Podcasts about desenvolvimento sustent

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Latest podcast episodes about desenvolvimento sustent

Minuto TCE-GO
1° Conferência de Desenvolvimento Sustentável

Minuto TCE-GO

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 1:08


Viração - ADUFPel
Viração 286 - Falsa sustentabilidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Viração - ADUFPel

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 41:35


Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre a falsa sustentabilidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.Abordamos as críticas ao modelo de sustentabilidade que eles representam, a relação entre capitalismo, exploração da natureza e concentração de riqueza e destacamos a agroecologia e o papel das universidades públicas na construção de alternativas mais justas e sustentáveis.O entrevistado é o docente titular de Geografia Agrária da Universidade Estadual Paulista (UNESP), de Rio Claro, e doutor em Geografia Humana, José Gilberto de Souza. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ /⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ /⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ facebook⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Trilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/⁠⁠⁠⁠⁠⁠

ONU News
África precisa de reforçar o investimento em água e saneamento, diz ONU

ONU News

Play Episode Listen Later May 29, 2026 1:46


Investimento no setor terá de mais do que triplicar para cumprir metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Comissão Econômica na África apela à mudança da forma de uso dos recursos hídricos no continente.

InovaSocial
Da Redação #01: Bastidores dos pensamentos sobre IA

InovaSocial

Play Episode Listen Later May 19, 2026 57:53


Parece que ficou difícil pensar com profundidade na internet. Faltam espaços para contexto e elaboração. É por isso que, no ano em que o InovaSocial completa 10 anos, nosso podcast ganha uma nova temporada e um novo formato, muito mais analítico e investigativo.Neste episódio inaugural do Da Redação, Victor Vasques (diretor executivo do InovaSocial), Gabriel Cardoso (gerente executivo do Instituto Sabin) e Andressa Jordano (editora-chefe do InovaSocial) debatem como a IA pode resgatar dialetos indígenas, criar acessibilidade real para pessoas com deficiência visual e atuar de forma preventiva na saúde.Neste episódio, você vai ouvir sobre:Como a IA "furou a bolha" e virou rotina (até na Justiça do Trabalho).O cansaço cognitivo e como terceirizamos nosso pensamento para os algoritmos.A conta invisível: meio ambiente, soberania de dados e desigualdade.O lado luminoso: acessibilidade e impacto social positivo.Compromisso com a Agenda 2030 (ODS):As discussões deste episódio refletem o nosso compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, abordando a urgência da ética no avanço tecnológico (ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura) e alertando para o risco do abismo e da exclusão digital (ODS 10: Redução das Desigualdades).Links Relacionados:Quanto de energia a IA do Google usa? Os bastidores do número por trás de cada promptPodcast #93: A inclusão de idiomas indígenas nas plataformas da Motorola

Jorge Borges
Tendências do ensino superior | UNESCO

Jorge Borges

Play Episode Listen Later May 18, 2026 7:02


Sobre o relatório inaugural da UNESCO, publicado em 2026, examina as tendências globais do ensino superior num contexto de rápida mudança tecnológica e crescente mobilidade. O documento destaca que, embora as matrículas mundiais tenham duplicado desde 2000, subsistem graves desigualdades regionais no acesso e financiamento, especialmente na África Subsariana. Através de dados do Observatório de Políticas de Educação Superior, a análise aborda temas críticos como a inteligência artificial, a liberdade académica e a inclusão de refugiados. O objetivo central é servir como um guia estratégico para governos e instituições promoverem sistemas educativos mais equitativos e resilientes. Assim, a obra funciona como uma ferramenta essencial para monitorizar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

Jorge Borges
A explosão universitária esconde uma crise profunda

Jorge Borges

Play Episode Listen Later May 18, 2026 18:48


Sobre o relatório inaugural da UNESCO, publicado em 2026, e queexamina as tendências globais do ensino superior num contexto de rápida mudança tecnológica e crescente mobilidade. O documento destaca que, embora as matrículas mundiais tenham duplicado desde 2000, subsistem graves desigualdades regionais no acesso e financiamento, especialmente na África Subsariana. Através de dados do Observatório de Políticas de Educação Superior, a análise aborda temas críticos como a inteligência artificial, a liberdade académica e a inclusão de refugiados. O objetivo central é servir como um guia estratégico para governos e instituições promoverem sistemas educativos mais equitativos e resilientes. Assim, a obra funciona como uma ferramenta essencial para monitorizar o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

ONU News
Portugal abriga o primeiro bairro social do mundo embaixador dos ODS

ONU News

Play Episode Listen Later May 11, 2026 6:35


Zambujal, na Amadora, perto da capital do país, transformou as paredes dos prédios numa iniciativa ligada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; proposta incluiu moradores e artistas em processo que mudou forma como o bairro se vê e é visto.

Notícias MP
MPAC participa da 1ª Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Notícias MP

Play Episode Listen Later May 8, 2026 1:11


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta terça-feira, 28, da 1ª Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, realizada no Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco. O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Casa Civil do Acre, integra o processo preparatório para a Conferência Nacional dos ODS e reuniu representantes do poder público e da sociedade civil para diálogo e construção coletiva de propostas.

ONU News
Zico e Flamengo juntam-se à iniciativa da ONU Futebol para os ODS, em Nova Iorque

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 3:20


Ex-jogador é também o primeiro Campeão Brasileiro do “Futebol pelos ODS”; Zico recebeu título na sala da Assembleia Geral colocando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro da agenda desportiva.

República de Ideias
#007 Semeando futuros/ESIGS. Economia solidária para o desenvolvimento sustentável: experiência Coopssol #163

República de Ideias

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 53:29


Damos continuidade à segunda temporada do programa Semeando Futuros. Esta temporada será realizada em parceria com a pós-graduação em Economia Solidária, Inovação e Gestão Social (ESIGS), uma realização da Universidade do Cariri e do Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM), que tem o Ateliê de Humanidades como instituição parceira associada.O terceiro episódio da temporada tem por tema "Economia solidária para o desenvolvimento sustentável - A experiência da Coopssol no Norte e Nordeste".Bia Martins conversa com Jonathan Antunes, paraibano, sertanejo, formado em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mestre e doutorando no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA), e também aluno da especialização em Economia Solidária, Inovação e Gestão Social pela Universidade Federal do Cariri (UFCA). Atualmente, é Vice-Diretor Financeiro e Gestor de Projetos na Cooperativa de Trabalho de Sociólogos Solidários – COOPSSOL Brasil, onde atua na elaboração, captação e execução de projetos com foco em desenvolvimento socioambiental, sempre a partir da perspectiva da economia solidária como eixo estruturante das ações.

Jorge Borges
Aprendizagem Cooperativa e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 5:44


Este recurso educativo explora a integração da aprendizagem cooperativa com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Os autores apresentam uma estrutura pedagógica que incentiva os alunos a trabalharem em conjunto para resolver problemas globais, como a pobreza e as alterações climáticas. O texto detalha princípios fundamentais, como a interdependência positiva e a responsabilidade individual, garantindo que todos os participantes contribuam equitativamente. Além disso, descreve diversas técnicas práticas, como o Jigsaw e o Think-Pair-Share, adaptadas para promover o pensamento crítico e a cidadania ativa. O guia funciona como um manual para professores que desejam transformar a sala de aula num espaço de colaboração inclusiva e impacto social. Desta forma, a obra procura capacitar as novas gerações a agir de forma ética e coordenada em prol de um planeta mais sustentável.

Jorge Borges
Aprendizagem Cooperativa e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 18:54


Já pensou em como a forma como os alunos trabalham juntos pode ser tão importante quanto aquilo que aprendem? É precisamente esta ideia que está no coração do livro Cooperative Learning and the SDGs, uma obra de acesso livre publicada em 2023 pela PeacheyPublications, escrita por Lim, Reidak, Chau, Zhu, Guo, Brooks, Roe e Jacobs. O livro propõe uma aliança poderosa entre a aprendizagem cooperativa (AC) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, mostrando que a sala de aula pode — e deve — ser um espaço de construção de um mundo melhor.

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Central - Parque do Biribiri recebe visita de parlamentares

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 0:57


A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai à Diamantina, nesta 6ªf (27/3), ouvir a população sobre a exploração do ecoturismo pelo Governo do Estado.

ONU News
Moçambique busca cumprir metas globais após recessão e eventos extremos

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 2:47


País saiu da recessão no trimestre passado e teve uma alta de 4,67% no período; presidente do Instituto Nacional de Estatística destaca apoio na recuperação pós-ciclone para incentivar cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #62: Verônica Bender Haydu

Naruhodo

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 80:28


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia, coordenadora do Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais da UEL, Verônica Bender Haydu. Só vem! >> OUÇA (80min 28s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Verônica Bender Haydu é graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, mestre e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP-SP). Realizou estágio pós-doutoral na UFSCar, junto ao programa de Psicologia.  Professora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina. Coordena o Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais. Acreditada pela ABPMC e é membro do Think Tank sobre cultura e análise do comportamento e do grupo Matemática e Análise do Comportamento (MATEMAC).  Lidera o Grupo de Pesquisa "Análise do Comportamento: Implicações Clínicas e Educacionais" cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, desenvolvendo pesquisas em cooperação com docentes e discentes da UEL, da UFES e da UFSCar. Desenvolve pesquisas ligadas às seguintes linhas: 1) Análise Experimental do Comportamento e Psicobiologia, 2) avaliação, desenvolvimento e aplicação de tecnologias comportamentais, 3) realidade e ambientes virtuais: aplicações clínicas e educacionais, 4) análise de comportamento verbal e de práticas culturais, com ênfase em questões ambientais. Suas atividades estão voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mais especificamente o ODS 3 (Saúde e bem-estar) e o ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis). Lattes: https://lattes.cnpq.br/1726041421275880 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | Domingo, 1 de março

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 54:48


Latinx in Australia em destaque no desfile do Mardi Gras, em Sydney. No programa de hoje, conversamos com Yasmin Blanco, uma das líderes por detrás deste projeto, que não só acolhe latino-americanos queer a viver na Austrália, como celebra a sua cultura. O programa de hoje leva-nos também até Kincumber, à boleia de Helena Alemão. Como é viver na Central Coast de Nova Gales do Sul? Helena partilha connosco a sua experiência. No programa hoje, recebemos também notícias de Portugal. O nosso correspondente em Lisboa, Francisco Sena Santos, conversa com Filipe Duarte Santos, professor catedrático da FCUL e presidente do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável sobre as alterações climáticas que Portugal tem vindo a sentir nos útimos meses.

SBS Portuguese - SBS em Português
Os rios atmosféricos que, puxados por ciclones, causaram calamidade em Portugal

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 4:50


Conversamos com o professor Filipe Duarte Santos, professor catedrático da FCUL e presidente do Conselho Nacional de ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que explica o que está a se passar com o clima em Portugal.

Eu quero saber - Traduzindo a ciência para você!
Episódio 102 'Ciência para todos' - Plataforma SOrg Brasil de Sustentabilidade

Eu quero saber - Traduzindo a ciência para você!

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 34:17


Nesse episódio a profa. Patricia Guarnieri conversa com o prof. Mauricio Amazonas, prof. Elimar Nascimento, Maria Clara Maia e Pati Reis,membros do Grupo SOrg - Sustentabilidade nas Organizações do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília. A SOrgBrasil é uma plataforma tecnológica pública, de livre acesso e colaborativa. Criada a partir de projeto liderado pela UnB e com financiamento da FAPDF, visando oferecer um instrumento de alavancagem da Sustentabilidade das Organizações a empresas, agentes públicos, agentes financeiros, investidores, organizações do terceiro setor, especialistas e à sociedade em geral.Vem com a gente saber mais sobre esse assunto!Se quiser saber mais acesse:https://www.sorgbrasil.comParticipe da fase de testes! As orientações podem ser acessadas aqui: Lançamento | SorgVideocast: https://youtu.be/fxQ37Vjd0NY

Marketing business-to-business: o podcast
#113 - Impacto real ou "Purpose Washing"? O Marketing com propósito entre o discurso e a prática.

Marketing business-to-business: o podcast

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 36:33


Vivemos um momento curioso no mundo do marketing. Nunca se falou tanto de propósito, sustentabilidade, responsabilidade corporativa e impacto positivo — e, ao mesmo tempo, nunca foi tão legítima a dúvida sobre até que ponto estes conceitos se traduzem em decisões reais dentro das empresas.Quando falamos de um marketing com propósito, será que temos clareza sobre o que isso significa? E onde acaba a intenção genuína e começa o que poderíamos chamar de purpose-washing? Para nos ajudar a pensar estas questões, ninguém melhor do a convidada deste episódio. Com um percurso no ensino e na investigação, a Marta Bicho está hoje à frente do IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing. Tem sido uma ativa promotora da ligação entre a academia e o mundo empresarial e é apaixonada pelo tema da liderança e do marketing com propósito – sobre o qual conversamos neste episódio. Falamos ainda do papel das escolas na preparação para um mundo instável e em mudança, e, inevitavelmente, das competências humanas de que vamos precisar num tempo cada vez mais dominado pela tecnologia. Oiça o episódio e descubra:Que indicadores permitem perceber se o propósito de uma empresa se traduz na realidadeO que são os ODS e que papel têm na construção de métricas de sustentabilidadeQue impacto tem a conjuntura geopolítica nas práticas de sustentabilidade das empresasO papel da academia na promoção da responsabilidade corporativa e do marketing com propósitoComo se traduz, na prática, a ligação entre a academia e as empresas, e como poderia ser reforçadaQue ferramentas devem constar num currículo de ensino de marketing especificamente voltado para o business-to-business Sobre o convidado:Email da Marta BichoLinkedin do IPAMPerfil da Marta Bicho no Linkedin Conceitos e Eventos mencionados:Concurso Academia GraceODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Livros recomendados:Alexandre Rangel - O que podemos aprender com os gansos  Paulo Coelho - O AlquimistaBrené Brown - A Coragem de Ser Imperfeito Podcasts recomendados:IPAM TalksMarketing na Ponta da Língua  Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet.Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.O papel da Academia: formar profissionais, não só técnicosMarketing B2B: menos “sexy”, mais provável

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Região Central - Vazamento em mineradora motiva visita de parlamentares a Congonhas

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 1:04


A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai até as minas de Fábrica e de Viga, da mineradora Vale S.A. nesta 6ª f (13/2).

Meio Ambiente
Ao menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 23:40


Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa.   Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações.    “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.” 

ONU News
Portugal reafirma compromisso com desenvolvimento social e redução das desigualdades

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 1:26


Secretária de Estado para a Ação Social e Inclusão destaca alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável durante sessão da Comissão para o Desenvolvimento Social.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Sicredi Sul SC abre inscrições para o Fundo Social 2026 e vai destinar recursos a projetos comunitários

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 15:10


A Sicredi Sul SC deu início ao período de inscrições para o Fundo Social 2026, iniciativa que tem como objetivo apoiar financeiramente projetos de interesse coletivo desenvolvidos por entidades associadas à cooperativa. As inscrições seguem abertas até o dia 31 de março e são destinadas a instituições que atuam nas áreas educacional, cultural, esportiva, ambiental e de saúde. O Fundo Social contempla entidades localizadas nos 45 municípios da área de atuação da Sicredi Sul SC, que abrange a região entre Imbituba e Passo de Torres. Cada projeto inscrito poderá receber um aporte financeiro entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, sendo permitida a contemplação de apenas uma proposta por entidade. Para participar, as instituições precisam ser pessoas jurídicas legalmente constituídas, possuir CNPJ ativo e serem associadas à cooperativa. Outro critério obrigatório é que os projetos estejam alinhados a pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), reforçando o compromisso da Sicredi com o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atua. Todas as regras, critérios de avaliação e prazos do processo estão disponíveis no regulamento do Fundo Social, que pode ser consultado no site oficial da Sicredi Sul SC. O resultado dos projetos contemplados será divulgado até o início de junho, e a liberação dos recursos está prevista para o dia 30 de junho de 2026. O tema foi destaque no programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (26), que recebeu o gerente da Sicredi em Lauro Müller, Alexandro Augusto Kempfer. Na entrevista, ele detalhou o funcionamento do Fundo Social e também comentou sobre os primeiros meses de atuação da cooperativa no município, destacando a aproximação com a comunidade e o apoio a iniciativas que promovem o desenvolvimento local.

Biologia In Situ
220 - Tarifa zero no transporte público

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 36:23


Olá, bio-ouvintes! Dessa vez pegamos a estrada para refletir sobre como o alto custo com o deslocamento representa uma barreira social e de mobilidade urbana.  Quem conversa conosco é Glaucia Pereira, doutorada em Desenvolvimento Sustentável e que estuda mobilidade urbana. Falamos sobre o movimento histórico e atual implementação da Tarifa Zero no transporte público, assunto que vem sendo muito discutido em várias perspectivas econômicas e sociais.   Perfil da Glaucia no google acadêmico   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidada: Glaucia Pereira. Edição e mixagem de áudio: Tales Barretto. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 220 - Tarifa zero no transporte público. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidada: Glaucia Guimarães Pereira. Edição e mixagem de áudio: Tales Ramos Barretto. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 22 de janeiro de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/220-tarifa-zero-no-transporte-publico/.

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
SOCIEDADE | O que sabemos sobre direitos humanos?

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 43:13


Os direitos humanos são uma conquista do passado ou um desafio do futuro? No primeiro de três episódios dedicados ao tema, Hugo van der Ding e o jurista Marco Ribeiro Henriques mergulham no universo dos princípios que defendem a dignidade de todos os seres humanos.Em 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Mas a história deste documento não começa nem acaba aí. O especialista e o comunicador recuam até 500 a.C., para perceber como os ideais de direitos humanos evoluíram ao longo dos séculos.Nesta viagem, a dupla reflete também sobre a vigência política dos direitos humanos e de como a sua aplicação varia de país para país, dependendo de contextos culturais, sociais e económicos.A conversa explora ainda o carácter evolutivo destas normas, que nunca estão fechadas ou concluídas. Pelo contrário, evoluem com a sociedade, dando origem a sucessivas dimensões – e já vamos na 5.ª geração, com novos direitos a emergir em resposta a desafios globais, tecnológicos e ambientais.O episódio termina com um alerta: os direitos humanos enfrentam, atualmente, ameaças reais e constantes. Defendê-los não é apenas um exercício teórico, mas uma responsabilidade coletiva, em nome das gerações futuras. Não esqueçamos que os direitos que hoje damos por garantidos só existem porque alguém, antes de nós, decidiu não ficar indiferente.Para começar o ano com os pés no presente, a olhar para o futuro, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISBobbio, Norberto «A Era dos Direitos»Hunt, Lynn «Inventing Human Rights: A History»Documentário «13th» (Netflix)Documentário «Human», de Yann Arthus-BertrandObjetivos de Desenvolvimento Sustentável«Audiovisual Library of International Law»BIOSMarco Ribeiro HenriquesJurista, especialista externo da Comissão Europeia, com foco na avaliação de programas, análise de impacto e revisão de políticas públicas nos domínios da justiça, inovação social e direitos fundamentais. Professor universitário em Direito da Inclusão Social e Direitos Humanos.Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares. 

Radar Agro
Conselhos discutem agendas do agronegócio na FIESP | FC Especial de Sábado

Radar Agro

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 19:31


O Fala Carlão Especial de Sábado conversou com Jovelino Mineiro, pecuarista; Helen Jachinto, conselheira; Ana Paula Packer, conselheira; Roberto Rodrigues, enviado especial da Agricultura para a COP30; Ingo Ploger, presidente da Abag; Tereza Cristina, senadora e próxima presidente do COSAG; e Jacyr Costa Filho, atual presidente do COSAG, durante a última reunião do ano do COSAG, na FIESP.O encontro reuniu, de forma extraordinária, o Conselho Superior do Agronegócio, o Conselho Superior de Desenvolvimento Sustentável, o Conselho Superior de Economia e o Conselho Superior de Comércio Exterior, ampliando o diálogo entre diferentes áreas estratégicas do país.A reunião reforçou a integração entre produção, sustentabilidade, economia e comércio exterior, com foco em alinhamento institucional e construção de agendas conjuntas para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

Convidado
“As alterações climáticas são um facto”, Ulisses Correia e Silva, 1º ministro de Cabo Verde

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 9:33


“Cabo Verde, crises e resiliência – erupção vulcânica, secas, Covid-19, guerras na Ucrânia e no Médio Oriente” é o título do livro onde o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, faz um exercício de balanço de como Cabo Verde e o seu Governo enfrentaram as diferentes crises. A obra, que é um contributo para documentar a História de Cabo Verde, é também um registo da coragem e capacidade de sacrifício de um povo. A erupção vulcânica, as secas, a pandemia de Covid-19, os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, a riqueza dos recursos naturais e a pobreza em África ou a acção climática e ambiental, são alguns dos temas desenvolvidos no livro. Ulisses Correia e Silva esteve recentemente em Portugal para apresentar a obra. Em entrevista à RFI, o primeiro-ministro de Cabo Verde, entre outros temas, fala de como lidou com as crises que enfrentou enquanto chefe de Governo, de transição energética, de água, de alterações climáticas, do posicionamento de Cabo Verde perante os conflitos entre Rússia e Ucrânia e entre Israel e Palestina, a importância da diáspora cabo-verdiana e o crescimento de Cabo Verde. RFI: O que o motivou a escrever este livro? Ulísses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde: A motivação tem a ver com o momento excepcional e especial do período em que Cabo Verde, e também o mundo, atravessou crises muito graves. A gente vai falar da pandemia da Covid-19, uma das maiores crises mundiais depois da Segunda Guerra Mundial. Cabo Verde foi exposto e teve um impacto muito forte na sua economia, no quadro social. Estamos a falar de secas severas, mas que não são secas severas quaisquer. De 2017 a 2021, nós sofremos as piores secas dos últimos 40 anos, também com impacto muito forte. Depois, já temos aquilo que é o resultado da tensão geopolítica, a guerra na Ucrânia, que provocou uma crise inflacionista em 2022, que fez a nossa inflação disparar de 1% para 8%, com impactos muito graves, e são basicamente estas crises que conformam a estrutura do livro. Para deixar retratado, testemunhado aquilo que foram os impactos muito fortes num país como Cabo Verde, que conseguiu fazer face e recuperar, relançar a sua economia e a vida social que continua hoje e com muito mais resiliência. RFI: Quais são as lições que, Cabo Verde, os cabo-verdianos, o Sr. Primeiro-Ministro foram obrigados a tirar destas crises? Ulisses Correia e Silva: As lições têm a ver com o reconhecimento, de facto, que as alterações climáticas e as mudanças climáticas são um facto. Nós, não só sofremos os impactos de secas severas, mas, como mais recentemente, o que já não faz parte do livro porque aconteceu depois, tivemos o impacto de tempestade Erin, em São Vicente, Santo Antão e São Nicolau, um dos piores fenómenos meteorológicos extremos que Cabo Verde vivenciou. É o contraste da seca, portanto, é chuva torrencial a cair em pouco espaço de tempo, e que provocou até 9 mortos e com muita destruição. E tivemos, mais recentemente, também chuvas torrenciais em Santiago, em Santiago Norte, com impactos muito fortes. Portanto, a nível das alterações climáticas há necessidade de reforçarmos a resiliência, quer a nível da preparação, quer a nível das infra-estruturas para adaptação e mitigação para conseguirmos estar mais preparados em todas as frentes para eventuais cenários extremos, tendo em conta, sempre, que nenhum país consegue estar totalmente preparado. Isto acontece também na Europa, acontece nos Estados Unidos, mas é sempre melhor reforçar a resiliência do que manter o 'status quo'. Depois, nós temos também uma outra lição que é a confiança no país. Com os nossos meios, com o apoio dos nossos parceiros, com a nossa economia, conseguimos recuperar, relançar e temos hoje uma economia a crescer de uma forma robusta, com o desemprego a reduzir-se, com a pobreza extrema em fase de eliminação. Essa é uma confiança de um país que consegue recuperar face a choques externos fortes e consegue também fazer apostas de resiliência no futuro, particularmente a nível da transição energética e da estratégia da água, para sermos menos dependentes desses fenómenos e dos choques externos. RFI: Como é que projecta enfrentar esses que identifica como os principais desafios, a questão climática e energética? Ulisses Correia e Silva: Primeiro a transição energética. Nós já tínhamos traçado, mesmo antes da guerra na Ucrânia que provocou essa crise inflacionista, um objetivo muito claro de atingirmos em 2026 mais de 30% da produção de electricidade através de energias renováveis. Nós vamos fechar em 2025, aliás, com cerca de 35%. Depois chegarmos a 2040 com mais de 50% da produção de electricidade através de energias renováveis e chegarmos a 2040 com mais de 80%. Isto é significativo porque reduz a independência do país aos combustíveis fósseis, reduz a exposição a choques externos energéticos, nomeadamente choques inflacionistas e aumenta a nossa contribuição para a redução da emissão de carbono. Depois temos a questão da água. Um país que está localizado na zona do Sael, que sofre as influências de secas periódicas. Nós virámos mais para o mar, para a dessalinização da água, a sua utilização na agricultura associada às energias renováveis para baixar o custo da produção de água; utilizarmos o máximo de reutilização e eficiência hídrica para podermos também estar mais preparados para a situação de seca. Estas duas vertentes colocam Cabo Verde no futuro com resiliência acrescida. Depois a terceira tem a ver com a diversificação da economia, que não fica apenas dependente de um único sector como é o turismo, por isso estamos a apostar fortemente na economia azul, na economia digital. São estas três grandes áreas que vão fazer com que Cabo Verde cresça ainda mais, aumentar o seu potencial de crescimento e cresça de uma forma mais diversificada. RFI: Qual é o papel da diáspora nessa aposta no desenvolvimento e num outro vector que o Sr. Primeiro-Ministro referiu na apresentação do livro, na vertente desportiva? Ulisses Correia e Silva: A diáspora é fundamental, não só com a sua contribuição para a economia, hoje cada vez mais dirigido para o investimento produtivo, através das remessas familiares, mas na amplificação do capital humano. Significa que a Cabo Verde é muito mais do que as 10 ilhas, é muito mais do que os 500 mil habitantes residentes, nós temos competências e capacidades em todo o mundo. E o futebol, por exemplo, o basquetebol, o andebol, são exemplos disto. A nossa capacidade de recrutar, para além do espaço interno dos residentes no país, recrutamos também em Portugal, em França, na Irlanda, nos Estados Unidos, lá onde temos cabo-verdianos de origem ou cabo-verdianos descendentes de cabo-verdianos, filhos, netos, bisnetos, trinetos, podem-se candidatar, primeiro, a obter a sua nacionalidade, depois a representar o país. Isto é que aumenta a capacidade de recrutamento a nível do futebol, a nível do basquetebol, a nível do andebol, mas aumenta a capacidade de recrutamento também do país, do aumento do seu capital humano em todas as outras áreas, na área da medicina, na área tecnológica, na área do empreendedorismo, dos negócios. Portanto, capacidade de ter uma selecção nacional abrangente com interesses dos cabo-verdianos no seu país e com portas abertas para poderem investir, poderem participar, poderem competir com a bandeira e o sentido da nação cabo-verdiana. RFI: Falando da política internacional, do papel de Cabo Verde e também da CPLP. Na guerra na Ucrânia, na situação em Gaza, qual é que poderia ser o papel da CPLP? Há quem aponte que tem sido pouco presente. Ulisses Correia e Silva: A CPLP, relativamente a essas situações que são de tensões geopolíticas, casos da guerra na Ucrânia, os países em si, individualmente, se posicionaram. Cabo Verde teve um posicionamento muito claro desde a primeira hora e mantemos a nossa posição. Individualmente, os países, praticamente todos, também se confluíram no sentido de reconhecer a gravidade da situação, a ilegitimidade da invasão de territórios alheios e de ocupação. Esses são princípios que nós não defendemos e que nós fazemos questão de pôr em evidência de que são contrários à Carta das Nações Unidas, são contrários ao direito internacional e devem ser devidamente sancionados politicamente. Mas é realidade que nós temos uma conjuntura extremamente difícil que tem que ter uma solução, que tem que ser necessariamente negociada no campo diplomático para encontrar a melhor posição. Dentro da situação em Gaza, também o nosso posicionamento sempre foi claro relativamente à condenação de qualquer situação que possa levar à destruição completa de territórios e de vidas humanas e procurar uma melhor solução para o Médio Oriente. RFI: Enquanto Primeiro-Ministro, daqui até ao fim do seu mandato, quais são os grandes desafios para os quais procurará encontrar solução? Ulisses Correia e Silva: As eleições serão entre Março e Maio. Conseguirmos concluir grandes projectos que estão em curso, pelo menos, ou vão então arrancar. Estou a falar, por exemplo, do pacote da Global Gateway, que são cerca de 400 milhões de euros que estão no sector dos transportes marítimos, nos portos, na economia azul, na economia digital e tem um impacto muito forte sobre a resiliência e o desenvolvimento da economia, e tem também uma componente da transição energética. É um pacote forte, os concursos vão ser lançados ainda este ano, estou a falar dos portos. Depois temos vários outros pacotes de investimentos que estarão na fase de lançamento e de continuidade da sua execução para o futuro próximo, depois a gerir. Agora de entrada de 2026, nós temos um orçamento muito forte para o ano de 2026, porque os governos e o país não podem parar por causa das eleições. Portanto, mantemos a continuidade da governança. Depois, competindo para o resultado eleitoral, que nós esperamos que nos seja favorável. O livro “Cabo Verde, crises e resiliência – erupção vulcânica, secas, Covid-19, guerras na Ucrânia e no Médio Oriente” foi editado pela Pedro Cardoso – Livraria

Economia
Acordo UE-Mercosul: bode expiatório de uma agricultura francesa em crise prolongada

Economia

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 7:23


A Comissão Europeia e o Mercosul esperavam confirmar nesta semana a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o bloco sul-americano – mas a França, mais uma vez, resiste à adoção do tratado, negociado há mais de 25 anos. No país, o pacto se transformou no bode expiatório de um modelo de agricultura em sucessivas crises. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A mais recente delas é sanitária: uma dermatose nodular contagiosa bovina ameaça o rebanho francês e obriga o governo a promover abates em massa de animais, para conter a epidemia. Ao mesmo tempo, o país combate a gripe aviária, que ameaça a região de Landes, principal produtora de patos para o renomado foie gras. As crises sanitárias correm em paralelo a dificuldades mais profundas em setores emblemáticos da produção agrícola francesa, do trigo aos vinhedos, vítimas da concorrência internacional, das mudanças climáticas e das reviravoltas no comércio mundial. Em 2025, pela primeira vez em 50 anos, a agricultura da França poderá registrar déficit comercial, importando mais do que exporta. A inversão se explica pelo aumento dos preços do cacau e do café no mercado internacional, de um lado, e, do outro, pela diminuição das exportações de vinhos e destilados após a guerra tarifária de Donald Trump, somada à safra ruim e à queda dos preços dos cereais. “Foi mais conjuntural, mas se soma a recuos em relação a outros países europeus, como no setor de frutas e legumes. Temos um problema de conjuntura e outro de competitividade, em alguns setores”, explica Jean-Christophe Bureau, professor de Economia da AgroParisTech e especialista em comércio agrícola internacional. “O nosso déficit nos últimos anos se acentuou, principalmente, com os países da União Europeia”, salienta. Corte nos subsídios à vista Os riscos de cortes na Política Agrícola Comum (PAC) do bloco europeu aumentam a preocupação: o próximo orçamento (2028-2034) poderá ser 20% menor, com impacto maior na França, principal beneficiária do programa de subsídios. Os agricultores franceses recebem cerca de € 9 bilhões de ajuda a cada ano, o que representa dois terços da sua renda. Os números evidenciam o déficit de competitividade agrícola francesa, que valoriza a produção local, o savoir-faire familiar e tradicional, em detrimento da agricultura intensiva praticada pelas maiores potências mundiais. O país é o líder europeu de produção agrícola e agroalimentar, mas passou de segundo para sexto maior exportador do planeta, com 4,3% do mercado em 2024. Desde 2015, a França importa mais do que exporta aos vizinhos da União Europeia. A cada duas frutas ou legumes consumidos no país, um vem de fora. “Em alguns casos, temos de fato diferença de custo da mão de obra, que é menor na Espanha, graças à imigração e aos salários mais baixos, ou na Alemanha, onde os encargos trabalhistas são bem menores”, aponta Bureau. “Mas também podemos citar as nossas deficiências em pesquisa e desenvolvimento e até de formação de algumas técnicas.” Normas ambientais europeias O êxodo rural é outra preocupação. A renda média dos agricultores estagnou nos últimos 20 anos, e o aumento das dificuldades do setor afasta a nova geração do campo, na comparação com outras potências agrícolas do bloco, como a Itália ou a Alemanha. Alguns sindicatos agrícolas também criticam o que seria um excesso de regulamentações sanitárias e ambientais no bloco. “A agricultura francesa é caracterizada pela sustentabilidade, na comparação com as grandes potências agrícolas mundiais. Ao mesmo tempo, começa a enfrentar cada vez mais dificuldades ambientais, exacerbadas pelas mudanças climáticas. Temos impasses técnicos para lidar com pragas sanitárias em animais e vegetais”, observou Aurélie Cathalo, diretora de Agricultura do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais (IDDRI), à RFI. “Temos problemas com a fertilidade dos solos, e isso explica a estagnação ou até diminuição da renda dos agricultores. Precisamos colocar a agronomia a nosso favor, fazer o esforço de nos adaptarmos e podermos continuar a produzir, apesar do andamento da situação.” Acordo visto como uma ameaça Neste contexto, para a maioria dos agricultores da França, o acordo com o Mercosul representa um perigo. Eles denunciam a concorrência desleal devido a padrões de produção menos rigorosos na América Latina, principalmente do ponto de vista ambiental. A França obteve da Comissão Europeia garantias de salvaguardas para os setores mais ameaçados – mas as barreiras são insuficientes aos olhos dos produtores. “Segundo os nossos cálculos, o acordo com o Mercosul não tem impactos grandes, afinal foram inseridos limites de importação. Entretanto, é um acordo que se soma a outros que já temos, o que faz com que, para alguns setores, como a carne bovina, as aves e o mel, ele se torne desfavorável”, pondera o professor da AgroParisTech. “Há uma insatisfação generalizada, e é evidente que, em um ano de renda muito baixa, devido a safras fracas, em que os problemas climáticos se sucederam, como inundações e incêndios, o acordo com o Mercosul vira a gota d'água que faltava”. Nesta terça-feira (16), o Parlamento Europeu aprovou uma série de medidas de proteção e criou um mecanismo para supervisionar o impacto do acordo em produtos sensíveis, como carne bovina, aves e açúcar. Os trechos abrem as portas para a aplicação de tarifas em caso de desestabilização do mercado no bloco. Os eurodeputados desejam que a Comissão Europeia intervenha se o preço de um produto latino-americano for pelo menos 5% inferior ao da mesma mercadoria na UE e se o volume de importações isentas de tarifas aumentar mais de 5%. Mesmo assim, é provável que a França não aprove o texto. Paris solicitou à União Europeia (UE) o adiamento da assinatura do pacto comercial, que Bruxelas gostaria de concretizar no próximo sábado (20), no Brasil. Resta saber se a Itália, que mostrou sinais contraditórios nos últimos meses, se colocará ao lado da Comissão ou ao lado dos franceses – neste caso, uma maioria qualificada de Estados-membros seria formada para bloquear o pacto, com o apoio da Polônia e da Hungria, também contrárias ao projeto. Com AFP

ONU News
Dia Internacional do Voluntário enfatiza o desenvolvimento sustentável

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 1:07


Celebração da data marca o início oficial do Ano Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Sustentável; ações incentivam a todos para acelerar o progresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS.

Semana em África
O fim da campanha eleitoral na Guiné-Bissau marcou a actualidade da Semana em África

Semana em África

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 7:38


Na edição desta semana destacamos o fim da campanha para as eleições na Guiné-Bissau que vão acontecer este domingo, dia 23 de Novembro, dos ataques de insurgentes ligados ao grupo auto-proclamado Estado Islâmico em Moçambique que tiraram a vida a pelo menos sete pessoas. Em Angola, destacamos a condenação de Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino” a cinco anos e seis meses de prisão por falsificação de documentos, branqueamento de capitais, tráfico de influência e usurpação fraudulenta. A campanha eleitoral na Guiné-Bissau terminou. As eleições acontecem neste domingo, dia 23 de Novembro e os candidatos à presidência multiplicaram os apelos à neutralidade das Forças Armadas e a sociedade civil exige união nacional e menos discursos de ódio com referências étnicas. Em declarações à RFI, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos Bubacar Turé também lançou um apelo a todos para que a neutralidade das forças armadas seja respeitada. Cabo Verde, as Maurícias e as Seicheles assinam um feito histórico ao eliminar o sarampo e a rubéola, tornando-se pioneiros na África Subsaariana. A certificação da OMS reconhece não apenas a interrupção da transmissão dos vírus, mas também a eficácia de décadas de programas de vacinação e de sistemas de vigilância capazes de responder rapidamente a casos importados. Jorge Figueiredo, Ministro da Saúde cabo-verdiano, saudou este feito Em Moçambique, insurgentes ligados ao grupo auto-proclamado Estado Islâmico reivindicaram dois ataques em Memba, Nampula, que tiraram a vida a pelo menos sete pessoas, entre as quais duas crianças que morreram de fome. Segundo actualização feita pelo governador de Nampula são também já mais de 50 mil os deslocados havendo ainda relatos da destruição de casas e uma igreja. O governo e forças de segurança pedem maior coesão para travar a ameaça. Dados da organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos apontam milhares de mortos desde 2017, em Cabo Delgado. O Presidente moçambicano reafirmou que “o terrorismo ainda não acabou”, apesar da “relativa estabilidade”. Ainda em Moçambique e numa semana em que a petrolífera norte-americana ExxonMobil anunciou que levantou a declaração de `força maior` para o megaprojeto de gás natural em Cabo Delgado, o governo aguarda por mais informações oficiais para que possa tomar uma posição em relação à petrolífera francesa TotalEnergies que é acusada de cumplicidade dos crimes de guerra, tortura e desaparecimentos forçados ocorridos desde 2020 no distrito de Palma em Cabo Delgado. O porta-voz do governo moçambicano Inocêncio Impissa diz que o executivo acompanha as acusações de que é alvo a petrolífera francesa Total, mas remete para mais tarde qualquer decisão... Em Angola, o Tribunal Supremo absolveu, esta semana, Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa” de todos os crimes de que era acusado e condenou Leopoldino Fragoso do Nascimento “Dino” a cinco anos e seis meses de prisão por falsificação de documentos, branqueamento de capitais, tráfico de influência e usurpação fraudulenta. A saída do tribunal, o advogado Benja Satula afirmou que este é mau acórdão para um Estado democrático... Terminou esta semana, em Dacar, no Senegal, o Simpósio sobre Desenvolvimento Sustentável em África, encontro que reuniu representantes de mais de 20 países africanos, incluindo Angola, bem como convidados e membros do corpo diplomático acreditado no país anfitrião. Em entrevista à RFI, a ministra das Pescas e dos Recursos Marinhos de Angola, Carmen dos Santos destacou que o encontro serviu como um espaço de diálogo continental, permitindo reforçar a articulação entre os países africanos.

Rádio PT
BOLETIM | PT lança manifesto pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal

Rádio PT

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 2:36


O documento é resultado do encontro histórico realizado durante a COP30, em Belém (PA) com a presença dos dirigentes de estados do bioma e o presidente nacional do PT, Edinho Silva. Sonora:

Colunistas Eldorado Estadão
Nossa Cidade: Fórum de Desenvolvimento Sustentável das Cidades

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 14:20


Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
ONU Turismo e FIA premiarão projetos de sustentabilidade no esporte

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 1:29


Iniciativa distingue eventos e parcerias que aliam desporto e turismo a práticas responsáveis baseadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS; setor tem forte impacto socioeconômico.

ONU News
Vice-líder da ONU diz em show que organização não acredita em desistir da luta

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 1:16


Festival Global Citizen, em Nova Iorque, recebe artistas e políticos; vice-secretária-geral relembra necessidade de cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Amina Mohammed apela por uma oportunidade à paz.

ONU News
Cabo Verde: empoderamento da mulher é crucial para o desenvolvimento sustentável

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 3:52


ONU News
Corrida armamentista global bate recorde e ameaça desenvolvimento

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 2:43


Relatório da ONU alerta: mundo gastou US$ 2,7 trilhões em 2024 em armas; cerca de 4% do valor seria suficiente para acabar com fome global; secretário-geral das Nações Unidas pede “reorientação urgente” para financiar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Colunistas Eldorado Estadão
Nossa Cidade: Desempenho de SP no Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 9:28


Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Nossa Cidade: Desempenho das capitais no Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 8:06


Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Nossa Cidade: Nova edição do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 13:02


Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PT
BOLETIM |  Lançada por Lula, Aliança contra a Fome e a Pobreza é modelo

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 4:18


A iniciativa, que já conta com 195 membros, foi proposta pelo Brasil durante a presidência do G20, com o objetivo de unir esforços para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O foco é na erradicação da fome e da pobreza até 2030.Sonoras:

ONU News
Na ONU, Portugal defende mais investimentos no desenvolvimento sustentável

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 22, 2025 4:35


Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Ana Isabel Xavier, discursa nesta terça-feira no Fórum Político de Alto Nível sobre o tema, em Nova Iorque; segundo ela, mundo tem que apoiar lógica de sustentabilidade e adaptar fontes de financiamento; secretária citou língua portuguesa e 70 anos de Portugal na ONU.

ONU News
ODS são possíveis de cumprir se houver urgência e ambição, diz ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 21, 2025 1:40


Reta final do Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável é marcado por debate de ministros; secretário-geral salienta relevância de sessão deste ano marcada por abordagem de gênero, trabalho decente, vida subaquática e parcerias globais.

Jornal da USP
Professor defende economia ecológica para desenvolvimento sustentável

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025 25:31


Ao invés da obsessão com o PIB, bases fundadas em critérios biológicos e Felicidade Nacional Bruta

ONU News
ONU: 35% dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão no rumo certo

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 14, 2025 2:19


Secretário-geral da ONU apresentou relatório sobre progresso da agenda, marcada para expirar em 2030; mais de 800 milhões de pessoas vivem em extrema pobreza; necessário acelerar avanços em áreas como acesso a água potável, saneamento, serviços de higiene, mudanças climáticas, conflitos e dívida de países menos desenvolvidos. 

Rádio PT
BOLETIM | Lula defende desenvolvimento sustentável e paz global na Cúpula do G7

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jun 18, 2025 2:14


Em discurso durante sessão ampliada da 51ª Cúpula do G7, o presidente afirmou que a transição energética precisa ser inclusiva, pautada pela cooperação e pelo benefício mútuo entre países. Lula também defendeu a paz global e condenou os altos gastos militares diante das emergências climáticas. Sonora:

Meio Ambiente
Apesar de resultado modesto, Conferência de Nice impulsiona tratados internacionais sobre oceanos

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jun 12, 2025 23:57


Pela primeira-vez, um grande número de chefes de Estado e de Governo e ministros se deslocaram para uma reunião internacional para abordar a proteção dos oceanos. Se, por um lado, a 3ª Conferência da ONU em Nice sobre o tema (UNOC3) resultará “apenas" em uma declaração política de engajamento dos quase 130 países representados, por outro, o evento consolidou de vez os oceanos na agenda ambiental global. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Nice Mais de 60 líderes de países dos cinco continentes estiveram na cidade do sul da França para o evento. Assim, no segundo dia, o presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que, até setembro, 60 países se comprometeram a ratificar o Tratado de Proteção da Biodiversidade Marinha em Áreas além da Jurisdição Nacional (conhecido pela sigla BBNJ). O número é suficiente para que o acordo, assinado em junho de 2023, entre em vigor. O Brasil prometeu ratificar o texto até o fim deste ano. André Abreu, diretor de Políticas Internacionais da Fundação Tara Oceans, considera que, ao debater "todas as grandes questões" em alto nível, a UNOC3 atingiu o status de “mini-COP”, a badalada Conferência do Clima da ONU. As duas edições anteriores do evento sobre os oceanos ocorreram em 2017, em Nova York, e em 2022, em Lisboa. "Esse tratado do alto mar fica geralmente nas prateleiras dos ministérios, sem ter visibilidade para os ministros do meio ambiente ou das ciências. Trazer essa ambição de ratificar o Tratado do Alto Mar é um exemplo de como essa conferência pode fazer diferença”, avalia Abreu, que acompanha há mais de 20 anos as tentativas de acordos internacionais pela proteção dos oceanos. "Um outro tema é moratória sobre a exploração mineral dos fundos marinhos. Eram 30 países no grupo de alta ambição na ISA [Autoridade Internacional de Fundos Marinhos] e, aqui, dobraram. Está tendo uma convergência de anúncios bastante impressionantes, apesar da declaração política, que deixa a desejar." Este texto foi negociado entre os participantes antes da conferência e a declaração deve estimular um impulso político ao tema nos países signatários. Ao longo da semana, estão sendo anunciados novos compromissos voluntários para o cumprimento do único dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU específico sobre os oceanos, de número 14. Compromissos do Brasil O Brasil, por exemplo, se engajou a atingir até 2030 a meta das Nações Unidas de 30% de áreas marinhas protegidas e detalhou os seus planos para a preservação dos recifes de coral e dos manguezais. O país já tem 26,5% da sua zona marinha e costeira dentro de unidades de conservação. Para Marina Corrêa, analista sênior de conservação dos oceanos da WWF Brasil, o principal desafio para atingir a meta de 30% é que as novas áreas criadas tenham representatividade de habitats e sejam de fato implementadas. "A gente sabe que tem muitos desafios, mas estamos vendo muitos esforços do Brasil”, disse. “O que o Brasil fez na sua presidência no G20, priorizando o oceano e a inclusão do oceano nas NDCs [os planos climáticos dos países] e incluindo o oceano nas suas próprias NDC, são sinalizações de um país que vem querendo amadurecer essa agenda. Eu diria que Nice foi um trampolim para a agenda de oceano para a COP30”, afirma. A CEO da Conferência do Clima de Belém, Ana Toni, concorda: "Vai influenciar de maneira estruturante. O clima e os oceanos estão juntos. A gente separa em diversos eventos, mas, na verdade, eles estão juntos e a gente espera expressar tanto aqui, como na COP30, essa unidade, de que temos de proteger os oceanos para proteger o clima e proteger o clima para proteger os oceanos”, declarou Toni, à RFI. Sinergia entre clima e oceanos  Os oceanos captam 25% do CO2 ejetado na atmosfera e têm um papel fundamental na regulação climática da Terra, ao estocar calor. Entretanto, o excesso dos dois fatores tem levado as águas oceânicas a se tornarem mais ácidas, causando o colapso de ecossistemas marinhos. André Abreu explica que as temperaturas extremas na superfície favorecem a proliferação de algas que retiram oxigênio do mar – e as áreas com níveis mínimos de condições para a vida estão se expandindo. "Fala-se hoje de 'dead zones', porque tem bolsões inteiros do oceano, não somente nos estuários, que seria o esperado, mas bolsões inteiros no meio do mar, com praticamente zero oxigênio. Só bactérias e vírus que sobrevivem ali”, lamenta o pesquisador. "Explicar isso, trazer essa urgência para a COP de Belém é superimportante, porque o oceano está sendo impactado demais pelas mudanças climáticas.” Impacto dos combustíveis fósseis  A Conferência dos Oceanos também resultou em um apelo, assinado por 90 países, por um tratado “ambicioso" contra a poluição plástica, incluindo a delicada questão da redução da produção de polímeros – derivados do petróleo, um combustível fóssil. No evento, organizações ambientalistas ainda chamaram a atenção para os riscos de projetos de exploração de gás e petróleo offshore para os mares. A advogada Renata de Loyola Prata, coordenadora de Advocacy e Projetos no Instituto Internacional Arayara, critica o projeto do governo brasileiro de oferecer 147 novos blocos de exploração de petróleo e gás no país – dos quais um terço se localizam na foz do rio Amazonas. "Nós temos ressalvas, preocupações sobre o Brasil de fato ser uma liderança climática”, sinaliza. "Apontamos incongruências. É realmente uma contradição o Brasil se colocar como liderança climática e abrir essa nova fronteira exploratória, sendo apelidada como o novo pré-sal”, aponta a advogada. "Acho importante que o tema dos combustíveis fósseis e as suas emissões, que afetam os oceanos, esteja presente”, disse Ana Toni. "São debates difíceis, mas eles têm que acontecer, e fico muito feliz que aqui, e também na COP30, a gente vai poder debater de coração aberto, tentando procurar maneiras que sejam boas para as pessoas e, logicamente, boas para o planeta.”

Meio Ambiente
Da visita à Amazônia à “ecologia integral”, como o papa Francisco impulsionou a preservação do planeta

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Apr 24, 2025 25:12


A proteção da natureza e do meio ambiente perde um dos seus defensores mais influentes: o papa Francisco colocou a crise ecológica no foco da sua liderança da Igreja Católica. As mensagens do pontífice em favor da preservação do planeta, amparadas pela ciência, ecoaram muito além dos 1,4 bilhão de fiéis no mundo. Lúcia Müzell, da RFI em ParisDos novos paradigmas conceituais para alertar sobre a destruição do planeta à primeira viagem de um papa à Amazônia, passando pela valorização inédita dos povos indígenas, Francisco incorporou na liturgia cristã as constatações da ciência sobre o aquecimento global e os seus efeitos devastadores nas populações, principalmente as mais vulneráveis. No mesmo ano em que seria assinado o Acordo de Paris sobre o Clima, em 2015, o papa publicou a Carta Encíclica Laudato Si, na qual introduziu o termo "ecologia integral”, a interconexão entre os sistemas sociais e naturais. Para ele, a humanidade é uma parte de um ecossistema mais amplo – e as suas ações afetam o ambiente.O pontífice argentino multiplicou os apelos para que homens e mulheres cuidassem melhor da “nossa casa comum”, a Terra. “A humanidade perde uma grande liderança que buscava sempre nos sensibilizar para o cuidado da casa comum e de nos recordar que tudo está interligado: uma coisa que acontece na região amazônica vai ter consequências no sudeste do Brasil, no sul da América do Sul, mas também na Europa”, afirma o padre jesuíta Adelson Araújo dos Santos, professor de Teologia da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.“Ele mostra que isso está intrinsecamente ligado com a nossa fé, na medida em que Deus é o criador de tudo e nós não somos proprietários de nada: somos meros administradores e devemos cuidar bem da obra de Deus”, explica ele, segundo a fé católica.Proximidade com a ciênciaO cientista Virgilio Viana, superintendente da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), foi o primeiro brasileiro a integrar a Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano, um seleto grupo de especialistas – entre eles, 35 prêmios Nobel – que orientam o papa sobre diversos ramos da ciência, incluindo os ambientais. Doutor em Biologia por Harvard e pós-doutor em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade da Flórida, Viana teve diversas oportunidades de debater sobre a crise climática com Francisco.“O papa fala não apenas da ecologia integral como fala da necessidade de repensarmos a economia. Não é uma mensagem apenas ambientalista: é um pensamento muito ancorado numa visão holística, sistêmica, que percebe, a partir da visão da ecologia integral, que os nossos hábitos de consumo, o nosso estilo de vida, estão conectados com a crise global”, indica. “Nós precisamos de uma profunda reflexão, enquanto indivíduos e enquanto atores econômicos e políticos, que temos impacto, com as nossas decisões, no futuro do planeta”, complementa.Oito anos depois da Carta Encíclica Laudato Si, Francisco voltou a se aprofundar no tema com a Exortação Apostólica Laudate Deum, esta específica sobre as mudanças climáticas. Jorge Bergoglio demonstrou, mais uma vez, o seu apreço pela ciência, observa o padre Adelson.“Ele se preocupou em chamar o mundo da ciência para escutá-lo, e isso gerou, no meio científico, uma admiração pela sua pessoa. Eu acredito que isso é algo para a gente não perder. É uma lição que fica: a nossa fé não é fechada em si mesma, ela é dialogal”, analisa o teólogo.O pontífice costumava enviar mensagens aos participantes das conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COPs) e chegou a planejar ir pessoalmente à COP28 em Dubai, em 2023, mas teve de cancelar a viagem por razões de saúde. Em sua última mensagem aos fiéis brasileiros, em fevereiro, na ocasião do lançamento da Campanha da Fraternidade sobre a ecologia integral, mencionou a importância da Conferência de Belém, em novembro. Francisco desejou que, no evento, "as nações e os organismos internacionais possam comprometer-se efetivamente com práticas que ajudem na superação da crise climática e na preservação da obra maravilhosa que Deus nos confiou e que temos a responsabilidade de transmitir às futuras gerações".Sínodo para a Amazônia e valorização indígenaA noção da proteção do planeta está longe de ser nova na Igreja: foi introduzida por São Francisco de Assis, inspirador do papa argentino, há mais de 800 anos. Pouco a pouco, o tema ganhou importância após a doutrina social da Igreja, no fim do século 19. Com a publicação de Fides e Ratio (“Fé e Razão”), em 1998, João Paulo II pedia que a fé fosse amparada pela ciência, e vice-versa.Mas foi sob Francisco que a temática ganhou uma nova dimensão, como quando anunciou a realização do Sínodo para a Amazônia e viajou, pela primeira vez na história da Igreja, para o coração da floresta. Em Puerto Maldonato, no Peru, escutou os “guardiões da floresta”.“Ele pôde ouvir de diversos povos indígenas a visão deles sobre a natureza, a preservação da floresta e a ação do ser humano. Eles são os primeiros a sofrerem quando veem seus rios poluídos, diminuírem os seus peixes e verem suas florestas incendiarem”, salienta Araújo dos Santos, ligado à arquidiocese de Manaus e autor de “Os passos espirituais do caminho sinodal”, sobre o legado do evento. “Há uma sabedoria, de fato, nas tradições dos povos originários que o papa Francisco percebeu, com muita sensibilidade e uma abertura imensa.”No momento em que a Igreja se prepara para eleger um sucessor, Virgilio Viana avalia que, apesar do fortalecimento do discurso negacionista em diversos países e governos, o Vaticano não deverá recuar neste caminho.“Eu não vejo uma ruptura. A própria doutrina de Francisco se ancora no pensamento de papas que o antecederam, então eu acredito que o próximo papa dará continuidade a esse pensamento, mesmo porque ele é baseado não só em ciência, como na leitura da Bíblia”, destaca o superintendente da FAS. “No Gênesis diz que Deus não dá ao homem o direito de explorar a natureza.”Padre Adelson Araújo dos Santos relembra, entretanto, que dentro da própria Igreja, as palavras de Francisco sobre o “pecado ecológico” causaram rejeição da ala mais conservadora da Cúria. Os críticos alegavam que Francisco “gostava mais de defender as árvores do que as almas”, relata o professor da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.“Ainda temos uma tarefa muito grande de sensibilização. A Laudato Si está completando 10 anos, mas em muitos lugares, em paróquias e meios cristãos católicos, ela não chegou ainda, porque não há a sensibilidade e uma palavra que o papa usa nas suas encíclicas, o processo de conversão”, detalha o teólogo. “Nestes casos, falta ver a dimensão do pecado presente quando você causa a destruição do meio ambiente e dos recursos naturais. Temos que realmente mudar os nossos paradigmas: não podemos mais ficar num modelo de desenvolvimento que esquece que tudo parte de uma harmonia”, observa.

Roda Viva
RODA VIVA | MARINA SILVA | 10/03/2025

Roda Viva

Play Episode Listen Later Mar 11, 2025 96:55


O Roda Viva entrevista a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.A ministra recebeu o Prêmio de Liderança para o Desenvolvimento Sustentável em Nova Delhi, na Índia. Aqui no Brasil, continuam as discussões sobre a possível exploração de petróleo na foz do Amazonas. A ministra garante que o presidente Lula nunca a pressionou e tem dito que as decisões do Ibama são técnicas.Nesta edição, participam da bancada de entrevistadores: Adele Santelli, apresentadora do Repórter Eco, da TV Cultura; Basília Rodrigues, apresentadora e analista de política da CNN Brasil; Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo; Giuliana de Toledo, editora de ambiente na Folha de S.Paulo; e João Fellet, repórter da BBC News Brasil.Com apresentação de Vera Magalhães, as ilustrações em tempo real são de Luciano Veronezi.Assista à íntegra: #TVCultura #RodaViva #MarinaSilva #MeioAmbiente #Amazônia #MudançaClimática #Política #Brasil

Excepcionais
Do Sonho à Coroa: A Disciplina de uma Miss - Mia Mamede

Excepcionais

Play Episode Listen Later Feb 11, 2025 144:24


Mia Mamede é jornalista, economista e comunicadora apaixonada por inspirar e empoderar mulheres. Formada pela Universidade de Nova York, com especializações em moda e sustentabilidade, Mia combina uma trajetória internacional – tendo vivido em quatro continentes – com sua expertise em projetos ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Além de ser Miss Brasil 2022, Mia atua como apresentadora, palestrante e embaixadora de causas globais.Atualmente, ela lidera o podcast Autonomia, um espaço de mulheres para mulheres, trazendo uma abordagem autêntica e transformadora para questões como autoconhecimento e autocuidado, propósito e protagonismo feminino.Temas:00:00 - Introdução02:10 - A Jornada De Mia Mamede Pelo Mundo10:15 - A Experiência De Viver No Oriente Médio18:40 - Adaptação À Cultura E Desafios No Exterior25:12 - Mudança Para A China E O Choque Cultural32:00 - A Influência Da Educação Internacional41:30 - O Impacto Da Comunicação Na Construção De Marca50:20 - A Carreira Em Jornalismo, Moda E Cinema1:02:11 - A Jornada No Miss Brasil E Os Bastidores Da Competição1:15:50 - Estratégias Para Construir Uma Imagem De Sucesso1:27:30 - Reflexões Sobre Carreira, Propósito E Futuro01:36:04 - Filantropia e Sustentabilidade Global01:52:34 - Podcast para Mulheres02:12:25 - Autoconhecimento e Mudança Mental⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/excepcionaispodcast⁠Siga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok:https://tiktok.com/@excepcionaispodcastPatrocinador:G4 EducaçãoLeve seu negócio para o próximo nível.10% de desconto em todos os cursos digitais.Cupom: excepcionaishttps://bit.ly/excepcionais-g4educacao