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Este episódio do BacoCast era a apresentação de um novo projeto vínico, ao qual os próprios autores iriam me revelar os detalhes no decorrer das conversas.Mas, no meio de toda a gravação, algo inesperado aconteceu.Descobri que o “Projeto DC | Dois Copos - Dayane Casal ” estava a ser construído em silêncio desde 2022… e que era para mim.Mais do que um vinho, este projeto une produtores da Bairrada e de outras regiões portuguesas numa visão comum: o vinho como cultura, partilha, amizade e legado.Dois Copos porque ninguém aprende sozinho.Porque o vinho nunca é solidão, ele é mesa, é memória, é encontro.Neste episódio surpreendente e muito especial, partilho com você o momento exato em que me é revelado tudo.Se acredita que o vinho é mais do que bebida, este episódio é para você .
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 10:17-20 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 4–6; MATEUS 14:22-36 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Conhecíamos Kha havia mais de um ano. Ele pertencia ao nosso grupo da igreja, e nós nos reuníamos para discutir o que tínhamos aprendido sobre Deus semanalmente. Certa noite, ele comentou que havia competido nas Olimpíadas. A menção foi tão casual que quase me passou despercebida. Quase. Vejam só! Descobri que conhecia um atleta olímpico que competira na disputa pela medalha de bronze! Eu não entendia o motivo de ele não ter mencionado isso antes. Embora sua conquista atlética fosse especial em sua história, coisas mais importantes eram fundamentais à sua identidade: família, comunidade e fé. Lemos em Lucas 10:1-23 o que deve ser central para nossa identidade. Quando as 72 pessoas enviadas por Jesus falaram aos outros sobre o reino de Deus e retornaram de suas jornadas, relataram a Ele que “até os demônios [os obedeciam] pela sua autoridade!” (v.17). Embora Jesus reconhecesse que os tinha equipado com tremendo poder e proteção, o Senhor lhes disse que eles focavam no ponto errado. Jesus insistiu que o motivo da alegria deles deveria ser pelo fato de seus nomes estarem “registrados no céu” (v.20). Quaisquer que sejam as conquistas ou habilidades que Deus tenha nos entregado, nossa maior razão de alegria é que, ao confiarmos em Jesus, nossos nomes são escritos no Livro da vida e desfrutamos de Sua presença diária. Por: KIRSTEN HOLMBERG
A atriz Maria Fernanda Cândido apresenta em Paris Ballade au-dessus de l'abîme (Balada acima do abismo, tradução livre), de 21 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, no Théâtre du Soleil, em Paris. Com direção de Maurice Durozier e o piano sublime de Sônia Rubinsky como personagem e presença, o espetáculo coloca em perspectiva e faz dialogar Brasil e França, literatura e música, revelando a intensidade e as contradições de Clarice Lispector. O Théâtre du Soleil é um dos espaços mais emblemáticos do teatro contemporâneo francês. Fundado por Ariane Mnouchkine em 1964, o local é reconhecido internacionalmente pelo trabalho coletivo, estética rigorosa e forte dimensão política e humanista, sendo referência da cena europeia, embora ainda pouco conhecido do público brasileiro em geral. O espetáculo propõe um diálogo intenso entre literatura e música, atravessando a obra de Clarice Lispector desde a infância até a sua morte, e a espiritualidade da autora. Maria Fernanda observa que, ao invés de pensar num abismo entre palavra e música, "é mais justo imaginar uma ponte, uma ligação, porque, nesse diálogo, as conexões vão se criando de maneira muito orgânica, muito intensa e muito real”. As músicas, escolhidas com precisão, "não são um simples fundo sonoro, mas interlocutor do texto, ajudando o público a compreender o universo afetivo e literário da autora", explica a atriz. Nesse sentido, a presença de compositores como Sergei Rachmaninov (1873-1943), Heitor Villa-Lobos (1887-1959) e Alberto Nepomuceno (1864-1920) não é "aleatória". Maria Fernanda explica que “não é à toa que escolhemos Rachmaninov, porque existe uma nostalgia eslava muito presente na obra da Clarice, na própria história de vida dela”, enquanto a música brasileira traduz a brasilidade profunda da autora. Clarisse e a paixão pela língua portuguesa Villa-Lobos e Nepomuceno trazem esse universo em contraponto com algo distante geograficamente, como Rachmaninov, criando um diálogo entre o Nordeste – "especialmente Recife, onde Clarice cresceu" – e outras paisagens afetivas. Esse Recife aparece como fonte de memórias e experiências que atravessam os contos abordados no espetáculo, como Águas do Mundo, Restos de Carnaval e A Repartição dos Pães. Ao falar do desafio de condensar a obra de Clarice Lispector em cerca de 70 minutos, Maria Fernanda afirma que foi inevitável incluir a paixão visceral da escritora pela língua portuguesa. “Clarice expressa isso de maneira tão clara e tão exposta que emociona profundamente”, diz a atriz, citando o trecho em que a autora afirma ter feito da língua portuguesa sua vida interior e seu pensamento mais íntimo. Para ela, é comovente imaginar a fricção constante entre a ponta do lápis e a folha em branco: a vocação para a escrita é um dos eixos centrais da peça. “Não tinha como não incluir o momento em que a obra fala do ato de escrever”, diz, sobre um trecho que aprecia particularmente. Leia tambémMaria Fernanda Cândido leva frescor para coleção francesa de audiobooks de Clarice Lispector Questionada sobre o que teria sido impossível levar à cena, a atriz relativiza: "a vastidão da obra naturalmente deixou de fora muitos aspectos, o que despertou o desejo de criar outros espetáculos no futuro". Maria Fernanda revela que já existe a ideia de uma nova criação no mesmo formato, mas dedicada a outros temas. O "arco dramático" de Ballade au-dessus de l'abîme, segundo ela, é bem definido: o espetáculo parte da concepção de Clarice – de como e por que ela nasceu – e segue até sua morte, atravessando infância, vida adulta, uma relação amorosa marcada por erotismo, o ato de escrever, a paixão pela língua portuguesa e o lado espiritual da autora. A peça se encerra justamente nesse momento final. Para Maria Fernanda, o espetáculo funciona como uma "porta de entrada para o universo de Clarice Lispector", capaz de dialogar tanto com leitores já familiarizados com a obra quanto aqueles que nunca tiveram contato com ela, oferecendo uma experiência singular do mundo literário da autora. “O piano como personagem que toca a alma” A pianista Sônia Rubinsky, reconhecida internacionalmente por suas interpretações de Villa-Lobos e de clássicos do cânone russo e mundial, dá ao piano um papel de verdadeiro personagem, criando pontes entre palavra e música. Para Sônia, “ é um diálogo absolutamente, que não dá para separar uma coisa da outra”. O piano "influencia o ritmo emocional da peça, estando sempre presente, intensificando a experiência sensorial e emotiva", afirma. "A música não apenas acompanha, mas elucida e amplia a compreensão do texto de Clarice", sublinha Rubinsky. O repertório, cuidadosamente escolhido, dialoga com a obra, reforçando a intensidade das emoções e permitindo que o público sinta o ritmo, a poesia e a tensão de cada cena. Entre Rachmaninov, Villa-Lobos e Nepomuceno, a música cria conexões entre geografias, afetos e lembranças, tornando-se mediadora da narrativa literária e emocional. “O piano chama a alma à tona, toca a alma do texto e do público. Muitas vezes, eu e Maria Fernanda estamos à beira da emoção máxima – eu, com as palavras, e ela, com a música – e entramos numa sintonia muito rica”, comenta a pianista. O olhar francês sobre Clarice A versão francesa, dirigida por Maurice Durozier, traz um olhar distinto sobre Clarice. O diretor enfatiza que sua função foi a direção cênica, não a tradução literal, transformando a escrita da autora em imagens e emoções para o público francês. “Não tentei fazer o retrato da Clarice Lispector, mas me concentrei nas imagens e nas emoções que provocava o texto. Descobri uma mulher com dor constante e uma vontade de entender o que aconteceu no seu mundo interior”, explica. Durozier destaca a complexidade do texto, permeado de contradições e uma honestidade singular: “Muitas vezes ela começa tentando explicar algo e, no final, percebe que a verdade não existe realmente: há várias possibilidades da realidade”. Para o diretor, trabalhar com Maria Fernanda e Sônia Rubinsky foi uma revelação: “No espetáculo, o texto e a música têm o mesmo valor, se respondem constantemente: o texto inspira a música e a música inspira o texto em uma balada.” Essa interação cria uma camada adicional de percepção, guiando toda a pesquisa durante os ensaios e aproximando o público da intensidade da obra clariceana, segundo Durozier, um habitué da trupe do Soleil de Ariane Mnouchkine, com quem já trabalhou diversas vezes. Maria Fernanda Cândido observa as diferenças entre as concepções brasileira e francesa da peça. "A montagem brasileira é iluminada, etérea e diáfana, com figurinos esvoaçantes, enquanto a leitura francesa é mais austera e áspera, refletindo a cultura local", diz. Para a atriz, poder transitar entre essas duas experiências é um privilégio raro. “Como atriz, posso viver as duas experiências ao mesmo tempo, e isso é muito especial.” Ballade au-dessus de l'abîme fica em cartaz no Théâtre du Soleil até o dia 1° de fevereiro de 2026.
Neste episódio, um homem conta como entrou em um relacionamento com alguémmuito mais velho e, com o tempo, descobriu que essa pessoa havia feito uma amarração espiritual para ele.Hoje, ele olha para trás com arrependimentopelas atitudes que teve, especialmente pelo sofrimento que causou a um terceiroe reconhece que, naquele período, não agiacom clareza emocional nem consciência de si.Mais do que relatar um acontecimentoespiritual, este vídeo é uma reflexão profunda sobre:· a vulnerabilidade de quem é mais novo emrelações com grande diferença de idade· o desequilíbrio de poder emocional· culpa, responsabilidade e amadurecimento· até onde vai o livre-arbítrio quando alguém estáfragilizadoEssa história não é sobre acusar. É sobrecompreender, nomear e aprender.#HistoriaReal #Relacionamentos #Amarracao #Espiritualidade #DependenciaEmocional#DiferencaDeIdade #ControleEmocional
[Ficção] Resenha do livro Little Fires Everywhere (tradução livre: “Fogueirinhas por toda parte”), de Celeste Ng. O texto escrito está nesse link.A história começa com uma casa sendo reduzida a pó por um incêndio criminoso. Todo mundo sabe quem foi a autora. Mas isso não significa que não tenha muito mistério, reflexão, reviravolta e tudo de bom que um bom livro precisa ter para levar a gente a viver outras vidas.Recomendo passar uns dias com Mia, Pearl, Elena, Lexie e Izzy.Descobri a versão em português e o nome ficou "Pequenos incêndios por toda parte" e tem na Amazon do Brasil. Você pode comprar o seu exemplar clicando nesse link.Lembrando que o podcast tem um site próprio onde você pode ouvir todos os episódios e fazer comentários: www.minhaestantecolorida.com
BRIAN OWENS Sentado à mesacom Brian Owens, pode-se ter a sensação de estar conversando com uma pessoa calma e autoconfiante, mesmo sendo uma poderosa voz da soul americana. Ele não projeta a vida agitada de um artista de sucesso internacional, mas sim a energia profunda que domina sua música. Criado em St. Louis, sua música reflete uma cidade impregnada de blues, soul e folk, resultando em um estilo inconfundivelmente seu, mas que remete a artistas comoMarvin Gaye, Otis Redding, Al Green e seu pai, Thomas Owens. "Quero ter minha própria voz, mas de uma forma que seja familiar às pessoas", diz Owens. “Então, eu gosto das comparações porque significa que as pessoas se sentem confortáveis com as minhas influências”. No início, como um dos vocalistas do Sidewinder, se tornou uma sensação no YouTube com 2,5 milhões de visualizações. “Estou muito animado com a exposição”, diz ele. “Exposição positiva é sempre boa, mesmoquando não estou no centro das atenções. Em seu primeiro single com distribuição nacional, “I Just Want to Feel Alright”, Owens evoca suas experiências universais de dor e desespero, e ao mesmo tempo, esperançoso para os nossos tempos. Brian atribui grande parte do seu estilo de interpretação à constância da natureza humana. "Descobri que não há nada de novo sobre o que escrever – apenas novas maneiras de escrever sobre os ciclos empolgantes, da vida. A música que toca as pessoas é sobre a natureza humana. Isso não muda. O que nos torna vulneráveis, o que nos assusta, o que nos faz felizes."O primeiro grande lançamento de Brian, “Moods & Messages”, é, segundo ele próprio, a trilha sonora de sua jornada como artista de soul. Teve o apoio da gravadora Destin Records, de St. Louis, e distribuição pela RED, de Nova York, da Sony Music. Owens afirma:“Moods & Messages fala sobre equilibrar os sentidos e transmiti-los. “Moods & Messages” foi lançado em setembro de 2012 no Japão. Encanta em Brian sua dedicação à esposa, Amanda, e aos quatro filhos, e seu compromisso como um cristão fervoroso, inclusive coordena programas comunitários da OrquestraSinfônica de St. Louis. Discografia: 2008- The Cole Session2009- & Martha Mae, Live at The Sheidon Concert Hall 2012- Moods & Messages2014- You're All I Need, Sings Marvin Gaye2014- Preach!2017- Soul of Ferguson2017- Soul of Cash2021- & The Royal Five2025- Duets whith Dead
BRIAN OWENS Sentado à mesacom Brian Owens, pode-se ter a sensação de estar conversando com uma pessoa calma e autoconfiante, mesmo sendo uma poderosa voz da soul americana. Ele não projeta a vida agitada de um artista de sucesso internacional, mas sim a energia profunda que domina sua música. Criado em St. Louis, sua música reflete uma cidade impregnada de blues, soul e folk, resultando em um estilo inconfundivelmente seu, mas que remete a artistas comoMarvin Gaye, Otis Redding, Al Green e seu pai, Thomas Owens. "Quero ter minha própria voz, mas de uma forma que seja familiar às pessoas", diz Owens. “Então, eu gosto das comparações porque significa que as pessoas se sentem confortáveis com as minhas influências”. No início, como um dos vocalistas do Sidewinder, se tornou uma sensação no YouTube com 2,5 milhões de visualizações. “Estou muito animado com a exposição”, diz ele. “Exposição positiva é sempre boa, mesmoquando não estou no centro das atenções. Em seu primeiro single com distribuição nacional, “I Just Want to Feel Alright”, Owens evoca suas experiências universais de dor e desespero, e ao mesmo tempo, esperançoso para os nossos tempos. Brian atribui grande parte do seu estilo de interpretação à constância da natureza humana. "Descobri que não há nada de novo sobre o que escrever – apenas novas maneiras de escrever sobre os ciclos empolgantes, da vida. A música que toca as pessoas é sobre a natureza humana. Isso não muda. O que nos torna vulneráveis, o que nos assusta, o que nos faz felizes."O primeiro grande lançamento de Brian, “Moods & Messages”, é, segundo ele próprio, a trilha sonora de sua jornada como artista de soul. Teve o apoio da gravadora Destin Records, de St. Louis, e distribuição pela RED, de Nova York, da Sony Music. Owens afirma:“Moods & Messages fala sobre equilibrar os sentidos e transmiti-los. “Moods & Messages” foi lançado em setembro de 2012 no Japão. Encanta em Brian sua dedicação à esposa, Amanda, e aos quatro filhos, e seu compromisso como um cristão fervoroso, inclusive coordena programas comunitários da OrquestraSinfônica de St. Louis. Discografia: 2008- The Cole Session2009- & Martha Mae, Live at The Sheidon Concert Hall 2012- Moods & Messages2014- You're All I Need, Sings Marvin Gaye2014- Preach!2017- Soul of Ferguson2017- Soul of Cash2021- & The Royal Five2025- Duets whith Dead
Uma mulher viveu mais de duas décadas sem saber o que havia acontecido com suas filhas. Quando finalmente descobriu a verdade, ficou em choque ao saber que sua própria mãe estava por trás de tudo. A partir daí, começou uma busca incansável para reencontrá-las. Histórias reais, contadas com emoção, mistério e verdade.Assista até o fim e se envolva nessa jornada de dor, esperança e reencontro.
Para a maioria das pessoas, falar de pombo parece tão interessante quanto fazer uma endoscopia. Confesso que eu pensava assim também, até começar a pesquisa pra esse episódio. Gente, o mundo dos pombos-correio é MUITO surpreendente. Pra começo de conversa, existe casa de leilão ESPECIALIZADA nesses bichinhos – e já teve gente que pagou 5,3 milhões de reais por um deles. Sim, você leu certo. Eu não falei que tem muito mais no pomboverso do que a gente pensa?Esse episódio surgiu de uma direct messages enviada pela ouvinte Daniella. Ela queria saber como o pombo consegue acertar o endereço pra entregar os recados das pessoas. Descobri essa e muitas outras infos ÓTIMAS pra você repassar na sua próxima mesa de bar. Tem pombo herói de guerra, tem pombo campeão olímpico... Olha, vamos todos virar columbófilos? =======================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Narração da vinheta: Mônica Marlihttps://www.instagram.com/monicamarli/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendavideocasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei para elaborar o roteiro deste episódio!- Como o pombo-correio sabe para onde ele deve levar a mensagem?Por Eliza Kobayashi, Nova Escola- Como o pombo-correio sabe para onde levar a encomenda?Por Danilo Cezar Cabral, Superinteressante- Pombo-correio é vendido por mais de um milhão de eurosPor Beatriz Evaristo, História Hoje, Agência Brasil- Conheça Cher Ami, o heroico pombo-correio da Primeira Guerra MundialPor Vivian de Souza Campos, Portal Terra
Aprofunde sua devoção a Deus em fiel.in/devocionalHedonismo para maridos e esposasComo, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. (Efésios 5.24-25)Há um padrão de amor no casamento ordenado por Deus.Os papéis de marido e mulher não são os mesmos. O marido deve extrair suas instruções específicas a partir de Cristo como a cabeça da igreja. A esposa deve extrair suas instruções específicas a partir da igreja como submissa a Cristo.Ao fazer isso, os resultados pecaminosos e prejudiciais da queda começam a ser combatidos. Em alguns homens, a queda perverteu a liderança amorosa masculina em domínio hostil, e em outros, em indiferença preguiçosa. Em algumas mulheres, a queda perverteu a submissão racional e voluntária feminina em manipulações servis, e em outras, em insubordinação aberta.A redenção que nós aguardamos na vinda de Cristo não é o desmantelamento da ordem da criação de liderança amorosa e submissão voluntária, mas uma restauração dessa ordem. Esposas, redimam a sua submissão caída moldando-a segundo o propósito de Deus para a igreja! Maridos, redimam a sua liderança caída moldando-a segundo o desígnio de Deus para Cristo!Eu encontro essas duas coisas em Efésios 5.21-33: (1) a demonstração do hedonismo cristão no casamento e (2) a direção que os seus impulsos devem tomar.Esposas, busquem a sua alegria na alegria do seu marido, afirmando e honrando seu papel ordenado por Deus como líder em seu relacionamento. Maridos, busquem a sua alegria na alegria da sua esposa, aceitando a responsabilidade de liderar como Cristo liderou a igreja e se entregou por ela.Eu gostaria de testemunhar a bondade de Deus em minha vida. Descobri o hedonismo cristão no mesmo ano em que me casei, em 1968. Desde então, Noël e eu, em obediência a Jesus Cristo, buscamos tão apaixonadamente quanto podemos as alegrias mais profundas e duradouras possíveis. Ainda que muito imperfeitamente, e por vezes de forma muito vacilante, nós temos buscado a nossa própria alegria na alegria do outro.E podemos testemunhar juntos: Para aqueles que se casam, esse é o caminho para o desejo do coração. Para nós, o casamento tem sido uma matriz para o hedonismo cristão. Conforme cada um busca a alegria na alegria do outro e cumpre um papel ordenado por Deus, o mistério do casamento como uma parábola de Cristo e da igreja torna-se manifesto, para a sua grande glória e nossa grande alegria.--Devocional Alegria Inabalável, por John Piper | Editora Fiel.Conteúdo oferecido em parceria entre Desiring God e Ministério Fiel.
Este é o nosso episódio número 100. São quase dois anos de conversas sobre gestação, parto, puerpério e maternidade no Brasil. Noventa e nove ondas que ecoaram histórias de mulheres, de corpos, de vozes. E hoje, quero pensar junto com vocês: o que aprendemos em dois anos de podcast? O que esses noventa e nove episódios nos ensinaram sobre o que é ser mãe no Brasil e sobre por que precisamos cuidar das mães? Cuidar individualmente e coletivamente.Porque, afinal, quem protege as mães? Fazer a Onda me mostrou algo que me encanta:os brasileiros têm uma relação com a língua diferente dos franceses. Lacan dizia que o inconsciente é estruturado como uma linguageme eu vim para o Brasil com a curiosidade e a vontade de escutar o inconsciente. Eu sabia que aqui se falava com poesia.Mas eu não sabia como se falava de maternidade, especificamente. Nesses noventa e nove episódios, ficou claro que a maternidade é um risco, e talvez o risco mais radical da vida. O risco do deslocamento identitário.O risco de se desfazer de si. O risco da metamorfose. O risco do amor por um ser que podemos perder. Se a maternidade é esse lugar de vulnerabilidade e metamorfose, então cuidar das mães é, além de um dever clínico, uma ética social.É sustentar a dignidade e a autonomia das mulheres. Descobri, com muita alegria, em cada relato da Onda uma fala que sustenta a alma.Vocês, brasileiras, falam com a alma! Agora, vamos ouvir o que essas noventa e nove mulheres nos ensinaram sobre ser mãe no Brasil?
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
"Como já dizia Gilberto Gil, “vida é confusão”. Descobri isso de forma literal nos meus 59 anos, quando decidi comemorar com um festão (muito mais legal do que festejar os óbvios sessenta!), cujo tema era exatamente esse: “vida, a preciosa confusão”. A proposta era simples. Celebrar a arte de viver como a capacidade de manejar, melhor ou pior, o caos inevitável da existência. Flexibilidade diante dos desafios, valorizar o que se aprende nos momentos difíceis, fazer do limão uma limonada, transformar encrenca em oportunidade."Áudio artigo da coluna de Fred Gelli para a Fast Company Brasil: https://fastcompanybrasil.com/coluna/diante-do-caos-da-existencia-so-a-arte-salva/Ficha Técnica: Narração: Fred Gelli / Trilha Original, Captação, Edição de áudio: Felipe Habib - Oitooto estúdio / Comunicação, Mkt e Marca: Luiza Magalhães, Bruno Cesar e Marcelo Cândido / Assessoria: Flávia Nakamura / Fast Company Brasil: Mari Castro.
O que fazer quando os avós descobrem que os netos são mal educados? Isso cria tensão entre relações de avós e pais? Má educação das crianças é culpa dos pais ou do convívio com adultos? See omnystudio.com/listener for privacy information.
✨ Podcast do Fábio – 08/08/2025 ✨Bom dia, meu povo abençoado! ☀️ Hoje compartilho com vocês um momento muito especial da minha vida.Esta manhã tive uma conversa profunda e promissora com o padre da minha paróquia sobre minha caminhada vocacional. Para quem não sabe, sempre carreguei no coração o desejo de servir a Deus de forma plena, e agora inicio oficialmente um acompanhamento vocacional
Eu morava nos Estados Unidos, mas bastou uma viagem ao Brasil para minha vida virar de cabeça pra baixo. Descobri que meu marido — um evangélico fervoroso — havia engravidado outra mulher. Me separei. Foi então que, num aplicativo, conheci um homem. Ele era feio, mas me tratava bem. Carente, deixei me levar... até perceber que estava sustentando ele. Mas nada me prepararia para o que eudescobriria depois: ele mexia com magia negra.
Nos bastidores do Festival de Avignon, um dos mais importantes palcos do teatro do mundo, há uma programadora que observa, escolhe e molda. Magda Bizarro, programadora internacional do festival e braço direito de Tiago Rodrigues, é uma arquitecta do invisível. Trabalha na escuta e acredita que programar é arriscar. Nesta entrevista, Magda Bizzaro, levanta o véu sobre o que é fazer curadoria num lugar onde a arte é feita para estremecer, deslocar e revelar. Quando lhe perguntamos o que faz com que um espectáculo mereça estar no Festival de Avignon, Magda Bizarro responde sem hesitação: “Uma coisa muito importante para nós é sempre o público”. Antes de construir o programa, dedicou-se a entender quem o vê: “Passei o festival de 2022 inteiro a pisar cada espaço para perceber o que é que o público procura, mas também o que é que ele não está à espera de ver”. Essa escuta inicial marca toda a sua abordagem curatorial: “A programação é pensada tanto para o público habitual como para aquilo que pode desafiá-lo”. Não se trata de agradar, mas de propor. “Queremos trazer artistas que o público conhece bem, mas também outros que nunca viu. Propostas arriscadas, que o fazem descobrir”, conta. A linha que define o ADN do festival é esse cruzamento entre reconhecimento e surpresa. A escolha dos espectáculos é um processo longo e exigente: “Vejo mais de 300 espetáculos por ano”. Não se trata apenas do que está pronto porque "muitas vezes, o espectáculo que eu vejo não é o que vai ser apresentado - é o próximo”. A programação não se baseia em produtos finalizados, mas em relações, em processos. “É um trabalho que se constrói ao longo do tempo", conta. Um exemplo claro é o caso de Thomas Ostermeier: “Comecei um diálogo com ele em 2023, e agora, em 2025, apresentamos o espetáculo 'O pato selvagem'”. Mesmo com todas as conversas e acompanhamento, a programadora portuguesa só o viu completo no momento da estreia. “Descobri o espectáculo ao mesmo tempo que o público", diz. Essa partilha do risco é uma das marcas do festival: “É um festival de criação, muitas vezes não sabemos o que vamos ver. E isso é extraordinário”. Nem sempre os projectos chegam ao palco. “Houve um espectáculo que não conseguimos estrear este ano porque o artista perdeu o teatro onde ensaiava, vivia numa zona de conflito”, recorda. Questionada se existem enganos na escolha da programação, Magda Bizzaro sublinha que “não é engano. Às vezes, simplesmente, as condições não se reúnem. E isso faz parte do nosso trabalho: reunir tempo, apoios e espaço para que as criações possam existir”. É nesse contexto que surge La FabricA, espaço de residência artística ao serviço de quem mais precisa: “Muitos dos artistas que recebemos em residência vêm de regiões onde os governos não os apoiam”. Este ano, por exemplo, “a Marlène Monteiro Freitas esteve duas semanas e meia connosco, para ensaiar o seu espectáculo num espaço com as condições que ela precisava” A estreia do espectáculo, no grande recinto que é o pátio de honra do Palácio dos Papas, foi um sucesso, mas só o foi porque houve escuta e propostas práticas. O festival também reflecte uma visão política da linguagem. Desde 2023, há uma língua convidada. Depois do inglês e do espanhol, este ano é a vez do árabe. “Queríamos desassociar o árabe da ideia de conflito e religião”. O objectivo é outro: “Mostrar a sua diversidade, a sua viagem pelo mundo e as formas como se transformou e foi transformando outras línguas”, descreve a programadora portuguesa. Dois espectáculos mostram essa pluralidade. “Temos o "Laaroussa Quartet" de Selma e Sofiane Ouissi, sobre as mulheres de Sejnane, no norte da Tunísia e temos "When I Saw the Sea" de Ali Chahrour, com três mulheres vindas da Etiópia e do Sudão para viver no Líbano”. São abordagens completamente diferentes, “com sonoridades distintas, dois árabes diferentes, mas que falam da mesma urgência”, defende. Magda Bizarro insiste que o festival é desenhado como uma viagem para o espectador: “Pensamos o dia completo: pode ver-se teatro de texto de manhã, à tarde dança, e depois algo sem palavras. O objectivo é um percurso rico e pleno”. E, para isso, a programação precisa ser feita em articulação com os espaços: “Temos 22 locais em Avignon. Cada um tem as suas especificidades. Há espectáculos que não podem acontecer ao ar livre, por exemplo”. A complexidade da operação exige uma equipa gigantesca: “Durante o ano, somos 34. Em Julho, passamos a ser 750. Com os artistas, somos cerca de 1500”, descreve. Mas essa força não é só logística: “É uma equipa que sabe adaptar-se às necessidades dos artistas. E isso torna o festival mais rico". Magda Bizarro fala com carinho dessa máquina invisível que sustenta o brilho do palco. Quando se fala em reinvenção, a programadora admite: “É muito difícil reinventar cada edição. O festival tem um passado pesado, uma história densa”. E isso obriga a pensar em múltiplos equilíbrios: “Não é só diversidade geográfica ou estética. É também equilíbrio geracional, financeiro, técnico”. No mesmo cartaz, convivem mestres como Christoph Marthaler e estreantes como Mário Banushi: “Esse encontro entre gerações é o segredo da reinvenção”. Por fim, perguntamos-lhe se o facto de ser portuguesa afecta o seu olhar como programadora. A resposta vem com a nitidez de quem já viu e viveu muito: “Sim, há uma diferença. Eu sei o que é trabalhar com quase nada. Já paguei cenários do meu bolso. Já fiz espectáculos em garagens com luzes de velas". E isso dá-lhe uma escuta particular, uma atenção ao que ainda está a nascer: “Se calhar, vou a Buenos Aires ver um espectáculo numa garagem porque já fiz um espectáculo numa garagem. É aí que se descobrem pérolas”. Quando lhe pedimos uma palavra para resumir o Festival de Avignon, não hesita: “Aventura”. Mas no seu olhar percebe-se que essa aventura não é feita de impulso, antes de persistência. Não é o desvario de quem salta no escuro, mas de quem aposta no que ainda não se viu, de quem arrisca sem espetáculo e trabalha para que outros possam estar em cena. Magda Bizarro está no silêncio atento das grandes decisões deste que não é apenas um festival: é um território de possibilidades, onde o teatro continua a ser um dos lugares mais íntimos e bonitos.
DESCOBRI O QUE ELES COMBINARAM EM SEGREDO - Daniel Lopez
TRANSFORME SUA RELAÇÃO COM SUA SAÚDE: http://www.voysaude.com.br?coupon=DESCOBRI&utm_source=spotify&utm_medium=promo&utm_content=pocast&utm_campaign=DESCOBRIDEPOISDEADULTAJunho25 CUPOM: DESCOBRIAVOYDurante anos, eu escolhi o caminho mais difícil. Vivia em modo reativo, explodia por qualquer coisa, respondia antes de pensar e parecia que o mundo estava sempre contra mim. Nesse episódio do Descobri Depois de Adulta, eu compartilho as pequenas — mas profundas — decisões que comecei a tomar pra ter uma vida mais leve. Não é sobre ser "zen" o tempo todo, mas sobre parar de se colocar no centro do caos. Você vai se identificar se: • vive em constante tensão com as pessoas • sente que tudo vira discussão • reage mais do que age • carrega um peso que parece não ter fim Viver em paz é uma escolha diária. E talvez você só precise de um empurrão pra fazer essa escolha hoje.
Ela vivia um casamento tranquilo... até encontrar mensagens que revelaram outra vida. Neste episódio, falamos sobre traição digital, confiança quebrada e o impacto do virtual no real.
Quando ouço falar em seguro, lembro logo daquelas apólices do Banco Imobiliário, jogo que marcou a infância de muita gente (inclusive a minha). Porém, essa associação lúdica normalmente não é a mais comum, né? A gente costuma pensar em burocracia, papelada, um monte de cláusula que nem sempre entende... E seguro, na verdade, é igual colete salva-vidas: pode ser desconfortável de usar, mas na hora que precisa é melhor ter. Pensando nisso, fui pesquisar como — e quando — o ser humano teve a ideia de criar um jeito de se proteger financeiramente dos imprevistos. Descobri que os seguros remontam à Babilônia de 4 mil anos atrás, olha que curioso! O resto eu conto no episódio, que tem oferecimento da RiverWay Solutions, a melhor consultoria para o seu seguro de saúde internacional.============================Converse a nossa patrocinadora, a consultoria RiverWay Solutions: - Quero saber sobre o seguro-viagem da RiverwayOu siga a Riverway no Instagram: https://www.instagram.com/riverwaysolutions/============================ APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: contato@alvaroleme.com.br ====================== Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- A história do seguro: do Código de Hamurabi ao seguro digital Por Rafael Battaglia, Superinteressante- Entenda a fascinante relação entre apostas e a origem da bilionária indústria dos seguros Por Tim Harford, BBC - Da Proteção Marítima ao Seguro Viagem CEDOM/CNseg - A evolução do Seguro Automóvel: De Santos Dumont aos dias de hojeCEDOM/CNseg, 2024
José Ilson Jr. é a prova viva de que, quando tudo parece acabado, é que realmente tudo começa. Certo de que, a todo momento, a vida está sempre nos apresentando as melhores direções e caminhos, ele não tem dúvidas em afirmar que tudo de que precisamos já está dentro da gente. Ex-atleta profissional de mountain bike, José Ilson viu sua vida mudar num instante, em 2016, quando um acidente o deixou tetraplégico. O diagnóstico dos médicos parecia definitivo: jamais voltaria a andar. Mas ele não aceitou esse fim. Naquele desafio, descobriu que a verdadeira força não está apenas no corpo, mas na vontade de renascer. Passo a passo, ele passou por cirurgias, fisioterapia e uma reabilitação profunda — e, acima de tudo, por um reencontro consigo mesmo. Reaprendeu a caminhar, a pedalar e a sonhar de novo. Hoje, ele compartilha sua história em eventos pelo Brasil. Neste papo com o podcast "45 Do Primeiro Tempo", José Ilson Jr. contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento do mundo e foi categórico: “Descobri que meus limites eram crenças, não fatos”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Será que a gente precisa mesmo estar o tempo todo nas redes sociais? No episódio de hoje, conto como reduzi drasticamente meu tempo no Instagram e no TikTok – e o impacto direto disso no meu trabalho, na minha espiritualidade, na minha saúde mental e até na minha criatividade. Descobri que não precisava acompanhar a vida de tanta gente. Que minha ansiedade melhorava longe do feed. E que, quando a gente silencia o barulho externo, começa a ouvir o que realmente importa. Vamos falar sobre foco, distrações, reconexão com o que faz sentido… e por que às vezes, a melhor notificação é o silêncio. Me conta: você sente que tá presente demais nas redes e de menos na sua própria vida?
O jogo que vai mudar a sua vida ! Faço o podcast com muito amor e se você sentir no coração que tá afim de apoiar pra eu continue, faça uma pequena contribuição!
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#quemamanãoesquece #bandfmHoje no Quem Ama Não Esquece o Murilo e a Tatá contam mais uma história da Renata ❤️ Se você quer contar sua história, é só entrar em contato através do nosso e-mail: quemamanaoesquece@band.com.br ou pelas nossas redes sociais. Você é fã da Band FM? Então, inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum vídeo da rádio que é líder no Ibope em São Paulo há mais de 9 anos.
O futuro repete o passado em câmera lenta Chegamos a Abril cheio de história pra contar em mais uma edição do Pausa, Cigarro e Justa Causa!Dessa vez tome aí mais de uma hora de pura carniça... Vamos acompanhar duas semanas de planos do Polaco, desde a ansiedade passando pela frustração e chegando finalmente à reconciliação com a própria desgraça. E ainda teremos um bônus, porque mês passado tivemos o dia de São Patrício, uma festa importada que por motivos de intercambio barato tem ganhado cada vez mais força no Brasil, e que nesse podcast só podia ter sido traduzido na forma de derrota mais bestial, aquela que vocês já conhecem!Pra ter a experiência completa desse podcast entra no nosso grupo do Telegram, e participe dessa bagunça em todo seu esplendor.Entra lá que a nossa baguncinha em ambientes cibernéticos tá escalando pra níveis nunca antes vistos...Entra também no no nosso Instagram, por que não??Nesse episódio:Maiores mentiradas em filmes;O Dobberman de pé;Especialistas em sniper;Soldado no cio;Descobri que não gosto de anime;Mais uma ode ao The Office;Meu panaca favorito;Primeira vez para o pecado;Iberê no Podcast;O Show do Gutalax;O Fim do Skype;Banheiro de galhofa;O herói do trem de Londres;O morador mais gente boa de Curitiba;Régis Bull show de carros; ...e muito mas muito mais!!!Pausa, Cigarro e Justa Causa é o nosso formato sem pauta, em que a gente faz uma pausa rápida no dia, fuma um cigarro, toma um cafezinho, ou dá aquele cagotinho remunerado e fica aqui falando bobagem sem qualquer compromisso com a verdade, doa a quem doer!Toda primeira segunda-feira do mês (intencionalmente confuso pra espantar tontos curiosos), um episódio extra do Hora do Texugo no seu feed.Acenda seu cigarro, passe seu café preto sem açúcar e espanque o seu macaco ao som de nossas doces vozes, durante nossa imerecida pausa.
Ensinamento de hoje: "Pesquisando a causa do sofrimento da humanidade, descobri que eles se originam na falta de sabedoria"
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Estava um calor fora do comum e eu me vesti como uma verdadeira hotwife. Tinha um jovem na mesma fila que eu e começou a trocar olhares comigo. Descobri que ele era universitário. Fomos para uma república de estudantes e o gostoso sabia fazer tudo com vontade e com desejo. As beliches tremiam. O amigo dele chegou no quarto e não se aguentou de ver a cena, pediu para fazer ménage com a gente. Eles me jogaram numa mesa de estudo cheia de livros e começaram a revezar nas minhas partes. Os universitários souberam me excitar. Locução: @ouveamalu
Jaqueline cresceu sem saber muito sobre suas raízes e só foi ter certeza de quem era sua família com a morte de um parente na TV, o caso do indígena Galdino, assassinado em Brasília. Ainda criança, Jaqueline fez uma pergunta que ficaria sem resposta por muitos anos: “Vó, a gente é índio?”. A avó reagiu apenas com um gesto:
Leitura bíblica do dia: João 11:38-44 Plano de leitura anual: Isaías 1-2; Gálatas 5; A vida do blogueiro Kevin Lynn parecia desmoronar-se. Em um artigo ele escreveu: “Eu literalmente coloquei uma arma na cabeça. Foi preciso que Deus entrasse sobrenaturalmente em meu quarto e em minha vida. Descobri finalmente quem Deus é”. Deus o impediu de tirar a própria vida, encheu-o de convicção e lhe concedeu uma lembrança incisiva de Sua amorosa presença. Em vez de esconder esse encontro, Lynn compartilhou a sua experiência com o mundo, criando um ministério no YouTube no qual compartilha sua história de transformação, e a de tantos outros. Quando Lázaro, seguidor e amigo de Jesus, morreu, muitos concluíram que Jesus tinha chegado tarde demais (João 11:32). Lázaro ficou em sua tumba por quatro dias antes da chegada de Cristo, mas o Senhor transformou aquele momento de angústia num milagre quando o ressuscitou (v.38). “Eu não lhe disse que, se você cresse, veria a glória de Deus?” (v.40). Assim como Jesus ressuscitou Lázaro da morte para a vida, Ele nos oferece uma nova vida por meio dele. Ao sacrificar Sua vida na cruz, Cristo pagou a pena por nossos pecados e nos oferece o perdão quando nós aceitamos a Sua dádiva da graça. Somos libertos da escravidão de nossos pecados, restaurados por Seu amor eterno, e nos é dada a oportunidade de mudar o curso de nossa vida. Por: Kimya Loder
Pense bem nessa pergunta: E se o Jesus que lhe apresentaram for o errado? Será que não é por isso que você tem se decepcionado? Descubra como conhecer o verdadeiro Jesus e nunca mais se decepcionar.
Leitura bíblica do dia: João 11:38-44 Plano de leitura anual: Isaías 1-2; Gálatas 5; Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A vida do blogueiro Kevin Lynn parecia desmoronar-se. Em um artigo ele escreveu: “Eu literalmente coloquei uma arma na cabeça. Foi preciso que Deus entrasse sobrenaturalmente em meu quarto e em minha vida. Descobri finalmente quem Deus é”. Deus o impediu de tirar a própria vida, encheu-o de convicção e lhe concedeu uma lembrança incisiva de Sua amorosa presença. Em vez de esconder esse encontro, Lynn compartilhou a sua experiência com o mundo, criando um ministério no YouTube no qual compartilha sua história de transformação, e a de tantos outros. Quando Lázaro, seguidor e amigo de Jesus, morreu, muitos concluíram que Jesus tinha chegado tarde demais (João 11:32). Lázaro ficou em sua tumba por quatro dias antes da chegada de Cristo, mas o Senhor transformou aquele momento de angústia num milagre quando o ressuscitou (v.38). “Eu não lhe disse que, se você cresse, veria a glória de Deus?” (v.40). Assim como Jesus ressuscitou Lázaro da morte para a vida, Ele nos oferece uma nova vida por meio dele. Ao sacrificar Sua vida na cruz, Cristo pagou a pena por nossos pecados e nos oferece o perdão quando nós aceitamos a Sua dádiva da graça. Somos libertos da escravidão de nossos pecados, restaurados por Seu amor eterno, e nos é dada a oportunidade de mudar o curso de nossa vida. Por: Kimya Loder
Eu sou uma gracinha e adoro testar minhas habilidades sexuais com vários machos diferentes. Sempre fiz tudo o que eu queria com qualquer homem que eu desejasse. Sou viciada em sexo desde os 20 anos de idade e hoje, aos 40, tenho muitas histórias loucas de tesão. Vem ouvir essas aventuras. Conto erótico narrado. Locução: @ouveamalu
A vida da Karen mudou drasticamente quando descobriu um câncer enquanto estava tentando engravidar do Heitor. O tratamento exigiu que ela mudasse para a casa da sua mãe, enquanto seu marido ficava trabalhando. O Heitor se ausentava cada vez mais, mas um dia a Karen recebeu uma ligação dizendo que ele sobreu um acidente. No hospital, ela viu no celular de Heitor que ele a traía com várias mulheres, inclusive levando-as para a casa que eles dividiam. Karen decidiu se separar e até desejou que o pior acontecesse. Hoje, ela se arrepende, mas reconhece que tudo o que aconteceu foi um livramento que a ajudou a valorizar a própria vida.
Estudos nos EUA e Reino Unido indicam que homens têm menos amigos do que as mulheres - tendência se acentua ao longo dos anos. Mas por quê? E como mudar isso?
Com 50 anos de profissão, João Farkas lança livro sobre as belezas e perigos que ameaçam o país “Descobri que a única maneira de mobilizar as pessoas é através da beleza. Meu livro segue essa linha: lindo, lindo, lindo e, de repente, ‘pá!', surgem os problemas. Ter um olhar benevolente é uma forma de sobrevivência, pois ninguém aguenta tanta desgraça, e também uma estratégia, porque só cuidamos do que amamos e só amamos o que conhecemos”, diz João Farkas. Um grande astro da fotografia, há 50 anos ele observa o Brasil de maneira única. Com uma série de livros publicados, João lança agora o volume: “Enquanto há Tempo”, onde a beleza e os riscos que nosso país enfrenta convivem lado a lado. Com uma visão amorosa, mas ao mesmo tempo real, sobre nossa sociedade e tudo o que nos cerca, o fotógrafo bateu um papo com o Trip FM sobre a Amazônia, o garimpo, a história da rede Fotótica criada por seu avô, o desenvolvimento destrutivo do litoral de São Paulo e muito mais. A entrevista você pode conferir no play aqui no site e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2024/06/6675ed292264f/joao-farkas-fotografo-tripfm-mh.jpg; CREDITS=Arquivo pessoal; LEGEND=João Farkas; ALT_TEXT=João Farkas] Trip. São muitos anos presenciando as desgraças desse país. Como você ainda tem uma produção tão esperançosa? João Farkas. Eu bebi na fonte dos meus pais de acreditar muito no Brasil e no ser humano. A gente é bom em fazer coisa errada nesse país, e talvez tenhamos uma das piores elites do mundo, mas também temos um povo maravilhoso, com uma capacidade grande de aceitar o outro, com um DNA de tolerância. A gente sabe transformar desgraça em risada. Foi assim que eu aprendi a ver o mundo. Se você souber olhar, tudo é sagrado, o mundo é maravilhoso. Eu prefiro olhar por esse lado, de outra forma fica insuportável. Eu não vou ficar mergulhado na depressão. O que dá pra fazer? Apostar na beleza, no amor, na amizade. Isso aparece no seu livro, mas ele também carrega um alerta. Eu descobri que a única maneira de mobilizar as pessoas era pela beleza. Qual é a estratégia? A gente só cuida do que a gente ama e a gente só ama o que a gente conhece. Meu livro é assim. Lindo, lindo, lindo, e de repente "pá", existem problemas. Ter um olhar benevolente é uma forma de sobrevivência interna, pois ninguém aguenta tanta desgraça. Por outro lado, é estratégico, para despertar o cuidado pela beleza. Uma das grandes vantagens da fotografia é que, por ela não ser racional, falada, é mais aberta a interpretações. Você não conduz o pensamento, você mostra. Mas é claro que dá para esconder, mentir, é possível. O que você descobriu com os garimpos na Amazônia? O ouro desperta uma loucura nas pessoas, é uma doença. As pessoas vão morrer de malária e de tiro por essa riqueza súbita, que é um ouro de tolo, na verdade, porque o garimpeiro geralmente gasta imediatamente aquele valor.
Hoje no Quem Ama Não Esquece o Murilo e a Tatá contam a história da Larissa
Tenha meu acompanhamento personalizado para criar e escalar seu negócio digital ➡https://mentalidadeempreendedora.com.br/mentoria-makers/?utm_source=youtube&utm_campaign=organico&utm_medium=descricao-link&utm_content=podcast370 _________________________ Neste episódio inspirador, compartilho meu testemunho pessoal sobre como enfrentei e resolvi a crise relacionada ao meu chamado e propósito de vida. Apesar de já estar exercendo minha vocação na época, não conseguia enxergar essa realidade, o que me levou a um período de angústia e dúvida. Ao longo dessa jornada, desenvolvi habilidades essenciais que, no final, contribuíram significativamente para o meu propósito de vida maior. Venha se inspirar com essa história de superação e descoberta pessoal, e descubra como esses desafios podem ser transformados em oportunidades de crescimento e realização. Não deixe de se inscrever no canal para receber todas os avisos dos próximos vídeos. Redes Sociais: Instagram do Pedro Quintanilha ➡ https://www.instagram.com/phmquintanilha/ Instagram da Mentalidade Empreendedora ➡ https://www.instagram.com/mentalidadeacademy/ Telegram - Tribo da Recorrência ➡ https://t.me/tribodarecorrencia
Leitura bíblica do dia: Tiago 1:2-4 Plano de leitura anual: 1 Reis 3-5; Lucas 20:1-26; Ao aprender sobre jardinagem, eu acordava cedo e corria à horta para ver se algo havia surgido no solo. Depois busquei na internet sobre o “crescimento rápido” e aprendi que a fase de mudas é a mais importante da vida útil da planta. Descobri que não podia apressar o processo e passei a apreciar a força dos brotinhos lutando pelo solo, sol e resiliência. Esperei pacientemente e finalmente vi as erupções de brotos verdes rastejando pelo solo. É fácil elogiar as vitórias e os triunfos sem reconhecer que o crescimento em nosso caráter muitas vezes vem, da mesma forma, através do tempo e da luta. Tiago nos instrui a considerar “motivo de grande alegria” sempre que passarmos “por qualquer tipo de provação” (Tiago 1:2). Mas o que poderia ser motivo de alegria sobre as provações? Deus às vezes nos permitirá passar por desafios e dificuldades para que sejamos moldados em quem Ele nos chamou para ser. Ele espera na expectativa que saiamos das provações da vida “maduros e completos, sem que nada [nos] falte” (v.4). Mantendo--nos fundamentados em Jesus, podemos perseverar através de qualquer desafio, ficando mais fortes e, finalmente, permitindo que o fruto do Espírito floresça em nossa vida (Gálatas 5:22-23). Sua sabedoria nos dá o alimento de que precisamos para realmente florescer todos os dias (João 15:5). Por: Kimya Loder Como Deus age em você neste momento? Como Ele cumpre os Seus propósitos?
O crossover Joguei no Wanda é real!! Estamos com Jenny Prioli, Fabão e Controle Y nesse STOP que saiu fora de controle enquanto decidíamos o nome da nossa máfia, o que a Tia Xanda nos ensinou, o que nos roubaram no show da Madonna e muito mais! LOTUS Pessoas que levantam assim que o avião pousa BBB24 Caso do Tio Paulo Música “Caça-Like” Pré-estreia de Guerra Civil MERYL Guerra Civil Dark Matter X-Men 97 Jenny Prioli reagindo a “Paranormais” “Fallout” do Prime Video “Ripley” ME AJUDA WANDA! Descobri que fui traído por uma notificação sobre um cheque! Ele já chupou o próprio p*. Será que ele é???? Podcast #524 apresentado por: @phelipecruz @eusousamir @santahelena @eusoufabao @jennyprioli @controle_y Edição / Produção: Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas) FAÇA PARTE DO CLUBINHO WANDA! Episódios extras toda segunda e sexta a partir de R$10! Apoiase: https://apoia.se/podcastwanda Orelo: https://orelo.cc/wanda Quer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto! Toda quarta-feira, 20h, ao vivo no Youtube e, na quinta, em todas as plataformas de streaming.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Cole Porter, Glenn Miller, Daniel Boaventura, Cídia, Jussara Silveira, Zizi Possi, Tuta Guedes, Moska, Seu Jorge, Zeca Pagodinho & Jorge Ben Jor, Fernanda Abreu, Jorge Vercilo & Jorge Aragâo & Jorge Ben Jor & Jorge Mautner, Jorge Ben y Zeca Pagodinho.Escuchar audio
A Patrícia foi casada com um homem por 21 anos, mas tudo mudou após ela ter tido um sonho que envolvia uma amiga. A partir desse momento, ela entendeu que a sua sexualidade poderia ser mais ampla do que ela pensava. Ela é nordestina, saiu de sua cidade natal aos 7 anos de idade com a família e nunca tinha tido contato com alguém que não fosse heterossexual. Por isso, ela nunca teve referências de afeto que estivessem fora da caixinha da heterossexualidade. Aos 15, ela deu o seu primeiro beijo em uma menina. Porém, o beijo aconteceu em uma brincadeira entre adolescentes e logo depois, ela conheceu o seu ex-marido. Com isso, ela já engatou um relacionamento com ele, casou-se e teve filhos mais tarde. Ser mãe era um dos seus desejos, mas aos poucos, os problemas no casamento começaram a aparecer. Assim como muitas outras mulheres, ela passou por várias traições dentro do casamento. Devido a falta de independência financeira e a pressão das pessoas à sua volta, ela teve que permanecer em uma relação que não a satisfazia. Se pararmos para analisar toda a trajetória da Patrícia, perceberemos que tudo aconteceu muito rápido: afinal, ela mal teve tempo de explorar a própria sexualidade, logo conheceu o seu ex-marido e se casou. Porém, os indícios de que ela poderia gostar de mulheres sempre estiveram ali. Tudo mudou quando, em uma noite, ela sonhou que estava mantendo relações sexuais com uma amiga. Ao acordar, ela se assustou ao se lembrar do que havia sonhado. A partir disso, ela entrou em uma crise existencial consigo mesma. Depois de passar um mês reflexiva, a Patrícia começou a compreender que talvez a sexualidade dela não estivesse voltada para homens, como ela sempre havia acreditado. A aceitação foi difícil. Ela enfrentou milhares de questionamentos internos, mas dividir tudo o que estava acontecendo com os seus filhos facilitou um pouco o caminho. A jornada para se assumir como uma mulher lésbica foi um tanto longa, mas hoje ela finalmente pode dizer que se aceitou. Aos 43 anos, ela se sente mais feliz do que nunca consigo mesma e com a própria sexualidade. Apoie o Histórias para ouvir lavando louça, acesse https://orelo.cc/historiasdeterapia e tenha acesso a conteúdos exclusivos. "A história do outro muda a gente", o primeiro livro do ter.a.pia está disponível para compra. Garanta o seu aqui: https://amzn.to/3CGZkc5 O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com. Edição: Bergamota Filmes Roteiro: Taís Cruz Voz da vinheta: Cris Crosta, apoiadora na Orelo.
Seus avós ou pais não tinham hábitos saudáveis, mas contrariando todo o senso comum estão firmes e saudáveis hoje? Eu te entendo, pois tenho isso em minha família também. Pesquisando, descobri 7 MOTIVOS para isso acontecer! Vou revelar com você neste 4º episódio da Temporada 3 do Emagrecer é outra coisa. Me conte aqui se você tem alguém assim em sua família também (rs): https://www.youtube.com/live/eJUD3XxtJDY?si=buvT69fo2BH-Ae1M Minhas redes: Instagram: @nutrirafaelfrata Youtube: https://bit.ly/Inscricao-EmagrecerOutraCoisa Já avaliou o Podcast? Você pode fazer enquanto ouve, pois me ajuda muito saber o que está achando, além de fazer os episódios serem sugeridos para mais pessoas. Muito obrigado!
Desde muito jovem, a Débora sonhava em ser Mãe, mas ela enfrentou muitas dificuldades para engravidar, depois que se casou com o André. Após anos de tentativas e diversos exames, eles consideraram a adoção como a melhor opção. Com o apoio do seu marido a Debora superou os seus medos e adotou de uma vez só três irmãos! Apesar dos desafios, eles encontraram nessas crianças o amor e realização da sua família. Inspirados por essa jornada, a Débora e o André criaram um grupo de apoio para ajudar outras famílias a entenderem e abraçarem a adoção, hoje eles impactam mais de 130 vidas. Esse casal veio hoje contar a sua história, para mostrar que a felicidade de uma criança pode mudar a sua vida!
O Douglas descobriu um câncer metastático aos 28 anos e convive com a doença há 5 anos. Embora seja um diagnóstico difícil de ser enfrentado, ainda mais em uma pessoa jovem, ele não permite que a doença o impeça de viver. A descoberta aconteceu após ele ter tido uma queda e torcido o tornozelo. Ao fazer um tratamento de ligamento, ele constatou um caroço na perna e perguntou ao médico o que aquilo poderia ser. Nisso, o ortopedista que fazia o acompanhamento o encaminhou para outros exames até que ele chegasse a um médico oncológico. Lá, ele fez uma biópsia e soube que estava com câncer metastático. A doença agiu de forma totalmente silenciosa. Mesmo assim, o Douglas se internou sozinho logo que recebeu o diagnóstico. Antes mesmo de ser diagnosticado, o Douglas contava com a espiritualidade na sua vida. Ele, que é adepto do Santo Daime, acredita que a doutrina o ajudou no enfrentamento do câncer. Outro recurso que o Douglas pôde contar ao longo do tratamento foi conhecer Micaela, sua atual esposa. Eles se conectaram por conta da paixão pela música eletrônica e ela foi uma peça fundamental neste processo. O Douglas destaca que existe uma diferença bastante grande entre se relacionar com alguém e enfrentar alguma condição de saúde no meio desse relacionamento, e conhecer alguém após o diagnóstico. É por esse motivo que a relação dos dois é tão valiosa para ele. Além disso, eles moram juntos há 3 anos. Ele também comentou sobre não gostar que as pessoas sintam pena dele. Para exemplificar essa questão, o Douglas contou duas situações que ele viveu com outras duas pessoas que também vivem com o câncer e que relatam o mesmo incômodo. Apesar dele viver com a doença, ele considera que a vida é muito mais do que isso. Tanto o Douglas, quanto outras pessoas que estão na mesma situação, só querem viver e sonhar plenamente, independente do que esteja acontecendo. No final, o Douglas não se deixou abater pelo diagnóstico e ainda tem muita história pra viver! Apoie o Histórias para ouvir lavando louça, acesse https://orelo.cc/historiasdeterapia e tenha acesso a conteúdos exclusivos. "A história do outro muda a gente", o primeiro livro do ter.a.pia está disponível para compra. Garanta o seu aqui: https://amzn.to/3CGZkc5 O Histórias para ouvir lavando louça é um podcast do ter.a.pia apresentado por Alexandre Simone e Lucas Galdino. Para conhecer mais do ter.a.pia, acesse historiasdeterapia.com. Edição: Felipe Dantas Roteiro: Luigi Madormo Voz da vinheta: André Luiz, apoiador na Orelo.
| PARTICIPAÇÕES | Leo Rocha @leo_bernardorocha Marcela Antunes @marcisantunes Will Sassano @willmuitonerd Nossa lojawww.lojaumdois.com.brNosso Sitewww.canalumdois.com.brSeja um apoiador!www.apoia.se/umdoisSegue a gente também em todas asmidias sociais em @canalumdois --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/umdoistestando/message