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Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.
Era sábado à noite, nos anos 2000.Mais cedo, no MSN:“10h na porta?”“Fechou.”Você se arrumava, encontrava os amigos e ia para a balada. Sem stories, sem localização em tempo real, sem saber antes quem estaria lá. Você simplesmente descobria quando chegava.Na pista, tocava Summer Eletrohits. No refrão, ninguém levantava o celular.Levantava os braços.O momento ficava na memória de quem estava vivendo. Não virava Reels no dia seguinte.Se quisesse uma foto do rolê, precisava ter um amigo com câmera digital ou encontrar o fotógrafo da balada. No dia seguinte, todo mundo procurava as fotos na internet. Flash estourado, olho vermelho, alguém cortado, foto tremida.E todo mundo achava incrível.Uma delas ainda podia virar sua foto do Orkut pelos próximos seis meses.E se você fizesse alguma besteira durante a noite e ninguém tivesse fotografado, acabava ali. No máximo, virava história entre os amigos. Você não acordava no domingo viralizado.Até para encontrar alguém que sumiu no rolê era diferente:“kd vc?”E localização em tempo real? Kkkkk. Sonha.Ficar em casa também tinha seu ritual. Pizzaria pelo telefone fixo, Zorra Total, depois Supercine. No domingo, Fórmula 1, Globo Rural, almoço em família, Turma do Didi e Domingo Legal.Lasanha ou frango no forno. Coca-Cola de 2 litros. Todo mundo à mesa.Ninguém dizia:“Peraí, deixa eu tirar uma foto.”A comida não precisava esperar por um story.Mais tarde, alguém chamava:“Bora dar uma volta?”E “dar uma volta” podia significar praça, calçadão, sorveteria ou casa de alguém.Ninguém escolhia o lugar pensando em qual foto ia render.À noite, o Fantástico anunciava que o fim de semana estava acabando.E você não passava o domingo comparando sua vida com a de outras 300 pessoas nos stories. Não sabia quem tinha viajado, saído mais ou almoçado melhor.Você tinha vivido o seu.Na segunda-feira, a pergunta era simples:“E aí, fez o quê no fim de semana?”E você contava tudo.Porque ninguém tinha acompanhado sua vida pela internet antes de você contar.Era real time de verdade.Talvez alguns dos melhores fins de semana da nossa vida não tenham virado conteúdo porque não precisavam.Eles simplesmente aconteceram.Talvez a gente tivesse menos conteúdo, mas mais presença.Menos comparação e mais experiência.Menos necessidade de mostrar e mais liberdade para viver.Bons tempos.Ou talvez tenham sido tão bons porque a gente estava inteiro dentro deles.
El Museo Provincial de Historia Natural (MPHN) y la Dirección Provincial de Patrimonio Cultural realizaron una campaña de prospección y rescate en el margen noroeste de la Laguna de Guatraché, donde recuperaron piezas paleontológicas y arqueológicas. La actuación se inició a partir del aviso del vecino Franco Izaurralde Ocampos, quien notificó la presencia de restos fósiles y fragmentos líticos en la playa.El operativo en territorio estuvo integrado por el director del MPHN, Daniel Pincén, el técnico Pablo Tejerina y la arqueóloga Lía Pera, en representación de Patrimonio Cultural. El equipo fue recibido en la localidad por la responsable del área de Cultura y Turismo del municipio, Fabiana Dieser, antes de dirigirse al sitio del hallazgo junto al poblador que realizó la denuncia.
Imagina una gota de agua cae de una tubería. Treinta personas la contemplan y cantan como si acabara de empezar el fin del mundo. Una mujer empuña un desatascador en mitad de una ópera. Y todo esto sirve para anunciar una cadena de bricolaje. Lo más interesante no es lo raro que resulta. Es que toda esa locura sale de una frase que tú también habrás dicho alguna vez. Hoy vamos a abrirla para descubrir cómo una frase corriente puede contener una campaña entera. Suscríbete a la Meler Letter en https://cloemeler.com/newsletter/ para no perderte lo que hay detrás… y entender cómo se construye una marca que la gente elige. Y arfavó, habla de Palabras de Nariz grande: agitemos cabezas, sumemos abrazos, llenemos de narigones el planeta. Un fuerte abrazo. Nos "vemos" en el próximo episodio. Si tú quieres, claro. ;) Y recuerda: hoy es martes. Así que cásate, embárcate y, sobre todo, IMPROVISA.
g1 e GloboNews começam a primeira série de entrevistas do jornalismo da Globo nas eleições deste ano. Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, foi entrevistado nesta quinta-feira (6). Candidato pelo partido Novo, Romeu Zema afirmou que, caso fosse presidente do país, retaliaria os Estados Unidos diante das tarifas impostas ao Brasil: “Certamente [iria retaliar]. E vou falar: ‘Pera aí. Tudo tem limites'”. Chamou também Donald Trump, presidente americano, de “imprevisível” e “fanfarrão”. No campo da economia, prometeu que tentará promover um “choque” na área fiscal e privatizar “tudo”: “A começar pela Petrobras. Vamos fazer uma reforma administrativa e uma reforma previdenciária", afirmou. Zema também disse que se inspira no modelo de segurança adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, mas rejeitou aplicar no Brasil medidas implementadas pelo salvadorenho, como prisões baseadas em denúncias anônimas e prisões sem mandados. O ex-governador de Minas Gerais também afirmou ter ficado "surpreso e decepcionado" com as suspeitas de fraudes em licenciamentos ambientais investigadas durante a gestão dele. Aos 61 anos, Romeu Zema concorre à Presidência pela primeira vez. A entrevista com Natuza Nery e Andréia Sadi foi transmitida ao vivo pelo g1 e pela GloboNews na tarde de quinta-feira (6) e publicada na íntegra como episódio especial do Assunto. Foram chamados para a série de entrevistas os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado na quarta-feira (6). Ronaldo Caiado, candidato pelo PSD, será entrevistado na sexta-feira (7). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10), mas ele ainda não confirmou presença. Lula, candidato à reeleição pelo PT, foi convidado, mas sua assessoria de imprensa informou que ele optou por não participar.
ser o pai que gostava de ser vs ser o pai que sou!
No dia 1 de agosto, a Orquestra de Câmara Nacional faz sua estreia na Sala Minas Gerais. Confira os detalhes com Isabela Lapa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tadej Pogačar je už päťnásobným víťazom Tour de France. Počas ostatných troch týždňov nešliapol vedľa, ovládol päť etáp a tiež pomohol Isaacovi Del Torovi pri jeho debute k zisku pódia.Ako dlho sa môže udržať na podobnej úrovni, prečo je ideálnym vzorom pre mladých a aké budú jeho ďalšie kariérne ciele? Aj na tieto otázky odpovedal v Sportnet podcaste šesťnásobný účastník Tour Peter Velits. Nenechajte si újsť náš nový podcast k Tour de France. Ak sa vám epizóda páčila, nezabudnite na ODBER a zdieľajte svoje tipy na celkového víťaza v komentároch!
Believe it or not, Innovation is happening all around us, and advocates and policymakers are working hard to ensure groundbreaking developments in medicine reach those who need it most. At the forefront of our efforts increase equitable access is the Patient Eligibility Restoration Act, or PERA Act, a bill that could dramatically change the landscape of patent protections, especially for transformative innovation in medical diagnostics. Joining me today to discuss the significance of the PERA Act, it's growing support on the Hill and what's at stake is Alliance President and CEO, Sue Peschin.
Olá, jovens que aqui cheiraram! Pera… isso pegou mal…De qualquer maneira, sejam muito-bem vindos a mais um Chega de Sentimentalismo, o podcast que é um programa voraz!A terrível batalha na casa de Peixes continua! E nem falo de terrível pelo grau de violência, mas terrível pelo nível da animação! Dois episódios mal feitos da desgraça!Porém, mais feios que os episódios está a situação do Shun, que está sendo tratado pelo Afrodite tal qual uma velha fã do Roberto Carlos, que é alvejada a golpes raivosos de rosas sem dó nem piedade! Pra piorar, além de atacar o Afrodite com a corrente errada, pois a circular é só para defesa, agora sua corrente "retangular", que na verdade é um triângulo, foi transformada em farinha de trigo e, agora sim, ele só vai poder atacar com a circular! O que seria normal, já que ele só precisaria chicotear o Afrodite e daria certo!Mas, como a gente sabe que esse povo não sabe ir pra trocação franca, o cabaré segue porque o Jardineiro é o Afrodite e a árvore é o Shun! Enquanto isso, Seiya continua deitado, claro!Então una-se a Hellbolha, Evandro, Godoka e Kassius Kley para desviar das rosas put… AHEM… piranhas e ver o Shun simplesmente desvalorizar sua própria força mais uma vez--------------------------------------------------------------------Seja nosso apoiador: https://apoia.se/superamichesOuça nossos outros podcasts no seu agregador favorito: Muta-Xhow, Pod-parker, Chega de Sentimentalismo, Arrepio na Nuca, Bem Amiches, Tela Credo.
Às vésperas da estreia de Tristão e Isolda, convidamos você a conhecer um pouco mais sobre a obra-prima de Richard Wagner. Neste episódio, mergulhamos nos bastidores da montagem, nas curiosidades da ópera e no contexto histórico que tornou essa uma das narrativas de amor mais marcantes da história da música.Participam deste episódio Mário Videira, professor de Estética Musical e História da Ópera da ECA/USP, que comenta a trajetória de Wagner e a importância de Tristão e Isolda; Piero Schlochauer, diretor assistente; e o maestro Roberto Minczuk, que compartilham detalhes do backstage desta montagem, que marca o retorno de Tristão e Isolda ao palco do Theatro Municipal após quase cinco décadas sem ser encenada.O espetáculo reúne direção musical de Roberto Minczuk, regência do Coro Lírico Municipal de Hernán Sánchez Arteaga e direção cênica e cenografia de Allex Aguilera. No palco, Tristão e Isolda serão interpretados pelo tenor Simon O'Neill e pela soprano Annemarie Kremer nas apresentações dos dias 22, 29 de julho e 2 de agosto. Já nos dias 26 e 31 de julho, os papéis principais ficam a cargo do tenor Michael Weinius e da soprano Eiko Senda.Esse podcast foi produzido por Maria Luiza Guimarães, da equipe de Comunicação do Theatro Municipal de São Paulo. A ópera conta com patrocínio da IGC Partners e dos Elevadores Atlas Schindler.
Dos son los asuntos del programa de hoy: el comienzo de la campaña de la pera ercolina en la zona de Jumilla y conocemos también cómo combaten las altas temperaturas los ganaderos de la Región.
Em nossa live mais esperada, anunciamos os premiados do Prêmio Cassius Silva de 2026, o prêmio que contempla os melhores da temporada bovina.Confira tudo que rolou nesse episódio com elogios, ponderações e gritos de homem. Peraí, grito de homem?
5. Nelson Monroy. la historia de 35 años del Taller de Ópera que transforma artistas en Caldas. Cultura by LA PATRIA
3. 35 años del Taller de Ópera. dos conciertos con las obras más emblemáticas de su historia musical. Cultura by LA PATRIA
Carolina Bianchi retorna ao Festival de Avignon para apresentar a trilogia completa Cadela Força, considerada pela crítica europeia como uma das investigações mais radicais do teatro contemporâneo. Do inferno de A Noiva e o Boa Noite Cinderela ao enigma luminoso de Uma Luz Cordial, passando pelos pactos masculinos de The Brotherhood, a artista brasileira constrói um percurso que se recusa a estetizar a dor, abordando temas como violência, sexualidade e literatura. Márcia Bechara, enviada especial a Avignon A apresentação integral da trilogia Cadela Força na Opéra d'Avignon, em uma maratona de dez horas, consolida a posição singular de Carolina Bianchi na cena experimental contemporânea. A artista brasileira retorna ao festival, depois do sucesso estrondoso de A Noiva e o Boa Noite Cinderela, de 2023, com um percurso que confronta violência sexual, feminicídio, pactos masculinos e a própria tarefa da escrita. Sua obra nasce de uma experiência brasileira que não se deixa traduzir completamente, e é justamente essa força que redefine sua presença em Avignon 2026. A trilogia, afirma Bianchi, exigia tempo e densidade. “Cadela Força era uma coisa que foi se apresentando desde o começo também porque sinto que os assuntos, que as matérias que a gente estava movendo dentro dessa trilogia pediam esse lugar assim, de calma, de tempo para poder olhar para esses assuntos.” Para ela, não se tratava de buscar atalhos fáceis: “Acho que estava sempre, desde o começo, distante da gente querer encontrar soluções para coisas que são impossíveis.” No primeiro capítulo, A Noiva e o Boa Noite Cinderela, Bianchi articula histórias reais de feminicídio - dos assassinatos em série de Cidade Juárez ao caso da performer italiana Pippa Bacca, assassinada durante a execução de uma performance na Turquia, em 2008, - como eixo estrutural da obra. O corpo da performer opera como testemunho, instaurando um regime ético que desloca a cena da representação para a inscrição direta dessas narrativas. É o “inferno” da trilogia, uma geografia política da violência que se torna matéria de linguagem. Em The Brotherhood, a investigação se volta aos pactos masculinos que moldam a história da arte. A dramaturgia funciona como dispositivo analítico, expondo genealogias de poder que atravessam a própria autora, que surge como figura espectral. O capítulo evidencia a persistência dessas estruturas e a forma como organizam o campo artístico, mesmo quando examinadas criticamente. Leia tambémFestival de Avignon: 'A Noiva e o Boa Noite Cinderela', ou como explodir no próprio corpo as fronteiras do teatro A volta a Avignon O retorno ao festival, depois da estreia do primeiro capítulo em 2023, produz uma camada adicional de leitura. “Dá uma noção de temporalidade que, uau, é muito louca”, diz Bianchi. “Agora mesmo eu estou olhando para você e pensando quem éramos nós há três anos e éramos outras pessoas.” A volta com a trilogia completa, afirma, revela o percurso desses anos: “O quão imersa eu estive nesses anos nessa 'floresta escura da criação', como diz Dante Alighieri.” A referência à Divina Comédia atravessa sua fala e sua obra. “Essa entrada na criação, passando pelos infernos, pelos purgatórios, pelos paraísos que cada obra contém”, diz, descrevendo o processo como algo que transforma e reorganiza o trabalho. Voltar a Avignon, para ela, é também reconhecer lugares fundamentais da própria trajetória. A proposta da maratona reforça essa dimensão de experiência. “Ela tem uma coisa de ser de fato uma experiência e um convite para uma experiência teatral”, afirma. Bianchi cita o artista argentino Alberto Greco: “Ele dizia que acreditava na obra de arte como ‘aventura total'.” Sustentar dez horas de espetáculo envolve risco, e interessa à artista justamente por isso. “Tem um caminho selvagem. De risco. Tem um caminho tortuoso aí que também me interessa investigar.” O público, diz ela, é convocado a evocar essas perguntas junto com o grupo. “Vamos fazer uma coisa que não fizemos ainda antes e que tem os seus componentes de risco aqui, mas a gente quer sustentar juntos essas perguntas.” Uma luz cordial O terceiro capítulo, Uma Luz Cordial, desloca a violência para a tarefa da escrita. O título vem de um verso de Emily Dickinson, do poema My Life Has Stood a Loaded Gun. “Essa luz cordial que, na verdade, é essa arma disparando a luz de quando a arma explode”, explica. A imagem, para ela, está ligada ao ato de escrever: “O que a tarefa da escrita faz comigo, com o meu corpo.” O capítulo introduz alter egos e figuras literárias, num movimento que ecoa Dante. “Para eu seguir escrevendo, eu também vou me desfazendo, é uma trilogia também sobre um desaparecimento de um corpo que começa nesse Boa Noite Cinderela”, lembra. A violência se fricciona com a sexualidade e se catalisa no encontro com a imaginação. “A sexualidade é um tema muito importante que atravessa essa trilogia. A gente não tem como falar de violência sexual, a gente não tem como pensar o que acontece com essa violência, o que a gente faz depois dessa violência, se a gente também não pensar, não fizer as perguntas sobre a sexualidade.” A escrita, afirma, é o ponto de partida: “Eu sou escritora e essa é a minha primeira tarefa.” Escrever, para Bianchi, é também convocar o público à leitura. “O público vai vir aqui e vai ver dez horas de teatro, e vai ter que ler. Porque é isso, a gente está falando português, eu escrevo em português, essa é a minha língua.” A língua, diz ela, é o chão da obra: “Acredito no poder da linguagem, da língua, da nossa expressão, da escrita.” Teatro como passagem ao coletivo A escrita, porém, para ela, não se encerra na solidão. “Tem esse momento onde essa escrita vai passar ao coletivo. É aí que é o teatro. Eu sou uma escritora que precisa passar por esse lugar da solidão absoluta […] para essa coletividade do teatro, que eu acho impressionante”, conclui Bianchi. A trilogia Cadela Força será apresentada na Opéra de Avignon em três sessões consecutivas durante o Festival de 2026, reunindo os três capítulos em uma única maratona de dez horas. Depois de Avignon, o trabalho segue para Paris, onde integra o Festival de Outono: a trilogia será apresentada nos dias 14, 15 e 16 de novembro de 2026 na capital francesa, retomando a estrutura integral da obra e ampliando sua circulação no circuito europeu.
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos al Mtro. Mario Montenegro, Director de Producción de la Ópera en Tijuana. Tema: Festival Ópera en la Calle, Edición 23 #Uniradioinforma
Há 256 anos, as cortinas do Teatro Casa da Ópera se abriram pela primeira vez. Desde então, o espaço acompanhou transformações históricas, recebeu grandes artistas e se tornou um dos símbolos mais importantes de Ouro Preto.Em celebração aos 315 anos da cidade, esta reportagem especial mergulha na história do teatro mais antigo das Américas em funcionamento. Dê o play e embarque nessa viagem pela história, pela arte e pela memória de uma das construções mais emblemáticas da cidade.Ficha TécnicaProdução: Manuela ResendeEdição de Texto: Elis CristinaEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi e Elis CristinaFotos: Isabela Vilela e reprodução site casa da ópera
Episodio en video: https://youtu.be/4dyT0uC9Hfo En este capítulo reaccionamos a varios videos virales relacionados con musica, como el mega remix de my last resort de papa roach, la opera perruna y el sonidote. Únete a nuestro grupo de Facebook: https://www.facebook.com/groups/1012646383467657 Síguenos:https://www.instagram.com/musicosdesillonpodcast/https://twitter.com/musicosdesillonhttps://www.facebook.com/musicosdesillon/
Jaume Segalés y su equipo comentan asuntos de la actualidad y traen las mejores recomendaciones culturales.Evaluación de riesgos en los edificios afectados por los terremotos en Venezuela El pasado miércoles 24 de junio de 2026 Venezuela sufrió la sacudida de dos grandes terremotos sucesivos. El norte y el centro del país fueron las zonas más afectadas por estos sismos de magnitud 7,2 y 7,5. Tras una catástrofe así, el rescate de las víctimas se vuelve la prioridad absoluta. Un desastre que ha provocado, al menos, 1.450 muertos, 3.150 heridos y miles de desaparecidos. La Guaira ha sido el estado más afectado, con ciudades como Catia La Mar en la que se ha producido el desplome completo de estructuras residenciales de varios pisos. La capital, Caracas, sufrió también graves daños materiales y escenas de pánico. Además, se están produciendo réplicas constantes. Más de 430 desde el evento principal, llegando a alcanzar magnitudes de 5,1. Miles de rescatistas de todo el mundo trabajan entre toneladas de escombros. Equipos de España (como la UME y el ERICAM), Estados Unidos, El Salvador, México y República Dominicana cooperan activamente en el terreno. Unas tareas de rescate que se realizan en decenas de edificaciones e infraestructuras derruidas. Por ello resulta clave evaluar el riesgo que presentan los edificios y conocer los posibles espacios de supervivencia en estructuras colapsadas. Entrevistamos al profesor de la Escuela Técnica Superior de Edificación de la Universidad Politécnica de Madrid, Gregorio García López de la Osa. Festival Ópera a quemarropa Tercera edición de este ciclo de conciertos dedicado a la ópera de cámara e impulsado por la Comunidad de Madrid. Del 3 al 18 de julio, el evento acercará este género a nuevos públicos en espacios íntimos y accesibles de tres ciudades Patrimonio Mundial de la región: Aranjuez, Alcalá de Henares y San Lorenzo de El Escorial. El festival destaca por combinar la vanguardia, estrenos absolutos y el rescate del repertorio musical. Durante el primer fin de semana, destacan obras como Svadba (una boda a capela de Ana Sokolović) y Klara (de Pedro Halffter). La programación central incluye varias propuestas como: Estètica i massacre. 10 de julio en el Teatro Auditorio de San Lorenzo de El Escorial. Pericca e Varrone (La dama spagnola ed il cavalier romano). Una recuperación del repertorio barroco de Alessandro Scarlatti (1714) que interpretará el grupo La Madrileña, el 10 y 11 de julio. La clausura del amor: Estreno mundial de la obra del director francés Pascal Rambert con música de Reyes Oteo, prevista para el 17 y 18 de julio. Entrevistamos a Ruth González, co-directora del festival.
Parlem d'Òpera 654: "Comiat setzena temporada"
V profesionálnom športe nie je vôbec pravidlom, že úspešný hráč dokáže plynule prejsť do roly špičkového funkcionára. Bývalý slovenský reprezentant Peter Sedmák je žiarivým príkladom toho, že tvrdá práca a odhodlanie fungujú nielen na palubovke, ale aj v manažérskom kresle. Svoju hráčsku kariéru vymenil za oblek a v súčasnosti pôsobí ako generálny manažér prvoligového Hradca Králové.O náročnom prerode z lídra kabíny na šéfa klubu, o nevyspytateľnom svete športového biznisu, ale aj o zákulisí vyjednávania s hráčmi či budovaní vzťahov so sponzormi, prišiel úspešný funkcionár porozprávať do najnovšej epizódy podcastu Pod košom, ktorým sprevádza Tomáš Kotlárik.Prechod na manažérsku stoličku nebol pre rodáka z Popradu úplne priamočiary, no do novej úlohy sa zahryzol s rovnakou vervou, s akou kedysi bojoval pod košmi. V rozhovore priznáva, že kým hráč sa stará primárne o svoje telo, herný režim a výkony, manažment žije v neustálom strese, keďže musí zabezpečiť chod celej organizácie.Na otázku moderátora, či je náročnejšie ubrániť na ihrisku útočiaceho súpera, alebo presvedčiť investora, aby podporil basketbal, má zocelený Slovák jasnú odpoveď. „Určite investora. Toho protihráča v obrane môžete faulovať a zabrániť tak košu, ale presvedčiť v dnešnom svete niekoho, aby dal svoje peniaze do klubu, je zložité,“ vysvetľuje Peter Sedmák úskalia svojej každodennej profesie.V diskusii sa nevyhol ani porovnaniu svojej hráčskej generácie s tou súčasnou. Ako typický pracant, ktorý si svoje miesto vždy musel tvrdo vybojovať, nikdy nevyhľadával žiaru reflektorov a sústredil sa výlučne na čiernu robotu pre tím. Dnes, z pozície manažéra, ktorý spolu s trénerom skladá káder a analyzuje potenciálne posily, vníma obrovský vplyv sociálnych sietí.Tie podľa neho neraz skresľujú realitu a niektorým mladým hráčom dávajú pocit falošnej hviezdy bez adekvátnej driny. „Dnes to majú chalani do istej miery zadarmo a basketbal pre nich nie je takou prioritou. Niektorí majú pekný Instagram, ale keď sa na nich pozriete a viete, ako reálne vystupujú a hrajú, tak to úplne nie je ono,“ hodnotí s úprimnosťou bývalý pivot.Pre basketbalových fajnšmekrov bude určite mimoriadne atraktívna aj pasáž, v ktorej Peter Sedmák spomína na svoj netradičný angažmán v Spojených arabských emirátoch. Dozviete sa aj, prečo mu vážne zranenie kolena v exotike paradoxne zmenilo prístup k vlastnému telu a predĺžilo kariéru o 8 rokov, prečo odmietol lukratívnu ponuku zo Švajčiarska, a aké má smelé vízie s hradeckým klubom po vzore veľkých európskych značiek.Na záver rozhovoru odhalí aj svoje myšlienky o blížiacom sa sviatku slovenského basketbalu v Spišskej Novej Vsi a taktiež naznačí, či ho v budúcnosti uvidíme pracovať aj vo farbách slovenskej reprezentácie. Ak chcete spoznať realitu riadenia profesionálneho klubu a vypočuť si inšpiratívny príbeh muža, ktorý tomuto športu zasvätil celý život, neváhajte a pustite si mimoriadne pútavú najnovšiu epizódu podcastu Pod košom na ŠPORT.sk.
O maestro Edilson Ventureli, diretor-executivo do Instituto Baccarelli, nova entidade homologada para gerir o Complexo Theatro Municipal de São Paulo pelos próximos cinco anos, afirmou que as futuras montagens de ópera não terão conteúdo político ou identitário.A declaração marca uma mudança de rumo na linha editorial do espaço.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#TheatroMunicipal #TeatroMunicipalSP #CulturaSP #GestãoCultural #PolíticaNaArte #Cultura #Arte #PodcastDeNoticias #NoticiasSP #SaoPaulo #DebateCultural #MusicaClassica #Opera #CulturaPaulista #Atualidades #Polemica #PodcastBr #BastidoresDaCultura #ArteSemPolitica #CulturaEmPauta
I am delighted to reconnect with Dr. Nicole LePera today. Trained in clinical psychology, she is a holistic psychologist whose work explores the interconnections among the mind, body, and soul, incorporating holistic lifestyle and psychological wellness practices. She has written multiple New York Times bestselling books, most recently Reparenting the Inner Child. In today's conversation, we unpack what the inner child really means from a clinical perspective. We explore how understanding your childhood wounds intellectually differs from truly re-parenting yourself at the nervous system level, and how perimenopause and menopause influence the way we view the world. We look at ACE scores and the biology of childhood adversity, how ACE scores measure what happened to us, but fail to measure resilience, protective factors, or the capacity for healing. We examine how reactive parents shape our nervous system, and how that shows up as hypervigilance, emotional scanning, and self-erasure, and how the fawn response can lead to chronic people-pleasing, relentless accommodation, and an inability to say no. We also cover how epigenetics and lifestyles influence behavioral patterns, critical parenting, stress addiction, gut-brain dysregulation, and the disruptive effects of vagal tone gadgets. This is truly one of those must-listen conversations! I love Dr. LePera's grounded and practical approach to helping people work through their childhood experiences and advocate for themselves. IN THIS EPISODE, YOU WILL LEARN: How childhood wounds become stored in the nervous system rather than just the mind Why understanding your dysfunctional habits intellectually will not change the emotional patterns that drive them How perimenopause and menopause can magnify unresolved emotional patterns What ACE scores measure and what they fail to capture How reactive parenting can lead to hypervigilance and emotional scanning, even in safe environments Dr. LePera describes the fawn response and explains how children learn to over-accommodate others, suppress their own needs, and avoid conflict. How chronic stress becomes a learned response, and how stress responses can be passed across generations How chronic stress and a dysregulated nervous system can influence gut function and microbiome balance Why it's essential to return your attention to your body in the present moment to begin healing Connect with Cynthia Thurlow Follow on X, Instagram & LinkedIn Check out Cynthia's website. Submit your questions to support@cynthiathurlow.com Join other like-minded women in a supportive, nurturing community: The Midlife Pause/Cynthia Thurlow. Purchase Cynthia's book, The Menopause Gut. Cynthia's Intermittent Fasting Transformation Book The Midlife Pause Supplement Line Connect with Dr. Nicole LePera Website Social media platforms: @The Holistic Psychologist Self Healers Circle (Membership community) Purchase a copy of Dr. Pera's latest book, Reparenting the Inner Child.
El tenor mexicano Ramón Vargas viene a promover sus próximas presentaciones que se llevarán a cabo los próximos 28 y 31 de mayo y, el 4 y 7 de junio en el Palacio de Bellas Artes con la ópera Werther de Jules Massenet.
Fernando Velázquez, compositor de algunas de las bandas sonoras más reconocidas del cine español, da un nuevo paso en su carrera con Los Estunmen, su primera ópera.Autor de la música de Lo imposible, El orfanato, Ocho apellidos vascos o Un monstruo viene a verme, el compositor debuta en el universo operístico con un proyecto impulsado por el Teatro Real y el Gran Teatre del Liceu.En El ojo crítico repasamos su trayectoria, sus premios y este nuevo reto creativo.Junto a Fernando, también hemos contado con la historia de amor de Siri Husvedt y Paul Auster con Historias de Fantasmas, el último libro que nos recomienda Lara Hermoso y Vicente Monroy nos vuelve a adentrar en el Studio Ghibli, el estudio de animación que cambió el cine en Japón, premio Princesa de Asturias de Comunicación y Humanidades.Escuchar audio
En su currículum se dice que Eloy Martínez de la Pera es comisario, productor y diseñador de exposiciones de arte y moda. Él, sin embargo, prefiere autodefinirse como "Amante de la belleza" o "Enamorado de las historias de otros". Diplomático de carrera, adicto incurable a la lectura, la pintura y la música desde su infancia, en 2003 decidió poner punto y final a su labor diplomática para dedicarse a diseñar y comisariar exposiciones en las que el mundo de la moda y el arte se sugieren y se complementan en favor de la belleza y la cultura. Al fin y al cabo, como recuerda Eloy de la Pera, "La moda busca la inspiración en el arte, mientras este le debe a la moda la posibilidad de sobrevivir al paso del tiempo"
Esta mañana el programa Hoy por Hoy ha celebrado en la Sala de Columnas del Círculo de Bellas Artes de Madrid los 100 años de esta institución en este edificio situado en el número 42 de la calle de Alcalá de la Capital de España. Para ello, la escritora Marta Sanz y el antropólogo Manuel Delgado, han reflexionado en una edición especial de 'El Rincón y la esquina' sobre todos los significados posibles de la palabra círculo. Además 'El viaje de ida', de Pepe Rubio ha recorrido todos los recovecos históricos y las opiniones expertas de un edificio que desde 1926 acoge a una de las más importantes casas de la cultura, la palabra y la opinión libre de nuestro país. Por último en 'La Charla' de los miércoles, Angels Barceló ha conversado con Eloy Martínez de la Pera, el comisario, diseñador y productor de exposiciones de arte y moda más influyente del mundo.
Nueva entrega de DADOS & MOÑECOS. Hoy tenemos un menú variado: Os contamos qué nos ha parecido el librojuego interactivo 'La ciudad de la carpa bailarina', reseñamos el módulo para Delta Green "Una noche en la ópera", os contamos todo lo que sabemos sobre la nueva colección de Salvat, Warhammer Age of Sigmar: Spearhead, y seguimos reseñando los fascículos de Combat Patrol. · La ciudad de la carpa bailarina https://goo.su/8UGYzKV · Una noche en la ópera https://goo.su/pFmE9g Enlaces: https://linktr.ee/reservademana
John 12:1-11, Holy Monday
JW & Company---Jeffrey and CA's DaMichael Cole discuss Adam Silver talking about Pera, the Grizzlies & Nashville stuff
Después de tres temporadas, Sastre y Maldonado se asoma a un riesgo de cisma sin vuelta atrás a cuenta de cuál es la mejor fruta. Se habla de otras cuestiones, todas candentes, de la educación y de cómo se estudia en los institutos la guerra civil y el lenguaje connotativo, pero todo queda eclipsado por la gran trifulca.
#ElGranMusical | Martín Terán. Jesucristo Superstar, la obra de ópera rock by FM Mundo 98.1
19. yüzyılda Beyoğlu-Pera'da eğlenceler, karnavallar, hizmetler ve başka şeyler…
Así es. Wagner es la viva imagen del drama humano fundido en el infinito musical. Es el preludio de la modernidad y, al mismo tiempo, ese eco del 'anhelo infinito'. Junto a Jesús Callejo descubriremos en el cronovisor de esta semana algunos de los secretos de la obra de Wagner que han marcaron su época y los tiempos que lo continuaron
En este episodio platicamos sobre Timothee Chalamet y la ópera, así como lo que esperamos de los premios Óscar. Conduce: Fausto Ponce.Colabora: Carlos Andrés Mendiola, Daniel Villamil y José Noé Mercado.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/permanencia-involuntaria--2789464/support.Permanencia Involuntaria es creado y conducido por Fausto Ponce. Permanencia Involuntaria está disponible en Spreaker, Youtube, iVoox, Amazon Music, Spotify, Apple podcasts y más. Permanencia Involuntaria es un proyecto que forma parte de la revista digital Alta Fidelidad Magazine.
1831 Büyük Pera Yangını'nın nasıl çıktığı, suçluların yakalanıp cezalandırılması, yangın sonrası Büyükdere'de görülen hava olayları, eşi görülmemiş dolu yağışı ve başka şeyler...
O Oscar 2026 tá chegando e a vó já entrou no clima. Hoje te conto a fofoca do Timothée Chalamet e dou indicações legais de musical e filmes para você apreciar. -
Sofi por fin ve la temporada 4 de Bridgerton, Fa sangra en el dentista y ambas comparten sus rom-coms favoritas.
En el siglo XVII, la ópera saltó de los palacios a los teatros públicos con montajes que deslumbraban al público
La ópera no es solo música, es drama, pasión y emociones allímite. Gerardo Kleinburg, escritor y promotor musical nos cuenta sobre esas canciones de ópera quehablan de amor y tragedia: historias que estremecen, que hacen llorar y que muestran cómo elamor puede ser sublime y horrendo al mismo tiempo.
In the latest episode of Clause 8, recorded in December 2025, Eli Mazour sits down with Peter-Anthony Pappas, Director of Intellectual Property Policy for the U.S. Senate Committee on the Judiciary under Senator Thom Tillis, at a moment when the USPTO's direction is in significant alignment with what Senator Tillis and Senator Chris Coons have been working toward since reviving the Senate IP Subcommittee in 2019. Under new USPTO leadership, the agency has taken meaningful steps to strengthen patent rights over the last year—from significantly reining in the role of the PTAB in invalidating patents to bringing greater clarity to how Section 101 is applied within the USPTO. But as Peter-Anthony explains, while the steps taken by the agency are promising agency action alone is prone to change and limited to what happens at the USPTO.That's where Senator Tillis comes in. Peter-Anthony walks through how PREVAIL and PERA will lock in much of the what the USPTO is doing and provide long-term certainty for innovators. The conversation explores the progress made last Congress, where the sticking points remain, and what it will take for the legislation to finally pass during Senator Tillis final term.Peter-Anthony is candid about the reality of iterative progress – the coalition building, education, and compromise required - as well as the entrenched interests who have resisted all legislative efforts. At the same time, he describes the slow but meaningful momentum he's seeing, and why this moment presents an opportunity for the USPTO, Congress, and stakeholders to work together. Before being chosen as USPTO's acting Director, Coke Morgan Stewart sounded a similar note of optimism about a second Trump administration supporting bi-partisan patent bills.Peter-Anthony brings a rare vantage point to that assessment. Before coming to Capitol Hill, he served as a frontline Patent Examiner, a Supervisory Patent Examiner, PTAB Branch Chief, and Special Advisor to former USPTO Director Andrei Iancu. He shares the story of following that path and provides insights into how that experience gives him a unique understanding of how patent policy works in practice and what it takes to make meaningful, long-term changes.The episode also touches on other IP issues at the top of Senator Tillis' agenda, including copyright and AI, commercial piracy, and performance rights — including Peter-Anthony's role in planning a recent IP Subcommittee hearing that drew attention for testimony from Gene Simmons.Eli and Peter-Anthony also discuss their shared North Jersey roots, and how they first met while Peter-Anthony was at the USPTO.
Text Us Your Feedback! (Likes, Dislikes, Guest/Conversation Recommendations). What happens when the man you love breaks your trust—and then chooses to fight for his integrity?In this deeply honest episode of the ManKind Podcast, Boysen sits down with Craig and Michelle Perra, co-founders of the Mindful Habit System—a revolutionary behavior change model that's helped thousands of men break free from sex and porn addiction, not through shame, but by building habits of integrity, accountability, and self-leadership.Craig shares his descent into secrecy, addiction, and rock bottom—and how Michelle stood in her power, not to save him, but to save herself. Together, they share the hard-earned wisdom of doing the deep work: navigating betrayal, reclaiming trust, and showing up in partnership with radical honesty.The Mindful Habit System isn't 12-step. It's not religion-based. It's a structured, practical approach to long-term change—one that addresses not just compulsive behaviors, but the root causes: shame, trauma, emotional repression, and disconnection. For partners, it offers a parallel path to healing and empowerment, independent of their loved one's success or failure.This episode explores what it means to live sexually in integrity, why communication without defensiveness is so attractive, and how men and couples can rebuild stronger than ever—one choice at a time.
Hour 2--Gabe Kuhn Show Tuesday 1/27/26--Christian Fowler from Bluff City Media talks about Pera, Grizz & SB LX + Gabe ranks NFL Coach Hires... listen to find out who is #1-#7
Hour 2--J&J Show Wednesday 1/28/26--Sam Hardiman, Daily Memphian, on Pera, Russia, Memphis weather, MLWG + Giannis trade time?
(1) Pera report, Grizz vs. Rockets, All-Star dunk contest, & Dabol to Titans? (2) J&J discuss Pera's time at the Grizzlies, Tony Allen 1-on-1 event (3) J&J on NBA and the Pera story from Pablo Torre
(1) J&J discuss Pablo Torre Hunterbrook reports on Pera's Ubiquiti Russia stuff (2) J&J with more on Pablo Torre Hunterbrook report & Grizz v Houston x tank?