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A diáspora moçambicana e portuguesa está a mobilizar-se em campanhas para ajudar as vítimas das cheias em Moçambique e em Portugal. São várias as associações que meteram “mãos à obra” através de diferentes iniciativas, como angariação de bens, transporte de material e organização de um concerto online. Concerto online “Vozes unidas por Moçambique” Várias associações moçambicanas juntaram-se para organizar um "Concerto Virtual Solidário", a 21 de Fevereiro, que vai ser transmitido a partir da plataforma Zoom, às 17h de Moçambique. A venda dos bilhetes vai servir para comprar material e bens essenciais para as vítimas das cheias no sul de Moçambique, onde muitas pessoas “perderam tudo”, explica Laura Chirrime, presidente e fundadora da Associação Muthiana, com sede em França. “No dia 21 de Fevereiro, nós vamos fazer um concerto virtual solidário, em que teremos a presença de 14 cantores, cem por cento da venda dos bilhetes é para ajudar famílias nas comunidades, há muitas famílias deslocadas neste momento. (...) As pessoas perderam tudo, perderam casas, perderam tudo o que tinham e precisam de tudo. Há pessoas que estão sem comer, sem sítios para dormir. Quem está no terreno diz que é preciso tudo”, explica Laura Chirrime. O concerto “Vozes unidas por Moçambique” é uma iniciativa da associação Alliance Solidaire pour les Femmes - Muthiana, da Associação para a promoção social e inclusão e diversidade social em Moçambique - Inclusão, da Associação Amigos de África em Madrid e do Movimento de Sociedade Civil dos Moçambicanos na Diáspora- Indignados. A iniciativa vai juntar vários artistas como Stewart Sukuma,Vintani Nafassi e May Mbira, e músicos da diáspora como Arsénio de Almeida e Cândido Xerinda (França), Nilsa Mosele (Suiça), Beny Tomás (Dinamarca), Jovi Chironda (Bélgica),Vicente Cossa (Itália), Shaila Jesuíta (Portugal) e Santinho Baahana (Alemanha). Em Moçambique, as cheias de Janeiro causaram, até esta quinta-feira, pelo menos, 27 mortos e afectaram mais de 700 mil pessoas, de acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O país prepara-se, agora, para a chegada do ciclone tropical Gezani, em que estão previstos ventos até 140 quilómetros por hora e chuvas intensas, que poderão afectar cerca de 1,1 milhão de pessoas. 70 toneladas de bens de Paris para o centro de Portugal Portugal também foi fustigado por uma sequência de tempestades que provocou a morte de, pelo menos, 15 pessoas e uma destruição difícil de contabilizar, desde que a tempestade Kristin entrou no território continental, a 28 de Janeiro. As cheias e as inundações devastaram casas, empresas, escolas, campos e deixaram populações isoladas, sem luz, água e comunicações, estradas cortadas pela queda de árvores e postes de electricidade. A Associação Todos Juntos França e outras associações portuguesas mobilizaram-se para ajudar as vítimas das tempestades Kristin, Leonardo e Marta, testemunhou o dirigente associativo e empresário Patrick Mateus: “Quando soubemos da catástrofe Kristin não ficámos de mãos cruzadas. Resolvemos pôr mãos à obra e ajudar a população portuguesa com os meios que temos.” O também membro da Todos Juntos France e presidente da Associação Cravos Dourados de Livry-Gargan explicou que, numa primeira fase, a Associação Todos Juntos France comprou lonas e cordas e mandou “quase 22.000 metros quadrados de lonas para Portugal” num primeiro camião. Desde então - acrescenta Patrick Mateus - foram enviadas “lonas, materiais de construção, martelos, pregos, botas de água, casacos” e bens alimentares, ou seja, “quatro camiões que representam mais ou menos 70 toneladas de mercadoria”. O dirigente associativo admite que a zona severamente afectada pelas tempestades é uma região de onde são oriundos muitos dos emigrantes portugueses que vivem em França e que foi através deles que se teve a noção da amplitude dos danos materiais. Entretanto, foram várias as associações que se juntaram à onda de solidariedade e que têm angariado os bens, em contacto com a protecção civil e os autarcas portugueses. Na próxima terça-feira, a Rádio Alfa (estação da emigração portuguesa em França) vai difundir uma emissão especial com várias dessas associações para ajudar as vítimas das tempestades em Portugal.
Programa 9/02/26: Conversamos con las autoras del libro que reúne relatos de la dispara salvadoreña en Australia. Además, hablamos del establecimiento de un Comisionado Nacional para los niños aborígenes e isleños del Estrecho de Torres. Y te contamos del documental sobre el cantante cubano Pablo Milanés.
Historias de vida que comenzaron en El Salvador y continuaron en Australia hoy se reúnen en el libro “Desde la Lejanía: stories of salvadorian displacement in australia”, un trabajo sociológico plasmado en un documento bilingüe ilustrado que da testimonio de cómo fue el proceso migratorio de la comunidad salvadoreña en la década de los 80 y 90.
A Guiné-Bissau continua a viver num impasse político desde a tomada de poder por militares, em Novembro de 2025, que interrompeu o processo eleitoral. A junta militar prometeu eleições no final do ano, em Dezembro, mas a oposição denuncia repressão e tentativas de legitimação. Em Portugal, Bélgica e Brasil, a diáspora prepara novas manifestações. O activista Yussef acusa um “conluio” para impedir a vitória de Fernando Dias e exige sanções e libertação total de presos políticos. A Guiné-Bissau continua numa fase delicada desde a tomada de poder à força, em Novembro de 2025, por militares que interromperam o processo eleitoral. A junta mantém o controlo e anunciou a marcação de eleições para Dezembro, procurando reduzir tensões através de libertações de figuras da oposição. No entanto, o ambiente político continua instável, sob pressão da CEDEAO e com um tecido institucional fragilizado por divisões internas e suspeitas de manipulação. É neste contexto que se multiplicam manifestações organizadas pela diáspora guineense, com novas acções marcadas para este sábado, 7 de Fevereiro, em Portugal e na Bélgica, e para domingo no Brasil. Yussef, activista guineense e uma das vozes mais presentes na mobilização em Portugal, sustenta que a contestação fora do país é parte integrante da resistência interna: “Nós, enquanto guineenses na diáspora, continuamos a reivindicar a participação política no que se passa na Guiné-Bissau” e, por isso, “fazemos eco da luta política que existe e da resistência que existe neste momento”. Para o activista, a diferença entre a expressão pública da resistência no país e na diáspora não é sinal de menor indignação, mas de menor margem de manobra. “Muitas vezes essa resistência pode não ser tão ruidosa na Guiné-Bissau”, afirma, mas a diáspora dispõe de “liberdades democráticas que nos permitem fazer a denúncia que muitas vezes não é possível fazer” na Guiné-Bissau. O objectivo, diz, é impedir que a crise se normalize: “Somos um eco e uma continuação da luta política e pensamos que é importante continuar esta luta porque a situação é crítica”. Yussef insiste numa disputa de linguagem que considera central para compreender o que está em jogo. “É preciso sempre ser rigoroso nos conceitos”, sublinha, rejeitando a ideia de um golpe clássico. “Nós continuamos a insistir que não houve um golpe de Estado. Houve sim um conluio entre o Presidente e candidato derrotado, Umaro Sissoco Embaló, e as forças militares com interesses económicos”, com o propósito de impedir que “a soberania popular guineense realmente fosse concretizada” através da tomada de posse do vencedor, Fernando Dias. A libertação parcial de dirigentes de oposição, apresentada pela junta como gesto de distensão, é descrita por Yussef como um expediente que não devolve direitos fundamentais. “Podemos dizer de forma clara” que os líderes políticos “continuam em cativeiro”, afirma, dando um exemplo concreto: “A libertação de Domingos Simões Perreira significou retirá-lo da esquadra para a sua residência, mas continua sem as suas liberdades democráticas”. Para o activista, o risco ultrapassa as lideranças: “Se as forças políticas podem ser presas desta forma impune, isto pode acontecer com qualquer estudante, trabalhador, cidadão”. Ao mesmo tempo, Yussef acusa o comando militar de trabalhar para legitimar o seu poder e preparar uma transição apenas aparente. “Este conselho de transição, este comando militar, tem vindo a fazer uma tentativa de legitimação do seu poder”, afirma, defendendo que a resposta deve ser “uma antítese” sustentada por protestos, denúncias e pressão internacional. A lógica, diz, é travar “a normalização desta situação política” e contrariar a estratégia de “branqueamento” do regime. Entre os sinais mais graves da estratégia, Yussef destaca o projecto de revisão constitucional, que desvaloriza com dureza: “É preciso denunciar esta tentativa de uma nova Constituição que, na verdade, não passa de um panfleto”. O activista vê continuidade com o ciclo anterior e considera que a junta funciona como prolongamento político: “O que está a acontecer é um retomar de um desejo antigo do senhor Embaló” e, por isso, “esta junta é uma continuação do regime apesar de ele não dar a cara”. A promessa de novas eleições em Dezembro é, por isso, vista com cepticismo absoluto. “Penso que não existem condições para eleições livres", responde Yussef, antes de reforçar a tese central: “As eleições já aconteceram. As eleições aconteceram e houve um candidato vencedor”. Para o activista, falar em novo sufrágio é “colocar em causa a soberania popular” e alimentar “uma teatralidade” incompatível com democracia. “Como é que se pode ir verdadeiramente a eleições livres com estas forças militares como uma espada de Dâmocles em cima do povo?”, questiona. O papel da diáspora, defende, não se limita a sair para as ruas, mas inclui pressão diplomática e institucional. “É preciso dizer que nós somos mais uma região da Guiné-Bissau”, sublinhando que a mobilização se articula com a resistência interna. Na prática, essa acção passa por confrontar parceiros internacionais do Estado guineense: “Falamos, por exemplo, da União Europeia, do Estado português e da CPLP". E deixa um recado: se Portugal quiser “ser coerente” com os valores da sua Constituição, “tinha que pôr um ponto final” na cooperação militar, mantendo, a cooperação em áreas como saúde e educação. Para Yussef, a meta é simples: impedir o “branqueamento de uma ditadura” e exigir que a comunidade internacional responda com coerência à interrupção da vontade popular.
Diáspora es un colectivo artístico y cultural compuesto por los colombianos residentes en Melbourne, Paola Sánchez y Santiago Vergara. Ellos realizan espectáculos y eventos que incluyen danza, teatro, actuación, performances y arte circense, y su público habitual está compuesto por niños, adultos y también personas mayores.
Programa 19/01/26: Te tenemos la historia del grupo artístico colombiano “Diáspora”, que lleva color y alegría por todo Australia con un espectáculo de inspiración circense. Además, analizamos los puntos que han desatado el debate respecto a las nuevas leyes sobre discurso de odio y tenencia de armas. También hablamos del arranque del Abierto de Australia.
Tema: A Diáspora como Campo Apresentação: André Castilho - Diretor de Produção de Conteúdo RTM Brasil Entrevistado: Bulus Galadima - Missionário Tradutor e Intérprete: Abner Morillas - Pastor da Conexão Primeira Batista Você sabe o que é diáspora? De que forma esse movimento tem facilitado a proclamação do Evangelho de Jesus Cristo às pessoas oriundas de países onde a Bíblia é um livro proibido? Essas foram algumas das questões abordadas neste episódio do podcast especial AMTB / RTM Brasil, gravado durante o Congresso Brasileiro de Missões, promovido a cada três anos pela Associação de Missões Transculturais Brasileiras. “Venha o teu reino, seja feita a Tua vontade” foi o tema da edição deste ano que ocorreu entre os dias 6 e 10 de outubro. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tazedirekt Sohbet'in bu bölümünde spor eğitmeni ve WakeUpCall'ın kurucusu Ercan Çimenay ile birlikteyiz. Spora nasıl başladığını, futbol ve triatlondan edindiği deneyimleri, açık havada antrenman yapmanın ona ne ifade ettiğini ve WakeUpCall'ın doğuşunu konuştuk. Sporun toplulukla birlikte neden daha sürdürülebilir olduğunu, uzun vadeli egzersiz alışkanlıklarının nasıl kurulabileceğini ve spor sonrası için pratik bir smoothie önerisini bu bölümde dinleyebilirsiniz.Keyifli dinlemeler!
I patrzcie. Natura pokryła nasz kraj panierką ze śniegu. Przysmażyła mrozem. W telewizyjnych stacjach informacyjnych trwały bezpośrednie transmisje ze śniegu i z mrozu. Reporterzy stojąc po kostki w śniegu donosili radośnie sensacyjnym tonem o Argamedonie. Radośnie bo było o czym mówić, a nie tylko o porwaniach prezydentów czy Ziobrze. Kierowcy co prawda narzekają, ale nikt im nie kazał kupować samochodów. To były indywidualne decyzje. Spora sensacja w sumie, że w styczniu tyle śniegu napadało i chwycił spory mróz. Bardziej czekalibyśmy w styczniu na listki na drzewach i kwiatuszki Co se będziemy żałować z listkami tak malowniczo wyrastających z łodyżek. Starsi z nas mówią: a taka zima, dawniej to były zimy. Śniegi to były śniegi, a mrozy były mrozami. Pamiętam taką zimę, że było tak zimno, że mróz pukał do drzwi i prosił, żeby go wpuścić, bo chce się ogrzać. Jak za szkołą paliliśmy papierosy, to dym zamarzał...
As questões que mais podem interessar a quem vive no estrangeiro não têm sido discutidas, na opinião de Flávio Ramos, na Alemanha. Na África do Sul voto é quase impossível para muitos. Edição José Guerreiro
Neida Colmenares, de la Asociación de Venezolanos en Chile, sostuvo en Cooperativa que a raíz de la captura de Nicolás Maduro y la intervención de Estados Unidos "se abre en Venezuela un proceso de transición democrática y reconstrucción, hay una parte muy importante de la diáspora que está disponible y con ganas para regresar" al país caribeño. Conduce Cecilia Rovaretti y Sebastián Esnaola.
¿Qué significa aprender, resistir y construir futuro cuando la historia aún no ha sido reparada?En este episodio conversamos con Rosa Ixchel y Rosario Pascual, dos mujeres guatemaltecas que forman parte de la diáspora, pero desde un lugar distinto: no solo salieron a formarse, también llevaron consigo la historia, la memoria y las luchas de sus comunidades. Hablamos de movimientos sociales, memoria histórica, soberanía alimentaria y formación política, del legado de sus familias marcadas por el conflicto armado y de cómo esas heridas siguen vivas en Guatemala. A partir de su experiencia en un intercambio en Noruega, reflexionamos sobre las conexiones entre el norte y el sur global, las inversiones europeas, el extractivismo, los pueblos indígenas y las luchas que se repiten en América Latina.Gracias a nuestros patrocinadores:Party SmartBrouwerInterlunioSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https://whatsapp.com/channel/0029VaFGJYN7z4ko8qL0Rk3USpotify:https://open.spotify.com/show/6nwrSBjxwubm0nJlEDoJdD?si=d2a6238d0a05462eTiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
En este episodio converso con el psicólogo Wilson Jesús Cáceres Rodríguez F. P. V. 10.902 @soloenfocate sobre uno de los temas más complejos y poco hablados del país: la mente del venezolano, tanto del que se quedó en Venezuela como del que vive en la diáspora.Analizamos la psique del venezolano, sus miedos, frustraciones, culpas y conflictos internos, especialmente en este cierre de año, cuando afloran preguntas incómodas sobre lo que no hicimos, lo que postergamos por miedo y las decisiones que nunca tomamos.Durante la entrevista abordamos:*
La Premio Nacional de Poesía nos presenta su primera novela 'La edad infinita', en la que cuenta su propia historia cuando se fue a vivir a Venezuela a los 8 años. Una novela de iniciación que aborda temas como la cuestión de la identidad, la familia, la memoria y las violencias contra la mujer, contada por la niña adulta a su yo de la infancia
Os riscos e as oportunidades dos brasileiros em movimento pelo mundo.
O Salão Internacional de Economia e Diáspora de Cabo Verde está de volta e acontece este ano em Marselha. Dina Mendes, empresária franco-cabo-verdiana que organiza este forúm de negócios entre Cabo Verde e a diáspora em França, diz que este é um momento de aproximar todos os cabo-verdianos. Na primeira edição do Salão Internacional de Economia e Diáspora de Cabo Verde, que aconteceu em 2023, em Paris, ficou a ideia de uma segunda edição deslocalizada da capital e que tocasse também outras cidades francesas. Marselha como cidade ligada ao mar surgiu como hipótese e fez todo o sentido para Dina Mendes, já que aqui há cerca de 5 mil cabo-verdianos recenseados nessa cidade e está também junto a Nice, onde a comunidade cabo-verdiana é relevante. Assim, este fórum de negócios, que apresenta empresas e oportunidades de investimento em Cabo Verde decorre este fim de semana, e conta este ano com a participação do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, e de vários ministros do seu Governo. Estas figuras políticas de relevo vão falar à diáspora sobre a importância de apostarem no seu país de origem e de criarem laços fortes com Cabo Verde. "Esta edição tem como tema investir no futuro e queremos crias um laço forte entre a diáspora e Cabo Verde. Fazer com que a diáspora esteja entre os primeiros actores em matéria económica de promoção e de desenvolvimento sustentável inclusivo de Cabo Verde. É importante que se criem também condições para que cada jovem que tem interesse possa viajar, tenha emprego, formação. A juventude deve ser uma aposta de futuro de Cabo Verde", declarou Dina Mendes. Para animar os dois dias de encontros, também estará presente em Marselha o académico Charles Akibodé, conselheiro do Presidente da República e consultor da UNESCO para o património africano. Haverá ainda altos funcionários cabo-verdianos, autarcas de Cabo Verde e de França, assim como associações representada neste encontro da diáspora em França.
A diáspora guineense em Paris voltou às ruas para denunciar o que considera um “golpe de Estado encenado”, exigir transparência eleitoral e pedir a libertação de detidos políticos. Entre críticas à repressão, denúncias de violência e acusações de manipulação dos resultados, os manifestantes afirmam que a Guiné-Bissau vive “uma farsa impossível de aceitar” e apelam ao “resgate democrático” do país. A diáspora guineense em França voltou a manifestar-se este domingo, 30 de Novembro, em Paris, exigindo transparência eleitoral, o fim das perseguições políticas e a libertação imediata dos detidos resultantes do que muitos consideram ser “um golpe de Estado encenado” na Guiné-Bissau. A concentração revelou uma erosão da confiança entre o Estado guineense e os seus cidadãos no exterior, já habituados a denunciar ciclos de instabilidade que parecem não ter fim. Entre os participantes esteve o artista plástico Nú Barreto, que descreveu a situação no país como “um drama repetido que já ninguém consegue justificar”. Para ele, “os factos recentes são do conhecimento do mundo inteiro” e traduzem-se numa “encenação do golpe de Estado que não faz sentido algum”. O artista reforçou: “Tentamos compreender, mas não há forma de explicar esta farsa.” Acrescentou ainda que os acontecimentos representam “razões pertinentes para que a Guiné-Bissau coloque em cima da mesa o seu futuro e acabe com estas práticas de golpes constantes que não levam a sociedade a lado nenhum”. A manifestação tem origens profundas, Segundo Nú Barreto, as acusações de falta de transparência e repressão “não são práticas recentes”, embora nos últimos anos tudo se tenha agravado. “Sempre se praticou isto”, afirmou. “Só que nestes últimos cinco anos, desde a presidência de Sissoco Embaló, tem sido exagerado.” O artista recorda que, após as eleições, “o próprio Presidente avisava que ia prender determinadas pessoas e isso acabava por acontecer”, mencionando os casos de Domingos Simões Pereira, Geraldo Martins e Agnelo Regala. “Hoje vemos pessoas detidas sem razão nenhuma”, lamentou, acrescentando que a diáspora exige “a soltura dos prisioneiros políticos e a restauração da democracia”. Para Nú Barreto, o alegado golpe deu ao mundo “a oportunidade de compreender quem é quem dentro deste processo todo”. Entre os manifestantes estava também Rosantina Ramos, emigrada em Paris há quarenta anos, que se mostrou indignada com o rumo político no país. “O Dr. Fernando Dias venceu as eleições com a ajuda de Domingos Simões Pereira, mas o ex-Presidente não quis aceitar a derrota”, afirma. Para Rosantina Ramos, “aquele golpe de Estado não era golpe nenhum”, mas sim uma manobra para “não aceitar o resultado”. A razão que a levou à rua é clara: “Saímos para pedir a liberdade de todos, não só de Domingos, mas de todos os presos.” Rosantina Ramos diz acompanhar a situação “muitíssimo mal”, denunciando que “estão a sequestrar pessoas, a maltratar, a espancar. Aquilo está muitíssimo mal, muitíssimo mal.” Também presente no protesto, Francisco de Sousa Graça, presidente do PAIGC em França, considera que a crise actual expôs “um problema estrutural entre o Estado e a diáspora”, motivado por anos de desconfiança e repressão. Para o dirigente, os acontecimentos recentes representam “um golpe inventado para interromper o processo eleitoral”. Francisco de Sousa Graça explica: “O próprio Presidente dizia que estava a ser alvo de um golpe enquanto tinha um telefone e dava entrevistas. Isso nunca acontece em nenhuma parte do mundo.” Acrescentou que “ele anunciou o golpe antes dos militares o anunciarem”, algo que para si demonstra “um plano preparado de antemão”. O dirigente recorda ainda episódios anteriores: “Em 2019 queimaram-se as urnas para impedir a contagem dos votos. Nunca se conseguiu recontar nada porque as urnas já tinham sido incendiadas.” Para Francisco Sousa Graça, a repetição de episódios semelhantes revela uma estratégia política continuada: “É o mesmo cenário de sempre, com várias invenções de golpes de Estado. Durante o mandato houve pelo menos quatro.” Denuncia igualmente que “esta é uma ditadura feita em conluio com a cúpula militar”, sublinhando que “os militares não querem sair porque têm negócios muito lucrativos”. Francisco de Sousa Graça destacou ainda que a repressão também atinge a diáspora: “Quando Sissoco veio cá, colegas nossos foram maltratados. Muitos foram para o hospital.” Para ele, a relação com o Estado guineense deteriorou-se ao ponto de a comunidade no estrangeiro se sentir directamente ameaçada: “Isso mostra que a repressão não está só no país; é um comportamento que ultrapassa fronteiras.” Nú Barreto partilha desta preocupação e acrescenta que a comunidade internacional, embora pressionada a reagir, não deve ser encarada como a solução principal. “Não estamos à espera da comunidade internacional”, afirmou. “O próprio Embaló mostrou a sua faceta e a comunidade internacional não precisa de muita ginástica para perceber que o que ele fez é flagrante.” Apesar disso, acredita que “desta vez a posição internacional poderá ser positiva”, mas insiste que “deverá ser o povo guineense a encontrar uma solução para pôr fim a este tipo de prática”. A manifestação em Paris tornou evidente a frustração da diáspora, que se vê cada vez mais como guardiã da vigilância democrática num país mergulhado em crises institucionais. Entre apelos à libertação de detidos, denúncias de violência, acusações de manipulação eleitoral e exigências de responsabilização, o protesto representou um alerta para a comunidade internacional e para as autoridades de Bissau.
La Coordinadora Internacional de la Red CTI, Dra. Kleinsy Bonilla invita a guatemaltecos y guatemaltecas en el extranjero que quieran vincularse con su país de origen a ser parte de #VocesDeLaDiaspora, pueden escribir a redctiguatemala@gmail.com y visitar https://redcti.senacyt.gob.gt/index.php, también contactar en X @kleinsybonilla / Diáspora científica y profesional de Guatemala en el extranjero a) guatemaltecos/as de origen, b) con residencia permanente fuera de Guatemala, c) en actividades de investigación o profesionales; d) con vinculaciones en Guatemala, contribuyendo al desarrollo del paísGracias a nuestros patrocinador:Party SmartInterlunio.orgSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https: //whatsapp.com/channel/0029VaFGJYN7z4ko8qL0Rk3USpotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBjxwubm0nJlEDoJdD?si=d2a6238d0a05462eTiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
Neste episódio do Podcast Missionando conversamos com a missionária Fabiana Braun e o Rev. Nilton Tomazini sobre o papel da diáspora na expansão do Evangelho.Assistir Podcast: youtube.com/watch?v=Lf-j-5TSjuwSaiba mais: apmt.org.br/missionarios
A 15ª edição da Flup, a Festa Literária das Periferias, foi inaugurada esta semana sob o Viaduto de Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, como parte da temporada da França no Brasil 2025. Com o tema “Ideias para reencantar o mundo”, o evento reúne artistas, autores e pensadores da diáspora negra do Brasil, África, Caribe, América do Norte e Europa. Madureira, território e epicentro simbólico da resistência negra carioca, tornou-se palco de um encontro de celebração e manifesto político. Marcia Bechara, enviada especial da RFI ao Rio de Janeiro A Flup 2025 escolheu Madureira como território catalisador das diásporas negras decoloniais. Julio Ludemir, diretor e idealizador do festival, explicou que “o local é uma encruzilhada do comércio, uma encruzilhada de vários pontos de vista, inclusive do ponto de vista exusístico”, numa referência a Exu, orixá do movimento e da comunicação no Candomblé, responsável por abrir caminhos e conectar humanos aos deuses do panteão africano. Para ele, o bairro de Madureira, na zona norte do Rio, é mais que geográfico: é espiritual e cultural. “Todas as dores do mundo são afastadas quando você pode vir a um lugar onde está no campo dos iguais, no campo do espelho”, disse. Ludemir ressaltou que o icônico Viaduto de Madureira concentra “todos os códigos do Rio de Janeiro: o samba, o jongo, o candomblé”, além do Baile Charme que há mais de três décadas ocupa o viaduto e se tornou patrimônio da resistência negra. “É por isso que estamos aqui: porque Madureira, agora, é o centro do mundo”, concluiu. O Baile Charme do Viaduto de Madureira é um polo simbólico da cultura negra e periférica carioca, surgido no início dos anos 1990, que se tornou Patrimônio Cultural Imaterial da cidade graças à sua relevância como espaço de resistência, identidade e ascensão para a juventude da Zona Norte. Ao longo dos anos, já passaram por lá grandes nomes da música nacional e internacional como Keith Sweat, Montell Jordan, Sandra de Sá, Negra Li e Racionais MCs. Este ano, os músicos confirmados na programação são Jonathan Ferr, Mano Brown, Majur, Luedji Luna, Sandra de Sá e Mart'nália. Herança de Fanon A mesa de abertura trouxe a presença de Mireille Fanon, renomada jurista e ativista antirracismo, filha de Frantz Fanon — o influente psiquiatra, filósofo e teórico da decolonização, autor de obras fundamentais como Pele Negra, Máscaras Brancas e Os Condenados da Terra. Mireille preside a Fundação Frantz Fanon e dá continuidade à luta de seu pai contra o racismo, a alienação e a desigualdade mundial, entre outros combates. Sua participação na Flup 2025 foi marcada como momento simbólico e estratégico, reforçando a conexão viva entre o legado anticolonial e os debates contemporâneos sobre justiça social e solidariedade transnacional. Em sua fala, ela insistiu que “se queremos mudar o mundo, isso só pode acontecer de maneira coletiva”. Fanon criticou o sistema capitalista por "condicionar as pessoas a pensar apenas no bem-estar individual", quando a prioridade deveria ser o "bem-estar coletivo da humanidade". “Essa transformação depende de um empenho horizontal, não hierárquico: um trabalho de base, sem heróis salvadores vindos de cima”, afirmou. Para Mireille, as lutas atuais — de Gaza ao Haiti, do Chile à África — não são crises isoladas, mas parte de uma lógica global de exploração que precisa ser enfrentada coletivamente. Sobre a mitificação das figuras históricas, entre elas seu pai, Frantz Fanon, Mireille critica a forma como o sistema transforma seus “grandes homens e grandes mulheres” em heróis neutros, para "não ameaçar a ordem vigente": "preferem fazer de nossos grandes homens… heróis, de forma a neutralizá-los". Mireille afirmou que há uma estratégia deliberada de "neutralização": "ao fazer dessas figuras modelos heroicos, o sistema as cooptam, evitando que suas lutas inspirem outros a lutar coletivamente". Mas para ela, o objetivo é outro: que a luta dessas mulheres e homens seja "exemplo vivo, uma prova de que podemos sonhar e construir uma política de liberdade por meio da solidariedade, não apenas pela figura de um salvador". Literatura como direito Durante a mesa de abertura, a escritora Conceição Evaristo, primeira autora viva a ser homenageada pela Flup em sua 15ª edição, falou sobre o legado que deseja deixar às próximas gerações. “A mensagem que eu deixaria é pensar a literatura como direito, como direito cidadão”, declarou. Para ela, é fundamental “pensar a escrita como direito” e incentivar que jovens escritoras periféricas se conectem umas com as outras, “perceber o aspecto coletivo das nossas histórias sem anular a individualidade”. Conceição concluiu com um chamado: “Que formem grupos, que se aquilombem em torno da literatura”. Conceição Evaristo, primeira autora viva homenageada pela Flup. Entre a força simbólica de Madureira, o chamado ao combate coletivo de Mireille Fanon e o legado literário de Conceição Evaristo, a Flup 2025 reafirma sua vocação como espaço de resistência e memória. O tema “Ideias para reencantar o mundo” ganha densidade ao se conectar com a diáspora negra em múltiplos continentes, propondo que o reencantamento "não seja apenas poético, mas político". É "romper com a lógica individualista, valorizar histórias coletivas", pontuou Mireille Fanon. Como lembrou Julio Ludemir, “Madureira [durante a Flup 2025] é o centro do mundo”. Para Mireille Fanon, “se queremos mudar o planeta, isso só pode acontecer de maneira coletiva”. “A literatura é direito, é cidadania, é aquilombamento”, concluiu Conceição Evaristo. A programação da 15ª edição da Festa Literária das Periferias vai até o dia 30 de novembro no Rio de Janeiro.
Tazedirekt Sohbet'in bu bölümünde konuğum, beslenme uzmanı ve Rays'up kurucusu Raysa Uzunyol. Raysa'yla, beslenme yolculuğunu, Rays'up'un hikayesini ve bu sürecin ona neler kattığını konuştuk.Katı gıdaya geçiş döneminde bebekler için sağlıklı alışkanlıkları, BLW yaklaşımını, çocuklar ve genç sporcularda sık yapılan beslenme hatalarını, ayrıca evde daha dengeli sofralar kurmanın yollarını masaya yatırdık.İster ebeveyn, ister sporcu, ister sadece sağlıklı yaşam meraklısı olun; bu bölüm, beslenmeye bakış açınızı tazeleyecek.Keyifli dinlemeler!
Não foram divulgadas as novas regras do recenseamento eleitoral para portugueses no estrangeiro, lamenta Conselho das Comunidades Portuguesas. Edição Isabel Gaspar Dias
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
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Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Spora część dzisiejszych rodziców doświadcza przeciążenia psychicznego. Wypalenie rodzicielskie – stan chronicznego stresu i wyczerpania, może prowadzić do pogorszenia dobrostanu jednostki i wpływać na decyzje dotyczące dalszej prokreacji.
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Food Tank is live all week at WNYC-NPR's The Greene Space running food and agriculture programming at Climate Week NYC with over 300 speakers, 60 performers, and 15 events. Watch these conversations live on Food Tank's YouTube channel, or by visiting FoodTank.com. While you are on our website please also become a Food Tank member to ensure programming like this continues. This episode takes you to our summit "Roadmap to a Delicious, Nutritious, and Regenerative Food Future for All,” In partnership with Unilever. Our first conversation is with Rasmus Monk, (Alchemist, Spora) who speaks with Kim Severson (The New York Times) about “holistic cuisine,” immersive dining, and how food experiences can push boundaries, spark dialogue, and inspire climate and food system change. Then, Dani speaks with David Gelles about his forthcoming book Dirtbag Billionaire: How Yvon Chouinard Built Patagonia, Made a Fortune, and Gave It All Away, and what Patagonia's story reveals about business, climate, and responsibility. While you're listening, subscribe, rate, and review the show; it would mean the world to us to have your feedback. You can listen to “Food Talk with Dani Nierenberg” wherever you consume your podcasts.
El Arepazo se celebra en todo el mundo y lo organizan las comunidades venezolanas que viven fuera de su país. Este 2025, también se realizará un Arepazo en Brisbane, el domingo 21 de septiembre. En este evento comunitario habrá música, baile, rifas, comidas, y muchas actividades para la familia.
Send us a text El activista comunitario Juan Noboa, residente en Providence, participó en Poder 102.1 FM para resaltar el esfuerzo del Gobierno dominicano en abrir oportunidades a la diáspora para adquirir viviendas asequibles en proyectos oficiales en República Dominicana. Noboa celebró la iniciativa del presidente Luis Abinader y del ministro de Vivienda y Edificaciones, Carlos Bonilla Sánchez, como una muestra de inclusión y compromiso con los dominicanos en el exterior. Este podcast fue producido en los estudios de Poder 102.1 FM, ubicados en North Providence, Rhode Island. Durante varias décadas, Poder 102.1 FM ha mantenido su posición como la principal emisora hispana en Rhode Island y el sureste de Massachusetts.https://www.poder1110.com/https://www.facebook.com/poder1110/https://www.instagram.com/poder102fm/https://twitter.com/poder102fmhttps://www.youtube.com/@Poder102FM
En NEGRAS, conversamos en profundidad sobre el Día Internacional de la Mujer Afrolatina, Afrocaribeña y de la Diáspora con Ana Irma Rivera Lassén.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez #RADIOUPR #AFRO #GENERO #IUPI #NEGRAS #COMUNIDAD #UPRRP #COLECTIVOILE
En este episodio de Diáspora Científica conversamos con Stefanie Garavito y Ada García, dos profesionales guatemaltecas que trabajan en nutrición desde Noruega y Escocia.Hablamos sobre sus trayectorias, la importancia de comunicar ciencia de forma accesible y cómo sus investigaciones buscan mejorar la salud pública y la alimentación en contextos multiculturales.Gracias a nuestro patrocinadorCocina y másSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https://whatsapp.com/channel/0029VaFG...Spotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBj...Tiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
Telewizja Republika postanowiła zrobić śledztwo i po tygodniach sprawdzania doszła do wniosku, że Roman Giertych to rzeczywiście Roman Giertych, a to co mówi naprawdę mówi. Co prawda nagrania sprzedała jako sensacyjne tajne, wyniesione, podsłuchane (niepotrzebne skreślić), a okazały się być nagraniem samego posła z jego kanału na YT, ale za to cała reszta też się nie zgadza. To co jest najciekawsze to dlaczego teraz i skąd te nagrania się wzięły. Albo nagle państwo z telewizji Sakiewicza zorientowali się, że wrzucając kolejne nagrania bardzo dokładnie wskazują ich źródło i dla niepoznaki wrzucili coś aktualnego, żeby odwrócić uwagę opinii publicznej albo po prostu naprawdę nie wiedzieli co robią. Przez chwilę uznając, że nie są kompletnymi amatorami i umieją sprawdzić, czy coś ukazało się na YT dwa miesiące temu należy przypuszczać, że wrzucili te nagrania specjalnie żeby udawać przynajmniej przed swoimi widzami, że naprawdę nie chodzi tu o inwigilację adwokata i jego klientów przy pomocy Pegasusa. Nawet Sławomir Mentzen poświęcił jak to nazwał “kompromitacji Republiki” uwagę na swoim YT. Nie wiadomo w sumie co jest śmieszniejsze w tej historii - rozpaczliwe próby pracowników Republiki udowodnienia, że w tych nagraniach naprawdę coś jest czy kolejni politycy PiS, którzy publicznie z kamienną twarzą próbują udawać, że naprawdę jest afera a nieoficjalnie śmieją się, że Republika jak zwykle przedobrzyła i robi chyba Giertychowi PR. Ma być nowy rzecznik rządu. To znaczy ma być rzecznik rządu, bo do tej pory go nie było. I ma nim być minister Adam Szłapka, który do tej pory sprawdzał się na odcinku Unia Europejska, ale ponieważ kończy się prezydencja a komórka odpowiedzialna za Unię ma wejść z powrotem do struktury MSZ to Szłapka będzie trochę bez przydziału. Dostanie zatem przydział bojowy. Bojowy, bo z jednej strony będzie obrywał od dziennikarzy a z drugiej od premiera. Pytanie czy na ciągłe przeciąganie liny w koalicji rządzącej pomoże rzecznik, bo raczej na to nie wygląda. Tym razem państwo nie zgodzili się ze sobą w sprawie rozwodów. Otóż PSL nie chce. Najlepiej rozwodów w ogóle, a na dziś to nie chce ich nikomu ułatwiać. W tej sprawie wypowiedziały się najbardziej zainteresowane resorty, czyli MON i ministerstwo rolnictwa. No orka na ugorze z tymi ludowcami w rządzie. Już nie można składać protestów wyborczych. Okienko w Sądzie Najwyższym zamknięte i teraz pytanie co dalej. Spora część polityków KO domaga się ponownego policzenia wszystkich głosów jednocześnie zarzekając się, że nie chce sugerować wyborczego fałszerstwa. Tyle tylko, że liczyć może wyłącznie Izba Kontroli Nadzwyczajnej, a ta ani nie ma ochoty ani układ władzy nie chciałby, żeby to robiła. A zatem mamy impas. I czekamy. Prawdopodobnie na to aż wszyscy o protestach zapomną.
En NEGRAS, conversamos con la periodista Lillian Enid Agosto Maldonado sobre la experiencia de ser una puertorriqueña afrodescendiente en la diáspora estadounidense.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez y radiouniversidad.pr#ColectivoIle #radioupr #negras #diaspora #afro #afrodescendencia #boricua
En NEGRAS, conversamos con la doctora Beth Colón Pizzini sobre la adquisición de libros sobre África y la diáspora africana.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez y radiouniversidad.pr#ColectivoIle #radioupr #negras #diaspora #afro #afrodescendencia #boricua
Bu hafta spor ile ilgili bir konuğumuz var sevgili Bülent Karaca. Hem beden eğitimi öğretmeni, hem de bir futbol antrenörü. Kendisiyle sporun çocuklara olan faydası üzerine güzel bir sohbet gerçekleştirdik. Keyifli dinlemeler... organikbeyinlerpodcast@gmail.com https://www.instagram.com/organikbeyinlerpodcast/
El destino siempre cambia los planes: en este nuevo episodio de la diáspora científica hablamos con Esteban Mata, líder estratégico impulsando innovación en la industria marina y Aracely Martínez Especialista en temas migratorios, antropología y desarrollo. La Coordinadora Internacional de la Red CTI, Dra. Kleinsy Bonilla invita a guatemaltecos y guatemaltecas en el extranjero que quieran vincularse con su país de origen a ser parte de #VocesDeLaDiaspora, pueden escribir a redctiguatemala@gmail.com y visitar https://redcti.senacyt.gob.gt/index.php,También contactar en X @kleinsybonilla / Diáspora científica y profesional de Guatemala en el extranjero a) guatemaltecos/as de origen, b) con residencia permanente fuera de Guatemala, c) en actividades de investigación o profesionales; d) con vinculaciones en Guatemala, contribuyendo al desarrollo del país.Gracias a nuestros patrocinadores:Transdoc: https://transdoc.com/trabajosCocina y Más: https://shop.pagalo.co/cocinaymascateringSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFG...Spotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBj...Tiktok: / tangentepodcast Twitter: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
En 1492, los Reyes Católicos firmaron el edicto de Granada mediante el cual se expulsaba de las coronas de Castilla y Aragón a todos los judíos que no accedieran a convertirse al cristianismo. El edicto se aplicó de forma estricta y eso ocasionó la diáspora de esta comunidad por distintas partes de Europa, África y Oriente próximo. Portugal y Navarra fueron los destinos iniciales, pero la presión de los Reyes Católicos sobre ambos reinos llevó a la expulsión de Navarra en 1498 y a la conversión forzada en Portugal en 1497. En el norte de África, aunque enfrentaron una serie de dificultades, surgieron comunidades prósperas en ciudades como Fez, Argel y Orán. También recalaron muchos en Italia, primero en Nápoles, de donde fueron expulsados posteriormente. Se asentaron entonces en Roma, pero la hostilidad papal les obligó a trasladarse hasta el norte de la península, especialmente a Ferrara y Venecia, donde se formaron comunidades muy numerosas de judíos sefarditas. La de Ferrara brilló con luz propia y llegó a ser extremadamente próspera. En otros lugares de Europa también encontraron su sitio. En Burdeos llegó a haber una comunidad sefardí muy importante que luego se extendería por otros puertos franceses como Nantes o Ruan. Algo similar sucedió en Flandes. En Amberes y en Ámsterdam los judíos provenientes de España medraron en los negocios y se convirtieron en la comunidad hebrea más influyente de la ciudad. Los sefardíes no sólo brillaban por su habilidad en los negocios, también por su refinada cultura, muy superior a la que exhibían los judíos de procedencia centroeuropea, más conocidos como asquenazíes. Desde allí comenzó la diáspora hacia América. Los primeros sefarditas americanos se asentaron en la parte de Brasil controlada por los holandeses en el siglo XVII, de ahí pasaron a los virreinatos de Perú y Nueva España donde se darían de bruces con la inquisición. Pero fue en Oriente donde estas comunidades sefarditas mejor acomodo encontraron. En ciudades como Salónica, Constantinopla o Esmirna llegaron a contarse por cientos de miles los sefardíes exiliados. Fue el mismo sultán el que propició que llegasen y les ofreció protección. Esta comunidad de sefardíes otomanos fue la que más perduró en el tiempo ya que los de la Europa occidental fueron integrándose en las nuevas sociedades de forma paulatina. Estos judíos expulsados de España mantuvieron su identidad cultural y lingüística durante siglos. Preservaron el idioma, conocido hoy como judeoespañol, a pesar de que su relación con España era nula o muy pequeña. Ese milagro se ha mantenido hasta el momento presente ya que hay todavía unos 150.000 hablantes de ese idioma, comprensible para cualquier hispanohablante de nuestro tiempo. Hubo que esperar hasta el siglo XX para que en España se reconociese el legado sefardí. Un Real Decreto de 1924 otorgó la ciudadanía a todos los descendientes de los expulsados, aunque la mayor parte no regresaron, ya que el edicto de Granada era algo muy lejano en el tiempo y, aunque se sabían una comunidad diferente con unas pautas culturales específicas, no sintieron la necesidad de volver a la tierra de sus antepasados. Otros si que lo hicieron, especialmente los del norte de África, durante la época del protectorado español en Marruecos. El Holocausto, en el que algunos diplomáticos españoles actuaron de forma ejemplar, y la formación del Estado de Israel puso fin a una diáspora de casi 500 años. En El ContraSello: 0:00 Introducción 3:42 La diáspora sefardí 1:12:42 Historia del feminismo 1:16:22 Las guerras de opio Bibliografía: “La expulsión de los judíos” de Luis Suárez - https://amzn.to/42lTBW8 “Los judíos en España” de Joseph Pérez - https://amzn.to/43MBBpp “Los expulsión de los judíos: auge y ocaso del judaísmo en Sefarad” de José Belmonte - https://amzn.to/4hUfvoe “La expulsión de los judíos de España” de Valeriu Marcu - https://amzn.to/423qx4v · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #sefarditas #sefarad Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals