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Visibilidade não é apenas sobreviver às estatísticas; é sobre o direito de produzir vida, conhecimento e memória.Neste episódio especial do Mês da Visibilidade Trans, o LA.CON.QUEM reúne quatro pesquisadores e ativistas — Marcelo Silva (Aquatrans), Maya Alves (Historiadora/UFRJ), Céu Cavalcante (UFRJ) e Nlaisa Luciano (Artista/Fiocruz) — para projetar narrativas que vão além da violência.Eles discutem como a população trans está ocupando a universidade e o esporte, não mais como "objeto de estudo" ou "corpo estranho", mas como autores e protagonistas da própria história.Neste debate sobre cidadania e vanguarda:
Você tem pedido muito ao universo… mas sente que nada muda?Talvez o segredo não esteja em pedir mais — e sim em projetar com consciência.Neste episódio, Thais Galassi explica de forma simples e profunda a diferença energética entre pedir e projetar, e como essa mudança de vibração pode transformar completamente sua realidade.Descubra como sair da frequência da falta e acessar o campo da criação, onde tudo já existe.Aprenda a usar sua mente como canal de manifestação e a sentir, agora, o que você deseja viver.✨ Temas deste episódio: lei da atração, cocriação consciente, poder da mente, frequência vibracional, manifestação, energia quântica, despertar espiritual, autoconhecimento.
Bom dia!Mais uma PrevPílula em collab com a Ilumac — hoje sobre como ajustar seu SDAI à realidade de cada projeto. Porque copiar e colar nunca vai funcionar onde o risco é único.
A COP30 tem todos os ingredientes para voltar a ser uma deceção, dez anos depois do Acordo de Paris: o mundo não consegue responder sustentadamente aos desafios do clima e da sustentabilidade. O presidente do Brasil fez o ‘trabalho de casa', pelo menos na perspetiva de ser um líder dos países do sul, que se querem libertar das direções políticas do norte desenvolvido.Em regime de sobrevivência política está também outro presidente, Volodymyr Zelensky, novamente a braços com um escândalo de corrupção, mais um, que pode colocar em causa o plano da Comissão Europeia – para muitos altamente inaceitável – de criação de um empréstimo para financiar o apoio externo com base nos ativos russos congelados no espaço do bloco.Outro presidente, o angolano João Lourenço, liderou as comemorações dos 50 anos da independência do seu país.
Bom dia!Mais uma collab da PrevWorld com a Ilumac. E você já sabe né? Quer saber mais, é só clicar no link abaixo e vir par ao BLOG ILUMAC!SAIBA MAIS AQUI!
Bom dia!A pílula de hoje mostra os passos para lidar com edificações existentes — da classificação à negociação com o Corpo de Bombeiros.ACOMPANHE A PREVWEEKEND: https://www.instagram.com/prevworld_
A 5a° edição do Festival do Conhecimento, realizada nos dias 4 e 5 de setembro, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, propôs debates a partir de uma frase: “Re-amazonizar o Brasil”. O que isso significa? Muito se falou, durante o evento, sobre valorizar os biomas brasileiros, conservar as florestas, combater o desmatamento e outras expropriações, reconhecer os povos originários e as culturas ancestrais que cuidam da terra. O contrário disso seria manter a aridez da monocultura e do extrativismo. Re-amazonizar, então, é uma proposta de retomada para projetar o futuro. Nesse contexto, nossa reportagem ouviu João Irineu, professor de Psicologia Social da UFRJ.Reportagem: Ana Beatriz OliveiraEdição: Thiago Kropf
Bom dia!A pílula de hoje é o esquenta do PrevWeekend — mostrando como o networking e o hábito de questionar projetos elevam o nível da prevenção.https://www.instagram.com/prevworld_
O estudo mostra que nos quinze períodos analisados, 11 tiveram alta e apenas 4 registraram recuo em setembro
Entendendo os pontos principais com Flávio Inocencio
Bom dia!A pílula de hoje é sobre projetar sistemas de alarme que realmente ajudem na emergência — e não virem só barulho no meio do caos.https://www.ilumac.com.br/documentos-produtos
Projetar e executar usinas solares de forma eficiente vai além do que domínio técnico, envolve análise de viabilidade, planejamento financeiro e visão estratégica.No episódio #127 do Papo Solar, receberemos Eduardo Lima, gerente de projetos da Royal FIC, para um bate-papo sobre os principais critérios para garantir o sucesso na implantação de uma usina fotovoltaica.Vamos discutir como avaliar a viabilidade estrutural e financeira dos projetos, identificar quais pontos exigem maior atenção no planejamento e quais erros podem comprometer o retorno do investimento.Além disso, Lima vai compartilhar sua experiência com gestão de grandes projetos e dicas para integradores e investidores que querem transformar oportunidades em negócios.Se você quer entender como tornar seus projetos solares mais eficientes e financeiramente viáveis, não perca este episódio do Papo Solar!Cursos de Energia Solar e treinamentos: https://cursos.canalsolar.com.br/
Bom dia! A pílula de hoje é sobre o que diferencia um projeto técnico de verdade de uma simples aprovação no papel.Projetar prevenção contra incêndios vai muito além de preencher formulário. Exige entender os processos industriais, a manipulação de produtos químicos, a interação entre disciplinas e, principalmente, o risco real envolvido. Cada projeto é único e precisa de tempo, estudo e integração com áreas como elétrica, voz e automação. Lá fora, isso já é feito com inteligência artificial. Aqui, ainda confundem aprovação com proteção.Quer saber mais?Episódio completo aqui:PREVCAST 271. COMO AS IA's ESTÃO IMPACTANDO A PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO?! [DEBORA ARJONA]
Licença de Eduardo Bolsonaro visa ‘denunciar' abusos do Supremo Tribunal Federal.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
No episódio de hoje do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim aprofunda um dos temas mais intrigantes do universo espiritual: a diferença entre sonhos e viagens astrais. Você já se perguntou se estava apenas sonhando ou se realmente saiu do corpo durante o sono? Aqui, exploramos os sinais, as evidências e as formas de desenvolver a projeção consciente. Além disso, falamos sobre como superar bloqueios espirituais, compreender o estado vibracional e reconhecer mentores e entidades durante as experiências astrais.
Descubra o Plano de Criação e Escala do Seu Negócio Digital em Apenas 1 Hora!
21-12-24 - Pr Henrique Santos - Como projetar o próximo ano
Não quer perder os próximos episódios do PREVCAST? Então:
Em um mundo de avanços tecnológicos rápidos, o design centrado no usuário (DCU) transforma complexidade em simplicidade funcional, colocando as necessidades humanas no coração do design. Este diálogo explora como o DCU melhora a funcionalidade dos produtos e a experiência dos usuários. Princípios e Impactos do DCU Adotar o DCU significa entender e atender às necessidades dos usuários, o que inclui: - Simplificação de Sistemas: Tornar tecnologias acessíveis e intuitivas. - Engajamento: Conectar emocionalmente, elevando a satisfação e fidelidade do usuário. Empresas que investem em DCU notam: Aumento da Satisfação do Cliente: Produtos intuitivos geram maior satisfação e recomendações. - Redução de Custos: Sistemas fáceis de usar diminuem a demanda por suporte. - Fidelização do Cliente: Experiências positivas constroem lealdade à marca. Projetar centrado no usuário não é apenas uma boa prática de design; é uma estratégia empresarial essencial. Participe deste episódio para descobrir como o DCU pode simplificar produtos e impulsionar o sucesso do negócio, fortalecendo a posição de mercado de qualquer organização. Livros sugeridos: "O design do dia a dia: Edição revista e ampliada" por Don Norman https://amzn.to/4ei7doO Estratégia de UX: Técnicas de Estratégia de Produto Para Criar Soluções Digitais Inovadoras" por Jaime Levy https://amzn.to/3Zn65Me UX for Lean Startups: Faster, Smarter User Experience Research and Design" por Laura Klein https://amzn.to/3B0aNFJ Measuring the User Experience: Collecting, Analyzing, and Presenting Usability Metrics" por Thomas Tullis e Bill Albert https://amzn.to/3Tnm3Cr ---------------------------- Já comprou o nosso livro "UX Decodificado"! Se você é um designer em busca de aprimorar suas habilidades em UX, ou um profissional de outra área interessado em migrar para o design de experiência, este livro é para você. Adquira já o seu exemplar e leve sua carreira para o próximo nível! https://lnkd.in/dTU9S_Da VERSÃO DIGITAL Amazon BR https://amzn.to/3ynBxyS Amazon ES https://amzn.eu/d/00oUbGEl Amazon UK https://amzn.eu/d/09pStfEF
JK Cast #184 - Como Projetar a Receita da Empresa, Inflação/Taxa de Juros e o Banco Central --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/jkcast/message
Projetar moradias ou bairros sociais? Para o arquitecto Miguel Saraiva, a habitação de custos controlados é um desafio mais aliciante – e vai ao encontro de algumas prioridades do futuro do país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Andámos "ao contrário do futuro" em Portugal, diz Miguel Sousa Tavares, que traça o retrato de um país que nunca teria sobrevivido sem os fundos europeus. O cronista analisa o atual momento da campanha para criticar Pedro Nuno Santos por estar concentrado "apenas no que a AD diz" e regista a falta de sorte de Montenegro que vê, "quase todos os dias", a campanha comprometida. Analisamos ainda a proposta de Macron que admite o envio de tropas ocidentais para a Ucrânia: "representaria o princípio da terceira guerra mundial".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Podcasts de Ecologia/Composições musicais/Natureza Ecology Podcasts/Musical Compositions/Nature
Desigualdade e exclusão social, cada vez mais evidentes, podem inviabilizar o progresso. É fato que a urbanização tem sido uma das forças motrizes mais significativas do desenvolvimento global recente. Atualmente, as cidades respondem por aproximadamente 80% do PIB gerado em todo o mundo. Mas, se por um lado a urbanização impulsiona a economia global, por outro, a desigualdade e a exclusão social dentro das cidades, cada vez mais evidentes, podem inviabilizar o progresso do desenvolvimento. Nesse contexto, a comunidade internacional reconhece a necessidade de se criar cidades mais inclusivas, e garantir que as pessoas possam colher de forma mais igualitária os benefícios da vida urbana. Entretanto, esse continua sendo um grande desafio. [...] Projetar intervenções inovadoras e multidimensionais para criar cidades inclusivas requer soluções multissetoriais. Isso implica combinar abordagens espaciais (acesso a terra, infraestrutura e moradia) com intervenções sociais (inclusão dos marginalizados, desenvolvimento comunitário, investimento na prevenção do crime e da violência), e medidas econômicas (geração de empregos e oportunidades para todos, educação e capacitação, estratégias econômicas para os mais carentes, acesso a crédito e financiamento). [...] Contudo, dentro das possibilidades de os municípios atuarem nessa questão, está, por exemplo, a adequada formulação dos planos diretores, que podem tornar-se instrumentos relevantes no combate à exclusão urbana. Reúnem as condições necessárias para atuar nas abordagens relacionadas com forma de ocupação dos espaços, e na indução ao desenvolvimento econômico. A estruturação de modelos de uso e ocupação do solo, que permitam reduzir os custos da produção habitacional e otimizar a ocupação das áreas com melhor infraestrutura, certamente pode ser um caminho importante para tornar as cidades mais inclusivas. Fonte (texto - créditos): https://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiobernardes/2022/05/e-possivel-tornar-as-cidades-mais-inclusivas.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo Imagem (créditos): https://www.ecycle.com.br/ods-11/ ODS 11. Montagem: Rodrigo Bruno/Portal eCycle. Ícones: reprodução Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=Ev66twsveLA. Richard Clayderman Greatest Hits - The Best Of Richard Clayderman. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/multimidiavillage/message
Sextou com o Primeiro Prevcast técnico do ano!!! No episódio de hoje estamos com o João Mahmud do Grupo ASSA ABLOY, um grupo responsável pela fabricação de Portas Corta Fogo. João, trabalha a 12 anos na área e com todo esse know-how veio compartilhar conosco alguns dos principais pontos que envolvem o sistema de uma Porta Corta Fogo, trazendo as informações de fabricação, dicas e cuidados na hora de projetar e esclarecendo como deve ser o funcionamento e instalação correta deste equipamento tão importante na Prevenção Contra Incêndio. O episódio de hoje foi pensado em especial para os projetistas na hora de implementar esse sistema em seus projetos. Afinal, a Prevenção Contra Incêndio não é “só” um projetinho e todo cuidado é extremamente importante para salvar vidas e patrimônios! E nossa Patrocinadora é especialista quando o assunto é fazer um projeto de excelência e se comprometer com a segurança do patrimônio e da vida de seus clientes. Conheça a R Dal Molin Soluções em Projetos de Prevenção Contra Incêndio:
Neste episódio do podcast, convido você a refletir sobre um dos valores fundamentais da Mentalidade Empreendedora: o valor Projetar. Acreditamos firmemente que cada pessoa possui o poder de projetar seu próprio futuro e moldar seu destino, independentemente da situação atual. O livre-arbítrio nos dá a capacidade de escolher nosso próprio caminho. Por isso, em vez de esperar que as coisas aconteçam, precisamos assumir o protagonismo da nossa vida e tomar as ações necessárias para alcançar os nossos objetivos. Se busca transformações significativas em sua vida, lembre-se de que o poder da mudança está em suas mãos. Projetar-se, agir e fazer acontecer são passos fundamentais para sua jornada. Compartilhe este episódio com aquele amigo que também pode se beneficiar dessas reflexões hoje.
Sextou com Inauguração, aniversário de 5 anos da R Dal Molin e é claro que com PREVCAST!! No episódio de hoje estamos com o Luiz Fernando Vieira, Engenheiro de aplicação da Vetrotech do Grupo Saint-Gobain. O Luiz é um expert em todo sistema que engloba os vidros resistentes ao fogo e nesse bate papo ele nos explica o quanto é importante usar os vidros resistentes ao fogo e como funciona essa aplicação, esclarecendo dúvidas importantíssimas para que cada vez mais possamos especificar e detalhar um bom projeto de Prevenção Contra Incêndio!! O episódio está incrível como sempre e isso não seria possível sem o apoio da nossa Patrocinadora Master, a ILUMAC!! A melhor empresa de Sistema de Alarme e Detecção de Incêndio!! Conheça os melhores produtos de SDAI :
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O coração paternal de Deus é muito maior do que o nosso
Como os ambientes podem influenciar o nosso comportamento? E a maneira com que nos sentimos? Projetar bem espaços públicos ou privados é uma arte ou uma ciência? Ou os dois? Vamos conhecer os conceitos da Neuroarquitetura! E para essa conversa, eu trouxe a Clarissa Machado, uma arquiteta especializada na intersecção entre arquitetura e neurociência. Sua jornada profissional levou-a de Curitiba para a Itália, atraída pela paixão por compreender como os espaços influenciam o comportamento humano. Desde as primeiras discussões para qualquer desenvolvimento de projetos, vários conceitos e requisitos precisam ser levados em conta! Quer saber como? Dê um play e vamos juntos! Quer conhecer mais o trabalho da Clarissa? Conecte pelo LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/clarissarmachado/ ou pelo Instagram: @theconsciousarchitecture Tem curtido o nosso conteúdo? Que tal tornar-se membro do Capital Projects Podcast, apoiando o canal? Assim, podemos continuar crescendo e ajudando tantos profissionais da Gestão de Projetos! Acesse o link e confira os planos: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_link #capitalprojectspodcast #andrechoma #megaprojectmanagement #capitalprojects #megaprojects #megaprojetos #projectmanagement #gestaodeprojetos #sucessoemprojetos #neuroarquitetura #neurociência #arquitetura #clarissamachado
Projetar uma estratégia inovadora e competitiva pode ser um desafio complexo. Nem sempre podemos contar com um "Steve Jobs" para gerar ideias geniais. Então, qual é a abordagem mais eficaz: depender de um gênio da inovação na empresa ou cultivar uma cultura estratégica que promova consistentemente resultados inovadores? Neste episódio do podcast, Luís Felipe Carvalho, CEO na AEVO conversa com Hugo Tadeu, Diretor do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Don Cabral, e Rafael Araújo, Head de Serviços Consultivos na AEVO sobre estratégia e governança em inovação. A inovação não é mágica; requer tempo e esforço dedicados. Portanto, exploraremos a importância de estabelecer objetivos de curto e médio prazo, definir ciclos de projeto, planejar investimentos futuros e equilibrar o portfólio de inovação. Aprenda essas valiosas estratégias e muito mais neste episódio. Prepare-se para desbloquear o potencial inovador da sua empresa! Se você precisa de uma consultoria para desenhar a estratégia de inovação da sua empresa, conte coma a AEVO: aevo.com.br/fale-com-especialista-aevo Para ler mais conteúdos e se inteirar mais sobre inovação, acesse nosso blog. LinkedIn: AEVO | Instagram: @aevo.me | YouTube: AEVO | Site: aevo.com.br | E-mail: podcast@aevo.com.br
O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, disse nesta sexta-feira (4) que ”os problemas de Marajó foram usados como token para projetar os fantasmas do conservadorismo e do reacionarismo da política nacional, quando nada se fez”. Ele se referia ao "período anterior" ao falar durante a cerimônia de assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre seu ministério e o governo do Pará para implantar centros de referência de direitos humanos no arquipélago de Marajó, pelo programa Cidadania Marajó. A Ilha de Marajó foi usada como símbolo pela hoje senadora Damares Alves (Republicanos-DF) enquanto atuou como ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, durante o governo de Jair Bolsonaro. Em outubro do ano passado, ela denunciou, durante um culto religioso, abuso de menores na região, dando muitos detalhes. A história causou muito barulho, mas ficou nebulosa, pois a então ministra citou uma investigação sobre o assunto que não existia. Apoie o jornalismo independente. Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.uol.com.br | www.crusoe.uol.com.br
Águia Cristal + Lua Cheia
A glitch in the neuromatrix: the science of phantom presence https://bigthink.com/neuropsych/science-of-phantom-presence/ Wild Elephants Appear to Have Been Domesticated, But Not by Humans https://www.sciencealert.com/wild-elephants-appear-to-have-been-domesticated-but-not-by-humans Plant Fungus Infects Human in First Reported Case of Its Kind https://www.sciencealert.com/plant-fungus-infects-human-in-first-reported-case-of-its-kind DiscoveryOur Microbes and Our Health https://www.bbc.co.uk/sounds/play/p0fbrlvq Science In ActionGene editing breakthrough https://www.bbc.co.uk/sounds/play/w3ct4sc1 A paz e o trono – Leandro Karnal ... Read more
Neste programa-live, José Edgar de Matos, Felipe Ruiz e Caio Dominguez, o “Voz da Torcida”, debatem os dois sorteios vividos pelo São Paulo nesta semana. O Tricolor, que segue em intertemporada, conheceu os rivais pela Sul-Americana, que marcará o reencontro com o Tigre depois da polêmica final de 2012, e o Ituano, adversário pela terceira fase do torneio nacional. Ainda o podcast traz novidades sobre Michel Araújo e o iminente retorno de Calleri, que segue se recuperando.
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” Jeremias 17:9
Deixamos de pensar em Copa do Mundo e passamos a projetar o Campeonato Pernambucano de 2023.
Hulk explica como é o seu processo na hora de projetar produtos físicos, partindo do rascunho até a sua produção em larga escala.
E aí seus Lambeau Lindos! PLAYOFFS? No programa de hoje tentamos trazer para vocês uma projeção completa de como estão se formando todos os playoffs da National Football League, como isso culmina com o Packers e como ainda supreendentemente estamos sim, dentro dessa briga por uma vaga. Aperta o play e vem com a gente! VEM CONHECER A REDE! TEM BREWTECO, TEM MEDO DE CERVO! Participantes: Igor Castro, Rômulo e Rodolfo Souza. Edição: Augusto Edinger. Inscreva-se no nosso canal lá no YouTube e não perca nossas lives! Siga o Twitter do Lambeau Leapers acompanhar as melhores informações sobre o Green Bay Packers: @LambeauLeapers_ Siga o Instagram do Lambeau Leapers! @LambeauLeapers_ Assine o Feed do Lambeau Leapers e receba os novos episódios automaticamente! https://fumblenanet.com.br/feed/lambeauleapers
Neste conteúdo, vamos bater um papo sobre algumas premissas arquiteturais que vão certamente te ajudar a projetar melhor os seus softwares, auxiliando, logicamente, a sua carreira de TI como ARQ
Quais pistas a história do cinema japonês nos dá para pensar no futuro? Projetar os próximos anos passa por olhar para novas cineastas, como Naoko Ogigami e a jovem Yoko Yamanaka e esperar o retorno de Hayao Miyazaki, com suas animações. Analisar, ainda, o protagonismo de Hirokazu Kore-eda e Ryusuke Hamaguchi, e analisar temáticas contemporâneas.
Esteja atento aos detalhes para você realizar seus projetos. Mesmo sendo viável, você precisa pesquisar fundo, anotar e pesquisar, anotar e pesquisar, e assim continuar até está tudo pronto! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/rodrigosanttana/message
Nesse episódio eu te conto alguns dica paras você organizar o futuro da Sua Empresa mesmo em cenários de dúvida extremas www.menina.com.bar
O EP.024 do Agro em Dia trouxe mais uma mentoria para você que quer transformar a sua fazenda em um grande negócio! Convidado: Antonio Côrtes - @cortesengenhariaagro
No papo ArcH de hoje vamos falar sobre os principais pontos a serem avaliados antes de projetar uma Arquitetura de Software orientada a Microsserviços.Conheça a nossa rede social focada em arquitetura:https://one.archoffice.tech#arquiteturademicrosserviços,#arquiteturadesoftware,#arquiteturadesoftwaremicrosserviços,#arquiteturasdemicrosserviços,microservices,#microsserviços,microsserviçosaws,#microsserviçosjavascript,#microsserviçosnode,#microsserviçosnodejs,#monolíticoemicrosserviços,#oquesaomicrosserviços,#oquesãomicrosserviços,#oquesãomicrosserviçosprogramação,#pisanidaarch,#quandousarmicrosserviços,#rocketseatmicrosserviços,#softwarearchitect,#softwarearchitecture
Fala aí galera, sejam todos bem vindos à segunda temporada da FRESHClass, aqui falamos sobre conteúdos exclusivos sobre arquitetura, negócios, dicas e novidades para você aplicar e turbinar a sua empresa. Neste episódio André Menin fala sobre as boas práticas para utilizar moodboards em seu dia a dia e validar as suas ideias antes mesmo de iniciar a projetar. Acesse a plataforma em refresher.com.br e não deixe de seguir-nos nas Redes Sociais: @refreshertrends
A Justiça Federal aprovou o plano de contenção de sombreamento na faixa de areia das praias de Vila Velha, apresentado pelo Executivo municipal ao Ministério Público Federal (MPF). O texto aprovado vale para toda extensão da orla canela-verde ainda sem empreendimentos imobiliários. Entre as regras estão os limites máximos que as novas construções devem respeitar para que os projetos sejam aprovados pela Prefeitura. Além de metragem, os projetos deverão respeitar uma outra regra. Só será admitida projeção de sombra na orla após às 16h, no sol de inverno ou quando a sombra provocada estiver completamente contida dentro de sombra já projetada por edificações vizinhas ou elementos naturais. Todos os novos empreendimentos ficarão ainda condicionados a realizar um plano de recuperação da restinga na área de influência direta do empreendimento, quando da aprovação do licenciamento. Quem traz os detalhes é Flávio Harduim, arquiteto da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Mobilidade de Vila Velha.
Você sabe o que isso significa na sua vida? Bom estudo a todos.
Padrão de interação (interaction design pattern ou ui pattern) é uma estrutura recorrente em interfaces que possibilita diversas interações. Interfaces podem ser projetadas com ou sem consciência destes padrões. Projetar consciente dos padrões leva a uma abordagem de projeto sistemática, criativa e social.Slides Áudio Design de interfaces com padrões de interação [MP3] 1 hora e 27 minutos Transcrição resumida A abordagem de padrões de projeto desconstrói o mito de que o projeto é criado pelo designer sozinho, totalmente consciente, intencional e racional. Ela demonstra que todo projeto, mesmo quando conduzido por um designer sozinho, é um projeto conectado com a sociedade, mesmo que o designer não esteja consciente disso. Além disso, ele é influenciado por sentimentos e nem tudo que acontece é intencional. A definição de design de Klaus Krippendorff ("design é dar sentido às coisas?) levanta a questão da origem do sentido. O sentido não vem do nada. Ele sempre se relaciona com outros sentidos que são transmitidos socialmente e conectados através de redes semânticas. Sempre um sentido é formado, ele se relaciona a outros sentidos, mesmo que não estejamos totalmente conscientes disso. O ?i" do iPhone e iPad se conecta com a rede semântica do Digital Hub da Apple nos anos 1990, que propunha toda uma série de novos significados para a Computação. Devido à existência de redes de sentido, designers sempre estarão reproduzindo padrões, quer eles saibam ou não. A maneira mais simples como designers reproduzem padrões é o mimetismo, uma prática que acontece inclusive na própria natureza. Assim como o camaleão percebe a cor verde no seu ambiente e muda a cor da sua pele, o designer percebe padrões no mundo artificial e reproduz em seus projetos. O mimetismo explica porque a logo das Olimpíadas de Tokio de 2020 motivou um processo judicial por um designer Belga. A logo japonesa reproduzia os padrões mais simples de comunicação visual: formas geométricas e cores estanques. O mimetismo de formas essenciais acabou gerando a possibilidade efetiva de outro designer projetar algo muito similar. Quando o designer é forçado a reproduzir padrões, pode-se dizer que ele está fazendo isso por conformidade. Existem regras e normas técnicas que impõem certos padrões, porém, existem também padrões de comportamento do consumidor que demandam conformidade. A garrafa térmica Futura projetada por Augusto Seibel e Índio da Costa foi um projeto que quebrava o padrão de manuseio: ao invés de segurar por uma alça, o próprio gargalo da garrafa oferecia uma pega adequada. Entretanto, os consumidores achavam que estava faltando uma peça ou então sentiam medo de manusear daquela maneira. A Aladdin acabou tendo que colocar a alça e destruir o conceito de manuseio proposto. A articulação é quando o designer conscientemente combina padrões, relaciona padrões novos com antigos e atende a demandas específicas do contexto. É possível observar essa articulação na evolução dos telefones celulares. A cada nova versão, existem padrões novos e antigos. A quebra maior acontece quando a tela se torna touchscreen e ocupa a superfície completa do aparelho. Porém, o teclado on-screen ainda reproduz o padrão visual e estrutural dos teclados físicos. Só muito depois dessa transição é que os teclados on-screen começam a se livrar do padrão físico, aproveitando as vantagens do deslize entre teclas (Swype Keyboard). A maneira mais conhecida de reprodução de padrões no design é a referência. Jonathan Ive fez diversas referências ao estilo de Dieter Rams da antiga Braun. Não se trata de uma cópia, mas de uma reprodução de padrões em outros contextos. Ellipe Webdesign foi um dos primeiros websites que eu fiz, em 1999, logo que descobri como usar Photoshop e programar em HTML. Na época, eu achava que eu era um gênio por criar uma empresa com nome de Elipse, porém, hoje olho para trás e percebo que estava simplesmente reproduzindo uma moda comum na identidade visual da época: o uso intenso de elipses. Quase todas as logos da época que queriam ser modernas tinham uma elipse. Ou seja, a logo que eu achava original era o maior lugar comum possível. Designers iniciantes, como eu era na época, reproduzem padrões sem saber que estão fazendo isso. Já designers experientes experientes sabem muito bem quando estão quebrando ou quando está reproduzindo padrões. Philippe Starck é um exemplo interessante. Devido ao caráter questionador de seus projetos, algumas pessoas consideram que eles não passam de obra de arte. Porém, seus projetos são produzidos e comercializados em massa e tem uma linha de consumidores cativo. Tomemos como exemplo o famoso espremedor de limões de Philippe Starck, criado em 1990. Uma pesquisa por padrões formais na época provavelmente encontraria um cenário similar à pesquisa visual realizada acima. Os espremedores adotam formas simples, geométricas, cores luminosas ou superfície de metal brilhante. Embora haja certa variação formal e funcional, praticamente todos os espremedores reproduzem o mesmo padrão estrutural: uma saliência para extrair o suco, uma peneira para separar as sementes e um recipiente para coletar o suco. Existem diversas maneiras para espremer limões utilizando força manual. Cada maneira implica um tipo de manuseio diferente. Apesar da variação no manuseio, o padrão funcional de espremer limões costuma estar associado ao ator de beber o suco. Os rascunhos do espremedor de limões de Starck foram realizados enquanto ele jantava numa pizzaria italiana. Starck havia acabado de espremer um limão em cima de um fruto do mar quando teve a ideia de fazer um espremedor diferente, que pudesse ser usado na mesa tal como um talher. Utilizou o próprio jogo americano de papel para rascunhar sua ideia. Os primeiros esboços investigam os padrões estruturais e formais já mencionados, porém, a partir de um momento ele quebra alguns desses padrões e experimenta com formas que se assemelham a uma aranha. Padrões são áreas inevitáveis do espaço de possibilidades de cada projeto. Starck não podia ignorá-los. O Juicy Salif, criado por Starck em 1990, quebra diversos padrões, em particular o estrutural. Não há recipiente nem coador. Porém, por outro lado, reproduz padrões funcionais de manuseio e formais no uso de alumínio. Devido à articulação de sentidos de Starck, o produto adquiriu uma função simbólica tão importante que hoje ele é usado como um "conversation starter? ou item de decoração. Vejamos então como padrões de projeto são reproduzidos em interfaces computacionais. Na minha definição, interface é uma mistura de comportamentos humanos e computacionais. As possibilidades de comportamentos embutidas nas interfaces podem ser divididas em três níveis: forma, estrutura e função. Padrão de interação é uma estrutura recorrente em interfaces que possibilita diversas interações. O padrão ?Puxe para atualizar? foi primeiro utilizado pelo aplicativo do Twitter que, ao mesmo tempo em que criava um novo padrão, quebrava o padrão de clicar no ícone home para atualizar o feed, uma vez que este que não era percebido pelos usuários. O padrão de ?Puxe para atualizar? logo se espalhou por outros aplicativos. Designers curiosos e pesquisadores em Interação Humano Computador já identificaram diversos padrões de interação e registraram os mesmos em bibliotecas e linguagens. A estrutura padronizada de catálogo dos padrões é fundamental para permitir sua compreensão, comparação e seleção. Mesmo que o designer não conheça bibliotecas e linguagens de padrões, ele conhece diversos padrões apenas através da observação de projetos existentes na sociedade. Designers são especialistas em identificar padrões no caos aparente das interfaces. No lado esquerdo eu identifico os principais elementos do padrão Página de Contato encontrado em websites. O projeto visual é extremamente neutro para enfatizar a estrutura do padrão. Do lado direito, há duas reproduções diferentes dessa mesma estrutura. Em cima, a página de contato do website do Papai Noel. Abaixo, a página de contato do website de uma banda de Hip-Hop. O projeto gráfico é diferente, porém a estrutura de interação é a mesma. O projeto que se orienta por padrões estruturais permite adaptação rápida a diferentes mídias. A relativa independência da forma/função permite que os padrões se adaptem de acordo com o contexto. Compreender e adotar padrões facilita a criação de interfaces responsivas. Uma das maiores vantagens de reproduzir padrões é o aproveitamento do conhecimento do usuário. O usuário transfere o conhecimento de interação de um aplicativo para o outro através dos padrões. Porém, quando o padrão é quebrado, o usuário precisa reaprender o novo padrão. Existem padrões de interação que persuadem o usuário a ter determinados comportamentos. Quando fui reservar um hotel na minha última viagem, me deparei com vários desses padrões na interface do Booking, que me induzia a reservar logo. Resisti ao padrão no primeiro acesso e, quando acessei mais tarde, acabei perdendo as melhores oportunidades de hospedagem na região onde desejava. Neste caso, o projeto me persuadia a fazer algo que eu realmente queria fazer. Padrões de interação do mau (dark patterns) induzem o usuário a fazer algo que ele não quer fazer, inibem certos comportamentos ou simplesmente confundem o usuário. Antigamente, a função de desligar o rastreamento de comportamento para customização de anúncios estava escondida dentro da opção ?About" do sistema operacional, onde o usuário não espera encontrar opções de configuração. Hoje essa opção encontra-se numa seção intitulada ?Privacy?, porém, ainda existem alguns dark patterns que reduzem a sua compreensão e proeminência na interface. A quebra de padrões de interação provoca mudanças de comportamento no usuário que podem ser indesejadas. Por isso é importante estar consciente da quebra e de suas consequências. A quebra do padrão de interação pode ser útil para quebrar comportamentos automatizados e insustentáveis, como a impressão do recibo de recarga do Bilhete Único de São Paulo (foto: Pedro Cacique). O botão Sim colorido de vermelho parece, à primeira vista, um botão de cancelar, o que induz o usuário a não imprimir o recibo. Quebrar padrões também pode ser interessante para criar surpresas agradáveis ao usuário, tornando a experiência mais customizada e única. Interfaces que seguem à risca padrões de interação acabam se tornando previsíveis demais. A interface do iOS, por exemplo, já não apresenta novos padrões há várias versões, o que não causa mais o encanto de outrora com as novidades da Apple. Outro motivo para quebrar padrões é que não há garantia nenhuma de que, somente por seguí-los, a interface será boa do ponto de vista do usuário. A interface do Microsoft Word 2003 reproduzia todos os padrões de interação esperados para sua época, porém, não era uma articulação de padrões bem resolvida. Havia muito pouco espaço para o usuário focar na sua tarefa. A Microsoft percebeu o problema e resolveu redesenhar do zero todas as interfaces do Offfice. O Office 2007 quebrou diversos padrões de interação, porém, estabeleceu um novo padrão muito mais usável que segue até hoje, 10 anos depois. Quebrar padrões é a melhor maneira para estabelecer novos padrões. Embora hajam boas razões para quebrar padrões, organizações sempre preferem que você siga padrões, pois assim elas podem controlar melhor a qualidade do trabalho dos projetistas. Além disso, existem algumas vantagens específicas para organizações. Padrões facilitam a comunicação e construção de conceitos numa equipe multidisciplinar, pois dão nome a coisas que as pessoas compreendem de maneira tácita. Quando há um vocabulário comum, as pessoas podem construir conhecimento colaborativo. A percepção do usuário sobre padrões de interação, mesmo que tácita, contribuem para o branding da experiência da marca. As pessoas reconhecem uma marca pela consistência adotada nas interfaces digitais. Por esse motivo, grandes empresas criam bibliotecas de padrões customizadas para seu uso de modo a estimular os projetistas a manterem a experiência consistente nos diferentes pontos de contato. A Yahoo foi pioneira em construir uma biblioteca de padrões de interação integrada a uma biblioteca de padrões de projeto com códigos em Javascript para implementar os componentes. As bibliotecas de padrões em grandes organizações estão evoluindo para sistemas projetuais (design systems). É possível construir sistemas como esse utilizando softwares como o UXPin, que permite definir padrões de cores, tipografia e código para componentes de interface. Sistemas projetuais baseados em padrões não são novidade. Sistemas de sinalização já existem há muitas décadas. Os projetos baseados em sistemas priorizam a compreensão do usuário. Devido ao seu alto grau de consistência, acabaram se tornando parte e até mesmo um símbolo da infraestrutura urbana. O problema de muitos sistemas projetuais é que eles reduzem padrões de interação a componentes padronizados. O mesmo padrão de interação pode ser reproduzido com diferentes componentes e, por outro lado, os componentes mudam e o padrão permanece. A caracterização do padrão é feita por texto descritivo e não por componentes visuais. Na minha visão, padrões devem servir como referência de projeto e não como norma. Projetistas devem ter liberdade para quebrar e articular padrões, do contrário, sua evolução fica comprometida. Na Apple Developer Academy eu disponibilizo diversas coleções de padrões para que os estudantes conheçam as possibilidades, mas de maneira nenhuma queremos obrigá-los a utilizar estes padrões. Há alguns anos propus na Plataforma Corais uma ferramenta para projetar interfaces com padrões de interação com esse grau de liberdade, o ProtoPattern. Os componentes de interface oferecidos pela ferramenta teriam também conhecimento colaborativo associado, permitindo ao projetista compreender melhor sua aplicação. De posse de informações construídas pela comunidade, seria possível gerar interfaces à partir de requisitos. O ProtoPattern estaria ligado a uma wiki sobre aplicabilidade e usabilidade do padrão de interação. Projetistas de diferentes organizações poderiam discutir os padrões de interação enquanto os aplicam nos projetos. O conceito de design pattern ou padrão de projeto foi proposto primeiramente por Christopher Alexander em 1964 no livro Notes on the Synthesis of Form. Lá ele demonstra que todas as construções humanas já reproduzem padrões. No exemplo da imagem, ele mostra que um vilarejo é constituído de partes dependentes: pasto e celeiro, plantações, escolas e rios manejados. Alexander propunha que esses padrões fossem decompostos até suas formas mais abstratas, tal como conceitos matemáticos. Alexander propôs um método de projeto baseado na decomposição de problemas em partes e composição de soluções em todos organizados. Após tentar aplicar essa abordagem matemática em projetos práticos de Arquitetura, ele acabou percebendo que a decomposição acabava prejudicando a visão do todo e o excesso de racionalidade impedia de ver aspectos importantes de projeto. Sua visão sobre os padrões evoluiu muito nos livros subsequentes que ele escreveu sobre o assunto. Podemos identificar uma variação do método de Alexander na proposta de Design Atômico de Brad Frost (2013). Frost propõe que as interfaces sejam primeiramente projetadas em seus menores componentes, os chamados átomos. Ao invés de tentar resolver a tela de uma vez só, a orientação do método é de construir primeiro o sistema projetual para depois ir, aos poucos, agregando átomos em moléculas e moléculas em organismos. Seguindo essa sequência, é possível construir templates flexíveis e robustos para diversas interfaces. A ideia básica do Design Atômico (e da proposta de Alexander) é criar uma etapa intermediária de sistematização das possibilidades de um projeto antes de desenvolver a solução. Isso é o equivalente à ordenação das peças de Lego antes de montar o modelo desejado. A vantagem de ordenar as peças é que agiliza o projeto de vários modelos diferentes. Baseado no método de Alexander, proponho um processo de design de interfaces com cinco etapas. A identificação de padrões requer avidez por observar exemplos, percebendo as estruturas que estão por trás dos projetos. Eventualmente, o projetista pode querer documentar o padrão em anotações no seu caderno ou em sistemas projetuais. A seleção de padrões começa pela definição de necessidades de maneira abstrata. Ao invés de definir a necessidade de um botão, define-se a necessidade de uma ação. Com essa definição de necessidade do ponto de vista do usuário, o número de padrões considerados aumenta e a solução pode ser menos convencional. Ao consultar padrões em bibliotecas de padrões, é interessante elaborar uma lista com padrões promissores para o projeto antes mesmo de compor a interface. Essa lista pode servir como um lembrete ou guia para o projeto. A articulação de padrões começa pelo agrupamento de padrões por função, formando componentes e áreas da interface. Nem sempre os padrões encaixam uns com os outros, o que demanda adaptação para o contexto. É importante manter sempre uma visão do todo para que a interface atinga alto grau de consistência. Experimentar alternativas é fundamental para esse propósito. Testes de padrões podem ser feitos de diferentes maneiras. Testes A/B são testes automatizados em interfaces web. Embora eles permitam a comparação da taxa de conversão de um padrão para outro, ele não permite compreender os motivos do comportamento do usuário, o que limita a avaliação. Testes de usabilidade são mais indicados, em particular, utilizando a ferramenta de eyetracking. Um foco de atenção muito grande numa determinada região da interface sugere que o padrão não está sendo reconhecido. Padrões fortes não exigem muitas sacadas de olho do usuário para sua compreensão. Eles são figuras tão familiares que a visão periférica consegue reconhecê-los. O aprendizado por padrões é uma necessidade constante, pois os padrões mudam ao longo do tempo. A principal vantagem dos padrões é que eles organizam o conhecimento sobre design de interface de uma maneira que pode ser inclusive compartilhado por uma equipe. É importante, entretanto, ressaltar que o conhecimento de um indivíduo ou de uma equipe sempre vai estar aquém do conhecimento distribuído entre os diversos projetistas de interface da sociedade. Padrões são estruturas reproduzidas pela sociedade através do trabalho de indivíduos, mesmo que estes não tenham conhecimento claro sobre isso. O aprendizado por padrões estimula a consciência desse processo. Made with Keynote Extractor.Comente este post
Jogos de projetar são ferramentas utilizadas em design participativo para simular cenários, testar intervenções e gerar alternativas para um projeto em particular. Eles costumam ser customizados para cada projeto com o intuito de representar a realidade do projeto. Os resultados de um jogo de projetar podem ser: uma série de decisões estratégicas, uma mudança na perspectiva dos participantes sobre um problema, um novo conceito ou um esboço de layout. Uma vez que os resultados costumam ser incorporados pelo projeto, os jogos de projetar podem ser considerados jogos sérios. Na disciplina Design de Jogos Educacionais na UFPR que compartilho com André Battaiola, apresentei um panorama da pesquisa sobre jogos de projetar em Arquitetura, Design de Produto e Design de Interação. Jogos de projetar [MP3] 1 hora e 53 minutos Na aula eu menciono um artigo que escrevi com Rodrigo Gonzatto sobre a crítica implícita nos jogos de projetar à ideologia de racionalismo nas metodologias de design. Na aula eu não descrevo o estudo de caso no Hospital de Clínicas, porém, já existe um resumo sobre o caso. Na Plataforma Corais estão documentados alguns jogos de projetar criados por meus estudantes. Estou preparando futuramente um artigo sobre o jogo da mente poluída que, na minha perspectiva, serve como reconstrução genética da atividade de projetar.Comente este post