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EDICIÓN EUROPEA · WORLD MUSIC CHARTS EUROPE ‘Lista Europea de Ritmos Étnicos' JUNIO 2026 TAMIKREST • THE KLEZMATICS •BCUC • YIDDISH GLORY • SOUAD MASSI • PETER SOMUAH • CHEIKH IBRA FAM • TINARIWEN • SUISTAMON SÄHKÖ • DIVKA
Manuel Comesaña inicia el ciclo Muse y Miguel del Pino relata la historia del toro bravo, ¡no te lo pierdas!
Ritmos latinos: de la salsa panameña al flamenco fusión; La Habana del XX, samba brasileña; cumbia; Galicia; y chicha y tropipop.Cambalache — Diego Guerrero; Muerdo; Cristian Letelier L.E.Colombina — Mari FroesEl Panquelero +Fotografías — Rubén Blades; Roberto Delgado & Orquesta (Fotografías)Sal al malecón — Roberto Fonseca (La gran diversión)Vaitimbora — Mari Froes; TrinixEl avión — Monsieur Periné; Carlos VivesManifestando cositas buenas — Papaya DadaCupido (muerte al amor romántico) — Xoel LópezSombras chinas — Xoel LópezMestre Novo da Guiné — Airto Moreira; Ricardo Bacelar +Coqueiro verde — Orquestra Imperial +Versos singelos — Muca; Roberto Menescal; Mirella Costa (Brasil Calling 24)Ante la duda, baila +Tambor chico — Jorge Drexler (Taracá)Escuchar audio
La tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. En el episodio de hoy:Cara B:-La fortaleza de la seda de araña (00:00)-Curiosity encuentra una gran diversidad de compuestos orgánicos en Marte, algunos nunca antes vistos (31:00)-Ritmos circadianos y demencia en el envejecimiento (55:00)-La estructura del horizonte de eventos (1:14:30)-Señales de los oyentes (1:39:15)Este episodio es continuación de la Cara A.Contertulios: Luisa Achaerandio, Juan Carlos Gil, Gastón Giribet, Ignacio Crespo, Francis Villatoro, Héctor Socas. Imagen de portada realizada con Midjourney. Todos los comentarios vertidos durante la tertulia representan únicamente la opinión de quien los hace... y a veces ni eso Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
EDICIÓN EUROPEA · WORLD MUSIC CHARTS EUROPE MAYO 2026 ‘Lista Europea de Ritmos Étnicos' MAYO 2026 THE KLEZMATICS • SOUAD MASSI • BCUC • CHEIKH IBRA FAM • TINARIWEN • KAREYCE FOTSO • DAUGHTERS OF DONBAS • MARIANA SADOVSKA & VESNA • NUEVOS RÍOS • RAÜL REFREE & MARIA MAZZOTTA Más información en: https://www.lossonidosdelplanetaazul.com/
Miami está de regreso… y en La Previa con @SkylineRacing te contamos todo lo que tienes que saber antes del Gran Premio de Miami.La Formula 1 vuelve a la acción con un fin de semana que marca mucho más que una carrera: el inicio de una nueva etapa en la temporada. Los equipos llegan con actualizaciones importantes, adaptándose a regulaciones que ya están cambiando la forma en la que se corre… y se gana.El foco estará en el manejo de energía: el ERS y el despliegue eléctrico ahora serán más decisivos que nunca. Menos margen de error, decisiones más finas desde el volante y desde el pit wall, y una exigencia mayor para encontrar el balance perfecto entre rendimiento y eficiencia.Miami no solo será espectáculo… será incertidumbre total. Ritmos distintos, estrategias en evolución y una parrilla más cerrada que nunca pueden abrir la puerta a grandes sorpresas.La pregunta es clara: ¿quién va a entender mejor estas nuevas reglas desde el primer momento?
História da Música de Angola é a obra que o escritor, professor e jornalista Albino Carlos lançou recentemente em Lisboa. O livro consolida o elo entre identidade, cultura e história. Abordando a produção musical feita nos diferentes géneros e em diferentes línguas nacionais, Albino Carlos contribui para promover a “definição de quem é o angolano e de quem é Angola.” História da Música Angolana é o livro que faltava para um melhor entendimento do manifestar musical de angolanas e angolanos. O mais recente trabalho de Albino Carlos proporciona uma viagem pela alma musical de Angola, pela essência do povo angolano. Estabelecendo a relação entre história, cultura e identidade, o livro História da Música Angolana torna-se essencial para pintarmos um mais elucidativo quadro de uma sociedade onde o cantar e dançar são forma de viver e podem fazer um país evoluir nas diferentes relações dentro da imensa comunidade formada por todos aqueles que fruem da música angolana. A RFI aproveitou a presença do Albino Carlos na capital portuguesa para uma conversa sobre a singularidade da cultura musical de Angola e o livro recentemente editado em Portugal pela Oficina da Escrita. Albino Carlos começa por revelar que a ausência de bibliografia produzida por académicos e estudiosos angolanos foi um dos elementos que espoletou a obra agora lançada. Albino Carlos, autor do livro História da Música de Angola: Este livro nasceu de um questionamento existencial e intelectual. Intelectual por quê? Porque fui percebendo, ao longo do tempo, que a maior parte da bibliografia, dos estudos académicos sobre a música angolana eram feitos por académicos e estudiosos estrangeiros. São conhecidos os estudos profundos do professor Mesquitela Lima, são conhecidos os estudos profundos que a antiga Companhia Nacional de Diamante fez sobre a produção musical da região do Leste, são conhecidos estudos que muitos estudiosos, ainda no século XVIII, alemães fizeram sobre a música angolana. Portanto, havia esta dúvida, este questionamento intelectual: qual a razão pela qual Angola, sendo um país musical, tem tantas músicas, tanto quanto tem de povos e nações, não era objeto de estudo nas universidades, não era objeto de aprofundamento académico por parte dos intelectuais e por parte, sobretudo, da classe académica angolana. Esta foi a perspectiva do questionamento intelectual. Depois, houve também um certo questionamento existencial. O Luis sabe que nós somos a música que produzimos e que fazemos. Os povos definem-se muito pela música, porque a música é a arte das artes, é a expressão da nossa alma. Em qualquer parte do mundo, se disser que estou a cantar um fado, as pessoas remetem logo para Portugal. Basta falar no samba, as pessoas remetem logo para o Brasil, e assim sucessivamente. Tendo em conta que a música, no caso particular da Angola, é um dos mecanismos que os angolanos mais se socorrem para falar de si, para contactar o outro, para chorar, para dançar, para... . Enfim, tendo em conta a importância que esta mesma música desempenhou, quer na resistência contra o colonialismo, quer para suportar as agruras da escravatura, e até na guerra civil que aconteceu, que dilacerou o nosso país, foi graças ao canto, foi graças ao batuque, que os angolanos e Angola resistiram a esses momentos tremendos que nós passávamos e que queremos esquecer. Portanto, a música desempenhou um papel muito, mas muito importante na definição de quem é o angolano e de quem é Angola, quem a Angola é. É esta questão existencial. Quer dizer, eu sempre me bati para que o semba também fosse reconhecido como o símbolo do nosso fazer musical, a simbologia daquilo que o angolano gosta de ser. Então, é por aí que eu decidi começar a fazer um estudo sobre a nossa música. Nos últimos 15 anos da minha vida, mesmo passando pela política, pela docência universitária, fui fazendo os meus estudos, mas também fiz um desafio pessoal, eu não queria fazer um livro sobre música angolana, como eram feitos os livros sobre música. RFI: Então, qual foi o desafio que se colocou? Albino Carlos: Fazer difrente, contar a história da Angola através da sua música. Ver como é que a música caracterizou o angolano. Como é que nós cantamos o amor, como cantamos o infortuno, como vivemos o luto, qual é a força que tem o comboio na simbologia tradicional angolana, como é que cantamos a escravatura. Eu fiz esse estudo profundo e daí resultou num livro enormíssimo que eu chamo de Trilogia da Música Angolana. Este é o primeiro livro, História da Música Angolana, e dei muito destaque à nossa tradição oral, ao cancioneiro tradicional, que é a origem de toda esta musicalidade, sobretudo popular e moderna. Quis fazer também uma recolha de todas as letras das músicas mais emblemáticas angolanas, porque eu via que tínhamos dificuldades. Por exemplo, Muxima, a letra de Muxima, tinha dificuldade em encontrar. Quem quer a letra de Umbi-Umbi, que é uma música de tradição oral, uma música que é muito local, mas tornou-se um hino universal. Era difícil encontrar a letra. Então, fiz também um trabalho de recolha daquelas músicas mais emblemáticas, quer na língua nacional Quimbundo, que é uma das línguas mais preponderantes, como naquelas línguas que também são, de certa forma, subalternizadas. Mas há registros musicais muito fortes nessas línguas. Então esse é o desafio que eu me propus. Este é apenas uma parte deste desafio, porque a trilogia é composta pela História da Música Angolana, que é praticamente o início da música, quais são os temas fundamentais da música, quais são os elementos constitutivos do discurso musical angolano. RFI: História da Música Angolana é o livro que foi recentemente apresentado. Há, então, mais dois a serem publicados? Albino Carlos: Sim, faz parte de uma trilogia sobre o fazer musical angolano. Há um livro que é só sobre o semba. Mas não é um livro, ao contrário dos outros livros, que são muitas cronologias históricas, nasceu no dia tal, o grupo... Não, eu fiz uma análise do discurso musical. O que o semba canta e como canta. A fome, a miséria, a guerra, o ciúme, a paixão. Enfim, eu fiz uma análise semiótica do discurso musical. Ao invés de preocupar-me em falar sobre os grupos, o historial cronológico dos fenómenos musicais, não. Eu fiz uma coisa um pouco mais difícil. Eu queria fugir um bocadinho daquilo que são normalmente os livros sobre história das músicas, quer em Portugal, quer no Brasil. RFI: O Semba que está, neste momento, em processo de candidatura para que venha a ser considerado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. Albino Carlos: Eu penso que neste momento há condições objetivas e subjetivas que nos permitem estar mais animados neste processo. Porquê? Porque o Fado já foi reconhecido, o Samba de Roda já foi reconhecido, a Coladera foi reconhecida, muito recentemente o Reggae foi reconhecido, a Rumba foi reconhecida. São todas musicalidades que bebem, intercambiam, têm subsídios com o Semba e são parecidos com o Semba. Há, digamos assim, elementos que se cruzam entre o Semba e o Samba. Há uma influência muito forte da musicalidade africana no Fado. O Reggae não preciso mais dizer, o Reggae vem da África, se bem que tem uma essência muito forte daquela região, do Caribe. E nesse contexto, o Semba, pelo fato de ser uma música nacional, mas muito aberta ao mundo, da mesma forma que é o angolano, é um povo africano, mas muito aberto ao mundo. Nós herdamos um bocadinho esta particularidade dos portugueses. Portugal é um pequeno país que dominou o mundo, não é? Espalhou-se por mares nunca antes navegados. Herdamos esta abertura, esta pluralidade, esta multiplicidade, este diálogo com o outro, este intercâmbio, esta miscigenação. É isto que nos faz fortes e é isto que faz forte o Semba, porque o Semba é uma música urbana. Obviamente que as raízes vêm da Ambaca, daquela região do Cuanza Norte, mas passou a ser Semba, como Semba, a partir do momento em que o N'gola Ritmos fez dele um ritmo mais urbano. Já tem viola, é uma música popular, é moderna. Mas também neste Semba tem influência portuguesa, do Fado e outras sonoridades portuguesas e europeias. Tem muita influência também latino-americana, tem muita influência da Rumba congolesa, sendo certo que a Rumba também tem alguma origem em Angola, mas é daquela região. Portanto, o Semba é, digamos assim, o melhor espaço que o angolano encontrou para se definir a si mesmo, para expressar aquilo que vai na alma, para se relacionar com o mundo. O Semba, por intermédio de algumas derivações, como o Kuduro e a Kizomba, tem dado sons aos sons do mundo. Hoje a Kizomba conquistou o mundo, hoje toda a gente quer dançar Kizomba, mas a Kizomba não é só mais uma derivação do semba. RFI: O que é que se pode encontrar neste livro? Albino Carlos: É um livro que faz uma viagem pelas práticas musicais angolanas. É um livro que dá muito ênfase à identidade musical de Angola, às línguas nacionais e como é que essas línguas nacionais, estando mais próximo daquilo que são os rumores do nosso pensamento e da nossa alma, expressam melhor o nosso pensamento, os nossos sonhos e as nossas frustrações. É um livro que também faz muita referência ou dá grande destaque à música de intervenção. O Luís sabe bem que a música de intervenção jogou um papel muito importante na nossa independência e também jogou um papel muito importante no 25 de abril. Zeca Afonso é uma figura emblemática. Zeca Afonso marcou a música de intervenção angolana. Os grandes trovadores portugueses, sobretudo daquele período quente do 25 de abril, marcaram profundamentalmente a música de intervenção e esta música de intervenção teve um papel extraordinário no desenrolar no xadrez político angolano naquele período da independência. Falo também da música como um espaço de libertação da mulher. A música também é isto, tem também sentido de missão. Por exemplo, Angola ainda sendo um país com uma certa cultura machista, como é que as mulheres, através da música, conseguiram serem sujeitos de discurso ao invés de objetos de discurso? Cantava essa mulher, né? Oh, Maria... Não, agora é a Maria que está a cantar sobre o Zé, é a Maria que está a cantar sobre ela, é a Maria que está a cantar como uma pessoa, não como uma mulher, não como um indivíduo, não para se contrapor ao homem, mas para afirmar-se, para um espaço de liberdade, um espaço de expressão. É um livro que também fala sobre algumas particularidades do discurso musical, por exemplo, a força do comboio, a força da feitiçaria, a força da religião, a força da tradição e como é que faz essa mistura com o discurso da modernidade. É um livro que também fala sobre a canção infantil angolana, mas, obviamente, sempre fazendo referência ao que se faz também ao nível do mundo, sobretudo, à forte influência que Portugal exerce e continua a exercer na nossa idiosincrasia. Por exemplo, nós não podemos falar da canção infantil angolana sem referências profundas dos cantos de ninar de Portugal. O “Atirei o pau ao gato”..., enfim. Todos nós tivemos uma infância cuja banda sonora eram aquelas músicas que os nossos avós, os nossos pais foram cantando e continuamos agora a transmitir aos nossos filhos e aos nossos netos. E tenho a convicção profunda de que os nossos filhos, os nossos netos vão também transmitir essa experiência de socialização, de passar valores da família, do amor, da fraternidade, por intermédio da canção infantil. A canção infantil angolana também desempenhou este papel e tem desempenhado até um papel muito mais do que aquilo que é a canção de ninar ou a canção de roda. É uma canção que foi usada também para incutir nas nossas crianças, o amor à terra, para conhecerem o seu país, para terem o orgulho da sua nacionalidade. Enfim, a história da música angolana é a história da Angola contada através da sua música. Sendo certo que Angola é um país novo, está a construir a sua história, está a escrever a sua história. Mas, a história da Angola não será completa sem o capítulo relacionado com a música. De tal sorte que a história da Angola confunde-se com a história da música angolana. É esta a tese fundamental deste livro. RFI: Albino Carlos, qual foi o grande desafio, os grandes obstáculos, que encontrou para escrever este livro?Albino Carlos: Desde logo a bibliografia, a dificuldade de recolha das músicas. Tive uma dificuldade porque eu, sendo de Luanda, não domino as línguas nacionais, domino mais ou menos o quimbundo, mas não domino as outras línguas. E isto, de certa forma, pode ser uma crítica, e já agora é uma crítica que eu aceito. Houve um certo pendor para o grupo etnolinguístico quimbundo, que é da minha região, da zona de Luanda. Há um certo privilégio, digamos assim. Houve maior preponderância na recolha e na abordagem desse espaço etnocultural. Mas não foi por intenção. Foi pela minha dificuldade, foi pela minha incapacidade intelectual. Obviamente que fez um esforço enormíssimo que este livro espalhasse a diversidade cultural. Porque é da diversidade cultural que reside a força e a riqueza da Angola. Angola é o que é porque existem 21 províncias, existem várias nações, no intuito de criar uma só nação, uma nação forte, um só povo e uma só nação. Quer dizer, num conceito no sentido de afirmar a sua identidade e se afirmar no contexto das nações. Esse foi o grande desafio. Por outro lado, houve também o desafio da pouca bibliografia. Vou só dar um exemplo, de 1960 até hoje, pouco menos de 40 obras existem sobre a música angolana. Mesmo sendo este país conhecido a nível internacional pela música. África do Sul, por exemplo, que é aqui a nossa vizinha, tem mais de 300 títulos sobre a sua produção musical. Que abrange desde a música tradicional ao mais moderno dos modernos. O Kuduro, esta música que nos tem afirmado a nível internacional, o primeiro doutoramento foi feito numa universidade portuguesa. É este o grande desafio que é lançado aos angolanos. RFI: A obra foi recentemente publicada em Portugal. Depois de Portugal, o que é que pode acontecer? Albino Carlos: De facto, o livro criou muitas expectativas. Porque eu fui falando ao longo desse tempo. Na qualidade académico, coloquei a problemática da música na universidade, na academia. Fui alertando, ao longo desse tempo, que estava a produzir esta obra. Portanto, há muitas expectativas em Angola. Estou a ser cobrado. Obviamente que problemas de logística e problemas financeiros limitam a possibilidade de poder lançar em Angola. Mas estamos a envidar todos os esforços no sentido de que no mês de junho nós possamos fazer o lançamento em Angola. Moçambique também já convidou, o Brasil também já está interessado nesta obra. Significa dizer que, em colaboração com a editora, vamos colocar esta obra em todo o espaço da lusofonia. Sendo certo que o nosso fazer musical, o fazer musical do espaço da lusofonia, carece de bibliografia. Para que os nossos cidadãos sintam-se orgulhosos do seu discurso. De um dos discursos que mais marcam. Um dos discursos que mais marca a lusofonia é a música. Não existe Brasil sem samba. Portugal sem o fado, não sei o que seria.
Manuel Comesaña finaliza el ciclo de Neo Soul Británico por todo lo alto, con ritmos movidos y semejanzas a Adele o Amy Winehouse, ¡no te lo pierdas!
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No final de março de 1966, o jornal O Estado de Minas traz o anúncio de uma mudança que estava para acontecer na Rádio Mineira de Belo Horizonte. A chegada do sistema Plenimúsica/Factorama é o início de um tipo de rádio feito pensando no público jovem. Logo, a fórmula se espalha por todo o país, em emissoras como Difusora de São Paulo e Tamoio e Mundial, no Rio de Janeiro. Nesta edição especial, você conhece detalhes desta história com a participação de Edu Malaveia, autor do livro "Plenimúsica: memórias de um ouvinte malcomportado". A conversa foi ao ar originalmente em 2011 pela Rádio Malaveia. Capítulos:00:00 Abertura sobre os 60 anos do início do rádio jovem no Brasil01:37 Matéria do jornal O Estado de Minas anuncia a nova programação da Rádio Mineira em 1966, destacando o esquema Plenimúsica como sendo o futuro do rádio. 02:49 A Rádio Mineira, de Belo Horizonte, é pioneira da programação de rádio especialmente dedicada ao público jovem04:11 Darcio Arruda pela Rádio Difusora Jet Music de São Paulo04:27 O padrão de loucução da Difusora Jet Music04:57 Rádio musical chega como alternativa ao avanço da TV no Brasil e José Mauro traz o formato Fourplay, dos Estados Unidos, que faz ouvinte ter sensação de que mais músicas eram tocadas na programação07:22 Carlos Townsend evolui o formato de rádio musical para a criação da Cidade FM08:28 A influência do rádio dos Estados Unidos e a inspiração de Big Boy no locutor Woolfman Jack11:33 O rádio fica mais econômico com a presença de DJs e o "vitrolão"12:39 O transistor revoluciona o jeito de ouvir rádio, que, a partir dos anos 60, torna o meio de comunicação portátil e móvel13:46 Big Boy na Rádio Mundial15:51 Darcio Arruda na Rádio Saudade FM, de Santos16:18 Edu Malaveia comenta inspiração de Big Boy em Woolfman Jack, com vinhetas e trilhas que são usadas no programa Ritmos de Boate 18:14 Ângelo Vizarro Junior na webradio Alive relembra como era a Difusora dos anos 7021:18 Sobre mensagem da música Radio GaGa, do Queen, de 198522:28 Mix de músicas sobre rádio
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O cantor e compositor paraibano Fuba de Taperoá (1953-2017), que se dedicou a diferentes ritmos ligados ao forró - baião, xote, xaxado, coco e rastapé, entre outros -, é o destaque desta edição de Vira e Mexe. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 28 e 30 de março de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Aquí Asia - 21 de marzo de 2026 - El proyecto familiar de ritmos asiáticos que tiene eco en Colombia by Javeriana919fm
Jaume Segalés y su equipo comentan asuntos de la actualidad y traen las mejores recomendaciones culturales. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos: OVO del Circo del Sol El Circo del Sol vuelve a Madrid con la gira internacional de su espectáculo OVO. Seis únicas funciones esta semana en el Movistar Arena (Av. de Felipe II) de jueves a domingo, 19 al 22 de marzo. Presenta la versión renovada de este espectáculo que nos traslada a una colorida colonia de insectos que vive en la selva amazónica. OVO (huevo en portugués) cuenta con un equipo de 100 personas de 25 países. Entre ellos 53 artistas, incluidos los músicos que interpretan en directo, con instrumentos típicos brasileños, la enérgica banda sonora protagonizada por batucadas y sambas. Ritmos que acompañan los despliegues acrobáticos, que redefinen los límites del cuerpo humano, tan característicos del Circo del Sol. Desde su estreno en Montreal en 2009, OVO ha emocionado a más de 7 millones de espectadores en su periplo por 40 países. Un show familiar que incide en valores humanos como el amor y la amistad. Con un vestuario y escenografía absolutamente coloristas, OVO tiene como conductor y maestro de ceremonias a Master Flipo, un extravagante escarabajo, torpe y travieso, que es el jefe de esta sorprendente colonia de insectos. Entrevistamos al artista que da vida a Master Flipo, el español Mateo Amieva. STEM Racing Spain Competición educativa para estudiantes de entre 9 y 19 años que combina la pasión por el automovilismo con el aprendizaje práctico de disciplinas STEM (ciencia, tecnología, ingeniería y matemáticas). Representada en España por la Fundación MADCUP, esta iniciativa desafía a los equipos a diseñar, fabricar y competir con monoplazas de Fórmula 1 a escala impulsados por aire comprimido. Madrid será este año la sede de las competiciones regionales y nacionales. En ellas, más de 150 equipos y 90.000 estudiantes de la ESO presentarán su proyecto deportivo y empresarial en esta iniciativa que cuenta con el aval y el apoyo de la Fórmula 1 Entrevistamos a la directora de STEM Racing Spain, Cristina Benzal.
Hello Americans || (08) Ritmos de las Americas | January 1, 1943: : : : :You can donate to show your support for my podcast and the time I put into creating and posting every week. Donations are through my duane.media PayPal account:https://www.paypal.com/donate/?hosted_button_id=MSL7S8FKCSL94My other podcast channels include: MYSTERY x SUSPENSE -- DRAMA X THEATER -- SCI FI x HORROR -- COMEDY x FUNNY HA HA -- VARIETY X ARMED FORCES.Subscribing is free and you'll receive new post notifications. Also, if you have a moment, please give a 4-5 star rating and/or write a 1-2 sentence positive review on your preferred service -- that would help me a lot.Thank you for your support.https://otr.duane.media | Instagram @duane.otr#orsonwelles #oldtimeradio #otr #radioclassics #citizenkane #oldtimeradioclassics #classicradio #mercurytheatre #duaneotr:: :This podcast uses the following third-party services for analysis: Podtrac - https://analytics.podtrac.com/privacy-policy-gdrp
Ritmos infantiles con Amaya de Miguel, Lo que sueña un perro en el teatro, maridajes magistrales y ficción sonora de Alicia Parente sobre Vivian Maier
EDICIÓN EUROPEA · WORLD MUSIC CHARTS EUROPE ‘Lista Europea de Ritmos Étnicos' FEBRERO 2026 NANCY VIEIRA & FRED MARTINS • MULUKEN MELLESSE • NALBANDIAN THE ETHIOPIAN • JÚLIA KOZÁKOVÁ • SYRAN MBENZA • LINA & MARCO MEZQUIDA • TEIJA NIKU • SARAKINA • LIVIA MATTOS • SENDUKI Más información en: https://www.lossonidosdelplanetaazul.com
Asfalto o montaña. Ritmos o desnivel. Reloj o sensaciones. En este episodio hablamos de las diferencias entre el running urbano y el trail, no para decidir cuál es mejor, sino para entender qué exige cada uno a nivel físico y mental. Comentamos entrenamiento, material, mentalidad y por qué muchos corredores acaban combinando ambos mundos. Un episodio reflexivo y realista para entender que no se corre igual… pero se corre por lo mismo.
Manuel Comesaña dedica la sección a Iván Ferreiro y Los Piratas, rock-pop al ritmo gallego.
The Sound Chaser Progressive Rock Podcast is on the air. The show this time is the 12th anniversary show. The show has been broadcasting biweekly since January, 2014. To honor this 12th anniversary achievement, I have dedicated this show to the 12-string guitar. Every piece of music on this show, with the exception of one song that is part of a suite, features the 12-string, mostly acoustic, but a couple of electric as well. It's a varietal mix starring an instrument more common to prog than to other forms of popular music, and definitely part of the whole prog vibe. All that plus news of tours and releases on Sound Chaser. Playlist1. Supertramp - C'est Le Bon, from "...famous last words..."2. Led Zeppelin - Over the Hills and Far Away, from Houses of the Holy3. Manoel Macia - Del Tiempo, Reposo, from Ritmos del Aire4. Fleet Foxes - I Am All That I Need / Arroyo Secco / Thumbprint Scar, from Crack-Up5. Fleet Foxes - Cassius -, from Crack-Up6. Fleet Foxes - - Naiads, Cassadies, from Crack-Up7. Fleet Foxes - Kept Woman, from Crack-Up8. Jeremy - Rivers of Life, from Pilgrim's Journey9. Barclay James Harvest - In Memory of the Martyrs, from Turn of the Tide10. Renaissance - Secret Mission, from Azure D'Or11. Pat Metheny Group - Praise, from First Circle12. Manning - After the (Tears in the) Rain, from The View from My Window13. However - In the Midst of Making, from Sudden DuskTHE SYMPHONIC ZONE14. Genesis - Entangled, from A Trick of the Tail15. Harmonium Symphonique - Un Musicien Parmi Tant D'autres, from Histoires sans Paroles16. Yes - Mirror to the Sky, from Mirror to the Sky17. Steven Wilson - The Watchmaker, from The Raven Who Refused to Sing (And Other Stories)18. The Flower Kings - Black Flag, from Waiting for Miracles19. Finisterre - Orizzonte degli Eventi, from In LimineLEAVING THE SYMPHONIC ZONE20. Ten Jinn - In the End, from Alone21. Flaming Youth - Space Child, from Ark 222. Ralph Towner - Solitary Woman, from Anthem23. Anthony Phillips - Promenade, from The Archive Collection Vol. 124. Nigel Mazlyn Jones - River of Love, from Breaking Cover25. Don McGreevy - Pins, form Aichmophobia26. Afforested - The Commoner's Right of Pannage, from Surviving Remnants of the Medieval Greenwood27. Flairck - Oneven Wals, from Variaties op een Dame28. Sarah McLachlan - Out of the Shadows, from Touch29. Emtidi - Saat, from Saat30. October Tree - Epiphanies, from The Fairy's Wing31. Gryphon - Ethelion, from Midnight Mushrumps32. Rush - Nobody's Hero, from Counterparts
Desde Valparaíso, Machapatá viene levantando una cumbia cargada de identidad porteña, fiesta popular y calle viva. Ritmos bailables, letras cercanas y una energía que conecta de inmediato con el público han hecho de la banda un nombre que recuerda tardes de futbol y diversión en las calles de los cerros. El viernes 9 estuvieron tocando en Cervezocracia, dejando claro por qué sus shows son sinónimo de baile y celebración colectiva. Y ojo, porque se vienen nuevos conciertos muy pronto. En Ritoque FM conversamos con la agrupación sobre su historia, su música y lo que viene para Machapatá y escucha una sesión en vivo en nuestros estudios. La entrevista completa está incluida y adjunta en esta nota.
Ritmos como la cumbia y el porro dejaron de ser música de clases populares, se masificaron y llegaron a todos los salones de baile del país en el siglo XX gracias a uno de los padres de la música popular del país, Lucho Bermúdez. Hoy traemos un especial sobre uno de los grandes compositores musicales de Colombia.Para este capítulo hablamos con Patricia Bermúdez, directora de la Orquesta de Lucho Bermúdez; con el periodista Jaime Monsalve; con la cantante Adriana Lucía; con el periodista y escritor Gustavo Tatis; y con el musicólogo y profesor en la Universidad de Indiana, Sergio Ospina Romero.
En este programa les tenemos preparados temas muy interesantes ¡No se lo pierdan! La Sra. Tomasa se despide para siempre en el CCEMx este 11 de diciembre. Ritmos latinos, fusión y activismo musical. Imperdible. La ciencia lo confirma: nuestro cerebro sigue en “modo adolescencia” hasta los 32 años. Hay focos rojos desde el inicio… pero casi nadie quiere verlos. Luis Andrés Figueroa nos cuenta cómo detectar a tiempo una relación destinada al fracaso. La magia del teatro musical llega con fuerza a México. Alicia Paola nos habla del impresionante montaje de “El fantasma de la Ópera” en el Teatro de los Insurgentes. Karina Velasco nos presenta 'Musa Del Amor', un viaje íntimo para sanar, cuestionar y volver a amar desde la conciencia. Esto y más aquí en Tamara con Luz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio hablamos con la Dra. Isis Ramírez sobre los Ritmos Biológicos
N508 - EASD 2025 - Cronobiologia no Diabetes: Impacto dos ritmos biológicos no controle glicêmico - Dhiãnah Santini e Fernando Valente by SBD
Programa #680 - Plan de Inmersiones 00,06'04” BUCEO RACIONAL Comenzamos inmersión charlando y escuchando a José Coronel “Gualdrapa”, que nos trae una nueva entrega desde su buceo.blog, una nueva ocasión para la reflexión y el análisis de todo lo que afecta a la actividad del buceo. 00,31'27” LOS LIBROS DE ROBINSON Juan Melgar nos abre la bodega literaria de la librería náutica Robinson con lecturas para viajar sin ferry: mares, océanos, aventuras y algún libro perfecto para regalar a quien todavía no sabe que ama el mar. 00,55'01” MATERIA RESERVADA Gloria Delgado, agente medioambiental y divulgadora incansable, nos guía por uno de esos rincones del océano que requieren lupa, sensibilidad y preguntas bien hechas. Un espacio de Océano Alfa. 01,15'57” MÚSICAS DEL MAR Marcial Ortiz, con voz salada y alma de cantautor, nos trae melodías que nacen cerca de la orilla. Ritmos que huelen a espuma, a sal, a travesía. 01,34'13” ACUICULTURA: un Mar para comérselo Luciano Vilchez-Gómez nos lleva a las granjas del futuro: sostenibilidad, innovación y ciencia aplicada a un sector clave para alimentar al mundo azul. Para la deco, tendremos algunos de los microespacios habituales: 20.000 leguas de viaje submarino Lectura del Capítulo VII de la obra de Jules Verne: el Nautilus continúa su travesía y nosotros, desde cubierta, volvemos a sentir la magia del primer asombro. Viejos Programas de AOLDE Rescatamos hoy la Edición 460, un viaje sonoro que vale la pena volver a bucear. Agenda de Actividades Recomendadas para pasar tu tiempo en superficie hasta la próxima inmersión en las ondas. Nos daremos, una noche más por buceados. La foto de la semana nos llega directamente de los Países Bajos. Y es su autor quien nos la cuenta al oído: Tomé esta foto en el Parque Nacional Oosterschelde, en los Países Bajos. Cada año, en mayo, las sepias entran al Parque Nacional desde el Mar del Norte para aparearse y desovar. En esta foto se puede ver a la hembra de sepia anudando sus huevos y al macho de sepia protegiéndola de otro macho. Cada año sigo el proceso de apareamiento de las sepias y la formación de los huevos. Más tarde, en verano, las sepias jóvenes salen de los huevos y entonces hay muchos ejemplares jóvenes en los diferentes puntos de buceo del Parque Nacional Oosterschelde. Es muy bonito verlos crecer. Patrick Kranenbroek Fotógrafo submarino / Periodista de viajes Revista DUIKEN www.duiken.nl www.patrickkranenbroek.com ¿Listos para la primera de las inmersiones? Check al equipo del compi, un Ok, y al agua. Sonaron en este programa: 00,00'09” — David Arkenston - Papillon - Sintonía 00,06'04” — Los Campesinos! - The Sea Is a Good Place to Think of the Future 00,31'27” — Steve Cropper & The Midnight Hour - Friendlytown 00,55'01” — Paul Brady - The Lakes of Pontchartrain 01,15'57” — Boogie Belgique - How Deep Is the Ocean 01,20'57” — Héroes del Silencio - Mar adentro 01,34'13” — 091 - No tiene sentido escapar 02,19'01” — G-5 - G-5 02,23'51” — Monotronic - Illusions 02,27'35” — Jethro Tull - Locomotive Breath (Live) 02,31'59" — Hay Peores - Bajo El Mar (Cover de Under The Sea de La Sirenita) Sintonía
EDICIÓN EUROPEA · WORLD MUSIC CHARTS EUROPE ‘Lista Europea de Ritmos Étnicos' DICIEMBRE 2025 NOURA MINT SEYMALI • NUSANTARA BEAT • DIVANHANA • LIVIA MATTOS • LE VENT DU NORD • SAODAJ • VERONIKA VARGA • AMIRA KHEIR • ŠIROM • SLOVENIA • LINA & MARCO MEZQUIDA
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La banda De Cuba Son, originaria de Perth, toca música inspirada en diferentes estilos como la salsa, el son, el latin jazz, la chacarera, entre otras sonoridades. Sus integrantes vienen de Cuba, Argentina, Colombia, Nueva Zelanda y Australia. En SBS Audio conversamos con Jeremías Sosa y Arvis Mena, dos de sus integrantes.
Mix Name: DJ NP – Salsa Rumbera Mix Website: https://www.iamlmp.com/ Join Our Discord: https://discord.com/invite/iamlmp Join Us DJs New Remixes & Blends: https://www.iamlmp.com/recordpool Instagram: https://www.instagram.com/iamlmp/ DJ Instagram: https://www.instagram.com/djnp_oficial/ Download our DJ Music App Daily Mixes: https://linktr.ee/iamlmp —— #salsa #iamlmp #salsamix
El reconocido arpista mexicano celebra la música y diversidad cultural de América Latina en el marco de la exhibición Hidden Stories, este domingo 6 de julio en Sídney. Conversamos con el artista sobre su éxito como músico en Australia y su participación en la iniciativa multicultural.
En memoria del Dr. Terry Agerkop, apasionado defensor de las culturas originarias y la ecología sonora de nuestra América, llega el Coloquio Latinoamericano de Antropología y Etnomusicología, un encuentro donde exbecarios del INIDEF-OEA y académicos invitados comparten su experiencia en las selvas húmedas y tropicales de Latinoamérica. Porque para las culturas del Orinoco, la selva no solo se habita, también se escucha, el Coloquio presenta conferencias magistrales, conversatorios, exposiciones fotográficas y recitales con instrumentos ancestrales del Orinoco, la Amazonía y Mesoamérica. En este podcast de El Expresso de las 10 escucha a Deiselene de Oliveira de la Universidad de Guadalajara, el Maestro Alejandro Iglesias Rossi Compositor, intérprete, director e investigado y la Maestra María Emilia Sosa Cacace investigadora del Centro de Etnomusicología y Creación en Artes Tradicionales y de Vanguardia, ambos de la Universidad nacional tres de febrero de Buenos Aires Argentina y el Maestro Isarael Girón Director de la Orquesta de Instrumentos Latinoamericanos (ODILA) de la Universidad Bolivariana de Venezuela, todos ellos participantes del Coloquio Latinoamericano de Antropología y Etnomusicología. También te compartimos un momento fuera de micrófonos
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
Los Valores del Deporte - The SPORTi SHOW - por Miguel Portillo
POST ANÁLISIS DEL GRAN PREMIO DE EMILIA ROMAGNA EN IMOLA, SALIERON DOS COCHES DE SEGURIDAD UNO FÍSICO Y OTRO VIRTUAL QUE HICIERON QUE LAS ESTRATEGIASA SALTARAN POR LOS AIRES! LO ANALIZAMOS TODO EN UN NUEVO EPISODIO DE ONLYDRIVERS! BIENVENIDO PILOTO!
Este fin de semana, A vivir Madrid comienza el programa desde el Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía para celebrar el Día Internacional de los Museos con una visita a Ritmos, una exposición que cuestiona los límites de la representación y propone nuevas formas de mirar el arte desde el cuerpo, el movimiento y el activismo.Comisariada por Selina Blasco, Maite Garbayo-Maeztu y María Rosón, la muestra ocupa el Espacio D de la Biblioteca y Centro de Documentación del museo y traza un recorrido por imágenes y documentos vinculados al trabajo femenino antes, durante y después de la Guerra Civil, poniendo en diálogo gestos cotidianos, luchas colectivas y representaciones culturales que han quedado fuera de los grandes relatos.
El momento en que una obra cambia, alimenta o ayuda el modo en que ves la vida y observas el mundo ECDQEMSD podcast episodio 6020 El Disco de tu Vida Conducen: El Pirata y El Sr. Lagartija https://canaltrans.com Noticias del Mundo: Europa también pone pausa - El Papa y los reyes británicos - La montaña rusa de los mercados - Los Iphones y las regaderas - Ganó el Bucaramanga - Helicóptero cae al Hudson - Nuevo disco de Pulp - Pronóstico del Tiempo - Pagliacci de Leoncavallo. Historias Desintegradas: Aquellos de la Maldita Vecindad - Banda chilanga para chilangos - Música, teatro, libros, animé - Las obras de arte - Ritmos y culturas - No es el perro en sí - La interpretación - Guatemala la linda - De los volcanes al Peten - De safari - Monos en el menú - Día internacional del Remero - Nación Charrúa - Viva Uruguay y más... En Caso De Que El Mundo Se Desintegre - Podcast no tiene publicidad, sponsors ni organizaciones que aporten para mantenerlo al aire. Solo el sistema cooperativo de los que aportan a través de las suscripciones hacen posible que todo esto siga siendo una realidad. Gracias Dragones Dorados!! NO AI: ECDQEMSD Podcast no utiliza ninguna inteligencia artificial de manera directa para su realización. Diseño, guionado, música, edición y voces son de nuestra completa intervención humana.
Ritmos Tropicosmos/Los Piranas, La Mezcla, Water For Life Film by Cronicas de la Raza
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Viola de Doze, Beth Carvalho, Chocolate da Bahia, Maria Bethânia & Gal Costa, Barravento, Paulinho Nogueira, Rosinha de Valença, Manfredo Fest Trio, Luiz Chaves e seu Conjunto, Tenório Jr. e seu Conjunto, Walter Wanderley e Conjunto de Ritmos, Oscar Castro Neves y Toquinho.Escuchar audio
Descárgate la guía de los ciclos aquí:https://primeroyo.life/ciclos-circa/Mándame un mensaje, ¡quiero leerte!Únete a la Comunidad Primero Yo: Instagram: https://www.instagram.com/primeroyo.life/?hl=es Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=MC8x_SdMTL4&ab_channel=PrimeroYo Mi web: www.primeroyo.life
El Embajador del Groove Afro-dominicano, Neo-Soul & Dance, Josean Jacobo junto con el reconocido baterista y percusionista Otoniel Nicolás se presentarán en Sydney y Melbourne con su propuesta de fusión de jazz y folclor.
** Ponte en presencia de Dios. Trata de hablar con Él. ** 10 minutos son 10 minutos aunque te puedas distraer. Llega hasta el final. ** Sé constante. El Espíritu Santo actúa “a fuego lento” y requiere constancia. Audios de 10 minutos que te ayudan a rezar. Un pasaje del Evangelio, una idea, una anécdota y un sacerdote que te habla y habla al Señor invitándote a compartir tu intimidad con Dios. Busca tu momento, piensa que estás con Él y dale al play. Toda la info en nuestra web: www.10minutosconjesus.org diezminutosconjesus@gmail.com Para recibir cada día tu meditación por Whatsapp pulsa aquí: http://dozz.es/nu36t
Circe's Chords (acordes de Circe) es un espectáculo fascinante inspirado en la figura mítica griega de Circe y que combina flamenco, ritmos latinoamericanos y músicas del mundo.
Sumario Informe Enigma Dirige y Presenta: Jorge Ríos Escúchanos cada viernes de 23:00h a 01:00h en directo en Radio Platja d'Aro. Síguenos a través de nuestras redes sociales o contacta con nosotros en el siguiente correo electrónico: informeenigmapodcast@gmail.com Contacto Yolanda Martínez: 647552954 https://danielortegaescritor.com/ https://www.youtube.com/channel/UCVIEo00gdeozj6gEPbSBd2Q No olvides apoyarnos en el apartado de mecenas. En el programa de hoy de T10 X 13, comenzamos con una fascinante charla con Juan Rada, quien nos llevará a conocer la aterradora historia del "Camionero de la Muerte", Volker Eckert, un depredador y asesino en serie que, a principios de los años 2000, convirtió las carreteras catalanas de Guítrona en su macabro coto de caza. A continuación, Juanka González se une al programa para hablarnos sobre el mítico grupo The Doors y la enigmática muerte de su protagonista, Jim Morrison, un misterio que sigue dejando huella en la historia de la música. Más tarde, Fermin Mayorga nos ofrece su visión sobre la esclavitud en el Nuevo Mundo, profundizando en uno de los capítulos más oscuros de la historia global. Finalmente, Yolanda Martínez nos hablará sobre un tema fascinante y aterrador: la parálisis del sueño. Un fenómeno aparentemente racional, pero que se convierte en una experiencia verdaderamente escalofriante. No te pierdas este emocionante y variado episodio de T10 X 13, donde la música, el crimen, la historia y el misterio se encuentran para ofrecerte una hora llena de intriga y conocimiento. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/277207
Zaragoza será de nuevo sede del Campeonato de España de Beatbox, una disciplina musical que trabaja el sonido vocal y la capacidad de producir ritmos de cualquier tipo a través de la propia voz. Se trata del torneo de este arte vocal de mayor prestigio y repercusión del país, capaz de atraer a los artistas nacionales más destacados. El año pasado, se celebró en la rotonda del centro cívico Delicias con un triunfador aragonés, el zaragozano Gako, en la categoría masculino y más de 250 asistentes. Boris, organizador, nos acompaña.
Sumario Informe Enigma Dirige y Presenta: Jorge Ríos Escúchanos cada viernes de 23:00h a 01:00h en directo en Radio Platja d'Aro. Síguenos a través de nuestras redes sociales o contacta con nosotros en el siguiente correo electrónico: informeenigmapodcast@gmail.com Contacto Yolanda Martínez: 647552954 https://danielortegaescritor.com/ https://www.youtube.com/channel/UCVIEo00gdeozj6gEPbSBd2Q No olvides apoyarnos en el apartado de mecenas. En el programa de hoy de T10 X 13, comenzamos con una fascinante charla con Juan Rada, quien nos llevará a conocer la aterradora historia del "Camionero de la Muerte", Volker Eckert, un depredador y asesino en serie que, a principios de los años 2000, convirtió las carreteras catalanas de Guítrona en su macabro coto de caza. A continuación, Juanka González se une al programa para hablarnos sobre el mítico grupo The Doors y la enigmática muerte de su protagonista, Jim Morrison, un misterio que sigue dejando huella en la historia de la música. Más tarde, Fermin Mayorga nos ofrece su visión sobre la esclavitud en el Nuevo Mundo, profundizando en uno de los capítulos más oscuros de la historia global. Finalmente, Yolanda Martínez nos hablará sobre un tema fascinante y aterrador: la parálisis del sueño. Un fenómeno aparentemente racional, pero que se convierte en una experiencia verdaderamente escalofriante. No te pierdas este emocionante y variado episodio de T10 X 13, donde la música, el crimen, la historia y el misterio se encuentran para ofrecerte una hora llena de intriga y conocimiento.
Sumérgete en el vibrante legado de Chayanne en este episodio de Vinyl Radio, donde exploramos cómo un joven talento de Puerto Rico se convirtió en un icono global del pop latino. Desde sus inicios revolucionarios en los 80s mix, pasando por su consolidación en los 90s mix, hasta convertirse en un símbolo de la música y la cultura latina, la carrera de Chayanne ofrece una ventana a la evolución del pop y su impacto duradero en varias generaciones. Descubre no solo sus éxitos como "Completamente Enamorados" y "Tiempo de Vals", sino también su habilidad única para conectar con el público a través de sus ritmos y su presencia en el escenario. Con más de 15 millones de discos vendidos, Chayanne no solo ha definido el género, sino que también ha traspasado fronteras, llevando su música más allá del espectro latino y convirtiéndose en un tesoro musical venerado a nivel mundial. Únete a nosotros en Chayanne radio en Vinyl Radio para un viaje musical lleno de pasión y ritmo, y descubre por qué Chayanne sigue siendo una leyenda viva en el mundo del pop. #Chayanne #PopLatino #IconoMusical #VinylRadio #ChayanneRadio #80sMix #90sMix #LatinMusic #MusicLegends #PopIcons --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/vinylradio/support