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O Supremo Tribunal Federal julga até o dia 24, em plenário virtual, se a Lei da Anistia de 1979 alcança crimes de ocultação de cadáver cometidos na ditadura militar. O STF avalia uma denúncia do Ministério Público Federal no Pará contra os tenentes-coronéis do Exército Lício Augusto Ribeiro Maciel e Sebastião Curió Rodrigues de Moura, acusados de homicídio e ocultação de cadáver durante a Guerrilha do Araguaia (1972-1974).O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Considerando o adiantado da hora, seria bom ouvir alguém dizer-nos que as horas passadas e presentes partiram dum mal-entendido. Se fosse ainda importante fazermo-nos entender, deveríamos virar-nos de costas a esta contemporaneidade lorpa, em que um tipo se vê forçado a tamanhos desvios, que se torna estranho até para si mesmo. A pestilência do tempo e do lugar é o que nos leva a tanto. Corpos solteiros, devolvidos a contragosto uma e outra vez a dias e circunstâncias apontadas à destruição dos homens. A criação exerce-se, por isso, como uma defesa contra aquilo que nos esmaga, um modo de se ir subtraindo a esta pesada tempestade triste. Sublinhamos frases, produzimos instante a instante um filme dessas camaradagens aventurosas que nos faltam. Há um filme íntimo que cada um vai montando… “Criar é estar vivo, é demonstrar a si próprio e a tudo o que o ameaça um inesgotável recomeço, uma vitória que não finda”. Esta surge escrita com a letra de César Monteiro, atribuída a Vergílio Ferreira. O canhenho era essa cobra infindável, de tanto palmilhar longas extensões para se encontrar como ser, como outra razão que não essa miragem que alguns vão vomitando. Se lhe pedissem as horas, o que diria ele? Que estão a dar corda aos loucos. Que estamos por aí numa hora suspensa de revólveres indecisos, hora terrível de luas amarelas… nesta hora proposta pela angústia dos relógios, nesta mesma hora aniquiladora das consciências burguesas. Porque contrariamente ao que se diz, a loucura não vem de dentro, ela existe como um peso para nos fazer desistir. Deitar a toalha ao chão. Ela “existe quotidianamente na desagregação do homem de hoje”. Mas como não nos falamos, estas coisas são cada vez menos claras. Se não pedimos as horas também não assistimos quando alguns se põem a ordenar ao sol que vá pelos subterrâneos e pelos caixotes do lixo, que nos poupe à experiência do ódio. Antes tínhamos esses intervalos semeados, esses alívios, subterfúgios ou fugas. Caíamos em pleno olho da rua, batíamos aqueles suspeitos cafés tristes a ver quem mais. Mas isso das ruas, dos cafés onde é que isso já vai? Ou antes: não vai. Não há hipóteses. E o que é feito daquela condição ontológica de vadio e pedinte que Vitor Silva Tavares identificou no amigo? E aquilo do amor, aquele mais louco, que começava sempre por ser gratuito, mas, hoje, ou se paga à cabeça ou então sai mesmo caro. Estamos realmente sem saídas, e, perante uma geração que só pensa a sua arte como entradas, como modo de vir nas listas, de serem contados, as melhores esperanças parecem goradas à partida. Que é desses que eram vistos a apodrecer eternamente nos bancos da Avenida, cabeça a ferver? Como era isso de ter cábulas, o destino todo anotado, leituras de tantos ângulos. E o que é dos filmes que fazíamos contados, o cinema oral, essas ondulações do espírito de tal modo ritmadas, em que um se punha a fazer todos os papéis, revirando tudo, em busca dos tais, desses almejados instantes de graça? E se tínhamos uma boca e um corpo isso não era já aquele pedaço de fita, e não era um modo de celebrar uma separação face a nós mesmos, aplicar cortes, um modo de sermos capazes no decorrer ordinário das nossas vidas de irmos dando frutos, emprestarmos órgãos ao tempo? Um apuro, alguma lei ou razão a partir desse movimento oscilatório ou de viagem deambulante entre tradições? Mas se temos receio de “pagar o preço da fealdade, da ruína e da decrepitude, dos desastres e da maldição da esperança” (Manuel Gusmão), então que criações se esperar de nós, de uma geração tão submetida aos cálculos impiedosos, a esta sovinice das almas. Querem-nos ainda às gerações. Mas vamos ficando cansados de lhes explicar que já não dá para tanto. Nem aquelas audácias de se trazer a si mesmo à frente, como obra impura e misturada, como registo exaltado, como critério e, nalguns casos, até como uma furiosa síntese. Não se tinha mais nada senão essa disponibilidade assombrosa. Um artista começava por aí, por não se poupar tanto como os demais, por defender que a voracidade deve ser absoluta. “Filmar implica a consciência de uma transgressão. Filmas é uma violência do olhar, uma profanação do real que tem por objectivo a restituição de uma imagem do sagrado”… Mas ao dizer isto, ele sabia como estava difícil para a espécie defender esse talento de atracção-repulsão: “Sou capaz de ser o último dos crentes…” Sabia também da importância que é manter um discurso capaz de “avivar todos esses jazigos esparsos, ignorados e flutuantes” (Mallarmé). De resto, a pior forma de se referir ao tempo, é achar que não nos falta, que o melhor é guardarmos as nossas energias.” Amanhã estou morto e, com um cigarro na beiça, não devo nada a ninguém. Para além do honrado sorriso, dito de parvo, onde é que já se encontrou o espólio de um espoliado? É pedir muito que não me doem nada? Poderá parecer absurdo, mas de facto não me dói nada. Nunca há-de doer nada o nada de ninguém. Amanhã estou morto.” Ficamos assim, com meias palavras, que é o que ainda vai restando depois de as limparmos do bolor. E isto foi um tomar balanço ou ir bebendo o resto dos copos e captando alguns desabafos. Neste episódio quisemos tentar reaver um mapa das artes por cá a partir do contorno a giz dessas ausências que conseguem fazer deste um país extremamente assombrado. Puxamos pelo cinema, numa altura em que entre nós este se tomou de uma mania, e não faltam acólitos para esse culto. Mas, e para nos ajudar a sentir que tínhamos algum chão sob os pés, recorremos aos préstimos do Miguel Faria Ferreira que é um compulsivo do cinema, que vive de ouvido encostado ao chão, e compõe um atlas que cruza distâncias e essas expansões da intimidade através do olhar, do hábito que têm uns tantos de ir dando forma a fantasmas de uma visão eterna.
Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.
Récits de corpos avec Étienne Dano et FAF------------------------------------------------------------------Pour suivre FAF - http://fafhumoriste.comPour suivre Will - http://willpaq.comPATREON - http://yantheriault.com/PatreonDiscord - http://yantheriault.com/discordTwitter - http://yantheriault.com/twitterInstagram - http://yantheriault.com/instagramFacebook - http://yantheriault.com/facebook
AFFONSO SOLANO é escritor, e AFONSO TRESDÊ e DANIEL LOPEZ são jornalistas. Eles vão bater um papo sobre o reconhecimento, pelo governo dos EUA, da existência de alienígenas e de naves espaciais. O Vilela finalmente vai saber se encontraram seus parentes.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Maior parte dos brasileiros temem uma ação militar dos Estados Unidos no país, aponta a Quaest;- Pesquisa indica um crescimento de discursos de ódio contra nordestinos nas redes sociais durante a eleição de 2022;- Corpos de militares mortos durante a captura de Maduro retornam a Cuba. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
PPOEMAS E PENSAMENTOS -INSPIRAÇÃO PURA
A Triptyque Architecture celebra 25 anos com a exposição Corps mort / Corps vivant, em Paris. Fundado por Olivier Raffaëlli e Guillaume Sibaud, o escritório franco-brasileiro construiu sua longa trajetória entre o rigor modernista europeu e a experimentação tropical. A mostra reúne maquetes que tensionam permanência e transformação, de ocas do Xingu a torres paulistanas, passando por uma Brasília distópica. O diálogo traduz uma arquitetura híbrida, capaz de unir tradição e futuro. Ao celebrar a trajetória, os profissionais revisitam sua história marcada pela ponte entre França e Brasil. Os arquitetos Olivier Raffaëlli e Guillaume Sibaud lembraram que essa ligação não nasceu de um plano prévio, mas de uma paixão inesperada. “Foi um amor à primeira vista no Rio de Janeiro. Sem projeto organizado de permanecer, acabamos ficando. Eu vivi 15 anos de modo permanente, sem voltar à França. Isso mostra o tamanho do vínculo com o país, onde, além de desenvolver a Triptyque, também fundamos nossas famílias, hoje franco-brasileiras”, contou Sibaud. Entre a floresta e o concreto: o Rio como manifesto Ao refletir sobre o olhar brasileiro sobre os espaços, eles destacaram a singularidade do Rio de Janeiro. “É uma cidade manifesta, inacreditável. Ela expressa o encontro entre a força da natureza e a arquitetura. No meio da cidade, há uma floresta quase nativa, confrontada com uma construção moderna e densa. Esse contraste nos inspirou a pensar a arquitetura de forma diferente, criando novos conceitos a partir dessa relação entre cidade e natureza”, ressaltou Raffaëlli. A exposição traz também uma maquete de Brasília, que provoca uma visão utópica (ou distópica) da capital. “Essa invasão da natureza nos seduz porque não foi prevista, mas negada. O modernismo afirmava o controle da natureza, impondo uma ordem cultural sobre a ordem natural. No Brasil, isso funcionou até certo ponto. A Casa de Vidro de Lina Bo Bardi, por exemplo, foi construída em um morro desmatado e hoje está reabsorvida pela vegetação. Essa tensão entre vigor tropical e arquitetura humana é central. A maquete de Brasília traz ainda uma provocação: pensar a cidade permitindo o retorno da natureza e dos povos originários, revisando afirmações modernistas que foram autoritárias, ainda que belas e refinadas”, explicou Sibaud. Ao descrever a exposição, os arquitetos ressaltaram a dificuldade de traduzir maquetes em palavras, já que a arquitetura é, para eles, uma “extensão do corpo humano”. “De forma simples, a mostra se organiza em dois eixos: construções mais tradicionais e construções mais modernas. No eixo moderno, há torres de concreto e madeira, projetos urbanos. No eixo tradicional, ocas e construções menores, de poucos andares. A ideia é criar uma hibridação entre arquitetura urbana e vernacular, entre ordem artificial e ordem natural. Pensamos a arquitetura não mais como objeto morto, mas como corpo vivo, capaz de várias vidas, reciclável, sensual e menos utilitário”, detalhou Raffaëlli. Corpos mortos e corpos vivos: a arquitetura em reinvenção Guillaume Sibaud acrescentou que essa tensão entre forças define a arquitetura do futuro. “É preciso inscrever o ato de conceber prédios nas preocupações ambientais e nas limitações de recursos. A arquitetura não pode ser apenas demolição e reconstrução. Ela deve sobreviver a si mesma”, disse. “Por isso, criamos figuras conceituais que ajudam a pensar essa sobreposição: o que permanece e o que muda. Chamamos de corpo morto o que é essencial e duradouro, mas que também tem várias vidas. Já o corpo vivo é o uso mutável: hoje hotel, amanhã escritório, depois moradia. Ele precisa ser maleável e reprogramável. Essa reflexão nos leva a olhar para arquiteturas mais primitivas, que oferecem repertórios ricos e livres para os arquitetos contemporâneos”, sublinhou. A diversidade das maquetes reforça esse diálogo. “No Xingu, as ocas são consideradas seres vivos: têm boca, pernas, são descritas como corpos. Já em São Paulo, as torres são vistas como objetos inertes, de consumo. Nosso caminho criativo é reconceitualizar esses corpos mortos das cidades, onde a maioria vive, transformando-os em corpos vivos. O Xingu nos ensina muito e inspira caminhos para recriar uma arquitetura bela, emocionante, que faça sentido ecológico e emocional”, destacou Raffaëlli. Sobre os projetos futuros, os dois revelaram que o escritório vive a felicidade de atuar simultaneamente no Brasil e na França. “No Brasil, estamos desenvolvendo prédios educacionais, uma biblioteca para o Instituto Cervantes em São Paulo e fomos selecionados para projetar um estádio em Minas Gerais. Queremos expandir nossa prática em instituições nos dois países, além de continuar com projetos de habitação, escritórios e hotéis. Essa diversidade nos ajuda a refletir sobre o mundo contemporâneo. O Brasil marcou profundamente nossa trajetória e continuará a marcar. Queremos ser brasileiros na França e franceses no Brasil”, afirmou Sibaud. A exposição Corps mort / Corps vivant fica em cartaz de 18 de dezembro de 2025 a 17 de janeiro de 2026 em Paris.
Segundo a tradição oriental, temos, não um mas sete corpos ou veículos. E assim como, para manter a boa saúde, precisamos nutrir o corpo físico com comida física, temos que alimentar bem nossos corpos sutis, para usufruir de uma Saúde Integral. A professora e voluntária de Nova Acrópole de Teresina, no Piauí, Laís Marques, enumera alguns detalhes sobre a necessária nutrição, nas outras dimensões das quais participamos.
Hey listeners, I have another great show to share with you this week. It's called Facing Fate: Chromeheads & Corpos, a Cyberpunk RED Actual Play podcast ---- Facing Fate Credits: • 0b51d14n - Carla Maxted • Lollipop - Amy More • Dino Dinovic - Russ More • Glass - Tom Laird • Referee - Kyle Claset Dialogue Editing and Sound Design by Russ More Music & SFX: • Chromeheads & Corpos Theme Music - Eli Hamada McIlveen • EpidemicSound.com • Soundsnap.com • Sound Ideas *********** Game System: Cyberpunk RED Story Based: The Apartment Cover Art by KC Bailey *********** Support Us: Visit www.Patreon.com/DumbDragonCast. *********** Find and support our sponsors at: fableandfolly.com/partners *********** email - hello@dumbdragons.com Instagram- www.instagram.com/facingfatecast Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que chamar tudo de “prevenção” enfraquece a missão real dos Corpos de Bombeiros no Brasil.
Onde estão as mulheres trans nas universidades? Alê Primo desmonta meritocracia e tokenismo no LA.CON.QUEM? #39. Corpos trans, cotas e reparação histórica.—Neste episódio do podcast LA.CON.QUEM?, o LACON/UERJ recebe Alê Primo, pesquisadora e destaque do evento “Berro! Expressão e Comunicação LGBTQIAPN+”, para uma conversa direta sobre corpos trans na universidade, ocupação de espaços e reparação histórica.Você vai entender por que a presença de pessoas trans na universidade não é “diversidade” decorativa, mas uma disputa de poder, direitos e memória. Alê questiona o mito da meritocracia, discute quem consegue chegar ao ensino superior e quem continua barrado dos corredores do saber e do mercado de trabalho.
A demanda e alta procura por carros elétricos têm feito com que os estados brasileiros se debrucem sobre a criação e fixação de regras para a instalação de carregadores de veículos em estacionamentos e áreas com pontos de recarga, como garagens de condomínios. Em agosto deste ano, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares publicou a Diretriz Nacional sobre Ocupações Destinadas a Garagens e Locais com Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos. Depois dessa publicação, o Corpo de Bombeiros no Espírito Santo elaborou uma minuta local para essa Norma. O texto – em elaboração – entrou em consulta pública, no início deste mês. O prazo é de 60 dias. O objetivo é aumentar a segurança, padronizar normas e reduzir riscos de incêndio.
A demanda e alta procura por carros elétricos têm feito com que os estados brasileiros se debrucem sobre a criação e fixação de regras para a instalação de carregadores de veículos em estacionamentos e áreas com pontos de recarga, como garagens de condomínios. Em agosto deste ano, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares publicou a Diretriz Nacional sobre Ocupações Destinadas a Garagens e Locais com Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos. Depois dessa publicação, o Corpo de Bombeiros no Espírito Santo elaborou uma minuta local para essa Norma. O texto – em elaboração – entrou em consulta pública, no início deste mês. O prazo é de 60 dias. O objetivo é aumentar a segurança, padronizar normas e reduzir riscos de incêndio.
Entre dúvidas vindas da Madeira e Rio de Janeiro, o Marco Neves desvenda a origem de “tosse” e a vida secreta de três palavras que insistem em ficar, mesmo quando já quase ninguém sabe de onde vieram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Muito se fala de proteína, carboidratos e gordura, mas pouca atenção é dada às fibras e ao seu papel fundamental na saúde, que abrange desde a imunidade, o colesterol e a glicemia até o metabolismo e a produção de energia.Neste episódio, você irá aprender como introduzir fibras no dia a dia, a diferença entre os tipos de fibras, quando suplementar e os cuidados que devemos adotar.Neste episódio, você vai aprender:Por que a maioria das pessoas deveria consumir mais fibras;Como as fibras alimentam o microbioma intestinal;As diferenças entre os tipos de fibras e prebióticos;Como introduzir fibras sem causar desconforto, inchaço ou dor;Por que a diversidade de plantas equivale à diversidade do microbioma;Estratégias reais para quem tem intestino sensível, SII ou SIBO;Por que não se trata de retirar comidas da dieta, e sim de adicionar nutrição, independentemente da dieta escolhida.Corpos fortes, resilientes e saudáveis precisam de variedade, e o intestino é o centro desse processo.NO LINK ABAIXO VOCÊ TERÁ O GUIA SOBRE FIBRAS MENCIONADO NO EPISÓDIO:GUIA FIBRAS
Bom dia, cinéfilos!O episódio de hoje é especial por vários motivos: Primeiro, hoje é o aniversário do Tiago! Segundo, este é o episódio número 150! Terceiro, finalmente encerramos o mês (ok, o trimestre) dedicado ao Giallo. Para comemorar, o Tiago chamou o Marc Tinoco, o Caio Feio, a Griffith e a Juniper para falarem dos limites do giallo. O que define um giallo? E eles resolveram explorar dois filmes: Libido, de 1965; e Femina Ridens (Chamado aqui no Brasil de Os Profissionais do Sadismo), de 1969. Siga a Griffith no Twittere no BlueskySiga a Shin Filmes no Blueskye confira seu Carrd para mais outras formas de contato (incluindo o servidor no discord)Siga o Caio no Blueskyno twittere no Instagramouça o sem imagem podcast e se inscreva no canal do Sem Imagem no Youtube.Siga o Marc no BlueskyVisite o site Cultura pop a Rigor Visite o canal do Cultura pop a Rigor no youtubeSiga a Juniper no Twittere em várias outras redes sociais pelo seu linktree (incluindo o servidor no discord)Siga o Tiago no blueskye no letterboxd.Visite o canal do Ponto Cego no youtube.Sites mencionados no episódio:Episódio "O que é Giallo? E o Pássaro de Plumas de Cristal", do Podcast Sem ImagemSite da Bienal de Artes de CamberraEpisódio "Footprints in Delirium: Exploring the Art Giallo part 1", do podcast Daughters of Darkness.Texto do Marcelo Müller "Dois dedinhos de prosa sobre A VIZINHA PERFEITA (2025)"A History of Giallo PT 1: Fascism, Neo-Realism and 20th Century Italian CinemaVídeo: Gêneros corporais: Corpos cinematográficos de Linda Williams: gênero, gênero e excesso (Youtube)Episódio do Podcast The Projection Booth sobre o Femina RidensFemina Ridens (1969) – sexy giallo popAs capas surreais e psicodélicas da clássica revista PlexusNiki de Saint Phalle Playing with the Feminine in the Male Factory: HON – en katedralInterview: Dagmar Lassander On Her Career & ‘The Iguana With The Tongue Of Fire'Textos citados no episódioCREED, Barbara. The Monstrous-Feminine: Film, Feminism, Psychoanalysis. New York: Routledge, 1993.CURTI, Roberto. Italian giallo in film and television : a critical history. North Carolina : McFarland & Company, Inc., Publishers, 2022.DEFINO, Dean. Faster, Pussycat!Kill! Kill! New York:Columbia University Press, 2014.ELIADE, Mircea. Ritos de Iniciação e Sociedades Secretas: Nascimentos Místicos. Tradução de António Carlos do Amaral e João Ferreira. Lisboa: Esquilo, 2002. KANNAS, Alexia. Giallo! : genre, modernity, and detection in Italian horror cinema. Albany: State University of New York Press, 2020.KOVEN, Mikel J. La dolce morte : vernacular cinema and the Italian giallo film. Oxford: SCARECROW PRESS, INC., 2006.REICH, Jacqueline. Beyond the Latin lover : Marcello Mastroianni, masculinity, and Italian cinema. Bloomington: Indiana University Press, 2004.Bfi Publishing, 2006. WILLIAMS, Linda. Film Bodies: gender, genre and excess In. Film Quarterly, 44/4.
Esta é uma conversa que ouvimos com um sorriso na cara. E preparem as notas: vamos querer ler mais livros, o entusiasmo do Manuel não permite outra coisa. Vale mesmo a pena.Os livros que o realizador escolheu:Dune, Frank Herbert;All About Me!, Mel Brooks;Lincoln no Bardo, George Saunders;O Nome da Rosa, Umberto Eco.Outras referências literárias:Lições de Químicas, Bonnie Garmus;“The Python Years: Diaries 1969–1979”, Michael Palin;Ficções, Jorge Luís Borges.Referências cinematográficas:Documentário do Dune, Alejandro Jodorowsky: Jodorowsky's Dune;Filmes do Mel Brooks:Balbúrdia no Oeste;The Producers;A História Mais Longa do Mundo.Série da HBO: High Maintenance.Outras:O Guru dos Beatles: Maharishi Mahesh Yogi;Meditação Transcendental: Embaixador: David Lynch;Em Portugal: Eduardo Espírito Santo.O que ofereci:O Problema dos Três Corpos, Liu Cixin.Os livros aqui:www.wook.pt
No TV Elas por Elas Formação deste sábado, 8 de novembro, discutimos sobre “Mulheres, Corpos e Territórios”, participam as convidadas: Alda Paim, ativismo culturalElizabeth Almeida, liderança política e religiosaSynara Holanda, arquiteta
NO EPISÓDIO 583, TEREMOS A PRESENÇA DE CARLA ALBUQUERQUE, JORNALISTA INVESTIGATIVA E CRIADORA DA SÉRIE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, PARA FALAR SOBRE A MEGAOPERAÇÃO, CASO VITÓRIA E MUITO MAIS!QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Nenhum corpo é igual ao outro e é exatamente isso que torna a costura tão fascinante. Neste episódio, a professora Marlene Mukai volta à Rádio da Costureira para um papo cheio de aprendizados sobre como tirar medidas do jeito certo e entender o corpo real de quem veste. Vamos entender mais sobre a evolução dos padrões de corpo, como a sociedade define (e redefine) o que é “normal”, e o impacto disso na modelagem e na moda. A professora Marlene vai explicar quais medidas são realmente essenciais, os erros mais comuns na hora de medir, e por que conhecer o corpo é a chave para criar roupas com caimento perfeito, seja na costura sob medida, na confecção industrial ou usando moldes prontos. Quer saber mais? Então dá o play no episódio!
Helio Telho, procurador do Ministério Público Federal de Goiás, e Helena Chagas, ministra-chefe da Secom no governo de Dilma Rousseff, discutiram no X sobre os motivos que levaram moradores e ativistas a removerem da mata os corpos dos mortos. Ao rebater a ex-ministra de Dilma, o procurador afirmou que quem atuou dessa forma não queria perícia.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro montou um esquema especial para liberação dos 117 corpos dos suspeitos mortos na megaoperação contra o Comando Vermelho. Até o momento, cerca de 100 corpos já passaram por perícia. Alguns já foram liberados para as famílias. O trabalho dos peritos da Polícia Civil é acompanhado pelo Ministério Público Estadual, que faz uma análise independente. E ainda: Tarcísio de Freitas elogia a operação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho.
Atenção senhoras e senhores ouvintes! O nosso voo acabou de decolar! E o comando desse episódio foi a integrante Beatriz Paranhos. Neste voo abordamos as notícias sobre a igreja de São Francisco tem entrega de reforma de reparação prorrogada, ministério da saúde lança fórum de mulheres na saúde, atacante do Bahia sofre lesão e, não entrará mais este ano em campo, e o Afro Fashion Day acontece no primeiro dia do mês de novembro. A nossa torre de controle, no comando de Webster Santana, trouxe uma dica cultura muito interessante! Neste Domingo, dia 02 de novembro, vai acontecer o espetáculo "Corpos", no teatro Sesc casa do comércio. O espetáculo é um laboratório de criação que visa discutir sobre a construção esteriotipada de um corpo masculino negro. Os ingressos se encontram no valor de R$ 10,00 a meia, e R$ 20,00 a inteira, sendo disponíveis na plataforma Sympla! Então, aperte o play e confiram notícias!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (30/10/2025): O Complexo da Penha, na zona norte do Rio, amanheceu com mais de 60 cadáveres expostos na rua. Os corpos foram recolhidos numa mata por moradores e enfileirados horas após operação policial que deixou pelo menos 121 mortos – quatro deles policiais. A Defensoria fala em 132 mortes. De acordo com o secretário estadual da PM, Marcelo de Menezes, agentes do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) se posicionaram na área mais alta da Serra da Misericórdia, que divide os complexos da Penha e do Alemão, formando um “muro” que empurrou os criminosos para o topo da montanha. “A opção pelo confronto se deu pelos marginais, pelos narcoterroristas. Aqueles que quiseram ser presos foram presos.”Alguns dos corpos estavam amarrados e com marcas de facadas. O Estadão viu um corpo decapitado. O governo do Rio diz que a estratégia foi necessária para avançar sobre um território dominado pelo Comando Vermelho (CV) e considerou a operação um “sucesso”. E mais: Economia: Mexida em royalties afeta Petrobras e ajuda refinaria no AM, terra do relator Política: Revisão criminal na 2ª Turma pode dar a Bolsonaro a chance de anular sentença Metrópole: Câmara aprova reajuste do IPTU com limite anual de 10% para todo imóvel Internacional: Ataques israelenses em Gaza matam 104, segundo autoridades palestinas Esportes: João Fonseca sucumbe diante de russo e se despede de ParisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Alguns dos mortos na operação policial em duas comunidades cariocas não moram no Rio de Janeiro./ Além das dificuldades para chegar ao local, os familiares não conhecem os moradores da região e nem sabem se os parentes estão entre os mortos. Entre os falecidos, há pessoas do Pará, Bahia, Amazonas, Ceará e Espírito Santo.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um dia após a operação mais letal da história do Rio de Janeiro, moradores resgataram dezenas de corpos em uma área de mata onde houve confronto entre traficantes e policiais. Essas mortes ainda não haviam sido incluídas nos números oficiais divulgados na terça-feira (28), que apontavam 64 vítimas e mais de 80 prisões. E ainda: Nova lei da nacionalidade em Portugal endurece regras para imigrantes.
Rio de Janeiro, 29 de outubro: no dia seguinte à operação policial contra o Comando Vermelho, dezenas de corpos encontrados na mata foram levados para a Praça da Penha, no Rio de Janeiro. O número oficial de mortos saltou para 121. A polícia afirmou que atraiu os traficantes para a rota de fuga na mata para proteger inocentes nas ruas da comunidade e que apreendeu 118 armas, mas o chefe da facção escapou. O governo estadual divulgou imagens de pessoas despindo cadáveres de uniformes de combate. O diretor-geral disse que a Polícia Federal analisou os planos e avaliou que não poderia participar da operação.
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Neste primeiro LendaCast de Halloween, recebo a tanatopraxista Josiane Oliveira e Clícia Mulet, da empresa Biodecon, que limpa locais onde aconteceram mortes.
Hoje vamos focar num evento que aconteceu nos dias 18 e 19 de outubro na Fundação de Serralves, no Porto — “O Museu como Performance”, na sua 11.ª edição. Este encontro propôs uma ocupação temporária e pouco usual dos espaços museológicos, com o desafio de repensar o papel do museu como palco e agente de performance. Com intervenções que transitam entre a performance, as artes visuais, a dança e a música, interrogou-se a fronteira disciplinar e o lugar do espectador. Foi um fim-de-semana que rompeu com os usos habituais de partes do museu — por exemplo, a garagem ou a biblioteca — para permitir uma experiência mais disruptiva, em contexto de incerteza quanto ao futuro, com propostas que ajudam a repensar o passado, refletir o presente e imaginar o futuro.RecursosSerralves - O Museu como PerformanceMr Bird (autor da música)Nicolás Fabian (autor do design)Subscreve no SpotifySubscreve na Apple Podcasts
Gaza não é mais a principal frente de batalha do governo Netanyahu. Com o cessar-fogo, os canhões da coalizão são apontados para o que restou da democracia no país.Bloco 1- Cessar-fogo frágil com violações.- Polêmica dos corpos dos reféns: 13 corpos de reféns ainda estão em Gaza.- Países da região começam a debater força em Gaza e Egito toma a frente.- EUA admitem plano de reconstrução de Gaza começando por onde o exército ocupa.- Em entrevista, Jared Kushner diz que ataque ao Hamas no Catar foi ponto de inflexão para imposição do fim da guerra.Bloco 2- Em disputa de narrativa, governo muda nome da guerra.- Novo chefe do Shin Bet, David Zini, já sofre acusações.- Chefe da polícia não deixa que ultraortodoxos desertores sejam presos.- Governo avança com golpe autocrático, ataca o judiciário e até o presidente Herzog elevou o tom.Bloco 3- Palavra da semana- Dica cultural- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #324 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
O presidente da Venezuela reagiu ao sinal verde de Donald Trump para ações da CIA no país. Nicolás Maduro disse, em inglês, que não quer guerra com os Estados Unidos. Trump anunciou um encontro com o russo Vladimir Putin para discutir o conflito na Ucrânia. O Hamas alegou que depende de ajuda internacional para encontrar corpos de reféns em Gaza. Foi condenado à prisão o atropelador da triatleta Luisa Baptista. Bancos cancelaram quase 250 milhões de chaves Pix. Entraram em vigor regras novas para o Benefício de Prestação Continuada. Brigadistas tentam combater o fogo no Cerrado pelo ar.
Taking a break from our regularly scheduled programming to bring you the latest release from our OTHER show, Facing Fate! We launched the new season this week, Chromeheads & Corpos. A Cyberpunk RED Actual play referee'd by Kyle! Welcome to Babyok Gardens, the home of characters and the start of our adventure. We spend some time meeting Dino Dinovic, 0b51d14n, Glass and Lollipop as they make arrangements ahead of the apartment potluck tonight.***********Follow and Listen to Facing Fate: Chromeheads & Corpos by searching for FACING FATE anywhere podcasts are found.***********Credits:0b51d14n - Carla MaxtedLollipop - Amy MoreDino Dinovic - Russ MoreGlass - Tom LairdReferee - Kyle ClasetDialogue Editing and Sound Design by Russ MoreMusic & SFX:Chromeheads & Corpos Theme Music - Eli Hamada McIlveenEpidemicSound.comSoundsnap.comSound Ideas***********Game System: Cyberpunk REDStory Based: The ApartmentCover Art by KC Bailey***********Support Us:Visit https://www.Patreon.com/DumbDragonCast.***********Find and support our sponsors at: fableandfolly.com/partners***********email - hello@dumbdragons.comInstagram- https://www.instagram.com/facingfatecastSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Aneel vai investigar incêndio no Paraná que causou apagão em todo o país. E PGR pede condenação de 7 réus do núcleo de desinformação da trama golpista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente Donald Trump autorizou operações do serviço secreto americano na Venezuela de Nicolás Maduro. O Hamas entregou mais dois corpos a Israel, mas afirmou que vai ser preciso procurar os outros reféns mortos entre os escombros, em Gaza. O homem preso 15 anos atrás pelo “crime da 113 Sul” recuperou a liberdade. O STJ anulou a condenação de Francisco Mairlon. Foi preso o sexto suspeito de participar da execução do ex-delegado-geral de São Paulo. Os Correios anunciaram um plano bilionário contra o rombo nas contas da empresa.
Temos várias revelações para fazer, desta vez muito relacionadas com crime. Meio temático este episódio, talvez um pouco influenciados pela série que andamos a ver. Porque gostamos de séries de crime? Porque é que o Rui é tão mau a dar presentes? Porque não largamos o telemóvel? Várias questões que em parte serão respondidas, em parte não.
Nos últimos anos, entre memes e filtros, estamos vivendo uma era em que nossos corpos passaram a ser registrados, compartilhados e exibidos sem pausa.Acompanhamos movimentos que mudaram a forma como nos olhamos: o body positive, trazendo acolhimento e orgulho do que antes era visto como imperfeição; e o body neutrality, propondo uma relação mais livre e sem obrigação de performance com a autoimagem. Mas, como numa fita rebobinada, a cultura da magreza volta a ocupar o centro da cena — levantando novas questões sobre os corpos em movimento na era digital.Neste episódio, o papo é sobre bem-estar, a imagem e o corpo.Esta temporada de Chapadinhas de Endorfina.doc tem patrocínio de Itaú Uniclass, e é sobre se apaixonar pelo o que seu corpo é capaz de fazer, pela endorfina que ele libera e pela liberdade que ele proporciona. Bem-estar de verdade. Pra você chegar lá.FAÇA PARTE DO MINHAS VANTAGENS E DESBLOQUEIE BENEFÍCIOS EXCLUSIVOS: https://meu.itau/chapadinhasdeendorfina_ep06Toda quinta-feira, um novo episódio. Nos encontramos de novo na semana que vem?=======================================================Nos acompanhe também:Chapadinhas de Endorfina no Instagram: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Obvious no Instagram: https://www.instagram.com/obvious.cc/Marcela Ceribelli no Instagram: https://www.instagram.com/marcelaceribelli/Gabriele Menezes no Instagram: https://www.instagram.com/gabimenezes/Saúde sem Gordofobia no Instagram: https://www.instagram.com/saudesemgordofobia/Letícia Schinestsck no Instagram: https://www.instagram.com/schinestsck/
É uma prestigiada atriz de teatro e a voz de inúmeras lutas sociais. Enquanto ativista participou na campanha pela legalização da IVG, deu a cara pela igualdade no casamento, pela despatologização das pessoas trans e integrou o grupo inicial que convocou a manifestação “Que Se Lixe a Troika — Queremos as Nossas Vidas”, de 15 de Setembro de 2012. Há mais de uma década, uma intervenção de Joana Manuel numa conferência em que falou da desesperança de uma geração precária, viralizou no Youtube com milhares de visualizações. Este ano, a atriz protagonizou no teatro a extravagante matriarca 'Mortícia' no musical “A Família Adams” e prepara-se para participar numa nova série da Netflix. Apesar das críticas ao atual Governo, e da precariedade da profissão, Joana deixa claro: “O teatro salvou-me a vida!” Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Corpos de homens que saíram de SP para cobrar dívida no PR são encontrados. Relator do projeto da anistia vai focar em dosimetria das penas. É pré-hipertenso? Veja medidas simples a serem adotadas no dia a dia. Brasil tem 12% mais bovinos do que gente e 305 ovos por habitante. Libertadores: Flamengo vence Estudiantes e São Paulo perde primeiro jogo das quartas para a LDU.
Hoje é sábado e temos um resumo especial dos pontos mais importantes da semana, em que discutimos sobre "Corpos, vozes e afetos: o que nos move, o que nos cura”Contamos com as participações de:Nelita Frank - Mestre em Sociedade e Fronteira.Yone Maria Gonzaga - Doutora em Educação/UFMG.Patrícia Martins - Antropóloga e Coordenadora Nacional dos Comitês de Cultura pelo Ministério da Cultura.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quinta-feira (12/06) acompanhe a apresentação da aula: "Corpos que resistem: religiões de matriz africana e diversidade", com Luzi Borges Olukòso -Diretora de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais 4de Terreiros no Ministério da Igualdade Racial.
Corpos surgiam nas ruas. Todas mulheres. Todas jovens. Muitas grávidas. A cidade entrou em pânico, e um apelido sinistro tomou forma: o Maníaco de Guarulhos. Quem era ele — e por que matava? Neste episódio, mergulhamos num dos casos mais sombrios da Grande São Paulo.Instagram: @erikamirandas e @casosreaisoficial
No início do século XIX, a cidade de Edimburgo, na Escócia, tornou-se um centro para o estudo da medicina, atraindo estudantes e pesquisadores de toda a Europa. No entanto, o grande interesse pelo ensino anatômico trouxe consigo um problema delicado: a falta de cadáveres, obtidos de forma legal para dissecação. As leis da época permitiam o uso apenas de corpos de criminosos executados, mas a demanda superava o que tinham, levando ao aparecimento de um mercado clandestino de cadáveres. Foi nesse contexto que dois homens, William Burke e William Hare, viram uma oportunidade de lucrar e acabaram se tornando protagonistas de uma das histórias mais macabras da criminologia britânica. No episódio de hoje, os investigadores Andrei Fernandes, Ira Croft, Deborah Cabral e Jey falam sobre os horrores da anatomia na época e dos que decidiram se aproveitar das brechas na lei em relação à obtenção de corpos para estudo científico.Apoia-se Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialMundo Freak no Youtube
André Tecedeiro é poeta e dramaturgo, com oito livros de poesia publicados em Portugal, Brasil, Colômbia e Espanha. O último deles é “A Axila de Egon Schiele” (da Porto Editora), uma obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Este é um ano forte para André, já que assinará três novas peças de teatro e um livro de poesia para crianças. A par disso, André é consultor e formador em diversidade e inclusão de género. E, nestes tempos em que o ódio colhe votos, o autor tem andado pelo país a falar da importância da linguagem inclusiva e a partilhar a sua experiência como pessoa trans, pela visibilidade e direitos das pessoas LGBTQIA+. Ouçam-no na primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Geteiltes Leid ist halbes Leid... ... aber zum Glück mussten Sebastian und JR beim gemeinsamen Durchspielen von Split Fiction (fast) gar nicht leiden. Also eher geteilte Freude ist doppelte Freude? Denn geteilt wird viel in diesem Koop-Spiel, der Name soll schließlich kein Etikettenschwindel sein. Vom Ausflug auf den Schweinehof übers Wandern mit Riesen bis in die grell-düsteren Straßenschluchten der Corpos und Cyber-Ninjas, zu zweit haben die beiden erstaunliche Welten und eine Menge unterschiedliche Koop-Mechaniken erkundet. Deshalb teilen wir unser Erlebnis jetzt auch mit euch! Sebastian & JR Um für Dom abzustimmen, müsst ihr einfach nur dem offiziellen Link folgen: https://deutscher-computerspielpreis.de/publikumspreis/dom-schott/ Timecodes: 00:00:00 - Dom ist als Gamer des Jahres nominiert! 00:11:03 - Entwickler, Prämisse, Charaktere, Technik 00:47:44 - Sound Design, Übersetzung, Levels 01:00:07 - Kritik, Pacing und Zukunft des Genres 01:24:18 - Fazit
O Narrativas é um programa que aborda os principais temas da atualidade sobre o aspecto do fato, das narrativas da direita e da esquerda e da opinião da colunista Madeleine Lacsko. O programa vai ao ar de segunda a sexta às 17h. Leia a coluna de Madeleine Lacsko no Antagonista. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas. https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br