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História de Imigrante
187. A Oferta Perfeita

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Oct 1, 2026 26:36


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Canal Fala Português - Segue lá!https://youtube.com/@falaportuguesbr?si=CIAIKY7ei-l5x90ahttps://open.spotify.com/show/033g5gbsC6OcZTzXqvo0yX?si=O8C5PY4BQ22_SfbYyRxwCg➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 187Sem dinheiro para continuar o intercâmbio, Luiza recebe de um homem gentil uma proposta difícil de recusar: documentos, moradia e trabalho. O problema é que ele se recusa a explicar qual seria o emprego. Anos depois, uma notícia faz cada detalhe daquela história ganhar outro significado. Um relato real sobre imigração, confiança e tráfico humano.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...O Plano

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Especialistas falam sobre tratamento e cuidados onco-hematológicos

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Sep 30, 2026 15:06


Os avanços da ciência transformaram o tratamento dos cânceres hematológicos,ampliando as possibilidades terapêuticas e contribuindo para o aumento da sobrevida depacientes com doenças como o mieloma múltiplo. Ainda assim, diagnóstico, recaídas,acesso ao tratamento e qualidade de vida permanecem entre os desafios da jornada.¹ ⁴Neste episódio do podcast Notícia no Seu Tempo, a jornalista Carla Fiorio conversacom os hematologistas Walter Moisés Tobias Braga, médico responsável peloAmbulatório de Mieloma Múltiplo da Universidade Federal de São Paulo (SP 114081);e Deise Almeida (SP 149683), médica e diretora médica de Oncologia e Hematologia daGSK Brasil, sobre mieloma múltiplo e mielofibrose, duas doenças que fazem parte douniverso da onco-hematologia. A conversa aborda os avanços da medicina, asnecessidades que ainda não foram atendidas e as perspectivas para o futuro do cuidado. Este episódio é uma produção do Estadão Blue Studio com patrocínio da GSK.Referências para o texto de apresentação: 1. Nooka AK, Kastritis E, Dimopoulos MA. Treatment options for relapsed andrefractory multiple myeloma. Blood. 2015;125(20).2. Hungria V, et al. Emerging Real-World Treatment Patterns and ClinicalOutcomes of Multiple Myeloma in Argentina and Brazil: Insights from theTOTEMM Study in the Private Healthcare Sector. Curr Oncol. 2026;33:16.3. Eisfeld C, et al. Time trends in survival and causes of death in multiple myeloma.BMC Cancer. 2023.4. IQVIA Institute. Global Oncology Trends 2025.Referências para o episódio: 1. Nooka AK, Kastritis E, Dimopoulos MA. Treatment options for relapsed andrefractory multiple myeloma. Blood. 2015;125(20). REF-480872. CA: A Cancer Journal for Clinicians. Vol. 70. 2020. p. 7–30. REF-724913. Kazandjian D. Multiple myeloma epidemiology and survival: A uniquemalignancy. Semin Oncol. 2016;43(6):676–81. REF-2960414. Hungria, V.; Maiolino, A.; Pessoa de Magalhães, R.J., Filho; Pitombeira deLacerda, M.; Remaggi, G.; Scibona, P.; Seehaus, C.; Brulc, E.; Savoy, N.; Fantl,D.; et al. Emerging Real-World Treatment Patterns and Clinical Outcomes ofMultiple Myeloma in Argentina and Brazil: Insights from the TOTEMM Studyin the Private Healthcare Sector. Curr. Oncol. 2026, 33, 16.https://doi.org/10.3390/curroncol33010016. REF-316596 5. Khoury JD, Solary E, Abla O, Akkari Y, Alaggio R, Apperley JF, et al. The 5thedition of the World Health Organization Classification of HaematolymphoidTumours: Myeloid and Histiocytic/Dendritic Neoplasms. Leukemia.2022;36:1703–1719. doi:10.1038/s41375-022-01613-1 REF-2279396. Eisfeld C. et al. Time trends in survival and causes of death in multiplemyeloma. BMC Cancer. 2023. REF-3161117. IQVIA Institute. Global Oncology Trends 2025. REF-3191028. Observatório de Oncologia. Panorama do Mieloma Múltiplo no SUS [acesso emjul2026]. https://observatoriodeoncologia.com.br/estudos/cancer-de-sangue/mieloma-multiplo/2024/panorama-do-mieloma-multiplo/ REF-2963359. International Myeloma Foundation Latin America. Mieloma múltiplo: segundotipo de câncer sanguíneo mais frequente no mundo [Internet]. São Paulo: IMFLA; 2022 jun 07 [acesso em jul2026]. https://myeloma.org.br/mieloma-multiplo-segundo-tipo-de-cancer-sanguineo-mais-frequente-no-mundo/. REF-26981910. Kumar SK et al. Multiple Myeloma. Nature Reviews Disease Primers. 2017.REF-1817111. Yu B et al. BCMA-targeted immunotherapy for multiple myeloma. Journal ofHematology & Oncology. 2020. REF-10177912. Wang R et al. Antibody–Drug Conjugates (ADCs): current and futurebiopharmaceuticals. Journal of Hematology & Oncology. 2025. REF-28457113. Scherber RM, Mesa RA. Management of challenging myelofibrosis after JAKinhibitor failure. Blood Reviews. 2020. REF-16832614. Nicolosi M et al. Sex and degree of severity influence the prognostic impact ofanemia in primary myelofibrosis. Leukemia. 2018. REF-30724015. Mughal TI et al. Myelofibrosis-associated complications. International Journalof General Medicine. 2014. REF-16520816. Naymagon L, Mascarenhas J. Myelofibrosis-Related Anemia: Current andEmerging Therapeutic Strategies. Hemasphere. 2017. REF-16521017. OJJAARA® (momelotinibe). Bula do produto; Consulta Pública ANS sobreincorporação para mielofibrose. REF-32111518. Hungria, V; et al. Belantamab mafodotin plus bortezomib and dexamethasone inpatients with relapsed or refractory multiple myeloma (DREAMM-7): updatedoverall survival analysis from a global, randomised, open-label, phase 3 trial.Lancet Oncol 2025 Published Online July 15, 2025 https://doi.org/10.1016/S1470-2045(25)00330-4. REF-24715319. Mukhopadhyay, P., Abdullah, H.A., Opalinska, J.B. et al. The clinical journey ofbelantamab mafodotin in relapsed or refractory multiple myeloma: lessons indrug development. Blood Cancer J. 15, 15 (2025).https://doi.org/10.1038/s41408-025-01212-0. REF-24715320. ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Cellular and molecularimmunology. 10. ed. Philadelphia: Elsevier, 2022. REF-30571621. BIRGEGARD, G. et al. Inflammatory functional iron deficiency common inmyelofibrosis, contributes to anaemia and impairs quality of life. EuropeanJournal of Haematology, 2019; 102:235–240. REF-32205922. Al Noumani I; Expert Opinion on Pharmacotherapy; 2026; 27(8), 657–668.REF-331446 Material dirigido ao público geral. Por favor, consulte o seu médico. NP-BR-MMU-WCNT-260004/SETEMBRO DE 2026See omnystudio.com/listener for privacy information.

El Mañanero Radio
Las ventajas de la ceguera - Francina Hungria

El Mañanero Radio

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 20:33 Transcription Available


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História de Imigrante
186. Cheguei ao Fundo do Poço

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 27:10


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Canal Fala Português - Segue lá!https://youtube.com/@falaportuguesbr?si=CIAIKY7ei-l5x90ahttps://open.spotify.com/show/033g5gbsC6OcZTzXqvo0yX?si=O8C5PY4BQ22_SfbYyRxwCg➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 186Naty saiu do Brasil para construir uma vida nos Estados Unidos. Enfrentou dificuldades financeiras, chegou a morar no carro e viveu um relacionamento abusivo. Quando decidiu terminar a faculdade e voltar definitivamente para ficar perto da mãe, uma ligação mudou seus planos.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Depois da Perda

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
ECONOMIA | A crise da habitação trava a produtividade?

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 41:57


Desde 2015, os preços da habitação em Portugal subiram em flecha: registámos o segundo maior aumento da UE, a seguir à Hungria. E o ritmo não está a abrandar. No início de 2026, a subida homóloga foi a mais alta da União Europeia. Mas o problema mais grave está noutros números: em 10 anos, o preço das casas aumentou quatro vezes mais do que os rendimentos dos portugueses.Nesta conversa, João Duarte e Manel Rosa explicam porque é que esta crise não afeta apenas quem procura casa, mas toda a economia. Ficamos a saber que uma cidade cara expulsa talento, fragiliza empresas, afasta serviços e pode travar a inovação. Num país em que se sai de casa dos pais, em média, aos 29 anos, a dupla aborda ainda o peso da habitação no orçamento das famílias, o choque das subidas de juros e o papel da Euribor, e a vida adiada dos jovens, cada vez mais limitados na escolha do seu destino.Para saber quanto custa a habitação ao futuro do país, este é um episódio [IN]Pertinente a não perder.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISAzevedo, A. B., & Pereira dos Santos, J. (2023) «Barómetro da Habitação» (Fundação Francisco Manuel dos Santos)OECD (2021), «Brick by Brick: Building Better Housing Policies» (OECD Publishing)Hsieh, C.-T., & Moretti, E. (2019) «Housing Constraints and Spatial Misallocation» (American Economic Journal: Macroeconomics, 11(2), 1–39)Diamond, R. (2016) «The Determinants and Welfare Implications of US Workers' Diverging Location Choices» (American Economic Review, 106(3), 479–524)Rognlie, M. (2015) «Deciphering the Fall and Rise in the Net Capital Share» (Brookings Papers on Economic Activity, 2015(1), 1–69)Dias, D. A., & Duarte, J. B. (2019) «Monetary Policy, Housing Rents, and Inflation Dynamics» (Journal of Applied Econometrics, 34(5), 673–687)BIOSJoão DuarteProfessor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.

História de Imigrante
185. Você Perdoaria?

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 36:06


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Canal Fala Português - Segue lá!https://youtube.com/@falaportuguesbr?si=CIAIKY7ei-l5x90ahttps://open.spotify.com/show/033g5gbsC6OcZTzXqvo0yX?si=O8C5PY4BQ22_SfbYyRxwCg➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 185Ela conheceu um brasileiro no Canadá e acreditou ter encontrado o homem da sua vida. Mas tudo mudou quando ele desapareceu sem explicações. Grávida e sozinha, ela precisou reconstruir a própria vida. Onze anos depois, um telefonema inesperado trouxe de volta o homem que ela nunca conseguiu esquecer. Agora, ela precisa escolher entre o passado, a família e um amor que talvez nunca tenha ido embora.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Casei com europeu rico

Volta ao mundo em 180 segundos
15/09: Trump revoga regras ambientais nos EUA | Rússia ataca posto de combustíveis em Kiev | Hungria revê medidas anti-LGBTQIA+ de Orbán

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 4:57


Os Estados Unidos deram mais um passo para trás em políticas climáticas nesta segunda-feira, com a Agência de Proteção Ambiental (EPA) revogando regras que limitavam as emissões de gases de efeito estufa de usinas a carvão e gás natural. A medida do governo Donald Trump reverte esforços de Joe Biden e Barack Obama, e a EPA alega economia de mais de 300 bilhões de dólares para a indústria, enquanto grupos ambientais alertam para o risco de mais poluição e agravamento das mudanças climáticas. E mais:- Um juiz federal em Boston derrubou uma regra de Trumpque limitaria a 4 anos os vistos de estudantes estrangeiros e a 240 dias os de jornalistas nos Estados Unidos, decisão que beneficia cerca de 1,6 milhão de estudantes e 500 mil intercambistas no país- Um drone russo atingiu um posto de combustíveis em Kievnesta terça-feira, ferindo uma pessoa, um dia depois de Donald Trump afirmar que Rússia e Ucrânia haviam concordado em não atacar alvos de energia- A Hungria começa a rever leis anti-LGBTQIA+ da era Viktor Orbán, com o primeiro-ministro Péter Magyar enviando ao Parlamento projeto para revogar a chamada lei da "proibição da promoção da homossexualidade"- A Argentina deve enviar ao Congresso a proposta deorçamento de 2027 com mais recursos para defesa, reforçando a pressão do presidente Javier Milei sobre o Reino Unido na disputa pelas Ilhas Malvinas- Camboja e Tailândia deram um novo capítulo à disputaterritorial na Ásia, iniciando um processo de conciliação para tentar resolver o impasse sobre a fronteira marítima entre os dois países. A negociação, apoiada pela Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, prevê análise por especialistas independentes, cujas recomendações não serão obrigatórias, mas que os dois países aceitaram seguir no processo. Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

História de Imigrante
184. Cadê Meu Filho

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Sep 10, 2026 27:03


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Canal Fala Português - Segue lá!https://youtube.com/@falaportuguesbr?si=CIAIKY7ei-l5x90ahttps://open.spotify.com/show/033g5gbsC6OcZTzXqvo0yX?si=O8C5PY4BQ22_SfbYyRxwCg➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 184Jennifer voltou aos Estados Unidos com um objetivo: ganhar dinheiro e conseguir levar o filho de 5 anos para morar com ela. Depois de duas negativas no visto americano, o pai do menino decidiu tentar outro caminho: entrar nos Estados Unidos pela fronteira do México.A travessia aconteceu, mas o plano deu errado. O pai foi deportado e a criança acabou sozinha em um abrigo no Texas, sem falar inglês ou espanhol. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Ela surtou nos EUA

Punto De Carga
GP Hungria 2026 - Episodio 4

Punto De Carga

Play Episode Listen Later Sep 5, 2026 15:53


Hoy, una procesión más... Una carrera más que se sufre, gracias por pasar por el canal.

Convidado
Eleições na Saxónia-Anhalt, na Alemanha, marcam ascensão da AfD

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 12:06


Neste fim de semana, a AfD, partido de extrema-direita alemão, pode conseguir uma grande vitória elegendo o seu primeiro líder estadual na Saxónia-Anhalt. Ulrich Siegmund tem 35 anos, diz-se pró-russo e anti-imigração, tendo já participado em reuniões europeias que defendem o regresso do regime nazi. No domingo, o estado federado da Saxónia-Anhalt, na Alemanha, vai a votos e pode fazer história. Pode ser o primeiro estado alemão desde a Segunda Guerra Mundial a eleger um líder de extrema-direita. O candidato à frente de todas as sondagens é Ulrich Siegmund, de 35 anos, uma estrela do partido AfD, Alternativa para a Alemanha, que se apresenta como pró-russo e anti-imigração, jogando com a nostalgia da antiga República Democrática da Alemanha, que abrangia a Saxónia-Anhalt, e que sabe utilizar as redes sociais a seu favor. A revista Der Spiegel chama-lhe o homem mais perigoso da Alemanha. No entanto, para chegar a ministro-presidente deste estado, Siegmund terá de assegurar uma maioria que lhe permita governar, já que o sistema de coligações na Alemanha permitirá aos outros partidos formar Governo, mesmo em caso de vitória da extrema-direita. Em entrevista à RFI, Domingos Luvumbo, economista e residente na Alemanha há quase 40 anos, explica quem é Ulrich Siegmund. "Ele é classificado oficialmente na República Federal da Alemanha como fazendo parte do braço mais radical da AfD, Alternativa para a Alemanha, e é considerado oficialmente como um racista. Já fez parte de encontros e reuniões da extrema-direita, onde políticos falam abertamente a favor do nazismo, e faz parte daqueles políticos racistas alemães que dizem que na República Federal da Alemanha alguém que só em alemão quem tem sangue alemão. Os outros, independentemente de serem de raça negra, de serem asiáticos, de serem também pessoas da raça branca que tenham vindo de um outro canto do mundo, devem ser considerados como alemães do papel que para eles a definição ao alemão biológico. Eles gostariam de expulsar todos os estrangeiros ou indivíduos de origem estrangeira e mandarem regressar à República Federal da Alemanha todos os emigrantes alemães que abandonaram o território alemão já há muito tempo. Estou a falar de gerações. É oficialmente o homem mais perigoso, tal todo o seu grupo", explicou Domingos Luvumbo. Durante o domínio soviético de uma parte da Alemanha, a Saxónia-Anhal encontrava-se atrás da cortina de ferro e desde a queda do Muro de Berlim que a Alemanha tenta equilibrar as desigualdades geradas ela cortina de ferro. No entanto, e apesar de a reunificação já ter ocorrido oficialmente há mais de 35 anos, os seis Estados que constituíam a RDA defendem que são tratados de forma diferente dos estados alinhados com o Ocidente e dizem-se discriminados sobretudo no que diz respeito ao nível de vida e medidas financeiras decididas por Berlim. Para Domingos Luvumbo estas são algumas das principais razões para adesão em massa da população às ideias da AfD. "Eles estiveram sob um regime comunista durante 40 anos, portanto, eles sentem-se mais próximos da antiga União Soviética, e hoje sentem-se mais próximos da Federação Russa do que da Alemanha Federal. Apesar de os alemães terem feito quase o impossível a nível de reconstrução e bastava passar nos estados da antiga Alemanha do Leste, para ver o atraso em que os homens estavam mergulhados, eles dizem que são discriminados, o que não é verdade. Até pode haver alguma diferença, mas, contas feitas, os alemães fizeram tudo para devolver-lhes a dignidade. Dizem que, mesmo em termos de investimentos, que o Estado Central tem feito alguma discriminação para com aquela área, o que não é verdade. E são estados onde as pessoas são abertamente racistas, porque durante 40 anos estiveram isolados, nem podiam deixar o território da Alemanha do Leste. Podemos ver isso também a nível da Europa, como a Polónia, a Hungria, a ex-república da Checoslováquia que agora está dividida, em todos eles há mais racismo abertamente do que qualquer país da Europa Ocidental. Portanto, ainda continua aquele isolamento que viveram durante 40 anos", considerou. Resta agora saber se no domingo Ulrich Siegmund conseguirá uma maioria, tendo em conta o sistema de coligações na Alemanha. Mesmo não conseguindo ser líder no seu estado, o estatuto de Ulrich Siegmund faz prever um crescimento ainda mais acelerado da AfD um pouco por toda a Alemanha. "A nível federal, a AfD não tinha impacto, mas já têm. Porque basta ver a líder que a senhora doutora Alice Weidel, presidente deste partido fascista, é da Alemanha Ocidental. É assim que eles começaram, porque antes dificilmente se encontrava alguém da Alemanha Ocidental que fizesse parte desta formação política. Mas a partir do momento que começaram a juntar-se e a dizer 'vamos expulsar os estrangeiros'. Uma das filosofias muito perigosas que estão a utilizar é que a República Federal da Alemanha tem desperdiçado mais de mil milhões de euros anualmente, ajudando outros países ou ajudando pessoas provenientes de países do terceiro mundo. E se estes indivíduos forem expulsos, mesmo aqueles que não trabalham passaram a viver bem, e com isso, então eles vão ganhando terreno", concluiu.

História de Imigrante
183. Amor Bandido

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 27:13


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Canal Fala Português - Segue lá!https://youtube.com/@falaportuguesbr?si=CIAIKY7ei-l5x90ahttps://open.spotify.com/show/033g5gbsC6OcZTzXqvo0yX?si=O8C5PY4BQ22_SfbYyRxwCg➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 183Aos 16 anos, Jennifer viajou pra Inglaterra fazer intercâmbio. Foi deportada, acabou numa boate de luxo na Espanha e se tornou a amante preferida de um poderoso traficante. Viveu como rainha com luxo, ouro e poder.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Fui enganada e levada para Suiça

Gabinete de Guerra
"Os EUA não têm realmente grande ideia do que fazer"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 10:05


Bruno Cardoso Reis defende que lentidão de Trump em resolver o conflito prejudica a economia global e mostra falta de estratégia. Para o historiador a mudança política na Hungria é positiva para Kiev.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vida em França
Ondas de calor em França: "Autoridades ainda estão muito aquém de tomar acções e decisões"

Vida em França

Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 14:57


A França tem vivido um verão inédito, com uma sucessão de cinco ondas de calor que se traduziram por 52 dias com temperaturas próximas ou acima dos 40 graus em praticamente todo o território. Segundo a agência nacional 'Météo-France', 2026 é desde já considerado -de longe- o ano com mais dias de altas temperaturas desde 1947, altura em que se começou a recolher esses dados. Isto traduz-se por uma estiagem generalizada com consequências nomeadamente para a agricultura. Há dias, o governo francês disse que iria anunciar em Setembro um plano de ajuda para os agricultores que foram colocados sob pressão nestas últimas semanas e cujos rendimentos estão a ser afectados. Num âmbito mais geral, o acesso à água potável é mais raro, com o caudal dos rios a baixar. Esta semana, 93 distritos foram submetidos a restrições na utilização da água, sendo que na semana passada, 40 mil pessoas chegaram inclusivamente a conhecer cortes no seu fornecimento. Uma situação perante a qual se torna mais premente a questão do abastecimento em água nas próximas semanas, com todas as consequências que isto acarreta, tanto no sector da agricultura, como no sector dos transportes, da energia ou ainda em termos ambientais. Questões que abordamos com Richard Tavares, consultor de projectos na Agência Europeia de Investigação (REA). RFI: Qual é a principal consequência destas sucessivas ondas de calor aqui em França? Richard Tavares: A consequência principal é sobretudo a retenção da água a nível dos aquíferos e dos dos cursos de água a nível superficial. A ocorrência das diferentes ondas de calor desde Maio afectam sobretudo a retenção da água, que normalmente em período primaveril, era mais acumulada, quer ao nível da superfície, mas também ao nível subterrâneo, nos solos. E estas ondas de calor excepcionais têm provocado sobretudo a evaporação da água a nível do solo. O período da Primavera já é um período, por exemplo, a nível agrícola, em que a actividade é bastante intensa. A remoção das camadas superficiais do solo aumenta ainda a evaporação da água, mas também a nível da vegetação, através da evapotranspiração que recebe um esforço ou um incentivo ainda maior. Ajuda ainda mais a libertar esta água que normalmente é retida. E depois há menos quantidade de água. RFI: E, portanto. Isto tem consequências a vários níveis. O nível mais óbvio é, designadamente a agricultura. É previsível que haja falta de alimento daqui uns tempos, por conta de más colheitas? Richard Tavares: Exactamente, é uma consequência directa destas ondas de calor. Actualmente, por exemplo, já se vê na produção quer dos cereais, quer de fruta e legumes, quer em França, quer noutros países europeus, por exemplo, os países vizinhos, a Bélgica, Itália e Espanha. Tanto a quantidade como o tamanho, por exemplo, da fruta e dos legumes têm reduzido visivelmente. O que tem logo um impacto tanto no consumidor, como no produtor, porque há menos quantidade de produto e o preço vai aumentar. Já existem alguns produtos em que tem havido aumentos, mas nos próximos meses será ainda maior o impacto, quer para o consumidor quer para o produtor, porque viu parte da sua produção reduzir significativamente. RFI: Isto poderá ter também o efeito de encorajar ainda mais os agricultores a usarem químicos na produção agrícola? Richard Tavares: Eu pessoalmente, não diria que existe esse efeito directo do aumento de químicos, porque a própria produção é afectada por falta de água. A introdução de determinados químicos iria afectar a qualidade, por exemplo, do cereal ou das plantas. A produção de químicos poderia ajudar, mas tinha que ser compensada também por um aumento da rega, o que não acredito que a nível de agricultores poderiam ter este aumento, porque a quantidade de água tem reduzido significativamente. RFI: Isto também, como disse, tem efeito sobre a produção de cereais, o que significa que isto também recai sobre o gado. Richard Tavares: Através de dados que recolhi recentemente através do Ministério da Agricultura francês, a quebra dos rendimentos a nível do sector agrícola e alimentar tem sido de 20 a 40%. Já em culturas actuais, quer do milho, girassol, horticultura, o que tem, além do impacto na própria produção industrial, o alimento, por exemplo, para o gado ou para a pecuária. Mas claro que depois a pecuária também será directamente afectada. RFI: Outra das consequências da falta de água tem a ver com o sector do transporte de mercadorias por via fluvial. Como é que estamos nesse aspecto? Richard Tavares: Começa a ser crítico, por exemplo, a nível dos cursos de água normais. O ofício francês da biodiversidade verificou que, a nível, por exemplo, do fluxo de água de rios, cerca de 43% das estações da rede de monitorização detectaram cursos de água já praticamente com seca total. Se isto já acontece nos pequenos rios, nos grandes cursos de água, por exemplo, o Reno, já estão a ser afectados. A nível de França já existe um impacto no transporte de material e de, por exemplo, a mesma a nível de cereais, um impacto directo não apenas para a distribuição, mas também para o contexto de serviços e de produtos que serão vendidos depois, mais tarde, em França. Não sei quais são os valores exactos, mas no transporte internacional, França, Alemanha e os países vizinhos, já existe uma redução drástica, incluindo, por exemplo, a Bélgica. O que implica para as empresas de transportes terem de ver rotas alternativas. A grande maioria é sobretudo o transporte através de camiões, o que tem logo um impacto não apenas económico, mas também na emissão de gases com efeito de estufa. RFI: O facto de baixar o nível dos rios e inclusivamente a água dos rios estar mais quente, faz com que também a produção de electricidade tenha vindo a baixar, dado que houve uma série de reactores que tiveram que suspender as suas actividades devido à falta de água ou outros motivos, como por exemplo -algo surpreendente- a chegada massiva de alforrecas que vinham perturbar a actividade. Richard Tavares: Alguns dos dados mais recentes da EDF e da Autoridade de Segurança Nuclear Francesa, de facto indicaram que três dos reactores já foram afectados. Tendo em conta que em França 70% da produção de electricidade é através de centrais nucleares, há um impacto directo não apenas a nível nacional, mas também a nível internacional. Portanto, o facto de o nível da água baixar ou mesmo a temperatura da água ser bem mais alta do que o normal, impede directamente o funcionamento parcial ou total dos diferentes reactores e da própria central. Existem casos, quer em França, quer noutros países europeus, por exemplo, a Hungria. Existe um impacto directo, o que tem consequências, infelizmente, directamente para o consumidor, no mercado de produção e de venda de electricidade, que é parcialmente pública e privada. O preço da produção de electricidade vai certamente aumentar, mas também a venda de electricidade francesa para os países vizinhos vai ter um impacto. Muitos dos países vizinhos, por exemplo, Espanha, Itália e mesmo Alemanha, compram electricidade francesa, sobretudo para o consumo nas horas de pico, e a redução desta produção tem logo impactos a nível europeu. Esperemos que não haja um 'blackout', como aconteceu em Portugal e em Espanha (em 2025), mas se a situação continuar, teremos que reduzir fortemente o consumo de electricidade. RFI: Relativamente ainda a todas estas consequências da falta de de água, a mais evidente é que há uma parte substancial da França que vê o acesso á água condicionado. Richard Tavares: Exactamente. Por exemplo, basta ver actualmente a plataforma digital do Ministério da Transição Ecológica. Em praticamente todos os distritos metropolitanos estão em alerta. Pelos dados que eu vi, 99 a 67 estão em nível máximo de crise, o que é um reflexo de obrigatoriedade de reduzir drasticamente o consumo de água. Por exemplo, em França, várias dezenas de conselhos já não têm água potável contínua nas torneiras, o que implica sistemas alternativos de distribuição de água ou através de camiões cisterna ou através de água engarrafada, o que é um impacto directo não apenas nas actividades de lazer, que essas serão obrigatoriamente cortadas ou reduzidas ao máximo, por exemplo, piscinas, rega de espaços públicos ou actividades de lazer. Mas há um impacto directo no consumo nas casas das pessoas. O que já é visível em muitas regiões. RFI: Não podíamos também deixar de mencionar o impacto ambiental da falta de água e, sobretudo, quando ela ainda existe, está mais quente. Portanto, isto significa também que há toda uma biodiversidade que fica desequilibrada, senão mesmo destruída. Richard Tavares: Exactamente. Aliando o período de seca com os graves incêndios florestais que tem havido em França e mesmo noutros países europeus, o impacto no ambiente e na biodiversidade local já é visível: o aumento quer da temperatura do ar ou da água. Já se referiu, por exemplo, o surgimento de alforrecas em cursos de água que não era normal, mas o surgimento e o aumento da população de espécies invasivas é cada vez maior a nível europeu. Não tenho dados específicos, mas a percentagem de espécies invasivas nos diferentes ecossistemas tem tido um 'boom' significativo, muito aliado aos eventos de temperatura extrema e pelas alterações climáticas. RFI: Tem alguns exemplos de espécies invasivas que estão agora a chegar massivamente, por exemplo, nos rios franceses ou mesmo no mar? Richard Tavares: Basta ver determinadas espécies de peixes que, por exemplo, as pessoas mantinham em aquários e que libertam acidentalmente ou voluntariamente em cursos de água. O mesmo acontece, por exemplo, com determinadas espécies de tartarugas que, até há uns anos atrás, tartarugas tropicais eram mais consideradas como animais de estimação que estariam em casa e foram libertadas. A nível de cursos de água, a população tem aumentado e há um impacto directo, quer nas populações autóctones que não estavam de todo preparadas para esta concorrência e mesmo outras espécies das quais eles se alimentam. Existem também muitos casos de plantas, quer plantas aquíferas, quer em zonas, por exemplo, de espaços naturais, onde existe um aumento significativo a nível europeu. Existem vários projectos europeus em curso que a nível da comunidade científica estão a investigar este impacto que é cada vez maior. Os resultados dos projectos estão a sair de uma forma contínua, alguns estão em andamento e é importante para o Observatório Europeu da Biodiversidade para tentar combater cada vez mais este tipo de espécies. RFI: Doravante, o verão aqui na Europa e em particular aqui em França, vai ser o 'inferno' que tem sido este ano? Richard Tavares: Infelizmente, a tendência não é muito optimista. O efeito directo das alterações climáticas e do contínuo aumento das emissões de gases com efeito de estufa, infelizmente, a tendência é de haver cada vez mais verões de eventos de temperaturas extremas. A própria temperatura média anual vai aumentar. E, ao contrário, os invernos poderão ter cada vez mais eventos de, por exemplo, temperaturas bastante baixas e de eventos, eu não diria tempestades invernais, mas de temperaturas mais baixas do que o normal. Mas é a tendência, infelizmente, que a comunidade cientifica já tem mostrado, quer através de modelos, quer através da monitorização nestes últimos anos. Mas as autoridades ainda estão muito aquém de tomar acções e decisões neste sentido. RFI: A seu ver, o que é que é preciso fazer, pelo menos aqui em França, para mitigar os efeitos destas mudanças que estão a chegar a um ritmo e com uma intensidade muito maiores do que se estava à espera? Richard Tavares: Eu diria que é sobretudo uma mudança de comportamentos e da forma da sociedade encarar o problema das alterações climáticas. Sobretudo um uso mais sóbrio da electricidade. Porque aumentando a electricidade ao nível em que estamos actualmente, não será apenas as centrais ou energias renováveis que vão conseguir cobrir este aumento. Existem países, por exemplo, como na Alemanha, onde centrais de carvão já tiveram de ser reactivadas, o que aumenta a produção. A mudança, sobretudo de comportamentos, a redução de veículos automóveis térmicos que, apesar das novas medidas da passagem ao eléctrico, ainda estamos a caminho. É uma consciencialização, por exemplo, de redução de ar condicionado a nível das habitações. Claro que as pessoas querem ter o conforto térmico, mas seria importante apostar em formas mais ecológicas e ambientalmente amigas para reduzir a quantidade de emissão de gases com efeito de estufa.

Café com Velocidade
A volta da Fórmula 1 na Holanda e a 2ª parte do BALANÇO da temporada 2026 | CAFÉ COM VELOCIDADE

Café com Velocidade

Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 177:54


Jornalismo e reflexões sobre a Fórmula 1. Para apoiar o nosso projeto, basta se tornar membro do canal e curtir as premiações: https://www.youtube.com/channel/UCXeOto3gOwQiUuFPZOQiXLA/join   Se preferir um formato diferente de Apoio, confira as facilidades do http://www.apoia.se/cafecomvelocidade para ajudar o Café a crescer e se manter no ar.   E se você curte a agilidade e rapidez do PIX, você pode se tornar apoiador através da chave cafecomvelocidade@gmail.com (este também é o nosso endereço para contato)   APOIANDO O CAFÉ VOCÊ RECEBE:   Faixa Café com Leite - Acesso a um grupo exclusivo de membros do canal no whatsapp Faixa Capuccino - O mesmo benefício + acesso a LIVES Exclusivas toda terça-feira pós GP de Fórmula 1 Faixa Extra Forte - Os mesmos benefícios + concorre em sorteios de assinaturas da F1TV até o FINAL DE 2027 ! Faixa Premium - Os mesmos benefícios + concorre também a miniaturas de F1, acesso ao grupo Premium, pode PARTICIPAR das LIVES Exclusivas e concorre a ingressos para o GP do Brasil de F1 de 2026 em Interlagos !   Não deixe de nos seguir no X / Twitter (@cafevelocidade) e no Instagram (@cafe_com_velocidade) Siga nossa equipe no X / Twitter: @brunoaleixo80 e @camposfb   #formula1 #f1 #f12026 #dutchgp #dutchgrandprix #zandvoort #zandvoortgp #gpholanda #hungariangp #hungaroring #gphungria #belgiangp #belgiangrandprix #belgiumgp #spafrancorchamps #gpbelgica #britishgp #britishgrandprix #british #silverstonecircuit #silverstone #inglaterra #austriangp #austria #gpaustria #barcelonagp #spanishgp #spain #gpdaespanha #monacogp #monaco #gpmonaco #canadiangp #canadiangrandprix #canada #gpcanada #miamigp #miami #gpmiami #drivetosurvive #netflixseries #netflix #japanesegp #japangp #japão #gpjapão #chinesegp #gpchina #australiangp #australiangrandprix #ausgp #australia #gpaustralia #f1testing #f1team #f1teams #f1season #f1speed #abudhabigp #abudhabigrandprix #abudhabi #gpabudhabi #qatargp #qatargrandprix #gpqatar #lasvegasgp #lasvegasgrandprix #lasvegas #braziliangp #saopaulogp #interlagos #gpdobrasil #brazil #mexicogp #méxico #gpmexico #gpdomexico #usgp #austingp #singaporegp #singaporegrandprix #singapore #azerbaijangp #bakugp #gpazerbaijão #italiangp #italiangrandprix #gpitalia #monzacircuit #emiliaromagnagp #imolagp #imola #gpimola #saudiarabiangp #saudiarabia #gparabiasaudita #bahraingp #bahraingrandprix #bahrain #gpbahrain #gpbahrein #f1testing #noticiasdaf1 #formulaone #f1today #f1tv #f1team #f1teams #f1agora #f1brasil #preseason2025 #ferrari #mercedes #redbull #redbullracing #lewishamilton #maxverstappen #charlesleclerc #carlossainz #fernandoalonso #alonsof1 #astonmartin #mclaren #landonorris #oscarpiastri #georgerussell #podcast #podcasts #podcasting #automobilismo #raceweekend #raceweek #f12024 #formula12024 #f1news #f12025 #alpine #alpinef1 #f1motorsport #f1moments #f1movie   0:00  Abertura: Balanço da temporada da Fórmula 1 - 2ª parte ! 5:11  Holanda: 2 destaques da F1 antes do último GP em Zandvoort 14:00  Williams: o que explica a queda de 2025 para 2026 ? 40:22  Sainz e Albon: as chances de mudanças de equipe na F1 56:35  Aston Martin: maior decepção ou uma dificuldade temporária ? 1:16:22  Hungria pode ter sido a mudança de patamar da Aston Martin 1:24:03  Audi e Bortoleto: balanço da temporada do brasileiro na F1 26 1:46:39  Análise Cadillac: a (polêmica) troca do chefe da equipe 1:56:58  O motivo da troca na Cadillac: Café analisa detalhes da história 2:12:16  As chances de Rafa Câmara ser escolhido pela Cadillac 2:17:13  Análise: o que o regulamento fez com as CORRIDAS em 2026 2:32:23  Algoritmo decidindo qualys e corridas: Café debate o tema 2:43:48  Expectativa para Holanda, a VOLTA da F1 e mercado de pilotos  

Desde Boxes
GP Hungria 2026

Desde Boxes

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 74:21


Ha costado, pero por fin McLaren se hace con su primera victoria del año. El GP de Hungría fue cosa de Norris, y podrían haber firmado un doblete, pero la fiabilidad dejó tirado a Piastri. En el podio también estuvieron un voluntarioso Verstappen y Antonelli, fiel a su cita para marcar otra casilla de cara al título. En cuanto a los españoles, no hay mucho que contar salvo alguna cosa: lo de Williams es siniestro, pero en Aston Martin hay brotes verdes, con su esperada oleada de novedades. No da para sumar puntos, pero es la primera de unas cuantas para estar donde se propuso el proyecto.Métodos de contacto: Web | Twitter | Mastodon | Bluesky | Grupo TelegramO mándanos un mail desdeboxespodcast@gmail.com

Café com Velocidade
As "meias verdades" de Domenicali e o pós-Hungria de Ferrari, McLaren e Aston Martin | ALÉM DA VELOCIDADE

Café com Velocidade

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 91:24


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Na Ponta dos Dedos
Na Ponta dos Dedos #310 - Lando Norris vence o GP da Hungria de F1

Na Ponta dos Dedos

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 81:01


Na 30ª edição da oitava temporada do podcast, Rafael Lopes e Luciano Burti comentam a vitória de Lando Norris no GP da Hungria. Além disso, a remarcação do GP do Bahrein para Sepang, na Malásia, e o momento de Rafael Câmara na Fórmula 2.

Pelas Pistas
GP Hungria, Mclaren domina, Max reaparece e Ferrari decepciona, F2, Stock Car - Pelas Pistas #206

Pelas Pistas

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 71:47


O GP da Hungria entregou tudo e surpreendeu com a dominância da McLaren, que garantiu a vitória com Lando Norris! Max Verstappen também roubou a cena com sua ultrapassagem precisa sobre o Hamilton garantindo o 2º lugar.Já a Ferrari, que prometia muito após um forte desempenho nos treinos e na classificação, pecou na estratégia e deixou escapar um pódio que parecia certo. Enquanto isso, Kimi Antonelli seguiu pontuando com consistência e se mantém na liderança do campeonato!Neste episódio, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisam os pontos altos do GP da Hungria assim como a situação caotica entre Carlos Sainz e Oscar Piastri, além do desempenho da Audi com Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg. Fórmula 2: Brasil no pódio! Rafa Câmara faz grande corrida e garante o 3º lugar para somar pontos cruciais.Ainda teve Fórmula 3, a movimentação da Stock Car e o resultado atualizado do nosso tradicional Bolão Pelas Pistas!ALERTA! O 1 º Lote de ingressos para o Pelas Pistas no Sampa Sky, dia 9/11 já estão a venda, corre e garanta o seu:https://www.ticketmaster.com.br/event/pelas-pistas-no-sampa-skyInscreva-se no canal, deixe o seu like e compartilhe com os amigos!      Patrocínio: Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ ⁠ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! ⁠⁠ https://www.pitstop.com.br/⁠PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS⁠   / @pelaspistaspodcast  ⁠NOSSAS REDES⁠  / pelaspistas360  ⁠⁠  / pelaspistas360  ⁠INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz

Café com Velocidade
Como Norris voltou ao topo do pódio da Fórmula 1 na Hungria | CAFÉ COM VELOCIDADE

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Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 183:17


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Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

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Café com Velocidade

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 74:14


Jornalismo e reflexões sobre a Fórmula 1. Para apoiar o nosso projeto, basta se tornar membro do canal e curtir as premiações: https://www.youtube.com/channel/UCXeOto3gOwQiUuFPZOQiXLA/join   Se preferir um formato diferente de Apoio, confira as facilidades do http://www.apoia.se/cafecomvelocidade para ajudar o Café a crescer e se manter no ar. E se você curte a agilidade e rapidez do PIX, você pode se tornar apoiador através da chave cafecomvelocidade@gmail.com (este também é o nosso endereço para contato)   APOIANDO O CAFÉ VOCÊ RECEBE: Faixa Café com Leite - Acesso a um grupo exclusivo de membros do canal no whatsapp Faixa Capuccino - O mesmo benefício + acesso a LIVES Exclusivas toda terça-feira pós GP de Fórmula 1 Faixa Extra Forte - Os mesmos benefícios + concorre em sorteios de assinaturas da F1TV até o FINAL DE 2027 ! Faixa Premium - Os mesmos benefícios + concorre também a miniaturas de F1, acesso ao grupo Premium, pode PARTICIPAR das LIVES Exclusivas  e concorre a ingressos para o GP do Brasil de F1 de 2026 em Interlagos !   Não deixe de nos seguir no X / Twitter (@cafevelocidade) e no Instagram (@cafe_com_velocidade)  Siga nossa equipe no X / Twitter: @brunoaleixo80 e @camposfb #formula1 #f1 #f12026 #hungariangp  #hungaroring  #gphungria  #belgiangp #belgiangrandprix #belgiumgp #spafrancorchamps #gpbelgica #britishgp  #britishgrandprix  #british #silverstonecircuit #silverstone #inglaterra #austriangp #austria #gpaustria #barcelonagp #spanishgp  #spain  #gpdaespanha  #monacogp #monaco #gpmonaco #canadiangp #canadiangrandprix #canada #gpcanada #miamigp #miami #gpmiami  #drivetosurvive #netflixseries #netflix  #japanesegp #japangp #japão #gpjapão  #chinesegp  #gpchina  #australiangp  #australiangrandprix  #ausgp  #australia  #gpaustralia #f1testing #f1team #f1teams #f1season #f1speed  #abudhabigp #abudhabigrandprix  #abudhabi #gpabudhabi #qatargp  #qatargrandprix #gpqatar  #lasvegasgp #lasvegasgrandprix #lasvegas #braziliangp #saopaulogp #interlagos #gpdobrasil #brazil #mexicogp #méxico #gpmexico #gpdomexico #usgp  #austingp  #singaporegp #singaporegrandprix  #singapore #azerbaijangp #bakugp #gpazerbaijão #italiangp #italiangrandprix #gpitalia #monzacircuit #dutchgp #dutchgrandprix #zandvoort #zandvoortgp #gpholanda #emiliaromagnagp #imolagp #imola #gpimola  #saudiarabiangp  #saudiarabia #gparabiasaudita  #bahraingp #bahraingrandprix #bahrain #gpbahrain #gpbahrein  #f1testing  #noticiasdaf1 #formulaone  #f1today  #f1tv #f1team  #f1teams  #f1agora  #f1brasil  #preseason2025  #ferrari  #mercedes  #redbull  #redbullracing  #lewishamilton  #maxverstappen  #charlesleclerc  #carlossainz  #fernandoalonso #alonsof1 #astonmartin   #mclaren  #landonorris  #oscarpiastri  #georgerussell   #podcast  #podcasts  #podcasting  #automobilismo  #raceweekend  #raceweek  #f12024 #formula12024  #f1news  #f12025 #alpine #alpinef1 #f1motorsport #f1moments #f1movie 0:00  Além da Velocidade chega com reflexões sobre a Fórmula 1 5:45  LIVE EXTRA: tem programação especial do canal pra você 7:49  Análise: futuro de Alonso diretamente ligado ao GP da Hungria 16:35  Por que a Hungria é tão importante para a Aston Martin ? 22:28  Análise: o tamanho do problema à frente da Aston Martin 28:49  Malásia: chances de Sepang já em 2026 e TUDO do calendário 38:49  Análise: poder da IA e dos softwares passaram do limite na F1 48:51  Hungria: pontos positivos ofuscados na repercussão de SPA 52:21  Volta de Horner para a F1: Campos analisa a possibilidade 59:22  Rafa Câmara: a situação real e análise sobre chances na F1 1:06:20  Bottas e Perez: questão sobre o futuro dos pilotos da Cadillac  1:11:39  IA: por que não é simples ajustar a influência na pilotagem  

Motorsport.com Brasil
Mercedes abre o jogo sobre problema no carro de Russell! Ocon x Câmara, o 'fico' de Alonso, Max e +

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 22:58


O Direto do Paddock chega repercutindo o dia de mídia da F1 antes do GP da Hungria. A expectativa para a corrida de Hungaroring contrasta com o mercado de pilotos para 2027. O programa tem a apresentação de Erick Gabriel (@erickjornalista) e participação de Guilherme Longo (@gglongo).

Na Ponta dos Dedos
Na Ponta dos Dedos #309 - Papo com Gabriel Bortoleto, e tudo dos GPs da Bélgica e da Hungria de F1

Na Ponta dos Dedos

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 73:48


Na 29ª edição da oitava temporada do podcast, Rafael Lopes e Luciano Burti recebem Gabriel Bortoleto, piloto da Audi na Fórmula 1, direto de Mônaco, para um papo sobre a temporada 2026 após dois grandes resultados nos GPs da Grã-Bretanha e da Bélgica. Além, é claro, de tudo sobre a vitória de Kimi Antonelli no GP da Bélgica e a prévia do GP da Hungria de Fórmula 1.

Pelas Pistas
GP da Bélgica, Leclerc no pódio, Bortoleto P8 e Rafa Camara vence na F2 - Pelas Pistas 205

Pelas Pistas

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 79:49


O GP da Bélgica entregou tudo! A corrida começou agitada com George Russell saindo da pista e Lewis Hamilton levando 5 segundos de punição. Kimi Antonelli segurou a liderança com maestria para vencer, enquanto Charles Leclerc garantiu um ótimo 2º lugar para voltar ao pódio. Destaque também para o brasileiro Gabriel Bortoleto, que fez uma corrida sólida e cruzou em P8, igualando seu melhor resultado no ano! Neste episódio, Christian Fittipaldi, Nelsinho Piquet e Thiago Alves analisam os bastidores e os destaques de Spa-Francorchamps, além de passarem pela Fórmula 2, com a vitória espetacular de Rafa Câmara e as novidades da Indy NXT.Para fechar, nossos hosts deixaram os palpites para o GP da Hungria. Será que teremos surpresas na próxima etapa? Inscreva-se no canal, deixe o seu like e compartilhe com os amigos! Patrocínio: Estrella Galicia A GRANDEZA DE SER QUEM VOCÊ É https://estrellagalicia.com/br/ ⁠ PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! ⁠⁠https://www.pitstop.com.br/⁠PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brSEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS⁠   / @pelaspistaspodcast  ⁠NOSSAS REDES⁠  / pelaspistas360  ⁠⁠  / pelaspistas360  ⁠INSCREVA-SE NO CANAL E NÃO PERCA NENHUM EPISÓDIO!Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal ChimentiCaptação de áudio: Victor DantasEdição de áudio: Doriva Rozek Captação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz

Roda Viva
RODA VIVA | MARIANGELA HUNGRIA | 20/07/2026

Roda Viva

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 77:27


O Roda Viva recebe, nesta segunda-feira (20), a engenheira agrônoma e pesquisadora da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Mariangela Hungria. Considerada uma das principais autoridades científicas do país na área de microbiologia do solo e sustentabilidade, a entrevistada foi eleita pela revista Time como uma das pessoas mais influentes do mundo. Na edição, a pesquisadora analisa o impacto econômico e ambiental da ciência aplicada ao campo e detalha os avanços da agricultura regenerativa no combate às mudanças climáticas.Apresentado por Ernesto Paglia, o Roda Viva vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, no canal da TV Cultura e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #MariangelaHungria

História de Imigrante
182. Não Volte Para a França

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 25:00


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 182Ela conheceu um alemão rico no carnaval de Salvador.O romance parecia filme: viagens pelo mundo, vida na França, casamento e uma filha. Mas depois da gravidez, tudo mudou. O homem gentil virou alguém frio, controlador e humilhante. As ofensas começaram devagar… até o dia em que, durante uma viagem ao Brasil, ele ligou dizendo:“É melhor você não voltar mais.”Sem dinheiro, sem família por perto e com uma filha pequena, Sheila percebeu que tinha confiado completamente na pessoa errada.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Detida na Alemanha

História de Imigrante
181. Trabalho em Londres

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 18:22


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 181Uma brasileira. Um restaurante lotado em Londres. O dia mais quente do ano. Cliente passando mal, sistema travado, protestos internacionais na porta… e snipers posicionados no topo da embaixada do Irã. O que parecia apenas mais um turno de trabalho virou uma experiência tão absurda que Amanda jurou nunca mais voltar naquele lugar.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Flagrada nua

História de Imigrante
180. Ela Morreu na Alemanha

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 21:08


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 180De uma infância marcada pela pobreza extrema até os palcos da Alemanha. Rita parecia viver um sonho impossível. Mas uma sequência de perdas emocionais destruiu completamente a vida dela.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Ele tentou me comprar

História de Imigrante
179. Ela Surtou nos EUA

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 26:38


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aquihttps://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio179Instagram da Andressa - @dearandressa77Uma brasileira se apaixonou por um americano, viveu um casamento feliz nos Estados Unidos, realizou o sonho de ser mãe… até que um surto psicológico destruiu completamente a vida dela. Uma história real sobre imigração, saúde mental, isolamento, maternidade e os perigos do algoritmo nas redes sociais.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Romance de Cinema?

História de Imigrante
178. Achei Que Era Amor

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 28, 2026 37:45


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História de Imigrante
177. 11 Anos Sem Ver o Filho

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 21, 2026 40:40


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio177Néia saiu de um casamento abusivo com um marido controlador, criou um plano para reencontrar o filho nos Estados Unidos e acabou vivendo uma sequência de relacionamentos secretos, manipulação emocional, traições e culpa dentro da imigração na Europa. A história da Néia mistura abuso psicológico, dependência emocional, imigração, religião, sexualidade escondida e relações tóxicas em uma das histórias mais chocantes do História de Imigrante.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Vale a pena trocar de marido?

E o Resto é História
Trianon: o tratado que humilhou a Hungria em 1920

E o Resto é História

Play Episode Listen Later May 19, 2026 51:33


Um ano e meio após o fim da Primeira Guerra, a assinatura do tratado de Trianon conduziu à perda de dois terços do território húngaro. Que tratado foi este, cujo impacto ainda hoje se faz sentir?See omnystudio.com/listener for privacy information.

tratado hungria trianon primeira guerra
História de Imigrante
176. Detida na Alemanha

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 14, 2026 31:42


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio176Após uma separação difícil, uma brasileira conhece um homem da Islândia pela internet e aceita casar sem nunca tê-lo visto pessoalmente.No caminho para encontrá-lo, ela é detida pela polícia na Alemanha e passa horas sendo interrogada.Mas o mais estranho ainda estava por vir.Um sonho… que virou realidade. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Era amor ou era golpe?

História de Imigrante
175. Virei Garota de Programa aos 40

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 7, 2026 32:24


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 175Ela cresceu na pobreza, casou com um homem rico sem saber o que era amor e viveu uma vida confortável… mas vazia. Depois do divórcio, encontrou um relacionamento intenso e destrutivo.Até que veio a pior traição possível: o homem que ela amava… e a mulher que ela acolheu dentro de casa. Sem chão, aos 40 anos, ela tomou uma decisão extrema: foi para a Europa trabalhar como garota de programa. Mas o que parecia o fundo do poço… virou o início de uma história inacreditável. E o que aconteceu depois parece roteiro de filme, mas é real.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...O reencontro (parte 1)

Chutando a Escada
A vitória de Péter Magyar na Hungria

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 60:49


Em abril de 2026, depois de 16 anos no poder, Viktor Orbán foi derrotado nas urnas húngaras pelo deputado Péter Magyar e seu partido Tisza. Para Aline Burni, Research Fellow no ODI Global (Bruxelas) e pesquisadora do Observatório da Extrema Direita, o resultado é histórico. Mas o desafio de desmontar a “democracia iliberal” construída ao longo de quatro mandatos consecutivos é incomparavelmente mais complexo do que vencer uma eleição. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães (UFU; OED) e Guilherme Casarões (FIU) recebem Aline para discutir o legado de Orbán como “vitrine” e laboratório da direita radical, a coalizão negativa que viabilizou a vitória de Magyar e os impactos da queda do principal aliado de Moscou na União Europeia sobre a guerra na Ucrânia, as redes transnacionais reacionárias e a articulação geopolítica entre Trump, Bruxelas e Pequim. No segundo bloco, em substituição ao tradicional boletim de notícias, David traça um perfil de Peter Thiel após sua visita a Javier Milei na Casa Rosada, recorrendo a Quinn Slobodian (Crack-Up Capitalism) para situar o cofundador da Palantir na constelação de figuras (Patri Friedman, Curtis Yarvin, Hans-Hermann Hoppe) que pavimentam um projeto de “fuga da democracia” pela via da fragmentação jurisdicional. O episódio fecha com uma dica cultural crítica sobre Por Dentro da Machosfera, documentário recém-lançado na Netflix por Louis Theroux. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Aline Burni (ODI Global; OED), David Magalhães (UFU; OED), Guilherme Casarões (FIU). Inserção musical no final: “The Day the Nazis Died”, interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Cepa.org Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: O Deus que Falhou — A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. POR DENTRO da Machosfera. Direção: Louis Theroux. Estados Unidos/Reino Unido: Netflix, 2026. Documentário (streaming). SLOBODIAN, Quinn. Crack-Up Capitalism: market radicals and the dream of a world without democracy. New York: Metropolitan Books, 2023. THIEL, Peter. The Education of a Libertarian. Cato Unbound, 13 abr. 2009. Disponível em: https://www.cato-unbound.org/2009/04/13/peter-thiel/education-libertarian/ Capítulos: 00:00 Introdução 03:00 Aline Burni: o legado de 16 anos de Viktor Orbán 09:00 Por que o modelo iliberal ruiu nas urnas 14:00 A coalizão negativa por trás de Péter Magyar 21:00 Reconstruir a democracia: os obstáculos institucionais 26:00 A internacional reacionária sem o Orbán 37:00 Quem é Peter Thiel? Perfil de um arquiteto antidemocrático 55:00 Dica cultural: Por Dentro da Machosfera The post A vitória de Péter Magyar na Hungria appeared first on Chutando a Escada.

História de Imigrante
174. Isso Existe Mesmo?

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 22:46


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 174Camila topou o convite do amigo de ir para um resort com amigo com tudo pago. Mas antes mesmo de embarcar ela descobre que as férias vai ser bem mais emocionante do que ela esperava.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Flagrada Nua

Palabra Libre
Episodio 256: El extraño caso del expediente perdido

Palabra Libre

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 70:39


El "hackeo" del registro de cabilderos del Departamento de Justicia y que puede haber detrás de este; las serias implicaciones que tiene la situación del Senado y su requerimiento de información al Secretario de Hacienda; la designación de dos FEI contra Ciary Perez Penna; el chinchorreo del Primer Caballero y el Secretario de Asuntos Públicos; la tregua en el conflicto Iran/Israel/EEUU y la apertura del estrecho de Ormuz; la escalada retorica entre Estados Unidos y Cuba; las elecciones en Peru y Hungria, respectivamente, y las posibles lecciones de ambos eventos.Conducido por Néstor Duprey Salgado y Eduardo Lalo.Síguenos en las redes:Twitter: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@PalabraLibrePR⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, Facebook: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Palabra Libre PR⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Página web: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Palabra Libre – Más allá del bipartidismo (palabralibrepr.com)⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠  

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #457 Irã e eleições na Hungria e no Peru

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 230:02


A Era Orbán chegou ao fim após 16 anos e repercutimos as eleições húngaras, além de outras notícias do Velho Continente.Também analisamos o pleito no Peru, que ainda não tem o resultado final do 1º Turno, no nosso tradicional pião pela quebrada latino-americana.No mais, comentamos a nova rodada de negociações entre Irã e EUA, observando o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Conheça a Carta Global da Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Es la Mañana de Federico
Federico a las 7: Magyar devuelve la esperanza a Hungría y Abascal lo lamenta

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 28:44


Federico analiza la derrota de Viktor Orbán en Hungría donde el conservador Magyar ha arrasado y comenta la reacción del líder de Vox.

Es la Mañana de Federico
Federico a las 8: Putin y Abascal son los perdedores de las elecciones en Hungría

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 19:17


Federico analiza el resultado de las elecciones en Hungría donde Viktor Orban ha sido derrotado y las consecuencias para Vox.

Es la Mañana de Federico
Tertulia de Federico: Hungría como ejemplo del voto responsable

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 67:56


Federico analiza las consecuencias de la victoria de Peter Magyar en Hungría con Rosana Laviada, Carlos Cuesta y Luis Balcarce.

Es la Mañana de Federico
Los titulares de la prensa del día 13/04/26

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 13:16


Daniel Muñoz y Silvia Riveiro repasan los titulares del día centrados en los resultados de las elecciones en Hungría.

Es la Mañana de Federico
Federico a las 6: Aplastante derrota del candidato de Putin y Abascal en Hungría

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 34:38


Federico analiza la derrota de Viktor Orbán en Hungría donde ha arrasado el conservador Magyar.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #456 Cessar-fogo no Irã

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 251:20


(00:00:00) Xadrez Verbal #456 Cessar-fogo no Irã (00:06:30) Giro de Notícias #01 (00:27:25) Coluna Aberta: Oriente Médio (01:45:10) Efemérides: A Semana na História (01:53:45) Match: América Latina (02:56:55) Xeque: Europa (03:30:50) Gambito da Dama: PIB americano e seus componentes (03:38:45) Giro de Notícias #02 (03:50:20) Peões da Semana (03:52:55) Sétimo Selo (04:07:20) Música de Encerramento Analisamos o frágil cessar-fogo anunciado entre EUA, Israel e Irã, mediado pelo Paquistão, além de outras notícias do sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.Recebemos novamente Fernanda Simas, agora integrada ao time do XV, para dar aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para as prévias eleitorais no Peru.No mais, demos uma volta pelo Velho Continente, também em ritmo eleitoral na Hungria, em um pleito que diz muito em relação ao futuro da União Europeia.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCuide de sua saúde mental com a Psicólogos Brasil: https://www.psicologosbr.com/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Que se vayan todos
ABURRIDO 370 AHORA SÍ, A COMPRAR PANELES SOLARES público

Que se vayan todos

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 41:42


(00:00:00) INTRO (00:04:04:21) Hasta en el espacio echa vaina el outlook de microsoft (00:15:33:18) Además de la altura en el Himalaya el problema es que te envenene para que pagues un helicóptero (00:25:48) Los gringos tienen Lollapalooza pero en latinoamérica tenemos la profest (00:35:29) Una atraco que nadie se creyó en Málaga (00:41:42) PATREON (00:59:27) Cuando los mismos dueños de las empresas te piden que les pongas más impuestos es porque igual van a ganar (01:04:07) Llegó un tanquero ruso a Cuba y viene otro en camino, se siente como 1970 otra vez (01:08:57) Milei Vs las cifras de inflación vs las de empleo, bueno pue Milei Vs. el mundo vale. (01:16:06) Hungria niega que esas capturas de pantalla sean con esa chama rusa que tu dices (01:20:37) El compositor del rey leon no tiene sentido del humor (01:28:16) Un resumencito de lo de Irán para que no se nos olvide lo jodido que está todo (01:46:52) La suerte de Guyana en este momento es absurda (01:52:38) América Latina va pendiente de un carro eléctrico hecho en Brasil (01:57:33) Por qué Marco Rubio es la pesadilla de los chinos (02:07:41) Perú se lanza la de las abejas también tienen derechos pero no las que pican (02:12:39) Quien quiere inmigrantes cuando puedes tener robots (02:23:56) EXTRA: los venezolanos no venimos del futuro pero ya vimos esta película COMO DIJIMOS EN EL EPISODIO LA MERCH ESTÁ AQUÍ https://quesevayantodos-shop.fourthwall.com/collections/all LE PUEDES COMPRAR A UN PANA LA SUSCRIPCIÓN CON TARJETA DE REGALO https://www.patreon.com/profesorbriceno/gift O COMPRAR UNA GIFT CARD DE PATREON EN https://rewarble.com/brands/patreon SUSCRÍBETE AL PODCAST POR AUDIO EN CUALQUIER PLATAFORMA ⬇️  AQUÍ LAS ENCUENTRAS TODAS: ➡️➡️➡️ https://pod.link/676871115 los más populares SPOTIFY ⬇️   https://open.spotify.com/show/3rFE3ZP8OXMLUEN448Ne5i?si=1cec891caf6c4e03 APPLE PODCASTS ⬇️   https://podcasts.apple.com/es/podcast/que-se-vayan-todos/id676871115 GOOGLE PODCASTS ⬇️   https://www.ivoox.com/en/podcast-que-se-vayan-todos_sq_f11549_1.html FEED PARA CUALQUIER APP DE PODCASTS ⬇️   https://www.ivoox.com/en/podcast-que-se-vayan-todos_sq_f11549_1.html Si te gustó, activa la campanita   FECHAS DE PRESENTACIONES ⬇ ️ http://www.profesorbriceno.com/tour Redes sociales: ✏️Web https://www.profesorbriceno.com ✏️Instagram https://www.instagram.com/profesorbriceno/ ✏️X https://x.com/profesorbriceno ✏️Facebook https://www.facebook.com/profesorbricenoOficial/ #profesorbriceño #aburrido #podcast #noticias #datocuriosos #trump