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Você pode ter uma boa ideia, vender bem e até montar um time forte. Mas, se o caixa zerar, o sonho acaba!No último episódio da Trilha Do Zero ao Topo, falamos sobre a matemática da sobrevivência no empreendedorismo: fluxo de caixa, capital de giro, lucro, burn rate, ponto de equilíbrio e os erros que fazem muitas empresas quebrarem mesmo com faturamento.Com histórias de Felipe Titto, Thiago Marques e Beto Cantu, este episódio mostra que gestão financeira é o que separa quem cresce de quem fecha as portas.Neste vídeo, você vai entender:a diferença entre faturamento, lucro e caixa;por que misturar CPF e CNPJ destrói negócios;como calcular o fôlego financeiro da empresa;quando faz sentido buscar um investidor;e por que o caixa é o verdadeiro oxigênio do negócio.Quer aprender mais sobre finanças para empreendedores? Confira os guias completos do InfoMoney:Fluxo de caixa: o que é, para que serve e como aplicar no dia a dia - https://www.infomoney.com.br/guias/fluxo-de-caixa/Capital de giro: o que é e como calcular (e controlar) o da sua empresa - https://www.infomoney.com.br/guias/capital-de-giro/Lucro presumido: como funciona, como calcular, vantagens e desvantagens - https://www.infomoney.com.br/guias/lucro-presumido/Maquininha de cartão: confira 9 perguntas e respostas sobre o tema - https://www.infomoney.com.br/guias/maquininha-de-cartao/
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Vender mais significa lucrar mais? Nem sempre.Neste episódio do 24Cast, conversamos com Roberto Beier, especialista em gestão financeira, sobre como conectar vendas, CRM e finanças para construir empresas mais lucrativas.Você vai entender por que faturamento não é sinônimo de geração de caixa, como analisar margens, evitar descontos que comprometem o lucro e tomar decisões baseadas em indicadores financeiros. Também mostramos como o Bitrix24 ajuda a integrar CRM, funil de vendas e gestão comercial.Neste episódio:• Diferença entre faturamento, lucro e fluxo de caixa• Regime de caixa x regime de competência• Margem de contribuição e Curva ABC• O impacto dos descontos na rentabilidade• CAC, ROI e indicadores financeiros• Como alinhar comercial e financeiro para crescer com saúde
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#PodCast GC - A Melhor forma de manter-se atualizado no mundo dos negócios
Sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do nosso podcast Contabilidade para não contadores, e a nossa série Você + Gestor. Se você é mais um empreendedor que está passando por aquele momento em que olhar para o fluxo de caixa dá um aperto no peito, as contas parecem não fechar e o endividamento bateu à porta... respira fundo. Você não está sozinho e, mais importante: o seu negócio pode estar a um passo da salvação! No episódio de hoje, vamos falar sobre a virada de chave que a sua empresa pode dar, se seguir alguns passos importantes, principalmente sobre as dívidas tributárias. Vamos descobrir como renegociar dívidas da forma correta, contando com ajuda de crédito. Então vamoslá? Vamos dar um play para esse conhecimento? É agora!Não esqueça, este e vários outros conteúdos também estão disponíveis no formato PodCasts, que podem ser cortados pelo Spotify através do link: https://spoti.fi/2R08Rn6 Aproveite e participe de nosso Grupo de Tira Dúvidas do Telegram: https://t.me/gestaocontabilMaiores dúvidas e informações, entre em contato:WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DRtkCaCdapq162FqdOdiEdSite: www.gestaocontabilonline.com.brE-mail: sac@gcgestaocontabil.comFale com o nosso contador: https://taggo.one/gc_gestao
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No início dos seus manuscritos, de 1844, Marx escreve qualquer coisa como «o meu próximo é o dinheiro», e o poeta francês Christophe Hanna admite que esta declaração pode ser entendida como uma indiciação de que o dinheiro determina as nossas vidas num tal grau que não nos livramos de qualificar os outros e a relação que com eles estabelecemos a partir da fortuna que lhes atribuímos. No fundo o dinheiro actua como um «capcioso parasita» (António Vieira) capaz de conduzir o hospedeiro a seu bel-prazer. Este parasita que se apropriou inteiramente dos destinos das sociedades pós-históricas, alcançou esse efeito prodigioso, diz-nos Vieira, ao infiltrar-se em todas as esferas do espaço humano, desenvolvendo um parasitismo de alta virulência: «fazendo-se desejar sem limite, inverte os papéis e põe a sociedade ao seu serviço até fazer perigar a sobrevivência do hospedeiro.» A narcose que este gera é tão profunda, que tudo se submete às suas leis, e ele deforma a própria realidade física através do homem, que se torna o agente dessa força viral. Como um astro negro, este irradia subtilmente a sua promessa que acaba por dominar o curso do mundo. Borges notou que «nada há de menos material do que o dinheiro, pois qualquer moeda (uma moeda de vinte cêntimos, digamos) é, em rigor, um repertório de futuros possíveis». Mas esse tempo futuro não nos pertence, na verdade os homens não são ricos, tanto como se tornam seres possuídos pelo dinheiro. O dinheiro é uma função que transtorna inteiramente a razão moral de um ser ao ver-se capturado pela sua influência, por essa excepção que nos desintegra sucessivamente até levar a um desinvestimento de todos os afectos e ligações, e desse desejo de autonomia, de liberdade, a qual não existe a não ser enquanto luta com o seu contrário. A adesão significa uma perda de si, uma diluição, enquanto o homem se cinge aos fins do próprio dinheiro, que visa a multiplicação, e que determina que toda a coisa, todo o bem, todos os seres, no esforço de se realizarem no mercado, passem a definir-se apenas segundo essa necessidade de competir com todas as outras mercadorias. Como nos diz Huysmans, «o dinheiro atrai-se a si próprio, procura aglomerar-se nos mesmos locais, vai de preferência parar aos celerados e aos medíocres; e depois, quando uma inescrutável excepção o leva a acumular-se num rico de alma não criminosa nem abjecta, permanece estéril, incapaz de se converter num bem inteligente, e entre mãos caridosas nem mesmo é apto a alcançar um fim elevado. Dir-se-ia que vinga assim o seu destino falso, se paralisa voluntariamente quando não pertence ao último dos trapaceiros nem ao mais repelente dos malandros.» A forma como o dinheiro se impõe passa desde logo por submeter a si o tempo e todas as funções cronológicas, de modo a neutralizar o Kairós, essa capacidade de ler no inesperado, de se aproveitar do acaso na forma como este procura corroer os enredos coercivos que visam tornar-nos meros espectadores passivos das nossas próprias vidas, existências paralisadas. O triunfo do capital significa essa redundância absoluta, num encadeamento que conduz ao fenómeno do presentismo, esse tempo que se define pela eterna hipnose do presente. Isto faz de nós seres dominados por uma compulsão para refazer o mundo segundo a lógica carcerária que exponencia as dinâmicas preditivas. A nossa época define-se, assim, como um nó temporal, uma sobreposição de tempos assombrados, em que o passado se dissolve nesses ecos ou reflexos comprometidos com o efémero e a contingência, dificultando a capacidade de recuperar as referências e, mergulhando na tradição, reactivar as sobrevivências de outras eras. Nem o futuro aquilo que nos ocupa, mas uma sua projecção que acaba por gerar a impotência, vivendo-se por antecipação apenas na correspondência com um desejo mórbido que se devasta a si mesmo, sendo que as promessas se concatenam e se tornam imediatamente perecíveis. O dinheiro não é, por isso, tão-só um equivalente absoluto, mas ele actua no espírito dos homens produzindo uma metamorfose que os tranca fora dessas cogitações inebriadas pelo tempo longo da história, sendo que em todos os domínios da vida, as obsessões presentistas levam ao colapso temporal, um tempo liso que não permite que nada se sedimente. Daí a tendência desde há algumas décadas para o deperecimento das formas artísticas, uma vez que esta lógica carcerária, mais do que nos confinar no espaço, vulnera-nos ao estarmos mergulhados num ritmo em constante aceleração que impede aquela maturação lenta que sempre esteve na base das principais realizações do espírito, e especificamente na arte que se fez até à modernidade. Hoje, devemos reconhecer como a arte contemporânea mais do que definir um conjunto de práticas que já não correspondem a critérios ou formas estáveis, numa relação tensa com a tradição, mas ao cooptar e misturar processos e linguagens com uma crescente indiferença pelas suas funções originárias, coloca-se como uma estação situada no ponto extremo da aceleração. Como nos diz o filósofo francês Yves Michaud, esta «indiferenciação dos géneros artísticos e coexistência de critérios estéticos provindos de tradições artísticas diferentes – uma paisagem chinesa, um rosto de manga japonês, um graffiti urbano, uma abstracção geométrica cientista, uma pintura abstracta expressionista ou monocromática, etc. – neutralizaram todos os critérios em favor daquilo que pode chamar-se ‘pluralismo indiferentista'». No fundo, o paradigma da arte contemporânea que infectou e contagiou tantas outras esferas da realização artística determinou que fosse o próprio conceito de arte que se dissolveu. Hoje, tudo é arte, porque a própria arte foi dominada pelo dinheiro, e está hoje inteiramente capturado pelos enredos da valorização e especulação das mercadorias, conferindo glamour, aura, brilho, confundindo-se nos seus fins com a própria ideia de luxo, de definição das tendências, sendo que ao artista não restou outra escolha senão tornar-se produtor, fabricando em série a partir de um modelo genérico, oferecendo ao mercado objectos produzidos que dizem sempre o mesmo, tornando-se idênticos, porque não servem para outra coisa senão para corresponder a uma marca, não se distinguindo nos fins do da publicidade. Voltando a Huysmans, este vinca como o dinheiro «torna lúbrico o indigente mais casto, actua de uma só pancada no corpo e na alma, e a quem o possui sugere um egoísmo baixo, um orgulho ignóbil, aconselha a gastá-lo apenas consigo próprio, do mais humilde faz um lacaio insolente, do mais generoso um larápio. Num segundo altera todos os hábitos, transtorna todas as ideias, num abrir e fechar de olhos transforma as paixões mais teimosas.» Aquilo que subsiste são apenas as paixões tristes de que falava Espinoza, desde logo a do dinheiro. Por isso mesmo, esta conjunção de todos os destinos, não deixa já margem a esses processos artísticos que se definiam pela resistência, pela «negação contínua daquilo que ameaça suprimir a própria liberdade» (Hegel). Bolaño, que nunca foi outra coisa senão um espírito que se alimentava das formas que, contrariando o monoteísmo do mercado, procuravam resgatar aquele politeísmo da imaginação, lamentava-se da perda da função social da literatura… «Que podem fazer Sergio Pitol, Fernando Vallejo e Ricardo Piglia perante a avalanche de glamour? Pouca coisa. Literatura. Mas a literatura não vale nada se não vier acompanhada de algo mais refulgente do que o mero acto de sobreviver. A literatura, sobretudo na América Latina, e suspeito que também em Espanha, é sucesso, sucesso social, claro, isto é, grandes tiragens, traduções para mais de trinta línguas. Os escritores actuais já não são, como bem fez notar Pere Gimferrer, senhoritos dispostos a fulminar a respeitabilidade social, nem muito menos um bando de inadaptados, mas gente saída da classe média e do proletariado, disposta a escalar o Evereste da respeitabilidade, desejosa de respeitabilidade. São louros e morenos, filhos do povo de Madrid; são gente da pequena burguesia que espera terminar os seus dias na alta burguesia. Não rejeitam a respeitabilidade. Procuram-na desesperadamente. Para a alcançar têm de transpirar muito. Assinar livros, sorrir, viajar para lugares desconhecidos, sorrir, fazer de palhaço nos programas cor-de-rosa, sorrir muito, sobretudo não morder a mão que lhes dá de comer, assistir a feiras do livro e responder com boa disposição às perguntas mais cretinas, sorrir nas piores situações, fazer cara de inteligentes, controlar o crescimento demográfico, agradecer sempre.» Que outra coisa vemos por estes dias tomar conta de todos os programas e «eventos» culturais senão isto? O que se andou a tramar por estes dias ali no Porto? Espécie de assalto sem se mexer muito, procurando excitar um tão bacoco fervor regionalista, propor os valores locais, poetas alinhados como artigos numa feira de produtos de uma cidade que há muito, tal e qual como Lisboa, não está em condições de lutar contra nada, nem contra a erosão de qualquer ordem de valores face à sua conversão em manta de retalhos, de atracções turísticas e activos financeiros, e assim, vimos Arnaldo Saraiva, num artiguelho encomendado, render-se à impostura de um reles promotor de valores regionais, fornecendo uma "selecção" de entre alguns perfis seguros, aspirantes e os habituais basbaques que ajudam a engrossar o lote, e, logo ele que tanto gosta dos brasileiros, parecia esquecer essa sóbria lição de «política literária» que nos deu Drummond de Andrade: «O poeta municipal/ discute com o poeta estadual/ qual deles é capaz de bater o poeta federal.// Enquanto isso o poeta federal/ tira ouro do nariz.» É só mais um entre uma série de promotores que, logo que foi posto algum dinheiro à disposição para a campanha, com o fim de reclamar que a cidade ainda mexe, provando que esta direita não quer fazer como a do último autarca social-democrata, que limpou o cu à cultura, e veja-se como se engendrou logo o patético golpe, como se encheram de presságios estes coronalecos, que luzes, e que maneiras agora, com a entoação favorecida por aquele lance de escadas da pronúncia, mas, desta feita, em vez do vernáculo, da bojarda que nos fazia sentir o gosto às tripas, temos uns assanhados prontos para fazerem da cultura o partido geral, nesse modo prático de ir com quem tiver o maço delas, esbanjando a esmola, multiplicando o pão abstracto, e olhó blazer que ali vem, Couceiro-argonauta-da-volta-à-terra-na-treta, lá vem, e garantem-nos que é tempo do rapaz, este que sofre daquela ternura publicitária pelos livros, vai morrer de letriose, uma cirrose de tanto ir ao fundo do tinteiro, das mil maneiras como se enrola com as sílabas numa tal felação, industrioso chouriceiro, cheio dessa bibliogarrulice, messias que irá salvar os canhenhos da glutonice da bicharia da prata, e aí vem o parque temático para os que tanto gostam de comer a erva das passadeiras em vez de a pisar, e se qualquer palco serve a quem vai partir prò infinito, que imortal salsada, vamos pôr a invicta a ler até desmaiar de inanição, vai fundar-se uma disneylândia das bovarinhas, com lendas que as levem para a cama e as aturem, enquanto põem ovos e os cornos ao pobre Charles, umas com as outras a desfiar delírios pelos festivais em vez de engolirem duma vez a merda do arsénico. Ora, neste episódio, e para pôr alguma ordem nisto, tivemos a companhia de António Pinto Ribeiro, alguém que tem pensado e exercido um papel enquanto programador cultural, buscando construir enredos de ordem excepcional que permitam ainda resistir à moral do lucro, a estas engrenagens submetidas de mil maneiras aos mecanismos do poder, nomeadamente neste quadro que serve para promover os artistas dóceis e inócuos, atrapalhando os potencialmente ameaçadores.
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O Flamengo detalhou os principais eixos da proposta apresentada à CBF para a criação de uma nova liga no futebol brasileiro. O documento “O novo produto do futebol brasileiro” reúne 66 sugestões e tenta transformar o Brasileirão em um produto mais previsível, moderno, rentável e com padrão internacional.Neste vídeo, analisamos as principais propostas: calendário com horários fixos, redução dos estaduais, proteção das Datas Fifa, tabela antecipada, pausa técnica, arbitragem profissional, punição ao antijogo, VAR centralizado, estádios mais seguros, torcida mista, biometria, gramados naturais híbridos, transmissão com host broadcaster, Brasileirão TV Feed, 30 câmeras, dados ao vivo, comunicação multilíngue, fantasy game, marketing global, retenção de jovens talentos, governança das SAFs, fair play financeiro e novo modelo de rebaixamento.A proposta do Flamengo vai além dos direitos de transmissão. O clube tenta colocar o debate da liga no campo do produto, da governança e da sustentabilidade econômica. O desafio será transformar essa agenda em acordo político entre clubes, CBF, federações, emissoras, mercado e governo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CBF
O que os principais gestores estão fazendo em um mundo dominado por inteligência artificial, juros elevados e mudanças rápidas de narrativa?Neste episódio do Carteiros do Condado, Davi Fontenele e Priscila Araújo, Head de Produtos e Relacionamento da XP Advisory, analisam as principais tendências que estão movimentando os mercados globais e brasileiros. Eles comentam sobre a recuperação do crédito privado, o desempenho decepcionante da bolsa brasileira frente ao CDI, a força das ações ligadas à inteligência artificial e por que muitos investidores estão revisando suas estratégias para os próximos anos. Confira!
Neste episódio do Vamos de Vendas, Gustavo Pagotto recebe Hiram Damin, CRO da B2B Stack e uma das maiores referências em Customer Success da América Latina, para uma conversa sobre como transformar dados em ações práticas para aumentar retenção, expansão de receita e rentabilidade dos clientes.Ao longo do episódio, Hiram explica por que muitas empresas ainda olham apenas para aquisição de clientes enquanto ignoram a principal fonte de crescimento sustentável: a própria carteira. Ele mostra como estruturar uma operação de Customer Success do zero, quais dados buscar primeiro, quais métricas realmente importam e como evitar o erro de acumular dashboards sem gerar mudanças reais no negócio.A conversa também aborda temas como churn, lifetime value, ICP, Health Score, onboarding, Voice of Customer e o papel do CRM na gestão da jornada do cliente. Hiram compartilha exemplos práticos sobre integração entre vendas, financeiro e Customer Success, além de explicar como identificar clientes com maior potencial de retenção e expansão usando dados confiáveis.
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Bom dia! ☕Experimente Nescafé Pro-Energy aqui.Para profissionalizar seu câmbio com a Remessa Online e garantir 15% de desconto (THENEWS15) no spread, clique aqui.Confira o portfólio completo da Moura aqui.No episódio de hoje:
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Esse episódio pode ser o divisor de águas na forma como você lida com o seu dinheiro.DEVOCIONAL PROFÉTICO PARA EMPREENDEDORES:https://empreendendonoreino.com/devocionalprofetico/
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Agenda de gravações está complicada, que quase que não da pra gravar esse episódio. O que talvez tivesse sido a escolha mais sábia. Gui do Financeiro é o host desse "episódio" - com algumas muitas aspas - onde junto com Diego Arantes, e dois ex Z2 que continuam aparecendo no escritório vira e mexe mesmo não trabalhando mais aqui, Zagattri e Brunão, trocam uma ideia sobre como foi a prova do Ironman Florianópolis da perspectiva de amadores.---------------------------------------------Caio Zagattihttps://www.instagram.com/zagattri/Bruno Borgonovihttps://www.instagram.com/bruno_borgonovi/Guilherme Afonsohttps://www.instagram.com/guiafonsof/Diego Aranteshttps://www.instagram.com/_therealroach/---------------------------------------------PLAYLIST COMPLETA https://www.youtube.com/playlist?list=PLcotMVx5Zr8VPHl8RZ3KuI3jULNRxya5YZ2Performance - https://www.instagram.com/z2performance---------------------------------------------#z2performance #z2talks #podcast #alwayschasing
Falamos do Santa Cruz, dentro e fora do campo.
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Australia's petrol and diesel prices remain under pressure. The RBA's decision to hike the cash rate this month is adding to the financial strain facing many households. We look at some free and independent support services that are available to help people manage financial stress. - Os preços da gasolina e do gasóleo na Austrália continuam a subir. A decisão do Reserve Bank (o Banco central da Austrália), de aumentar a taxa de juro de referência, está a agravar a pressão financeira sentida por muitos agregados familiares. Neste episódio, falamos sobre serviços gratuitos e independentes que podem ajudar quem precisa a lidar com dificuldades financeiras.
O CICLO DE CRÉDITO ESTÁ MELHORANDO - MAS O BRASIL CONTINUA FICANDO PARA TRÁS! Em mais um episódio dedicado ao mercado de crédito, da série "Credit Pickers", o Stock Pickers traz Jean-Pierre Cote Gil, sócio e gestor da Vinland Capital, que analisa onde estamos no ciclo econômico e quais oportunidades ainda existem para investidores. Ao longo da conversa, o gestor explica por que o Brasil ficou para trás em relação a outros mercados emergentes, avalia os impactos do endividamento das famílias e dos juros elevados e mostra quais setores estão mais vulneráveis ao atual ambiente macroeconômico.
O que dizem presidenciáveis sobre a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas. Rabicó é apontado como principal operador financeiro do Comando Vermelho. Varredura encontra grampos no gabinete do governador do RJ, Ricardo Couto, no Palácio Guanabara. PIB do Brasil cresce 1,1% no 1º trimestre, diz IBGE. Planos de saúde individuais terão reajuste máximo de 5,11%.
OS FIDCS ESTÃO MUDANDO O MERCADO DE CRÉDITO, MAS TAMBÉM ESCONDEM ARMADILHASNeste episódio do Stock Pickers, João Peixoto Neto, CEO e fundador da Ouro Preto Investimentos, explica por que os FIDCs ganharam espaço no mercado brasileiro e como a descentralização do crédito está mudando a relação entre bancos, gestoras e investidores.Ao longo da conversa, o gestor mostra como funciona um FIDC na prática, os riscos escondidos que muita gente ignora e por que o dinheiro está cada vez mais saindo dos grandes bancos em busca de novas oportunidades.
O cenário global tem trazido muita volatilidade, seja em relação a guerra no Irã, choque no petróleo e preocupações inflacionárias, ou então em relação à revolução da inteligência artificial.Neste episódio, o Carteiros do Condado convida Felipe Relvas, CIO do MMZR Family Office, para discutir sobre as principais tendências entre os gestores globais e como os principais investidores têm se posicionado no ambiente atual.
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O Náutico registrou sua maior receita dos últimos 12 anos, mas segue convivendo com um aumento gradativo do passivo. O que explica o crescimento das receitas? E por que as dívidas continuam aumentando? Nos comentários, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os números, os desafios financeiros e os impactos para o futuro do Náutico.
Mais um conteúdo no ar! Ceará apresenta o balanço financeiro de 2025, e o buraco é muito maior do que parecia. É pra isso tudo mesmo? Venha conferir! Estão neste programa Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli. Na direção, João Trigueiro. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Mais um conteúdo no ar! Venha entender a realidade financeira do Sport. O que aconteceu em 2025? Desastre dentro e fora de campo? Estão neste programa Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli. Na direção, João Trigueiro. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Historiadora diz que é cada vez mais comum pais usarem patrimônio para ajudar filhos a pagar estudos, aluguel, hipotecas, creches ou apenas para poderem chegar ao final do mês.
Mais um conteúdo no ar! Desordem de gastos, empréstimos de mercado, toda a exposição dos dados que tentam explicar como se deu todo o processo financeiro do Fortaleza. Estão neste programa Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli. Na direção, João Trigueiro. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
O Vitória apresenta um passivo de R$ 407 milhões, mas também registra uma receita acima de R$ 250 milhões em 2026. O que esses números revelam sobre a saúde financeira do clube? Há equilíbrio, risco ou margem para crescimento? Como está o Vitória em comparação aos outros grandes do Nordeste? Nos comentários, Fred Figueiroa e […]
Mais um conteúdo no ar! Iniciamos os trabalhos em 2026 com o Raio X Financeiro do Bahia. Uma análise da maior receita da história do nordeste! Estão neste programa Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli. Na direção, João Trigueiro. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Rian Tavares não é apenas um consultor; ele é um sobrevivente que transformou vícios e 130kg em uma máquina de performance física e financeira. Neste episódio, ele revela como saiu do mercado financeiro tradicional para construir um império digital que alcança milhões, utilizando a mesma "energia compulsiva" que o levou a completar Ultramans e Ironmans.O cenário que Rian desenha é brutal: vivemos um "Cisne Negro" na economia brasileira, onde empresas centenárias estão pedindo socorro e 25% das companhias listadas em bolsa já não conseguem sequer pagar os juros de suas dívidas. Se você é empresário ou investidor, este vídeo não é um conselho — é um alerta de sobrevivência para quem não quer ser engolido pelo próximo colapso.00:00:00 - A ousadia de viver a vida dos sonhos 00:01:22 - O cenário do Cisne Negro e bancos quebrando 00:05:30 - A tragédia das dívidas: Raizen e Grupo Pão de Açúcar 00:15:30 - As duas maiores dores do empresário brasileiro 00:23:30 - Segredos de negociação: A Arte do Deal 00:33:00 - De 130kg ao Ultraman: hackeando a compulsão 00:44:00 - Por que sua hora deve valer mais (Lições de Tim Ferriss) 01:07:00 - Como vender publicidade sem parecer um vendedorSiga o Rian no Instagram:https://www.instagram.com/falecomrian/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Afinal, quem está ganhando o jogo entre BTG, Itaú e XP - e por que isso pode dizer muito sobre o futuro da bolsa brasileira? Neste episódio do Stock Pickers, Lucas Collazo recebe André Caldas, sócio, CIO e administrador da Springs Capital, para um mergulho profundo na dinâmica do setor financeiro e nas oportunidades que estão se formando no mercado local. Com mais de 30 anos de experiência, Caldas revisita sua trajetória no mercado financeiro. A conversa também explora como funciona, na prática, um hedge fund, como as gestoras se organizam e por que entender o comportamento do investidor é peça-chave para construir estratégias vencedoras. Se existem razões para acreditar no Brasil, elas passam (necessariamente) pelo que está acontecendo dentro do próprio sistema financeiro.
Empresários ligados ao Banco Master iniciam disputa para saber quem vai dedurar primeiro grandes figurões da República.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DanielVorcaro#BancoMaster#DelaçãoPremiada#CasoMaster#Justiça#BrasíliaEmChamas#PF#MercadoFinanceiro#PodcastDeNoticias#OperaçãoComplianceZero
A perícia da Polícia Federal nos dispositivos de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, revelou um achado perturbador: o banqueiro salvou em seu celular uma minuta de documento interno do Tribunal de Contas da União (TCU) antes mesmo dela ser publicada.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DanielVorcaro #BancoMaster #OperacaoComplianceZero #MinutaSigilosa #PoliciaFederal #STF #EscandaloFinanceiro #Brasilia#Vazamento #Justiça
O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, finalmente assinou o termo de intenção para sua delação premiada. O movimento era o maior temor dos "peixes graúdos" de Brasília, já que Vorcaro transitava livremente entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Judiciário.Analisamos o que pode vir à tona nos anexos do acordo: desde esquemas no INSS até o financiamento de luxos para autoridades. As tratativas devem durar semanas, mas o "clima de enterro" já se instalou nos gabinetes mais poderosos da capital. Entenda por que essa delação é o fato político mais grave de 2026.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Vorcaro#BancoMaster#DelaçãoVorcaro#OperaçãoComplianceZero#DanielVorcaro#PFBrasília#AndréMendonça#CasoMaster#BilionárioPreso#JustiçaFederal
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 16, fala sobre o início das tratativas para a delação premiada de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e as repercussões políticas da decisão do banqueiro.Além disso, o programa fala sobre os novos desdobramentos da escolha de Érika Hilton no comando da Comissão das Mulheres da Câmara e aborda a derrota do Brasil no Oscar 2026.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #vivianebarci #AlexandreDeMoraes #Moraes #STF #BrasilUrgente #PoliticaBrasileira #NoticiasDeUltimaHora #LiberdadeDeExpressao #Justiça #CensuraNao #DireitaBrasil #CongressoNacional #ImpeachmentMoraes #Bombastico #PlantaoDeNoticias
Convidada: Malu Gaspar, comentarista da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo. Foi preso preventivamente nesta quarta-feira (4) o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na decisão que autorizou a operação da Polícia Federal, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso, afirma que os indícios reunidos pela investigação vão muito além de crimes financeiros e identifica a existência de "milícia privada" para intimidar opositores. Para o ministro, havia risco concreto na manutenção da liberdade do investigado diante da gravidade dos fatos revelados pela Polícia Federal. O relatório da PF revela um plano de Vorcaro para perseguir e agredir o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo. As investigações apontam ainda que o grupo teria acessado indevidamente sistemas sigilosos e órgãos públicos e que haveria a participação de funcionários do Banco Central na rede de ilegalidades – dois servidores foram afastados de suas funções, Belline Santana e Paulo Sérgio Souza. Também foram presos o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, suspeito de ser o operador financeiro do esquema de fraudes, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como coordenador operacional da “Turma” – termo usado para definir a organização. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Malu Gaspar, comentarista da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo. Malu explica o funcionamento da rede construída por Daniel Vorcaro e detalha quem é quem na composição da “Turma”. Ela também analisa quais devem ser os próximos passos da investigação.