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Pir Zia on the secret history of the world From a nondual perspective, aren't the world's great spiritual traditions expressions of a single living wisdom? In this intimate conversation, Pir Zia Inayat Khan explores the inspiration behind Tears from the Mother of the Sun, a sweeping mythic chronicle of sages, exiles, and revelations spanning continents and planes of existence. Drawing on sacred stories from Persia, India, Egypt and beyond, the book weaves the world's legends into a vision of humanity's shared spiritual inheritance. Together we discover the place of myth in a modern world, the imagination as a path of knowing, and the role of our deepest stories in restoring a sense of belonging to one another, to the Earth, and to the mystery that animates us all. Topics 00:00 Welcome 00:03 Growing up in a universalist lineage 00:06 Ferdowsi, Soroush, and the frame of the book 00:11 Why the world's traditions belong to one story 00:14 History as a living stream: the three worlds 00:16 The Mongols, violence, and unification 00:19 "I was a hidden treasure": the beginning of history 00:22 Syzygy, and the question of AI 00:29 Honoring the Earth inside our devices 00:34 Isis, Osiris, and the birth of music at Gaza 00:43 Grief, contraction, and the opening of the heart 00:49 Rabia, Noor Inayat Khan, and the green shoots Pir Zia Inayat Khan Pir Zia Inayat Khan, PhD, is a scholar of religion and teacher of Sufism in the universalist Sufi lineage of his grandfather, Hazrat Inayat Khan. He is president of the Inayatiyya and founder of Sulūk Academy, a school of Sufi contemplative study and practice. He divides his time between Richmond, Virginia and Suresnes, France. pirzia.org Inayatiyya Sulūk Academy The book Tears from the Mother of the Sun: A Secret History of the World, Inner Traditions, 2026, with full-color paintings by Amruta Patil Amruta Patil, writer, painter, and India's first female graphic novelist, author of Kari, Adi Parva, Sauptik, and Aranyaka Also by Pir Zia Immortality: A Traveler's Guide Mingled Waters: Sufism and the Mystical Unity of Religions Saracen Chivalry: Counsels on Valor, Generosity and the Mystical Quest Dream Flowers: The Collected Works of Noor Inayat Khan Caravan of Souls: An Introduction to the Sufi Path of Hazrat Inayat Khan (editor) Figures and ideas in the conversation Lineage Hazrat Inayat Khan (1882–1927), who brought universal Sufism to the West Pir Vilayat Inayat Khan, who convened interspiritual dialogues and conversations with modern science, including with David Bohm Noor Inayat Khan, storyteller, author of children's tales and retellings of the Jātaka tales, and SOE wireless operator in occupied France. Killed at Dachau in 1944. Her last word was liberté. Persia and the frame of the book Ferdowsi, author of the Shahnameh, who died in Tus believing his life's work had come to nothing Soroush, the tutelary daimon who narrates the book The Ishraqi or Illuminationist tradition Sufi teaching The Hadith Qudsi: I was a hidden treasure and I longed to be known, so I created the world that I might be known Rabia al-Adawiyya, who carried a torch to burn down paradise and water to quench the fires of hell, so that God would be loved for God's own sake Najm al-Din Kubra, killed on the battlefield during the Mongol invasion Qabz and bast, contraction and expansion Ar-Rahman, Ar-Rahim, and rahma as the action of the womb History, empire, and emanation Genghis Khan and the Palace of Myriad Peace at Karakorum Akbar and the interreligious debates at Fatehpur Sikri, under the policy of sulh-i-kul, peace with all Tahqiq, experiential knowing, as against taqlid, following what one has heard Avicenna and the three contemplations of emanation Syzygy, the alignment of beings into a molecule of spiritual work Isis and the birth of music The story of Isis and Osiris as told by Plutarch, in which Isis buries Osiris at Gaza and blesses a boy named Palestinos, who becomes the first musician Sirius, whose rising signals the Nile flood, understood as the tears of Isis Also mentioned Descending into Light: A Pilgrimage to the Center of the Earth, a seven-week series with Pir Zia and Yuz Ata, October 11 to November 22, 2026 Rumi & The Fire of Radical Love: A Path Through Global Rupture, a four-part SAND course with Omid Safi. Sessions on August 30 and September 6 still to come. The Eternal Song, SAND's collection of twelve films Support this gathering
Pablo Tallón entrevista a Raquel Martí, directora ejecutiva de la UNWRA en EspañaLa situación en Cisjordania es crítica, y, según la ONU, la violencia de Israel contra los colonos ha alcanzado "niveles sin precedentes"
Escritório do Direitos Humanos da ONU pede que Israel ajude famílias sitiadas em suas casas; ataques se tornaram mais frequentes desde novembro de 2025, quando colonos israelenses estabeleceram postos avançados na região.
Israel planea una amplia expropiación de tierras históricas palestinas en la Cisjordania ocupada con el pretexto de proteger los yacimientos arqueológicos.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Dino dá aval para abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha;- Palestinos realizam funeral coletivo de corpos desaparecidos há quase três anos;- Cerca de 160 migrantes são resgatados durante travessia no Canal da Mancha.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Fábio Barreto e Thales Faria do curso de Jornalismo.Escute agora!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (31/07/2026): A pedido da Polícia Federal, o ministro do STF André Mendonça autorizou abertura de inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência no governo por parte do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula (PT). O objetivo do inquérito é investigar se Lulinha vendia acesso ao governo em troca de benefícios financeiros. A suspeita dos investigadores é de tráfico de influência no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde. Lulinha chegou a admitir que viajou a Portugal com despesas pagas por Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, para prospectar um negócio de cannabis medicinal. A PF suspeita que Lulinha seria sócio oculto de “Careca”. A defesa de Lulinha disse considerar “estranha” a investigação, falou em “pesca probatória” e afirmou que o filho do presidente não obteve vantagens por negócios de terceiros com o governo federal Política: Tereza Cristina indica que aceita ser vice de Flávio Bolsonaro Internacional: Imigrantes chegam a nado do Marrocos e invadem cidade espanhola Economia: Aporte de R$ 6,6 bi para BRB pode ser insuficiente, avalia mercado Metrópole: Brasil vai na contramão e casos de aids avançam 20%See omnystudio.com/listener for privacy information.
El cooperante Mohammed al-Wahidi se había convertido en una figura humanitaria destacada durante la guerra entre Israel y Hamás.
Este último fin de semana de junio está marcado por las consecuencias de los dos devastadores terremotos de Venezuela, a los que dedicamos la fotografía semanal. El recorrido pone el foco en Israel, acusado por la ONU de matar deliberadamente a niños y niñas en Gaza para ejecutar un genocidio en la Franja. Miramos a América Latina, que confirma el viraje hacia la derecha tras la victoria de Abelardo de la Espriella en Colombia y Keiko Fujimori en Perú. Y prestamos también atención a los efectos de la ola de calor en Europa. Nuestras claves hacen paradas en Bruselas, Rusia, el Reino Unido y Alemania.
Los cinco activistas, procedentes del Reino Unido, España, Irlanda y Alemania, están siendo juzgados con medidas de alta seguridad.
La expansión del control israelí contradice los términos del alto el fuego que Israel y Hamás acordaron en octubre de 2025, bajo el liderazgo de Donald Trump.
Governo não cai e vai queimando o país até a última ponta. Bloco 1- Irã: Trump diz ter abortado ataque ao Irã uma hora antes de acontecer e crise continua.- Líbano: apesar de cessar-fogo ataques de Israel e do Hezbollah continuam acontecendo.- Gaza: Israel controla 60% do enclave, Izz al-din Haddad, chefe militar do Hamas, é morto por Israel.- TPI pediu prisão de Smotrich, Ben-Gvir e outros membros do governo e do exército.- Matéria do NYT acusa Israel de estupros sistemáticos de palestinos nas prisões.Bloco 2- Parlamento balança mas não cai e governo vai passando mais leis do golpe autocrático.- Yossef Jabarin é eleito novo líder do Hadash em lista masculina.- Roman Goffman se complica e seu nome para líder do Mossad ainda não foi aprovado.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #354 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
El primer ministro de Israel afirma haber ordenado emprender acciones legales a raíz de un artículo que alegaba que funcionarios de seguridad israelíes violaron a detenidos palestinos.
Colonos israelíes armados interrumpieron el entierro de Hussein Asasa en la aldea de Asasa, cerca de Jenin, y obligaron a la familia a desenterrar el cuerpo.
Debate no Conselho de Segurança sobre Oriente Médio ressalta condições humanitárias “calamitosas” nos Territórios Palestinos; representante das Nações Unidas afirma que o cessar-fogo é cada vez mais frágil em Gaza.
Chile es el hogar de una de las colonias palestinas más grandes y antiguas del mundo fuera de Medio Oriente. En este video te mostramos quiénes son, cómo llegaron a un país que está a 13.000 kilómetros de distancia y cómo viven.
Carregamento saiu do Chipre com 106 toneladas de alimentos e itens de emergência; projeto é realizado em parceria com governo cipriota, escritórios da agência da ONU no Chipre e nos Territórios Palestinos.
Israel aprobó una ley que establece la pena de muerte como condena obligatoria para palestinos juzgados en tribunales militares en Cisjordania por homicidio de ciudadanos israelíes. La medida ha desatado críticas internacionales y plantea interrogantes sobre la discriminación legal y la posible profundización del régimen de apartheid, según Amnistía Internacional. En El Debate de France 24 analizamos las implicaciones de esta polémica ley y sus efectos sobre la Justicia y los Derechos Humanos.
El parlamente de Israel aprueba la pena de muerte para los palestinos que maten a israelíes en la Cisjordania ocupada, con el apoyo de la mayoría de la cámara. Una resolución que el ministro de Seguridad, Ben Gvir, intentó celebrar con una botella de champagne. Mientras tanto, el ejército hebreo ha asegurado que va a investigar la muerte de los tres cascos azules indonesios. Por su parte, Trump ha amenazado con aniquilar todas las instalaciones energéticas de Irán si el régimen no reabre el Estrecho de Ormuz y Netanyahu evita poner fecha de fin a la guerra. Y, en Washington, el secretario de Estado, Marco Rubio, ha señalado a los países de la OTAN que no apoyan su ofensiva y ha advertido de que tendrán que cambiar su relación con la alianza.
La directora de Hoy por Hoy, Angels Barceló y el periodista de Inernacional de la SER Nicolás Castellano, continúan informando sobre la escalada del conflicto desde Oriente Medio
Mientras el mundo mira a Irán y a los países del Golfo desde el pasado 28 de febrero, cuando Israel y Estados Unidos atacaron a la República Islámica, iniciando un nuevo conflicto en la región, la situación en la Franja de Gaza sigue igual. Así lo ha denunciado en los micrófonos de Hoy por Hoy este martes la relatora especial de la ONU sobre la situación de los derechos humanos en el territorio palestino, Francesa Albanesa. "Nada ha cambiado", dice.
Se cumplen cuatro años de la invasión rusa de Ucrania. Una guerra que ha dejado muerte, destrucción y desplazamiento, pero también la determinación de quienes se niegan a abandonar sus hogares. En Gaza, los niños dibujan el futuro que merecen mientras en Cisjordania la violencia de los colonos se intensifica. Y en Somalia, una nueva alerta alimentaria: millones de personas al borde de la hambruna.
Al menos cien niños murieron en Gaza en ataques israelíes desde el inicio del alto el fuego, según UNICEF. Al inicio de la segunda fase del plan de paz de Trump, ¿cuál es la situación en el terreno?
Tras casi dos años cerrado, el lunes pasado Israel volvió a abrir el paso fronterizo de Rafah, que conecta la Franja de Gaza con Egipto, lo que permitirá la entrada y salida de palestinos. Esto ocurre en medio de un conflicto que continúa abierto y que se ha llevado por delante a más de 70 mil palestinos, a pesar del alto al fuego. Mientras tanto, en el tablero diplomático, Estados Unidos impulsa una iniciativa tan ambiciosa como polémica:la propuesta de una “nueva Gaza” al más puro estilo Dubái supervisada por un mal llamado “Consejo de Paz”. CRÉDITOS: Realizan: Antonio Pita, Marc Español y Jimena Marcos Presenta: Ana Fuentes Diseño de sonido: Nacho Taboada Coordina: José Juan Morales Dirección: Ana Alonso Sintonía: Jorge Magaz
Episodio 951 de Contralínea En Vivo conducido por Anahí del Ángel, Fernanda Monroy y Darylh Rodríguez: -México atenderá a infantes palestinos mutilados: embajadora Rasheed- Transmisión 14 de octubre de 2025 CONTRALÍNEA EN VIVO se transmite de lunes a viernes a partir de las 10:00hrs (hora del centro de México) a través de Facebook live, YouTube y Telegram. La MESA DE ECONOMÍA POLÍTICA se trasmite todos los lunes a partir de las 14:00hrs. Nuestro programa de análisis, AMÉRICA INSUMISA, se trasmite los martes a partir de las 14hrs. AGENDA DE SEGURIDAD NACIONAL es los miércoles a partir de las 14:00hrs Estamos en Facebook, YouTube, Twitter, TikTok, Instagram, Whatsapp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
Mau tempo é acompanhado de chuvas intensas que afetaram locais de deslocamento; saúde está em alto risco para cerca de 795 mil palestinos deslocados.
Dois homens foram mortos em Jenin pelas forças de segurança de Israel; desde 2023, 1.030 mortes foram confirmadas na Cisjordânia, incluindo 223 crianças; Alto Comissariado exige investigações independentes e responsabilização.
Comenzamos el programa desde el Ministerio de Ciencia y Tecnología con Jaime García Cantero y Nuño Domínguez, con los que hablamos de muchos temas con nombre propio: CNIO, TELEFÓNICA, META, NOVO NORDISK, SHEIN... Seguimos con Usted No Sabe, donde nos trasladamos al otro lado del continente africano: en el lago rosa que hay a las afueras de Dakar con un señor que es notario, aunque no está allí para certificar nada. Y como cada semana, en Vida y Cine, Javier Ocaña, nos hace saber cuál es su opinión sobre la serie 'Anatomía de un instante' y del documental 'Flores para Antonio'. Cerramos el programa con una conversación con los actores palestinos de 'La Voz de Hind', la película que arrasó en festivales, ganó el premio del público tanto en Venecia como en San Sebastián, usando la voz real de una llamada de emergencias de una niña palestina en medio del horror de la guerra.
Breno Altman entrevista Francesca Albanese - Programa 20 Minutos
Se ha cumplido un mes desde que entró en vigor un frágil cese el fuego en Gaza. Tanto en Israel como en Palestina esperan que la paz regional se perpetúe y muchos tienen grandes expectativas sobre una solución política duradera en el enclave y en Cisjordania también. RFI recibió en sus estudios al líder del movimiento de no violencia palestino, un proyecto político basado en el pacifismo como factor de cambio. Ali Abu Awwad conoce la violencia, porque la vivió en carne propia. Oriundo de un pueblo cerca de Hebrón, estuvo encarcelado por haber participado en la primera Intifada. Luego fue herido tras recibir disparos del ejército israelí durante la segunda Intifada. A su hermano lo mató un soldado en un retén. "Mi madre y yo estuvimos encarcelados. Israel nos prohibía vernos entonces hicimos una huelga de hambre de 17 días y funcionó", dice a RFI, explicando que así empezó a interesarse en el concepto de la no violencia como una posibilidad. "Lo hice no por empatía por el ser humano sino como vía política eficaz para liberar a los palestinos. Tras perder a mi hermano conocí familias israelíes en duelo que me cambiaron la vida. Me di cuenta que ambos somos víctimas y nos victimizamos, compitiendo en la escala de sufrimiento. Una vez que te das cuenta de esto entiendes que la no violencia no es solo una idea política sino que es una estrategia exitosa a la que ambos bandos se pueden comprometer", asegura. "Algunos colonos están dispuestos a dialogar" Abu Awwad fundó el movimiento palestino no violento Taghyeer, que significa "cambio". Su modelo busca la emergencia de un Estado palestino reconciliado con su vecino, incluso con los colonos israelíes cuya violencia ha aumentado en Cisjordania, territorio que algunos ministros de Netanyahu han llamado a anexionar. "A la vez que el gobierno a ha dado a los colonos un amparo para humillar y destruir vidas palestinas, también he visto soldados israelíes ser golpeados por ellos. No digo que en el futuro los colonos serán pacifistas. Pero no debemos asimilar al pueblo judío o a todos los israelíes residentes en Cisjordania a estos colonos", argumenta el activista. "Cuando aceptamos una solución de dos Estados, aceptamos recibir solo el 22% del territorio y luego las colonias empezaron a cambiar esa geografía. Y por otro lado debo decir que sí, algunos colonos están dispuestos a dialogar, aunque la solución de dos Estados tenga un alto costo político para ellos", afirma Abu Awwad, quien se dio a conocer en parte por reunirse con residentes de colonias israelíes en sus propias salas. "Los palestinos no tenemos problema con que haya judíos viviendo en Palestina. El problema es la ocupación", explica. Un mensaje de paz en un entorno de violencia En una realidad tan violenta, ¿qué tan díficil es promover la perspectiva de Ali Abu Awwad? El activista cree que es la única vía. "El ejército israelí entra en pánico ante la no violencia. Es fácil agredirnos cuando respondemos atacando. Llevamos años luchando militarmente. Antes de los acuerdos de Oslo, los palestinos resistíamos con las armas. Me entrenaron a los 15 años a usar una kalachnikov", recuerda. "Pero esta lucha debe tener un cimiento y no debemos perder nuestro compás moral por la libertad. Después del 7 de octubre, además, Israel debe aprender una dolorosa lección: no se puede seguir ignorando a los palestinos detrás de un muro, retenes y colonias. Eso no garantiza su seguridad, debe entenderlo". Ali Abu Awwad aboga además por cambio de liderazgo político tanto en Israel como en la Autoridad Palestina.
Extorsión amenaza el crecimiento económico en México: Coparmex Nayarit recupera 9.6 millones de metros cuadrados en la Riviera nayaritaONU expresa preocupación por maltratos a palestinos
Puebla reporta desabasto de gas LP Artesanos indígenas exigen vivienda y comercio en el Centro de CDMX Israel avanza en ley para pena de muerte a palestinos por terrorismoMás información en nuestro Podcast
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Um vídeo que mostra terroristas do Hamas executando oito palestinos em uma praça no bairro de Al Sabra, no oeste da Faixa de Gaza, foi divulgado no X pelo perfil Gaza Report, que monitora relatos locais e publicações de moradores e membros de grupos armados.Imagens da mesma execução pública também foram divulgadas e comentadas pelo major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI) nascido no Brasil. Ele escreveu em suas redes sociais: “Um vídeo divulgado hoje em Gaza mostra o Hamas executando palestinos. Desde o recuo das forças israelenses, dezenas de civis foram assassinados pelo Hamas em Gaza.Onde estão todos que exigiam a saída de Israel de Gaza pelo bem do povo palestino? Será que a preocupação era realmente com o povo palestino - ou apenas com a rejeição a Israel?”. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Este lunes se completó la primera fase del plan de paz de Donald Trump para Gaza, que pretende poner fin a dos años de genocidio en la Franja. Tras la liberación de los últimos presos israelíes y la puesta en libertad de cerca de 2.000 prisioneros palestinos, se abren numerosas incógnitas. ¿Este plan consolida la política de ocupación y apartheid ocupación de Israel sobre Palestina?¿Es un plan de paz para Palestina o un plan de Trump y un plan para Netanyahu? Analizamos hasta dónde llega este llamado plan de paz, a quién beneficia y cómo de definitivo es este alto el fuego con Ruth Ferrero, profesora de Ciencia Política de Ciencia Política, José Abu-Tarbush, doctor en Ciencias Políticas y profesor de Sociología de las Relaciones Internacionales, desde Ramala, la directora del think tank palestino Al Shabaka, Inès Abdel Razek; la periodista de eldiario.es Francesca Cicardi, y el rabino antisionista israelí Jeremy Milgrom. Más información aquí: https://bit.ly/PlanGazaCC1560 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
Disminuye brote de sarampión en Chihuahua:Ssa Fundación El Árbol de la Esperanza y Radio Resultados abren centro de acopioIsrael entrega cuerpos de palestinos fallecidos como parte del acuerdo con HamásMás información en nuestro podcast
Hamás entrega a los rehenes que mantenía con vida en la primera fase del acuerdo, mientras que Israel liberará a 250 presos palestinos.
¡Más de mil familias evacuadas en SLP por lluvias! Israel destruye hospital infantil en Gaza antes de retirarseMás información en nuestro Podcast
CIBanco entra en liquidación; ahorros están protegidos Pemex asegura abasto pese a inundaciones en VeracruzMiles de palestinos regresan a Gaza tras alto el fuegoMás información en nuestro podcast
Al menos 19 desaparecidos tras una gran detonación en una fábrica de explosivos militares en Tennessee.Israel espera con ansias el regreso de los rehenes.Palestinos emprenden la marcha hacia la ciudad de Gaza.Continúan las protestas contra operativos de ICE en Broadview.Perú destituye a Boluarte y tiene nuevo presidente.Niña Guatemalteca le enseña inglés a su papá.
En este nuevo episodio de Grandes Maricas de la Historia, nos adentramos en la vida incendiaria y lírica de Jean Genet, el escritor, ladrón, preso y amante que convirtió la marginación en arte y la homosexualidad en resistencia. Abandonado al nacer, criado en hospicios, y perseguido por la ley desde adolescente, Genet no solo sobrevivió: reinventó la literatura con un lenguaje feroz, erótico y desobediente. Os guiamos por las calles de la Francia de entreguerras, los correccionales del horror, los prostíbulos, los escenarios del Théâtre de l'Athénée y las trincheras de la revolución. Exploramos cómo su homosexualidad fue núcleo creativo y político, cómo sus amores, desde el acróbata marroquí Abdallah Bentaga hasta marineros y presos, fueron el centro mismo de su escritura y cómo su deseo fue, ante todo, un acto de insurrección. Desde El diario del ladrón hasta Las criadas, pasando por su compromiso con los Panteras Negras y los Palestinos, este episodio reivindica a Genet como una figura clave de la cultura queer y de la lucha contra todas las opresiones. Y sí, también hablamos de por qué se negó a lavar su imagen, de cómo Sartre intentó canonizarlo, y de por qué sigue siendo incómodo incluso hoy. Un episodio para los que no encajan. Para los que no se rinden. Para los que, como Genet, escriben con sangre y aman sin pedir perdón. Las músicas de este episodio: https://open.spotify.com/playlist/0ACAg4KoAX1gmHj60op2wn?si=d32b441880ec4a63
Conversamos con miembros fundadores de la Asociación Catalana de Judíos y Palestinos "Junts". Son Dominique, Tina, Laurent, Ibrahim y Mohamed decidieron juntarse para divulgar su anticolonialismo, pacifismo y fomentar el diálogo. Trabajar por la paz desde la igualdad y el respeto mútuo.
La SEP clausura prepa patio en Querétaro Sheinbaum agradece apoyo ciudadano en Baja California SurRusia condena ataques contra civiles palestinos e israelíesMás información en nuestro podcast
Con el reconocimiento del Estado Palestino por Francia, Bélgica, Canadá y otros países, una de las preguntas cruciales es si un Estado palestino es viable con un territorio separado entre Gaza y Cisjordania. También si es viable una Cisjordania fragmentada entre asentamientos ilegales de colonos israelíes y una plétora de puestos de control que seccionan ese posible Estado. Reportaje del enviado especial de RFI a Cisjordania, Hugo Passarello Luna. Con más de 5.500 km², Cisjordania, ocupada ilegalmente por Israel según el derecho internacional, alberga a unos tres millones de palestinos en pueblos y ciudades dispersos en un territorio fragmentado. En algunas zonas, la población queda en una suerte de limbo. Es el caso de Kufur Aqab, localidad que pertenece a la municipalidad de Jerusalén —administrada por Israel—, pero que está separada de la ciudad por un muro y un puesto de control a menudo saturado. Esto crea una situación en la que los habitantes pagan impuestos, pero no reciben servicios. "Vivimos en una situación de abandono y marginación tanto por parte del municipio como del gobierno. Sufrimos mucho", afirma Raed Abdallah, de 53 años, nacido en Kufur Aqab y dueño de un negocio de materiales de construcción a pocos minutos del muro que lo separa de Jerusalén. Larga espera para ser atendido en un hospital de Jerusalén "No hay atención ni organización en las calles. La basura no se recoge adecuadamente. No hay alumbrado ni estacionamiento público. No hay ningún parque para niños. Sentimos que vivimos en un área aislada y marginada de Jerusalén. Cuando vamos allá, esperamos muchas horas para pasar por el puesto de control de Qalandiya. Esto genera presión psicológica, depresión. Por ejemplo, si quiero ir a un hospital de Jerusalén para recibir tratamiento médico, debo esperar muchas horas", explica Abdallah. Abou Ashraf, de 76 años, residente de la zona, intenta organizar a los vecinos en un territorio sin autoridad ni ley: "No hemos visto policías desde 2001. Ya son 24 años sin policías en la zona. Resolvemos nuestros problemas entre nosotros cuando hay peleas o conflictos. Traemos a los mayores de cada familia, nos sentamos y resolvemos el problema para hacer las paces, porque aquí no hay ley. En esta zona, si buscas gente que venda drogas, la hay. Si buscas gente que ejerza la prostitución, la hay. Tenemos de todo porque no vemos policías aquí. Nunca, jamás". En ausencia de autoridad, es difícil calcular cuántas personas viven en Kufur Aqab; las estimaciones varían entre 60.000 y 100.000, hacinadas en edificios construidos sin regulación. La mayoría no se marcha para no abandonar su identidad. "Estamos muy molestos de estar atrapados entre ambos lados. Pero, para preservar nuestra identidad palestina y jerosolimitana, estamos obligados a permanecer en nuestras casas de Jerusalén. Debemos mantener nuestra identidad", sostiene Raed Abdallah. Una identidad que busca afirmarse en una Cisjordania atravesada, además, por más de 800 obstáculos a la libre circulación —puestos de control, rutas bloqueadas y barreras en las carreteras—, según datos de la ONU.
Julia Otero habla sobre el último barómetro del Real Instituto Elcano, y del 82% de los españoles que llama genocidio a lo que el gobierno de Israel está haciendo a los palestinos.
Sheinbaum encabeza Guardia de Honor en Chapultepec En 15 estados del país no se perciben tembloresMás de 250 mil palestinos han huido de Gaza por seguridad Más información en nuestro podcast
Se analiza abrir en noviembre la frontera para la importación de ganado mexicano: SheinbaumEU revocó el trámite para visas a diplomáticos palestinos que planeaban asistir a la Asamblea General de la ONU¿Conoces el Palacio Negro del Lecumberri? Aquí te contamosMás información en nuestro podcast
Tras incendio tienda en Parque Delta deberá cumplir requisitos de seguridad El Mayo Zambada se declarará culpable en EUTensión en Tel Aviv, arrestan a dos palestinos por posible atentadoMás información en nuestro Podcast
La exposición a la violencia del ejército y los colonos sumada a la incertidumbre preparan el terreno a los problemas de salud mental de los palestinos. La corresponsal de RNE en Jerusalén, Laura Alonso, ha podido estar en Hebrón con un equipo de MSF que presta ayuda psicológica y médica a los vecinos.Escuchar audio