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Te venden gato por liebre —o mejor dicho, vaca por novillo— en los restaurantes? En este episodio de No Compres Humo Podcast, nos metemos de lleno en el detrás de escena de la industria cárnica de la mano de Juan Manuel Fernández Montes, Director de Frigorífico Los Prados. En esta charla vas a entender cómo se maneja realmente la carne en la gastronomía: desde los procesos de maduración y las mermas en la cocina, hasta la diferencia real entre el rendimiento de un corte limpio y las avivadas con los precios por kilo. Si querés saber cómo elegir la mejor materia prima para tu restaurante o simplemente querés entender qué estás pagando cuando salís a comprar, Juan Manuel nos explica el detrás de escena sin vueltas.
Tras un extenso período de incertidumbre y gestiones, el próximo 11 de junio se pondrá nuevamente en marcha la línea de faena del Frigorífico Pico, cuyas operaciones se encuentran centralizadas en la localidad de Trenel.La noticia fue confirmada por Dardo Loza en La Llave de la Mañana (FM Laser 98.5), el Secretario General del Sindicato de la Carne, quien calificó este logro como el resultado de "mucho trabajo y angustias", pero resaltó la importancia de la paciencia y la perseverancia gremial para alcanzar este objetivo.
Fernando Siles lleva muchos años metido en las tripas del marketing online de Worten en España, ha vivido desde dentro la transformación de la compañía hacia un modelo cada vez más digital y, además, tiene una forma de mirar el negocio diferente, con una forma persona de hacer las cosas y con una obsesión muy clara por entender qué sigue importando de verdad cuando alguien compra tecnología para su casa.Ahora puedes crear y configurar fácilmente tu propia tienda online en solo unas horas sin conocimientos de programación y con todas las funcionalidades incluidas que necesitas para crecer. Haz clic aquí para empezar tus 14 días de prueba gratis sin meter tarjeta de crédito.Hoy hablo con Fernando, actualmente responsable de Worten, sobre cómo compite una marca en un mercado lleno de gigantes, donde todos pueden pautar, automatizar y copiar formatos, pero no todos saben construir una propuesta que combine precio, servicio, confianza y personalidad. Y también hablamos de cosas como:Qué tiene el gran electrodoméstico para que siga necesitando tanta confianza por parte del comprador.Cómo se puede vender un frigorífico con publicidad digital sin reducirlo todo a una guerra de descuentos.Cuál es hoy la verdadera ventaja competitiva en ecommerce cuando casi todos hacen lo mismo.La intrahistoria de campañas virales como la de Llados y de qué tiene que pasar para animarse a lanzar algo así.Qué está aportando la inteligencia artificial de verdad hoy en precios, contenidos, analítica o previsión de demanda.Y muchas otras cosas que escucharás, como siempre, sin filtros.Patrocinador del podcast Siteground: https://stgrnd.co/esecommerce Web sneaker: https://pychon.comWeb: https://ecosistemaecommerce.com/Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCE2zroaDzTVZRwNOh5Ma9cg/?sub_confirmation=1LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/javierlopezrod/Facebook: https://www.facebook.com/people/Ecosistema-Ecommerce/61550625909016/Twitter: https://twitter.com/ecosistemaecommTik Tok: https://www.tiktok.com/@ecosistemaecommerceInstagram: https://www.instagram.com/ecosistemaecommerce/Si quieres patrocinar este programa, escríbenos a jlopez@ecosistemaecommerce.com
NO LA VIMOS VENIR con Alejandro Almendros 09-05-2026 Entrevistas a: Oscar Alpa (Rector de la Universidad Nacional de La Pampa) Fernando Majeras (Director del Frigorífico Don Theo) Maximiliano Abad @MaxiAbad (Senador Nacional por la Provincia de Buenos Aires) Raúl Porchetto (Músico, compositor)
Fernando Majeras (Director del Frigorífico Don Theo) No La Vimos Venir @rpmalmendros
Émission du 22 Avril 2026, des funérailles, des sépultures et les traces de nos mortsLa bande son de mes grands pères – Texte et archives de LuigiTrop vieux pour mourir jeune – Témoignage du FrigoDans les avions les vivants ont des morts sous leurs pieds – Texte de NaméS'exiler et mourir – textes et documentaires de Kim avec Yassine ChaïbQue faire de nos corps morts ? Textes de Kim, tago, Luigi et PullLe chemin des morts et le chemin des vivants, un entretien par Pull et Tyb, Pull aux ciseauxMarcher avec nos morts, un texte de Jef Klak, numéro Feu follet, coupé par Pull avec des ajouts de TagoLa mort en musique avec Pull, Kim, Tago et Namé, un jukebox assemblé par le FrigoRésister à l'industrie funéraire, un billet de Pull et Tago à partir d'extraits du livre Les Charognards, Pompes funèbres, Enquête sur le business de la mort, de Brianne Huguerre-Cousin et Matthieu Slisse Demain nos funérailles – un entretien de Tago et Pull, Tago aux ciseaux"Du coup j'en fais quoi de la quiche au saumon et du rosé pamplemousse ?" Fabcaro adapté par le FrigoMUSIQUEH.F. Thiefaine – la ruelle des mortsKompromat – le goût des cendresGesaffelstein - hysteria
Confira o Fechamento de Mercado desta seguda- feira (20)
¿Cómo se analiza el momento actual de la industria frigorífica uruguaya? ¿Qué puede esperarse para los próximos meses? Análisis de la economista Florencia Carriquiry.
#3em1Agro - confira os destaques desta quarta-feira (15/04/26):➡️ Frigoríficos dão férias coletivas; entenda os efeitos!➡️ Eleição: Flávio ultrapassa Lula pela primeira vez em pesquisa da Genial Quaest.➡️ CNA entra no STF contra medida que deixou acesso ao crédito rural ainda mais difícil.➡️ Robô humanoide perseguindo javali? Confira!
En La Brújula, Xavi Colás y Jacobo de Regoyos analizaron con Rafa Latorre cómo el desgaste económico, las sanciones europeas y el apoyo envenenado de Trump han acabado por volverse contra el líder húngaro.
No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE , Sindan alerta para aumento de até 15% dos produtos veterinários com irregularidades. No quadro PROTEÍNAS ANIMAIS , novas regras para documentação usada no transporte de peixes no Brasil só aumentam burocracia para o setor produtivo
Estratégia não deve surtir efeito já que período de maior oferta de animais, o final de safra, deve ter menos impacto neste ano.
No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE , a possibilidade de aumentar a receita com a conversão de dejetos e resíduos em biometano
Movimento pode ser interrompido com fim das cotas para China e maior oferta de animais com fim de safra
RELAÇÃO DE TROCA , preços recordes do bezerro, mas com relação ainda favorável para troca ; no quadro PROTEÍNAS ANIMAIS , os bons números das exportações de carne de frango e suíno , superando o primeiro trimestre do ano passado
Álvaro Urrea, presidente de la Asociación de Frigoríficos de Colombia by Diario La república
No quadro DEMANDA EM FOCO , os resultados de uma pesquisa para saber o que pensa o brasileiro sobre a carne bovina produzida no país ; no quadro PROTEÍNAS ANIMAIS , o dilema dos piscicultores mineiros que estão expandindo a produção de tilápias ao mesmo tempo que concorrem com a importação do Vietnã
Analista confirma negócios de até R$370/@ em SP e MT com potencial de novas altas
"¿Es la gastronomía el principal embajador de nuestro turismo?"
O ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã congelou de imediato a reaproximação diplomática que Lula e Trump vinham construindo lentamente desde o fim de 2025. Com Washington inteiramente absorvida pela guerra no Oriente Médio, temas comerciais centrais para o Brasil, como tarifas e acesso ao mercado americano, foram empurrados para um limbo sem prazo de saída. O resultado é um vácuo que custa caro aos dois países, justamente no momento em que mais dependem um do outro. Aqueles que vêm acompanhando a trajetória das relações Brasil-Estados Unidos nos últimos dois anos assistiram a uma verdadeira montanha-russa. Saímos de um período de hostilidade explícita, marcado por tarifas de até 50% e sanções direcionadas a ministros do STF, para uma reaproximação cautelosa que, em janeiro de 2026, parecia finalmente ter encontrado um trilho relativamente estável. Lula e Trump voltaram a se falar por telefone, discutiam Venezuela sem trocas públicas de ataques, e a Casa Branca já havia retirado as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes. A visita de Lula a Washington estava agendada para a segunda quinzena de março. Havia até a previsão de um fórum sobre carne bovina brasileira no mercado americano. Tudo indicava que, enfim, os adultos haviam retomado o controle da sala. No dia 28 de fevereiro de 2026, Estados Unidos e Israel lançaram ataques coordenados contra o Irã e o sistema internacional virou a página de forma abrupta. O Brasil condenou os bombardeios. O Irã respondeu com ataques a bases americanas no Golfo. O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo marítimo global, foi efetivamente fechado. O Brent ultrapassou os US$ 100. No Brasil, o preço do diesel disparou 45% em apenas 11 dias. Lula reagiu cortando impostos federais sobre combustíveis e criando uma taxa sobre exportações de petróleo bruto para conter o repasse ao consumidor. E a viagem a Washington? Adiada por tempo indeterminado. O (agora ex) ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, resumiu o espírito do momento com precisão quase lacônica: Lula havia solicitado sua presença na viagem, cujo foco seria a negociação de tarifas agrícolas, mas “em razão da guerra, a viagem foi adiada”. Sem ruptura, sem drama diplomático. Apenas a constatação silenciosa de que negociar detalhes comerciais no meio de uma conflagração global, ainda mais com o interlocutor diretamente envolvido na escalada, beira o descolamento da realidade. Da distensão ao congelamento diplomático Esse congelamento não é trivial. A relação Lula-Trump vinha numa trajetória surpreendentemente construtiva. Após meses de tensão provocados pelo caso Bolsonaro, incluindo tarifas punitivas, sanções contra um ministro do STF e pressões retóricas sobre “eleições livres”, Trump mudou o tom a partir de setembro de 2025. No encontro com Lula na Assembleia Geral da ONU, falou em “excelente química”. Em outubro, na reunião bilateral durante a cúpula da ASEAN em Kuala Lumpur, Lula classificou o encontro como “ótimo”, enquanto o chanceler Mauro Vieira afirmou que equipes técnicas começariam a trabalhar “imediatamente”. Em novembro, Washington removeu sobretarifas de 40% sobre diversos produtos agrícolas brasileiros. Em dezembro, suspendeu as sanções contra Moraes. Em janeiro, uma conversa de 50 minutos entre os presidentes abordou inclusive o “Board of Peace” de Trump para Gaza, com Lula sugerindo, sem atrito, a inclusão de espaço político para a Palestina. Era o tipo de divergência funcional típica de parceiros, não de adversários. Não por deterioração bilateral, mas porque Washington passou a operar em modo quase exclusivo de guerra no Oriente Médio. O resultado foi um vácuo. E esse vácuo tem custo. O nó tarifário que ninguém consegue desatar Para compreendê-lo, é preciso olhar o que ficou paralisado. Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou inconstitucionais, por 6 a 3, as tarifas impostas por Trump sob o IEEPA. Foi uma vitória relevante: as tarifas punitivas de 40% contra o Brasil, motivadas pela crise Bolsonaro, caíram. Mas a reação da Casa Branca foi imediata. Utilizando a Seção 122 do Trade Act de 1974, a administração implementou uma tarifa global de 15% sobre todos os países, incluindo o Brasil. Paralelamente, permanecem as tarifas setoriais baseadas nas Seções 232 (segurança nacional, aço e alumínio) e 301 (práticas comerciais desleais). Além disso, seguem abertas investigações do USTR contra o Brasil, incluindo temas como propriedade intelectual, etanol e desmatamento. O resultado é um emaranhado tarifário que ninguém, neste momento, tem capacidade política de desatar. Exportadores brasileiros já sentiram o impacto. As vendas de café para os Estados Unidos caíram 50% entre agosto e novembro de 2025, durante o pico tarifário. Mesmo com a posterior redução, o dano foi estrutural: o Brasil redirecionou fluxos para China e Ásia, enquanto importadores americanos passaram a pagar mais por alternativas de menor qualidade. A Suzano continua pagando tarifas sobre celulose exportada aos EUA. Frigoríficos brasileiros, que exportaram US$ 885 milhões em carne bovina em 2024, enfrentam simultaneamente barreiras tarifárias americanas e disrupções logísticas causadas pelo fechamento do Ormuz. Exportadores de suco de laranja (US$ 637 milhões) e o setor siderúrgico (US$ 4,9 bilhões em aço semiacabado) enfrentam dinâmica semelhante. Mas há um ponto pouco explorado: essas tarifas também penalizam os Estados Unidos. O custo econômico do vácuo político Refinarias como Valero e Marathon dependem crescentemente do petróleo bruto brasileiro para misturar com o shale oil mais leve. Tarifar esse insumo eleva custos internos. Siderúrgicas americanas utilizam ferro-gusa brasileiro de alto carbono; tarifas aumentam o custo da produção doméstica de aço. O setor de etanol dos EUA perdeu espaço no Brasil após retaliação silenciosa de Brasília, que elevou tarifas sobre o produto americano. E, em meio ao choque energético provocado pela guerra com o Irã, o encarecimento de café, suco de laranja e insumos industriais brasileiros adiciona pressão inflacionária à economia americana. A visita de Lula a Washington, agora adiada, colocaria exatamente essas questões na mesa. O fórum sobre carne bovina funcionaria como vitrine de ganhos mútuos. Havia espaço político para ampliar isenções tarifárias agrícolas. A Suprema Corte havia retirado da equação o instrumento mais agressivo da guerra comercial de Trump. E a relação pessoal entre os dois presidentes estava no melhor momento em meses. Faltava, literalmente, executar. A janela perdida e os riscos eleitorais de 2026 Agora, com o capital político de Washington consumido pela guerra, essa janela se fechou – e não há garantia de reabertura no curto prazo. As tarifas sob a Seção 122 expiram em julho de 2026, mas o cenário pós-expiração é incerto. Sem renovação pelo Congresso, Trump pode recorrer a instrumentos ainda mais agressivos e juridicamente robustos. Se o conflito com o Irã se prolongar, com o petróleo estabilizado acima de US$ 100, a pressão inflacionária reduzirá ainda mais o apetite por concessões comerciais. Há ainda o fator eleitoral brasileiro. As eleições de outubro de 2026 se aproximam, com pesquisas indicando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Uma visita bem-sucedida a Washington, com resultados concretos em comércio, teria alto valor político doméstico, algo que Trump compreende perfeitamente. Episódios recentes, como a tentativa de envio de Darren Beattie ao Brasil e seu subsequente veto, mostram que, apesar da cordialidade presidencial, as tensões ideológicas permanecem latentes. A guerra apenas adiciona mais uma camada de complexidade a uma relação já estruturalmente sensível. O que está em jogo é concreto: cerca de US$ 127 bilhões em intercâmbio bilateral de bens e serviços (dados de 2024). Os Estados Unidos mantêm superávit nessa relação, o que sugere que, do ponto de vista estritamente econômico, têm mais a perder com uma deterioração prolongada. Ao mesmo tempo, o Brasil depende fortemente de fertilizantes importados, com cerca de 50% transitando pelo Estreito de Ormuz. Uma disrupção prolongada afeta diretamente a safra brasileira e, por extensão, os preços globais de alimentos, retroalimentando a inflação americana. O paradoxo é claro. Brasil e Estados Unidos precisam um do outro mais do que em qualquer momento recente. E é justamente agora que o diálogo entrou em suspensão. Diplomacia é, em essência, a arte de manter múltiplos pratos girando simultaneamente. Quando um conflito militar domina completamente a mesa, os demais caem. Empresas brasileiras dependentes do mercado americano e setores produtivos americanos dependentes de insumos brasileiros já estão absorvendo os custos de uma guerra da qual não são parte. Esse é o tipo de dano colateral que não aparece nos briefings do Pentágono, mas que se materializa no preço do café em Nova York e no custo do fertilizante em Mato Grosso. Quando (e se) essa guerra terminar, Lula e Trump terão que retomar o diálogo com urgência ampliada e tempo comprimido. O relógio tarifário avança. O relógio eleitoral brasileiro avança ainda mais rápido. E o mundo pós-conflito será um ambiente de cadeias produtivas redesenhadas, rotas comerciais alteradas e alianças mais rígidas.
Esto es un catalogo de la teletienda de gente sin estudios y borracha, no puedo decir nada mas.
Cenário de alta já começa a ser retomado fora de São Paulo com negócios em MT acontecendo em até R$360/@, segundo a Radar Investimentos
El legislador provincial Julián “Pancho” Aguilar (UCR) presentó un proyecto de resolución en la Cámara de Diputados para convocar a la Ministra de la Producción, Fernanda González, a la Comisión de Asuntos Agrarios, Turismo, Industria y Obras y Servicios Públicos con el objetivo de analizar en profundidad la situación que atraviesa la industria frigorífica en La Pampa.La iniciativa busca abrir un espacio institucional de diálogo y análisis ante la delicada realidad que vive uno de los sectores productivos más importantes del territorio pampeano. Según se expone, la actividad frigorífica representa un pilar de la economía provincial y genera empleo directo para alrededor de 3.000 trabajadores, además del impacto indirecto que produce en transportistas, proveedores de insumos, servicios vinculados y diversas economías locales.
Neste episódio falei sobre Grafonola ao vivo e ímans de frigoríficos. Bilhetes aqui: https://tinyurl.com/2hen687x
Confira o Fechamento de Mercado desta terça- feira (03)
Da não prenhez ao abate são 50 a 60 dias de preparação que precisam ser planejados para evitar custos elevados e entregas em períodos de pressão nos preços
Gisela Baigorria, pasó por el aire de Radio 5 para seguir haciendo eco el reclamos de estos 197 trabajadores que piden poder cobrar sus indeminaciones.
Hugo Gonzalez, pasó por el aire de Radio 5 para hablar sobre la situación que atraviesan los ex trabajadores del frigorifico y como desde el gremio están trabajando.
Desde la Cámara de Frigoríficos de Santa Fe advirtieron que el fuerte aumento del ganado impacta en toda la cadena cárnica. Aseguran que exportar hoy no es negocio, que cayó el consumo interno y que ya hay plantas paralizadas..EME Medios
Alexis, ex trabajador del Frigorifico Pico, pasò por el aire de Radio 5 para hablar sobre su actualidad y la de muchos empleados que se quedaron sin trabajo a la espera de respuestas desde la patronal.
El intendente de Trenel pasó por el aire de Radio 5. Estuvo presente acompañando a los trabajadores despedidos del Frigorífico y conversó con 5xSemana.
Preços da arroba até tentam consolidar novos patamares na semana, mas não conseguem
Arroba em SP trabalha entre R$315 a R$320 e deve permanecer assim por mais tempo
Concretização do cenário pode ser acelerado com o pecuarista administrando a entrada de animais nesses primeiros meses do ano
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (07)
No quadro PECUÁRIA LEITEIRA , a boa notícia é que os preços pagos ao produtor pararam de cair no mercado Spot.
Escalas de abate estão próximas de 7 a 8 dias em pequenos e médios frigoríficos, enquanto os grandes contam com programações acima de 12 dias
Comparação com novembro do ano passado mostra avanço na rentabilidade: valor da carne exportada sobe de R$ 28 mil para R$ 29,3 mil por tonelada.
Com plantas trabalhando de 4 a mais de 20 dias de escala, o mercado segue irregular e evidencia diferenças regionais na oferta de animais.
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (12)
Onda de boatos trava mercado do boi, a espera de respostas chinesas sobre Fluazuron na carne e medidas de salvaguarda
Confira o Fechamento de Mercado desta segunda- feira (10)
No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE, pesquisador da Embrapa fala da pecuária regenerativa e os cuidados para uma conversão eficiente de pastagens degradadas. NO HORA DO HARAS, Hermano Henning falou sobre a produção de um animal diferenciado, o craque da fazenda.
Frigoríficos do RS comemoram a mudança que pode elevar a oferta de animais no estado a reduzir ociosidade de até 40% em suas plantas
No dia 23 de Outubro de 1911, um grupo de produtores de comida organizou o primeiro banquete feito apenas com alimentos refrigerados. Foi o início da era do frigorífico. E uma revolução no sabor da comida. Saiba como a comida mudou de sabor com a invenção do frigorífico.
Ediçãoo de 10 Outubro 2025
No episódio de hoje discutimos sobre uma carona culposa (quando não há intenção de dar carona) e a peculiar canção de um frigorífico!〰️Dicas Bizarras:▪️ Livro Gótico Mexicano, de Silvia Moreno-Garcia (Mabê)▪️ Reality show Terceira Metade ▫️ Globoplay (Fi)▪️ Série A Mulher da Casa Abandonada ▫️ Prime Vídeo (Chico)〰️
Disfarces no WC, aplicações no Dejajero, reclames na Mixórdia, o Markl debaixo de água e o regresso de Mafalda Castro e Rui Simões à Rádio Comercial!
Salgo a hacer la compra. ¿Sabes qué necesitamos? Frigoríficos Samsung Bespoke AI con inteligencia artificial que analiza los alimentos disponibles y te crea recetas y listas de la compra para que no malgastes nada. Disponibles en tienda y web de Media Markt. Hola. Ay, ¿y estas prisas? Estaba haciendo una tarta y no tengo huevos. Pero mujer, con Harina Yolanda no necesitas huevo y así ahorras. ¿No la conoces? Pruébala, es una maravilla. Yo la utilizo para todo, repostería, rebozados, pizzas, tortitas. Harina Yolanda, repostería y rebozado sin huevo. En la sección de harinas de tu súper y ...