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Caio Carneiro - Podcast Fod*
COMO criar um negócio ALTAMENTE LUCRATIVO em 2026? - Flávio Augusto, Cristina Junqueira, Tay Dantas, Lasaro do Carmo e Pr André Fernandes

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 81:45


No vídeo de hoje, reunimos os melhores conselhos para que você crie um negócio altamente lucrativo em 2026.Entrevistados:00:36 Flávio Augusto 19:16 Tay Dantas 36:30 Lásaro do Carmo 55:05 Cris Junqueira 1:02:41 Pastor André Fernandes

Oxigênio
#211 – Mãos à Obra – Ep. 2

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 25:20


No segundo episódio da série “Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro”, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini contam como é o delicado processo de restauro de obras de arte danificadas. É um trabalho minucioso que envolve vários experimentos, alguns deles realizados no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), usando as linhas de luz do acelerador de partícula Sirius. Eles também te contam como o restauro das obras danificadas nos ataques golpistas é um sinal de fortalecimento dos símbolos da democracia brasileira. _____________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque –  8 de Janeiro” – Ep.2 Mãos à Obra Presidente Lula: Hoje, é dia de dizermos em alto e bom som, ainda estamos aqui, ao contrário do que planejávamos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Se essas obras de arte estão aqui de volta, restauradas com esmero por homens e mulheres que a elas dedicaram mais de 1.760 horas de suas vidas, é porque a democracia venceu. Muito obrigado, companheiros. Aurélio: Este é o segundo episódio da série sobre a restauração das obras vandalizadas no 8 de janeiro de 2023. Se você ainda não escutou o episódio anterior, dá uma olhadinha nele e aí volta pra cá, porque hoje nós vamos nos aprofundar em toda a ciência do restauro de uma obra rara e também pensar sobre o atual cenário da democracia brasileira.  Marcos: Eu sou o Marcos Ferreira, um dos apresentadores dessa série. Aurélio: E eu sou o Aurélio Pena, e você está ouvindo o Podcast Oxigênio. Aurélio: Uma das obras mais famosas entre as restaurações é o mural Mulatas à Mesa, de Di Cavalcanti, parte do acervo do Palácio da Alvorada. Natural da cidade do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti viveu entre 1897 e 1976. O artista modernista produziu principalmente pinturas, desenhos, murais e caricaturas. Suas reconhecidas cores vibrantes e temas tipicamente brasileiros o tornaram um dos grandes nomes da pintura e do modernismo do Brasil.  Marcos: A obra, produzida em 1962, mostra uma cena na qual predominam figuras femininas, as chamadas mulatas, retratadas com curvas voluptuosas, pele morena e uma postura que mistura sensualidade e introspecção. Elas aparecem em um ambiente descontraído, cercadas por elementos tropicais, como frutas e flores, que evocam a exuberância e o calor do Brasil. A pintura é de grande importância porque reflete a valorização da cultura e da identidade nacional, exaltando a miscigenação como um elemento central do Brasil. Di Cavalcanti buscou celebrar a mulher brasileira, representando não apenas a sua beleza, mas também como um símbolo da força e do espírito nacional. Foi essa obra que levou sete facadas.  Aurélio: A cultura japonesa tem um tipo de arte chamado Kintsugi. Nela as rachaduras e avarias de um objeto são mantidas e valorizadas, normalmente com ouro. Essas imperfeições contam a história desses objetos. Marcos: Uma lógica parecida com a do Kintsugi foi utilizada na restauração da Mulatas à Mesa, como nos contou a coordenadora do projeto de restauro, a professora Andréia Bachettini, que você também ouviu no primeiro episódio desta série. Andréia Bachettini: Quando eu desembrulhei ela lá no início, em setembro de 23, eu fiquei muito impactada assim com a brutalidade que ela foi agredida. E o processo de restauração foi muito pensado assim, como que a gente vai não tirar o valor dessa obra, mas também a gente não podia esconder essas marcas que ela sofreu, essas sete perfurações que ela sofreu. Então a gente optou por remover esse reentelamento, o reentelamento, para os leigos, é colar uma tela para dar sustentabilidade à tela original. Então ela já tinha essa tela, ela tem a tela original, e colada a ela um outro linho que era um tecido bem resistente. Esses dois tecidos foram rasgados, inclusive a sustentação dela é feita com um bastidor em madeira que também foi quebrado, os montantes, as travas desse bastidor foram quebradas. Então a gente teve que fazer uma substituição de travas do bastidor, e aí optamos então por fazer um reentelamento com o tecido de poliéster de vela de barco, de vela, que é transparente assim, e não esconderia então as cicatrizes por trás da obra. Pela frente ela ficou imperceptível, a gente fez a restauração com a técnica de pontilhismo, que são sobreposição de pontinhos na cor, dando a ilusão de ótica da cor na superfície. Então ela fica imperceptível pela frente, mas pelo verso as marcas dessa restauração estão evidenciadas. Aurélio: Ao destacar a figura da mulata, que frequentemente é marginalizada na sociedade brasileira, a obra também provoca reflexões sobre questões sociais, como a posição da mulher negra e mestiça no Brasil. Assim, vai além da mera representação de uma imagem, tornando-se um manifesto visual da busca por uma identidade cultural, nacional e autêntica no contexto modernista. Marcos: O restauro de uma obra é extremamente sofisticado, e envolve profissionais de áreas das quais normalmente nem imaginamos. Um exemplo disso é que parte do projeto exigiu um estudo das tintas e vernizes utilizadas nos quadros danificados, feita por cientistas de materiais.  Andréia Bachettini: Falando um pouquinho do ofício, hoje a conservação e restauração não é só um artesanato, só o fazer, a habilidade manual. Claro que existe a necessidade de ter habilidade manual para interferir em uma obra, mas por trás de tudo isso, tem muita ciência, muito estudo. A gente tem que conhecer os materiais que foram feitos nessas obras. É um trabalho multidisciplinar, envolve profissionais da química, da biologia, da arquitetura, da física, da história da arte, da conservação e restauração, da museologia. Pensar como essa obra vai ficar exposta depois. Então são muitos profissionais envolvidos na restauração hoje.  Aurélio: Compreender com precisão a composição dessas tintas é uma etapa importante, pois permite aos restauradores recriar os materiais que serão utilizados para recuperar as obras, garantindo que elas fiquem quase como se fossem tocadas. Essa tarefa não é simples, já que muitas vezes as tintas usadas no passado são bem diferentes das que nós temos hoje. Além disso, é comum que artistas misturem diversos meios e pigmentos para conseguir os efeitos desejados. Em alguns casos, faziam as próprias tintas, sem deixar registro sobre esse processo. Marcos: Para entender um pouco mais sobre como o estudo dos vernizes e tintas foi feito, conversamos com dois professores da Universidade Federal de Pelotas, o Bruno Nuremberg e o Mateus Ferrer, que atuaram nas análises químicas das obras danificadas pelos golpistas.  Aurélio: Bruno, você pode contar um pouquinho pra gente como se deu esse estudo?  Bruno Nuremberg: Em janeiro de 2024, a gente já estava montando o laboratório lá em Brasília para realizar esse projeto de restauro. Claro que a base dele é a parte do restauro dessas obras, mas ele também contou com várias ações pontuais, dentre elas a que eu e o Mateus a gente está desenvolvendo até agora, que seria o quê? Seria a pesquisa dos materiais presentes nesses bens culturais para fazer toda uma parte de documentação, um estudo dos materiais utilizados pelo artista, tentar descobrir novas informações. Aurélio: E por que é feito um estudo dos materiais presentes nas obras?  Bruno Nuremberg: Então a gente pode utilizar essas técnicas na parte do pré-restauro. Por exemplo, eu tenho um quadro e nesse quadro eu preciso remover o verniz dele porque ele passou por um processo de oxidação.  Marcos: A oxidação que o professor Bruno mencionou é uma reação química que acontece com o oxigênio do ar e que acaba desgastando um material. Bruno Nuremberg:  Então se eu tiver conhecimento do material que compõe esse meu verniz, ou seja, do aglutinante, do polímero, eu vou conseguir estar direcionando um solvente muito mais adequado para ser aplicado nesse processo de remoção desse verniz. Outro ponto muito importante é que conhecendo esses materiais a gente também consegue direcionar mais corretamente, digamos assim, quais materiais devem ser utilizados no processo de restauração, no processo de intervenção. Então todo material que eu vou aplicar numa obra de arte, ele não pode ser exatamente da mesma composição. Ele tem que ter a mesma característica estética, mas a parte química dele tem que ser diferente. Por que isso? Porque daqui a 15, 20 anos um novo restaurador vai trabalhar em cima dessa tela e ele tem que distinguir os materiais que foram aplicados ali naquela intervenção. Eles têm que ser quimicamente diferentes. Então no futuro, daqui a 50, 100 anos, quando essa obra precisar passar por um processo de limpeza ou de reintegração pictórica, que seria o processo de repintar perdas, as pessoas já vão ter essas informações ali, quais materiais foram utilizados, vão ter, enfim, tudo caracterizado quimicamente, dados robustos e confiáveis do que aquela obra presença de materialidade. Então se eu tenho, por exemplo, uma pintura a óleo e eu vou fazer uma reintegração com óleo, se eu precisar retirar no futuro essa intervenção que eu fiz, eu vou estar causando um dano na pintura original que também era a base de óleo Marcos: E Bruno, quais são os desafios na caracterização dos componentes químicos dessas obras de arte?  Bruno Nuremberg: Quando a gente se depara com esse tipo de amostra, a gente encontra desafios que, digamos assim, na pesquisa tradicional de engenharia de materiais, da química, a gente não tem. O número de amostras que a gente pode coletar de uma obra de arte, ele não é ilimitado. Então a gente tem que ter uma série de autorizações, a gente tem que ver, tem vários critérios que a gente tem que seguir para poder realizar essas amostragens. As amostras que a gente coleta tem em torno de um milímetro quadrado, digamos assim. Então são amostras super pequenas. Então a gente tem numa pintura, por exemplo, tu vai encontrar aglutinantes de vernizes, tu vai encontrar cargas, tu vai encontrar aditivos, tu vai encontrar pigmentos, tu vai encontrar dois, três tipos de aglutinantes. Então essa sopa química dentro desse universo microscópico é o que a gente tem que realizar de caracterização. Aurélio: Esse tal aglutinante de verniz que o Bruno mencionou é também conhecido como ligante. Ele é o componente essencial que atua como base da formulação e é responsável por unir todos os outros ingredientes, como pigmentos e aditivos das tintas, e por formar uma película na superfície da obra que protege ela.  Marcos: Nós conversamos também com o professor Mateus Ferrer, que também é da UFPel, que trabalhou junto com o Bruno no estudo desses materiais das obras raras. Ele nos contou um pouquinho de como isso foi feito.  Mateus Ferrer: Primeiro que ali não são somente pinturas, não são somente telas. Nós temos diversos tipos de obras, inclusive materiais cerâmicos, telas de várias épocas, pintores diferentes, com técnicas e materiais diferentes. Então isso gera uma complexidade e a gente nota uma complexidade até mesmo na literatura.  Marcos: Para determinar com alta precisão os constituintes de amostras muito pequenas das telas, os professores Bruno e Mateus utilizaram diversas técnicas avançadas de análise. Algumas foram realizadas na própria universidade, enquanto outras foram feitas em instalações abertas para toda a comunidade científica, no CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que fica em Campinas/SP. Uma delas é a técnica de espectroscopia de infravermelho, que permite identificar e medir quais substâncias estão presentes nas obras do acervo nacional.  Mateus Ferrer: Então a gente tem o que a gente encontra na literatura, de forma muito vaga, e tem o nosso conhecimento do nosso grupo, que de fato a gente está explorando, buscando novas técnicas, buscando ferramentas, buscando laboratórios parceiros, buscando projetos como o caso do Sirius, que esse foi o primeiro projeto e não será o único, haverão outros projetos que a gente precisa de super laboratórios e equipamentos que a gente não tem na nossa estrutura.  Aurélio: Isso só é possível porque existe uma interação entre o infravermelho e as substâncias estudadas, mais especificamente, quando as moléculas das tintas ou dos vernizes conseguem interagir com a luz infravermelha. O nome disso é atividade do infravermelho. Dessa maneira, parte dessa luz interage com a amostra, podendo ser absorvida por ela, sendo isso detectado e medido pelo equipamento. Marcos: É interessante destacar que a infraestrutura de estudos com o infravermelho beneficia toda a comunidade científica brasileira, estando disponível na linha de luz Imbuia, uma das linhas de luz do Sirius, um acelerador de partículas de última geração e o mais famoso equipamento do CNPEM. A nossa Imbuia é a única linha de luz infravermelha em um equipamento desse tipo no mundo todo, mostrando para a comunidade científica internacional que o Brasil é, sim, líder em ciência de ponta.  Bruno Nuremberg: A gente consegue obter informações a respeito dos pigmentos pela espectroscopia Raman, a espectroscopia infravermelho, para a gente identificar especialmente a parte orgânica, então quais são os polímeros que compõem essa tinta, quais são os polímeros que compõem os vernizes, e a parte de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia de fluorescência para fazer a identificação de elementos, elementos químicos. Então, essas três técnicas aplicadas, a gente geralmente consegue informações bem completas, essas informações se complementam para a gente montar o quebra-cabeça de cada uma dessas micro amostras. Aurélio: A espectroscopia Raman é uma técnica de análise que utiliza a interação da luz com a amostra para obter informações sobre a sua estrutura molecular e a composição química. Marcos: Já a microscopia eletrônica de varredura, mencionada pelo Bruno, é uma técnica para gerar imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Isso acontece ao se varrer cada ponto da superfície da amostra com um feixe de elétrons bem pequeno e focado. Bruno Nuremberg: O projeto que foi submetido lá foi para utilizar o micro-FTIR, na linha Imbuia-micro. O nosso objetivo lá, então, era fazer o mapeamento químico da fração orgânica da obra do Di Cavalcanti, intitulada Mulatas à Mesa. Então, o nosso objetivo, na verdade, era identificar quais compostos orgânicos estavam presentes dentro de cada uma das camadinhas que compõem a nossa tela. A gente teve, além da utilização do equipamento, toda uma parte de preparo de amostras que foi bem complexa.  Aurélio: O professor Mateus também explicou que, para conseguir analisar essas amostras, que em geral são bem complexas, foi muito importante a ajuda da equipe científica do CNPEM, para que algumas dificuldades fossem superadas.  Mateus Ferrer: Além do pessoal da Imbuia, incluindo o cientista de linha, que foi o Bruno, o pessoal da LCRIO (Laboratório de Preparações Criogênicas), a gente teve muita dificuldade ali com essas obras. Cada uma tinha um tipo de densidade, um tipo de dureza, e junto também com a pesquisadora Juliana, do nosso grupo também, que se dedicou bastante nos cortes ali. Eu acredito que esse foi um dos grandes desafios, que a gente tinha pouquíssima amostra, quase a gente não enxergava as amostras, então a gente tinha que preparar essas amostras e para depois fazer o infravermelho com diversas formas que a gente usou ali. Mas eu acho que o grande diferencial que a gente teve ali foi realmente o mapeamento, o infravermelho acoplado com o mapeamento, que a gente conseguia encontrar as composições e as regiões daquele determinado material que a gente enxergava. Então a gente conseguia ver as camadas, mais a quantidade de materiais ali que faziam parte daquelas amostras.  Marcos: Professor Mateus, conta para a gente como o estudo químico dos materiais usados nas obras de arte pode também resultar em novos conhecimentos artísticos e históricos.  Mateus Ferrer: Quando a gente começa a entrar nesse mundo de entender o material, a gente começa a ver e comprovar de fato que a arte é um reflexo da história. Lógico que a gente tem obras também nacionais e de artistas de fora do Brasil, mas a gente começa a entender um pouquinho da história da forma como nunca ninguém viu. Eu sei que tem pessoas que criticam quando a gente quer olhar a obra de uma forma mais lógica, de uma forma científica, mas a gente começa também a pegar uma essência que não está diretamente impressa ali na obra. A gente começa a entender qual o material que aquela pessoa utilizava, a gente começa a ver discrepâncias, por exemplo, uma pessoa de classe média acima usava e uma pessoa de classe inferior usava. Então, a gente começa a entender a história e também extrair algum tipo de sentimento ali entendendo o material que foi utilizado naquela obra. São pistas para a gente, para que a gente possa entender naquela época qual era o tipo de pigmento, qual era o tipo de resina, no caso pega uma composição da tinta no geral ali ou no verniz que se utilizava, por que tal pintor utilizava materiais totalmente diferentes do que era dessa época. É dessa época mesmo? Então são questões aí que a gente, são pistas, é um processo investigativo realmente que a gente tem que ir aí se apoiando também na história. Presidente Lula: Se essas obras de arte estão aqui de volta é porque a democracia venceu, caso contrário estariam destruídas para sempre e tantas outras obras inestimáveis teriam o mesmo destino da tela de Di Cavalcanti, vítima do ódio daqueles que sabem que a arte e a cultura carregam a história e a memória de um povo. A arte e a cultura que as ditaduras odeiam, a história e a memória que sempre tentaram apagar. Estamos aqui porque é preciso lembrar para que ninguém esqueça, para que nunca mais aconteça. Aurélio: Em janeiro de 2025, em um evento comemorativo da finalização do processo de restauro das obras em Brasília, o presidente Lula discursou sobre a importância do reestabelecimento do acervo nacional e também da nossa democracia. Marcos: A fala de Lula sobre a finalização do projeto é um exemplo claro de como a manutenção da cultura e história de um país é também o restauro da democracia brasileira. Não é possível uma democracia saudável existir sem um patrimônio material, mantido em bom estado e celebrado nos espaços públicos, acessíveis para todas as gerações, por meio dos aparelhos de cultura. Aurélio: Sobre isso, o professor Mateus comenta sobre a falta de incentivos para áreas como as artes, os estudos museológicos, a manutenção e o restauro dos nossos acervos históricos.  Mateus Ferrer: É muito difícil a gente pensar em incentivos na parte de restauro e proteção quando a gente vê que a gente não dá valor às nossas obras. Então como é que a gente está pensando em incentivos, em proteger algo que a gente não valoriza? Então a gente precisa pensar realmente de incentivos na arte como um todo, dos nossos artistas, das obras que a gente tem, dos legados já que foram deixados aí e lógico isso vai vir também um incentivo na proteção desse patrimônio material que é tão precioso e tão fantástico e diversificado aqui no nosso país. Aurélio: Agora que já temos as obras restauradas e os golpistas que as danificaram vêm sendo julgados e punidos, o que o futuro promete? A democracia voltou à sua normalidade ou ainda se encontra ameaçada?  Jornalista 1: Um protesto pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista em São Paulo.  Jornalista 2: O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete governadores participaram da manifestação. Bolsonaro: O movimento aqui hoje é pela anistia, pela liberdade das pessoas de bem que nunca pegaram arma na sua vida, tanto é aquele dos condenados que estão respondendo o processo, não achei ninguém com qualquer passagem pela polícia. Música (Marcelo Crivella): A anistia chegou, é a justiça mais ampla.  Aurélio: Fizemos essa pergunta para o cientista político e professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero Leiner, que você já deve ter ouvido no episódio anterior.  Piero Leiner: Diante desse cenário, os problemas para a democracia foram tão profundos no Brasil e tão pouco solucionados que a gente só está vivendo, assim como aquele corredor que começa tropeçando e não consegue reestabelecer o equilíbrio. A restituição do nosso processo democrático está demorando demais para acontecer, porque a máquina está ocupada em lidar com esse excesso de ruído que essas coisas todas vinculadas ao Bolsonaro e ao bolsonarismo criaram durante esses últimos anos. O bolsonarismo radicaliza cada vez mais para a extrema direita e agora com o Trump, então, isso vai escalar muito mais e o Lula acaba indo também no vácuo disso para o campo do centro-centro-direita, o que é um problema. Agora, o que vai ser nos próximos dois anos? Bom, eu acho que isso ainda está incerto, não dá para saber exatamente o que vai rolar, mas tem pesquisas mostrando um Lula muito pouco competitivo hoje já. Marcos: O professor Piero também nos contou sobre como Bolsonaro, de certa maneira, sempre buscou se vender como antissistêmico, por mais que antes da presidência, ele e a sua família já estivessem no sistema político brasileiro há décadas. Piero Leiner: Eu acho que muita gente está com uma espécie de ideia fixa na ideia de uma espécie de utopia regressiva, de que a gente vive numa sociedade extremamente desorganizada e que é uma sociedade cujos pilares são estabelecidos por uns poucos agentes que controlam a ordem das coisas a partir de uma espécie de sala secreta. É um pouco uma espécie de visão conspiratória tá? Que começa daquela percepção muito comum, muito do senso comum, de que os políticos são uma casta que só trabalha em benefício próprio, que conseguem produzir um sistema que beneficia a eles e que a sociedade é alguma coisa completamente separada ou apartada desse sistema. E a partir de um determinado momento, as pessoas passaram a botar na cabeça a ideia de que precisaria vir uma espécie de agente antissistêmico ou antissistema para fazer uma reviravolta na vida social. Quando, na verdade, isso é um engodo, uma mega farsa. Como é possível um cara ser liberal e antissistêmico ao mesmo tempo? Então, essa rebelião brasileira é uma rebelião profundamente auto-enganada, porque eles procuram justamente os agentes da ordem e da ordem que cria a própria desordem para fazer o seu movimento de rebelião. Ou seja, já é uma rebelião que nasce equivocada do começo. Me parece que tem como grande tarefa esvaziar aí sim o potencial de transformador que poderia estar ancorado a um campo popular de esquerda, etc., e tal. Marcos: Chegamos ao final do nosso episódio. Se você gostou, não se esqueça de deixar cinco estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes e também compartilhe o Oxigênio com os seus amigos em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas disponíveis na internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, o Labjor da Unicamp, em especial a coordenadora do Oxigênio, a professora Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até mais! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: professores da Universidade Federal de Pelotas: Andréa Lacerda Bachettini, Bruno Noremberg, Mateus Ferrer e, Piero Leirner, da Universidade Federal de São Carlos. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Músicas: Youtube Audio Library (sem atribuição necessária) e “A Anistia Chegou” de Marcelo Crivella. Para saber mais:  Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m  

Rádio Escafandro
110: Você é livre para ser livre? (REPRISE)

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 57:49


Episódio publicado originalmente em 20 de março de 2024.E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante?Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso?As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio.Mergulhe mais fundoDetermined: A science of life without free will⁠ (link para compra)⁠Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências ⁠(link para compra)⁠Entrevistados do episódio⁠Angelo Roberto Ilha da Silva⁠Desembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D'Plácido).. Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020).⁠Osvaldo Frota Pessoa Júnior⁠Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente.Ficha técnicaLocução adicional: Priscila PastreApoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Outra Visão
Especial de Fim de Ano 2025: As Mensagens Inspiradoras dos Entrevistados do podcast Outra Visão

Outra Visão

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 47:14


Cada conversa é uma oportunidade de conhecer e compreender melhor a experiência humana — seja ela vivida no esporte, nas artes, na aviação, no trabalho ou na vida cotidiana.E, para inspirar e alegrar este fim de ano, preparei este especial 2025 com as mensagens finais deixadas pelos convidados ao longo do ano. Foram 19 episódios publicados com pessoas de diferentes áreas e experiências de vida pessoal e profissional.São aqueles momentos finais da boa conversa aqui no podcast Outra Visão, em que cada entrevistado compartilha uma ideia, um pensamento. São reflexões espontâneas que encerram cada episódio.É muito bom e inspirador produzir este especial de fim de ano. Muitas vezes, é de arrepiar — e por isso quero compartilhar com você.Nestes cinco anos, o podcast Outra Visão se consolidou como um espaço de jornalismo independente na internet, dedicado à escuta atenta e a boas conversas. Cada episódio registra trajetórias, projetos e conquistas de pessoas incríveis, que ajudam a ampliar o nosso olhar para o mundo.Aos entrevistados, meu muito obrigado por confiarem suas histórias a este podcast. Obrigado a toda a audiência que nos acompanha nessa jornada desde o início.Que 2026 traga boas conversas e novas oportunidades de ouvir e ampliar o olhar — com outra visão.Texto: Paulo CunhaO Outra Visão é um podcast de jornalismo independente conduzido por Paulo Cunha, com mais de 25 anos de experiência.Criado em 2020, já publicou 170+ episódios com convidados de diversas áreas, em cidades do Brasil e em 14 países.O podcast registra histórias reais e relevantes, tratadas como reportagens conduzidas em formato de conversa, com rigor, escuta ativa e independência editorial.Como projeto independente, o apoio da comunidade é fundamental para manter, expandir e fortalecer uma mídia comprometida com informação de qualidade e boas entrevistas.OUTRA VISÃOSite - https://podcastoutravisao.com/YouTube - / @outra_visao Instagram - @podcast_outravisao - / podcast_outravisao

Peças Raras - 24 h em sintonia com você
#378 Vozes da Longevidade: Instituto Velho Amigo e o poder transformador do voluntariado

Peças Raras - 24 h em sintonia com você

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 59:01


Vozes da Longevidade é resultado da parceria entre a FAAP e o Instituto Velho Amigo. Neste episódio, conversamos com a fundadora e presidente do Instituto Velho Amigo Regina Moraes, o fundador da Associação Viva e Deixe Viver Valdir Cimino e a cantora Paulah Gauss. Capítulos:02:05 Regina Moraes conta como surge o Instituto Velho Amigo. O fato de ter crescido vendo o pai, Antonio Ermírio de Moraes, fazer trabalho voluntário à frente da Beneficência Portuguesa e Cruz Verde a inspiraram 02:49 Caçula de 9 irmãos, Regina convivia com pessoas mais velhas desde a infância. 04:20 Como acionista do Grupo Votorantim, recebe telefonema com pedido de doação de cimento para a construção de uma casa. No dia em que vê a obra pronta, decide que o voluntariado seria seu propósito de vida06:19 Cimino relata como nasce a vontade de atuar como voluntário. Ele cita a influência da avó, que era curandeira. No dia de São Cosme e Damião, ajudava a fazer os saquinhos de doce e depois os distribuía07:20 O voluntariado ganha visão profissional quando mora nos Estados Unidos, nos anos 90, de onde volta com a ideia de criar a Associação Viva e Deixe Viver07:50 Valdir explica como funda a Associação Viva e Deixe Viver e como ficava incomodado em ver o tempo que a criança ficava em frente à televisão e não se dedicava à leitura08:20 A percepção de que para a criança, inclusive em hospitais, aceitar a leitura, é preciso estimular a brincadeira antes. 09:21 Valdir e Regina se conheceram em 2001, Ano Internacional do Voluntariado e o da queda das torres gêmeas, o que torna ainda mais importante que se fale de humanização10:07 Regina fala da mudança do perfil e do comprometimento da pessoa voluntariada que percebe ao longo de mais de duas décadas à frente do Instituto Velho Amigo. Indica o site descubrasuacausa.net.br para quem tem interesse em se tornar uma pessoa voluntária12:14 Valdir ressalta a importância da formação para quem quer se tornar voluntário. Ele explica o conceito dos 3 Cs: Consciência, Comprometimento e ser Constante. Estas são qualidades da pessoa voluntária13:07 O cortisol na saliva da criança cai depois que ela ouve uma boa contação de história13:53 Valdir Cimino se emociona ao lembrar o que o fez perceber o poder transformador do voluntariado. Ele trabalhava na MTV e ficou um ano nos Estados Unidos. Para melhorar a fluência na língua inglesa contou com voluntários idosos que contavam suas histórias para estrangeiros16:13 Valdir fala da importância do envolvimento e da formação da pessoa que se propõe a contar histórias para crianças com câncer, pela Associação Viva e Deixe Viver18:10 Entrevistados opinam se o voluntariado nasce da empatia ou pode ser despertado em qualquer pessoa18:34 "A palavra convence, mas o exemplo arrasta". Regina conta que o filho, quando muito criança, na época do Natal, teve o ímpeto de ajudar um funcionário do mercado que havia derrubado panetones no chão21:40 Fala-povo: como jovens enxergam o voluntariado e o que que cada um tem feito para transformar o mundo?24:00 Regina fala da importância de projetos de voluntariado voltados a pessoas idosas24:46 Valdir comenta sobre a motivação que vê em universitários que participam das ações do FAAP Social29:13 Valdir conta um causo que vivenciou e que o fez perceber o poder da música na mente das pessoas idosas31:50 A cantora Paula Gauss compartilha como se sente ao cantar voluntariamente para pessoas idosas33:25 Paula conta emoção de uma senhora que, ao ouvi-la cantar Fascinação, chorava copiosamente. Ela havia trabalhado com Elis35:05 Paula lembra da vó, que morreu com 99 anos. Ela foi inspiração para a cantora37:02 "Como é grande o meu amor por você", de Roberto Carlos, é o tema do Instituto Velho Amigo, para Paula40:10 Entrevistadas falam sobre desculpas que são dadas por quem não consegue ser voluntário e dão dicas para quem quer começar uma ação voluntária49:57 Depoimentos de pessoas atendidas pelo Instituto Velho Amigo

Rádio Escafandro
82: O homem que quase destruiu o mundo (duas vezes) - REPRISE

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 64:39


Episódio publicado originalmente em 14 de dezembro de 2022.No começo do século passado, um homem chamado Thomas Midgley revolucionou a indústria automotiva. Na época, ele trabalhava para uma empresa de engenharia que prestava serviço para a General Motors. Midgley descobriu que, ao adicionar uma pequena quantidade de chumbo na gasolina, os motores ganhavam muito em potência e em eficiência, e quebravam menos.A descoberta permitiu carros maiores e mais confortáveis. Ajudou a criar os Estados Unidos das autoestradas e a moldar o fascínio do mundo inteiro pelos automóveis. Mas, ao mesmo tempo, envenenou o planeta com um metal pesado e nocivo à saúde humana.Anos mais tarde, ainda trabalhando para a GM, Midgley fez outra descoberta que revolucionaria a indústria. Ele foi o primeiro a usar o gás clorofluorcarbono na refrigeração. Os carros ganharam aparelhos de ar-condicionado, as casas ganharam geladeiras mais seguras e a humanidade ganhou latinhas de aerosol.Como consequência, o céu sobre a Antártica ganhou um buraco na camada de ozônio que tornou o câncer de pele e outras doenças mais comuns.A partir das invenções de Thomas Midgley, este episódio reflete sobre o impacto muitas vezes nocivo que nossas invenções causam no planeta. E sobre a postura da humanidade diante de questões atuais, como as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global.Mergulhe mais fundo⁠Breve história de quase tudo⁠⁠Prometheans in the Lab: Chemistry and the Making of the Modern World (em inglês)⁠⁠Cautionary Tales – The inventor who almost ended the world (podcast em inglês)⁠⁠Radiolab - Heavy Metal (podcast em inglês)⁠⁠Ozone Crisis: The 15-Year Evolution of a Sudden Global Emergency (em inglês)⁠⁠Joe Farman (1930–2013)⁠⁠Susan Solomon and Stephen Andersen on Saving the Ozone Layer (podcast em inglês)⁠Episódios relacionados⁠08: Bem-vindo ao churrasco do apocalipse⁠⁠29: E se a gente fosse índio?⁠Entrevistados do episódio⁠Alberto Setzer⁠Graduado em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia Mauá, com mestrado em engenharia ambiental - Technion Institute of Technology, doutorado em engenharia ambiental - Purdue University (1982) e pós-doutorado no Joint Research Center/EEC. Pesquisador do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.⁠Giovana Girardi⁠Jornalista de ambiente e ciência. Repórter e apresentadora do podcast ⁠Tempo Quente.⁠Ficha técnicaTrilha sonora tema: ⁠Paulo Gama,⁠Mixagem: ⁠João Victor Coura⁠Design das capas: ⁠Cláudia Furnari⁠Concepção, produção, roteiro, edição e apresentação: ⁠Tomás Chiaverini⁠Trilha incidental: Blue Dot

Podcast de Radio Ritoque
ESPECIAL ELECCIONES EN RITOQUE FM: ENTREVISTADOS Y COMPAÑÍA EN LAS VOTACIONES NACIONALES PARTE 1

Podcast de Radio Ritoque

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 125:48


Desde las 10 am del domingo 16 de noviembre, día marcado por las elecciones presidenciales y parlamentarias en la región de Valparaíso, Ritoque FM presentó un programa especial conducido por Francisco Marambio y Cristián Zúñiga. El espacio pensado para acompañar a los ritoqueros y ritoqueras en el acto de acercarse a las urnas, contó con una serie de invitados interesantes como el Senador Ricardo Lagos Weber, desde Alemania Michel Garrido nos cuenta como ha sido votar por primera vez fuera de las fronteras de nuestro país, además análisis desde los estudios con Cesar Ramos, también desde la capital el periodista y miembro del programa “En la medida de lo Posible” Abdón Oyarzún”. Eso y mucho más. Escucha aquí el programa en integro aquí:

Podcast de Radio Ritoque
ESPECIAL ELECCIONES EN RITOQUE FM: ENTREVISTADOS Y COMPAÑÍA EN LAS VOTACIONES NACIONALES PARTE 2

Podcast de Radio Ritoque

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 99:35


Desde las 10 am del domingo 16 de noviembre, día marcado por las elecciones presidenciales y parlamentarias en la región de Valparaíso, Ritoque FM presentó un programa especial conducido por Francisco Marambio y Cristián Zúñiga. El espacio pensado para acompañar a los ritoqueros y ritoqueras en el acto de acercarse a las urnas, contó con una serie de invitados interesantes como el Senador Ricardo Lagos Weber, desde Alemania Michel Garrido nos cuenta como ha sido votar por primera vez fuera de las fronteras de nuestro país, además análisis desde los estudios con Cesar Ramos, también desde la capital el periodista y miembro del programa “En la medida de lo Posible” Abdón Oyarzún”. Eso y mucho más. Escucha aquí el programa en integro aquí:

Motorsport.com Brasil
Indicado a 'Oscar do cinema de carros', FILME DA STOCK CAR EMOCIONA: Regi Leme e ícones exaltam obra

Motorsport.com Brasil

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 8:02


ENTREVISTADOS, NA ORDEM:- Reginaldo Leme, comentarista da Band- Lincoln Oliveira, CEO da Stock Car- João Bosco Reis e Silva, Diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da ArcelorMittal- Gabriel Casagrande, tricampeão da Stock Car- Felipe Motta, produtor executivo do filme e diretor editorial do Motorsport.com- Conrado Ferrato, diretor do filme e produtor da Valete de Copas Filmes- Washington Bezerra, fundador da Stock CarNa noite desta terça-feira (23/9), aconteceu a avant-première do filme "Stock Car - Mais Rápido Que o Tempo", curta-documentário apoiado pelo Motorsport.com que conta a história da competição através dos carros da categoria. A produção, inclusive, foi indicada a prêmio no 'Oscar' do cinema automobilístico e automotivo, o IMFA (International Motor Film Awards), cuja cerimônia é em Londres, 2 de outubro. A obra também concorre ao Paladino d'Oro (Itália) e mais premiações. O Podcast Motorsport.com cobriu o evento e traz entrevistas com nomes importantíssimos como Reginaldo Leme e o CEO da Stock, Lincoln Oliveira. Confira na reportagem de Erick Gabriel (@erickjornalista) e Carlos Costa (@ocarlos_costa), jornalistas da Motorsport.tv Brasil no YouTube.Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique no link a seguir e se junte a nós no aplicativo! https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9rgAbFMqrVG9okPM3J

Rádio Escafandro
146: Nabokov contra os robôs

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 65:33


Este episódio de podcast fala sobre a arte feita por inteligência artificial e sobre o futuro da criatividade humana. Em 2018, a exclusividade humana no campo da arte foi posta à prova. A casa de leilão Christie's vendeu, pela primeira vez, uma obra de arte feita por IA. O item, arrematado por 432 mil dólares, era a impressão de uma gravura gerada por um um programa de inteligência artificial que "estudou" pinturas históricas. As artes plásticas não são o único campo invadido pela IA. Nichos literários como o dos romances eróticos têm abundância de títulos escritos com ajuda de robôs. Isso sem falar em áreas não artísticas da escrita, como e-mails, relatórios, petições e memorandos, estas tomadas por aplicações de inteligência artificial. Ao mesmo tempo, atividades como as artes plásticas e a literatura são profundamente subjetivas. Isso impede que robôs, ao menos no estágio atual, criem coisas genuínas e inovadoras. Assim, abre-se uma encruzilhada. Será que o universo das artes vai se tornar um feudo onde só humanos entram? Ou será que a inteligência artificial vai reinar aí também?Episódios relacionados90: Era uma vez um Google bonzinho133: Inteligência artificial artificialMergulhe mais fundo⁠Escrever é humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs (link para compra)⁠Little Martians, de Vanessa Rosa (link para o site)Entrevistados do episódioSérgio RodriguesJornalista, escritor e colunista da Folha de S. Paulo. Criador do blog Todoprosa. Autor de livros como "O Drible", "A vida futura", e o recém lançado "Escrever É Humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs".Vanessa Rosa⁠Artista visual brasileira radicada nos Estados Unidos. Criadora do universo Little Martians.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus MarcolinoLocução adicional: Priscila PastreMixagem de som: Vitor CoroaTrilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

Jones Manoel
55% dos entrevistados pela Quaest querem Bolsonaro no xadrez | 25.08

Jones Manoel

Play Episode Listen Later Aug 26, 2025 219:55


Na edição do Noite Brasil / Cultura Brasileira desta segunda-feira, 25 de agosto:1. Pesquisa Genial/Quaest aponta que 55% dos brasileiros acham justa a prisão domiciliar de Bolsonaro e 49% desaprovam a aplicação da Lei Magnitsky, contra Alexandre de Moraes;2. Jair Bolsonaro considera participar presencialmente do próprio julgamento, na próxima semana, mas precisa de autorização de Alexandre de Moraes;3. O silêncio continua: nem o presidente Lula nem o Partido dos Trabalhadores se manifestaram sobre a ameaça de intervenção imperialista estadunidense na Venezuela;4. No Cultura Brasileira, a luta pela preservação, memória, história e ancestralidade do Sítio Arqueológico Ilê Asé Odé Ibualamo, em Carapicuíba, em São Paulo.Os convidados são o economista David Deccache (19h30) e a antropóloga Glays Mary Santos Sales (20h15).

Outra Visão
5 anos I Especial de aniversário I Mensagens dos ENTREVISTADOS I Ano V I EP166 Outra Visão

Outra Visão

Play Episode Listen Later Jul 13, 2025 28:30


Paulo Cunha celebra o quinto aniversário do podcast Outra Visão, compartilhando os depoimentos do entrevistados sobre a experiência em participar do programa.Paulo também reflete sobre os desafios pessoais enfrentados no último ano, incluindo a perda de seu pai. Ele destaca a produção de 17 episódios neste ano, totalizando 165 episódios em cinco anos, com entrevistados de 15 países. Paulo enfatiza seu compromisso com a qualidade das entrevistas e expressa gratidão aos participantes e à audiência, prometendo continuar compartilhando histórias inspiradoras no futuro.

Rádio Escafandro
141: Tchau, Rio

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 56:13


Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil.Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram "fazer justiça" com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram.Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência.De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória - a expansão pode até ir além do Rio.Episódios relacionados#30: Polícia pra quem?#40: Mil dias de Marielle presente#81: Sobre chacinas e milíciasMergulhe mais fundoComo nasce um miliciano: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil (link para compra)Entrevistados do episódioCecília OlliveiraJornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil.Coronel Adilson Paes de SouzaTenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro "O Guardião da Cidade".Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariProdução, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
136: Quer apostar?

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Apr 16, 2025 56:56


Este episódio mergulha no universo das apostas esportivas e tenta entender o fenômeno das bets no Brasil. As bets foram eleitas pela opinião pública como uma das grandes vilãs do Brasil. De acordo com o Banco Central, beneficiários do Bolsa Família depositaram R$3 bilhões em casas de apostas somente em agosto de 2024. Foram 5 milhões de pessoas apostando, 10% das mais de 50 milhões beneficiadas pelo programa.Os números são alarmantes, e, ao menos desde 2018, as casas de aposta vêm ganhando muito dinheiro dentro do nosso país. Apesar disso, a discussão sobre o mercado de apostas no Congresso e na sociedade civil pouco avançou desde 2018, quando as apostas foram legalizadas em território nacional.Se 80% dos apostadores ficam no prejuízo, por que tantos seguem apostando? Como o Brasil, de acordo com pesquisa da H2 Gambling Capital, se tornou o sétimo maior mercado de apostas no planeta?Neste episódio de podcast, fazemos um mergulho no universo das apostas esportivas, e buscamos entender o porquê de os humanos se interessarem por apostas.Mergulhe mais fundo⁠Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas (link para o artigo)⁠Entrevistados do episódio⁠Fernando Resende Cavalcante⁠Doutorando em educação física pela Universidade de Brasília (UNB). Autor do artigo "Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas".⁠Daniel Leite⁠Apostador esportivo profissional. Criador do "Guia das Apostas".Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini 

Rádio Escafandro
135: Neide Rigo contra o kiwi-banana

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 66:34


Este episódio parte de golpes com frutas inexistes e ataques a hortas urbanas para mergulhar na nossa relação com aquilo que comemos.O Mercado Municipal de São Paulo já foi um importante entreposto de alimentados da cidade. Hoje, sobrevive como marco arquitetônico e também como armadilha para turistas que caem no conto do sanduíche de mortadela ou na lábia dos vendedores de fruta que cobram preços proibitivos. A partir de uma incursão neste espaço, a jornalista de gastronomia Priscila Pastre investiga como o golpe da fruta do mercadão se relaciona com ataques a uma horta urbana. E reponde o que, afinal, é o famigerado kiwi-banana.Mergulhe mais fundoComida Comum – Neide Rigo (Link para compra)Entrevistados do episódioLuiz Fernando ReversDoutor em Ciências Biológicas e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Neide RigoNutricionista, agricultora urbana e escritora.Ficha técnicaReportagem: Priscila PastreProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Notícia no Seu Tempo
CNJ cria limite a penduricalho; juiz pode receber até R$ 92 mil

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Mar 21, 2025 9:31


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (21/03/2025): Em resposta a um questionamento do Tribunal de Justiça de Sergipe, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) definiu que os penduricalhos pagos pelas Cortes a magistrados podem chegar ao limite de R$ 46,3 mil mensais – o valor corresponde à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o teto salarial do serviço público. É a primeira vez que o CNJ estabelece um limite para os extras que engordam contracheques de juízes e desembargadores. Em nota, o CNJ informou que a decisão não tem “efeitos vinculantes”, mas deve “inspirar a adoção de providências idênticas por todos os tribunais”. Na prática, a decisão que limita o valor dos penduricalhos abre caminho para que os tribunais brasileiros adotem um teto para remuneração dos magistrados de R$ 92,6 mil mensais. E mais: Economia: Orçamento é aprovado com um superávit inflado e mais emendas Política: STF decide que mídia só pode ser punida por entrevista em caso de dolo Internacional: Hamas lança foguetes contra Israel, que amplia operação na Faixa de Gaza Metrópole: Fala de Lewandowski acende disputa entre polícia e Judiciário sobre prisões Esportes: Kirsty Coventry é eleita e se torna a primeira mulher a presidir o COISee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Escafandro
134: Los golpistas fujones

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 64:46


Este episódio acompanha a viagem de um repórter para a Argentina, em busca dos golpistas de 8 de janeiro.Este episódio acompanha a viagem de um repórter para a Argentina, em busca dos golpistas de 8 de janeiro.Dois anos após a tentativa de golpe em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, o gabinete do ministro Alexandre de Moraes divulgou que 898 pessoas foram responsabilizadas criminalmente pelos atentados contra a democracia. Dos condenados, 371  tiveram penas com restrição de liberdade.O problema é que só pouco mais da metade deles foram presos, enquanto o restante está na condição de foragido da justiça. A Argentina, governada pelo extremista de direita Javier Milei, é o destino favorito.E apesar de um juiz argentino já ter acatado o pedido do Brasil e emitido mandatos de prisão contra boa parte desses foragidos, apenas cinco foram presos.Neste episódio de podcast, fruto da parceria entre a Rádio Escafandro e o The Intercept Brasil, o repórter Paulo Motoryn viaja à Argentina para fazer o que a polícia de Milei não tem sido capaz: encontrar os golpistas condenados pelo 8 de janeiro.Episódios relacionados#109 - General bom, general mau#129 - Os generais salvaram a pátria?Entrevistados do episódioRafael MafeiAdvogado e professor de direito da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Autor do livro “Como remover um presidente: história e prática do impeachment no Brasil".Ficha técnicaReportagem em Buenos Aires: Paulo MotorynCaptação de áudio em Buenos Aires: Anita Pouchard SerraProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
133: Inteligência artificial artificial

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 70:15


Este episódio fala sobre como a narrativa do apocalipse pelas máquinas serve de cortina de fumaça pra ocultar problemas reais e imediatos trazidos pela popularização da inteligência artificial.Nos últimos anos, cientistas de renome, políticos, jornalistas e até os próprios desenvolvedores de programas como o Chat GPT têm alertado para os riscos de longo prazo da IA. Para um futuro em que as máquinas vão ser mais inteligentes do que os humanos, o que pode gerar todo o tipo de catástrofe, sendo a aniquilação da nossa espécie, a pior delas.Ao mesmo tempo, quem de fato estuda os avanços e os problemas trazidos pela inteligência artificial, costuma ter uma visão diferente. Por um lado, refuta a ideia de que os programas de IA, da forma como estão sendo desenvolvidos hoje, possam evoluir pra se tornar tão inteligentes, ou até mais inteligentes do que os humanos.Por outro, argumentam que a popularização desses programas já causa uma série de problemas, concretos e atuais, que precisam ser enfrentados o quanto antes.Episódios relacionados90: Era uma vez um Google bonzinho96: Trabalhadores do futuro não sangram132: BilionazisMergulhe mais fundo⁠A proteção coletiva dos dados pessoais no Brasil: vetores de interpretação⁠⁠Desmistificando a inteligência artificial - Dora Kaufman (link para compra)⁠Nexus: Uma breve história das redes de informação, da Idade da Pedra à inteligência artificial - Yuval Noah Harari (link para compra)A descrição do teste do GPT-4 (em inglês)Entrevistados do episódioDora KaufmanJornalista, pós-doutora em impactos sociais da inteligência artificial, e professora  da PUC-SP. Autora dos livros "A inteligência artificial irá suplantar a inteligência humana?" e "Desmistificando a inteligência artificial".Rafael ZanattaPesquisador de direito digital e diretor da Data Privacy Brasil. Mestre e Doutor pela USP e Pesquisador de Pós-Doutorado em filosofia e teoria geral do direito pela USP. Autor do livro “A proteção coletiva dos dados pessoais no Brasil: vetores de interpretação”Matheus Viana BrazPsicólogo e professor do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Autor dos livros "Trabalho, Sociologia Clínica e Ação: alternativas à individualização do sofrimento" e "Paradoxos do Trabalho: as faces da insegurança, da performance e da competição".Ficha técnicaProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
132: Bilionazis

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 76:51


Elon Musk chocou o mundo durante um evento comemorativo da segundae vitória de Donald Trump. Por duas vezes, o homem mais rico do planeta levantou seu braço à frente do corpo e na altura da cabeça - uma saudação que ficou famosa por sua ligação com o nazismo.Trump, que se elegeu com um discurso de extrema-direita mais acentuado do que em seu primeiro governo, deu "as chaves da Casa Branca" à Elon Musk. Além do dono da Tesla e da SpaceX, outros bilionários agora lideram departamentos decisivos do governo dos Estados Unidos, e interferem politicamente em todo o mundo.E muitos desses bilionários compartilham mais do que a proximidade com o poder. Da busca pela vida eterna à colonização de Marte, passando pela ideia de que o mundo tem de ser governado por homens fortes e que esses homens têm a obrigação de passar seus genes adiante numa prole numerosa. Este episódio de podcast fala sobre como parte dos bilionários compartilham uma ideologia comum que muitos chamam de Iluminismo das Trevas. E sobre como essa ideologia se aproxima do fascismo.Episódios relacionados42: A vida, o universo e tudo o maisMergulhe mais fundoElon Musk - por Walter Isaacson (link para compra)Entrevistados do episódioTatiana PoggiDoutora em história e professora de História Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo (Niep-Marx), o Laboratório de História Econômico-Social (Polis) e a Rede Direitas História e Memória.Reinaldo José LopesJornalista especializado em biologia e arqueologia, autor de livros de divulgação científica, e colunista da Folha de S. Paulo.Ficha técnicaProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
131: Raças, genes e igrejas

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Feb 5, 2025 55:21


O maior acervo genealógico do planeta se chama FamilySearch. Ele é mantido pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, que guarda mais de 3 bilhões de documentos num cofre no oeste dos Estados Unidos. O projeto que deu origem ao FamilySearch começou em 1894, apenas seis anos após a assinatura da Lei Áurea, que pôs fim à escravidão no Brasil. Os documentos desse período, no entanto, são escassos. O que se sabe é que o poder não mudou de mãos nos últimos 150 anos. O Projeto Escravizadores, da Agência Pública, investigou 116 autoridades do Brasil (entre presidentes, senadores e governadores), e descobriu que ao menos 33 delas têm antepassados que tiveram relação com pessoas escravizadas. Alguns sequer sabiam da existência desses laços familiares. Apesar de ser um assunto tabu, a escravidão moldou o mundo e o Brasil, foi o pilar da construção de muitas esferas de poder e traz impactos até hoje. Este episódio de podcast, fala sobre como o racismo foi moldado por diferenças irrelevantes do ponto de vista genético, mas impactou o mundo a ponto de permitir que humanos tenham sido escravizados por séculos. Episódios relacionados #30 - Polícia para quem? Entrevistados do episódio Diogo Meyer Doutor em biologia e professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Especialista em genética de populações humanas e evolução molecular. Hebe Mattos Historiadora, professora e coordenadora do Laboratório de História Oral e Imagem (Laboi) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Ficha técnica Reportagem: Bianca Muniz e Bruno Fonseca Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
99: A entropia das horas (REPRISE)

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jan 22, 2025 68:36


Episódio publicado originalmente em 3 de outubro de 2023. Por que sentimos que não temos tempo para nada? Como o nosso estilo de vida faz parecer que tudo está acelerado? O que o modo de produção capitalista e a economia moderna têm a ver com essa percepção? E como isso se relaciona com a entropia: um dos conceitos mais interessantes, misteriosos e importantes da física. Mergulhe mais fundo Sem tempo para nada (link para compra) Entropia Social: Uma termovisão do mundo Episódio relacionado #43 – Corra, humano, corra! Entrevistados do Episódio Luiz Mauro Sá Martino Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero e autor do livro “em tempo para nada: Como tudo ficou acelerado, por que estamos tão cansados e as alternativas realistas para mudar” (Vozes, 2022). Luiz Tadeu Fernandes Eleno Professor da Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP), doutor em ciência e engenharia de materiais, pós doutor em física. Ficha técnica do episódio Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.

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43: Corra, humano, corra! (REPRISE)

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jan 8, 2025 61:16


Episódio publicado originalmente em 3 de março de 2021. Você tem a sensação de que  o tempo passa cada vez mais rápido? De que o mundo está cada vez mais acelerado? De que tudo está ficando mais complicado? De que por mais que você corra, sempre existem mais tarefas pela frente? Pois seus problemas acabaram! Ou melhor. Seus problemas serão explicados. Em parte. Em um episódio que fala sobre como nós percebemos o tempo, sobre as razões por trás da aceleração do mundo, e sobre os efeitos dessa aceleração na nossa vida, na sociedade, na política e, enfim, na espécie humana. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. ***** – Entrevistados do episódio ⁠André Cravo⁠ Psicólogo, doutor em Neurofisiologia pela Universidade de São Paulo com um estágio na Universidade de Oxford. Realizou seu Pós-Doutorado no Instituto de Radiologia da FMUSP. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do ABC. ⁠Sigmar Malvezzi⁠ Psicólogo, mestre em psicologia social PUC de São Paulo (1979), Doutor pela University of Lancaster, Livre Docência na Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, professor visitante da Universidade Icesi de Cali, professor visitante – Universidad de Belgrano e professor visitante – Universidad Tecnologica Nacional. ⁠Rane Morais⁠ Advogada, doutoranda na área de Teoria do Direito na PUC Minas e pesquisadora no grupo Sociedade de Informação e Governo Algorítimico na UFMG. Pesquisa a teoria da Aceleração Social e a atuação do Tribunal Superior Eleitoral nas demandas sobre Fake News em eleições. – Ficha técnica: Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: ⁠Tomás Chiaverini⁠ Trilha sonora tema: ⁠Paulo Gama⁠ Mixagem: ⁠Vitor Coroa ⁠Clique aqui.⁠

Noticias de América
Gustavo Gutiérrez, padre de la Teología de la Liberación y sacerdote de los pobres

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Play Episode Listen Later Oct 24, 2024 2:53


El sacerdote y teólogo peruano Gustavo Gutiérrez falleció ayer a los 96 años. Gutiérrez teorizó y defendió a lo largo de su vida la Teologia de la Liberación, corriente social del catolicismo que promovía la justicia social y la defensa de los más pobres. En RFI hablamos de su figura con Eduardo Cáceres, filósofo y activista peruano que conoció a Gutiérrez. Con una veintena de libros publicados, el doctor en teología y sacerdote de los barrios pobres de Lima, Gustavo Gutiérrez es considerado el padre de la Teología de la Liberación, corriente católica que inspiró numerosas luchas sociales en Latinoamérica.Sacerdote dominico, fundador y director del Instituto Bartolomé de las Casas, centro peruano de estudios sociales, Gustavo Gutiérrez nació en Lima en 1928. Estudió en un primer momento medicina, especializándose en psiquiatría, pero muy pronto le apasionó la teología. Entre 1955 y 1959 vivió en Francia, en la ciudad de Lyon. En aquellos años la teología francesa se encontraba en plena ebullición y de ella se nutrió Gustavo Gutiérrez, quien, después del Concilio Vaticano II, sentó las bases teóricas de la Teología de la Liberación. Fue miembro de la filial peruana de la Academia de la Lengua y en 2003 se le otorgó en España el premio Príncipe de Asturias por su labor humanística.Como miembro de la Unión Nacional Estudiantes Católicos en los 70, el hoy integrante de la organización de Defensa de los Derechos Humanos APRODEH, Eduardo Cáceres, fue amigo del sacerdote. Con él, hemos trazado un perfil de la figura de Gustavo Gutiérrez."Publicó en 1971 la primera edición de su famoso libro, justamente titulado Teología de la liberación, con el cual nos hemos formado muchas generaciones, no solo en el Perú, sino en el continente y creo que también en otros lugares del mundo. Creo que su pensamiento desde la década de 1960 y que se plasma en este libro, hacen legítima esta afirmación de que él es el padre de esta corriente teológica", cuenta Eduardo Cáceres a RFI.RFI: ¿Podríamos decir que la teología de la liberación es una corriente del catolicismo que pone la defensa de los más pobres en el centro de la acción de la Iglesia?Eduardo Cáceres: Efectivamente. Es una lectura de la realidad desde un punto de vista del Evangelio, que descubre en la realidad la existencia de injusticias, de desigualdades y que alimenta, alienta un compromiso con los 'insignificantes', un término que Gustavo Gutiérrez últimamente utilizaba y que viene del Evangelio, o sea, con los que no significan nada para el sistema, en función de acompañarlos en su lucha por su dignidad y sus derechos. RFI: ¿De qué forma se involucró el sacerdote Gustavo Gutiérrez en los movimientos sociales de Perú?Eduardo Cáceres: Siempre fue un párroco y su parroquia está ubicada en uno de los distritos pobres de Lima, el distrito del Rima, y además acompañó como asesor a movimientos de la Iglesia católica vinculados con los jóvenes y, en particular, con los universitarios, con la UNEC.RFI: El Vaticano siempre ha sido muy crítico con la teología de la liberación. Se la criticó por inspirarse del marxismo. ¿Mejoró la relación de Gustavo Gutiérrez con el Vaticano últimamente?Eduardo Cáceres: Después de haber sufrido varios años una suerte de ostracismo interno en el cual este tuvo serias restricciones para ejercer su función docente y para publicar, efectivamente fue reivindicado muy claramente, no solo por el Papa Francisco, que le envió una carta muy hermosa a raíz de su 90 cumpleaños. También por el reconocimiento que tuvo del cardenal Müller, que era el encargado de los asuntos de la Fe en el Vaticano, que se había formado como teólogo, basando una temporada en Lima, en el Perú. Ahí había conocido y había valorado la influencia de la teología y la liberación, y en particular de Gustavo Gutiérrez. Gutiérrez será homenajeado en la basílica Santo Domingo de Lima en los próximos días.Escuche también la entrevista de Gustavo Gutiérrez con RFI en 2005 en la Feria del Libro de Guadalajara, con Ivonne Sánchez, en la que el sacerdote cuenta su historia personal, desde su infancia, marcada por una enfermedad, sus estudios de psicología y su camino hacia la teología:RFI entrevistó también a Gutiérrez en 2009 a Gustavo Gutiérrez. El sacerdote habló entonces de la génesis de la teología de la liberación. Una entrevista de Ivonne Sánchez. Entrevistados: el sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, y Alfredo Gómez Muller, colombiano, profesor de filosofía en la Universidad de Tours.

Rádio Escafandro
125: Suco de maromba

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Oct 23, 2024 82:28


Neste episódio de podcast, mergulhamos no universo do fisiculturismo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um humano adulto "comum" deve consumir algo entre 2.000 e 2.500 calorias por dia para se manter saudável e em forma. Para manter-se hidratado, esse humano também deve beber, pelo menos, dois litros de água. Essas médias, porém, não se aplicam a fisiculturistas. Esses atletas vivem uma "gangorra fisiológica", entre os limites do corpo humano, para perseguir um padrão super-humano de estética e forma física. Afinal, o que faz as pessoas aceitarem rotinas extremas de alimentação e treinos na academia para provarem que são os indivíduos mais sarados e definidos do planeta? Quais são as consequências de se viver esse estilo de vida?   Entrevistados do episódio Eduardo Pinto Machado Doutor em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), educador físico, e pesquisador especializado em fisiculturismo. Ficha técnica Reportagem, produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

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124: Os falsos gringos

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Play Episode Listen Later Oct 9, 2024 61:12


Durante a década de 60, quem queria escutar música internacional em solo brasileiro encontrava muita dificuldade. Boa parte dos discos de sucessos internacionais demoravam meses para serem lançados, ou, por disputas entre gravadoras, às vezes nem saíam no Brasil. Para contornar esses obstáculos, as gravadoras nacionais passaram a investir numa solução caseira: jovens bandas e cantores brasileiros passaram a regravar os sucessos estrangeiros, geralmente assumindo nomes artísticos semelhantes que soavam como nomes gringos - e cantando somente em inglês. Neste episódio de podcast, falamos sobre a ascensão e a queda dos falsos gringos, que foram febre na música brasileira dos anos 60 e 70. Entrevistados do episódio Hélio Costa Manso Cantor e produtor musical. Desde os anos 60 é líder do grupo de rock The Mustangs, depois rebatizado de Sunday. Fez sucesso nos anos 70 como cantor romântico, usando o nome artístico de Steve MacLean. Sérgio Martins Jornalista e crítico musical. Ficha técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

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123: Dois Rios - A família

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Play Episode Listen Later Sep 25, 2024 49:18


Este episódio é a quarta e última parte da minissérie Dois Rios. Uma história que envolve um presídio em uma ilha, uma vila misteriosa, um punhado de pessoas sendo injustamente despejadas, um professor idealista, uma defensora pública engajada, um espertalhão semeador de discórdia, e uma possível conspiração que se aproxima de algumas das pessoas mais poderosas da política brasileira. Episódios relacionados 120: Dois Rios: O caldeirão do inferno 121: Dois Rios: O vilarejo 122: Dois Rios: A universidade Mergulhe mais fundo O Negócio do Jair: A história proibida do clã Bolsonaro (link para compra) Entrevistados do episódio Juliana Dal Piva Jornalista e escritora. Apresentadora do podcast A Vida Secreta de Jair e autora do livro O Negócio do Jair. Ana Santiago Mestra em História, doutora em Meio Ambiente, professora associada e pró-reitora de extensão e cultura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Gelsom Rozentino de Almeida Doutor em história, professor do Departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e diretor do Ecomuseu Ilha Grande. Ficha Técnica Apoio de produção, edição e reportagem: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
120: Dois Rios - O Caldeirão do inferno

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Aug 21, 2024 60:41


Este episódio é a primeira parte da minissérie Dois Rios. Uma história que envolve um presídio em uma ilha, uma vila misteriosa, um punhado de pessoas sendo injustamente despejadas, um professor idealista, uma defensora pública engajada, um espertalhão semeador de discórdia, e uma possível conspiração que se aproxima de algumas das pessoas mais poderosas da política brasileira. Mergulhe mais fundo O bandido da chacrete: ascensão e queda de um fundador do Comando Vermelho (link para compra) Entrevistados do episódio Julio Ludemir Escritor, roteirista e produtor cultural. Fundador da Festa Literária das Periferias (Flup) e da Batalha do Passinho. Autor de “O bandido da chacrete”, “Sorria, você está na Rocinha” e “No coração do Comando”. Gelsom Rozentino Doutor em História, professor do departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e diretor do Ecomuseu Ilha Grande.  Elisa Cruz Doutora e Mestra em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), professora da FGV Direito Rio, e defensora pública do estado do Rio de Janeiro. Ficha Técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Café com ADM
Como usar IAs e potencializar sua carreira, com Sílvio Meira | Café com ADM 404

Café com ADM

Play Episode Listen Later Aug 5, 2024 39:10


Sílvio Meira, um dos maiores pensadores e pesquisadores do Brasil na área de tecnologia, é um dos palestrantes do NEon, maior evento de startups no Nordeste. Ele tirou um tempinho pra conversar com a gente sobre desenvolvimento de estratégias de negócios, inteligência artificial, tecnologia e competitividade. Conteúdo patrocinado MOVIDA Saiba como reduzir os custos com gestão de frotas na sua empresa em até 30% https://adm.to/movida FINANÇAS Acelere a conquista dos seus objetivos com a W1 Consultoria https://adm.to/w1 MARKETING Aprenda automação de Marketing na prática e com especialistas. Agende uma demo do RD Station Marketing agora mesmo https://adm.to/rd_podcast Sobre o entrevistadoSílvio Meira é um renomado escritor, professor e cientista brasileiro, especializado em Engenharia de Software e Computação. Doutor em Computação pela University of Kent, no Reino Unido, é um dos fundadores do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), onde desempenhou papel crucial na promoção da inovação tecnológica no Brasil. Meira também é professor emérito do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Sua obra se destaca pela análise crítica sobre tecnologia, inovação e transformação digital, contribuindo significativamente para o desenvolvimento do setor de TI no Brasil. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Escafandro
117 Os Planos de saúde têm de acabar?

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Play Episode Listen Later Jun 26, 2024 62:16


Em meados de 2022, o STJ decidiu que o rol de procedimentos previstos para planos de saúde era taxativo. Ou seja, as operadoras não eram obrigadas a oferecer serviços que não constassem na lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A discussão do rol taxativo foi parar no Congresso Nacional, e, depois de muita pressão popular, a decisão foi revertida. A guerra entre os planos e a população, porém, ainda parecia longe de terminar. Dois anos depois, essa bomba de efeito retardado explodiu. Há indícios de que as operadoras de planos de saúde adotaram uma nova estratégia, proibida pela ANS: a seleção de risco, rompendo unilateralmente planos de saúde de usuários com doenças graves e crônicas. Neste episódio de podcast, falamos sobre o controverso setor da saúde suplementar, e contamos o drama de usuários que estão tendo seus planos de saúde cancelados unilateralmente pelas operadoras. Episódios relacionados#15 - Quando a medicina exagera#51 - Coração rico bate mais tempo Mergulhe mais fundo Planos e seguros de saúde: O que todos devem saber sobre a assistência médica suplementar no Brasil (link para compra) Entrevistados do episódio Ligia Bahia Doutora em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Andrea Werner Jornalista, deputada estadual de São Paulo e presidente da Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência na ALESP. Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Nayara Felizardo Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

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116: Não monogamia outra vez

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Play Episode Listen Later Jun 12, 2024 63:51


A não monogamia está na moda. A busca pelo termo no Google subiu quase 300 por cento entre 2021 e 2023, e o Brasil é o terceiro país que mais pesquisa sobre o assunto. Apesar desse interesse pelo tema, porém, o amor monogâmico segue sendo o sonho de muita gente. Essa ideia do amor romântico, do felizes para sempre, tem moldado a sociedade há um bom tempo. Só que, ao contrário do que muitos imaginam, a monogamia nunca foi modelo “natural” de relacionamentos humanos. Neste episódio de podcast, contamos a história das relações amorosas entre humanos, falamos de formas alternativas de nos relacionarmos e explicamos como elas impactam a vida em sociedade. É um segundo mergulho nas dores, delícias e desafios da não monogamia. Episódios relacionados#56 - Sexo como você nunca ouviu#57 - Manual evolucionista de sedução amorosa#98 - A monogamia tem que acabar? Mergulhe mais fundo Por que amamos: o que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor (link para compra) A monogamia pode ser revolucionária (parte um) A monogamia pode ser revolucionária (parte dois) Entrevistados do episódio Renato Noguera Escritor, doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor do Departamento de Educação e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas. Jaroslava Varella Valentova Antropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana. Ficha técnica Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
115: O shifting e a fuga para Hogwarts

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later May 29, 2024 74:01


E se fosse possível mudar de realidade? E se você pudesse criar uma realidade e se transportar para lá? E se você pudesse passar alguns meses junto com seus personagens de ficção favoritos? Isso, claro não é possível. Mas existe uma comunidade crescente na internet que não pensa assim. Que pensa ser plenamente possível transferir a nossa consciência para outro universo. Qualquer universo. Essa prática, conhecida como shifting, se popularizou durante a pandemia e atrai um número crescente de crianças e adolesces, que, insatisfeitos com a vida que têm, escolhem mudar para outro universo. Neste episódio, explicamos o que é o shifting, por que ele tem crescido tanto e que perigos ele pode trazer para mentes jovens e desavisadas. Entrevistados do episódio Ramiro Figueiredo Catelan Pesquisador de Pós-Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Saúde Mental do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROPSAM/IPUB/UFRJ), onde coordena o Núcleo de Pesquisa em Devaneio Excessivo e Desregulação Emocional Fernanda Calvetti Corrêa Psicóloga e produtora de conteúdo shifter. Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Júlia Magalhães e Laura Mirada. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

En Perspectiva
Entrevista Álvaro Rodríguez Hunter - Proyecto de ley propone integrar alerta Amber

En Perspectiva

Play Episode Listen Later May 8, 2024 35:12


En diciembre de 2023 la Cámara de Diputados aprobó el proyecto de ley llamado alerta Amber sobre ausencia de menores que propuso el diputado Álvaro Rodríguez Hunter, del Partido Nacional. El proyecto buscar instalar un sistema coordinado de distribución de información que permita la localización rápida de un menor de edad ausente y su retorno seguro al hogar. Luego de ser aprobado en la Comisión Especial de Seguridad y Convivencia de la cámara baja, al momento de ser votado, el proyecto obtuvo el apoyo de legisladores de todos los partidos políticos. La propuesta es un mecanismo de respuesta internacional que se originó en Estados Unidos con la desaparición y muerte de Amber Hagerman. La niña de 9 años fue secuestrada mientras jugaba con su hermano y andaba en bicicleta en los suburbios de Dallas, ciudad en el estado de Texas, el 12 de enero de 1996. La falta de un sistema efectivo con alertas tempranas para la búsqueda y localización de menores desaparecidos en aquella época culminó con la creación de la alerta Amber, un acrónimo de America's Missing: Broadcast Emergency Response (en español: Desaparecidos de América: Transmisión de Respuesta de Emergencia). El tema no es ajeno a la realidad en Uruguay. Según informó El Observador, en 2023 hubo un récord de denuncias de personas ausentes. De las 7.007 personas desaparecidas se encontraron 6.778 y la mitad fueron fugas de hogares del INAU. El 23 de enero de 2015 Ignacio Susaeta, estudiante de ingeniería de 23 años, salió de su casa a las ocho de la noche y sus padres nunca más volvieron a verlo. Entrevistados en Cosas Dulces, otro programa en la grilla de Radiomundo, los padres de Ignacio compartieron cómo es su situación nueve años después. “El Uruguay no le da mucha bolilla. Todo demora mucho. Según mi opinión no hay mucha investigación, salvo algunos casos. Considero que para los ausentes Interpol lo más fácil es que con un ausente aparezca un cuerpo y solucionemos el tema. No hay investigación. No hablo del gobierno, hablo del Ministerio del Interior. Estado, no gobierno”. Juan Susaeta, el padre de Ignacio, contó que cuando fue a Interpol a hacer la denuncia se encontró con un escritorio lleno de carpetas de casos de investigación. Algunas veces, cuando se comunicaba con los agentes que seguían el caso de su hijo, le contestaban que no podían acudir a ciertos lugares porque no tenían un auto para trasladarse. Reconoce que desde que desapareció su hijo en 2015, el sistema avanzó, pero no lo suficiente. Por eso, junto con la madre de Ignacio, promueven que la propuesta del diputado Rodríguez se sancione en la Cámara de Senadores. Desde su propia experiencia, piensan que podría ser muy útil para ayudar a otras familias. "El tema es que cuando se hace la denuncia en la comisaria, se disparen alertas a todos los lugares. En el propio programa policial, que salgan las alertas en peajes, aduanas de tierra, aire, mar, compañías de ómnibus. En todas lados que pueda ser a nivel del Estado. Canales de TV, prensa. En lo que pueda llegarse a generar informe instantáneo al momento de la denuncia". ¿Cuál es el siguiente paso para la alerta Amber? ¿Qué puede hacer Uruguay respecto a las personas ausentes? ¿Algún precandidato incluye este tema en su campaña? Profundizamos En Perspectiva sobre el avance de este proyecto con su impulsor, Álvaro Rodríguez Hunter, diputado del Partido Nacional.

Rádio Escafandro
113: Corro, logo existo

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later May 1, 2024 57:54


Neste episódio, mergulhamos no mundo da corrida. Por que tantas pessoas cultivam o hábito de simplesmente sair correndo, mesmo que não estejam com pressa nem tenham realmente aonde ir? Como é a experiência de correr uma maratona? Quem são Rarámuris, humanos capazes de correr centenas de quilômetros depois de uma noite de bebedeira? Por que pesquisas mostram que a corrida é responsável por moldar os humanos como eles são hoje? Entrevistados do episódio Edgard José dos Santos Engenheiro, corredor amador, organizador de provas de rua. Fernanda Bonani Médica cirurgiã, maratonista, titular do perfil do X @burnoutinho, onde fala sobre questões fisiológicas da corrida. Ficha técnica Locução adicional: Priscila Pastre Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Rádio Escafandro
112: Sorria, você está sendo executado

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Apr 17, 2024 58:01


No dia 10 de fevereiro de 2023, uma equipe da Rota, a força ostensiva da polícia militar paulista, executou o suspeito de roubo Luis Fernando Alves de Jesus, que na época tinha vinte e um anos. Luis Fernando estava desarmado, levou quatro tiros de fuzil, dois de pistola e não teve a menor chance de reagir ou de se salvar. Ainda que a execução tenha acontecido em plena luz do dia no horário de rush, numa avenida movimentada; ainda que a ação dos PMs tenha tido uma sequência assustadora de erros de procedimento, a morte do Luis Fernando tinha tudo pra virar mais um número nas estatísticas de pessoas mortas pela polícia. Em 2023, foram mais de 6 mil civis mortos pelas forças de segurança em todo o brasil. É uma mortalidade média maior do que a da guerra da Ucrânia. A diferença desse caso para os casos que só viram estatística é que no colete balístico do policial militar que matou o Luis Fernando tinha uma câmera que gravou tudo em áudio e vídeo de alta definição. A partir dessa história, este episódio da @radioescafandro discute o impacto do uso de câmeras corporais pelas polícias militares na segurança pública. Entrevistados do episódio Rafael Alcadipani Professor Titular da Fundação Getúlio Vargas, associado pleno ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, especialista em organizações policiais. Sandra de Jesus Barbosa da Silva Militante do movimento Mães de Maio Luana Oliveira Professora, e articuladora da Rede de Proteção e Resistência ao Genocídio na Zona Sul da capital. Ficha técnica Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini  

vinte mil léguas
T3 | Ep. 0: Comece por aqui: Enxergar no escuro

vinte mil léguas

Play Episode Listen Later Apr 8, 2024 35:39


Depois de dois anos, o Vinte Mil Léguas está de volta – cada vez mais com a cabeça na lua. Começa aqui a temporada dedicada a Galileu Galilei, ao telescópio, aos astros, aos pêndulos, ao movimento. Vinte Mil Léguas vai ao ar toda segunda-feira, apresentado por Leda Cartum e Sofia Nestrovski. Trilha original de Fred Ferreira. Realização da Livraria Megafauna, com apoio do Instituto Serrapilheira e da Vita Investimentos.https://www.livrariamegafauna.com.br/>Entrevistados, por ordem de participação:Karín Menéndez-DelmestreThomas HaddadLuciano MigliaccioCarla BrombergBia MachadoLigiana CostaJúlio VasconcellosAcesse: https://www.livrariamegafauna.com.br/pra-ver-e-ouvir/podcasts/vinte-mil-leguas/Siga nas redes: @livrariamegafaunaEntre em contato: podcast@livrariamegafauna.com.br

Rádio Escafandro
110: Você é livre para ser livre?

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Mar 20, 2024 57:47


E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante? Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso? As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio. Mergulhe mais fundo Determined: A science of life without free will (link para compra) Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências (link para compra) Entrevistados do episódio Angelo Roberto Ilha da Silva Desembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D'Plácido). . Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020). Osvaldo Frota Pessoa Júnior Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente. Ficha técnica Locução adicional: Priscila Pastre Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

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59: Sonhos de Zolpidem (REPRISE)

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Play Episode Listen Later Jan 24, 2024 56:11


Publicado orginalmente em 1 de dezembro de 2021. O hemitartarato de zolpidem está na classe dos medicamentos hipnóticos. Se a gente quiser ser mais preciso, ele é um agonista do receptor Gaba. No Brasil, também é conhecido pelo nome comercial de Stilnox. Nos Estados Unidos, Ambien. O zolpidem age direto nas sinapses do cérebro humano. Tem e incrível capacidade de ir lá no interruptor inexistente da nossa cachola e clic. Desligar. Ou seja, é basicamente um sonífero. Um sonífero que, apesar de extremamente eficaz contra insônia, traz uma série de riscos à saúde, especialmente se for usado de forma abusiva ou inadequada. O que tem acontecido bastante, uma vez que seu uso virou modinha entre jovens que costumam postar suas desventuras com o remédio nas redes sociais. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Episódio relacionado #37 – O sonho do Sidarta Mergulhe mais fundo Capitalismo tardio e os fins do sono (link para compra) Entrevistados do episódio Gabi Criadora da conta @zolpidembot Rosa Hasan Médica neurologista, responsável pelo laboratório de sono e pelo ambulatório de sono do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. Responsável pelo ambulatório do sono e pelo laboratório do sono da Faculdade de Medicina do ABC Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari

Rádio Escafandro
73: A morte do crítico (REPRISE)

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jan 10, 2024 67:26


Publicado originalmente em 10 de agosto de 2022. Os cadernos e guias gastronômicos estão entre as principais vítimas da crise no jornalismo. Com a migração da publicidade para as redes sociais, as redações encolheram e o dinheiro foi canalizado para áreas de maior interesse, como política, cidades e economia.Os jornalistas que escreviam sobre comida tiveram de se adaptar, mudando o jeito de fazer crítica, criando novas abordagens ou brigando de igual pra igual com influenciadores digitais.Os restaurantes também se adaptaram, investindo em pratos “instagramáveis”, na relação direta com os clientes e em estratégias para atrair gente famosa que compartilhe pratos nas redes.Neste episódio, mergulhamos nas dores e delícias do ofício de crítico gastronômico, falamos sobre o que motivou o declínio da profissão, e destrinchamos o curioso caso do Paris 6 – um restaurante que é sucesso de público, mesmo tendo sido eleito o pior restaurante de São Paulo.Entrevistados do episódioMauro Marcelo AlvesJornalista, foi correspondente do Jornal da Tarde-SP em Paris, crítico de restaurantes de Veja, editor de Playboy, diretor-adjunto do Guia 4 Rodas, e, diretor da revista Gula. É autor de “Vinhos, A Arte da França”, “Vinho do Porto, Muito Prazer!” e “O Espírito da Cachaça”.Isaac AzarEmpresário, criador do restaurante Paris 6.Marcos NogueiraJornalista especializado em gastronomia, assina a coluna Cozinha Bruta, na Folha de S.Paulo. Apresenta também o programa de TV homônimo, no canal Sabor & Arte. Já trabalhou no caderno Cotidiano e nos jornais Notícias Populares e Agora São Paulo.Mergulhe mais fundo Pesquisa: Melhores e Piores (Veja SP) Azaït oferece bom mostruário da cozinha do Mediterrâneo (Folha de S.Paulo) Transformei meu barracão no restaurante mais bem avaliado do TripAdvisor em Londres Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Pricila Pastre e Tomás Chiaverini. Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dot Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

O Antagonista
“Não há nenhuma decisão cerceadora da liberdade de expressão”, diz Luís Roberto Barroso sobre a possibilidade de jornais responderem por declarações de entrevistados, decidida na quarta-feira, 29, pelo STF.

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 30, 2023 1:22


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Rádio Escafandro
99: A entropia das horas

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Oct 4, 2023 67:21


Por que sentimos que não temos tempo para nada? Como o nosso estilo de vida faz parecer que tudo está acelerado? O que o modo de produção capitalista e a economia moderna têm a ver com essa percepção? E como isso se relaciona com a entropia: um dos conceitos mais interessantes, misteriosos e importantes da física. Mergulhe mais fundo Sem tempo para nada (link para compra) Entropia Social: Uma termovisão do mundo Episódio relacionado #43 - Corra, humano, corra! Entrevistados do Episódio Luiz Mauro Sá Martino Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero e autor do livro "em tempo para nada: Como tudo ficou acelerado, por que estamos tão cansados e as alternativas realistas para mudar" (Vozes, 2022). Luiz Tadeu Fernandes Eleno Professor da Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP), doutor em ciência e engenharia de materiais, pós doutor em física. Ficha técnica do episódio Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.  

Rádio Escafandro
97: Um telegrama para Assange

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Play Episode Listen Later Sep 6, 2023 71:25


Nos idos de 2010, a jornalista Natália Viana recebeu um estranho telefonema. Ela teria de estar em Londres dali a dois dias para participar do maior vazamento de documentos secretos da história. A Natália obedeceu, largou tudo, se descambou para a Inglaterra e se juntou a uma força tarefa que ajudaria a mudar o jornalismo mundial. Neste episódio de podcast, a gente reconta essa história, relembra dos primórdios do WikiLeaks, fala sobre os impactos da iniciativa no jornalismo e na política internacional, e analisa a situação jurídica de Julian Assange. - Episódio relacionado #86 - A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa - Entrevistados do episódio Natália Viana Jornalista cofundadora e diretora executiva da Agência Pública Tanguy Baghdadi Professor de relações internacionais, cocriador e apresentador do podcast Petit Journal. - Ficha técnica do episódio Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini. ⁠

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96: Trabalhadores do futuro não sangram

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Play Episode Listen Later Aug 23, 2023 66:55


O mercado de trabalho mundial já está sofrendo com processos de automação impulsionados por inteligência artificial. Neste episódio, investigamos os impactos da tecnologia no mercado de trabalho e falamos sobre os reflexos disso na sociedade como um tudo. Mergulhe mais fundo Bullshit Jobs: A teoria (link para compra) Icebergs à Deriva: o Trabalho nas Plataformas Digitais (link para compra) Entrevistados do episódio Ricardo Antunes  Sociólogo especialista em relações do trabalho, professor e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marco Gonsales Professor, administrador de empresas, pesquisador da Unicamp, investigou o trabalho dos entregadores por aplicativos Ficha técnica do episódio Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini. ⁠  

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95: Toma que o filho não é meu

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Play Episode Listen Later Aug 9, 2023 64:07


Neste episódio de podcast falamos do que acontece quando a adoção dá errado e as crianças são devolvidas. O Brasil não tem dados sobre o número de crianças que são devolvidas ao sistema após serem formalmente adotadas. Mas isso acontece. E quando acontece, gera traumas profundos nas crianças e adolescentes. Além disso, para a Justiça brasileira, não existe diferença entre filhos adotivos e filhos biológicos. Portanto, nos casos em que pais devolvem crianças adotadas após o processo de adoção, esses pais podem sofrer consequências judiciais. Eles podem ter de pagar pensão alimentícia além de reparação por danos morais, por exemplo. Apoie a Rádio Escafandro! Mergulhe mais fundo Adotei posso devolver (link para compra) Abandono de filhos adotivos (link para compra) Entrevistados do episódio Jaqueline Viturino Autora do livro "Adotei, posso devolver?" Marcelo de Mello Vieira Advogado especialista no direito de crianças e adolescentes, coautor do livro Abandono de filhos adotivos e titular do perfil de Instagram Direito da Criança em Pauta. Anna Christina Cardoso de Mello Psicóloga forense, especialista em questões relacionadas a crianças e adolescentes, autora do livro "O jovem e seus direitos". Ficha técnica do episódio Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini. ⁠

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58: O infame julgamento do LSD (REPRISE)

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Play Episode Listen Later Jul 26, 2023 68:23


Publicado originalmente em novembro de 2021. Em janeiro de 1970,  Antonio Peticov, artista plástico, hippie e co-fundador da banda Os Mutantes  foi preso no apartamento dele, em São Paulo. A acusação? Tráfico de drogas. A droga? Uma substância psicodélica ainda rara no Brasil chamada dietilamida do ácido lisérgico ou LSD. A partir daí, a história se desenrolou num enredo surreal que envolveu sessões de pau-de-arara nos porões da ditadura, agentes do FBI, uma temporada no Carandiru. e um passeio pela contracultura hippie, na companhia de figuras como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes e muito mais… – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. ⁠Clique aqui.⁠ ***** Episódio relacionado ⁠49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres⁠ Mergulhe mais fundo ⁠A história social do LSD  (link para compra)⁠ Camaradas Caretas: Drogas e Esquerda no Brasil (link para compra) Entrevistados do episódio ⁠Júlio Delmanto⁠ Jornalista, historiador, autor de História Social do LSD no Brasil (Elefante, 2020); e Camaradas Caretas (Alameda Editorial, 2015). ⁠Antonio Peticov⁠ Pintor, desenhista, escultor e gravurista. Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: ⁠Tomás Chiaverini⁠ Locução adicional: ⁠Dario Chiaverini.⁠ Trilha sonora tema: ⁠Paulo Gama⁠ Mixagem: ⁠Vitor Coroa⁠ Design das capas: ⁠Cláudia Furnari⁠ Trilha incidental: Blue Dots. Trilha adicional:  Caetano Veloso, Joni Mitchel, Os seis, os Mutantes, Gilberto Gil, e Beatles.

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94: O professor, a fanfarra e o pé de manga

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Play Episode Listen Later Jul 12, 2023 71:55


Em pleno ano de 2023, enquanto o mundo se preocupa com a substituição de humanos por máquinas no mercado de trabalho, ainda mantemos nossas crianças na escola por quase uma década. Este episódio questiona o modelo de educação escolar, fala sobre experiências alternativas e sobre a lei que alterou o formato da educação no ensino médio. Episódios relacionados 44: Utopias, distopias e boletos 65: Como os nossos pais? Entrevistados do episódio Tião Rocha Professor, educador, antropólogo e folclorista, fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD). Katarina Vasconcelos Estudante de história. Antônio Teixeira Diretor da escola escola estadual Adelaide Rosa Fernandes Machado de Souza,. Ficha técnica do episódio Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.

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92: Quando a Covid não vai embora

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Play Episode Listen Later Jun 14, 2023 74:57


Estudos mostram que metade dos pacientes que se infectaram com o coronavírus antes de se vacinar tiveram algum tipo de sequela de longo prazo - sintomas da síndrome da Covid longa. Entre os vacinados, esse número cai para 4%. Ainda assim, são centenas de milhões de pessoas ao redor do planeta. A Covid longa pode acometer pessoas de todas as idades, de crianças a idosos. Pode atacar as mais variadas partes do corpo. E pode ter sintomas leves, como queda de cabelo, ou graves, como trombose ou demência. Neste episódio, mergulhamos nessa doença ainda pouco conhecida e contamos a história de uma pessoa que foi ao extremo do humanamente possível para tentar se livrar dos sintomas da Covid. Entrevistados do episódio Guilherme Galuppo Borba Geógrafo, urbanista, gestor e artista. Rafaella Fortini Farmacêutica e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Clarissa Yasuda Médica Neurologista, professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista nos impactos neurológicos da Covid. Ficha técnica do episódio Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.  

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91: É batata!

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Play Episode Listen Later May 31, 2023 49:22


Na década de 1990, depois de uma longa campanha por alimentos mais saudáveis nos EUA, o McDonald's tomou uma decisão radical. Mudou a receita secreta das batatas fritas mais famosas do mundo. Por causa disso, muita gente não sabe o gosto das batatinhas originais que, segundo quem experimentou, eram infinitamente melhores. No episódio 91, além de contar essa história, além de investigar as mais diversas possibilidades de batata frita, a gente tenta reproduzir a receita original com ajuda de um chef de alta gastronomia. Mergulhe mais fundo Episódio do podcast Revisionist History que inspirou nosso programa (em inglês). Entrevistados do episódio Maurício Lopes Filho Professor do curso de gastronomia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Nicolas Barbé Chef de cozinha. Ficha técnica do episódio Pesquisa e reportagem: Ana Carolina Maciel e Matheus Marcolino. Narração adicional: Priscila Pastre. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.  

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90: Era uma vez um Google bonzinho

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Play Episode Listen Later May 17, 2023 63:48


No início dos anos 2000, a recém-criada empresa Google adotou um lema informal: "don't be evil". Não seja mau, em português. Em 2004, a empresa colocou a frase em documentos relativos à oferta pública de ações na bolsa. O lema "don't be evil" também passou a abrir o código de conduta da empresa. E lá ficou até 2018, quando foi remodelado e rebaixado para o pé da página, num movimento que resume a trajetória da empresa. De uma startup de garagem criada por dois estudantes idealistas a um polvo digital que não mede esforços para se tornar maior, mais poderoso e mais influente. O último exemplo dessa faceta nada boazinha do Google, ficou evidente quando a empresa se colocou abertamente contra o projeto de lei 2630, popularmente conhecido como PL das Fake News. Neste episódio, mergulhamos na história do Google para tentar entender como essa empresa trilionária mudou a internet, a publicidade, o capitalismo e a sua vida. Entrevistados do episódio Guilherme Felitti Jornalista, empresário e pesquisador especialista em dados, fundador da Novelo Data. Sergio Amadeu da Silveira Sociólogo, especialista em inteligência artificial, professor da Universidade Federal do ABC. Ficha técnica do episódio Narração adicional: Priscila Pastre. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.

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89: Viagem ao centro do mundo

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Play Episode Listen Later May 3, 2023 83:16


Durante uma viagem pelo interior do Amazonas, contamos a história de três mulheres. Uma especialista em fungos que está sempre na mata apesar de ter medo de onça. Uma especialista em línguas que aos 19 anos deixou a família para viver com os índios. Uma cozinheira que resolveu retomar o próprio passado indígena esquecido pela família.* Entrevistados do episódio Noemia Ishikawa Bióloga, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA, especialista em cogumelos. Lilian Fraiji Produtora e curadora, fundadora do Labverde, uma das idealizadores do projeto Fungi Cosmology. Ana Carla dos Santos Bruno Antropóloga especialista em línguas indígenas, pesquisadora do Inpa. Renata Peixe Boi Cozinheira no Cozinha Boca da Mata e militante das causas indígenas e feministas. Ficha técnica Apoio de produção: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini. * Tomás Chiaverini viajou a convite do Fungi Cosmology -  um projeto cocriado por Labverde (Brasil), CAB Patagonia (Chile), Artists-in-Labs Program (Chile) e Foodculturedays (Chile). O Fungi Cosmology foi patrocinador por Pro Helvetia e Swissnex Brasil.