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Hospitais em todo o Brasil poderão ser obrigados a criar um Programa de Prevenção de Erros de Medicação (PPEM). A proposta ( PL 238/2026 ), do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), busca garantir segurança ao paciente e estabelece regras para evitar falhas no uso de medicamentos em ambientes hospitalares. Em entrevista, o senador defende o projeto e destaca a importância do debate nas comissões, com participação dos conselhos federais de medicina e de enfermagem. Acompanhe.
Autocuidado não deveria pesar. Mas, para muitas mulheres, ele se tornou mais uma cobrança silenciosa.Neste episódio do Afrodite Podcast, refletimos sobre quando o autocuidado deixa de ser um gesto de amor e passa a funcionar como obrigação, desempenho ou correção pessoal. Falamos sobre a cultura da produtividade emocional, a idealização do bem-estar e como até o cuidado pode se transformar em mais uma fonte de culpa.Com uma abordagem profunda, acolhedora e sensível, este episódio convida você a refletir sobre:Quando o autocuidado perde o sentidoA diferença entre cuidado e controleO impacto da exigência constante no corpo e na menteComo devolver ao cuidado sua função de acolhimentoAutocuidado como escuta, não como checklistEste não é um episódio para fazer mais. É um episódio para aliviar. Para soltar a cobrança. E para lembrar que você não precisa se consertar para merecer cuidado.
Nesta edição do Questões de Família, o comentarista José Eduardo Coelho Dias inicia a série especial do mês de fevereiro voltada ao convívio com os filhos. É a série "Filhos: direito, dever ou escolha?”. Nesse primeiro episódio, o assunto em destaque é: "ter filhos é obrigação do casal?". O comentarista explica o cenário que envolve pressão social x decisão pessoal. O comentarista destaca que "o planejamento familiar é previso na Constituição Federal e prevê que é de livre escolha do casal e que o Estado tem que apoiar", explica. Assim, o planejamento familiar é baseado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, sendo de livre decisão do casal. Ouça a conversa completa!
Augusto Inácio diz que o "brilho" do jogo foi o golo marcado por Luis Suárez. O comentador considera ainda que "vai haver um dia" em que o Sporting "não vai conseguir marcar nos últimos minutos".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Dr. Guilherme Carneiro de Rezende, Promotor de Justiça do MPPR e autor da obra "A tutela dos grupos vulneráveis pelas obrigações processuais positivas".Neste episódio do Julgados e Comentados, Fernanda Soares recebe o Dr. Guilherme Carneiro de Rezende para um debate essencial sobre o abismo entre as promessas constitucionais de igualdade e a realidade do sistema de justiça criminal brasileiro. Falaremos da necessidade de romper com a visão de um processo penal neutro e autorreferenciado, incorporando padrões do Direito Internacional dos Direitos Humanos para proteger efetivamente as vítimas.Discutiremos como o reconhecimento do racismo estrutural pelo STF (ADPF 973) e a adoção de protocolos de julgamento com perspectiva de gênero e raça são passos vitais para combater a vulnerabilidade sistêmica. O episódio também aborda o delicado equilíbrio entre a proteção necessária e o risco do populismo penal legislativo.Tópicos abordados:A tensão entre imparcialidade judicial e desigualdade social.ADPF 973 e o reconhecimento do racismo estrutural no sistema de justiça.Protocolos de Julgamento do CNJ/STF (Perspectiva de Gênero e Raça).Obrigações Processuais Positivas vs. Populismo Penal.A Lei Maria da Penha como microssistema modelo para outros grupos vulneráveis.A responsabilidade do Estado perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos.#DireitoProcessualPenal #DireitosHumanos #GruposVulneráveis #MPPR #ADPF973 #ObrigaçõesProcessuaisPositivas #JustiçaCriminal
No Papo Antagonista desta terça-feira, 27, Madeleine Lacsko e Josias Teófilo entrevistaram Eduardo Ribeiro, presidente do Novo. Ele falou sobre os planos de seu partido para 2026 e os desdobramentos do caso Banco Master.Assista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos dodia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonistahttps://bit.ly/papoantagonistaSiga O Antagonista no X:https://x.com/o_antagonistaAcompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O cafezinho de hoje larga diferente. É um texto que eu publiquei ontem nas redes e que viralizou. Nikolas Ferreira está caminhando até Brasília. O fato, em si, já incomoda mais do que qualquer discurso. Não é que a caminhada traga uma solução pronta, mas cria um ruído onde antes havia conforto. Obriga quem observa a sair do modo automático. Alguém decidiu transformar o corpo em argumento, e isso nunca é neutro. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
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André Ventura e António José Seguro vou estar frente a frente na segunda volta das eleições presidenciais. Com vários apoios a Seguro a surgirem da direita, Ventura aproveitou para sugerir que todos estão contra ele num “tacho de interesses” do sistema. Pedro Delgado Alves reforça que é importante “não confundir a legitimidade de uma pessoa pelos votos que lhe foram dados, com o que a própria pessoa diz e não esconde sobre o que quer fazer com esses votos”, José Eduardo Martins considera que “o PSD tem a obrigação histórica de ser uma barragem ao Chega, até para sobreviver.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 22 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
O filme brasileiro "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, ganhou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Critics Choice Awards 2026. O anúncio foi feito na noite no último domingo (4). Um elemento comum a muitos brasileiros ajudou a recriar o cenário da década de 1970 do filme e se tornou um dos símbolos da produção, trata-se do "orelhão", o telefone público que por décadas ocupou as ruas do país. O uso dos Terminais de Uso Público (TUP), conhecidos como os orelhões, vem caindo. É o que aponta a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).A agência informa que "com a evolução da tecnologia e as novas necessidades da sociedade, além do fim próximo dos contratos de concessão da Oi, tornou-se necessário discutir o atual modelo de concessão. O objetivo é estimular investimentos em redes de banda larga, entre outros avanços". A Anatel confirmou que o uso dos telefones públicos vem caindo de forma contínua em todo o país, substituído por serviços de telefonia móvel, banda larga fixa e aplicativos de voz e vídeo. A agência destacou que, com o fim das concessões de telefonia fixa e a migração para o regime de autorização, as operadoras não têm mais obrigação legal de instalar ou manter orelhões, exceto em áreas sem cobertura de celular.A tendência é que desapareçam de vez até 2028, prazo limite definido para as localidades onde ainda não há cobertura de serviços de voz. Em entrevista à CBN Vitória, a superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Suzana Silva Rodrigues, fala sobre o assunto.
Já está no ar o novo episódio do podcast STJ No Seu Dia, que traz uma conversa sobre a preservação do patrimônio histórico e cultural e os desafios enfrentados pelo poder público na conservação de bens tombados. Essas questões estiveram presentes na decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de manter a condenação do município de Araçatuba (SP) a restaurar um prédio tombado como patrimônio histórico municipal.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, o advogado e professor Fernando Fernandes da Silva analisa o papel das prefeituras, dos estados e da União na manutenção de imóveis protegidos por tombamento, explicando como a legislação brasileira distribui essa responsabilidade, especialmente quando o bem pertence ao próprio poder público.STJ No Seu Dia Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.
Tem lei nova na área! É a Lei 18910/25 em Pernambuco que dispõe sobre obrigação dos condomínios instalarem equipamentos de segurança e prevenção de acidentes. Que lei é essa? Quem mais se beneficia com ela? Qual o maior efeito prático para os condomínios? O regimento interno fica como com a aplicação da lei? Tem multa pra que descumpre? Para responder essas e outas questões sobre essa nova lei, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
A peça “The Brotherhood”, da encenadora brasileira Carolina Bianchi, foi apresentada em Paris, no final de Novembro, no âmbito do Festival de Outono. Este é o segundo capítulo de uma trilogia teatral em torno dos feminicídios e violências sexuais e mostra como uma inquebrantável força masculina tem dominado a história da arte e do teatro, engendrando simultaneamente violência e amor quase incondicional pelos “grandes génios”. “The Brotherhood” é o segundo capítulo de uma obra sísmica, uma trilogia teatral em torno da violência contra as mulheres em que Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo mostram como o misterioso poder das alianças masculinas tem dominado a história da arte, do teatro e das próprias mulheres. Em 2023, no Festival de Avignon, a encenadora, actriz e escritora brasileira quebrou fronteiras e despertou o teatro europeu para a sua obra com o primeiro capítulo da trilogia “Cadela Força”, intitulado “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”. Nessa peça, arrastava o público para o inferno dos feminicídios e violações, a partir da sua própria história, e ingeria a droga da violação, ficando inconsciente durante grande parte do espectáculo. Agora, em “The Brotherhood”, Carolina Bianchi volta a trazer consigo as 500 páginas da sua tese e expõe incontáveis histórias de violência contra as mulheres, glorificadas por Shakespeare, Tchekhov e também tantos dramaturgos e encenadores contemporâneos. Ao mesmo tempo que questiona toda a complexidade que gera a deificação dos “génios” masculinos na história da arte e no teatro, Carolina Bianchi demonstra, com brilhantes laivos de ironia, que os deuses têm pés de barro e que as musas têm uma espada numa mão, mas também uma mão atrás das costas porque - como ela - têm um amor incondicional pelos “mestres”. Este segundo capítulo volta a abrir com uma citação de “A Divina Comédia” de Dante, situando-nos no purgatório e antecipando o inferno. Talvez por isso, uma das primeiras questões colocadas pela actriz-escritora-encenadora é “o que fazemos com esse corpo que sobrevive a um estupro?”, a essa “morte em vida que é um estupro”? O teatro de Carolina Bianchi ajuda a pensar o impensável ao nomear a violência e ao apontar todos os paradoxos intrínsecos ao teatro e à arte: afinal, não é o próprio teatro quem perpetua a “brotherhood”, esse tal sistema que se autoalimenta de impunidade e violência, mas que também se mantém porque “somos todos brotherhood”? Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, a principal inspiração de Carolina Bianchi era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada. Em “The Brotherhood”, é a poetisa Sarah Kane quem mais a inspira pelo seu amor à poesia e à própria violência. Quase como uma fatalidade, Carolina recorda que Sarah Kane dizia que “não há amor sem violência”. Uma violência que atravessa toda a peça, como um tornado, porque “a violência é uma questão infinita para mim” - explica a encenadora à RFI. Resta saber quanto tempo as placas tectónicas da “brotherhood” no teatro vão conseguir resistir ao tornado Carolina Bianchi. “The Brotherhood” foi apresentado no Festival de Outono de Paris, de 19 a 28 de Novembro, na Grande Halle de La Villette, onde conversámos com a artista. “O que significa situar-se no teatro depois de voltar do inferno?” RFI: O que é “The Brotherhood” e porque é que lhe consagrou a segunda parte da trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora de “The Brotherhood”: “‘Brotherhood' vem de uma expressão da Rita Segato, que é uma antropóloga argentina, que quando eu estava estudando para o primeiro capítulo ‘A Noiva e o Boa Noite Cinderela', eu cheguei a essa nomenclatura. Ela diz ‘brotherhood' para essa essa fraternidade entre homens, em que o estupro é parte de uma linguagem, de uma língua falada entre esses pares. Então, ela coloca o estupro como algo que é uma questão da linguagem com que essa fraternidade conversa, é uma consequência dessa conversa e isso para mim foi muito interessante de pensar porque tem esses aspectos dessa protecção. Fazer parte dessa fraternidade tem coisas maravilhosas e tem coisas terríveis e também acho que o espectáculo revela isso. Essa fraternidade é extremamente nociva, extremamente daninha para os membros dessa fraternidade também, para aqueles que são excluídos da fraternidade, e para aqueles que também fazem parte ela pode ser muito cruel. Acho que a peça busca trazer essa complexidade, é uma situação complexa de como olhar para esse amor que nós temos por essas grandes figuras da arte que se manifestam nesses homens que foram importantes, que são influenciadores, por exemplo, do teatro e em toda parte. O que é que atribui essa fascinação, esse poder e a complexidade que isso tem, as coisas terríveis que isso traz. Acho que é um grande embate com todas as coisas e eu não estou excluída desse embate, dessa contradição. O amor que eu sinto por esses grandes génios também é colocado ali numa posição bastante complexa e vulnerável.” O que faz desse amor que tem pelos “grandes génios”? Como é que, enquanto artista mulher, o mostra e, ao mesmo tempo, o denuncia? Diz que a peça “não é uma denúncia”, mas o que é que se faz com todo esse amor? “Eu acho que essa é uma das grandes perguntas da peça. O que é que a gente faz com todo esse amor? Eu não sei porque continuo habitando esse ponto de sombra, de contradição que é um ponto que me interessa habitar dentro da arte, dentro do teatro. Para mim, é mais sobre essa grande pergunta. Eu não tenho essa resposta. Eu não sei o que a gente faz com esse amor, mas eu acho que poder nomear que esse amor existe e que ele é complexo e que é difícil e que tem consequências e coisas que são dolorosas a partir desse amor foi uma coisa importante para mim. Como eu digo em cena, não é uma peça de denúncia, não é esse o lugar da peça, mas levantar essas questões e olhar do que é feita também essa história da arte. A trilogia toda traz muito essa pergunta: como a arte tem representado ou tem sido um espelho de coisas que, de facto, acontecem na sociedade e mesmo a arte, com toda a sua história de vanguarda e com toda a sua liberdade de certos paradigmas, ela consegue também ainda se manter num lugar de prosseguir com certos tipos de violência.” Em 2023, quando falámos do primeiro capítulo, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, disse que era “uma antecâmara do inferno, já com um pé no inferno”. Agora abre novamente com uma citação da Divina Comédia. Continuamos no inferno ou estamos antes no purgatório? “Sim. Nesta peça já estamos num purgatório, é acordar no purgatório. Tem uma frase da peça que é: “O que significa situar-se no teatro depois de voltar do inferno?”. Acho que essa frase resume um pouco essa busca de um posicionamento. Eu descreveria a peça como uma grande crise de identidade. Ela parte de uma crise de identidade, como uma jornada nesse purgatório, seguindo um mestre – como Dante segue Virgílio nesse purgatório. O mestre aqui seria um grande encenador de teatro, um grande artista, esses reconhecidos génios como a gente se refere. Acho que seria isso, seria uma jornada dessa tentativa de se situar num contexto do teatro. O teatro não é só um assunto da peça, o teatro é uma forma, é a linguagem como esta peça opera a sua discussão, a sua conversa.” Ao mesmo tempo que o teatro consegue pôr em palavras o que a Carolina descreve como a “fenda” que é a violação, o teatro também perpetua esse sistema de “brotherhood”, o qual alimenta a impunidade e a violência. Por que é que o teatro contribui para a continuação desse sistema e como é que se pode travá-lo? “Aí tem uma pergunta que eu não tenho resposta mesmo e que acho que nem existe: travar uma coisa dessas. Eu acho que sou pessimista demais para conseguir dizer que isso vai acabar. O facto de estar tão imersa nos estudos dessa trilogia vai mostrando que isso, para mim, está longe de terminar. Acho que a gente tem vivido transformações bastante importantes, contundentes, em termos de mudanças mesmo, mas acho que talvez a maior mudança que a gente tem aprendido, falando numa questão de corpos que não estão dentro dessa masculinidade que tem o poder, eu acho que é a questão da autodefesa que a escritora Elsa Dorlin aponta muito bem. Então, acho que uma das estratégias de autodefesa também é conseguir falar sobre certas coisas, é conseguir articular, talvez através da escrita, talvez através desta arte que é o teatro, nomear mesmo certas coisas, trazer esse problema para um lugar de debate. Para mim, a questão das respostas é impossível, é impossível, é impossível. Eu acho que o teatro tem essa história como parte de uma questão da própria sociedade. O teatro começa com esse actor que se destaca do coro, a gente tem a tragédia, a gente tem essa perpetuação dessa jornada heroica, os grandes encenadores, os grandes dramaturgos que eram parceiros dos grandes génios. A gente tem uma história que é feita muito por esses grandes mestres.” Mas, se calhar, as placas tectónicas do teatro podem começar a mudar, nomeadamente com o que a Carolina faz… Um dos intérpretes diz “Somos todos Brotherhood”. A peça e, por exemplo, a parte da entrevista que faz ao encenador “génio” não é a demonstração de que, afinal, não somos todos “brotherhood”? “Aí é que está. Eu acho que não. Eu acho que tem uma coisa que é menos purista nesse sentido do bem e do mal, do lado certo, do lado errado. Eu acho que é justamente isso. Tudo aqui neste trabalho está habitando esse lugar de complexidade, esse lugar de que as coisas são difíceis, é esse pathos que está manchado nesta peça. Então, a questão sobre o reconhecimento, sobre a empatia e também sobre a total distância de certas coisas, ela fica oscilando. Eu acho que a peça traz essa negociação para o público. A gente habita todos esses lugares de contradições. Eu acho que quando aparece esse texto, no final da peça, “tudo é brotherhood”, também se está dizendo muito de onde a sociedade tem as suas bases fincadas e como apenas o facto de ser mulher não me exclui de estar, às vezes, compactuando com esse sistema.” É por isso que se apropria dessa linguagem da “brotherhood”, por exemplo, na forma como conclui a entrevista do encenador “génio”? “Para mim, fazer uma peça sobre a ‘brotherhood', sobretudo usando o teatro como a linguagem principal, tinha a ver também com abrir um espaço para que essa ‘brotherhood' pudesse falar dentro da peça, pudesse se infiltrar dentro da peça e governar a peça. Por isso, essa coisa de uma outra voz que narra a história. Então, para mim, a peça precisava trazer essa ‘brotherhood' como guia, de facto, e não eu tentando lutar contra isso, porque senão acho que isso também revelaria pouco dessa complexidade, desse movimento que a ‘brotherhood' traz. É uma força e uma linguagem e eu precisava falar essa língua, ou melhor, tentar falar essa língua dentro da peça. Acho que isso também revela muito da complexidade minha que aparece ali, não como uma heroína que está lutando contra alguma coisa, mas alguém que está percebendo algumas coisas, mas também se está percebendo a si própria no meio dessa confusão.” Leva para palco essa complexidade, essa confusão. Admite ter sido vítima dessa violência, mas continua atraída por ela e dá a ideia que a violência engendra a violência. Porquê insistir nessa violência que alguém chama de “tornado” dentro da peça? “Porque não tenho outra opção neste momento. Acho que tem uma coisa de uma obsessão com o mal, que combina talvez uma questão para mim de temer muito esse mal, de já ter, em algumas vezes na minha vida, sentido essa força, essa presença, esse mal. Acho que esse mal é algo que temo e, por isso, também me obceca muito. É a linguagem com a qual agora eu consigo articular parte da minha expressão, parte da minha escrita, parte da minha presença. Acho que essa questão da violência é uma questão infinita para mim. Tem uma frase do ‘Boa Noite Cinderela' que é:‘Depois que você encontra a violência, que você sofre uma violência, enfim, você fica obcecada por isso”. Tem uma frase também na própria ‘Brotherhood', quando os meninos estão lendo uns trechos das 500 páginas que me acompanham ali em cena sobre a pesquisa da trilogia, e eles dizem: ‘Bom, então ela escreve: eu não superei o meu encontro com a violência. Eu sou a sua filha'. É impossível. Você fica obcecada.” A Carolina diz, em palco, que já não pode com a palavra violação, com a palavra estupro, que já não pode falar isso… Não pode, mas não consegue parar. É mais uma contradição? “Completamente. Mas isso é muito o jeito que eu opero, é nessa contradição e, ao mesmo tempo, dizendo que se a palavra agora não está carregando essa violência dessa forma, se eu não posso dizer a palavra estupro porque eu estou cansada de me ouvir dizer isso, vem a poesia com a sua forma. E aí a forma do poema é violenta e é isso que eu também estou debatendo ali. Então, é mudar uma forma de escrita e ir para um outro lugar onde essa violência apareça de outras maneiras.” Mas que apareça na mesma? “Não sei porque, para mim, por exemplo, a violência poética é uma outra forma de violência. Se a gente for pensar em termos de linguagem, a forma de um poema tem uma outra maneira de as coisas aparecerem, de a gente descrever as coisas, delas existirem, delas saírem, que é diferente de quando você está trazendo, por exemplo, um material documental para o seu trabalho. São maneiras diferentes de expressar certas coisas. Eu acho que é isso que eu estou debatendo ali no final da peça.” Aí diz que “o melhor caminho para a poesia é o teatro”, citando T.S. Eliot. Porém, também diz que o amor que você precisa não é o teatro que lho pode dar, nem a vida. Gostaria que me falasse sobre o terceiro capítulo da trilogia. Há esperança no terceiro capítulo? “O terceiro capítulo vai falar sobre poesia e escrita que, para mim, são coisas que estão muito perto do meu coração e isso já está apontado no final de ‘Brotherhood'. Sobre a esperança, eu não sei. Eu não sei porque o terceiro capítulo tão pouco vem para concluir qualquer coisa. Vem para ter a sua existência ali. Não sei se, na trilogia, se pode esperar um “grand final”, entende? Acho que a questão da esperança para mim, não sei nem se ela é uma questão aqui. Eu acho que é mais entender o que o teatro pode fazer? O que é que essas linguagens artísticas podem fazer? E, às vezes, elas não fazem muito e outras vezes elas fazem pequenas coisas que também já parecem grandes coisas.” Em si, o que fez? Há uma mudança? “Completamente, Completamente. Acho que a cada espectáculo dessa trilogia é uma mudança enorme porque você fica ali mergulhada em todas essas questões durante muito tempo e vendo a transformação dessas questões dentro da própria peça à medida que a vai repetindo. Porque demanda um tempo para você olhar para aquilo que você fez e ver o que essa coisa faz nas outras pessoas porque você, como directora, pode pensar ‘Ok, eu quero que a peça tenha essas estratégias de comunicação com o público, mas você não sabe, você não tem como saber o que aquilo vai fazer nas pessoas, que sinapses ou que desejos ou que repulsa ou que sensações aquilo vai trazer nas pessoas. Isso, para mim, é um momento interessante do teatro, bonito, essa espécie de ritual em que estamos todos ali, convivendo durante esse tempo, em muitos tempos diferentes - o teatro tem isso, o tempo da plateia, o tempo do palco, são tempos completamente diferentes - e vendo o que acontece.” Uma das questões principais da peça, que anuncia no início, é “o que é que fazemos com esse corpo que sobrevive a um estupro? Essa morte em vida que é um estupro?”. Até que ponto o teatro é, para si, a resposta? “Eu acho que o teatro é uma maneira de se formular a pergunta. Quando a gente vê na peça a pergunta colocada, transmitida por uma pessoa que sou eu, para eu chegar até essa pergunta é muito tempo e é muita elaboração a partir do pensamento do teatro. Então, acho que o teatro me ajuda a conseguir elaborar esses enunciados, essas perguntas, esses enigmas. Eu vejo o teatro como o lugar do enigma, onde o enigma pode existir, onde há coisas que não têm respostas, onde essa complexidade pode existir e pode existir na forma de enigma, de uma forma que não apresenta a solução. Então, acho que o teatro me ajuda a formular as perguntas e isso, para mim, é uma coisa que é muito bonita do teatro, é um lugar de uma honestidade muito profunda, como fazer para se chegar nas perguntas. O teatro é, para mim, o lugar dessa formulação, esse laboratório de formulação dessas perguntas, essas grandes perguntas.” Outra grande pergunta que se ouve na peça é: “Se a brotherhood no teatro desaparece, o teatro que amamos morre com ela? Estamos preparados para ficar sem esse teatro?” A Carolina não está a abrir uma porta para que esse teatro venha a existir? “Não sei se estou abrindo essa porta, mas ao formular essas perguntas, elas também ficam ali, nesse espaço, e agora elas habitam todas essas pessoas que estiveram aqui nestes dias assistindo a este espectáculo. Isso o teatro faz, esse compactuar, essas perguntas, tornar essas perguntas um processo colectivo. Agora essas perguntas deixam de ser perguntas que me assombram e passam a ser perguntas que talvez assombrem algumas pessoas que estiveram aqui. Isso é muito interessante. Mais do que acreditar que você está operando uma grande transformação, eu gosto de pensar num outro ponto, acho que só o facto de abrir essa pergunta, de fazê-la existir agora, colectivamente, isso é um trabalho, esse é o trabalho. Para onde ela vai a partir daqui, nem sei determinar, é um ponto bem nevrálgico do teatro, deixar as coisas ficarem com as pessoas. Eu busco muito esse lugar de não infantilizar o público, de deixar o público ficar com essas perguntas, de deixar o público ficar confuso, perdido. Acho que a gente às vezes ganha muito com isso, ganha muito com a confusão, quando ela é colocada. A gente pode permanecer com o trabalho mais tempo na gente quando ele consegue apontar esses enigmas, quando ele consegue manifestar as coisas de um jeito que a gente precisa pensar, que a gente precisa se debruçar. Nem tudo precisa de estar num tempo de uma velocidade lancinante, onde todas as questões são colocadas e imediatamente resolvidas, até porque essas resoluções, não sei se elas vão ser, de facto, resoluções.”
O Brasil tem uma nova política oficial para a adoção de linguagem simples na administração pública, conforme a Lei 15.263 . Isso significa que documentos e normas devem ser claros e acessíveis para os cidadãos. A especialista em linguística Vivian Stella fala sobre a importância da linguagem simples na comunicação, especialmente em tempos de fake news, e dá dicas para aprender a escrever de forma mais objetiva e com clareza. Acompanhe.
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Os 49ers chegam pressionados para reencontrar o caminho das vitórias diante do Arizona Cardinals — um rival que vive fase instável, mas sempre dá trabalho na NFC West. A dúvida é: quem vai comandar o ataque, Brock Purdy ou Mac Jones?
Felicidade, amor e esperança. O que importa saber? Duarte Júnior todos os dias, reflexões sobre os mais variados temas, que são sugeridos pelos ouvintes
Você já chegou em um hotel às 15h e teve que sair às 11h do dia seguinte?
No ECOTRIMCAST de hoje, Marcello Cotrim explica o que é o deserto pessoal — o período de silêncio, solidão e transformação que surge depois do despertar da consciência.Ele mostra que o deserto não é castigo, mas um rito de passagem espiritual, onde o velho se dissolve e o novo começa a nascer.Através da metáfora do casulo, Marcello ensina como atravessar esse tempo de aparente vazio com fé, presença e autoconhecimento, sem se perder nas ilusões do ego.Um dos episódios mais profundos do Ecotrimcast, para quem está vivendo um ciclo de encerramento e precisa confiar no tempo da alma.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas: https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/
Segundo especialistas, obras emergenciais podem custar até cinco vezes mais que a manutenção.
Editorial: O legado negativo de Barroso e a obrigação dos senadores
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Chamado de bicho papão dos regimes de tributação, empresários e contadores simplesmente tem pavor do Regime de Tributação do Lucro Real. Complexo, passível de fiscalizações em excesso, de difícil entendimento, o lucro real pode sim, e é um regime de tributação que pode trazer bons frutos as empesas, desde que essa técnica seja dominada e bem utilizada. É com esse motivo que neste episódio nós vamos falar e desmitificar tudo sobre esse regime. Então vamos lá? Vamos dar um play aí para esse conhecimento? É agora! Então vamos lá, vamos dar um play aí para esse conhecimento!Não esqueça, este e vários outros conteúdos também estão disponíveis no formato PodCasts, que podem ser cortados pelo Spotify através do link: https://spoti.fi/2R08Rn6 Aproveite e participe de nosso Grupo de Tira Dúvidas do Telegram: https://t.me/gestaocontabilMaiores dúvidas e informações, entre em contato:WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DRtkCaCdapq162FqdOdiEdSite: www.gestaocontabilonline.com.brE-mail: sac@gcgestaocontabil.comFale com o nosso contador: https://taggo.one/gc_gestao
Bruno Cardoso Reis, historiador, admite que Governo português tem de garantir apoio consular aos detidos, mas não tem obrigação de mudar de política.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dia depois de Carlos Carreiras ter criticado o antecessor por apoiar a candidatura de Jonet a Cascais, Capucho lamenta a “gracinha” e diz que aposta naqueles em que acredita verdadeiramente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ai sim! Seria chamado de “iniciado” todo aquele que passou por uma iniciação formal? Ou será que há pessoas que passam por processos de iniciação e não se configuram como iniciados? Você sabe a diferença entre a iniciação exotérica e esotérica? E seria a iniciação algo superestimado? Ela é mesmo necessária para se lidar com as ferramentas de egregoras diversas? Aliás, faz diferença possuir uma ou mais iniciações na prática mágica? Alguém que detém um currículo extenso tem maior proficiência ou autoridade espiritual? Responderemos essas e outras várias perguntas em nossa 4ª edição do Choque de Egregoras! E se liga que no solstício de verão tem mais! --- Próximas Lives (Páginas Abertas): Páginas Abertas #48 – 10/10 às 20:00 [ A N C E S T R A L I D A D E ] Páginas Abertas #49 – 21/11 às 20:00 [Páginas Rasuradas 5: Grande Prêmio Diário Mágicko!] --- Envie seu relato!
Deus não te Obriga, Te Convida | Felipe Fonseca | 30/08/25
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: shorturl.at/jGKRVFacebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Google News: shorturl.at/kJU35Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Eduardo Moura, Rafael Favero e Queki, a Voz da Torcida, analisam a vitória do Grêmio por 2 a 0 sobre o São José, que valeu o título da Recopa Gaúcha. Após a parada para o Mundial, time de Mano Menezes mostra uma pequena evolução, mas o verdadeiro teste será na retomada do Brasileirão. E ainda: Alysson se afirmou como titular? Aperte o play e ouça!
Nesta edição falamos da cultura de guerra nos EUA a contrastar com uma cultura europeia de paz e dos "demónios" na Alemanha que volta a apostar no rearmamento. Sobre as alterações ao regime de reagrupamento familitar dos imigrantes, sobram criticas do cronista aos governantes. Antecipamos ainda o inicio do julgamento de Sócrates: "um exemplo do mau funcionamento da Justiça".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Haddad diz que governo cogita recorrer ao Supremo contra derrubada da alta do IOF. E Líder do Irã minimiza ataque dos EUA e diz que programa nuclear não está destruído. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a psicóloga, terapeuta familiar e sexóloga Marta Crawford reflete sobre as ameaças que o erotismo sofre nestes tempos apressados e dá conta de qual o direito sexual que considera mais importante: o consentimento. A meio deste episódio, Marta relata como, desde 2022, tem criado uma rede de apoio a mulher afegãs em apuros, sob o regime opressivo dos talibãs. Dá-nos assim a conhecer a história da jovem Nasira Haidari, de 33 anos, a precisar que uma instituição de acolhimento a resgate com urgência antes que seja tarde demais. “Tenho salvado várias mulheres e famílias das mãos dos talibãs. Tento com a AIMA resgatar agora uma jornalista afegã em risco de morte.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edição de 06 Maio 2025
Emília Vieira é fundadora, CEO e responsável pela Gestão de Ativos da Casa de Investimentos, em Braga. É licenciada em Gestão de Empresas pela Universidade do Minho e mestre em Finanças pela Universidade de Lancaster, no Reino Unido. Iniciou a sua carreira no Banco Português do Atlântico, onde trabalhou de 1989 a 1995. Entre 1995 e 2009, lecionou e prestou consultoria em engenharia financeira quantitativa e mercados financeiros, colaborando com instituições financeiras de topo em diversas cidades globais, incluindo Lisboa, Londres, Paris e Nova Iorque. Durante três anos, trabalhou com o Departamento de Finanças Empresariais da União de Bancos Suíços (UBS) na avaliação de empresas e na preparação de ofertas públicas de venda em Londres, Zurique e Nova Iorque. _______________ Índice: (0:00) Teasers e introdução (5:30) Início: porque é que os portugueses concentram as poupanças em produtos de baixo rendimento? | Falta de literacia financeira (9:41) A longo prazo, investir em acções é o mais seguro | Taxas de juro reais dos depósitos negativas | Investidor optimista vs investidor pessimista |Livros: Stocks for the Long Run, O Triunfo dos Optimistas | Carta de Warren Buffet aos accionistas de 2025 (21:14) O segredo do juro composto | Filosofia da Casa de Investimentos (“Manual do Investidor”) (26:57) Mas investir em acções não é arriscado? | O perigo da sedução do trading diários (33:52) O que nos diz a evolução do preço de uma acção? | Quais são as melhores empresas para investir? | O timing é pouco relevante: artigo de Peter Lynch (47:46) É possível uma gestão ativa (e.g. PPR) bater investimento passivo (e.g. investir no ETF que replica um índice como o S&P 500)? | O lado psicológico | Livro Buffetology | Hipótese dos mercados eficientes | Obrigação a 100 anos da Áustria (1:07:44) Acções de empresas vs obrigações (1:14:21) Porque é que muitos dos que defendem o investimento na bolsa parecem pouco confiáveis? | Price-earnings ratio | erro Microsoft | O Investidor Inteligente de Benjamin Graham | Importância de assumir os erros e aprender com eles (1:28:06) Imobiliário: índice Case-Shiller | Livro: História dos Mercados Financeiros (1:29:58) E não é importante diversificar? Citação de Buffet (1:33:42) Criptomoedas | Maior Aula de Literacia Financeira Extra: Carta anual a clientes da Casa de Investimento, partilhada pela convidada a título excecional, onde constam alguns dos exemplos referidos durante o episódio ______________ Esta conversa foi editada por: Hugo OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hulk precisa disputar a decisão mesmo se não estiver 100 por cento? Qual atacante brilhou mais na classificação na Copa do Brasil? O que falta para o Galo anunciar João Marcelo e Vitor Hugo? Alisson vai para a Ucrânia? Com Laura Rezende, André Ribas, Carol Leandro e Rogério Corrêa. Edição: Maurício Motta.