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Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Projetos de compra de créditos de remoção de carbono em áreas do Cerrado permitem monoculturas de eucalipto ou pinus
No Mercado do Filme do Festival de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, a sessão dedicada ao cinema brasileiro é sempre um dos momentos mais aguardados pelos realizadores que chegam à França para apresentar seus trabalhos. Para muitos, é a primeira vez em que seus filmes encontram uma plateia estrangeira. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand Quatro curtas paulistas selecionados pela associação Kinoforum, em parceria com a Spcine, foram exibidos na confortável sala George Conchon, um dos espaços mobilizados durante o festival. O programa abriu com "Xicas", de Asaph Luccas, que recebeu os aplausos mais calorosos da manhã. Na sequência vieram "Madrugada no Edifício Terezinha", de Cesar Cabral e Renato José Duque; "Sandra", estreia na direção da atriz Camila Márdila; e, encerrando o bloco, "Replikka", de Heloisa Passos e Piratá Waurá. Como é tradição do festival, a sessão não se limitou à exibição dos filmes. Depois das projeções, o público participou de uma conversa aberta com os realizadores, que detalharam processos de criação e escolhas estéticas. O destaque inicial ficou com "Xicas", curta que marcou a segunda participação de Asaph Luccas no festival francês e seu quarto trabalho na direção. A recepção calorosa refletiu o interesse do público pelo modo como o filme aborda identidades travestis sob uma perspectiva afetiva e política. A narrativa se desenvolve durante os preparativos do carnaval, e a realizadora, que até agora só havia assinado ficções, explicou o que exigiu o registro documental. “O nosso filme é costurado através da história de Chica Manicongo, que foi a primeira travesti não indígena do Brasil, trazida escravizada do Congo. Essa história se mescla muito com a nossa história de Brasil, com a nossa história de identidade de gênero. (...) Temos mulheres trans na política, mulheres trans médicas, mulheres trans que trabalham com prostituição. Foi muito importante mostrar como nós somos múltiplas.” Asaph Luccas espera que "Xicas" represente um voto de futuro para as identidades trans, para que elas estejam presentes em todas as esferas, no Brasil e no mundo, num momento em que disputam espaços políticos. “É um filme muito querido para mim e muito importante para todas as travestis que participam dele. Eu realmente acredito que o cinema serve como essa ferramenta para transformação social e para trazer luz para histórias marginalizadas e muitas vezes invisíveis.” Entre estética e experimentação O segundo filme da sessão foi "Madrugada no Edifício Terezinha", dirigido por Cesar Cabral em parceria com Renato José Duque. O curta chamou a atenção do público pela mistura entre animação stop motion e elementos filmados, criando uma estética híbrida incomum para o gênero terror. O diretor explicou como essa abordagem nasceu e como buscou provocar tensão visual combinando o real e o animado. “A ideia foi misturar imagens reais com animação. (...) O filme tem um boneco caminhando, mas o olho dele foi filmado com um ator e o encaixe desse olho feito em pós-produção. O olho transmite uma emoção muito forte. Trazer esses elementos do real num boneco foi o que eu busquei para criar essa tensão.” A animação despertou curiosidade no público presente, e Cesar Cabral falou sobre as expectativas de circulação do curta, que chegou a Clermont-Ferrand recém-finalizado. “O filme está estreando aqui no mercado. Sempre existe um interesse muito grande, até porque o gênero terror cresce no mundo. Trazer algo que tem um diferencial, que é a animação junto com esse universo, está sendo bem positivo. Ele acabou de ficar pronto, a gente terminou há duas semanas para apresentar aqui em Clermont, que era uma oportunidade muito importante. Agora seguimos na carreira dos festivais.” O terceiro filme da sessão brasileira de curtas foi "Sandra", estreia de Camila Márdila como diretora e roteirista. Conhecida pelo trabalho como atriz, ela conta que a vontade de estar atrás das câmeras vinha de muito antes, influenciada tanto pelo teatro quanto pela experiência em diferentes áreas do audiovisual. Ela explica como decidiu dar esse passo e o que significou dirigir seu primeiro filme. “Eu sempre tive esse desejo. Pela minha formação no teatro, onde trabalho há muitos anos coletivamente, e também pela faculdade de comunicação social, onde transitei por várias áreas do audiovisual. Eu já estava há um tempo querendo elaborar um roteiro para exercitar essa direção, estar por trás das câmeras. Não tinha vontade de atuar no meu primeiro filme. Queria participar de todos os processos e entender desafios, especialmente na pós-produção, que era novidade para mim. Foi um processo muito prazeroso.” Sem se deter nos bastidores da produção, Camila volta o olhar para a continuidade do trabalho: ela já prepara um novo curta, concebido para ser realizado com equipe reduzida e um ritmo de filmagem compatível com o formato, dando sequência ao impulso criativo que nasceu com “Sandra”. Memória, identidade e resistência O último filme apresentado na sessão brasileira foi “Replikka”, dirigido por Heloisa Passos e Piratá Waurá. O curta acompanha a jornada do povo Wauja pela preservação de seu principal patrimônio cultural: a gruta sagrada do Kamukuwaká, que ficou fora da área de demarcação do território indígena do Xingu e foi vandalizada em 2018. Considerada o “livro do conhecimento” para os povos do Alto Xingu, a parede da gruta era talhada com inscrições ancestrais que há séculos transmitiam ensinamentos fundamentais às novas gerações. Fotógrafa, cineasta e documentarista com 35 anos de carreira, Heloisa contou à RFI como surgiu o convite para realizar o documentário em parceria com Piratá Waurá. “Nós dois fomos convidados a formar um coletivo de pessoas indígenas e não indígenas para realizar a filmagem da chegada da réplica [da gruta] na aldeia Ulupuwene. Com essas imagens, a gente decidiu transformá-las em um curta-metragem e, aí, convidamos novos parceiros: o Oswaldo Santana, o ‘Oswaldinho', que se tornou roteirista junto comigo e com o Piratá. Também tivemos o apoio de dois produtores importantes: o produtor americano Mark Slagle e a Yula Rocha, da People's Palace Projects.” Apresentar o documentário na língua Wauja foi uma escolha central, tanto artística quanto política, e parte da própria luta do povo retratado. “Eu acho que a língua é uma luta, é também uma forma de resistência. Nós estamos falando do Aruaki, a língua do povo Wauja. […] Então, preservar a língua deles – esse filme é deles para o mundo, eu sou só uma ponte – era fundamental. Para nós, para mim e para o Piratá, era essencial que o filme fosse falado na língua Wauja, porque isso também é uma luta de resistência.” A sessão terminou reafirmando, na sala Conchon, a força da cultura brasileira, sua diversidade e a criatividade de seus cineastas.
Novo Centro de Pesquisas vai trazer novidades para o controle do greening na citricultura
CULTO DE CELEBRAÇÃO I 3 Maneiras de Trazer minhas Bênçãos I 01.02.26 - Pr. Marcelo Rocha by Renovada Internacional
Grande alta de preços a partir de 2024 veio reduzindo demanda mundial e agora recuperação da produção na África ajuda ainda mais na recuperação dos estoques
É uma das melhores compositoras musicais da atualidade. Em 2022 venceu o Festival RTP da Canção e conquistou o 9º lugar na final da Eurovisão em Turim, na Itália. Nos últimos anos, MARO colaborou com Eric Clapton, andou em digressão com Jacob Collier e Shawn Mendes e foi representada pelo empresário Quincy Jones (o afamado produtor musical de “Thriller”, de Michael Jackson). No próximo dia 27 de janeiro lança o novo álbum “So Much Has Changed”, que traduz uma fase de transformação, optimismo e luz, apesar das tantas escuridões da atualidade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Área segurada caiu de 14 para 3,2 milhões
Edu tem uma conta que chama moldando um sonho, ou construindo, transformando.O Boia acredita muito na força das palavras e ainda mais nas ações que resultam delas.Eduardo Grinberg visualizou uma onda surfada no Centro de São Paulo e hoje temos 5 delas, num espaço de 200 quilômetros.No episodio 338, ouvimos atentamente sobre a revoluçãodo surfe nos grandes centros, a exclusividade e, como sempre fazemos, especulamos sobre a possibilidade de ter ondas artificiais públicas.A trilha teve White Gloves ii com Khruangbin, Mother Mother com os Fat Freddy's Drop e o Carioca Rogê com um cover dos Talking Heads, Road to Nowhere.
Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - Jesus veio para trazer o Reino de Deus - 14.01.2025
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Depois de um “excelente” encontro de três horas com Zelensky, Trump disse que o acordo para a paz está “muito perto” de acontecer. Será mesmo assim? O major-general João Vieira Borges é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio do dia 04/12/2025, com o tema " Jesus veio trazer paz ou guerra? Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: TEM HORA QUE JESUS DISSE QUE VEIO TRAZER A PAZ, MAS TEM HORA QUE ELE DIZ QUE VEIO DIVIDIR AS FAMÍLIAS, ISSO NÃO É CONTRADITÓRIO? A FINAL ELE VEIO UNIR OU SEPARAR AS PESSOAS? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
✨ Prece poderosa para florescer a alegria, multiplicar as bênçãos e transformar o seu lar em um imã de luz, proteção e prosperidade.Essa oração foi criada para ativar o campo divino da sua casa, elevar a vibração dos ambientes e fortalecer a energia de união, amor, abundância e fé.Ao ouvir esta prece, permita-se respirar fundo, abrir o coração e deixar que cada palavra toque o seu ser e o seu lar.
O projeto Leiri@Paris, promovido pela Leiria Cidade Criativa da Música UNESCO na Casa de Portugal André de Gouveia, terminou em Paris com um concerto do guitarrista Pedro Santos, reforçando a ligação cultural entre Leiria e a capital francesa. No encerramento, a vereadora da Educação e Cultura e vice-presidente da Câmara Municipal de Leiria, Anabela Graça destacou a importância desta presença internacional para projectar os artistas leirienses além-fronteiras. “É um momento muito importante”, afirmou a autarca ao início da conversa. “É um momento de diálogo cultural entre Leiria e Paris através da música e das artes. Trazer até Paris músicos leirienses, especialmente jovens talentosos que já estão a fazer um percurso internacional, é para nós um grande orgulho.” A presença em Paris decorre da visão que Leiria vem afirmando nos últimos anos: uma cidade que aposta na criatividade, na educação artística e na diplomacia cultural como motores de desenvolvimento. “É uma afirmação do nosso projecto Leiria Cidade Criativa da Música da UNESCO”, sublinhou Anabela Graça. “Pretendemos que esta marca se concretize através de acções concretas, projectos, e este é um deles. Leiria Paris é um dos muitos projectos de divulgação da música e das artes que queremos ver crescer.” Cidades Criativas: rede que multiplica oportunidades O ciclo surgiu da participação de Leiria na rede das Cidades Criativas da UNESCO. Para a vereadora, essa ligação internacional tem sido decisiva: “A rede tem influenciado profundamente a nossa estratégia cultural. Valoriza os músicos, promove experiências, cria diálogos com outros países e abre portas a novas comunidades. Estamos a levar Portugal e Leiria para fora de portas com o melhor que temos: a cultura.” A autarca destaca ainda a singularidade do ecossistema cultural leiriense: “Leiria tem uma diversidade enorme de talentos e de estruturas culturais, muito assentes no associativismo. Contamos com cerca de 70 associações culturais no concelho, o que faz toda a diferença.” Essa força colectiva reflecte-se numa tradição musical com décadas de história: “Temos 11 filarmónicas, três conservatórios e há famílias em que avós, pais e filhos passam todos pela música. Isto marca uma comunidade, cria identidade e gera continuidade”, explicou. No caso do guitarrista Pedro Santos, que encerrou o ciclo com um recita, o percurso evidencia essa base sólida. “O Pedro é fruto de uma escola, o Orfeão de Leiria, que ao longo de décadas tem feito com que Leiria apareça nos palcos do mundo através da sua formação musical. Muitos destes jovens continuam os seus percursos no estrangeiro e mantêm-se ligados à cidade.” Educação artística como estratégia de desenvolvimento A aposta cultural de Leiria assenta também num investimento estruturado na educação. “Pensar o desenvolvimento de um território é apostar na cultura e na educação”, defende Anabela Graça. “Em Leiria, todas as crianças dos 3 aos 6 anos têm música e dança semanalmente. É um investimento assumido pelo município e é uma semente para o futuro.” A autarca acredita que esta relação precoce com as artes tem impacto directo na vitalidade cultural da região; uma vez que “desperta atenção, sensibilidade e vontade de participar. E os resultados estão à vista na quantidade de músicos e artistas que Leiria tem formado.” É essa continuidade que sustenta o reconhecimento internacional. “Foi precisamente pela nossa história ligada à música que recebemos o selo UNESCO”, afirma. Com cerca de 400 músicos activos no concelho, Leiria destaca-se no panorama nacional por uma densidade artística invulgar para um território de média dimensão. Com o ciclo Leiri@Paris agora concluído, a autarquia pretende dar continuidade à estratégia de internacionalização. “Vamos avaliar esta experiência, que tem sido extremamente positiva, e com certeza encontraremos outras formas de levar os nossos artistas a outras partes do mundo”, assegura Anabela Graça. A vereadora lembra, ainda, que o trabalho em rede é uma marca identitária do concelho e que a cooperação vai continuar a orientar os projectos futuros. “O trabalho colaborativo faz parte do ADN de Leiria”, afirma. “A candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027, feita com 26 municípios, ensinou-nos que os territórios têm de se unir através da cultura. Mesmo sem termos sido seleccionados, ganhámos uma aprendizagem fundamental.”
Espelho Autoexistente + Lua Minguante
Edgard Benozatti - Diretor-Presidente na Companhia Paulista de Parcerias (CPP)
Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.”— Lamentações 3:21 ✨
Áreas que vão precisar ser replantadas vão enfrentar dificuldades para conseguir sementes e garantir boas janelas para soja e milho
A soprano Carla Cottini, uma das vozes brasileiras de maior destaque internacional, não apenas percorre os palcos do mundo com interpretações de Mozart, Verdi e outros compositores consagrados: ela também carrega uma reflexão crítica sobre o papel da mulher no universo lírico. “A ópera retrata a realidade. Muitas peças revelam como as coisas mudaram — e também como não mudaram”, afirmou no episódio do Mulheres Reais. Nascida em São Paulo e vencedora do prêmio Revelação no concurso Maria Callas, Cottini construiu uma trajetória que a levou de musicais no Brasil a papéis de protagonista em teatros europeus. Mas, ao longo desse percurso, deparou-se com um repertório que, em suas palavras, evidencia marcas históricas de desigualdade. “Em muitas obras, as mulheres aparecem como submissas, trágicas ou sedutoras, reforçando uma lógica patriarcal. Revisitar esses papéis é sempre a chance de questionar e ressignificar essas representações”, destacou. Para Cottini, essa leitura crítica não anula a potência do gênero operístico. Pelo contrário, a soprano vê na música uma possibilidade de resistência e transformação: “Quando Mozart metaforiza a crítica social em suas óperas, abre espaço para que hoje possamos ampliar essas camadas de leitura. É muito poderoso transformar no palco aquilo que, séculos atrás, já era uma denúncia contra o machismo e a desigualdade de classes”. Além da carreira como solista, Cottini investe em projetos que dão voz a compositoras brasileiras esquecidas pela história. Ao lado do pianista Ricardo Ballestero, grava obras inéditas de mulheres que nunca tiveram suas composições registradas. “É surpreendente e emocionante trazer à tona músicas maravilhosas que permaneceram invisíveis apenas por terem sido escritas por mulheres”, disse. A maternidade e a formação em psicanálise também atravessam seu olhar artístico, reforçando o compromisso com uma escuta atenta e feminina. O podcast Mulheres Reais é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível semanalmente em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
5a feira. 29a semana do tempo comum
Homilia Padre Jaime Villavicencio, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 12,49-53Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:"Eu vim para lançar fogo sobre a terra,e como gostaria que já estivesse aceso!Devo receber um batismo,e como estou ansioso até que isto se cumpra!Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra?Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer divisão.Pois, daqui em diante, numa família de cinco pessoas,três ficarão divididas contra duas e duas contra três;ficarão divididos:o pai contra o filho e o filho contra o pai;a mãe contra a filha e a filha contra a mãe;a sogra contra a nora e a nora contra a sogra".Palavra da Salvação.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
João Noronha Lopes: "Vou trazer Bernardo com Mourinho no Benfica"dc8be662-ccad-f011-8e61-6045b
Alberto Gonçalves comenta os resultados eleitorais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
São João do Peso é a freguesia com menos eleitores do país. Depois de vários anos afastada, Rosário Carvalheiro retoma funções, com o desejo de "trazer mais pessoas" e "encher as casas" da freguesia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O reconhecimento do Estado da Palestina será um dos temas em discussão na 80.ª Assembleia-Geral da ONU. Uma conversa com o major-general Arnaut Moreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta novo inquérito contra Bolsonaro com base na CPI da Covid, discussão sobre Bolsa Família, e recepção a Trump na Inglaterra.
Numa altura em que as negociações para um cessar-fogo parecem paradas, a ONU reúne-se. Irá Portugal reconhecer a Palestina? E as sanções da Comissão Europeia serão mais simbólicas do que reais?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Impacto das mudanças ou manutenção deverão ser sentido ainda mais pelo dólar, mas também com atenção redobrada sobre a inflação no Brasil.
00:00: ☀️ Bom dia Tech!01:21: ⚖️ União Europeia multa Google em €2,95 bilhões por favorecer seus próprios serviços de anúncios02:41:
O presidente norte-americano não esconde a ambição de acabar com a guerra na Ucrânia e o encontro com Putin, na sexta-feira, será decisivo. Madalena Moreira, jornalista do Observador, é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente norte-americano não esconde a ambição de acabar com a guerra na Ucrânia e o encontro com Putin, na sexta-feira, será decisivo. Madalena Moreira, jornalista do Observador, é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sapatos usados na rua carregam bactérias, alérgenos e substâncias químicas tóxicas – muitas das quais ligadas a problemas sérios de saúde.
Tema – O PODER DE TRAZER A MEMÓRIA: ESPERANÇA EM TEMPOS DE ESCURIDÃO .Quarta – Feira 02/07/2025 Pregador : Bp. André Barbosa Em tempos de crise, silêncio de Deus e escuridão da alma, como manter a fé viva? Nesta poderosa mensagem, o Bispo André Barbosa nos leva ao livro de Lamentações para mostrar que, mesmo diante do caos, Jeremias fez uma escolha: trazer à memória o que lhe dava esperança. Você vai descobrir como as lembranças da fidelidade de Deus podem reacender sua fé, como a esperança bíblica é uma certeza viva, e como resistir ao desânimo com a força da Palavra. Essa palavra vai renovar seu ânimo, fortalecer sua fé e te lembrar: Deus é a tua porção! ✨ Não se esqueça do que Ele já fez — há poder em lembrar! Aula 18 Módulo – 65 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Alexandre Garcia comenta morte da brasileira Juliana Marins na Indonésia, investigação da fraude no INSS passando para o Supremo, e anulação de nomeação de desembargador por causa de cota para mulheres.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente Lula determinou que o Ministério das Relações Exteriores se responsabilize pelo traslado do corpo da jovem que morreu em um vulcão, na Indonésia. Lula postou em uma rede social que conversou, por telefone, com o pai de Juliana Marins, e informou que determinou que o ministério preste o apoio à família da jovem, o que inclui a vinda do corpo da indonésia para o Brasil. E ainda: Tenente aposentado da PM é preso em flagrante por venda de anabolizantes em São Paulo.
O envolvimento dos EUA na guerra de Israel com o Irão pode intensificar tensões com a Rússia e a China, que historicamente apoiam o Irão de forma direta ou indireta e pode pressionar a NATO. A economia já começou a sofrer através do aumento dos preços do petróleo e a escalada de preços pode continuar se o Irão cumprir a promessa de fechar o Estreito de Ormuz. A Europa, já pressionada pela redução de gás russo devido à guerra na Ucrânia, pode vir a enfrentar maior escassez e preços elevados. Tudo isto pode acabar numa recessão global. Neste episódio, conversamos com Pedro Cordeiro, editor de Internacional do ExpressoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Monique FemmeLinks mencionados:Breaking Data Hackers - com a Snowflake Vagas no BeesDemais canais do Data Hackers:SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
Pela primeira-vez, um grande número de chefes de Estado e de Governo e ministros se deslocaram para uma reunião internacional para abordar a proteção dos oceanos. Se, por um lado, a 3ª Conferência da ONU em Nice sobre o tema (UNOC3) resultará “apenas" em uma declaração política de engajamento dos quase 130 países representados, por outro, o evento consolidou de vez os oceanos na agenda ambiental global. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Nice Mais de 60 líderes de países dos cinco continentes estiveram na cidade do sul da França para o evento. Assim, no segundo dia, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que, até setembro, 60 países se comprometeram a ratificar o Tratado de Proteção da Biodiversidade Marinha em Áreas além da Jurisdição Nacional (conhecido pela sigla BBNJ). O número é suficiente para que o acordo, assinado em junho de 2023, entre em vigor. O Brasil prometeu ratificar o texto até o fim deste ano. André Abreu, diretor de Políticas Internacionais da Fundação Tara Oceans, considera que, ao debater "todas as grandes questões" em alto nível, a UNOC3 atingiu o status de “mini-COP”, a badalada Conferência do Clima da ONU. As duas edições anteriores do evento sobre os oceanos ocorreram em 2017, em Nova York, e em 2022, em Lisboa. "Esse tratado do alto mar fica geralmente nas prateleiras dos ministérios, sem ter visibilidade para os ministros do meio ambiente ou das ciências. Trazer essa ambição de ratificar o Tratado do Alto Mar é um exemplo de como essa conferência pode fazer diferença”, avalia Abreu, que acompanha há mais de 20 anos as tentativas de acordos internacionais pela proteção dos oceanos. "Um outro tema é moratória sobre a exploração mineral dos fundos marinhos. Eram 30 países no grupo de alta ambição na ISA [Autoridade Internacional de Fundos Marinhos] e, aqui, dobraram. Está tendo uma convergência de anúncios bastante impressionantes, apesar da declaração política, que deixa a desejar." Este texto foi negociado entre os participantes antes da conferência e a declaração deve estimular um impulso político ao tema nos países signatários. Ao longo da semana, estão sendo anunciados novos compromissos voluntários para o cumprimento do único dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU específico sobre os oceanos, de número 14. Compromissos do Brasil O Brasil, por exemplo, se engajou a atingir até 2030 a meta das Nações Unidas de 30% de áreas marinhas protegidas e detalhou os seus planos para a preservação dos recifes de coral e dos manguezais. O país já tem 26,5% da sua zona marinha e costeira dentro de unidades de conservação. Para Marina Corrêa, analista sênior de conservação dos oceanos da WWF Brasil, o principal desafio para atingir a meta de 30% é que as novas áreas criadas tenham representatividade de habitats e sejam de fato implementadas. "A gente sabe que tem muitos desafios, mas estamos vendo muitos esforços do Brasil”, disse. “O que o Brasil fez na sua presidência no G20, priorizando o oceano e a inclusão do oceano nas NDCs [os planos climáticos dos países] e incluindo o oceano nas suas próprias NDC, são sinalizações de um país que vem querendo amadurecer essa agenda. Eu diria que Nice foi um trampolim para a agenda de oceano para a COP30”, afirma. A CEO da Conferência do Clima de Belém, Ana Toni, concorda: "Vai influenciar de maneira estruturante. O clima e os oceanos estão juntos. A gente separa em diversos eventos, mas, na verdade, eles estão juntos e a gente espera expressar tanto aqui, como na COP30, essa unidade, de que temos de proteger os oceanos para proteger o clima e proteger o clima para proteger os oceanos”, declarou Toni, à RFI. Sinergia entre clima e oceanos Os oceanos captam 25% do CO2 ejetado na atmosfera e têm um papel fundamental na regulação climática da Terra, ao estocar calor. Entretanto, o excesso dos dois fatores tem levado as águas oceânicas a se tornarem mais ácidas, causando o colapso de ecossistemas marinhos. André Abreu explica que as temperaturas extremas na superfície favorecem a proliferação de algas que retiram oxigênio do mar – e as áreas com níveis mínimos de condições para a vida estão se expandindo. "Fala-se hoje de 'dead zones', porque tem bolsões inteiros do oceano, não somente nos estuários, que seria o esperado, mas bolsões inteiros no meio do mar, com praticamente zero oxigênio. Só bactérias e vírus que sobrevivem ali”, lamenta o pesquisador. "Explicar isso, trazer essa urgência para a COP de Belém é superimportante, porque o oceano está sendo impactado demais pelas mudanças climáticas.” Impacto dos combustíveis fósseis A Conferência dos Oceanos também resultou em um apelo, assinado por 90 países, por um tratado “ambicioso" contra a poluição plástica, incluindo a delicada questão da redução da produção de polímeros – derivados do petróleo, um combustível fóssil. No evento, organizações ambientalistas ainda chamaram a atenção para os riscos de projetos de exploração de gás e petróleo offshore para os mares. A advogada Renata de Loyola Prata, coordenadora de Advocacy e Projetos no Instituto Internacional Arayara, critica o projeto do governo brasileiro de oferecer 147 novos blocos de exploração de petróleo e gás no país – dos quais um terço se localizam na foz do rio Amazonas. "Nós temos ressalvas, preocupações sobre o Brasil de fato ser uma liderança climática”, sinaliza. "Apontamos incongruências. É realmente uma contradição o Brasil se colocar como liderança climática e abrir essa nova fronteira exploratória, sendo apelidada como o novo pré-sal”, aponta a advogada. "Acho importante que o tema dos combustíveis fósseis e as suas emissões, que afetam os oceanos, esteja presente”, disse Ana Toni. "São debates difíceis, mas eles têm que acontecer, e fico muito feliz que aqui, e também na COP30, a gente vai poder debater de coração aberto, tentando procurar maneiras que sejam boas para as pessoas e, logicamente, boas para o planeta.”
Você já ouviu falar do “lobo-terrível”? Este predador, que circulava por terras hoje cobertas por florestas e montanhas, deixou de existir há séculos, mas seu legado desperta fascínio até hoje. Trazer de volta animais extintos como ele vai além de um exercício da ciência: é um convite para repensar nosso papel na natureza.Em um momento onde avanços biotecnológicos se encontram com debates éticos, o episódio de hoje te convida a descobrir como funcionam as técnicas de “desextinção”, que desafios acompanham cada passo e por que, mais do que curiosidade histórica e científica, essas tecnologias podem influenciar o futuro dos ecossistemas. O que nos motiva a olhar para o passado em busca de criaturas que acreditávamos perdidas para sempre? No episódio de hoje, os investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna, José e Jey falam sobre as novas descobertas científicas que fizeram esse fato ser possível e como o mundo pode mudar drasticamente, ou não, por conta dessa nova engenharia genética menos invasiva. A Lynda MD oferece soluções personalizadas para produção de conteúdo no Instagram (o famoso social media), anúncios profissionais no Meta, que é o grupo do Facebook e Instagram, e no Google, além da construção de sites modernos e funcionais perfeitos para o seu negócio. Saiba mais acessando o site www.lyndamd.com.br Links:Apoia-se Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialMundo Freak no Youtube
Um ouvinte que mudou de vida, um fantasma que rouba comida e vingança no local de trabalho.
O que pode me trazer esperança? - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Clima se mantém como principal fundamento nos próximos meses, mas perspectivas são favoráveis para produção da próxima temporada
Tanya 4 Iyar Cap 44 Parte 3 -É bem próximo de todos,trazer a terra e revelar o amor oculto
Os mosquitos podem incomodar, mas também podem ser agentes de disseminação de doenças. As autoridades estão muito atentas. Martim Andrade, jornalista da secção de Sociedade, é o nosso convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os mosquitos podem incomodar, mas também podem ser agentes de disseminação de doenças. As autoridades estão muito atentas. Martim Andrade, jornalista da secção de Sociedade, é o nosso convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É um dos apresentadores mais populares da televisão, mas viveu uma fase em que se afastou dos holofotes por desentusiasmo com o entretenimento e busca de sentido para a vida. É quando passa a dar voz a várias causas humanitárias e de sustentabilidade ambiental. João Manzarra afirma ter passado por um dos momentos mais belos de sempre quando acompanhou de perto o pai durante o seu último ano de vida. E atribui ao progenitor o facto de ter feito as pazes com o seu papel televisivo, como forma de trazer alegria às pessoas. Amante de grandes viagens, tem agora um canal no Youtube onde relata as aventuras pelo mundo e estreia em breve um videocast sobre caminhadas com figuras públicas. Ouçam-no na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.