Podcasts about hungria

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História de Imigrante
181. Trabalho em Londres

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 18:22


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 181Uma brasileira. Um restaurante lotado em Londres. O dia mais quente do ano. Cliente passando mal, sistema travado, protestos internacionais na porta… e snipers posicionados no topo da embaixada do Irã. O que parecia apenas mais um turno de trabalho virou uma experiência tão absurda que Amanda jurou nunca mais voltar naquele lugar.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Flagrada nua

História de Imigrante
180. Ela Morreu na Alemanha

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 21:08


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 180De uma infância marcada pela pobreza extrema até os palcos da Alemanha. Rita parecia viver um sonho impossível. Mas uma sequência de perdas emocionais destruiu completamente a vida dela.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Ele tentou me comprar

Vamos Falar de FUm
Vamos Falar de MotoGP: Porta aberta para Marc Márquez?

Vamos Falar de FUm

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 58:19


Bernardo Figueiredo, César Teixeira e Rita Machado analisam o Grande Prémio da Hungria, dominado por Marc Márquez e marcado pelo erro de Jorge Martín na chegada à curva 1, com consequências para outros pilotos da Aprilia. Podem apoiar o podcast em https://www.patreon.com/c/vff1

ACADEMIA DO AGRO
3 - A Terra Que Não Era Terra

ACADEMIA DO AGRO

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 8:54


No segundo episódio de Crônicas do Agro | Gestão do Agronegócio Brasileiro, uma viagem pela transformação do Cerrado brasileiro — de “terra improdutiva” a potência agrícola mundial. Um episódio sobre ciência, pesquisa aplicada, inovação e a revolução silenciosa liderada pela Embrapa, que mudou para sempre a agricultura tropical. Entre solos ácidos, desafios climáticos e coragem produtiva, surge uma reflexão provocadora: a competitividade do agro não nasce da terra, mas do conhecimento aplicado sobre ela. Uma narrativa sobre gestão, tecnologia e o risco silencioso de subestimar a ciência no campo.

História de Imigrante
179. Ela Surtou nos EUA

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 26:38


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aquihttps://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio179Instagram da Andressa - @dearandressa77Uma brasileira se apaixonou por um americano, viveu um casamento feliz nos Estados Unidos, realizou o sonho de ser mãe… até que um surto psicológico destruiu completamente a vida dela. Uma história real sobre imigração, saúde mental, isolamento, maternidade e os perigos do algoritmo nas redes sociais.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Romance de Cinema?

A Arte da Guerra
“Esta guerra foi impulsionada por Israel”

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 22:04


Estará o presidente Donald Trump a perder a paciência com o seu aliado de sempre, Benjamin Netanyahu? Ou terá Trump finalmente compreendido que está nas mãos de Netanyahu, que é quem verdadeiramente comanda os destinos da guerra. Seja como for, não nos devemos preocupar: no fim, o Estado hebraico, a sua ‘click' instada nos Estados Unidos e o setor norte-americano da defesa acabará por vencer face a qualquer ‘desalinhamento' da Casa Branca. Como sempre. Mais próxima da Europa, e sendo para todos os efeitos um problema europeu, a Arménia está prestes a ir às urnas. Rússia e Estados Unidos fazem o papel do costume: interferem cada um por seu lado para saírem vencedores. Entretanto, na Hungria, o novo primeiro-ministro, Péter Magyar, o ‘carrasco' de Orbán, tenta gerir um país que, como o próprio sabia antecipadamente, está soterrado sob a herança do antigo líder do Fidesz.

História de Imigrante
178. Achei Que Era Amor

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 28, 2026 37:45


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 178Dulce saiu do Amazonas buscando uma chance de mudar de vida. O que parecia uma oportunidade de trabalho na Suíça se transformou em uma realidade marcada por exploração, relacionamentos abusivos, abandono e recomeços difíceis. Nesta história real, ela conta como atravessou violência na infância, imigração, maternidade e dependência emocional até reconstruir a própria vida na Europa.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Sem teto na Inglaterra

Contra-Corrente
Espanha está se a tornar na nova Hungria de Órban? — Debate

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later May 25, 2026 96:59


Rodriguez Zapatero é acusado de corrupção e o Governo de Pedro Sánchez não tem hesitado em violar o Estado de Direito. Afinal o que vale para um Governo se manter no poder?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
Espanha de Sánchez e Zapatero é uma nova Hungria de Órban?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later May 25, 2026 6:59


As revelações sobre o caso de corrupção que tem no seu centro Rodriguez Zapatero comprometem um governo de Pedro Sánchez que não tem hesitado em violar o Estado de Direito para se manter no poder.See omnystudio.com/listener for privacy information.

História de Imigrante
177. 11 Anos Sem Ver o Filho

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 21, 2026 40:40


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio177Néia saiu de um casamento abusivo com um marido controlador, criou um plano para reencontrar o filho nos Estados Unidos e acabou vivendo uma sequência de relacionamentos secretos, manipulação emocional, traições e culpa dentro da imigração na Europa. A história da Néia mistura abuso psicológico, dependência emocional, imigração, religião, sexualidade escondida e relações tóxicas em uma das histórias mais chocantes do História de Imigrante.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Vale a pena trocar de marido?

E o Resto é História
Trianon: o tratado que humilhou a Hungria em 1920

E o Resto é História

Play Episode Listen Later May 19, 2026 51:33


Um ano e meio após o fim da Primeira Guerra, a assinatura do tratado de Trianon conduziu à perda de dois terços do território húngaro. Que tratado foi este, cujo impacto ainda hoje se faz sentir?See omnystudio.com/listener for privacy information.

tratado hungria trianon primeira guerra
História de Imigrante
176. Detida na Alemanha

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 14, 2026 31:42


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio176Após uma separação difícil, uma brasileira conhece um homem da Islândia pela internet e aceita casar sem nunca tê-lo visto pessoalmente.No caminho para encontrá-lo, ela é detida pela polícia na Alemanha e passa horas sendo interrogada.Mas o mais estranho ainda estava por vir.Um sonho… que virou realidade. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Era amor ou era golpe?

Noticiário Nacional
16h Portugal conquista 2 medalhas de ouro na canoagem na Hungria

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 9, 2026 7:32


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Diversilingua
Brasileiros no exterior: Inglaterra e Paraguai | Minha visão como imigrante

Diversilingua

Play Episode Listen Later May 9, 2026 30:41


Descrição Episódio - Diversilíngua /* Estilos simples para melhor visualização em navegadores - não afetam o Spotify */ body { font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.6; max-width: 800px; margin: 20px auto; padding: 20px; background-color: #f9f9f9; color: #121212; } .spotify-description { background-color: white; padding: 20px; border-radius: 12px; box-shadow: 0 2px 8px rgba(0,0,0,0.1); white-space: pre-wrap; /* Preserva quebras de linha */ font-size: 16px; } a { color: #1DB954; /* Cor verde do Spotify */ text-decoration: none; } a:hover { text-decoration: underline; } hr { margin: 20px 0; border: 0; border-top: 1px solid #e0e0e0; } Imigrar parece incrível nas redes sociais — mas a realidade pode ser muito diferente. Neste episódio, reajo a dois vídeos da BBC News Brasil sobre imigração brasileira e conto a minha própria experiência como engenheiro de software brasileiro vivendo em Portugal.

História de Imigrante
175. Virei Garota de Programa aos 40

História de Imigrante

Play Episode Listen Later May 7, 2026 32:24


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 175Ela cresceu na pobreza, casou com um homem rico sem saber o que era amor e viveu uma vida confortável… mas vazia. Depois do divórcio, encontrou um relacionamento intenso e destrutivo.Até que veio a pior traição possível: o homem que ela amava… e a mulher que ela acolheu dentro de casa. Sem chão, aos 40 anos, ela tomou uma decisão extrema: foi para a Europa trabalhar como garota de programa. Mas o que parecia o fundo do poço… virou o início de uma história inacreditável. E o que aconteceu depois parece roteiro de filme, mas é real.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...O reencontro (parte 1)

Chutando a Escada
A vitória de Péter Magyar na Hungria

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 60:49


Em abril de 2026, depois de 16 anos no poder, Viktor Orbán foi derrotado nas urnas húngaras pelo deputado Péter Magyar e seu partido Tisza. Para Aline Burni, Research Fellow no ODI Global (Bruxelas) e pesquisadora do Observatório da Extrema Direita, o resultado é histórico. Mas o desafio de desmontar a “democracia iliberal” construída ao longo de quatro mandatos consecutivos é incomparavelmente mais complexo do que vencer uma eleição. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães (UFU; OED) e Guilherme Casarões (FIU) recebem Aline para discutir o legado de Orbán como “vitrine” e laboratório da direita radical, a coalizão negativa que viabilizou a vitória de Magyar e os impactos da queda do principal aliado de Moscou na União Europeia sobre a guerra na Ucrânia, as redes transnacionais reacionárias e a articulação geopolítica entre Trump, Bruxelas e Pequim. No segundo bloco, em substituição ao tradicional boletim de notícias, David traça um perfil de Peter Thiel após sua visita a Javier Milei na Casa Rosada, recorrendo a Quinn Slobodian (Crack-Up Capitalism) para situar o cofundador da Palantir na constelação de figuras (Patri Friedman, Curtis Yarvin, Hans-Hermann Hoppe) que pavimentam um projeto de “fuga da democracia” pela via da fragmentação jurisdicional. O episódio fecha com uma dica cultural crítica sobre Por Dentro da Machosfera, documentário recém-lançado na Netflix por Louis Theroux. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Aline Burni (ODI Global; OED), David Magalhães (UFU; OED), Guilherme Casarões (FIU). Inserção musical no final: “The Day the Nazis Died”, interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Cepa.org Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: O Deus que Falhou — A economia e a política da monarquia, da democracia e da ordem natural. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2014. POR DENTRO da Machosfera. Direção: Louis Theroux. Estados Unidos/Reino Unido: Netflix, 2026. Documentário (streaming). SLOBODIAN, Quinn. Crack-Up Capitalism: market radicals and the dream of a world without democracy. New York: Metropolitan Books, 2023. THIEL, Peter. The Education of a Libertarian. Cato Unbound, 13 abr. 2009. Disponível em: https://www.cato-unbound.org/2009/04/13/peter-thiel/education-libertarian/ Capítulos: 00:00 Introdução 03:00 Aline Burni: o legado de 16 anos de Viktor Orbán 09:00 Por que o modelo iliberal ruiu nas urnas 14:00 A coalizão negativa por trás de Péter Magyar 21:00 Reconstruir a democracia: os obstáculos institucionais 26:00 A internacional reacionária sem o Orbán 37:00 Quem é Peter Thiel? Perfil de um arquiteto antidemocrático 55:00 Dica cultural: Por Dentro da Machosfera The post A vitória de Péter Magyar na Hungria appeared first on Chutando a Escada.

História de Imigrante
174. Isso Existe Mesmo?

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 22:46


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 174Camila topou o convite do amigo de ir para um resort com amigo com tudo pago. Mas antes mesmo de embarcar ela descobre que as férias vai ser bem mais emocionante do que ela esperava.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Flagrada Nua

História de Imigrante
173. Tem Mentira Aqui

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 25:40


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 173Vera se casou com um europeu e levava uma vida tranquila até que, de repente, uma menina de 17 anos apareceu tentando falar com o marido dela pelas redes sociais. O problema é que essa garota pode ser filha dele… mas também pode não ser. Anos antes, Rick havia registrado uma criança quando era jovem, mas um teste de DNA feito pela própria família indicou que ele não era o pai. A história parecia resolvida, até que quase duas décadas depois a menina reaparece, e ninguém sabe ao certo o que realmente aconteceu no passado. Enquanto o marido prefere não mexer no assunto, Vera começa a investigar e descobre detalhes que não fazem sentido. Documento que nunca foi corrigido, exame feito escondido, mudanças repentinas e uma família que parece evitar falar sobre o assunto. Será que o DNA estava errado?Será que esconderam a verdade?Ou será que alguém nunca contou a história completa?➡️Se gostou dessa história vai gostar também...A caixa secreta

Visão Global
O Papa em África

Visão Global

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 50:33


A visita de Leão XIV ao continente africano. A perspetiva de uma nova harmonia na relação entre a Hungria e a UE. Edição de Mário Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Palabra Libre
Episodio 256: El extraño caso del expediente perdido

Palabra Libre

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 70:39


El "hackeo" del registro de cabilderos del Departamento de Justicia y que puede haber detrás de este; las serias implicaciones que tiene la situación del Senado y su requerimiento de información al Secretario de Hacienda; la designación de dos FEI contra Ciary Perez Penna; el chinchorreo del Primer Caballero y el Secretario de Asuntos Públicos; la tregua en el conflicto Iran/Israel/EEUU y la apertura del estrecho de Ormuz; la escalada retorica entre Estados Unidos y Cuba; las elecciones en Peru y Hungria, respectivamente, y las posibles lecciones de ambos eventos.Conducido por Néstor Duprey Salgado y Eduardo Lalo.Síguenos en las redes:Twitter: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@PalabraLibrePR⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, Facebook: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Palabra Libre PR⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Página web: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Palabra Libre – Más allá del bipartidismo (palabralibrepr.com)⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠  

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Delírios, opacidade e coisas espantosas

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 51:19


Haja transparência. Mas como o voto é secreto, os donativos aos partidos passam a ser opacos. A partir de agora deixa de se poder saber de onde vem o dinheiro transferido para as organizações partidárias. O segredo passa a ser a alma do negócio. O que não era segredo para ninguém é que debater com André Ventura não é trocar argumentos, porque, por entre esgares, àpartes e caneladas, se torna difícil levar uma frase até ao fim. Pacheco Pereira desafiou o líder do Chega e houve espectáculo televisivo, sim, mas quem quiser aprender alguma coisa vai ter de procurar noutro lado. Entretanto, a semana trouxe-nos também a revelação de que o suposto anarca, o terrorista incompetente (Deo gratias!) do cocktail molotov contra uma manifestação anti-aborto é militante do PS. Quem acha que o mundo já não nos pode suspreender, terá ficado desiludido. Já não são só os números de Donald Trump (na semana em que viu o amigo Órban ser corrido na Hungria) que ainda conseguem espantar-nos. Embora aquela alusão a Jesus Cristo transformada, numa pirueta digna de um puto da segunda classe, em médico da Cruz Vermelha, seja difícil de igualar. Mas ele há-de superar-se, ó se há-de!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #457 Irã e eleições na Hungria e no Peru

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 230:02


A Era Orbán chegou ao fim após 16 anos e repercutimos as eleições húngaras, além de outras notícias do Velho Continente.Também analisamos o pleito no Peru, que ainda não tem o resultado final do 1º Turno, no nosso tradicional pião pela quebrada latino-americana.No mais, comentamos a nova rodada de negociações entre Irã e EUA, observando o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Conheça a Carta Global da Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

River to River
A conversation with the 2025 World Food Prize Laureate

River to River

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026


Brazilian microbiologist Mariangela Hungria was told she could never make a career researching environmental agriculture practices. Today, she is the 2025 World Food Prize Laureate. She joins the show to discuss how her groundbreaking research in soil microbiology and biological nitrogen fixation has transformed global agriculture. Hungria shares the impact her science-loving grandmother had on her life and explains how science and sustainability can coexist to feed the planet's growing population. (This episode was originally produced on Oct. 20, 2025)

Contraditório
Deus, Trump e o resto do mundo

Contraditório

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 42:42


Trump contra o Papa: política ou provocação? E agora Hungria? Magyar era um filho de Orbán, o que vai fazer de diferente? Cá temos a lei laboral a deixar inseguro o Presidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

revista piauí
O relatório da CPI, a candidatura do PSDB e a eleição na Hungria

revista piauí

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 61:05


Episódio postado em 17 de abril de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam o relatório da CPI do Crime Organizado e seus efeitos sobre o ambiente político, incluindo a tensão em torno do Supremo e os desdobramentos no processo eleitoral. No segundo bloco, os jornalistas discutem a movimentação da eleição presidencial, com a possível entrada de Ciro Gomes na disputa e os impactos desse cenário para Lula. No terceiro bloco, o trio trata da derrota de Viktor Orbán, na Hungria, após 16 anos no poder, e comentam o significado político dessa mudança no cenário internacional. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:07 2° bloco: 25:16 3º bloco: 40:02 Kinder Ovo: 54:51 Correio Elegante: 56:12 Créditos: 01:00:00 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft108 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda

Expresso - Eixo do Mal
Trump contra Papa, Magyar contra Orbán

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 49:32


A inteligência artificial na mão da estupidez natural e a crónica de uma vitória esmagadora na Hungria. Esta semana quase pareceu que estávamos à beira de um novo Cisma do Ocidente, como há 600 anos, com o Poder Temporal a desafiar o Poder Espiritual. Trump atacou violentamente o Papa americano por ele pregar a paz e até a amiga Meloni o abandonou. E Já não lhe sobram muitos amigos, tirando Netanyahu. Na Hungria, Orbán perdeu as eleições depois de 16 anos no poder. Magyar passou de antigo apoiante a sucessor e diz querer aproximar-se da Europa. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 16 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

História de Imigrante
172. Isso Virou um Pesadelo

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 24:47


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 172Sem documentos, trabalhando na limpeza e tentando construir uma vida fora do Brasil, uma brasileira se apaixonou por um europeu que parecia perfeito. Só que o amor virou controle, gritos, crises de ciúmes e episódios de fúria que fizeram ela pedir uma ordem judicial de proteção.O problema é que sair desse relacionamento pode significar perder tudo o que ela construiu fora do Brasil. Essa história está acontecendo agora, sem final, e ela quer saber: ficar ou ir embora?➡️Se gostou dessa história vai gostar também...A caixa secreta

Diplomatas
Resultado das eleições na Hungria é “enorme derrota” para Orbán, Trump, Putin e Xi

Diplomatas

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 39:50


A vitória de Péter Magyar, candidato da oposição, nas eleições legislativas da Hungria, que abre caminho para o fim de 16 anos de governação de Viktor Orbán no país europeu, foi o tema principal do episódio desta semana do podcast Diplomatas. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar apontaram as consequências internas e externas do resultado eleitoral, nomeadamente na estratégia da União Europeia para lidar com a Rússia, de Vladimir Putin, e para apoiar financeiramente a Ucrânia contra a invasão russa do seu território. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-Nova olharam, depois, para os últimos desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente, reflectindo sobre o que (não) saiu das negociações entre Estados Unidos e Irão, em Islamabad, e os objectivos da decisão da Casa Branca de enviar a Marinha norte-americana para “bloquear” o estreito de Ormuz. Ainda sobre este tema, os analistas responderam a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas que quis saber o que é que a UE poderia ter feito de diferente na sua resposta à guerra lançada pelos EUA e por Israel contra o Irão. No final do episódio, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram as críticas de Trump ao Papa Leão XIV e a partilha, pelo Presidente dos EUA, de uma imagem de IA em surge retratado como Jesus Cristo, perspectivando o impacto desta nova frente de batalha da Administração republicana nas eleições intercalares de Novembro para o Congresso. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Externas com Caio Blinder: Com o duelo Lula x Bolsonaro, Brasil não tem chance de ter uma renovação estilo Hungria

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 14:42


Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 15/04/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Disputa entre Flávio e Lula / Guerra entre EUA e Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 302:35


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (15): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso um projeto de lei que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A proposta prevê dois dias de descanso remunerado sem redução salarial, passando para o modelo 5x2. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial e ainda precisa ser analisado pelo Legislativo. O senador Weverton Rocha apresentou relatório favorável à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O AGU será sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça no dia 29 de abril, mesma data em que o plenário do Senado deve votar a nomeação. Para ser aprovado, ele precisa de ao menos 41 votos favoráveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar possíveis interferências em eleições internacionais. Durante a declaração, Lula ironizou a atuação do líder norte-americano ao citar episódios recentes envolvendo processos eleitorais em outros países, como a Hungria. Após cinco horas de discussão, a CPI do Crime Organizado rejeitou o relatório final do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral da República. O texto foi derrotado por 6 votos a 4, após uma articulação governista que substituiu integrantes da comissão pouco antes da votação. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista o senador Rogério Carvalho (PT-SP), membro da CPI. O grupo do senador Flávio Bolsonaro trabalha com o prazo até junho para definir o candidato a vice em sua chapa à Presidência. A tendência é que a vaga fique com o Progressistas (PP), que testa nomes em pesquisas internas por cerca de 60 dias. Entre os perfis avaliados estão as deputadas Simone Marquetto e Clarissa Tércio, além de lideranças como Romeu Zema e Tereza Cristina. A estratégia busca identificar o nome com maior potencial eleitoral e capacidade de ampliar o alcance da candidatura. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) indica um cenário de empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Flávio aparece com 42% das intenções de voto, contra 40% de Lula, marcando a primeira vez em que o parlamentar supera numericamente o atual presidente no levantamento. O deputado federal Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, convidou Ciro Gomes para disputar a Presidência da República pelo partido nas eleições de outubro. O convite foi feito durante reunião nacional da sigla em Brasília, com apoio de lideranças como Marconi Perillo. Aécio afirmou que o cenário eleitoral ainda está em aberto e defendeu a necessidade de um novo ciclo de reformas no país. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito contra o senador e pré-candidato, Flávio Bolsonaro, (PL-RJ) por suposta calúnia contra o presidente Lula (PT). A decisão foi publicada na segunda-feira (13). Em publicação nas redes sociais, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro associou imagens do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de Lula, com o seguinte texto: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas” Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra um cenário de forte divisão entre os eleitores brasileiros. Segundo o levantamento, 43% afirmam ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% dizem temer a continuidade do governo Lula. Outros 6% declaram receio de ambos os cenários, evidenciando um ambiente político polarizado no país. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Geopolítica com o Paulo Filho
EUA iniciam bloqueio naval no Estreito de Ormuz / Geopolítica com Paulo Filho

Geopolítica com o Paulo Filho

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 75:46


O bloqueio naval do Estreito de Ormuz, imposto pelos EUA, entrou em vigor às 11 da manhã de ontem. Isso significa que, agora, o Estreito está sob dois bloqueios: o iraniano e o norte-americano. No episódio de hoje, vamos tratar desse assunto, especialmente do que pode vir pela frente. Além disso, falaremos também sobre os principais assuntos estratégicos e geopolíticos da semana: a mudança de governo na Hungria, com grandes repercussões para a União Europeia, as eleições no Peru, a guerra entre Rússia e Ucrânia, e muito mais!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/paulofilho90Siga-nos no Twitter - https://x.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK

O Assunto
A derrota de Orbán na Hungria: como fica a extrema direita global?

O Assunto

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 23:53


Convidados: Maurício Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia, professor da Universidade George Washington (EUA) e colunista do jornal O Globo; e Pedro Abramovay, mestre em Direito Constitucional, doutor em Ciência Política e vice-presidente de programas da Open Society. No último domingo (12), os eleitores húngaros decidiram dar fim aos 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-direita Tisza venceu a eleição e vai comandar cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento. Peter Magyar, ex-aliado de Orbán, assume o governo. Desde que chegou ao poder, em 2010, Orbán corroeu a independência das instituições húngaras: reescreveu a Constituição, redesenhou o mapa eleitoral e corrompeu o Judiciário e a imprensa. E se tornou se tornou um exemplo para lideranças autoritárias ao redor do mundo – o americano Donald Trump e o russo Vladimir Putin, entre outros, apoiavam sua reeleição. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Maurício Moura para explicar o fim da era Orbán na Hungria. Depois, ela fala com Pedro Abramovay para analisar o futuro da coalização internacional da extrema direita.

Angu de Grilo
Impasse na guerra, eleições no Brasil #328

Angu de Grilo

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 124:51


Boa terça, angulers! Abrimos o #328 com a nova tentativa frustrada de acordo entre Irã e EUA e, agora, o plano de Trump de bloquear navios que estão pagando o “pedágio” ao Irã para cruzar o estreito de Ormuz. Além disso, comentamos a crise entre Trump e o Papa Leão XIV. No segundo bloco, um apanhado de assuntos na direção das eleições: avaliação do governo; estratégias para aumento de popularidade; Desenrola 2.0; demissão do presidente do INSS. Por fim, os pop-ups da semana: a prisão de Ramagem pelo ICE, nos EUA; a derrota de Orbán, na Hungria; e o Rio de Janeiro que segue sem decisão sobre a eleição para o mandato-tampão. Sirva-se! Apoie o Angu de Grilo no apoia.se: apoia.se/angudegrilo ou na Orelo: orelo.cc/angudegriloCortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza

Hablando Claro con Vilma Ibarra
3-4: ¿Cómo puede afectar el resultado electoral en Hungria al mundo?

Hablando Claro con Vilma Ibarra

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 56:04


Parecía casi imposible. Pero los húngaros se hartaron y emitieron un contundente veredicto en las urnas; pese a las normas electorales manipuladas, pese a los aparatos propagandísticos y el control de medios absorbidos, pese a 16 años de control férreo de los poderes del estado. El todopoderoso Viktor Orbán ha probado la hiel de una derrota política que tiene implicaciones para los ambiciosos proyectos mundiales de regresión democrática, esos que logran hacer transitar desde la derecha extrema, hacia la iliberalidad y la autocracia populista a los regímenes democráticos. Al frente de la oposición de derecha democrática el abogado y, en su día, exministro de Orbán, Péter Magyar ha vencido al considerado invencible amigo de Vladímir Putin y Donald Trump. La Unión Europea lo celebra y el mundo democrático en general, también. Conversamos con el politólogo Gustavo Araya sobre la histórica elección en Hungría.

Es la Mañana de Federico
Tertulia de Federico: Hungría como ejemplo del voto responsable

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 67:56


Federico analiza las consecuencias de la victoria de Peter Magyar en Hungría con Rosana Laviada, Carlos Cuesta y Luis Balcarce.

Es la Mañana de Federico
Federico a las 8: Putin y Abascal son los perdedores de las elecciones en Hungría

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 19:17


Federico analiza el resultado de las elecciones en Hungría donde Viktor Orban ha sido derrotado y las consecuencias para Vox.

Es la Mañana de Federico
Federico a las 7: Magyar devuelve la esperanza a Hungría y Abascal lo lamenta

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 28:44


Federico analiza la derrota de Viktor Orbán en Hungría donde el conservador Magyar ha arrasado y comenta la reacción del líder de Vox.

Es la Mañana de Federico
Los titulares de la prensa del día 13/04/26

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 13:16


Daniel Muñoz y Silvia Riveiro repasan los titulares del día centrados en los resultados de las elecciones en Hungría.

Es la Mañana de Federico
Federico a las 6: Aplastante derrota del candidato de Putin y Abascal en Hungría

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 34:38


Federico analiza la derrota de Viktor Orbán en Hungría donde ha arrasado el conservador Magyar.

O Antagonista
A vantagem de Lula evaporou | Meio-Dia em Brasília - 13/04/2026

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 57:03


O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 13, fala sobre a pesquisa Datafolha que mostra empate do presidente Lula (PT) com Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) em cenários de eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026.Além disso, o jornal aborda a última reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, a escolha do novo comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a derrota do primeiro-ministro Viktor Orbán na eleição da Hungria.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula, #Bolsonaro, #Zema, #Caiado, #Eleições2026, #Datafolha, #PesquisaEleitoral, #PolíticaBrasil, #MeioDiaEmBrasília, #TSE, #CPI, #CrimeOrganizado, #ViktorOrban, #Hungria, #Notícias, #Brasília, #Direita, #Esquerda, #Geopolítica, #PodcastBrasil 

Tertulia de Federico
Tertulia de Federico: Hungría como ejemplo del voto responsable

Tertulia de Federico

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 67:56


Federico analiza las consecuencias de la victoria de Peter Magyar en Hungría con Rosana Laviada, Carlos Cuesta y Luis Balcarce.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 13/04/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Bloqueio de Ormuz / Eleição na Hungria / EUA e Irã acabam com a trégua

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 302:25


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (13): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (12) um bloqueio imediato ao Estreito de Ormuz, região por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás mundial. A decisão ocorre após os EUA informarem que dois navios de guerra entraram na área e prevê que a Marinha americana passe a interceptar embarcações que tentarem entrar ou sair do estreito. Segundo Trump, navios em águas internacionais que tenham pago pedágio ao Irã também serão interceptados, aumentando a tensão e podendo gerar impactos para países que dependem da rota. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, admitiu derrota nas eleições parlamentares neste domingo (12) e afirmou que o resultado é claro, parabenizando o partido vencedor. O líder do partido Tisza, Peter Magyar, agradeceu aos eleitores nas redes sociais e confirmou ter recebido uma ligação de Orbán reconhecendo a vitória. O resultado marca o fim de 16 anos de governo do premiê, período em que adotou políticas de linha dura contra a imigração e promoveu restrições à mídia independente e a direitos democráticos. O Irã afirmou que não cederá a ameaças após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenar o bloqueio do Estreito de Ormuz pela Marinha americana. A declaração foi feita pelo presidente do Parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, em meio ao agravamento da crise após o fracasso nas negociações por um acordo de paz. Segundo o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o impasse ocorreu porque o Irã não aceitou os termos propostos, que incluíam o compromisso de não buscar armas nucleares nem desenvolver meios para obtê-las. Rússia e Ucrânia trocaram acusações de violação de um cessar-fogo de 32 horas durante a Páscoa Ortodoxa, com relatos de milhares de ataques envolvendo drones e artilharia ao longo do período. A trégua apresentou falhas imediatas, com ambos os lados alegando descumprimento do acordo, enquanto a Rússia se recusou a prorrogar o cessar-fogo. O empresário Daniel Vorcaro deve apresentar nos próximos dias os termos finais de seu acordo de colaboração premiada à Polícia Federal, em um caso que envolve investigações sobre movimentações financeiras no sistema previdenciário. A expectativa está na possível revelação de nomes de agentes públicos e políticos, enquanto o processo é acompanhado por parlamentares como Alfredo Gaspar e segue sob supervisão do Judiciário. O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou neste domingo (12) que a invasão ao Líbano evitou uma incursão do Hezbollah contra o território israelense. Durante visita a tropas que ocupam militarmente a região desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã, o premiê declarou que a criação de uma “zona de segurança” foi essencial para conter a ameaça do grupo aliado de Teerã. Netanyahu também disse que as forças israelenses seguem atuando para neutralizar riscos como munições antitanque e foguetes, em agenda que contou com a presença do ministro da Defesa, Israel Katz, e de comandantes militares. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, adiou para o início de janeiro de 2027 a cobrança do sistema de pedágios free flow em oito rodovias da região metropolitana e do interior do estado, afetando pórticos instalados em trechos administrados pela concessionária da Rota Sorocabana. Pelo contrato de concessão, a cobrança automática deveria começar em setembro deste ano, após o cumprimento de exigências como a instalação dos pórticos e a demolição das praças físicas de pedágio. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Visão Global
O fulgor africano

Visão Global

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 50:51


África entusiasma. O cessar fogo com o Irão. Eleições na Hungria. Reportagem na Venezuela. Edição de Mário Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #456 Cessar-fogo no Irã

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 251:20


(00:00:00) Xadrez Verbal #456 Cessar-fogo no Irã (00:06:30) Giro de Notícias #01 (00:27:25) Coluna Aberta: Oriente Médio (01:45:10) Efemérides: A Semana na História (01:53:45) Match: América Latina (02:56:55) Xeque: Europa (03:30:50) Gambito da Dama: PIB americano e seus componentes (03:38:45) Giro de Notícias #02 (03:50:20) Peões da Semana (03:52:55) Sétimo Selo (04:07:20) Música de Encerramento Analisamos o frágil cessar-fogo anunciado entre EUA, Israel e Irã, mediado pelo Paquistão, além de outras notícias do sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.Recebemos novamente Fernanda Simas, agora integrada ao time do XV, para dar aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para as prévias eleitorais no Peru.No mais, demos uma volta pelo Velho Continente, também em ritmo eleitoral na Hungria, em um pleito que diz muito em relação ao futuro da União Europeia.#PubliAlura Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCuide de sua saúde mental com a Psicólogos Brasil: https://www.psicologosbr.com/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/

Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. Paz no Irão via Paquistão: um mediador evidente?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 42:49


A complexidade das negociações no Médio Oriente com um ator improvável: o Paquistão. A Ucrânia perde com prolongar do conflito no Irão? Bruno Cardoso Reis analisa ainda o futuro político da Hungria.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
Uma civilização que continua no mapa, o pacote laboral sem acordo e Orbán tenta segurar-se ao trono na Hungria

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 51:44


Há um cessar-fogo periclitante no Médio Oriente e já todos percebemos que Trump nunca leu “A Arte da Guerra”, se é que alguma vez leu algum livro. Por outro lado, o Irão descobriu que a grande arma não é a atómica — é o Estreito de Ormuz. Por cá, ainda não existe acordo na legislação laboral entre sindicatos e governo. Na Hungria, as eleições de domingo podem ditar o fim do domínio de Orbán. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 9 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

História de Imigrante
171. Levaram Meu Filho Para o Egito

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 37:16


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 171Karin levava uma vida normal no Brasil, até conhecer um estrangeiro pela internet. O que começou como um relacionamento comum acabou se transformando em uma história que atravessa países, culturas e sistemas de justiça. Entre viagens, promessas e decisões difíceis, ela se viu vivendo uma situação que nenhuma mãe imagina passar. Uma história real, pesada e revoltante, que ainda não teve um final➡️ Outras histórias que vão te impactar...Sem Teto na Inglaterra

Que se vayan todos
ABURRIDO 370 AHORA SÍ, A COMPRAR PANELES SOLARES público

Que se vayan todos

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 41:42


(00:00:00) INTRO (00:04:04:21) Hasta en el espacio echa vaina el outlook de microsoft (00:15:33:18) Además de la altura en el Himalaya el problema es que te envenene para que pagues un helicóptero (00:25:48) Los gringos tienen Lollapalooza pero en latinoamérica tenemos la profest (00:35:29) Una atraco que nadie se creyó en Málaga (00:41:42) PATREON (00:59:27) Cuando los mismos dueños de las empresas te piden que les pongas más impuestos es porque igual van a ganar (01:04:07) Llegó un tanquero ruso a Cuba y viene otro en camino, se siente como 1970 otra vez (01:08:57) Milei Vs las cifras de inflación vs las de empleo, bueno pue Milei Vs. el mundo vale. (01:16:06) Hungria niega que esas capturas de pantalla sean con esa chama rusa que tu dices (01:20:37) El compositor del rey leon no tiene sentido del humor (01:28:16) Un resumencito de lo de Irán para que no se nos olvide lo jodido que está todo (01:46:52) La suerte de Guyana en este momento es absurda (01:52:38) América Latina va pendiente de un carro eléctrico hecho en Brasil (01:57:33) Por qué Marco Rubio es la pesadilla de los chinos (02:07:41) Perú se lanza la de las abejas también tienen derechos pero no las que pican (02:12:39) Quien quiere inmigrantes cuando puedes tener robots (02:23:56) EXTRA: los venezolanos no venimos del futuro pero ya vimos esta película COMO DIJIMOS EN EL EPISODIO LA MERCH ESTÁ AQUÍ https://quesevayantodos-shop.fourthwall.com/collections/all LE PUEDES COMPRAR A UN PANA LA SUSCRIPCIÓN CON TARJETA DE REGALO https://www.patreon.com/profesorbriceno/gift O COMPRAR UNA GIFT CARD DE PATREON EN https://rewarble.com/brands/patreon SUSCRÍBETE AL PODCAST POR AUDIO EN CUALQUIER PLATAFORMA ⬇️  AQUÍ LAS ENCUENTRAS TODAS: ➡️➡️➡️ https://pod.link/676871115 los más populares SPOTIFY ⬇️   https://open.spotify.com/show/3rFE3ZP8OXMLUEN448Ne5i?si=1cec891caf6c4e03 APPLE PODCASTS ⬇️   https://podcasts.apple.com/es/podcast/que-se-vayan-todos/id676871115 GOOGLE PODCASTS ⬇️   https://www.ivoox.com/en/podcast-que-se-vayan-todos_sq_f11549_1.html FEED PARA CUALQUIER APP DE PODCASTS ⬇️   https://www.ivoox.com/en/podcast-que-se-vayan-todos_sq_f11549_1.html Si te gustó, activa la campanita   FECHAS DE PRESENTACIONES ⬇ ️ http://www.profesorbriceno.com/tour Redes sociales: ✏️Web https://www.profesorbriceno.com ✏️Instagram https://www.instagram.com/profesorbriceno/ ✏️X https://x.com/profesorbriceno ✏️Facebook https://www.facebook.com/profesorbricenoOficial/ #profesorbriceño #aburrido #podcast #noticias #datocuriosos #trump

História de Imigrante
170. Foi a Pior Traição

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 18:18


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 170Katiane cresceu ao lado da prima como se fossem irmãs. Dividiam segredos, planos e a confiança de uma vida inteira. Quando a prima pediu ajuda para organizar a contabilidade da lanchonete da família, ela abriu uma empresa no próprio nome para ajudar, sem imaginar que aquela decisão mudaria completamente o rumo da sua vida. O que começou como um favor virou uma confusão envolvendo dívidas, processo na justiça, acusação na polícia e uma denúncia que colocou toda a família contra ela. Entre doença, morte, perda de um concurso público e a sensação de ter sido traída pela pessoa em quem mais confiava, ela viu sua vida desmoronar. Depois que a verdade apareceu, o estrago já estava feito — e a única saída foi ir embora do Brasil e recomeçar longe de todos. Uma história sobre confiança, traição familiar e as consequências que ficam mesmo quando a justiça prova quem estava certo.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...161.Vale a Pena Trocar de Marido?

Chutando a Escada
Ecologia da mente e extrema-direita

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 70:01


O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.