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Em um dos episódios mais caóticos e psicológicos do podcast, mergulhamos nos maiores delírios coletivos dos animes — tanto dentro das histórias quanto no fandom.Falamos sobre teorias que viraram “verdades”, personagens presos em realidades distorcidas, fandoms que enlouqueceram com interpretações malucas e obras que brincam com a percepção do público. De Gakkou Gurashi até as obras de Satoshi Kun, passando por Dragon Ball AF, Pokémon e muitas teorias absurdas da internet, discutimos quando uma comunidade inteira começa a acreditar em algo… mesmo sem sentido.Prepare seu chapéu de alumínio e venha enlouquecer com a gente.
A terceira temporada do programa Semeando Futuros está no ar! Ela é inteiramente dedicada aos trabalhos de conclusão da turma da pós-graduação em Economia Solidária, Inovação e Gestão Social (ESIGS), uma realização da Universidade do Cariri e do Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM), que tem o Ateliê de Humanidades como instituição parceira associada.O décimo sétimo episódio trata do tema “Coletivos culturais e cooperativismo de plataforma”, com as presenças de Geovana Nunes, Melissa Marcílio Batista, Tieme Estela e Jean Carlos Alves.Assista já!Youtube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLu2NbXklC78CzZPbQr5JxtMiLUIQ3myeoSpotify: https://open.spotify.com/playlist/57Xti3cfTdzLd798D8C2MQAcompanhe toda a temporada: ateliedehumanidades.com/semeando-futuros.Siga-nos em nossas redes: ateliedehumanidades.comateliedehumanidades.com/esigs@ateliedehumanidades#economiasolidária #economiasolidária #associativismo #gestao #inovação #semeandofuturos #esigs #associationO que é o programa “Semeando futuros”?“Semeando futuros” é um programa do Ateliê de Humanidades, concebido por Bia Martins e André Magnelli.Diante de tantas crises, nada parece ser possível de mudar, o que resulta em um sentimento generalizado de impotência. Será? Em pequenas mas muitas iniciativas, no Brasil e ao redor do mundo, vemos surgirem experiências que podemos enxergar como sementes de futuros possíveis, mais justos, solidários, conviviais e sustentáveis.Nossa proposta é apresentar algumas dessas sementes, como uma espécie de mapeamento desse território de experimentação social ainda pouco conhecido, e assim propiciar um espaço para sua articulação. Como algo novo e em processo, esse mapeamento não só está aberto a sugestões e contribuições, como depende mesmo dessa interação para que consiga ser rico e representativo.Mais informações: ateliedehumanidades.com/semeando-futuros.
O caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, causou comoção, mas não é um fato isolado. Números do Ministério da Saúde revelam que esse tipo de violência é bem mais comum do que se imagina no País e que as principais vítimas são menores de idade. Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) indicam que, entre 2022 e 2025, foram registrados 22.800 casos de estupro coletivo no Brasil, ou seja, uma média de 15 por dia. Desse total, 8,4 mil tiveram como vítimas mulheres adultas e 14,4 mil crianças ou adolescentes do sexo feminino. Mas a realidade pode ser ainda pior, já que esses números representam apenas as vítimas que tiveram atendimento no sistema de saúde. Em entrevista à Rádio Eldorado, a professora de Direito Constitucional da PUC-SP Luciana Temer, que é diretora-presidente do Instituto Liberta, disse que o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital), que acaba de ser regulamentado, pode ser um dos caminhos para combater esse tipo de violência, que captura crianças e adolescentes por meio dos algoritmos das plataformas digitais. No entanto, ela defendeu a educação de meninos e meninas sobre temas aos quais o acesso tem se dado por meio de redes sociais e sites pornográficos. “Os roteiros sexuais que eles estão aprendendo incluem coisas como: a insistência masculina e a resistência feminina fazem parte desse jogo erótico”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pensa aí na palavra MANADA. Ela tá no singular ou no plural, hein? Pois é, algumas pessoas ficam em dúvida ao responder isso porque embora a palavra propriamente dita esteja no singular, contém uma ideia de plural (no caso, de um grupo de animais de grande porte). Essa é a lógica por trás dos substantivos coletivos, lembra deles? A gente aprende bem cedo na escola, então alguns de vocês talvez já tenham se esquecido — e os ouvintes mais novinhos pode ser que estejam com isso mais fresco na cabeça. O programa de hoje fala justamente dos coletivos: cardume, enxame, matilha, arquipélago... Bora relembrar esse conteúdo tão gostoso? Clica aí, que eu tô no aguardo, falou?─────────────────────────────────CURSO IA & PRODUTIVIDADE, com Alvaro Leme: venha aprender comigo a usar ferramentas de inteligência artificial para trabalhar e estudar com mais eficiência. Cupom especial para ouvintes, com 20% de desconto: https://www.sympla.com.br/evento-online/ia--produtividade-como-usar-inteligencia-artificial-para-trabalhar-e-estudar-melhor/3343861?d=APRENDAPOD20─────────────────────────────────APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag─────────────────────────────────Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódioSubstantivos coletivosPor Marcia Fernandes, Toda Matériahttps://www.todamateria.com.br/substantivo-coletivo/──────────────Substantivos ColetivosPor Guilherme Viana, Brasil Escolahttps://brasilescola.uol.com.br/gramatica/substantivos-coletivos.htm──────────────NOUGUÉ, Carlos. A arte de escrever bem na língua portuguesa. Campinas: Vide Editorial, 2017.
Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”
Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”
Olá Camaradas! Neste episódio Jean Rodrigo e Matheus Gansohr batem um papo sobre o pior inimigo do financiamentos coletivo, o 171. O Ashes of Creation é um jogo que arrecadou 3 milhões de dolares e após anos sem entregar o projeto foi cancelado deixando milhares de financiadores na mão, será que temos casos assim no Brasil? E no RPG? Venham com a gente e nos relate nos comentários se você também teve problemas com um financiamento coletivo. Slava. Curte nosso trampo, camarada? Nos apoie através do: apoia.se/lenindragonsrpg Conheça nossa loja em parceria com a Geek Paralelo: https://montink.com/geek-paralelo/produto=lenindragons Use o cupom LENINDRAGONS e ganhe 10% de desconto em nossos produtos.Conheçam nossos parceiros da Diadoramas: https://diadoramas.com.br com o cupom CAMARADORIM ganhe 10% de descontos em toda a loja. Acessem:www.101games.com.br com o cupom lenindragons10 você recebe 10% de desconto. https://universosimulado.com.br com o cupom universolenindragons você recebe 10℅ de desconto.
No 40º episódio do Rodada dos Ouvintes Gustavo Lopes comenta áudios dos nossos apoiadores do Catarse comentando suas experiências com financiamentos coletivos, em plataformas como Catarse e MeepleStarter, agora do ponto de vista do consumidor. Comentamos sobre diferentes situações que passamos, projetos que deram certo e que deram errado, dicas para quem vai participar e muito mais.Link da nossa Campanha no Catarse: https://www.catarse.me/gambiarra_board_gamesPlaylists e Índice completo de episódios: https://playlistsgambiarrabg.carrd.co/Instagram com fotos dos jogos @gambiarraboardgames Edição - Gustavo Lopes. Capa - Gustavo Lopes. Vinhetas: Fabs FabulosoParceiros:Acessórios BG: https://www.acessoriosbg.com.brBravo Jogos: https://bravojogos.com.brAroma de Madeira: https://www.aromademadeira.com.brApoio:BGSP: https://boardgamessp.com.br/Créditos:Abertura: Free Transition Music - Upbeat 80s Music - 'Euro Pop 80s' (Intro A - 4 seconds)Jay Man - OurMusicBox Trilha: Inner Light by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3916-inner-lightLicense: https://filmmusic.io/standard-license
No 39º episódio do Rodada dos Ouvintes Gustavo Lopes comenta áudios dos nossos apoiadores do Catarse que são autores e tiveram experiências com financiamentos coletivos, em plataformas como Catarse e MeepleStarter. Comentamos das dificuldades, sobre lidar com o público, criadores de conteúdo, metas estendidas e das complicações do processo do lado do autor.Link da nossa Campanha no Catarse: https://www.catarse.me/gambiarra_board_gamesPlaylists e Índice completo de episódios: https://playlistsgambiarrabg.carrd.co/Instagram com fotos dos jogos @gambiarraboardgames Edição - Gustavo Lopes. Capa - Gustavo Lopes. Vinhetas: Fabs FabulosoParceiros:Acessórios BG: https://www.acessoriosbg.com.brBravo Jogos: https://bravojogos.com.brAroma de Madeira: https://www.aromademadeira.com.brApoio:BGSP: https://boardgamessp.com.br/Créditos:Abertura: Free Transition Music - Upbeat 80s Music - 'Euro Pop 80s' (Intro A - 4 seconds)Jay Man - OurMusicBox Trilha: Inner Light by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3916-inner-lightLicense: https://filmmusic.io/standard-license
A captura de Maduro foi resultado de uma operação americana rápida e eficiente, comparada à fracassada tentativa russa de eliminar opositores venezuelanos. Isso expôs fragilidades do regime e dos sistemas de defesa venezuelanos. Maduro enfrenta graves acusações nos EUA, incluindo liderança de uma rede internacional de narcotráfico e proteção de criminosos. O caso lembra o de Manuel Noriega, ex-líder do Panamá, também capturado e julgado nos EUA. O regime venezuelano reativou grupos paramilitares (“coletivos”) para reprimir manifestações de apoio à prisão de Maduro, mostrando que o controle nas ruas permanece forte. A Venezuela deve cerca de 17 mil milhões de dólares à Rússia e é um dos principais compradores de armas russas. A queda do regime pode levar esse arsenal para as mãos da Ucrânia, agravando o conflito no leste europeu.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (26): A cidade de São Paulo registrou nesta quinta-feira (25), dia de Natal, a maior temperatura já observada no mês de dezembro desde o início das medições oficiais. Os termômetros marcaram 35,9°C, superando o recorde anterior de 35,6 °C registrado em 1998. Reportagem: Danúbia Braga. Levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (26) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno contra todos os nomes da direita testados. Lula aparece com 37,6%, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que soma 27,8%. Em um cenário com o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso, o petista também lidera, com 36,9% contra 31,3%. A maior vantagem ocorre diante de Michelle Bolsonaro, com 37,2% para Lula e 24,4% para a ex-primeira-dama. Já nos cenários de segundo turno, o estudo aponta empate técnico entre Lula e os principais adversários da direita, como Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) derrubou o veto do governador Cláudio Castro à chamada “gratificação faroeste”, criada em 1990, que prevê bonificações de 10% a até 150% do salário para policiais envolvidos em apreensões de armamentos e ações letais durante operações. O veto havia sido justificado pelo Executivo com base em restrições do Regime de Recuperação Fiscal. Reportagem: Rodrigo Viga. O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, convocou uma sessão extraordinária para a próxima terça-feira, dia 30, às 13h30, para analisar o dissídio coletivo envolvendo a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e seus empregados. Antes do julgamento, o Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Cejusc) do TST promoverá, na segunda-feira (29), uma nova rodada de negociações entre a estatal e os representantes dos trabalhadores, com o objetivo de tentar um acordo e evitar que o caso seja decidido pela Seção de Dissídios Coletivos. Reportagem: Janaína Camelo. O Banco Central deve apresentar até as 12h desta sexta-feira (26) sua defesa sobre a liquidação extrajudicial do Banco Master. A manifestação atende a uma determinação do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, que concedeu prazo de 72 horas para que o BC detalhe os fundamentos técnico-jurídicos do processo conduzido pelo órgão. Reportagem: Janaína Camelo. Quatro homens que haviam sido beneficiados pela saída temporária do sistema prisional foram presos em flagrante por violência doméstica em cidades do interior de São Paulo, entre a terça-feira (23) e a quarta-feira (24). De acordo com boletins de ocorrência da Polícia Civil. Reportagem: Camila Yunes. Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria, segundo anunciou o presidente Donald Trump nesta quinta-feira (25), dia de Natal. De acordo com Trump, o grupo vinha promovendo ataques contra comunidades cristãs na região. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, anunciou nesta quinta-feira (25) que discutiu “detalhes importantes” de um possível plano de cessar-fogo com a Rússia durante conversas com os enviados do governo dos Estados Unidos, Steve Witkoff e Jared Kushner. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No segundo episódio do DesenvolvaCast, temos a presença de Fabiana Lins de Sá, Diretora do Hospital Vitória Anália Franco e Fernando Cavalcante de Oliveira, analista de contas médicas nas operações da Rede Total Care. O episódio tem como objetivo trazer ferramentas desenvolver habilidades de liderança para todos, estimulando a iniciativa, colaboração e engajamento para que cada um possa contribuir de forma significativa para os objetivos da equipe e da organização, independentemente de sua posição.Esse é o videocast do time de Pessoas do Grupo Amil, mediado por Renata Gusmon, diretora executiva de Pessoas.
O Cyrille Aloisio, o Gonçalo Ferreira e o Bruno Tomás comentaram as principais noticias desta semana da NBA, principalmente o despedimento de Nico Harrison e do treinador Willie Green. Onde falamos apaixonadamente de NBA! Podem seguir o nosso grupo de Whatsapp dedicado à NBA em: https://chat.whatsapp.com/D57ZvbPu0jLIcMI73jClVV Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Subscreve o canal e apoia o Vamos Falar de FUm: https://www.youtube.com/channel/UCWgzFlfQqhYlRxfATnL2cjg/join
Falo sobre recente condenação ocorrida no TJRJ contra o ex-prefeito do RJ, Marcelo Crivella, que, em 2019, tentou censurar uma revista em quadrinhos que continha a cena de um beijo entre 2 personagens homens exposta na Bienal do Livro. Ele foi condenado a pagar R$100mil reais a título de danos morais coletivos. Discuto laicidade do Estado, privatização do público e homofobia institucional.
No TV Elas Por Elas Formação deste sábado, 20 de setembro, você assiste a reapresentação do resumo das aulas da semana com o tema "Mulheres, Coletivos e Territórios”.Participam: Izabela Fernandes, mediadora culturalAçucena Chaves, vereadora de Cariacica-ESCláudia Lima, secretária nacional de nucleação do PTLuciana Mota, especialista em gestão de políticas públicas de gênero e raça
O novo episódio do podcast STJ No Seu Dia já está no ar e trata de um tema essencial para a preservação do meio ambiente e para a consolidação da reparação integral no Brasil: a indenização por danos morais coletivos em casos de degradação da natureza.Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, a especialista em direito ambiental Luciana Lanna repercute recente decisão da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que fixou sete critérios objetivos para identificar quando há direito à indenização por danos morais coletivos decorrentes de lesões ambientais.No bate-papo, a convidada explica conceitos importantes como a presunção do dano imaterial, a responsabilização de múltiplos agentes pela macrolesão ecológica e a diferenciação entre a reparação material e moral dos danos causados à coletividade.Também são discutidos casos emblemáticos julgados pelo STJ, especialmente aqueles relacionados à proteção de biomas considerados patrimônio nacional, como a Amazônia, a Mata Atlântica e o Pantanal, além do fortalecimento do dever de reparação mesmo quando a degradação ocorre em áreas de pequena extensão.STJ No Seu Dia Produzido pela Coordenadoria de TV e Rádio do STJ, o podcast traz entrevistas com linguagem simples e acessível sobre questões institucionais e/ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania.O conteúdo é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.
No tempo das redes sociais, muita gente sente necessidade de se ver representada. De ouvir vozes que expressam aquilo que elas próprias pensam e acreditam. Mas nem sempre as instituições dão conta dessa pluralidade. E é aí que surgem os coletivos: grupos de pessoas que compartilham ideias semelhantes e decidem se juntar para se expressar em conjunto, para terem relevância e voz.Hoje a gente vai falar sobre os coletivos judaicos, que têm ganhado cada vez mais espaço e importância. Para isso, convidamos o Marcelo Semiatzh, integrante do coletivo Judeus e Judias pela Democracia de São Paulo, que tem atuado nos últimos anos como uma voz judaica em defesa das instituições democráticas e dos direitos humanos no Brasil.
Daniel Miari, cofundador e CMO da INCO Investimentos, e Marcelo Braga, sócio da área de Financial Services da Forvis Mazars, discutem como os investimentos coletivos estão remodelando o acesso ao crédito para empresas e oferecendo novas oportunidades para investidores. A conversa explora o modelo da INCO, a captação em tranches, a transparência nas operações, o avanço para investimentos atrelados ao dólar e os desafios de escalar uma fintech com governança sólida.Participantes:Daniel Miari, Co-fundador e CMO, INCO.Marcelo Braga, Sócio do Financial Services, Forvis Mazars.Host(s):Alexandre Abreu, Apresentador, Tracto.
Neste podcast: eu trago uma reflexão sobre o funcionamento dos Financiamentos Coletivos no mundo o RPG de MesaEnvie sua história, sugestão, dúvida, crítica para o email:Email e PIX: dadoscriticos@email.comASSINE O APOIA.SE: https://apoia.se/dadoscriticosREDES SOCIAIS: https://linktr.ee/dadoscriticosNÃO CLIQUE AQUI! https://cutt.ly/faleipranaoclicarCaixa Postal:Igor Téuri - Dados Críticos Caixa Postal 5078 - CEP: 31611-970Belo Horizonte - MG
Os leões mostraram dificuldades em termos defensivos e hesitação em momentos ofensivos. A derrota frente ao Leipzig revela que Rui Borges tem "arestas a limar". A análise de Mário Cagica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A taxa de desemprego situou-se nos 6,7% em novembro, um aumento de 0,1 pontos percentuais face ao mês anterior, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta segunda-feiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Votações em Brasília: Reforma Tributária, PEC do Ajuste Fiscal, Celulares nas escolas e Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025. Seca histórica durou 9 meses em mais de 130 cidades no Brasil; consulte lista. Acusado de drogar ex-mulher para estupros coletivos é considerado culpado. Rússia exibe exercício militar com bombardeiros perto da costa dos EUA após general dizer: 'Controle de armas ficou no passado'.
Discuto decisão de uma Ação Civil Pública que condenou a Rede Record e o Bispo Edir Macedo por danos morais coletivos em razão de vídeo que colocava pessoas homossexuais no mesmo patamar de criminosos. Discuto os limites e os abusos das liberdades de expressão e religiosa a partir de 2 casos do STF: HC. 82424 e ADO. 26.Design novo by @AndersonHortaDesign
Neste episódio, conversamos com João Rozatti Longhi, defensor público da DPPR, sobre os conflitos possessórios coletivos. O artigo 6º da Constituição elenca o direito social à moradia a todos os brasileiros, mas a realidade mostra uma situação oposta: nos anos 2000, uma agência da ONU contabilizou 33 milhões de pessoas sem acesso à moradia adequada no Brasil. A irregularidade destas habitações no âmbito urbano, em nosso país, acaba sendo uma constante. Cerca de 60% dos imóveis apresentam algum tipo de irregularidade, sendo que mais de 40 milhões de domicílios urbanos não possuem escritura. Em levantamento realizado pelo CNJ em 2021, foi demonstrado que a quantidade de ações sobre conflitos possessórios aumentou em todos os tribunais, porém apenas 5% dessas ações coletivas tinham como partes, coletividades organizadas. A atitude de impulsionar o cidadão para a informalidade tem raízes históricas, em especial, na formatação da ocupação espacial do solo. Cria-se uma distinção social entre aqueles que possuem acesso a espaços regularizados de direito e os que estão à margem, no acesso destes bens. O resultado é uma cidadania regulada e segmentada. Esse cenário complexo tem levado diversos atores do Direito a buscar soluções para esses conflitos coletivos que respeitem os direitos humanos e garantam a efetividade do direito à moradia. Para tanto, neste episódio debatemos questões como os conflitos no âmbito urbano e rural, a especulação imobiliária, a priorização do direito à propriedade, a aplicação das Resoluções 10/2018 e 510/2023 do CNJ, a realização de despejos coletivos, a criação das Comissões de Soluções Fundiárias, o tratamento dos litígios coletivos no CPC e nos processos estruturais. Capítulos (00:00) - Abertura (00:21) - Apresentação (03:12) - Direito à propriedade x Direito à moradia (11:29)- Resolução 10/18 - CNJ, despejos e deslocamentos forçados (20:37) - Resolução 510/23 - CNJ, Comissões de Soluções Fundiárias (26:30) - Tratamento dos litígios coletivos no CPC (33:17) - Critérios de vulnerabilidade social (37:08) - Processos estruturais na resolução de conflitos fundiários (43:15) - Conflitos em áreas urbanas e rurais e o parcelamento irregular do solo (55:55) - Encerramento Comentários e sugestões: julgadosecomentados@mppr.mp.br || Siga o MPPR nas redes sociais: Facebook: Ministério Público do Paraná, Twitter: @mpparana, Instagram: @esmp_pr, YouTube: Escola Superior do MPPR e site da ESMP-PR: https://site.mppr.mp.br/escolasuperior Produção: Fernanda Soares, Gabriel Oganauskas, Paulo Ferracioli e Erica Lewin || Edição: Gabriel Oganauskas || Créditos: Aces High - KevinMacLeod (incompetech.com), CC BY 3.0 || Floating Whist by BlueDotSessions || In The Back Room by BlueDotSessions || The Stone Mansion by BlueDotSessions || Vienna Beat by BlueDotSessions || Jazzy Sax, Guitar, and Organ at the club - Admiral Bob feat. geoffpeters, CC BY 3.0
O projeto de autoria do senador Flavio Arns (PSB-PR) dá aos planos de saúde coletivos a mesma proteção dos planos individuais ( PL 2415/2024 ). O projeto foi apresentado no primeiro semestre, no momento em que se discutia o cancelamento unilateral de contratos de planos de saúde coletivos por parte das operadoras. Flavio Arns defende o projeto, fala sobre a disparidade de reajustes entre os tipos de planos e as expectativas em relação à receptividade da matéria. * Entrevista originalmente veiculada em 20/06/2024.
Coletivos se unem para desafiar o sistema atual, possibilitando formas alternativas de produção e formando comunidades sustentáveis e muito resilientes.
Como compreender os desencarnes coletivos? São como "karmas de outras vidas"? São planejados pela espiritualidade? Vamos entender melhor nesse epísódio completo! Inscreva-se em nosso canal:
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Você anda sofrendo com as mudanças na rede credenciada do seu plano de saúde? Pois a Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, aprovou novas regras de portabilidade, ou seja, para os clientes trocarem de seguro, quando um hospital ou laboratório for descredenciado. Esta tem sido uma das reclamações mais comuns ultimamente porque os planos estão descredenciando inúmeros serviços. Além dessa regra, tem outras novidades que você deve conhecer para ter assegurados seus direitos. Nós vamos conversar sobre esse assunto com dois especialistas dessa área: a advogada do IDEC, Ana Carolina Navarrete e o advogado Marcos Patullo, advogado especialista em direito à saúde.
Proponho a todas, todos e todes ouvintes alguns pactos coletivos. Está na hora de atualizarmos algumas regras de cidadania e avançarmos enquanto sociedade! O que define alguém como emocionado? Existe timming certo para se declarar? Adicionou nos melhores amigos = tá a fim? Participações das/dos camaradas Alana Azevedo (Dona Helena Podcast) e Senhorita Bira (Algoritmo da Imagem). Passivas comportadas não fazem revolução… Me siga no Instagram e não esqueça de avaliar o podcast! :)
Na esteira de uma mudança política no Brasil em direção à justiça ambiental e aos direitos indígenas, o ativista e DJ Eric Terena (do povo indígena Terena) compartilha neste episódio de Seedcast como a música pode contribuir para o bem coletivo. Ele conta a história de como aprendeu a integrar suas identidades de ativista, comunicador e artista, e como suas colaborações com llideranças indígenas como Sonia Guajajara e Celia Xakriabá podem ajudar na conscientização sobre os direitos indígenas em todo o mundo. A produtora Marianna Romano nos traz esse episódio desde São Paulo e uma versão em português desse episódio será compartilhada anas próximas semanas. Apresentadora: Jessica Ramirez. Produtora: Marianna Romano. Editor de histórias: Jenny Asarnow. Produtor Executivo: Tracy Rector. Assim como a arte e a música são parte integrante do movimento pelos direitos indígenas, a música é central neste episódio. As faixas em destaque de Eric Terena são: Tetchi'arü'ngu (Remix) por Eric Terena e Djuena Tikuna (Assista ao vídeo aqui) Resistência Indígena (ft. Celia Xakriabá), destaque neste conjunto do Acampamento Terra Livre 2021 Inversões de Eric Terena e Gean Ramos Pankararu (Ouça aqui) Saiba Mais: Siga a Mídia India no Instagram Ouça mais da música de Eric no SoundCloud Saiba mais sobre o trabalho da produtora deste episódio, Marianna Romano This episode can be enjoyed in English as well. Listen here.Seedcast is a production of Nia Tero, a global nonprofit which supports Indigenous land guardianship around the world through policy, partnership, and storytelling initiatives.Enjoy the Seedcast podcast on Apple Podcasts, Spotify, and your other favorite podcast platforms. Keep up with Seedcast on Instagram and use the hashtag #Seedcast.
No programa Ritmos da Terra a Bruxa Evani nos presenteia com sua mentoria em diversas áreas da vida, para nos guiar no nosso encontro do sagrado feminino, despertar da nossa essência, e nos encontrar nas inseguranças do mundo atual. Essa é a hora certa de ter um aconselhamento da Bruxa! Quer agendar uma consulta de tarot com a Bruxa Evani, ou a sua equipe? Ligue para (11) 94034-3160 SIGA A BRUXA EVANI NAS REDES SOCIAIS: Instagram: https://www.instagram.com/bruxaevani/ Facebook: https://www.facebook.com/bruxaevanioficial YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCj2VQdHbiPgI7zKS3cowHyw
De Nova York, respondendo a perguntas – palestra de Benjamin Teixeira de Aguiar (1º/05/22)
Um concurso de ilustrações sobre direito à moradia recebe inscrições até o dia 23 de maio. O edital, promovido pela Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) e lançado nesta semana, permite inscrições até o dia 23 de maio. Podem participar brasileiros ou estrangeiros residentes no país. Para isso, é necessário apresentar um conjunto de cinco ilustrações sobre o tema, inéditas, coloridas e feitas com técnica livre e manual. A seleção será realizada por uma comissão julgadora composta por uma defensora pública, um assessor de comunicação e um designer gráfico. O autor ou autora do trabalho selecionado receberá um prêmio de R$ 1 mil e terá as cinco ilustrações presentes na Cartilha do Direito à Moradia do Cidadão Vulnerabilizado, da DPMG. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas presencialmente na Defensoria Especializada em Direitos Humanos, Coletivos e Socioambientais (DPDH). O resultado será divulgado no dia 9 de julho.
Nesta edição, Cleber Facchi (@cleberfacchi), Isadora Almeida (@almeidadora), Renan Guerra (@_renanguerra) e Nik Silva (@niksilva) relembram movimentos, gêneros e artistas que contribuíram para alguns dos maiores delírios do mundo da música. Apoie o nosso podcast: https://bit.ly/3ohnUck Não Paro De Ouvir ➜ gorduratrans https://bit.ly/3xvkuIv ➜ Wet Leg https://spoti.fi/3Es3bJA ➜ keiyaA https://bit.ly/3vi0shH ➜ Lizzo https://bit.ly/3M5HqSG ➜ Faye Webster https://bit.ly/3xrePD1 ➜ Jockstrap https://bit.ly/3M8tTd6 ➜ Sheryl Crow https://spoti.fi/3uWfafv ➜ Built To Spill https://bit.ly/3KNYA6V ➜ Jamie XX https://bit.ly/3M1qI6K ➜ Axel Boman https://spoti.fi/38759Tu ➜ Omar Apollo https://bit.ly/3xF0kM7 ➜ Sault https://bit.ly/36yB3YY ➜ 100 gecs https://spoti.fi/3jXqfqq ➜ Launder https://spoti.fi/394HlQW Você Precisa Ouvir Isso ➜ Coda (VOD) ➜ Severance (Apple TV+) ➜ Balaclava 10 anos https://bit.ly/3jW8EPo ➜ Podcast Crime e Castigo https://spoti.fi/3EwSEgw ➜ Metal Lords (Netflix) Contato: contato@vamosfalarsobremusica.com.br
A menos de uma semana das eleições municipais, resolvemos conversar com a Paula Nunes, que compõe o mandato coletivo da Bancada Feminista (PSOL) para Câmara Municipal de São Paulo. Além de entender melhor o que é, como se constrói e qual a importância das candidaturas coletivas na política institucional, falamos sobre a necessidade de uma agenda progressista, feminista e em diálogo com movimentos sociais no poder Legislativo. Para apoiar o Chutando a Escada, acesse chutandoaescada.com.br/apoio Comentários, críticas, sugestões, indicações ou dúvidas existenciais, escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram desse podcast: Carolina Pavese – facebook.com/carol.pavese.7 Débora Prado – twitter.com/debfbp Paula Nunes – twitter.com/panunes_ Conheça, apoie e divulgue a candidatura da Bancada Feminista no site oficial e nas redes sociais (Instagram, Facebook e YouTube)! Saiba mais sobre candidaturas coletivas! Citado no episódio: Perfil dos candidatos nas eleições municipais (TSE) Music by: Epidemic Sound www.epidemicsound.com The post Mandatos coletivos e Bancada Feminista appeared first on Chutando a Escada.