Podcasts about em julho

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Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Lau Ro - 17/07/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 58:48


Brasileño de São Paulo, residente en la ciudad inglesa de Brighton, el artista no binario Lau Ro acaba de publicar su segundo disco, 'Lau', con canciones como 'Mito do fim', 'Feel', 'O nó', 'Simplesmente' o 'Tecelagem'. Además, la cantante Elsa Johanna Mohr y el guitarrista Flávio Nunes con 'Água de coco', 'Que bandeira', 'Colo de Rio' y 'Tudo que você podia ser' de su nuevo disco 'Em Julho' editado hoy mismo. Y del disco póstumo de Lô Borges, 'A estrada', sus canciones 'Pousada', 'Sem saída' y 'Travessia do deserto'. Despide Pat Metheny con 'So far so good' y 'Don´t look down' de su disco 'Side eye III +'.Escuchar audio

Minuto da Economia
Bandeira amarela em julho ( novo episódio)

Minuto da Economia

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026


JORNAL DA RECORD
06/07/2026 | Edição Exclusiva: São Paulo intensifica vacinação contra sarampo em julho

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 4:19


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A cidade de São Paulo iniciou uma campanha de reforço na vacinação contra o sarampo. Durante todo o mês de julho, a vacina será aplicada em quatro estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). As ações ocorrem nas estações Comendador Ermelino e Itaim Paulista na linha 12-Safira; e São Miguel Paulista e Guaianases na linha 11-Coral. E ainda: Incêndios florestais avançam pela Europa em meio a onda de calor.

Vida em França
O masculinismo em França, um fenómeno que deixou de ser periférico

Vida em França

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 15:36


No passado dia 24 de Junho, foi publicado aqui em França um relatório do Senado sobre os movimentos masculinistas. Outrora considerado um fenómeno social periférico, o masculinismo, uma forma agressiva do machismo que pode inclusivamente traduzir-se, em tentativas de assassínios ou actos terroristas dirigidos contra mulheres, tem vindo a ter cada vez mais eco nomeadamente junto da população jovem. Ao cabo de sete meses de trabalho e entrevistas a varias centenas de pessoas, a comissão dos direitos das mulheres do Senado chegou à conclusão que o fenómeno que abrange os "incels" -solteiros involuntários- e outros subgrupos tendencialmente ligados à extrema-direita representa um “risco real para a democracia e a coesão social”, constituindo um “movimento social e político” estruturado, que coloca em questão a igualdade entre homens e mulheres. As autoras do documento recordam nomeadamente dados já apresentados num relatório governamental do inicio deste ano, segundo os quais 22 milhões de franceses reconhecem aderir a pelo menos uma forma de sexismo, sendo que entre eles, 10 milhões -ou seja 17% da população francesa- se reconhecem numa forma de sexismo "hostil". O relatório cita ainda os resultados de um estudo da Universidade de Dublin, segundo o qual, nas redes sociais, nomeadamente o TikTok e o YouTube, um jovem é exposto a conteúdos masculinistas no espaço de apenas 23 minutos. Foi neste âmbito que a RFI falou com Luísa Semedo, militante feminista e investigadora associada na área de filosofia na Universidade da Sorbonne Nouvelle. O que é o masculinismo Para a universitária "O masculinismo é uma forma mais radical, daquilo que nós já conhecíamos, que era o machismo, o patriarcado, o sexismo, mas agora com uma forma radicalizada, que é uma forma que tem uma acção que vai para além das palavras. Ou seja, muitas destas pessoas que estão no masculinismo são consideradas praticamente como terroristas, ou seja, são pessoas que podem passar a actos violentos contra mulheres. Há uma continuidade nesta questão da dominação dos homens em relação às mulheres e do sexismo, àquilo que nós conhecemos até agora. Tem uma forma 'normalizada'. E esta nova forma, que é a forma hostil, é uma forma de organização que permite fazer mal às mulheres de forma muito mais radical e mais criminalizada". Segundo a estudiosa, o surgimento desta forma mais agressiva do sexismo tem elo com a maior afirmação do feminismo nestes últimos anos, nomeadamente através de movimentos como o 'Metoo'. "Cada vez que há avanços em relação a direitos, há muitas vezes a reacção daqueles que se julgam ser os lesados desse avanço de direitos. E aqui é o caso. Ou seja, o facto de haver um movimento feminista que é forte e que tem conseguido algumas conquistas, faz com que haja esta reacção de pânico em relação a este movimento progressista. E há um segundo factor, que me parece bastante importante, que é a questão das redes sociais. Ou seja, nós estamos aqui face a um fenómeno que não conhecíamos antes, que é uma forma de propagar estas ideias, que é muito mais rápida, que é mundial, e que permite esta radicalização", considera. A sensibilização, a educação e a economia como vectores de luta No seu relatório, as senadoras fazem um pouco mais de 20 recomendações, nomeadamente em torno das redes sociais, a seu ver o principal vector desta ideologia. Apelam a uma maior vigilância, mais transparência nos algoritmos que condicionam o acesso a determinados conteúdos, e também que as páginas masculinistas deixem de poder gerar rendimentos financeiros. Preconizam ainda aulas dedicadas às relações homem-mulher nas escolas, bem como campanhas de sensibilização no seio da população. Luísa Semedo identifica precisamente a educação e a 'economia do masculinismo' como sendo pistas estratégicas de luta. "Deve haver duas frentes de combate: uma que passa pela educação, como é óbvio. Ou seja, é fazer com que estes jovens, mesmo que se confrontem com este tipo de conteúdos, entendam porque é que é mau, entendam qual é o perigo e não adiram a estas teses. E a segunda frente é atacar de forma legal quem produz estes conteúdos. Parece-me, para já, desmonetizar eventualmente este tipo de canais, porque é preciso perceber que aqui também é uma questão de dinheiro que está presente. Os masculinistas, os que são os gurus do masculinismo, ganham dinheiro com isto e, portanto, têm todo o interesse em continuar. E se forem desmonetizados e se forem também responsabilizados por aquilo que estão a divulgar, penso que também é uma das formas de combater", diz. Constam também no relatório a preconização de aumentar os financiamentos para as organizações de protecção das mulheres e o apelo para que o problema seja tratado a nível interministerial como sendo um caso de segurança pública. "Sem dúvida que é necessário que o combate também seja por várias frentes e neste caso tem que haver a implicação de vários ministérios. Tem que haver a implicação de algo que se possa criar. Estou de acordo com isso e que haja fundos para que isso seja feito. Mas também é preciso dizer que já há um trabalho de terreno de anos de muitas associações feministas e que já têm as suas redes, já têm as suas formas de funcionar, que são eficazes e que, portanto, também necessitam de dinheiro. Parece-me também importante fazer isso", reforça Luisa Semedo. França é o segundo país europeu em termos de financiamento ao activismo anti-género De acordo com a Amnistia Internacional, desde o começo da década de 2010, os movimentos sexistas estruturaram-se até se tornarem uma rede amplamente financiada e transnacional, a França sendo até o segundo país europeu em termos de fundos dedicados ao activismo anti-género. A Amnistia Internacional identifica "actores privados, grupos políticos e instituições que permitem a existência de estruturas e associações mais pequenas do movimento anti-género" através do seu financiamento. Num contexto de crescente visibilidade desta corrente, o risco de ataques terroristas masculinistas é acompanhado de perto pelos serviços de inteligência interna (DGSI), que vigiam "uma dezena de indivíduos susceptíveis de radicalização violenta". Segundo o senado, todos têm menos de 21 anos. Em Julho de 2025, a Procuradoria Antiterrorista acusou jovem estudante de 18 anos de ter o projecto de atacar mulheres com facas. "Estamos num nível de alerta que me parece o apropriado, ou seja, levar a sério, não achar que é só uma questão de moda ou de uma questão só de uns miúdos que se interessam por aquilo e mais ninguém se interessa. Não, nós estamos a falar de toda uma geração que está submetida a este tipo de influências e com vários casos já no mundo de tentativas ou de atentados contra mulheres vindo masculinista que foram perpetrados e que foram conseguidos. Portanto, nós estamos mesmo a falar aqui de um verdadeiro perigo já urgente", considera a investigadora. O masculinismo e o mundo do espectáculo Acaso do calendário, a divulgação do relatório do Senado sobre o movimento masculinista em França coincidiu com a "Fashion Week" de Paris. Uma das figuras convidadas para desfilar para uma das marcas presentes no evento, foi Braden Peters, um jovem 'influencer' masculinista americano de 21 anos conhecido sob o nome de 'Clavicular'. Adepto do culto extremo do corpo, próximo dos neonazis no seu país, ele ilustrou-se nomeadamente por filmar-se a ter uma overdose, a atropelar um homem com a sua carrinha, a matar a tiro um crocodilo, e -obviamente- a humilhar mulheres em directo no seu canal. Para Luísa Semedo, a presença deste jovem na semana da moda parisiense demonstra que "já estamos perante formas que começam a ser 'glamourizada', ou seja, já não estamos só naquele fenómeno do 'incel', ou seja, daqueles solteiros involuntários vistos como o estereótipo de rapazes pelos quais nenhuma miúda se interessa. Nós estamos agora face a 'influencers' que têm um certo 'glamour', um certo charme em relação àquilo que estão a fazer. Ou seja, ainda são mais apelativos para muitos jovens que vão sentir essas pessoas como modelos. E, portanto, é uma diversificação justamente das formas como o masculinismo pode ter". "A questão de que me parece importante é a do dinheiro. É sem dúvida, tentar fazer com que isto não renda, porque isto rende dinheiro não somente para os 'influencers', mas para a própria sociedade do espectáculo. E portanto, este último caso é um bocado o exemplo disto. Ou seja, a partir do momento em que, de alguma forma, isto render dinheiro, muitas pessoas vão se interessar. E também dizer que tudo isto tem impacto, depois, apesar de tudo, nos próprios partidos políticos, em como estas gerações vão votar, que provavelmente vão ser mais sensíveis a partidos de extrema-direita. E, portanto, isto vai ter impacto em toda a sociedade, não só nos mais jovens", conclui a estudiosa.

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Aneel mantém bandeira amarela nas tarifas de energia em julho

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 1:09


A bandeira tarifária amarela será mantida nas contas de luz em julho. A cobrança adicional ocorre por causa das condições menos favoráveis para a geração de energia nas hidrelétricas, o que aumenta o uso de usinas mais caras. A orientação é reforçar o consumo consciente para reduzir o impacto no orçamento.

Economia dia a dia
O primeiro modelo português de inteligência artificial chega em julho: para que vai servir?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 4:15


Chama-se AMALIA, é o primeiro modelo de inteligência artificial desenvolvido especificamente para o português de Portugal e deverá ser lançado nos primeiros dias de julho. Criado com financiamento do PRR e disponibilizado em código aberto, o sistema foi pensado para servir de base a novas aplicações em áreas como a educação, a cultura, o atendimento ao cidadão e a defesaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Colheita do milho vai se intensificar em julho e preços devem sentir a pressão no mercado brasileiro

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 13:27


Em Chicago, clima para desenvolvimento da safra norte-americana deve ser o balaziador do mercado

Radioagência
Relator sugere permissão para dirigir a partir dos 16 anos; texto será votado em julho em comissão especial

Radioagência

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026


Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Obras na Serra do Corvo Branco avançam e reabertura parcial do tráfego pode ocorrer em julho

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 11:30


A expectativa é de que o trecho possa ter uma reabertura parcial ao tráfego já no mês de julho, operando em sistema de meia pista e com horários controlados. A medida permitirá o retorno gradual da circulação de veículos em uma importante ligação entre a Serra Catarinense e o Litoral do Estado. Além da relevância para o transporte de cargas e para a logística regional, a SC-370 também é reconhecida pelo forte potencial turístico. A Serra do Corvo Branco é um dos principais cartões-postais de Santa Catarina, atraindo visitantes de diversas regiões do país. Enquanto o trecho superior da serra já recebeu pavimentação asfáltica, os trabalhos atuais estão concentrados na chamada curva “W”, localizada logo após o famoso corte na rocha, conhecido como “fenda”. No local, as equipes atuam na pavimentação em concreto e no alargamento da plataforma da rodovia. As obras também incluem serviços de contenção para garantir maior segurança aos usuários. Entre as intervenções estão a aplicação de concreto projetado nas encostas e a instalação de telas metálicas para estabilização dos taludes e prevenção de deslizamentos. O andamento dos trabalhos foi detalhado pelo coordenador regional de infraestrutura no Planalto Catarinense, Ricardo Costa, durante entrevista concedida ao programa Cruz de Malta Notícias nesta terça-feira (16). Segundo ele, o cronograma segue evoluindo e já permite projetar a retomada parcial do tráfego nas próximas semanas, representando mais um passo importante para a conclusão de uma obra aguardada há mais de 50 anos pela população catarinense.

Olho Vivo
Olho Vivo | 18/05/2026 - Prefeitura de Getúlio Vargas abre concurso com salários de até R$ 20,9 mil; provas ocorrem em julho

Olho Vivo

Play Episode Listen Later May 18, 2026 13:54


Com salários que chegam a R$ 20.976,09 e oportunidades distribuídas em 39 carreiras diferentes, a Prefeitura de Getúlio Vargas abriu as inscrições para o seu novo concurso público. Em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, na manhã desta segunda-feira (18), a secretária municipal de Administração, Tatiane Giaretta, afirmou que o certame é um passo fundamental para garantir a continuidade e a qualidade dos serviços prestados à comunidade.

Convidado
Relatório mundial denuncia abusos de direitos humanos em Angola e Moçambique

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 9:42


O relatório da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos a nível mundial, em 2025, aponta uma série de abusos em Angola e Moçambique. Sheila Nhancale, investigadora no departamento africano da Human Rights Watch, alerta que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola, com, por exemplo, abusos policiais e limitações à liberdade de reunião e de imprensa. Por outro lado, “a situação continua preocupante em Moçambique” devido à  insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, feminicídios e repressão dos protestos pós-eleitorais. Foi publicado, esta quarta-feira, o relatório anual da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos em mais de 100 países e regiões, incluindo Estados africanos, americanos, asiáticos, europeus e do Médio Oriente, bem como organizações regionais como a União Africana e a União Europeia. Neste programa, olhamos apenas para Angola e Moçambique, os dois países que estuda Sheila Nhancale, investigadora na Human Rights Watch. “Os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola No capítulo dedicado a Angola, a Human Rights Watch aponta que a polícia recorreu, em 2025, ao uso excessivo da força, em alguns casos letal, para dispersar protestos, bem como a detenções arbitrárias de manifestantes, activistas e jornalistas. Em entrevista à RFI, Sheila Nhancale confirmou que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados nesse país”. “Nós constatámos que as forças de segurança angolanas continuaram a não respeitar os direitos dos cidadãos, limitando o direito à liberdade de reunião e à liberdade de imprensa. Mantiveram cidadãos presos por longos períodos sem julgamentos justos, sem acusações claras e específicas. Nós reportámos e verificámos que os direitos das crianças em Angola também são um problema que deve ser abordado, para além da insegurança alimentar”, declarou a investigadora. Sheila Nhancale lembra, também, o que aconteceu em Julho de 2025, quando a polícia usou força excessiva e ilegal contra manifestantes, na sequência da greve dos taxistas e do aumento do preço dos combustíveis.   “Em Julho de 2025, o Estado angolano decidiu cortar os subsídios aos combustíveis. Como consequência, teve aumentos de cerca de 300% em termos de compra de combustível em Angola, o que gerou protestos ao nível nacional, em que os taxistas decidiram fazer greves de protestos contra esta subida de preços. Aquilo que inicialmente era um protesto pacífico passou a ser marcado por violência, principalmente da polícia, contra os grevistas. Cerca de 30 pessoas foram mortas, durante esse período, a tiro maioritariamente pela polícia. Então, notamos que houve uso desnecessário e excessivo da força e também de armas contra cidadãos angolanos para limitar um direito - que é consagrado na Constituição da República de Angola e também em instrumentos internacionais - que é o direito à reunião e manifestação”, explica. Por outro lado, é referido que, em Fevereiro, a polícia deteve um correspondente da Deutsche Welle, bem como outras pessoas, incluindo dois deputados da oposição, durante uma marcha contra o assassínio de idosas na província do Kwanza Norte. Em Março, foram detidas dez mulheres durante uma manifestação contra a violência de género, em Luanda. No que toca à liberdade de imprensa, o relatório assinala que, em Setembro, um tribunal de Luanda suspendeu uma greve nos órgãos de comunicação social estatais e que, em Agosto, o Serviço de Investigação Criminal deteve dois jornalistas no âmbito de um processo relacionado com terrorismo que envolvia dois cidadãos russos, acusando-os de crimes como a partilha de “informação falsa” nas redes sociais, sem fornecer detalhes. Outro caso ocorreu em Maio quando a RTP denunciou a expulsão da sua equipa que se preparava para cobrir um evento na Presidência da República, em Luanda. A HRW aponta ainda o não cumprimento do direito a um julgamento justo, referindo que 198 pessoas condenadas em 2024 por alegada participação em protestos a favor da autonomia regional continuavam, em Setembro de 2025, detidas à espera de decisões sobre os seus recursos. Outro aspecto mencionado é o recrudescimento das tensões no enclave de Cabinda, onde confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), em Maio, provocaram a morte de, pelo menos, seis civis.   “A situação continua preocupante em Moçambique” Em Moçambique, a ONG afirma que os direitos humanos foram, em 2025, afectados pela insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, pelos feminicídios, repressão dos protestos pós-eleitorais, sequestros e tentativas de assassínio a jornalistas e activistas sociais. No fundo, “a situação continua preocupante” em Moçambique, resume a investigadora Sheila Nhancale. “A situação continua preocupante, com conflitos armados no norte do país a serem efectuados simultaneamente em Cabo Delgado e Nampula, com mais de 100.000 pessoas deslocadas nesse período e que foram colocadas numa situação completamente desumana em centros de acolhimento, sem produtos suficientes para toda a gente que lá estava. A maioria da população que se encontrava nestes centros de deslocamento são crianças, colocando-as em uma situação também de risco de violação sexual durante o período em que estiveram ou estão nestes centros de reassentamento”, explica. Por outro lado, acrescenta a investigadora, “várias crianças continuaram a ser usadas pelos terroristas para carregarem cargas” e “algumas foram obrigadas a fazer parte dos grupos que atacam as comunidades”, considerando que “a resposta do Estado tem sido insuficiente para travar essa violência contra crianças e mulheres em contexto do conflito em Cabo Delgado”. A pesquisadora moçambicana acrescenta que se notaram “vários ataques contra defensores de direitos humanos” e exemplifica com a morte de Arlindo Chissale, lembrando que “há relatos de que as pessoas que o obrigaram a se deslocar da sua comunidade eram homens fardados com roupas militares”. Outra denúncia de peso é a da violência pós-eleitoral, acrescenta a investigadora, notando que “cerca de 400 pessoas foram mortas pela polícia durante esse período de protestos pós-eleitorais” e referindo que “vários relatórios nacionais e internacionais dão conta de que estas eleições não foram, de facto, justas e transparentes e que as pessoas saíram de suas casas para protestar contra eleições fraudulentas”. “Como resposta, a polícia reagiu com muita violência, causando a morte de cerca de 400 pessoas no país”, recorda. Também alarmante é a situação dos feminicídios em Moçambique porque, diz a investigadora, “há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”. “A situação do feminicídio é muito preocupante porque, a cada dia que passa, há relatos de mulheres encontradas mortas e não há nenhum tipo de resposta para o que aconteceu. Todos os dias, praticamente, acordamos com uma notícia de que uma mulher foi morta na zona Centro e Sul, que é onde nós mais verificamos esse tipo de casos. As mulheres morrem e nada é explicado sobre as circunstâncias da morte. Ninguém é responsabilizado por esses casos, então, isso é algo que deve mudar porque se as coisas continuarem assim, sem qualquer tipo de investigação eficaz, tende a piorar, porque há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”, afirma.   HRW denuncia “desfasamento entre discurso e acção da União Africana” A Human Rights Watch também considerou que, apesar do compromisso com os direitos humanos, o balanço do ano revela “um desfasamento entre discurso e acção da União Africana”. “Nós estamos numa situação em que a Comissão Africana tem estado a emitir ‘statements', mas nós precisamos de uma União Africana que seja mais eficaz em termos de acção em relação aos Estados, para que estes sejam responsabilizados pela falta de proteção dos direitos humanos da população. Então, é importante que estes organismos internacionais sejam, de facto, organismos ou instituições ou instrumentos de pressão para que os países-membros cumpram com as suas obrigações em relação aos direitos humanos”, explica Sheila Nhancale. No relatório da ONU, pode ler-se que o Conselho de Paz e Segurança e a Comissão Africana dos Direitos da União Africana enfrentaram novos testes à sua credibilidade na resposta a abusos cometidos em conflitos no Sudão (que enfrenta a crise humanitária mais grave no mundo devido à guerra civil dos últimos três anos), no leste da República Democrática do Congo e no Sahel.

Expresso - Blitz Posto Emissor
Os mais ouvidos de 2025, com Mickael Carreira: “Estava a voltar de um concerto, parei e comprei um ramo de flores. Porque ela merece: a Laura é uma mulher incrível e uma mãe do caraças”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 58:20


Em directo da redacção
São Tomé e Príncipe, nos 50 anos da independência um país entre conquistas e desafios

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 23:02


O último semestre de 2025 trouxe a São Tomé e Príncipe a qualificação de todo o seu território como reserva da Biosfera e ainda a classificação da representação teatral Tchiloli como Património Cultural Imaterial da Humanidade. No entanto, o país continua a enfrentar desafios entre a vaga de emigração e o mistério à volta do desaparecimento do processo do 25 de Novembro de 2022.   São Tomé e Príncipe celebrou este ano os 50 anos da sua independência. A RFI esteve em São Tomé e Príncipe para falar com os são-tomenses sobre este meio século de autonomia, as conquistas, mas também o que ficou por realizar.  Em Julho de 2025 emitimos nas nossas antenas, e pode também ainda ouvir na internet, um especial sobre os 500 anos da história deste arquipélago, assim como o domínio colonial e a passagem à constituição de um Estado são-tomense. Alguns meses depois destas emissões, vamos revisitar alguns dos temas desse especial e dar conta do que se passou entretanto. O primeiro país reserva da biosfera da UNESCO Entre florestas verdejantes, rotas de nidificação de tartarugas e paraíso dos ornitólogos, a beleza e riqueza natural de São Tomé e Príncipe não é nenhum segredo, mas até agora só uma parte - a ilha do Príncipe - era reconhecida pela UNESCO como reserva da biosfera. Em Setembro, e após uma candidatura de vários anos, também a ilha de São Tomé, especialmente a grande floresta chamada Ôbo, foi reconhecida como reserva da biosfera, transformando o país no primeiro Estado no Mundo a ser completamente abrangido por esta denominação. Algo inédito, mas impulsionado pelo "trabalho exemplar" feito no Príncipe, como explicou António Abreu, director da Divisão de Ciências Ecológicas e da Terra na UNESCO, disse em entrevista à RFI no mês de Setembro. "É algo inédito, mas muito interessante. Durante 12, 13 anos, era apenas a ilha do Príncipe, que é de facto uma reserva da biosfera exemplar e onde, apesar dos problemas estruturais e de ser uma região ultraperiférica marítima num país em vias de desenvolvimento. Há um sucesso não só ao nível da conservação da natureza, mas também o impacto que teve na promoção do crescimento económico, da demonstração de que há alternativas viáveis em relação à exploração e utilização sustentável dos recursos naturais fez com que a ilha maior, São Tomé, também encarasse essa perspectiva. Teremos o primeiro país, mesmo sendo pequeno, integralmente reserva da Biosfera. O que demonstra que o modelo das reservas da biosfera não tem limites exclusivamente nas reservas da biosfera", disse o alto funcionário da UNESCO. Este alargamento da reserva da biosfera a São Tomé vem estabelecer uma escolha estratégica do país para o seu desenvolvimento futuro, preferindo a conservação do património natural à destruição da floresta. No Sul da ilha de São Tomé instalaram-se há alguns anos plantações de palmeiras tendo como intuito a extração do óleo de palma, uma tendência que deve agora parar de forma a honrar esta distinção da UNESCO. "Em 2008, 2009, a opção do povo do Príncipe, do Governo Regional do Príncipe, em concertação com o Governo nacional, foi optar por uma via alternativa à da monocultura do óleo de palma. Porque a monocultura do óleo de palma tem uma dimensão inicial que pode proporcionar algum rendimento, mas ao fim de alguns anos o ciclo produtivo esgota se. Entretanto, a monocultura ajudou a destruir o potencial, a diversidade ecológica e, portanto, os serviços dos ecossistemas que proporcionam água, que proporcionam abrigo, proporcionam cultura e identidade ao território, acabam por destruir. E, portanto, neste caso, na ilha de São Tomé, o que se espera que possa haver então? Aquilo que nós chamamos uma restauração ecológica, que é uma das funções que as reservas da biosfera também promovem em alguns sítios, tem promovido com muito sucesso e que permitem recuperar alguns erros e algumas decisões que não foram bem apoiadas do ponto técnico e de sustentabilidade", disse António Abreu. O país espera agora a classificação das roças São João, Água-Izé, Monte Café e Diogo Vaz na Ilha de São Tomé e Belo Monte e Sundy, na Ilha do Príncipe, como Património Mundial da UNESCO. A historiadora Nazaré Ceita, que participa neste processo de classificação, considera que mais do que o património, está a salvaguardar-se a memória de todos os são-tomenses. “Quer dizer que há qualquer coisa que se está a passar que é uma valorização da memória? Na verdade, a memória colectiva sobre as roças, que é tão grande que não será apenas para São Tomé e Príncipe, será uma memória coletiva de Cabo Verde, de Moçambique, de Angola e quiçá de outros espaços que nós falamos menos. E a valorização da memória colectiva é muito necessária para a perpetuação da história. E eu acredito que o monumento mais visível que temos para esse efeito é precisamente o conjunto das roças. Será uma forma de criar uma exceção para São Tomé e Príncipe em termos históricos. Hoje é como na UNESCO se diz, quando nós falamos da questão da autenticidade, da exclusividade, do valor universal excepcional, vários países podem ter tudo, mas para São Tomé e Príncipe eu acredito que o valor universal excepcional está precisamente nas roças que nós temos que na candidatura. Aliás, já temos a candidatura preliminar, mas é preciso agora todo um trabalho para a classificação que leva às vezes um tempo. Estamos esperançados. Apesar dos meus 60 anos, eu acredito que eu ainda consiga ver esta classificação mundial” Já no final do ano, também o Tchiloli, uma encenação teatral e musical representada há centenas de anos nas ilhas foi oficialmente inscrita no Património Cultural Imaterial da Humanidade. Emir Boa Morte, director-geral da Cultura e secretário da comissão nacional da UNESCO, lembra que “mais importante que o prémio, é a preservação do Tchiloli” e prometeu uma estratégia de salvaguarda desta tradição. "Nós recebemos este prémio, mas, no entanto, o que é mais importante agora é nós preservarmos. Vai haver aqui uma estratégia para a preservação desse mesmo património cultural imaterial", garantiram as autoridades. Impasse no sector do turismo Com o reconhecimento internacional na conservação da natureza e do património histórico, São Tomé e Príncipe tem todas as potencialidades para uma aposta no turismo que respeite e ajude a conservar o ambiente, mas também seja fonte de rendimento para o país como explicou António Abreu, director da Divisão de Ciências Ecológicas e da Terra na UNESCO. "Outra área também que é demonstrativa é, digamos, o investimento na área do turismo sustentável, em que o modelo que se pratica nas reservas da biosfera é o exemplo e o Príncipe é um exemplo disso. É um modelo de qualidade que oferece uma experiência única e, portanto, oferecendo uma experiência única, baseada nos valores naturais e culturais, o visitante não vai apenas pelo sol e pela praia, mas vai porque vai vivenciar e vai ter a oportunidade de ter uma experiência que é única. E isso em termos de competitividade no mercado do turismo, naquilo que é o mercado global, dá uma vantagem comparativa a estes sítios", explicou António Abreu. No entanto, para ter um turismo sustentável e de qualidade, não aderindo à moda do turismo de massas, são necessários operadores turísticos por um lado capazes de proporcionar estadias e experiências extraordinárias aos turistas e, por outro, que respeitem e preservem a natureza das ilhas. Até agora, o maior operador no país era o grupo HBD, do multimilionário Mark Shuttleworth, sendo também o maior empregador da ilha Príncipe.  Este grupo que gere actualmente a Roça Sundy, a Roça Paciência e os resorts Sundy Praia e Bombom, entre outros investimentos também em São Tomé, instalou-se no país no início dos anos 2010 e desde lá promove também acções a nível social. Entretanto, em Outubro deste ano, após disputas com o governo regional do Príncipe e desacordos com o Governo central, especialmente porque o HBD queria cobrar o acesso dos habitantes locais a praias dos seus resorts, o grupo anunciou que iria abandonar as ilhas. Mark Shuttleworth disse numa carta dirigida ao governo regional do Príncipe que se uma parte das lideranças políticas da ilha pensa que o trabalho do seu grupo é, e passo a citar, “feito de má-fé, com intenções neocoloniais”, o grupo iria retirar-se do país. Em entrevista à RFI, em Julho de 2025, o presidente da região autónoma do Príncipe, Filipe Nascimento, reconheceu o perigo de um possível monopólio e disse, já nessa altura, querer aposta na diversificação de investidores. "Como tudo na vida, temos sempre que lidar com os temas, com todos os cuidados, as cautelas, mas considerar que devemos trabalhar com confiança. E é isso que trabalhamos diariamente para estabelecer a confiança em toda a sociedade ou em todo o mercado, que é na relação, os poderes democráticos e os investimentos, nomeadamente dos empresários estrangeiros, mas também com uma componente muito importante que é a população. Criar as condições políticas para o ambiente de negócio, isto é, o sucesso dos investimentos e, ao mesmo tempo, que haja este benefício para todas as partes, sobretudo para a população, para as metas que as autoridades pretendem almejar. Em que é importante as receitas, a população, o emprego, mas também criar um quadro jurídico legal que regule de forma harmoniosa e equilibrada todas estas relações, que dê, por um lado, garantia de proteção dos investimentos, mas, por outro lado, respeito para não só as regras do mercado funcionarem, como também o respeito da cultura, o ambiente, as pessoas de um modo geral existe, embora no dia a dia aspectos que vão surgindo que é preciso gerir na base de um diálogo que temos feito com muita responsabilidade e continuaremos a fazer. Os riscos há em qualquer mercado, mas sim, no caso do Príncipe, uma economia pequena numa ilha. Há, portanto, necessidade de continuarmos a trabalhar para a diversificação dos subsectores da economia, mas também dos intervenientes. Isto é, mais empresários, mais investidores", disse Filipe Nascimento. Após um mês de impasse e negociações, o desfecho deste imbróglio ainda não é conhecido, com as autoridades a assegurar que querem que o grupo permaneça e manifestações da sociedade civil a favor do HBD. A imigração são-tomense face às novas regras sem Portugal Este é um grupo que se tornou essencial nas ilhas, já que emprega quase mil pessoas, num território onde é difícil encontrar trabalho qualificado, o que nos últimos anos tem levado muitos jovens e menos jovens a procurar emprego fora do país, especialmente desde 2023, altura em que a CPLP abriu portas à mobilidade dos seus cidadãos. Assim, São Tomé terá perdido nos últimos três anos cerca de 10% da sua população, com grande incidência na faixa etária dos 18 aos 35 anos. Mais de metade escolhe Portugal para viver e partem à procura de melhores condições económicas. Este é um movimento que a historiadora e professora universitária Nazaré Ceita identificou nas salas de aula do ensino superior no país e que tem já fortes impactos no dia a dia de quem vive nas ilhas. Esta académica espera que também venha a haver impactos positivos. "Hoje, quando eu procuro um canalizador que não encontro, eu procuro um eletricista que não encontro. E muitos deles são levados por empresas portuguesas organizadas. Quer dizer que há qualquer coisa que está a escapar. Então eu vejo isto com preocupação, mas a minha preocupação ao mesmo tempo é levada para o outro lado, porque há muitos países em que são as remessas dos emigrantes é que desenvolvem o país. Pode ser que as pessoas que estejam fora estejam a criar condições para ajudarem a desenvolver São Tomé e Príncipe. Uns podem continuar lá, mas pode ser que outros regressem. Só me preocupa o facto de muitos deles, caso dos alunos daqui da faculdade, que às vezes não terminam a sua monografia e vão para lá fazer trabalhos completamente humildes. Quando eu acho que houve um investimento bastante grande e nós estamos com salas vazias, às vezes de alunos que dizem eu vou me embora. Quer dizer que há qualquer coisa que se está a passar", declarou a docente universitária. O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Américo Ramos, deplorou em Agosto a saída dos jovens o estrangeiro e disse querer implementar uma “emigração consciente”, que permita aos são-tomenses terem boas condições de vida nos países de destino. A gestão dos fluxos migratórios é uma das prioridades do seu Governo, segundo afirmou em Agosto. "Enquanto não atingimos o nível de desenvolvimento desejado, devemos saber gerir os fenómenos migratórios com responsabilidade. A migração está, por isso, na agenda política deste Governo, através do programa de envolvimento da diáspora no desenvolvimento nacional. Foram já definidas políticas públicas com acções concretas, algumas das quais já em curso desde o início do ano de 2025. Entre estas acções destacam-se a criação do Gabinete das Comunidades, com o objectivo de acompanhar e implementar políticas públicas direccionadas à nossa diáspora. O reforço da protecção consular através da CPLP, sobretudo em países sem representação diplomática directa. A ampliação da rede diplomática. A facilitação do acesso a documentos oficiais essenciais para legalização e integração. A criação de incentivos fiscais e aduaneiros, nomeadamente através de regime simplificado de pequenas remessas e do Regime Especial para bens Essenciais", detalhou o líder do Governo. Desde lá, as regras da imigração para Portugal mudaram, com os portugueses a endurecerem os critérios para quem se pode instalar no seu território. Tendo em conta este acordo, os fluxos migratórios dos países lusófonos não foram completamente travados, mas quem se quiser estabelecer em Portugal vindo de um país da CPLP terá agora de passar pelo crivo da unidade de coordenação de fronteiras do sistema de segurança interno, isto é, da verificação dos sistemas de segurança. É este órgão que atribui depois um parecer para obter o visto de residência, deixando assim de ser possível pedir em Portugal autorizações de residência CPLP apenas com vistos de turismo ou com isenção de visto. Assim, com a nova lei de estrangeiros quem queira imigrar para Portugal terá primeiro de obter um visto consular e depois pedir uma autorização de residência. Nas ilhas, pouco a pouco, verifica-se também o fenómeno inverso, com alguns jovens, desiludidos com o projecto de se mudarem para a Europa, regressam e reinstalam-se nas suas comunidades, como relatou Filipe Nascimento, presidente da região autónoma do Príncipe, tendo ele próprio vivido e estudado em Portugal antes de ter regressado às suas origens, assumindo o comando do governo regional a partir de 2020.  “Estamos a perder os nossos jovens e isso preocupa sempre, tratando-se particularmente de quadros e talentos. Temos pessoas a sair, seja professores, enfermeiros, pessoas empregadas no sector do turismo que está em crescimento e sentimos dos empregadores esse desafio de continuidade, de formação, capacitação, de novos quadros. Mas, como tudo na vida, devemos olhar por um lado, com preocupação, mas não com drama. Temos que continuar a fazer o nosso trabalho e interessa ver que mesmo se olharmos para os dois últimos anos em que saiu um maior número de jovens como nunca saiu, fruto desta evolução da legislação de migração de Portugal enquanto parte do Tratado da CPLP para a mobilidade das pessoas, mas respeitar porque subscrevemos esse tratado. Mas, por outro lado, dizer que muitos jovens que saíram reconheceram que afinal não é tão mau estar no Príncipe. Eu sei de quatro jovens que já estavam lá há alguns meses e já regressaram e mais que lá estão, estão a preparar o seu regresso. E sei de muitos que também vão em jeito de férias para explorar, chegam lá e respeitam o tempo de férias de um mês ou 15 dias e regressam ao perceberem que é um bom país. O Príncipe oferece tudo para se ser feliz, constituir família, realizar sonhos cá com o que temos. Então isto também nos orgulha, mas é um desafio para nós. Criar um ambiente melhor, dar mais terrenos aos jovens para a construção de casa, oferecer e já temos feito também uma trajetória interessante. Fizemos parceria com universidades e temos centenas de pessoas hoje a frequentar o ensino superior à distância. Continuamos a trabalhar para baixar o custo de vida, continuarmos a oferecer uma saúde de mais qualidade” O roubo do processo do 25 de Novembro Se a imigração tem contribuído para desgastar o capital social do país, o caso do 25 de Novembro de 2022 tem assombrado a política são-tomense. Este ataque ao quartel fez quatro mortos e foi qualificado pelas autoridades nessa altura como uma tentativa de golpe de Estado, com a Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) a ter dito em 2025 que “não existem provas sérias e convincentes” de que o grupo quisesse tomar o poder. Foi o próprio Presidente, Carlos Vilas Novas, a pedir no dia 12 de Julho deste ano que a situação real daquele dia fosse esclarecida o mais rapidamente possível. "Aproveito a ocasião para exortar as autoridades competentes e de uma vez por todas, a darem o respetivo seguimento à conclusão do processo da morte de quatro cidadãos, na sequência da invasão do quartel das Forças Armadas, em 25 de Novembro de 2022. As autoridades devem o desfecho deste caso as vítimas aos seus familiares e à sociedade. A vida é o bem jurídico supremo e é a todos os títulos inadmissível que os que contra ela atentam fora das causas de justificação previstas na lei, saiam impunes. É necessário que a verdade seja conhecida e a justiça seja feita em conformidade com as leis em vigor na nossa República", declarou o chefe de Estado. No entanto, o processo do julgamento da alegada tentativa de golpe de Estado de 25 de Novembro de 2022 que resultou na morte de quatro homens no quartel militar de São Tomé, desapareceu das instalações do Estado-Maior das Forças Armadas no final de Outubro.  Mais de vinte militares, nomeadamente altas patentes, foram acusados pelo Ministério Público de estarem envolvidos na morte e tortura dos quatro homens, mas até ao momento não foram julgados porque o Tribunal Civil se declarou incompetente e remeteu o processo para o Tribunal Militar que, por sua vez, refere não dispor de meios para este julgamento. No terceiro aniversário deste acontecimento, a ministra da Justiça são-tomense, Vera Cravid, considerou que este acontecimento permanece "na memória colectiva como um dos momentos mais sombrios da história recente” do país. Já para Filinto Costa Alegre, membro da Associação Cívica e que lutou pela independência do país, o esclarecimento do que se passou naquele dia é essencial para que os jovens voltem a acreditar no país e para construir um futuro colectivo. “Há que fazer um trabalho que leve as pessoas a paulatinamente irem Acreditando que há vida para além da emigração. Há vida para além da emigração? Há futuro para além da emigração? Então, mas é preciso demonstrar isso? Isso não é com discursos, é na prática. E então, do meu ponto de vista, há matérias que podem servir como rampa de lançamento para essa nova fase para os próximos 50 anos. Mobilizar as pessoas, as pessoas de boa vontade, as pessoas que ainda acreditam que querem regenerar.  Então vamos construir grupos de trabalho para diversos assuntos. Mas os mais prioritários são o combate ao 25 de novembro. Esta, esta política, essa estratégia de intentonas, inventonas para para resolver problemas. Por isso tem que acabar” Se, como o Presidente Carlos Vila Nova expressou no seu discurso dos 50 anos de independência do país, o país não está onde gostaria de estar, há também motivos de regozijo e de esperança de um futuro melhor para São Tomé e Príncipe. "Mas se nem tudo são rosas, nem tudo são espinhos, não podemos ignorar as conquistas alcançadas ao longo destes 50 anos, apesar das dificuldades económicas. Os sucessivos governos de São Tomé e Príncipe fizeram importantes avanços no campo da educação, da saúde e dos direitos humanos. A escolarização foi uma prioridade nas primeiras décadas da independência. O governo procurou formar uma nova geração de líderes e técnicos que pudessem colaborar na edificação de uma sociedade mais justa e igualitária. A inclusão social também foi um ponto chave das políticas públicas, com ênfase na redução das desigualdades, na garantia do acesso à saúde e à educação para todos os cidadãos, especialmente em áreas rurais e isoladas. As políticas de educação foram conduzidas no sentido de promover maior equidade e um maior acesso à formação profissional essencial para o desenvolvimento do país no cenário global. As universidades e centros de formação técnica. Entretanto, surgidos a desempenhar um papel cada vez mais importante na capacitação da população e no desenvolvimento do capital humano, As dificuldades com que nos temos debatido não podem desbotar ganhos como o aumento da taxa de escolarização e a consequente redução da analfabetização a níveis residuais. A construção de um grande número de jardins de infância, de escolas primárias e secundárias em todos os distritos do país e na região Autónoma não podem desbotar ganhos como a construção de vários liceus que visam juntar se ao antigo e único. A data da independência, integrado na antiga Escola Técnica Silva Cunha, não podem desbotar ganhos como o surgimento de instituições de ensino superior privadas no país e a criação da Universidade de São Tomé e Príncipe e dos seus diversos pólos, traduzida na possibilidade de formar mais homens e mulheres que melhor sirvam o país e o mundo. hoje convertido em aldeia global. As dificuldades com que nos debatemos não podem anular ganhos, como a redução significativa das taxas da mortalidade materna e infantil, o aumento da cobertura vacinal, o aumento da esperança média de vida ou a erradicação do paludismo não podem anular ganhos como o aumento exponencial da construção de novos centros de tratamento de água potável, bem como o aumento da cobertura do fornecimento de água potável e da eletricidade a quase toda a população do país", concluiu o Presidente são-tomense.

Convidado
A “fome é uma realidade” entre milhares de deslocados no norte de Moçambique

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 10:49


Em Moçambique, milhares de pessoas refugiaram-se no distrito de Eráti, em Nampula, no norte do país, depois de ataques registados entre 10 e 17 de Novembro no distrito de Memba. Entre os deslocados, há relato de mortes devido à fome. O activista social e dos direitos humanos Gamito dos Santos, director da Associação Kóxukhuru, em Nampula, admite que “a situação de fome é uma realidade” e alerta que “o governo não está a mostrar capacidade suficiente para dar resposta à situação humanitária”. A Associação Kóxukhuru, em Nampula, lançou uma campanha de angariação de donativos para ajudar os milhares de deslocados dos mais recentes ataques terroristas em Memba. No terreno, “a fome é uma realidade”, explica Gamito dos Santos, director da associação, que fala em cerca de 70.000 pessoas a necessitarem de ajuda urgente. O activista também alerta que é necessária a abertura de um centro de deslocados na cidade de Nampula, para além dos existentes em Eráti e Namialo. Gamito dos Santos avisa, ainda, que “não é seguro voltar” ao distrito de Memba. RFI: A Associação Kóxukhuru lançou uma campanha para angariar donativos. Quer falar-nos da iniciativa? Gamito dos Santos, director da Associação KÓXUKHURU: “Estamos envolvidos nessa situação de ajuda humanitária para os deslocados de Memba e Eráti e estamos a trabalhar na mobilização de recursos, sejam eles financeiros, como em géneros alimentícios ou mesmo em vestuário, para apoiar os deslocados que estão neste momento a necessitar de todo o tipo de apoio por causa dessa situação de terrorismo que assola ao distrito de Memba”. Como é que está a situação? Há muitos relatos de fome no terreno... “A situação nos dois distritos - estou a falar de Memba e Eráti - a situação de fome é uma realidade, como é notório, porque esta situação do terrorismo chegou de uma forma desprevenida, em que a população não estava preparada para encarar esta situação. E nós estamos a falar de um período em que a maior parte daquela população pratica a agricultura e este é o período propício, em Nampula, para começar a limpeza dos campos, para fazer a sementeira nos próximos dias, que poderá chover assim que puder. É nesta senda que a fome é uma realidade naquele território e naquela situação porque a população não tem outra fonte de sobrevivência senão a agricultura e, em Memba, um pouco de pesca. Então, deslocando-se de Memba para Eráti, uma vez que eles praticam a pesca e a agricultura, são forçados a deixar todas as actividades, todos os seus bens, todos os seus pertences, para procurar refúgio ou algum lugar que lhes possa conceder alguma segurança. Quando chegam naquele lugar, o número de deslocados é muito maior, tanto que o governo não está, neste presente momento, a mostrar capacidade suficiente para dar resposta à situação de apoio humanitário naqueles locais.” Estamos a falar de quantos deslocados e quantas pessoas que poderão estar sujeitas a esta situação de fome? “Neste momento, no centro de deslocados de Eráti, estamos a falar de cerca de 58.000 pessoas, segundo os dados que recolhemos no terreno, assim como em parceria com algumas organizações não governamentais, estamos todos no terreno para fazer todo levantamento possível. No centro de deslocados de Namialo, estão lá cerca de 10.000 pessoas também, fica a cerca de 80 quilómetros da cidade de Nampula. Então, totalizando, estamos a falar de 68.000 deslocados que neste presente momento estão a necessitar de apoio de todos os quadrantes.” Mas não há três centros no distrito de Eráti? “Sim. São 58.000 pessoas em todos os três centros de Eráti. Em Namialo, no distrito de Meconta, há três centros também, onde estão 10.000 pessoas. Em Nampula, não temos um centro oficial, mas as pessoas continuam a chegar e algumas estão sendo alojadas com os seus familiares e os outros estão à deriva porque não têm onde parar, porque estão à procura de refúgio e acabam procurando por pessoas conhecidas para serem alojados. Neste presente momento, nós como sociedade civil, estamos com contactos permanentes com as autoridades para que se crie também um centro permanente em Nampula cidade.” Ou seja, está a pedir às autoridades para criar este centro porque há pessoas na rua? “Exactamente. Há pessoas na rua. Há pessoas que estão a viver com pessoas desconhecidas e isto pode provocar também algum caos nos próximos dias. Então, estamos mesmo a exortar as autoridades governamentais para que criem um centro aberto em Nampula para alojar as pessoas que estão em Nampula e que não têm onde ficar.” Voltando à questão da fome e da crise alimentar, há notícias de que há pessoas, nomeadamente crianças, a morrer. Quer falar-me sobre isso? “Sim. Neste presente momento, nós não temos dados confirmados, mas há relatos, sim. Há crianças a morrer por causa da fome. Para além da questão da fome, há pessoas que estão a morrer por cansaço porque, de Memba a Eráti, as pessoas estão a deslocar-se a pé, por longas distâncias. E neste recurso de deslocamento a pé e por causa de cansaço, algumas pessoas acabam lançando os seus filhos nas matas. Nós temos algumas pessoas que estão a relatar isto, que nas matas há crianças perdidas, há famílias perdidas, sobretudo também pessoas portadoras de deficiência que não conseguem alcançar os centros de acolhimento.” O que é que o Governo está a fazer para tentar resolver a situação? “Neste presente momento, a única acção do governo que é notória aqui é a campanha que foi lançada pelo governador da província de Nampula de angariação de alimentos que, até ontem, a Assembleia da República abriu as portas e doou cerca de 60 toneladas de alimentos. O próprio governador já mobilizou os empresários locais para doarem alguns alimentos. Esta é a única actividade que nós estamos a notar ao nível do governo de Nampula. O Governo anunciou ontem a retoma da população no distrito de Memba porque, segundo ele, as condições estão criadas para as populações voltarem aos seus lugares de proveniência, mas nós, como sociedade civil, não concordaríamos tanto com esse discurso, porque nós precisamos de ter muita cautela por causa da situação de tensão que se vive no distrito de Memba porque acreditamos que existem focos de terroristas naquele local.” Ou seja, não é seguro voltar? “Exactamente, não é seguro voltar. Nós não aconselharíamos às autoridades de avançarem com essa incursão de devolver a população aos locais de proveniência e intensificaríamos a angariação de donativos para apoiar estas famílias para que elas possam ficar mais tranquilas nos lugares onde estão, enquanto se preparam os lugares da sua proveniência para que retornem lá com a maior tranquilidade e a maior segurança possível.” Em Julho, foi noticiado que 46,7% das crianças em Nampula já sofriam de desnutrição crónica. A situação então piorou ainda mais? “De certa forma, isso é verdade, isso é uma realidade. Nós vamos ter Nampula a aumentar a situação da desnutrição crónica por este deslocamento de um lado para o outro. Tanto que o governador de Nampula já havia lançado uma campanha de redução da situação de desnutrição crónica e acreditamos que, com esta situação do terrorismo, vamos elevar o índice de desnutrição crónica, seja em crianças, seja em adolescentes, porque estamos a ver pessoas que se vão alimentar de qualquer maneira só com o intuito de manter apenas o estômago, não vão escolher o que elas podem comer, vão ser forçadas a comer tudo o que por algum momento lhes vier à frente. Então, estamos a dizer que Nampula é a maior província com desnutrição crónica e vamos ter esta situação cada vez mais a agravar-se.” Também houve relatos de refugiados e requerentes de asilo estrangeiros que estavam abrigados no centro de Maratane, em Nampula, que além de denunciarem fome e redução de assistência por parte do Programa Alimentar Mundial, por exemplo, também denunciaram uma suposta discriminação por parte dos moçambicanos e a proibição do uso da terra para a agricultura de subsistência. Confirma? “Sim, confirmo. Tanto que eu trabalhei no centro de refugiados de Maratane. Fui para lá para viver 'in loco' nessa altura que havia estas situações de relatos em que os refugiados reclamavam desta situação de terras que estavam sendo proibidas, porque o governo cedia as terras sem conversar efectivamente com os nativos. Sabemos que em Moçambique, a lei defende que a terra é propriedade privada do Estado, mas nem por isso o Estado tem que atribuir sem conversar efectivamente com os nativos. E o que acontecia é que entrava em colisão entre os refugiados e os nativos donos, herdeiros da terra e aí os refugiados eram forçados a abandonar as terras. Daí que havia esta confusão. Trabalhámos lá, confirmámos esse incidente e estamos a trabalhar com a Direção Provincial de Terra e Ambiente para ver se é possível haver uma negociação entre as comunidades e os refugiados.” Ou seja, a situação ainda não está resolvida? “Não está resolvida, não.” Como é que vê os próximos tempos? O que é mais urgente fazer? “O mais urgente - olhando na perspectiva do terrorismo - o mais urgente, neste momento, é colocar o país seguro. Não é só Nampula, ns estamos a falar de todo o país em que, nos últimos momentos, está-se tornar uma realidade a questão da insegurança. Não estamos a falar só do terrorismo, mesmo a criminalidade está semeada em Moçambique de tal forma que já é perigoso investir em Moçambique. Tanto que a maior parte dos investidores estão a fechar as suas empresas, voltando para seus países de origem. Então, a prioridade das prioridades, é que o governo tem que trabalhar na questão de segurança para garantir que os investidores voltem a investir em Moçambique. Segundo, se garantir a segurança, aí vamos colocar também a população a voltar às suas providências e aí elas vão poder tomar as suas actividades normais, estamos a falar na questão da agricultura, para que eles intensifiquem a produção e produtividade. Nesta produção e produtividade, o governo tem que incentivar, tem que investir, tem que financiar, patrocinar a população para que melhore a forma de praticar a agricultura. Ao invés de praticarmos de cabo curto, que coloque uma agricultura mecanizada para que essa população melhore a prática da agricultura.”

Convidado
Economia da Guiné-Bissau apresenta lacunas no sector industrial e haliêutico

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 11:04


A Guiné-Bissau vai a eleições num contexto de crescimento económico, de cerca de 4% do PIB, mas em que mais de metade da população vive abaixo do limiar de pobreza, com menos de três dólares por dia, de acordo com o Banco Mundial. A instabilidade política recorrente, com três alegadas tentativas de golpes de Estado no último mandato presidencial dificultam a atracção de investimentos estrangeiros e o desenvolvimento económico do país. Um país muito dependente da exportação de castanha de cajú, mas que conta com recursos naturais inexplorados. Como alavancar a economia do país?  As promessas eleitorais que o economista José Nico, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas de Bissau (INEP) destaca prendem-se com a diversificação de práticas agrícolas. A Guiné-Bissau tem uma monocultura, a economia é muito dependente da exportação da castanha de cajú. Num país em que mais de metade da população depende do sector agricola, “seria necessário diversificar a agricultura”. Mas existe outra solução, aponta José Nico: transformar localmente a castanha de cajú. “Uma percentagem muito fraca da transformação da castanha de caju é feita na Guiné-Bissau, grande parte desta actividade é também exportada e feita no estrangeiro. Se um país tivesse condições de transformação local, não haveria tanto desemprego”. Sector da pesca é marginalizado Outro sector de importância para a economia guineense: o sector da pesca. A Guiné-Bissau tem grandes recursos haliêuticos, mas pouco explorados. A associação nacional de pescadores tem denunciado acordos passados com o Senegal, à margem do Parlamento, que trazem grandes desvantagens para os pescadores guineenses. Cerca de 90% do peixe pescado em águas guineenses é desembarcado em Dacar, por falta de um porto industrial e infrastruturas na Guiné-Bissau. Ainda de acordo com a associção de pescadores guineenses, o sector da pesca poderia render milhões de euros ao Estado anualmente. Porque razão tem sido este sector marginalizado? O economista José Nico diz que “não existem condições favoráveis”, o sector privado é “débil” na Guiné-Bissau, o que não atrai investimentos estrangeiros. A instabilidade política (Umaro Sissoco Embaló é apenas o segundo presidente a terminar o seu mandato) não permite que haja mudança e desenvolvimento do sector. Projecto de construção do Porto do Biomba representa “explosão” de oportunidades Mas o projecto de construção do porto comercial do Biombo - um dos grandes projectos de infrastruturas implementados por Umaro Sissoco Embaló - representa uma “explosão de oportunidades económicas para o país”. Este porto poderia oferecer condições de desembarque de navios de grande porte. Permitindo, consequentemente, o estabelecimento de ligações comerciais com países da região sem acesso a oceanos, como o Mali ou o Burkina Faso. “É uma das melhores decisões tomadas na Guiné-Bissau nos últimos cinco anos”, considera José Nico. O lançamento do projecto já foi oficializado, mas as obras de construção ainda não começaram. Que outros recursos naturais? Em Julho de 2025, Umaro Sissoco Embaló esteve nos Estados-Unidos, juntamente com outros chefes de Estado de Africa Ocidental.  Na Casa Branca, o presidente guineense disse a Donald Trump que a Guiné-Bissau é “rica em recursos naturais”, apelando o presidente dos Estados-Unidos a investir no país. Actualmente, não existe nenhuma infrastrutura para extracção de recursos naturais na Guiné-Bissau. Se a Guiné-Bissau é rica em recursos naturais, como os países vizinhos da região, como se explica que estes recursos ainda não tenham sido explorados para o bem da economia nacional? “Dizem que a Guiné-Bissau é rica em recursos naturais. Eu discordo: a Guiné-Bissau tem à disponibilidade da economia um conjunto de recursos. Mas isso ainda não é riqueza”, analisa o economista. “Para ser riqueza precisa de intervenção qualificada”. Intervenção essa que ainda não aconteceu, nomeadamente devido às crises políticas que o país vive desde a independência, considera ainda José Nico. Recordando que Umaro Sissoco Embaló é o segundo chefe de Estado a terminar o mandato presidencial (depois de José Mario Vaz em 2019) e que nestas condições, é difícil desenvolver uma indústria. De acordo com os últimos estudos realizados, a Guiné-Bissau tem petróleo, bauxite e areias pesadas.  

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: SP lidera crescimento nacional no setor de serviços em julho - 17.09.2025

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 1:39


O estado de São Paulo teve o maior impacto positivo entre todas as unidades da Federação no volume de serviços prestados no Brasil em julho. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de serviços teve alta de 0,3% no país em relação a junho. Já São Paulo, com taxa positiva de 1,7%, exerceu a maior influência sobre o resultado nacional. Os dados mostram que São Paulo responde por 47,88% do volume total de serviços prestados no Brasil.

B3Cast
Produção industrial do Brasil cai 0,2% em julho | Minuto B3 – 03/09/2025

B3Cast

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 0:59


O resultado da indústria brasileira em julho é o 4º seguido no negativo, em resposta aos juros altos no Brasil, o que já era esperado por analistas. Confira os detalhes no #MinutoB3 de hoje.#ProduçãoIndustrial #Indústria #BrasilEste conteúdo foi gerado por inteligência artificial

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: SP é o campeão em criação de vagas com carteira assinada em julho - 02.09.2025

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 0:50


O estado de São Paulo criou mais de 390 mil vagas de emprego com carteira assinada nos primeiros sete meses deste ano, o equivalente a 2 mil por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No acumulado de 12 meses (de agosto de 2024 a julho de 2025), foram 403 mil oportunidades. Só no mês de julho, o saldo foi de 43 mil novos postos de trabalho.

Rádio PT
BOLETIM | Brasil gera 129 mil empregos com carteira assinada em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 27, 2025 3:36


Dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego mostram expansão em maior parte dos estados brasileiros, puxada pelo setor de serviços que concentrou mais de 50 mil vagas. Destaque também para a inclusão de jovens entre 18 e 24 anos no mercado de trabalho. Sonora:

Notícias Agrícolas - Podcasts
Preço do leite ao produtor tem recuo de 0,3% em julho, mas queda nos custos de produção mantém margens positivas

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Aug 26, 2025 10:06


Para agosto , a tendência é de estabilidade dos preços com redução da pressão sobre a produção

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
Índice de Preços ao Produtor de Produtos Agropecuários (IPPA) caí 3% em julho

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 13:54


Agro 5.0 combina inteligência artificial, big data, robótica e automação para o trabalho no campo.Mesmo com queda do IPPA em julho, valores pagos aos produtores cresceram no acumulado do ano. BNDES vai injetar R$ 40 bi para reduzir impactos econômicos do tarifaço do governo Donald Trump. Depois da morte de 10 animais no Piauí, Mapa recolhe lotes da vacina Excell. Tempo: frente fria traz chuva forte e frio intenso no Sul do Brasil. 

Foco no Agronegócio - Pesquisa Setorial
Olho no Mercado – Exportações de carnes seguem recordes em Julho 2025

Foco no Agronegócio - Pesquisa Setorial

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 11:23


Nesse episódio o nosso analista Wagner Yanaguizawa traz um resumo sobre as exportações Brasileiras de carne bovina, suína e de frango no último mês de Julho e no parcial de Agosto e também perspectivas para o curto prazo.   Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.  

JORNAL DA RECORD
22/08/2025 | Edição Exclusiva: Consumo das famílias cresce 4% em julho, aponta Abras

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 4:08


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O consumo nos lares brasileiros avançou 4% em julho em relação ao mesmo mês de 2024. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), houve alta de 2,41% na comparação com junho. No acumulado de janeiro a julho, o crescimento do setor foi de 2,66%. A Abras aponta que o bom resultado do mês foi impactado pela melhora nos dados de desemprego e na renda da população. E ainda: Rio Grande do Sul está em alerta por causa de temporais.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Mortes no trânsito caem em julho em São Paulo - 20.08.25

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 1:21


O estado de São Paulo registrou queda no número de mortes no trânsito pelo segundo mês consecutivo. Julho de 2025 praticamente repetiu o mês anterior, junho, que teve retração de 8,3% nos óbitos em relação a junho de 2024. Agora, na comparação entre julho de 2024 e julho de 2025, a redução foi de 8,2%, puxada pela queda nas mortes relacionadas a bicicletas, que recuaram 26,3% e naquelas que envolveram motos, com queda de 10% no mesmo intervalo. No ano, o recuo acumulado no número total de mortes no estado é de 1,4%. Os dados são do Infosiga, a plataforma de estatísticas viárias do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP).

Convidado
Angola: “Se nada for feito, o que aconteceu em Julho vai voltar a acontecer”

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 6:40


Entre 28 e 30 de Julho, os protestos em Luanda contra o aumento dos combustíveis fizeram 30 mortos e revelaram a frágil situação de três milhões de jovens angolanos desempregados. O economista angolano, Francisco Miguel Paulo, sublinha que muitos nem têm emprego informal e alerta para a necessidade de medidas de formação profissional. Adverte que, sem acção, a instabilidade social pode repetir-se, mas garante que “há dinheiro e é possível ocupá-los”. Entre 28 e 30 de Julho, Luanda viveu protestos violentos contra o aumento do preço dos combustíveis, que resultaram em 30 mortos, mais de 200 feridos e 1.500 detenções. A tensão social pode estar ligada a um dado preocupante para investigadores, segundo o Instituto Nacional de Estatística, cerca de um milhão de jovens na capital, e três milhões em todo o país, não estudam nem trabalham. O economista e investigador do Centro de Estudos de Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, Francisco Miguel Paulo, explica que os números oficiais do Instituto Nacional de Estatística consideram como empregados também aqueles que trabalham no mercado informal. No entanto, sublinha, há jovens que nem sequer conseguem esse tipo de ocupação precária. “Esses jovens não têm emprego informal, ou seja, nem dispõem de dinheiro para iniciar um pequeno negócio. Não trabalham, não estudam e não é por falta de vontade, mas porque não existem oportunidades reais para trabalhar ou estudar”, afirma. O economista acrescenta que “não é fácil conseguir lugar para estudar em Luanda ou em Angola em geral” e lamenta que “esses jovens sejam quase que marginalizados de toda a política social e económica do governo”. Afirma mesmo: “Não conheço nenhum programa do governo ou nenhuma política que tenha em mente essa franja de jovens de 15 a 24 anos que não trabalham e que não estudam. Mas isso pode ser feito, apesar da crise. Ainda há dinheiro para isso. É possível ocupar esses jovens". Para o economista, a solução passa pela formação profissional, aproveitando recursos já existentes. “Temos o Ministério do Emprego e Segurança Social, temos as escolas e centros de formação profissional públicos que estão em todos os municípios do país. Há empresas privadas disponíveis para dar formação de pedreiro, electricidade, canalização, coisas simples, mas que ajudam os jovens a serem empregáveis. Temos que formar esses jovens e há dinheiro para isso. Mas agora, se há vontade política, é outra questão”. O investigador alerta também para o peso da economia informal: “Da força de trabalho em Angola, dos 12 milhões, 10 milhões estão no mercado informal, só 2 milhões estão no mercado formal. Desses 10 milhões, boa parte são agricultores. Aliás, 50% da força de trabalho que está no informal são agricultores”. Essa realidade, alerta, levanta problemas sérios no futuro: “Não pagam segurança social e, quando aos 60 anos estão cansados, como é que resolvemos essa situação? O governo podia muito bem fazer com que a segurança social cubra isso, como fez com os antigos militares desmobilizados. Mas infelizmente há poucos programas sociais com impacto na sociedade”. A inactividade juvenil, adverte, tem efeitos directos na segurança e estabilidade do país. “Se nada for feito, o que aconteceu no 28 e 29 de Julho vai voltar a acontecer frequentemente, porque esses jovens não têm nada a perder, já não têm esperança, só têm a perder a vida e muitos deles passam fome”, descreve. “Às vezes precisam de 10.000, 5.000 kwanzas para começar negócios e nem têm esses valores. É uma insegurança para todo o país, porque nada justifica o vandalismo, mas também coloquemo-nos no lugar deles: o que é que eles têm de esperança?” Segundo o economista, não é possível conter esta realidade apenas com repressão policial. “Se o governo continuar a chamá-los de vândalos e não entender a situação deles, não há efectivos da polícia ou militares que vão conseguir combater. Eles são um milhão só em Luanda. Em todo o país são cerca de três milhões. Não queremos isso. Queremos que reconheçam que de facto falhámos em termos sociais. É possível fazermos isso e há dinheiro para fazer isso”, lembra. Após as detenções de líderes associativos, justificadas pelas autoridades como medidas de segurança, o economista considera que a principal lição a retirar é “mostrar empatia para com o que os jovens estão a enfrentar. Jovens sem emprego, sem escola… é preciso colocar-se no lugar deles, reconhecer e resolver essa situação”. Para isso, defende medidas simples e de execução rápida: “Há centros de formação profissional no país, criam-se mais centros. Numa ou duas semanas conseguimos cadastrar esses jovens todos e que seja feito a nível municipal, porque a nível central é muita burocracia, nada funciona. Dá-se autoridade aos municípios para registar os jovens que estão nesta situação, dar-lhes formação, kits e, no caso dos que estão no mercado informal, formalizá-los”. Francisco Miguel Paulo lembra, ainda, que a informalidade pode resolver necessidades imediatas, mas não garante o futuro: “No curto prazo, a informalidade consegue cobrir a sua necessidade, mas e depois? Amanhã, quando se reformarem, como é que eles vão viver, já que não conseguirão contribuir para a segurança social? Temos que pensar nisso”. Apesar do contexto preocupante, o economista mantém-se optimista: “No curto prazo é possível resolver isso. Basta ocupá-los, dar-lhes esperança de que é possível. São um motor para o desenvolvimento. O país precisa de desenvolver e precisa da mão-de-obra. O melhor recurso que o país pode ter é a sua mão-de-obra, mas para isso tem que ser qualificada e empregável".

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
Café: exportações caem 28% em julho, mas receita é recorde

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 16:25


Além da nova linha de crédito, o plano amplia as regras da garantia à exportação, que protege produtores brasileiros contra inadimplência ou cancelamento de contratos. Mesmo com menor volume exportado, a receita do café subiu 10,4% em julho. No 2º trimestre, o abate de animais e a produção de ovos e leite impulsionaram a pecuária. No tempo, chuva forte atinge o litoral de SP e RJ, com alerta estendido para a Bahia.

Rádio PT
BOLETIM | Com alta da renda, mais de 1 milhão de famílias deixam o Bolsa Família em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jul 18, 2025 3:21


Mais da metade destes domicílios atingiram o prazo máximo de 24 meses na Regra de Proteção, medida que permite estabilidade econômica até que os beneficiários deixem de necessitar desse apoio financeiro. Do total de vagas de emprego geradas em 2024, 75,5% foram ocupadas por pessoas do programa.Sonora:

A Mosca
Tempo quente em Julho

A Mosca

Play Episode Listen Later Jul 15, 2025 0:35


O Instituto Português do Mar e da Atmosfera emitiu um aviso amarelo para oito distritos.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Milho físico e na B3 deve seguir pressionado em julho, mas pode ter recuperação no próximo mês

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 22:16


Em dia de relatório do USDA, cotações seguiram caindo em Chicago abaixo do patamar de US$ 4,00

Genial Podcast

Tem dúvidas sobre quais ações investir em JULHO? Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, fala sobre as melhores oportunidades e as carteiras recomendadas do mês! Não perca!

Noticiário Nacional
15h Ministra da Saúde garante helicópteros em Julho

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 12:38


Notícias Agrícolas - Podcasts
Cenário de alta está se desenhando para arroba do boi em julho

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 9:45


Boas exportações, preços altos da carne no atacado, menor concorrência do frango e redução na oferta de fêmeas são pontos positivos para alta

Notícia no Seu Tempo
BC eleva Selic a 15% e sinaliza possível pausa na alta em julho

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jun 19, 2025 8:45


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (19/06/2025): Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou em 0,25 ponto porcentual a taxa básica de juros do País, que passou de 14,75% para 15% ao ano. Com a inflação ainda acima do teto da meta, o colegiado antecipou que pode interromper o ciclo de alta da Selic na sua próxima reunião, no fim de julho, para avaliar os impactos do ajuste monetário já realizado. Mas frisou que “não hesitará em prosseguir no ciclo de ajuste caso julgue apropriado”. Foi o sétimo aumento consecutivo da taxa desde setembro do ano passado, quando o BC iniciou o atual ciclo de aperto monetário. Desde então, a Selic já subiu 4,5 pontos. Nos EUA, contrariando pressões por baixa do presidente Donald Trump, o Federal Reserve (Fed) manteve as taxas entre 4,25% e 4,5% E mais: Política: Centrão flerta com Tarcísio e pressiona Motta para deixar gestão Lula ‘sangrar’ Metrópole: No RS, as chuvas causam 2 mortes e os rios transbordam nas mesmas regiões de 2024 Internacional: EUA definem plano para entrada na guerra e Irã prevê contra-ataque See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Pecuarista que travou boi a termo em julho fica de fora de altas expressivas e pode deixar de ganhar até R$ 800,00 em outubro

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 8, 2024 14:48


Apesar de custos estarem subindo, como reposição e itens para nutrição, especialista explica que a engorda ainda compensa

Genial Podcast

Mercardo aguarda IBC-Br. Juros recuam nos EUA. Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!

Rádio PT
BOLETIM | Setor de produção de veículos cresceu 12% em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Sep 5, 2024 2:51


O segmento tem exercido papel fundamental para os resultados apurados do desempenho geral da indústria, que registrou alta de 6,1% frente ao mesmo mês do ano passado, segundo o IBGE. Políticas do governo Lula têm estimulado o setor. Sonora:

JORNAL DA RECORD
04/09/2024 | Edição Exclusiva: Produção industrial registra queda de 1,4% em julho

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Sep 4, 2024 4:48


Veja nesta edição do JR 24 Horas: produção industrial registra queda de 1,4% em julho. E mais: tempo seco deixa DF e estados em alerta pela má qualidade do ar.

JORNAL DA RECORD
30/08/2024 | Edição Exclusiva: Desemprego recua e Brasil registra a menor taxa da história para um trimestre encerrado em julho

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Aug 30, 2024 5:26


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A taxa de desemprego caiu no trimestre encerrado em julho, registrando a marca de 6,8%. Essa é a menor taxa para o período desde 2012. Na comparação com o trimestre anterior, encerrado em abril, que fechou em 7,5%, a queda foi de 0,7 ponto percentual. E ainda: Clima quente e tempo seco colocam Defesa Civil em alerta para incêndios.

Rádio PT
BOLETIM | Arrecadação tributária tem alta recorde de 9,6% em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 23, 2024 3:03


A arrecadação tributária federal somou de R$ 231,04 bilhões em julho, maior entrada de recursos desde 1995. O resultado positivo tem como fatores os indicadores econômicos e ajustes feitos pela equipe econômica do Governo Lula.  Sonora:

Rádio PT
BOLETIM | Efeito Lula: inflação desacelera para famílias de baixa renda em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 15, 2024 3:16


As famílias de renda muito baixa seguem apresentando a menor taxa de inflação acumulada em 12 meses, de 4,05%. Em entrevista à Rádio T, o presidente Lula ressaltou o controle da inflação e outros dados positivos da economia como a queda do desemprego.   Sonora:

Noticiário Nacional
12h INE: Taxa de inflação baixou em julho para 2,5%

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 12, 2024 11:29


JORNAL DA RECORD
09/08/2024 | Edição Exclusiva: Inflação oficial sobe para 0,38% em julho

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Aug 9, 2024 4:27


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A inflação oficial de julho ficou em 0,38%. O índice, calculado pelo IBGE, foi impulsionado pelos preços das passagens aéreas, que tiveram alta de 19%, da gasolina, que subiu 3%, além das tarifas elétricas residenciais, com elevação de quase 2%. No ano, o IPCA acumula alta de 2,87% e nos últimos 12 meses, de 4,5%. E ainda: Homem conhecido como o ‘Sheik do Bitcoin' volta a ser preso por fraudes milionárias.

Rádio PT
BOLETIM | Efeito Lula: venda de veículos tem alta de 16,9% em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 8, 2024 3:00


De acordo com a Anfavea, na comparação com julho de 2023, o crescimento chega a 34,8%. Queda da inadimplência, aumento do crédito e incentivo do governo estão entre os motivos para o aquecimento do setor.    Sonoras:

Rádio PT
BOLETIM | Dieese: custo da cesta básica cai nas 17 capitais avaliadas em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 7, 2024 3:31


Rio de Janeiro liderou a queda, com uma redução de 6,97% Também se destacaram Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Salvador. O resultado mostra o impacto positivo das políticas econômicas do governo Lula. Sonoras:

Rádio PT
BOLETIM | FGV/Ibre: indicador de emprego sobe 2,2 em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 6, 2024 3:45


O resultado de julho é o maior nível alcançado desde setembro de 2022. A retomada recente já acumula alta de 6,6 pontos desde novembro de 2023. Altas taxas de juros no País ameaçam interromper ritmo de crescimento da economia e do emprego.  Sonoras:

SBS Portuguese - SBS em Português
Boa notícia: 53% da energia consumida em Portugal em julho foi renovável

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Aug 2, 2024 2:01


A produção de energia renovável abasteceu 53% do consumo de eletricidade em Portugal no mês de julho, tendo a produção solar atingido, pela primeira vez, 15% do consumo mensal.

Rádio PT
BOLETIM | Índice de Confiança da Indústria subiu 3,3 pontos em julho

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jul 29, 2024 2:35


Estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra o quarto aumento consecutivo. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o bom momento da economia, os incentivos do governo e a reforma tributária estão entre as ações que tornam o cenário mais otimista. Sonora:

Seu Dinheiro
#181 Agora vai? Por que a bolsa despertou em julho e o que esperar das ações agora

Seu Dinheiro

Play Episode Listen Later Jul 19, 2024 45:22


JORNAL DA RECORD
01/07/2024 | 1ª Edição: Previsão de pouca chuva vai aumentar a conta de luz em julho

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 1, 2024 3:08


Veja nesta edição do JR 24 Horas: previsão de pouca chuva vai aumentar a conta de luz em julho. E ainda: novas regras para o cartão de crédito começam a valer nesta segunda (1º). Entenda o que muda.

Genial Podcast
AÇÕES ANUNCIANDO NOVOS DIVIDENDOS EM JULHO! QUAL COMPRAR HOJE?

Genial Podcast

Play Episode Listen Later Jun 18, 2024 6:12


Top ações anunciando novos dividendos em julho. Quais você deveria comprar hoje? Assista para saber!