POPULARITY
Categories
Para algumas pessoas, as metas ajudam a funcionar bem no dia a dia. Pode não ser assim com você e está tudo bem quanto a isso.Veja o que diz o Salmo 77 no verso 12: "Meditarei em todas as tuas obras e pensarei em todos os teus feitos poderosos."A proposta do salmista é ousada demais e suas metas são impressionantes. Ele deseja meditar em TODAS as obras do Senhor e refletir em TODOS os feitos do Senhor.Humanamente essa meta do salmista é impossível. Se você dedicasse 24h do seu dia para alcançá-la, passaria a vida inteira e não concluiria nem 1%.Mas ao mesmo tempo que essa meta é inalcançável, ela é de extrema importância. O que está em jogo aqui não é a quantidade, mas a disposição para aprender mais do Senhor.Em geral, as pessoas gostam do que é fácil. E você? Toparia implementar uma meta exigente e difícil pra você em seu relacionamento com Deus? Tome essa decisão. Certamente você será muito abençoado.
¿Y si tu ansiedad no viene de “ser demasiado intensa”…sino de un tipo de apego que aprendió a vivir con miedo?Hay personas que aman…pero viven esperando que las abandonen.Que tardan en responder un mensaje…y sienten angustia.Que aman profundamente…pero también sienten ansiedad, inseguridad y vacío.Y terminan creyendo:“el problema soy yo”.Pero muchas veces…no eres tú.Es el tipo de apego que se creó en un corazón que aprendió a sobrevivir emocionalmente.
O convidado do episódio da semana é o deputado Lucas Neves (Republicanos). Na entrevista, ele explica os objetivos do Projeto de Lei 11/2025, que garante aos pacientes com diabetes tipo 1 os mesmos direitos previstos na legislação catarinense para as pessoas com deficiência.
Jueves 28 de mayo: Entre la UDI y el Partido Republicano la cosa se puso tensa cuando el diputado Agustín Romero, el republicano que preside la Comisión de Hacienda, dijo que los partidos de Chile Vamos debían asumir la responsabilidad ante su electorado. La bancada UDI respondió con una dura declaración diciendo, entre otras cosas, que se acabaron los tiempos de la "derechita cobarde"
28-05-26 - Morde e Assopra - Pior Tipo de Cobranca
Íñigo Pérez se muestra "orgulloso" del Rayo Vallecano: "Ningún tipo de reproche hacia mis jugadores"
27-05-26 - Morde e Assopra - Dra Vilella (Pior Tipo de Traicao no Trbalho)
Que tipo de ambiente sustenta ou destrói a capacidade de performar?
Decimoquinto programa dedicado a la temporada 1986-87 de la NBA en el que continuamos el repaso de la fase regular de los equipos. En este analizamos a los Boston Celtics; tanto las expectativas como el desarrollo del curso, los movimientos en la plantilla, el ataque y la defensa, los jugadores, las estadísticas individuales y colectivas, curiosidades, y mucho más. Los vigentes campeones fueron los mejores del Este basando su juego en Larry Bird y Kevin McHale (ambos en el mejor quinteto de la liga), con Robert Parish como tercer espada. Danny Ainge fue una metralleta y Dennis Johnson volvió a aportar lo suyo. El banquillo se vio perjudicado por las lesiones de Bill Walton y Scott Wedman; únicamente Jerry Sichting y Fred Roberts aportaron algo significativo como suplentes. Todo estuvo marcado por el fallecimiento de Len Bias antes de comenzar la campaña (número dos del draft). - 0:01:15 Antecedentes. - 0:04:22 Movimientos en la plantilla y draft. - 0:24:30 Entrenador. - 0:30:38 Tipo de juego. - 0:39:00 Expectativas. - 0:43:53 Plantilla. - 01:12:13 Fase regular. - 01:30:20 Estadísticas de los jugadores. - 02:07:12 Estadísticas del equipo. - 02:14:45 Conclusiones. - 02:17:23 Comentarios finales ------ Contacto y redes: - iVoox (Era baloncesto): https://www.ivoox.com/podcast-era-baloncesto_sq_f1687000_1.html - XLS con todos los audios: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1k9YiJkMkIMwONwX1onZZTBHBffYVtnlgT2oBebypG0A - Twitter: @erabaloncesto - YouTube: https://www.youtube.com/@erabaloncesto - Blog: https://erabaloncesto.home.blog - erabaloncesto@gmail.com ------ Sintonía: - Cornflowers (Dee Yan-Key): freemusicarchive.org/music/Dee_Yan-Key/Vacation_Days/01-Dee_Yan-Key-Cornflowers ------ Creado y presentado por José Manuel Gómez y Manuel Álvarez López. Publicado el 24 de mayo de 2026.
Let's practice some common Spanish abstract nouns, including nombre, tipo, historia, and poco. Practice all of today's Spanish for free at LCSPodcast.com/74
El Teniente Mérida nos habla sobre: Sinergia realiza 12 cateos en establecimientos tipo “smoke shop” por delitos contra la salud
Y muchas mujeres viven así TODOS los días creyendo que es normal. Estrés. Ansiedad. Cambios hormonales. Falta de energía. Insomnio. Inflamación. Desconexión emocional.Pero… ¿y si tu cuerpo no estuviera fallando?¿Y si solo estuviera pidiendo ayuda?” Hoy en Sada Mujer hablamos de uno de los temas que está transformando la vida y bienestar de miles de mujeres: LOS ADAPTÓGENOS. Si últimamente sientes que tu cuerpo, tus emociones y tu mente están pidiendo un respiro… este episodio puede abrirte los ojos de una forma poderosa. ESCÚCHALO COMPLETO AQUÍ:https://open.spotify.com/episode/7KYxRFYNUUneeJ8elmP9Fq...Y recuerda esto:Tu agotamiento no siempre significa debilidad…a veces significa que llevas demasiado tiempo sobreviviendo sola.
O melanoma é o câncer mais agressivo, que, se não descoberto precocemente, pode ser até mesmo fatal. Este mês de maio é reconhecido internacionalmente como o Mês de Conscientização sobre o Melanoma e Câncer de Pele. Um sinal ou pinta que mudou de cor, de tamanho, sangra ou coça muito, com bordas irregulares, deve ser apresentado a um dermatologista para uma análise clínica, sendo posteriormente indicada a biópsia, que vai dizer se é câncer do tipo melanoma ou outro, ou ainda descartar essa hipótese. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a dermatologista Ana Luiza Gadelha, no Canal Saúde desta segunda-feira (18).
Kingsway Community Church
À pergunta "é verdade que Fátima Lopes é a convidada desta semana de watch.tm?", Pedro respondeu sim. A máquina da verdade diz que é verdade. À pergunta "falaram de pessoas que chegam atrasadas, como é ouvir histórias pesadas durante quase 30 anos e perder audiência para o Você na TV?", Pedro respondeu sim. A máquina da verdade diz que é verdade e acrescenta que também falaram de mais coisas.(00:00) Intro(00:23) Fatima odeia pessoas que chegam constantemente atrasadas(03:30) De onde surge esta exigência com horários?(05:51) Fátima conseguiria combater os atrasos de Plutonio?(09:44) Não saber trabalhar com barulhinhos de fundo(15:06) Rácio de histórias pesadas vs leves durante "A Tarde é Sua"(17:29) Impacto de ouvir histórias pesadas durante 30 anos(21:12) Tipo de histórias mais difíceis e como lidar(24:01) Contextualizar o impacto de trabalho junto dos filhos(26:49) Em que momento é que Pedro sentiu que estava adulto?(28:31) Histórias tristes vendem mais(35:04) Hoje em dia é tudo meditação?(41:10) O peso e consequências das audiências(44:04) Perder para o Você na TV(45:10) Relembrar a Máquina da Verdade(51:50) Relembrar programa Desliga a Televisão(55:11) Quem era o homem espanhol da Máquina da Verdade?(57:01) Continuar a relembrar a Máquina da Verdade(1:04:30) Marcelo Rebelo de Sousa inaugura canal de YT de Fátima(1:11:14) Adorar café mas não poder beber 20 por dia(1:16:07) É mais fácil ler/trabalhar fora de casa?(1:21:19) Desistir ou não de um livro que não estamos a gostar?(1:23:29) Ler em livro físico vs Kobo(1:28:24) O novo livro de Fátima Lopes é autobiográfico?(1:32:11) Preconceitos em relação à idade da mulher face ao homem numa relação(1:40:40) Raparigas que fazem procedimentos estéticos aos 20 anos(1:47:37) Importância de investir na saúde mental para se ter autoestima(1:51:29) Meter em prática truques de psicólogo
Fala galera, blz? Nossa dupla sertaneja, ou melhor, nossa dupla de rockeiros vem falar um pouquinho sobre a sensação do momento, e causar um pouco de intriga aos colegas guris. Ficou curioso? Vem cá ouvir um cadin...Apoie a Coruja!: https://www.catarse.me/losttokenbgQuer comprar alguns dos jogos citados? Compre na Pittas Board Game e use o nosso cupom CORUJACAST para garantir 3% de desconto, vem conferir.Está em BH e está à procura de um lugar com comida boa e ambiente agradável para jogar? Visite o Ludocafé.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o uso da tirzepatida, comercializada com o nome de Mounjaro, para adolescentes de 10 a 17 anos, como forma de tratar o diabetes tipo 2. O médico José Afonso Sallet, cirurgião e especialista em emagrecimento, explica quais as indicações, em que casos os adolescentes poderão usar o medicamento, os riscos e efeitos colaterais. Acompanhe a entrevista.
Descubre los riesgos del exceso de alimentos tipo E y cómo pueden afectar tu metabolismo, aumentar la grasa abdominal y disparar la glucosa. Aprende a identificarlos y a equilibrar tu alimentación para proteger tu salud y adelgazar con más facilidad.
A menos de dos días para que acabe la campaña electoral en Andalucía, el candidato del PP y actual presidente de la Junta, Juanma Moreno, reconoce en Hoy por Hoy que está cansado pero igual de ilusionado: "En la calle se viven momentos bonitos donde se comprueba la complicidad de los vecinos". Si se confirman las encuestas, Juanma Moreno roza la mayoría absoluta. Deja claro que sale a por todas y que no tiene "ningún interés" en gobernar con Vox.
La Mesa TIC - Martes 12.05.2026 - Ciberseguridad: ¿Qué cuidados básicos podemos adoptar para evitar estafas digitales y otro tipo de ciberdelitos? by En Perspectiva
La Mesa - Lunes 11.05.2026 - 29% de los jóvenes uruguayos sufrió algún tipo de violencia sexual antes de los 18 años by En Perspectiva
Las crisis del hontavirus ha reactivado los peores momentos de la pandemia. Sin embargo, tal y como nos cuenta Salvador Macip, médico e investigador, catedrático de la Universidad de Leicester, tenemos que ser prudentes pero darnos cuenta de que este virus no parece que pueda provocar una pandemia como la del coronavirus.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy en Punto de Vista: Un nuevo tipo de mártirVisita mi sitio web https://www.hoyenlaiglesia.org/ y suscríbete GRATIS para recibir las últimas noticias católicas.
"Todo aquele, pois, que escuta estas Minhas Palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a ROCHA; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a ROCHA. E aquele que ouve estas Minhas Palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a AREIA; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda." Mateus 7:24-27
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! 1952 - Censo Planetario Galáctico: ¿Qué tipo de mundo abunda más allá del Sol? TLMSSL2C ¿Cuál es el tipo de planeta más común en la galaxia? Durante la última década, los astrónomos creyeron tener una respuesta razonable a esa pregunta. Pero una nueva investigación nos dice que hay que actualizar la idea que se tenía. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Lucía Prieto habla con ayuda de los mejores especialistas sobre la salud cerebral.
Hipotecas Libertad Inmobiliaria: https://libertadinmobiliaria.es/broker-hipotecario ¡Bienvenido al podcast de Libertad Inmobiliaria!
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
Si estás en un punto donde sabes que necesitas cerrar un ciclo de verdad, preparé una clase gratuita donde te explico cómo superar a tu ex sin seguir repitiendo la misma historia emocional:
Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-mananero-radio--3086101/support.
Una de cada 11 personas en el mundo ya tiene diabetes. Así lo acaba de anunciar la Organización Mundial de la Salud (OMS) en su primer "Informe mundial sobre la diabetes", en el que sostiene que una de cada 11 personas en el mundo ya padece el trastorno. Las cifras también indican que el número de personas afectadas prácticamente se cuadriplicó en los últimos 30 años. La diabetes es la consecuencia de un desequilibrio en los niveles de azúcar en la sangre; Es el principal trastorno del páncreas. La diabetes ocurre cuando el páncreas no produce suficiente insulina (Tipo 1) o el cuerpo es resistente a la insulina en la sangre (Tipo 2). Sin suficiente insulina para hacer que la glucosa circule a través del proceso metabólico, los niveles de glucosa en la sangre se elevan excesivamente. Puede obtener este Programa en LA Farmacia Natural en Los Angeles, Van Nuys, Huntington Park, El Monte, Arleta, Pico Rivera, Long Beach y en Burbank o llamando a la Línea de la Salud, al 1-800-227-8428 si desean que se lo enviemos a su casa.
#ElGranMusical | Fabiana Vázquez. Semaglutida de ELEA: innovación en la salud metabólica en diabetes tipo 2 by FM Mundo 98.1
Aimar Bretos entrevista a David Fernández (@naroh), ingeniero informático que ha creado el portal 'Contratación Abierta', una web donde se pueden encontrar los contratos menores de las administraciones públicas de España. Esta web permite vigilar los contratos públicos españoles.
Per una presa salda ci vuole una pinza “molle”: ecco la tecnologia per far manipolare ai robot oggetti di ogni tipoAfferrare oggetti di ogni forma, dimensione e consistenza, con il giusto mix di forza e delicatezza. Noi umani lo facciamo con la massima naturalezza, ma ai robot riesce tutt’altro che facile, da cui prototipi di mani e pinze robotiche a non finire: dure, morbide, sensorizzate, pneumatiche, ecc. Da qualche anno è però emersa una nuova soluzione, basata sulla cosiddetta elettroadesione. In pratica, è possibile rendere “adesive” a comando delle superfici, sfruttando un principio di tipo elettrostatico simile a quello con cui attiriamo pezzetti di carta con una bacchetta di vetro dopo averla strofinata. Omnigrasp, startup finanziata con quasi 2,5 milioni di euro dal programma europeo Transition, ha sviluppato una pinza basata su questo principio: costituita da due sottilissimi foglietti di materiale soffice in grado di aderire a comando a quasi ogni superficie, permette di maneggiare dalla fragola al melone in modo semplice e senza danni. Ce ne parla Vito Cacucciolo, Professore di Meccatronica e Robotica Del Politecnico di Bari e cofondatore della startup Omnigrasp.
Audio, spa_t_rav_2026-04-18_lesson_rb-1984-08-eize-kium-mezakech_n1_p1. Lesson_part :: Daily_lesson 1
Hay gente que tiene un animal regente según su signó zodiacal, pero también hay gente que cree en el taco de su suerte... averigua el tuyo. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Recomenzando. Superar una ruptura de pareja. Superar ruptura amorosa. Superar dependencia emocional.
¿Tu ex te escribe en tu cumpleaños? Cuidado: puede hacerte retroceder emocionalmenteDescripción:¿Esperás ese “feliz cumpleaños” de tu ex como una señal?En este episodio hablamos sobre una de las trampas emocionales más comunes después de una ruptura: el mensaje de cumpleaños.Muchas personas interpretan ese contacto como esperanza, interés o posibilidad de reconciliación, pero en realidad puede reactivar la ansiedad, la dependencia emocional y hacerte perder meses de avance en tu proceso de sanación.En este video te explico por qué responderle a tu ex en una fecha sensible puede devolverte al ciclo de espera, ilusión y dolor, y cómo proteger tu paz mental para seguir avanzando en tu reconstrucción personal.Si estás atravesando una separación, divorcio o ruptura amorosa, este contenido te va a ayudar a recuperar claridad emocional, autoestima y control sobre tu proceso.¿Necesitás acompañamiento personalizado?Te acompaño en mentorías 1 a 1 para ayudarte a superar la ruptura, recuperar tu autoestima y reconstruirte emocionalmente.
Consider taking out a paid subscription to The Piano Maven podcast via our Substack page (https://jeddistlermusic.substack.com/about), which you also can access by clicking on the "Donate" button here: https://rss.com/podcasts/pianomaven On this episode Jed discusses Warner Classics' box set edition of Italian piano legend Maria Tipo's complete EMI and Fonit Cetra recordings.Here are links to several cited examples:Bach Italian Concerto - https://www.youtube.com/watch?v=JUweFba-MfMBeethoven Piano Sonata Op. 2 No. 3 Mvt. 4 - https://www.youtube.com/watch?v=u1mvD4vONvUChopin Nocturne Op. 9 No. 1 - https://www.youtube.com/watch?v=zba5nlwcnYU
El día de hoy haremos un pequeño autoanálisis para que nos preguntemos ¿qué clase de padres somos? ¿soy el padre que me gustaría ser? ¿Estoy repitiendo patrones que no quiero? Reflexionemos juntos de cara a Dios sobre la familia que Él nos confió ya que nos pedirá cuentas de ella. Descubramos juntos qué tipo de padre somos sólo aquí en Enamórate con Lupita Venegas. ¡Un programa hecho especialmente para ti!
Comerciantes llaman a garantizar libre tránsito Dólar se mantiene estable en jornada de este lunesVenta de autos en México crece 2.4% durante marzoMás información en nuestro podcast #grc
Cómo mejorar con IA el negocio en 2026 (clase gratuita): https://landing.tekdi.education/clase-gratuita-tekdi-podcast-jm.html Agenda una llamada para entrar en TEKDI: https://calendly.com/tekdi_negocios/sesion-1a1
Descubre el alimento tipo E que, bien utilizado, puede aportar beneficios sin sabotear tu metabolismo. Aprende cuándo consumirlo, cómo equilibrarlo y cómo integrarlo inteligentemente para cuidar tu salud y tu peso.
Mensagem do dia 22 de Março de 2026 por Kenner Terra Que tipo de milagre você deseja | Mt 8:5-13 Histórias que tocam nossa história Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Seja membro do Clube do Espiritismo Simples!
Yo tengo una videoteca para mis clientes con +200 ejercicios diferentes. Pero no todos esos ejercicios son iguales. Hay algunos que son mucho mejores que otros y por tanto algunos son mucho peores que otros. Pero ¿Cómo escoger cuáles son los mejores ejercicios? ¿Cómo identificar realmente cuando un ejercicio es mejor o es peor? Pues eso es lo que vamos a ver hoy. Para empezar hay que aclarar que los ejercicios no son ni buenos ni malos porque todo depende de con qué lo compares. Es decir, no hay ejercicios buenos o malos solo hay ejercicios mejores, peores, o mucho mejores y mucho peores. Pero para determinar si un ejercicio es mejor o peor que otro tiene que haber algunos criterios de evaluación para poder comparar. Tipo de contracción El primero de estos criterios es el tipo de contracción: Isométrica o dinámica. Normalmente los ejercicios tienen una contracción dinámica porque hay movimiento, pero hay algunos que no. Por ejemplo, las típicas planchas abdominales es una contracción isométrica, no te mueves. O por ejemplo la típica rueda abdominal aunque parezca que hay movimiento, el movimiento que hay no es en el abdomen, con lo que sigue siendo una contracción isométrica. Por lo general, es mejor escoger un ejercicio con contracción dinámica que con contracción isométrica, porque si no fuera así, el mejor ejercicio para el pectoral sería juntar las manos muy fuerte y apretar. Pero si queremos trabajar el pecho no hacemos eso, entonces parece obvio que un ejercicio que tenga una contracción dinámica es superior a otro con una contracción isométrica. Rango de movimiento El siguiente criterio sería el rango de movimiento. El rango de movimiento es un poco arbitrario porque también depende de la movilidad que tenga la persona, pero de forma intrínseca, los ejercicios tienen su propio rango de movimiento. Por ejemplo, si tú quieres trabajar los glúteos, puedes hacer unas zancadas o puedes hacer una prensa de piernas. Pero si sabemos que el glúteo se encarga de extender la cadera y comparamos ambos ejercicios, vemos que la extensión de cadera en las zancadas es completa, mientras que en una prensa te vas a quedar a 45º porque la prensa está diseñada así. Así que si tuviera que comparar estos 2 ejercicios en base a este criterio, las zancadas serían mejores porque tienen un mayor rango de movimiento. Estabilidad El siguiente criterio sería la estabilidad. Estar estable cuando realizas un ejercicio te da la capacidad de hacer más fuerza contra la carga que estás usando. Y esto es muy sencillo de ver, imagina que ahora estás haciendo una sentadilla solamente con tu peso corporal y ahora haces una sentadilla montado sobre unos patines. Sobre unos patines es mucho más difícil porque estás menos estable. Esa es de hecho la razón por la que la gente usa cinturón cuando hace sentadillas o pesos muertos. El cinturón lumbar no es para proteger la espalda, el cinturón lumbar es para darte más estabilidad, porque te permite hacer fuerza contra algo. Es como si quieres empujar un coche, va a ser más fácil empujarlo si apoyas los pies o el cuerpo contra una pared porque te hace estar más estable. Pues lo mismo ocurre con los ejercicios, un ejercicio que te permita más estabilidad te va a permitir ejercer más fuerza. Y esto no significa que elementos como el fitball no tengan aplicación, significa que si puedo elegir, para ganar masa muscular voy a hacer un press con mancuernas sobre un banco plano antes que sobre un fitball, porque aunque sea el mismo ejercicio, el banco es más estable que el fitball. Curva de resistencia El cuarto criterio es la curva de resistencia. La curva o el perfil de resistencia simplemente nos dice que diferentes ejercicios nos exigen cosas diferentes y por otro lado nuestros músculos tienen también una capacidad diferente. Por lo general, los músculos cuando están muy estirados tienen poca capacidad de ejercer fuerza porque los filamentos de actina y miosina están muy separados, y conforme vas contrayendo el músculo se van uniendo y ya pueden hacer más fuerza, pero cuando el músculo está muy contraido estos filamentos están tan superpuestos que tampoco pueden hacer mucha fuerza. Por eso somos más fuertes cuando el músculo está en el rango medio de movimiento. Por ejemplo, el bíceps es más fuerte cuando está a 90º. Aunque aquí entran también otras cosas como el brazo de momento interno y todo eso, pero en general en el rango medio de movimiento es cuando más fuerte eres. Por lo que tiene sentido que el ejercicio que escojas te exija más en el rango medio que es cuando eres más fuerte y te exija menos cuando el músculo está muy estirado y muy contraido. Porque este ejercicio encajaría perfecto con lo que tú eres capaz de hacer. El ejemplo más claro son las elevaciones laterales. Si haces elevaciones laterales con mancuernas, cuando tienes los brazos en cruz que es cuando el músculo está más contraído es cuando más difícil es el ejercicio y cuando tienes los brazos a los lados, que es más o menos el rango medio, es cuando menos tensión hay. Pero si hago las elevaciones laterales en polea, esto cambia. Entonces la idea es buscar un ejercicio que se parezca a lo que mis músculos son capaces de hacer. Fatiga periférica Y el quinto criterio es la fatiga periférica: Esto significa que si yo hago un ejercicio es para agotar el músculo objetivo, pero si resulta que hay otros músculos que se fatigan antes, no voy a poder sacarle todo el partido a ese ejercicio. Esto por ejemplo es lo típico que ocurre con los ejercicios de espalda y el agarre. Si yo quiero trabajar la espalda pero las manos se me abren porque no tengo suficiente fuerza, entonces ese ejercicio no es muy bueno, o debería buscar la forma de que eso no pase. Por eso la gente usa straps o usa otro tipo de manerales donde el agarre no se fatiga tanto etc. Pero la idea de esto es ver si el ejercicio que estoy haciendo logra fatigarme primero el músculo que quiero trabajar o hay otra cosa que se fatiga antes. Por ejemplo, hace tiempo se puso muy de moda el press cubano, que es un press donde estás de pie y tienes las mancuernas abajo delante de los muslos, y haces como 3 movimientos, el primero es un remo vertical, es decir, subes las mancuernas tirando de los codos hacia arriba hasta que las mancuernas estén a la altura del pecho, luego haces una rotación externa donde levantas las mancuernas y ahora las mancuernas quedan por encima del codo y ya por último haces un press. Esto para las redes sociales está muy bien pero el problema que tiene es que de los músculos que se implican ahí, los rotadores son músculos mucho más débiles y se van a fatigar antes, entonces para trabajar el hombro no sería el mejor ejercicio porque siempre el eslabón más débil van a ser los rotadores. Esto no es necesariamente malo, a lo mejor quieres sobrecargar los rotadores, pero incluso ahí, tengas quizás otros ejercicios mejores para hacerlo atendiendo a todos estos puntos que hemos visto. Porque esto es lo siguiente que quiero explicar, estos 5 puntos pueden decirte por separado qué ejercicio es mejor y cuál es peor, pero lo interesante es no usar estos criterios por separado sino usarlos juntos. Por ejemplo, si yo quiero comparar 2 ejercicios vamos a compararlos en base a estos 5 criterios, no a uno solo. Y la forma simple que me gusta a mi hacerlo es ir criterio por criterio y darle puntos al ejercicio como si fuera un examen. Si cumple el criterio al 100% le doy 2 puntos, si lo cumple a medias le doy 1 y si no lo cumple le doy 0. Así, si ese ejercicio cumple perfectamente los 5 criterios tendrá 10 puntos, y así puedes comparar numéricamente y si tienes un ejercicio que es 10/10 contra otro que es 7/10, no significa que el de 7 sea malo, significa que el de 10 es mejor. Por ejemplo vamos a analizar las dominadas: ¿Las dominadas son un movimiento dinámico? Si, totalmente, vale 2 puntos ¿Tienen un rango completo de movimiento? Depende de cómo se hagan, pero vamos a darle también los 2 puntos porque es un movimiento con bastante rango de movimiento ¿Son estables? Vamos a darle 1 punto porque no es inestable pero tampoco es tan estable como unos jalones por ejemplo. Curva de resistencia, ¿Las dominadas me exigen más cuando más fuerte soy? No. Esto sería un 0. Y esto es muy habitual en ejercicios de espalda y fatiga periférica vamos a darle un 1 también porque igual las manos se te fatigan antes que la espalda, aunque quizás si usas straps puedas darle un 2 y corregir ese problema, pero vamos a ponerle un 1. La suma de todo es: 2 + 2 +1 +0 + 1. Es un ejercicio de 6. Ahora si comparas ese ejercicio con otro de espalda que tenga un 4 ya sabes que las dominadas son mejores. Y lo mismo con todos los ejercicios. Y ojo, esto no significa que los ejercicios con una nota más baja no puedan usarse nunca, porque otro elemento que he dejado fuera para seleccionar ejercicios es el equipamiento que tienes. Si vas a un gimnasio con todo el equipamiento del mundo podrás tener acceso a muchos más ejercicios, pero si entrenas en casa estarás más limitado y puede que para ti, un ejercicio que en un gimnasio no harías jamás porque no tiene sentido porque en el gimnasio tienes acceso a ejercicios de 8, si estás en casa y el mejor ejercicio que puedes hacer es un ejercicio de 4, pues ese es el mejor que puedes hacer tú. Por eso en mi videoteca hay +200 ejercicios no significa que los tengas que hacer todos o que todos sean buenísimos. No es así. Es solamente aportar opciones a las personas que no tengan mucho equipamiento, porque si todos tuviéramos equipamiento ilimitado, probablemente con 20 ejercicios no haría falta nada más. Pero si estás en casa y no tienes un banco y quieres hacer un press, puedes hacerlo en el suelo y restringir rango de movimiento pero tener más estabilidad, o hacerlo sobre un fitball y tener menos estabilidad pero más rango de movimiento. Ninguna de las 2 opciones es la mejor, pero es la mejor que puedes hacer tú, el resto no importa, Por eso esta videoteca es tan útil, no por los cientos de ejercicios que hay sino porque te da la opción de escoger qué es lo mejor a lo que tú puedes acceder. Origen