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A segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" decorre até este domingo. A abertura, nesta sexta-feira, contou com a ante estreia de "A vida luminosa", a primeira longa metragem de ficção do cineasta João Rosas, que estreou em Portugal no ano passado. O retrato de um jovem lisboeta, à procura de um lugar ao sol, entre uma ruptura amorosa, e a descoberta de uma jovem cuja luz o vai ajudar a afirmar-se. A RFI esteve no local e falou com a actriz Cécile Matignon, o co produtor François d'Artemare e, obviamente, com o próprio realizador João Rosas que começa por comentar como descobriu Francisco Melo, quando este era apenas um adolescente de 11 anos. O actor não profissional que deu corpo a Nicolau, hoje com 24 anos, e o protagonista de "A vida luminosa" e que vimos crescer, nas três curtas metragens que antecederam esta longa. Descobri-lo foi um acaso, porque quando ele participou no "Entrecampos", ele nem sequer era o protagonista desse filme. Na altura ele tinha 11 anos, portanto era apenas uma criança engraçada. Enfim, como outras que participaram no filme, mas com quem eu me entendia bem. E como eu na altura, depois já estava logo a seguir escrevi o "Maria do Mar", que era sobre um jovem de 13, 14 anos e como protagonista e tinha que estar a trabalhar com o Francisco... Depois decidi continuar a trabalhar com ele e a partir daí é que começou um bocadinho a ganhar forma. A ideia, depois de ser uma história mais longa e de continuá-la noutros filmes. Apesar de lhe dizerem que ele até nem tinha muito jeito para isso, não é ? Sim, ele próprio o diz. O que é interessante e para mim, fascinante, a um nível puramente pessoal é que de facto, acompanhar o crescimento dele também foi acompanhar o meu próprio crescimento como cineasta e, portanto, ir aprendendo a olhar o mundo através do cinema, construindo o meu próprio olhar, mas também através do olhar do Francisco, ão é ? Portanto, do Francisco/Nicolau que é esta personagem em que todos os filmes ele está em períodos de transição e, portanto, perante o ter que tomar decisões ou descobertas, pequenas descobertas do quotidiano, mas que podem por vezes ter o valor de uma epifania no curso da nossa vida. E, portanto, para este filme foi mais uma vez essa ideia de retratá-lo num período de transição, um bocadinho de no final da juventude, para o que seria o início de uma idade adulta. E como é que essa idade adulta é vista ou vivida pelos jovens de hoje em dia ? Portanto, até nem é só ele, também há a Mariana também há o Miguel, não é ? Há duas personagens que já acompanha há algum tempo. Mas também há agora aqui a personagens novas. Cécile Matignon, por exemplo, um elenco também internacional. As cenas são muito escritas, pensadas, concebidas. Pode falar-nos do processo de escrita, do guião e depois da rodagem? Sim, o processo acaba por ser um vai e vem entre o meu trabalho, mais solitário de escrita e, depois de dramaturgia e de preparação, ão é ? Um trabalho de secretária, é um trabalho de diálogo e de partilha com as pessoas que vão entrando no filme ao longo do processo. E, portanto, é um processo muito longo, porque, de facto, eu aproveito também o casting para saciar a minha própria curiosidade por pessoas que quer conhecer, neste caso os jovens, muitos deles estrangeiros, que estão a viver em Lisboa e que mudaram também uma certa maneira de viver em Lisboa. E, portanto, aproveito ao máximo os recursos da produção para estender este casting e saciar a minha própria curiosidade. E depois os ensaios também são um período muito longo em que há, de facto este vai e vem entre o que as pessoas, a voz das pessoas ao ler o texto e a voz que eu quero, depois, também dar aos personagens escrevendo. É por isso é que os filmes são muito escritos. Mas a partir deste trabalho conjunto. Mas claro, pois isto tudo é fixado numa dada altura através dos ensaios, não é? E há muitos ensaios. E, portanto, são muitos escritos, mas escritos muitas vezes a várias mãos, sendo que depois eu tenho de tomar a decisão como um maestro que decide quem é que fala quando, mas respeitando a linguagem e a música de cada um. Neste filme em particular, interessava-me também trabalhar esta ideia dos vários sotaques de portugueses, os estrangeiros. Do Brasil e dentro, mesmo de Portugal, portanto do Sul do Norte, enfim, ter esta riqueza também polifónica de uma língua. E você também gosta muito de tratar a dúvida. A dúvida, que é uma coisa desorienta muita gente, não é? E o Nicolau está cheio de dúvidas. Tem 24 anos. Gostaria, eventualmente, de ser autónomo, mas não é. Ter um trabalho, ter estabilidade, mas não tem. Também há uma denúncia de uma precariedade que se calhar tomou conta também de Lisboa, a sua cidade ? Sim. Enfim, a precariedade, não é que tenha chegado agora, não é ? Portanto, a precariedade, também já se falava em precariedade quando eu tinha a idade do Nicolau e a vida também já era precária na altura. Agora era uma precariedade talvez menos evidente. E era diferente. Obviamente. Era uma cidade muito diferente, não necessariamente melhor, mas já existia precariedade nessa altura, não é? E, portanto, eu acho que a dúvida que... É introduzida aqui num canto magnífico no início do filme. Sim, sim, de uma peça do Brecht. Mas eu acho que a dúvida, embora possa ser paralisante, não é ? Porque todos nós provavelmente passámos por isso momentos que temos dúvidas e não conseguimos decidir. E isso paralisa-nos e cria-nos angústia. Mas há também uma dúvida que é um questionamento que faz avançar e como é que nós, através da dúvida, do questionamento, podemos avançar e descobrir coisas ? É, portanto, a dúvida é sempre um caminho para uma descoberta e, portanto, para mim, o próprio fazer o filme e daí também ter começado com esse canto. Para além de espelhar um bocadinho o estado emocional do protagonista do Nicolau, reflecte o próprio processo em que as dúvidas que eu tenho sobre o filme são o que fazem o filme avançar e, portanto, acho que também, hoje em dia, em particular em que vivemos numa época em que há todo um discurso identitário em que apresenta certezas e visões fechadas sobre o mundo... A dúvida, pelo contrário, é porosidade e abertura. E acho que isso é cada vez mais um gesto político que é preciso sublinhar. Precisamente, falemos um pouco da multiculturalidade. Já no filme anterior, no documentário, você tinha se aproximado e de que maneira, dos operários das obras, naquele estaleiro de um prédio que se veio a tornar um hotel de luxo em Lisboa. Uma Lisboa a mudar a uma velocidade muito rápida. E são pessoas que vêm dos quatro cantos do mundo, nomeadamente de África. Guiné-Bissau, sim ! Diria que os protagonistas, embora seja um filme plural, portanto, não há propriamente um protagonista. talvez a cidade, mas não é um filme. Portanto, num estaleiro de obra onde há dezenas de trabalhadores e nenhum acaba por ter mais protagonismo que os outros, uma regra um bocadinho de todos são protagonistas por igual nessa ideia de filme coral. Mas é verdade que, em particular, um grupo de trabalhadores da Guiné-Bissau foi aquele do qual eu me senti mais próximo e que, depois, mais uma vez, como neste filme de ficção, perante uma realidade completamente diferente. O filme foi também uma maneira de desenvolver relações de amizade com estas pessoas e o filme foi feito nesse espírito da partilha, do diálogo e não necessariamente de um gesto meu de lançar um olhar sobre este grupo de pessoas, neste caso guineenses, mas de estar tempo com eles. E, portanto, o filme ser feito a partir desse tempo passado em conjunto. No fundo, como este filme de ficção, portanto, a ideia acaba por ser sempre essa. Tanto na ficção como no documentário e o cinema ser uma forma também de passar tempo com as pessoas que eu convido para os filmes ou que a realidade me traz, por acaso e por ser uma forma de relacionamento com a cidade, o próprio cinema. A vida luminosa pode ser vida do Nicolau, o protagonista, mas é também, de alguma forma, a vida de Lisboa, a capital portuguesa, que é uma personagem de pleno direito, diria eu no seu filme. Você continua apaixonado pelas cidades, pela sua arquitectura e pela maré humana que lá vive, não é ? Sim, eu acho que filmar cidades foi um bocadinho o que me levou a começar a pensar o cinema. Com "Birth of a city" [filme documental de 2009 rodado em Londres]. Sim, mas mesmo como espectador. Lembro-me de, ainda adolescente, ver por acaso, com a minha mãe no cinema, o filme "Caro Diário", do Nanni Moretti. E aliás, até adormeci a meio do filme. Mas [o cinesta iraniano] Kiarostami dizia que alguns dos filmes preferidos dele eram filmes em que ele tinha adormecido. Portanto, ele, no início do filme diz isso ao filmar umas imensas fachadas e bairros de Roma. "Que belo Seria um filme feito apenas com fachadas !" Portanto, eu desde aí isso ficou como uma espécie de mantra que, pela minha própria depois vivência das cidades em que vivi. Tornou-se um fascínio de facto pela vida urbana, não tanto pela arquitectura, embora a arquitectura obviamente também faça parte de uma cidade, mas mais as práticas do quotidiano e, portanto, a vivência quotidiana. E como é que a cidade é um lugar de encontro entre pessoas diferentes? E como é que essa negociação da alteridade ou com a alteridade não é com as pessoas que são diferentes de nós e com quem nós partilhamos o espaço? E como é que as cidades podem ser vistas, pelo menos para mim, como arquivos de histórias, Seja a própria cidade enquanto espaço físico que me dá elementos que me inspiram para escrever as cenas, sejam bairros, ruas, cafés, esquinas, paragens de autocarro ou de metro ou as próprias pessoas, obviamente. Que levam cada uma a sua história pela cidade e que através de viver a cidade, constroem a cidade. E assim me ajudam a construir cada fio. Cécile Matignon encarna Chloé, jovem francesa instalada em Portugal, cuja energia positiva vai iluminar um Nicolau, algo perdido perante os tantos desafios com que a juventude o confronta. Esta começa por se referir ao gosto desta estreia na sua terra natal, a França, do filme de João Rosas. Teve o sabor de uma viagem, de uma viagem de volta a uma das minhas casas. E foi um excelente pretexto para voltar a ver os meus amigos e esta cidade que já conhecia há alguns anos. E também de ver quais são as reacções do filme num país que não é lusófono. E ver como é que isto está recebido. E finalmente ver com algumas conversas, já que começamos a ter que essas questões que aparecem no filme finalmente são transversais a outros países também são questões de gerações que partilhamos de um país a outro. Há muito de Chloé em si ? Há muito de Chloé em mim ? Sim, acho que temos uma energia parecida. Acho que é uma coisa que nos diferencia muito é que eu sou muito mais precária do que Chloé. Porque a Chloé, no filme, é esta pessoa que é menos precária de todos porque vem de fora e tem essa energia de" Pá, vou trabalhar em França e vou viajar e não sei o quê ! Insurge-se contra os preços dos salários em Portugal. E é uma coisa que é muito engraçada. É que no filme digo nunca vou trabalhar por 5 € a hora. E o que faço eu, que fiz e que faço, às vezes, porque a realidade é assim. Mas, ou seja, é engraçado. Essa diferença de "Eu não sou portuguesa, venho de fora, mas fiz a escolha de trabalhar para a cultura portuguesa e para o país português". E então também estou a jogar este jogo dessa precariedade. E finalmente, eu acho que me identifico mais neste aspecto a outras personagens do filme do que à própria Chloé. Mas de resto, energia e tudo, somos parecidas. François d'Artemare, presença assídua no cinema português, com Manoel de Oliveira, João Canijo, ou lusófono, como com o guineense Flora Gomes, ou francês, como com Nadine Trintignant, este produtor dos Filmes do Tejo e dos Films de l'Après midi, co-produziu "A vida luminosa". Ele comenta a satisfação desta estreia parisisense no cinema Club de l'étoile com o qual tem tantas ligações. É um percurso um pouco... tortuoso, não, quase direito... Porque esta estreia aqui no "Clube de l'étoile", quando estava a preparar o filme de Nadine Trintignan em Paris, em 94, até... Era aqui no Club de l'étoile, era com uma produtora francesa que era na época dona do Clube de l'étoile. E o nosso escritório era no Club de l'étoile. Era no prédio ao lado, e passávamos todo o nosso tempo aqui no Clube de l'étoile. Não imaginava nesta época, onde tinha 28 anos, era jovem director de produção que 32 anos depois, já assistia a projecções de filmes que produzi, que co-produzi. Mas não imaginava, nesta época, que eu ia continuar a fazer, a organizar projecções aqui. Estou feliz com isso. Estou feliz de continuar a guardar uma ligação com Portugal. É óbvio que tenho uma ligação com Portugal. O meu filho é português. Depois de viver alguns anos em Barcelona, voltou a viver em Portugal há dois meses atrás. Continuo a ir aí a Portugal imensas vezes. Mas o facto de continuar a fazer filmes em Portugal e continuar a produzir em Portugal é para mim importante. É uma coisa natural que me permite guardar uma ligação profissional de que gosto. Estava a produzir o filme do João Canijo... Que entretanto nos deixou... Que nos deixou agora. Era o quarto filme do João que estava a produzir. Gostava imenso do João e gosto de continuar a ter esta ligação com Portugal. Trabalhou também, penso, obviamente em Flora Gomes. A maior parte dos nossos ouvintes estão precisamente em África e conhecem este cineasta da África Ocidental da Guiné-Bissau. O que é que viu aqui no João Rosas e neste filme para apostar nele? Conheço o João há imenso tempo também. Há 20 anos acho. Eu tinha tinha visto as curtas do João e o documentário do João sobre Lisboa. A morte de uma cidade ! Sim, e gostei imenso do olhar que João tinha sobre os personagens. Nas curtas que ele fez e do olhar que João tinha sobre o personagem da cidade de Lisboa enquanto personagem. No documentário é sobre a evolução da cidade. Vivia esta evolução desde o fim dos anos, um meio dos anos 90 até hoje. Acho que o olhar do João era bastante pertinente e sensível. Sentia isso no guião. E sinto isso no filme dele. Instantâneos da reportagem da ante estreia parisiense de "A vida luminosa" no âmbito da segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" que decorre até este domingo, 8 de Março.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Manoel Urbano, realizou nesta quarta-feira, 11, em iniciativa conjunta com a Comarca do município, uma reunião com setores da rede de Saúde Mental com o objetivo de alinhar e fortalecer o fluxograma de atendimento às pessoas em situação de sofrimento psíquico.
Niterói, Brasile, 1966. Sulla collina del Morro do Vintém, l'aria è satura di umidità e mistero. Due corpi giacciono nella giungla, vestiti elegantemente con impermeabili e completi. Non hanno ferite, ma una simmetria inquietante li unisce nella morte. Sui loro volti, due maschere di piombo grezzo sigillano la vista per sempre.In questa puntata di Giallo Psicologico, indaghiamo su uno dei cold case più assurdi e discussi del ventesimo secolo. Chi erano Manoel e Miguel, due stimati radiotecnici di Campos? Cosa si aspettavano di vedere di così potente da dover schermare i propri occhi con il metallo? Un viaggio al confine tra rigore scientifico, ossessione ufologica e una follia metodica che ha portato due menti razionali a un appuntamento letale con qualcosa che, forse, non è mai arrivato.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/giallo-psicologico--4563000/support.
Consciência da eternidade: o que a Palavra revela sobre o fim - Manoel Dias by Verbo da Vida Sede
O Governo de São Paulo entregou nesta segunda-feira (26), a revitalização do Mercado Municipal de Santos e 574 apartamentos a famílias que viviam no núcleo conhecido como Caminho da União, no Jardim São Manoel, afetado por inundações recorrentes na Baixada Santista.
No marco dos 50 anos do assassinato do metalúrgico Manoel Fiel Filho, torturado até a morte no DOI-Codi em 17 de janeiro de 1976 TUTAMÉIUA entrevista o dirigente sindical José Francisco Campos, que participou na greve histórica que resultou na conquista do 13º salário no Brasil. Como diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, abonou a carteira de filiação de Manoel Fiel Filho e acompanhou a trajetória do ativista.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
TUTAMÉIA apresenta o ato TRIBUTO A MANOEL FIEL FILHO, realizado neste 19 de janeiro de 2026 na sede do Sindicato Nacional dos Aposentados, em São Paulo, no marco dos 50 anos do assassinato daquele operário metalúrgico pela ditadura militar. Com a presença das filhas de Manoel, Maria Aparecida e Márcia, a homenagem foi organizada pela fundação Astrojildo Pereira, com apoio da Força Sindical , CSB, CUT, UGT, Publica, Nova Central, Conlutas, Comissão Justiça e Paz de São Paulo, Coletivo Memória e Democracia e outras entidades. No evento, foi lançado o livro "Carrascos da Ditadura", biografia de Manoel, escrita por Jorge Oliveira, diretor do filme "Perdão, Mr. Fiel".Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso orientaram a aluna Evandra, de 36 anos, sobre uma questão muito peculiar.Pessoas "de áries" dificilmente encontram o amorEla disse que uma vez leu sobre pessoas do signo de áries, que dificilmente elas encontravam o amor verdadeiro. Desde então, não tirou mais isso da cabeça.Hoje, Evandra é divorciada e mora com as duas filhas. Ela não consegue mais acreditar no amor. Os professores esclareceram diversos pontos sobre este assunto e aconselharam a aluna.Namorada o traiu, mas pediu perdãoEm seguida, eles responderam uma pergunta do aluno Manoel. Ele contou que descobriu a traição de sua namorada com outro homem. Ela pediu perdão e alega que o ama. Manoel a ama muito e pediu ajuda sobre o que deve fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Não se furtem de furtar momentos fortuitos.Lembrem-se, a historia é escrita pelos generais e consertadas pelos poetas, poetou Fausto Wolff, do alto dos seus quase 2 metros no documentário que Pedro Cézar cometeu para homenagear Manoel de Barros.Esse bagulho de estar vivo quando se avizinha um novo ano é para ser silenciosamente celebrado.Um novo episódio do seu podcast de eleição sai toda terça para lembrar que, apesar de tudo, resistimos e insistimos porque em algum lugar (ou até mesmo em todo lugar!) alguém se importa.Que venha 2026 como a onda que existe apenas nas suas fantasias, intima e intransferível.A trilha é um deleite para os apaixonados do esporte bretão,Luedji Luna com Salty, Spray Water On The Stereo com Turnstyle, My Mind Is A Mountain com Deftones, J'adore le monde com The Limiñanas / Bertrand Belin e, finalizando, Sensitive Kind do J.J. Cale e Vai Levando com Miúcha e Tom Jobim (participação do Chico Buarque)
Silvio Santos faria 95 anos neste 12 de dezembro de 2025. Para homenagear o "Homem do Baú", aqui você vai conhecer alguns momentos do início da carreira do saudoso apresentador e empresário. Ouça a participação do professor e autor do livro "Silvio Santos - a trajetória do mito", Fernando Morgado. Saiba como foi a trajetória de Silvio Santos no rádio e ouça trechos de programas apresentados por ele, além de uma inusitada interpretação como cantor em 1959 no programa Galera do Nelson, na Rádio Nacional de São Paulo. Capítulos:00:00 Abertura02:31 Abertura do Programa Silvio Santos na Rádio Nacional de São Paulo03:30 Fernando Morgado faz um panorama da trajetória de quase 40 anos de Silvio Santos no rádio04:06 Na Nacional de São Paulo, Silvio Santos é impulsionado por Manoel de Nóbrega e depois ganha seu próprio programa04:33 Silvio Santos é um representante da transição do rádio dos programas de auditório para um meio de comunicação mais intimista05:23 Silvio Santos relembra como começou na Rádio Nacional de São Paulo e sobre o primeiro teste que fez para ter um programa de rádio07:06 Trechos do Programa Silvio Santos na Rádio Nacional12:59 Silvio Santos apresenta debate sobre notícias do dia, no quadro Falando Francamente, que comandava na Rádio Globo18:49 A história de como Silvio Santos se torna o "Peru Falante", apelido dado pelo colega Manoel de Nóbrega20:01 Silvio Santos canta "A Marcha do Peru" no programa Galera do Nelson. A marchinha foi lançada para o carnaval de 5925:13 Áudio de disquinho da série "Bauzinho Encantado: Silvio Santos para Crianças". Ouça Silvio Santos como narrador da adaptação da história de O Mágico de Oz
On today's episode, Rike (@rikeyboi) and Finch (@finchowar) join Josiah to discuss Manoel de Oliveira's No, or the Vain Glory of Command (1990), a film looking at various extravagant and pathetic episodes in Portuguese history through a discussion between conscripted soldiers during the war in Angola. No, or the Vain Glory of Command (1990) on YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=rc5BTW7l9J8Follow Rike on Twitter @rikeyboiFollow Finch on Twitter @finchowar or Bluesky @finchowar.bsky.socialBecome a Fruitless Patron here: https://www.patreon.com/user?u=11922141Check out Fruitless on YouTubeFind more of Josiah's work: https://linktr.ee/josiahwsuttonFollow Josiah on Twitter @josiahwsutton or Bluesky @josiahwsutton.bsky.socialAudio creditsYesterday - bloom.Music from No, or the Vain Glory of Command (1990) ★ Support this podcast on Patreon ★
Nu Edgar Wright met zijn The Running Man bijna weer onze bioscopen in holt – see what I did there? – is er een uitgelezen kans om zijn eerdere werk onder de loep te nemen. Niet dat dit de bedoeling was, want toen het gesprek met ex-filmjournalist George Vermij werd opgenomen was deze nieuwe titel nog een verre stip aan de horizon. Maar gelukkig is het nou ook weer niet zo erg dat hij toen nog werkte als filmjournalist en inmiddels niet meer... George schuift aan om te babbelen over het derde deel uit de komische en genre-ombuigende trilogie van Wright met vaste kompanen Simon Pegg en Nick Frost, The World End. Na de zombie-romkom Shaun of the Dead en de politiefilm met een boze sekte Hot Fuzz was het nu de tijd voor een kroegentocht. En bodysnatchende robots, die geen robots genoemd willen worden. Ook hebben we het over Letterboxd-adoratie, de meest Tarantino niet-Tarantino en terugkerend steeds ook maar weer over tip 1, die als een schaduw over deze hele aflevering hangt. En antwoorden op de prijsvaag kun je sturen naar: duimpjeworstelen@gmail.com. Wel doen, he! Links: George Vermij op Indebioscoop: https://www.indebioscoop.com/george-vermij/ Hemzelve ook op TV Vandaag: https://www.filmvandaag.nl/allerecensies/George+Vermij En op Schokkend Nieuws: https://schokkendnieuws.nl/auteur/george-vermij/ En geïnterviewd door Schokkend Nieuws...: https://schokkendnieuws.nl/flashback/van-frank-en-frey-tot-torture-porn/ Extra links: Fighting in the Age of Loneliness (Supercut Edition) op de YouTubes: https://www.youtube.com/watch?v=-DoaUyMGPWI Pallas's Cat, ook wel de Manoel... wat een beest: https://www.youtube.com/watch?v=yNLtreZkkL0
A cura já está disponível: como ativar pela fé? - Manoel Dias by Verbo da Vida Sede
Ungidos Para Criar - Manoel Dias by Verbo da Vida Sede
20-10-25 - Morde e Assopra - Convidado Claudio Manoel (Humorista)
Não basta saber: é preciso desejar e experimentar - Manoel Dias by Verbo da Vida Sede
Sonora: Manoel Bernardes de Lara Jr, Diretor da Vigilância Sanitária do Estado de SP | Fiscalização na Adega Fim de Semana - 02/10/2025 by Governo do Estado de São Paulo
Profundo conhecedor do pampa gaúcho e hábil estrategista militar, Bento Manoel Ribeiro foi decisivo na Guerra dos Farrapos. Ele ficou rotulado como "vira-casaca", porque liderou tropas nos dois lados. O estancieiro e militar começou com os farroupilhas, passou para os imperiais, voltou a defender os republicanos e terminou o conflito vencendo batalhas para o Império. Bento Manoel é o tema do quarto e último episódio da temporada do programa Aconteceu no RS. O professor da PUCRS Edison Hüttner conta a trajetória do paulista tão bem-sucedido nas peleias no Sul do Brasil. Oferecimento: Carrefour, Sam's Club, Chevrolet, Isabela, Betano, Piracanjuba, Liquigás, Copa Energia, Blue Ville
Justiça revelada, salvação alcançada - Manoel Dias by Verbo da Vida Sede
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Rodrigues Alves, participou, na quinta-feira, 18, de uma palestra sobre trabalho infantil para alunos da escola municipal Manoel de Moura e Nunes Correia, na comunidade Pucalpa, zona rural do município.
No Episódio IBRACCAST 360, sobre Assimetria de informações no mercado de câmbio, convidamos João Manoel de Lima Junior, Professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Participam dessa entrevista Flávia Chiquito, Diretora de Relações Institucionais do IBRAC e Mateus Piva Adami, Diretor de Regulação do IBRAC.
O discurso de combate à corrupção no Brasil tem sido incubadora de fascismo e liberalismo. Pode ser diferente? É possível uma agenda anticorrupção pautado num debate crítico, marxista e não moralista? Bora conversar!
Nesse Flow News, Igor e Carlos Tramontina recebem Jones Manuel para comentarem os assuntos do momento.
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a escritora e cronista Madalena Sá Fernandes fala dos seus próximos livros, do que lá vai dentro e de como escreve contra o relógio, contra o ruído, contra a dispersão, e como cada parágrafo exige uma negociação com a vida prática. Discorre também sobre a importância do silêncio, da solidão e dos retiros de escrita, momentos raros de fuga às rotinas da maternidade e outros compromissos que lhe devoram o tempo. E dá conta de como ninguém está a salvo de repetir padrões familiares, como chegou a acontecer consigo numa relação amorosa abusiva que viveu há uns anos, já na idade adulta. Um tema sobre o qual Madalena promete refletir mais na sua literatura. A escritora revela estar a viver uma fase mais luminosa e assume vivenciar a alegria como um ato de resistência. A autora desvela como vive a angústia da crónica em branco e como a tragédia dos fogos no país chegou a atingir uma parte da família, que viu o seu ganha pão destruído. No final, Madalena partilha as músicas que a acompanham e lê um excerto de um dos seus autores preferidos. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jones Manoel é professor, pesquisador e militante comunista.
Igor Guimarães é um dos nomes mais únicos do humor brasileiro atual. Com seu estilo nonsense, voz fina e piadas surreais, ele virou referência no stand-up nacional. Manoel Gomes conquistou a internet com seu hit chiclete e hoje é cantor, meme ambulante e patrimônio brasileiro!
NIL AGRA, FÁBIO RABIN, TIAGO SANTINELI e PEDRO PAN são humoristas. Eles vão bater um papo sobre a liberdade de expressão, e a condenação do humorista Léo Lins por contar piadas. O Vilela diz que está mais sério hoje em dia porque tem medo de ir pra cadeia. JOGOS DO APOCALIPSE | LIGUE OS PONTOS & ACORDES - Rogério Vilelahttps://jamboeditora.com.br/produto/jogos-do-apocalipse/Linha de óculos do Vilela:https://www.dutyotica.com.br/duty-by-vilela.htmlSeja membro do canal!!https://www.youtube.com/channel/UCWZoPPW7u2I4gZfhJBZ6NqQ/join
Il-korrispondent tal-SBS f'Malta, Leonard Callus jirrapporta dwar l-aħħar żviluppi dwar il-proġett ta' Manoel Island.
E recebemos de volta no MT Cast Manoel Messias, o corredor mais rápido da história na distância full! Messias esteve em nosso podcast no episódio 24, onde contou a sua história no esporte. Agora, atualizamos o papo, passando por Paris 2024 e, é claro, sobre sua estreia no IM Brasil. Será que ele fica na distância ou vai tentar os Jogos Olímpicos novamente? Confira como foi o nosso papo!PatrocinadoresA OUTLIVE nasceu com o propósito de viver mais e melhor, promovendo um estilo de vida saudável!
Watch with footage - https://www.youtube.com/watch?v=KtozRMwXpoU 0:00:00 Black Coffee - Finally a Rapture 0:05.49 Unkle - In A State (Framewerk Remix) 0:10:00 Hernan Cattaneo - Static Sky 0:15.07 Chicane, Moya Brennan, Claptone - Saltwater 0:19.26 Guy Mantzur, Khen - Shine Tomorrow 0:22:01 Vintage Culture, Braev - Time (Nihil Young Remix Edit) 0:25.15 Jakatta - American Dream (Proff Remix) 0:29.24 Space Motion - French Kiss 0:32:25 Tinlicker x Robert Miles - Children 0:36:08 Estiva - Via Infinita (Marsh Remix) 0:39:43 Tinlicker - Who I'm Not (feat. Cloves) 0:45:10 Cassian - Dun Dun 0:48:48 Bedrock - Heaven Scent (Marsh Remix) 0:52:55 Yotto - Illusion 0:57:00 Morten - No Good 0:59:41 Anyma - Angel In The Dark 1:03:32 Benny Benassi x ARTBAT - Love Is Gonna Save Us 1:06:37 Franky Wah x Paul Oakenfold - Bullet In A Gun 1:11:20 Above & Beyond - Quicksand
Neste episódio especial do Programa 20 Minutos, o historiador e professor Jones Manoel desmonta as narrativas distorcidas sobre o papel da União Soviética na Segunda Guerra Mundial.
"I have no doubt they died of an experiment with psychic forces for which they were ill-prepared and which turned out to be fatal."By the end of 1967, the official investigation into the Lead Masks Case was brought to a close. The final police report listed the cause of death for both Miguel José Viana and Manoel Pereira da Cruz as undetermined.There was no evidence of foul play. No external injuries. No signs of trauma. The bodies had not been robbed, nor had they been bound or restrained. No crime, as defined by Brazilian law, had seemingly taken place... Part 2/2Research & writing by Amelia WhiteHosting, production, and writing by Micheal WhelanLearn more about this podcast at http://unresolved.meIf you would like to support this podcast, consider heading to https://www.patreon.com/unresolvedpod to become a Patron or ProducerBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/unresolved--3266604/support.
Roberta Martinelli conversa com Manoel Cordeiro sobre carreira, música do Norte e um mostra em sua homenagem. Tem também música ao vivo!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma vida que começa no Império Russo no século XIX e vai até Wisconsin em 2002 tem muita história. Leo Ornstein teve um percurso ímpar e pode ser considerado o Manoel de Oliveira da música clássica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio #220 do podcast #DoZeroAoTopo conta a história da Tintas MC, uma rede de lojas de tinta que foi criada por três irmãos: Manoel, Armando e Amilcar de Sá. Depois de faturar R$ 700 milhões em 2024, a rede mira o primeiro bilhão e vive um momento de crescimento exponencial. Mas não foi sempre assim. Já houve muitos altos e baixos, lançamentos, encerramentos e teve até história envolvendo o Pelé. Renato Sá, o atual CEO da empresa e filho de um dos fundadores é o convidado da semana no programa.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Antonio Carlos & Jocafi, Os Reis do Batuque, A Coisona, Batutunha, Bonde do Gorila, De Falla, Trio Nordestino, Elza Soares, Jair Rodrigues, Jorge Ben, Bebeto, Os Originais do Samba, Abílio Manoel, Trio Ternura, Tony Bizarro, Tim Maia y Marcelo D2.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Spock Frevo Orquestra, Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, A Trombonada, Zé Manoel, Geraldo Maia, Eddie, Isaar, Trio Pouca Chinfra e a Cozinha, Grupo, Mundo Livre S.A., Maquinado, China, Karina Buhr y Rivetrill.Escuchar audio
Edgard Maciel de Sá, Phill, Giba Perez e Gustavo Di Sarli, analisam a atuação contra o Volta Redonda, a expulsão de Manoel e trazem bastidores das negociações do Flu no mercado. DÁ O PLAY!
durée : 00:03:24 - Le Regard culturel - par : Lucile Commeaux - Le grand film de Manoel de Oliveira sorti en 1993 fait l'objet d'une restauration et d'une réédition en DVD chez Capricci, l'occasion de voir ou revoir cette adaptation sublime de Madame Bovary par le grand maître portugais.
Toninho Horta, el autor de nuestra sintonía ('Aquelas coisas todas'), cumple 76 años este 2 de diciembre. Le escuchamos en trío con Gary Peacock y Billy Higgins ('Pica pau'), con la Orquesta Fantasma ('Durango kid', 'Magical trumpets', 'Bons amigos'), en solitario ('For my children', 'Canto de desalento', 'Falso inglês') y con Pat Metheny ('Prato feito', 'Manoel o audaz' -canta Lô Borges-). Y lo que tocó en directo en el estudio de Radio 3, el pasado 5 de noviembre: en solitario con su guitarra de cuerdas de nylon 'Pedra da lua'/'Moonstone' y, con Jorge Pardo a la flauta, 'Cravo e canela' y 'Aquelas coisas todas'.Escuchar audio
A poeta e multi artista Luna Vitrolira é a convidada desse Peixe Voador. Pernambucana, versadora de mesa de glosa, cantora e compositora, arte educadora, Luna fala da tradição da poesia de improviso, do repertório de rima, dos motes e de seu mais novo livro Memória Tem Aguas Espessas que saiu pela Diadorim Editora. O feminino no mundo através das gerações. A relação com a palavra desde criança no Pajeú e em Recife. Liberdade e ancestralidade. Rompimento e cura. Manoel de Barros, seu poeta preferido. Até de música instrumental falamos. Uma conversa que foi pura poesia.
El guitarrista Toninho Horta, autor de la sintonía de nuestro programa, se presenta el 1 de noviembre en La Laguna (Tenerife), el 2 en Las Palmas, el 5 en Madrid y el día 6 en Valencia. Le escuchamos en 'Durango kid', 'Céu de Brasilia', 'Magical trumpets', 'Pilar', 'Waiting for Angela', 'Aqui oh!', 'Falso inglês', 'Bons amigos', 'Ballad for Zawinul' -con Wayne Shorter-, 'Prato feito' -con Pat Metheny- y 'Manoel, o audaz' -con Lô Borges y Pat Metheny-.Escuchar audio
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 86º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio, da publicidade e da internet. Nascida em São Paulo - Capital, no Itaim Bibi, filha de pai mineiro e mãe paulistana com raízes mineiras, se sente quase uma mineira pelas identificações com a família. Como sempre foi muito comunicativa, se destacou na escola sendo a oradora, a que falava na frente da classe, e também muito jovem começou a se interessar por boa música, a ouvir as rádios que faziam sucesso na sua juventude. Casou muito cedo com o compositor e cantor Abílio Manoel, e essa convivência a introduziu no meio de estúdios de rádio e de áudio. Acabou por fazer um curso de locução no SENAC que possibilitou que ela conseguisse seu primeiro emprego de comunicadora na Rádio Gazeta de São Paulo que iniciava um projeto de programação Classe A. Foi lá, quando o projeto que contava somente com locutoras estava quase terminando, que todas foram convidadas para participar de um teste de voz para gravar URA, e ela foi a voz escolhida. Após isso, acabou indo trabalhar na Eldorado, uma emissora que tinha também uma programação de qualidade, sendo a primeira voz feminina naquela rádio. Desde o final dos anos 1980, em virtude daquele teste, ela é a principal voz que todos escutamos quando ligamos para os bancos e outros serviços de voz no meio telefônico. Quem vai nos contar essa história de sucesso é a querida Paula Moraes. A conversa aconteceu em setembro de 2024 e antes de publicarmos este episódio recebemos a notícia da perda do grande Cid Moreira, no dia 03 de outubro, e não podíamos deixar de homenageá-lo, no final desta edição. Com a gente, e pra vocês: PAULA MORAES! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Two men lie dead on a remote Brazilian hillside, their bodies clad in formal suits, with strange lead masks covering their eyes and a cryptic note nearby. What started as a routine investigation quickly spiraled into one of the country's most baffling unsolved mysteries, involving UFO sightings, occult rituals, and whispers of secret scientific experiments. Decades later, the chilling events surrounding the deaths of Manoel and Miguel remain shrouded in speculation and unanswered questions.Our other podcast: "FEARFUL" - https://open.spotify.com/show/56ajNkLiPoIat1V2KI9n5c?si=OyM38rdsSSyyzKAFUJpSywMERCH:https://www.redbubble.com/people/wickedandgrim/shop?asc=uPatreon: https://www.patreon.com/wickedandgrim?fan_landing=trueYoutube for video podcast:https://www.youtube.com/@WickedandGrimYoutube for lifestyle and vlogs: https://www.youtube.com/@WickedLifeFacebook: https://www.facebook.com/wickedandgrim/ Instagram:Instagram: https://www.instagram.com/wickedandgrim/?hl=enTwitter: https://twitter.com/wickedandgrimWebsite: https://www.wickedandgrim.com/Wicked and Grim is an independent podcast produced by Media Forge Studios, and releases a new episode here every Tuesday and Friday. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
The "Leads Masks Case" is a mystery that involves the paranormal, UFO sightings, and unexplained deaths. It follows two men, Miguel and Manoel, their strange behavior, the mysterious lead masks, and UFO sightings, leaving more questions than answers. Can you figure out what happened?You can find Edwin social media as @edwincovGet these ad-free through ScaryPlus.com free for 14 days, then 4.99 per month. Cancel anytime.Find out more about Horror Story on HorrorStory.comThis story was written and researched by Cristina Lumague with narration and production by Edwin Covarrubias.
Neste episódio, Evandra contou aos professores Renato e Cristiane Cardoso que uma vez leu que pessoas do signo de áries dificilmente encontram o amor verdadeiro. Desde então, ela nunca mais tirou isso da cabeça. A aluna é divorciada, tem 36 anos de idade, e mora com as filhas. Ademais, ela compartilhou que não consegue acreditar no amor e acha que vai ficar sozinha. Sendo traído Em outro momento, Manoel descobriu que está sendo traído pela namorada. Contudo, ela pediu que a perdoasse porque o ama. O aluno disse que o pior é que ele a ama também e, por isso, pediu a orientação dos professores. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Meu convidado tem uma história bastante peculiar. Apesar de ter nascido e vivido no Brasil até os 33 anos, faz três décadas e meia que não possui residência fixa. Vive literalmente rodando o mundo atrás de experiências e sonhos, que o proporcionaram uma vida pouco ortodoxa para os padrões que conhecemos. Nascido no interior do Rio Grande do Sul, com 1 ano de idade mudou-se para Porto Alegre e com 11 veio morar em São Paulo. Durante alguns anos praticou natação e atletismo. Depois de formar-se em pediatria, decidiu mochilar por dois anos pela Europa e Ásia, atrás das sensações que havia vivido alguns anos antes, durante uma viagem que fez à Bolívia e ao Peru, quando pisou em uma montanha nevada pela primeira vez. De volta ao Brasil, começou a trabalhar e ao longo de cinco anos, percebeu que a vida que levava não fazia sentido. Em 1989, então com 33 anos, largou a profissão, namorada, familiares, amigos e partiu, sem passagem de volta, rumo ao desconhecido. Seu primeiro destino, Katmandu. Nunca antes ou depois sentiu-se tão livre, tão aberto para o que a vida lhe apresentaria. Foi o ano mais importante da sua vida e viajar passou a fazer parte da sua rotina. Em 1992 abriu sua primeira empresa de turismo, levando brasileiros para viajar pelos lugares que amava. Desde então vem adquirindo uma vivência única e guiando centenas de pessoas por inúmeros países. Em sua convivência com as culturas asiáticas acabou entrando em contato com yoga, meditação e o budismo, que influenciaram profundamente sua maneira de ver o mundo. Também teve a oportunidade de praticar vários esportes de aventura como o caiaque, o rafting, a vela, o ciclo turismo e a escalada em rocha e em gelo. Estar rodeado por montanhas nevadas, porém, é o que faz com que se sinta mais realizado. Escalou dezenas de montanhas do mundo, entre elas o Sajama, na Bolívia, o Chimborazo no Equador, o Damavand, no Irã. Em 2009 escalou o Cho Oyu, a sexta montanha mais alta do planeta, para em maio de 2010, colocar os pés no cume do Everest, tornando-se o oitavo brasileiro a chegar ao topo do mundo. Em dezembro de 2011 concluiu a escalada da montanha mais alta de cada continente, o chamado Sete Cumes, tornando-se o segundo brasileiro a conquistar este feito. Durante seis anos dividiu seu tempo entre as montanhas realizando suas próprias expedições ou guiando seus clientes e seu veleiro “Good Karma”, fazendo a circunavegação do planeta. Ele foi de São Paulo ao topo do Aconcágua pedalando, remando, correndo e escalando. De bicicleta, viajou duas vezes mais de 3.000km pelo Himalaia Indiano e veio da Austrália até o Brasil. Já correu algumas maratonas e recentemente aprendeu a velejar de Kitesurfe. Ano passado tornou-se o primeiro latino americano a completar o mais exigente trekking de longa duração do planeta, o Great Himalayan Trail, onde atravessou em 125 dias o Nepal de leste a oeste por trilhas próximas à fronteira com o Tibete. Para ele, só existe uma maneira de fazer algo bem feito. É fazer com amor, com todo o coração. Conosco aqui, o montanhista, hiker, médico, velejador, empreendedor, guia de montanha que vive viajando e já esteve 77 vezes no Campo Base do Everest. Um especialista em realizar sonhos e ajustar o seu rumo em busca do verdadeiro sentido da vida, doutor formado pela Escola Paulista de Medicina com PH.d e Pós doc em felicidade, o farroupilhense Manoel Augusto Monteiro Morgado. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA @TECHNOGYM_BRAZIL @SCOTT_BIKE_BRASIL @GALIBIERCONSULTORIA
"Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, digo ao povo que fico!" disse eu quando minha atual esposa pediu pra ficar comigo quando éramos adolescentes. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a Independência do Brasil. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - BORIS, Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2013 - KRAAY, Hendrik. A invenção do Sete de Setembro, 1822-1831. Almanack Braziliense. São Paulo, n. 11, p. 52-61, 2010. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1808-8139.v0i11p52-61 - LYRA, Maria de Lourdes Viana. Memória da Independência: marcos e representações simbólicas. Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 15, n. 29, p. 173-206, 1995 - PIMENTA, José de Melo. A Independência do Brasil à luz dos documentos. São Paulo: Instituto de cultura e ensino padre Manoel da Nóbrega. 1972 - PIMENTA, João Paulo. Independência do Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 2022.
Em três anos, a empresa mais valiosa do Brasil conta 6 presidentes. Na troca mais recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu demitir Jean Paul Prates – uma saída selada há meses, desde a disputa sobre os pagamentos de dividendos da empresa. Para o lugar de Prates, Lula escolheu Magda Chambriard, funcionária de longa data da estatal. O momento da troca, no entanto, foi considerado surpreendente – como reação do mercado, as ações da empresa despencaram mais de 6%, fazendo a estatal de capital aberto perder R$ 34 bilhões em valor de mercado. Para entender as disputas em torno do comando da Petrobras e porque governos dos mais diferentes campos políticos têm interesse em intervir na empresa, Natuza Nery conversa com Manoel Pires, coordenador de economia do jornal O Globo. Manoel explica as intrigas entre Jean Paul Prates e a equipe do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e detalha os elementos que levaram a troca a ser feita agora – quando a discussão sobre o pagamento de dividendos já era considerada superada.