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'¡Buenos días, Javi y Mar!' informa del fin de la ola de calor. Venezuela declara emergencia por terremotos y alerta de tsunami. Bruselas aprueba fondos para España por la DANA. Explican el "efecto zapatilla nueva", el "dolor de muela del aviador" y la higiene de almohadas: lavar fundas cada 3-4 días y cambiarlas cada dos años. Recuerdan costumbres noventeras impensables (fumar en todas partes, revelar fotos íntimas). Comentan el caso de un padre indonesio que nombra a su hijo ABCDFGHIJK por su afición a los crucigramas. Musicalmente, Kylie Minogue casi rechaza "In Your Eyes"; Take That compone "Patience" sin hablarse. En "Sé lo que estás pensando", eligen vista como sentido a conservar, gazpacho o calor como inicio del verano, y madrugar como lo que prohibirían. Abordan el JOMO, placer de perderse planes. Marilia de Ella Baila Sola celebra 30 años de carrera, destacando sencillez y lenguaje directo.
¡Buenos días, Javi y Mar! informa sobre la primera ola de calor del verano, con altas temperaturas y posibles lluvias en el norte. Zapatero declara en la Audiencia Nacional como imputado. El último paciente de hantavirus recibe el alta. Un estudio revela un aumento del 30% en la venta de libros juveniles y románticos durante los mundiales. Javier Bardem pone sus manos en el Paseo de la Fama de Hollywood y el programa repasa sus películas. Se propone una "misión posible" colaborativa, y Lucía desea ser cuidadora de animales. Los oyentes comparten manías como no abrir la puerta sin avisar o experiencias con parejas con cejas muy depiladas. Se debate sobre el nombre de la raíz de regaliz, "palulú" o "padoluz". Musicalmente, suenan Cristina Aguilera, Katy Perry, Lady Gaga, Justin Bieber, Juanes con Morat, Britney Spears y se celebra el regreso de "Thriller" de Michael Jackson al número uno.
A cantora franco-portuguesa Elsinha lança a 3 de Junho o seu primeiro álbum de estúdio, Liberdade. Com 12 temas em português, espanhol e francês, o disco percorre memórias de infância, desafios pessoais e influências culturais que marcaram o percurso da artista entre França, Espanha, Brasil e Portugal. A cantora franco-portuguesa conhecida artisticamente como Elsinha lança, a 3 de Junho, o seu primeiro álbum de estúdio, “Liberdade”. Nascida em Rueil-Malmaison, na região parisiense, filha de emigrantes portugueses, Elsinha cedo sentiu o desejo de descobrir o mundo. Aos 20 anos, saiu de casa e viveu em Espanha e, mais tarde, no Brasil, onde contactou com diferentes sonoridades que viriam a contribuir para a construção da sua identidade musical. Depois de lançar vários singles e o EP “Salvação”, em 2019, a artista concretiza agora um dos seus maiores sonhos com a edição de “Liberdade”, um álbum composto por 12 temas. Um percurso atípico Após concluir os estudos, Elsinha iniciou a sua carreira profissional como professora de espanhol na Educação Nacional francesa. Contudo, o apelo da música revelou-se mais forte. Acabou por abandonar o ensino para se dedicar inteiramente à música e à dança, duas expressões artísticas que hoje marcam profundamente o seu trabalho. Uma actuação de Elsinha vai além da interpretação vocal. Os concertos da artista conjugam música, dança e a participação dos músicos que a acompanham, criando uma experiência artística completa. Em “Liberdade”, Elsinha partilha episódios marcantes da sua vida, revelando momentos de superação, sofrimento, descoberta e felicidade. O álbum assume-se como uma viagem pela infância, pela vida adulta e pelas experiências que moldaram o percurso pessoal da cantora. Musicalmente, o trabalho cruza referências afro-brasileiras com influências lusófonas e hispânicas. O resultado é um disco emocionalmente intenso, que reflecte tanto a história pessoal da artista como a sua vivência multicultural. O projecto inclui canções em português, espanhol e francês, espelhando as diferentes etapas de um percurso construído entre vários países e culturas. Para além da sua dimensão artística e cultural, “Liberdade” afirma-se como um projecto profundamente pessoal, que mergulha também na história familiar da cantora. A música não parecia um destino evidente para Elsinha. Os pais mostravam alguma reserva em relação a uma carreira artística. No entanto, à medida que foi construindo o seu caminho, a cantora descobriu uma ligação familiar à música até então pouco conhecida: uma mãe apaixonada pelo fado e um bisavô acordeonista. Mais do que o título de um álbum, “Liberdade” representa a emancipação artística de Elsinha e a celebração de uma herança familiar em que a música sempre fez vibrar os corações.
En una nueva conversación para Ritoque FM, recibimos a la destacada artista chilena Marcela Parra, quien desde Temuco compartió parte de su camino creativo, su mirada multidisciplinaria y los detalles de su más reciente trabajo discográfico. Parra, nacida en 1981, se ha consolidado como una figura integral en la escena artística: poeta, compositora, intérprete musical y Doctora en Creatividad Aplicada. Su obra cruza lenguajes y disciplinas, construyendo una propuesta única que dialoga entre la música, la palabra y las artes visuales. A comienzos de este año lanzó “Neceser”, su tercer disco, una obra conceptual que rinde homenaje a ocho creadoras fundamentales de las artes visuales a lo largo de cinco siglos. El álbum —compuesto por ocho canciones— propone un recorrido sonoro y poético donde cada tema establece un diálogo con la obra y legado de estas artistas. Musicalmente, “Neceser” se mueve entre el indie pop, electro pop, nu-disco y dream pop, integrando además elementos de ambient, trip hop y matices de trap. Todo esto acompañado de letras oníricas que combinan canto y spoken word, dando forma a una experiencia envolvente y profundamente reflexiva. Uno de los hitos que marca este lanzamiento es la llegada del disco a formato físico en CD, disponible desde ahora en distintos espacios dedicados a la música independiente en ciudades como Santiago, Concepción, Temuco y también Valparaíso, donde podrá encontrarse en la disquería Orange. Este paso busca reforzar el vínculo con circuitos culturales locales y disquerías independientes, apostando por una difusión que trascienda lo digital y recupere el valor del objeto físico en la experiencia musical. Ya puedes revisar la entrevista completa en formato podcast, disponible aquí en Ritoque FM, donde Marcela Parra profundiza en su proceso creativo, el concepto detrás de “Neceser” y sus proyecciones.
Há dias em que queremos “fugir para longe da confusão” e é assim que nos encontramos nos braços de “Odore dell'Asfalto”, uma canção do franco-italiano Carbeau e da portuguesa Maro, que é o primeiro single do novo disco de Carbeau. O álbum também se chama “Odore dell'Asfalto” e é uma viagem entre Paris, Roma, Lisboa e Rio, à boleia de textos que transpiram saudade, que se cantam em português, francês e italiano e que cruzam sonoridades oriundas de uma cartografia musical e sentimental entre terra e mar. Fomos conhecer Carbeau em Paris. Carbeau é o nome artístico do músico franco-italiano Tommaso Taddonio, que nasceu em Paris, dividiu a infância e adolescência entre Paris e o Rio de Janeiro, estudou no prestigiado Berklee College Of Music, viveu nos Estados Unidos, foi pianista da banda de indierock “The Lemon Twigs”, com a qual andou em digressão mundial entre 2018 e 2020 e fez, nomeadamente, a primeira parte dos Artic Monkeys no Reino Unido. Em 2023, lançou o primeiro disco em nome próprio, intitulado “Madrugada”, para o qual fez uma reedição em 2024 com mais canções, “Madrugada+ Tramonto”, e agora, em 2026, lança “Odore dell'Asfalto”. “Odore dell'Asfalto” é um trabalho mais intimista, com mais texto e poesia, escrito e composto de um trago num quarto introspectivo em Paris, alude a canção “Quella Stanza di Paris”. Aqui, o tom é mais contemplativo e onírico, as canções transpiram saudade e são - talvez - a banda sonora cinematográfica de uma vida poética. “Este é um disco muito mais pessoal, muito mais íntimo, mais acústico e com menos artifícios. Acho que me encontrei, de verdade, neste novo projecto”, resume Carbeau, explicando que “Odore dell'Asfalto” é “o cheiro do asfalto que representa a cidade, o barulho, os cheiros, a intensidade que uma cidade pode ter e essa vontade de escapar”. No fundo, como escreveu e canta Maro nessa música, a vontade é “fugir para longe da confusão”. “Odore dell'Asfalto” é a continuidade mais contemplativa da viagem iniciada em “Madrugada+Tramonto”, uma jornada às raízes do cantautor, que vai buscar os ritmos musicais, as influências e as línguas dos países onde viveu. Por aqui, canta-se em português, italiano e francês. “Eu sempre fiz isso desde que comecei a escrever letras na minha música porque acho um jeito muito interessante de ir buscar emoções. Cresci falando português, ouvindo italiano, falando francês com a minha mãe, e são todas línguas que sinto que conheço bem, não necessariamente na língua, mas na cultura e em que tudo o que isso representa”, conta. Daí vêm os ritmos também. Em criança, começou por tocar bateria no Brasil e ficou marcado por esses ritmos até hoje. Quanto à harmonia, inspira-se na música clássica italiana e quanto às letras e poesia recorre também ao francês. “Gosto de misturar as coisas. Musicalmente e muito brasileiro, misturado com aquele ‘cantautorato' italiano”, descreve. Também se ouvem notas do 'tres', um instrumento cubano, a fazer pensar na guitarra portuguesa e no bandolim italiano, mas que também dá essa cultura sul-americana à cor do álbum. Vale a pena ouvir também “Madrugada+ Tramonto”, um projecto mais electropop, feito de música festiva e solar para dançar “comme un été”. “Era um trabalho diferente. Eu estava ainda à procura do que queria exprimir com a minha música. Não tinha uma linha directiva muito definida ainda e eu queria fazer algo parecido com o que escutava nesse momento, como Polo & Pan e outros artistas electrónicos dessa geração”, acrescenta. Pode ouvir a conversa neste programa.
Asi fué la primera vez que sonó con nosotros el nuevo temazo de La Plazuela, "Si lo callo muero", estamos literalmente flipando con esta canción que nos ha encantado y que en esta semana de hecho se convierte en nuestro nuevo número 1. La Plazuela en directo al desnudo.... ️ LA PLAZUELA SE DESNUDA COMO NUNCA Hay canciones que se escuchan… y hay canciones que se sienten. Y lo nuevo de La Plazuela entra directo en la segunda categoría. “Si lo callo muero” no llega como un single más. Llega como una necesidad. Como una confesión. Como ese momento en el que no puedes guardarte nada dentro porque, literalmente… te rompe. La banda granadina vuelve a demostrar que lo suyo no va de seguir normas, sino de romperlas. Mantienen ese sonido tan suyo, tan difícil de etiquetar, pero aquí se permiten abrir una puerta distinta: más accesible, más emocional, más directa al corazón… sin perder su esencia. Y ojo a esto Porque han dado un paso que marca mucho: grabación en directo. Más verdad, más piel, menos artificio. Y eso se nota desde el primer segundo. Musicalmente, el tema navega entre lo flamenco y lo contemporáneo, entre lo íntimo y lo universal. Una mezcla que en Estación GNG nos encanta porque conecta mundos: lo nuestro con lo que suena fuera. Lo de siempre… pero llevado a otro nivel. Pero si algo destaca de verdad aquí… es lo que cuentan. El amor desde dentro. Desde el encierro. Desde la necesidad de decir lo que duele. Una letra que suena a carta no enviada, a pensamiento que no se puede callar más, a emoción que aprieta. La Plazuela no solo evoluciona… se expone. Y eso, en la música, vale oro. En Estación GNG lo tenemos claro: este tema no es para escuchar de fondo… es para parar, subir volumen… y sentirlo. Paz y música.
Charlamos con Juan Anselmo, un artista con mucho que mostrarnos y con el que acabamos de charlar recientemente. Musicalmente, Juan Anselmo se mueve entre el pop de autor y la electrónica introspectiva pero hay mucho más. Charlamos sobre su paso por el estudio, como entiende la música y parte de los proyectos que tiene presente y que están en su día a día. Puedes seguir a Juan Anselmo en: Instagram: https://www.instagram.com/juanyanselmo/ Linktree:https://linktr.ee/juanajuana. Puedes seguir a J-musind en: Blog: https://www.j-musind.blogspot.com.es Facebook: https://www.facebook.com/jmusind
CADENA 100 y '¡Buenos días, Javi y Mar!' abordan las alergias invernales, causadas por cupresáceas, que ya afectan con picor y molestias. En actualidad, Yolanda Díaz acusa a Julio Iglesias de abusador sexual, mientras otra mujer denuncia a Íñigo Errejón por agresión sexual. Se destaca una campaña en Perú para fomentar el voto consciente. El programa divierte con 'jeroglíficos auditivos' de míticos programas de TV como 'El Gran Prix' y '¡Qué tiempo tan feliz!'. Musicalmente, suenan Jesús Vázquez, Melendi y Dani Fernández, además de recordar éxitos de 2006 como "Hips Don't Lie" de Shakira o "Back to Black" de Amy Winehouse. Se emociona con Maya Reyes, medallista olímpica, al agradecer a la conserje de su colegio. Leiva se expone en su "Sincericidio". Los oyentes comparten dilemas sobre llamadas comerciales y las consecuencias de no leer instrucciones. Finalmente, un futbolista reanima a una paloma durante un partido, gesto que conmueve.
En CADENA 100, la emisora se ríe esta mañana con la particular pedida de mano de Edu Medino, jefe de producto, en el programa '¡Buenos días, Javi y Mar!', donde anuncia su boda. Los oyentes comparten en 'Mateo & Andrea' sus propias experiencias de pedidas de mano poco románticas, como una en Mercadona o con sílabas escritas en nalgas. Musicalmente, suena Revolver con Polo Hernández y Morat. También se destaca la nueva canción de Dani Martín, "25", un viaje nostálgico que repasa su carrera y éxitos.
Bad Bunny hace historia en los Grammy al ganar mejor álbum del año con un disco en español y actuará en la Super Bowl. Carlos Alcaraz se convierte en el tenista más joven en completar el Gran Slam tras su victoria en el Open de Australia. En política, los partidos apuran la campaña para las elecciones en Aragón, donde Pedro Sánchez asegura la subida de pensiones. Feijóo acude a la comisión de investigación de la DANA, y en Cataluña, 11 tramos de Rodalies siguen cubiertos por autobuses. En '¡Buenos días, Javi y Mar!', se presentan la "encuesta absurda" y divertidas anécdotas de oyentes sobre no leer instrucciones. También se reflexiona sobre actividades cotidianas que proporcionan paz. Los niños, con Jimena, ofrecen teorías imaginativas sobre por qué febrero tiene menos días. La lluvia afecta a 12 comunidades hoy. Musicalmente, suenan Pitbull, Jason Derulo, Rihanna, David Guetta, Luis Fonsi con Demi Lovato y Maldita Nerea con Melendi.
El programa '¡Buenos días, Javi y Mar!' en CADENA 100 aborda la medida del Gobierno que exime del IRPF a caseros que no suban el alquiler, generando discrepancias con Sumar. La oposición propone más vivienda y bajada del IVA para jóvenes. En Venezuela, se libera a cien presos políticos; María Corina Machado se reúne con el Papa y se citará con Donald Trump. El pueblo de Villamanín se enfrenta a un problema con la lotería de Navidad, donde se vendieron papeletas sin respaldo, reduciendo el premio. Javi rememora la serie 'Sensación de vivir'. Varias llamadas narran despistes en aeropuertos: desde llegar un día equivocado y regalos que pitan en seguridad, hasta DNI caducados que impiden volar. Se comenta el martes y 13 como el día de mayor bajón emocional. Los niños de Gimeno analizan la baja natalidad en España. Musicalmente, suenan Sebastián Yatra y Manuel Turizo, Maná, David Guetta, Tom Senai y Teddy Swims. José Real actualiza sobre la OTAN, el modelo de financiación autonómica y el ...
Presentamos en Latinotopia la canción "Somos del Mundo" de Radio Jaguar y Jules Barrow. El trío de música electrónica Radio Jaguar nos propone una celebración de la unidad humana más allá de fronteras, lenguas o creencias en su canción "Somos del Mundo" junto a Jules Barrow. En un tiempo en el que el mundo parece dividido, la canción recuerda que compartimos una misma energía, un mismo latido y una esencia común que nos conecta a todos. Con versos en inglés y un coro en español, "Somos del Mundo" fusiona culturas y sonoridades para transmitir un mensaje universal: la humanidad como un solo corazón. Su ritmo invita al movimiento y a la conexión, mientras su letra evoca la fuerza de reconocernos reflejados en los demás. Musicalmente, la pieza combina influencias del folk global, pop consciente y world music, con una energía luminosa que invita a cantar y bailar en comunidad. Su puente repetitivo —"Same feeling, same energy"— funciona como un mantra que une las voces, trascendiendo las diferencias culturales. "Somos del Mundo" no es solo una canción: es una invitación a la empatía, a la conexión y a celebrar nuestra humanidad compartida. Habla de la libertad de sentirnos parte de algo más grande y de recordar que, sin importar de dónde vengamos, todos Radio Jaguar en las Redes: Instagram: @radio.jaguar YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCKZEshEnNK3F_hibdiFCzpg Jules Barrow: Instagram: @jules.barrow #Musicalatina #podcastlatino #latinoseneuropa Latinotopia en las redes sociales Instagram, Facebook @Latinotopia Website: www.latinotopia.net Suscríbete a nuestro canal de Youtube: https://www.youtube.com/latinotopia Suscríbete en tu plataforma favorita de Podcast! Moderación: William Bastidas
Camille Saint-Saëns — sim, o mesmo gênio que mais tarde escreveria O Carnaval dos Animais — estava no seu segundo Natal como organista da Église de la Madeleine. Nada de holofotes, nada de grandes encomendas imperiais. Só ele, o órgão, a liturgia e uma ideia elegante: criar um oratório de Natal curto, direto, espiritual e… profundamente musical.O resultado foi apresentado naquele mesmo ano: um oratório em latim, com textos retirados da Bíblia na versão da Vulgata. Saint-Saëns escolheu focar apenas em um trecho específico do Evangelho de Lucas — os versículos 8 a 14 do capítulo 2. É ali que os anjos aparecem para os pastores. Ou seja: nada de reis magos, nada de longas genealogias. Só o momento exato em que o céu invade o campo.E aqui já aparece a primeira jogada de mestre. Em vez de criar um espetáculo grandioso, Saint-Saëns constrói o oratório como uma lente que vai se abrindo aos poucos. Começa com solos. Depois dueto. Trio. Quarteto. Quinteto com coro. É quase cinematográfico, só que em versão século XIX. Em cerca de 40 minutos, ele diz tudo o que precisava dizer — algo raro numa época em que compositores adoravam esticar ideias como quem não quer sair da ceia de Natal.Musicalmente, o DNA da obra é claríssimo: isso é música de organista. A orquestra é enxuta — cordas, órgão solo e a harpa, instrumento que Saint-Saëns amava com devoção quase religiosa. O prelúdio já entrega o clima: uma melodia pastoral, suave, como se os pastores estivessem afinando instrumentos sob um céu estrelado.Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: https://apoia.se/conversadecamara RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg e Rafael Hassan.#OratorioDeNatal #CamilleSaintSaens #OratorioDeNoel #SaintSaens #musicaClassica #musicaSacra #historiaDaMusica #oratorioNatalino #podcastMusical #natalNaMusica
Toman su nombre de uno de los insultos más populares del videojuego Monkey Island, y eso ya dice mucho de la esencia que caracteriza al dúo que forman Julio y Jorge. Publicaron su primera canción en 2020, en plena pandemia, y el proyecto ha ido creciendo sin prisa pero sin pausa hasta desembocar en su primer LP en este 2025, “Ocho canciones para mandarte a la mierda”. Un manual en 8 capítulos para decirle adiós a todos aquellos que nos hacen mal, pero siempre con humor, ironía, sarcasmo y sin dejar de bailar. Musicalmente, el disco es un cóctel nostálgico y descarado que recorre los 80 y 90 con ecos de eurodance, techno, nu-disco, indie-pop electrónico, house y electrónica oscura.Escuchar audio
En este episodio aprenderás técnicas prácticas y accesibles para mejorar tu afinación sin usar ningún instrumento.Exploramos vocalizaciones cortas, ejercicios de memoria auditiva, comparación de notas y cómo identificar tensiones que afectan tu afinación —todo basado en mi metodología de contraste, que te ayuda a escuchar de forma más clara y consciente.Si quieres avanzar en tu afinación sin frustrarte y sentir que realmente estás entrenando tu oído, este episodio es para ti.
¡Hola mi gente del Mix(ed)tape Podcast! Hoy estaremos escuchando la canción Bruca Maniguá, interpretada aquí por Ibrahim Ferrer con Buena Vista Social Club. En Bruca Maniguá, el compositor cubano Arsenio Rodríguez escribe sobre la necesidad existencial de un hombre negro por su libertad. Contextualizaremos la canción con la ayuda de dos invitados increíbles: Mel Semé, el artista que interpreta a Ibrahim Ferrer en el musical Buena Vista Social Club de Broadway, y el profesor David García, quien ha hecho extensa investigación sobre Arsenio. En Bruca Maniguá Arsenio usa astutamente esa práctica común de estereotipar a los personajes negros para cambiar la narrativa y, en cambio, presentar un personaje negro dignificado, orgulloso de sus raíces ancestrales, consciente de su explotación, y quien demanda su libertad. Musicalmente, la canción es un ejemplo característico de los afro-cubanos de Arsenio, con una sección inicial en ritmo tango-congo seguida del montuno, el cual fue creado por Arsenio.¿Estábamos escuchando? Encuentra todos los episodios de la serie aquí.Para más información sobre nuestras fuentes échale un vistazo a nuestro sitio web aquí y a nuestro canal de Youtube aquí.Contáctanos en: themixedtapepodcast@gmail.comSi te gustó la música que utilizamos, encuéntrala en nuestros playlists aquí.Host/Director: Andrés Hincapié, PhDProductor/Editor de Audio: Andrés Hincapié, PhDTraducción: Andrés Hincapié, PhDVoice-over: Antonio Feliz
En esta entrega te explico mi metodología de identificación de intervalos por contraste, un enfoque que cambia por completo la forma en que abordamos el estudio de los intervalos.Este método se basa en el orden progresivo en que los intervalos se van incorporando al entrenamiento auditivo, partiendo de los más contrastantes hasta los más sutiles.Una manera práctica, orgánica y mucho más intuitiva de desarrollar tu oído musical.
¡Hola mi gente del Mix(ed)tape Podcast! Hoy estaremos escuchando la canción Herencia Africana de Yuri Buenaventura. En esta canción Yuri Buenaventura busca resaltar y honrar la herencia africana de Colombia. Musicalmente, la canción tiene un juego de transición entre salsa y rumba guaguancó, esta última funcionando como un llamado insistente que nos hala y nos regresa a esas raíces africanas y afrolatinas de la cultura latinoamericana y caribeña. ¿Estábamos escuchando? Encuentra todos los episodios de la serie aquí.Para más información sobre nuestras fuentes échale un vistazo a nuestro sitio web aquí y a nuestro canal de Youtube aquí.Contáctanos en: themixedtapepodcast@gmail.comSi te gustó la música que utilizamos, encuéntrala en nuestros playlists aquí.Host/Director de la serie: Andrés Hincapié, PhDEditor de Audio: Andrés Hincapié, PhDTraducción del episodio: Carlos Javier Félix, Andrés Hincapié, PhD
El audio destaca eventos recientes: Carlos Alcaraz ganó el US Open. En Argentina, el partido de Javier Milei sufrió una derrota en elecciones provinciales. Hamás se mostró dispuesto a negociar un acuerdo para rehenes en Gaza. En España, la comisión del caso Koldo retomó el foco en Leyre Díez. El regreso a clases implica menos alumnos por profesor y restricción de móviles. Una tendencia en turismo es el alojamiento en conventos/monasterios, una opción económica y tranquila. Un tema preocupante es el aumento de agresiones contra sanitarios: 847 en 2024, con factores como desinformación y falta de recursos. Se narran casos como el de Fernando y Carlos, médicos agredidos. Es crucial denunciar estas agresiones, ya que solo el 43% lo hacen. En tecnología, Chris Smith, un estadounidense, propuso matrimonio a la IA de su casa, generando debate sobre la dependencia emocional en la tecnología. Musicalmente, Oasis ha regresado a los escenarios tras 15 años. También se incluyó la sección ...
Aaron Rux es un músico y compositor estadounidense afincado en España. Su tercer álbum, The Albino Rhino, está inspirado en las caóticas carreras "bump-to-pass". La figura del Albino Rhino, un Buick de 1975, funciona como metáfora de la fragilidad de la vida. El disco combina soul de ojos azules, folk y rock adulto con arreglos más ricos y colaborativos. Explora temas como el amor, el hedonismo y la duda existencial con una estética melancólica y sensual. Musicalmente destaca por sus armonías vocales, bajos vibrantes y ritmos juguetones. Una delicia para disfrutar en directo con un baile relajado.Escuchar audio
La fama tiene un lado oscuro que pocos se atreven a mirar...
Qué tanto sabes sobre los pactos satánicos? Muchos han escuchado historias, pero pocos conocen la verdad detrás de estos acuerdos oscuros. ¿Son solo mitos o realmente hay personas que entregan su alma a cambio de poder y riqueza?
¿Y si te dijeran que la Santería guarda secretos que nunca imaginaste?
Prepárate para una noche mística y reveladora. Descubre los secretos que los 7 Arcángeles tienen reservados para ti, en este directo especial nos adentramos en lo más profundo de lo divino y lo oculto junto a nuestra invitada de lujo, Johanna Rodríguez.
"¿Alguna vez has sentido que hay algo más allá de lo que puedes ver?
¿Sabías que la adversidad puede revelar tus dones ocultos? En Musicalmente Paranormal, tendremos una invitada muy especial: Victoria Onofre. Juntos exploraremos El Poder de la Adversidad y cómo enfrentar desafíos puede desbloquear habilidades que nunca imaginaste. Además, ¡realizaremos una sesión de tarot en vivo!
¿Te gustaría desbloquear el poder oculto dentro de ti?
¿Te atreves a explorar los crímenes más extraños y perturbadores? Junto a Nicolas Calderón exploramos los asesinatos más bizarros que desafían toda lógica y comprensión.
Exponemos lo mórbido detrás del movimiento musical cristiano.
En este impactante episodio de "De Todo Un Mucho", Martha Higareda y Yordi Rosado se adentran en el misterioso y controversial tema de las élites que controlan el mundo, acompañados por el experto Julio Morales. ¿Es posible que un pequeño grupo de poder tenga la capacidad de manipular a la sociedad, la economía y hasta nuestras decisiones diarias?
En este fascinante episodio de De Todo Un Mucho, Martha Higareda y Yordi Rosado se adentran en los misterios del ocultismo en la música junto al experto Julio Morales. En una conversación que mezcla historia y hechos paranormales, exploran los rumores y teorías que rodean a figuras icónicas del rock, como Mick Jagger, y sus posibles conexiones con ritos ocultos y santería. ¿Es cierto que el rock ha sido un canal para prácticas esotéricas? ¿Cómo han influido estos rituales en la carrera de algunos artistas?
En esta entrega, nos sumergimos en los SECRETOS OCULTOS detrás de las Olimpiadas París 2024, junto a nuestro invitado especial, Julio Morales. Analizamos los aspectos más intrigantes de la inauguración y clausura, revelando detalles ocultos y simbolismos que podrían estar conectados con profecías y teorías de conspiración
En este capítulo especial tenemos algo que te va a dejar boquiabierto. Hoy, junto a la increíble Carolina Ouilhet, exploramos los mensajes subliminales en la música infantil. ¿Qué esconden realmente las canciones que nuestros pequeños escuchan a diario? Prepárate para descubrir verdades que te harán cuestionar todo lo que sabes.
¡Prepárate para una revelación que te dejará sin palabras!
Exploramos los secretos detrás de uno de los proyectos más impactantes de la historia. Acompañados por nuestro gran amigo Julio de Musicalmente Paranormal, desentrañamos teorías ocultas que rodean al Proyecto Manhattan. ¿Hubo más de lo que nos dijeron? ¿Se esconde algún secreto bajo la superficie nuclear de este hito histórico? Descúbrelo con nosotros mientras profundizamos en las sombras del pasado y desenterramos misterios juntos en esta intrigante exploración
Hoy tengo a un invitado muy especial, alguien que ha explorado estos enigmas de cerca, Julio Morales de Musicalmente Paranormal La música siempre ha tenido un poder especial para conectarnos emocionalmente, pero ¿y si hubiera más en juego? Julio Morales y yo nos sumergiremos en la historia de la música, el fenómeno Bad Bunny o Peso Pluma, simbolismos ancestrales hasta las teorías contemporáneas que sugieren que ciertos artistas podrían estar transmitiendo mensajes subliminales que van más allá de lo que percibimos conscientemente
Estuvimos con Matisse en una nueva edición de EDN & Friends para hablar sobre la llegada de la Navidad, la inteligencia artificial y todos esos géneros musicales que nos unen (o separan) como latinos.
Disfruta en compañía de tus familiares y amigos de este emotivo capítulo. INVITADO ESPECIAL: JULIO MORALES https://instagram.com/andresc_1 https://www.instagram.com/musicalmente.paranormal/ https://youtube.com/@musicalmenteparanormal https://tiktok.com/@musicalmente.paranormal https://www.facebook.com/Musicalmente.Paranormal HOST DEL PODCAST: FEPO https://twitter.com/fepomx/ https://instagram.com/fepomx/ https://www.tiktok.com/@fepomx