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Em Moçambique, ainda não há datas para a reabertura da Estrada Nacional Número 1. No Terminal Rodoviário da Junta, o desespero aumenta. Em Angola, a mais recente sessão do julgamento do caso AGT ficou marcada pela saída dos advogados de defesa que acusam o tribunal de violar direitos fundamentais dos arguidos. Jurista faz duas leituras.
Foi debaixo de fortes críticas que o Conselho de Ministros decorreu hoje em Xai-Xai, uma das cidades mais afetadas pelas cheias. Na Guiné-Bissau, movimentos cívico-políticos dizem estar empenhados na luta pela conquista e defesa das liberdades democráticas. No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto conhecemos a história de um sobrevivente.
Entre 1991 e 2023, acidentes destruíram 4,6 bilhões de toneladas de cereais e 2,8 bilhões de toneladas de frutas e vegetais; perdas representam 4% do PIB agrícola global; temperaturas extremas intensificam–se e ameaçam cada vez mais a segurança alimentar mundial.
A Defesa Civil Estadual começou nesta segunda (6) um simulado de enfrentamento a desastres naturais. Até quarta (8), equipes de cinco municípios receberão treinamentos e poderão verificar a eficácia dos protocolos de resposta em caso de chuvas intensas e rompimento de barragens, por exemplo. O objetivo é testar os sistemas de alerta e de comunicação, além de integrar as equipes. Durante os três dias, o simulado envolve a emissão de boletins meteorológicos fictícios e alertas por SMS e CellBroadcast. A população não precisa adotar nenhuma medida, já que todas as comunicações fazem parte do treinamento. Em entrevista à CBN Vitória, o chefe do Departamento de Preparação e Resposta da Defesa Civil Estadual, Major Natanael Oliveira, explica como funciona o simulado. Ouça a conversa completa!
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou mais de 7.500 desastres climáticos provocados por chuvas intensas — um aumento de 220% em comparação com a década de 1990, de acordo com estudo da Unifesp. Inundações, enxurradas, temporais e deslizamentos já atingem mais de 80% dos municípios do país. O caso mais alarmante é o do Rio Grande do Sul, que, mesmo após um ano das enchentes históricas, voltou a enfrentar alagamentos, mortes e o deslocamento de milhares de famílias. O que explica a escalada desses eventos extremos? Como as mudanças climáticas atingem, em especial, as populações mais vulneráveis? E o que os centros urbanos precisam mudar para evitar novas tragédias? Luiz Fara Monteiro e o repórter Jairo Bastos discutem o tema com o ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental.
Cálculos da ONU incluem perdas em saúde, educação e empregos; desmatamento na Amazônia brasileira é citado como risco evitável; ações antecipadas de resposta à seca em Moçambique recebem destaque.
A Câmara dos Deputados começou a discutir o projeto de lei que prevê medidas de emergência para combater incêndios florestais e desastres naturais. Entre as medidas previstas está a participação do governo federal em um fundo que será usado para reparação de danos com acesso por parte dos prejudicados através de meios menos burocráticos.
As cidades afetadas por desastres naturais, como chuvas intensas, alagamentos ou deslizamentos, podem receber auxílio do Governo de São Paulo por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS). As ações reforçam a atuação da gestão paulista junto aos municípios pelo SUAS. A prioridade é garantir proteção social imediata às famílias vulneráveis, com ações coordenadas, repasse de recursos e oferta de serviços essenciais nas situações de calamidade e emergência.
Sonora do Marcelo Ricci, Coordenador da Coordenadoria de Desenvolvimento Social
Secas severas e intensas têm se tornado mais frequentes e devastadoras no Brasil e no mundo, principalmente nas últimas quatro décadas. Neste período, o país registrou mais de 13 mil casos de estiagem extrema, de norte a sul -- essa é a conclusão de um estudo publicado na revista científica "Science". Em 2024, por exemplo, quase 60% do país sofreu com a maior seca da história, comprometendo biomas e a produção agrícola, já que o cenário de seca favorece incêndios e compromete pastos, tomados pelo fogo. As consequências são vistas agora, de imediato, e tendem a ser ainda mais preocupantes para o futuro. Cientistas alertam que as secas vão ficar piores até 2060. As saídas apontam para a diminuição do desmatamento, o investimento em tecnologias sustentáveis e a cobrança de ações do governo. Quem explica isso é Ana Paula Martins do Amaral Cunha, pesquisadora no Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, o Cemaden. "As imagens que nós temos visto nesses últimos anos são rios sumindo". Trata-se de uma situação que, segundo ela, se espalha pelo Brasil. "Agora a gente tem visto grandes rios na Amazônia, onde isso não é comum, secando. E não só na Amazônia, como também na região da Bacia do Paraguai, ou seja, região do Bioma Pantanal."
A Casa Branca transformou-se em laboratório de experiências políticas para Donald Trump? O presidente americano vai fazendo testes, do Canadá ao Canal do Suez, do Iémen à Ucrânia. A obsessão de Washigton com a Gronelândia também continua: o vice-presidente, J.D. Vance, fez uma curta visita à base militar dos EUA, acompanhado pela esposa. Na Ucrânia, as promessas de resolver o conflito rapidamente já lá vão. Trump parece estar mais consciente das dificuldades de chegar a um acordo com Putin. Em Portugal, vai ser apresentado o Relatório Anual de Segurança Interna, com a expetativa de perceber se os dados provisórios que indicam uma diminuição do crime em geral, apesar de um aumento do crime grave, se confirmam. No Leste/Oeste em podcast, Nuno Rogeiro analisa ainda alguns incidentes de segurança na Europa, a prevenção de desastres naturais em Portugal e o conflito no Médio Oriente. O programa foi emitido na SIC Notícias a 30 de março. Para ver este episódio em vídeo clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Visão Parlamentar, o deputado Alencar da Silveira Jr. (PDT) comenta sobre a visita feita ao Japão para conhecer ações de prevenção a catástrofes naturais como terremotos e inundações. Ele argumenta que o Brasil precisa seguir o exemplo japonês e investir em projetos para conter os efeitos dos desastres climáticos, que têm se mostrado mais frequentes. O parlamentar também defende a unificação das eleições no Brasil, com a escolha simultânea dos representantes de todas as esferas da federação a cada quatro anos. O deputado fala ainda sobre os problemas do transporte público de Belo Horizonte. Alencar da Silveira Jr. defende investimentos em obras viárias, com a criação de novos corredores exclusivos para ônibus, e argumenta que as gratuidades oferecidas a diferentes grupos da população deveriam ser subsidiadas pelo poder público, evitando, assim, o aumento das passagens. Segundo ele, a isenção de impostos que afetam o transporte público também contribuiria para reduzir o preço das tarifas. Na entrevista, o deputado critica ainda a proliferação desenfreada dos jogos de azar na internet, situação que vem causando prejuízos para a sociedade brasileira. Alencar da Silveira Jr. defende a legalização das casas de jogos como meio de controlar a atividade.
O colunista Eduardo Aquino, na coluna Acelera BandNews, aborda sobre os seguros que cobrem sinistros que envolvem desastres naturais.
A tecnologia pode ser utilizada para prevenir desastres naturais e também auxiliar na recuperação após eventos climáticos adversos. Um exemplo disso é o potencial uso de drones em resgates e monitoramento, podendo mapear áreas afetadas e entregar suprimentos. Euclides Chuma, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e integrante do IEEE, explica como esses equipamentos podem ajudar empresas e governos na previsão de desastres, considerando limitações, cibersegurança e regulamentação. A entrevista foi gravada durante a Futurecom 2024, em São Paulo, pelo jornalista Almir Freitas, da Rádio Guaíba.
Quem vive na região Norte do país já percebe há dias que o ar está mais pesado. Na Amazônia, já são 59 mil focos de incêndio apenas em 2024 – é o maior registro de queimadas dos últimos 17 anos. Da maior floresta tropical do planeta, de onde emergem enormes correntes de vapor que levam umidade para grande parte do continente – os rios voadores –, o que se vê agora é um rastro de fumaça que transporta gases poluentes por dez estados brasileiros e mais quatro países: Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina. Essa fumaça se soma à falta de chuvas, uma estiagem que atinge diretamente mais de 1.000 cidades brasileiras e torna o ar, principalmente nas grandes cidades, quase impossível de respirar. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Giovanni Dolif, meteorologista pesquisador do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais), que explica as causas ambientais desta seca, e Jesem Orellana, epidemiologista da Fiocruz Amazônia, que alerta sobre os riscos da baixa qualidade do ar na saúde humana.
Quase um quarto do território brasileiro já foi queimado pelo menos uma vez nas últimas quatro décadas. Desta área, mais de 68% era de vegetação nativa, principalmente na Amazônia e no Cerrado. A nova Coleção do MapBiomas Fogo, divulgada nesta terça-feira (18) pela iniciativa, também revela que, proporcionalmente, o Pantanal – atualmente consumido pelas chamas – é o bioma mais atingido. O relatório inclui dados de 1985 a 2023 sobre as queimadas em todo o Brasil, apoiados por imagens de satélite e inteligência artificial. No total, 199,1 milhões de hectares foram queimados no país, ou 23% do território nacional, afirma o estudo. O Mapbiomas reúne acadêmicos, organizações não-governamentais e empresas de tecnologia. Os três Estados brasileiros com maior avanço da agropecuária no período, Mato Grosso, Pará e Maranhão, concentram 46% dos registros históricos de fogo. Além disso, 65% da área afetada no país foi queimada mais de uma vez em 39 anos, sendo o Cerrado o bioma com a maior área queimada recorrente."As atividades humanas tem mudado o regime do fogo, a forma como ele acontece. O fogo não está mais acontecendo naturalmente na época em que deveria acontecer, nem na frequência em que deveria”, explica Ane Alencar, diretora de Ciência do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e coordenadora do Mapbiomas Fogo."Em um cenário em que as mudanças climáticas têm impactado os eventos climáticos extremos, como El Niño, em sua intensidade e frequência, isso vai gerar condições em que os incêndios aumentem. Para que os incêndios não fiquem cada vez maiores, a gente precisa reduzir o uso do fogo nas práticas agropecuárias, seja para o desmatamento como para o manejo da terra”, afirma.Proporcionalmente, Pantanal é o mais queimadoEmbora o Cerrado (44% do total queimado no país) e a Amazônia (19,6%) sejam os biomas mais atingidos, o Pantanal é o que teve maior área afetada em relação ao seu tamanho total: 9 milhões de hectares, ou 59,2% do bioma, já viraram fumaça pelo menos uma vez.O relatório é divulgado no momento em que as chamas consomem a região, em meio a uma seca prolongada, que facilita a ocorrência e a propagação do fogo, em um ritmo preocupante. O rio Paraguai encontra-se nos menores níveis históricos."O Pantanal vem secando ao longo das últimas décadas. O que a gente tem visto na série histórica, nos últimos 38 anos, é que a seca tem ficado cada vez mais evidente. O Pantanal já perdeu mais de 29% da sua superfície de água”, aponta biólogo Gustavo Figueiroa, diretor de comunicação da SOS Pantanal.A temporada de queimadas este ano chegou dois meses mais cedo do que o esperado, durante a estação seca (de junho a outubro). O período que vem pela frente tem tudo para ser dramático: o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) aponta que todo o bioma está em estado de alerta e há “alta probabilidade de fogo” principalmente no Mato Grosso do Sul.Panorama atual é pior do que recordes de 2020Na comparação com as piores queimadas da história no Pantanal, em 2020, este ano já registra uma área 54% maior de fogo, mostrou um levantamento por satélite da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). A SOS Pantanal alerta que as condições estão similares às de quatro anos atrás, e lamenta a falta de investimentos na prevenção contra os incêndios desde então.Figueiroa esteve há poucos dias ajudando a combater o fogo na região: "O acesso é muito difícil, a logística é complicada para chegar. Vamos precisar do apoio de aeronaves, de helicópteros para transportar as equipes até o local de combate e aviões para soltar água na linha do fogo”, indica.“Eu estou bem preocupado porque é possível que a gente reviva este ano o inferno que foi 2020. A gente imaginou que o poder público, em todas as suas instâncias, iria aprender com isso, mas o que a gente viu é que esse aprendizado está muito devagar perto do avanço da seca, dos incêndios e das mudanças climáticas como um todo", observa o pesquisador.Em todo o país, o número de queimadas nos primeiros quatros meses do ano, até 1° de maio, é o maior da história das medições do Inpe (Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais), iniciadas em 1998. A chegada do fenômeno La Niña, esperada para o segundo semestre, poderá atenuar este cenário, ao trazer chuvas para o norte do país.
Assine o Café Brasil em https://canalcafebrasil.com.br Ao longo dos anos, o Brasil experimentou uma variedade de desastres naturais, incluindo secas, temperaturas extremas, inundações e tempestades. Mais de 63 mil desastres foram registrados entre 1991 e 2020, de acordo com um levantamento divulgado em 2022 pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. Mas...See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assine o Café Brasil em https://canalcafebrasil.com.br Ao longo dos anos, o Brasil experimentou uma variedade de desastres naturais, incluindo secas, temperaturas extremas, inundações e tempestades. Mais de 63 mil desastres foram registrados entre 1991 e 2020, de acordo com um levantamento divulgado em 2022 pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. Mas...See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Gleisi Hoffmann, deputada federal (PT/PR) e presidenta Nacional do PT, que falou sobre o Plano Nacional de Gestão de Crises e Resposta a Desastres Naturais.
A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann lembra sobre o Plano Nacional de Gestão de Crises e Resposta a Desastres criado em 2011 no governo Dilma Sonoras
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta quinta-feira (09/05/2024): Por cinco votos a quatro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, de 10,75% para 10,50% ao ano. A decisão interrompeu um ciclo de seis cortes consecutivos de 0,50 ponto. Votaram pela redução de 0,25 pp os dirigentes mais antigos do BC: Roberto Campos Neto (presidente), Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes. Indicados no governo Lula, Gabriel Galípolo, Ailton de Aquino, Paulo Picchetti e Rodrigo Teixeira votaram por corte de 0,50 ponto. Galípolo é visto como favorito para assumir o comando do BC ao fim do mandato de Campos Neto, em dezembro. Em comunicado, o Copom atribuiu a decisão ao “ambiente externo”, que se mostra “mais adverso” por causa da política de juros dos EUA, e ao cenário doméstico, com expectativas sobre a inflação. E mais: Metrópole: Refugiados climáticos dormem em carros e ruas em Porto Alegre Economia: Com R$ 1,1 bi em dívidas, Coteminas apresenta pedido de recuperação Política: Governo negocia liberar máximo de emendas individuais ao Congresso Internacional: EUA suspenderam envio de bombas a Israel antes de operação em Rafah Esportes: Real Madrid vence Bayern e fará final com o Borussia DortmundSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta segunda-feira (06/05/2024): Os desastres naturais causaram prejuízo de R$ 105,4 bilhões ao Brasil no ano passado. O levantamento é da Confederação Nacional dos Municípios, com base em dados estaduais e municipais, repassados ao governo federal. O Sul teve 33% dos decretos de emergência, seguido pelo Nordeste com 29,8%. A agricultura foi o setor mais afetado, com prejuízo de R$ 53,6 bilhões. Imerso em sua última catástrofe climática, que já deixou 78 mortos, 105 desaparecidos, 80 mil desalojados e milhões sem água, o Rio Grande do Sul espera ajuda. Os três Poderes estudam um pacote de socorro com liberação de recursos fora das limitações fiscais, renegociação da dívida do Estado e liberação de emendas parlamentares já autorizadas no Orçamento. O Estado e os municípios poderiam ainda aumentar despesas além da sua arrecadação. E mais: Economia: Aposta do Brasil, carro híbrido ganha força com crise dos elétricos Política: Corregedor do CNJ manda investigar os supersalários do TJ de Rondônia Metrópole: Garimpo chegou a 80 mil pontos da Amazônia em 2022 Internacional: Israel fecha TV árabe; acordo com Hamas fica mais distante Caderno 2: Discursos libertários, sensualidade e tempero local, a fórmula da diva pop See omnystudio.com/listener for privacy information.
Elias Dhlakama vai candidatar-se à liderança da RENAMO, afirma ter apoio e não teme disputa interna. A menos de dez meses das eleições em Moçambique, analista está preocupado com o atraso de listas oficiais. A tensão entre o Burundi e Ruanda continua a escalar. Balanço de mais um dia de CAN 2023.
Marcos Leandro Kazmierczak, PhD Em Desastres Naturais - 22/11/2023 by Rádio Gaúcha
O Brasil tem enfrentado uma das piores ondas de calor da sua história. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961. Estados como Mato Grosso, Roraima, Rio de Janeiro, e Piauí, têm convivido com temperaturas acima de 40 graus, todos os dias. Essas ondas de calor acontecem pela intensificação de um fenômeno muito conhecido: o El Niño. No Brasil, o fenômeno tem dois efeitos bem definidos: enquanto há o aumento de chuvas e a queda de temperaturas na região Centro-Sul do país, no Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste, o efeito é o contrário. Um exemplo é o que está acontecendo no Rio Grande do Sul com o aumento das chuvas e dos ciclones no Estado. Em junho, a passagem de um fenômeno do tipo, acompanhada de temporais, deixou 16 mortos. No início deste mês, o total de vítimas foi ainda maior: 49. O último relatório do Painel Intergovernamental sobre o Clima (IPCC), das Nações Unidas, divulgado neste ano, aponta que algumas das mudanças climáticas futuras são inevitáveis ou irreversíveis, mas podem ser limitadas por alterações rápidas e de redução sustentada das emissões globais. Afinal, entramos no chamado ponto de não retorno em relação aos impactos das mudanças climáticas? Existe algo que possa ser feito para que esse quadro seja revertido? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a pesquisadora titular e coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Luciana Gatti. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laís Gottardo Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um país no norte da África rico em petróleo que acabou destroçado politicamente, dividido em dois, tomado por uma guerra de facções que reivindicam o poder e que agora foi atingido por um ciclone mortal. O Durma com essa desta quarta-feira (13) explica o fenômeno atmosférico que atingiu a Líbia numa entrevista com o meteorologista Marcelo Seluchi, do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e mostra como a situação local contribuiu para que as vítimas chegassem à casa das dezenas de milhares. O programa traz também Isabela Cruz falando sobre o início do julgamento dos golpistas de 8 de janeiro e o colunista Olavo Amaral comentando a disputa verbal em torno da psicanálise.Conheça nossos descontos de 60% para assinar o Nexo com o Google. É por tempo limitado!Assine o podcast: Spreaker | Apple Podcasts | Deezer | Google Podcasts | Spotify | Outros apps (RSS)Edição de áudio Pedro Pastoriz
O primeiro alerta do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) para o potencial devastador de chuvas no Rio Grande do Sul foi dado no dia 31 de agosto, quatro dias antes do temporal que atingiu o Estado, deixando mais de 40 mortos e 25 mil pessoas fora de casa. No começo de 2023, a tragédia de São Sebastião (quando 65 pessoas morreram no litoral de São Paulo) foi marcada pela falha no sistema de alertas. Para entender a importância dos alertas e como o sistema pode ser usado na prevenção de catástrofes em um momento em que eventos extremos são cada vez mais frequentes, Natuza Nery conversa com Pedro Luiz Cortês, professor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, pesquisador em políticas públicas de combate às mudanças climáticas e revisor de relatórios do IPCC. Neste episódio: - Pedro aponta protocolos para a redução de danos causados por eventos extremos, como a obrigatoriedade do envio de mensagens de celular, com orientações práticas para a população não ficar exposta ao risco; - O professor cita a ausência de planos de prevenção no Rio Grande do Sul, onde estado e municípios deixaram de avisar a população sobre rotas de fuga e cita a necessidade de indicar locais para se abrigar e o que fazer em situações de emergência, “apesar do histórico recente de eventos extremos” no Estado; - Pedro destaca a importância da educação ambiental no ensino fundamental: “alertar crianças para eventos extremos e o que fazer tem poder de disseminação nas famílias”, diz; - Ele conclui sobre a necessidade de a população ser alertada sobre como agir em dias de calor extremo, com foco em crianças e idosos, grupos mais suscetíveis a óbito em ondas de altas temperaturas.
Fala dos alertas emitidos pelo Cemaden em relação aos riscos dos temporais no RS
Este episódio aborda o artigo "A carga de saúde dos desastres naturais e tecnológicos no Brasil de 2013 a 2021" (https://bit.ly/3rlwZFy). Foram entrevistados os autores: Abner Willian Quintino de Freitas - Mestre pelo PPG em Tecnologias da Informação e Gestão em Saúde (UFCSPA) e CEO da Hopeful Brasil; Ana Gorini da Veiga - Professora Titular da UFCSPA; Regina Rigatto Witt - Professora Titular da Escola de Enfermagem da UFRGS. A condução da conversa ficou a cargo do escritor do Editorial de abril em CSP Carlos Machado de Freitas. Acompanhe CSP Site: http://cadernos.ensp.fiocruz.br/ Twitter: www.twitter.com/CadernosSP Facebook: www.facebook.com/cadernosdesaudepublica
As mudanças climáticas podem produzir chuvas cada vez mais fortes em todo planeta. No nosso estado, as tragédias devem se tornar cada vez mais frequentes. As condições naturais do relevo junto com a ocupação irregular do território são perfeitas para uma "panela de pressão" de tempestades que terminam com mortes. Para desenrolar o assunto a poucos dias do fim do verão, o jornalista Edimilson Ávila conversa com Marcelo Seluchi, coordenador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, o CEMADEN.
No programa Ritmos da Terra a Bruxa Evani nos presenteia com sua mentoria em diversas áreas da vida, para nos guiar no nosso encontro do sagrado feminino, despertar da nossa essência, e nos encontrar nas inseguranças do mundo atual. Essa é a hora certa de ter um aconselhamento da Bruxa! Quer agendar uma consulta de tarot com a Bruxa Evani, ou a sua equipe? Ligue para (11) 94034-3160 SIGA A BRUXA EVANI NAS REDES SOCIAIS: Instagram: https://www.instagram.com/bruxaevani/ Facebook: https://www.facebook.com/bruxaevanioficial YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCj2VQdHbiPgI7zKS3cowHyw
Mudanças climáticas e como evitar novos desastres como os registrados no litoral de São Paulo e em Petrópolis.
Moçambique está em alerta máximo face ao ciclone Freddy, ativo no oceano Índico. Situação de saúde do ativista angolano, Luther King, é crítica. Médicos Sem Fronteiras, em Moçambique, de olhos postos nos centros de acolhimento das vítimas das inundações. Putin fala do Estado da Nação e Biden responde.
Moçambique: Inundações matam seis pessoas na cidade e província de Maputo e milhares ainda aguardam resgate. Em Angola: Vai hoje a votos o OGE para 2023. Jogou-se neste fim-de-semana a 20ª jornada da Bundesliga, o campeonato alemão de futebol. Learning by Ear – Aprender de Ouvido.
Acompanhe as últimas notícias sobre as cheias no sul de Moçambique, que já afetaram mais de 37 mil pessoas e deixaram pelo menos sete mortos. Associação Rede dos Direitos Humanos diz que alegado desvio de fundos do Banco Mundial pelo INGD, no ano passado, explica a crise humanitária. Angola: Aprovado primeiro orçamento depois das eleições gerais, e Governo prevê aumentar as verbas para Cabinda.
Alô, Alô! O início do ano no Brasil foi marcado por uma série de tragédias relacionadas às chuvas intensas. Foi o que aconteceu no sul da Bahia, onde enchentes destruíram cidades e deixaram inúmeras pessoas desabrigadas. Em Capitólio/MG, a queda de um paredão de rocha feriu e matou turistas. Em Franco da Rocha/SP e Petrópolis/RJ, […] The post #128 Desastres naturais: dá pra prever? appeared first on Alô, Ciência?.
Um lembrete de nossa missão em uma conversa sobre o papel da igreja nos desastres e nas calamidades.
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