Podcasts about palco

City in Kansas, United States

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palco

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SER Deportivos Navarra
El Palco Osasuna tras la victoria ante el Real Madrid, la baja de Aimar Oroz para Valencia y los incidentes con la intervención policial

SER Deportivos Navarra

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 11:25


El Palco Osasuna tras la victoria ante el Real Madrid, la baja de Aimar Oroz para Valencia y los incidentes con la intervención policial

da ideia à luz
Férias - 27/01/2026 - O trabalho de Cenografia na cidade de São Paulo

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 162:44


André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações).  Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o  curso  Intervenção Urbana e Teatro.  Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).

Gregario Cycling
Episódio 297 - Triplo Stelvio, com Ricardo Simões

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 46:48


Existem montanhas. E existem mitos.O Passo dello Stelvio é mais que uma subida — é um monumento do ciclismo mundial. Palco de batalhas históricas do Giro d'Italia, cenário de superação, beleza e sofrimento na mesma medida.Agora imagine encarar os três lados do Stelvio em um único dia.Esse é o Triplo Stelvio:

Um dia no Mundo
Tiago Rodrigues e a arte para questionar (em palco) o fascismo

Um dia no Mundo

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 5:47


Uma crónica de Francisco Sena Santos.

SER Deportivos Navarra
El Palco Osasuna en la semana blanca para recibir en el Sadar al Real Madrid tras su victoria en Champions con gol de Vinicius

SER Deportivos Navarra

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 12:42


El Palco Osasuna en la semana blanca para recibir en el Sadar al Real Madrid tras su victoria en Champions con gol de ViniciusCon Enrique Maya e Iñaki Cabasés 

Cadena SER Navarra
El Palco Osasuna en la semana blanca para recibir en el Sadar al Real Madrid tras su victoria en Champions con gol de Vinicius

Cadena SER Navarra

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 12:42


El Palco Osasuna en la semana blanca para recibir en el Sadar al Real Madrid tras su victoria en Champions con gol de ViniciusCon Enrique Maya e Iñaki Cabasés 

DIGITAL LIFE - Marketing & Digital
La battaglia dei giganti dell'AI sul palco del Super Bowl - Ep. #278

DIGITAL LIFE - Marketing & Digital

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 13:15


nalizziamo lo scontro mediatico tra Anthropic e OpenAI al Super Bowl e il lancio simultaneo di Claude Opus 4.6 e GPT-5.3 Codex. Esploriamo come i nuovi "team di agenti" e le capacità operative dell'IA stiano trasformando il mercato del software e della consulenza. In chiusura, scopriamo come NotebookLM e Gemini permettano di analizzare enormi volumi di dati in pochi minuti.

SER Deportivos Navarra
El Palco Osasuna con el VAR del Celta a la nevera, el buen momento del equipo y la visita al Elche para prolongar la racha

SER Deportivos Navarra

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 11:01


El Palco Osasuna con el VAR del Celta a la nevera, el buen momento del equipo y la visita al Elche para prolongar la racha

Cadena SER Navarra
El Palco Osasuna con el VAR del Celta a la nevera, el buen momento del equipo y la visita al Elche para prolongar la racha

Cadena SER Navarra

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 11:01


El Palco Osasuna con el VAR del Celta a la nevera, el buen momento del equipo y la visita al Elche para prolongar la racha

Alta Definição
Diogo Batáguas: “Tudo o que faço é contraproducente para o meu bem-estar. Antes de entrar em palco, seja para 30 ou 5 mil pessoas, é uma angústia”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 47:59


O humorista Diogo Batáguas é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O autor do “Conteúdo do Batáguas”, um dos programas mais vistos no YouTube em Portugal, diz que se define como “um gajo que teve sorte”. “Hoje em dia vivo da comédia e isso é surpreendente para mim”, explica. O humorista recorda algumas peripécias de ter crescido na Margem Sul, sem gostar de cumprir regras. Foi guarda-redes numa equipa com Silvestre Varela, chegou a trabalhar como cantoneiro nas praias da Costa da Caparica, foi locutor de rádio e jornalista desportivo. “De vez em quando ainda me ligam da BBC porque o meu nome deve estar lá perdido como jornalista desportivo português”, revela o comediante. Adepto fervoroso do Futebol Clube do Porto, chegou a ir de carro até Roma para ver o clube jogar. “Ser do Porto eleva os patamares de expectativa para a vida. Quando eu era puto o Porto é pentacampeão. Passado um bocadinho ganha uma Liga dos Campeões. Agora como é que se vive o resto da vida? O Porto estragou-me a vida ao ganhar tudo”, ironiza Diogo Batáguas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 7 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sala Precisa Podcast
O prêmio é internacional, o palco não | #152

Sala Precisa Podcast

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 24:25


Neste episódio, a gente desmonta a temporada de prêmios de Hollywood: Globo de Ouro, Critics Choice Awards e Oscar. Falamos da vitória de O Agente Secreto entregue fora do palco principal, da indicação de Wagner Moura, das polêmicas envolvendo Marty Supreme e Josh Safdie e da fala controversa de Oliver Laxe sobre o Brasil.Mais do que estatuetas, discutimos o que fica claro quando o prêmio vem… mas o espaço não.Um episódio crítico, direto e sem deslumbramento.

Il Mondo
Domani scade l'accordo sulla limitazione delle armi nucleari. Sul palco dei Grammy va in scena la protesta contro Trump.

Il Mondo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 24:42


Giovedì scade il trattato New Start tra Stati Uniti e Russia, che limita il numero di missili e testate operative nei due più grandi arsenali nucleari del mondo. Con Francesco Vignarca, coordinatore delle campagne della Rete italiana pace e disarmo.Molti artisti presenti alla serata dei Grammy hanno colto l'occasione per criticare l'amministrazione Trump, una posizione che in generale, è sostenuta dalla maggior parte del mondo della musica. Con Giovanni Ansaldo, editor di musica di Internazionale.Oggi parliamo anche di:Uruguay • “Pepe Mujica e la sua bici” di Fermín Méndezhttps://www.internazionale.it/magazine/fermin-mendez/2026/01/29/pepe-mujica-e-la-sua-biciMusica • Boston Symphony Chamber Players, The Deutsche Grammophon recordingsCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti

SER Deportivos Navarra
El Palco Osasuna con las bajas en el doble pivote de Torró y Moncayola para visitar al Celta y debate cantera

SER Deportivos Navarra

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 11:51


El Palco Osasuna con las bajas en el doble pivote para visitar al Celta y debate cantera entre Enrique Maya e Iñaki Cabasés 

Expresso - Humor à Primeira Vista
John Mendes: “As comunidades portuguesas no estrangeiro são um público que abraça. Podem não gostar de uma piada, mas estão a amar ter-te ali em palco”

Expresso - Humor à Primeira Vista

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 42:15


John Mendes jantava num restaurante, durante uma atuação de Fernando Rocha. O humorista do Porto perguntou se alguém do público tinha vontade de experimentar fazer rir quem ali estava. Tímido, mas com muita vontade, John Mendes deu um passo em frente e tropeçou mesmo antes de subir a palco pela primeira vez. Quase oito anos depois, o humorista de Barcelos tem já uma grande base de seguidores nas redes sociais. Está de momento em digressão, com o espetáculo de stand-up “Isto não passa na TV”. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque não perdeu a esperança no “humor popular”, recorda o período em que conciliava a comédia com dois trabalhos e elogia o público das comunidades portuguesas no estrangeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SER Deportivos Navarra
El Palco Osasuna pendientes de Aimar Oroz o alternativas para recibir al Villarreal en el Sadar

SER Deportivos Navarra

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 11:16


El Palco Osasuna pendientes de Aimar Oroz o alternativas para recibir al Villarreal en el Sadar

Desculpa Alguma Coisa
Eduardo Moscovis fala de 'Por Amor', solidão no palco, paternidade e mais!

Desculpa Alguma Coisa

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 53:26


Le interviste di Radio Number One
Nek, parte il tour europeo: «Sul palco solo noi e la musica»

Le interviste di Radio Number One

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 26:25


Nella mattinata di martedì 20 gennaio, nel programma Degiornalist – Gli Spaccanotizie, la voce inconfondibile di Nek ha risuonato tra microfoni e curiosità, regalando agli ascoltatori di Radio Number One un incontro sincero e ricco di sorprese. Guidato dall'energia di Fabiana Paolini e Claudio Chiari, il cantautore ha ripercorso momenti chiave della sua carriera, e raccontato gli appuntamenti che lo vedranno protagonista da marzo 2026 con il suo Nek Hits - European Tour. Non solo musicista e cantante, ma a Filippo Neviani piace sperimentare diversi linguaggi, considerando che oltre il palco è stato anche impegnato alla conduzione di fortunati programmi televisivi. «Io proprio non sopporto la noia, anzi ho il terrore della noia, mi do mi do da fare, mi piace mettermi in gioco», commenta Nek. L'autore di Laura non c'è è stato infatti - nella stagione 2025/2026 - coach a The Voice Senior e quest'anno guida invece i giovanissimi talenti di The Voice Kids: «Mi diverto molto, anche perché rientro un po' nella figura di papà per questi bimbi. È divertente perché intanto non dobbiamo salvare il mondo, non dobbiamo consegnare alle classifiche una voce che può diventare un talento. Quindi è tutto vissuto con una grande leggerezza e con il desiderio di vivere due ore di bellezza che passa attraverso la musica».

El Balón de Oro de Raúl
Desastre en Albacete: crisis en el once, en el banquillo y en el palco. ¡HEMOS VUELTO!

El Balón de Oro de Raúl

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 50:02


Tras unos merecidos meses de descanso por temas familiares, hemos vuelto. Nos fuimos líderes, con el Real Madrid montado en la xabineta y con una temporada con una pinta estupenda y volvemos en plena debacle. Apuntamos a todos los lados: a los jugadores, a los dos entrenadores que ya hemos tenido y, cómo no, al palco.

Radio Universidad de Chile
Tomar Palco 13/01/2026

Radio Universidad de Chile

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 44:06


Artes
“Kumina”: Victor de Oliveira leva a palco a brutalidade do exílio e a tragédia dos migrantes

Artes

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 22:32


O encenador e actor luso-franco-moçambicano Victor de Oliveira leva a palco o seu novo solo, “Kumina”, no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, a partir desta terça-feira e até sábado. A peça mostra o lado brutal, universal e intemporal do exílio, convocando as memórias dos que não resistiram ao desenraizamento, dos escravos de ontem aos migrantes que hoje morrem no Mediterrâneo. “Kumina” é também um ritual para tentar abrir portas onde hoje se erguem muros. Fomos gravar esta entrevista no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, na região de Paris, onde está em cena, entre 13 e 17 de Janeiro, “Kumina”, o novo solo de Victor de Oliveira, escrito, encenado e protagonizado por ele. A peça aborda a história íntima, universal e intemporal do exílio. Partindo das memórias de infância em Moçambique, o país onde nasceu em 1971 e de onde saiu com os pais a seguir à independência, Victor de Oliveira olha para o mundo a partir da própria experiência de desenraizamento e faz do palco um espaço de memória daqueles que tudo perderam ou se perderam nos caminhos forçados do exílio. Este é também um olhar sobre a História: sobre o tráfico transatlântico de milhões de pessoas, sobre o colonialismo, sobre os “boat people” haitianos nos anos 90, sobre os migrantes que ainda morrem no Mediterrâneo ao tentarem chegar à Europa. Uma História ligada por um fio invisível de um sentimento de "déjà vu" de histórias que se repetem século após século, dia após dia. O texto cruza experiência pessoal com o peso da História, com notícias que ritmam a televisão e com a poesia de autores que abordaram o exílio, transformando o palco de "Kumina" num espaço “sagrado”, onde se podem convocar antepassados, esperar uma reconciliação e remar contra pujantes marés de xenofobia. “Todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro, porque o outro é um estrangeiro, não é apenas de agora”, resume Victor de Oliveira em entrevista à RFI. Em palco, como uma estátua, quase sem mexer os pés, Victor de Oliveira vai lembrando oceanos de exilados, tanto os vivos, quanto os que ficaram no fundo do mar. Em cena, um vasto cobertor de sobrevivência pinta o fundo e o chão é feito de terra vermelha. Neste "exílio da terra de ninguém" - ouvimos - reina “a sensação de impossível pertença”... “Kumina” surge depois de “Limbo”, outro solo que assinou em 2021 sobre a busca de identidade de um homem entre dois mundos, entre dois países, entre duas condições, entre negros e brancos, entre colonos e colonizados. “Kumina” surge também depois de ter adaptado “Incêndios”, de Wajdi Mouawad, e “As Areias do Imperador”, de Mia Couto, os quais também buscavam as pontes, talvez quebradas, entre dois mundos. A peça “Kumina” está no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne de 13 a 17 de Janeiro e no Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, de 26 a 29 de Março. Também será lançado um livro que reúne os textos, em português, de “Kumina” e de “Limbo”, numa co-edição da Tinta da China e do Teatro do Bairro Alto. Em francês, será lançado o texto de “Limbo” pelas Editions Chandeigne. RFI: Para começar, peço-lhe uma pequena descrição deste trabalho “Kumina”. Victor de Oliveira, Actor e Encenador: “'Kumina' vem depois de ‘Limbo' e é um prolongamento, digamos assim, de todas as questões que eu já tinha abordado no ‘Limbo' que tinham a ver com esse desenraizamento e com essa tentativa de tentar-me situar entre dois mundos essencialmente. E, depois, com o facto de ser um homem mestiço, portanto, neto de colonos e de colonizados, etc, etc, etc. Em relação ao ‘Kumina', eu volto mais uma vez a pegar no fio da infância porque o espectáculo começa a partir desse momento, a infância, que é o momento em que eu vou partir, em que tenho que partir porque eu nasci em Moçambique durante o período colonial, vivi em Moçambique depois da independência e tivemos que ir embora nos primeiros anos da guerra civil por causa da guerra civil, essencialmente. Eu parto desse momento para tirar o fio até hoje, com todas as questões que eu tive que viver enquanto criança e depois enquanto jovem, adolescente e jovem adulto, e hoje, com a idade que tenho, com esse caminho percorrido de vida, como é que eu consigo olhar para o mundo e olhar para todo esse percurso com a idade que tenho...” Um dos fios condutores de ‘Kumina' é o exílio. O que é para si o exílio e porquê levar este tema para o palco? “Sim, é um dos temas importantes porque só as pessoas que tiveram que partir do país onde nasceram por ‘x' razões, quer dizer, ou porque há a guerra, ou porque têm que fugir, ou porque são presos políticos, ou porque economicamente têm que procurar uma outra vida, só essas pessoas conseguem perceber e saber o que é que quer dizer o exílio. O que quer dizer, de repente, tentar ter uma outra vida, num outro país, numa outra cultura, com uma outra língua, etc. Tudo isso é extremamente importante, sobretudo no período em que nós estamos em que, por mil e uma razões, há cada vez mais fluxos migratórios, pessoas que são exiladas, que têm de partir. Então, como é que nós fazemos enquanto sociedade para compreender e para aceitar que o mundo agora é assim? A minha questão, enquanto artista, é como é que intimamente, que caminhos atravessamos nós? Aquilo que eu faço, durante toda esta uma hora e dez que dura o espectáculo, é tentar fazer com que o público possa sentir a partir de que espaço e de que lugar é que eu falo e, depois, como é que eu tiro o fio entre todos os outros desenraizados ou todos os outros exílios de outras pessoas que eu conheci e que me tocaram bastante durante a minha vida de adulto.” O teatro tem um papel a desempenhar nesta questão de humanizar o exílio e de tirar de debaixo do tapete os silêncios da História e tudo o que não foi dito sobre cinco séculos de colonização? “Absolutamente porque essa é uma história que ainda hoje está a ser falada e tentamos compreender. Toda essa história que ainda não foi falada suficientemente, tudo isso está lá e, portanto, é isso que faz com que as pessoas, se não conhecerem essa história, se não souberem o que há por trás, é muito fácil qualquer pessoa estar contra os imigrantes - que é agora uma coisa que se fala bastante na Europa, não apenas em Portugal, mas por outros países e estar numa relação de ódio, de recusa. Eu parto do princípio que é pura e simplesmente porque as pessoas não conhecem a história. As pessoas não sabem o que é, não podem compreender a dificuldade que é para qualquer pessoa ter que sair do seu país, da sua casa, da sua região porque não tem uma outra escolha e tenta viver da melhor maneira possível nesse outro país ou nesses outros países em que está. É porque as pessoas não sabem, é porque não conhecem qual é essa história ligada ao exílio, que hoje vivemos num mundo e num período em que há uma grande xenofobia, em que as pessoas falam dos imigrantes ou dos exilados de uma maneira geral, como se as pessoas fossem todas iguais. Enquanto que se nós pensarmos e vermos e olharmos para cada pessoa como um indivíduo que tem a sua história, veremos que cada pessoa tem uma história e essa história, muitas das vezes, é uma história difícil e dura, embora também possa ser uma história bonita.” Esta também é a sua história e o seu drama? Que papel “Kumina” acaba por desempenhar no seu caminho, enquanto pessoa e enquanto artista? “Sim, isso faz parte, como diz, do meu caminho porque enquanto autor agora, actor e encenador, eu tenho sempre que saber o que é importante para mim falar, o que é fundamental levar para o palco, o que é para mim primoroso fazer e extremamente importante. E isso é, pelo menos até agora tem sido, a relação com a minha história, porque é uma relação não apenas com a minha história. Quando eu vou buscar a minha história, muitas vezes - aconteceu com o ‘Limbo' e eu espero que aconteça com ‘Kumina' - estou a falar de todos nós hoje. Eu parto do íntimo para falar do universal porque não é apenas a história do Victor porque a história do Victor não interessa a muita gente, o que interessa é como é que, ao vermos a história de uma pessoa, nos reconhecemos naquilo que ela diz e reconhecemos a sociedade em que estamos. A partir do momento em que conseguimos reconhecer a sociedade em que estamos, conseguimos reconhecer as questões que são levantadas pelo artista quando ele questiona a sua própria intimidade e a história da sociedade em que vivemos, aí sim, o papel do artista parece-me importante e fundamental e isso pode abrir muitas portas e espero que nas representações que formos fazer aqui em Ivry, isso possa acontecer com o público.” Diz na peça que “o tempo não apaga nada” e que “caminhamos sozinhos, inevitavelmente”. A narração começa com as lembranças de Victor ainda criança. Depois fala do tráfico de escravos ao longo de séculos, dos refugiados haitianos, do drama dos migrantes mortos ainda hoje no Mediterrâneo. É uma história interminável... Por que é que decidiu partir do olhar da criança para falar de tudo isto? “O olhar da criança serviu, antes de mais, para ter um ponto de partida porque eu queria, já há muito tempo, tentar fazer um espectáculo em que eu pudesse falar dessa tragédia absolutamente terrível que existe desde há muitos anos com os que nós chamamos agora migrantes, que nós ouvimos falar cada vez mais antes do fim dos anos 80, nos anos 90. Quando nos lembramos e quando vamos ver nos jornais, damo-nos conta que os primeiros - a quem chamam migrantes que morriam no mar Mediterrâneo - os primeiros a chegarem a França foi no princípio dos anos 90, ficamos: ‘Já foi assim há tantos anos!' E é verdade que foi e que continua. Eu já há muito tempo que queria fazer algo e era sempre muito difícil fazer apenas um espectáculo sobre os migrantes, fazer um espectáculo realista, com personagens, com a polícia, com o passador, com as pessoas à volta, isso não é a minha teatralidade e, para mim, era extremamente difícil pensar assim. Eu tinha que ter uma porta de entrada para dizer: ‘Ok, eu quero chegar a isto. Mas como é que eu vou chegar lá?'. Para mim, mais uma vez - como ‘Limbo' também em que a infância serviu para poder falar de todas as questões da sociedade e universais que são trabalhadas no Limbo- aqui foi a mesma coisa. Partindo desse momento extremamente importante da infância que é deixar Moçambique, partir de Moçambique, que era o meu país, onde eu tinha nascido, onde os meus pais tinham nascido, onde as minhas avós tinham nascido, enfim, toda uma parte de mim, partir durante o período da guerra e, a partir daí, tirar o fio até quando cheguei a Portugal, a minha adolescência em Portugal, onde, quando eu tinha 17 anos, pela primeira vez, ouvi falar do que eram os refugiados haitianos. E aí foi a mesma coisa, eu falo disso no espectáculo. Como é que, de repente, há algo em que nós nos reconhecemos no outro.” Acaba por haver, de certa forma, uma tentativa de reparação ou de reconciliação? Você não incarna só a criança, também incarna a avó que a dada altura diz: “Nenhum descendente deixa os antepassados em errância no mar” e invoca os espíritos que lá estão... “Sim, porque isso é também é muito importante, o facto de convocar a minha avó, é uma maneira para mim de pensar o teatro como um espaço ‘sacré', sagrado, mas não no sentido religioso, mais no sentido de um espaço onde estamos ligados àqueles que estiveram aqui antes de nós, estamos ligados aos nossos antepassados porque nós somos aquilo que os nossos antepassados eram, nós trazemos connosco aquilo que eles foram.” Isso tem também a ver com o título da peça, “Kumina”? O que significa “Kumina”? “'Kumina' é um ritual que vem de África e que foi levado pelos escravos africanos que foram levados para o West Indies, para a América, e que hoje ainda subsiste essencialmente em dois países, que é a ilha de Barbados e a Jamaica. Nestes países, ‘Kumina', é um ritual que é essencialmente feito durante os funerais para os antepassados, para as pessoas que morreram, mas ao mesmo tempo também pode ser utilizado nos casamentos, nos nascimentos. É uma convocação dos espíritos, é uma convocação daqueles que estiveram antes de nós e, muitas vezes, nesses rituais, as pessoas que o fazem entram em transe, digamos assim. Há uma cerimónia e é algo que existe ainda muito em Moçambique, essas cerimónias, porque em Moçambique os espíritos estão lá, os espíritos fazem parte da vida, os espíritos fazem parte da família e essa ligação com os espíritos está muito presente. Para mim, era uma maneira de, no teatro, eu tentar fazer com que essa ligação a Moçambique, à minha cultura, às minhas raízes, possa estar, de uma certa maneira, também perto daquilo que é hoje a minha vida que está ligada ao teatro. Tentar fazer com que a arte possa chegar a um público europeu, ao outro.” Está sozinho em palco, como uma estátua, como se estivesse acorrentado nos pés, só se liberta em determinados momentos. Como pano de fundo, há um cobertor de sobrevivência em grande escala e há areia no chão. Porquê estas escolhas? “Porque o teatro é muito simbólico. ‘Kumina' é uma narrativa e, dentro dessa narrativa, eu conto uma história e a pessoa que conta a história, ao mesmo tempo que a conta directamente ao público, ela entra dentro da própria história. E é por isso que há, de uma certa maneira, a avó que, por vezes, se torna personagem; que eu convoco outros personagens, como por exemplo, um excerto d'Os Lusíadas de Luís de Camões; que eu convoco também uma parte do jornal de bordo do Cristóvão Colombo; que eu convoco um excerto de [Kamau] Brathwaite que é um autor da ilha dos Barbados que fala justamente sobre a morte dos refugiados haitianos. Toda a convocação dessas personagens que me acompanham, estão ligadas a essa simbologia. Tudo pode ser simbólico, assim como a terra que é muito ligada à relação que em Moçambique se tem com a terra, com o facto de onde vimos, com o facto de as nossas raízes virem da terra e estarem dentro da terra. Portanto, toda essa coisa é muito importante. Depois aquilo que viu, aquilo que está no fundo e que foi a cenógrafa Margaux [Nessi] que pensou a partir desses cobertores de sobrevivência que muitos dos migrantes utilizam quando são resgatados e é uma coisa muito simples, muito leve, mas ficamos sempre dentro de uma certa subtilidade que me parece necessária.” Há um quadro que emerge, a dada altura, do fundo, que é um quadro também muito simbólico... “Sim, é o quadro de Turner que se chama ‘O Dilúvio' e que é um quadro bíblico que, para mim, era importante porque faz com que esta história que é a minha história, ou a história dos refugiados haitianos, ou a história dos migrantes que ainda hoje continuam, semana após semana, a morrer no Mar Mediterrâneo e no Canal da Mancha, que todas estas histórias não sejam apenas ligadas ao continente africano, mas fazem parte desta nossa história comum enquanto sociedade e todos esses exílios vêm de muito, muito longe. É por isso que, a um dado momento, eu digo uma frase de Virgílio, que tem a ver com a Eneida. Há uma outra frase do Dante Alighieri, da Divina Comédia. Todos esses autores é uma maneira de fazer com que todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro porque o outro é um estrangeiro ou é diferente, não é apenas de agora, vem de muito longe. E quando conseguimos olhar para essa história que é nossa, de todos nós, torna-se importante e eu penso que ela nos ajuda a olhar para os outros e para a história que nós estamos a viver agora de uma outra maneira.” Nesta peça, como em ‘Limbo' e ‘As Areias do Imperador', trabalha com outro artista moçambicano, o músico Ailton José Matavela. Qual é a batida que ele imprime a este trabalho e que camada suplementar simbólica tem o facto de ser também um moçambicano a criar o som do seu exílio? “Sim, é extremamente importante porque o Ailton tem apenas 30 anos, é um jovem músico e é um músico que agora está em Paris, mas que até há muito pouco tempo vivia ainda em Maputo. Portanto, há toda uma carga emotiva ligada a Maputo porque eu já não vivo em Maputo há muito tempo. Depois, há toda uma musicalidade que é aquela que ele tem que obviamente só ele é que pode trazer porque são coisas que ele conhece e que estão à volta dele quotidianamente. Se eu fosse trabalhar com outro músico, tentar chegar a isto ou aquilo, seria alguém que iria buscar aqui ou ali, mas que não tem essa mesma relação, enquanto, para muitas coisas, as coisas estão lá porque fazem parte do seu universo. Isso é muito mais simples e há uma fluidez muito maior porque há uma simplicidade muito grande.”

Unica Radio Podcast
Alessandro Solinas tra satira, palco e voglia di rischio

Unica Radio Podcast

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 13:02


Tra comicità, rischio e attualità, Alessandro Solinas si racconta: la gavetta, il palco e il bisogno di far ridere dicendo qualcosa Alessandro Solinas è il filo rosso che attraversa una storia fatta di studio, palcoscenico e scelte controcorrente. Il comico e attore cagliaritano si è raccontato ai microfoni di UniCa Radio, ripercorrendo le tappe di un percorso che unisce formazione accademica e bisogno costante di rischio creativo. Diplomato in Regia e Sceneggiatura all'Accademia Cinema Toscana di Lucca, Alessandro arriva alla comicità dopo un percorso strutturato. Non un colpo di fulmine immediato, ma una consapevolezza maturata nel tempo. La svolta arriva nel 2019, quando in classe decide di presentare un monologo comico mentre tutti i suoi compagni scelgono la strada del dramma. La risposta del pubblico, composto da studenti provenienti da tutta Italia, è immediata. Ridono tutti. Anche un docente legato all'ambiente di Zelig lo incoraggia a proseguire su quella strada. È lì che la comicità smette di essere un'intuizione e diventa una possibilità concreta. Dalla gavetta ai primi palchi riconosciuti Dopo l'Accademia, cerca concorsi, provini, occasioni. Invia un semplice video registrato in casa a MarteLive Sardegna e viene selezionato. Vince nel 2022 come miglior comico esordiente. Da quel momento arrivano nuove opportunità, tra cui lo Zelig Open Mic, ma anche rifiuti e momenti di stallo. La gavetta, spiega, non finisce mai. È un elettrocardiogramma fatto di picchi e discese. Una metafora che restituisce bene la fragilità del mestiere artistico. Personaggi, parodie e identità comica Nei suoi spettacoli convivono figure originali come SuperBoh, il supereroe incapace di sbloccare i poteri, e parodie di personaggi noti, da Jannik Sinner a Shakespeare. Paradossalmente, racconta Solinas, è più difficile lavorare su ciò che il pubblico conosce già. Serve trovare un punto di vista personale, un dettaglio che renda quella parodia unica. I personaggi inventati, invece, offrono maggiore libertà. Ma sul palco, maschera o meno, resta sempre lui. Cambia il costume, non la testa. Satira, pubblico e confini del rischio La satira è centrale nel lavoro del comico sardo. Non ama fare la morale, ma provocare per dire qualcosa. Per lui il limite non è teorico, ma pratico: lo decide il pubblico. Se una comicità parla a poche persone o a centinaia di migliaia, quello è il suo perimetro. Il rischio non è un incidente, ma una componente necessaria. Senza rischio, la comicità smette di essere viva. Oltre la stand-up, nuovi linguaggi Pur avendo praticato la stand-up comedy, Alessandro oggi cerca di superarla. È un genere molto presente, forse troppo. Da qui nasce lo spettacolo “Uno, Nessuno e CentomilAL Solinas”, un progetto che mescola attualità, personaggi e interazione. L'idea nasce osservando i social e l'italiano medio che commenta tutto, convinto di poter fare meglio dei potenti. Sul palco, per errore, Solinas si ritrova a decidere al posto dei grandi leader. La risata diventa uno strumento per leggere il presente. I progetti futuri tra teatro e cinema

Louisiana Great Outdoors with Don Dubuc
Full Show 12-27-2025: The Baddest Boys of the Year!

Louisiana Great Outdoors with Don Dubuc

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 74:11


On this episode of the Great Outdoors with Don Dubuc, Don is joined by his daughter Cherie in Palco, Kansas! We let the audience vote on the baddest boys of the year, and enjoy the backend of the Christmas spirit.

Passa dal BSMT
LIGABUE | Tra palco e realtà: una serata live con il Liga! | Passa dal BSMT _ S05E27

Passa dal BSMT

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 98:14


Questa volta il BSMT è uscito dal Basement. Siamo saliti su un palco, davanti a un pubblico vero, per una puntata speciale registrata dal vivo al Video Podcast Club di Spotify. E con noi, una delle voci più amate e riconoscibili della musica italiana. Ebbene sì, Luciano Ligabue è tornato al BSMT.

Radio Universidad de Chile
Tomar Palco 23/12/2025

Radio Universidad de Chile

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 44:39


Café Brasil Podcast
Café Brasil 1009 – O capitalismo da alma - Manual de proteção contra o coach de palco

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 36:10


Antes de virar espetáculo de palco, a emoção era ritual, identidade, pertencimento. A Haka maori não nasceu para vender cursos, mas para lembrar um povo de quem ele é. Neste episódio, partimos dos rituais ancestrais e chegamos aos eventos de coaching que transformaram catarse em produto, emoção em controle e autoconhecimento em marketing. Transformação real ou engenharia emocional? Vem pensar comigo. Posso entrar? Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................

El Diario de Cooperativa AM
Renovación Nacional asegura que "no tomará palco" en el Gobierno de Kast

El Diario de Cooperativa AM

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 21:23


A dos días del triunfo de José Antonio Kast como nuevo Presidente de Chile, el timonel de Renovación Nacional (RN), el senador Rodrigo Galilea, confirmó este martes, en entrevista con El Diario de Cooperativa, la total disposición de su partido a integrarse y colaborar "lealmente" con el futuro Gobierno, descartando la posibilidad de restarse del proyecto de coalición. Conduce Verónica Franco y Rodrigo Vergara.

El Primer Palo
El Primer Palo (04/12/2025); programa completo: Laporta apunta al palco del Madrid

El Primer Palo

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 89:59


Tertulia con Dani Blanco, Paco Rabadán y María Trisac. Con Miguel Gutiérrez y Antonio Pacheco.

Som a Pino Entrevista
Bruno Capinan: 'O meu lance é o palco'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 36:07


Roberta Martinelli conversa com Bruno Capinan sobre sua discografia completa e próximos passosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Si amanece nos vamos
Segunda hora | Técnicas de ardilla en el palco vip

Si amanece nos vamos

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 55:56


Edgar Hita ha estado en un palco vip viendo el fútbol y la experiencia ha dado para mucho. Con Luismi Pérez respondemos a esta pregunta: ¿es cierto que ahora respiramos peor? Repasamos la prensa, la actualidad deportiva y nos detenemos en la contraportada. Cerramos el programa con Adriana Mourelos, mucha actualidad, política y supuestas reuniones. 

El Primer Palo
El Primer Palo (18/11/2025): Comentario de Juanma; el palco del Bernabeu y Laporta

El Primer Palo

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 9:34


Juanma Rodríguez realiza su comentario de entrada

Radio Universidad de Chile
Tomar Palco 18/11/2025

Radio Universidad de Chile

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 48:12


Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia
#164 Anna Achmatova – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2022)

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 72:39


Il professor Barbero racconta la vita di Anna Achmatova, poetessa russa, al Festival della Mente 2022, per il ciclo Vite e Destini.Registrazione Originale: https://www.youtube.com/watch?v=5NpfKwbjAk0Festival Della Mente: https://festivaldellamente.itCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityFacebook: https://facebook.com/barberopodcastInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ 

Alessandro Barbero al Festival della Mente: Lezioni e Conferenze di Storia
#164 Anna Achmatova – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2022)

Alessandro Barbero al Festival della Mente: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 72:39


Il professor Barbero racconta la vita di Anna Achmatova, poetessa russa, al Festival della Mente 2022, per il ciclo Vite e Destini.Registrazione Originale: https://www.youtube.com/watch?v=5NpfKwbjAk0Festival Della Mente: https://festivaldellamente.itCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityFacebook: https://facebook.com/barberopodcastInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ 

Mille Pare con Alessia Lanza
Awed: la rinascita sul palco | S4E1

Mille Pare con Alessia Lanza

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 46:01


Il prossimo ospite è un ragazzo che dal web ha imparato a raccontarsi con ironia, verità e un pizzico di follia. Dai primi video girati nella sua cameretta, alla televisione e poi al teatro, dove sembra aver trovato la sua vera dimensione. Con la sua energia contagiosa e il cuore sempre legato a Napoli, Awed parla di sogni, paure e della voglia di restare autentico anche quando tutto intorno cambia. Awed si racconta a Mille Pare. Ascolta la puntata integrale sulle principali piattaforme di streaming.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Radio Universidad de Chile
Tomar Palco 21/10/2025

Radio Universidad de Chile

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 47:39


Noticiário Nacional
1h "Sonhos de Inverno" de Tchaikovsky sobe ao palco do Tivoli

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 8:35


Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia
#067 La rivolta dei contadini inglesi del 1381 – Le rivolte popolari nel Medioevo – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2019)

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 68:02


«Alla fine del Medioevo la servitù della gleba era scomparsa dappertutto in Europa; tranne in Inghilterra. Lì la maggior parte dei contadini erano legati per nascita a un lord o a un monastero, e non potevano cambiare vita senza il permesso del padrone. Qualcuno dei loro parroci predicava che questo non era giusto, che tutti gli uomini sono stati creati uguali, e che al tempo di Adamo ed Eva non esistevano né servi né gentiluomini. E così, i contadini di tutta l'Inghilterra si misero in marcia verso Londra, per andare dal re e costringerlo ad abolire la servitù, e a dichiarare che sul suolo inglese tutti gli uomini erano liberi e uguali.» (festivaldellamente.it)Dal Festival della Mente 2019 di Sarzana, il prof. Barbero racconta La rivolta dei contadini inglesi del 1381 per il ciclo “Le rivolte popolari nel Medioevo”.Registrazione originale: https://www.youtube.com/watch?v=jjJtrdoSMwkCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Alessandro Barbero al Festival della Mente: Lezioni e Conferenze di Storia
#067 La rivolta dei contadini inglesi del 1381 – Le rivolte popolari nel Medioevo – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2019)

Alessandro Barbero al Festival della Mente: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 68:02


«Alla fine del Medioevo la servitù della gleba era scomparsa dappertutto in Europa; tranne in Inghilterra. Lì la maggior parte dei contadini erano legati per nascita a un lord o a un monastero, e non potevano cambiare vita senza il permesso del padrone. Qualcuno dei loro parroci predicava che questo non era giusto, che tutti gli uomini sono stati creati uguali, e che al tempo di Adamo ed Eva non esistevano né servi né gentiluomini. E così, i contadini di tutta l'Inghilterra si misero in marcia verso Londra, per andare dal re e costringerlo ad abolire la servitù, e a dichiarare che sul suolo inglese tutti gli uomini erano liberi e uguali.» (festivaldellamente.it)Dal Festival della Mente 2019 di Sarzana, il prof. Barbero racconta La rivolta dei contadini inglesi del 1381 per il ciclo “Le rivolte popolari nel Medioevo”.Registrazione originale: https://www.youtube.com/watch?v=jjJtrdoSMwkCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

SBS Italian - SBS in Italiano
Imparare l'italiano sul palco, con "Non tutti i ladri vengono per nuocere"

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 15:48


Da anni l'Università di Melbourne utilizza una pièce teatrale di Dario Fo per saggiare le capacità linguistiche e attoriali dei suoi studenti. Da quest'anno il progetto si allarga, con partecipazioni che spaziano dalla Melbourne Italian Festa a Shepparton, per poi passare a Wangaratta e al Being Human Festival.

SBS Italian - SBS in Italiano
"Non esistono razze, religioni, colori della pelle, si sale sul palco per un viaggio straordinario"

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 12:25


La jazzista Rita Marcotulli arriva per la prima volta in Australia con un tour di date a Sydney, Brisbane e Melbourne.

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia
#037 L'Occidente visto dagli “altri” – Le Crociate – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2008)

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 57:11


Dal Festival della Mente 2008: “Le Crociate sono il primo momento in cui l'Occidente medievale, dopo secoli di ripiegamento su se stesso, si apre a una prospettiva di espansione mediterranea, condotta aggressivamente con le armi e con il commercio. Un'espansione che porterà i crociati europei e i mercanti delle città marinare italiane ad aggredire tanto il mondo islamico, sul versante meridionale del Mediterraneo, quanto il mondo dei Cristiani d'Oriente. Per la prima volta in quest'epoca alcune preziose testimonianze provenienti dal mondo arabo e dal mondo greco ci descrivono la società occidentale e i suoi capi, visti con l'occhio disincantato, talvolta ammirato, più spesso ironico, di chi apparteneva a una civiltà più sofisticata.” (festivaldellamente.it)Festival Della Mente: https://festivaldellamente.itCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Si può fare
Live, Palco, Impatto: La musica di domani

Si può fare

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025


La musica dal vivo è energia, incontro, condivisione - ma anche un settore che oggi si interroga sul proprio impatto ambientale. Dalla gestione dei grandi eventi ai festival diffusi, cresce l'attenzione verso modelli più sostenibili: riduzione dei rifiuti, mobilità verde, materiali riciclati e filiere locali.Raccontiamo come il mondo della musica live stia cambiando, tra buone pratiche, innovazione e nuove forme di partecipazione, dove ascoltare un concerto può diventare anche un gesto di responsabilità ambientale.Gli ospiti di oggi:Andrea Rapaccini - Presidente di Music Innovation HubNic Cester - Frontman dei Jet e Andrea Morello - Presidente di Sea Shepherd ItaliaDamiano Giuranna - direttore d'orchestra, compositore, è direttore artistico musicale della Fondazione World Youth OrchestraDaniela Bruno - Vice Direttrice Generale FAI per gli Affari Culturali

Alessandro Barbero al Festival della Mente: Lezioni e Conferenze di Storia
#037 L'Occidente visto dagli “altri” – Le Crociate – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2008)

Alessandro Barbero al Festival della Mente: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 57:11


Dal Festival della Mente 2008: “Le Crociate sono il primo momento in cui l'Occidente medievale, dopo secoli di ripiegamento su se stesso, si apre a una prospettiva di espansione mediterranea, condotta aggressivamente con le armi e con il commercio. Un'espansione che porterà i crociati europei e i mercanti delle città marinare italiane ad aggredire tanto il mondo islamico, sul versante meridionale del Mediterraneo, quanto il mondo dei Cristiani d'Oriente. Per la prima volta in quest'epoca alcune preziose testimonianze provenienti dal mondo arabo e dal mondo greco ci descrivono la società occidentale e i suoi capi, visti con l'occhio disincantato, talvolta ammirato, più spesso ironico, di chi apparteneva a una civiltà più sofisticata.” (festivaldellamente.it)Festival Della Mente: https://festivaldellamente.itCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda
IA aplicada às vendas: do bastidor ao palco (#1013)

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025


Explore como a Inteligência Artificial está transformando o mercado de vendas no Brasil, da estratégia à execução. Links úteis:

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda
IA aplicada às vendas: do bastidor ao palco (#1013)

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 11:17


Neste episódio especial do Dicas de Negociação, Vendas e IA, com Márcio Miranda e Dennis, exploramos como a Inteligência Artificial está transformando o mercado de vendas no Brasil. Você vai ouvir: O papel real da IA nas vendas: substitui tarefas, não vendedores Prospecção inteligente e segmentação com apoio de IA Personalização em escala sem perder o toque humano Como reduzir o ciclo de vendas e aumentar o ticket médio Ferramentas essenciais: ChatGPT e CRMs com recursos de IA Análise preditiva de leads e priorização de oportunidades Negociação assistida por IA e boas práticas de cadência Equilíbrio entre automação e relacionamento humano Casos reais de empresas brasileiras e erros comuns a evitar Como pequenos negócios podem começar com baixo investimento Insight central: IA nos bastidores, vendedor no palco. Quer transformar suas vendas com IA? Acesse: www.marciomiranda.com.br/maquinadevendas Disponível em Spotify, Apple Podcasts, YouTube e nas principais plataformas de podcast.

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia
#40 Lepanto, 1571 – Creatività Distruttrice – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2009)

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Sep 28, 2025 55:19


«Le due flotte che si affrontarono a Lepanto erano il prodotto di una tecnologia affinata nel corso dei secoli e di colossali investimenti da parte dei tre imperi, l'ottomano, il veneziano e lo spagnolo, che insieme governavano tutto il mondo mediterraneo. La costruzione delle 400 galere fu possibile solo grazie all'esistenza di impianti industriali all'avanguardia come gli arsenali di Venezia e di Istanbul, e allo sfruttamento spietato di risorse forestali in via di esaurimento; i governi dovettero ricorrere a mezzi estremi per reclutare i 60.000 rematori necessari. Eppure, quando le due flotte si incontrarono era praticamente certo che una delle due sarebbe stata cancellata in poche ore…»Dal Festival della Mente 2009 di Sarzana, il prof. Barbero racconta la battaglia di Lepanto del 1571.Festival Della Mente: https://festivaldellamente.itCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityTwitter: https://twitter.com/barberopodcastFacebook: https://facebook.com/barberopodcastInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ 

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia
#169 A che ora si mangia? – Barbero Riserva (Palazzo Ducale, Genova 2019)

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Sep 21, 2025 52:45


Ospite del festival Cucine d'Epoca 2019, al Palazzo Ducale di Genova il professor Barbero racconta la storia dell'orario dei pasti attraverso i secoli.Registrazione originale: https://www.youtube.com/watch?v=wO4wy39qzdQCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityFacebook: https://facebook.com/barberopodcastInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

El Circo Podcast
Guimo Encuesta | Que crees que hizo Yovin en el Palco del Choliseo?

El Circo Podcast

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 7:54


SBS Italian - SBS in Italiano
The Italian Stallions sul palco del Ferragosto a Five Dock: dai crooners italoamericani a Toto Cutugno

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 6:28


Il gruppo, composto da Tony Mazell, George Vumbuca e Dom Vasta si esibirà al Ferragosto a Five Dock.

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia
#028 24 maggio: l'Italia entra in Guerra – La Prima Guerra Mondiale – Barbero Riserva (Festival della Mente, 2013)

Il podcast di Alessandro Barbero: Lezioni e Conferenze di Storia

Play Episode Listen Later Jul 13, 2025 66:30


La Prima Guerra Mondiale iniziò nel ‘14, ma l'Italia entrò solo nel 1915. Il prof. Barbero racconta la storia e le dinamiche dell'ingresso dell'Italia nel conflitto.Festival della Mente: https://www.festivaldellamente.itCommunity & Palco del Mercoledì: https://barberopodcast.it/communityTwitter: https://twitter.com/barberopodcastFacebook: https://facebook.com/barberopodcastInstagram: https://instagram.com/barberopodcastGeorge Street Shuffle by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3800-george-street-shuffleLicense: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/