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Desde a passada quinta-feira, está lançada na Guiné-Bissau a campanha de informação em torno da nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo dia 30 de Agosto. Enquanto o Conselho Nacional de Transição tem apelado ao voto 'Sim' alegando que o texto garante uma maior estabilidade politica ao país, algumas vozes da sociedade civil têm levantado dúvidas sobre o texto e a própria legalidade da organização desta consulta popular. Nesta segunda-feira, Carmelita Pires, jurista e antiga Ministra da Justiça da Guiné-Bissau, publicou nas redes sociais um apelo ao boicote do referendo, ou em segunda instância, ao voto 'Não', após expor as suas reservas sobre a legitimidade da organização do referendo por emanar de uma entidade que tomou o poder pela força, os moldes da fiscalização da consulta e ainda o universo de eleitores que abrange. Na sua publicação, Carmelita Pires sublinha também e sobretudo não ver a utilidade de se organizar um referendo, dado que a nova Constituição -a que chama de 'Constituição Militar'- já foi adoptada pelo Conselho Nacional de Transição e inclusivamente está inscrita no Boletim Oficial da República da Guiné-Bissau desde finais de Fevereiro. RFI: Antes de abordarmos o conteúdo da nova Constituição, o que se pode dizer sobre os moldes do referendo? Carmelita Pires: Estamos perante uma ruptura da ordem constitucional. Nós temos uma Constituição vigente na Guiné-Bissau. Um golpe de Estado que, de repente, quer-se transformar em poder constituinte. E como se não bastasse, já que se refere à questão da organização, a verdade é que, tendo isto tudo na base, nós até nem sabemos o que é que vamos votar. Porque veja bem, se é que vamos votar um referendo, mas de uma Constituição que, entretanto, já está no nosso Boletim Oficial que dá vigor e eficácia a esse acto supostamente jurídico desde 24 de Fevereiro de 2026. A organização é o poder de facto que está a controlar tudo mesmo. Não há hipótese de fiscalização nenhuma porque, em última análise, aquilo que é a fiscalização prévia cabe ao Supremo Tribunal de Justiça, que foi assaltado por militares, como nós sabemos. A participação da diáspora está fora. Completamente. Nós nem sequer conseguimos saber o que é o número de eleitores. E caricatamente, nas vésperas, a semana passada, eles resolveram substituir o cartão dos eleitores por uma espécie de segunda via. Tudo isto indicia uma fraude. RFI: Citou uma série de textos que prevêem, nomeadamente, que não se possa organizar uma consulta popular entre a data em que se marquem eleições e a própria realização de eleições. Menciona igualmente que também não possa haver uma nova remodelação da Lei Suprema guineense antes do prazo de dez anos. Carmelita Pires: Refere-se a duas questões diferentes. Refere-se à própria Constituição que supostamente vai ser submetida a um referendo popular. Eles nessa Constituição, dizem que são dez anos. Ou seja, a própria Constituição, nós estamos a falar, desde a sua origem, que a nossa Constituição de proclamação unilateral do Estado de 1973 e todas as outras, mesmo depois de nós aderirmos à democratização do nosso país, um sistema multipartidário tem os seus mecanismos próprios de prever a revisão. Ora, isto é um bloqueio total do Estado. Isto é, conforme o sistema que eles estão a prever neste tal texto da 'Constituição Militar', é bloquear mesmo o próximo poder que possa surtir das tais eleições que eles próprios também marcaram. A outra questão é na própria lei de referendo. A lei de referendo prevê um prazo de marcação do referendo. Quer dizer que durante um determinado período que a própria lei reconhece, não é possível a convocação e realização do referendo. Refiro-me concretamente ao Artigo 9.º n.°1. Quando este referendo foi convocado, as eleições já estavam formalmente marcadas há quase seis meses. Portanto, tanto a convocação como a realização prevista do referendo situa-se num período que o Artigo 9.º n.°1 da própria lei que eles fizeram, proíbe. RFI: Também menciona no seu 'post' a questão da fiscalização das entidades que vão estar a vigiar este referendo. Carmelita Pires: Efectivamente é mais complicado. Porque qual é que é a fiscalização? Mandou-se a fiscalização prévia para o Supremo Tribunal de Justiça. Volto a dizer, os órgãos de soberania foram todos assaltados antes do tal golpe de Estado. Este Conselho Nacional de Transição vem só confirmar tudo o que já tinha sido apropriado. Então, eles dizem que dá-se ao Supremo Tribunal a fiscalização prévia na veste do Tribunal Constitucional que não existe, veja só. Mas a iniciativa tem que ser requerida pelo Presidente da República de Transição, o militar Presidente da República. Existem também, na própria lei, mecanismos de reclamação e recurso de participação civil, mas muito ténues. Quando, todavia, permanece a questão de que há fiscalização autónoma efectiva, não existe por parte das forças políticas, de organizações independentes do poder que estão a promover este referendo. Tudo suscita muitas dúvidas. Não está nada clara a questão da fiscalização. RFI: E lá está, em simultâneo com o lançamento da campanha de sensibilização sobre este referendo, também se dá posse aos novos juízes conselheiros do Supremo Tribunal. Isto é um mero acaso de calendário, a seu ver? Carmelita Pires: Não, a meu ver, não é um mero acaso. É deliberado. E voltamos sempre a essa questão no Supremo Tribunal ter sido assaltado por homens armados, compulsivamente retirado o seu presidente. Depois, engenharias foram feitas para que se pusesse no topo da cadeia da magistratura do nosso país magistrados que sejam simpatizantes do 'status quo'. E ainda por cima são doze. Mas neste momento, estão empossados oito e parece que se fecha assim. Portanto, não se está a observar sequer a lei do Conselho Superior de Magistratura sobre estas questões, nem sequer a nossa lei judiciária e todas as prerrogativas do Supremo Tribunal. Isto é dramático. O termo, acho que é mesmo esse. Isto é dramático, a forma como estão a ser destruídas as instituições da República, particularmente aquela que é o topo, o cimo da cadeia da Justiça da Guiné-Bissau. RFI: Sobre o conteúdo desse novo texto submetido a referendo, evocou-se muito no espaço público guineense o facto de se fazer algumas alterações no parlamento guineense, que passa a ter menos deputados do que na anterior Constituição. Carmelita Pires: Entrar nesta Constituição que eu chamo 'Constituição Militar', se a origem está viciada, por que razão nós vamos nos dar ao trabalho? Nós, particularmente, que temos esta formação específica de estar a analisá-la. Mas posso lhe só dizer que, enfim, nós estamos a falar de 30 e tal artigos na Constituição vigente e vamos para quatro ou cinco vezes mais do que isso. É uma espécie de "copié-collé" (copy-paste), pega-se no nosso sistema semipresidencial que, já por si, tinha pendor presidencial, em que o presidente já tinha uma série de prerrogativas. Uma delas é presidir o Conselho de ministros como bem entendesse, porque é uma Constituição também feita para uma transição democrática, mas em que estávamos num Estado de partido único, de um poder absoluto. Também já tem as suas anomalias e é natural que nós não estamos contra isto, de que já é chegado o momento, tanto mais que é uma manta de retalhos, para nós irmos para a liberação económica política. E queríamos fazer, mas não nestes termos, porque a sua origem está viciada à partida. E enfim, tem uma série de situações que saem logo ao de cima. Vê-se que é a preocupação do regime, como é o caso, de obrigar quem se candidatar à presidência, tem que estabelecer cinco anos de residência, no mínimo. Parece, aliás, caricatamente, que o próprio ex-presidente com o qual eles estão a trabalhar, também lhe apanha, se for o caso, quando falarmos das próximas eleições. Mantém no poder os órgãos instituídos pela Carta de Transição, nesta nova Constituição militar, até à posse dos futuros titulares dos órgãos de soberania. Ou seja, os órgãos nascidos depois de uma ruptura produzem um texto que é esta Constituição Militar que passa a fundamentar a sua própria permanência no poder. E vão mais longe ainda: impedem, conforme nós dissemos, qualquer nova revisão constitucional em dez anos. Alteram a Constituição depois de uma ruptura militar e pretendem impedir que futuros representantes democraticamente eleitos pelo povo possam revê-la numa década. Admite-se? Isto é, só trazendo ao de cima as coisas mais flagrantes. Mas quando a origem em si da própria Constituição Militar é imposta, é uma interrupção coerciva do processo eleitoral, porque o povo guineense votou a 23 de Novembro de 2025 e depois vem com esta justificação de que dão este golpe pelas imensas razões que eles próprios invocaram e não se sabe em que Constituição é que nós estamos neste momento a navegar. A 'Constituição Militar' é um Golpe de Estado que vai transformar-se em poder constituinte. Quem toma o poder pelas armas não adquire, por esse facto, legitimidade para substituir a Constituição da República e criar uma nova ordem constitucional. Isto é mais que evidente. RFI: Este fim-de-semana, o Presidente de transição, o general Horta Inta-A, disse que o referendo a esta Constituição não visa permitir o regresso de Sissoco Embaló ao poder. Carmelita Pires: Bom, isso são suspeições que caem sobre eles. É gente do Sissoco. O actual Presidente militar esteve em campanha, por Sissoco Embaló, o ex-Presidente. Quando viram que as pessoas estavam a falar por demais ali, puseram nas instituições públicas a fotografia do tal Presidente autoproclamado. E não é só isso. É que não só o próprio Presidente, porque aquilo é pequeno. O chefe de Estado das Forças Armadas, o ex-presidente o tinha posto como chefe de Estado-Maior particular das suas forças. Temos milícias que estão sob a tutela de comandos ou milícias constituídas pelo ex-presidente e temos 30 e tal pessoas que são nomeadas para este tal governo de transição, como para a tal Assembleia forjada, que são pessoas afectas -inclusive posso dizer isto- até do ponto de vista étnico, ao Presidente deposto. Portanto, é natural que ao guineense lhe surjam suspeições. Suspeições sérias. Mas acho que não é só os guineenses. A própria comunidade internacional, porque as Nações Unidas estão lá. A União Africana está lá, a CEDEAO está lá. Todos vêem estas questões porque são flagrantes. RFI: Por fim, no seu 'post', apela à resistência do povo guineense. Apela à abstenção. A seu ver, de que modo é que os eleitores guineenses deveriam actuar no dia 30 de Agosto? Carmelita Pires: Tivemos algumas dúvidas metódicas em relação a um bloqueio total perante tudo o que eu acabei de lhe dizer. Ou então dizer às pessoas vão votar e vão votar 'Não'. Isto porque, veja bem que naquela altura, também para as eleições que eles recusaram até hoje reconhecer, apesar de a CNE já estar outra vez a funcionar, porque é que eles deram um golpe e não protegeram a CNE? Mas agora, já se protege para o tal referendo, não é? Bom, acontece que já nessa altura nós dizíamos como é que vamos a eleições quando estavam a destruir os partidos, não aceitavam determinadas candidaturas. Foi o que foi. E mesmo assim fomos e ganhou-se com maioria. Foram as primeiras eleições na Guiné-Bissau em que, logo à primeira volta de umas presidenciais, já não haveria segunda volta porque se tinha atingido um resultado que nunca tinha sido atingido. Mesmo assim, foi o que foi. Então, é natural que, neste momento, a gente diga 'Não'. Se calhar é melhor bloquear já, porque temos estes dados todos. O reverso da medalha é assim: se a coisa já estiver feita e estiver tudo pronto, como é o caso, de se publicar uma Constituição que já está em vigor supostamente porque essa é a regra jurídica no nosso país, já está tudo arranjado. Então, talvez também sugerir às pessoas, as tais que não desobedecerem, as tais que não boicotarem, que continuem uma resistência cívica. Ou seja, se forem votar, que votem 'Não', com algum receio de que eles aproveitem as pessoas a ir votar no tal dia e possam beneficiar das imagens, para dizer que está tudo bem no nosso país, quando não está. Aí está o apelo à resistência. Não saiam de casa. Isto é tudo o que tem a ver com desvirtuar completamente a proclamação daquele Estado e tudo o que são as instituições e a soberania do país. Ao mesmo tempo, dizer também que se acharem mesmo que têm que ir votar, pelo menos votem 'Não'. 'Não' há Constituição militar, 'Não' ao referendo militar e 'Não' à substituição da Constituição pela força das armas.
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Roberto J. Ellis, nacido en 1899, ofrece un recorrido íntimo y detallado por el Cordón de principios del siglo XX, desde su propia memoria de vecino. Sus relatos trazan la vida familiar y vecinal: colegios, familias destacadas, comercios, plazas y esa cotidianeidad que definía la identidad montevideana. Ellis conecta nombres, calles y anécdotas con una precisión sorprendente, evocando escenas domésticas —jardines con glicinas, helados en carritos, patios perfumados— y sucesos colectivos, como incendios en cuarteles y la llegada de los tranvías eléctricos. El tono es esencialmente nostálgico e informativo: además de recuerdos personales, Ellis aporta datos históricos sobre edificios y trasformaciones urbanas (la universidad, instituciones sanitarias, estaciones y talleres). Menciona personajes locales —desde maestras y curas hasta vendedores y “la cotorrita del Cordón”— que dan vida a un barrio en transición, donde la modernidad (tranvías eléctricos, telégrafo) convive con costumbres tradicionales. El relato funciona a la vez como crónica afectiva y documento de memoria urbana.
El Pastor Carlos Stahl aborda generalidades acerca de Jezabel según las Escrituras.
El director del Festival Internacional de Jazz, David Martínez, detalla la vigesimoctava edición, un evento cultural que se celebra desde el 26 de junio extiende hasta el 24 de julio. Describe una cartelera sumamente ecléctica, destacando que, además del jazz, el público puede disfrutar de géneros como el soul, blues y gospel. Menciona figuras de renombre internacional, como Pat Metheny y Dave Weckl, y talentos emergentes que se presentarán en el emblemático Auditorio del Parque Almansa. La organización busca no solo atraer a expertos, sino también invitar a los asistentes a descubrir nuevos artistas en un ambiente festivo. Finalmente, se informa sobre la disponibilidad de entradas, abonos y conciertos gratuitos, consolidando a la localidad como un referente musical del verano.
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En este episodio de Marcogeek El podcast, el autor reflexiona sobre la obsolescencia programada y cómo la calidad de los productos influye en su vida útil. A continuación, los puntos clave tratados: Calidad vs. Precio: El autor argumenta que, aunque un producto de gama alta pueda costar el doble o triple que uno de gama media, su calidad y durabilidad suelen ser muy superiores, convirtiéndose en una inversión a largo plazo en lugar de un gasto recurrente [03:31]. Ejemplos de durabilidad: Menciona casos personales, como una camiseta de la marca Puma que conserva desde hace 30 años o un polo Lacoste con 8 años en perfecto estado, contrastándolos con ropa más barata que dura mucho menos [01:12]. Tecnología personal: Explica que actualmente se siente satisfecho con sus dispositivos (tablet S8 Plus, móvil S25 Ultra, auriculares Huawei y gafas Piture Pro) y no siente la necesidad de renovarlos porque cumplen su función perfectamente, desafiando la idea de consumir por consumir [05:38]. El ahorro de "lo caro": Utiliza el ejemplo de una nevera para explicar que comprar el modelo más barato puede resultar más costoso debido al consumo energético y la falta de garantía extendida (algunas marcas ofrecen hasta 10 años frente a los 2 básicos) [10:23]. Obsolescencia por componentes: Sugiere que muchos productos económicos no tienen una obsolescencia "programada" por software, sino que simplemente están fabricados con materiales de tan baja calidad que su rotura es inevitable en poco tiempo [12:30]. Caso de las impresoras: Comparte una anécdota sobre cómo tuvo que hackear el software de unas impresoras básicas que dejaron de funcionar por una limitación programada, logrando así extender su vida útil para trabajos de imprenta [13:08]. El video concluye con un consejo: siempre que sea posible, es mejor optar por productos de calidad contrastada o con buenas opiniones, ya que a la larga resultan más rentables y sostenibles.
En este episodio de Marcogeek El podcast, el autor reflexiona sobre la obsolescencia programada y cómo la calidad de los productos influye en su vida útil. A continuación, los puntos clave tratados: Calidad vs. Precio: El autor argumenta que, aunque un producto de gama alta pueda costar el doble o triple que uno de gama media, su calidad y durabilidad suelen ser muy superiores, convirtiéndose en una inversión a largo plazo en lugar de un gasto recurrente [03:31]. Ejemplos de durabilidad: Menciona casos personales, como una camiseta de la marca Puma que conserva desde hace 30 años o un polo Lacoste con 8 años en perfecto estado, contrastándolos con ropa más barata que dura mucho menos [01:12]. Tecnología personal: Explica que actualmente se siente satisfecho con sus dispositivos (tablet S8 Plus, móvil S25 Ultra, auriculares Huawei y gafas Piture Pro) y no siente la necesidad de renovarlos porque cumplen su función perfectamente, desafiando la idea de consumir por consumir [05:38]. El ahorro de "lo caro": Utiliza el ejemplo de una nevera para explicar que comprar el modelo más barato puede resultar más costoso debido al consumo energético y la falta de garantía extendida (algunas marcas ofrecen hasta 10 años frente a los 2 básicos) [10:23]. Obsolescencia por componentes: Sugiere que muchos productos económicos no tienen una obsolescencia "programada" por software, sino que simplemente están fabricados con materiales de tan baja calidad que su rotura es inevitable en poco tiempo [12:30]. Caso de las impresoras: Comparte una anécdota sobre cómo tuvo que hackear el software de unas impresoras básicas que dejaron de funcionar por una limitación programada, logrando así extender su vida útil para trabajos de imprenta [13:08]. El video concluye con un consejo: siempre que sea posible, es mejor optar por productos de calidad contrastada o con buenas opiniones, ya que a la larga resultan más rentables y sostenibles.
El Salmo 91 no es un amuleto, es una invitación a vivir bajo el abrigo de Dios. En este devocional descubrirás cuáles son esos peligros espirituales que intentan destruir, desviar y hacer caer al creyente, y por qué nuestra verdadera protección está en permanecer bajo la sombra del Altísimo.
Resumen Gemini: Este es un resumen del videopodcast de Marcogeek publicado el 12 de mayo de 2026: El episodio se desarrolla en un ambiente relajado en Yecla, donde el autor reflexiona sobre diversas experiencias personales y culturales mientras disfruta del entorno. Puntos clave del episodio: Entorno y Viaje: El autor graba desde un parque en Yecla, destacando la belleza de un árbol peculiar y el sonido relajante de una fuente [00:07]. Menciona su viaje en coche desde Marbella y recomienda el restaurante El Polear, cerca de Villanueva del Trabuco [01:05]. Análisis de "La vida de Chuck": Durante su parada para comer, volvió a ver esta película y reflexiona sobre cómo los personajes reaccionan ante el fin del mundo. Destaca la tendencia humana a idealizar relaciones del pasado (noviazgos de instituto) tras muchos años de ausencia [02:49] y la ironía de volver con "lo malo conocido" ante un apocalipsis [04:01]. Reflexión sobre Internet: Comenta lo diferente y menos frenética que era la vida antes de la red [04:33]. Menciona con humor una escena de la película donde un personaje se angustia más por la caída de una página de adultos que por el fin del mundo, señalando cómo cada persona prioriza sus intereses de forma distinta [05:08]. Ficción Sonora y Hércules Poirot: Durante su viaje, escuchó a través de Audible la obra El misterioso caso de Styles de Agatha Christie. Destaca la calidad de la ficción sonora por su capacidad de recrear ambientes (sonidos de pasos, cristales rotos, etc.) y menciona que es la primera novela donde aparece el personaje de Poirot [08:04]. Filosofía de Vida: El autor concluye el podcast mencionando un mensaje que encontró en una etiqueta de té: "saborea cada momento". Termina compartiendo su disfrute por los sonidos del agua, los pájaros y los niños jugando en el parque [09:50]. El vídeo fue grabado utilizando un Samsung Galaxy S25 Ultra, aprovechando sus funciones de inteligencia artificial para mejorar el audio ambiente [05:44]. Enlace al vídeo: 10 de mayo de 2026
Resumen Gemini: Este es un resumen del videopodcast de Marcogeek publicado el 12 de mayo de 2026: El episodio se desarrolla en un ambiente relajado en Yecla, donde el autor reflexiona sobre diversas experiencias personales y culturales mientras disfruta del entorno. Puntos clave del episodio: Entorno y Viaje: El autor graba desde un parque en Yecla, destacando la belleza de un árbol peculiar y el sonido relajante de una fuente [00:07]. Menciona su viaje en coche desde Marbella y recomienda el restaurante El Polear, cerca de Villanueva del Trabuco [01:05]. Análisis de "La vida de Chuck": Durante su parada para comer, volvió a ver esta película y reflexiona sobre cómo los personajes reaccionan ante el fin del mundo. Destaca la tendencia humana a idealizar relaciones del pasado (noviazgos de instituto) tras muchos años de ausencia [02:49] y la ironía de volver con "lo malo conocido" ante un apocalipsis [04:01]. Reflexión sobre Internet: Comenta lo diferente y menos frenética que era la vida antes de la red [04:33]. Menciona con humor una escena de la película donde un personaje se angustia más por la caída de una página de adultos que por el fin del mundo, señalando cómo cada persona prioriza sus intereses de forma distinta [05:08]. Ficción Sonora y Hércules Poirot: Durante su viaje, escuchó a través de Audible la obra El misterioso caso de Styles de Agatha Christie. Destaca la calidad de la ficción sonora por su capacidad de recrear ambientes (sonidos de pasos, cristales rotos, etc.) y menciona que es la primera novela donde aparece el personaje de Poirot [08:04]. Filosofía de Vida: El autor concluye el podcast mencionando un mensaje que encontró en una etiqueta de té: "saborea cada momento". Termina compartiendo su disfrute por los sonidos del agua, los pájaros y los niños jugando en el parque [09:50]. El vídeo fue grabado utilizando un Samsung Galaxy S25 Ultra, aprovechando sus funciones de inteligencia artificial para mejorar el audio ambiente [05:44]. Enlace al vídeo: 10 de mayo de 2026
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Charlamos con Mauro Canale cinturon negro de jiujitsu y responsable del programa Guardian Cualiacan que le da entrenamiendo gratuito a niños y jovenes en posicion vulnerable. Este episodio es traído a ustedes gracias aBODEGA BJJ. La tienda de mayor confianza y repertorio de todo México. Ya sea que necesites un gi, equipo nogi, para entrenar en casa y mucho mas, mándales mensaje a Bodega BJJ en redes sociales. Menciona el podcast y te mandan un parche de PG Gratis!PRESION & DIAMANTES. Apparel de jiujitsu lifestyle con el slogan Perseverar bajo presión» Entra a su pagina web y encuentra también equipo nogi y mucho mas con gran estilo, alta calidad a precios razonables. Usa el codigo PASANDOGUARDIAKINGZ MEXICO. Una de las marcas de mayor prestigio en el mundo del jiujitsu llega a México. Ordena tu producto usando el código PASANDOGUARDIA para un descuento y un regalo.JIUJITEIRO MEXICO. Ya esta al fin aquí esta marca reconocida por sus diseños elegantes y durabilidad. Usa el Código PASANDOGUARDIA
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Miguel Chávez retoma el podcast tras una temporada de viajes a trade shows y clases, agradece la retroalimentación y explica que el contenido es técnico y debe adaptarse a cada mercado. Presenta el tema “cómo dejar de ser un piscinero helicóptero”, inspirado en el concepto de helicopter parenting, para describir hábitos de sobreintervención en el mantenimiento que resultan estresantes, contraproducentes y poco rentables. Señala como primer hábito la sobrecorrección del pH y el uso excesivo de ácido muriático, insistiendo en que el pH fluctúa y suele seguir a la alcalinidad; también enfatiza el equilibrio del agua como una balanza (índice de saturación de Langelier) y que en invierno un pH más alto puede ser aceptable. Menciona otros hábitos: mantener la piscina cubierta todo el tiempo, instalar sistemas conflictivos (sal/AOP/ozono), sobredosificar cloro sin entender objetivos y efectos (líquido, tabletas, cal-hypo), y depender de metales/algicidas que pueden causar manchas y ciclos de fosfatos. Anuncia un próximo episodio para profundizar en pH, alcalinidad y balance hídrico. Conectate con nosotros! Contacto Artículos educativos Youtube Unete a nuestro grupo en facebook Instagram Tiktok CRYSTAL AGENTE IA
En este episodio charlamos con el Mexicano Chuy Magaña que en estos momentos esta por disputar el bracket de finales del PGF league. Nos habla de sus inicios, sus procesos de entrenamiento, mentalidad, su vida actual en Las Vegas y mas. Este episodio es traido a ustedes gracias a:BODEGA BJJ. La tienda de mayor confianza y repertorio de todo México. Ya sea que necesites un gi, equipo nogi, para entrenar en casa y mucho mas, mándales mensaje a Bodega BJJ en redes sociales. Menciona el podcast y te mandan un parche de PG Gratis!PRESION & DIAMANTES. Apparel de jiujitsu lifestyle con el slogan Perseverar bajo presión» Entra a su pagina web y encuentra también equipo nogi y mucho mas con gran estilo, alta calidad a precios razonables. Usa el codigo PASANDOGUARDIAKINGZ MEXICO. Una de las marcas de mayor prestigio en el mundo del jiujitsu llega a México. Ordena tu producto usando el código PASANDOGUARDIA para un descuento y un regalo.JIUJITEIRO MEXICO. Ya esta al fin aquí esta marca reconocida por sus diseños elegantes y durabilidad. Usa el Código PASANDOGUARDIA
El programa aborda temas históricos y religiosos. Miguel Ángel Almodóvar reconstruye el menú de la Última Cena, indicando, según Benedicto XVI, que no es en Pascua, sin cordero. Jesús y discípulos comen hierbas amargas, sardinas de Galilea, pan ácimo y jaroset. Con la tercera copa de vino, Jesús establece la Eucaristía. La cena, de carácter judío, se realiza reclinados, con las manos, y cuenta con al menos cinco mujeres. Jesús prioriza la intención sobre el ritual, y el pan y vino son esenciales, el último una bebida segura. Paula Vega, misionera digital de "Llámame Yumi", estudia a las mujeres bíblicas, figuras a menudo infravaloradas. Menciona a Eva como central en la relación humana, a Sara con sus luchas, a Rut como extranjera fiel en la genealogía de Jesús, a María de Nazaret por su misión, y a María Magdalena, primera en anunciar la Resurrección y "apóstol de apóstoles", desmintiendo el mito de prostituta. Su mensaje promueve una comprensión profunda de la Biblia. Javier ...
Sophia Huett, Especialista en seguridad nacional y ex Secretaria Ejecutiva del Sistema Estatal de Seguridad Pública en el estado de Guanajuato
El Tribunal Supremo de EE.UU. paraliza gran parte de los aranceles de Donald Trump, quien anuncia un nuevo gravamen global del 10%. En Venezuela, el parlamento aprueba amnistía a presos políticos; España insta a la UE a levantar sanciones a Delcy Rodríguez. Los crímenes machistas triplican en España; expertos piden mejorar valoración de riesgo y más prisión preventiva. Se lanza biografía de Carlos Marín (Il Divo), fallecido por COVID-19 en 2021 a los 53 años, destacando su talento y el éxito global del grupo. El Dr. Darío Fernández explica que los ronquidos son síntoma de flacidez muscular en la garganta, diferenciando simples de patológicos (asociados a apneas). Menciona remedios caseros (cenas ligeras, suero salino, humidificadores) y tratamientos (dispositivo de adelantamiento mandibular, CPAP), además de ejercicios para tonificar el paladar. Patricia, con diabetes tipo 1 desde los siete años, gestiona glucosa e insulina diariamente, enfatizando la carga mental. Con control ...
Material contendo referências ao ministro foi entregue pela PF ao presidente do STF, Edson Fachin, que intimou o colega a se explicar. Toffoli diz ser alvo de ilações e que pagamento se referia à venda de parte de um resort a fundo ligado ao Master. Pesquisa Genial/Quaest confirma polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro na corrida presidencial. Empresas brasileiras vão liderar investimentos em IA em 2026, aponta estudo. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/tw4Stc31-lM En este vidéo, César Vidal analiza las implicaciones del reciente encuentro anual del Foro de Davos y su relación con la política de Donald Trump, así como el papel de grandes fondos de inversión y corporaciones tecnológicas en la gobernanza global. Vidal califica el Foro de Davos como una reunión despótica y no democrática de magnates globales que buscan ordenar el mundo a su capricho (0:22). Explica cómo el poder financiero de entidades como BlackRock supera al de la mayoría de las naciones, permitiéndoles influir enormemente en la política y la economía mundiales (3:23). También aborda la postura de Donald Trump frente a la agenda globalista, sugiriendo que busca sustituirla por un proyecto imperial estadounidense (10:00). Además, discute cómo el Consejo de Paz propuesto por Trump intenta crear una ONU paralela para supervisar la paz global, con él mismo como figura central (20:41). A continuación, los puntos claves del análisis: El Foro de Davos y la Agenda Globalista. • Naturaleza del Foro: Vidal describe a Davos como un ente "autodesignado" y poco democrático, compuesto por magnates y fondos de inversión que buscan ordenar el mundo según sus intereses [00:26] • Poder de BlackRock: Destaca que el foro está liderado actualmente por Larry Fink, jefe de BlackRock, un fondo que gestiona más dinero que el presupuesto de casi cualquier nación, lo que le otorga un poder político y social inmenso sobre estados como España [03:23], [04:14]. • Reposicionamiento: Ante el regreso de Donald Trump, los líderes de Davos intentan adaptar su discurso para mantener su influencia mientras se acomodan a la nueva realidad política de EE. UU. [01:41]. Donald Trump y su Proyecto Imperial • Choque de visiones: Trump representa un desafío a la agenda globalista tradicional en temas como la ideología de género y la soberanía nacional [07:43]. • "Matonismo Político": Vidal critica la postura de Trump hacia el libre mercado, señalando que utiliza amenazas de aranceles (como a Canadá) para controlar con quién comercian sus aliados, lo cual considera la negación de la economía de mercado [10:13], [10:52]. • Consejo de Paz de Trump: Analiza la propuesta de Trump de crear una suerte de "ONU paralela" o consejo de paz donde él sería presidente vitalicio y los países participantes deberían pagar cuotas millonarias para pertenecer [24:54], [26:34]. Figuras Políticas e Influencia Corporativa • Javier Milei: Vidal expresa preocupación por la política de Milei en Argentina, sugiriendo que su discurso sobre la explotación de recursos naturales podría facilitar el saqueo de las riquezas del país por parte de multinacionales [05:40], [06:18]. • Control de la Información: Menciona el poder de empresas como Palantir y las grandes tecnológicas, que bajo el pretexto de defender las instituciones, terminan imponiendo una censura creciente y un discurso oficial uniforme [11:51], [16:45]. Reflexión Final Finalmente, el análisis subraya el inmenso poder de las grandes tecnológicas y el complejo militar-industrial (11:51), concluyendo que el establecimiento de un sistema único mundial es difícil, aunque la agenda globalista ha avanzado mucho en Occidente (30:08). Vidal concluye cuestionando las teorías sobre un "Nuevo Orden Mundial" único, señalando que el mundo es un tablero diversificado con múltiples fuentes de poder en conflicto [29:50]. Desde una perspectiva bíblica, hace un llamado a los cristianos a no perder el tiempo en especulaciones sobre "señales de los tiempos" y enfocarse en ser "testigos de Jesús" y "sal y luz" en la sociedad. [36:03], [37:22].Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd-emisora-cristiana--3279340/support.
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Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/tw4Stc31-lM En este vidéo, César Vidal analiza las implicaciones del reciente encuentro anual del Foro de Davos y su relación con la política de Donald Trump, así como el papel de grandes fondos de inversión y corporaciones tecnológicas en la gobernanza global. Vidal califica el Foro de Davos como una reunión despótica y no democrática de magnates globales que buscan ordenar el mundo a su capricho (0:22). Explica cómo el poder financiero de entidades como BlackRock supera al de la mayoría de las naciones, permitiéndoles influir enormemente en la política y la economía mundiales (3:23). También aborda la postura de Donald Trump frente a la agenda globalista, sugiriendo que busca sustituirla por un proyecto imperial estadounidense (10:00). Además, discute cómo el Consejo de Paz propuesto por Trump intenta crear una ONU paralela para supervisar la paz global, con él mismo como figura central (20:41). A continuación, los puntos claves del análisis: El Foro de Davos y la Agenda Globalista. • Naturaleza del Foro: Vidal describe a Davos como un ente "autodesignado" y poco democrático, compuesto por magnates y fondos de inversión que buscan ordenar el mundo según sus intereses [00:26] • Poder de BlackRock: Destaca que el foro está liderado actualmente por Larry Fink, jefe de BlackRock, un fondo que gestiona más dinero que el presupuesto de casi cualquier nación, lo que le otorga un poder político y social inmenso sobre estados como España [03:23], [04:14]. • Reposicionamiento: Ante el regreso de Donald Trump, los líderes de Davos intentan adaptar su discurso para mantener su influencia mientras se acomodan a la nueva realidad política de EE. UU. [01:41]. Donald Trump y su Proyecto Imperial • Choque de visiones: Trump representa un desafío a la agenda globalista tradicional en temas como la ideología de género y la soberanía nacional [07:43]. • "Matonismo Político": Vidal critica la postura de Trump hacia el libre mercado, señalando que utiliza amenazas de aranceles (como a Canadá) para controlar con quién comercian sus aliados, lo cual considera la negación de la economía de mercado [10:13], [10:52]. • Consejo de Paz de Trump: Analiza la propuesta de Trump de crear una suerte de "ONU paralela" o consejo de paz donde él sería presidente vitalicio y los países participantes deberían pagar cuotas millonarias para pertenecer [24:54], [26:34]. Figuras Políticas e Influencia Corporativa • Javier Milei: Vidal expresa preocupación por la política de Milei en Argentina, sugiriendo que su discurso sobre la explotación de recursos naturales podría facilitar el saqueo de las riquezas del país por parte de multinacionales [05:40], [06:18]. • Control de la Información: Menciona el poder de empresas como Palantir y las grandes tecnológicas, que bajo el pretexto de defender las instituciones, terminan imponiendo una censura creciente y un discurso oficial uniforme [11:51], [16:45]. Reflexión Final Finalmente, el análisis subraya el inmenso poder de las grandes tecnológicas y el complejo militar-industrial (11:51), concluyendo que el establecimiento de un sistema único mundial es difícil, aunque la agenda globalista ha avanzado mucho en Occidente (30:08). Vidal concluye cuestionando las teorías sobre un "Nuevo Orden Mundial" único, señalando que el mundo es un tablero diversificado con múltiples fuentes de poder en conflicto [29:50]. Desde una perspectiva bíblica, hace un llamado a los cristianos a no perder el tiempo en especulaciones sobre "señales de los tiempos" y enfocarse en ser "testigos de Jesús" y "sal y luz" en la sociedad. [36:03], [37:22].Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.
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Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/tw4Stc31-lM En este vidéo, César Vidal analiza las implicaciones del reciente encuentro anual del Foro de Davos y su relación con la política de Donald Trump, así como el papel de grandes fondos de inversión y corporaciones tecnológicas en la gobernanza global. Vidal califica el Foro de Davos como una reunión despótica y no democrática de magnates globales que buscan ordenar el mundo a su capricho (0:22). Explica cómo el poder financiero de entidades como BlackRock supera al de la mayoría de las naciones, permitiéndoles influir enormemente en la política y la economía mundiales (3:23). También aborda la postura de Donald Trump frente a la agenda globalista, sugiriendo que busca sustituirla por un proyecto imperial estadounidense (10:00). Además, discute cómo el Consejo de Paz propuesto por Trump intenta crear una ONU paralela para supervisar la paz global, con él mismo como figura central (20:41). A continuación, los puntos claves del análisis: El Foro de Davos y la Agenda Globalista. • Naturaleza del Foro: Vidal describe a Davos como un ente "autodesignado" y poco democrático, compuesto por magnates y fondos de inversión que buscan ordenar el mundo según sus intereses [00:26] • Poder de BlackRock: Destaca que el foro está liderado actualmente por Larry Fink, jefe de BlackRock, un fondo que gestiona más dinero que el presupuesto de casi cualquier nación, lo que le otorga un poder político y social inmenso sobre estados como España [03:23], [04:14]. • Reposicionamiento: Ante el regreso de Donald Trump, los líderes de Davos intentan adaptar su discurso para mantener su influencia mientras se acomodan a la nueva realidad política de EE. UU. [01:41]. Donald Trump y su Proyecto Imperial • Choque de visiones: Trump representa un desafío a la agenda globalista tradicional en temas como la ideología de género y la soberanía nacional [07:43]. • "Matonismo Político": Vidal critica la postura de Trump hacia el libre mercado, señalando que utiliza amenazas de aranceles (como a Canadá) para controlar con quién comercian sus aliados, lo cual considera la negación de la economía de mercado [10:13], [10:52]. • Consejo de Paz de Trump: Analiza la propuesta de Trump de crear una suerte de "ONU paralela" o consejo de paz donde él sería presidente vitalicio y los países participantes deberían pagar cuotas millonarias para pertenecer [24:54], [26:34]. Figuras Políticas e Influencia Corporativa • Javier Milei: Vidal expresa preocupación por la política de Milei en Argentina, sugiriendo que su discurso sobre la explotación de recursos naturales podría facilitar el saqueo de las riquezas del país por parte de multinacionales [05:40], [06:18]. • Control de la Información: Menciona el poder de empresas como Palantir y las grandes tecnológicas, que bajo el pretexto de defender las instituciones, terminan imponiendo una censura creciente y un discurso oficial uniforme [11:51], [16:45]. Reflexión Final Finalmente, el análisis subraya el inmenso poder de las grandes tecnológicas y el complejo militar-industrial (11:51), concluyendo que el establecimiento de un sistema único mundial es difícil, aunque la agenda globalista ha avanzado mucho en Occidente (30:08). Vidal concluye cuestionando las teorías sobre un "Nuevo Orden Mundial" único, señalando que el mundo es un tablero diversificado con múltiples fuentes de poder en conflicto [29:50]. Desde una perspectiva bíblica, hace un llamado a los cristianos a no perder el tiempo en especulaciones sobre "señales de los tiempos" y enfocarse en ser "testigos de Jesús" y "sal y luz" en la sociedad. [36:03], [37:22].Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/tu-historia-preferida--4231678/support.
Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/tw4Stc31-lM En este vidéo, César Vidal analiza las implicaciones del reciente encuentro anual del Foro de Davos y su relación con la política de Donald Trump, así como el papel de grandes fondos de inversión y corporaciones tecnológicas en la gobernanza global. Vidal califica el Foro de Davos como una reunión despótica y no democrática de magnates globales que buscan ordenar el mundo a su capricho (0:22). Explica cómo el poder financiero de entidades como BlackRock supera al de la mayoría de las naciones, permitiéndoles influir enormemente en la política y la economía mundiales (3:23). También aborda la postura de Donald Trump frente a la agenda globalista, sugiriendo que busca sustituirla por un proyecto imperial estadounidense (10:00). Además, discute cómo el Consejo de Paz propuesto por Trump intenta crear una ONU paralela para supervisar la paz global, con él mismo como figura central (20:41). A continuación, los puntos claves del análisis: El Foro de Davos y la Agenda Globalista. • Naturaleza del Foro: Vidal describe a Davos como un ente "autodesignado" y poco democrático, compuesto por magnates y fondos de inversión que buscan ordenar el mundo según sus intereses [00:26] • Poder de BlackRock: Destaca que el foro está liderado actualmente por Larry Fink, jefe de BlackRock, un fondo que gestiona más dinero que el presupuesto de casi cualquier nación, lo que le otorga un poder político y social inmenso sobre estados como España [03:23], [04:14]. • Reposicionamiento: Ante el regreso de Donald Trump, los líderes de Davos intentan adaptar su discurso para mantener su influencia mientras se acomodan a la nueva realidad política de EE. UU. [01:41]. Donald Trump y su Proyecto Imperial • Choque de visiones: Trump representa un desafío a la agenda globalista tradicional en temas como la ideología de género y la soberanía nacional [07:43]. • "Matonismo Político": Vidal critica la postura de Trump hacia el libre mercado, señalando que utiliza amenazas de aranceles (como a Canadá) para controlar con quién comercian sus aliados, lo cual considera la negación de la economía de mercado [10:13], [10:52]. • Consejo de Paz de Trump: Analiza la propuesta de Trump de crear una suerte de "ONU paralela" o consejo de paz donde él sería presidente vitalicio y los países participantes deberían pagar cuotas millonarias para pertenecer [24:54], [26:34]. Figuras Políticas e Influencia Corporativa • Javier Milei: Vidal expresa preocupación por la política de Milei en Argentina, sugiriendo que su discurso sobre la explotación de recursos naturales podría facilitar el saqueo de las riquezas del país por parte de multinacionales [05:40], [06:18]. • Control de la Información: Menciona el poder de empresas como Palantir y las grandes tecnológicas, que bajo el pretexto de defender las instituciones, terminan imponiendo una censura creciente y un discurso oficial uniforme [11:51], [16:45]. Reflexión Final Finalmente, el análisis subraya el inmenso poder de las grandes tecnológicas y el complejo militar-industrial (11:51), concluyendo que el establecimiento de un sistema único mundial es difícil, aunque la agenda globalista ha avanzado mucho en Occidente (30:08). Vidal concluye cuestionando las teorías sobre un "Nuevo Orden Mundial" único, señalando que el mundo es un tablero diversificado con múltiples fuentes de poder en conflicto [29:50]. Desde una perspectiva bíblica, hace un llamado a los cristianos a no perder el tiempo en especulaciones sobre "señales de los tiempos" y enfocarse en ser "testigos de Jesús" y "sal y luz" en la sociedad. [36:03], [37:22]. Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd-emisora-cristiana--3279340/support .
Empezamos este 2026 con un gran invitado.Yonathan Cardenas es un campeón Chileno que ha estado teniendo excelentes logros en competencia, llevando su bandera y a el jiujitsu en Español a podios importantes. Nos habla sobre sus inicios y el proceso para llegar a ser campeón, asi como detalles técnicos.Este episodio es traído a ustedes gracias aBODEGA BJJ. La tienda de mayor confianza y repertorio de todo México. Ya sea que necesites un gi, equipo nogi, para entrenar en casa y mucho mas, mándales mensaje a Bodega BJJ en redes sociales. Menciona el podcast y te mandan un parche de PG Gratis!PRESION & DIAMANTES. Apparel de jiujitsu lifestyle con el slogan Perseverar bajo presión» Entra a su pagina web y encuentra también equipo nogi y mucho mas con gran estilo, alta calidad a precios razonables. Usa el codigo PASANDOGUARDIAKINGZ MEXICO. Una de las marcas de mayor prestigio en el mundo del jiujitsu llega a México. Ordena tu producto usando el código PASANDOGUARDIA para un descuento y un regalo.JIUJITEIRO MEXICO. Ya esta al fin aquí esta marca reconocida por sus diseños elegantes y durabilidad. Usa el Código PASANDOGUARDIA
Tema del Día: Menciona tu NO negociable en una relación. Nos acompaña en cabina en entrevista Marcus Ornelas. Alain Luna. Muchos regalos para nuestros oyentes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Tema del Día: Menciona 3 artistas que estén en tu cena de navidad. Entrevista con Eva María Beristaín. Nos acompaña también Peewee. Mentalísta Victor Castañeda. Muchos regalos para nuestros oyentes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bienvenido al podcast SEO para Google. Soy Borja Girón y puedes encontrarme en borjagiron.com. Hoy hablaré sobre: Salir primero en las búsquedas de TikTok e Instagram sin trucos rarosCada día más personas buscan dentro de las redes sociales: “mejor pan sin gluten en Madrid”, “cómo quitar humedad en casa”, “ideas de regalos para profesores”. TikTok e Instagram ya no son solo para entretener: son buscadores. Por eso hoy te explico, paso a paso y sin tecnicismos, cómo hacer que tus vídeos y publicaciones aparezcan arriba cuando alguien busca lo que tú vendes.Primero, prepara tu perfil- Nombra tu perfil con claridad: qué haces + ciudad o especialidad. Ejemplo: “Fisioterapia Suelo Pélvico Valencia” o “Tartas Veganas Sevilla”.- En la bio, escribe 3 cosas concretas que ofreces y un “Reserva aquí” con tu enlace.- Activa mensajes rápidos: respuestas tipo para “precios”, “horarios” y “cómo reservar”.Ahora, el contenido que posiciona- Di la palabra clave en los primeros 3 segundos del vídeo. Literal. “Cómo elegir zapatillas para correr en asfalto”.- Pon el mismo texto en pantalla. Las apps leen ese texto.- Añade subtítulos. Ayudan a que te entiendan y a que te encuentren.- En la descripción, escribe 1 o 2 frases naturales repitiendo la intención: “Guía rápida para elegir zapatillas de asfalto si eres principiante”.- Usa 3 hashtags pensados: uno general (#zapatillasrunning), uno específico (#asfalto) y uno local si aplica (#Madrid).- Ancla un comentario con la pregunta-resumen y tu llamada a la acción: “¿Dudas de talla? Responde ‘talla' y te ayudo”.Formatos que empujan en búsqueda- Tutorial corto: problema, pasos, resultado. 20 a 45 segundos.- Antes y después: ideal para reformas, estética, fitness.- Carrusel en Instagram tipo mini-guía con checklist y portada clara: “Guía para regar suculentas en verano”.- Historias destacadas con títulos buscables: “Precios”, “Antes/Después”, “Cómo llegar”.Pequeños extras que suman- Geolocaliza si eres negocio local.- Menciona marcas o lugares si la gente los busca: “Ikea Pax”, “Barrio de Gracia”.- Pide a tus clientes que comenten con la palabra que más te interesa: “pon ‘cita' y te mando el enlace”.Pequeña pausaEste episodio está patrocinado por Systeme, la herramienta de marketing todo en uno gratuita con la que puedes crear tu web, blog, landing page y tienda online, crear automatizaciones y embudos de venta, realizar tus campañas de email marketing, vender cursos online, añadir pagos online e incluso crear webinars automatizados. Puedes empezar a usar Systeme gratis entrando en borjagiron.com/systeme o desde el link de la descripción. Y ahora continuamos con el episodioCómo saber si estás saliendo en búsquedas- Escribe tu tema en el buscador de la app y mira si tu vídeo aparece en las primeras filas al poco de publicarlo.- Revisa si te llegan mensajes que empiezan por “Te he encontrado buscando…”.- Mira qué sugerencias aparecen cuando escribes tu palabra; usa esas frases tal cual en tu próximo vídeo.Un plan sencillo de 7 días- Día 1: vídeo “Cómo elegir…” con tu tema principal.- Día 2: antes y después.- Día 3: preguntas frecuentes, 3 en 30 segundos.- Día 4: carrusel guía paso a paso.- Día 5: caso real con resultado y tiempo.- Día 6: objeciones: precio, garantía, envío, tiempo.- Día 7: directo corto de preguntas y respuestas; guarda el directo y recorta 3 clips.Una historia rápidaUna tienda de plantas de interior en Barcelona cambió su nombre de perfil a “Plantas para pisos con poca luz Barcelona”, grabó 5 vídeos diciendo en el primer segundo “Plantas para poca luz” y creó un carrusel “Guía de riego fácil”. En dos semanas, aparecían al escribir “plantas poca luz Barcelona” en Instagram y TikTok. Resultado: 38 mensajes con “¿tenéis ZZ plant?” y 12 pedidos con entrega en la ciudad. Nada de trucos: claridad, constancia y responder a lo que la gente busca.Resumen del episodio- Trata TikTok e Instagram como buscadores: di y escribe lo que la gente busca.- Optimiza perfil, vídeos y descripciones con palabras claras y naturales.- Usa formatos que enseñen algo rápido: tutoriales, antes/después y carruseles guía.- Mide buscando tus propias palabras y escuchando cómo llegan los clientes.Las claves- Claridad en los primeros 3 segundos.- Texto en pantalla y subtítulos.- Comentario anclado con la llamada a la acción.- Constancia: 1 contenido al día durante 7 días.Acción única para hoy- Graba un vídeo de 20 a 30 segundos empezando con “Cómo [resolver el problema principal de tu cliente] en [tu ciudad o nicho]”, pon ese título en pantalla y súbelo con un comentario anclado que diga: “Escribe ‘cita' y te paso el enlace”.Antes de irme, te recomiendo el Club de Emprendedores Triunfers, al que puedes unirte desde Triunfers.comDeja de tomar malas decisiones en tu negocio.Club Privado de Emprendedores que nos ayudamos a solucionar dudas y problemas para tomar mejores decisiones de negocio.Una mala decisión puede hundir tu negocioAdemás de hacerte perder mucho tiempo y dinero.Sin olvidar la frustración, ansiedad, tener que cerrar tu negocio y abandonar tu sueño de emprender con libertadDeja de tomar malas decisiones. Antes de hacer algo pregunta a los expertos del club.Gracias por compartir el episodio con ese emprendedor que lo pueda necesitar. Te espero mañana en el próximo episodio. Un fuerte abrazo.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/seo-para-google--1693061/support.