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Neste episódio, Ricardo reflete sobre a pressa de iniciar ações em projetos sem compreender o problema. Ele explica que agir transmite sensação de progresso, enquanto pensar pode parecer perda de tempo, embora decisões precipitadas gerem reuniões, retrabalho, atrasos e desperdício. Ricardo ressalta que velocidade não deve ser confundida com impulsividade: equipes podem trabalhar intensamente e, ainda assim, avançar na direção errada. Antes de agir, recomenda perguntas sobre o problema, as informações, os impactos, a urgência e a possibilidade de reverter decisões. Mesmo em crises, oportunidades ou emergências, instantes de reflexão continuam essenciais. Para ele, o planejamento parece caro porque ocorre antes, enquanto o retrabalho permanece escondido. Às vezes, parar por poucos minutos permite chegar mais rápido ao destino certo. Mergulhe no assunto e ouça o episódio completo!
Neste episódio, Ricardo aborda o retrabalho, um dos custos mais prejudiciais e, ao mesmo tempo, invisíveis em projetos. O retrabalho ocorre quando apresentações, softwares, propostas, planos ou decisões precisam ser refeitos porque expectativas, requisitos ou responsabilidades não estavam claros. Embora as equipes pareçam ocupadas, elas podem estar simplesmente retornando a um ponto que acreditavam já ter alcançado — pagando várias vezes pelo mesmo resultado. Quanto mais tarde um erro é descoberto, maior é o seu impacto, o que demonstra que velocidade nem sempre significa eficiência. Ricardo destaca o retrabalho evitável causado por pressa, comunicação deficiente, decisões ambíguas, planejamento fraco e requisitos não validados. Ele sugere medir não apenas o trabalho concluído, mas também a quantidade de trabalho que precisou ser repetida. A verdadeira eficiência consiste em transformar esforço em resultados com o mínimo de desperdício. Mergulhe no assunto e ouça o episódio completo!
Mergulhe num mar de histórias, assine já o Kindle Unlimited: https://geni.us/MCUF_KU_YT Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para alo@orelo.ccConte sua fofoca pra gente: meconteumafofocapodcast@gmail.comEi, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/
Como é a rotina das mulheres de presidiários no Brasil? Quais os impactos do deslocamento de presídios para o interior? Como as "cunhadas" lidam com as regras escritas e não escritas que regem a forma de vestir, as visitas íntimas e o envio de alimentos? Por que muitas dessas mulheres são obrigadas a mudar radicalmente de vida para se adequarem à pena dos companheiros?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no episódio 166 de Escafandro.Mergulhe mais fundoNos arredores da prisão: tensões, relações e movimentos de familiares de pessoas presas (link para compra)Manicômios, prisões e conventos (link para compra)Episódios relacionados36: Duas vezes cadeia112: Sorria, você está sendo executado160: InconstitucionalissimamenteEntrevistada do episódioNatália LagoAntropóloga e professora do Departamento de Ciências Sociais na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Autora de "Nos arredores da prisão" (Hucitec Editora, 2026).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Como a ideia de perfeição evoluiu até os dias de hoje? Por que pesquisadores acreditam que vivemos uma epidemia de perfeccionismo? Como as redes sociais entram nessa equação? E quais as relações entre perfeccionismo e transtornos mentais como ansiedade e depressão?Mergulhe mais fundoA armadilha da perfeição: O poder de ser bom o suficiente em um mundo que sempre quer mais (link para compra)Ninguém é perfeito (link para compra)Episódios relacionados99: A entropia das horas110: Você é livre para ser livre?114: Por que você continua nas redes?Entrevistados do episódioMarcela Mansur AlvesPsicóloga, professora e pesquisadora no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também é coordenadora do Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis-UFMG).Luis Mauro Sá MartinoJornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero, Fapcom e Fecap, e autor dos livros "Sem tempo para nada" (Editora Vozes, 2022) e "Ninguém é perfeito" (Editora BestSeller, 2025).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Locução adicional: Priscila Pastre.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo.Mergulhe mais fundoDiscípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast)Episódios relacionados143: Sob a sombra de Israel154: Hoje é dia de gospel, bebêEntrevistada do episódioCarô EvangelistaCientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Você já se sentiu indigno, paralisado pelas circunstâncias ou quebrado pelos erros do passado? Nesta mensagem de Ceia profundamente emocionante, somos lembrados de que a mesa de Jesus é o lugar dos imperfeitos.Mergulhe na icônica história de Mefibosete (2 Samuel 9) para entender que, mesmo que a vida o tenha derrubado e o deixado manco na miséria de Lodebar, a sua linhagem real permanece intacta. Descubra como o Rei Davi cumpriu uma aliança de honra, e como Jesus, o nosso Rei soberano, nos carrega no colo acima das nossas limitações para nos dar um lugar fixo e garantido à Sua mesa.
Por que a gente se sente cada vez mais distante da seleção brasileira? Que peso as derrotas históricas têm nesse fenômeno? Por que nossos jogadores vão atuar fora do país cada vez mais cedo? Por que o Brasil não consegue organizar uma liga a exemplo do que fez a Europa? Que peso tudo isso tem na autoimagem dos brasileiros e no desmantelamento político deste começo de século?Mergulhe mais fundoSaudades do que nunca fomos: os brasileiros e o futebol (link para compra)Episódios relacionados113: Corro, logo existo119: A Olimpíada sintéticaEntrevistados do episódioJuca Kfouri Escritor e jornalista. Em 50 anos de carreira, cobriu 14 edições da Copa do Mundo e foi diretor de redação de revistas como Placar e Playboy.Fabio Luis Barbosa dos SantosHistoriador, escritor e professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele é autor de “Saudades do que nunca fomos: brasileiros e o futebol", Editora Elefante (2026).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Você tem se sentido exausto, tentando provar o seu valor através da performance ou do ativismo? Neste episódio, o Pastor Andy nos faz um convite crucial baseado em Mateus 11:28-30: "Venham a mim todos os que estão cansados".Mergulhe nesta mensagem para entender que o verdadeiro descanso não é encontrado em algo que fazemos ou possuímos, mas em um relacionamento íntimo com o Pai. O Pastor Andy descompacta as raízes do perfeccionismo e da ansiedade, conectando-as à falta de afirmação paterna, e nos conduz a um momento profundo de cura emocional e renúncia de mentiras sobre quem Deus é. Descubra o alívio de viver a partir da sua identidade de filho, e não para tentar conquistá-la.
No episódio desta semana do CO2, Brunão e Baconzitos trazem as melhores recomendações de filmes para você atualizar sua lista de favoritos, além de comentar as novidades do cinema que estão dando o que falar. Descubra quais produções estão no Top 5 Bilheteria da semana e fique por dentro dos lançamentos mais aguardados! Mergulhe no universo das séries em alta no Disney+ com dicas especiais de filmes e séries que estão bombando na plataforma. O episódio ainda traz sugestões imperdíveis para quem curte Netflix, HBO Max, Prime Video e Apple TV, garantindo as melhores opções de entretenimento para todos os gostos. E não para por aí: confira notícias curiosas como a IA que apagou o banco de dados inteiro e os backups e mais uma pessoa que levou um defunto para uma agência bancária, desta vez na Índia, além da tradicional leitura de e-mails e comentários dos ouvintes dos podcasts QueIssoAssim, CO2 e Reflix. Se você quer recomendações de filmes, ficar por dentro das novidades do cinema e descobrir as séries em alta no Disney+, este episódio é essencial para não perder nada do mundo do entretenimento!
Como a guinada dos tech-bros à direita tem impactado o ambiente corporativo das empresas de tecnologia? Como isso afeta as pessoas que trabalham ali? Quais os efeitos dessas mudanças na forma dessas corporações se colocarem no mundo?Mergulhe mais fundoCareless PeopleEpisódios relacionados90: Era uma vez um Google bonzinho132 : BilionazisEntrevistados do episódioEsther Sá Publicitária e bióloga.Daniela da SilvaJornalista e estrategista de comunicação, tecnologia e política. Ex-diretora de políticas públicas do WhastAspp e cofundadora e diretora executiva da Ctrl+z.Tatiana DiasJornalista investigativa focada em tecnologia, política e direitos humanos, foi editora executiva do Intercept Brasil. É cofundadora e diretora de programas da Ctrl+z.Ficha técnicaFicha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?Mergulhe mais fundoAs regras da Guerra (link para compra)Lembrança de SolferinoEpisódios relacionados52: A guerra de Mohsen70: Os generais e o cerco a Brasília157: Vinte dentes naturaisEntrevistado do episódioJoão Paulo CharleauxJornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?
De onde virá o fôlego quando o sol castiga e os montes parecem intransponíveis? Por que uma promessa exige uma saída corajosa? Mergulhe nos mistérios da peregrinação que é a vida e descubra quem realmente vigia sua alma sem jamais dormir.Esse post encontra-se no:TEOmídia Blog - uma preciosa fonte de edificaçãoConfira também:TEOmídia - plataforma gratuita de vídeosTEOmídia Rádio - 24 horas no arTEOmídia Cast - disponível no seu serviço de streaming de música e podcast.
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação.Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista.Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América.Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos.Mergulhe mais fundoBarbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra)Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra)Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra)A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra)Episódios relacionados#70: Os generais e o cerco a Brasília#109: General bom, general mau#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioIsalete LealPedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença.Mario PereiraGuia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Francisco Cesar Alves FerrazDoutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005).Cristina FeresMestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023).Piero LeirnerAntropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Maria Aparecida Affonso MoysésMédica pediatra, professora da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida.Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta.Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel.O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. Mergulhe mais fundoDiscípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-ChuvaDiscoteca BásicaEpisódios relacionados#124: Os falsos gringosEntrevistados do episódioAntonio AbbudPublicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.Paulinho MakukoMúsico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. Ricardo AlexandreJornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
21 DE FEVEREIRO DE 2026 - SÁBADORef.: Josué 3.13, Josué 3.17, Josué 4.18-19, Ezequiel 47.1-12
O terceiro episódio da série Histórias Conectadas à Cultura Oceânica está no ar! Mergulhe no único pedaço do Brasil acima da linha do Equador, o Arquipélago São Pedro e São Paulo. Quem fala sobre as pesquisas e a importância do remoto grupo de ilhas situadas a mil quilômetros de Natal é Jorge Lins. Além de coordenador científico do PROARQUIPÉLAGO, Lins é professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Ouça e compartilhe; bons ventos! Histórias Conectadas à Cultura Oceânica é uma iniciativa do Maré Sonora endossada pela Década do Oceano. Quer saber mais sobre o Arquipélago São Pedro e São Paulo? Acesse: https://www.marinha.mil.br/secirm/pt-br/psrm/proarquipelagoAinda não ouviu os dois primeiros programas dessa série? Confira pelos links abaixo: https://youtu.be/_FHrfmUHvUghttps://youtu.be/CBn3cmzvNdoSe você gostou deste podcast e quer ser um apoiador ou apoiadora (para poder conferir todos os episódios antecipadamente, além de outras recompensas), acesse o site: https://www.podcastmaresonora.com/apoie-support-
Mergulhe na história de um dos álbuns mais revolucionários e influentes da história do jazz. Time Out não apenas quebrou barreiras comerciais como o primeiro álbum de jazz instrumental a vender mais de um milhão de cópias - ele redefiniu o que era possível ritmicamente no jazz.Neste vídeo, exploramos:A história dos quatro músicos que criaram a magiaComo uma turnê pela Turquia inspirou compassos impossíveisA análise emocional de cada faixa do álbumO fenômeno global de "Take Five"A icônica arte de capa de Neil FujitaO legado que perdura 65 anos depois
O destino do bibliófilo é terrível: tudo o que toca se transforma naquilo que ele tanto preza, O LIVRO. Filmes, música, mesmo objetos cotidianos se convertem em grimórios malditos, em manuscritos perdidos, nas formas retangulares, divididas em páginas preenchidas por caracteres compreensíveis ou não. Esse destino terrível, contudo, reserva algo como um “plot twist”: ao transformar todos objetos em livros, extrai disso um estranho, requintado deleite — a transfiguração dos prosaicos e tenebrosos objetos de consumo em algo diferente, singular, cuja essência é outra. Mesmo que tudo isso dure apenas um instante, vale a pena.RARIDADES INUSUAIS, nova série do podcast da Raphus Press, celebra tais transformações.Objetos de hoje: “The Book: The Ultimate Guide to Rebuilding Civilization”, Hungry Minds (Bad Idea Company, 2024); “Codex Seraphinianus”, Luigi Serafini (Rizzoli, 2006); “Guillermo del Toro: Cabinet of Curiosities”, (Titan Books, 2013); “Little Nemo (1905-1914)”, Winsor McCay (Evergreen/Taschen, 2000).Mergulhe na literatura ocultista e visionária “underground” na campanha “Constelações”: https://www.catarse.me/constelacoes01 Esta série não seria possível sem o apoio dos leitores de nossa editora na campanha recorrente RES FICTA, que traz periodicamente aos leitores surpresas magníficas, impressas ou em formato digital. Link: https://www.catarse.me/res_fictaNosso podcast também está disponível nas seguintes plataformas:- Spotify: https://open.spotify.com/show/4NUiqPPTMdnezdKmvWDXHs- Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/podcast-da-raphus-press/id1488391151?uo=4- Google Podcasts: https://podcasts.google.com/?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8xMDlmZmVjNC9wb2RjYXN0L3Jzcw%3D%3D Leia a primeira postagem no Substack da editora: https://open.substack.com/pub/resficta/p/o-barroco-e-o-lugar-comum-the-baroqueApoie o canal: https://apoia.se/podcastdaraphus.Ou adquira nossos livros em nosso site: http://raphuspress.weebly.com. Dúvidas sobre envio, formas de pagamento, etc.: http://raphuspress.weebly.com/contact.html.
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná.Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.Mergulhe mais fundoA nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retrocederEpisódios relacionados#68: Lindinês e a década das cotas#94: O professor, a fanfarra e o pé de mangaEntrevistados do episódioMeire CavalcanteJornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caio SilvaAdvogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.Liana Lopes BassiDoutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).Jarbas Feldner de BarrosProfessor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).Flávio ArnsSenador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.Cléo BohnPresidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Isaac Augusto, um garoto de apenas 16 anos, foi brutalmente assassinado após reagir a um assalto cometido por garotos da mesma idade. O que leva adolescentes a praticarem tanta violência contra si mesmos? Mergulhe no cenário por trás da tragédia, no IC News.Assista também: https://www.youtube.com/watch?v=GelvPG1j0Rw&list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
LOMBO SUINO AGRIDOCECulinária Falada Com Naluzica®"O sabor que a gente ouve"Ingredientes1 kg de lombo suíno fatiado;1 pedaço de pimentão vermelho;1 pedaço de pimentão verde;3 colheres de sopa de molho de soja;1 pedaço de cebola roxa;1 pedaço de cenoura fatiada;1/2 xícara de farinha;3 colheres de sopa de amido de milho;Molho agridoce;1,25 copo de água;3,5 colheres de sopa de vinagre;5 colheres de sopa de ketchup;4 colheres de sopa de açúcar.PreparoColoque o lombo de porco em uma tigela. Adicione o molho de soja (você também pode adicionar sal, se desejar). Deixe marinando por 10 minutos;Despeje o óleo de cozinha em uma panela e coloque no fogo;Combine a farinha e o amido de milho em uma tigela e misture até que ambos os ingredientes estejam uniformemente distribuídos;Mergulhe a carne de porco marinada em um ovo batido e em seguida na mistura de farinha e amido de milho;Frite a carne de porco (coberta com amido de milho e farinha) por 10 minutos ou até que a cor fique marrom médio. Reserve.Aqueça uma panela separada e, em seguida, despeje os ingredientes do molho agridoce. Deixe ferver.Acrescente as cenouras. Cozinhe por 3 minutos.Coloque as cebolas e o pimentão (verde e vermelho). Cozinhar por 4 minutos (adicionar água extra conforme necessário).Acrescente o lombo de porco frito e mexa. Cozinhar por 2 minutos. Tempere com sal e pimenta.Transfira para uma travessa e sirva quente.Desfrute!Me encontre como
Publicado originalmente em 7 de fevereiro de 2024.Assim que terminou a residência médica, o cirurgião Oscar Espellet Soares teve uma apendicite tardiamente diagnosticada que evoluiu para uma infecção generalizada. A experiência poderia ter matado o Oscar. Mas, em vez disso, mudou a vida dele para sempre. Em vez de se tornar mais um cirurgião atuando em Porto Alegre, ele arrumou a mochila e partiu para o norte do Brasil. Tornou-se um cirurgião nômade, criando pontes entre mundos diversos e mudando vidas nessa jornada.Episódios relacionados89: Viagem ao centro do mundo29: E se a gente fosse índio?Mergulhe mais fundoExpedição da saúde faz mutirão de cirurgias em aldeia da AmazôniaFicha técnicaApoio de produção e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Episódio publicado originalmente em 20 de março de 2024.E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante?Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso?As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio.Mergulhe mais fundoDetermined: A science of life without free will (link para compra)Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências (link para compra)Entrevistados do episódioAngelo Roberto Ilha da SilvaDesembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D'Plácido).. Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020).Osvaldo Frota Pessoa JúniorProfessor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente.Ficha técnicaLocução adicional: Priscila PastreApoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Descubra a primeira profecia do evangelho da Bíblia!
Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais.Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de "unicórnio da mineração". Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial.Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos - vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis - e armas de guerra.O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nos fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem.Mergulhe mais fundoDa objetividade do risco à subjetividade da sua percepção: dimensões do risco socioambiental no Jardim Kennedy em Poços de Caldas, MGEpisódios relacionados#13: Brumadinho em dois atos#108: Salve o planeta, pergunte-me como#147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioDaniel TygelMestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).Nathália FranciscoArquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).Mariano Laio de OliveiraChefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM).Wagner FaninEletricista e técnico ambiental.Ademilson Kariri e Cariusa KiririLideranças do povo Kiriri em Caldas.Rogério CorreiaProfessor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
The War Between the Land and the Sea, o tal spin-off de Doctor Who da UNIT vs os Sea Devils finalmente estreou!Conheça Barclay Pierre-Dupont, vivido por Russell Tovey, um homem comum que tem um trabalho de base na UNIT, e que de repente se vê no centro de um acordo diplomático com os seres da água, os temidos Sea Devils! Ele deve negociar os termos do acordo com Salt, vivida por Gugu Mbatha-Raw. Mas essa é uma guerra que parece inevitável.Mergulhe com a gente em mais esse podcast! É só dar o play!
Episódio publicado originalmente em 14 de dezembro de 2022.No começo do século passado, um homem chamado Thomas Midgley revolucionou a indústria automotiva. Na época, ele trabalhava para uma empresa de engenharia que prestava serviço para a General Motors. Midgley descobriu que, ao adicionar uma pequena quantidade de chumbo na gasolina, os motores ganhavam muito em potência e em eficiência, e quebravam menos.A descoberta permitiu carros maiores e mais confortáveis. Ajudou a criar os Estados Unidos das autoestradas e a moldar o fascínio do mundo inteiro pelos automóveis. Mas, ao mesmo tempo, envenenou o planeta com um metal pesado e nocivo à saúde humana.Anos mais tarde, ainda trabalhando para a GM, Midgley fez outra descoberta que revolucionaria a indústria. Ele foi o primeiro a usar o gás clorofluorcarbono na refrigeração. Os carros ganharam aparelhos de ar-condicionado, as casas ganharam geladeiras mais seguras e a humanidade ganhou latinhas de aerosol.Como consequência, o céu sobre a Antártica ganhou um buraco na camada de ozônio que tornou o câncer de pele e outras doenças mais comuns.A partir das invenções de Thomas Midgley, este episódio reflete sobre o impacto muitas vezes nocivo que nossas invenções causam no planeta. E sobre a postura da humanidade diante de questões atuais, como as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global.Mergulhe mais fundoBreve história de quase tudoPrometheans in the Lab: Chemistry and the Making of the Modern World (em inglês)Cautionary Tales – The inventor who almost ended the world (podcast em inglês)Radiolab - Heavy Metal (podcast em inglês)Ozone Crisis: The 15-Year Evolution of a Sudden Global Emergency (em inglês)Joe Farman (1930–2013)Susan Solomon and Stephen Andersen on Saving the Ozone Layer (podcast em inglês)Episódios relacionados08: Bem-vindo ao churrasco do apocalipse29: E se a gente fosse índio?Entrevistados do episódioAlberto SetzerGraduado em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia Mauá, com mestrado em engenharia ambiental - Technion Institute of Technology, doutorado em engenharia ambiental - Purdue University (1982) e pós-doutorado no Joint Research Center/EEC. Pesquisador do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.Giovana GirardiJornalista de ambiente e ciência. Repórter e apresentadora do podcast Tempo Quente.Ficha técnicaTrilha sonora tema: Paulo Gama,Mixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariConcepção, produção, roteiro, edição e apresentação: Tomás ChiaveriniTrilha incidental: Blue Dot
Mergulhe no Folclore Ativo da Paraíba! Ouça o relato chocante de Fabiana sobre as histórias de sítio que marcaram sua família no interior, a 60 km de João Pessoa. Descubra a face travessa da Comadre Florzinha que amarrava pintinhos com fio de cabelo e fazia tranças impossíveis nos cavalos. Exploramos o profundo mito da Botija: o tesouro enterrado que impede a alma de descansar. Conheça o drama espiritual do falecido, que aparece metade branco clamando por paz e metade preto tentando assustar quem tenta desenterrar a riqueza. O relato ainda mergulha na era dos Coronéis. Saiba como um poderoso usineiro impunha sua lei mandando vaqueiros matar e enterrar ladrões nas próprias terras, mas, ao morrer, também se viu preso ao tormento da botija. Até mesmo seu fantasma usava o linguajar de poder, chamando o funcionário de "cabra mole". Para finalizar, uma assustadora aparição no rio: a lenda de uma alma penada que, disfarçada de pescador, impede qualquer aproximação. Um conteúdo essencial para amantes de mistérios rurais e cultura brasileira.
Por que é tão difícil construir vínculos sólidos depois dos 30, especialmente ao recomeçar em uma nova cidade? Eu errei ao confundir relações de conveniência (o trabalho e o status) com o afeto genuíno.Mergulhe na minha jornada de recomeço, entendendo o erro, as estratégias que funcionaram para filtrar quem realmente importa, e o passo a passo para construir uma rede de amizade que dura.Apoie o Podcast - https://apoia.se/sincerasilusoesChave Pix podcast@alesantos.mehttps://app.picpay.com/user/savagefiction
Este episódio de podcast é uma conversa entre os jornalistas Cristiano Botafogo, Natália André e Tomás Chiaverini, gravada em Brasília no dia 10 de setembro de 2025. O principal tema da conversa foi o podcast Medo e Delírio em Brasília, apresentado por Cristiano Botafogo, que comenta as notícias da política nacional com muita irreverência desde 2019. O bate-papo aconteceu num restaurante da Capital Federal, durante a semana em que o STF julgava o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados acusados de tramarem um golpe de Estado.Mergulhe mais fundoMedo e Delírio em Brasília - link para o podcastA verdade vos libertará - link para compraEntrevistado do episódioCristiano BotafogoJornalista, músico e apresentador do podcast Medo e Delírio em Brasília. Coautor do fotolivro "A verdade vos libertará", da Editora Fósforo.
Este episódio de podcast conta como é a vida de alguém que precisa lidar com a cefaleia em salvas, doença crônica rara que causa uma das maiores dores que um humano pode sentir.Quando alguém visita um pronto socorro se queixando de dor, é comum que os profissionais de saúde peçam para que o paciente tente mensurar o tamanho dessa dor. Apesar de ser difícil classificar a intensidade de dor numa escala de números ou de cores, existem dores intensas ao ponto de atingirem o nível máximo. Esse é o caso da cefaleia em salvas.Essa dor de cabeça é rara (atinge cerca de 0,1% das pessoas) e causa um sofrimento inigualável: algumas pacientes já relataram que a cefaleia em salvas supera a dor do parto. Além disso, não é incomum que pensamentos suicidas surjam durante os períodos de crise, que podem durar até um mês.Mas a característica mais intrigante da cefaleia em salvas não é a intensidade da dor, e sim a frequência. Depois do período de crise, ela desaparece completamente. Alguns tentam esquecer que ela existe. O problema é que depois de algum tempo adormecida, ela volta com força. E o ciclo se repete.Mergulhe mais fundoEscuta Essa: Dor - link para o episódioHypothalamic activation in cluster headache attacksEpisódios relacionados#127: Larissa contra as bactérias#107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar#92: Quando a Covid não vai emboraEntrevistados do episódioDanilo SilvestreFilósofo e podcaster. É apresentador dos podcasts Bola Presa, Escuta Essa, Pouco Pixel e Debate de Bolso.Maria Eduarda NobreMédica neurologista especialista em cefaleia em salvas. É doutora em neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membra da Academia Brasileira de Neurologia, da Sociedade Brasileira de Neurologia e da International Headache Society.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio de podcast busca entender como Israel, um estado que foi criado em resposta a um dos maiores genocídios da história, assumiu para si o papel de genocida; e como o lobby sionista justifica o massacre em Gaza, persegue críticos e impacta judeus e palestinos em todo o mundo.O Holocausto foi um dos maiores genocídios da história da humanidade. Não só pela quantidade de pessoas mortas, mas também porque porque ele envolveu um sistema industrial massivo de assassinato. Multidões colocadas em trens e caminhões, levadas para campos de concentração, depois mortas em câmaras de gás e queimadas em fornalhas.É comum acreditar que nada se compara ao Holocausto. No século 21, porém, não existe nada tão parecido com o Holocausto quanto o massacre que Israel vem promovendo na Faixa de Gaza. Pessoas de um mesmo povo presas, passando fome, sendo sistematicamente exterminadas - tudo isso com o apoio de potências globais, que fecham os olhos para os crimes cometidos em nome de uma ideologia: o sionismo.Mergulhe mais fundoMarxismo e judaísmo: história de uma relação difícil (link para compra)Episódios relacionados#52: A Guerra de Mohsen#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioBruno HubermanProfessor do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), vice-líder do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI/PUC-SP) e pesquisador do Instituto Nacional de Estudos de Ciência e Tecnologia para o estudo dos Estados Unidos (INCT-Ineu).Reginaldo NasserChefe do Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP, coordenador do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI-PUC), e professor do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (PUC/UNESP/Unicamp).Arlene ClemeshaDoutora em história, professora de História Árabe na na Universidade de São Paulo (USP). Diretora do Centro de Estudos Palestinos e vice-coordenadora do programa de pós-graduação em História Econômica da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP).Michel SchlesingerRabino brasileiro radicado em Nova York, nos Estados Unidos. Atuou por mais de 20 anos na Congregação Israelita Paulista (CIP).Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
No episódio de hoje do DerivadoCast, a bancada está diferente! Sem o Alezão, recebemos a presença ilustre do Good Nerd para um debate explosivo sobre a tão aguardada estreia de Superman. Prepare-se, porque a opinião está dividida: só um de nós realmente curtiu o filme!
Neste episódio de podcast apontamos as semelhanças e diferenças entre Donald Trump e Adolf Hitler, e comparamos o início de seus respectivos governos.Após a derrota na Primeira Guerra Mundial, a Alemanha se viu completamente destruída. A república recém-criada teve de enfrentar uma hiperinflação e múltiplas tentativas de golpe de Estado.Nesse contexto de crise política e de representação, surgiram grupos radicais de extrema direita. E o líder de um desses grupos, um homem que já soava ridículo para muitos, ascendeu ao poder prometendo fazer a Alemanha grande novamente. Ele passou a perseguir opositores e minoras, enfraqueceu as instituições, e definiu o inimigo número um do povo alemão: os judeus.Quase 100 anos depois, os Estados Unidos elegeram como seu novo presidente um homem considerado ridículo por parte da nação e do mundo. Ele assumiu prometendo trazer o país de volta às glórias, vem perseguindo as instituições democráticas, e definiu que os imigrantes são o inimigo a ser derrotado na América.A Alemanha de Hitler e os Estados Unidos de Trump tem muitas semelhanças, mas muitas diferenças também. É sobre isso o episódio 142 da Rádio Escafandro.Mergulhe mais fundoFaces do Extremo: o Neofascismo nos EUA 1970-2010 (link para download)Entrevistada do episódioTatiana PoggiDoutora em história e professora de História Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo (Niep-Marx), o Laboratório de História Econômico-Social (Polis) e a Rede Direitas História e Memória.Episódios relacionados#79: Os pobres de direita e o futuro da política#126: O futuro (?) com Trump#132: Bilionazis#139: Manual prático para saída à esquerdaFicha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariProdução, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio analisa possíveis saídas para o campo democrático diante do avanço da extrema-direita no Brasil e no mundo.O avanço da extrema-direita com tendências autoritárias tem causado perplexidade no campo democrático, em especial, nos setores mais progressistas. Forças políticas tradicionalmente associadas à esquerda parecem incapazes de se opor de maneira eficiente e duradoura ao avanço de figuras como Donald Trump, Nayib Bukele e Jair Bolsonaro.Para tentar entender o que está por trás desse fenômeno e quais são as saídas para os setores democráticos e de esquerda, conversamos com quatro analistas políticos dividimos o episódio em três partes.Na primeira, são apresentados alguns dos fatores que que ajudaram a extrema direita a se estabelecer. Na segunda, o foco é na criação de um sistema paralelo de comunicação e no uso da desinformação como arma. E, na última, são apresentadas propostas para o futuro da esquerda e a manutenção da democracia.Mergulhe mais fundoMenos Marx, mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil (link para compra)Limites da democracia: De junho de 2013 ao governo Bolsonaro (link para compra)O pobre de direita: A vingança dos bastardos (link para compra)Episódios relacionados#71: Por que votam no mito?#79: Os pobres de direita e o futuro da política#126: O futuro(?) com TrumpEntrevistados do episódioJessé SouzaSociólogo e escritor. Autor de livros como "A elite do atraso" e "O pobre de direita: A vingança dos bastardos".Marcos NobreCientista político, professor do departamento de filosofia da Unicamp e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Autor de "Limites da Democracia", "Como nasce o novo" e "Imobilismo em movimento".Isabela KalilAntropóloga, professora de Ciência Política na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e coordenadora do Observatório da Extrema Direita.Camila RochaDoutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), diretora científica do Centro para Imaginação Crítica (CCI) do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Finalista do Prêmio Jabuti com o livro "Menos Marx mais Mises. O liberalismo e a nova direita no Brasil".Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio de podcast é uma conversa com a jornalista e escritora Juliana Dal Piva, gravada no Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), em maio de 2025.Entre os temas da conversa estão os desafios de se entrevistar torturadores, o que se sabe hoje sobre o assassinato e a ocultação do corpo de Rubens Paiva, e como o retorno desse caso aos holofotes impacta as tentativas de responsabilizar militares torturadores e assassinos, que até hoje seguem impunes.Mergulhe mais fundoCrime Sem Castigo (link para compra)Entrevistada do episódioJuliana Dal PivaJornalista e escritora. Apresentadora do podcast A Vida Secreta de Jair e autora dos livros "O Negócio do Jair" e "Crime Sem Castigo".
Este episódio fala sobre a Jurema, uma planta alucinógena que originou uma religião indígena e que pode revolucionar o tratamento da depressão. Na seiva da Jurema corre uma substância chamada N, N-dimetiltriptamina - a DMT, que acredita-se ser uma das responsáveis pelos nossos sonhos. Ela também está presente na ayahuasca, que, quando ingerida, pode provocar alucinações.A Jurema, porém, vai muito além do seu potencial alucinógeno e se diferencia de outras plantas parecidas. Ela é a protagonista de uma religião ancestral, que se misturou a cultos de matriz africana e passou anos escondida.Neste episódio de podcast, falamos sobre como uma substância psicodélica, que tem o potencial de revolucionar o tratamento de depressão, deu origem a um conjunto de crenças e rituais que se constituem numa das religiões mais brasileiras que existem.Mergulhe mais fundoA Ciência Encantada de Jurema (link para compra)Entrevistados do episódioMarcelo LeiteJornalista de ciência e ambiente, colunista da Folha de S. Paulo, autor de “Psiconautas - Viagens com a Ciência Psicodélica Brasileira”.Luiz AssunçãoDoutor em antropologia e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Draulio AraujoProfessor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Sua atuação é focada nos estudos de alteração de consciência provocados pela ayahuasca e o potencial da substância como antidepressivo.Rodrigo GrünewaldAntropólogo e professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Autor do livro "Jurema".Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás ChiaveriniCânticos entoados por: Joanah Flor e Thulny Fulni-ô
Este episódio mergulha no universo das apostas esportivas e tenta entender o fenômeno das bets no Brasil. As bets foram eleitas pela opinião pública como uma das grandes vilãs do Brasil. De acordo com o Banco Central, beneficiários do Bolsa Família depositaram R$3 bilhões em casas de apostas somente em agosto de 2024. Foram 5 milhões de pessoas apostando, 10% das mais de 50 milhões beneficiadas pelo programa.Os números são alarmantes, e, ao menos desde 2018, as casas de aposta vêm ganhando muito dinheiro dentro do nosso país. Apesar disso, a discussão sobre o mercado de apostas no Congresso e na sociedade civil pouco avançou desde 2018, quando as apostas foram legalizadas em território nacional.Se 80% dos apostadores ficam no prejuízo, por que tantos seguem apostando? Como o Brasil, de acordo com pesquisa da H2 Gambling Capital, se tornou o sétimo maior mercado de apostas no planeta?Neste episódio de podcast, fazemos um mergulho no universo das apostas esportivas, e buscamos entender o porquê de os humanos se interessarem por apostas.Mergulhe mais fundoEm busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas (link para o artigo)Entrevistados do episódioFernando Resende CavalcanteDoutorando em educação física pela Universidade de Brasília (UNB). Autor do artigo "Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas".Daniel LeiteApostador esportivo profissional. Criador do "Guia das Apostas".Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Este episódio parte de golpes com frutas inexistes e ataques a hortas urbanas para mergulhar na nossa relação com aquilo que comemos.O Mercado Municipal de São Paulo já foi um importante entreposto de alimentados da cidade. Hoje, sobrevive como marco arquitetônico e também como armadilha para turistas que caem no conto do sanduíche de mortadela ou na lábia dos vendedores de fruta que cobram preços proibitivos. A partir de uma incursão neste espaço, a jornalista de gastronomia Priscila Pastre investiga como o golpe da fruta do mercadão se relaciona com ataques a uma horta urbana. E reponde o que, afinal, é o famigerado kiwi-banana.Mergulhe mais fundoComida Comum – Neide Rigo (Link para compra)Entrevistados do episódioLuiz Fernando ReversDoutor em Ciências Biológicas e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Neide RigoNutricionista, agricultora urbana e escritora.Ficha técnicaReportagem: Priscila PastreProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Mergulhe no ensino transformador de Deus!
Episódio publicado originalmente em 3 de outubro de 2023. Por que sentimos que não temos tempo para nada? Como o nosso estilo de vida faz parecer que tudo está acelerado? O que o modo de produção capitalista e a economia moderna têm a ver com essa percepção? E como isso se relaciona com a entropia: um dos conceitos mais interessantes, misteriosos e importantes da física. Mergulhe mais fundo Sem tempo para nada (link para compra) Entropia Social: Uma termovisão do mundo Episódio relacionado #43 – Corra, humano, corra! Entrevistados do Episódio Luiz Mauro Sá Martino Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero e autor do livro “em tempo para nada: Como tudo ficou acelerado, por que estamos tão cansados e as alternativas realistas para mudar” (Vozes, 2022). Luiz Tadeu Fernandes Eleno Professor da Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP), doutor em ciência e engenharia de materiais, pós doutor em física. Ficha técnica do episódio Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Apoio de produção: Ana Carolina Maciel. Apoio de edição: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Neste episódio, o antropólogo Piero Leirner analisa a tentativa de golpe bolsonarista e o relatório elaborado pela Polícia Federal, e propõe uma visão diferente da versão oficial. Em um relatório de mais de 800 páginas, a Polícia Federal esmiuçou os detalhes do plano golpista tramado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados durante 2022 e 2023. A ideia, de acordo com o documento, era assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, e o ministro do STF Alexandre de Moraes, além de, claro, manter Bolsonaro no poder. O relatório se baseia em documentos, conversas e depoimentos coletados de membros do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. No fim, pelo relatório, é possível se concluir que as Forças Armadas salvaram a democracia do Brasil pois não aderiram ao golpe. Mas será que é isso mesmo? E se, na verdade, as Forças Armadas elaboraram um plano que vai muito além de uma tentativa de golpe frustrada? Neste episódio, falamos sobre a tentativa de golpe bolsonarista e sobre o relatório da Polícia Federal, analisando o que está por trás das narrativas oficiais. Mergulhe mais fundo O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica (link para compra) Entrevistado do episódio Piero Leirner Antropólogo, professor titular da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de antropologia, com ênfase em antropologia da guerra e em sistemas hierárquicos, atuando principalmente nos seguintes temas: hierarquia, individualismo, estado, guerra e militares. É autor do livro “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica” (Alameda Casa Editorial, 2020). Episódios relacionados 70: Os generais e o cerco a Brasília 109: General bom, general mau Ficha técnica Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Locução adicional: Priscila Pastre. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Este episódio de podcast fala sobre a produtora audiovisual de direita Brasil Paralelo, em especial sobre como ela vem investindo em educação. A Brasil Paralelo é famosa por documentários reacionários que tratam de temas como armas de fogo, aquecimento global e história do Brasil. Além de disponibilizar este conteúdo no YouTube, a produtora também tem um canal de streaming, onde os assinantes encontram uma gama maior de produtos. Mais recentemente, sem fazer alarde, a Brasil Paralelo tem investido também em educação. Numa parceria com o Intercept Brasil, tivemos acesso a áudios secretos da produtora. Eles revelam como a Brasil Paralelo tem distribuído seu material por centenas de escolas e instituições de caridade. Entrevistada do episódio Renata Nagamine Mestre em direito, pós-doutoranda no Núcleo de Religiões no Mundo Contemporâneo/Cebrap (Bolsa Fapesp 2022/16449-6) Mergulhe mais fundo #31 – Profundezas da rede – Capítulo 1: O Tabuleiro Ficha técnica Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Reportagem: Paulo Motoryn e Tatiana Dias. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.