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O número de "obituários do BTC", artigos e publicações em redes sociais por personalidades e doutores do mundo das finanças cantando a morte do Bitcoin, cresceu muito nos últimos meses e especialmente no mês de fevereiro de 2026. Vamos conversar sobre isso para entender o que isso significa para o futuro do Bitcoin.BTC moggado pela IBOVhttps://x.com/bitdov/status/2025951856183177596https://x.com/bitdov/status/2026062010379804700https://x.com/bitdov/status/2026599304027070829https://beta.predyx.com/market/vencedor-btc-vs-ibov-mises-ou-cerize-1771840961Índice de Medo e Ganânciahttps://alternative.me/crypto/fear-and-greed-index/Obituários do Bitcoinhttps://bitcoindeaths.com/https://99bitcoins.com/bitcoin-obituaries/https://bitbo.io/dead/Gravado no bloco 938550________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:48 Situação do Bitcoin em fevereiro de 202604:29 Momentos de medo extremo no Bitcoin11:27 O Bitcoin morreu?14:57 Artigo "Deveríamos comprar Bitcoin?" de Bernardo Guimarães20:14 Início das transações de Bitcoin21:36 Formas de comprar coisas com Bitcoin22:47 O Bitcoin é utilizado por criminosos?23:44 Concentração de bitcoin em corretoras e empresas26:04 A mentira dos índices de inflação27:09 Valorização de ações e Bitcoin34:56 Aposta Mises vs. Cerize na Predyx é sinal de depressão41:24 Baja más, compramos másEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
Por Pr. João Moresca. | https://bbcst.net/B9556N
Valorização de bezerro e boi magro acontece mais rápida que a do boi gordo, alerta consultor
Alta das tarifas globais para 15% reacende incertezas no comércio exterior, enquanto governo brasileiro avalia que alíquota uniforme pode manter a competitividade nacional. Apex abre escritório na Índia e reforça estratégia para exportação do agro. Produção de mandioca cresce em Goiás e impulsiona o setor. Valorização do Real e recuo externo intensificam queda dos preços ao produtor rural. Tempo: baixa pressão reforça temporais no Sul e Centro-Oeste nesta segunda.
Março é um mês com várias ações sobre os direitos das mulheres. No Senado, a Liga do Bem organiza a campanha 'Tudo Para Elas – Março Mulheres'. Patrícia Seixas, coordenadora da Liga do Bem, destaca a campanha que inicia em 23 de fevereiro e vai até 5 de março. Entre as atividades estão oficinas de automaquiagem, massagens, meditação e um Dia da Beleza para mulheres em situação de vulnerabilidade e deficiência visual. Acompanhe a entrevista e saiba como participar.
No quadro NA PONTA DO LÁPIS , destaque para o ano da cria com segmento podendo alcançar a melhor rentabilidade na pecuária em 2026; no quadro RELAÇÃO DE TROCA , a recente alta da arroba melhorou a relação de troca com milho e momento é de proteção
A gastronomia também é uma poderosa ferramenta de valorização da agricultura familiar, da biodiversidade e dos territórios. No X Workshop Catarinense de Indicações Geográficas e na IX Mostra de Produtos Tradicionais, realizados em Florianópolis, uma oficina chamou a atenção pela forma criativa de apresentar produtos com Indicação Geográfica: por meio da cozinha. Quem conduziu a atividade foi a professora Fabiana Mortimer Amaral, do Laboratório de Gastronomia do Instituto Federal de Santa Catarina.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Ouça o que movimentou o mercado nesta quinta-feira.
Valorizar produtos locais não significa apenas melhorar a renda das famílias do campo. Esse processo também fortalece identidades, estimula o sentimento de pertencimento e contribui para o desenvolvimento sustentável dos territórios. Sobre esse tema, o Panorama Agrícola conversa novamente com a professora Paola Rebollar, da Universidade Federal de Santa Catarina.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O fortalecimento da agricultura familiar e dos territórios passa, cada vez mais, pela valorização do que é local, do que é único e do que carrega identidade. Durante o X Workshop Catarinense de Indicações Geográficas e a IX Mostra de Produtos Tradicionais, em Florianópolis, uma oficina discutiu justamente esse tema: como identificar e valorizar produtos locais como estratégia de desenvolvimento territorial. Quem conduziu a atividade foi a professora Paola Rebollar, da Universidade Federal de Santa Catarina.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O futuro da fotografia não é só tecnológico. Ele é estratégico, humano e cheio de decisões difíceis.Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, faço um debriefing direto sobre o que realmente está em jogo para quem vive da imagem em 2026: faturamento, inteligência artificial, novos modelos de negócio e o risco real de terceirizar demais a própria inteligência.Não é um vídeo sobre ferramentas.É sobre como continuar relevante em um jogo que não tem linha de chegada.Ao longo do vídeo, você vai entender:– Por que a fotografia entrou definitivamente em um jogo infinito, onde não existe “vencer a IA”, apenas continuar jogando– Quais são os 4 pilares reais de faturamento para fotógrafos em 2026– O papel estratégico de plataformas como a Fotto, especialmente no mercado esportivo– Por que o físico, o impresso e a personalização estão voltando com mais valor do que nunca– Como foto + vídeo curto se tornaram a nova moeda do mercado– Onde a IA realmente ajuda… e onde ela vira um risco silencioso– O alerta real sobre delegar memória, arquivos e decisões estratégicas para agentes de IA– Tendências globais que já estão redesenhando a fotografia, do mercado de usados a exoesqueletos profissionais– O movimento anti-digital e a volta da fotografia como experiência, presença e legadoEste vídeo é para fotógrafos, criadores visuais e profissionais da imagem que não querem reagir ao caos, mas transformá-lo em vantagem competitiva.No final, faço um convite para quem quer sair do conteúdo e ir para a prática.Evento presencial – São Paulo
Carcaças do boi capão e boi inteiro registram valorização de até 4% no atacado em SP
Porém, sem confirmações efetivas de compras, movimento segue sendo apenas especulativo e pode perder força nos próximos dias
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.
Iene e ouro exibem expressivas valorizações. Semana reserva Super Quarta, com Fed e Copom decidindo juros.
Valorização dos contratos foi de quase R$10 /arroba ao longo da semana
Chegada de nova oferta brasileira fortalece sentimento de oferta confortável e deixa os preços ainda mais fragilizados. Atenção aos momentos de comercialização.
O ouro está no centro das atenções dos investidores, acumulando uma valorização expressiva em 2025 e alcançando máximas históricas. Mas o que está por trás desse movimento e qual é a forma mais eficiente de acessar esse mercado hoje? Neste episódio do Mind Asset, conversamos com Victor Camacho, estrategista de investimentos do Itaú, e Caique Cardoso, especialista de ETFs da Itaú Asset, sobre os principais fatores que explicam a valorização do ouro, o papel dos bancos centrais neste movimento, a oferta limitada do metal e os impactos desse cenário nas decisões de investimento. A conversa também aborda o papel do ouro na diversificação de portfólios, sua atuação como proteção em diferentes cenários e as alternativas disponíveis para investir no ativo, como os ETFs. Confira mais detalhes sobre o GLDI11:meu.itau/gldi11Acesse o relatório sobre a valorização do ouro: http://meu.itau/relatorio-ouro Antes de investir, verifique seu perfil de investidor.
A partir de 2023, o Governo Lula restabeleceu a política de valorização e assegurou um aumento real anual ao trabalhador. Comparando o valor de janeiro de 2022 com o de janeiro de 2026, o aumento do poder de compra do salário mínimo acima da inflação alcançou 11,8%.Sonoras:
Aqui você encontra mensagens edificantes, reflexões profundas e ensinamentos bíblicos para fortalecer sua caminhada com Deus. Nosso propósito é compartilhar a Palavra de maneira clara e transformadora, trazendo esperança para sua vida.Acompanhe também nosso canal no YouTube! Lá você encontra cultos completos, séries de mensagens e muito mais. Inscreva-se e ative as notificações para não perder nada! ?? https://bit.ly/inscritoesperancaJunte-se a nós nessa jornada de fé!
Até hoje, só quatro empresas conseguiram passar a fasquia dos 4 biliões de dólares: Nvidia, Apple, Microsoft e agora a AlphabetSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Daqui para frente, o mercado seguirá acompanhando movimentações de vendas e relatório do USDA da semana que vem
O ouro surpreendeu em 2025 e se tornou um dos ativos mais rentáveis do ano, superando ações e tecnologia. Mas o movimento foi ainda mais amplo: prata, platina e outros metais dispararam, impulsionados por fatores monetários, industriais e geopolíticos.Neste vídeo, analisamos por que os metais preciosos voltaram ao centro do mercado, o papel dos Bancos Centrais, o endividamento global e os limites das moedas fiduciárias. Um cenário que ajuda a entender não só 2025, mas o que pode vir pela frente nos próximos anos.
A avaliação bancária das casas voltou a bater um recorde em Portugal, com o valor mediano a chegar aos 2.060 euros por metro quadrado em novembroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O primeiro título mundial da história do Paris Saint-Germain e de um clube da França foi sofrido, conquistado apenas na decisão por pênaltis – e, também por isso, a vitória foi bastante comemorada pela equipe. A boa atuação do Flamengo, adversário que impôs grandes dificuldades ao campeão europeu, serviu para valorizar ainda mais o troféu ganho nesta quarta-feira, no Catar, após empate por 1 a 1 no tempo normal e prorrogação, seguido da vitória por 2 a 1 nos pênaltis, pela final da Copa Intercontinental. Tiago Leme, de Doha (Catar), para a RFI Depois da partida, jogadores do PSG e o técnico Luis Enrique elogiaram o Rubro-Negro carioca, que sonhou com o bicampeonato mundial e teve chances de vencer o duelo emocionante. O zagueiro brasileiro Marquinhos, capitão do Paris, falou sobre as qualidades do time tetracampeão da Libertadores – que, segundo ele, está fazendo uma “revolução no futebol do Brasil”. "Se respeitou muito esse time do Flamengo. A gente sabia que seria um jogo totalmente diferente", disse ele. "O adversário tem uma filosofia de jogo diferente, e eu sabia que seria assim. O Flamengo realmente vem trazendo uma revolução no futebol brasileiro, quanto à filosofia de jogo, a táticas, a entender o adversário, explorar o adversário da melhor maneira", explicou o jogador, antes de comparou com a partida contra o Botafogo, quando o PSG perdeu na primeira fase da Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos. “Essa seria uma final decidida nos detalhes. A gente queria até que fosse mais fácil para a gente, mas não foi. Então eu acho que se respeitou muito”, reconheceu. O zagueiro salientou que, como a equipe do Paris conta com muitos brasileiros e portugueses, o técnico e os próprios jogadores estão de olho no futebol brasileiro. “Todos conhecem o quanto que esse time do Flamengo é qualificado. São jogadores experientes, que voltaram da Europa e estão acostumados a jogar contra times da Europa, contra o PSG, contra outros grandes times. Então, com certeza foi um jogo difícil”, analisou Marquinhos. 'Adversário muito difícil' O lateral esquerdo português Nuno Mendes também destacou o bom desempenho da equipe brasileira, que não se intimidou em campo diante do favoritismo do PSG e das diferentes realidades financeiras entre os clubes dos dois continentes. “É dar os parabéns ao Flamengo. Foi um adversário muito difícil. Vieram aqui para jogar, para disputar o jogo. Foi um jogo muito bom, acho que para ambas as partes”, afirmou. “Infelizmente, eles não conseguiram ganhar, ganhamos nós, como nós queríamos. Foi um bom jogo da parte do Flamengo, estou muito contente por ter ganho. E também contente por eles, porque vieram aqui e demonstraram que são uma grande equipe”, disse Nuno. Do lado do Flamengo, o técnico Filipe Luís e os atletas não esconderam a frustração com a derrota, mas demonstraram orgulho pelo desempenho diante do PSG e pelas conquistas em 2025. Houve críticas à mudança feita pela Fifa no regulamento do Mundial, que foi renomeado pela entidade como Copa Intercontinental. Desde o ano passado, o time da América do Sul precisa disputar antes quartas de final e semifinal, enquanto o representante da Europa entra direto na final. Embate decisivo no fim da temporada Com isso, o atacante Bruno Henrique citou o desgaste físico dos flamenguistas, após uma temporada com calendário apertado, e fez uma comparação com o momento atual do PSG. “A gente chega hoje a 76 jogos, e é claro que isso muda um pouco a forma física da gente, porque enfrentar um time europeu já é difícil, e em final de temporada, é mais ainda. O europeu, no Mundial passado – no meio do ano, nos Estados Unidos – reclamou que eles estavam em fim de temporada, e o Flamengo agora chega no final de temporada”, explicou. “Mas chega jogando, propondo jogo. A gente foi superbem hoje. Então, é só enaltecer a temporada que fizemos, temporada de muita entrega, muita dedicação, e hoje a gente também teve muita entrega no jogo. Parabéns para nós por essa temporada”, afirmou. O herói da conquista do Paris Saint-Germain foi o goleiro russo Safonov, que defendeu quatro pênaltis. Ele foi mantido como titular pelo terceiro jogo seguido, mesmo após Chevalier voltar de lesão. Na cobrança decisiva, Safonov pegou o chute de Luiz Araújo, além de Saúl, Pedro e Léo Pereira antes. Vitinha e Nuno Mendes converteram para o novo campeão mundial. No tempo regulamentar, Kvaratskhelia abriu o placar, e Jorginho empatou de pênalti. O português Vitinha, que mais uma vez teve ótima atuação, foi eleito o melhor jogador da final no Catar. A Copa Intercontinental foi o sexto título do Paris nesta temporada histórica, depois de vencer a Liga dos Campeões da Europa, o Campeonato Francês, a Copa da França, a Supercopa da Europa e a Supercopa da França. O time ainda foi vice-campeão da nova Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos. O PSG volta a campo no sábado pela Copa da França, contra o Vendée Fontenay, equipe da quinta divisão do país. Este será o último jogo do time em 2025, antes do recesso de fim de ano.
Neste episódio do podcast Raízes da Inovação, Monaliza Pelicioni, da Fundepag, recebe Solange Ferreira (Fundepag) e os pesquisadores Cristiane Neiva e Antônio Olinto (Instituto de Pesca) para desvendar o universo da pesca profissional e sua relevância social e ambiental. A discussão aborda o essencial monitoramento pesqueiro realizado há mais de 80 anos pelo Instituto, e os importantes projetos socioambientais como "Valoriza a Pesca" e "Pesca Azul", que fortalecem comunidades costeiras no litoral paulista e além. Entenda como a Fundepag apoia essas iniciativas de sustentabilidade e inovação, a diferença entre pesca e aquicultura, e a importância crucial do consumo consciente de pescado para valorizar a cadeia produtiva local e proteger nossos oceanos. Um mergulho profundo na gestão pesqueira e no futuro da vida marinha. Raízes da Inovação, o podcast da Fundepag que conecta ciência, tecnologia e sociedade! Aqui, mergulhamos nos desafios e avanços do setor, compartilhamos os principais resultados de pesquisa e promovemos debates enriquecedores com especialistas internos e convidados externos. FICHA TÉCNICA Apresentação: Monaliza PelicioniConvidados: Antônio Olinto, Cristiane Neiva e Solange FerreiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) realizou nesta terça-feira (16), o segundo repasse de ICMS de dezembro aos 645 municípios paulistas. As prefeituras receberam R$ 574,22 milhões, referentes aos valores arrecadados de 8 a 12/12, já com desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
00:00 O Pesadelo da Casa Própria01:27 Burrice 1: Esquizofrenia (Morar vs Investir)03:25 Burrice 2: Construir sem Planejamento (O Caos)05:53 Burrice 3: A Ilusão de Viver de Aluguel07:34 FIIs vs Imóvel Físico (A Surra)10:35 Burrice 4: Comprar na Planta (O Risco da Construtora)14:53 Burrice 5: Cegueira dos Custos Invisíveis16:06 Burrice 6: Financiamento Suicida (Retomada de Bens)19:10 Burrice 7: O Mito da Valorização Eterna22:57 O Veredito Final (Liberdade ou Prisão?)
País insular africano é marcado pela diáspora de parte de seus habitantes, que busca progresso em nações vizinhas para contribuir com o sustento de sua terra natal
Confira o Fechamento de Mercado desta terça- feira (28)
Produtor brasileiro precisa ficar atento às movimentações de acordo entre EUA e China
Neste episódio, Stephano Gabriel, head de Global Techs do Itaú BBA, explica como investir com estratégia no setor de tecnologia.Entre fundamentos, megatendências e uma visão global, a conversa mostra um mapa claro para identificar oportunidades reais de crescimento e de geração de valor.Moderação: Ana Luísa Westphalen, Head Research PF no Itaú BBAAcesse o relatório com a análise detalhada das ações e empresas mencionadas aqui.InstagramTelegramYoutube
Confira o Fechamento de Mercado desta segunda- feira (20)
Chicago também fecha semana com altas com expectativa melhor de demanda nos EUA
Movimento de alta do boi deve se consolidar nos próximos 15 a 20 dias com arroba valorizando entre 5% e 6% até novembro.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Nesse episódio…01:24 - Próximo alvo do governo para impostos após MP130304:28 - Por que OranjeBTC em vez de Bitcoin direto?05:31 - Ações de tesouraria Bitcoin ou Bitcoin direto?07:30 - Polymarket: investimento ou cassino?08:43 - Valorização de títulos é dinheiro do nada?10:39 - Centrão vai dominar e criar terceira via?12:41 - Vender CDB do Banco Master vencendo em 2030?13:36 - Ideias polêmicas de André Lara Resende15:19 - Bitcoin: baixo risco ou alto retorno?16:17 - Por que países compram tanto ouro?18:50 - Ulrich na OranjeBTC: conselheiro ou acionista?19:31 - Bolsa Família: solução ou dependência?23:08 - Crise deflacionária ou hiperinflação?25:41 - Nobel da paz para Trump? 28:02 - E se Satoshi Nakamoto reaparecesse?29:28 - OranjeBTC vai usar alavancagem?30:21 - OranjeBTC pode emitir ações/dívida como MicroStrategy?31:00 - A "guerra dos blocos" do Bitcoin32:12 - Bretton Woods foi um fracasso?32:37 - Camisa laranja da OranjeBTC à venda?32:56 - Ouro e prata vão subir nos próximos anos?33:49 - Brasil tem salvação política?
No quadro DEMANDA EM FOCO , destaque para o mercado de coprodutos, em especial Sebo e Couro que vem ganhando atenção nas exportações
Enquanto rastreabilidade se torna exigência global, Paraguai, EUA e Uruguai lideram ganhos, e Brasil registra menor alta entre competidores.
Já faz três décadas que quase 200 países se reúnem todos os anos para negociar soluções de combate ao aquecimento global – e, pela primeira vez, o encontro vai acontecer às portas da maior floresta tropical do planeta. Na COP30 em Belém do Pará, o mundo vai conhecer de perto não apenas a exuberância da Amazônia brasileira, como dará de cara com o colossal desafio de proteger um território mais extenso que a União Europeia, onde moram quase 30 milhões de habitantes. Como preservar a floresta e, ao mesmo tempo, garantir renda para as populações locais? Lúcia Müzell, eviada especial da RFI à aldeia Ita'aka, na Terra Indígena Koatinemo (Pará) Na Conferência do Clima da ONU, o Brasil dará visibilidade às pessoas que vivem sob a copa das árvores: indígenas, ribeirinhos e extrativistas, mas também populações urbanas, que dependem da floresta para sobreviver. O grande desafio é proteger a mata e as suas riquezas naturais, um patrimônio do Brasil e da humanidade, e ao mesmo tempo, garantir condições dignas de vida para esses habitantes, que lá nasceram e cresceram. Nos territórios amazônicos, é principalmente a agricultura em baixa escala que sustenta as famílias. Centenas de milhares desses pequenos produtores herdam o conhecimento tradicional sobre o manejo sustentável da floresta, porém esbarram em uma série de obstáculos para comercializar os seus produtos. Da logística complexa ao pouco acesso a crédito, da dependência de atravessadores à ameaça criminosa aos seus territórios, os "guardiões da floresta” estão à margem das estatísticas da economia amazônica. “A escala da biodiversidade hoje, tal como ela existe na Amazônia, não alimenta 2 milhões de pessoas”, observa Patricia Pinho, especialista em desenvolvimento sustentável e membro do Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudança do Clima (IPCC). “De toda uma diversidade da Amazônia, de mais de 700 diferentes tipos de produtos da sociobiodiversidade mapeados, apenas nove compõem a cesta dos mais procurados, mais vendidos e comercializados, entre eles a castanha, açaí, alguns óleos essenciais e o cacau”, explica. O Brasil prepara um Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, que deverá ser lançado durante a COP30. O objetivo é fortalecer as atividades que contribuem para gerar recursos para algumas das regiões mais pobres do país, a uma condição: desmatamento zero. Valorização leva à proteção da floresta Na bioeconomia compatível com a floresta em pé, os produtos são extraídos da mata no seu ciclo natural, ou são plantados em consórcio com outras culturas, em harmonia com a mata. É por isso que é preciso ter cuidado quando se fala em dar escala a este comércio – a socio-bioeconomia não tem vocação a criar novas monoculturas, ao contrário da soja ou da pecuária, vetores da destruição da Amazônia. “O que a gente precisa é ter uma visibilidade do aspecto plural da sociobiodiversidade, agregar valor – não só o valor econômico, mas que inclua essas boas práticas, o conhecimento milenar que, uma vez perdido, não é recuperável facilmente”, salienta Pinho, diretora-adjunta do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). O Pará é o estado amazônico onde as cadeias produtivas da floresta são mais desenvolvidas. Para o cacique Nei Xipaya, da aldeia Tucamã, na região de Altamira, o retorno financeiro da venda de especiarias da região é quase um detalhe: o dinheiro é usado para a compra de suprimentos básicos para a aldeia. Para ele, a prioridade mesmo é a transmissão da herança ancestral do cultivo da floresta – uma questão de sobrevivência para os povos indígenas. “Quando eu vendo uma castanha, eu estimulo que o jovem procure o pai dele para saber como é que procura castanha no mato, como é que se faz um paneiro, como é que se coleta”, conta. O fortalecimento das cadeias nativas ajuda a conter o êxodo da juventude indígena para os centros urbanos – que impacta na preservação dos territórios, sob constante pressão de invasores. “Nesse processo de coleta, você tem várias outras espécies de atividade que dá para você fazer, cuidar da medicina tradicional, conhecer e saber andar no próprio território. A geração nova não tem o domínio, e sim os anciões.” Articulação de comunidades locais A batalha para revalorizar os produtos florestais não madeireiros uniu comunidades que, até pouco tempo atrás, se viam como concorrentes mortais, como indígenas e seringueiros da região da Terra do Meio, no centro do Pará. Há mais de 10 anos, lideranças de dezenas dessas comunidades banhadas pelos rios Xingu e Iriri se aproximaram para ter mais força na negociação de preços dos produtos cultivados nos seus territórios, de uma extensão comparável a de um país como Portugal, com 9 milhões de hectares. A cada dois anos, eles se reúnem para Semana do Extrativismo, na qual debatem as dificuldades comuns e discutem soluções. Este ano, o evento aconteceu na aldeia Ita'aka, na Terra Indígena Koatinemo. Edileno Camilo de Oliveira, 36 anos, vice-presidente do coletivo, lembra que, antes da criação de uma reserva extrativista no local e da consolidação da rede, havia áreas tomadas por madeireiros ilegais, onde os verdadeiros habitantes não podiam nem mais entrar. “Uma vez que o nosso produto tem valor, a gente vai buscar mais lá dentro, a gente vai longe e quando a gente está indo, a gente está olhando, está protegendo e está fazendo um serviço socioambiental”, ressalta. Juntos, os comunitários da Rede Terra do Meio conseguem atender à demanda de mercado por volume, mas a escala de produção não se dá por mais desmatamento, e sim por um sistema semelhante ao de uma cooperativa. A negociação de preços e valores acontece diretamente com as empresas. “A gente enxerga esses parceiros com um bom olhar, até porque antes disso, a gente vivia na mão do atravessador. Com os parceiros comerciais da rede, isso mudou”, afirma Edileno, que vive em Riozinho Anfrísio, a 370 quilômetros de Altamira. “A gente passou a ter um espaço de governança e a ter a nossa autonomia. É a gente que decide a forma que a gente quer fazer o comércio.” A valorização das cadeias nativas tem estimulado a diversificação da produção, deixando os comunitários menos suscetíveis às variações dos preços de mercado e aos impactos das mudanças climáticas, como foi o caso da quebra da safra da castanha em 2024. A rede também possibilitou às comunidades ampliarem a participação em políticas públicas de incentivo à agricultura familiar, como os programas nacionais de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (PNAE) – dos quais acabavam excluídos por falta de informação ou desconhecimento dos procedimentos técnicos e digitais. Vania Asuri vive no Território Indígena Koatinemo, às margens do Xingu. Mãe de três filhos, ela trabalha como técnica de enfermagem e ajuda na roça familiar. Nas horas vagas, ainda encontra tempo para jogar futebol e fazer pintura de tecidos, sua paixão. O excedente de mandioca e banana agora é vendido para o PAA, uma parceria firmada no ano passado. “Falta eles terem um olhar diferente para os nossos produtos, porque eles são originais. É tudo à mão, a gente não tem máquina, não tem aqueles de produtos que se joga para aumentar a produção”, argumenta. “Acho que falta muito isso ainda: eles terem um olhar diferente para o nosso povo.” Uma das condições para a associação aos parceiros é o respeito ao modo de vida e a cultura de cada povo da floresta – que tem outro tempo, outros prazos e outras formas de entregar os seus produtos. “Algumas empresas chegavam visando a compra de um produto, impondo aí as condições. Mas quando a gente fala na sustentabilidade alimentar e no mercado justo aqui, a gente não está vendendo só um produto. A gente está vendendo uma história e uma valorização”, reitera o cacique Nei Xypaia. Amazônia intocada: mais uma forma de preconceito Esse choque de culturas é um dos principais desafios para a ampliação do comércio justo com as comunidades tradicionais amazônicas, aponta Jeferson Straatmann facilitador de Economias da Sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA). A organização, referência no Brasil para a proteção das comunidades tradicionais, atua fazendo a ponte entre as associações locais e potenciais parceiros comerciais. “Tem um entendimento muito racista sobre o que é conhecimento, o que é um modo de vida. Tem um entendimento que esse modo de vida deveria ser outro. Isso abre esses territórios, numa justificativa de economia, para invasões, para garimpo, para madeira”, constata Straatmann. “Normalmente, as empresas buscam a comercialização reduzindo o custo, independente do impacto social e ambiental. Essa mudança de paradigma na sociedade, desde as bases desse preconceito racial, do entendimento dessas culturas, do valor desses conhecimentos para a conservação e para um modo de produção que conserve ao mesmo tempo, é algo que está na base dos desafios”, aponta. Outro preconceito que Straatmann busca desconstruir, principalmente de governos e organizações estrangeiros, é o de que preservar a Amazônia significaria transformá-la em um santuário intocado. Ele argumenta que esta premissa demonstra desconhecimento não apenas da área continental do bioma, como da existência milenar de povos que sempre habitaram a floresta sem destruí-la. “Olhar a natureza como algo intocado é um formato de racismo que só entende a visão do branco. A visão eurocêntrica da sociedade, moderna, que precisou se apartar o homem da natureza, no intuito de que esse homem destrói”, aponta o doutor em engenharia de produção pela USP. “Não é essa a realidade desses povos. Os povos conservam a partir dos modos de vida deles. Esses modos de vida se transformaram e continuam transformando floresta em floresta.” Resgate da borracha amazônica, sob novas bases Uma das cadeias nativas que estão ganhando impulso graças ao comércio ético é a da borracha – e apesar do histórico trágico dos seringueiros na região. Depois de dois prósperos ciclos da matéria-prima na virada do século 19 para o 20, marcados pela violência e a exploração dos trabalhadores nos seringais, o cultivo do látex disparou em São Paulo. A busca pelo produto quase desapareceu na Amazônia. “A gente foi parando de trabalhar porque estava muito mínimo. Um quilo de borracha não comprava um quilo de açúcar. Dava R$ 0,70, era muito pouco. Aí as famílias foram largando”, recorda o extrativista Pedro Pereira de Castro, 61 anos. “Não tinha como o cara cortar seringa para sobreviver. A gente tinha que fazer 1.200, 1.300 quilos para poder, no fim do ano, não estar devendo muito – porque tinha gente que ainda ficava devendo [para o patrão].” A concorrência asiática, líder no mercado mundial, e o aparecimento da borracha sintética – derivada do petróleo –, terminou de dizimar uma cadeia que havia trazido prosperidade para Manaus e Belém. Hoje, ela ressurge sob novas bases, sustentada por empresas dispostas a pagar até cinco vezes mais pela matéria-prima nativa, em nome da preservação dos territórios. O látex é um dos produtos prioritários da Rede Origens Brasil, que promove negócios que valorizem os povos da Amazônia e a floresta em pé. Um dos maiores desafios é conectar esses extrativistas aos mercados. “A logística amazônica fica muito cara por conta de todos os deslocamentos via fluvial. Tem territórios que vão demorar dois dias para conseguir escoar sua produção, descendo ou subindo o rio”, afirma Patricia Andrade Machado, coordenadora de Articulação Territorial do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), cofundador da iniciativa ao lado do ISA. “O tempo da floresta é um tempo muito diferente do tempo capitalista. Mas as empresas também têm as suas demandas, então a gente facilita esses diálogos para que um entenda o lado do outro”, diz. ‘A gente sobrevive da natureza e não quer que isso acabe' O contrato de parceria impõe critérios como rastreabilidade da produção, transparência nas transações, equidade, preço justo e respeito ao modo de vida tradicional das comunidades. Os pequenos produtores precisam ter uma governança estruturada, por meio de uma associação, por exemplo, enquanto as empresas devem apresentar indicadores de impacto socioambiental deste comércio. No caso da borracha, um dos gargalos é aumentar o volume extraído dos seringais: no primeiro ano de contrato com a fabricante Mercur, a empresa estava disposta a comprar 12 toneladas de látex, mas só recebeu 400 quilos. A iniciativa deu o que falar na região da Terra do Meio e, no segundo ano, com a adesão de mais extrativistas e um trabalho de capacitação técnica em campo, a coleta chegou a 7 toneladas. “A capacitação busca conciliar o conhecimento tradicional com a demanda do mercado, com a demanda de qualidade dessa borracha”, complementa Machado. A parceria da Mercur com a Rede Terra do Meio já tem 15 anos e tem espaço para crescer: a produção na região ainda não atingiu a meta, e representa menos de 10% da demanda anual da empresa, aponta o analista de vendas Jovani Machado da Silva. “Nós deixamos de comprar borracha da Amazônia para comprar de empresas de cultivo em São Paulo, por questões de custo, e também devido à quantidade, que era bem menor”, relata Jovani Machado da Silva, analista de vendas da empresa gaúcha. “A gente veio tentar resgatar essa dívida, digamos assim, que a gente tem com essas regiões e com esse povo. O resgate é de estar favorecendo para que os povos da floresta tenham uma fonte de renda a mais para que eles se mantenham na floresta, que é onde é o habitat deles, onde eles querem ficar.” É exatamente isso que o extrativista Pedro Pereira, de Riozinho Anfrísio, relata. No passado, ele já trabalhou com garimpo e em fazendas, mas onde gosta mesmo de estar é sob as árvores. “A seringa que o meu avô cortava, meu pai cortou, eu corto e meus netos vão poder cortar. Não tem outro produto igual à seringa para a gente, porque em todo lugar que você chega na beira do rio, tem seringueira”, afirma. “É um produto bem seguro, e é a natureza, né? A gente sobrevive da natureza e não quer que isso acabe.” * Esta é a primeira reportagem de uma série do podcast Planeta Verde da RFI na Amazônia. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro.
Lorenzo Junqueira aponta fatores de alta da arroba, enquanto o evento “Vozes da Pecuária” destaca histórias reais e soluções sustentáveis.
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Com o fim da colheita, foi registrado a queda de cerca de 30% da produtividade por hectare
Com inscrições até 19 de setembro, a nova categoria promete destacar ainda mais a identidade sensorial da região
Demanda segue intensa e lineups brasileiros são 8% maiores do que os do ano passado e 22% superiores à média dos últimos cinco anos. Consumo chinês tem sido forte também neste segundo semestre com a China sem olhar para a soja dos EUA, o que seria tradicional para este momento.
Neste episódio do Agro Resenha, recebemos Domingos Neto, o Netão, para um papo exclusivo sobre sua inspiradora trajetória: de entregador a ícone da carne no Brasil. Descubra os bastidores da busca por carne de qualidade e os desafios da pecuária sustentável. Netão compartilha insights sobre a valorização do produtor rural, a importância da tecnologia e do bem-estar animal na produção. Entenda como o agronegócio enfrenta mitos e a necessidade crucial de investimento em comunicação para fortalecer o setor e garantir que a carne bovina de excelência chegue à mesa do consumidor. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo movimento A Carne do Futuro é Animal! O movimento "A Carne do Futuro é Animal" defende a pecuária sustentável e regenerativa como essencial para a alimentação. Com foco no bem-estar animal e nos benefícios nutricionais da carne, a iniciativa busca desmistificar o setor e valorizar a conexão positiva entre ser humano, animal e natureza. A carne do futuro já existe e ela é animal! Site: https://carnedofuturo.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/acarnedofuturoLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/carnedofuturo/TikTok: https://www.tiktok.com/@carnedofuturoYouTube: https://www.youtube.com/@CarnedoFuturo Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Netão Bom BeefEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Enseada gere parte do patrimônio da família Larragoiti, fundadora da SulAmérica. Nesta entrevista ao Café com Investidor, Louis de Ségur de Charbonniéres explica a razão de investir diretamente em startups no Brasil Resumo de Episódio — Café com Investidor Entrevista sobre trajetória, investimentos e estratégias de gestão patrimonial 00:00 Abertura do programa e apresentação de um executivo responsável por um Family Office ligado a uma tradicional família brasileira. 01:00 Fundação do Family Office, motivada por complexidade patrimonial e organizacional familiar. Criação de estrutura profissional com apoio jurídico e financeiro. 03:20 Expansão para Londres, visando uma plataforma global de investimentos e maior aproximação com dinâmicas europeias. 04:30 História centenária da família. Início das atividades no Brasil com uma seguradora americana e criação da SulAmérica após mudanças regulatórias. 06:00 Atuação pioneira da família em diversos setores: capitalização, arte moderna e saúde pública. 07:00 Estratégia de investimentos: foco em diversificação setorial e geográfica para diluir o risco Brasil. 08:40 Investimentos diretos em startups no Brasil. Vantagem competitiva por conhecer o ecossistema local e ter contato com empreendedores. 10:00 Exemplos de empresas investidas: exames laboratoriais acessíveis, tratamento de autismo, astrologia, gestão de saúde, criptomoedas — com foco social e impacto. 17:00 Saídas parciais de investimento para gestão de risco. Valorização gradual e reaplicação de capital. 18:30 Participação relevante como investidor em grandes fundos internacionais. Priorização de casas com reputação sólida e visão de longo prazo. 20:00 Investimentos em Private Equity no Brasil são menos frequentes. Preferência por valores menores e acompanhamento estratégico. 22:30 Processo de análise criterioso: cheques entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões. Ênfase em entender o histórico e os erros do empreendedor. 25:00 Liquidez internacional: maior presença fora do Brasil por conta da escala dos mercados americano, europeu e asiático. 26:45 Criação de vinícola em Portugal. Projeto pessoal arriscado que se tornou referência mundial, resgatando tradição familiar francesa. 30:00 Análise do mercado pós-pandemia. Valuations mais equilibrados e maior oportunidade para investimentos conscientes. 32:00 Postura cautelosa em 2021: foco na preservação de patrimônio e resiliência diante da incerteza. 33:00 Bate-bola final: - Arrependimento: investimento em direitos cinematográficos - Orgulho: projeto da vinícola - Livro favorito: Alegria Triunfo - Hobby: arte e colecionismo histórico - Mantra: “Temos que mudar tudo para continuar como estamos”