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Em ano eleitoral, muita gente presta atenção apenas na escolha de presidente e governador. Mas deputados estaduais, deputados federais e senadores tomam decisões que impactam diretamente a gestão pública e a vida da população. Este episódio do Politiza explica o papel do Poder Legislativo, as diferenças entre os cargos em disputa em 2026 e por que Minas Gerais vai eleger dois senadores nesta eleição.A convidada é Magna Inácia, professorae especialista em política e democracia, com apresentação dos jornalistas Grazielle Mendes e Heitor Peixoto.
Venâncio Mondlane acaba de ser eleito presidente da Aliança Nacional por um Moçambique Livre e Autónomo, Anamola, por unanimidade dos delegados presentes no momento da votação na primeira Convenção Nacional do partido que foi realizado em Nampula, no norte de Moçambique. Em entrevista à RFI, Venâncio Mondlane afirmou que o Anamola pretende tornar-se, até 2029, "o maior partido político da história democrática de Moçambique" e defendeu, ainda, a criação de uma "Escola Anamola" para formar quadros nas áreas da governação e das novas tecnologias. Questionado sobre o processo de diálogo nacional inclusivo e a gestão do Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, o líder do Anamola acusa-o de promover a exclusão política e de ignorar denúncias de violência contra membros do Anamola. Mondlane confirmou, ainda, que pretende candidatar-se às eleições presidenciais de 2029. RFI: Esta eleição à presidência do Anamola era previsível. Era o único candidato à presidência do partido que fundou em Agosto do ano passado e que presidia interinamente. Portanto, não foi uma surpresa para si. Venâncio Mondlane: É verdade que era a única candidatura, mas havia sempre duas possibilidades: a de votar em branco ou votar na única candidatura disponível. E aí podiam acontecer duas hipóteses: ou ser eleito ou não ser eleito. Fui o único candidato exactamente porque durante o período da submissão de candidaturas não houve uma manifestação de candidaturas alternativas, mas claramente nós tínhamos um regulamento que permitia que qualquer membro do partido, independentemente do escalão que se encontrasse, podia concorrer livremente, porque não haviam termos de referência draconianos que criassem qualquer espécie de impedimento. E quais são as linhas estratégicas do Anamola? Primeiro, queremos, até 2029, ser o maior partido político de toda a história democrática de Moçambique. Segundo, queremos continuar - porque já o fazemos - a liderar a propositura de políticas públicas para o país. Três, queremos continuar a liderar também as iniciativas legislativas, isto é, propostas submetidas para o Poder Legislativo que já lideramos neste momento. Quatro, queremos continuar a ser o partido mais moderno, mais tecnológico e inovativo do país. Cinco, neste momento, há uma nova configuração política em Moçambique e o único partido verdadeiramente de massas de Moçambique é o Anamola. E nós queremos continuar a ocupar esse espaço. Por último, em termos daquilo que é o nosso projecto para Moçambique, queremos fazer a correcção de um erro histórico de 50 anos, que é tornar Moçambique um país verdadeiramente democrático, um Estado que promove as liberdades e o respeito pelos direitos humanos. E queremos também aquilo que se chama de ‘rule of law'. Quer dizer, queremos uma economia baseada essencialmente num Estado de direito democrático que permita a livre concorrência, a liberdade dos empresários e permita também a redução da carga de impostos e de taxas. A carga fiscal, que é draconiana, está a O país prepara-se para eleições autárquicas em 2028 e eleições gerais em 2029. Quais são os planos do Anamola para as autárquicas? Há alguma hipótese do partido ser eleito? Hipóteses bastante grandes e muito substanciais. Curiosamente, durante algum tempo, fomos cognominados como um partido do Facebook, das redes sociais. Mas nos últimos meses essa tese caiu por terra. Já ninguém a defende. Portanto, nós estamos implantados em todo o território nacional e não só nas zonas urbanas e suburbanas, mas até nas zonas rurais. Nós temos uma implantação muito forte. Isso significa o quê? Significa que estamos disponíveis a concorrer em todas as autarquias. Portanto, nós temos agora, mais ou menos, 65 autarquias em Moçambique e vamos concorrer em todas. Neste momento, a nossa crença, por aquilo que tem sido a retroalimentação que vem das bases, temos condições de ganhar a maior parte das autarquias em Moçambique. No seu primeiro discurso após a eleição à liderança de Anamola disse: "Uma vitória eleitoral é fácil. A coisa mais importante é preparar-nos tecnicamente, psicologicamente e emocionalmente para podermos fazer a transformação do que o país precisa”. Na prática, o que é que isto quer dizer? Quer dizer que nós temos que preparar os nossos quadros para o trabalho técnico, tecnocrata, que é a essência da governação. A solução é exactamente a parte mais forte do manifesto que eu apresentei: a escola Anamola. Queremos formar quadros em várias matérias, pilares fundamentais da governação, mas também com uma componente extremamente interessante que são as tecnologias de informação e comunicação. Temos neste momento alguns consultores e simpatizantes que estão fora de Moçambique, já temos acordos firmados para passarem a ser também docentes, consultores e conselheiros desta escola. É nesta escola que temos um plano de uma formação intensiva de dois anos que nos permite projectar que, até 2028, vamos ter capacidade de técnicas e humanas no partido, capazes de fazer uma gestão de acordo com o nosso discurso político. Abriu mão das bandeiras que ergueu no período das eleições gerais de Outubro de 2024, eleições cujos resultados não reconhece? Foi um percurso que nós atravessámos, em que nós, transitoriamente, tivemos que assumir um acordo de uma parceria política para fazer uma frente política para aquele momento, aquela circunstância em concreto. Logicamente que depois houve vários episódios - que não vale a pena aqui falar - que nos levaram, auscultando o público, os eleitores e os próprios membros do meu projecto político, que tínhamos que avançar para um projecto político original, genuíno. Então, neste momento, o meu foco, o foco dos nossos membros seguidores, é exactamente neste projecto jovial que é o partido Anamola. Mas para que é que serve o diálogo nacional inclusivo? A gestão de Daniel Chapo é mais aberta à oposição do que era à anterior? O diálogo político inclusivo é uma iniciativa fenomenal. Tudo partiu, em Novembro de 2024, com uma carta que eu escrevi ao antigo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, em que eu fazia uma proposta de uma agenda para um debate nacional alargado sobre as bases do futuro de Moçambique. Foi essa carta que serviu de base para aquilo que foram as linhas mestras daquilo que veio a ser conhecido como acordo político. É por isso que, apesar do Anamola estar excluído da comissão técnica que está a fazer a gestão, a recolha dessas propostas de reformas, nós apresentamos a nossa proposta de reformas. Um documento com pouco mais de 400 páginas onde mostramos o que é que pretendemos em termos de reforma fiscal, eleitoral, política, da Constituição e várias áreas. Nós submetemos a este organismo do qual nós estamos excluídos. Agora, em relação a esta terceira parte, Daniel Chapo, eu penso que vai ficar na história, como aquele que concretizou o sinistro da muralha do diálogo em Moçambique. Não restam dúvidas. E os números falam por si. Portanto, não vou fazer politiquice. O Anamola, em menos de um ano de existência, foram assassinados 56 membros seniores do partido. Isto nunca aconteceu em nenhuma fase da história democrática desse país, mesmo nos períodos que havia hostilidades militares entre o Governo e a Renamo, nunca aconteceu. 56 pessoas foram assassinadas e isto está a acontecer com Daniel Chapo. Este é o primeiro ponto. O segundo ponto é que nós, logo depois do registo do nosso partido, apresentamos uma proposta ao próprio Daniel Chapo em que sugerimos a integração do Anamola dentro da comissão técnica que está a gerir o diálogo. E fundamentamos a razão e ainda apresentamos uma proposta de revisão da lei que operacionaliza o diálogo político. Nós apresentámos isso. Ele nunca respondeu em mais de sete meses. Isto mostra claramente que é uma pessoa fechada, que é uma pessoa que, até certo ponto, está apadrinhando a exclusão do Anamola e a exclusão de outras forças políticas. E mais grave do que isso: que está apadrinhando, ainda mais, a violação de direitos humanos graves. Nós submetemos ao próprio Presidente da República um relatório detalhado sobre os casos de violência grave que o nosso partido, os membros do nosso partido sofreram. São cerca de 450 casos graves de violação de direitos humanos. Ele nunca respondeu em sete meses, nunca. Sobre essa questão, em parceria com outros meios de comunicação social, a RFI publicou uma série de reportagens denominadas “Mozambique Exposed”. Nessa investigação foi possível constatar uma relação entre o desaparecimento ou morte de jornalistas e membros da oposição, desde Outubro de 2024, e o envolvimento das forças de segurança moçambicanas. Concorda com esta ligação? Efectivamente, há mão das Forças Armadas moçambicanas nestas mortes, nestes desaparecimentos? Eu estou plenamente de acordo. E não estou de acordo apenas do ponto de vista político, os números também o dizem. Temos um jornalista que também fazia parte do nosso projecto político, que é o Arlindo Chissale, que fez um trabalho fenomenal, educativo, sobre a estrutura da fraude que aconteceu em Moçambique. Ele desapareceu misteriosamente em Cabo Delgado. Ele vivia em Cabo Delgado e Nampula e nós submetemos várias denúncias sobre este caso. Nota-se claramente que o modus operandi em que o Arlindo Chissale desapareceu, foi torturado… A 07 de Janeiro de 2025. Exactamente. O modus operandi é factual e mostra claramente que são as forças de defesa e segurança, as forças especiais da força de defesa e segurança, que o fazem. Há uma força especial, muito concreta, da polícia que executa esse tipo de operações: o Grupo de Operações Especiais e, também, o SERNIC está envolvido nisto. Portanto, eu estou plenamente de acordo. Plenamente de acordo por aquilo que observei. Plenamente de acordo por aquilo que nós testemunhamos dentro do nosso projecto político e também pelas várias sensibilidades e figuras insuspeitas de Moçambique que dizem a mesma coisa. Admite candidatar-se, voltar a candidatar-se à Presidência da República em 2029? Sem sombra de dúvida. Quanto a isso, não vou ter rodeios. Vou dizer claramente que sim, porque neste momento, tudo o que me foi transmitido pelos membros do partido, os eleitores, a população em geral - nós temos estado constantemente em contacto permanente com o povo - aquilo que é o aconselhamento, as recomendações que vêm, todas elas, indicam de que nós temos que avançar para a candidatura presidencial.
Em Portugal, o Governo avança com uma reforma da contratação pública e do Tribunal de Contas que divide opiniões. José Eduardo Martins defende que o visto prévio do TC é um obstáculo desnecessário, lembrando que nenhum dos países com melhores índices de transparência adota este mecanismo. Pedro Delgado Alves reconhece a necessidade de reforma, mas alerta para excessos na proposta, nomeadamente nos limiares de consulta prévia para empreitadas até 1 milhão de euros, e critica a postura do Tribunal de Contas ao produzir vídeos argumentativos contra propostas pendentes no Parlamento. No plano internacional, a cimeira entre Xi Jinping e Putin e a visita americana à China revelam um mundo em recomposição: os Estados Unidos mostram sinais de enfraquecimento estratégico enquanto China e Rússia estreitam laços. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 21 de maio. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
El ajuste ministerial sigue generando intensas reacciones en el Congreso. En este bloque de Sonar Informativo, conversamos con la diputada del Frente Amplio, Gael Yeomans, quien manifestó duras críticas hacia la conducción del Ejecutivo en materia de orden público. Respecto al nombramiento de Martín Arrau en la cartera de Seguridad, la parlamentaria acusó falta de preparación: "Demuestra que hay una improvisación total, en un área sensible como es seguridad que se supone iba a ser su principal prioridad". Asimismo, adelantó la postura que tomará el Poder Legislativo frente a la nueva autoridad: "Lo que le corresponde al Congreso es exigirle a este nuevo ministro que muestre un diseño, un plan y que se haga cargo de la situación".
O pequeno atleta Joaquim de Souza Geremias, de apenas quatro anos, vem conquistando espaço e admiração no tradicionalismo gaúcho por meio da modalidade Vaca Parada. Natural de Lauro Müller, o menino já acumula cerca de 30 títulos em competições realizadas nos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, tornando-se destaque entre os jovens laçadores da categoria Piazinho, voltada para crianças de 0 a 4 anos. Filho de Maicom Antônio Geremias e Lenise de Souza Geremias, Joaquim demonstrou desde muito cedo uma forte ligação com a cultura campeira. Ainda pequeno, brincando com vacas, bois e sua inseparável cordinha, já dava sinais da paixão pelo laço comprido e pelo universo tradicionalista. Entre as principais conquistas da jovem trajetória estão o título estadual de 2024, representando a 6ª Região Tradicionalista, além do bicampeonato internacional do Caverá, conquistado em Araranguá. O desempenho do menino tem chamado atenção não apenas pelos resultados, mas também pela dedicação demonstrada diariamente nos treinamentos. Segundo os pais, o amor pelos cavalos e pela Vaca Parada faz parte da rotina do pequeno atleta. Após retornar da creche, Joaquim costuma passar boa parte do tempo treinando armadas com sua vaca parada, sempre com entusiasmo e determinação. O reconhecimento ao talento e à dedicação veio também do Poder Legislativo. Nesta semana, a Câmara de Vereadores de Lauro Müller concedeu uma Moção de Aplausos ao menino. A homenagem destaca não apenas os títulos conquistados, mas também o incentivo familiar e a valorização das tradições gaúchas cultivadas desde a infância. Nesta quinta-feira (14), Joaquim e os pais participaram de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias, onde compartilharam detalhes da rotina intensa de competições e dos próximos desafios do pequeno laçador. Conforme a família, praticamente todos os finais de semana são dedicados aos rodeios e competições. Entre os próximos compromissos estão eventos em Rio Jordão, Gaspar, Criciúma, São Ludgero e Turvo. Durante a entrevista, os pais destacaram que a paixão pelo tradicionalismo já faz parte da vida da família, mas hoje é Joaquim quem motiva todos a seguirem a rotina das competições. “Antes nós levávamos ele para incentivar, agora ele leva nós”, comentou o pai, Maicom. Entre as lembranças mais marcantes da trajetória do menino, a família relembra o título estadual conquistado em Jaborá e também uma competição em Nova Veneza, quando Joaquim, ainda com apenas três anos, acertou dez armadas consecutivas sem erros. Outro momento especial citado pelos pais foi a participação em Vacaria, um dos rodeios mais tradicionais do país, onde Joaquim conquistou a quarta colocação. A expectativa da família é retornar futuramente ao evento em busca do tão sonhado título. Com carisma, dedicação e amor pelas tradições gaúchas, Joaquim segue escrevendo uma trajetória promissora no tradicionalismo, levando o nome de Lauro Müller para importantes rodeios do Sul do Brasil.
Neste vídeo, analisamos os fatos que levaram à histórica reprovação de Jorge Rodrigo Araújo Messias pelo Senado Federal para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Pela primeira vez em mais de um século, uma indicação presidencial à Suprema Corte é rejeitada pelo Poder Legislativo. Detalhamos a trajetória do atual Advogado-Geral da União, desde sua ascensão técnica nos governos petistas até os episódios polêmicos que marcaram sua gestão na AGU, como a criação da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia e sua postura frente à regulação de plataformas digitais. Investigamos os bastidores da sabatina, os principais pontos de resistência dos senadores e o que este resultado significa para o equilíbrio entre os Poderes e para a próxima escolha do Presidente da República. __________
Este episódio do Podcast 15 Minutos investiga os novos desdobramentos da Operação Compliance Zero, que apura a relação entre o senador Ciro Nogueira (PP - PI) e o banqueiro Daniel Vorcaro no contexto das investigações sobre o Banco Master. A apuração jornalística detalha indícios de que o parlamentar teria recebido vantagens indevidas, como repasses mensais e o custeio de viagens internacionais de luxo, em troca de apoio a interesses da instituição financeira no Poder Legislativo.
O Presidente recebe a UGT, antes da decisão final sobre a revisão do Código Laboral. Terá Seguro um papel nesta negociação ou resta-lhe vetar o que o Parlamento aprovar. Nesta Comissão Política, analisamos as opções Incomodada com a pressão do Presidente, a UGT vai a Belém esta semana, antes da sua decisão final sobre as negociações. Neste episódio da Comissão Política, analisamos as opções da central sindical, do Governo e do próprio Presidente, sobre uma legislação que já teve destino quase traçado, mas que ainda terá várias sequelas. Comentários de Eunice Lourenço, Rita Dinis e Vítor Matos, com moderação de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Professoras, donas de casa, empresárias. Todas elas tiveram seus momentos de emoção na noite de segunda-feira (9), na Câmara de Vereadores. Durante Sessão Solene, nove delas foram homenageadas em função da passagem do Dia Internacional da Mulher, lembrado em 8 de março. Para receber a lembrança do Poder Legislativo, bastava uma única condição: ser mulher. Desta forma, os nove vereadores escolheram pessoas do sexo feminino para receber um ramalhete de flores e um certificado. Em nome das homenageadas, fez uso da palavra a empresária Astrid Barato, que agradeceu a homenagem e destacou a importância do reconhecimento às mulheres que atuam em diferentes áreas da sociedade. Representando o Poder Legislativo, a vereadora Ema Hofmann Benedet também se pronunciou, ressaltando a relevância da data e a contribuição das mulheres para o progresso do município. A Resolução que tem o objetivo de homenagear anualmente, nove mulheres do município de Lauro Müller, pela passagem do Dia Internacional da Mulher, foi criada em 2014, pela então vereadora Soraya Curcio Librelato. Determina também que a honraria seja entregue às homenageadas em Sessão Solene realizada próximo a data de 08 de março. As homenageadas foram: Por indicação da Vereadora Ema Hofmann Benedet: Janete Hofmann Rabelo; Por indicação do Vereador Glédson Assis de Oliveira: Janaína Vieira Kulkamp; Por indicação do Vereador Lindomar Cataneo: Astrid Barato; Por indicação do Vereador Marcelo Alves: Silvia Vargas; Por indicação do Vereador Ricardo Fontanella: Claudinea Miranda Pereira Feltrin; Por indicação do Vereador Rodrigo Dias: Sirlei das Graças Mendes Dias; Por indicação do Vereador Tarcísio Padilha dos Santos: Larissa Borges dos Santos; Por indicação do Vereador Valdecir Miotello: Yolanda Eduvirges Gonçalves Buratte; Por indicação do Vereador Humberto Bittencourt Júnior: Maria Salete Vicente.
O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) articulou na Assembleia Legislativa de Santa Catarina a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Limpeza e do Desassoreamento do Rio Urussanga. A proposta surge diante dos prejuízos recorrentes provocados por alagamentos e enchentes que atingem municípios da bacia hidrográfica do rio. Os problemas afetam diretamente agricultores, áreas de plantio, lavouras, pastagens e diversas propriedades produtivas da região. Em períodos de chuva intensa, o rio costuma transbordar, provocando alagamentos, invadindo residências e até interditando vias públicas, impactando centenas de famílias. A Frente Parlamentar terá como objetivo promover a articulação entre o Poder Legislativo, o Executivo, prefeituras e a sociedade civil organizada. A meta é buscar ações efetivas de limpeza, desassoreamento, recuperação ambiental e gestão sustentável do rio e de seus afluentes. Além de Minotto, também integram o grupo os deputados José Milton Scheffer, Camilo Martins, Carlos Humberto Silva e Napoleão Bernardes. O deputado Rodrigo Minotto concedeu entrevista nesta sexta-feira, quando detalhou a criação da frente parlamentar e reforçou a importância da mobilização política e institucional para enfrentar os problemas históricos do Rio Urussanga.
Con el argumento de reducir costos y simplificar el sistema político, el Gobierno de México presentó una iniciativa de reforma constitucional en materia electoral. La propuesta plantea recortar en una cuarta parte el gasto del sistema, disminuir el número de legisladores y modificar el método para elegirlos. Para el politólogo de la UNAM, Francisco Reveles, si se aprueba, la consecuencia práctica podría ser un “regreso” a la lógica del partido hegemónico que caracterizó al PRI durante décadas. La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, impulsa así una reorganización del sistema electoral mediante un proyecto que ha generado polémica y que, según críticos, podría traducirse en una menor representación de la oposición en el Poder Legislativo. Desde su fundación en 1946 y hasta 1997, el Partido Revolucionario Institucional (PRI) mantuvo la mayoría en la Cámara de Diputados. No fue sino hasta 1977, con la creación de la representación proporcional —es decir, las curules asignadas según el porcentaje de votos obtenidos—, cuando la oposición comenzó a ganar una presencia más visible en el Congreso. Ese es, precisamente, uno de los mecanismos que la iniciativa de Sheinbaum busca modificar. Francisco Reveles, académico de la UNAM, advierte sobre las posibles efectos de este cambio. "Por ejemplo, en el caso de la Cámara de Senadores, según la propuesta de reforma electoral, quienes llegarían al Congreso serían muy probablemente los legisladores de Morena. Son ellos quienes han ganado la mayoría de las entidades del país en las elecciones recientes. La propuesta reconoce 32 senadurías de primera minoría, pero esa primera minoría podría corresponder a un partido aliado de Morena, no a uno opositor. Eso nos regresaría al periodo del partido hegemónico, como ocurrió con el PRI, cuando prácticamente no existía competencia real. Y cuando comenzó a abrirse la representación, ingresaban uno u otro partido. Pero, francamente, el Senado es el órgano con menos pluralismo en toda la historia política de México", subraya. "Es una medida políticamente correcta" La Cámara de Diputados conservaría sus 500 integrantes: 300 de mayoría relativa, como hasta ahora, aunque se plantean cambios en los 200 de representación proporcional, entre ellos la creación de ocho curules destinadas a mexicanos residentes en el extranjero. "Esa es una medida políticamente correcta, porque reconoce ese derecho, pero la verdad es que no ha tenido un impacto relevante. El activismo que pueden realizar los partidos fuera de México es limitado, y tampoco ha habido un gran interés de los mexicanos en el exterior por participar. Eso es lo que revelan los datos electorales", señala Reveles. El investigador considera, no obstante, que algunos puntos del proyecto podrían enfrentar obstáculos en el Congreso, ya que, además de la oposición, ciertos aliados de Morena han manifestado reservas. "En lo que se refiere a la integración del Congreso y al financiamiento público de los partidos, creo que esos dos temas no van a prosperar. Morena necesita el apoyo del PT y del Partido Verde, y esos grupos no están de acuerdo, porque serían los principales afectados", concluye. La propuesta, compuesta por diez puntos, será enviada al Congreso el próximo lunes 2 de marzo.
Con el argumento de reducir costos y simplificar el sistema político, el Gobierno de México presentó una iniciativa de reforma constitucional en materia electoral. La propuesta plantea recortar en una cuarta parte el gasto del sistema, disminuir el número de legisladores y modificar el método para elegirlos. Para el politólogo de la UNAM, Francisco Reveles, si se aprueba, la consecuencia práctica podría ser un “regreso” a la lógica del partido hegemónico que caracterizó al PRI durante décadas. La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, impulsa así una reorganización del sistema electoral mediante un proyecto que ha generado polémica y que, según críticos, podría traducirse en una menor representación de la oposición en el Poder Legislativo. Desde su fundación en 1946 y hasta 1997, el Partido Revolucionario Institucional (PRI) mantuvo la mayoría en la Cámara de Diputados. No fue sino hasta 1977, con la creación de la representación proporcional —es decir, las curules asignadas según el porcentaje de votos obtenidos—, cuando la oposición comenzó a ganar una presencia más visible en el Congreso. Ese es, precisamente, uno de los mecanismos que la iniciativa de Sheinbaum busca modificar. Francisco Reveles, académico de la UNAM, advierte sobre las posibles efectos de este cambio. "Por ejemplo, en el caso de la Cámara de Senadores, según la propuesta de reforma electoral, quienes llegarían al Congreso serían muy probablemente los legisladores de Morena. Son ellos quienes han ganado la mayoría de las entidades del país en las elecciones recientes. La propuesta reconoce 32 senadurías de primera minoría, pero esa primera minoría podría corresponder a un partido aliado de Morena, no a uno opositor. Eso nos regresaría al periodo del partido hegemónico, como ocurrió con el PRI, cuando prácticamente no existía competencia real. Y cuando comenzó a abrirse la representación, ingresaban uno u otro partido. Pero, francamente, el Senado es el órgano con menos pluralismo en toda la historia política de México", subraya. "Es una medida políticamente correcta" La Cámara de Diputados conservaría sus 500 integrantes: 300 de mayoría relativa, como hasta ahora, aunque se plantean cambios en los 200 de representación proporcional, entre ellos la creación de ocho curules destinadas a mexicanos residentes en el extranjero. "Esa es una medida políticamente correcta, porque reconoce ese derecho, pero la verdad es que no ha tenido un impacto relevante. El activismo que pueden realizar los partidos fuera de México es limitado, y tampoco ha habido un gran interés de los mexicanos en el exterior por participar. Eso es lo que revelan los datos electorales", señala Reveles. El investigador considera, no obstante, que algunos puntos del proyecto podrían enfrentar obstáculos en el Congreso, ya que, además de la oposición, ciertos aliados de Morena han manifestado reservas. "En lo que se refiere a la integración del Congreso y al financiamiento público de los partidos, creo que esos dos temas no van a prosperar. Morena necesita el apoyo del PT y del Partido Verde, y esos grupos no están de acuerdo, porque serían los principales afectados", concluye. La propuesta, compuesta por diez puntos, será enviada al Congreso el próximo lunes 2 de marzo.
Após o período de recesso parlamentar, a Câmara de Vereadores de Lauro Müller retoma, nesta segunda-feira (2), as sessões ordinárias, marcando oficialmente o início do ano legislativo no município. A volta às atividades ocorre conforme o calendário regular do Legislativo e sinaliza a retomada plena dos debates e votações em plenário. Mesmo durante o recesso, a Câmara manteve parte de suas atividades, realizando sessões extraordinárias para a apreciação de matérias consideradas urgentes. Um exemplo foi a sessão realizada no dia 27 de janeiro, quando os vereadores analisaram e votaram o projeto que tratou do reajuste salarial dos servidores públicos municipais. Com o retorno das sessões ordinárias, o Poder Legislativo reforça seu papel fiscalizador e de elaboração de leis, acompanhando de perto as ações do Executivo e as demandas da comunidade. Na manhã desta segunda-feira, o presidente da Câmara, vereador Humberto Bittencourt Jr. (PL), participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias, onde falou sobre as expectativas para o reinício dos trabalhos legislativos ao longo de 2026. Durante a entrevista, o presidente também anunciou mudanças no quadro de funcionários da Casa. Segundo ele, a Câmara contará com um novo assessor jurídico, função que passa a ser exercida pelo advogado Dr. Gregorio Luiz Caminski, além da contratação de um novo assessor legislativo, Jaison Corrêa Bittencourt, que disputou as eleições de 2024 como candidato a vereador pelo PL. Ouça a entrevista completa:
La candidata favorita para las presidenciales de este domingo en Costa Rica, Laura Fernández, inquieta a ciertos sectores de la sociedad por el carácter populista de su campaña, centrada en la seguridad, la Iglesia y la familia, si bien numerosos electores están de acuerdo con la "mano dura" que propone, en particular, su proyecto de megacárcel. Informe desde Costa Rica de Marie-Aimée Copleutre, corresponsal regional de RFI. Costa Rica acude a las urnas este domingo. Un total de 3,7 millones de ciudadanos están llamados a votar para elegir presidente y a los 57 diputados del Poder Legislativo. En la contienda participan 20 candidatos, entre ellos la oficialista Laura Fernández, del Partido Pueblo Soberano, representante de la derecha conservadora y favorita en los sondeos. Es considerada como la heredera política del presidente saliente, Rodrigo Chaves. Según la encuesta más reciente del Centro de Investigación y Estudios Políticos de la Universidad de Costa Rica (CIEP-UCR), Laura Fernández lidera la intención de voto con un 43,8 %. Aunque no se descarta una victoria en primera vuelta, la elección sigue abierta y el país aparece dividido en torno a su candidatura. Además, algunos sondeos advierten sobre una posible alta abstención. Hace cuatro años, esta alcanzó el 43 %, una cifra histórica en el país. Se trata, por tanto, de una elección marcada por la incertidumbre, con cerca del 30 % del electorado aún indeciso. En las calles de San José, algunos capitalinos aseguran que votarán por la candidata oficialista. Es el caso de Bryan. "Lo que he escuchado es que es la candidata que más promete. Y sí, yo siento que hace falta un cambio, porque vamos de mal en peor". El modelo Bukele se mete en la campaña Cada vez más costarricenses denuncian el deterioro de los servicios públicos y el aumento de la violencia. En seis años, la tasa de homicidios pasó de 11 a 17 por cada 100.000 habitantes. En este contexto, la candidata oficialista apuesta por replicar el modelo de seguridad del presidente salvadoreño Nayib Bukele, incluida la construcción de una megacárcel. Una postura que cuenta con el respaldo de parte de la población, como Patricia: "Todos estamos de acuerdo en que se haga [la megacárcel]. Lo que queremos es que se ponga mano dura. Hay que hacer algo". Este posible giro político genera preocupación entre las organizaciones de defensa de los derechos humanos, en particular los movimientos LGBTIQ+, que denuncian un clima de opresión bajo el actual gobierno. Francisco Madrigal Ballesteros, director del Instituto sobre Migración y Refugio LGBTIQ+ para Centroamérica, explicó a RFI: "Los gays y las lesbianas en Costa Rica hemos sentido en estos cuatro años, siendo costarricenses, un deterioro muy agresivo. Hay mucha violencia contra las poblaciones LGBT y esa violencia se ha incrementado. El odio, la discriminación y la xenofobia han aumentado en Costa Rica paralelamente al auge de estos discursos de odio". El sector turístico, que representa cerca del 8 % del PIB, también se mantiene en alerta. Para Eric Gómez, gerente de una empresa turística familiar, Laura Fernández carece de un plan sólido para esta actividad clave de la economía. "Laura Fernández, desde el oficialismo, habla de que va a ayudar mucho al turismo, pero en este gobierno eso no se refleja. Nosotros no vemos esa ayuda y esto nos está perjudicando mucho. Antes teníamos dos o tres personas más trabajando con nosotros. Hoy estamos obligados a hacerlo todo y no podemos pagar un salario más, porque el dólar ha bajado mucho. Hemos perdido alrededor de un 30 % del valor del dólar frente al colón y eso nos afecta gravemente", concluye.
La candidata favorita para las presidenciales de este domingo en Costa Rica, Laura Fernández, inquieta a ciertos sectores de la sociedad por el carácter populista de su campaña, centrada en la seguridad, la Iglesia y la familia, si bien numerosos electores están de acuerdo con la "mano dura" que propone, en particular, su proyecto de megacárcel. Informe desde Costa Rica de Marie-Aimée Copleutre, corresponsal regional de RFI. Costa Rica acude a las urnas este domingo. Un total de 3,7 millones de ciudadanos están llamados a votar para elegir presidente y a los 57 diputados del Poder Legislativo. En la contienda participan 20 candidatos, entre ellos la oficialista Laura Fernández, del Partido Pueblo Soberano, representante de la derecha conservadora y favorita en los sondeos. Es considerada como la heredera política del presidente saliente, Rodrigo Chaves. Según la encuesta más reciente del Centro de Investigación y Estudios Políticos de la Universidad de Costa Rica (CIEP-UCR), Laura Fernández lidera la intención de voto con un 43,8 %. Aunque no se descarta una victoria en primera vuelta, la elección sigue abierta y el país aparece dividido en torno a su candidatura. Además, algunos sondeos advierten sobre una posible alta abstención. Hace cuatro años, esta alcanzó el 43 %, una cifra histórica en el país. Se trata, por tanto, de una elección marcada por la incertidumbre, con cerca del 30 % del electorado aún indeciso. En las calles de San José, algunos capitalinos aseguran que votarán por la candidata oficialista. Es el caso de Bryan. "Lo que he escuchado es que es la candidata que más promete. Y sí, yo siento que hace falta un cambio, porque vamos de mal en peor". El modelo Bukele se mete en la campaña Cada vez más costarricenses denuncian el deterioro de los servicios públicos y el aumento de la violencia. En seis años, la tasa de homicidios pasó de 11 a 17 por cada 100.000 habitantes. En este contexto, la candidata oficialista apuesta por replicar el modelo de seguridad del presidente salvadoreño Nayib Bukele, incluida la construcción de una megacárcel. Una postura que cuenta con el respaldo de parte de la población, como Patricia: "Todos estamos de acuerdo en que se haga [la megacárcel]. Lo que queremos es que se ponga mano dura. Hay que hacer algo". Este posible giro político genera preocupación entre las organizaciones de defensa de los derechos humanos, en particular los movimientos LGBTIQ+, que denuncian un clima de opresión bajo el actual gobierno. Francisco Madrigal Ballesteros, director del Instituto sobre Migración y Refugio LGBTIQ+ para Centroamérica, explicó a RFI: "Los gays y las lesbianas en Costa Rica hemos sentido en estos cuatro años, siendo costarricenses, un deterioro muy agresivo. Hay mucha violencia contra las poblaciones LGBT y esa violencia se ha incrementado. El odio, la discriminación y la xenofobia han aumentado en Costa Rica paralelamente al auge de estos discursos de odio". El sector turístico, que representa cerca del 8 % del PIB, también se mantiene en alerta. Para Eric Gómez, gerente de una empresa turística familiar, Laura Fernández carece de un plan sólido para esta actividad clave de la economía. "Laura Fernández, desde el oficialismo, habla de que va a ayudar mucho al turismo, pero en este gobierno eso no se refleja. Nosotros no vemos esa ayuda y esto nos está perjudicando mucho. Antes teníamos dos o tres personas más trabajando con nosotros. Hoy estamos obligados a hacerlo todo y no podemos pagar un salario más, porque el dólar ha bajado mucho. Hemos perdido alrededor de un 30 % del valor del dólar frente al colón y eso nos afecta gravemente", concluye.
O diretório estadual do MDB de Santa Catarina decidiu, na noite de segunda-feira (26), orientar seus filiados a se desvincularem do governo do Estado, comandado por Jorginho Mello (PL), e iniciar a construção de um projeto próprio para a disputa das eleições ao Governo de Santa Catarina em 2026. A deliberação foi aprovada por unanimidade durante reunião realizada em Florianópolis, com a presença de lideranças partidárias. O reposicionamento político ocorre após a confirmação de que o governador optou pelo prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), como pré-candidato a vice-governador, descartando o MDB para a composição da chapa — espaço que vinha sendo reivindicado pelo partido para o deputado federal Carlos Chiodini. Em nota oficial, o MDB definiu a “independência” como diretriz partidária e orientou seus filiados a se afastarem das funções que atualmente exercem na administração estadual. A resolução também autoriza o início de conversas com outras legendas, com o objetivo de construir alianças para o próximo pleito. Apesar do rompimento com o Executivo, o partido destacou que a bancada do MDB no Poder Legislativo seguirá apoiando projetos de interesse do Estado, mantendo o compromisso com a chamada “responsabilidade institucional”, independentemente do cenário eleitoral. O ex-prefeito de Orleans e pré-candidato a deputado estadual, Jorge Koch, participou da reunião. Nesta terça-feira (27), ele concedeu entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, onde comentou os encaminhamentos e os desdobramentos da decisão tomada pelo diretório estadual.
Si en el primer gobierno de Donald Trump la posverdad se convirtió en la norma, su segundo mandato es la era de la poslegalidad. Envueltas en las manipulaciones de la mentira emotiva, la ráfaga de decisiones del presidente de Estados Unidos desmantela los contrapoderes del armazón constitucional. Análisis. ►►Para escuchar las entrevistas, hacer click en el icono play►► Donald Trump llegó por primera vez a la Casa Blanca en 2016 luego de que los datos personales de más de 50 millones de usuarios de Facebook fueran sustraídos y utilizados para influir en el voto republicano de EEUU, en lo que se conoce como el escándalo de Cambridge Analytica. Esos cuatro años del Gobierno Trump fueron ejemplo paradigmático de la posverdad: se borran los hechos, hay confusión intencional y se desvanece la realidad. En su segundo mandato, las manipulaciones de la verdad emotiva envuelven una ráfaga de decisiones presidenciales que eclipsan a los otros dos poderes, el legislativo y el judicial, en una suerte de poslegalidad. Ráfaga de decretos y memorandos presidenciales El magnate republicano regresó en 2025 a la Casa Blanca cargado de una avalancha de ordenes ejecutivas. En el primer día de su mandato, firmó 26 decretos que condenan a los inmigrantes, el clima, la salud pública, la ayuda humanitaria internacional, absuelven a sus copartidarios que asaltaron el Capitolio en 2021, rebautizan el Golfo de México y dan carta blanca a una entidad llamada DODGE para disolver los servicios públicos. Un récord y un anticipo de lo que sería su presidencia. Hasta principios de julio firmó otras 140, más de las que firmó el presidente Joe Biden durante cuatro años de gobierno, y solo 100 menos que su par Barack Obama durante sus ocho años en la Casa Blanca. “Donald Trump está haciendo uso exacerbado de los poderes que tiene como presidente de Estados Unidos con todos estos instrumentos que, debo señalar, son legales: órdenes ejecutivas, memorándum presidencial y que efectivamente ponen a la maquinaria del Ejecutivo a moverse a una velocidad no vista anteriormente. ¿Qué ocurre aquí? La Corte Suprema de Justicia, el Poder Judicial y el Poder Legislativo a través del Congreso no le siguen el paso", advierte Víctor Hugo Guerra, jurista y profesor de las universidades Internacional de la Florida y de las Naciones Unidas para la Paz. "¿Cuán legítimas son estas actuaciones del presidente Trump?” Dictar órdenes ejecutivas está dentro de las prerrogativas del presidente según el artículo II de la Constitución de los Estados Unidos, por lo que Trump no está desafiando ni eludiendo la Carta Magna. “Puede que efectivamente las actuaciones presidenciales estén en el marco legal, que sean absolutamente formales, con basamento normativo, y constitucional. La siguiente pregunta es sí son legítimas”, subraya Guerra. Se trata de temas diferentes, precisa el jurista: “La legalidad se conecta con la gobernabilidad, la legitimidad se conecta con la gobernanza. ¿Cuán legítimas son estas actuaciones del presidente Trump?”, se pregunta. El derrumbre del modelo fundacional de la democracia Los críticos del presidente afirman que Trump está destruyendo todo el sistema de controles y contrapesos en el que los tres poderes de Estados (ejecutivo, Congreso y poder judicial) tienen iguales atribuciones. Argumentan que el Congreso ha dejado de ejercer su función de supervisión y que el mandatario republicano está usando a la justicia para hacer aprobar su agenda y transformar el poder presidencial en Estados Unidos. La pregunta es cómo ha sido posible que en apenas un año el ejecutivo haya logrado eclipsar a los otros dos poderes y poner a tambalear el sistema fundacional de la democracia estadounidense. “En el caso del Poder Legislativo, el presidente Trump no ha tenido ningún inconveniente”, dice Nazih Richani, politólogo de la Universidad Kean de Nueva Jersey. “Su agenda conservadora de extrema derecha sigue su marcha sin problema alguno por el hecho de tener la mayoría no solamente republicana sino también afín a su movimiento político MAGA (Make America Great Again), que es un movimiento bien formado ideológicamente y con fundaciones intelectuales”. La justicia al servicio del poder presidencial Pero si el Congreso no interviene, la única opción para quienes impugnan las órdenes presidenciales es acudir a los tribunales. De ahí los movimientos que, desde su primer mandato, hizo el presidente Trump en el ajedrez de poder judicial para poner las fichas a su favor, explica Richani. “Primero cambió la estructura de la Corte Suprema. Trump nombró en su primer mandato nuevos jueces y acumuló una mayoría de seis conservadores más afines con la ideología del MAGA contra tres jueces liberales”. La remodelación de la Corte Suprema inclinó la balanza de las votaciones a favor del mandatario en el más alto tribunal de Estados Unidos. En el año de su regreso al poder, luego de que en 2024 un veredicto de un tribunal de Manhattan declarara a Trump culpable de 34 delitos transformándolo en el primer ex presidente convertido en un delincuente convicto, la Corte Suprema de Justicia emitió tres sentencias claves para el presidente republicano: Otorgó amplia inmunidad penal a presidentes y ex presidentes por los actos realizados en el ejercicio de su cargo. Desestimó el fallo que establecía que los intentos de Trump por anular las elecciones de 2020 lo inhabilitaban para volver a presentarse al cargo. Limitó la capacidad de los jueces de distrito para obstaculizar la agenda del presidente. Desde su regreso a la Casa Blanca, la composición de la Corte Suprema y de la Cortes de Apelaciones ha permitido que se dé luz verde, en la mayoría de los casos, a la agenda del presidente durante el periodo 2025-2026. “De 24 decisiones, los jueces de la Corte votaron 88% a favor del presidente. En las Cortes de Apelaciones tuvo 51% a su favor. Lo más llamativo es que de los jueces que Trump nombróo en las Cortes de Apelaciones durante su primer mandato, no ahora, un 92% votó a su favor”, explica Richani. La traba judicial para Trump se presenta en las cortes distritales donde el presidente estadounidense solo ha recibido un 25% de votos favorables este año. Estos jueces federales de distrito se enfrentan ahora a una embestida de parte de la administración que les cuestiona su legitimidad y desestima su autoridad. El presidente de EE.UU. ha calificado a los jueces de "corruptos", "monstruos", "trastornados", "lunáticos", "que odian a EE.UU." y de "izquierdistas radicales". A diferencia de la Corte Suprema donde Trump cuenta con una sólida mayoría conservadora, los tribunales inferiores -en la mira del mandatario- no tienen una composición favorable a la agenda del presidente Trump. “Pero están trabajando para lograr una mayoría también ahí” afirma Richani. “Claramente, el presidente Trump desde su primer periodo está tratando de tener jueces que voten a favor de su agenda y de fortalecer el poder ejecutivo del Gobierno. Eso genera un balance peligroso para el futuro de la democracia republicana”, concluye el politólogo.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, instaurou inquérito civil para apurar o encerramento das atividades escolares na Escola Municipal Guttemberg Modesto da Costa. A medida foi adotada após uma reunião realizada no dia 16 de janeiro de 2026, na sede da Promotoria, com representantes do Poder Legislativo municipal e pais de alunos da unidade de ensino.
Como en este país el Poder Legislativo tiene todas las vacaciones del mundo y más esta semana se sentirá, lo advierto, de trámite. Encima, hay 20 personas optando por la presidencia pero solo una de ellas parece tener claro lo que implica hacer campaña.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (05): A decisão de Gilmar Mendes em restringir os pedidos de impeachment contra ministros do STF gerou uma crise com o Poder Legislativo. O Morning Show debate a polêmica fala do magistrado ("sou enfermeiro que já viu sangue") e a análise do Senado de criar uma nova lei para impedir decisões monocráticas. A medida é uma antecipação a um "terremoto institucional" ou um abuso de poder? O senador Ciro Nogueira afirma que os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do Paraná, Ratinho Júnior, são os únicos capazes de unificar a centro-direita para a disputa presidencial de 2026. A bancada do Morning Show debate a estratégia da direita de apostar em candidatos com baixa rejeição e o peso do capital político do Ratinho pai. Em um movimento polêmico, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, vestiu um boné do MST e usou o "portunhol" para pedir apoio aos brasileiros, expondo a parceria chavista com o movimento social. O Morning Show debate o apoio do governo Lula ao governo venezuelano, a crise humanitária de refugiados na fronteira e a falta de posicionamento firme da diplomacia do Brasil. Entenda as consequências dessa aliança. O Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Lula e tornou o exame toxicológico obrigatório para a renovação da CNH. A decisão, que encarece o processo para motoristas, é criticada como uma reserva de mercado para os laboratórios. O Morning Show debate: a medida realmente aumenta a segurança no trânsito ou é um "filtro" ineficaz? Confira a discussão! O sorteio da Copa do Mundo 2026 acontece nesta sexta-feira (05) e o Brasil precisa contar com a sorte! O programa Morning Show conversa com Mauro Beting, para analisar o novo formato com 48 seleções, apontar o enfraquecimento da Seleção Brasileira e revelar quais são os grupos e adversários (como Noruega e Itália) que o time de Ancelotti deve evitar. O debate esquenta ao analisar a possível ausência de Neymar e quem será o novo capitão! O programa Morning Show desta sexta-feira (05) conversou com o cineasta Josias Teófilo, para analisar o acordo bilionário para a Netflix comprar a Warner Bros. e a HBO Max, gerando um debate polêmico sobre a centralização do audiovisual. O jornalista analisa o impacto dessa megafusão para a sobrevivência do cinema, a produção de séries e a crescente influência do "politicamente correto" no catálogo de clássicos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (04/12/2025): O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, concedeu uma medida liminar ontem que altera o rito e torna mais difícil o impeachment de ministros do tribunal. Com o despacho, o decano se antecipou ao julgamento das ações movidas pelo Solidariedade e pela Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), que serão analisadas no plenário virtual da Corte a partir de amanhã. Na liminar proferida pelo decano, Gilmar retirou de “todo cidadão” o direito de denunciar um crime de responsabilidade contra um ministro do STF. Em resposta, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, cobrou “reciprocidade efetiva” do Supremo Tribunal Federal para com a Casa Alta do Congresso, assim como “genuíno, inequívoco e permanente respeito do Judiciário ao Poder Legislativo, suas prerrogativas constitucionais e a legitimidade das nossas decisões”. E mais: Economia: Após aval do Congresso, TCU permite que governo mire o piso da meta fiscal Internacional: Governo Trump suspende pedidos de imigração para cidadãos de 19 países Metrópole: Crise hídrica faz Sabesp buscar água a 60 km da capital Cultura: Lenine lança disco que celebra a cultura do NordesteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (03): O ministro do STF Gilmar Mendes proferiu uma decisão liminar que suspende alguns trechos da Lei do Impeachment e determina que apenas a PGR pode iniciar o processo contra ministros da Corte. A medida, que também exige quórum maior no Senado, é vista por parlamentares como um ataque às prerrogativas do Legislativo. O Morning Show debate se a decisão é uma defesa legítima da instituição ou uma usurpação de poder em meio a uma crise institucional. O Departamento de Segurança Interna dos EUA suspendeu os pedidos de imigração, Green Cards e a naturalização de 19 países de "alto risco" após o ataque em Washington, avançando a agenda anti-imigração de Donald Trump. A medida afeta até casos pendentes, gerando incerteza entre milhares de residentes. O Morning Show debate se a política de endurecimento é eficaz ou apenas política de campanha. O Brasil não está na lista. Reportagem: Eliseu Caetano. O deputado federal Eduardo Bolsonaro causou polêmica ao declarar que se sentiu "humilhado" após o impasse com Michelle Bolsonaro em relação a um acordo político no Ceará. A bancada do Morning Show debate a briga interna no PL, a fragilidade da articulação de alianças da direita e a incoerência do discurso anti-sistema versus os acordos de bastidores. O racha na família e no partido pode beneficiar a esquerda? O PL suspendeu as conversas sobre o apoio a Ciro Gomes no Ceará após a intervenção pública de Michelle Bolsonaro, que saiu vitoriosa na disputa interna com a família Bolsonaro. O debate ganhou força depois de o Financial Times apontar a “autodestruição” da direita bolsonarista. A decisão do PL ocorreu após críticas dos filhos do ex-presidente, mas a reunião de emergência do partido terminou com a vitória da ala ligada a Michelle, que se posicionou como guardiã dos valores do bolsonarismo. O Morning Show discute: a ex-primeira-dama aproveitou a crise para se consolidar como líder do bolsonarismo no pós-prisão de Bolsonaro? Confira a análise completa da disputa interna. O delegado Augusto Bicego, responsável pela investigação do caso do atropelamento na Marginal Tietê, conversou ao vivo com o programa Morning Show para trazer os detalhes do depoimento do agressor Douglas. Ele negou conhecer a vítima, Tainara, e disse que a atropelou "sem querer", após uma briga. Contudo, testemunhas e elementos de prova contradizem sua versão. A Polícia investiga a motivação por ciúmes e a tentativa de homicídio. Confira a entrevista completa. O presidente Lula causou polêmica ao discursar sobre feminicídio em Pernambuco, afirmando que "até a morte é suave" para agressores de mulheres, contrariando a agenda abolicionista penal da esquerda. A bancada debate a contradição do governo, que endurece o discurso, mas é contra projetos legislativos de aumento de penas e que limitam a progressão de regime. O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso pela PF na Operação Unha e Carne, suspeito de vazar informações sigilosas sobre a prisão do deputado TH Joias. A investigação aponta elos entre o Poder Legislativo do Rio de Janeiro e o Comando Vermelho, reforçando a infiltração do crime organizado nas estruturas do Estado. O Morning Show debate: A prisão de Bacellar, um potencial candidato ao governo, é a ponta de um novo iceberg de corrupção? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Buenos días. Nuevamente el Presidente Boric protagoniza una polémica mediática, esta vez con el Poder Legislativo. Luego de que fracasara una sesión en la Cámara de Diputados por falta de quórum, el Mandatario arremetió contra los legisladores. Junto con decir que “no llegan a trabajar”, los llamó a aprobar proyectos que están en tramitación. La molestia fue transversal. Desde el mismo oficialismo sacaron la voz: “Señor Presidente, esta generalización que hace es un tacle maletero, usted sabe o debiera saber, qué sala cuna universal y FES están en el Senado, y por si acaso, le cuento que la penúltima vez que fracasó una sesión, un tal diputado Boric no llegó a trabajar”, escribió en X el diputado Jaime Araya (indep.-PPD). El mismo presidente de la Cámara, José Miguel Castro (RN), señaló: “El año 2021, cuando fracasó la sesión -que fue la última vez antes del episodio de la semana pasada-, ni él ni la ministra Vallejo se encontraban presentes en la sala”. Desde el comando de Jara analizan cuánto “ruido” causará nuevamente el protagonismo del Mandatario.
El ministro del Interior, Vicente Tiburcio Orbezo, anunció en RPP que solicitará facultades al Poder Legislativo, a través del Gobierno, para impulsar una reforma íntegra e inmediata de la Policía Nacional. Esta reforma busca cambiar el régimen disciplinario de la Policía Nacional, que el ministro considera "demasiado blando" y protector del policía.
Manuel Jabois reflexiona sobre los últimos movimientos de Trump: Ha dicho que si los argentinos no votan a Milei, cambiarán las condiciones económicas de la ayuda estadounidense, ha dicho que si Sánchez no sube el gasto militar al 5%, se le podrán aplicar aranceles a la economía española, y en el Parlamento de Israel hizo un pequeño alto para pedirle al presidente que indultase al primer ministro Netanyahu, que está encausado.
Debate da Super Manhã: Para especialistas e setores da sociedade civil, a PEC da Blindagem é apontada como um retrocesso no combate à corrupção e à impunidade. Cabe agora ao Congresso Nacional decidir se irá atender aos interesses públicos ou a autoproteção parlamentar. No debate desta segunda-feira (15), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a PEC da blindagem, o que prevê a proposta, o andamento no Poder Legislativo brasileiro e a proteção as autoridades públicas. Participam a deputada federal, Maria Arraes (Solidariedade), o cientista político e advogado especialista em Direito Eleitoral, Felipe Ferreira Lima, e a cientista política, Priscila Lapa.
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre a polêmica capa da edição desta semana da revista britânica The Economist, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O brasileiro é retratado com um chapéu igual ao que usava o “Viking do Capitólio”, um dos apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na invasão do Congresso americano em 6 de janeiro de 2021. O “Viking do Capitólio”, como passou a ser chamado o ativista de extrema direita Jake Chansley, tornou-se um dos símbolos do ataque à sede do Poder Legislativo do país. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Peores y más violentos momentos se han registrado en el Congreso que han pasado al olvido, como este pasará a la intrascendencia, pero mientras eso ocurre queda el referente vergonzoso del Poder Legislativo, controlado por Morena y López Obrador.
EP En Movimiento - 100 años del Palacio Legislativo - Entrevista Gisella Carlomagno - Directora de Arquitectura de la Comisión Administrativa del Poder Legislativo by En Perspectiva
El presidente argentino Javier Milei, mediante un decreto, ordenó el cierre de la Dirección Nacional de Vialidad, entidad pública responsable de administrar, ejecutar y supervisar obras viales a nivel nacional. En su lugar, se creará la 'Agencia de Control de Concesiones y Servicios Públicos del Transporte' para fiscalizar las concesiones viales. La medida del cierre de la Dirección Nacional de Vialidad se tomó antes de que venciesen los 'superpoderes' que el Congreso otorgó al presidente argentino Javier Milei por un año para ejercer ciertas funciones del Poder Legislativo. Germán Galarza, analista político, comenta las razones detrás de este decreto: "Hay que decir que la gestión de Milei ya venía anticipando que Vialidad era uno de los apuntados para cerrar, entendiendo que había desmanejos, que se podía -lo dice el Gobierno- ahorrar muchísimo dinero y entendiendo que no cumplía sus funciones". Galarza considera que el momento del anuncio no es casualidad: "Obviamente que la 'causa Vialidad' es el resultado del juicio por el que hoy está cumpliendo una condena Cristina Fernández de Kirchner. Fue el detonante tamibén, porque porque estamos muy, pero muy cerca, de tiempos electorales importantes, cruciales, para el gobierno nacional". "Son dos puntuales. Uno en septiembre, en un distrito importante para la República Argentina como es la provincia de Buenos Aires, y en el mes de octubre las elecciones nacionales a cargos por escaños en el Congreso de la Nación en la Cámara de Diputados", prosigue. "Es un mensaje claro a ese electorado, que hoy lo acompaña en proyecciones en más del 30%. Entonces, no es casualidad, obviamente. Lo venía anticipando el Gobierno nacional, pero lo hace en este tiempo, entendiendo que es un tiempo también estratégico en términos electorales", mantiene al respecto el analista Germán Galarza. Leer tambiénLa Corte Suprema confirma la condena de Cristina Kirchner y su inhabilitación por corrupción "Argentina está implementando uno de los programas de estabilización más ambiciosos en la historia reciente de los mercados emergentes". Así comienza un informe reciente del Instituto de Finanzas Internacionales, la principal institución global en este sector. Sin embargo, las reformas en áreas estratégicas generan alarma y preocupación, según afirma Marcelo Torres exdiputado y exsubsecretario de Transporte del gobierno kirchnerista: "Estamos en una situación muy grave, muy compleja. Hoy la Dirección Nacional de Vialidad tiene 5.500 empleados, trabajadores que tienen especializaciones muy específicas, agrimensores, ingenieros, que vienen hace muchos años trabajando en un país muy extenso". "Solamente el 10% de las rutas nacionales son autovías en Argentina, el resto están a cargo del mantenimiento del Estado nacional a través de la Dirección Nacional de Vialidad. Esto realmente va generar una tragedia para los ciudadanos de nuestro país", concluye. Por su parte, la Confederación General del Trabajo, uno de los sindicatos mas grandes en Argentina, advirtio que el cierre del organismo de Vialidad, así como el de las otras entidades ligadas a Seguridad Vial, pondrán en peligro a millones de personas que transitan por las rutas nacionales.
El presidente argentino Javier Milei, mediante un decreto, ordenó el cierre de la Dirección Nacional de Vialidad, entidad pública responsable de administrar, ejecutar y supervisar obras viales a nivel nacional. En su lugar, se creará la 'Agencia de Control de Concesiones y Servicios Públicos del Transporte' para fiscalizar las concesiones viales. La medida del cierre de la Dirección Nacional de Vialidad se tomó antes de que venciesen los 'superpoderes' que el Congreso otorgó al presidente argentino Javier Milei por un año para ejercer ciertas funciones del Poder Legislativo. Germán Galarza, analista político, comenta las razones detrás de este decreto: "Hay que decir que la gestión de Milei ya venía anticipando que Vialidad era uno de los apuntados para cerrar, entendiendo que había desmanejos, que se podía -lo dice el Gobierno- ahorrar muchísimo dinero y entendiendo que no cumplía sus funciones". Galarza considera que el momento del anuncio no es casualidad: "Obviamente que la 'causa Vialidad' es el resultado del juicio por el que hoy está cumpliendo una condena Cristina Fernández de Kirchner. Fue el detonante tamibén, porque porque estamos muy, pero muy cerca, de tiempos electorales importantes, cruciales, para el gobierno nacional". "Son dos puntuales. Uno en septiembre, en un distrito importante para la República Argentina como es la provincia de Buenos Aires, y en el mes de octubre las elecciones nacionales a cargos por escaños en el Congreso de la Nación en la Cámara de Diputados", prosigue. "Es un mensaje claro a ese electorado, que hoy lo acompaña en proyecciones en más del 30%. Entonces, no es casualidad, obviamente. Lo venía anticipando el Gobierno nacional, pero lo hace en este tiempo, entendiendo que es un tiempo también estratégico en términos electorales", mantiene al respecto el analista Germán Galarza. Leer tambiénLa Corte Suprema confirma la condena de Cristina Kirchner y su inhabilitación por corrupción "Argentina está implementando uno de los programas de estabilización más ambiciosos en la historia reciente de los mercados emergentes". Así comienza un informe reciente del Instituto de Finanzas Internacionales, la principal institución global en este sector. Sin embargo, las reformas en áreas estratégicas generan alarma y preocupación, según afirma Marcelo Torres exdiputado y exsubsecretario de Transporte del gobierno kirchnerista: "Estamos en una situación muy grave, muy compleja. Hoy la Dirección Nacional de Vialidad tiene 5.500 empleados, trabajadores que tienen especializaciones muy específicas, agrimensores, ingenieros, que vienen hace muchos años trabajando en un país muy extenso". "Solamente el 10% de las rutas nacionales son autovías en Argentina, el resto están a cargo del mantenimiento del Estado nacional a través de la Dirección Nacional de Vialidad. Esto realmente va generar una tragedia para los ciudadanos de nuestro país", concluye. Por su parte, la Confederación General del Trabajo, uno de los sindicatos mas grandes en Argentina, advirtio que el cierre del organismo de Vialidad, así como el de las otras entidades ligadas a Seguridad Vial, pondrán en peligro a millones de personas que transitan por las rutas nacionales.
O Papo Antagonista desta quarta-feira, 2, fala do Gilmarpalooza, dos desdobramentos da treta do IOF e as declarações de senadores a respeito dos avanços do STF sobre o Poder Legislativo.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Medida pode acirrar ainda mais tensões entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo em uma crise de desfecho imprevisível.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Conversamos En Perspectiva con el senador Andrés Ojeda, secretario general del Partido Colorado, para tratar algunos de los temas más calientes que se discuten en el Poder Legislativo y también para analizar la actualidad que vive su fuerza política ahora que culminó el ciclo electoral. En las últimas semanas la agenda política se ha vuelto más intensa y cargada, en particular en el ámbito parlamentario, donde varios proyectos están en discusción. Ayer en el Senado la oposición y el oficialismo llegaron a un acuerdo para postergar la votación de una solución para la Caja de Profesionales. Al mismo tiempo el Ministerio de Economía se presentaba en comisión de la Cámara de Diputados para fundamentar el proyecto de Rendición de Cuentas, que ya generó un debate sobre el pedido que hace el gobierno para aumentar el tope de endeudamiento para este año. Conversamos sobre estos y otros temas con el senador Andrés Ojeda, líder del sector Unir Para Crecer y secretario general del Partido Colorado.
No episódio, Ana Frazão entrevista Clemente Lúcio, Sociólogo, Consultor Sindical, Coordenador do Fórum das Centrais Sindicais e Membro do CDESS - Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, sobre a importância dos sindicatos e o diagnóstico do movimento sindical no Brasil. Na conversa, Clemente trata dos impactos da reforma trabalhista no movimento sindical e dos desafios para o fortalecimento dos sindicatos na atualidade. Também são abordados os fenômenos da terceirização, da pejotização e da uberização do trabalho, assim como os riscos de precarização e desproteção do trabalho. Parte importante da conversa é a análise crítica que Clemente faz da postura do Poder Legislativo e do Supremo Tribunal Federal nessa área.Apresentação: Ana Frazãoprodução: José Jance Marques
En su colaboración para MVS Noticias con Ana Francisca Vega, León Krauze, periodista, habló sobre el avance en EU, una propuesta de ley antimigrantes que busca gravar con 5 por ciento las remesas y restringir beneficios a personas sin estatus legal. "Cuando analizas a detalle esta propuesta de ley, esta propuesta hermosa y grandota, así se llama, no me lo estoy sacando de la chistera, así se llama la propuesta de ley; es increíble lo que uno tiene que vivir en tiempos de Trump. Está llena de medidas antinmigrante, no nada más en cuestión de la deportación y toda esta dinámica que conocemos, sino también medidas para hacerle la vida imposible a la comunidad indocumentada, a la comunidad inmigrante, su acceso a la salud, las cuotas que se van a cobrar ahora para si uno quiere buscar refugio o asilo en Estados Unidos, si uno quiere obtener la protección temporal, en fin, la lista es de verdad larguísima, y el resumen es muy claro, estamos en tiempos en donde se está utilizando el poder ejecutivo y ahora se pretende usar el Poder Legislativo para hacerle la vida imposible a la comunidad inmigrante, desde todos los ángulos posibles; es algo de verdad, de verdad, alarmante", dijo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
La Tertulia de los Lunes con Martín Bueno, Miguel Fernández Galeano, Patricia González y Martín Moraes. El senador Pedro Bordaberry presentó un proyecto de ley para abreviar el calendario electoral uruguayo y evitar la saturación de la ciudadanía. El texto posterga las elecciones internas de junio a agosto y adelanta las departamentales de mayo a marzo, al tiempo que anticipa la asunción de las nuevas autoridades nacionales llevándola al 10 de febrero, en lugar del 1° de marzo como es habitual. Además, Bordaberry propone reducir el receso parlamentario para que las sesiones ordinarias se extiendan del 1 al 30 de cada mes, en lugar del 1 al 18, argumentando que el Poder Legislativo debería "trabajar como todos los uruguayos" . Esta iniciativa, que es un proyecto de ley constitucional, requiere la aprobación de dos tercios del total de componentes de cada una de las cámaras para que pueda ser sometido a plebiscito junto a las elecciones nacionales, en este caso las de 2029. El presidente Yamandú Orsi manejó otra alternativa para abreviar el ciclo electoral: la de que las elecciones departamentales vuelvan a ser simultáneas con las elecciones nacionales, como ocurría antes de la reforma constitucional de 1996, pero habilitando que los ciudadanos puedan votar lemas distintos en los dos niveles de gobierno. "Yo acortaría bastante. A partir de una experiencia, que fue la separación de las elecciones… quedó demostrado que la ciudadanía vota partidos y vota personas". La discusión sobre la reforma del calendario electoral y la organización del trabajo parlamentario promete ser un tema central en el debate político uruguayo en los próximos años. ¿Qué posición tienen ustedes?
La situación ya es insostenible. El tiempo pasa y apremia. La Caja de Jubilaciones y Pensiones de Profesionales Universitarios (CJPPU) arrastra desde hace varios años una crisis económico-financiera que llegó a un punto límite. El riesgo de quiebra es inminente. Según sus autoridades, en caso de que no se encuentre una solución y se tome una medida de shock, a partir de junio o julio la CJPPU no tendrá fondos para pagar las jubilaciones y pensiones de sus afiliados. Entre 2023 y 2024 tuvo un déficit acumulado de US$ 108 pero en total lleva un quinquenio con números en rojo. Aunque en el gobierno de Luis Lacalle Pou hubo un proyecto de “ley exprés” que buscaba equilibrar las cuentas de la caja, la iniciativa fracasó en el Parlamento. El jueves pasado el Poder Ejecutivo encabezado por Yamandú Orsi presentó una nueva propuesta, que fue comunicada a las autoridades de la CJPPU y remitida al Poder Legislativo. ¿En qué consiste esta solución que plantean las autoridades nacionales? ¿A quiénes afecta? ¿Es viable financieramente la Caja de Profesionales en el futuro? Para un primer enfoque sobre este tema conversamos En Perspectiva con la Cra. Virginia Romero, actual vicepresidenta de la institución.
O presidente Lula (PT) viajou ao Japão nesta segunda-feira, 24, acompanhado pelos ex-presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.O petista pretende aproveitar a viagem para estreitar laços com o Poder Legislativo.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Não perca nenhum episódio! Inscreva-se no canal e ative o sininho para receber as notificações. #PapoAntagonista Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
La 50 ª legislatura quedó oficialmente inaugurada el sábado pasado y de ese modo entró en la recta final el largo período de transición de gobierno. Con la instalación de las dos cámaras quedó a la vista una primera foto de la configuración que tendrá este nuevo Parlamento, que presenta una renovación importante, con casi dos tercios de debutantes. De todos modos, esos números pueden cambiar porque no todos los nombres que asumieron este fin de semana se mantendrán en sus bancas: varios de ellos pasarán a ocupar a partir de marzo cargos en el Poder Ejecutivo y otros organismos del Estado. Algo de esa fugacidad quedó reflejado en el acto protocolar de despedida de Alejandro Sánchez, que ejerció brevemente como presidente del Senado para tomar juramento a los otros miembros de la cámara alta y luego presentó su renuncia dado que será el próximo secretario de la Presidencia de la República. "Sepan que ha sido un honor ser parte de esta casa con todos los aprendizajes a lo largo de estos años, gracias a todos mis compañeros, a los funcionarios y a todos los legisladores de la legislatura anterior, y desearles el mejor de los éxitos a todos los legisladores en esta nueva legislatura. Gracias por el aprendizaje". En este nuevo Poder Legislativo se da una distribución de fuerzas inédita, al menos en el pasado reciente: en el Senado el oficialismo tendrá mayoría absoluta, con 17 bancas, mientras en la Cámara de Diputados ninguno de los dos bloques principales alcanzan los 50 votos necesarios para aprobar proyectos, debido al ingreso de un nuevo partido, Identidad Soberana, que no integra ni el FA ni la CR. A ese primer pantallazo se le agregan varias incógnitas: cómo se manejará dentro del Frente Amplio el Movimiento de Participación Popular, que reúne la bancada más grande de un solo sector desde el regreso de la democracia; de qué manera se plantará Cabildo Abierto, que tiene dos diputados que dicen que no se sienten atado a la CR; y, sobre todo, cómo jugarán Gustavo y Nicolle Salle, los representantes de Identidad Soberana. En un breve discurso luego de votar por Sebastián Valdomir como presidente de la Cámara de Diputados, el diputado Salle ya dejó en claro cuáles siguen siendo sus prioridades. "Ese es el gran desafío que tiene este parlamento, que el Uruguay se anteponga, dando ejemplo en el mundo, a la extorsión de la cleptocorporatocracia internacional". ¿Cómo ven ustedes esta configuración del Poder Legislativo y sus desafíos? La Mesa de Análisis Político con Fernanda Boidi, Federico Irazábal, Ernesto Nieto y Camila Zeballos.
Guadalupe Murguía, Senadora PAN
Ayer entraron en vigor los aranceles del 10% sobre los productos chinos que prometió Donald Trump. Pero, en cortísimo, Pekín le entró al quite y anunció sus propios aranceles sobre algunas importaciones estadounidenses. Ciertos tipos de carbón y el gas natural licuado tendrán un impuesto del 15%, mientras el petróleo crudo, la maquinaria agrícola y algunos coches tendrán uno del 10% a partir del 10 de febrero.El gobierno salvadoreño de Nayib Bukele se comprometió a recibir a criminales capturados en Estados Unidos, incluidos ciudadanos estadounidenses, en la mega cárcel donde están encerrados miles de miembros de pandillas. Con esto, Bukele se ganó la firma del secretario de Estado estadounidense en un Memorando de Entendimiento sobre Cooperación Nuclear.Además… México envió 10,000 elementos de la Guardia Nacional a la frontera norte; El Comité del Poder Legislativo completó los listados de aspirantes a cargos judiciales rumbo a la elección del 1 de junio; Los highlights de la reunión entre Benjamin Netanyahu y Donald Trump; Un vuelo de migrantes salió de Estados Unidos a la bahía de Guantánamo; Diez personas murieron en una balacera en una escuela de Suecia; Y, al parecer, Netflix sacó a Karla Sofía Gascón de la promoción de ‘Emilia Pérez' en Estados Unidos.Y para #ElVasoMedioLleno… El zoológico de Bramble Park en Ohio recibió a Piercy y Lino, un par de pandas rojos hermanitos. Para enterarte de más noticias como estas, suscríbete a nuestro newsletter y síguenos en redes sociales. Estamos en todas las plataformas como @telokwento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
México se solidarizó con EEUU y los afectados y familiares del accidente aéreo Integrante del Comité de Evaluación del Poder Legislativo es también candidato ¡Participa! Ponle nombre al lomito que se unirá al equipo de rescate de la Cruz Roja Más información en nuestro podcast
Sin importar los amparos contra la reforma judicial, los comités de evaluación para determinar a los candidatos rumbo a la elección judicial no se detienen. Andrés Norberto García Repper, integrante del Comité de Evaluación del Poder Legislativo, asegura que seguirán entrevistan a tambor batiente ya que los amparos son improcedentes. Pese a las amanezcas recurrentes de Donald Trump contra migrantes, incluidos los mexicanos, Juan Iván Peña Néder, presidente del Comité Promotor Nacional de México Republicano, descarta que las acciones de parte del presidente nos afectarán contra el migrante medio de nuestro país quien incluso está favor del empresario. Asegura que sí se va a declarar a los cárteles como organizaciones terroristas como parte de las primeras acciones. Son miles las personas a la espera de poder recibir su cita CBP One ante la llegada de Donald Trump a La Casa Blanca. En Reynosa, uno de los ocho puntos migratorios entre México y Estados Unidos, entran de 250 a 300 migrantes para recibir su cita aunque no es suficiente ante el número de personas a la espera de recibir asilo. El reporte de Juan Pablo Pérez Díaz. Se cumplen los plazos y Donald Trump hoy rendirá protesta como presidente de Estados Unidos y una de sus expectativas es si cumplirá con las promesas que hizo durante todos estos meses, incluyendo la deportación masiva de migrantes, la declaración como grupos terroristas de los cárteles y la imposición de aranceles. Ciro Gómez Leyva se pregunta si hará lo prometido. Tres de 11 órdenes ejecutivas relacionadas con la frontera sur serán firmadas por Donald Trump una vez que rinda protesta como presidente de Estados Unidos. La primera es que se ordenará a Seguridad Nacional terminar con el muro fronterizo y eliminar la apliación CBP One. El segundo será el despliegue de tropas estadounidenses en la frontera sur. La tercerá será designar a bandas criminales como terroristas, esto de acuerdo con uno de los corresponsales de Fox News. A tres años del asalto a los hoteles Mayaland y The Lodge perpetrado por hombres armados, el caso sigue abierto. Según Gerardo Sotos Rincón, abogado de Fernando Barbachano y Mayaland, la salida jurídica es sencilla porque ni la propiedad ni la posesión de los inmuebles están en litigio y de lo único que se requiere es de la intervención de la fuerza pública de Yucatán. El abogado asegura que esto no se ha ejecutado debido a que hay complicidad de parte de Mauricio Vila, exgobernador de Yucatán. Todo esto y más en Ciro Gómez Leyva por la Mañana. Grupo Fórmula #AbriendoLaConversación
O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino rejeitou o pedido do Senado Federal para que fossem liberadas as emendas de comissão destinadas à Casa, que somam R$ 2,5 bilhões reais. Porém, o magistrado abriu uma exceção e manteve a validade dos valores empenhados até o dia 23 de dezembro deste ano, desde que não constassem no ofício original enviado pelos líderes ao governo federal, pois este documento foi considerado nulo. Na decisão, Dino afirmou que “não se trata de o STF ‘invadir’ a esfera do Poder Legislativo ou ‘judicializar’ a política. E sim de legítimo controle jurisdicional de validade de atos administrativos, em razão de regras aprovadas pelo Congresso Nacional”. "Como as emendas estão 'na crista da onda', esse exemplo mostra como elas são desvio. As emendas têm o princípio importante de aproximar parlamentares de suas bases, mas na prática não tem sido assim. Elas cresceram freneticamente de valor, o que significa que o Congresso usurpou do Executivo o poder de executar o Orçamento - além dos desvios de objetivos", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pues no fueron ni 27 mil 146, ni 15 mil 242, 11 mil 904, si no 10 mil 959 los registros reales hechos para la elección del Poder Judicial. Ana Patricia Briseño, integrante del Comité de Evaluación del Poder Legislativo, explica cómo se dio el registro durante los días que estuvo habilitada la plataforma y cómo se ha depurado la lista de aspirantes, misma que se debe dar a conocer el próximo 15 de diciembre.Poco falta para que se cumplan dos días del atentado contra Ciro Gómez Leyva donde un célula delincuencial disparó en su contra. Desde ese día y hasta el momento, el periodista sigue sin saber quién quiso asesinarlo y cuál fue el motivo pues, pese a las 14 detenciones, el caso no ha logrado ser resuelto.Sin tener una cifra concreta –a tres meses del inicio de enfrentamientos entre ‘los Chapitos' contra ‘los Mayitos'– se estima que han sido asesinadas 552 personas. Y no es todo, en estos 90 días de conflicto entre ambas facciones del cártel de Sinaloa, se cuenta también el robo de mil 754 vehículos, además de decenas de comercios cerrados y una población cada vez más atemorizada por la violencia generada por los grupos criminales. El reporte de Felícitos Trujillo.La violencia en Sinaloa durante los últimos tres meses –causada por los enfrentamientos entre ‘los chapitos' y ‘los mayitos'– es razón suficiente para la renuncia de Rubén Rocha Moya, asegura Santiago Taboada. El exalcalde de Benito Juárez considera que el crimen organizado es quien gobierna el estado.Una relatoría de hechos violentos ocurridos durante los dos meses que lleva el gobierno de Claudia Sheinbaum, demuestra que es un gobierno fallido, asegura Santiago Taboada. El panista considera que la gente se está acostumbrando a la violencia y que pese a lo escandaloso de la información, ya no es noticia. Considera que si realmente quieren apoyar a los jóvenes y no generar un sistema clientelar, los diputados deben aumentar el presupuesto destinado a universidades públicas y bajar los apoyos en un 50 por ciento al Tren Maya.Los problemas para Conade todavía no se solucionan pues se acumulan casi 60 demandas de atletas y equipos mexicanos para recibir sus becas. Rommel Pacheco, titular de la dependencia, asegura que impulsa una nueva Comisión Nacional del Deporte con puertas abiertas para impulsar a los deportistas con nuevas reglas de operación y entrega de recursos. El exmedallista negó intentar disuadir a los atletas para desistir de sus demandas y dijo que se busca un nuevo mecánicos para facilitar el pago de las becas.Todo esto y más en Ciro Gómez Leyva por la Mañana. Grupo Fórmula #AbriendoLaConversación
Eleito pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para um segundo mandato, em 27 de outubro de 2024, com 3.393.110 votos (59,35% dos votos válidos), é prefeito da maior cidade da América do Sul. Anteriormente, em maio de 2021, já havia assumido como prefeito da cidade de São Paulo após a morte prematura de Bruno Covas. A Chapa Bruno Covas/Ricardo Nunes foi vitoriosa nas eleições de 2020. Empresário, morador da Zona Sul, nascido na cidade que é considerada o principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul. Filiado ao MDB desde os 18 anos, sempre participou de movimentos em defesa da democracia. Levou sua experiência de empreendedor ao Poder Legislativo, na Câmara Municipal de São Paulo, e estudou a fundo a situação econômica do município para propor mudanças consistentes e efetivas. Foi relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento Municipal por seis anos. Sua gestão à frente da Prefeitura tem como diretriz diminuir as desigualdades sociais e fazer de São Paulo uma cidade mais justa, com respeito às diversidades e acolhimento a todos que aqui chegam. Destacam-se os maiores programas habitacionais e de recapeamento da história da cidade de São Paulo, assim como a fila da creche zerada pelo quarto ano consecutivo.
Nuestra democracia y sus consecuentes logros en desarrollo humano sostenible atraviesan una situación peligrosa que de seguir mal atendida constituyen un riesgo mayor que puede desestabilizar nuestra convivencia como Nación. Así de contundente es la conclusión del Trigésimo Informe del Estado de la Nación, que apunta que las transformaciones políticas, sociales y económicas que lograron generar bienestar colectivo, concretar derechos, libertades y afianzar un régimen de pesos y contrapesos, en estas tres décadas, se encuentran hoy amenazadas por un sistema político estancado en un conflicto entre poderes, cuyo principal impacto es frenar la atención que requieren muchos de los desafíos de una ciudadanía que muestra desconfianza y desafección a la democracia. Dos datos muy relevantes de los cambios en estos 30 años: en 1994 el 98% de la población tenía afinidad con algún partido político, mientras que para el 2022 esa cifra había caído a tan solo un 16%. Otra cifra significativa: el PIB pasó de ₡10.8 billones a ₡40.9 billones, pero con una distribución que nos ubica como un país de gran desigualdad. No es la primera vez que atravesamos aguas turbulentas, pero con el advenimiento de la administración Chaves Robles el informe destaca los drásticos recortes a la inversión social y advierte las acciones del gobierno dirigidas a una permanente discusión y señalamientos contra el Poder Legislativo con el "poder del megáfono", a lo que responden por su parte los partidos opositores. Para hacer un primer abordaje de este trigésimo Informe conversamos con su director, el Dr. Jorge Vargas Cullel.