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Um livro lançado pela editora Zahar traz uma radiografia das forças que moldaram o comportamento eleitoral no país em 20 anos e que levaram ao ambiente político de polarização. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, o autor, professor titular e pesquisador da FGV/ CPDOC, Jairo Nicolau, explica que, de todas as mudanças ocorridas no Brasil, ele se concentrou nos percentuais de mulheres, de envelhecimento populacional e de escolaridade. Destaca que eleitores de grandes cidades e com mais escolaridade votaram majoritarialmente em Jair Bolsonaro em 2018 e 2022. Nicolau fala também como a polarização PT/ PSDB foi quebrada em 2018 e a partir daí, a polarização é marcada por simpatia do eleitor pelo candidato e não por ideologia.
The Enhanced Games, hosted in Las Vegas last Saturday, made a bold claim. With the use of performance-enhancing drugs, enhanced athletes would break not just personal records but world records. And the end goal? To sell those same drugs to the masses. It's arguably the biggest marketing stunt of the year so far, and today on Nudge I reveal the psychology behind it. Did the Enhanced Games succeed? Listen to find out. --- Unlock the Nudge Vaults: https://www.nudgepodcast.com/vaults Subscribe to my newsletter: https://www.nudgepodcast.com/mailing-list Connect on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/phill-agnew/ --- Today's sources Landy, D., & Sigall, H. (1974). Beauty is talent: Task evaluation as a function of the performer's physical attractiveness. Journal of Personality and Social Psychology, 29(3), 299–304. Miller, A. G. (1970). Role of physical attractiveness in impression formation. Psychonomic Science, 19(4), 241–242. Mujika, I., & Burke, L. M. (2019). Swimming fast when it counts: A 7-year analysis of Olympic and World Championships performance. International Journal of Sports Physiology and Performance. Nicolau, J. L., Mellinas, J. P., & Martín-Fuentes, E. (2020). The halo effect: A longitudinal approach. Annals of Tourism Research, 83, 102938. Nisbett, R. E., & Wilson, T. D. (1977). The halo effect: Evidence for unconscious alteration of judgments. Journal of Personality and Social Psychology, 35(4), 250–256.
» Culto de Celebração» Domingo Manhã» Tema: Uma Família Avivada pelo Espírito» Pregador: Pr. Miguel Nicolau» Data: 31/05/2026#IBAlameda #Alameda #juventude----------------------------------------------------------------------Nossos Cultos Online:► Libertação: SEXTA, às 20h► Juventude: SÁBADO, às 19h► Celebração: DOMINGO, às 10h e 18h30Acompanhe nossas Redes Sociais:► Facebook: / igrejabatistaalameda ► Instagram: / igrejabatistaalameda ► Youtube: / igrejabatistaalameda ► Site: https://igrejabatistaalameda.com.br/
Former Google and TikTok product executive Gabe Nicolau joins Deacon to discuss modernizing Church communications and navigating his "crossing the Rubicon" moment leaving big tech for Catholic TV. Nicolau shares how integrating faith into secular spaces frees professionals from toxic compartmentalization, and why transitioning to ministry requires trading corporate self-promotion for a deep commitment to radical humility.
Entrevistas com Diogo Varela Silva, João Nicolau, Luís Filipe Borges, MJ SousaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
"A Providência e a Guitarra" é o mais recente filme de João Nicolau. Fernando Alvim conversa com o realizador e os atores Clara Riedenstein e Salvador Sobral.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ep. #253 - Nicolau Flamel | Capítulo 13Edição especial: Releitura de Harry Potter e a Pedra FilosofalCoruja Express: Thereza | Gisele | Luan | João | Ana Paula | M-Passarelli | Carol Poli | Carol Alfaia | EuBruLeticia | Samir Penha | Alice MANDE SUA CORUJA PARA: mundopottercast@gmail.comRedes: @mpottercast @ithasant e @rodriguesphPIX: mundopottercast@gmail.comEdição: Itamar SantosRoteiro: Paulo RodriguesDesign de Capa: Pedro SantosApresentado por Itamar Santos e Paulo Rodrigues#harrypotter #NicolauFlamel #PedraFilosofal
Termina nesta sexta-feira, 15 de Maio, a campanha eleitoral para as oitavas eleições legislativas em Cabo Verde. Celeste Fortes, docente e investigadora da Universidade de Cabo Verde, na cidade do Mindelo, considera que esta campanha eleitoral ficou marcada por um ambiente de agressividade, sem espaço para discussão, com os partidos a não conseguirem apresentar as propostas de forma clara. Como é que avalia o ambiente político e social vivido durante esta campanha eleitoral? Acho que estamos a viver duas situações ao mesmo tempo. Por um lado, no mundo digital e nas redes sociais, vejo um ambiente extremamente agressivo. Não há espaço para discussões de ideias nem para uma análise mais equilibrada, em que as pessoas consigam também fazer autocrítica ao actual governo ou aos outros partidos que concorrem. Por outro lado, fora do digital, também sinto muita agressividade no debate político e social. Mas, ao mesmo tempo, enquanto docente e activista, noto um certo cansaço por parte da população. Há uma sensação de “mais do mesmo”, de saturação em relação ao discurso político. Portanto, o que eu vejo neste momento é um ambiente marcado simultaneamente pela agressividade e pelo cansaço social. Considera que os partidos políticos foram capazes de apresentar o programa político? Não. Acho que os partidos políticos não conseguiram apresentar as suas propostas de forma clara. Se uma pessoa não estiver muito atenta, dificilmente consegue perceber quais são, concretamente, as soluções que cada partido propõe para resolver os principais problemas que a população identifica como prioritários. O que se viu foi uma discussão muito bipolarizada e muito partidarizada, marcada também por uma militância bastante cega. Em vez de comunicarem projectos concretos para o país, os partidos acabaram por comunicar mais as suas ideologias e discursos políticos. Faltou explicar de forma clara onde é que Cabo Verde está hoje, em 2026, e qual é a visão de cada partido para os próximos quatro ou cinco anos. Ou seja, como é que o partido X ou o partido Y pretende levar o país para um outro patamar. Isso, para mim, não ficou claro durante esta campanha. Actualmente, quais são as maiores preocupações dos cabo-verdianos ? Bom, eu não posso falar por todos os cabo-verdianos, mas há preocupações que sinto pessoalmente e que acredito que também são partilhadas por grande parte da população. Uma delas é a questão dos transportes. Continuamos a viver muito isolados entre as ilhas. Eu vivo em São Vicente e, muitas vezes, tenho situações para resolver em Santiago. No entanto, nestas eleições praticamente não se falou da regionalização. Enquanto moradora de São Vicente, esperava que esse debate regressasse à agenda política e que os partidos apresentassem propostas concretas sobre o tema, mas isso não aconteceu. Continuamos a enfrentar um problema grave de centralização em Cabo Verde, sobretudo em relação à Praia. E essa dependência acaba por afectar todo o país. A questão dos transportes e da conectividade continua muito longe de estar resolvida. Isso liga-se directamente a outro grande problema: a saúde. Uma pessoa que vive no Maio, na Brava ou em São Nicolau não tem o mesmo acesso aos cuidados de saúde, porque os principais hospitais estão concentrados em São Vicente e Santiago. E, muitas vezes, nem existem transportes adequados para a deslocação de doentes. Outra preocupação muito séria é a dignidade habitacional. Enquanto activista, acompanhei de perto todo o processo de acção depois do 11 de Agosto, e a situação é caótica e preocupante. Continua a existir permissividade para a construção de casas de tambor e habitações sem segurança, especialmente em zonas de risco e encostas. Isso mostra que a questão da habitação digna ainda não foi resolvida pelo governo. Além disso, temos situações contraditórias, como casas do programa “Casas para Todos” que continuam fechadas e sem serem atribuídas. Por fim, há uma questão que afecta muito a juventude: o projecto de vida e o futuro da empregabilidade. Muitos jovens sentem dificuldade em construir um futuro estável no país, o que acaba também por alimentar a vontade de emigrar. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego... Sim. Os jovens continuam a ser os mais impactados pelo desemprego e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. Muitos querem construir a sua vida em Cabo Verde, querem ter um emprego e estabilidade no seu próprio país, sem terem de emigrar para procurar melhores condições de vida. Existe muito esta ideia entre os jovens de: “Eu quero trabalhar, mas quero conseguir fazê-lo aqui, perto da minha família, no meu país.” No entanto, muitas vezes, sentem que não têm oportunidades reais para alcançar esse futuro com tranquilidade e estabilidade. E, para mim, esse é um dos grandes problemas actuais. No entanto, durante a campanha, não vi debates aprofundados nem propostas claras sobre como resolver esta questão do desemprego jovem e da falta de perspectivas para a juventude. Enquanto activista, trabalha muito sobre a questão do género. Como é que é tratada a questão do género em Cabo Verde? Orgulha-me muito os espaços que Cabo Verde tem vindo a criar, tanto através das instituições públicas governamentais como das organizações não governamentais, para avançarmos rumo a uma maior igualdade de género, que ainda está longe de ser plenamente alcançada. Apesar dos avanços, continuam a existir vários problemas por resolver, nomeadamente a violência baseada no género, o feminicídio e a pobreza, que continua a ter um rosto maioritariamente feminino. A maioria das famílias em Cabo Verde são monoparentais e chefiadas por mulheres, o que mostra também como muitas responsabilidades recaem sobre elas. Portanto, ainda temos grandes desafios pela frente, sobretudo ao nível da representação política e da participação das mulheres nos espaços de decisão. São cinco partidos e apenas um é liderado por uma mulher. A política ainda é distante para a mulher em Cabo Verde? Sim, continua a ser distante, porque a política ainda é um espaço muito masculinizado, dominado por lógicas machistas e patriarcais. Muitas vezes, as mulheres não encontram um ambiente favorável nem condições reais para participarem activamente na vida político-partidária do país. Além disso, a política continua a ser um espaço marcado pela agressividade e pela violência. E nós, mulheres, já convivemos diariamente com microviolências em contextos laborais, familiares e sociais. Muitas acabam por evitar também a política precisamente por a sentirem como mais um espaço de confronto e desgaste. Por outro lado, fiquei extremamente contente por ver a Jónica Brites Tavares no debate. Achei-a muito assertiva e isso deu-me alguma esperança. Ver uma mulher naquele espaço, com firmeza e segurança, pode inspirar muitas meninas e mulheres a entrarem também no espaço público e a posicionarem-se. Mas, apesar dos discursos sobre igualdade e dos sinais de paridade nos governos, a política cabo-verdiana continua a ser um espaço muito marcado pela violência, sobretudo pela violência masculina. Considera que nestas eleições vamos voltar a ver esta disputa entre o MpD e o PAICV? Ou há uma possibilidade deste cenário se poder reverter? Eu não acredito que isso vá mudar tão cedo. Acho que vamos continuar presos a esta bipolarização entre o MpD e o PAICV. Os dois partidos construíram, ao longo dos anos, uma narrativa muito baseada no medo: o medo de perder a estabilidade e o receio de ver outras forças políticas a governarem o país. Mesmo 50 anos depois, ainda somos muito marcados pelo assistencialismo e por relações de dependência política. E essa lógica acaba por alimentar o medo do novo e do diferente. Tanto o MpD como o PAICV continuam a explorar muito esse sentimento. Cabo Verde é muitas vezes visto como o “bom aluno” do continente africano. Quais são os desafios para a democracia cabo-verdiana? Apesar dessa imagem positiva, Cabo Verde não está completamente protegido de fenómenos que hoje ameaçam várias democracias, como o crescimento de discursos populistas, extremistas, racistas, xenófobos e misóginos. Vejo com preocupação o facto de Cabo Verde, enquanto país que tradicionalmente procura manter uma posição equilibrada e não alinhada, nem sempre se posicionar de forma clara perante essas ondas populistas e extremistas. E isso pode representar um risco para a nossa saúde democrática, porque esses discursos acabam por normalizar formas de intolerância e de violência política e social que podem fragilizar a democracia cabo-verdiana no futuro.
Alexandre Guimarães conversa com João Nicolau, Salvador Sobral e Pedro Inês sobre o filme "A Providência e a Guitarra".See omnystudio.com/listener for privacy information.
António Nicolau desenvolveu a Kukubela - plataforma angolana de ensino de línguas africanasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Javier del Pino y Juanjo Millás conversan con la cocinera María Nicolau sobre comida, cocina y política
Javier del Pino y Juanjo Millás conversan con la cocinera María Nicolau sobre comida, cocina y política
» Culto de Celebração» Domingo Manhã» Tema: O Temor do Senhor» Pregador: Pr. Miguel Nicolau» Data: 26/04/2026#IBAlameda #Alameda #juventude---------------------------------------------------------------------------------------------------Nossos Cultos Online:► Libertação: SEXTA, às 20h► Juventude: SÁBADO, às 19h► Celebração: DOMINGO, às 10h e 18h30Acompanhe nossas Redes Sociais:► Facebook: / igrejabatistaalameda ► Instagram: / igrejabatistaalameda ► Youtube: / igrejabatistaalameda ► Site: https://igrejabatistaalameda.com.br/
O Rio Grande do Sul começou a desenhar sua história moderna a partir de um marco religioso e social ocorrido há 400 anos, às margens do Rio Uruguai. Em 3 de maio de 1626, a travessia do padre jesuíta Roque Gonzales deu início à fundação da redução de São Nicolau, a primeira das 18 formadas na primeira fase das Missões no atual território gaúcho.A história dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis é tema da nova temporada do programa Aconteceu no RS, que, em oito episódios, aborda diferentes aspectos da trajetória e do legado do povo guarani e dos padres jesuítas. O entrevistado no primeiro episódio é o pesquisador, escritor e professor José Roberto de Oliveira.Apresentado por Leandro Staudt, o podcast é publicado toda segunda-feira no site e aplicativo de GZH, nas plataformas de áudio e transmitido em vídeo pelo Youtube. Oferecimento: Colégio Anchieta e UnisinosFicha técnica:Produção e edição: Lucas VieiraOperação: Guilherme Medeiros e Leandro MoccaArtes e vinheta: Laura MelchiorSupervisão: Rafael Manito e Fernando Salvador Coordenação: Larissa Guerra
» Sábado» Holy» Tema: Uma aliança eterna» Pregador: Pr. Miguel Nicolau» Data: 28/03/2026#IBAlameda #Alameda #juventude---------------------------------------------------------------------------------------------------Nossos Cultos Online:► Libertação: SEXTA, às 20h► Juventude: SÁBADO, às 19h► Celebração: DOMINGO, às 10h e 18h30Acompanhe nossas Redes Sociais:► Facebook: / igrejabatistaalameda ► Instagram: / igrejabatistaalameda ► Youtube: / igrejabatistaalameda ► Site: https://igrejabatistaalameda.com.br/
A segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" decorre até este domingo. A abertura, nesta sexta-feira, contou com a ante estreia de "A vida luminosa", a primeira longa metragem de ficção do cineasta João Rosas, que estreou em Portugal no ano passado. O retrato de um jovem lisboeta, à procura de um lugar ao sol, entre uma ruptura amorosa, e a descoberta de uma jovem cuja luz o vai ajudar a afirmar-se. A RFI esteve no local e falou com a actriz Cécile Matignon, o co produtor François d'Artemare e, obviamente, com o próprio realizador João Rosas que começa por comentar como descobriu Francisco Melo, quando este era apenas um adolescente de 11 anos. O actor não profissional que deu corpo a Nicolau, hoje com 24 anos, e o protagonista de "A vida luminosa" e que vimos crescer, nas três curtas metragens que antecederam esta longa. Descobri-lo foi um acaso, porque quando ele participou no "Entrecampos", ele nem sequer era o protagonista desse filme. Na altura ele tinha 11 anos, portanto era apenas uma criança engraçada. Enfim, como outras que participaram no filme, mas com quem eu me entendia bem. E como eu na altura, depois já estava logo a seguir escrevi o "Maria do Mar", que era sobre um jovem de 13, 14 anos e como protagonista e tinha que estar a trabalhar com o Francisco... Depois decidi continuar a trabalhar com ele e a partir daí é que começou um bocadinho a ganhar forma. A ideia, depois de ser uma história mais longa e de continuá-la noutros filmes. Apesar de lhe dizerem que ele até nem tinha muito jeito para isso, não é ? Sim, ele próprio o diz. O que é interessante e para mim, fascinante, a um nível puramente pessoal é que de facto, acompanhar o crescimento dele também foi acompanhar o meu próprio crescimento como cineasta e, portanto, ir aprendendo a olhar o mundo através do cinema, construindo o meu próprio olhar, mas também através do olhar do Francisco, ão é ? Portanto, do Francisco/Nicolau que é esta personagem em que todos os filmes ele está em períodos de transição e, portanto, perante o ter que tomar decisões ou descobertas, pequenas descobertas do quotidiano, mas que podem por vezes ter o valor de uma epifania no curso da nossa vida. E, portanto, para este filme foi mais uma vez essa ideia de retratá-lo num período de transição, um bocadinho de no final da juventude, para o que seria o início de uma idade adulta. E como é que essa idade adulta é vista ou vivida pelos jovens de hoje em dia ? Portanto, até nem é só ele, também há a Mariana também há o Miguel, não é ? Há duas personagens que já acompanha há algum tempo. Mas também há agora aqui a personagens novas. Cécile Matignon, por exemplo, um elenco também internacional. As cenas são muito escritas, pensadas, concebidas. Pode falar-nos do processo de escrita, do guião e depois da rodagem? Sim, o processo acaba por ser um vai e vem entre o meu trabalho, mais solitário de escrita e, depois de dramaturgia e de preparação, ão é ? Um trabalho de secretária, é um trabalho de diálogo e de partilha com as pessoas que vão entrando no filme ao longo do processo. E, portanto, é um processo muito longo, porque, de facto, eu aproveito também o casting para saciar a minha própria curiosidade por pessoas que quer conhecer, neste caso os jovens, muitos deles estrangeiros, que estão a viver em Lisboa e que mudaram também uma certa maneira de viver em Lisboa. E, portanto, aproveito ao máximo os recursos da produção para estender este casting e saciar a minha própria curiosidade. E depois os ensaios também são um período muito longo em que há, de facto este vai e vem entre o que as pessoas, a voz das pessoas ao ler o texto e a voz que eu quero, depois, também dar aos personagens escrevendo. É por isso é que os filmes são muito escritos. Mas a partir deste trabalho conjunto. Mas claro, pois isto tudo é fixado numa dada altura através dos ensaios, não é? E há muitos ensaios. E, portanto, são muitos escritos, mas escritos muitas vezes a várias mãos, sendo que depois eu tenho de tomar a decisão como um maestro que decide quem é que fala quando, mas respeitando a linguagem e a música de cada um. Neste filme em particular, interessava-me também trabalhar esta ideia dos vários sotaques de portugueses, os estrangeiros. Do Brasil e dentro, mesmo de Portugal, portanto do Sul do Norte, enfim, ter esta riqueza também polifónica de uma língua. E você também gosta muito de tratar a dúvida. A dúvida, que é uma coisa desorienta muita gente, não é? E o Nicolau está cheio de dúvidas. Tem 24 anos. Gostaria, eventualmente, de ser autónomo, mas não é. Ter um trabalho, ter estabilidade, mas não tem. Também há uma denúncia de uma precariedade que se calhar tomou conta também de Lisboa, a sua cidade ? Sim. Enfim, a precariedade, não é que tenha chegado agora, não é ? Portanto, a precariedade, também já se falava em precariedade quando eu tinha a idade do Nicolau e a vida também já era precária na altura. Agora era uma precariedade talvez menos evidente. E era diferente. Obviamente. Era uma cidade muito diferente, não necessariamente melhor, mas já existia precariedade nessa altura, não é? E, portanto, eu acho que a dúvida que... É introduzida aqui num canto magnífico no início do filme. Sim, sim, de uma peça do Brecht. Mas eu acho que a dúvida, embora possa ser paralisante, não é ? Porque todos nós provavelmente passámos por isso momentos que temos dúvidas e não conseguimos decidir. E isso paralisa-nos e cria-nos angústia. Mas há também uma dúvida que é um questionamento que faz avançar e como é que nós, através da dúvida, do questionamento, podemos avançar e descobrir coisas ? É, portanto, a dúvida é sempre um caminho para uma descoberta e, portanto, para mim, o próprio fazer o filme e daí também ter começado com esse canto. Para além de espelhar um bocadinho o estado emocional do protagonista do Nicolau, reflecte o próprio processo em que as dúvidas que eu tenho sobre o filme são o que fazem o filme avançar e, portanto, acho que também, hoje em dia, em particular em que vivemos numa época em que há todo um discurso identitário em que apresenta certezas e visões fechadas sobre o mundo... A dúvida, pelo contrário, é porosidade e abertura. E acho que isso é cada vez mais um gesto político que é preciso sublinhar. Precisamente, falemos um pouco da multiculturalidade. Já no filme anterior, no documentário, você tinha se aproximado e de que maneira, dos operários das obras, naquele estaleiro de um prédio que se veio a tornar um hotel de luxo em Lisboa. Uma Lisboa a mudar a uma velocidade muito rápida. E são pessoas que vêm dos quatro cantos do mundo, nomeadamente de África. Guiné-Bissau, sim ! Diria que os protagonistas, embora seja um filme plural, portanto, não há propriamente um protagonista. talvez a cidade, mas não é um filme. Portanto, num estaleiro de obra onde há dezenas de trabalhadores e nenhum acaba por ter mais protagonismo que os outros, uma regra um bocadinho de todos são protagonistas por igual nessa ideia de filme coral. Mas é verdade que, em particular, um grupo de trabalhadores da Guiné-Bissau foi aquele do qual eu me senti mais próximo e que, depois, mais uma vez, como neste filme de ficção, perante uma realidade completamente diferente. O filme foi também uma maneira de desenvolver relações de amizade com estas pessoas e o filme foi feito nesse espírito da partilha, do diálogo e não necessariamente de um gesto meu de lançar um olhar sobre este grupo de pessoas, neste caso guineenses, mas de estar tempo com eles. E, portanto, o filme ser feito a partir desse tempo passado em conjunto. No fundo, como este filme de ficção, portanto, a ideia acaba por ser sempre essa. Tanto na ficção como no documentário e o cinema ser uma forma também de passar tempo com as pessoas que eu convido para os filmes ou que a realidade me traz, por acaso e por ser uma forma de relacionamento com a cidade, o próprio cinema. A vida luminosa pode ser vida do Nicolau, o protagonista, mas é também, de alguma forma, a vida de Lisboa, a capital portuguesa, que é uma personagem de pleno direito, diria eu no seu filme. Você continua apaixonado pelas cidades, pela sua arquitectura e pela maré humana que lá vive, não é ? Sim, eu acho que filmar cidades foi um bocadinho o que me levou a começar a pensar o cinema. Com "Birth of a city" [filme documental de 2009 rodado em Londres]. Sim, mas mesmo como espectador. Lembro-me de, ainda adolescente, ver por acaso, com a minha mãe no cinema, o filme "Caro Diário", do Nanni Moretti. E aliás, até adormeci a meio do filme. Mas [o cinesta iraniano] Kiarostami dizia que alguns dos filmes preferidos dele eram filmes em que ele tinha adormecido. Portanto, ele, no início do filme diz isso ao filmar umas imensas fachadas e bairros de Roma. "Que belo Seria um filme feito apenas com fachadas !" Portanto, eu desde aí isso ficou como uma espécie de mantra que, pela minha própria depois vivência das cidades em que vivi. Tornou-se um fascínio de facto pela vida urbana, não tanto pela arquitectura, embora a arquitectura obviamente também faça parte de uma cidade, mas mais as práticas do quotidiano e, portanto, a vivência quotidiana. E como é que a cidade é um lugar de encontro entre pessoas diferentes? E como é que essa negociação da alteridade ou com a alteridade não é com as pessoas que são diferentes de nós e com quem nós partilhamos o espaço? E como é que as cidades podem ser vistas, pelo menos para mim, como arquivos de histórias, Seja a própria cidade enquanto espaço físico que me dá elementos que me inspiram para escrever as cenas, sejam bairros, ruas, cafés, esquinas, paragens de autocarro ou de metro ou as próprias pessoas, obviamente. Que levam cada uma a sua história pela cidade e que através de viver a cidade, constroem a cidade. E assim me ajudam a construir cada fio. Cécile Matignon encarna Chloé, jovem francesa instalada em Portugal, cuja energia positiva vai iluminar um Nicolau, algo perdido perante os tantos desafios com que a juventude o confronta. Esta começa por se referir ao gosto desta estreia na sua terra natal, a França, do filme de João Rosas. Teve o sabor de uma viagem, de uma viagem de volta a uma das minhas casas. E foi um excelente pretexto para voltar a ver os meus amigos e esta cidade que já conhecia há alguns anos. E também de ver quais são as reacções do filme num país que não é lusófono. E ver como é que isto está recebido. E finalmente ver com algumas conversas, já que começamos a ter que essas questões que aparecem no filme finalmente são transversais a outros países também são questões de gerações que partilhamos de um país a outro. Há muito de Chloé em si ? Há muito de Chloé em mim ? Sim, acho que temos uma energia parecida. Acho que é uma coisa que nos diferencia muito é que eu sou muito mais precária do que Chloé. Porque a Chloé, no filme, é esta pessoa que é menos precária de todos porque vem de fora e tem essa energia de" Pá, vou trabalhar em França e vou viajar e não sei o quê ! Insurge-se contra os preços dos salários em Portugal. E é uma coisa que é muito engraçada. É que no filme digo nunca vou trabalhar por 5 € a hora. E o que faço eu, que fiz e que faço, às vezes, porque a realidade é assim. Mas, ou seja, é engraçado. Essa diferença de "Eu não sou portuguesa, venho de fora, mas fiz a escolha de trabalhar para a cultura portuguesa e para o país português". E então também estou a jogar este jogo dessa precariedade. E finalmente, eu acho que me identifico mais neste aspecto a outras personagens do filme do que à própria Chloé. Mas de resto, energia e tudo, somos parecidas. François d'Artemare, presença assídua no cinema português, com Manoel de Oliveira, João Canijo, ou lusófono, como com o guineense Flora Gomes, ou francês, como com Nadine Trintignant, este produtor dos Filmes do Tejo e dos Films de l'Après midi, co-produziu "A vida luminosa". Ele comenta a satisfação desta estreia parisisense no cinema Club de l'étoile com o qual tem tantas ligações. É um percurso um pouco... tortuoso, não, quase direito... Porque esta estreia aqui no "Clube de l'étoile", quando estava a preparar o filme de Nadine Trintignan em Paris, em 94, até... Era aqui no Club de l'étoile, era com uma produtora francesa que era na época dona do Clube de l'étoile. E o nosso escritório era no Club de l'étoile. Era no prédio ao lado, e passávamos todo o nosso tempo aqui no Clube de l'étoile. Não imaginava nesta época, onde tinha 28 anos, era jovem director de produção que 32 anos depois, já assistia a projecções de filmes que produzi, que co-produzi. Mas não imaginava, nesta época, que eu ia continuar a fazer, a organizar projecções aqui. Estou feliz com isso. Estou feliz de continuar a guardar uma ligação com Portugal. É óbvio que tenho uma ligação com Portugal. O meu filho é português. Depois de viver alguns anos em Barcelona, voltou a viver em Portugal há dois meses atrás. Continuo a ir aí a Portugal imensas vezes. Mas o facto de continuar a fazer filmes em Portugal e continuar a produzir em Portugal é para mim importante. É uma coisa natural que me permite guardar uma ligação profissional de que gosto. Estava a produzir o filme do João Canijo... Que entretanto nos deixou... Que nos deixou agora. Era o quarto filme do João que estava a produzir. Gostava imenso do João e gosto de continuar a ter esta ligação com Portugal. Trabalhou também, penso, obviamente em Flora Gomes. A maior parte dos nossos ouvintes estão precisamente em África e conhecem este cineasta da África Ocidental da Guiné-Bissau. O que é que viu aqui no João Rosas e neste filme para apostar nele? Conheço o João há imenso tempo também. Há 20 anos acho. Eu tinha tinha visto as curtas do João e o documentário do João sobre Lisboa. A morte de uma cidade ! Sim, e gostei imenso do olhar que João tinha sobre os personagens. Nas curtas que ele fez e do olhar que João tinha sobre o personagem da cidade de Lisboa enquanto personagem. No documentário é sobre a evolução da cidade. Vivia esta evolução desde o fim dos anos, um meio dos anos 90 até hoje. Acho que o olhar do João era bastante pertinente e sensível. Sentia isso no guião. E sinto isso no filme dele. Instantâneos da reportagem da ante estreia parisiense de "A vida luminosa" no âmbito da segunda edição do Festival de cinema português "Olá Paris" que decorre até este domingo, 8 de Março.
Gynecologie-Vanessa Nicolau by Radio Victoria
Mensagem ministrada pelo Pr. Miguel Nicolau
Sermão para a Festa de São Nicolau, bispo e confessorSermão por ocasião do fim do ano letivo na Escola São Francisco de SalesPadre Daniel Pinheiro, IBP.06/12/2025Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
L'eau, nous la buvons évidemment mais nous la mangeons aussi. Savez-vous par exemple que pour produire 1kg de bœuf, nous avons besoin de 15 000 litres d'eau, au passage c'est 150 fois plus que pour faire pousser un kilo de légumes ! L'eau : nous la portons aussi : la fabrication d'un jean, du champ à nos jambes, consomme 11 000 litres. [Rediffusion de l'émission du 22 novembre 2025] La production de notre smartphone absorbe aussi de l'eau : de l'extraction des matières premières à son assemblage, ce petit objet nécessite en moyenne 13 000 litres !!! Et n'oublions pas l'eau nécessaire au refroidissement des data-centers qui se multiplient à une vitesse vertigineuse notamment grâce à la formidable Intelligence Artificielle. Nos besoins ne cessent d'augmenter mais la ressource, elle, n'est pas illimitée. Déjà dans certaines régions, chaque goutte compte. Nous vous emmènerons dans un pays très aride : au Cap-vert ! Sur l'île de Sao Nicolau, la population survit grâce à une galerie creusée dans la montagne qui capte l'eau qui irrigue les champs, mais le niveau baisse chaque année… Mais même si vous vivez dans une région où l'eau abonde, savoir l'économiser s'apprend et c'est justement le travail de notre invitée Charlène Descollonges, ingénieure hydrologue engagée pour préserver l'eau et l'ensemble du vivant. Son ouvrage Agir pour l'eau vient de paraître aux Éditions Tana. Reportage de Quentin Bleuzen au Cap-Vert : L'archipel du Cap-Vert est extrêmement aride, la plupart des îles subissent de plein fouet le réchauffement climatique et les agriculteurs cap-verdiens essuient chaque année de nouvelles sécheresses. Ce n'est pas le cas de la vallée de Fajã à São Nicolau, qui reste verte toute l'année grâce à un ingénieux système d'irrigation. Une galerie drainante de 2 kilomètres de long, creusée dans la montagne entre 1980 et 1986, permet de récolter l'eau d'une nappe souterraine, se trouvant à 200 mètres de profondeur et de la redistribuer grâce à un réseau de tuyaux bien entretenu. Alors que la plupart des autres îles de l'archipel sont en difficulté, São Nicolau fait figure d'exception et produit toute l'année de nombreux fruits et légumes… »
L'eau, nous la buvons évidemment mais nous la mangeons aussi. Savez-vous par exemple que pour produire 1kg de bœuf, nous avons besoin de 15 000 litres d'eau, au passage c'est 150 fois plus que pour faire pousser un kilo de légumes ! L'eau : nous la portons aussi : la fabrication d'un jean, du champ à nos jambes, consomme 11 000 litres. [Rediffusion de l'émission du 22 novembre 2025] La production de notre smartphone absorbe aussi de l'eau : de l'extraction des matières premières à son assemblage, ce petit objet nécessite en moyenne 13 000 litres !!! Et n'oublions pas l'eau nécessaire au refroidissement des data-centers qui se multiplient à une vitesse vertigineuse notamment grâce à la formidable Intelligence Artificielle. Nos besoins ne cessent d'augmenter mais la ressource, elle, n'est pas illimitée. Déjà dans certaines régions, chaque goutte compte. Nous vous emmènerons dans un pays très aride : au Cap-vert ! Sur l'île de Sao Nicolau, la population survit grâce à une galerie creusée dans la montagne qui capte l'eau qui irrigue les champs, mais le niveau baisse chaque année… Mais même si vous vivez dans une région où l'eau abonde, savoir l'économiser s'apprend et c'est justement le travail de notre invitée Charlène Descollonges, ingénieure hydrologue engagée pour préserver l'eau et l'ensemble du vivant. Son ouvrage Agir pour l'eau vient de paraître aux Éditions Tana. Reportage de Quentin Bleuzen au Cap-Vert : L'archipel du Cap-Vert est extrêmement aride, la plupart des îles subissent de plein fouet le réchauffement climatique et les agriculteurs cap-verdiens essuient chaque année de nouvelles sécheresses. Ce n'est pas le cas de la vallée de Fajã à São Nicolau, qui reste verte toute l'année grâce à un ingénieux système d'irrigation. Une galerie drainante de 2 kilomètres de long, creusée dans la montagne entre 1980 et 1986, permet de récolter l'eau d'une nappe souterraine, se trouvant à 200 mètres de profondeur et de la redistribuer grâce à un réseau de tuyaux bien entretenu. Alors que la plupart des autres îles de l'archipel sont en difficulté, São Nicolau fait figure d'exception et produit toute l'année de nombreux fruits et légumes… »
Nesse especial de Natal, além de contar belas histórias que aconteceram na época de natal, passeamos também pelo Yule, São Nicolau, Krampus, Grýla e diversas outras antigas tradições que culminaram em costumes modernos. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.escribacafe.com/subscribe
CONHEÇA OS PRODUTOS DA CAFFEINE ARMY: https://r.vocemaisrico.com/e08eeca18a Encontre o ativo certo para investir hoje: https://finc.ly/f3461cf665 Ao longo da história, poucas datas atravessaram séculos com tanta força quanto o Natal. Hoje, ele carrega um significado histórico e religioso — e, ao mesmo tempo, virou uma das maiores datas comerciais do ano.Mas nem sempre foi assim. Quando o Natal começou a ser celebrado de fato? Como o calendário litúrgico foi se formando e, no Império Romano, como surgiram as datas de celebração do nascimento de Cristo? Seria o Natal apenas o solstício de inverno — ou isso é uma simplificação do mundo antigo, que usava símbolos das estações para representar coisas profundas? Por que 25 de dezembro se tornou tão significativo, e qual é a relação disso com crenças concorrentes da época, como o culto a Mitra e festivais como a Saturnalha? Se a Bíblia não traz uma data exata, como essa tradição se consolidou? E como símbolos e costumes foram mudando com o tempo — do São Nicolau ao Papai Noel, da missa do galo aos Reis Magos — até chegarmos ao Natal moderno, cada vez mais comercial?Para responder a estas e outras perguntas, convidamos Guilherme Freire para o episódio nº 276 do podcast Os Sócios. Falamos sobre o Natal, como essa data se consolidou e tudo o que podemos aprender com ela.O episódio será transmitido ao vivo nesta quinta-feira (25/12), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Freire @guilhermefclfreire
Leitura Bíblica Do Dia: MATEUS 1:18-25 Plano De Leitura Anual: DANIEL 3–4; 1 JOÃO 5 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O homem conhecido hoje como São Nicolau nasceu por volta de 270 d.C. em uma rica família grega. Tragicamente, seus pais morreram quando era muito novo, e ele viveu com um tio, que o ensinou a seguir a Deus. Diz a lenda que, quando jovem, ele viu três irmãs que não tinham dote para o casamento e logo ficariam desamparadas. Querendo seguir o ensino de Jesus sobre ajudar aos necessitados, Nicolau usou sua herança dando a cada irmã um saco de moedas de ouro. Ao longo dos anos, usou o restante do dinheiro para alimentar os pobres e cuidar dos outros. Nicolau foi homenageado por sua generosidade e inspirou o personagem que hoje é chamado de “Papai Noel”. Embora a publicidade e o brilho possam ameaçar as nossas celebrações, a tradição de presentear permanece. A generosidade de Nicolau sustentava-se em sua devoção a Jesus e ele reconhecia que Cristo representava a generosidade inimaginável, trazendo-nos a dádiva mais profunda: Deus. Jesus é “Deus conosco” (MATEUS 1:23) e nos trouxe o dom da vida. Em um mundo de morte, Ele “[salva] seu povo dos seus pecados” (v.21) Quando cremos em Jesus, desenvolvemos a generosidade sacrificial. Atendemos às necessidades dos outros com alegria, assim como Deus nos provê. Essa é a história de Nicolau, mas mais do que isso, é uma história sobre o amor de Deus. Por: WINN COLLIER
A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada a mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. No 4º episódio, a diretora de marketing da Nomad, Thais Nicolau fala sobre a estratégia de comunicação adotada pela marca para superar os desafios em um segmento competitivo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
durée : 00:14:43 - Le lièvre à la royale de l'Arraditz, avec Olivier Nicolau Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Começando os trabalhos!Joel AraoWhatsapp +55 11 99107-0958https://www.mapadocomportamento.com/Abertura: Milton Neves - Nicolau, Nicolau!Músicas: 3Q Band (live@IIIFest)
Thais Souza Nicolau, diretora de marketing na Nomad, neste CMO Playbook, aborda a importância da criatividade como motor de negócios em um setor tradicionalmente avesso a risco, mas que é super competitivo: o mercado financeiro.A Nomad, que oferece como principal produto a possibilidade de investimentos no exterior, está há apenas cinco anos no mercado, mas desde que Thais chegou, tem tido campanhas ousadas e com resultados significativos. Thais detalha esses casos feitos “sem possuir a maior verba do mercado”, advogando a maximização da eficiência do investimento em marketing, utilizando a criatividade e conceitos disruptivos para se destacar.Thaís aponta que essa cautela excessiva leva à tendência de subestimar a marca, mantendo o branding sub investido e secundário em comparação ao investimento em performance, mesmo que a marca e a consistência sejam os fatores que realmente diferenciam a empresa e podem multiplicar os resultados.Com passagens marcantes no Burger King e Mercado Livre, ela também conta casos exemplares de campanhas criativas no seu passado como profissional.
The mathematical area of topology is all about figuring out what truly defines a shape. Famously, topologists consider a coffee cup to be the same as a doughnut because one can be turned into the other without cutting or gluing — what defines and relates these two shapes for a topologist is that they have a single hole. As you might imagine, if you have ever tried to drink coffee out of a doughnut, topology has traditionally been part of pure mathematics. Topological data analysis (TDA), however, opens up a world of applications by applying ideas from topology to vast data sets, helping us to understand their "shape" and draw out important features. In this episode of Maths on the Move we talk to algebraic topologist Michael Hill about some of the fascinating uses of topological data analysis — from understanding breast cancer to making sure that voting is fair. We talked to Michael after he gave a brilliant Rothschild lecture at the Isaac Newton Institute for Mathematical Sciences (INI) in Cambridge. He was at the INI to attend the research programme Equivariant homotopy theory in context. To find out more about the topics mentioned in this podcast see: Maths in a minute: Topology — a quick introduction to topology. Understanding life with topology — a quick introduction to TDA and some of its uses. Euromaths: Heather Harrington — An episode of our Maths on the move podcast giving and introduction to topological data analysis. Watch Mike Hill's Rothschild lecture at the INI. Topology based data analysis identifies a subgroup of breast cancers with a unique mutational profile and excellent survival - The paper by Nicolau, Levine and Carlesson, mentioned by Michael in the podcast, which uses TDA to identify a novel type of breast cancer. The Data and Democracy Lab — mentioned by Mike in the podcast. Also, here is an image illustrating the intuition behind topological data analysis. As discs drawn around a bunch of points arranged in a circle increase in radius, they eventually overlap to form a ring, and later overlap to form a single blob. This podcast forms part of our collaboration with the Isaac Newton Institute for Mathematical Sciences (INI) – you can find all the content from the collaboration here. The INI is an international research centre and our neighbour here on the University of Cambridge's maths campus. It attracts leading mathematical scientists from all over the world, and is open to all. Visit www.newton.ac.uk to find out more.
What if your immune system was shaping your personality without you even knowing? In this clip, immunologist Dan Nicolau reveals surprising science behind the mind-body connection, how curiosity and forgiveness affect health, and why infections like toxoplasmosis can radically change behavior.Dan NicolauListen to the full episode here.Watch the full episode on YouTube here.***This episode is sponsored by Spatone – the No.1 iron-rich water supplement.This is a product I genuinely believe in — one I've used personally and recommended in the clinic for years. Spatone is a natural iron-rich water that's incredibly gentle on the stomach. No harsh tablets, no digestive upset — just one naturally sourced ingredient that works.If you're looking for iron support that actually feels good to take, this is the one I trust. You can pick up Spatone at Boots: Spatone Apple Daily Iron Shots + Vitamin C 28 Sachets - Boots**This episode is also sponsored by London Nootropics, the best-in-class adaptogenic coffee I trust. Made with Hifas da Terra mushroom extracts, it supports focus, calm, and energy, and helps you stay sharp throughout the day. Enjoy 20% off with code LIVEWELLBEWELL at londonnootropics.com***If you enjoyed this episode you might also like:The Brain Immune Expert: ALERT! Social Media Is Reprogramming Your Immune System | Prof Nicolauhttps://youtu.be/2zNw6pzv8qk***Sign up to Sarah's Compassionate Cure newsletter: Science Simplified, Health Humanised. Join thousands in exploring actionable insights that prioritise compassion, clarity, and real-life impact. https://sarahmacklin.substack.com/***Let's be friends!
Nos preguntamos el por qué de muchos nombres de ciudades y poblaciones y cocinamos las mejores croquetas con María Nicolau
Investigamos sobre la historia de los rascacielos y la edificación en diferentes países, reflexionamos sobre la historia de la sexualidad y preparamos una lasaña con la chef María Nicolau
Nos preguntamos cuántas especies de animales existen en el mundo, repasamos las grandes obras de la humanidad y hablamos de beicon con la gran chef María Nicolau
Nos preguntamos cómo se desarrollaron los lobos para terminar siendo perros de compañía, y María Nicolau nos da la mejor receta de comtessa.
Nos preguntamos cómo se desarrollan y para que sirven las huellas dactilares y hablamos de la comida de los aviones con la chef María Nicolau.
Fifteen track gift from Analog Africa proving that you can't spell Funaná without F-U-N. Bemba Restrepo's discovery on the shores of São Nicolau adds an extra jolt of weirdness to the traditional sounds of Cabo Verde.
Nos preguntamos por qué el cielo es azul y cuántos colores distingue el ser humano, hablamos de los genios de la creatividad y repasamos las diferencias culturales en cuanto al uso de los animales en la cocina de todo el mundo con la chef María Nicolau
Nos preguntamos el origen de la ropa interior y preparamos un gazpacho en la cocina de María Nicolau
What if inflammation didn't just come from your diet but from your digital habits? In this clip, Professor Dan Nicolau shares the overlooked connection between attention, immune response, and the subtle biological cost of modern screen use.Dan NicolauListen to the full episode here.Watch the full episode on YouTube here.***If you enjoyed this episode you might also like:The Brain Immune Expert: ALERT! Social Media Is Reprogramming Your Immune System | Prof Nicolauhttps://youtu.be/2zNw6pzv8qk***Sign up to Sarah's Compassionate Cure newsletter: Science Simplified, Health Humanised. Join thousands in exploring actionable insights that prioritise compassion, clarity, and real-life impact. https://sarahmacklin.substack.com/***Let's be friends!
I'm excited to share this week's Live Well Be Well episode with you all! I had Dr. Dan Nicolau join me to explore the fascinating intersection of our brain and immune system - a relationship that could completely transform how we understand health and disease."Neuroimmunology" - the powerful two-way communication between our brain and immune system. We often think of these systems separately, but Dan reveals how they're constantly in dialogue, influencing everything from allergies and autoimmune conditions to mental health and chronic disease.We dive into how modern life - particularly our relationship with social media and screens - might be disrupting this delicate balance and potentially driving inflammation throughout our bodies. Dan shares insights from his groundbreaking research on how what we scroll through might literally be changing our biology, and offers practical wisdom on how we can become more mindful of these connections in our daily lives.About Dr. Dan Nicolau:Dr. Dan Nicolau is a polymath researcher whose work spans mathematics, engineering, medicine, and computer science. As a leading voice in neuroimmunology, his research explores how the brain and immune system communicate and how this relationship affects our health from allergies to cancer. His multidisciplinary approach combines rigorous science with profound philosophical insights about what it means to live well in the modern world.Connect with Dr. Dan Nicolau:Email: dan.nicolau@kcl.ac.ukLove,Sarah Ann
Hola, hola, bunquerines i bunquerins! Us donem la benvinguda a l'especial de Cap d'Any d'"El b
En este episodio tenemos a Christian solo leyendo los correos:
#048 Rebroadcast New College-Style Sweatshirt! And the Ghost Halloween Design is Back! This week, Melissa and Jam dive into spiciness. What is it? Is it a flavor? Is it a feeling? Is it both? Is it more? Why can some people handle more than others? Does spiciness have any benefits? References from this episode https://www.sciencedirect.com/topics/pharmacology-toxicology-and-pharmaceutical-science/vanilloids Solomon's Organic Chemistry 11th edition Analogues of Capsaicin with Agonist Activity as Novel Analgesic agents; Structure-Activity Studies 2. The Amide Bond “B-Reigion” byWalpole et. al Similarities and Differences in the Structure−Activity Relationships of Capsaicin and Resiniferatoxin Analogues by Walpole et. al Detailed Analysis of the Binding Mode of Vanilloids to Transient Receptor Potential Vanilloid Type I (TRPV1) by a Mutational and Computational Study by Ohbuchi et. al The Art and Science of Organic andNatural Products Synthesis - by Nicolau et. al https://www.acs.org/content/acs/en/pressroom/reactions/videos/2015/why-are-hot-peppers-hot-and-how-milk-helps.html Find us on Instagram, Twitter, and Facebook @ChemForYourLife. Email us at chemforyourlife@gmail.com And check out our chill, simple little website at https://chemforyourlife.transistor.fm/ Thanks to our monthly supporters Scott B Jessie Reder Ciara Linville J0HNTR0Y Jeannette Napoleon Cullyn R Erica Bee Elizabeth P Sarah Moar Rachel Reina Letila Katrina Barnum-Huckins Suzanne Phillips Venus Rebholz Lyn Stubblefield Jacob Taber Brian Kimball Emerson Woodhall Kristina Gotfredsen Timothy Parker Steven Boyles Chris Skupien Chelsea B Bri McAllister Avishai Barnoy Hunter Reardon ★ Support this podcast on Patreon ★ ★ Buy Podcast Merch and Apparel ★ Check out our website at chemforyourlife.com Watch our episodes on YouTube Find us on Instagram, Twitter, and Facebook @ChemForYourLife
Jim and Matt are joined by two longtime friends of the show in UFC featherweight Aljamain Sterling and Beneil Dariush for today's episode of UFC Unfiltered. Calling in first is Aljamain Sterling, who expresses his honest thoughts on those downplaying the outcome of his dominant UFC featherweight debut against Calvin Kattar at UFC 300. Understanding that he's likely not next in line for the 145-pound title shot, Aljo explains why the next best fight to make is him against Brian Ortega for a top featherweight contender spot. Shortly after Sterling's call ends, the guys invite Beneil Dariush on the show to congratulate the lightweight veteran for being awarded the 2024 Forrest Griffin Community Award — an award that recognizes a UFC athlete for their exceptional volunteer/charity work and the meaningful impact their efforts have on the community. Beneil wraps up his interview by filling the guys in on his state of mind coming off two losses and how he plans to bounce back into the win column. Finally, Matt wraps up the show by “humbly” pointing out how much better he did than Jim picking winners from this past Saturday's UFC Fight Night: Nicolau vs. Perez card.
Alex Perez has the weight of the world on his shoulders, likely putting his UFC career on the line against Matheus Nicolau in the main event of UFC Vegas 91. In the end, the one-time UFC title challenger was able to pick up his first win inside the octagon in nearly four years with a sensational knockout of Nicolau to close the show on Saturday. Now that he's back in the win column, what should come next for Perez? On an all-new edition of On To the Next One, MMA Fighting's Mike Heck and Alexander K. Lee discuss who Perez could face next following his big win. Additionally, future matchups are discussed for Bogdan Guskov following his second-round finish of Ryan Spann in the co-main event, Karine Silva after earning a hard fought unanimous decision victory over Ariane da Silva in the featured flyweight bout, along with fellow main card winners Jhonata Diaz, David Onama, Uros Medic, and more. Follow Mike Heck: @MikeHeck_JR Follow Alexander K. Lee: @AlexanderKLee Subscribe to MMA Fighting Check out our full video catalog Like MMA Fighting on Facebook Follow on Twitter Read More: http://www.mmafighting.com Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
On today's episode of UFC Unfiltered, Jim Norton and Matt Serra are joined by a pair of fighters on this Saturday's card in women's flyweight Ariane Lipski and men's lightweight Austin Hubbard. Riding a three-fight winning streak going into Saturday's fight against Karine Silva, Lipski outlines how she's managed to stay even-keeled through the ups and downs of her career — and one tidbit from her favorite book comes as a hilarious shock to Matt! In between interviews, Jim reacts to the breaking news of UFC 304's return to Manchester, England before Matt eventually takes the conversation to his thoughts on Colby Covington's stance on fighting Ian Machado Garry. When Austin Hubbard joins the show, he and Matt bond over their respective stints in The Ultimate Fighter house. Hubbard then talks through how he battled adversity to return to the UFC for a second go-around. Finally, the guys end the show with some predictions from Saturday's UFC Fight Night: Nicolau vs. Perez card, with Jim looking to make up substantial ground in the head-to-head standings.