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O Irão resiste e tem ainda capacidade de atingir bases americanas nos países vizinhos e capacidade para afetar seriamente a circulação marítima no estreito de Ormuz. Com as consequências que já sentimos no bolso, como vai esta guerra terminar? O Presidente Seguro chegou a Belém e foi recebido com um impasse nas negociações do pacote laboral e talvez no próximo Orçamento do Estado. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 12 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Gunther Rudzit, especialista em defesa e segurança nacional, professor da ESPM e professor convidado da Universidade da Força Aérea (Unifa); e Cristian Wittmann, professor da Unipampa e integrante do conselho do ICAN (Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares). No fim da primeira semana de conflito, Estados Unidos e Israel anunciaram que a guerra havia entrado em uma nova fase. E prometeram “aumento drástico” no poder de fogo dos ataques contra o regime iraniano. O Irã afirmou que aguarda os inimigos para responder com “golpes dolorosos” e revelou que poderá usar armas nunca vistas em combate até agora. Até aqui, os dois lados têm estratégias muito diferentes. Americanos e israelenses fizeram uso sofisticado sistema de tecnologia para acompanhar a localização do aiatolá Ali Khamenei e outras autoridades do regime. Na manhã do dia 28 de fevereiro, decidiram por um ataque de precisão para executá-lo e dar início à guerra. Desde então, os mísseis disparados pelos dois países atingiram ao menos 2 mil alvos no território iraniano. O Irã já disparou milhares de drones e centenas de mísseis contra Israel e contra países que têm bases militares americanas – alguns desses armamentos alcançam mais de 6 mil km/h e podem carregar ogivas superiores a 1 tonelada. O regime garante que seus equipamentos mais sofisticados não foram colocados em jogo ainda. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o especialista em defesa e segurança nacional Gunther Rudzit para entender o tamanho do arsenal de cada lado do confronto. Professor de Relações Internacionais da ESPM e professor convidado da Universidade da Força Aérea (UNIFA), Gunther também avalia o futuro do conflito. Participa também do episódio Cristian Wittmann, professor de direito da Unipampa e integrante do conselho do ICAN (Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares). Ele analisa como a inteligência artificial está sendo usada na guerra e debate as questões éticas relacionadas a isso.
O Irã oficializou Mojtaba Khamenei como o sucessor de seu pai, Ali Khamenei, no cargo de Líder Supremo. A nomeação consolida uma transição dinástica em meio a uma das maiores crises militares e diplomáticas da história recente do país.Analisamos o perfil linha-dura de Mojtaba e o que isso representa para o futuro da teocracia iraniana e para o conflito direto com os Estados Unidos e Israel. O destino do Oriente Médio agora passa pelas mãos do herdeiro de Khamenei.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #irã #mojtabakhamenei #khamenei #teerã
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (09/03/2026): O Irã anunciou ontem a escolha de Mojtaba Khamenei, de 56 anos, segundo filho de Ali Khamenei, como novo líder supremo do país. Como o pai, ele é um aiatolá, ou seja, um clérigo de alto escalão dentro do islamismo xiita. Mojtaba serviu no exército iraniano durante a Guerra Irã-Iraque e teria liderado uma milícia paramilitar. Em 2024, quando sua sucessão começou a ser planejada, Ali Khamenei teria afirmado que seu filho deveria ser excluído da disputa. Ontem, antes do anúncio, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o próximo líder “não vai durar muito” sem sua aprovação. Na semana passada, Trump chegou a dizer que o nome de Mojtaba era “inaceitável”. Diante do novo líder e da escalada do conflito, o preço do petróleo disparou e ultrapassou a marca de US$ 100 por barril pela primeira vez desde 2022. E mais: Economia: PF e PGR vão focar nos delitos financeiros de Vorcaro Política: Juízes e desembargadores receberam R$ 336 milhões em lucros e dividendos Metrópole: Pinheiros volta a liderar entre bairros de SP com mais furtos Esportes: Flamengo é campeão do Carioca, e Palmeiras conquista o Paulistão 2026 See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Irã anunciou ontem a escolha do aiatolá Mojtaba Khamenei, de 56 anos, como novo líder supremo do país. Mojtaba sucede ao pai, o aiatolá Ali Khamenei, que foi morto no dia 28, no início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Desde a Revolução Islâmica de 1979, quando o aiatolá Ruhollah Khomeini assumiu o poder, Mojtaba é apenas o terceiro líder supremo do país. Ligado à linha-dura do regime, Mojtaba foi nomeado para o cargo por um conselho de 88 clérigos, conhecido como Assembleia dos Especialistas. Antes do anúncio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o próximo líder do regime iraniano “não durará muito” se não tiver sua aprovação. Diante da ascensão de Mojtaba e da escalada do conflito no Oriente Médio, as cotações do petróleo dispararam e superaram a marca de US$ 100 por barril pela primeira vez desde 2022. Hoje, o Irã voltou a atacar países aliados dos Estados Unidos no Golfo Pérsico e que também são produtores de petróleo. Em entrevista à Rádio Eldorado, Najad Khouri, professor da FGV e sócio-fundador do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM), disse que a eleição de Motjaba mostra a resiliência iraniana. “É quase impossível uma mudança de regime”, avaliou. Para ele, países vizinhos devem pressionar os Estados Unidos para uma negociação diante dos impactos econômicos da guerra. “Trump queria buscar uma vitória rápida, do tipo Venezuela, errando as dimensões do Irã”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Irã está adotando uma estratégia para tentar prolongar ao máximo o conflito com os EUA e Israel, na esperança de, com isso, manter o regime no poder. A estratégia - Defesa em Mosaico - confere enorme autonomia aos comandantes em todos os níveis.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - https://twitter.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - https://www.linkedin.com/in/paulo-filho-a5122218/Siga-nos no Instagram - https://www.instagram.com/blogdopaulofilhoInscreva-se no canal do Youtube - https://www.youtube.com/paulofilConheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
O Irã não tem a intenção de negociar com os Estados Unidos e está preparado para uma guerra longa
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Após o fracasso das negociações nucleares, uma ofensiva coordenada resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei e na destruição de parte relevante da estrutura de defesa do país, gerando forte incerteza política sobre a sucessão. O Irã respondeu com ataques contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio. Do ponto de vista econômico, a principal preocupação passou a ser o estreito de Ormuz, por onde passa parte relevante do comércio global de petróleo transportado por mar. Além disso, o Payroll nos EUA veio mais fraco que o esperado, com destruição de vagas e leve alta da taxa de desemprego, embora o dado tenha sido influenciado por fatores temporários como greves, condições climáticas e ajuste do censo. No Brasil, o diretor do BCB Nilton David afirmou que avaliam ajuste para um juro real em patamar mais baixo diante da inflação mais controlada. Do lado dos dados econômicos, o Caged veio ligeiramente acima da mediana, com massa salarial crescendo de forma expressiva; e o PIB do quarto trimestre de 2025 veio em linha com as expectativas, com crescimento de 2,3% no ano, mas com queda da demanda interna. Novos desdobramentos ligados ao Banco Master seguiram no radar, aumentando a atenção aos desenvolvimentos políticos. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 23 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,02%, Nasdaq -1,27% e Russell 2000 -4,07%. No Brasil, o jan/31 abriu 68 bps, o Ibovespa caiu 4,99% e o real desvalorizou 2,16%. O petróleo subiu 36%, e o DXY valorizou 1,29%. Na próxima semana, destaque para a evolução da guerra, inflação nos EUA e, no Brasil, para os dados de atividade (PMC, PMS), inflação e novas pesquisas eleitorais.
EUA e Israel atacaram conjuntamente o Irão, enquanto decorriam negociações entre Teerão e Washington. O Irão retaliou e atacou vários países vizinhos, espalhando o caos ao Médio Oriente. Trump não se compromete com um prazo para o fim da guerra. Será que há sequer um plano do presidente americano? José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves analisam os mais recentes desenvolvimentos no conflito no Médio Oriente, no Antes Pelo Contrário em podcast. Emitido na SIC Notícias a 5 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Irã ainda não elegeu oficialmente o sucessor do líder supremo Ali Khamenei, morto no último sábado, no primeiro dia de ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país. A informação foi dada nesta sexta-feira pelo embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, durante entrevista à Rádio Eldorado. Segundo ele, apesar de notícias não confirmadas da escolha de Motjaba Khamenei, filho do líder morto, a definição ainda não ocorreu, mas a estrutura de governo continua a funcionar. “Não há vácuo de poder”, afirmou. Sobre os brasileiros que vivem no Irã, o embaixador disse que são cerca de 200 pessoas e que não há planos para uma repatriação até porque muitos pretendem ficar e, em relação aos homens, há uma proibição de saírem do país em razão da possibilidade de convocação para o serviço militar durante a guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Senado otorgará reconocimiento Elvia Carrillo Puerto 2025 a Cecilia López Pérez Corte avala cobro de ISR por diferencia en avalúoIrán afirma tener control total del estrecho de OrmuzMás información en nuestro podcast
A feasibility study to explore the potential for Ireland's first full-scale marine biorefinery has been officially launched by the Mara Blue initiative, with support from the Smart Regions Enterprise Innovation Scheme and Cork County Council. The project is being led by Munster Technological University (MTU) in collaboration with Pure Ocean Algae, and the Castletownbere Fishermen's Co-Op, and represents a significant step towards exploring Ireland's potential to be a leader in the sustainable blue bioeconomy. The Mara Blue feasibility study is being co-funded by the Government of Ireland and the European Union through the ERDF Southern, Eastern & Midland Regional Programme 2021-27. The Smart Regions Scheme, implemented and administered by Enterprise Ireland, supports the different regions of the country in harnessing cutting-edge technologies and world-class expertise, and supports initiatives like Mara Blue with supports for early-stage project exploration. The long-term ambition of the Mara Blue project is to unlock the potential of Ireland's marine resources, transforming seaweed and fish by-products into high-value products for global markets. The proposed facility is intended to serve as a living lab for developing and demonstrating new products and circular economy solutions, and it is intended it would operate as dedicated, not-for-profit entity. "The Mara Blue project is more than a facility; it's a vision for Ireland's oceans and coastal communities," said Michael O'Neill, Managing Director of Pure Ocean Algae "it could unlock economic potential, drive innovation, and ensure our marine resources are used sustainably for generations to come." Professor Maggie Cusack, MTU President commented "This feasibility study represents the first critical step in bringing this world-class marine biorefinery to life. By demonstrating the viability of a circular, sustainable, and commercially robust blue bioeconomy, the feasibility study will pave the way for the south-west region to become a global leader in marine innovation, environmental stewardship, and regional regeneration." Earmarked for Dinish Island, Castletownbere, and subject to validation of the commercial and technical viability of the initiative, the proposed facility will seek to focus on functional foods, nutraceuticals, cosmetics, animal feed, sustainable agricultural inputs, and biomedical ingredients. Through investigating the efficient use of underutilised marine biomass, the proposed initiative seeks to create economic, environmental, and social value while supporting national and EU objectives related to the Green Deal, the Bio-Economy Strategy, and the Sustainable Blue Economy Partnership. Darragh Cotter, South-West Regional Manger for Enterprise Ireland said that "the feasibility study will enable the evaluation of the technical, commercial, and community potential for a marine biorefinery in the South-West region, which may help realise the long term opportunities for value-add processing and exports of marine bioproducts. Enterprise Ireland looks forward to working closely with the Mara Blue consortium to progress this exciting project proposal." The industry consortium includes Pure Ocean Algae (POA), Castletownbere Fishermen's Co-op (CFC), Oir na Farraige, Wicklow Seaweed Company, Coulagh Bay Sea Farms, VOYA, Carbery Group, and ClonBio Group. These members bring commercial expertise, market access, and scaling potential to the project. Academic institutions, including MTU, UCC, and TUS, as well as Research Centres including Centre for Applied Bioscience Research ensure support for research, training, and innovation. See more stories here.
No dia 28 de janeiro, Israel e os Estados Unidos realizaram ataques coordenados contra alvos estratégicos no território do Irã. Segundo o governo de Israel, o objetivo era atingir estruturas militares e capacidades consideradas ameaças diretas à segurança israelense. A resposta iraniana veio pouco tempo depois, com o lançamento de mísseis e drones que atingiram não apenas alvos militares, mas também áreas civis em Israel. O confronto, que já vinha se desenhando há anos, entrou novamente em uma fase aberta e direta. Não estamos falando de uma ação pontual. Estamos falando de dois Estados que já haviam cruzado linhas vermelhas no passado recente e que agora voltam a testar os limites da dissuasão.Essa nova escalada reacende uma pergunta central: até onde esse confronto pode ir? O Irã sustenta uma rede de aliados armados na região, como o Hezbollah, enquanto Israel afirma que não aceitará a consolidação de ameaças estratégicas em suas fronteiras. Para entender o que está acontecendo agora, quais são os riscos de ampliação desse conflito e como a sociedade israelense está vivendo esse momento, recebemos hoje a jornalista e correspondente do IBI em Israel, Daniela Kresch.
Com o recrudescimento da guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã e o espalhamento do conflito para outros países produtores de petróleo no Oriente Médio, o barril do tipo Brent, negociado em Londres, superou nas últimas horas a cotação de US$ 80. O Irã passou a ter como alvos as bases petrolíferas de aliados dos Estados Unidos na região e confirmou o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção global do insumo. Companhias de seguros anunciaram que deixarão de cobrir sinistros no transporte marítimo nas águas do Irã a partir de amanhã. Em reação, o governo americano prometeu oferecer garantias para as empresas do setor. Qualquer interrupção no tráfego na região pode reduzir a oferta global e pressionar ainda mais os preços da commodity, com reflexos sobre combustíveis, transporte e inflação em diversos países. Outra questão é a alta do dólar, que no Brasil chegou ontem a R$ 5,26. Em entrevista à Rádio Eldorado, Lia Valls, pesquisadora associada do FGV-Ibre, disse que os impactos na economia mundial dependem da duração e da extensão da guerra. “A redução dos juros no Brasil fica mais incerta”, avaliou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, mergulhamos profundamente na crise geopolítica sem precedentes de março de 2026, iniciada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. Descubra como a tentativa de decapitar a liderança iraniana através da "Operação Epic Fury" desencadeou uma resposta devastadora. O Irã implementou uma guerra assimétrica brilhante e letal, focando no calcanhar de Aquiles do império americano: a infraestrutura dos países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), como Arábia Saudita, Emirados Árabes e Catar.Explicamos como o Irã transformou a extrema vulnerabilidade hídrica do Golfo em uma arma de guerra, atacando usinas de dessalinização de água que mantêm capitais inteiras vivas. Entenda também as consequências catastróficas do fechamento de fato do Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária do Irã, cortando não apenas o suprimento global de petróleo, mas bloqueando 85% da entrada de alimentos básicos para a região do Golfo.Mas o impacto vai muito além do Oriente Médio! Revelamos a conexão oculta entre a sobrevivência do Golfo e o boom tecnológico nos EUA. Os fundos soberanos árabes não são mais apenas exportadores de petróleo; eles são o principal motor financeiro que sustenta a revolução da Inteligência Artificial (IA) e o mercado de ações americano. Mostramos como a destruição de data centers no Oriente Médio pode estourar a bolha da IA em Wall Street e como o CCG está usando essa alavancagem financeira trilionária para pressionar o governo dos EUA por um cessar-fogo.Assista até o final para entender por que não se vence uma guerra do século XXI com táticas do século XX e como essa crise vai redefinir o equilíbrio de poder global.#Geopolitica #Irã #EstadosUnidos #InteligenciaArtificial #EconomiaGlobal #Crise2026 #EstreitoDeOrmuz #OrienteMedio
Começou uma internacionalização do conflito no Médio Oriente. Com os ataques norte-americanos ao Irão, uma corrente de novas ofensivas lançadas sobre outros países do Golfo teve início. O Irão, bem como as suas frotas, saiu bastante enfraquecido após os ataques. Contudo, vítimas já foram registadas do lado americano também, sendo verificadas mortes em bases no Kuwait. Por onde se pode expandir este conflito e que complicações podem advir das novas tensões militares? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 3 de março.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O conflito no Oriente Médio se agravou nesta terça-feira (3). Estados Unidos e Israel atingiram prédios históricos e locais associados à liderança dos aiatolás em Teerã, capital do Irã. Israel avançou sobre o Hezbollah no sul do Líbano. O Irã, por sua vez, segue resistindo e busca compensar a desvantagem militar com uma arma menos visível, porém potencialmente devastadora: o impacto do conflito sobre a economia global. O âncora da CNN Caio Junqueira, Monique Sochaczewski, professora de Relações Internacionais do IDP, Paulo Filho, mestre em ciências militares, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, e Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, debatem o tema.
Hoje é o quinto dia da guerra no Médio Oriente, desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o Irão no sábado. Desde então, morreram mais de mil pessoas nos ataques americanos e israelitas no Irão, de acordo com os media iranianos. Teerão continua a retaliar com ataques sobre alvos americanos nos países do Golfo e em Israel, mas o especialista em Defesa, Rui Vilar, considera que o país está a perder fôlego no contra-ataque, o que poderá levar a “esfriar o conflito”. O analista louvou, ainda, a postura do Presidente francês, Emmanuel Macron, com o anúncio do aumento do arsenal nuclear e descreveu a posição de Espanha como “isolacionista do ponto de vista europeu”. Ao quinto dia da guerra no Médio Oriente, desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o Irão, um conselheiro do antigo líder supremo avisou que o Irão está preparado para continuar a guerra o tempo que for preciso. Porém, o especialista em Defesa Rui Vilar considera que o Irão está a perder força. “Estamos a entrar numa fase crucial para percebermos até que ponto é que a escalada pode ir. O Irão tem reduzido gradualmente, de dia para dia, o envio de mísseis, o que pode significar que está a ficar com pouca disponibilidade e isso vai certamente esfriar o conflito”, analisou Rui Vilar, em entrevista à RFI. Esta quarta-feira, deveria começar - mas foi adiado - o funeral de Ali Khamenei, que liderou o Irão durante 36 anos antes de ser morto no sábado pelos ataques israelitas e norte-americanos. Hoje, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou quem quer que o Irão escolha para ser o próximo líder supremo do país, será "alvo de eliminação". A ameaça não é uma surpresa, sublinha Rui Vilar, acrescentando que “a ausência de lideranças vai também enfraquecer a resposta militar”. “Quem é que quer ser hoje, no Irão, designado como líder, sabendo que ao ser designado fica com um alvo na testa imediatamente e muito provavelmente será bombardeado pelos Estados Unidos? Quem é que, hoje em dia, mesmo no plano militar e de segurança e de informações, quer arriscar no Irão a fazer uma reunião para alinhar estratégias quando sabem que quer os americanos, quer os israelitas têm informações e acompanham dentro do Irão esses encontros?”, questionou Rui Vilar. Interrogado sobre a legitimidade moral e jurídica para “eliminar” o líder de um outro país e onde fica o direito internacional, Rui Vilar lembrou que “o direito internacional infelizmente há muito que tem ficado na gaveta”, pelo que o melhor escudo, nomeadamente para a Europa, neste momento, é a força. Nesse sentido, o especialista louva a postura e as medidas do Presidente francês, Emmanuel Macron. “A Europa tem que perceber que o tabuleiro mudou, o jogo mudou, as regras não são respeitadas como eram até há pouco tempo e, portanto, nós vivemos num mundo em que a lei da força está, de facto, a assumir a regra e é sobre esse tabuleiro que nós temos que jogar. Por isso saúdo, de certa forma, o Presidente Macron, que - apesar de todas as fragilidades internas que tem tido e que nós sabemos que tem tido, mesmo a nível económico - é o único líder europeu que me parece que quer assumir uma posição de força e quer liderar a Europa nesse equilíbrio de forças”, acrescentou Rui Vilar. O chefe de Estado francês fez um discurso de dissuasão nuclear em que anunciou o aumento do arsenal nuclear. Por outro lado, Emmanuel Macron anunciou que França vai enviar reforços militares para o Médio Oriente, incluindo o porta-aviões “Charles de Gaulle”, a sua escolta naval e caças Rafale. Foram também destacados equipamentos de defesa antiaérea adicionais para o Chipre. Posição diametralmente oposta é a de Espanha. O primeiro-ministro Pedro Sánchez disse não à guerra e rejeitou a utilização das suas bases militares, por parte dos EUA, para as operações relacionadas com os ataques ao Irão. Algo que enfureceu Donald Trump que já disse que vai cortar relações comerciais com a Espanha. Por causa das consequências, Rui Vilar olha para a posição espanhola como “um desastre em termos estratégicos” e “isolacionista do ponto de vista europeu”. Questionado se Portugal pode ser considerado cúmplice na agressão ao direito internacional por ter deixado a Base das Lajes, nos Açores, ser usada pelos Estados Unidos na ofensiva no Irão, o especialista em Defesa diz que Portugal o faz ao abrigo de um acordo e que em termos geestratégicos “nem podia fazer outra coisa” para “proteger as nossas alianças, a nossa Defesa e o nosso interesse estratégico”.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (02):O Irã agradeceu publicamente o posicionamento do governo Lula (PT) após os bombardeios que resultaram na morte de Ali Khamenei. Em nota divulgada pelo Itamaraty no mesmo dia das ações, o Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel e defendeu que o conflito seja resolvido por vias diplomáticas. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Donald Trump falhou com a direita brasileira ao não oferecer apoio mais incisivo ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, havia expectativa de uma postura mais firme do líder norte-americano em relação às pautas defendidas pelo grupo, como a anistia aos condenados pelos atos de 08 de Janeiro. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o líder do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), teria oferecido um acordo para derrubar o veto ao projeto da dosimetria em troca da não instalação da CPMI do Banco Master. A declaração foi feita durante entrevista a uma emissora de TV.Reportagem do jornal O Globo revela que, antes da liquidação do Banco Master, Daniel Vorcaro desembolsava cerca de R$ 400 mil por semana para manter influência e simpatia. As festas aconteciam todas as terças-feiras em um bar na Alameda Lorena, no bairro dos Jardins, em São Paulo.Milhares de pessoas participaram do ato “Acorda Brasil” na Avenida Paulista e em outras capitais do país. O evento foi liderado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que discursou como pré-candidato à Presidência. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou nas redes sociais um trecho de entrevista em que critica ataques recebidos de integrantes da própria direita, incluindo aliados de Eduardo e Carlos Bolsonaro (PL-RJ). Ele afirmou que apoiou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde o início, mas que sua estratégia de dialogar com outros públicos gerou insatisfação. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou uma carta manuscrita em que lamenta críticas feitas por integrantes da própria direita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A mensagem foi tornada pública pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). No texto, Bolsonaro afirma que pediu para Michelle se envolver na política apenas após março de 2026, destacando que ela está dedicada à recuperação da filha e aos seus cuidados de saúde. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
O ataque dos Estados Unidos ao Irã causou diversas consequências e pode afetar a Copa do Mundo, que será em território americano. Como isso pode afetar o torneio? O Irã pode ficar fora? Também falamos sobre a Bundesliga quase definida depois do clássico entre Dortmund e Bayern, o Arsenal vencendo a batalha de escanteios com o Chelsea e o Real Madrid em uma espiral negativa.E ainda tem a compra da Warner pela Paramount, que pode mexer no mercado de esportes ao vivo.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
O Irã que domina as manchetes hoje, com drones, mísseis e tensões geopolíticas, não surgiu do nada. O estopim de muito do que vemos no Oriente Médio aconteceu em 1979. Mas como um país que era o farol da modernidade ocidental na região sofreu uma transformação tão radical? Neste diagnóstico completo, mergulhamos nos bastidores da Revolução Iraniana. Entenda o papel das grandes potências, a exploração do petróleo e como a queda do Xá Reza Pahlavi abriu caminho para o regime dos Aiatolás. Se você quer entender por que o Irã se tornou o centro dos maiores conflitos contemporâneos e como a Crise dos Reféns mudou a diplomacia mundial, este vídeo resume a história em poucos minutos.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (03/03/2026): No terceiro dia de guerra no Oriente Médio, o conflito já envolve 12 países. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a maior onda de ataques ainda está por vir, previu duração de até cinco semanas e não descartou o envio de tropas ao Irã, dizendo que o objetivo é destruir mísseis, aniquilar a marinha iraniana e impedir armas nucleares. Teerã rejeitou negociações, enquanto bombardeios americanos e israelenses continuaram, com centenas de mortos no Irã, incluindo civis, segundo o Crescente Vermelho. Os EUA afirmam ter afundado navios iranianos e reforçado presença militar na região. O Irã lançou mísseis contra bases americanas no Kuwait, Bahrein, Iraque e Emirados Árabes Unidos, além de atingir instalações na Arábia Saudita e no Catar. Em Israel, ataques deixaram mortos, e o Hezbollah entrou na guerra, ampliando a escalada regional. E mais: Economia: Acirramento da guerra faz barril de petróleo avançar até 6,68% Política: Ministros do STJ têm 29 parentes que advogam em ações na Corte Metrópole: MEC propõe carga horária presencial menor na formação de professores Cultura: ‘ Gal, o musical’ será uma das estreias de março em SPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A guerra espalhou o caos sobre o Oriente Médio. No terceiro dia de confrontos, o Irã lançou drones contra a maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita. Israel e o grupo Hezbollah voltaram a se atacar depois de um ano e meio. O Kuwait abateu por engano três aviões caças dos Estados Unidos. Uma base militar do Reino Unido foi atingida no Chipre. O Irã fechou o Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar navios de petróleo. O presidente Donald Trump disse agora que a guerra pode durar entre quatro e cinco semanas. A ONU afirmou que as instalações nucleares iranianas não foram atingidas. E a França anunciou que vai aumentar o arsenal nuclear para proteger a Europa.
O Irã resiste e contra-ataca os Estados Unidos e Israel. O regime ampliou o disparo de mísseis contra bases americanas no Oriente Médio e passou a contar, de forma mais direta, com o apoio de aliados como a milícia libanesa do Hezbollah. O âncora da CNN Caio Junqueira, Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares, Hussein Kalout, cientista político, e os analistas de Internacional da CNN, Lourival Sant'Anna e Fernanda Magnotta, debatem o tema.
Você já deve ter ouvido a narrativa de que a China "abandonou" o Irã em meio aos recentes ataques dos EUA e de Israel (Operações Epic Fury e Roaring Lion) que resultaram na morte do aiatolá Ali Khamenei. Mas será que isso é verdade?Neste vídeo, vamos além das manchetes ocidentais e revelamos como a China está operando nos bastidores para garantir a sobrevivência da República Islâmica. A ausência de tropas chinesas não é covardia ou traição, mas sim a aplicação estrita da Doutrina de Não-Intervenção de Pequim. Descubra como funciona o verdadeiro apoio chinês, que não usa soldados, mas sim bilhões de dólares e tecnologia de ponta.
No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (02): O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, detalhou a ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã, chamada de operação Fúria Épica. Em pronunciamento no Pentágono, afirmou que o regime iraniano construiu, ao longo de décadas, um escudo de mísseis e drones. Segundo ele, a estratégia visava uma chantagem nuclear contra o Ocidente. Donald Trump, segundo Hegseth, não tolerará mais esse tipo de ameaça. A crise no Oriente Médio chegou a um nível que inviabiliza, no curto prazo, qualquer solução diplomática. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. A fala ocorre após o assassinato do líder supremo iraniano. De acordo com o correspondente Luca Bassani, Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu indicam que a ofensiva seguirá até o cumprimento total dos objetivos militares. O Pentágono apresentou novos detalhes da Operação Fúria Épica. Pete Hegseth afirmou que a ofensiva não tem como objetivo implantar uma democracia no Irã. O foco, segundo ele, é a destruição definitiva da capacidade bélica do regime. A missão prioriza mísseis, drones e instalações nucleares construídas por Teerã. O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, atualizou o cenário operacional da ofensiva. Segundo ele, a ação envolve forças cibernéticas, espaciais e navais. Caças F-15 e bombardeiros B-2 realizam missões de até 70 horas. O alvo são instalações subterrâneas, frotas navais e centros de comando da Guarda Revolucionária. Pete Hegseth voltou a reforçar o caráter implacável da operação contra o Irã. Questionado sobre prazos, afirmou que os Estados Unidos não divulgarão seus próximos passos. Garantiu, porém, que a missão é destrutiva e letal. O objetivo é aniquilar fábricas de mísseis e drones, além da capacidade naval e antiaérea iraniana. Em nova entrevista no Pentágono, Pete Hegseth comentou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O secretário disse ter ficado orgulhoso da precisão da ação militar. Ele evitou confirmar a presença de tropas em solo iraniano. Também não indicou prazos para o fim do conflito, citando razões estratégicas. A crise no Oriente Médio segue em escalada e fecha as portas para a diplomacia. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã reiterou que o país não negociará com os Estados Unidos. A declaração ocorreu após o início dos bombardeios. O Irã afirma que manterá postura bélica diante da ofensiva. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, major Rafael Rozenszajn, confirmou a convocação de 100 mil reservistas. Eles atuarão diretamente na linha de frente do conflito. O militar classificou o momento como histórico. Segundo ele, Israel enfrenta uma ameaça existencial. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a cidade de Beit Shemesh, atingida por bombardeios iranianos. Imagens ao vivo mostraram destruição causada por drones. Áreas residenciais e civis também foram afetadas. A visita ocorreu em meio à intensificação do conflito. O Morning Show recebeu o especialista em carreira Marcos Tonin para discutir a importância de um “plano B” profissional. Ele destacou a instabilidade global provocada por guerras e pelos efeitos da pandemia. Segundo Tonin, o modelo tradicional de carreira deixou de existir. A adaptação rápida tornou-se essencial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Vários impérios moldaram, ao longo de séculos, o país dos Ayatollahs. O Irão é, hoje, o resultado de expansões, conquistas e derrotas desde a Antiguidade. Primeiro de cinco episódios extra do Cinco Continentes sobre a História do Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 O Irã não é o alvo00:18 A vitrine da guerra vs. O motor do interesse02:18 O fator petróleo: O posto de gasolina da China03:46 EUA vs China: A guerra energética e o xeque-mate05:20 O Estreito de Ormuz: O gargalo da economia mundial06:38 Flight to Quality: Como proteger seu dinheiro agora07:47 RC Club: Aprenda a investir do zero08:24 RC Wealth: Gestão profissional de patrimônio
O mundo acordou observando uma escalada militar sem precedentes no século. Em 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel lançaram uma agressiva ofensiva nacional contra o Irã, batizada de Operation Epic Fury. O objetivo declarado por Donald Trump? Destruir a indústria de mísseis, o programa nuclear e forçar a queda do regime islâmico.Neste vídeo, fazemos uma análise completa do cenário geopolítico:
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
O Irã sinalizou que pode aceitar concessões em seu programa nuclear para tentar evitar um ataque dos Estados Unidos. A informação foi divulgada neste domingo pela agência de notícias Reuters. Uma autoridade iraniana disse que Teerã considera enviar metade de seu urânio mais altamente enriquecido para fora do país, diluir o restante e participar da criação de um consórcio regional de enriquecimento. Além disso, o Irã estaria disposto a oferecer oportunidades para que empresas norte-americanas atuem nas indústrias de petróleo e gás do país. Os Estados Unidos veem o enriquecimento de urânio dentro do Irã como um caminho para a produção de armas nucleares. O Irã nega estar buscando esse armamento e quer que seu direito de enriquecer urânio seja reconhecido. O presidente americano, Donald Trump, ameaçou atacar militarmente o Irã e o país já disse que daria uma resposta, mas as duas nações devem realizar a terceira rodada de negociações na próxima quinta-feira. Em entrevista à Rádio Eldorado, Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, disse que a situação ainda é imprevisível e ressaltou que, além da questão nuclear, os Estados Unidos têm como preocupações o programa de mísseis do Irã e o financiamento do país a grupos terroristas. Ele apontou, no entanto, que um eventual acesso ao petróleo iraniano pode ser interessante para os americanos. “O Irã está tentando uma jogada que vários líderes globais já entenderam, que a mentalidade de Donald Trump é de negociante”, avaliou. See omnystudio.com/listener for privacy information.
En las calles empedradas de Saltillo, donde el viento norte silba entre sierras áridas y casonas coloniales, una hija abandonó a su madre agonizante por el embrujo de un baile. Tacones rojos resonaron en la Plaza de Armas... pero al alba, solo halló culpa y muerte. Desde entonces, el tac-tac-tac de La Taconera vaga por Juárez y Bravo, susurrando remordimientos que hielan el alma de hijos descuidados. ¿Oirás sus pasos esta noche?Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/cronicas-de-espanto--3359223/support.
En este episodio de BIMrras vamos a meterle el bisturí a uno de esos temas que suelen dar más sueño que ganas: el LOIN, o para los amigos, el “Level of Information Need”. Pero antes de que busques una excusa para no escuchar, déjame decirte algo: si alguna vez has abierto un modelo BIM y has sentido que pesaba más que el archivo de impuestos de Hacienda, o si te has preguntado por qué tu validación ha fallado sin que nadie te sepa explicar por qué, entonces esto te interesa. Aquí no vamos a hablar de teoría abstracta, sino de cómo gestionar la información en tus proyectos para que no acabes con un modelo tan lleno de datos inútiles que ni el propio Revit sepa qué hacer con él. Porque esto va de poner orden, de evitar el “por si acaso” y de decidir con cabeza qué datos metes, para qué y para quién. Bienvenido al episodio 198 de BIMrras! Contenido del episodio: 00:00 - Introducción y presentación del episodio 02:10 - ¿Para qué lo quieres? La pregunta que lo cambia todo 07:45 - LOD vs LOIN: geometría vs necesidad 13:20 - Obesidad modelada: el síndrome del modelo hinchado 18:30 - IDS: cómo comprobar si tu modelo está bien informado 26:40 - Requisitos y jerarquía de la información (OIR, AIR, EIR) 34:15 - El caos en la entrega de información y el handover 41:05 - El gran olvidado: Facility Management 48:20 - ¿Quién es responsable de definir el LOIN? 54:00 - Lo que deberías preguntarte antes de meter información 58:10 - Cierre y conclusiones del episodio
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (29): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que o próximo ataque contra o Irã “será muito pior” caso o país não aceite negociar um acordo sobre armas nucleares. Em publicação nas redes sociais, Trump pediu que Teerã se sente rapidamente à mesa para firmar um entendimento que impeça o desenvolvimento de armamento nuclear, alegando que o tempo está se esgotando. O Irã reforçou o embate com os Estados Unidos após novas ameaças do presidente americano e respondeu nesta quarta-feira (28) avisando que qualquer ação militar de Washington será considerada o início de uma guerra. O conselheiro sênior do líder supremo iraniano afirmou em publicação nas redes sociais que um “ataque limitado” é uma ilusão e que a resposta de Teerã seria imediata, abrangente e sem precedentes. A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar a atuação de influenciadores digitais no chamado caso Master, com foco em duas principais suspeitas de crimes: difamação e obstrução de justiça. Segundo investigadores, há indícios de tentativas de atrapalhar o andamento das apurações ou de manipular o resultado das investigações criminais. A PF analisa provas já colhidas e busca identificar quais condutas criminosas podem ter ocorrido ao longo do caso. O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que há indícios de crime organizado no caso Banco Master e estuda incluir a investigação no escopo da comissão. Segundo ele, há relatos de relações suspeitas do grupo controlador do banco com figuras dos três Poderes, o que pode levar a pedidos de quebra de sigilo fiscal, bancário e telemático dos envolvidos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, terá nesta quinta-feira (29) seu primeiro encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro após o lançamento da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, anunciado em dezembro. Tarcísio deve visitar Bolsonaro na Papudinha para conversar sobre as eleições. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, anunciou que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi convocado para depor na comissão na próxima semana. Além dele, também foi chamado o ex-presidente do Banco BMG, Luiz Félix Cardamone Neto, ambos investigados no caso de fraudes envolvendo descontos irregulares contra aposentados e pensionistas. Os depoimentos estão previstos para a próxima quinta-feira (05). Empresários de São Paulo e parte do setor financeiro da Faria Lima passaram a tratar como concreta a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Antes vistos com desconfiança quanto à viabilidade e à continuidade do projeto político, esses grupos agora avaliam que terão de considerar Flávio no tabuleiro eleitoral. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, afirmou que a construção de uma candidatura presidencial da chamada terceira via para 2026 pode envolver um processo interno mais complexo, mas avaliou que isso tende a fortalecer o nome escolhido. Segundo ele, debates e negociações dentro do partido são positivos para consolidar uma candidatura competitiva. A declaração foi feita ao comentar a chegada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao PSD. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no primeiro turno da disputa presidencial, segundo levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas. No entanto, em cenários de segundo turno, o petista aparece em empate técnico tanto com o senador Flávio Bolsonaro quanto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. De acordo com a pesquisa, Lula registra 44,8% contra 42,2% de Flávio Bolsonaro e 43,9% frente a 42,5% de Tarcísio, indicando uma disputa acirrada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (27): O Irã advertiu os Estados Unidos de que responderá “com força” e de maneira “enérgica” a qualquer agressão, após a chegada de um porta-aviões americano ao Oriente Médio. Em comunicado oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que o país confia em suas próprias capacidades militares e que a presença do navio de guerra não afetará sua determinação. Autoridades iranianas instalaram um painel mostrando um porta-aviões destruído com a mensagem de que “quem semeia vento, colhe tempestade”. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram uma operação para desarticular um esquema criminoso suspeito de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde. Ao todo, são cumpridos 35 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Norte, além de medidas cautelares e patrimoniais. As investigações apontam irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública, com indícios de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e sobrepreço, envolvendo empresas que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, em dezembro de 2024, de uma reunião fora da agenda oficial com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e com Gabriel Galípolo, então indicado à presidência do Banco Central. O encontro teria sido articulado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que levou Vorcaro e o ex-CEO do banco, Augusto Lima, ao Palácio. Em um telefonema classificado como "altamente produtivo", o presidente Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceram as bases para uma nova parceria de segurança. O foco central é o asfixiamento financeiro de facções criminosas, com ênfase na repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas. O INSS decidiu prorrogar até 20 de março o prazo para beneficiários contestarem descontos indevidos em seus benefícios. A medida foi tomada após problemas técnicos no portal Meu INSS, registrados desde a última segunda-feira (19), que dificultaram o acesso dos usuários. Segundo o instituto, a Dataprev foi cobrada para prestar esclarecimentos, especialmente porque uma manutenção programada deixará os sistemas fora do ar entre 27 de janeiro e 1º de fevereiro. A OAB-SP enviou nesta segunda-feira (26) ao ministro Edson Fachin uma proposta de código de conduta para o STF. O texto proíbe manifestações político-partidárias de ministros e exige quarentena de três anos para advocacia após o mandato. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Leonardo Sica, presidente da OAB-SP. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o 19º Batalhão da Polícia Militar apresente, em até cinco dias, um relatório completo sobre a rotina do ex-presidente Jair Bolsonaro desde sua transferência para uma Sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da PMDF, conhecido como “Papudinha”, no Complexo Penitenciário da Papuda. Bolsonaro havia sido mantido anteriormente na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e foi transferido em 15 de janeiro. O deputado estadual Paulo Fiorilo (PT-SP) enviou ofícios ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) solicitando informações sobre possíveis prejuízos em fundos de Previdência municipais que aplicaram recursos no Banco Master. Segundo o parlamentar, cidades paulistas teriam investido cerca de R$ 218 milhões em títulos que ficaram indisponíveis após a liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central. Fiorilo alerta que a situação pode comprometer o pagamento de aposentadorias e pensões e pressionar as finanças das prefeituras, responsáveis por cobrir eventuais déficits dos regimes próprios de Previdência. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No final de 2025, o Irã voltou ao centro do noticiário internacional, mas não por uma guerra externa ou por negociações nucleares. O que vemos agora são protestos internos de grande escala, espalhados por diversas cidades, impulsionados por uma combinação explosiva de crise econômica, repressão política e desgaste profundo do regime. Com relatos de milhares de mortos, prisões em massa e apagões de internet, as manifestações levantam uma pergunta central: estamos diante de mais um ciclo de repressão brutal ou de uma fissura estrutural no sistema político iraniano?O Irã de hoje expõe um dilema conhecido em outros contextos autoritários: um Estado que se sustenta pela repressão, mas que enfrenta uma sociedade cada vez mais fragmentada, cansada e sem ilusões. Ao mesmo tempo, a oposição, dentro e fora do país, aparece dividida, disputando legitimidade, narrativas e até símbolos do passado. Enquanto o regime acusa interferência estrangeira e tenta controlar a informação, manifestantes arriscam a vida em um ambiente de violência extrema e isolamento digital. Para discutir o que está por trás dessas manifestações, os limites da oposição iraniana, o papel da comunidade internacional e os cenários possíveis para o futuro do país, a gente conversa hoje com Monique Sochaczewski, doutora em História, Política e Bens Culturais, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM)
Num Leste/Oeste dedicado a vários focos críticos da geopolítica internacional, Nuno Rogeiro começa por fazer uma análise ao ato eleitoral deste domingo em Portugal, com a primeira volta das Presidenciais a decorrer durante o seu comentário. Em Gaza, discute-se a criação de uma nova estrutura de governação integrada no chamado “Plano Trump”, com um executivo tecnocrata palestiniano, apoio internacional alargado e comando de segurança norte-americano, levantando dúvidas sobre viabilidade e legitimidade. Na Venezuela, os EUA e o regime de Maduro vivem uma fase paradoxal, marcada por contactos diplomáticos diretos, detenções internas e operações secretas. O Irão surge como um dos cenários mais graves, com relatos de repressão violenta, mortos em manifestações e acusações cruzadas entre o regime, a oposição e potências externas, enquanto uma intervenção militar americana é suspensa. No Ártico, a Gronelândia torna-se ponto de tensão entre EUA, Dinamarca e aliados da NATO. A Ucrânia enfrenta uma emergência energética, mas mantém capacidade ofensiva e acelera a modernização militar. Nesta emissão de 18 de janeiro, na SIC Notícias, Rogeiro aborda ainda o reposicionamento da China, o reforço da defesa europeia e o papel das forças portuguesas em missões internacionais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Irã que domina as manchetes hoje, com drones, mísseis e tensões geopolíticas, não surgiu do nada. O estopim de muito do que vemos no Oriente Médio aconteceu em 1979. Mas como um país que era o farol da modernidade ocidental na região sofreu uma transformação tão radical? Neste diagnóstico completo, mergulhamos nos bastidores da Revolução Iraniana. Entenda o papel das grandes potências, a exploração do petróleo e como a queda do Xá Reza Pahlavi abriu caminho para o regime dos Aiatolás. Se você quer entender por que o Irã se tornou o centro dos maiores conflitos contemporâneos e como a Crise dos Reféns mudou a diplomacia mundial, este vídeo resume a história em poucos minutos.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (15): Após visitar Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro voltou a criticar as condições da sala onde o ex-presidente está detido, classificando o ambiente como barulhento e prejudicial. O parlamentar também comentou a pesquisa Quaest divulgada nesta semana, afirmando que não há grande distância entre ele e o presidente Lula nas intenções de voto. Além disso, Flávio falou sobre o episódio envolvendo Michelle Bolsonaro, que indicou apoio a Tarcísio de Freitas. Um roubo a uma padaria terminou em troca de tiros na tarde desta terça-feira (14) nos Jardins, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo. Câmeras de segurança registraram a chegada dos suspeitos em um carro vermelho, a abordagem a clientes e funcionários e a tentativa de roubo de uma correntinha. Um policial civil que presenciou a ação reagiu e atirou contra um dos criminosos, que foi baleado, mas conseguiu fugir. Durante a fuga, um dos envolvidos chegou a ser atropelado. Um homem que presenciou um assalto a um casal decidiu intervir e usou uma arma de choque contra um dos criminosos na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. A ação só foi interrompida quando o comparsa do bandido apareceu, apontou uma arma de fogo e disparou um tiro para o alto, forçando o cidadão a recuar. Toda a cena foi registrada por câmeras de segurança. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República fique responsável pela perícia dos materiais coletados no caso envolvendo o Banco Master, retirando essa atribuição da Polícia Federal. Na decisão, assinada nesta quarta-feira (14), Toffoli fez críticas diretas ao Banco Central, apontando vulnerabilidades na regulação e na fiscalização da instituição financeira, o que ampliou a tensão institucional em torno do caso. A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que 46% dos brasileiros aprovam a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, em que o presidente Nicolás Maduro foi capturado e levado para julgamento em Nova York. Outros 39% desaprovam a operação, e 15% disseram não saber ou não responderam. O Irã reabriu o espaço aéreo nesta quinta-feira (15) após quase cinco horas de suspensão das operações, em meio a temores de uma possível ação militar dos Estados Unidos. A decisão ocorre em um cenário de forte instabilidade interna, com protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei que já resultaram em mais de 3,4 mil mortes, segundo dados atualizados por uma ONG internacional de direitos humanos. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Houssein Kalout, cientista político. O navio-hospital chinês Ark Silk Road atracou no porto do Rio de Janeiro no dia 8 de janeiro e parte do Brasil nesta quinta-feira (15), deixando um rastro de desconfiança entre militares brasileiros. Segundo fontes das Forças Armadas, a embarcação possui equipamentos com capacidade de coletar informações estratégicas sobre portos e características geográficas do litoral nacional. A falta de clareza por parte do governo chinês sobre a real missão do navio no país gerou desconforto e acendeu um alerta em meio ao atual cenário de tensões geopolíticas na América Latina. As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos em Bacabal, no interior do Maranhão, entraram nesta quinta-feira (15), no 12º dia e passam para uma nova etapa: equipes do Corpo de Bombeiros já iniciaram uma operação de mergulho em um lago a cerca de 2 km do povoado São Sebastião dos Pretos, local de onde as crianças saíram no último dia 4 de janeiro. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O Irã passa por uma grave crise, com protestos espalhados por várias cidades e centenas de vítimas fatais. O presidente Trump conclamou os iranianos a derrubar o regime e prometeu ajuda. Os EUA atacarão o Irã? Mesmo sem a presença de meios militares relevantes no Oriente Médio?Esse é o principal assunto da live de hoje, mas também abordaremos os principais assuntos estratégicos e geopolíticos da semana.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
O Irã vai executar hoje o primeiro dos manifestantes presos na atual onda de protestos. O jovem de 26 anos não teve direito a defesa nem julgamento, segundo ONGs. O presidente dos EUA confirmou que vai intervir no país.No Brasil, o Rio de Janeiro sofre com uma onda de calor. A cidade teve a maior temperatura do ano ontem. Milhares de pessoas passaram mal e, os moradores de bairros pobres ainda sofrem com apagão. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
A Polícia Federal deflagrou uma nova operação sobre o Banco Master e bloqueou R$ 5,7 bilhões. Os agentes fizeram buscas em endereços da família Vorcaro e apreenderam o celular do empresário Nelson Tanure. O ministro Dias Toffoli determinou que o material apreendido fique na Procuradoria-Geral da República. Os Estados Unidos fizeram manobras militares no Oriente Médio. O Irã ameaçou reagir e bombardear bases americanas na região. Alemanha, Suécia e Noruega decidiram enviar soldados para a Groenlândia. O governo americano suspendeu vistos de imigrantes de 75 países, incluindo o Brasil.
O Irã vive hoje uma das crises mais profundas de sua história moderna. Quase 50 anos após a Revolução de 1979, a população volta às ruas de 25 províncias em um movimento massivo motivado pela desvalorização recorde da moeda, crises hídricas severas e uma ditadura que sufoca a liberdade. Com a economia em colapso e o poder de compra derretendo, os iranianos enfrentam a violência estatal e o apagão da internet para exigir mudanças no tabuleiro geopolítico. Neste vídeo, analisamos como a corrupção e a má gestão interna pesam mais que as sanções internacionais, e qual o papel estratégico dos Estados Unidos e de Israel neste cenário explosivo que pode mudar o Oriente Médio para sempre. _____________ Protestos no Irã 2026, Geopolítica do Oriente Médio, Revolução Islâmica 1979, Crise econômica Irã, Donald Trump Irã, Aiatolá Ali Khamenei, Moeda do Irã Rial, Guerra Israel e Irã, Brasil Paralelo geopolítica, Liberdade de expressão Irã, Pahlavi Irã, Documentário From the River to the Sea
O Irão está de novo a ferro e fogo, que é a única forma que o regime encontra sempre que há manifestações nas ruas das principais cidades. Há centenas de mortos e Trump ameaçou intervir militarmente. O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano apresentou-se desafiante e a dizer que estão prontos para a guerra, mas manifestou disponibilidade para negociar. Como vai o país sair da crise? À procura de respostas, conversamos neste episódio com o comentador da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (29): O Irã afirmou que está dedicado a uma guerra declarada contra os EUA, a Europa e Israel. O líder iraniano diz que responderá a qualquer tipo de agressão contra o seu país. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A Polícia Militar de São Paulo prendeu ao menos 17 detentos que voltaram a cometer crimes durante a saidinha de Natal. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 29 de dezembro. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A onda de calor, com máximas de 40ºC, impacta a rotina dos paulistas e pode afetar o bem-estar das pessoas. Em meio às altas temperaturas, especialistas recomendam hidratação e uma alimentação regrada. Reportagem: Matheus Dias. A acareação marcada pelo ministro do STF Dias Toffoli no caso da compra do Banco Master está marcada para a próxima terça-feira (30). Serão ouvidos o dono do banco, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o atual diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Reportagem: Janaína Camelo. Com a chegada do Ano Novo, os paulistas podem ter que desembolsar mais dinheiro para o transporte de ônibus. O prefeito Ricardo Nunes afirmou que um reajuste no valor da tarifa do transporte público é praticamente inevitável. O sorteio da Mega da Virada paga R$1 bilhão e os brasileiros já fazem as contas e os planejamentos do que fazer com o montante. É melhor ter sorte ou estratégia? O repórter Misael Mainetti pergunta à população. Reportagem: Misael Mainetti. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, Marina Lacerda, uma das vítimas de abuso do empresário Jeffrey Epstein, afirmou que a divulgação parcial dos arquivos é uma “ofensa a quem lutou por Justiça”. Reportagem: Talita Souza. O debate em torno do combate à criminalidade e da segurança pública ganhou destaque em 2025. O Distrito Federal é considerado um exemplo no setor, com o monitoramento dos presídios sendo uma das principais ações do estado. Reportagem: Janaína Camelo. A audiência de custódia completa 10 anos no Brasil e a medida representa um marco na defesa dos direitos humanos, além da luta contra a violência institucional. Em 2025, foram realizadas 1.206 sessões em seis estados. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a criação de um grupo de trabalho informal visando estreitar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia. O time norte-americano será liderado por Jared Kushner e Steve Witkoff. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nicki Minaj Goes off on The Breakfast Club & Jay-Z+ She Accuses Keyshia Ka'Oir of Copying her style
131Aquel día salió Jesús de casa y se sentó junto al mar. 2Y acudió a él tanta gente que tuvo que subirse a una barca; se sentó y toda la gente se quedó de pie en la orilla. 3Les habló muchas cosas en parábolas: «Salió el sembrador a sembrar. 4Al sembrar, una parte cayó al borde del camino; vinieron los pájaros y se la comieron. 5Otra parte cayó en terreno pedregoso, donde apenas tenía tierra, y como la tierra no era profunda brotó enseguida; 6pero en cuanto salió el sol, se abrasó y por falta de raíz se secó. 7Otra cayó entre abrojos, que crecieron y la ahogaron. 8Otra cayó en tierra buena y dio fruto: una, ciento; otra, sesenta; otra, treinta. 9El que tenga oídos, que oiga». 10Se le acercaron los discípulos y le preguntaron: «¿Por qué les hablas en parábolas?». 11Él les contestó: «A vosotros se os han dado a conocer los secretos del reino de los cielos y a ellos no. 12Porque al que tiene se le dará y tendrá de sobra, y al que no tiene, se le quitará hasta lo que tiene. 13Por eso les hablo en parábolas, porque miran sin ver y escuchan sin oír ni entender. 14Así se cumple en ellos la profecía de Isaías: “Oiréis con los oídos sin entender; miraréis con los ojos sin ver; 15porque está embotado el corazón de este pueblo, son duros de oído, han cerrado los ojos; para no ver con los ojos, ni oír con los oídos, ni entender con el corazón, ni convertirse para que yo los cure”. 16Pero bienaventurados vuestros ojos porque ven y vuestros oídos porque oyen. 17
Happy Tuesday, Reigndrops! Carlos, Claudia, and Dustin are back to serve up all the sHOT topics from last week’s headlines. From Rasheeda Frost to Keyshia Ka’Oir, we’re throwing back drinks and spilling our opinions. Plus, special guest Maurice Scott from Love & Marriage: Huntsville joins us to play a few games and recap the latest episode!See omnystudio.com/listener for privacy information.