 diretores da PF colocaram seus cargos à disposição, em apoio a Andrei Rodrigues, e a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao presidente do Supremo, Edson Fachin, que conteste a decisão monocrática de Mendonça e suspenda os afastamentos. Neste episódio, Natuza Nery tem dois convidados. Primeiro, ela entrevista o jornalista Reynaldo Turollo Jr, que detalha a nova decisão de Mendonça e explica o acirramento das tensões entre STF, PF e governo. Depois, a conversa é com o jurista Rubens Glezer: ele analisa juridicamente a sequência de ações tomadas por Mendonça e por Alexandre de Moraes e avalia as repercussões institucionais da crise que assola a Suprema Corte.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (08): O desfile cívico-militar de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, reuniu cerca de 30 mil pessoas e contou com a presença dos chefes dos Três Poderes. Com foco na defesa da soberania, o evento abordou pautas estratégicas como transição energética, minerais críticos e o combate à violência contra a mulher. A solenidade foi marcada pelo desfile presidencial em carro aberto e pela tradicional apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Reportagem: Marco Viana. Treze ministros aposentados e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) enviaram uma carta ao atual presidente da Corte, Edson Fachin, pedindo a realização urgente de uma sessão pública para que o plenário determine uma “imediata e rigorosa apuração”, sob o devido processo legal, dos “gravíssimos fatos” cuja divulgação, segundo o documento, vem comprometendo o prestígio e a autoridade do tribunal, a confiança da população e até a estabilidade das instituições democráticas. Entre os signatários estão Celso de Mello, Rosa Weber e Joaquim Barbosa. Os ex-ministros classificaram o momento como a “mais aguda crise” da história do STF e manifestaram confiança na condução de Fachin. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (07), no Dia da Independência do Brasil, mostra Lula (PT) com 36% das intenções de voto para o primeiro turno da eleição presidencial, marcado para 4 de outubro, e Flávio Bolsonaro (PL) com 29%. Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante), com 8%; Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), com 3% cada; Romeu Zema (Novo), com 2%; e Samara Martins (UP), com 1%. Outros 8% disseram votar em branco, nulo ou nenhum candidato, enquanto 10% estão indecisos. Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira (8) mostra Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais. O senador aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Durante a sabatina da Jovem Pan, Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, falou sobre a suspensão de parte de sua campanha pelo STF, criticou a atuação dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e defendeu que o Senado avance com processos de impeachment. Na economia, afirmou defender um Estado enxuto e o corte de gastos estatais, combinando princípios fiscalistas de origem liberal com a compreensão de que o Estado terá um papel. Na segurança pública, classificou a situação brasileira como uma “espécie de guerra civil morna” e defendeu coordenação contra as facções. Renan também falou sobre o eleitorado feminino e afirmou que suas propostas são voltadas para todos os brasileiros; comentou a hegemonia da esquerda e defendeu que a direita estude e produza mais conteúdo; falou sobre armas nucleares e afirmou que o Brasil não pode ficar em uma posição de fragilidade; e explicou os critérios que adotaria para uma eventual indicação ao STF, defendendo “uma pessoa absolutamente legalista”. O ministro André Mendonça, do STF, determinou nesta terça-feira (08) o afastamento cautelar do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa. A decisão, tomada após pedidos do partido Novo, ainda será analisada pela Segunda Turma do STF em sessão virtual. Mendonça citou a “superlativa gravidade e ilicitude” na produção de relatórios de inteligência divulgados por Alexandre de Moraes. A decisão ocorre em meio à crise entre as instituições e após relatórios da PF apontarem possíveis irregularidades na atuação de Mendonça nas operações Sem Desconto e Compliance Zero. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O 7 de Setembro foi marcado por desfiles cívico-militares em todo o país e, em Brasília, reuniu Lula e os presidentes dos Três Poderes. Em ano eleitoral, a data ganha ainda mais relevância política e pode ser usada na disputa de narrativas, especialmente por seu forte simbolismo ligado ao patriotismo e à soberania nacional.
Já se sabia que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes viraria alvo nesse 7 de Setembro. A novidade, porém, foi a forma como ele foi exibido ao público no feriado de Independência por todos os candidatos de oposição. Participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Thais Herédia, analista de Economia, Creomar de Souza, CEO da consultoria Dharma Politics, Daniel Rittner, diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais do Instituo Mauá.
TUTAMÉIA apresenta e comenta pronunciamento do presidente Lula à nação pelo Dia da Independência. Íntegra do Pronunciamento à Nação: 7 de setembroMinhas amigas e meus amigos,amanhã, 7 de setembro, é dia de comemorar a Independência do Brasil.Para além do grito de Dom Pedro I às margens do Rio Ipiranga, a Independência do Brasil foi uma dura conquista de homens e mulheres que deram suas vidas nas batalhas contra a tirania, a escravidão e a injustiça social.De Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira, a Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica, heroínas do 2 de julho na Bahia. Defender a Independência do Brasil é defender nossa soberania e nossa democracia.Mais do que nunca, é preciso lutar pelo que é nosso.Temos a segunda maior reserva de terras raras do mundo, e a maior fonte de água doce.No último mês, descobrimos uma nova e rica reserva de petróleo.Nossas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro.Foi aprovado no Congresso Nacional o marco legal que permitirá ao Brasil transformar as enormes reservas de minerais críticos e terras raras em desenvolvimento e riqueza para o povo brasileiro.Recursos naturais que, da mesma forma que o nosso petróleo, devem ser usados para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e geração de empregos de qualidade no Brasil.Por isso, não podemos baixar a cabeça diante de potências estrangeiras que querem transformar o Brasil novamente em colônia.Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém.Minhas amigas e meus amigos,um país soberano é aquele capaz de defender seu território, suas fronteiras, seu meio ambiente, suas riquezas e seu povo de quaisquer interesses estrangeiros.Um país soberano é aquele capaz de criar as oportunidades que o seu povo precisa para conquistar a própria independência.A independência financeira, a independência de poder estudar e pensar livremente, escolher a melhor profissão e o melhor emprego.Ter mais tempo para si mesmo e para sua família.A independência de contar, como previsto na Constituição Federal, com saúde pública de qualidade e a melhor educação gratuita para seus filhos.E de viver em um país livre da fome, da pobreza e de todas as formas de desigualdade, com direitos para todos, em vez de privilégios para poucos.Minhas amigas e meus amigos,o Brasil trabalha pela paz mundial e a harmonia entre as nações.Defendemos o livre comércio. Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender.Somos um país soberano, e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém.Temos motivos de sobra para nos orgulharmos do nosso país.Temos na Amazônia uma das maiores biodiversidades do planeta.Somos exemplo na defesa do meio ambiente.Nossa riqueza cultural encanta o mundo.Somos referência mundial em transição energética e no enfrentamento da emergência climática que ameaça o futuro da humanidade.E temos cada um e cada uma de vocês, que formam o extraordinário povo brasileiro, um dos mais admirados em todo o planeta.Um feliz Dia da Independência, e que Deus continue abençoando o nosso Brasil. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Voltámos ao tema Gastronomia! E no Dia da Independência do Brasil, falámos de um dos doces mais apreciados por aqueles lados (quindim significa "meiguice" na língua quimbundo de Angola).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (07): A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) pode fortalecer a campanha de Flávio Bolsonaro e aumentar a mobilização nas manifestações de 7 de Setembro, segundo o cientista político Márcio Coimbra, em entrevista à Jovem Pan. Para Coimbra, o desgaste de Alexandre de Moraes tende a beneficiar o campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e pode influenciar os atos previstos para a data. Reportagem: Misael Mainetti. Na véspera do 7 de Setembro, candidatos à Presidência recorreram às redes sociais e a agendas públicas para mobilizar eleitores e reforçar mensagens de campanha. Lula divulgou um vídeo sobre a relação do Brasil com os Estados Unidos, enquanto Flávio Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo, lembrando os oito anos da facada sofrida por Jair Bolsonaro em 2018 e criticando o presidente Lula e Alexandre de Moraes. Reportagem: Matheus Dias. A crise institucional no STF, deflagrada na primeira semana de setembro, tornou-se tema central da corrida eleitoral. O conflito aumentou após André Mendonça retirar o sigilo de relatórios da Polícia Federal sobre a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no extinto Banco Master. Os documentos revelaram mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, intensificando a tensão interna e os embates entre os ministros. Reportagem: Bruno Pinheiro. Em pronunciamento em rede nacional, na véspera do Dia da Independência, Lula afirmou que o Brasil é soberano e não aceitará interferências externas em suas decisões políticas, econômicas e comerciais. O presidente destacou a autonomia do país nas relações internacionais e na gestão de suas riquezas naturais e declarou: “Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”. O Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro em São Paulo celebra os 204 anos da Independência do Brasil nesta segunda-feira (7), no Sambódromo do Anhembi. O evento reúne representantes das Forças Armadas, órgãos de segurança, instituições civis e escolas. Reportagem: Marcelo Mattos. Durante sabatina da Jovem Pan, Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, defendeu um Estado mínimo e a possibilidade de privatizar estatais ineficientes. Na segurança, propôs classificar facções criminosas como terroristas e reduzir a maioridade penal para 16 anos. Cury também falou sobre o 8 de Janeiro, a disputa eleitoral, pesquisas e afirmou ser contra a reeleição. A entrevista faz parte da série de sabatinas com candidatos à Presidência nas Eleições 2026. A Alternativa para a Alemanha (AfD) venceu a eleição estadual na Saxônia-Anhalt, no leste do país, com cerca de 44% dos votos, segundo resultados parciais. O resultado é histórico para a legenda de extrema direita e representa a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que um partido desse espectro chega tão perto de assumir o governo de um estado alemão. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (07): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na manhã desta segunda-feira (07) do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Lula está acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e de ministros do governo. Na ocasião, o presidente defendeu a soberania e afirmou que “o Brasil não será colônia de ninguém”. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, também compareceram. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça liberou o relatório final elaborado pela Polícia Federal (PF) contendo desdobramentos e citações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes no âmbito das apurações do caso Banco Master. O documento foi encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, a quem caberá decidir se o feito será submetido a julgamento no Plenário Físico da Corte. Uma manifestação que pede a saída de ministros do Supremo Tribunal Federal acontece na manhã desta segunda-feira (07) na Praça da Liberdade, no centro de Belo Horizonte (MG). Apesar de apartidária, o ato é composto por parlamentares de direita. O pastor Silas Malafaia afirmou que vai “fazer o mais duro discurso” contra o ministro do STF Alexandre de Moraes durante o ato de Flávio Bolsonaro (PL) que acontece na Avenida Paulista na tarde deste 7 de setembro. O desfile cívico de 7 de setembro na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, reúne dezenas de pessoas para assistir a apresentação militar que comemora os 204 anos da independência brasileira. O evento é parte do calendário da cidade e não possuí viés político. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou polêmica neste domingo (06), ao sugerir mudar o nome do estado do Novo México para “Nova América”. As redes sociais do presidente e da Casa Branca fizeram postagens chamando o estado com o “novo nome”. O Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro em São Paulo comemora os 204 anos da Independência do Brasil nesta segunda-feira (7), no Sambódromo do Anhembi, localizado na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana. O tradicional evento reúne representantes das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, instituições civis e escolas para celebrar a data. O livro “A Santidade no Brasil” ressalta a fé católica e emociona ao contar a história de 30 brasileiros que foram canonizados pela igreja. A obra é assinada pelo escritor Matheus Bazzo. O feriado de independência em Florianópolis (SC) tem como evento oficial o desfile cívico na Beira–Mar Continental, com desfiles militares e civis. Enquanto isso, na Beira-Mar Norte, manifestantes se reúnem para protestar contra ministros do STF. Esquerda realiza a 32° edição do ato “Grito dos Excluídos”, que reúne militantes e parlamentares em passeata entre a Praça da Sé e o Largo de São Francisco, sede da Faculdade de Direito da USP. O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) não esteve presente. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
De que maneira a modernização dos protocolos para doenças inflamatórias intestinais, a resposta a emergências climáticas e o resgate histórico da saúde pública orientam as condutas na medicina? Neste episódio do Afya News, analisamos o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da doença de Crohn no SUS, que incorpora vedolizumabe e ustequinumabe após falha a anti-TNF, inclui a calprotectina fecal para seguimento não invasivo e estabelece critérios para a manutenção do tratamento biológico na gestação. Discutimos também a mobilização nacional do SUS para mitigar os impactos em saúde decorrentes dos eventos climáticos extremos associados ao El Niño. Por fim, apresentamos no Radar uma reflexão histórica no feriado da Independência sobre como as grandes epidemias do século XIX moldaram a estrutura sanitária e os desafios da vacinação no Brasil. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/07-09-2026Conteúdo 100% validado por equipe médica.Médico Responsável: Dr. Guilherme Rodrigues — CRM-RJ 1049461.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus. LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
No clima do feriado deste dia 7 de setembro, Independência do Brasil, o CBN Vitória aborda a importância e as jornadas de trabalho que envolvem os serviços considerados essenciais. Profissionais ligados às áreas de saúde, segurança e transporte coletivo, por exemplo, são alguns que aparecem na discussão. Em entrevista à CBN Vitória, o assistente jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional Espírito Santo (ABRH-ES), Caio Kuster, explica quais atividades estão previstas em lei como essenciais, em quais regimes trabalhistas, entre outras questões. Confira!
Meditação de 07 de setembro de 2026Fonte: Manancial, publicação das Mulheres Batistas (MB)Título: Independência do individualismoTexto: Thiago Bernardo; Leitura e Edição: Samuel LimaBG: Santo, Santo, Santo (02 HCC) - Holy, holy, holy, com arranjo de Josh Snodgrass.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, retirou do âmbito do inquérito das fake news o pedido do ministro Alexandre de Moraes para abrir um processo contra o também ministro da Corte, André Mendonça. Empresário que fez repasses para o filme 'Dark Horse' disse em delação que 'gerava' dinheiro vivo para Vorcaro e entregava em malas. Motoristas sem CNH, banidos ou com ficha criminal usavam dados roubados no DF para dirigir por apps; articuladores são presos. Depois de não entregar vestidos, ateliê de noivas em São Paulo também é alvo de ação de despejo por atraso de aluguel de R$ 60 mil mensais. Feriado prolongado da Independência deve ter sol e calor em boa parte do Norte e do Nordeste, mas também chuva e queda de temperatura no Centro-Sul do país.
Lauro Müller terá dois desfiles cívicos em comemoração à Independência do Brasil. A programação, organizada pela Secretaria Municipal de Educação, será realizada neste sábado, no distrito de Guatá, e na segunda-feira, dia 7 de setembro, na região central do município. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, a secretária de Educação, Heloisa Gonçalves Ribeiro Fontanella, destacou que os desfiles têm como objetivo fortalecer o sentimento de pertencimento, valorizar a história e incentivar a participação da comunidade nas celebrações cívicas.
Para celebrar o 7 de Setembro, a Didosseia apresenta 7 motivos para ler literatura brasileira e descobrir um país muito mais diverso, complexo e fascinante por meio de seus livros. Nossa literatura amplia o olhar sobre a língua, a história, as identidades e as diferentes experiências que formam o Brasil, além de nos ajudar a desenvolver uma leitura mais crítica sobre nós mesmos e sobre o mundo. Ler literatura brasileira também é uma forma de conhecer o Brasil.Assista até o final, deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe este vídeo com quem também acredita que conhecer nossa literatura é uma forma de conhecer melhor o Brasil.Comunidade DidosseiaJunte-se à comunidade Didosseia no Hotmart e tenha acesso a um conteúdo exclusivo, que vai além das páginas do livro.Convidamos você a participar desse diálogo acerca da arte e da literatura, com resenhas ainda mais detalhadas de todo o conteúdo, mas atenção: alerta de spoiler e muito mais polêmicas!Link para a comunidade Didosseia:Comunidade Didosseia no HotmartInstagram: @didosseia.helissaYouTube: Canal DidosseiaHotmart: Didosseia no HotmartRoteiro e apresentação: @didosseia.helissaGravação e edição: @tapumelabHashtags#Didosseia#literaturabrasileira #7desetembro #independenciadobrasil #LeiaLiteraturaBrasileira #literatura #livros #leitura #culturabrasileira #autoresbrasileiros #escritoresbrasileiros #machadodeassis #claricelispector #guimaraesrosa #CarolinaMariaDeJesus #ConceicaoEvaristo #históriadobrasil #críticaliteraria #dicasdeleitura #HelissaSoares
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A Caxirola nasceu cercada de tudo o que costuma dar aparência de sucesso a uma ideia: Copa do Mundo, celebridade, governo, FIFA, sustentabilidade e uma projeção de 50 milhões de unidades vendidas. Faltou descobrir se alguém realmente queria comprar aquilo. A partir desse fracasso, o episódio mergulha na Lei de Say para separar produção de criação de valor, mostra por que “a oferta cria sua própria demanda” é uma simplificação enganosa e acompanha a discussão até Hayek e Keynes. No fim, a Caxirola ajuda a revelar quem dá a palavra final numa economia: o consumidor.Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways• Produzir alguma coisa não significa necessariamente criar riqueza: valor depende de alguém considerar útil aquilo que foi produzido.• A Lei de Say não afirma que qualquer produto encontrará compradores, mas que a capacidade de consumir nasce, em última instância, da produção.• Say e Keynes observam lados diferentes do problema: um mostra a origem do poder de compra; o outro explica como uma economia pode travar quando renda, confiança e investimento recuam. CapítulosA Caxirola e o sucesso que parecia inevitávelO que Jean-Baptiste Say realmente queria dizerProduzir não é apenas fabricarO consumidor entra na reuniãoQuando o mercado diz nãoMalthus, Marx e a dúvida sobre a demandaKeynes e a economia que pode travarÀs vezes você fabrica uma CaxirolaLinks relevantes• Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Caxirola nasceu cercada de tudo o que costuma dar aparência de sucesso a uma ideia: Copa do Mundo, celebridade, governo, FIFA, sustentabilidade e uma projeção de 50 milhões de unidades vendidas. Faltou descobrir se alguém realmente queria comprar aquilo. A partir desse fracasso, o episódio mergulha na Lei de Say para separar produção de criação de valor, mostra por que “a oferta cria sua própria demanda” é uma simplificação enganosa e acompanha a discussão até Hayek e Keynes. No fim, a Caxirola ajuda a revelar quem dá a palavra final numa economia: o consumidor.Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways• Produzir alguma coisa não significa necessariamente criar riqueza: valor depende de alguém considerar útil aquilo que foi produzido.• A Lei de Say não afirma que qualquer produto encontrará compradores, mas que a capacidade de consumir nasce, em última instância, da produção.• Say e Keynes observam lados diferentes do problema: um mostra a origem do poder de compra; o outro explica como uma economia pode travar quando renda, confiança e investimento recuam. CapítulosA Caxirola e o sucesso que parecia inevitávelO que Jean-Baptiste Say realmente queria dizerProduzir não é apenas fabricarO consumidor entra na reuniãoQuando o mercado diz nãoMalthus, Marx e a dúvida sobre a demandaKeynes e a economia que pode travarÀs vezes você fabrica uma CaxirolaLinks relevantes• Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Major-General Arnaut Moreira sublinha que a Ucrânia luta pela sua independência sob constante ameaça. Também considera que o apoio financeiro europeu é vital para fazer face à forte pressão militar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma ouvinte de longa data reencontra o Café Brasil, emociona-se, assina o Premium, elogia a experiência e, pouco depois, cancela a assinatura. A história provoca um incômodo que vai muito além de uma assinatura: como alguém pode atribuir enorme valor afetivo a um trabalho sem transformar esse valor em sustentação? A partir desse caso, investigamos como a internet separou gostar de pagar, como o gratuito alterou nossa percepção de valor e por que tantos projetos conquistam audiência e carinho sem conseguir construir sustentabilidade. No caminho, a pergunta muda de direção: talvez o problema não esteja em quem deixa de pagar, mas em quem ainda não conseguiu construir a ponte entre valor, pertencimento e permanência. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways A internet tornou possível consumir durante anos o trabalho de um criador sem estabelecer qualquer relação econômica com ele, separando valor percebido de preço pago. Projetos independentes precisam ir além de pedir apoio: o desafio é construir uma relação na qual o público compreenda por que vale a pena participar economicamente daquilo que deseja que continue existindo. Uma comunidade de assinantes não financia apenas conteúdo; ao distribuir a dependência entre muitas pessoas, ajuda a preservar a independência de quem produz. Capítulos Vocês estão no meu coração Se gosta tanto, por que cancela? Quando o gratuito vira parte da paisagem Gostar e pagar são decisões diferentes Audiência não é comunidade O que estamos ajudando a manter no mundo? Independência também custa dinheiro A ponte entre o coração e o cartão de crédito Links relevantes Mundo Café Brasil: mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Ucrânia celebrou ontem 35 anos de independência e nós ligamos para Kiev, para falar com a correspondente do Expresso e da SIC, Iryna Shev, que nasceu lá, cresceu cá e voltou para lá. Como é a vida na capital? Que vida tem quem tem de lutar pela independência, como única forma de assegurar a liberdade?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dilluns 24 d'agost la Vuelta ciclista a Espanya travessarà Catalunya Nord en una etapa que anirà de Salses fins a Font Romeu, recorrent de punta a punta el territori. Juli González, coordinador de Catalunya Nord per la Independència, la territorial de l'Assemblea Nacional Catalana (ANC), explica el sentit de la mobilització convocada per a aquella jornada, de concentrar-se amb estelades al pas de la cursa i a fer visible la catalanitat del territori..
L'expresidenta del Parlament de Catalunya, Laura Borràs, ha visitat Prada aquest dilluns en un acte organitzat per la Universitat Catalana d'Estiu. L'exconsellera de cultura, ara inhabilitada, ha defensat que Catalunya ha d'aprofitar el coneixement que ha aconseguit en aquesta darrera dècada per millorar l'estratègia independentista.
Os Estados Unidos nasceram sob a luz de duas estrelas brilhantes: a Constituição e o primeiro presidente eleito, George Washington. Este é o quarto e último programa dedicado à independência americana See omnystudio.com/listener for privacy information.
A busca para provar que elas existiram. No primeiro ato: a existência (ou não) de uma heroína. Por Vinicius Luiz. No segundo ato: a história de uma mãe, contada pelo filho. Por Thiago André. Faça parte do Clube da Novelo! Os membros têm acesso a conteúdos bônus, uma newsletter especial, aos episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipados e sem anúncios, cupons de desconto em marcas parceiras e a eventos exclusivos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em clube.radionovelo.com.br Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@RádioNovelo Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo -- Quer aprofundar seu olhar sobre a arte? Em agosto, a Escola MASP oferece cursos online ao vivo sobre renascimento, arte moderna, contemporânea e latino-americana. Com aulas gravadas para assistir quando quiser, você aprende a conectar diferentes tempos e lugares — e, ao fechar o pacote completo, um dos cursos sai de graça. Assinantes do Clube da Novelo ainda garantem 10% de desconto extra. Inscreva-se aqui. -- Se você é fã de Raw ou Titane, sabe que Julia Ducournau não brinca em serviço. A diretora vencedora da Palma de Ouro acaba de lançar ALPHA, uma experiência visceral que mistura body horror com uma alegoria social poderosíssima, agora disponível na MUBI. O filme mergulha em uma metrópole assolada por um vírus misterioso, focando na relação tensa entre uma mãe e sua filha de 13 anos. Acesse mubi.com/radionovelo para assistir a ALPHA e muito mais, com 30 dias grátis. --- A Emma está com as Black Weeks durante todo o mês de julho, trazendo de volta os preços da última Black Friday. Com o nosso cupom RADIONOVELO, você garante mais 15% de desconto acumulativo para renovar seu sono com tecnologia alemã e ainda aproveita 100 noites de teste para sentir a diferença na prática. Clique neste link e aproveite. Palavras-chave: Maria Felipa, Independência da Bahia, 2 de julho, Itaparica, Felipe Peixoto Brito, Luiza Mahin, Luiz Gama, Sabinada, Revolta dos Malês, História Preta
A Revolução Americana prolongou-se por oito anos, entre 1775 e 1783. E a vitória das tropas de George Washington esteve por um fio. Este é o terceiro de quatro programas sobre a independência dos EUASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2025, o Uzbequistão conquistou a primeira vaga da história de um país da Ásia Central em uma Copa do Mundo, um feito que o governo de Shavkat Mirziyoyev rapidamente incorporou à narrativa do “novo Uzbequistão”. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE), um dos maiores especialistas brasileiros no país, para usar essa classificação como ponto de partida de uma leitura de longo prazo sobre o Uzbequistão contemporâneo. Guilherme percorre dois mil anos de história da região, da Rota da Seda ao império de Tamerlão, até a delimitação nacional soviética de 1924, que deu origem ao Uzbequistão como Estado. A conversa revisita a política externa de Islam Karimov, guiada por um único princípio, a defesa da soberania recém-conquistada, mesmo ao custo de aproximações e afastamentos sucessivos entre Moscou, Washington e Pequim. Já sob Mirziyoyev, o país transformou sua condição de duplamente sem litoral, característica que divide apenas com o Liechtenstein, em estratégia diplomática deliberada, equilibrando simultaneamente Rússia, China, Estados Unidos, Turquia, União Europeia e os países do Golfo. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE). Capa do episódio: Reuters Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 Abertura e a vaga inédita do Uzbequistão na Copa do Mundo 04:00 Apresentação do convidado e o significado da classificação 11:00 Onde fica o Uzbequistão e por que a região foi sempre disputada 18:00 Da Rota da Seda a Tamerlão, dois mil anos antes da URSS 24:00 A criação soviética do Estado uzbeque em 1924 36:00 Independência e o pragmatismo de Islam Karimov 47:00 Andijan e os limites da política externa isolacionista 58:00 Mirziyoyev e a diplomacia multivetorial entre grandes potências The post Uzbequistão entra em campo appeared first on Chutando a Escada.
A revolução americana nasce porque os colonos dizem-se discriminados e “ingleses sem direitos políticos”. Mas terá sido mesmo assim? Este é o segundo de quatro programas sobre a independência dos EUA See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há 250 anos, a 4 de Julho de 1776, os EUA tornaram-se independentes. Os colonos britânicos tinham-se instalado lá no séc. XVII. Este é o primeiro de quatro programas sobre a independência americanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No discurso que encerrou as comemorações dos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, Donald Trump exaltou o poder militar, atacou opositores que chamou de comunistas e tratou o comunismo como um "câncer" a ser extirpado.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #Declaração #Independência #Discurso #EUA #História #Política #Ideologia #Constituição #Direitos #Liberdade #Democracia #Análise #Debate #Crítica #Podcast #YouTube #Tendências #Notícias #Internacional
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (05): O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL), pré-candidato ao Senado em Santa Catarina, visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (4/7), e fez um relato nas redes sociais. Ele reclamou da prisão domiciliar, chamou o local de “cárcere” e disse que o pai “está ciente de tudo que se passa aqui fora”. O comentarista Jesualdo Almeida analisa. Reportagem: Janaína Camelo. No Jornal da Manhã, o cientista político Paulo Niccoli Ramirez analisa as causas e os desdobramentos da instabilidade na relação entre Brasil e Estados Unidos neste domingo (5). O cenário atual de tensão comercial é marcado por ameaças de novas tarifas aduaneiras que colocam em risco o mercado exportador nacional. O governo de coalizão da Alemanha anunciou nesta quinta-feira (2) um pacote de reformas para tentar reaquecer a economia e aumentar a competitividade do país. As medidas incluem redução de impostos para trabalhadores de baixa renda, mudanças no sistema de aposentadoria e a diminuição da burocracia para empresas. Reportagem: Luca Bassani. A camisa amarela da Seleção Brasileira voltou a unir torcedores de todos os espectros políticos durante a Copa do Mundo. Pesquisas mostram que o sentimento de orgulho pelo uniforme canarinho retornou com força. Esse resgate devolve o símbolo às suas raízes esportivas e culturais, superando a polarização dos últimos anos. Com o jogo decisivo contra a Noruega se aproximando, os torcedores demonstram forte otimismo, mas já preveem dificuldades contra o adversário europeu. Reportagem: Matheus Dias. Faltando apenas 10 dias para o fim do prazo (15 de julho), o governo Trump ameaça impor tarifas de até 37,5% sobre produtos brasileiros, alegando práticas "desleais" e mirando até o funcionamento do PIX. Auxiliares do presidente Lula admitem reservadamente que não acreditam mais em uma reversão completa do tarifaço americano, enquanto equipes técnicas correm contra o tempo em uma última tentativa de negociação. Reportagem de Eliseu Caetano. No Jornal da Manhã, o advogado especializado em Direito Agrário, Ruy Ramos de Toledo Piza, analisa os impactos e a distribuição do novo montante bilionário. São R$ 525 bilhões de recursos destinados diretamente para impulsionar a agricultura empresarial no país. O montante representa um acréscimo de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior. Durante as comemorações históricas dos 250 anos de Independência dos Estados Unidos, celebradas no 4 de julho. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exaltou neste domingo (5) os EUA e o povo norte-americano, afirmando que são "luz, esperança e liberdade" no mundo, e disse que "não queremos comunistas no nosso país". Reportagem: Eliseu Caetano. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3) indica que a parcela de brasileiros que associa a pobreza à "preguiça de pessoas que não querem trabalhar" quase dobrou nos últimos quatro anos, saltando de 22% em 2022 para 40% em 2026. Os comentaristas Jesualdo Almeida e José Maria Trindade analisam. Reportagem: Matheus Dias. No Jornal da Manhã deste domingo (5), o pré-candidato do PSB em Minas Gerais, Jarbas Soares, avalia os bastidores das alianças regionais, as estratégias partidárias e as projeções para o pleito que será realizado no dia 4 de outubro.Faltando poucos meses para a votação, o pré-candidato do PSB ao governo de Minas, participa do programa para projetar o tabuleiro eleitoral no estado. Após o terremoto que atingiu a Venezuela, em meio ao rastro de destruição, equipes de resgate correm contra o tempo e conseguem salvar diversos animais de estimação com vida. Cães, gatos e outros bichos que haviam ficado soterrados sob as estruturas colapsadas recebem os primeiros atendimentos médicos. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
bom-dia-247_-lula-celebra-a-independência-na-bahia-(2.7.26) by TV 247