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A curitibana Mariana sempre gostou muito de matemática, e fez curso técnico de informática. Porém, ao invés se graduar em Ciência da Computação, acabou cursando Informática Biomédica, por conta de uma segunda predileção da época do ensino médio: as aulas de genética.Uma vez formada e com contato com atividades como iniciação científica e pesquisa, ela engatou um mestrado antes de, graças à indicação de uma amiga, fazer as malas para trabalhar em Barcelona (onde ela já aproveitou para engatar um doutorado).Neste episódio, a Mariana detalha como virou colega de Barcelona Supercomputing Center do Fabrício Carraro, e as particularidades de se morar na terra onde “você me ligou” não significa “você me ligou”.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaMariana Carmin, Pesquisadora e Doutoranda em Computação em Barcelona, EspanhaLinks:Colunas da Mariana na revista da SBCTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Sandrelle Jorge. Sócia da área de Direito Penal Econômico do Valença & Associados, com atuação focada em compliance penal, investigações e grandes operações relacionadas a crimes financeiros.Mestra em Direito pela Universidade Federal do Ceará, professora de Direito Penal e Conselheira Seccional da OAB-CE. Pesquisadora em projetos que promovem cidadania, democracia e estudos políticos e eleitorais, com experiência em observatórios voltados à violência política contra a mulher. Membro do Instituto Nordeste de Direito Penal Econômico (INEDIPE) e mentora no Grupo de Estudos e Assuntos Internacionais (GEDAI/UFC).Neste episódio, Sandrelle compartilha sua trajetória, sua atuação em grandes operações, o papel do compliance penal e a importância da advocacia técnica e comprometida com causas sociais e jurídicas de grande relevância.
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa com Juliana Ranches, Pesquisadora e Professora Assistente da Universidade do Oregon; Gabriela Kimberling, Coordenadora de Negócios Ruminantes Brasil da Selko; e Fernando Carvalho, Diretor Técnico da Matsuda, direto do Mineral Tech, em San Antonio, Texas, EUA. Juliana destaca estratégias de nutrição mineral para gado de corte, com foco no manejo do consumo de suplemento, na aplicação em climas instáveis e no perfil do produtor dos Estados Unidos, além do papel da academia em traduzir pesquisa para o campo. Gabriela apresenta sua trajetória e explica os produtos da Selko. Fernando reforça a importância da mineralização, comenta o papel do evento, onde atua como embaixador, e fala sobre a próxima edição que será realizada no Brasil. A conversa reúne pesquisa, indústria e prática, mostrando como a nutrição mineral depende de aplicação correta e comunicação direta com o produtor.
Bagunça não é apenas a casa desorganizada. Tem a ver com consumo, lutos não validados pela sociedade, apego emocional e posição social. O cuidado com o lar aparece como um ritual de bem-estar para muitos brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Quiddity em novembro de 2025, 78% dos brasileiros sentem que organizar a casa ajuda a organizar a própria mente, e 71% afirmam que sentem retomar o controle sobre suas vidas quando veem a casa em ordem. Mas é necessário atenção. Quando o assunto é "bagunça" e organização, estamos falando não apenas de hábitos, mas de um contexto sociocultural. É o que aponta a pesquisadora Carolina Ferraz, que estuda o tema bagunça e organização nas casas brasileiras por meio da Universidade de São Paulo (USP). Ela é graduada em Relações-Públicas e pós-graduada em Semiótica Psicanalítica e Clínica da Cultura. E de onde surge o interesse da pesquisadora pelo tema? Da sua própria experiência pessoal enquanto "bagunceira".
Maryellen MacDonald alerta para consequências sociais, emocionais e até no ambiente de trabalho, mas diz que, com treinamento e prática, é possível enfrentar o problema.
Maryellen MacDonald alerta para consequências sociais, emocionais e até no ambiente de trabalho, mas diz que, com treinamento e prática, é possível enfrentar o problema.
Olá, bio-ouvintes! Está semana iremos atravessar o oceano até o continente Africano, em Luanda, capital de Angola! O episódio de hoje iremos falar sobre as experiências vividas pela mestre e doutora Heloá Caramuru, enquanto desenvolvia sua pesquisa de doutorado em Luanda. Episódios produzidos com as turmas de Luanda: 173 – Bio In Situ em Angola 185 – Preconceito, bullying, internet e imagologia 186 – Planta imortal e antílope em extinção 187 – Autismo e reprodução das abelhas 188 – Escoliose, varíola e racismo CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Heloá Caramuru e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Bruno Nappo. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 226 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 1 - A pesquisadora. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Heloá Caramuru Carlos e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Bruno Nappo Fernandes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 09 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/226-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-1-a-pesquisadora/.
Filme “Vermelho” e os desafios da produção independente no cenário audiovisual Violência de gênero e o crescimento de movimentos misóginos no Brasil
Nossa convidada de hoje é a Adriana Moro. Ela é enfermeira, pesquisadora e escritora. Pós-doutora em Saúde Pública pela FIOCRUZ e Doutora em Políticas Públicas pela UFPR, com passagem pelo Centro de Estudos Sociais de Coimbra, em Portugal. Com nove livros publicados — que transitam entre pesquisas acadêmicas, crônicas e literatura infantil — ela lançou em 2025 seu primeiro romance, 'Não me chame de mãe'. E, agora, em 2026, lançou o livro infantil “Quero ser Genial”.=
Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Maria Aparecida Affonso MoysésMédica pediatra, professora da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida.Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
A pequena cigarrinha-do-milho causa grandes problemas nas lavouras catarinenses. A pesquisadora da Epagri Maria Cristina Canale Silva detalha os resultados do programa de monitoramento e alerta sobre a importância de manter a vigilância constante.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício Frighetto Apoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Nossa convidada do Podcast Nordestino 372 é a Jornalista , Advogada , Escritora , Pesquisadora e Historiadora Fabiana Agra , Fabiana já tem mais de 6 Livros publicados aonde trás em suas obras Histórias e Personagens emblemáticos do nosso Nordeste muitos destes pouco falados e pouco abordados na mídia , Personagens ligados a História do coronelismo histórico , cangaço e outras manifestações ocorrida no Nordeste brasileiro ao longo da história.Apoie nosso Projeto com qualquer valor na chave pix: contato@podcastnordestino.com.br Entre em contato para ser nosso patrocinador e adquirir nossos produtos: wa.me/5583996025102nossas Redes Sociais:TIK TOK PODCAST NORDESTINO: https://www.tiktok.com/@podcastnordestinoTIK TOK ARTHURVILAROFICIAL: https://www.tiktok.com/@arthurvilaroficialINSTAGRAM PODCAST NORDESTINO: https://www.instagram.com/podcastnordestinoINSTAGRAM ARTHUR VILAR: https://www.instagram.com/arthurvilaroficialCANAL PODCAST NORDESTINO: https://www.youtube.com/podcastnordestinoKWAI PODCAST NORDESTINO: https://www.kwai.com/@podcastnordestinoFACEBOOK PODCAST NORDESTINO CORTES: https://www.facebook.com/profile.php?id=61569648512700FACEBOOK PODCAST NORDESTINO OFICIAL: https://www.facebook.com/podcastnordestinooficialSPOTIFY: https://creators.spotify.com/pod/profile/podcastnordestino/#nordeste #podcast #nordestinos
Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta.Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Diante dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro, o Visões Populares conversa com Rose Martins, internacionalista formada pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e mestra em economia política internacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.Pesquisadora da geopolítica da Rússia no pós-Guerra Fria e comunicadora nas redes sociais, Rose analisa o estágio atual do conflito, seus desdobramentos regionais e globais, os impactos para o Brasil e os riscos de uma escalada para uma guerra de maiores proporções.
Muito se fala em performance, tráfego, conversão e dados. Mas existe um ponto que conecta tudo isso: a experiência do usuário. UX não é só design bonito. É usabilidade, fluidez, clareza, percepção de valor e confiança. Fatores que impactam diretamente nos resultados de marketing. Para aprofundar essa conversa, hoje recebemos Eliana Loureiro, que é Pesquisadora do IEA-USP, mentora Alumni ESPM e professora da FAAP e ESPM.
Escritora e professora no Instituto Federal do Paraná, Jeanine é Pós-doutoranda em Letras pela UFPR e pesquisadora na área de crítica literária. Autora de obras como 'O animal que me tornei' e 'Alcateia', ela foi premiada pela Secretaria de Cultura do Paraná e conquistou recentemente o 2º lugar no I Prêmio Escritoras Brasileiras com o livro 'Retratos de Mulher'. =
Estudo da Fundação Getúlio Vargas mostrou que várias decisões judiciais sobre casos de LGBTfobia ignoram orientação do STF de considerar crime esse tipo de prática. De acordo com a pesquisadora Lígia Cerqueira da FGV Direito, entrevistada do Mundo Político, não existe padronização das decisões judiciais sobre o tema, que pode ser fruto do conservadorismo ou de falta de familiaridade com a orientação do Supremo, por parte dos magistrados. No programa, ela ainda aponta consequências para esse quadro e alguns desafios para alterá-lo.
Hoje recebemos Anaclaudia Zani Ramos, psicóloga com formação em Coaching pela International Association of Coaching Institutes – Europe. Criou a ONG Mães de Coração em parceria com a APAE e possui sólida experiência em Gestão de Pessoas e Psicologia Jurídica Institucional, com atuação na Delegacia da Mulher. Pesquisadora em Neurociência e Desenvolvimento Humano há 25 anos, é palestrante e escritora e criadora do Eita, que você conhecerá no programa. Ah, e Anaclaudia é conhecida como A Véia da Porsche. Um papo fascinante com alguém que tem fogo na cabeça. ...........................................................................................................................
Hoje recebemos Anaclaudia Zani Ramos, psicóloga com formação em Coaching pela International Association of Coaching Institutes – Europe. Criou a ONG Mães de Coração em parceria com a APAE e possui sólida experiência em Gestão de Pessoas e Psicologia Jurídica Institucional, com atuação na Delegacia da Mulher. Pesquisadora em Neurociência e Desenvolvimento Humano há 25 anos, é palestrante e escritora e criadora do Eita, que você conhecerá no programa. Ah, e Anaclaudia é conhecida como A Véia da Porsche. Um papo fascinante com alguém que tem fogo na cabeça. ...........................................................................................................................
Ao entrar em um supermercado ou farmácia qualquer, repare nas prateleiras: logo acima, ao fácil alcance de nossas mãos, estão os produtos mais desejados. Na mesma proporção de querer, a cada fileira abaixo estão aqueles que precisamos nos esforçar para alcançar. A minha convidada de hoje transformou a visão sobre os relacionamentos atuais usando essa analogia para a prateleira do amor. Se as mulheres são os produtos, quem são aquelas que ocupam os andares superiores? Não é difícil de acertar. Envolve padrão estético, machismo, etarismo e o que mais a sociedade usa de violência silenciosa para nos domar acreditando que devemos ser escolhidas - não escolher. Complementar a essa teoria, ela afirma que os homens aprendem a amar muitas coisas, as mulheres aprendem a amar os homens. Doeu aí? Doeu aqui também. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, conversa com a Pesquisadora na área de Saúde Mental e Gênero e Professora no Departamento de Psicologia Clínica na Universidade de Brasília, Valeska Zanello.---------------------------------------------------------Acesse audible.com.br, crie sua conta e aproveite 30 dias grátis. Audible é o serviço de audiolivros da Amazon, com milhares de títulos para você ouvir quando quiser.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliValeska Zanello no Instagram: @zanellovaleskaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exaustaLivros da Valeska Zanello: clique aqui
O Louvre busca ampliar suas receitas a qualquer custo. O icônico museu vai aumentar em 45% o preço do ingresso para visitantes de fora da Europa em 2026. A partir de 14 de janeiro, os visitantes que não pertencem ao Espaço Econômico Europeu (EEE), que inclui União Europeia, Islândia, Liechtenstein e Noruega, terão de pagar € 32 para percorrer os 73 mil metros quadrados do museu, € 10 a mais do que o valor atual. Questionada pela RFI, a assessoria do Louvre confirmou que a entrada de acesso às galerias passará a ter controle de documentos. A medida, aprovada pelo conselho de administração do museu, tem como objetivo “reforçar a receita” da instituição, uma das mais visitadas do mundo. A decisão do Louvre se estende a outros locais muito visitados, dentro e fora da capital francesa. A partir da próxima quarta-feira (14), os ingressos ficarão mais caros para o mesmo público nos Castelos de Versalhes e de Chambord, e na igreja Saint-Chapelle, em Paris. O curador alemão e diretor da Pinacoteca de São Paulo, Jochen Volz, comentou esse reajuste nos preços do museu mais visitado do mundo. “A questão dos valores cobrados como ingresso para museus é sempre uma discussão muito delicada. É importante analisá-la em conjunto com as políticas de gratuidade, meia-entrada e parcerias. Na Pinacoteca de São Paulo, por exemplo, aproximadamente 78% do público entra se beneficiando de gratuidade. Ainda assim, a bilheteria é, para nós e para todos os museus, uma fonte de receita importante”, analisou. “Entendo que o Louvre, pelo que se espera, terá um aumento de receita de aproximadamente € 17,5 milhões por ano. Esse é um valor significativo para a manutenção do museu e para a gestão de seus acervos. Cobrar um valor diferenciado para turistas é uma forma de se beneficiar da fama do Louvre como destino. Ao mesmo tempo em que se preserva um certo nível de acessibilidade para usuários frequentes locais, estudiosos, estudantes e públicos regionais, que potencialmente visitam o museu com uma frequência muito maior”, sublinhou Volz. Quem vai pagar mais caro? Os principais grupos de visitantes estrangeiros que devem pagar mais pela entrada no Louvre – e nas demais instituições afetadas pelo reajuste – são os norte‑americanos, que representam o maior contingente, seguidos pelos chineses. Os brasileiros aparecem na sétima posição entre os visitantes extraeuropeus e também serão impactados pela medida. A sindicalista francesa Nathalie Ramos foi uma das principais vozes entre aquelas que denunciaram as condições precárias de trabalho e a falta de respostas satisfatórias da direção do museu e das autoridades, durante uma recente greve no Louvre. Sobre o aumento do preço dos ingressos, ela denunciou uma política “discriminatória”, que “fere princípios de acesso e de universalismo cultural”, agravando ainda mais a imagem do museu. “A imagem do Louvre não é muito gloriosa no momento. Entre essa ideia que queremos dar do maior museu do mundo, que quer implantar projetos gigantescos, e a realidade dos meios de que dispomos, existe um enorme abismo”, disse. O galerista Philippe Mendes, um dos mais influentes de Paris e administrador de um espaço no Louvre dedicado a obras portuguesas, opinou sobre a tentativa institucional da presidente do museu, Laurence des Cars, de salvar o plano do Louvre para 2030. “O museu está em uma situação muito tensa. Acho que o ambiente interno não é nada bom, porque o que aconteceu – roubo espetacular, seguido de greve – foi muito grave. E, quando há algo assim, espera-se sempre que algumas responsabilidades sejam apuradas”, disse à RFI. Leia tambémRoubo milionário no Louvre poderia ter sido evitado, aponta relatório de segurança ignorado pela direção “Além disso, o Ministério da Cultura nomeou um homem para administrar o Louvre. Ele não é militar, mas trabalhou para o Ministério da Defesa e nas obras da catedral de Notre-Dame, inclusive durante o restauro. Isso também é um sinal muito forte de que [a presidente da instituição] Laurence des Cars precisa ser mantida onde está. Para não deixá-la de fora, encontraram alguém que agora vai tentar reestruturar o Louvre, uma espécie de tutela para dar continuidade a esse grande projeto, que é o projeto 2030”, afirmou Mendes. A artista Laura Lima, um dos nomes brasileiros mais proeminentes das artes visuais no mundo e atualmente em cartaz no Instituto de Artes Contemporâneas de Londres (ICA), tem uma opinião clara sobre o assunto. “Todos os museus deviam ser como as praças públicas, abertas para todo e qualquer tipo de pessoa e origem”, declarou Lima, que, ao lado de Ernesto Neto e Márcio Bottner, é uma das fundadoras da galeria Gentil Carioca, no Rio de Janeiro. Pesquisadora em cinema e acostumada a visitar museus em várias partes do globo, a brasileira Luíza Alvim lembrou que o Louvre não é um caso isolado na cobrança de ingressos diferenciados para estrangeiros. “Eu viajo por diversos lugares do mundo, e essa diferenciação de preço não é exclusiva do que está se tentando fazer no Louvre. Isso existiu e existe na Costa Rica, no Egito, mas acho extremamente problemático pelo seguinte: essa diferenciação, embora proteja de certa forma o cidadão do país – que pode ter um acesso mais fácil –, prejudica pessoas de países que são mais pobres, cujos cidadãos também são pobres”, disse. Leia também'Roubo do século' no Louvre escancara falhas na segurança; diretora terá que se explicar no Senado “Isso já é problemático porque, por exemplo, no caso da Costa Rica, nós somos latino-americanos e também somos pobres. Recebemos em uma moeda fraca e pagamos o mesmo preço de quem recebe em uma moeda forte, em euro ou em dólar. O mais absurdo da situação que se está tentando implementar no Louvre é que um país de moeda forte está tentando proteger pessoas que recebem em moeda forte e prejudicar pessoas que recebem em moeda fraca”, completou Alvim. O Louvre continua sendo um dos museus mais frequentados do mundo, com quase 9 milhões de visitantes em 2024, e o público estrangeiro representa a maioria das entradas, variando entre 69% e 77% do total. Controle de passaportes Em nome do “universalismo” do Louvre e do “acesso igualitário” às suas coleções, sindicatos franceses criticaram unanimemente o aumento dos ingressos para não europeus. “O argumento de que a reforma do prédio justifica o fim de dois séculos de universalismo no Louvre não nos convence”, afirmou o sindicato SUD. Segundo a CGT, essa nova tabela de preços fará com que os residentes de fora do EEE “paguem caro, consolidando o desengajamento do Estado, para visitar um museu em condições precárias”. “O público afetado verá isso como uma forma de discriminação”, afirmou Valérie Baud, delegada da CFDT. As organizações sindicais, que há tempos denunciam a falta crônica de pessoal, também alertam para o aumento da carga de trabalho que a nova política de preços deve impor aos funcionários, responsáveis por verificar a nacionalidade dos visitantes. “Não esquecemos a sobrecarga de trabalho que isso vai gerar para as equipes”, advertiu o sindicato SUD. Acesso a alas do museu terá verificação de documentos Procurada pela RFI para esta reportagem, a assessoria de imprensa do Museu do Louvre informou que “os visitantes que se enquadrarem na tarifa do Espaço Econômico Europeu (EEE) poderão ser verificados nos acessos externos e na entrada das alas Denon, Sully e Richelieu”. No Louvre, a ala Denon abriga obras mundialmente famosas, como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, ** A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix**, e ** A Coroação de Napoleão, de Jacques-Louis David**, além de importantes coleções de pinturas italianas e francesas dos séculos 16 ao 19. A ala Sully concentra as antiguidades egípcias, com sarcófagos, múmias e esculturas, além de peças do Oriente Médio, esculturas gregas e romanas, como a Vênus de Milo, e coleções medievais e renascentistas francesas. Já a ala Richelieu apresenta esculturas francesas dos séculos 17 e 18, coleções do Oriente Médio, os apartamentos históricos do palácio e uma variedade de moedas, medalhas e objetos de artes decorativas. Os cidadãos do EEE deverão apresentar um documento de identidade válido com foto – como carteira de identidade, passaporte ou carteira de motorista. Já os residentes do bloco precisarão comprovar identidade e residência de longa duração, por meio de um documento válido com foto, como visto com validade superior a três meses ou cartão de residência.
Pesquisadora afirma que sua trajetória profissional foi influenciada pela vida e história de seus ancestrais amazônicos
Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais.Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de "unicórnio da mineração". Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial.Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos - vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis - e armas de guerra.O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nos fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem.Mergulhe mais fundoDa objetividade do risco à subjetividade da sua percepção: dimensões do risco socioambiental no Jardim Kennedy em Poços de Caldas, MGEpisódios relacionados#13: Brumadinho em dois atos#108: Salve o planeta, pergunte-me como#147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioDaniel TygelMestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).Nathália FranciscoArquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).Mariano Laio de OliveiraChefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM).Wagner FaninEletricista e técnico ambiental.Ademilson Kariri e Cariusa KiririLideranças do povo Kiriri em Caldas.Rogério CorreiaProfessor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
Hoje o papo é sobre carreira! Neste episódio, mergulhamos nos desafios, nos percalços e, sim, nos prazeres de ser aquela pessoa cujo bom trabalho é inevitavelmente recompensado com ainda mais trabalho. Como é a vida e as responsabilidades da pessoa tech lead? Vem ver quem participou desse papo: André David, o host que fala de tecnologias que estão por todas as partes Vinny Neves, Líder de Front-End na Alura Vanessa Tonini, Engenheira de Software e Pesquisadora de Micro Frontends Yago Oliveira, Coordenador de Conteúdo Técnico na Alura
A morte de 121 pessoas no Complexo do Alemão e Penha, na operação policial mais letal do estado do Rio de Janeiro, nos convidou a pensar nos adultos e crianças que vivem nessas comunidades e que têm a rotina, a saúde mental, a vida impactada por operações policiais cada vez mais frequentes -- além daquelas que sofrem diferentes tipos de violências e perdem entes queridos. É sobre esse tema o episódio com Eliana Sousa Silva, convidada do Podcast da Semana, da Gama.Eliana Sousa Silva é fundadora e diretora da Redes da Maré, uma instituição da sociedade civil que produz ações em busca de qualidade de vida e garantia de direitos para os mais de 140 mil moradores das 15 favelas da Maré. Pesquisadora em segurança pública, tem graduação em Letras, mestrado em Educação e doutorado em Serviço Social. Faz parte da Cátedra Patrícia Acioli (UFRJ) e integra o Centro de Estudos de Cidades - Laboratório Arq. Futuro do Insper. É Doutora Honoris Causa pela Queen Mary University of London e fez parte da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura, Ciência e Educação, no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA). Eliana chegou em Nova Holanda, uma das favelas do Complexo da Maré com a família aos 7 anos, onde morou por 30 anos.Na conversa com Gama, ela diz que operações policiais são reflexo de uma ausência anterior do estado, fala do dia a dia das populações das comunidades cariocas e traz caminhos possíveis de transformação dessa realidade de violência e abandono.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Na terceira edição deste boletim você confere:- Lula assina decreto que muda regras dos vales refeição e alimentação;- Pesquisadora brasileira cria caneta que detecta câncer em segundos;- Morre o ator iraniano Homayoun Ershadi aos 78 anos de idade.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Maria Clara Pinheiro e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Continuamos com a Dra. Ana Lúcia de Sá Pinto, Pediatra do Esporte da Clínica MOVE e Pesquisadora do HCFMUSP e da Faculdade de Medicina da USP, que vai nos explicar quais os riscos do excesso de treinamento físico para adolescentes.O aumento da demanda metabólica própria da idade, acrescido de algo gasto energético do esporte em excesso, pode trazer prejuízos no desenvolvimento, se não forem tomados os devidos cuidados.É sempre importante ter o acompanhamento médico e de outros profissionais de saúde no caso do adolescente atleta.Não perca mais um episódio incrível desse podcast, que é uma realização da Clínica MOVE!Curta, compartilhe e comente!#clinica_move #adolescentes #atleta #drapatriciacamposferraz #nutricaoexercicioesaude #nutripatriciacampos #natacaocompetitiva #futebol #tenis
Para a edição 156 do Plantcast, temos a honra de receber a professora Manuella Nóbrega, Pesquisadora e CEO da Microgene, para falarmos de mais um tema de extrema importância na agricultura atual: as bacterias promotoras de crescimento. Entenda mais sobre a inovação e edição gênica de bactérias, conheça mais sobre novas espécies e modos de ação que vem sendo estudados, com grande potencial para complementar tecnologias já existentes e também porque os biológicos são vistos como ferramentas essenciais para aumento de produtividade com sustentabilidade, reduzindo impactos ambientais e melhorando a saúde do solo.Aproveite e siga a ICL nas redes sociais para mais conteúdo e atualizações:Instagram:https://bit.ly/3RfwZjlYouTube:https://bit.ly/46RYbdXLinkedIn:https://bit.ly/487ejJt
Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, a pesquisadora, especialista em cooperativismo e escritora, Rosalvi Monteagudo explica que seu mais novo livro “Democracia da Cooperação” é baseada na doutrina econômica da cooperação e na economia solidária, que supera os limites do modelo político e econômico atual e fundamenta-se, além da cooperação, em autogestão e solidariedade. Para a autora, seu trabalho é um convite para que as pessoas repensem a relação entre o Estado e a sociedade e um chamado para que o cidadão se torne coautor do futuro.
Pesquisadora da UNSW, Mariana Mayer Pinto é uma das fundadoras do Living Seawalls, um projeto que simula a geometria do micro-habitat dos seres vivos nas construções costeiras usando módulos feitos com materiais simples, como o concreto. O projeto, vencedor na categoria de Pesquisa e Inovação, viu um aumento de 30% das espécies no Sydney Harbour, na comparação com paredes não modificadas, e agora está sendo implementado em outros lugares do mundo, como no porto de Santos.
No episódio de hoje, nossos apresentadores Veridiana Camargo, Camilla Yamada, Fabio Kater, Fabio Schutz e Marcelo Corassa recebem a Dra. Carolina Alves da Costa Silva, Médica Pesquisadora da Oncoclínicas&Co & Fiocruz, que acabou de voltar da França, para falar sobre oncologia, transplantes e comprimidos de…cocô. É brincadeira, mas é sério. Dra. Carolina é especialista em microbioma intestinal e está aqui para explicar como funciona a análise da composição da dieta dos pacientes oncológicos.
Você está preocupado em comer mais proteína? Acha que não está batendo a meta? As pesquisas dizem que não é preciso se preocupar:“O que os dados populacionais dizem é que a nossa alimentação [a brasileira], em média, já supre as quantidades necessárias de proteína, inclusive para fins de incremento de massa muscular”, diz a nutricionista Nadine Marques, pesquisadora especialista em psicobiologia e exercício e doutora em Saúde Pública. Marques é a convidada do Podcast da Semana sobre proteínas.Pesquisadora assistente na Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, e mentora no Núcleo de Pesquisa e Extensão Sustentarea, ambos da Faculdade de Saúde Pública da USP, Marques faz parte do grupo de pesquisadores que analisou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2017-2018) e apontou que mesmo entre os 20% de menor renda da população brasileira, é ínfima a proporção dos que têm insuficiência de proteína, de acordo com os parâmetros da Organização Mundial da Saúde.Na entrevista a Gama, ela explica que desde os anos 1970 a proteína foi alçada ao posto de nutriente nobre também para suprir necessidades da indústria, que tinha um excedente de soro de leite, depois da produção de queijos.O boom da proteína de hoje tem a ver ainda com a febre de exercícios e a busca por um corpo musculoso. “É como um kit, você precisa da roupa da academia, do tênis e do whey”, diz a pesquisadora, que também apresenta dois podcasts, o "Boletim Alimentação e Sustentabilidade", uma parceria da Cátedra Josué de Castro com a Rádio USP; e o "Comida que Sustenta", produzido pelo Sustentarea, Núcleo de Pesquisa e Extensão da USP. “É necessário a gente entender qual é a realidade de cada pessoa, dependendo da fase de vida e do nível mesmo de exercício físico que ela faz. É diferente falar de um atleta e de um praticante de exercício físico. Partir do princípio de que, se faz exercício, precisa de mais proteína, é um raciocínio errôneo. É preciso avaliar como é que já está a alimentação dessa pessoa”, diz.Na entrevista, Marques fala ainda sobre como nem mesmo os vegetarianos têm déficit proteico e o que é que está realmente faltando na dieta do brasileiro.
O Brasil está na linha de frente de um dos campos mais promissores — e desafiadores — da ciência contemporânea: a neurotecnologia. A afirmação é da pesquisadora Fabiana Nascimento, especialista em neurociência e comportamento, que atua no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde e à educação, com foco em populações historicamente negligenciadas. Em entrevista ao Mulheres Reais, Fabiana explica que os avanços no uso de interfaces cérebro-máquina já permitem, por exemplo, que pessoas com paralisia possam interagir com o mundo por meio de comandos mentais. “Essas tecnologias já são realidade em ambientes clínicos experimentais. Mas o que me preocupa é quem terá acesso a elas”, afirma. A pesquisadora faz um alerta sobre os riscos de aprofundamento das desigualdades. Para ela, o potencial emancipador da neurotecnologia só se realizará se houver investimento público, regulação ética e políticas de inclusão. “É preciso discutir a regulação do uso de dados neurais, a autonomia cognitiva e, principalmente, a equidade no acesso”, pontua. Nascimento também chama atenção para a dimensão de gênero no campo científico. Segundo ela, as mulheres ainda enfrentam barreiras estruturais para ocupar espaços de protagonismo nas neurociências e nas áreas tecnológicas. “Nós, mulheres, somos minoria tanto nos espaços de decisão quanto nas lideranças de pesquisa. E isso tem impacto direto sobre os caminhos que a ciência escolhe trilhar”, observa. A pesquisadora enfatiza que a produção de conhecimento não é neutra. “Se a maioria das decisões sobre o futuro da mente humana estiver nas mãos de um grupo homogêneo — majoritariamente masculino, branco e de classes altas —, as soluções desenvolvidas refletirão essa visão limitada de mundo”, critica. Fabiana Nascimento está à frente do World Neurotechnologies Forum, maior evento de neurotecnologia da América Latina, que acontece em São Paulo em 26 de agosto. O podcast é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dra. Mariangela Hungria venceu o World Food Prize por sua marcante e relevante contribuição ao desenvolvimento dos insumos biológicos. Trajetória já dura mais de 40 anos e começou com apoio de sua avó, que era professora de ciências, quando ainda era criança.
Pesquisadora utilizou dados clínicos e ultrassonográficos de 924 pacientes para treinar modelos de aprendizado de máquina capazes de prever a malignidade de lesões mamárias
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quinta-feira (10/04) acompanhe a apresentação da aula “Saúde Mental das Mulheres”, com Regina Marques. Regina é Doutora em Psicologia e Pesquisadora na Universidade da Califórnia (EUA).
Livia Humaire destacou que cadeia de produção de roupas envolve microplásticos e agrotóxicos, além de terceirização da produção em países mais pobres; uso de materiais menos nocivos ao meio ambiente já mostram resultados positivos no Brasil.
Importante para toda atividade humana, inclusive no agro, uso racional deste recurso é determinante para a segurança alimentar
A nostalgia tem um poder curioso: ela nos transporta para momentos que marcaram nossa história, trazendo à tona cheiros, músicas, palavras e, claro, pessoas. No amor, essa viagem ao passado pode ser tanto um refúgio quanto uma armadilha. O primeiro amor, por exemplo, costuma deixar marcas profundas – algumas doces, outras difíceis de apagar. Mas será que essas memórias moldam nossos relacionamentos de forma saudável? Ou acabamos carregando, sem perceber, expectativas e medos que já não fazem sentido? E quando o passado se torna um peso? Quando, em vez de aprender com as dores, criamos barreiras que nos impedem de viver o presente? Como evitar que as memórias de relacionamentos anteriores nos prendam a padrões que não funcionam mais? No episódio de hoje, vamos explorar o impacto das nossas memórias e entender como ressignificar essas lembranças pode liberar espaço para vivermos o presente. Com a gente nessa conversa: Joice Berth: Urbanista, escritora, psicanalista, consultora e curadora; Cintia Cristina Sanches: Psicóloga Clínica e Pesquisadora no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas FMUSP no PRO AMITI no setor de Amor Patológico e Ciúme Excessivo; _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@mamilos.me
Milena Garcez é estilista, pesquisadora de moda e empreendedora. No Brasil, passou por marcas como Adriana Degreas, Shoulder, Grupo Restoque e mundo Lol ita. Mas o espírito mochiler falou mais alto, e há sete anos ela trocou o Brasil por Nova York. Lá, estudou na FIT e na Parsons, foi fashion stylist na peça Inside the Wild Heart, desenhou para a Chelsea and Walker NYC e participou do desenvolvimento da marca da atriz Whoopi Goldberg. Em 2017, a Mi fundou a Orange 152, sua empresa de pesquisa de tendências que conecta marcas brasileiras ao que há de mais inovador no mercado global, além de atuar como Trend Spotter para a START by WGSN.convidada: https://www.instagram.com/orange152.trends/ Aprenda inglês com o Moda na Mochila: https://www.modanamochila.com/aprender newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/ Podcasts citadosEp 91 - Chefe de Figurino Itinerante na Cirque du Soleil, com Lua Ouverneyhttps://open.spotify.com/episode/0h6YSPnMwUMcME1YmLxJgX?si=985aa2fbfe734fe4 Ep 129 - Minha estratégia infalível de NETWORKING para FEIRAS de MODA internacionaishttps://open.spotify.com/episode/37VBCi8MREgkkl63pAPvZx?si=ecf7f444b96046be
O Café PT desta segunda-feira (20) recebe a professora e pesquisadora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Bárbara Coelho. Ela fala sobre as novas definições da Meta, empresa que controla redes sociais como Facebook, Instagram, e Whatsapp.
No Jornal PT Brasil desta quinta-feira (9), recebeu a professora e pesquisadora da Universidade Federal da Bahia, Bárbara Coelho, para falar sobre as recentes definições da meta em acabar com a checagem de fatos nas redes sociais.
Hoje recebemos Thaís Nunes, diretora renomada por documentários de casos criminais brasileiros, para falar sobre seu novo lançamento, Maníaco do Parque. Ela revela os bastidores da produção, os desafios de trazer essa história à tona e compartilha suas reflexões sobre justiça e segurança pública no Brasil, esperando provocar no público um olhar crítico sobre esses temas. Acompanhe mais sobre o trabalho da Thaís em seu Instagram e confira o documentário e filme no Prime Video Brasil. Instagram: @erikamirandas e @casosreaisoficial erika@casosreaispodcast.com.br https://casosreaispodcast.com.br/
Abordando a problemática das queimadas e de outras questões, a pesquisadora fala sobre a qualidade do ar externo e interno (de dentro de casa), dos problemas que podem causar à saúde e dá recomendações de cuidados que as pessoas podem adotar nesse momento.
Karla Longo, Pesquisadora Do Instituto Nacional De Pesquisas Espaciais -12/09/2024 by Rádio Gaúcha
Gaúcha ZS - 28/08/2024 - Maria Do Carmo Bassols, Pesquisadora Da Embrapa by Rádio Gaúcha
No terceiro episódio da série “O amanhã, hoje.” em parceria com a GWM Brasil, tive um bate-papo sobre o papel fundamental que a revolução "verde" do hidrogênio está causando, as mudanças da nossa matriz energética, sustentabilidade e energia renovável. Minha convidada dessa vez é a Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Bioenergia (GBIO), IEE/USP, Pesquisadora do Research Centre for Greenhouse Gas Innovation da USP e Professora sênior da USP, Suani Coelho. Ouça agora mesmo esse episódio na íntegra. #energia #hidrogenioverde #energialimpa #energiasustentavel #gwm #hellotomorrow #economia #ricardoamorim #palestras Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para gustavo@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
Dando sequência à série "Naruhodo Entrevista" de conversas descontraídas com cientistas brasileiras e brasileiros, chegou a vez da Doutora em Saúde Pública e Doutora em Farmacologia, Ligia Moreiras - ou "A Cientista Que Virou Mãe".Só vem!> OUÇA (87min 04s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Ligia Moreiras - ou "A Cientista Que Virou Mãe" - é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista. Mestra em Psicobiologia pelo Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo. Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Catarina. Doutora em Ciências/Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina.Pesquisadora das áreas de: saúde coletiva, maternidades e infâncias, violência e saúde, medicalização, violência obstétrica no Brasil e pesquisa qualitativa em saúde com foco nos impactos da violência sobre a saúde da mulher e da criança.Criadora do projeto Cientista Que Virou Mãe - Educação e Produção de Conteúdo (www.cientistaqueviroumae.com.br / @cientistaqueviroumae), em atuação desde 2010.Atualmente é escritora, consultora editorial, assessora científica, orientadora acadêmica e científica e mentora de mulheres nas áreas de saúde da mulher e da criança, maternidades, vida das mulheres, feminismo interseccional, empoderamento feminino, educação sem violência e infâncias. Coordenadora do curso de pós-graduação em Prevenção à Violência Obstétrica do CESUSC/Florianópolis (SC). Conselheira no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Secretaria de Relações Institucionais do Governo Federal (2023).Autora dos livros "Educar sem violência - Criando filhos sem palmadas", "Mulheres que viram mães", "Criando com amor em tempos de ódio" e co-autora de "Maternidades no Plural".Foi pesquisadora das áreas de neurobiologia do comportamento humano e psicofarmacologia. Foi professora de Fisiologia Humana e Comparada e Psicobiologia por mais de 10 anos. http://lattes.cnpq.br/9762581705979366*PARCERIA: ALURAVai rolar a segunda edição da Imersão Inteligência Artificial da Alura e dessa vez em parceria com o Google.Será uma semana de aulas gratuitas onde você vai aprender NA PRÁTICA como aproveitar ao máximo o uso da inteligência artificial dentro da sua profissão e em seu dia a dia -- tudo isso com o suporte dos instrutores da Alura e Google.Além de aprender com profissionais do mercado, você ainda vai ter acesso a uma comunidade no Discord e garantir um certificado para incluir no currículo.Pra fechar com chave de ouro, essa edição ainda contará com uma super premiação para os 10 melhores projetos entregues ao final da semana de aulas.Então não perca tempo: faça sua inscrição gratuita agora mesmo, pois as vagas são limitadas.Acesse: alura.tv/naruhodo-imersao-ia-googleImersão IA 2a edição Alura + Google: porque IA tem que ser pra todo mundo.*APOIE O NARUHODO PELA PLATAFORMA ORELO!Um aviso importantíssimo: o podcast Naruhodo agora está no Orelo: https://bit.ly/naruhodo-no-oreloE é por meio dessa plataforma de apoio aos criadores de conteúdo que você ajuda o Naruhodo a se manter no ar.Você escolhe um valor de contribuição mensal e tem acesso a conteúdos exclusivos, conteúdos antecipados e vantagens especiais.Além disso, você pode ter acesso ao nosso grupo fechado no Telegram, e conversar comigo, com o Altay e com outros apoiadores.E não é só isso: toda vez que você ouvir ou fizer download de um episódio pelo Orelo, vai também estar pingando uns trocadinhos para o nosso projeto.Então, baixe agora mesmo o app Orelo no endereço Orelo.CC ou na sua loja de aplicativos e ajude a fortalecer o conhecimento científico.https://bit.ly/naruhodo-no-orelo
O Hipsters: Fora de Controle é o podcast da Alura com notícias sobre Inteligência Artificial aplicada e todo esse novo mundo no qual estamos começando a engatinhar, e que você vai poder explorar conosco! Nesse episódio conversamos com Roberta Duarte, Pesquisadora de Machine Learning, sobre o estudo que simulou o primeiro buraco negro com a ajuda de inteligência artificial. Além disso, comentamos as principais novidades de IA da semana, incluindo o evento recente da NVIDIA, a possibilidade do iPhone passar a contar com o Google Gemini, e a expectativa para o GPT-5. Vem ver quem participou desse papo: Marcus Mendes, host fora de controle Fabrício Carraro, Program Manager da Alura, autor de IA e host do podcast Dev Sem Fronteiras Roberta Duarte, Pesquisadora de Machine Learning