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Semana em África
Intolerância política em Angola e preparativos para o referendo constitucional na Guiné-Bissau

Semana em África

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 14:04


No recapitulativo desta semana em África, o primeiro destaque vai para Angola, onde no passado fim-de-semana se deram incidentes no Uíge, no norte do país, entre a polícia e membros da Unita que estavam a realizar uma actividade junto da sua sede. O balanço da repressão policial, segundo este partido de oposição, foi de 31 feridos, dez dos quais em estado grave. O superintendente-chefe Freitas Zama, argumentou que a Unita estava a realizar a sua actividade "em local impróprio". Já o deputado da Unita, Nelito Ekuikui, alegou que a repressão policial não se limitou ao comício do partido no sábado, este responsável afirmando que dias antes, as forças da ordem e também militantes do partido no poder tinham tentado perturbar as suas actividades. Noutra tónica da actualidade em África, na Guiné-Bissau, arrancou formalmente na quinta-feira e decorre até ao dia 28 de Agosto a campanha de informação sobre a nova Constituição que vai ser submetida a referendo no próximo dia 30. Esta nova lei suprema já adoptada pelo Conselho Nacional de Transição, alarga as prerrogativas do Presidente da República. Este projecto de nova Constituição, bem como o próprio 'timing' do referendo, estão longe de fazer a unanimidade. Em vésperas de arrancarem as sessões de sensibilização, o dirigente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, sublinhou que este referendo é ilegal por decorrer entre a marcação e a realização das próximas eleições gerais de Dezembro. Este responsável também considerou que dado o tempo que falta até à votação e dada a época em que decorre, não haverá condições para os cidadãos estarem plenamente esclarecidos. Em São Tomé e Príncipe, terminou nesta sexta-feira o período para os partidos políticos formalizarem as suas candidaturas para as legislativas, autárquicas e regionais do próximo dia 27 de Setembro. As instâncias competentes devem agora analisar os documentos e, caso não haja reclamações, a 28 de Agosto, será conhecida a lista definitiva de candidatos habilitados a participar no pleito eleitoral. Esta também foi a semana em que o partido no poder em São Tomé e Príncipe, a ADI, elegeu os seus órgãos de direcção, num contexto de divisão, pouco depois de o Tribunal Constitucional ter legitimado a ala dirigida pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, face à outra ala dirigida pelo antigo chefe do governo Patrice Trovoada. Este último reagiu apelando ao boicote das legislativas de Setembro. Américo Ramos, não deixou de criticar esse posicionamento do seu adversário mais directo. Em Moçambique, o recente anúncio pela petrolífera francesa Total de que os jovens que integrar o megaprojecto de exploração de gás em Cabo Delgado vão seguir formação em Maputo e não naquela província, provocou descontentamento nos sectores económicos da zona. Noutra actualidade, continuaram ultimamente a regressar ao país centenas de moçambicanos vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul. De acordo com o governo, na semana passada, chegaram quase 600 cidadãos moçambicanos, Maputo indicando ainda que Pretória pediu desculpa pelos ataques de que os imigrantes, nomadamente moçambicanos, têm sido alvo. Para finalizar, em Cabo Verde, um ano depois de São Vicente ter sido varrida pela tempestade Erin, as autoridades fizeram esta semana um balanço positivo do andamento das operações de reabilitação e realojamento. Depois de um ano em suspenso, também regressou à ilha o famoso festival 'Baia das Gatas' que terminou no passado domingo.

Convidado
"Se as pessoas que exercem o poder não têm cultura democrática, a Constituição não serve para nada"

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 16:09


Na Guiné-Bissau, decorre a partir desta quinta-feira e até ao dia 28 de Agosto a campanha de sensibilização sobre a nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo 30 de Agosto. Ontem, por ocasião da comemoração dos 35 anos da existência da Liga Guineense dos Direitos Humanos, o seu dirigente Bubacar Turé esboçou um retrato da situação actual do seu país, evocando nomeadamente a perspectiva desta consultação popular. Ao apelar à investigação dos homicídios de activistas por resolver e ao manifestar também a sua "profunda preocupação" com a situação dos civis e militares privados de liberdade há mais de um ano sem acusação formal, Bubacar Turé expôs, por outro lado, os seus questionamentos em torno da nova Constituição que o Conselho Nacional de Transição pretende implementar. Para além de mencionar que as actuais autoridades entram em contradição com leis que elas próprias adoptaram para regulamentar a organização do referendo. Bubacar Turé também considerou que a Constituição "não pode ser elaborada ou revista à pressa". Em entrevista concedida à RFI, o dirigente da Liga tornou a vincar esses argumentos e também questionou o próprio conteúdo da nova Constituição. RFI: Arranca nesta quinta-feira a campanha de sensibilização em previsão do Referendo sobre a nova Constituição. O que se pode dizer desde já sobre esta consulta? Bubacar Turé: Para nós, o referendo levanta questões legais. Nós estamos a falar de uma legislação que foi aprovada pelo Conselho Nacional de Transição no mês de Junho, a Lei N°12/2026 e que foi publicado no Boletim Oficial e está em vigor. Esta legislação, no seu artigo 9°, proíbe, de forma expressa, a realização de referendos entre a marcação da data das eleições para órgãos de soberania e eleições autárquicas. E, portanto, durante esse período, nos termos desta legislação, não se pode realizar referendo. Portanto, nós não somos contra o princípio de referendo. O referendo é algo importante porque permite ao povo directamente exprimir a sua vontade sobre um determinado assunto. Isso é algo salutar em qualquer processo democrático. O que nós questionamos é a legalidade deste processo. Repare que não estamos a falar de uma legislação aprovada pelo próprio Conselho Nacional de Transição. Não se trata de uma lei anterior ao golpe de Estado, mas sim uma lei aprovada para regulamentar a realização desta votação. Nós não tínhamos nenhuma legislação sobre o referendo. RFI: A nível da sociedade guineense, também se tem questionado muito a realização deste referendo, precisamente numa altura que coincide com o período das chuvas, que é um período em que não se organiza qualquer tipo de consultas populares. Bubacar Turé: Não há, em relação a esse aspecto, alguma proibição legal, pelo menos. Nós desconhecemos alguma norma que proíbe a realização de eleições ou referendo em período de chuva, é uma questão apenas operacional. Mas o processo levanta outros problemas. Tem a ver com a inclusividade, a participação, porque o processo de revisão constitucional, de facto, não foi um processo inclusivo. O texto foi adoptado pelo Conselho Nacional de Transição sem nenhum debate público. O que nós lamentamos, porque a Constituição é um contrato social. O povo, através de organizações representativas, actores nacionais, devem poder exprimir, contribuir para enriquecer o conteúdo de um documento que pretende ser um contrato social. Não foi o caso. RFI: Por exemplo, a Liga não foi questionada sobre o que acha dessa nova Constituição? Bubacar Turé: Não só a Liga, como outros actores. Existem outros actores relevantes. A Liga pode não ser consultada, mas nós temos outros actores, os partidos políticos, os líderes comunitários, as mulheres, os jovens e demais organizações da sociedade civil. E, além disso, na nossa perspectiva, foi preparada à pressa e contém alguns erros técnicos que, para nós, podem constituir problemas para o futuro. Por exemplo, o texto da revisão Constitucional removeu o capítulo referente à fiscalização da constitucionalidade. Isso para nós é extremamente preocupante. Eu não posso afirmar que esse acto de remoção deste artigo foi um acto deliberado. Não tenho elementos para isso. Pode até ser um erro técnico, mas é extremamente preocupante. A supremacia da Constituição reside no facto de ela própria criar mecanismos para impor essa supremacia. Isso só pode ocorrer em sede da fiscalização da constitucionalidade através de órgãos jurisdicionais. Ora, uma Constituição que não tem normas para a fiscalização do seu próprio cumprimento, é uma letra morta. Isso transmite uma imagem de insegurança aos cidadãos e isso constitui uma fragilidade enorme no tecido democrático e no Estado de Direito. E é também uma enorme vulnerabilidade no quadro de protecção de direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Portanto, esses aspectos todos podiam ser evitados, se houvesse um debate amplo, um debate nacional. Não está em causa a necessidade de revisão da Constituição. Nós não negamos que o Conselho Nacional possa ter essa ideia e, sobretudo, devolver a palavra ao povo através do referendo para o povo se pronunciar, desde que fosse algo inclusivo, participativo, aberto e democrático. Isso não é algo exclusivo da Guiné-Bissau. Na Guiné-Conacri, Mali, Burkina Faso, outros países depois dos golpes de Estado, organiza-se referendo. É perfeitamente normal. Não é isso que está em causa. Está em causa é o procedimento, a forma como está a ser feito. Coloca questões que nós entendemos que poderão prejudicar no futuro do país e os cidadãos. RFI: O que se sabe sobre este novo projecto de Constituição, é que instaura um regime semipresidencialista, ou seja, alarga as prerrogativas do Presidente, um regime algo semelhante aos países da África francófona e até semelhante à própria Constituição francesa, onde o presidente também tem poderes alargados. Os defensores desta nova Constituição dizem que isto será uma forma de precisamente se proteger contra os golpes. Bubacar Turé: Eu acho que a Constituição tem vários problemas e um dos problemas tem a ver com essa concentração de poderes na figura do Presidente da República. Um dos artigos problemáticos tem a ver com a nomeação do primeiro-ministro. A nova Constituição diz que é tendo em conta os resultados eleitorais e a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Essa parte não existia. O que existia era que o primeiro-ministro era nomeado, tendo em conta os resultados eleitorais. Agora vem acrescentar também a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Levanta várias interpretações. O Presidente da República, mesmo havendo um partido maioritário, pode escolher uma figura diferente desse partido maioritário que, na sua perspectiva, pode criar condições de estabilidade governativa. Estes conceitos indeterminados, essa discricionariedade que a Constituição prevê, pode criar, no futuro uma instabilidade governativa. Outros aspectos que têm a ver com a nomeação do Chefe de Estado-maior, que era sob proposta do Governo. Agora é o Presidente da República que escolhe. Agora o Presidente da República preside o Conselho de Ministros. Portanto, são de facto, aspectos que acabam por dar pendor presidencial ao regime semipresidencialista que a Constituição continua a adoptar. Portanto, são questões que deviam ser objecto, na nossa perspectiva, de um debate amplo de prós e contras. Nós não estamos contra. O nosso problema não é adoptar uma ou outra posição. Isso depende dos actores nacionais. Mas devia haver um debate em torno dessas questões, porque tem a ver com assuntos da nossa vida nacional. Portanto, nós pensamos que há um equilíbrio de poderes. Devia manter-se, até porque a nossa instabilidade política e governativa não se resume numa questão de constitucionalidade. É uma questão de falta de cultura democrática do homem guineense. E isso é que tem levantado problemas e outros aspectos. Nós podemos ter constituições semelhantes aos Estados Unidos, de França ou outros países. Se as pessoas que vão exercer o poder não têm uma cultura democrática que permita a observância da lei ao exercício do poder de forma democrática, portanto, a Constituição não serve para nada. Portanto, isso é que nós entendemos que é fundamental: que haja uma reflexão profunda sobre essas questões, porque tem a ver com o futuro do país, o futuro dos cidadãos e o futuro da nossa democracia. RFI: Para além do aspecto legal, a seu ver, porque é que se organiza esse referendo quando estamos já a poucos meses da realização de eleições gerais, das quais sairão autoridades que terão 'a priori' condições para organizar um referendo de forma mais ancorada na realidade política do país? Bubacar Turé: De facto, é difícil compreender isso. Podia-se esperar, depois das eleições, no mês de Dezembro, eleições gerais, legislativas e presidenciais. O parlamento que vai emergir nestas eleições terá o poder de fazer a revisão constitucional de forma serena, com mais legitimidade e de forma participada. Nós pensamos que isso podia ser uma forma mais fácil e consensual de resolver esta questão, mas não foi este o entendimento das autoridades de transição. Portanto, o país vai ter de facto esse referendo. RFI: Isto já está a ser discutido há uns quantos meses. Houve, de alguma forma, algum tipo de preparação, nem que seja, por exemplo, numa página internet ou algum tipo de comunicação antes da abertura desta sensibilização oficial? Bubacar Turé: Nós desconhecemos. Mas creio que as autoridades deverão estar a pensar nisso ou deverão estar a preparar a logística para isso. Mas por enquanto, nós não temos nenhuma informação da existência de websites ou redes sociais criadas para permitir a maior informação aos cidadãos para poderem ter mais informação sobre o conteúdo da Constituição. Acho que vai ser algo complexo. O tempo disponível até às eleições é muito escasso. Não acredito que haverá condições para maior informação, para a população poder perceber o que está em causa. É evidente que a Constituição, de facto, tem alguns elementos, alguns avanços no domínio até de Direitos Humanos. Nós reconhecemos isso. Mas, tal como disse, a forma como o processo está a ser conduzido coloca essas dificuldades e algumas contradições e algumas dificuldades do próprio texto. E, sobretudo, a questão da necessidade de observância da lei que foi especificamente aprovada para reger a realização deste referendo. Nós entendemos que deve ser respeitada, permitindo um referendo mais sereno e com maior participação dos cidadãos. RFI: Estamos num período particular do ano na Guiné-Bissau. Isto irá, de certa forma, condicionar também a afluência da população a essas sessões de sensibilização? Bubacar Turé: Creio que sim. Estamos a falar de um período agrícola, um período de chuva. O acesso a algumas localidades é extremamente complicado e também a população está a pensar mais no seu futuro económico, nas actividades agrícolas. Portanto, a afluência da participação da população na sensibilização é um dos desafios e também na própria votação. Também acredito que um dos maiores desafios será a questão da abstenção. Tudo vai depender da forma como a campanha de sensibilização vai decorrer. RFI: Este referendo organiza-se num contexto político e social particular. Como é que se poderia descrever a situação actual na Guiné-Bissau? Bubacar Turé: O país está numa acalmia aparente. Mas o país continua a enfrentar graves problemas sociais. A inflação continua a aumentar, nos serviços sociais básicos, tem havido alguma dificuldade no funcionamento do sistema de saúde e acesso a água potável. No que concerne a energia eléctrica, tem havido alguma extensão do fornecimento da energia eléctrica para o interior do país, através do Projecto OMVG. A barragem conjunta que vem, de facto, permitir às populações das zonas do interior do país, que não tinham acesso à energia eléctrica, a ter esse direito. Isso é algo extremamente importante. Mas sobretudo, a pobreza, o custo de vida hoje é muito elevado e não tem havido medidas de mitigação para isso, porque também as autoridades nacionais não têm condições. Não há nem tem havido apoio orçamental significativo devido à situação que o país está a viver. Portanto, tudo isso são elementos que, de facto, constituem preocupação para a população e para os cidadãos em geral. Nós entendemos que o país, para ultrapassar esta crise política -sobretudo esta crise de confiança, há uma enorme crise de confiança no país- para ultrapassar isso, é preciso ter coragem de dialogar. E as autoridades nacionais, os partidos políticos, as organizações da sociedade civil, devem poder sentar para dialogar e discutir e encontrar soluções para os grandes problemas. Não vale a pena enveredar pela confrontação, porque a confrontação e o uso da força não resolvem o problema. Os discursos segregacionistas e de apelo à violência e ao ódio étnico-religioso só vão conduzir ao país, ao abismo. Portanto, por isso nós apelamos e continuamos a apelar ao bom senso e, sobretudo, ao diálogo construtivo para a resolução dos problemas que afligem o país.

Eslovaquia hoy, Magazín sobre Eslovaquia
Primeros ministros de países del Grupo de Visegrado mantuvieron un encuentro en Hungría Eslovaquia se prepara para el referendo (29.6.2026 16:30)

Eslovaquia hoy, Magazín sobre Eslovaquia

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 16:12


Primeros ministros de países del Grupo de Visegrado mantuvieron un encuentro en Hungría Eslovaquia se prepara para el referendo del 4 de julio Redifusión de Ventana al mundo -Semerovó y Satov

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Mauricio Pava, abogado y representante del Comité Promotor del Referendo por la Estabilidad Constitucional

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 18:39


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Daily Easy Spanish
4 grandes cambios en Reino Unido 10 años después del referendo sobre su salida de la Unión Europea (y qué tan posible es ahora su regreso al bloque)

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 61:21


El Brexit ha tenido efectos perniciosos para la economía, el comercio y la política británica. A 10 años del referéndum para abandonar la UE, una mayoría de británicos apostaría por volver.

E o Resto é História
Itália: o referendo que aboliu a monarquia

E o Resto é História

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 43:22


A 2 de Junho de 1946, ocorreu um referendo em Itália para decidir se o país continuaria a ser uma monarquia ou se se transformaria numa república. A república venceu e o Reino de Itália desapareceu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
“Quando se adquire a nacionalidade, adquire-se a cidadania plena: não há nacionais de segunda”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later May 13, 2026 22:54


O Tribunal Constitucional chumbou por unanimidade o decreto que previa a perda de nacionalidade como pena acessória para quem comete crimes graves. Francisco Mendes da Silva considera que “contestar a legitimidade do Tribunal Constitucional é a coisa mais grave que se está a passar”, enquanto Daniel Oliveira alerta que a “forma mais fácil de negar princípios fundamentais” é usar exemplos de crimes horrendos para os contornar. André Ventura propõe um referendo sobre o tema, mas os comentadores são unânimes: o líder do Chega sabe que a iniciativa é inviável e serve apenas para criar ruído mediático numa altura em que o partido se prepara para viabilizar o pacote laboral. Sobre a legislação laboral, Daniel Oliveira critica a estratégia do governo e do Chega, defendendo que “reduzir a negociação coletiva não aumenta os salários”, e considera que só uma greve geral unida entre CGTP e UGT poderá travar a aprovação da lei. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reporteros
Alberta y el 'Maple MAGA': un nuevo sueño separatista en Canadá

Reporteros

Play Episode Listen Later May 11, 2026 12:19


En Alberta, la principal región petrolera de Canadá, el separatismo ya no es solo un eslogan. El movimiento independentista ha alcanzado un hito histórico. Por primera vez, un movimiento separatista afirma haber reunido las 178.000 firmas necesarias para convocar un referéndum sobre la secesión de Canadá. La votación está programada para el 19 de octubre, el primer referéndum de este tipo en Canadá desde el de Quebec en 1995. Reportaje de François Rihouay y Joanne Profeta para France 24.

Eslovaquia hoy, Magazín sobre Eslovaquia
EL Jefe de Estado convoca referendo para el 4 de julio (27.4.2026 16:30)

Eslovaquia hoy, Magazín sobre Eslovaquia

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 21:24


EL Jefe de Estado convoca referendo para el 4 de julio

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Sergio Fajardo lanza referendo para "blindar" la Constitución del 91 hasta el 2036

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 9:41


Esta iniciativa busca convocar a un referendo que impida la convocatoria de una Asamblea Nacional Constituyente por los próximos dos periodos presidenciales, extendiendo esta protección hasta el año 2036. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mañanas BLU con Néstor Morales
Fajardo propone referendo para blindar la Constitución: “Es un antídoto contra la polarización”

Mañanas BLU con Néstor Morales

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 21:52


La iniciativa de Fajardo busca adicionar un artículo a la Constitución que garantice su estabilidad. Según explicó el candidato, el objetivo es que el blindaje se extienda por dos periodos presidenciales: “la garantía para que no se modifique la Constitución vía constituyente hasta 2034”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

FM Mundo
NotiMundo al Día - César Ulloa - Propuesta de referendo va a la Corte Constitucional

FM Mundo

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 6:59


NotiMundo al Día - César Ulloa - Propuesta de referendo va a la Corte Constitucional by FM Mundo 98.1

Volta ao mundo em 180 segundos
24/03: Trump recua de ultimato ao Irã e anuncia conversas | Na Itália, Georgia Meloni perde referendo sobre reforma do Judiciário | Avião com 125 militares cai na Colômbia

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 4:41


Trump adia por cinco dias os ataques à infraestruturaenergética iraniana e aponta que estaria conversando com autoridades iranianas, incluindo 15 pontos, dentre eles a renúncia do Irã às armas nucleares e a todo o seu programa nuclear. E ainda:- Meloni sofre primeira derrota desde a sua chegada no poder em 2022. Cerca de 54% dos eleitores italianos disseram não à reforma judicial que previa a mudanças em sete artigos na Constituição e a separação entre carreiras de juízes e promotores- Na Colômbia, 66 pessoas morreram na queda de um avião, que teria sofrido problemas logo após decolar da base militar de Puerto Leguízamo- Autoridades aéreas americanas apontam a sobrecarga de trabalho dos controladores como causa do acidente de umavião da Air Canada com um caminhão de bombeiros Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Radioagência
Plenário deve votar PEC da Segurança Pública, com previsão de referendo sobre redução da maioridade penal

Radioagência

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026


Conteúdo Brasil
Depois do Carnaval Congresso poderá apreciar uma PEC que impõe referendo popular à indicados ao STF

Conteúdo Brasil

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 2:10


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Conteúdo Brasil
Depois do Carnaval Congresso poderá apreciar uma PEC que impõe referendo popular à indicados ao STF

Conteúdo Brasil

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 2:26


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Gabinete de Guerra
Eleições/referendo. "Ucrânia não quer ser Bielorrússia 2.0"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 16:41


Volodymyr Zelensky deve anunciar, no 4º aniversário da guerra, primeiras eleições em sete anos na Ucrânia e referendo para validar eventual acordo de paz. Netanyahu reúne-se com Trump na Casa Branca.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sem Moderação
“Ventura não galgou um palmo”, mas “debate fraco” pode obrigar Seguro a transformar corrida num “referendo à democracia” para mobilizar

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 23:56


André Ventura e António José Seguro enfrentaram-se no único debate da segunda volta das eleições presidenciais. A taxa de rejeição do líder do Chega é o seu maior obstáculo. Já o candidato apoiado pelo PS tem recolhido apoios até da direita, mas procura afirmar-se por mérito próprio e não apenas poder ser a alternativa a Ventura. Será que algum dos candidatos conseguiu mexer com as perceções da corrida eleitoral? A análise de Daniel Oliveira, Francisco Mendes da Silva, David Dinis e Bernardo Ferrão, emitida na SIC Notícias a 27 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Hora da Verdade
Pedro Pimpão admite regionalização sem referendo

Renascença - Hora da Verdade

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 22:20


Autarca de Pombal e novo líder da Associação Nacional de Municípios pede uma nova reprogramação do PRR para que prazo de execução possa esticar até dezembro de 2026, o que exige o acordo da Comissão Europeia.

Gabinete de Guerra
Referendo no Donbass? "É para ganhar tempo"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 14:44


Kiev pode ter uma estratégia definida ao levantar barreiras sobre algumas alíneas do plano de paz. Quanto a vitória de Zelensky em próximas eleições, "líderes de guerra não são lideres de construção".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zoom
Gabinete de Guerra. Referendo no Donbass? "É para ganhar tempo"

Zoom

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 14:44


Kiev pode ter uma estratégia definida ao levantar barreiras sobre algumas alíneas do plano de paz. Quanto a vitória de Zelensky em próximas eleições, "líderes de guerra não são lideres de construção".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Entérese con EL COMERCIO
Información al día: Quito desbordado; CNE cerró conteo; asesinan a exjuez; moda de “esperma de salmón”; ¿Messi en Ecuador en 2026?

Entérese con EL COMERCIO

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 5:08


Información al día de EL COMERCIO, Platinum y Radio Quito este viernes 21 de noviembre de 2025La vida entre el hambre y la calle desborda a Quito; CNE concluyó el escrutinio del Referendo y Consulta Popular en las 24 provincias del Ecuador; Matan a exjuez de la Corte Provincial en la vía a la Costa, Guayaquil, este viernes 21 de noviembre; ¿Cómo el ‘esperma de salmón' se convirtió en el secreto anti-edad de celebridades como Kim Kardashian?; ¿Lionel Messi jugará en Ecuador con el Inter Miami en 2026?Gracias por escuchar este podcast, un producto de Grupo EL COMERCIO

El Debate
¿El resultado del referendo en Ecuador es un rechazo al Gobierno de Noboa?

El Debate

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 35:01


Los ecuatorianos dijeron "No" a las cuatro propuestas clave planteadas en unas elecciones el domingo 16 de noviembre, con una participación del 83,5% del electorado. Las propuestas, incluían temas de seguridad, el retorno de bases extranjeras y una nueva Constitución. ¿Debe entenderse este resultado como un rechazo global al Gobierno del derechista Daniel Noboa?

Noticias de América
¿Bases militares de EE.UU. en Ecuador reducirían la violencia ligada al narcotráfico?

Noticias de América

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 3:22


Este domingo se realiza en Ecuador un referéndum con cuatro preguntas. La más polémica: ¿están los ciudadanos a favor o en contra de permitir la instalación de bases militares extranjeras en el país? Según el presidente Daniel Noboa, estas bases serían una opción para enfrentar la violencia que azota al país. Sin embargo, la experiencia contradice ese argumento, advierte uno de nuestros expertos entrevistados.  El presidente de Ecuador Daniel Noboa al presentar a finales de octubre la manera en que el ejército estadounidense se instalaría en su país en caso de que los ecuatorianos votaran sí a la instalación de bases militares de ese país en su territorio comentó: “Como vemos, siempre quieren tergiversar las cosas. ¡¿Qué le vamos a regalar a los gringos espacio?! Primero, vamos a organizar una consulta”. Para el ex jefe de inteligencia militar de Ecuador, Mario Pazmiño Silva, la propuesta de Noboa tiene las de ganar en el referendo del domingo. "Esta pregunta va a ser mayoritariamente aceptada. Sin embargo, es necesario manifestar que una base militar por sí sola no va a poder resolver el problema de la inseguridad en Ecuador. Lo que sí va a hacer es contribuir con tecnología, inteligencia, equipamiento, para fortalecer la capacidad operativa de la fuerza pública ecuatoriana", señaló. El presidente Noboa aseguró que, si se modifica la Constitución, también invitaría a fuerzas militares brasileñas y a la policía europea (Europol). Sin embargo, Estados Unidos sería el más interesado, según Pazmiño Silva: Ecuador, uno de los principales puntos de paso del narcotráfico  "Ante el bloqueo que actualmente existe en el Caribe por el despliegue de la flota militar estadounidense, las organizaciones narcotraficantes han redireccionado sus cargamentos hacia otras rutas. Dos de esos corredores atraviesan el territorio ecuatoriano: el del océano Pacífico y el del Amazonas. Antes de este taponamiento, por Ecuador transitaban aproximadamente 950 toneladas de droga al año; sin embargo, con el cierre parcial del corredor caribeño, se estima que el flujo podría aumentar hasta entre 1.400 y 1.500 toneladas anuales. En otras palabras, mientras Estados Unidos logra contener el tráfico por el norte, el problema se expande por los costados, y Ecuador se consolida como uno de los principales puntos de paso del narcotráfico en la región", explicó. Pero Fernando Carrioni, investigador de FLACSO y experto en seguridad, insiste en que las intervenciones extranjeras no reducen la criminalidad: "Cuando tuvimos nosotros en Ecuador la base militar, la tasa de homicidios pasó de 13 homicidios en 1999 a casi 18 homicidios en el 2009. En otras palabras, no se redujo la violencia. Luego salió la base militar de Manta y se crearon dos bases militares en Colombia. Ese país tiene siete bases militares. En Colombia, del 2021 al 2022 hubo un incremento sostenido del cultivo de coca de 2.600 toneladas. Esto muestra que este tipo de iniciativas no reducen la violencia y tampoco reducen el narcotráfico", sostiene Carrioni. Las ciudades costeras de Manta y Salinas se anuncian como posibles ubicaciones para las bases militares extranjeras.

Noticias de América
¿Bases militares de EE.UU. en Ecuador reducirían la violencia ligada al narcotráfico?

Noticias de América

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 3:22


Este domingo se realiza en Ecuador un referéndum con cuatro preguntas. La más polémica: ¿están los ciudadanos a favor o en contra de permitir la instalación de bases militares extranjeras en el país? Según el presidente Daniel Noboa, estas bases serían una opción para enfrentar la violencia que azota al país. Sin embargo, la experiencia contradice ese argumento, advierte uno de nuestros expertos entrevistados.  El presidente de Ecuador Daniel Noboa al presentar a finales de octubre la manera en que el ejército estadounidense se instalaría en su país en caso de que los ecuatorianos votaran sí a la instalación de bases militares de ese país en su territorio comentó: “Como vemos, siempre quieren tergiversar las cosas. ¡¿Qué le vamos a regalar a los gringos espacio?! Primero, vamos a organizar una consulta”. Para el ex jefe de inteligencia militar de Ecuador, Mario Pazmiño Silva, la propuesta de Noboa tiene las de ganar en el referendo del domingo. "Esta pregunta va a ser mayoritariamente aceptada. Sin embargo, es necesario manifestar que una base militar por sí sola no va a poder resolver el problema de la inseguridad en Ecuador. Lo que sí va a hacer es contribuir con tecnología, inteligencia, equipamiento, para fortalecer la capacidad operativa de la fuerza pública ecuatoriana", señaló. El presidente Noboa aseguró que, si se modifica la Constitución, también invitaría a fuerzas militares brasileñas y a la policía europea (Europol). Sin embargo, Estados Unidos sería el más interesado, según Pazmiño Silva: Ecuador, uno de los principales puntos de paso del narcotráfico  "Ante el bloqueo que actualmente existe en el Caribe por el despliegue de la flota militar estadounidense, las organizaciones narcotraficantes han redireccionado sus cargamentos hacia otras rutas. Dos de esos corredores atraviesan el territorio ecuatoriano: el del océano Pacífico y el del Amazonas. Antes de este taponamiento, por Ecuador transitaban aproximadamente 950 toneladas de droga al año; sin embargo, con el cierre parcial del corredor caribeño, se estima que el flujo podría aumentar hasta entre 1.400 y 1.500 toneladas anuales. En otras palabras, mientras Estados Unidos logra contener el tráfico por el norte, el problema se expande por los costados, y Ecuador se consolida como uno de los principales puntos de paso del narcotráfico en la región", explicó. Pero Fernando Carrioni, investigador de FLACSO y experto en seguridad, insiste en que las intervenciones extranjeras no reducen la criminalidad: "Cuando tuvimos nosotros en Ecuador la base militar, la tasa de homicidios pasó de 13 homicidios en 1999 a casi 18 homicidios en el 2009. En otras palabras, no se redujo la violencia. Luego salió la base militar de Manta y se crearon dos bases militares en Colombia. Ese país tiene siete bases militares. En Colombia, del 2021 al 2022 hubo un incremento sostenido del cultivo de coca de 2.600 toneladas. Esto muestra que este tipo de iniciativas no reducen la violencia y tampoco reducen el narcotráfico", sostiene Carrioni. Las ciudades costeras de Manta y Salinas se anuncian como posibles ubicaciones para las bases militares extranjeras.

Entérese con EL COMERCIO
Información al día: Jóvenes deciden en referendo; Noboa alista Constituyente; ANT amplía horarios; Shakira enamorada de Ecuador; Selección entrena bajo la nieve.

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Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 4:32


Información al día de EL COMERCIO, Platinum y Radio Quito este miércoles 12 de noviembre de 2025Jóvenes y elecciones: el voto que decide el rumbo de Ecuador en el referendo y consulta popular 2025; Daniel Noboa perfila nuevos nombres para la Asamblea Constituyente; ANT amplía los horarios de atención tras complicaciones en el sistema; Shakira se despidió confesando: 'Ecuador me tienes enamorada'; La Selección de Ecuador entrenó bajo la nieve antes de enfrentar a Canadá.Gracias por escuchar este podcast, un producto de Grupo EL COMERCIO

Entérese con EL COMERCIO
Información al día: 118.970 uniformados vigilarán el referendo 2025; Reimberg dice que la Cárcel del Encuentro está controlada; Burbano afirma que las compensaciones al diésel serán permanentes; brilla bailarina de Shakira en Ecuador; Ronaldo confi

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Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 4:29


Información al día de EL COMERCIO, Platinum y Radio Quito este martes 9 de noviembre de 2025118 970 uniformados resguardarán las votaciones del referendo y consulta popular 2025 en Ecuador; John Reimberg anuncia que la Cárcel del Encuentro está bajo el control del Bloque de Seguridad; Las ‘compensaciones no van a ser temporales', aseguró Harold Burbano sobre incentivos tras el fin del subsidio al diésel; Shakira tiene una bailarina que también se roba el show en Ecuador; Cristiano Ronaldo confirma que el Mundial 2026 será el último de su carreraGracias por escuchar este podcast, un producto de Grupo EL COMERCIO

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Um ano de Trump, a vitória de Zohran Mandani e as lições de Nova Iorque 

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 47:55


Na semana em que houve uma série de eleições nos EUA, de repente, um susto para Trump. Em Nova Iorque, para onde se viraram as atenções nestas autárquicas americanas, o candidato apoiado pelos democratas venceu a Câmara. Também em New Jersey e na Virgínia os democratas saíram vencedores, enquanto a Califórnia aprovou um referendo que poderá alterar a forma como são eleitos os seus representantes em Washington. Talvez este seja o ânimo que o Partido Democrata precisa quando falta apenas um ano para as eleições intercalares que vão definir as cores do Congresso. Mas não são só os democratas que parecem reanimados, toda a esquerda olha para a Zohran Mandani, novo mayor de Nova Iorque, como o modelo político a seguir para recuperar eleitorado. Será esta nova estratégia que combina política de rua com redes sociais aplicável a outros candidatos da esquerda? Simboliza ele o futuro de uma nova forma de fazer política? E será um susto assim tão grande para Trump? Neste 'Expresso da Meia-Noite', contamos com os comentários de António Vitorino do PS, de Clara Ferreira Alves, jornalista, de Rodrigo Carvalho, Presidente da Câmara de Comércio Portugal/EUA e de José Miguel Sardica, historiador. A moderação foi de Ricardo Costa e Bernardo Ferrão. Ouça aqui o programa em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

El Debate
¿Por qué quiere Daniel Noboa cambiar la Constitución de Ecuador?

El Debate

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 35:58


La Corte Constitucional de Ecuador abrió la puerta a un proceso de fondo: avaló la convocatoria de un referendo para que los ciudadanos decidan si quieren una nueva Carta Magna. Impulsada por el presidente Daniel Noboa en plena “guerra” contra las bandas —con Ecuador entre los países con mayores tasas de homicidios de la región— y en medio de protestas contra el Gobierno, el dictamen permitirá que los ecuatorianos voten, además, si autorizan la presencia de bases militares extranjeras. ¿Qué viene ahora? ¿Por qué Noboa se empeña en una Asamblea Constituyente? Lo analizamos en El Debate.

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Hundimiento de referendo por regiones: "Chambonada política", dice senador Fredy Muñoz

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 18:57


El senador León Fredy Muñoz, una de las voces críticas en el Congreso y miembro de la Alianza Verde, ha emergido como una figura central en el reciente hundimiento del proyecto de referendo que buscaba una mayor autonomía fiscal para los departamentos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

La Hora de la Verdad
Juan Guillermo Zuluaga septiembre 1 de 2025

La Hora de la Verdad

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 13:57


Juan Guillermo Zuluaga - exgobernador del Meta  Tema.  Referendo por la autonomía fiscal de las regiones

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Referendo para tumbar el acuerdo de paz con las Farc

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 8:26


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Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Referendo que tumbaría acuerdos con las FARC: Mañanas Blu, Camila Zuluaga, 21 de agosto de 2025

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 146:36


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FM Mundo
NotiMundo al Día - María Belén Arroyo - Consulta popular y referendo del Gobierno

FM Mundo

Play Episode Listen Later Aug 15, 2025 13:16


NotiMundo al Día - María Belén Arroyo - Consulta popular y referendo del Gobierno by FM Mundo 98.1

O Antagonista
Cortes do Papo - STF no radar dos candidatos ao Senado

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 20, 2025 10:20


A reportagem da capa da nova edição Crusoé, intitulada “Referendo sobre o STF”, detalha como a eleição no Senado virou o foco do bolsonarismo para formar maioria pró-impeachment de Moraes. Wilson Lima, Rodolfo Borges e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

'Y esto no es todo'
La pelea de Trump y Musk. Italia, referendo y migración. Notting Hill y los turistas

'Y esto no es todo'

Play Episode Listen Later Jun 6, 2025 13:51


Hablamos en Washington D.C. con la periodista y corresponsal Dori Toribio; en Roma con el periodista de la agencia Ansa Marcello Campo, y en Madrid con nuestro compañero Juan Carlos Iragorri

La W Radio con Julio Sánchez Cristo
Oposición apoya referendo, pero hundieron consulta: “No es lo mismo que lo del Gobierno”, dice Motoa

La W Radio con Julio Sánchez Cristo

Play Episode Listen Later Jun 6, 2025 9:14


Noticias de América
Gobierno de Petro prepara referendo sobre reforma laboral

Noticias de América

Play Episode Listen Later Apr 27, 2025 2:30


El presidente colombiano se prepara para someter a votación su reforma laboral, uno de los cambios principales que ha deseado hacer durante su mandato y que se vio rechazado por el legislativo, órgano al que Petro acusa de obstruir sus proyectos de ley. El presidente Gustavo Petro eligió el 1° de mayo, Día internacional de los trabajadores, para radicar ante el Congreso la consulta popular que busca reformar el sistema laboral. El mandatario colombiano decidió poner su proyecto de ley ante las urnas, luego de que este fuera rechazado por segunda vez en el Congreso, en marzo pasado.Ahora, además del Legislativo, el gobierno es objeto de críticas por parte de los empresarios que temen el impacto económico sobre las micro, pequeñas y medianas empresas, que representan más del 90% del empleo formal en el país.En entrevista con RFI la economista Diana Salcedo, subdirectora de empleo y seguridad social del Departamento Nacional de Planeación, aseguró que los que se oponen son quienes sacan ventaja del sistema.“Si le preguntamos a los colombianos de a pie  si están de acuerdo con que la jornada laboral dure máximo ocho horas, que el día termine a las 6 de la tarde, que se les pague con un recargo del 100% en un día festivo, o que los aprendices tenga un contrato laboral, por supuesto que van a decir que sí. Donde se ha generado la mayor oposición es en los sectores que tradicionalmente han estado interesados en retirar derechos a los trabajadores para abaratar los costos de producción y tener más ganancias”, aseveró Salcedo.La Federación Nacional de Comerciantes Fenalco advierte que este sector enfrentaría sobrecostos laborales de hasta 30% y califica dicha reforma de inconstitucional por, por ejemplo, no contar con un análisis fiscal. Pero el desafío del gobierno no es solamente en el Congreso o con los empresarios, sino también con la participación electoral que ha sido históricamente baja. “Colombia históricamente es un país que ha sufrido mucho por el tema del abstencionismo. Entonces nos corresponde invitar a la población a que tengan una participación alta en las consultas. El reto es enorme, pero no es la primera vez que Colombia enfrenta este tipo de desafíos” agregó la economista.Para que una consulta sea válida en Colombia se debe contar, como mínimo, con la tercera parte de los electores que componen el censo electoral, es decir, 13,6 millones de personas.

Noticias de América
Gobierno de Petro prepara referendo sobre reforma laboral

Noticias de América

Play Episode Listen Later Apr 27, 2025 2:30


El presidente colombiano se prepara para someter a votación su reforma laboral, uno de los cambios principales que ha deseado hacer durante su mandato y que se vio rechazado por el legislativo, órgano al que Petro acusa de obstruir sus proyectos de ley. El presidente Gustavo Petro eligió el 1° de mayo, Día internacional de los trabajadores, para radicar ante el Congreso la consulta popular que busca reformar el sistema laboral. El mandatario colombiano decidió poner su proyecto de ley ante las urnas, luego de que este fuera rechazado por segunda vez en el Congreso, en marzo pasado.Ahora, además del Legislativo, el gobierno es objeto de críticas por parte de los empresarios que temen el impacto económico sobre las micro, pequeñas y medianas empresas, que representan más del 90% del empleo formal en el país.En entrevista con RFI la economista Diana Salcedo, subdirectora de empleo y seguridad social del Departamento Nacional de Planeación, aseguró que los que se oponen son quienes sacan ventaja del sistema.“Si le preguntamos a los colombianos de a pie  si están de acuerdo con que la jornada laboral dure máximo ocho horas, que el día termine a las 6 de la tarde, que se les pague con un recargo del 100% en un día festivo, o que los aprendices tenga un contrato laboral, por supuesto que van a decir que sí. Donde se ha generado la mayor oposición es en los sectores que tradicionalmente han estado interesados en retirar derechos a los trabajadores para abaratar los costos de producción y tener más ganancias”, aseveró Salcedo.La Federación Nacional de Comerciantes Fenalco advierte que este sector enfrentaría sobrecostos laborales de hasta 30% y califica dicha reforma de inconstitucional por, por ejemplo, no contar con un análisis fiscal. Pero el desafío del gobierno no es solamente en el Congreso o con los empresarios, sino también con la participación electoral que ha sido históricamente baja. “Colombia históricamente es un país que ha sufrido mucho por el tema del abstencionismo. Entonces nos corresponde invitar a la población a que tengan una participación alta en las consultas. El reto es enorme, pero no es la primera vez que Colombia enfrenta este tipo de desafíos” agregó la economista.Para que una consulta sea válida en Colombia se debe contar, como mínimo, con la tercera parte de los electores que componen el censo electoral, es decir, 13,6 millones de personas.

Notícia no Seu Tempo
EUA chamam bloqueio de rede social de censura; governo reage

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2025 8:57


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (27/02/2025): Em publicação no X (o antigo Twitter), o Departamento de Estado dos EUA chamou de “censura” o bloqueio de redes sociais americanas pelo Brasil. O órgão afirmou que tais medidas são “incompatíveis com os valores democráticos”. A postagem foi compartilhada pela Embaixada dos EUA em Brasília. “O respeito à soberania é uma via de mão dupla com todos os parceiros dos EUA, incluindo o Brasil”, afirma o texto. Apesar de não citar Alexandre de Moraes, a manifestação faz referência implícita à decisão do ministro do STF de bloquear a plataforma Rumble. A Trump Media e a Rumble processaram Moraes nos EUA, acusando-o de violar a soberania americana. A ação tramita em tribunal federal da Flórida. Em reação, o Itamaraty afirmou que o governo brasileiro rejeita “qualquer tentativa de politizar decisões judiciais” e que a manifestação do Departamento de Estado “distorce o sentido das decisões do Supremo Tribunal Federal”. E mais: Economia: Com inflação e juro em alta, bancos projetam menos crédito em 2025 Metrópole: Número de pessoas com ensino superior completo no Brasil triplica em 22 anos Internacional: Trump rejeita garantir segurança da Ucrânia em troca de explorar minerais Política: Dino dá aval a plano do Congresso e do governo e libera parte de emendasSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
13h Tribunal Constitucional rejeitou referendo em Lisboa sobre AL

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jan 4, 2025 6:38


La W Radio con Julio Sánchez Cristo
¿Referendo de autonomía fiscal es un “apartheid” geográfico? Congresistas debaten

La W Radio con Julio Sánchez Cristo

Play Episode Listen Later Dec 30, 2024 21:27


El senador Ariel Ávila y el exsenador José Obdulio Gaviria se refirieron en La W al referendo que busca la autonomía fiscal de las regiones de Colombia.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Eu acho que devia haver um referendo aos teus anoraks!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 6, 2024 4:27


Luzes de Natal na sanita, cânticos dos ouvintes, o ouvido entupido do Markl e uma reclamação do Manel!

Noticiário Nacional
23h Lisboa aprovada proposta de referendo sobre alojamento local

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 3, 2024 10:58


SBS Portuguese - SBS em Português
Rumours, Racism and the Referendum - SBS Examines: Fake News, racismo e o referendo

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Oct 16, 2024 7:54


Misinformation and disinformation were rife during the referendum. The effects are still being felt a year on. - A desinformação e as notícias falsas foram abundantes durante o referendo, e os seus efeitos ainda são sentidos um ano depois.

Entrevistas La FM
Senadora Milla Romero habla del referendo que promueve para prohibir el aborto

Entrevistas La FM

Play Episode Listen Later Sep 27, 2024 8:51


Nocturna RCN
Comienza recolección de firmas para referendo de autonomía fiscal, ¿hará parte de un acuerdo nacional para viabilizar la Constituyente?

Nocturna RCN

Play Episode Listen Later Sep 24, 2024 26:43


Conclusiones
Claves para entender el referendo en Ecuador

Conclusiones

Play Episode Listen Later Apr 23, 2024 44:46


La analista política Karen Sichel dijo en entrevista con Fernando del Rincón que la aceptación de nueve de las 11 preguntas del referendo y consulta popular convocado en Ecuador no representa un triunfo para el presidente Noboa, sino un llamado a las autoridades para que trabajen juntas con el objetivo de resolver el problema de inseguridad que vive el país. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Conclusiones
¿Se está gestando un sabotaje contra la gestión de Noboa antes del referendo?

Conclusiones

Play Episode Listen Later Apr 19, 2024 44:13


Ecuador no solo sobrelleva las consecuencias de los apagones de hasta ocho horas, sino que otro crimen violento sacudió el país. Este miércoles fue asesinado José Sánchez, alcalde del cantón Camilo Ponce Enríquez. Ante estos hechos, el presidente Daniel Noboa habló de un presunto sabotaje a su gestión a pocos días de la consulta popular y el referendo que incluye entre sus puntos la posibilidad de que las Fuerzas Armadas participen en la seguridad interna. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

La Hora de la Verdad
Carlos Gustavo Cano abril 15 de 2024

La Hora de la Verdad

Play Episode Listen Later Apr 15, 2024 12:50


Carlos Gustavo Cano-  Excodirector del Banco de la República, exministro de AgriculturaTema: Comité promotor del Referendo busca la autonomía fiscal para las regiones