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I patrzcie. Natura pokryła nasz kraj panierką ze śniegu. Przysmażyła mrozem. W telewizyjnych stacjach informacyjnych trwały bezpośrednie transmisje ze śniegu i z mrozu. Reporterzy stojąc po kostki w śniegu donosili radośnie sensacyjnym tonem o Argamedonie. Radośnie bo było o czym mówić, a nie tylko o porwaniach prezydentów czy Ziobrze. Kierowcy co prawda narzekają, ale nikt im nie kazał kupować samochodów. To były indywidualne decyzje. Spora sensacja w sumie, że w styczniu tyle śniegu napadało i chwycił spory mróz. Bardziej czekalibyśmy w styczniu na listki na drzewach i kwiatuszki Co se będziemy żałować z listkami tak malowniczo wyrastających z łodyżek. Starsi z nas mówią: a taka zima, dawniej to były zimy. Śniegi to były śniegi, a mrozy były mrozami. Pamiętam taką zimę, że było tak zimno, że mróz pukał do drzwi i prosił, żeby go wpuścić, bo chce się ogrzać. Jak za szkołą paliliśmy papierosy, to dym zamarzał...
¿Qué significa aprender, resistir y construir futuro cuando la historia aún no ha sido reparada?En este episodio conversamos con Rosa Ixchel y Rosario Pascual, dos mujeres guatemaltecas que forman parte de la diáspora, pero desde un lugar distinto: no solo salieron a formarse, también llevaron consigo la historia, la memoria y las luchas de sus comunidades. Hablamos de movimientos sociales, memoria histórica, soberanía alimentaria y formación política, del legado de sus familias marcadas por el conflicto armado y de cómo esas heridas siguen vivas en Guatemala. A partir de su experiencia en un intercambio en Noruega, reflexionamos sobre las conexiones entre el norte y el sur global, las inversiones europeas, el extractivismo, los pueblos indígenas y las luchas que se repiten en América Latina.Gracias a nuestros patrocinadores:Party SmartBrouwerInterlunioSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https://whatsapp.com/channel/0029VaFGJYN7z4ko8qL0Rk3USpotify:https://open.spotify.com/show/6nwrSBjxwubm0nJlEDoJdD?si=d2a6238d0a05462eTiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
En este episodio converso con el psicólogo Wilson Jesús Cáceres Rodríguez F. P. V. 10.902 @soloenfocate sobre uno de los temas más complejos y poco hablados del país: la mente del venezolano, tanto del que se quedó en Venezuela como del que vive en la diáspora.Analizamos la psique del venezolano, sus miedos, frustraciones, culpas y conflictos internos, especialmente en este cierre de año, cuando afloran preguntas incómodas sobre lo que no hicimos, lo que postergamos por miedo y las decisiones que nunca tomamos.Durante la entrevista abordamos:*
La Premio Nacional de Poesía nos presenta su primera novela 'La edad infinita', en la que cuenta su propia historia cuando se fue a vivir a Venezuela a los 8 años. Una novela de iniciación que aborda temas como la cuestión de la identidad, la familia, la memoria y las violencias contra la mujer, contada por la niña adulta a su yo de la infancia
Os riscos e as oportunidades dos brasileiros em movimento pelo mundo.
O Salão Internacional de Economia e Diáspora de Cabo Verde está de volta e acontece este ano em Marselha. Dina Mendes, empresária franco-cabo-verdiana que organiza este forúm de negócios entre Cabo Verde e a diáspora em França, diz que este é um momento de aproximar todos os cabo-verdianos. Na primeira edição do Salão Internacional de Economia e Diáspora de Cabo Verde, que aconteceu em 2023, em Paris, ficou a ideia de uma segunda edição deslocalizada da capital e que tocasse também outras cidades francesas. Marselha como cidade ligada ao mar surgiu como hipótese e fez todo o sentido para Dina Mendes, já que aqui há cerca de 5 mil cabo-verdianos recenseados nessa cidade e está também junto a Nice, onde a comunidade cabo-verdiana é relevante. Assim, este fórum de negócios, que apresenta empresas e oportunidades de investimento em Cabo Verde decorre este fim de semana, e conta este ano com a participação do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, e de vários ministros do seu Governo. Estas figuras políticas de relevo vão falar à diáspora sobre a importância de apostarem no seu país de origem e de criarem laços fortes com Cabo Verde. "Esta edição tem como tema investir no futuro e queremos crias um laço forte entre a diáspora e Cabo Verde. Fazer com que a diáspora esteja entre os primeiros actores em matéria económica de promoção e de desenvolvimento sustentável inclusivo de Cabo Verde. É importante que se criem também condições para que cada jovem que tem interesse possa viajar, tenha emprego, formação. A juventude deve ser uma aposta de futuro de Cabo Verde", declarou Dina Mendes. Para animar os dois dias de encontros, também estará presente em Marselha o académico Charles Akibodé, conselheiro do Presidente da República e consultor da UNESCO para o património africano. Haverá ainda altos funcionários cabo-verdianos, autarcas de Cabo Verde e de França, assim como associações representada neste encontro da diáspora em França.
A diáspora guineense em Paris voltou às ruas para denunciar o que considera um “golpe de Estado encenado”, exigir transparência eleitoral e pedir a libertação de detidos políticos. Entre críticas à repressão, denúncias de violência e acusações de manipulação dos resultados, os manifestantes afirmam que a Guiné-Bissau vive “uma farsa impossível de aceitar” e apelam ao “resgate democrático” do país. A diáspora guineense em França voltou a manifestar-se este domingo, 30 de Novembro, em Paris, exigindo transparência eleitoral, o fim das perseguições políticas e a libertação imediata dos detidos resultantes do que muitos consideram ser “um golpe de Estado encenado” na Guiné-Bissau. A concentração revelou uma erosão da confiança entre o Estado guineense e os seus cidadãos no exterior, já habituados a denunciar ciclos de instabilidade que parecem não ter fim. Entre os participantes esteve o artista plástico Nú Barreto, que descreveu a situação no país como “um drama repetido que já ninguém consegue justificar”. Para ele, “os factos recentes são do conhecimento do mundo inteiro” e traduzem-se numa “encenação do golpe de Estado que não faz sentido algum”. O artista reforçou: “Tentamos compreender, mas não há forma de explicar esta farsa.” Acrescentou ainda que os acontecimentos representam “razões pertinentes para que a Guiné-Bissau coloque em cima da mesa o seu futuro e acabe com estas práticas de golpes constantes que não levam a sociedade a lado nenhum”. A manifestação tem origens profundas, Segundo Nú Barreto, as acusações de falta de transparência e repressão “não são práticas recentes”, embora nos últimos anos tudo se tenha agravado. “Sempre se praticou isto”, afirmou. “Só que nestes últimos cinco anos, desde a presidência de Sissoco Embaló, tem sido exagerado.” O artista recorda que, após as eleições, “o próprio Presidente avisava que ia prender determinadas pessoas e isso acabava por acontecer”, mencionando os casos de Domingos Simões Pereira, Geraldo Martins e Agnelo Regala. “Hoje vemos pessoas detidas sem razão nenhuma”, lamentou, acrescentando que a diáspora exige “a soltura dos prisioneiros políticos e a restauração da democracia”. Para Nú Barreto, o alegado golpe deu ao mundo “a oportunidade de compreender quem é quem dentro deste processo todo”. Entre os manifestantes estava também Rosantina Ramos, emigrada em Paris há quarenta anos, que se mostrou indignada com o rumo político no país. “O Dr. Fernando Dias venceu as eleições com a ajuda de Domingos Simões Pereira, mas o ex-Presidente não quis aceitar a derrota”, afirma. Para Rosantina Ramos, “aquele golpe de Estado não era golpe nenhum”, mas sim uma manobra para “não aceitar o resultado”. A razão que a levou à rua é clara: “Saímos para pedir a liberdade de todos, não só de Domingos, mas de todos os presos.” Rosantina Ramos diz acompanhar a situação “muitíssimo mal”, denunciando que “estão a sequestrar pessoas, a maltratar, a espancar. Aquilo está muitíssimo mal, muitíssimo mal.” Também presente no protesto, Francisco de Sousa Graça, presidente do PAIGC em França, considera que a crise actual expôs “um problema estrutural entre o Estado e a diáspora”, motivado por anos de desconfiança e repressão. Para o dirigente, os acontecimentos recentes representam “um golpe inventado para interromper o processo eleitoral”. Francisco de Sousa Graça explica: “O próprio Presidente dizia que estava a ser alvo de um golpe enquanto tinha um telefone e dava entrevistas. Isso nunca acontece em nenhuma parte do mundo.” Acrescentou que “ele anunciou o golpe antes dos militares o anunciarem”, algo que para si demonstra “um plano preparado de antemão”. O dirigente recorda ainda episódios anteriores: “Em 2019 queimaram-se as urnas para impedir a contagem dos votos. Nunca se conseguiu recontar nada porque as urnas já tinham sido incendiadas.” Para Francisco Sousa Graça, a repetição de episódios semelhantes revela uma estratégia política continuada: “É o mesmo cenário de sempre, com várias invenções de golpes de Estado. Durante o mandato houve pelo menos quatro.” Denuncia igualmente que “esta é uma ditadura feita em conluio com a cúpula militar”, sublinhando que “os militares não querem sair porque têm negócios muito lucrativos”. Francisco de Sousa Graça destacou ainda que a repressão também atinge a diáspora: “Quando Sissoco veio cá, colegas nossos foram maltratados. Muitos foram para o hospital.” Para ele, a relação com o Estado guineense deteriorou-se ao ponto de a comunidade no estrangeiro se sentir directamente ameaçada: “Isso mostra que a repressão não está só no país; é um comportamento que ultrapassa fronteiras.” Nú Barreto partilha desta preocupação e acrescenta que a comunidade internacional, embora pressionada a reagir, não deve ser encarada como a solução principal. “Não estamos à espera da comunidade internacional”, afirmou. “O próprio Embaló mostrou a sua faceta e a comunidade internacional não precisa de muita ginástica para perceber que o que ele fez é flagrante.” Apesar disso, acredita que “desta vez a posição internacional poderá ser positiva”, mas insiste que “deverá ser o povo guineense a encontrar uma solução para pôr fim a este tipo de prática”. A manifestação em Paris tornou evidente a frustração da diáspora, que se vê cada vez mais como guardiã da vigilância democrática num país mergulhado em crises institucionais. Entre apelos à libertação de detidos, denúncias de violência, acusações de manipulação eleitoral e exigências de responsabilização, o protesto representou um alerta para a comunidade internacional e para as autoridades de Bissau.
La Coordinadora Internacional de la Red CTI, Dra. Kleinsy Bonilla invita a guatemaltecos y guatemaltecas en el extranjero que quieran vincularse con su país de origen a ser parte de #VocesDeLaDiaspora, pueden escribir a redctiguatemala@gmail.com y visitar https://redcti.senacyt.gob.gt/index.php, también contactar en X @kleinsybonilla / Diáspora científica y profesional de Guatemala en el extranjero a) guatemaltecos/as de origen, b) con residencia permanente fuera de Guatemala, c) en actividades de investigación o profesionales; d) con vinculaciones en Guatemala, contribuyendo al desarrollo del paísGracias a nuestros patrocinador:Party SmartInterlunio.orgSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https: //whatsapp.com/channel/0029VaFGJYN7z4ko8qL0Rk3USpotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBjxwubm0nJlEDoJdD?si=d2a6238d0a05462eTiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
Neste episódio do Podcast Missionando conversamos com a missionária Fabiana Braun e o Rev. Nilton Tomazini sobre o papel da diáspora na expansão do Evangelho.Assistir Podcast: youtube.com/watch?v=Lf-j-5TSjuwSaiba mais: apmt.org.br/missionarios
A 15ª edição da Flup, a Festa Literária das Periferias, foi inaugurada esta semana sob o Viaduto de Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, como parte da temporada da França no Brasil 2025. Com o tema “Ideias para reencantar o mundo”, o evento reúne artistas, autores e pensadores da diáspora negra do Brasil, África, Caribe, América do Norte e Europa. Madureira, território e epicentro simbólico da resistência negra carioca, tornou-se palco de um encontro de celebração e manifesto político. Marcia Bechara, enviada especial da RFI ao Rio de Janeiro A Flup 2025 escolheu Madureira como território catalisador das diásporas negras decoloniais. Julio Ludemir, diretor e idealizador do festival, explicou que “o local é uma encruzilhada do comércio, uma encruzilhada de vários pontos de vista, inclusive do ponto de vista exusístico”, numa referência a Exu, orixá do movimento e da comunicação no Candomblé, responsável por abrir caminhos e conectar humanos aos deuses do panteão africano. Para ele, o bairro de Madureira, na zona norte do Rio, é mais que geográfico: é espiritual e cultural. “Todas as dores do mundo são afastadas quando você pode vir a um lugar onde está no campo dos iguais, no campo do espelho”, disse. Ludemir ressaltou que o icônico Viaduto de Madureira concentra “todos os códigos do Rio de Janeiro: o samba, o jongo, o candomblé”, além do Baile Charme que há mais de três décadas ocupa o viaduto e se tornou patrimônio da resistência negra. “É por isso que estamos aqui: porque Madureira, agora, é o centro do mundo”, concluiu. O Baile Charme do Viaduto de Madureira é um polo simbólico da cultura negra e periférica carioca, surgido no início dos anos 1990, que se tornou Patrimônio Cultural Imaterial da cidade graças à sua relevância como espaço de resistência, identidade e ascensão para a juventude da Zona Norte. Ao longo dos anos, já passaram por lá grandes nomes da música nacional e internacional como Keith Sweat, Montell Jordan, Sandra de Sá, Negra Li e Racionais MCs. Este ano, os músicos confirmados na programação são Jonathan Ferr, Mano Brown, Majur, Luedji Luna, Sandra de Sá e Mart'nália. Herança de Fanon A mesa de abertura trouxe a presença de Mireille Fanon, renomada jurista e ativista antirracismo, filha de Frantz Fanon — o influente psiquiatra, filósofo e teórico da decolonização, autor de obras fundamentais como Pele Negra, Máscaras Brancas e Os Condenados da Terra. Mireille preside a Fundação Frantz Fanon e dá continuidade à luta de seu pai contra o racismo, a alienação e a desigualdade mundial, entre outros combates. Sua participação na Flup 2025 foi marcada como momento simbólico e estratégico, reforçando a conexão viva entre o legado anticolonial e os debates contemporâneos sobre justiça social e solidariedade transnacional. Em sua fala, ela insistiu que “se queremos mudar o mundo, isso só pode acontecer de maneira coletiva”. Fanon criticou o sistema capitalista por "condicionar as pessoas a pensar apenas no bem-estar individual", quando a prioridade deveria ser o "bem-estar coletivo da humanidade". “Essa transformação depende de um empenho horizontal, não hierárquico: um trabalho de base, sem heróis salvadores vindos de cima”, afirmou. Para Mireille, as lutas atuais — de Gaza ao Haiti, do Chile à África — não são crises isoladas, mas parte de uma lógica global de exploração que precisa ser enfrentada coletivamente. Sobre a mitificação das figuras históricas, entre elas seu pai, Frantz Fanon, Mireille critica a forma como o sistema transforma seus “grandes homens e grandes mulheres” em heróis neutros, para "não ameaçar a ordem vigente": "preferem fazer de nossos grandes homens… heróis, de forma a neutralizá-los". Mireille afirmou que há uma estratégia deliberada de "neutralização": "ao fazer dessas figuras modelos heroicos, o sistema as cooptam, evitando que suas lutas inspirem outros a lutar coletivamente". Mas para ela, o objetivo é outro: que a luta dessas mulheres e homens seja "exemplo vivo, uma prova de que podemos sonhar e construir uma política de liberdade por meio da solidariedade, não apenas pela figura de um salvador". Literatura como direito Durante a mesa de abertura, a escritora Conceição Evaristo, primeira autora viva a ser homenageada pela Flup em sua 15ª edição, falou sobre o legado que deseja deixar às próximas gerações. “A mensagem que eu deixaria é pensar a literatura como direito, como direito cidadão”, declarou. Para ela, é fundamental “pensar a escrita como direito” e incentivar que jovens escritoras periféricas se conectem umas com as outras, “perceber o aspecto coletivo das nossas histórias sem anular a individualidade”. Conceição concluiu com um chamado: “Que formem grupos, que se aquilombem em torno da literatura”. Conceição Evaristo, primeira autora viva homenageada pela Flup. Entre a força simbólica de Madureira, o chamado ao combate coletivo de Mireille Fanon e o legado literário de Conceição Evaristo, a Flup 2025 reafirma sua vocação como espaço de resistência e memória. O tema “Ideias para reencantar o mundo” ganha densidade ao se conectar com a diáspora negra em múltiplos continentes, propondo que o reencantamento "não seja apenas poético, mas político". É "romper com a lógica individualista, valorizar histórias coletivas", pontuou Mireille Fanon. Como lembrou Julio Ludemir, “Madureira [durante a Flup 2025] é o centro do mundo”. Para Mireille Fanon, “se queremos mudar o planeta, isso só pode acontecer de maneira coletiva”. “A literatura é direito, é cidadania, é aquilombamento”, concluiu Conceição Evaristo. A programação da 15ª edição da Festa Literária das Periferias vai até o dia 30 de novembro no Rio de Janeiro.
Tazedirekt Sohbet'in bu bölümünde konuğum, beslenme uzmanı ve Rays'up kurucusu Raysa Uzunyol. Raysa'yla, beslenme yolculuğunu, Rays'up'un hikayesini ve bu sürecin ona neler kattığını konuştuk.Katı gıdaya geçiş döneminde bebekler için sağlıklı alışkanlıkları, BLW yaklaşımını, çocuklar ve genç sporcularda sık yapılan beslenme hatalarını, ayrıca evde daha dengeli sofralar kurmanın yollarını masaya yatırdık.İster ebeveyn, ister sporcu, ister sadece sağlıklı yaşam meraklısı olun; bu bölüm, beslenmeye bakış açınızı tazeleyecek.Keyifli dinlemeler!
Não foram divulgadas as novas regras do recenseamento eleitoral para portugueses no estrangeiro, lamenta Conselho das Comunidades Portuguesas. Edição Isabel Gaspar Dias
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Se for eleito, António José Seguro promete distinguir «jovens exemplos de liderança e mérito». Presidente do parlamento português apoia o voto digital. Edição Isabel Gaspar Dias
O quarto episódio do Reggae Pelo Reggae mergulha nas conexões entre a diáspora africana e o reggae, revelando como o ritmo se tornou uma ferramenta de resistência, identidade e cura. Apresentado por DJ Bobe e Memis Etiópia, o programa revisita a força do pensamento pan-africanista de Marcus Garvey, a herança espiritual de Haile Selassie I e o impacto que essas ideias tiveram na música jamaicana e brasileira.A convidada especial Mya Akoma compartilha sua visão sobre ancestralidade, espiritualidade e o papel do reggae como ponte entre a África e o Brasil, enquanto reflete sobre a evolução do gênero — do roots ao digital.O episódio também marca a estreia da coluna “Que Lombra é Essa?”, com Mika Santana, da Canabicamente, trazendo um olhar crítico e bem-humorado sobre o prensado e o peso cultural da maconha no Brasil.Um programa que atravessa oceanos e tempos, reafirmando o reggae como uma expressão viva da diáspora negra.
Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-mananero-radio--3086101/support.
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Spora część dzisiejszych rodziców doświadcza przeciążenia psychicznego. Wypalenie rodzicielskie – stan chronicznego stresu i wyczerpania, może prowadzić do pogorszenia dobrostanu jednostki i wpływać na decyzje dotyczące dalszej prokreacji.
Desde más allá de Cortadura -Barcelona, más concretamente- Paco Cano reflexiona cada miércoles en Hoy por Hoy Cádiz sobre Cádiz y su concepción interna y externa, quienes se han marchado para no volver y quienes lo han hecho a pesar de no querer hacerlo. Una ciudad vista desde fuera a través del talento la cultura y las inquietudes como sociedad. La Gadiáspora, los miércoles a partir de las 13:05 en Hoy por Hoy Cádiz
Food Tank is live all week at WNYC-NPR's The Greene Space running food and agriculture programming at Climate Week NYC with over 300 speakers, 60 performers, and 15 events. Watch these conversations live on Food Tank's YouTube channel, or by visiting FoodTank.com. While you are on our website please also become a Food Tank member to ensure programming like this continues. This episode takes you to our summit "Roadmap to a Delicious, Nutritious, and Regenerative Food Future for All,” In partnership with Unilever. Our first conversation is with Rasmus Monk, (Alchemist, Spora) who speaks with Kim Severson (The New York Times) about “holistic cuisine,” immersive dining, and how food experiences can push boundaries, spark dialogue, and inspire climate and food system change. Then, Dani speaks with David Gelles about his forthcoming book Dirtbag Billionaire: How Yvon Chouinard Built Patagonia, Made a Fortune, and Gave It All Away, and what Patagonia's story reveals about business, climate, and responsibility. While you're listening, subscribe, rate, and review the show; it would mean the world to us to have your feedback. You can listen to “Food Talk with Dani Nierenberg” wherever you consume your podcasts.
El Arepazo se celebra en todo el mundo y lo organizan las comunidades venezolanas que viven fuera de su país. Este 2025, también se realizará un Arepazo en Brisbane, el domingo 21 de septiembre. En este evento comunitario habrá música, baile, rifas, comidas, y muchas actividades para la familia.
Send us a text El activista comunitario Juan Noboa, residente en Providence, participó en Poder 102.1 FM para resaltar el esfuerzo del Gobierno dominicano en abrir oportunidades a la diáspora para adquirir viviendas asequibles en proyectos oficiales en República Dominicana. Noboa celebró la iniciativa del presidente Luis Abinader y del ministro de Vivienda y Edificaciones, Carlos Bonilla Sánchez, como una muestra de inclusión y compromiso con los dominicanos en el exterior. Este podcast fue producido en los estudios de Poder 102.1 FM, ubicados en North Providence, Rhode Island. Durante varias décadas, Poder 102.1 FM ha mantenido su posición como la principal emisora hispana en Rhode Island y el sureste de Massachusetts.https://www.poder1110.com/https://www.facebook.com/poder1110/https://www.instagram.com/poder102fm/https://twitter.com/poder102fmhttps://www.youtube.com/@Poder102FM
En NEGRAS, conversamos en profundidad sobre el Día Internacional de la Mujer Afrolatina, Afrocaribeña y de la Diáspora con Ana Irma Rivera Lassén.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez #RADIOUPR #AFRO #GENERO #IUPI #NEGRAS #COMUNIDAD #UPRRP #COLECTIVOILE
Največje tveganje za evropsko gospodarstvo ostajajo carinske negotovosti, je danes sporočila Evropska centralna banka. Bruselj in Washington nadaljujeta intenzivna pogajanja o carinah za sklenitev sporazuma še pred rokom, ki ga je postavil ameriški predsednik Trump, pa je dodala predsednica Evropske komisije Ursula von der Leyen. Čeprav si želijo rešitev spora doseči s pogajanji, pa na mizi do dosege ostajajo tudi vse druge možnosti. Kot je še dejala po srečanju s kitajsko stranjo v Pekingu, neenaki trgovinski odnosi ostajajo tudi ena od bolj spornih točk v odnosih s Kitajsko. Še nekaj drugih poudarkov oddaje: - Pred ustanovitvijo obrambnega holdinga opozorila glede nadzora porabe sredstev. - O zakonu glede prostovoljnega končanja življenja bomo najverjetneje odločali na referendumu. - Izrael po mnenju Bruslja storil korak naprej pri dobavah pomoči v Gazo.
En este episodio de Diáspora Científica conversamos con Stefanie Garavito y Ada García, dos profesionales guatemaltecas que trabajan en nutrición desde Noruega y Escocia.Hablamos sobre sus trayectorias, la importancia de comunicar ciencia de forma accesible y cómo sus investigaciones buscan mejorar la salud pública y la alimentación en contextos multiculturales.Gracias a nuestro patrocinadorCocina y másSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp:https://whatsapp.com/channel/0029VaFG...Spotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBj...Tiktok: / tangentepodcast X: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
Telewizja Republika postanowiła zrobić śledztwo i po tygodniach sprawdzania doszła do wniosku, że Roman Giertych to rzeczywiście Roman Giertych, a to co mówi naprawdę mówi. Co prawda nagrania sprzedała jako sensacyjne tajne, wyniesione, podsłuchane (niepotrzebne skreślić), a okazały się być nagraniem samego posła z jego kanału na YT, ale za to cała reszta też się nie zgadza. To co jest najciekawsze to dlaczego teraz i skąd te nagrania się wzięły. Albo nagle państwo z telewizji Sakiewicza zorientowali się, że wrzucając kolejne nagrania bardzo dokładnie wskazują ich źródło i dla niepoznaki wrzucili coś aktualnego, żeby odwrócić uwagę opinii publicznej albo po prostu naprawdę nie wiedzieli co robią. Przez chwilę uznając, że nie są kompletnymi amatorami i umieją sprawdzić, czy coś ukazało się na YT dwa miesiące temu należy przypuszczać, że wrzucili te nagrania specjalnie żeby udawać przynajmniej przed swoimi widzami, że naprawdę nie chodzi tu o inwigilację adwokata i jego klientów przy pomocy Pegasusa. Nawet Sławomir Mentzen poświęcił jak to nazwał “kompromitacji Republiki” uwagę na swoim YT. Nie wiadomo w sumie co jest śmieszniejsze w tej historii - rozpaczliwe próby pracowników Republiki udowodnienia, że w tych nagraniach naprawdę coś jest czy kolejni politycy PiS, którzy publicznie z kamienną twarzą próbują udawać, że naprawdę jest afera a nieoficjalnie śmieją się, że Republika jak zwykle przedobrzyła i robi chyba Giertychowi PR. Ma być nowy rzecznik rządu. To znaczy ma być rzecznik rządu, bo do tej pory go nie było. I ma nim być minister Adam Szłapka, który do tej pory sprawdzał się na odcinku Unia Europejska, ale ponieważ kończy się prezydencja a komórka odpowiedzialna za Unię ma wejść z powrotem do struktury MSZ to Szłapka będzie trochę bez przydziału. Dostanie zatem przydział bojowy. Bojowy, bo z jednej strony będzie obrywał od dziennikarzy a z drugiej od premiera. Pytanie czy na ciągłe przeciąganie liny w koalicji rządzącej pomoże rzecznik, bo raczej na to nie wygląda. Tym razem państwo nie zgodzili się ze sobą w sprawie rozwodów. Otóż PSL nie chce. Najlepiej rozwodów w ogóle, a na dziś to nie chce ich nikomu ułatwiać. W tej sprawie wypowiedziały się najbardziej zainteresowane resorty, czyli MON i ministerstwo rolnictwa. No orka na ugorze z tymi ludowcami w rządzie. Już nie można składać protestów wyborczych. Okienko w Sądzie Najwyższym zamknięte i teraz pytanie co dalej. Spora część polityków KO domaga się ponownego policzenia wszystkich głosów jednocześnie zarzekając się, że nie chce sugerować wyborczego fałszerstwa. Tyle tylko, że liczyć może wyłącznie Izba Kontroli Nadzwyczajnej, a ta ani nie ma ochoty ani układ władzy nie chciałby, żeby to robiła. A zatem mamy impas. I czekamy. Prawdopodobnie na to aż wszyscy o protestach zapomną.
Se calcula que más de 120.000 científicas y científicos colombianos decidieron radicarse en otros países. Esta es una cantidad muy significativa, especialmente para un país que está lejos de consolidar una comunidad científica que impacte significativamente su desarrollo. Para entender qué es la diáspora científica, qué factores ayudan a cohesionarla y qué mecanismos pueden movilizarla, nos acompañan: desde Oslo, Kleinsy Bonilla, Vicepresidenta para América Latina y el Caribe de la Organización de Mujeres en Ciencia en el Mundo en Desarrollo (OWSD); desde Sacramento, Paulina Carmona, bioquímica chilena y doctora en ciencias médicas; desde Barranquilla, Luisa Echeverría King, de la universidad Simón Bolívar, y desde la ciuidad de State College, José Julián Prieto, de la Penn State University.
En NEGRAS, conversamos con la periodista Lillian Enid Agosto Maldonado sobre la experiencia de ser una puertorriqueña afrodescendiente en la diáspora estadounidense.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez y radiouniversidad.pr#ColectivoIle #radioupr #negras #diaspora #afro #afrodescendencia #boricua
En NEGRAS, conversamos con la doctora Beth Colón Pizzini sobre la adquisición de libros sobre África y la diáspora africana.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé https://www.colectivoile.org/ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez y radiouniversidad.pr#ColectivoIle #radioupr #negras #diaspora #afro #afrodescendencia #boricua
Bu hafta spor ile ilgili bir konuğumuz var sevgili Bülent Karaca. Hem beden eğitimi öğretmeni, hem de bir futbol antrenörü. Kendisiyle sporun çocuklara olan faydası üzerine güzel bir sohbet gerçekleştirdik. Keyifli dinlemeler... organikbeyinlerpodcast@gmail.com https://www.instagram.com/organikbeyinlerpodcast/
El destino siempre cambia los planes: en este nuevo episodio de la diáspora científica hablamos con Esteban Mata, líder estratégico impulsando innovación en la industria marina y Aracely Martínez Especialista en temas migratorios, antropología y desarrollo. La Coordinadora Internacional de la Red CTI, Dra. Kleinsy Bonilla invita a guatemaltecos y guatemaltecas en el extranjero que quieran vincularse con su país de origen a ser parte de #VocesDeLaDiaspora, pueden escribir a redctiguatemala@gmail.com y visitar https://redcti.senacyt.gob.gt/index.php,También contactar en X @kleinsybonilla / Diáspora científica y profesional de Guatemala en el extranjero a) guatemaltecos/as de origen, b) con residencia permanente fuera de Guatemala, c) en actividades de investigación o profesionales; d) con vinculaciones en Guatemala, contribuyendo al desarrollo del país.Gracias a nuestros patrocinadores:Transdoc: https://transdoc.com/trabajosCocina y Más: https://shop.pagalo.co/cocinaymascateringSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFG...Spotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBj...Tiktok: / tangentepodcast Twitter: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt
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En 1492, los Reyes Católicos firmaron el edicto de Granada mediante el cual se expulsaba de las coronas de Castilla y Aragón a todos los judíos que no accedieran a convertirse al cristianismo. El edicto se aplicó de forma estricta y eso ocasionó la diáspora de esta comunidad por distintas partes de Europa, África y Oriente próximo. Portugal y Navarra fueron los destinos iniciales, pero la presión de los Reyes Católicos sobre ambos reinos llevó a la expulsión de Navarra en 1498 y a la conversión forzada en Portugal en 1497. En el norte de África, aunque enfrentaron una serie de dificultades, surgieron comunidades prósperas en ciudades como Fez, Argel y Orán. También recalaron muchos en Italia, primero en Nápoles, de donde fueron expulsados posteriormente. Se asentaron entonces en Roma, pero la hostilidad papal les obligó a trasladarse hasta el norte de la península, especialmente a Ferrara y Venecia, donde se formaron comunidades muy numerosas de judíos sefarditas. La de Ferrara brilló con luz propia y llegó a ser extremadamente próspera. En otros lugares de Europa también encontraron su sitio. En Burdeos llegó a haber una comunidad sefardí muy importante que luego se extendería por otros puertos franceses como Nantes o Ruan. Algo similar sucedió en Flandes. En Amberes y en Ámsterdam los judíos provenientes de España medraron en los negocios y se convirtieron en la comunidad hebrea más influyente de la ciudad. Los sefardíes no sólo brillaban por su habilidad en los negocios, también por su refinada cultura, muy superior a la que exhibían los judíos de procedencia centroeuropea, más conocidos como asquenazíes. Desde allí comenzó la diáspora hacia América. Los primeros sefarditas americanos se asentaron en la parte de Brasil controlada por los holandeses en el siglo XVII, de ahí pasaron a los virreinatos de Perú y Nueva España donde se darían de bruces con la inquisición. Pero fue en Oriente donde estas comunidades sefarditas mejor acomodo encontraron. En ciudades como Salónica, Constantinopla o Esmirna llegaron a contarse por cientos de miles los sefardíes exiliados. Fue el mismo sultán el que propició que llegasen y les ofreció protección. Esta comunidad de sefardíes otomanos fue la que más perduró en el tiempo ya que los de la Europa occidental fueron integrándose en las nuevas sociedades de forma paulatina. Estos judíos expulsados de España mantuvieron su identidad cultural y lingüística durante siglos. Preservaron el idioma, conocido hoy como judeoespañol, a pesar de que su relación con España era nula o muy pequeña. Ese milagro se ha mantenido hasta el momento presente ya que hay todavía unos 150.000 hablantes de ese idioma, comprensible para cualquier hispanohablante de nuestro tiempo. Hubo que esperar hasta el siglo XX para que en España se reconociese el legado sefardí. Un Real Decreto de 1924 otorgó la ciudadanía a todos los descendientes de los expulsados, aunque la mayor parte no regresaron, ya que el edicto de Granada era algo muy lejano en el tiempo y, aunque se sabían una comunidad diferente con unas pautas culturales específicas, no sintieron la necesidad de volver a la tierra de sus antepasados. Otros si que lo hicieron, especialmente los del norte de África, durante la época del protectorado español en Marruecos. El Holocausto, en el que algunos diplomáticos españoles actuaron de forma ejemplar, y la formación del Estado de Israel puso fin a una diáspora de casi 500 años. En El ContraSello: 0:00 Introducción 3:42 La diáspora sefardí 1:12:42 Historia del feminismo 1:16:22 Las guerras de opio Bibliografía: “La expulsión de los judíos” de Luis Suárez - https://amzn.to/42lTBW8 “Los judíos en España” de Joseph Pérez - https://amzn.to/43MBBpp “Los expulsión de los judíos: auge y ocaso del judaísmo en Sefarad” de José Belmonte - https://amzn.to/4hUfvoe “La expulsión de los judíos de España” de Valeriu Marcu - https://amzn.to/423qx4v · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #sefarditas #sefarad Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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En el vídeo de hoy el Profesor Ángel Rosa analiza la controversia creada por la discusión de un borrador de orden ejecutiva para encaminara a Puerto Rico hacia la independencia. Los líderes de los partidos en la isla se han quedado de que el grupo detrás de la iniciativa pretenda forzar una solución sin la participación de los puertorriqueños en las isla. Dicen que eso es anti democrático. ¿Pero existe democracia en Puerto Rico? ¿Puede el Congreso decidir sobre Puerto Rico sin consultar a los puertorriqueños? ¿A Donald Trump le preocupa la democracia? ¡No te lo pierdas! Además, comenta la realidad de la emigración boricua a los Estados Unidos. Escucha lo que tiene que decir el Profesor sobre las intenciones de los poderes que son sobre el futuro de la nación caribeña.