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A pátria, em chuteiras, parou para assistir ao sonolento jogo de estreia da selecção da Federação Portuguesa de Futebol. Desconhece-se se os políticos que vestiram patrioteiramente a camisola já a despiram, depois da triste exibição de Ronaldo e Companhia. Enquanto isso, PSD e Chega negociaram, negociaram, negociaram e Ventura, depois das expectativas que criou ao Governo para a aprovação do pacote laboral, tirou o tapete (“Surprise! Surprise!”) a Montenegro. (O programa foi gravado na manhã de sexta-feira, ainda antes do desfecho de mais uma bela cambalhota do Chega.) Tudo isto na semana em que Estados Unidos e Irão assinaram - higienicamente, à distância - um memorando de entendimento para acabar com a guerra e para repor as coisas como elas estavam a 28 de Fevereiro. A pergunta que se impõe: para que serviu a guerra, afinal? Ainda mais uma dúvida: a “grande solidariedade” do diretor geral da PSP com um polícia condenado será descuido ou corporativismo, puro e simples? A fechar, tal como abrimos, com bola, o sócio 12 049 do Benfica (sim, Ricardo Araújo Pereira) faz o balanço de uma época sem títulosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus José Paulo Soares é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia do Porto (FEP) e actualmente estudante do Mestrado em Economia na Nova SBE, onde é bolseiro de mérito. Com 16 anos, em 2021, criou o podcast "A conversar é que a gente se entende" onde ao longo de mais de 130 episódios conversou com personalidades tão distintas como Ricardo Araújo Pereira ou André Ventura. O seu envolvimento cívico levou-o ao associativismo estudantil, aos Órgãos Sociais da banda filarmónica onde é músico em Cête e à cofundação do Coletivo Matéria. Atualmente, é ainda colunista convidado do jornal Eco e comentador no programa Geração V da Rádio Observador. -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus _______________ Índice: Origem e percurso de vida Podcast A conversar é que a gente se entende Vida de bolseiro e o que falta melhorar no sistema de bolsas em PT Centralismo em Portugal e regionalização O que é diferente nesta geração?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fernando Ribeiro é o mais recente convidado do Posto Emissor, numa altura em que os seus Moonspell se preparam para editar um novo álbum, “Far From God”. Na 283ª edição do podcast da BLITZ, o músico levantou o véu sobre o novo trabalho, falando igualmente de política, religião e o meio metálico onde se move há mais de 30 anos. Os espetáculos de Bad Bunny no Estádio da Luz, que tiveram lugar esta semana, são outros motivos de conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Elevadores que falam, Ricardo Araújo Pereira imita Bad Bunny e a pior frase de engate de sempre!
Já em digressão com “Verificando Se Você É Humano”, oficialmente o primeiro solo de stand-up da carreira, Ricardo Araújo Pereira está de regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho. Na primeira parte da conversa, falaram sobre a construção do espetáculo, os métodos de escrita e a pose na comédia. Nesta segunda parte, Ricardo Araújo Pereira discute a teoria que divide os humoristas entre “céticos” e “líricos”, aborda o caso que levou o jornal satírico “The Onion” a subverter uma plataforma americana de teorias da conspiração, aponta o tom humorístico como uma boa forma de os deputados lidarem com o discurso do Chega no Parlamento e revela o (pouco) que já tem pensado para a sua reforma.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira estreou o espectáculo “Verificando se Você é Humano”, que vai percorrer o pais e sair além fronteiras. Dezenas de milhar de pessoas vão poder ao vivo o comediante português de maior sucesso no século XXI. Não é coisa pouca e nós, com a ajuda de João Miguel Salvador e Gustavo Carvalho, fomos saber se não é uma máquina que anda por aí ou mesmo um daqueles deuses que os humanos gostam de criar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira estreou o espectáculo “Verificando se Você é Humano”, que vai percorrer o pais e sair além fronteiras. Dezenas de milhar de pessoas vão poder ao vivo o comediante português de maior sucesso no século XXI. Não é coisa pouca e nós, com a ajuda de João Miguel Salvador e Gustavo Carvalho, fomos saber se não é uma máquina que anda por aí ou mesmo um daqueles deuses que os humanos gostam de criar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
James McSill é uma das maiores autoridades em storytelling no mundo lusófono anglo‑brasileiro. Explica como podemos usar as histórias na gestão de empresas, no trabalho de autores, na criação de peças de entretenimento e, sobretudo, na vida.A conversa foi ao vivo e em português, um episódio cheio de histórias, ideias e recomendações de livros de ficção e não ficção que fazem pensar.Alguns livros que adorou ler:E Tudo o Vento Levou, Margaret Mitchell;A Arte de Pensar Claramente, de Rolf Dobelli;HA! – A Ciência do Humor: Quando Rimos e Porquê, Scott Weems;It (A Coisa), Stephen King.Alguns dos livros que escreveu:5 Lições de Storytelling – Factos, Ficção e Fantasia;5 Lições de Storytelling – Persuasão, Negociação e Vendas;O que recomendei:O Acto Criativo: Um Modo de Ser, Rick Rubin.O que ofereci:A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram Num Bar, Ricardo Araújo Pereira.Os livros aqui:www.wook.pt
Depois de vários anos a rejeitar voltar a fazer stand-up, incluindo em declarações ao Humor À Primeira Vista, Ricardo Araújo Pereira cedeu à insistência e já está em digressão com “Verificando Se Você É Humano”. Trata-se de, oficialmente, o primeiro solo da carreira, apesar de até se ter destacado quando subia a palco no “Levanta-te e Ri”. O humorista já atuou no Porto, segue-se a MEO Arena em Lisboa, a 5 e 6 de junho, em sessões esgotadas. No mesmo mês, vai aos arquipélagos da Madeira e Açores. Promete mais datas pelo país na segunda metade do ano e ir ao estrangeiro no futuro. No regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, a conversa é feita em duas partes. O humorista explica como preparou o seu regresso ao stand-up, reage a uma atuação antiga no “Levanta-te e Ri” e rejeita ter uma pose como humorista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A poucos dias da apresentação em Lisboa do espetáculo de stand-up "Verificando se você é humano", o humorista Ricardo Araújo Pereira vem à Grande Entrevista com Vítor GonçalvesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira é o primeiro convidado do novo podcast “O Que Fazer Quanto Tudo Arde”, uma conversa sobre os tempos que correm. Neste episódio. Ricardo Araújo Pereira descreve Donald Trump como uma “criança bêbada” e estávamos ainda em Março quando gravámos, ainda Trump não se tinha mascarado de Jesus Cristo. Falámos do riso e do Chega e da liberdade de expressão. Há um mês, Ricardo Araújo Pereira estava a preparar o guião do seu espectáculo de stand-up comedy que estreia sexta-feira e sábado, no Porto. Na altura, o texto estava a ser “dolorosamente composto”. Ricardo diz que não é homem de palco, que é inseguro, e que tem uma auto-estima baixa: “A minha avó estabeleceu uns parâmetros que fazem com que eu tenha uma auto-estima bastante baixa”. Mas ter auto-estima baixa talvez seja o segredo do seu sucesso: “Tenho que me esforçar mais”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guimarães chega a Paris com reconhecimento internacional renovado e um estatuto confirmado: é Capital Verde Europeia este ano de 2026. Mais do que distinção simbólica, o município assume o título como responsabilidade política e transformação concreta. O presidente da câmara municipal, Ricardo Araújo, defende que o desafio não é apenas ambiental, mas sobretudo social: fazer da sustentabilidade um motor real de qualidade de vida. Num tempo em que as cidades deixaram de ser cenário para passarem a ser protagonistas da crise climática, Guimarães apresenta-se em Paris com uma dupla legitimidade: a do reconhecimento internacional e a de um caminho ainda em curso. Este ano, a cidade é Capital Verde Europeia mas, para o presidente da Câmara, esse título é menos uma meta do que um compromisso exigente. “Em primeiro lugar, é de facto também um privilégio para Guimarães, resultado de um trabalho que tem vindo a ser feito ao longo das últimas décadas, ser reconhecida pelo terceiro ano consecutivo”, afirma Ricardo Araújo, referindo-se à distinção do Projeto de Divulgação de Carbono (CDP). “Recebemos este reconhecimento juntamente com cerca de 120 cidades, num universo de cerca de 700, e isso é um orgulho neste caminho que Guimarães tem vindo a trilhar.” Mas o tom rapidamente se afasta da celebração. “Capital Verde Europeia e esta distinção não são um ponto de partida. Esse ponto de partida já se iniciou há um tempo atrás, mas também não é de todo um ponto de chegada”, sublinha. E fixa a ideia central: “É um ponto intermédio, porque isto é acima de tudo uma responsabilidade com o presente e com o futuro.” Essa responsabilidade ganha densidade quando colocada no contexto histórico da cidade. “Estamos a falar de um concelho que teve uma fortíssima tradição industrial, com sectores como o têxtil e o calçado, que naturalmente traziam uma pegada ecológica muito relevante.” A transformação das últimas duas décadas, na qualidade dos rios, do ar, do espaço público, é, por isso, apresentada como um processo de reconversão profunda. Ainda assim, o objectivo não se esgota no ambiente. “Tenho dito e repetido que quero que Guimarães seja a capital verde europeia, mas se transforme na capital da qualidade de vida na Europa”, afirma. E reforça: “O ser capital verde europeia tem que estar associado à qualidade de vida das pessoas.” A transparência como prática Uma das dimensões mais valorizadas internacionalmente é a transparência ambiental. Mas, no discurso do autarca, essa transparência só ganha sentido quando se materializa no dia-a-dia. “Nós temos um conjunto de indicadores que estamos a monitorizar permanentemente e que queremos que estejam acessíveis a cada momento para qualquer cidadão poder verificá-lo”, explica. E concretiza: “Isto tanto se aplica na qualidade do ar, como na qualidade da água, como na gestão das nossas bacias de retenção, na gestão do estacionamento, do tráfego urbano.” A cidade, acrescenta, tem de ser pensada como sistema inteligente, apoiado em dados e tecnologia: “Temos que utilizar as ferramentas de inteligência artificial e as ferramentas tecnológicas que temos à disposição para podermos ter uma cidade gerida de forma mais inteligente, através da recolha de dados permanente, do seu tratamento e da sua disponibilização.” Mas a ambição não é técnica é social. “Estes dados têm que servir a decisão política, mas também o próprio cidadão, para que, no seu dia-a-dia, possa fazer melhores opções.” E dá exemplos simples: “Quando as pessoas têm que estacionar um carro, não têm que andar à procura do parque. Quando utilizam o transporte público, este tem que ser cómodo, flexível, simples.” A advertência surge clara: “A capital verde europeia não pode ser uma capital verde das elites políticas e académicas. Eu quero que isto seja apropriado pelos nossos cidadãos.” Entre a pedagogia e a transformação física O ano de 2026 é pensado em duas escalas complementares. A primeira é a da consciência. “Quero que este ano sirva para consciencializar cada vez mais a nossa população para a importância destas políticas”, afirma, sublinhando o papel da educação ambiental e do envolvimento das escolas. “A qualidade de vida do nosso futuro está intrinsecamente ligada à adoção de políticas que defendam o ambiente.” A segunda escala é a do território. “Queremos transformar o território e aproveitar este ano para o fazer”, diz. Entre os projectos: duplicar as ecovias, reabilitar extensas zonas ribeirinhas, criar novos parques urbanos, plantar árvores. “Guimarães é atravessada por três rios: o Selho, o Ave e o Vizela, e queremos acelerar a reabilitação dessas zonas”, explica. O território deixa de ser apenas espaço físico e passa a ser instrumento de política climática e de qualidade de vida. E depois, a mobilidade, talvez o campo mais sensível da transformação urbana. “Nós vamos operar uma revolução na mobilidade em Guimarães”, afirma. Mas impõe uma condição decisiva: “Esta revolução tem que ser não contra as pessoas, mas a favor das pessoas.” Os limites da mudança “Este processo tem que ser partilhado e apropriado pelos cidadãos”, insiste. E admite as tensões: “Quando reduzimos o transporte individual ou a circulação automóvel, não podemos fazer simplesmente por uma vontade do presidente ou por uma decisão académica.” A mudança, diz, exige equilíbrio entre ambiente, economia e vida dia-a-dia. “Temos de perceber a vida normal das pessoas: o comércio, as escolas, os pais, os filhos, isto não pode ser contra uma coisa ou contra outra.” O mesmo raciocínio aplica-se à economia. “Esta transição ecológica não pode significar uma desvantagem competitiva para as empresas”, alerta. E acrescenta: “As empresas que cumprem, que têm responsabilidade ambiental, não podem ser prejudicadas quando competem com outras que não cumprem, nomeadamente fora do espaço europeu.” Cidades no centro do presente Em Paris, a transformação urbana é visível: menos espaço para o automóvel, mais ciclovias, mais espaço público. Para Ricardo Araújo, esse é o sinal do tempo. “Os fenómenos a que temos assistido são uma evidência de que as alterações climáticas já não são futuro, são presente”, afirma. E a resposta, defende, tem de ser urbana. “Temos que repensar as cidades e o espaço público, olhar para a forma como organizamos e projectamos a cidade para usufruto dos cidadãos, dos jovens e das crianças.” Isso implica, inevitavelmente, reduzir emissões e mudar a mobilidade. “Estamos a fazer um fortíssimo investimento: a frota de transporte público de passageiros é hoje 100% elétrica.” Mas, mais uma vez, a chave está no equilíbrio. “Retirar o transporte individual tem que ter alternativa. As pessoas têm que poder fazer a sua vida de forma normal e, de preferência, mais cómoda, mais simples e mais barata.” No final, a ideia regressa ao essencial. “Se nos limitarmos a apregoar conceitos sem que isso se traduza numa melhoria da qualidade de vida das pessoas, não estamos a dar um bom contributo.”
Stephen Colbert, o apresentador do “The Late Show”, acusa a CBS de proibir a transmissão de uma entrevista com um candidato democrata ao Senado, depois do sector jurídico do canal lhe ter dito que não o podia fazer sem convidar igualmente os adversários. A imposição do canal surge depois da Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês, equivalente à ERC portuguesa), por pressão de Donald Trump, querer estender a regra que garante o mesmo tempo de antena a todos os candidatos aos late-night shows, até agora isentos. Os Estados Unidos chegam assim a uma conversa que se fez em Portugal, no final de 2022, a propósito de uma queixa pelo facto do representante do Chega não ter sido convidado para o programa de Ricardo Araújo Pereira, “Isto É Gozar Com Quem Trabalha”. Neste episódio, conversamos com Gustavo Carvalho, autor do podcast “Humor À Primeira Vista”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Stephen Colbert, o apresentador do “The Late Show”, acusa a CBS de proibir a transmissão de uma entrevista com um candidato democrata ao Senado, depois do sector jurídico do canal lhe ter dito que não o podia fazer sem convidar igualmente os adversários. A imposição do canal surge depois da Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês, equivalente à ERC portuguesa), por pressão de Donald Trump, querer estender a regra que garante o mesmo tempo de antena a todos os candidatos aos late-night shows, até agora isentos. Os Estados Unidos chegam assim a uma conversa que se fez em Portugal, no final de 2022, a propósito de uma queixa pelo facto do representante do Chega não ter sido convidado para o programa de Ricardo Araújo Pereira, “Isto É Gozar Com Quem Trabalha”. Neste episódio, conversamos com Gustavo Carvalho, autor do podcast “Humor À Primeira Vista”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A um ano de lançar um novo espetáculo de stand-up comedy, decidiu começar a documentar todo processo no podcast “Má Ideia”, escrevendo piadas em direto e revelando algumas das inseguranças durante a criação. Em março estreia-se “Amigável”, o quinto solo da carreira de Guilherme Fonseca. Há mais de 20 anos a fazer comédia em palco, tem também uma carreira invejável como guionista — continua a ser um dos guionistas de “Isto é Gozar com Quem Trabalha”. Na quarta vez que passa pelo Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica por que razão a “pedinchice” de vender bilhetes o deixa “desconfortável”, antecipa a atuação na MEO Arena, na abertura do espetáculo de Ricardo Araújo Pereira e considera “inacreditável” que não existam em Portugal programas como os panel shows britânicos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, reuniu-se, nesta terça-feira, 10, com o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ricardo Araújo, que se colocou à disposição da nova administração do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) para o fortalecimento de ações de cooperação institucional.
A SIC Notícias e a CENTURY 21 Portugal, apresentam o estudo “Observatório do Imobiliário”. Por isso o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer não pôde deixar de estar presente, a 5 de fevereiro. A conferência contou com o apoio do Economist Impact, com o objectivo de discutir as principais tendências nesta área. Para reinventar as cidades, o acesso à primeira habitação, ao arrendamento, das políticas públicas às novas tendências no mercado, estão presentes também Carlos Vaz Marques, Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O advogado Miguel Pereira Coutinho considera não haver razões para a instauração de um processo na justiça. Já Ricardo Araújo Pereira, humorista, entende que o conteúdo do tweet é obviamente satírico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gafes, momentos históricos e outros inusitados para celebrar os 25 anos da SIC Notícias, com o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, com Carlos Vaz Marques, João Miguel Tavares, Ricardo Araújo Pereira e Pedro Mexia, gravado em podcast e ao vivo no Edifício Francisco Pinto Balsemão. Os habituais protagonistas, desta vez ministros sem pasta, fazem uma viagem no tempo pelos 25 anos da SIC Notícias. Vamos ao baú da memória – em busca não só dos grandes momentos e dos grandes protagonistas, mas também de alguns instantes insólitos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guimarães iniciou esta sexta-feira, 9 de Janeiro, o ano como Capital Verde Europeia 2026, com uma programação que cruza compromissos políticos, acordos estratégicos e celebração cultural, afirmando-se como território-laboratório da transição verde através de iniciativas de sustentabilidade, inovação urbana e participação cívica. Em entrevista à RFI, Isabel Loureiro, directora executiva de Guimarães 26, afirma que “a transição climática não é abstracta: acontece nas cidades, no quotidiano das pessoas, e Guimarães é hoje um exemplo disso”. O que representa para Guimarães ser Capital Verde Europeia em 2026? Significa, acima de tudo, um reconhecimento da importância das cidades no que diz respeito à transição verde e à sustentabilidade, nomeadamente à sustentabilidade ambiental. Há dez anos, quando Guimarães começou a sua jornada climática, havia muito a ideia de que o problema das alterações climáticas era um problema global. Mas, de facto, também é um problema local. Com o trabalho que está a ser feito e com todos os projectos que estão elencados para o futuro, estamos a conseguir provar que é possível fazer estas transformações e ter impacto através das cidades. É por isso que Guimarães, sendo Capital Verde Europeia, será também um hub da sustentabilidade em 2026, onde outras cidades, cidadãos e pessoas de todo o mundo poderão visitar e conhecer algumas das nossas boas práticas. Em que é que se traduz esta designação de Capital Verde? Traduz-se sobretudo num esforço colectivo que foi feito e num conjunto de políticas que foram adoptadas e que alteraram o percurso ambiental da cidade a partir de 2014. Guimarães fez um diagnóstico da sua situação ambiental e, como sabe, somos uma cidade industrial, com alguns impactos resultantes dessas dinâmicas. Ao longo dos anos houve um grande investimento na educação ambiental. O programa Pegadas, por exemplo, impacta hoje 800 alunos de 88 escolas. É um programa voluntário, dirigido aos quase 20 mil alunos da cidade, com uma equipa dedicada do Laboratório da Paisagem que realiza diariamente acções de sensibilização. Traduz-se também numa alteração dos indicadores ambientais, nomeadamente daqueles avaliados pela Comissão Europeia. Guimarães apresentou três candidaturas e foi na última que conquistou este título. O que verificámos ao longo desta jornada de dez anos é que os indicadores ambientais melhoraram. Hoje, por exemplo, 97% dos nossos cidadãos respiram ar de boa qualidade. Incrementámos em 30% as zonas pedonais e criámos quiet zones. Actualmente, toda a rede de transporte público é eléctrica, o que reduz significativamente as emissões. Há, portanto, um conjunto de boas práticas que, como refere o senhor Presidente da Câmara, Dr. Ricardo Araújo, se reflectem directamente na qualidade de vida dos cidadãos. Ao longo do ano estão previstas várias iniciativas. Quais serão as áreas mais privilegiadas? A Capital Verde desenvolver-se-á em dois grandes momentos. Um deles será marcado pela realização de conferências, congressos e seminários, incluindo importantes encontros internacionais e nacionais subordinados às temáticas da Capital Verde Europeia e às áreas dos indicadores. Paralelamente, durante o ano de 2025 lançámos duas chamadas à comunidade para que pudesse propor eventos. Recebemos mais de 200 propostas, que serão agora implementadas ao longo do ano. As grandes áreas serão a água, a qualidade do ar e a saúde, não apenas a saúde física, mas também a saúde mental e a forma como o ambiente impacta a saúde e vice-versa. Abordaremos também a energia, a resiliência, o espaço público, a arquitectura das cidades e a melhoria da conectividade das áreas verdes, permitindo a circulação de pessoas e animais, preservando a natureza e a biodiversidade. Teremos ainda eventos ligados à economia circular e à gestão de resíduos. No fundo, será um programa que tocará todas as áreas elencadas na candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia: sete áreas ambientais e uma oitava, desenhada por nós, dedicada à democracia participativa, explorando de que forma a participação, a mobilização e a ciência suportam esta transformação. Quais serão os benefícios desta Capital Verde para a população? Quando adoptamos, por exemplo, um sistema de transporte público totalmente eléctrico, isso tem impacto nas emissões e nas partículas PM2,5, melhorando a qualidade de vida das pessoas. É um exemplo claro de como uma estratégia pública pode beneficiar directamente os cidadãos. Por outro lado, ao permitir que os cidadãos participem, desenhem e criem projectos e iniciativas, estamos a sensibilizar e a formar futuras gerações. Alterar os comportamentos? Sim. Quando falamos da população, falamos também dos sectores económico e empresarial. Na hotelaria e restauração, por exemplo, desenhámos uma declaração de compromisso que pode ser subscrita por estes estabelecimentos, permitindo-lhes identificar as boas práticas que implementam nas várias áreas de indicadores. Ao longo do ano, as equipas destes negócios receberam acções de formação e sensibilização, bem como um dístico que sinaliza aos visitantes que aquele restaurante ou hotel segue critérios ambientais. Alterar comportamentos significa também transformar os negócios, e esse é um legado importante que queremos deixar. O que é que ainda falta fazer na área ambiental? Guimarães tem uma visão clara: ser uma cidade de um só planeta em 2050. A última vez que foi calculada a pegada ecológica do município, Guimarães consumia 2,28 planetas. Para alcançar esta ambição, é necessária uma transformação não apenas do território e das infra-estruturas, mas sobretudo dos cidadãos. Esta mudança leva tempo. O que sabemos hoje é que estamos a preparar as gerações para que esta transição aconteça de forma mais acelerada, permitindo que em 2050 vivamos dentro dos limites planetários. Há também o compromisso com a neutralidade climática em 2030… Sim. Em 2022, Guimarães foi uma das seis cidades eleitas pela Missão das Cidades para atingir a neutralidade climática em 2030. Foi elaborado o Plano Municipal de Acção Climática, focado tanto na adaptação como na mitigação, acompanhado por um plano de investimento e de monitorização. Neste momento, o trabalho passa por implementar e monitorizar essas medidas para alcançar a neutralidade climática em 2030. É este o legado que Guimarães quer deixar, enquanto capital verde da Europa? Sim, é um legado de transformação das pessoas, de melhoria da qualidade de vida e de partilha com outras cidades. Queremos inspirar e mobilizar outros territórios. Guimarães é uma cidade de média dimensão, e se nós conseguimos, outras cidades da mesma dimensão também poderão conseguir. Cerca de 75% das cidades europeias são de pequena e média dimensão. Se conseguirmos inspirá-las, acredito que juntos poderemos transformar este planeta.
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Vamos rir? Vamos rir! É o programa 100 do Jogo de Palavra e acertámos em cheio no convidado a falar de bola: senhoras e senhores, meninas e meninos, comediantes e palhaços, eis Ricardo Araújo Pereira.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 20 de junho de 2025.] O caso "Anjos VS Joana Marques" e a condenação de um humorista no Brasil. Ricardo Araújo Pereira e José Diogo Quintela juntam-se a José Manuel Fernandes e Helena Matos para debater os limites do humorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 20 de junho de 2025.] O caso "Anjos VS Joana Marques" e a condenação de um humorista no Brasil. Ricardo Araújo Pereira e José Diogo Quintela juntam-se a José Manuel Fernandes e Helena Matos para debater os limites do humorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer apadrinhado por Hipócrates, ao vivo da Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota, em dezembro de 2025, Ricardo Araújo Pereira declarou-se bexigoso, Pedro Mexia sentiu-se seguro, e João Miguel Tavares apresentou-se como missionário. No Porto, a convite da Secção Norte da Ordem dos Médicos, o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer assistiu ao juramento de Hipócrates e deu os parabéns a cerca de 650 novos médicos que passaram a estar aptos a tratar da saúde aos portugueses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a participação especial de Ricardo Araújo Pereira.
Hoje recebemos uma visita bem boa: Ricardo Araújo Pereira!
Da esquerda à direita, a cultura do cancelamento é uma nova censura? E qual é o efeito do alargamento do espaço público na política e na criação artística? Ricardo Araújo Pereira, Daniel Oliveira e José Maria Pimentel debatem os limites da liberdade de expressão, com a moderação de Ricardo Costa no Tribeca Film Festival 2025. O debate centra-se na cultura de cancelamento, o politicamente correto e as suas implicações na liberdade de expressão e na democracia contemporânea, em Portugal e no resto do mundo. Ricardo Araújo Pereira, Daniel Oliveira e José Maria Pimentel discutem a diferença entre censura social e censura estatal, o papel das redes sociais no alargamento do espaço público e o impacto da “guerra cultural” entre movimentos identitários e reações conservadoras. O diálogo, gravado ao vivo a 01 de novembro no Tribeca, reflete sobre o poder, a empatia e os limites da linguagem num tempo de grande polarização e discursos dogmáticos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo realça a importância de ter "um governo do concelho alinhado politicamente com o Governo". O novo autarca do PSD em Guimarães tem como prioridades a habitação e a mobilidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado do Desculpa Alguma Coisa, videocast de Tati Bernardi, no Canal UOL, o humorista Ricardo Araújo Pereira relembrou a surpresa e o impacto do encontro com o Papa Francisco no Vaticano, como virou humorista, piadas com portugueses e mais.
Com Joana Azevedo
Marcelo Tas recebe Ricardo Araújo no Provoca. Ricardo Araújo Pereira é humorista, jornalista e escritor português, considerado um dos maiores nomes do humor em língua portuguesa. No programa, eles falam sobre a comédia e o riso, além de seus efeitos no ser humano desde a infância até a fase adulta. Na edição, ele e Tas comentam sobre seu trabalho como humorista: “A nós que temos esta obsessão, nos agrada perceber o modo como aquele brinquedo linguístico, que é o que uma piada é, como é que aquele brinquedo de linguagem funciona.”
Neste episódio, como prometido, trago-vos a 2ª parte da conversa que gravei com o RAP sobre Humor, em julho de 2019. Durante esta quase hora e meia fizemos uma viagem ainda mais alargada ao mundo do humor. Falámos sobre os vários tipos e funções do humor, desde a sátira ao humor autodepreciativo; o que nos levou à dimensão da comédia enquanto transgressão e ao modo como, quando se faz de um determinado assunto terreno sagrado, isso o faz automaticamente, enquanto objecto de humor, ainda mais apetecível. Conversámos também sobre o que está por trás desta nossa capacidade para achar graça, e que nalguns casos se pode descrever como uma ‘suspensão da compaixão ou da emoção’. Isto levou-nos a um assunto que já tínhamos aflorado na 1ª parte da conversa: o papel da moral no humor. Isto é, se a ética do humorista (e do espectador), têm ou não influência no humor que o comediante decide fazer e naquilo a que achamos graça. Por exemplo, será que é verdade, como os comediantes insistem, que “dizem qualquer coisa para provocar o riso da audiência”. E, do nosso lado, espectadores, há temas ou abordagens restritos ou tudo é ingrediente para o humor? Esta questão toca em temas que podem dificultar a dita ‘suspensão da emoção’, como o piadas racistas ou xenófobas ou humor desviante. É uma discussão muito interessante, esta, e ao editar a conversa fiquei com a sensação de que a poderíamos ter aprofundado mais. No fundo eu partilho a perspectiva do Ricardo, mas acho que há algumas cambiantes que é interessante discutir. E pronto, foi uma excelente dupla dose de conversa. A vantagem de ter sido uma conversa longa é que pudemos cobrir muitos assuntos. Mas havia ainda mais a discutir, como, por exemplo, os desafios da escrita humorística e do guionismo, ou a comparação do humor com outras formas de criação humana e de arte. Talvez numa próxima conversa! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vale a pena voltar a ouvir este episódio, originalmente publicado em 31 de julho de 2019, Nessa altura, escrevi este texto na sinopse do podcast: Há muito que queria pegar neste tema no podcast, porque o acho fascinante e misterioso ao mesmo tempo. O humor está presente em muito do que fazemos - mas não em tudo - e pode ser extremamente básico mas também desafiantemente complexo. Perceber o que nos faz rir e, mais importante, por que nos rimos é algo em tenho pensado e esta foi uma óptima oportunidade para falar com alguém que não só é provavelmente o humorista português mais marcante do século XXI mas também uma espécie de filósofo do humor e um pensador de direito próprio sobre estes temas. O pretexto para a conversa foi um pequeno, mas muito interessante livro, que o Ricardo publicou há uns anos e que ele define como “uma espécie de manual de escrita humorística”. Este episódio é, na verdade, apenas a primeira parte da nossa conversa, porque gravámos em dois dias diferentes, o que permitiu ter uma conversa mais alargada do que o normal, em que pudemos discutir uma série de temas em profundidade. Durante este episódio, começámos por discutir a resposta a uma pergunta simples mas que continua a ser misteriosa: por que rimos? Falámos de um livro muito interessante de Matthew Hurley, Daniel Dennett (Inside Jokes), que tenta dar uma explicação evolutiva para a nossa capacidade para achar graça e que vai muito ao encontro da visão que o Ricardo expõe no livro.” Para compreender este fenómeno do humor, passámos também pelas chamadas ‘Teorias do Humor’, que deste a antiguidade tentam explicar este fenómeno. Um tema inevitável que também discutimos é o número crescente de pessoas ferozmente criticadas, despedidas do trabalho ou mesmo processadas por mandar uma piada. Isto resulta do facto de o humor ser hoje visto, em alguns campos, como uma fonte de poder e um meio potencial de agressão. Discutimos, então, isso mesmo, se o humor pode ser agressão, falámos de liberdade de expressão e do papel do humor nas relações humanas e na sociedade como um todo. Mas claro que para responder a estas perguntas precisámos de voltar constantemente ao início da conversa. Por isso a discussão sobre o que é o humor e porque achamos graça esteve sempre presente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Não me escapa o ridículo de ser o comentador oficial deste assunto, mas prefiro isto a estar calado". Na Edição da Noite da SIC Notícias desta terça-feira, Ricardo Araújo Pereira relata a Rodrigo Pratas a experiência como testemunha no julgamento de Joana Marques em tribunal, processada por uma piada sobre a prestação de Nelson e Sérgio Rosado, dupla conhecida como Anjos, a cantar o hino de Portugal. "O humor não pode ser julgado como se fosse um crime", refere o "comentador oficial", relembrando que "as pessoas ofendem-se com várias coisas. Às vezes, até factos e verdades. Isso não significa que a gente vá proibir factos e verdades". E confessa: "não me senti réu, mas, num certo sentido, senti-me: se a Joana for condenada, eu também sofro. Em primeiro lugar, também sofro. Sofrem todos os que têm a mesma profissão da Joana. E, em segundo lugar, sofre qualquer cidadão".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O caso "Anjos VS Joana Marques" e a condenação de um humorista no Brasil. Ricardo Araújo Pereira e José Diogo Quintela juntam-se a José Manuel Fernandes e Helena Matos para debater os limites do humorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O caso "Anjos VS Joana Marques" e a condenação de um humorista no Brasil. Ricardo Araújo Pereira e José Diogo Quintela juntam-se a José Manuel Fernandes e Helena Matos para debater os limites do humorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira e Nuno Markl voltaram de férias em grande forma!
Umas manhãs de luxo com Pedro Ribeiro, Vera Fernandes, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Manel Cardoso, Ricardo Araújo Pereira e César Mourão!
Ricardo Araújo Pereira faz anos e está de regresso às Manhãs da Comercial com a Mixórdia de Temáticas!
Neste episódio sobre o tempo e a memória em Marcel Proust, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira revoltam-se contra certos urinóis, examinam a representação do vomitado na arte medieval e celebram a popularidade da expectoração lusitana no estrangeiro. Apresentam argumentos irrefutáveis que põem em causa tanto a sabedoria do rei Salomão como a de Cristóvão Colombo. Penitenciam-se por tratarem o ChatGPT com rispidez e depois comparam o segundo filme do Top Gun com o primeiro filme do Top Gun. No fim, recordam um sketch em que o Messias experimenta vários recursos estilísticos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio sobre tomografia axial computorizada, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira falam acerca de toxicodependência na segunda guerra mundial, alcoolismo na segunda guerra mundial, azar na segunda guerra mundial e borbulhas no rabo. Recordam ainda os tempos áureos da hipocondria e recomendam a certas celebridades que experimentem uma coisa nova que é pagar por bens e serviços. No fim, recordam a gravação de um sketch em que um profissional de saúde embirra com outro profissional de saúde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio sobre empirismo inglês do século XVII, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre o sono do Papa, snobismo rodoviário e cães que se melindram com piadas. Orçamentam os estragos que um vídeo de um minuto da autoria de Joana Marques poderá ter causado a dois cantores. No fim, recordam um sketch em que uma senhora pergunta as horas a um sociólogo amador e ele responde “o que tu queres sei eu”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio sobre empirismo inglês do século XVII, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre o sono do Papa, snobismo rodoviário e cães que se melindram com piadas. Orçamentam os estragos que um vídeo de um minuto da autoria de Joana Marques poderá ter causado a dois cantores. No fim, recordam um sketch em que uma senhora pergunta as horas a um sociólogo amador e ele responde “o que tu queres sei eu”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira veio às Manhãs da Comercial colocar um ponto final nos boatos. AS MIXÓRDIAS VÃO MESMO VOLTAR! Dia 28 de abril, às 8h40, começa a série Cardoso!
Neste episódio sobre a revolução cultural chinesa, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre um fenómeno chamado caradenabismo. Com coragem, denunciam casos de reles aldrabice nutricional. Revelam ao grande público interessantes aspectos da sua vida pessoal. Reprovam, com o mais veemente repúdio, a utilização errónea de certas expressões, e logo a seguir reprovam, com o segundo mais veemente repúdio, uma app. No final, recordam as circunstâncias em que gravaram um sketch protagonizado por um gajo de Alfama.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio sobre a revolução cultural chinesa, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre um fenómeno chamado caradenabismo. Com coragem, denunciam casos de reles aldrabice nutricional. Revelam ao grande público interessantes aspectos da sua vida pessoal. Reprovam, com o mais veemente repúdio, a utilização errónea de certas expressões, e logo a seguir reprovam, com o segundo mais veemente repúdio, uma app. No final, recordam as circunstâncias em que gravaram um sketch protagonizado por um gajo de Alfama.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira falam semanalmente sobre assuntos. É possível que, a propósito de qualquer coisa, citem um sketch do Gato Fedorento e recordem o modo como surgiu a ideia e as circunstâncias em que o gravaram. Estreia-se a 26 de março, no site da SIC, SIC Notícias e Expresso, e em todas as plataformas de podcasts. Oiça e subscreva aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira falam semanalmente sobre assuntos. É possível que, a propósito de qualquer coisa, citem um sketch do Gato Fedorento e recordem o modo como surgiu a ideia e as circunstâncias em que o gravaram. Estreia-se a 26 de março, no site da SIC, SIC Notícias e Expresso, e em todas as plataformas de podcasts. Oiça e subscreva aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.