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Convidado: Carlos Melo, cientista político e professor do Insper. A soma dos eleitores de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo corresponde a mais de 40% dos votos que vão decidir o próximo presidente. Os três estados apresentam perfis bastante heterogêneos de eleitores, mas as pesquisas de intenção de voto da Quaest, divulgadas nesta semana, indicam muito equilíbrio entre os dois candidatos que lideram a corrida eleitoral: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Neste episódio, Natuza Nery recebe o cientista político Carlos Melo para explicar os fenômenos eleitorais que configuram o “Triângulo das Bermudas”. Carlos compara os números das pesquisas de agora com os dados da eleição de 2022 e analisa os efeitos dos palanques estaduais formados por Lula e Flávio Bolsonaro.
Quem vai decidir a eleição só vai decidir nas últimas horas antes das eleições. E o que isto significa? Um enorme grau de imprevisibilidade sobre o resultado final. Além do âncora da CNN William Waack, participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Thaís Herédia, analista de Economia, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Eduardo Grin, cientista político e professor da FGV-EAESP, Leonardo Corrêa, advogado e presidente da Lexum, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares da Eceme.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o papel e a influência do Supremo Tribunal Federal nas eleições de 2026. Na última quarta-feira, 29, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo federal e o Congresso Nacional informem de que forma deputados e senadores podem ser responsabilizados por eventuais irregularidades na destinação de emendas parlamentares. A decisão foi tomada, no âmbito de uma nova ação apresentada pela Rede Sustentabilidade, que pede o fortalecimento dos mecanismos de responsabilização dos parlamentares na execução desses recursos. Além disso, a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial também deve passar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de IA nas campanhas deste ano. A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O destino do STF (Supremo Tribunal Federal) está diretamente atrelado ao resultado da eleição presidencial deste ano. Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer, fará três indicações e consolidará por décadas uma maioria na Corte alinhada ao seu grupo político. Se o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vencer, deverá haver um ambiente no Congresso pelo impeachment de ministros da Corte e pelo avanço de investigações criminais contra eles. Participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Thaís Herédia, analista de Economia, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Alberto Rollo, advogado especialista em Direito Eleitoral, Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Najad Khouri, economista e professor sobre Oriente Médio.
Exportações de carne bovina recuam 27% na primeira semana julho em comparação com junho e já sinalizam impacto do fim das cotas chinesas
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/03-07-2026Nesta sexta-feira, o boletim destaca uma aprovação histórica em engenharia biológica, a padronização do suporte ventilatório em UTIs e o impacto do estresse emocional no organismo. Analisamos a decisão do FDA que estendeu a indicação da terapia gênica Casgevy para crianças a partir de dois anos com disfunções hematológicas hereditárias graves, permitindo intervenções precoces. Detalhamos a nova diretriz da Sociedade Torácica Americana, que redefine os critérios de uso para a cânula nasal de alto fluxo e ventilação não invasiva na insuficiência aguda. Por fim, abordamos no Radar as evidências que conectam a intensa carga emocional de partidas decisivas da Copa do Mundo a um aumento expressivo em intercorrências circulatórias. Afya News. Informação médica confiável e updated no seu tempo.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quinta-feira (25), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o engenheiro civil, Maurício Pina, sobre o seminário, do Crea-PE, que vai tratar sobre o Metrô do Recife. O advogado criminalista e mestre em Direito, Victor Pontes, conversa sobre a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
A Série B de 2026 segue extremamente equilibrada e já entregou de tudo: troca de líderes, muitos cartões, surpresas e uma briga aberta tanto pelo acesso quanto contra o rebaixamento.
Apesar da liderança no setor, País importa entre 85% e 90% dos fertilizantes utilizados, além de agrotóxicos e aditivos para ração animal
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (12), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o presidente do Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção (FNNIC), Marcos Holanda, sobre a crise de custos ameaça entrega de moradias do MCMV no Norte e Nordeste. A jornalista, Terezinha Nunes, repercute a notícia de que o PL pode lançar candidato a governador em PE. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Convidado: Hussein Kalout, PHD em Política Internacional, professor de Relações Internacionais da USP, pesquisador da Universidade de Harvard e ex-secretário especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Neste domingo (7), um ataque israelense ao subúrbio de Beirute, capital do Líbano, rompeu a trégua que estava em vigor entre os dois países: Israel afirmou que buscava atingir alvos do Hezbollah; o governo libanês informou que o bombardeio deixou mortos e feridos. Em resposta, o regime iraniano afirmou agir em defesa do Líbano e lançou uma onda de mísseis em direção ao território israelense. O governo de Israel, por sua vez, reagiu e atacou alvos iranianos. A escalada entre Irã e Israel colocou em xeque o cessar-fogo firmado em abril entre os dois países, em um acordo mediado pelos EUA. Diante do risco de mais hostilidades, Donald Trump fez um apelo para que ambos parassem imediatamente os disparos e foi atendido – pelo menos, num primeiro momento. Nos dias anteriores, Trump já havia pressionado Benjamin Netanyahu a evitar uma escalada militar e ampliar as operações na região. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, analista de política internacional, para explicar quais os interesses dos principais atores envolvidos: Israel, Estados Unidos, Irã e Líbano. Kalout destaca o papel de Netanyahu no conflito e nas negociações – a permanência do primeiro-ministro de Israel no cargo será definida em eleições marcadas para outubro.
Desinformar é fácil. Informar exige construção de conhecimento.No novo episódio do Barucast, recebemos a médica infectologista Luana Araújo para uma conversa necessária sobre os impactos da comunicação na saúde e como a informação, ou a falta dela, influencia decisões que afetam vidas.Falamos sobre confiança, ética, credibilidade, fake news, pertencimento, comportamento humano e os desafios de comunicar ciência em um mundo cada vez mais inundado por opiniões e más intenções. Por que pessoas consideradas inteligentes, escolarizadas, também acreditam em informações falsas? Qual a responsabilidade dos influenciadores? E qual é o papel de profissionais da saúde, comunicadores, jornalistas e todos nós na construção de uma sociedade mais bem informada e segura?Uma reflexão profunda sobre o valor da boa comunicação em um cenário em que a qualidade da informação se tornou um determinante de saúde.Roteiro e execução: Baruco Comunicação EstratégicaNa condução do episódio: Erika Baruco e Bruna CarvalhoConvidada: Luana Araújo, Médica InfectologistaEdição e sonorização: Leonardo Engelmann
Neste episódio falamos sobre algumas questões relacionadas à autenticação. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing ShowNotes NIST SP 800-63B-4 – Digital Identity Guidelines: Authentication and Authenticator Management Cybersecurity Advisory – Scattered Spider CrowdStrike Global Threat Report 2026 Mandiant M-Trends 2026 State-of-the-art phishing: MFA bypass FIDO Alliance – State of Passkeys 2026 Constella – 2026 Identity Breach Report Flare Report: Infostealers Are Fueling Enterprise Identity Attacks Verizon — 2025 Data Breach Investigations Report (DBIR)
Como um corretor que passou 10 meses sem vender nenhum imóvel conseguiu criar uma operação com mais de 700 pessoas e agora mira a marca de R$ 1 bilhão em VGV? Neste episódio do Portas Entrevista, Armando Nogueira compartilha a trajetória que começou no Sertão de Pernambuco, passou pela engenharia civil e encontrou na corretagem imobiliária uma oportunidade de transformação de vida. Ele conta como quase desistiu da profissão, a primeira venda feita num domingo à tarde, os erros financeiros do começo da carreira e a construção da Nogueira Vendas e do Hub On — um ecossistema imobiliário que hoje reúne operações de lançamentos, imóveis prontos, crédito imobiliário e inteligência comercial. Capítulos: 03:00 — Infância no Sertão de Pernambuco e influência da família 08:06 — Por que abandonou a engenharia para virar corretor 14:23 — A primeira venda e o impacto da primeira comissão 16:20 — Como criou o “fator 3” para eliminar a sorte nas vendas 20:10 — A visão de Armando sobre liderança 27:07 — O mercado de Recife e o Hub On 36:52 — O modelo de partnership no mercado imobiliário 40:46 — Dicas para quem quer voltar a vender 47:24 — O plano para atingir R$ 1 bilhão em VGV 50:49 — Juros, ano eleitoral, Copa do Mundo e o 2026 no Recife 59:25 — O que faria diferente na trajetória Se esse episódio te ajudou, curta, comente e compartilhe com alguém que quer crescer no mercado imobiliário.
A direita brasileira ainda tenta se adaptar à nova realidade imposta pelo caso Master. O que fazer, afinal, com Ciro Nogueira (PP-PI)? Até agora, a saída até agora foi se afastar e silenciar. Caio Junqueira, analista de Política, Thaís Herédia, analista de Economia, Jussara Soares, analista de Política e Silvio Cascione, diretor no Brasil da consultoria Eurasia, debatem o tema. Também participa desta edição Sergio Firpo, professor de Economia do Insper, Thiago de Aragão, CEO da Arko Advice International, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN.
Leo Nerdkit (@nerdkitt ) e Filippe Chaves (@contraotedio ), atravessam o portal do Passando de Nível para falar do fator replay.Neste episódio, exploramos o poder do replay, aqueles jogos que ficam ainda melhores na segunda (ou décima) jogada. Seja por escolhas diferentes, segredos escondidos ou mecânicas mais profundas, tem game que te chama de volta sem esforço.Porque no fim...zerar é só o começo.
No quadro DEMANDA EM FOCO , o crescimento de quase 3% na produção de ração em 2025 no Brasil . No PRODUÇÃO LEITEIRA , a reação nos preços do leite no RS pelo segundo mês seguido consolidando retomada da alta.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a disputa eleitoral no campo da direita e as consequências da contenda entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que passou a atacar diretamente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nas últimas semanas. A briga pública teve o efeito de turbinar as redes sociais do pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, fazendo do ministro um “cabo eleitoral” involuntário do mineiro. O número de seguidores de Zema aumentou em mais de 494 mil pessoas, seguando levantamento da consultoria Bites, especializada em análise de dados. No mesmo período, os outros pré-candidatos cresceram bem menos. Renan dos Santos (Missão), que é forte entre os eleitores mais jovens, aumentou sua base de seguidores em 129 mil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) em 114 mil e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 39 mil. Já Flávio Bolsonaro vive um dilema quanto a como agir nessa situação e gerenciar as intrigas entre aliados e integrantes da família. O pré-candidato à Presidência, publicou no X (antigo Twitter) neste sábado, 25, um texto em tom de apelo à base bolsonarista, pedindo união e criticando o que chamou de “provocações e cobranças dentro do nosso próprio time”. A manifestação ocorreu após o novos atritos públicos entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - desta vez o vereador Jair Renan Bolsonaro (PL-SC). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre a notícia de que o ministro Gilmar Mendes saiu em defesa da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira na Corte. Em uma postagem na rede social X, o ministro respondeu às críticas da imprensa dirigidas a Messias, destacando sua “atuação técnica”, um “perfil conciliador” e afirmando que ele reúne os requisitos necessários para ocupar uma vaga na Corte. Segundo revelou o Estadão, integrantes do STF vêm articulando apoio ao nome de Jorge Messias, de olho em um eventual alinhamento futuro dentro do tribunal. Nesse cenário, de um lado estão Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que atuam em conjunto no Supremo e divergem de Fachin em pautas consideradas estratégicas pelo presidente, buscando angariar apoio no Senado para Messias. Em outra frente, André Mendonça e Kassio Nunes Marques seguem caminho distinto, alinhados à gestão de Fachin e às prioridades defendidas por ele. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre o anúncio da pré-candidatura à Presidência da República do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Durante o evento, ele defendeu a concessão de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros investigados por tentativa de golpe de Estado. Na fala, destacou sua trajetória na gestão pública estadual e deu ênfase especial ao tema da segurança. Caiado também recordou a vitória da direita em 2018, com Bolsonaro, mas apontou o retorno do PT ao poder no ciclo seguinte como o principal obstáculo para seu campo político. Sobre seu possível adversário dentro da direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Caiado disse que “não tem vivência nem experiência para governar”. Para o governador, “o ímpeto da idade, às vezes, supera o senso de equilíbrio”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No trabalho em altura, não basta parar a queda; é preciso sobreviver ao impacto. Neste episódio, desvendamos o Fator de Queda: a relação matemática que define a gravidade de um incidente. Entenda a diferença entre os cenários 0, 1 e 2, e por que o posicionamento da ancoragem e o uso de absorvedores de energia são os divisores de águas entre um susto e uma lesão fatal.
No trabalho em altura, não basta parar a queda; é preciso sobreviver ao impacto. Neste episódio, desvendamos o Fator de Queda: a relação matemática que define a gravidade de um incidente. Entenda a diferença entre os cenários 0, 1 e 2, e por que o posicionamento da ancoragem e o uso de absorvedores de energia são os divisores de águas entre um susto e uma lesão fatal.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:24 – Gatilhos para uma recessão global: Japão, dívida americana e guerras 08:29 – Impacto do cenário macro e juros altos nas empresas brasileiras 09:56 – Política de preços da Petrobras e o caixa do governo 12:41 – Como o Banco Central chinês evita a inflação e manipula o Yuan 13:40 – Armamento de petroleiras para contra ataques a drones 15:25 – EUA e a inclusão de facções brasileiras como terroristas 16:15 – Bitcoin: Anti-sistema ou absorvido por Wall Street? 21:16 – Escândalos Master e o "novo Lobo de Wall Street" 22:05 – Pressão do petróleo no déficit fiscal americano e impressão de dólares 23:01 – Crise no crédito privado e bloqueios de saques (BlackRock/Blackstone) 25:42 – Estratégia da Strategy e o instrumento STRC27:34 – Medidas do governo para compensar o PIS/Cofins do diesel 28:18 – Possibilidade de uso de armas nucleares contra o Irã 30:02 – Inteligência Artificial: Produtividade e o futuro do mercado de trabalho 31:54 – Risco de desabastecimento de diesel no Brasil 32:35 – Quando o mercado global sentirá os efeitos totais da guerra? 33:13 – Dólar a R$ 7,00 no curto prazo? 33:50 – Acordo militar EUA-Paraguai e a Doutrina Monroe 35:02 – O impacto dos conflitos na imagem de Dubai 35:36 – Como o Irã ameaça o fechamento do Estreito de Ormuz 37:38 – Fator rejeição e as pesquisas para a eleição presidencial 38:25 – Resiliência iraniana e a reação de Trump e Netanyahu 39:02 – Esperança vs. Apocalipse: Como prosperar em um mundo caótico
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Em mais um episódio do Carreira em Tópicos, Marta Pierina discute a respeito do posicionamento profissional, o fator que transforma competência em reconhecimento.
Em mais um programa monotemático – o que à partida costuma ser um mau sinal – vale a pena entender o ‘dia antes' e o ‘dia depois' de mais uma ação militar da dupla Estados Unidos-Israel contra o Irão. Sendo o ‘dia antes' conhecido – mesmo que não explique de todo a ação militar – já o ‘dia seguinte' é uma nebulosa difícil de antecipar.Entretanto, à volta das fronteiras do Irão, o resto do mundo vai-se afundando em mais um momento de inflação, crise energética e tensão acrescida. É o ‘menu' do costume quando a guerra conta mais que a diplomacia.
Debate de Bola
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre o impacto do caso Master nas eleições de 2026. As relações políticas de Daniel Vorcaro impactam o cenário político e devem ainda influenciar no futuro do caso. Um grupo de parlamentares agiu para aprovar propostas no Congresso Nacional que favoreciam o Banco Master, blindavam políticos, pressionavam a Polícia Federal e o Banco Central e agora tenta evitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso. Nos bastidores, as iniciativas têm sido atribuídas à chamada “Bancada do Master” no Congresso. A bancada deixou digitais enquanto o Master vendia carteiras “podres” para o Banco de Brasília (BRB), o banqueiro Daniel Vorcaro aumentava seu leque de relações políticas com festas e eventos patrocinados e o BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal, tentava comprar o banco. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre os fatores que corroboram com a visão do analista estão restrições abrangentes que afetam outros países além do Brasil, demanda chinesa aquecida e oferta de animais reduzida
O que muda na maneira como os negócios operam na era da automação? Neste episódio, Marcello Borges, CIO na Somah Investimentos, compartilha perspectivas sobre a transição da Indústria 4.0 para a 5.0, destacando como equilibrar a automação com o fator humano. Ele revela alertas importantes sobre os riscos de ignorar a digitalização e a importância de adotar novas tecnologias de forma gradual e consciente. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: A transição para a indústria 5.0; ESG na transformação industrial; Pessoas como centro da Indústria 5.0; ROI em investimentos tecnológicos; Automação de tarefas repetitivas; Adoção gradual de tecnologias; Fator humano nas mudanças tecnológicas. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Reginaldo Minaré, diretor-executivo da Associação Brasileira de Bioinsumos (Abbins), foi o convidado especial na edição desta semana
Convidado: Brian Winter, editor-chefe da revista Americas Quarterly e analista político especializado em América Latina. A portas fechadas, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, se reuniu nesta quinta-feira (16) em Washington com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. O encontro na Casa Branca durou cerca de 1h15 e resultou em uma “conversa muito produtiva”, segundo Mauro Vieira afirmou em pronunciamento. O tarifaço de 50% dos Estados Unidos a produtos brasileiros foi um dos principais temas, segundo o ministro de Relações Exteriores. O ministro afirmou que “prevaleceu uma atitude construtiva” na reunião, marcada por um tom de cooperação e respeito mútuo. O encontro aconteceu na semana seguinte ao telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, e foi interpretado como um passo na tentativa de distensão entre Brasil e Estados Unidos. Em conversa com Natuza Nery pouco após o encontro acabar, Brian Winter, analista político especializado em América Latina, explica o momento da relação entre os dois países. Editor-chefe da revista Americas Quarterly, Brian avalia que a reserva de terras raras do Brasil, a segunda maior do mundo, pode ser um ponto de unidade entre os dois países. Brian também responde como a ameaça de Trump de atacar a Venezuela esbarra no Brasil, e quais as consequências para a América Latina. Nesta semana, o presidente dos EUA confirmou ter autorizado operações secretas da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) na Venezuela de Nicolás Maduro e disse estudar ataques terrestres contra cartéis de drogas em solo venezuelano.
Moraes reabre inquérito sobre suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal. O encontro Brasil-EUA e o fator Venezuela. Bope faz nova operação no RJ para tentar capturar traficante Sardinha, chefe do tráfico da Cidade de Deus. Quem matou Odete Roitman? Jornalistas do g1 dão seus palpites.
Demandas fortes e alta dos bezerros são fatores indicativos que arroba do boi está pronta para voltar a subir
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “gostou da conversa” que teve com Lula nesta segunda-feira, 6, por telefone. Trump escreveu a seguinte mensagem em suas redes sociais sobre o diálogo com o petista: “Esta manhã, tive uma ótima conversa telefônica com o Presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitos assuntos, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países. Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Gostei da conversa — nossos países se darão muito bem juntos!”Lula afirmou que ele e Trump relembraram a “boa química” que tiveram em Nova York, na Assembleia Geral da ONU. Também disse que o presidente americano escalou Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, para negociar com o governo brasileiro.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
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O quadro MANEJO EFICIENTE destaca o projeto Confina Brasil da Scot Consultoria que finalizou na última sexta-feira pela região Sul do Brasil. No quadro NA PONTA DO LÁPIS, o ICAP ( Índice de Custo de Alimentação ) para o confinamento em Agosto mostra resultados positivos, mas aquém das expectativas.
O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 10, fala sobre o voto do ministro Luiz Fux no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e a repercussão da manifestação do magistrado.Além disso, o jornal também aborda a pressão dos Estados Unidos junto ao Supremo Tribunal Federal e fala dos próximos passos da discussão da chamada ação penal do golpe.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Destaque do quadro DEMANDA EM FOCO foi a força das vendas externas de Mato Grosso, com destaque para a China. Atenção às baixas ainda na B3, que parecem ser apenas pontuais.
Historiador Bruno Cardoso Reis admite que uma reunião entre Putin e Zelensky sem Trump é pouco provável. Sublinha que Estados Unidos são cruciais para um possível cessar-fogo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aliados de Jair Bolsonaro e membros da cúpula do Partido Liberal (PL) veem a publicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que motivou a decretação da prisão domiciliar de seu pai, nesta segunda-feira, 4, como uma “isca” para a decisão e para chamar a atenção da Casa Branca. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes considerou que Bolsonaro descumpriu determinação judicial ao participar por videochamada de atos em sua defesa neste domingo, ocorridos em diversas cidades, e aparecer em publicação feita por Flávio nas redes sociais. "O ex-presidente provoca para que o ministro aprofunde suas medidas cautelares e, assim, ele mobilize seus defensores aqui e no exterior. Cumprir decisão judicial é obrigação de qualquer cidadão e Bolsonaro sistematicamente descumpre exatamente para cavar a reação de Alexandre de Moraes. Nas redes sociais, há um apoio maior da sociedade à decisão do que contra. Mas como é uma divisão tão apertada, a gente pode concluir é que todas estas dinâmicas racham o País ao meio. Bolsonaro é um fator de discórdia que divide o Brasil", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aliados de Jair Bolsonaro e membros da cúpula do Partido Liberal (PL) veem a publicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que motivou a decretação da prisão domiciliar de seu pai, nesta segunda-feira, 4, como uma “isca” para a decisão e para chamar a atenção da Casa Branca. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes considerou que Bolsonaro descumpriu determinação judicial ao participar por videochamada de atos em sua defesa neste domingo, ocorridos em diversas cidades, e aparecer em publicação feita por Flávio nas redes sociais. "O ex-presidente provoca para que o ministro aprofunde suas medidas cautelares e, assim, ele mobilize seus defensores aqui e no exterior. Cumprir decisão judicial é obrigação de qualquer cidadão e Bolsonaro sistematicamente descumpre exatamente para cavar a reação de Alexandre de Moraes. Nas redes sociais, há um apoio maior da sociedade à decisão do que contra. Mas como é uma divisão tão apertada, a gente pode concluir é que todas estas dinâmicas racham o País ao meio. Bolsonaro é um fator de discórdia que divide o Brasil", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mark Carney, do Partido Liberal, conquistou nas urnas o direito de seguir como primeiro-ministro do Canadá, num pleito que teve quantidade recorde de votantes. A vitória de Carney consolida uma reviravolta no cenário político do país – até janeiro deste ano, as pesquisas apontavam favoritismo de até 80% para a oposição. Na linha do tempo eleitoral canadense, o ponto de inversão é claro: a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, em janeiro. “Ele foi o anti-cabo eleitoral”, resume Maurício Moura, professor da Universidade George Washington, com quem Natuza Nery conversa neste episódio. Assim que assumiu o cargo, Trump disparou uma série de provocações ao país vizinho, entre elas a ameaça de anexar o Canadá como o 51º estado americano. E mudou o foco da eleição. As críticas ao ex-primeiro-ministro Justin Trudeau foram suplantadas pelo discurso anti-Trump adotado por Carney – sucessor de Trudeau, que renunciou em março para evitar que o Partido Liberal perdesse o controle do Parlamento. A eleição no Canadá, explica Maurício Moura, é o ápice do “efeito Trump” até aqui: líderes que rivalizam com o americano vêm sua popularidade aumentar mundo afora.
Por Pr. Eduardo Pena. Mensagem 16 da série "Coração de Discípulo". | João 10:14-16:27 | https://bbcst.net/V9213
Pauta:1) O FATOR SÍRIA E O QUE MUDA NO ORIENTE MÉDIO2) RÚSSIA SEGUE AVANÇANDO SOBRE O LESTE DA UCRÂNIA 3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Com um PIB de US$ 27 trilhões em 2023 — cerca de 12 vezes maior que o brasileiro –, os EUA estão a quatro meses da eleição presidencial. E o nome que despontava como favorito ficou ainda mais forte depois de sobreviver a um atentado, no último sábado. Oficializado pelo partido Republicano como candidato na convenção desta segunda-feira (15) – que definiu também J.D. Vance como seu vice –, Donald Trump desperta reações ambíguas nos economistas e no mercado. O ex-presidente diz que vai intensificar a agenda protecionista que caracterizou seu mandato (2017-2021), e promete também reduzir impostos, mas não informa o que pretende fazer para corrigir o rumo da explosiva dívida americana. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Sergio Vale, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da USP e economista-chefe da consultoria MB Associados, sobre os impactos do atentado para as expectativas do mercado e o preço do dólar. Participa também José Alexandre Scheinkman, professor de economia da Universidade de Columbia, que explica como as políticas fiscal e monetária americanas têm consequências globais – e quais são os rumos esperados caso Trump vença em novembro.