Emperor of Brazil from 7 April 1831 until deposed on 15 November 1889, the last ruler of the Empire of Brazil
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O Espírito Santo, à época antiga, pelos olhos e interpretações de Dom Pedro II, imperador do Brasil entre 1840 e 1889. Este é o trabalho reunido no livro "Pedro II: diário da viagem à província do Espírito Santo". A edição preparada pelo Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, reúne no texto os diários e imagens digitalizadas das cadernetas 5 e 6 do imperador e suas transcrições. O trabalho de organização, transcrição paleográfica e notas são do historiador Fernando Achiamé. Antes de fazer esse trabalho, ele lembra que Levy Rocha, natural de Muqui, importante nome da historiografia capixaba, foi o responsável pelas primeiras transcrições do diário de Pedro II, em 2008. À épóca, esse trabalho, não foi feito de forma cronológica, explica Achiamé.O historiador explica que Dom Pedro II tinha 34 anos à época da visita. Novo, muito culto, explica Achiamé, ele também tinha habilidade e interesse por desenho, com registros de paisagens, monumentos e detalhes observados em viagens. Nos diários, escritos à mão, ele colocava suas percepções sobre o que via nas colônias. No Espírito Santo, à época, ele ficou por cerca de quinze (15) dias, e passou por localidades como Vitória, Serra (Nova Almeida), Santa Leopoldina, Santa Isabel (atual Domingos Martins), e Linhares. Pedro II era considerado o "Órfão da Nação", porque perdeu os pais muito cedo. Ele conhecia muitas línguas, sempre estudou muito, e foi preparado para ser Imperador. "Mas o Império, de forma geral, era 'pobre'. Jovem, só com 18 anos, ele deveria assumir, mas com o 'Golpe da Maioridade', se tornou Imperador, com a antecipação da coroação de Dom Pedro II no trono brasileiro. Nesta entrevista, o historiador Fernando Achiamé e o Diretor do Arquivo Público, Cilmar Franceschetto contam detalhes desta visita.
Milton Teixeira fala sobre o casamento de Dom Pedro II.
No dia em que Vila Velha celebra 491 anos de colonização, em 23 de maio, neste sábado, a Casa da Memória, localizada na Prainha, inaugura às 17 horas, sua versão tecnológica e passa a operar como o primeiro museu digital do Espírito Santo. O espaço incorpora recursos de acessibilidade e interatividade ao acervo histórico. Neste dia também será entregue ao público o Bonde 42, peça histórica restaurada e reintegrada à visitação. O visitante poderá percorrer o museu com auxílio de tablets ou do próprio celular, interagindo com personagens históricos, cenários tridimensionais e conteúdos multimídia que ajudam a contar a história da cidade e do Espírito Santo de forma dinâmica.Quais são os personagens? Entre as novidades, haverá a possibilidade de ver Vasco Fernandes Coutinho, primeiro capitão-donatário da Capitania do Espírito Santo, Dom Pedro II e Luiza Grimaldi, primeira mulher a comandar uma capitania no Brasil Colônia, em realidade aumentada. O projeto digital reúne, além da realidade aumentada (com tablets), conteúdos interativos, peças táteis produzidas em 3D e audioguias em diferentes idiomas. Em entrevista à CBN Vitória, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha (IHGVV), Luiz Paulo Siqueira Rangel, fala sobre o assunto.
Há 150 anos, em 1876, o cientista e professor escocês Graham Bell patenteava um equipamento que iria revolucionar a história da humanidade: o telefone. A invenção foi apresentada na Filadélfia durante a exposição universal que celebrava o primeiro centenário da independência dos Estados Unidos. O evento contou com a presença de convidados ilustres, entre eles o imperador brasileiro Dom Pedro II, que logo trouxe o dispositivo para o Brasil. Desde então, a telefonia passou por várias regulamentações aqui no país. E para falar sobre esse histórico da legislação sobre os serviços telefônicos, o jornalista Celso Cavalcanti conversou com Marcus Martins, consultor legislativo do Senado, mestre em relações internacionais e especialista em regulamentação das telecomunicações pela Universidade de Brasília.
Hoje é celebrado o Dia de São Patrício, a principal data comemorativa da Irlanda. Para falar sobre as relações com o Brasil, o jornalista Ivan Godoy conversou com o embaixador irlandês, Martin Gallagher. Ele destacou a presença de brasileiros na Irlanda, parcerias bilaterais e curiosidades históricas, como a visita de Dom Pedro II à tradicional Guinness, em Dublin. Ouça a entrevista.
Dom Pedro II — No bicentenário do seu nascimento (2 de dezembro de 1825), revisitamos a trajetória do primeiro e único monarca nascido no Brasil. Do choro infantil na aclamação, passando pela educação rigorosa e pelo casamento com Teresa Cristina, até o Segundo Reinado (1840–1889): um período de estabilidade, modernização e tensões que culminaram na Proclamação da República. Neste especial, você entende por que o legado de Pedro II segue relevante: identidade nacional via cultura e educação, infraestrutura e economia do café, além dos conflitos e críticas que abalaram o Império.
Milton Teixeira fala sobre o nascimento de Dom Pedro II, no dia 2 de dezembro de 1825.
Dom Pedro II, o segundo e último imperador do Brasil, faria 200 anos neste dois de dezembro de 2025. O bicentenário é uma boa ocasião para relembrar a vida do monarca que governou o país por quase 50 anos e teve uma relação privilegiada com a França. Para o especialista Leandro Garcia Rodrigues, professor da UFMG, o imperador brasileiro deixou “um legado de estadista, tradutor e mediador cultural” entre a França e o Brasil. Mas a cultura brasileira divulgada por ele refletia o espírito eurocentrista da sociedade do século 19. Adriana Brandão, da RFI em Paris Dom Pedro II foi um soberano culto e erudito. O imperador brasileiro, que subiu ao trono em 1840 antes de completar 15 anos, compreendia 15 línguas, entre elas o sânscrito e o hebreu. Ele é reconhecido como um intelectual do século 19, que apreciava a arte, a literatura e a ciência. O monarca tinha uma relação privilegiada com a cultura francesa. “A França era uma espécie de pátria intelectual” não só de Pedro II, mas da elite brasileira desde a independência do país de Portugal, em 1822, lembra Leandro Garcia, autor de um pós-doutorado sobre a relação do imperador com a França. O tema foi abordado em um webinário organizado pela Biblioteca Nacional da França (BNF) e ministrado pelo professor para celebrar o bicentenário de nascimento de Pedro II. O fascínio dele pela cultura francesa fica evidente na numerosa correspondência que mantinha. “Foram mais de 30 correspondentes ativos”, revela o professor de teoria literária e literatura comparada da UFMG. Leandro Garcia Rodrigues detalha que a rede de sociabilidade epistolar do imperador era composta por cientistas e literatos. “No caso dos cientistas, especialmente aqueles ligados à egiptologia, porque um dos fascínios de Dom Pedro II era pela cultura egípcia e, na França, especialmente em Paris, havia um núcleo de egiptólogos muito forte no século 19. No mundo dos literatos, foram especialmente poetas.” Viajante incansável Viajante incansável, o imperador realizou três grandes viagens internacionais durante seu reinado, em 1871, 1876 e 1887. A cada vez, esteve na França, e aproveitou para conhecer pessoalmente os intelectuais ou cientistas com os quais se correspondia. “Um dos nomes mais importantes para a França e para o Brasil foi o Louis Pasteur, que foi amigo pessoal de Dom Pedro II. Inclusive, Dom Pedro II é um dos fundadores do Instituto Pasteur”, conta Leandro Garcia Rodrigues. Entre os cientistas, vale também destacar o nome de Henri Gorceix, francês fundador da Escola de Minas em Ouro Preto. Outro correspondente de peso foi o poeta e escritor Victor Hugo, “um dos maiores nomes da literatura francesa”. Dom Pedro II “conheceu Victor Hugo e foi à casa dele pessoalmente em Paris”, relembra o professor. A rede de correspondentes literatos do imperador tem ainda nomes como Chateaubriand, Ferdinand Denis, George Sand, Sully Proudhomme, Alphonse Lamartine, Alexandre Dumas (filho), Stéphen Liégeard que “são nomes importantíssimos para a cultura francesa,”, ressalta. Divulgando a cultura brasileira “A relação de Dom Pedro II com esse mundo intelectual não era uma relação passiva”, salienta Leandro Garcia Rodrigues. As trocas regulares contribuíram para aumentar os conhecimentos do imperador e para divulgar a cultura francesa no Brasil, mas também para promover a cultura brasileira na França. “Ele não apenas recebia textos literários, poemas, romances, não só da França como de outros países, mas também enviava, mandava textos da literatura brasileira traduzidos nessas línguas, no caso traduzidos para o francês, para serem publicados e divulgados na imprensa francesa”, afirma. Segundo ele, um exemplo dessa mediação foi a divulgação da obra do poeta Gonçalves Dias na França. “Na época, no século 19, o Gonçalves Dias era considerado o mais importante poeta do Brasil. Ele foi amplamente traduzido para o francês a pedido de Dom Pedro II e publicado na imprensa francesa”, informa o professor. No entanto, a cultura brasileira divulgada pelo imperador carregava valores muito diferentes dos atuais e refletia o espírito da sociedade eurocentrista do século 19. Como criticava o grande escritor português Alexandre Herculano, a literatura brasileira dessa época “era escrita no Brasil, mas com umbigo na Europa”. “No século 19, o eurocentrismo era um sentimento muito forte, não se libertava fácil, até porque a gente era uma ex-colônia de um país europeu, no caso, Portugal. Então, a nossa literatura brasileira ainda tinha muitas feições europeias, embora tivesse, por exemplo, elementos nacionais, como no caso do indianismo. Mas eram alguns personagens indígenas, com características morais europeias. Isso era o comum. Eu acho até que não tinha como ser diferente porque a Europa realmente era um parâmetro para os nossos literatos”, contextualiza. Funeral nas ruas de Paris A França foi o país escolhido por Pedro II como terra de exílio depois da Proclamação da República em 1889. Ele morreu em Paris em 5 de dezembro de 1891, aos 66 anos, e foi homenageado com honras de Estado pelo governo francês. Seu funeral repercutiu em toda a imprensa francesa, relata Maud Lageiste, responsável pelo arquivo em português da Biblioteca Nacional da França e pelo site França-Brasil. “O interessante é que no nosso acervo podemos encontrar artigos da imprensa nacional da época sobre o grande funeral em Paris, na Igreja Madalena, em 1891, na imprensa regional. Ou seja, não foi um evento divulgado somente na capital, mas no país inteiro”, indica. O acervo da Biblioteca Nacional da França é rico em documentos que atestam a presença e a relação de D. Pedro II com a França. “São quatro tipos de documentos na BNF em relação ao imperador. Tem várias fotografias de quando ele estava na França, feitas pelo Ateliê Nadar. Nos arquivos de jornais, tem vários artigos sobre sua presença no país. Há também escritos do imperador, como, por exemplo, a tradução das poesias hebraico-provençais. Este livro, publicado em 1891, ilustra bem o homem de cultura humanista que falava 15 línguas. E temos reproduções de cartas do imperador e de seus diários de viagem”, elenca Maud Lageiste. Todos esses documentos estão disponíveis no site da biblioteca digital da BNF. Em Paris, alguns vestígios lembram a passagem do imperador brasileiro pela cidade, como o busto de D. Pedro II na Galeria dos Fundadores do Instituto Pasteur ou a placa em frente ao Hotel Bedford, onde ele morreu, no oitavo distrito de Paris, perto da Igreja da Madeleine. Duzentos anos depois de seu nascimento, o legado deixado pelo segundo e último imperador do Brasil é, de acordo com Leandro Garcia Rodrigues, o de “um estadista, intelectual, tradutor e mediador cultural”. Ele traduziu obras como “As Mil e Uma Noites”, partes da “Divina Comédia” e do “Corcunda de Notre Dame”, além de poemas do romantismo dos Estados Unidos. “O imperador tradutor, a tradução como mediação cultural, é importante e o grande legado dele é no mundo intelectual, especialmente nessa rede de sociabilidade cultural que ele fez”, avalia. Pedro II é lembrado como estadista, “porque sempre realmente colocou o país acima dos seus próprios interesses pessoais”, conclui o professor da UFMG.
Milton Teixeira relembra casamento da princesa Isabel, filha de Dom Pedro II com Luís Felipe Gastão d'Orléans.
Lutz veste Insider
Milton Teixeira fala sobre o dia em que Dom Pedro II recebeu da Junta Francesa um pedido pelo fim da escravidão e respondeu que a abolição viria no momento oportuno, para evitar convulsões sociais no Brasil.
Milton Teixeira fala sobre Dom Pedro II, o imperador doceiro e cachaceiro, que no fim da vida viajou para a Europa para cuidar da saúde.
Milton Teixeira conta como, em 25 de maio de 1871, Dom Pedro II viajou à Europa, enquanto a princesa Isabel, como regente, sancionou a Lei do Ventre Livre, marco importante no processo de abolição da escravatura no Brasil.
Na coluna desta semana, o professor Milton Teixeira relembra o casamento de Dom Pedro II, que, aos 17 anos, casou-se com Teresa Cristina Maria.
Uma aventura épica entre a tradução literária, a "transcriação", a música e a performance. O diretor de teatro Octavio Camargo há 20 anos revisita numa imersão total o texto clássico de Homero, a "Ilíada", ao lado da Cia Iliadahomero, baseada em Curitiba. Em Paris, ele conduziu ao lado de artistas brasileiros uma oficina no Centro Cultural Centquatre (104), em um projeto que explorou o teatro e a tradição experimental, usando técnicas de "transcriação" com ajuda da Inteligência Artificial (IA). O conceito de "transcriação", desenvolvido pelo poeta concretista brasileiro Haroldo de Campos, é uma abordagem inovadora no campo da tradução literária, particularmente em relação à poesia. Inspirado por ideias de Ezra Pound e pelo concretismo brasileiro, Haroldo de Campos propôs uma prática tradutória que vai além da simples transferência de conteúdo entre línguas, enfatizando a recriação do texto original em um novo contexto linguístico e cultural. A transcriação não é apenas uma tradução literal ou fiel ao texto original, mas sim uma recriação que mantém o espírito, a força estética e a função poética do original. Campos considera o tradutor Odorico Mendes, que realizou a primeira tradução da "Ilíada" de Homero para o português ainda no século 19, o "pai da transcriação" no Brasil. A "transcriação" é uma "tecnologia de tradução", onde a função poética se torna mais importante em algum lugar do que a mera transcrição literal de uma frase."Estamos aqui a convite de Cláudia Washington, que trabalha no 104, para conduzir um ateliê de tradução experimental inspirado no trabalho de Odorico Mendes", explica Octavio Camargo. Mendes foi o tradutor pioneiro de Homero para a língua portuguesa, com versões completas da "Ilíada" e da "Odisseia". "Odorico realizou grande parte desse trabalho em Paris, onde viveu por 14 anos, entre 1850 e sua morte em 1864. Suas traduções, marcadas por um estilo único e inovador, chegaram às mãos de Dom Pedro II e foram publicadas postumamente, cerca de dez anos depois", conta.Estranhamento"A tradução do Odorico guarda um estranhamento na língua portuguesa que a gente gostaria de preservar. Então, o uso das ferramentas digitais não é apenas transferir a responsabilidade da tradução para a inteligência artificial, não é utilizar a inteligência artificial como uma ferramenta auxiliar, mas preserva todo o sentido do workshop e do encontro, que passa pela pessoa que fala francês, pelo crivo artístico e também pelo histórico existencial do performer", detalha Camargo.A oficina explora a interseção entre a tradução literária e as novas tecnologias. "Nosso objetivo é investigar como ferramentas digitais, como tradutores automáticos, podem ser usadas para traduzir um poeta tão complexo quanto Odorico Mendes. A ideia não é simplesmente transferir a responsabilidade da tradução para a inteligência artificial, mas utilizá-la como um recurso auxiliar, preservando as particularidades do texto original, como suas inversões sintáticas e construções anacolúticas", afirma o diretor."Tradução da tradução"Camargo destaca que o foco da oficina não é produzir uma tradução literal, mas sim criar uma "tradução da tradução" para o francês, buscando manter o estranhamento característico do texto de Odorico. "O trabalho é pensado como um script para performances na língua francesa, conectando a poética de Odorico ao contexto contemporâneo e ao público local", explica."O Odorico faz uma tradução anacolútica de Homero. O anacoluto é uma figura de linguagem onde você inverte a ordem sintática da frase. Normalmente, a frase escrita em prosa tem sujeito, verbo e complemento, nessa ordem. O anacoluto inverte, e às vezes coloca o complemento antes do sujeito, e às vezes antes do verbo. Às vezes chega a omitir o verbo, como é na vida real", explica Octavio Camargo, que além de diretor de teatro é professor de composição no curso de Composição e Regência da UNESPAR - Escola de Música e Belas Artes do Paraná, possui mestrado em estudos literários pela UFPR e é doutorando em filosofia na Universidade Federal do Paraná em parceria com a EHESS, a Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris.Erra quem acredita que a prosa transcreve a oralidade. A prosa "domestica" a fala, coloca-a dentro de um formato destinado à leitura silenciosa, apenas para o leitor, enquanto a lingua oral é cheia de quebras de convenções da gramática.A proposta também inclui uma abordagem cênica, em diálogo com o trabalho da companhia fundada por Octavio no Brasil, que realizou, em 2016, uma performance integral da "Ilíada" na tradução de Odorico. "Foram 24 horas de espetáculo, fruto de 20 anos de pesquisa. Agora, em Paris, estamos lidando com o canto um da 'Odisseia', que aborda a saga de Telêmaco em busca do pai, Ulisses", detalha.A narrativa, escrita provavelmente no século VIII a.C., continua a ressoar nos dias atuais. "Os épicos de Homero foram, na Grécia antiga, uma espécie de política pública de educação, transmitindo valores éticos e culturais. Hoje, eles nos convidam a refletir sobre dois modelos de existência: o de quem permanece e luta pelos seus, como na 'Ilíada', e o de quem parte, sem o peso da saudade, como na 'Odisseia'. Esses dilemas ainda dialogam com nosso tempo", analisa Octavio.Cláudia Washington, artista visual, performer e colaboradora do Centquatre (104), falou sobre a concepção e a realização da oficina de tradução experimental liderada por Octavio Camargo e sua equipe em Paris. "Conheço o trabalho do Octavio e da companhia há muito tempo, e sempre admirei a profundidade e a inovação que eles trazem. Quando surgiu a oportunidade de conectar esse projeto ao Centquatre, um espaço colaborativo de arte contemporânea, achei que seria o ambiente perfeito para acolher a oficina", explicou Cláudia. "O 104 é um lugar marcado pela diversidade de pessoas e pela abertura à experimentação, o que casou perfeitamente com a proposta de explorar a tradução de Odorico Mendes para o francês."Receptividade do público francêsO convite e a parceria com o Centquatre resultaram em três dias de intensas atividades, com a possibilidade de novos desdobramentos no futuro. "A recepção do público francês foi muito positiva. A oficina atraiu um público jovem, mas também experiente, formado por pessoas interessadas em literatura, música e na cultura brasileira. Essa conexão com o Brasil, especialmente por meio de uma tradução que parte de um texto brasileiro para o francês, despertou grande curiosidade", destacou Cláudia.Além disso, a música, um elemento essencial na identidade cultural do Brasil, foi um dos pontos de destaque. "A música brasileira é amada e amplamente reconhecida na França, o que contribuiu para criar um vínculo ainda mais forte entre o público e a proposta do ateliê", concluiu."Escrita viva"Fernando Alves Pinto, ator e integrante da oficina de tradução experimental, reflete sobre a interação entre cena e texto, destacando como essa relação transforma a experiência teatral. "O texto ganha vida na cena. Quando você lê um texto de forma mecânica, como um computador, ele perde significado. Mas o que Odorico Mendes escreveu tem uma pulsação, quase como um fluxo de pensamento não lógico, não aristotélico. É uma escrita viva, que já traz em si a teatralidade", explica.Para ele, o processo de tradução para o francês é uma oportunidade de revisitar e revitalizar a obra. "Ao transpor o texto para outra língua, somos obrigados a reexaminar tudo. Às vezes penso: será que vamos conseguir fazer algo tão bom quanto Odorico? Claro que não, mas é uma delícia tentar. Esse trabalho de renascer o texto na cena, com nossa interpretação e energia, traz uma vitalidade única", conclui.A oficina no Centquatre contou com a participação de artistas de diferentes áreas, como Chiris Gomes (atriz de teatro, performance e canto), Cláudia Washington (artes visuais e performance), Fernando Alves Pinto (ator de teatro e cinema), a violoncelista Kimdee, e Véronique Bourgoin (performer e fotógrafa). "É um trabalho multidisciplinar que busca atualizar Homero e abrir espaço para novas formas de olhar para o épico", concluiu o diretor Octavio Camargo.Depois de Paris, o diretor brasileiro Octavio Camargo segue viagem para Berlim, onde realiza uma exposição de trabalhos da Oficina de Autonomia, ao lado do artista Brandon LaBelle, com obras de áudio e vídeo que apontam para formas de navegar por regimes dominantes de inteligibilidade, gravadas no Brasil Espanha e Alemanha.
Na coluna desta sexta-feira (29), o professor Milton Teixeira fala sobre a data de nascimento de Dom Pedro II.
Na coluna deste domingo (17), o professor Milton Teixeira conta a história da morte da princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, ocorrida em 14 de novembro de 1921, em Paris
Nesta sexta-feira (15), o Brasil celebra o feriado de Proclamação da República. Desde 1949, o feriado de 15 de novembro é nacional, regulamentado pela Lei Federal 662, do presidente Eurico Gaspar Dutra. À época, data a história, militares do exército retiraram Dom Pedro II do trono, marcando o fim da monarquia no país. No centro do Rio de Janeiro, o marechal Deodoro da Fonseca se juntou a tropas de rebelados e depôs o gabinete do imperador. No dia seguinte, Dom Pedro II partiu com a família em exílio para a Europa. E no Espírito Santo? O que acontecia no território capixaba em 1.889? Em entrevista à CBN Vitória, o comentarista e Doutor em História, Rafael Simões, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Imperador assistiu a concertos em que foram executadas a “célebre ária” e uma fuga do compositor alemão
durée : 00:05:28 - Caroline au pays des 27 - par : Caroline Gillet - Voyage dans les couloirs du temps : on raconte ici un événement qui s'est produit le même jour, à une autre époque, dans un autre pays. Aujourd'hui, en 1841 au Brésil, Dom Pedro II accède au trône. Il est très jeune, son père a abdiqué et il deviendra une des figures les plus populaires du pays.
O escritor e consultor Paulo Roberto Cannizzaro concedeu entrevista ao âncora da Rádio Folha 96,7 FM, Jota Batista, sobre o seu novo romance “Ainda há tempo contemplando o sol”, sobre a temática da imigração no Brasil e no Mundo. Cannizzaro traz na essência do novo romance, já lançado em Portugal, essa diversidade resultado da contribuição de vários povos na formação da identidade brasileira, como os colonizadores portugueses e os franceses, holandeses, italianos, japoneses, alemães e os negros vindos da África como escravos. Ele lembrou que o Brasil é um dos países mais miscigenados do mundo, desde a colonização pelos portugueses, e declarou que somos o povo que mais recebe bem os imigrantes. Passando pela história na colonização do Brasil, o escritor lembrou do papel do “grande estadista”, Dom João VI, e depois de Dom Pedro II, que segundo ele não é conhecido profundamente pelos brasileiros. A entrevista completa você pode acompanhar na plataforma de áudio de sua preferência, pelo Podcasts Folha de Pernambuco, no Podcast “Entrevistas”.
Na coluna desta semana do Passeio pela História, o colunista falou sobre o dia 30 de maio de 1833 Dom Pedro II se casa com Dona Tereza Cristina
Na coluna do Rio, um passeio pela história, o colunista Milton Teixeira fala sobre o dia 25 de maio de 1871, que Dom Pedro II embracou para sua primeira viagem à Europa, deixando como regente a princesa Isabel.
Na coluna desta sexta-feira (24), o professor Milton Teixeira fala sobre o casamento de Dom Pedro II.
O Senado teve um papel mais atuante na aprovação de leis no Império a partir de 1840, quando dom Pedro II assumiu o trono. Foi o que afirmou o historiador Rodrigo Trespach em entrevista nesta segunda-feira (11). Segundo ele, no reinado de dom Pedro I leis chegaram a ser aprovadas sem o conhecimento dos parlamentares, como a primeira lei de imigração, de 1824. Trespach também falou sobre a atuação do Senado na aprovação de leis que culminaram na abolição da escravidão em 1888. A entrevista, ao jornalista Adriano Faria, faz referência às comemorações dos 200 anos do Senado.
Na coluna deste sábado, o professor Milton Teixeira fala sobre o dia 12 de Fevereiro de 1888 era terça-feira de Carnaval, o imperador Dom Pedro II estava na Europa se tratando de uma doença e quem governava o país era Princesa Isabel.
Além do Adriano Imperador, que fez sucesso na Itália, você sabe quais foram os outros imperadores do Brasil? Por mais de 60 anos, Dom Pedro I e Dom Pedro II foram os responsáveis por gerir a nossa nação, em um período definido por importantes marcos na história do Brasil. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a Monarquia Brasileira. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora - Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) - REFERÊNCIAS USADAS: - CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 27ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021. - CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007 - COSTA, Emilia Viotti da. Da Monarquia à República. 9ª ed. São Paulo: Editora Unesp, 2010. - GUIMARÃES, Lucia Maria Paschoal. Ação, reação e transação: a pena de aluguel e a historiografia. IN: CARVALHO, José Murilo de. Nação e cidadania no Império: novos horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. - MAGALHÃES JÚNIOR, Raimundo. Três panfletários do segundo reinado. Academia Brasileira de Letras, 2009. -RIBEIRO, Filipe Nicoletti. Império das incertezas: política e partidos nas décadas finais da monarquia brasileira (1868-1889). 2015. Dissertação (Mestrado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, University of São Paulo, São Paulo, 2015. - SABA, Roberto N.P.F. As”eleições do cacete” e o problema da manipulação eleitoral no Brasil monárquico. Almanack. Guarulhos, n.02, p.126-145, 2º semestre de 2011. - SAES, Décio. Monarquia e Capitalismo. Revista de Sociologia e Política. Nº1, 1993. - SECRETO, Maria Verônica. (Des)medidos: a revolta dos quebra-quilos (1874-1876). Rio de Janeiro: FAPERJ, 2011. - VASCONCELLOS, Zacarias de Góes e. Da natureza e limites do poder moderador. 2ª ed. Rio Grande do Sul: Clube Rebouças, 2022.
Pedro II, the second and last ruler of the Brazilian Empire, was an oddity in the 19th Century: a monarch who actually did a half-decent job and worked in the best interests of his people. So of course, he was overthrown in a military coup. Let's dive into the life, legacy and tragedy of Dom Pedro the Magnanimous, one of the most fascinating men of the modern age.Sources: https://www.unknownsoldierspodcast.com/post/unknown-soldiers-podcast-episodes-47-51-the-paraguayan-war-series-sourcesSocial Media: https://www.facebook.com/unknownsoldierspodcast https://twitter.com/unksoldierspod
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pela procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, participou nesta quarta-feira, 27, da solenidade de formatura de alunos do Colégio Militar Estadual Dom Pedro II, instituição administrada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC).
Na coluna desta semana, o professor Milton Teixeira fala sobre o dia 5 de dezembro de 1891,dia em que morria aos 66 anos, em Paris a figura de Dom Pedro II.
Na coluna desta segunda-feira (27), o professor Milton Teixeira fala sobre o dia 2 de dezembro de 1825, os sinos das igrejas do Rio de Janeiro tocavam até não poder mais. Nascia, nesse dia, Dom Pedro II. Ele tinha 16 nomes
NerdCast offline? Sim, Nerds! Neste programa vamos falar do universo de jogos de tabuleiro, quais são os nossos favoritos e as novidades que estão surgindo por aí no mundo dos board games. PARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine ALURA Aproveite a Black Friday Alura com 30% de desconto PELANDO Confira os melhores preços no Pelando MAGALU Black das Blacks é no Magalu CCXP 2023 Garanta seu ingresso para Comic Con 2023 Mencionado no Programa https://www.instagram.com/diversaooffline https://diversaooffline.com.br/ https://www.instagram.com/dequemeavez https://www.jogozuera.com.br/ Pedidos de doação Pedido de doação para Ataisi de Oliveira Silva, doações pelo Grupo H.Hemo. Avenida Leitão da Silva 1.089 Gurigica Vitória/ES. Pedir para doar em nome da paciente Pedido de doação para Rafael da Silva Kodaira, doações pelo Banco de Sangue de São Paulo (Rua Tomás Carvalhal, 711 - Paraíso) ou de Santo André (Av. Dom Pedro II, 877, Jardim Santo André) Pedido de doação para Fissato Nakamura (4095336), no Sírio Libanês Amb IV, doações na Hemoclínica no Centro Médico de Brasília, na 716 sul Pedido de doação para Filippo Lenz Ermel, no Hospital da Criança Santo Antônio, doações pela Santa Casa da Misericórdia de Porto Alegre (Av. Independência, 75 - Centro Histórico, Porto Alegre/RS) Pedido de doação para Alexandre Matache (10452099), no Hospital Copa D'Or, doações pelo Banco de Sangue Serum Unidade Centro (Av. Mal. Floriano, 99 - Centro, Rio de Janeiro/RJ) ou Banco de Sangue Serum Unidade Barra (Av. Ayrton Senna, 2.150 no Casa Shopping | Bloco P – Pavilhão 1 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ) CLIQUE CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA
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A Verdadeira História da decadência e fim do Império brasileiro e o Golpe da Velha República do Brasil, com a Política do café com leite é o tema do episódio de nossa série sobre história no podcast Sem Freio, com o professor Tyrfang Hollydragon. Bem-vindo a uma viagem fascinante pela história do Brasil! Neste vídeo, vamos explorar a Primeira República Brasileira, um período rico e complexo que se estendeu de 1889 a 1930. Conhecido como a "República Velha" ou "República das Oligarquias", esse capítulo crucial na história do país moldou profundamente a política, a sociedade e a cultura brasileira. A jornada começa em 15 de novembro de 1889, quando a República foi proclamada, marcando o fim do Império e o início de uma nova era. Durante esse período, o Brasil foi renomeado como "Estados Unidos do Brasil", conforme estipulado na Constituição de 1891, que também foi promulgada nesse mesmo período. Nossa narrativa abordará como o poder político nas mãos das oligarquias rurais e urbanas, os famosos "Barões" e "Coronéis", influenciou fortemente a política nacional. Descubra como essas elites dominaram o cenário político e como o voto era restrito, moldando uma democracia de fachada. Além disso, mergulharemos nas mudanças sociais, econômicas e culturais que ocorreram durante a República Velha. A urbanização, a industrialização e os movimentos sociais desempenharam papéis significativos nesse período de transformação. Embarque conosco em uma aventura histórica sem igual. Este é o Sem Freio História SEJA MEMBRO DO CANAL E RECEBA BENEFÍCIOS ► https://www.youtube.com/channel/UCpVW4P0TGhGUMPUgH4y1fXw/join INSCREVA-SE NO CANAL ► https://www.youtube.com/user/dimitrikozma?sub_confirmation=1 PARTICIPANTES DESSE EPISÓDIO: Dimitri Kozma, Tyrfang Hollydragon CONTEÚDO DESTE EPISÓDIO: 00:00 – Intro 03:00 – Antes de Dom Pedro II 10:00 – Revoltas 14:00 – Islamismo no Brasil 18:00 – Mais revoltas no Brasil 20:00 – Império de Dom Pedro II 25:00 – Enfraquecimento do império brasileiro 28:00 – Início do Golpe da República 32:00 – Escravidão 39:00 – Golpe da República foi uma dor de corno * 45:00 – Começo da República Velha no Brasil 52:00 – Eleições fraudadas 55:00 – Revoltas e Guerras no Brasil 59:00 – Primeiro governo civil: Prudente de Moraes 01:03:00 – Coronéis dominando o Brasil 01:06:00 – Canudos * 01:11:00 – Revolta da chibata * 01:15:00 – Revolta da vacina * 01:21:00 – Primeira Greve 1917 01:24:00 – Guerras civis e fim da república velha brasileira 01:30:00 – Era Vargas 01:32:00 – Resumo da Velha República 01:36:00 – Morte de de Dom Pedro II e Princesa Isabel 01:39:00 – Casamento homoafetivo 01:44:30 – Comentários finais LINKS COMENTADOS: Podcast três vezes mais – https://www.youtube.com/@3xmais LIVRO Bruxaria Urbana - https://editoraalfabeto.com.br/loja/wicca/bruxaria-urbana/ @ordodraconisbelli
Blumenau tinha uma relação muito próxima com a família imperial. Não só Dr. Blumenau trocou diversas cartas com Dom Pedro II, como Padre Jacobs também gozava de muito prestígio com a monarquia e outros nobres nacionais do século IXX. E é de um ilustre visitante da família real que eu vou contar o Juro que é Verdade de hoje. Quadro "Eu Juro que é Verdade" todas as terças e quintas às 7:50 no final do Jornal da Mix, na Mix Blumenau! Sintoniza aí: 106,3 FM Siga o Blumencast: https://www.instagram.com/blumencast/?hl=pt-br
Na coluna desta sexta-feira (28), o professor Milton Teixeira fala sobre a história da cidade de Petrópolis e a relação com Dom Pedro II.
(ilustração criada via midjourney v4) minha conversa hoje com o Par & Ponto:https://www.youtube.com/@pareponto Brazil: The Last Emperor https://pca.st/wiz4jjxk Raízes do Brasil – Sérgio Buarque de Holanda https://a.co/d/2A2Plx5 The World's Most Accurate Clock https://www.labroots.com/trending/chemistry-and-physics/21278/world-s-accurate-clock-2 Carolingian minuscule https://en.wikipedia.org/wiki/Carolingian_minuscule Earth Just Dodged One Of The Fastest Coronal Mass Ejections Ever https://www.iflscience.com/the-earth-just-dodged-one-of-the-fastest-coronal-mass-ejections-ever-67962 First Footage of Giant London-Sized Iceberg Reveals ... Read more
Claudio Dantas Talks abre 2ª temporada com Carlos Nobre Primeiro cientista brasileiro na prestigiada Royal Society fala sobre o plano de criar o 'MIT da Amazônia' e alerta para as mudanças climáticas O cientista Carlos Nobre partilha algo único com o imperador Dom Pedro II: eles são os dois membros brasileiros da Royal Society, a mais antiga instituição dedicada à ciência do mundo. O imperador só entrou para o grupo criado em Londres em 1660, contudo, na cota da realeza. Nobre é modesto. Atribui sua honraria, concedida em 2022, à preocupação mundial com a Amazônia, que aumentou durante o governo de Jair Bolsonaro. Ele abre, neste fim de semana, a segunda temporada do podcast CD Talks, que vai ao ar em novo horário: domingo, às 20h. Na conversa com Claudio Dantas, o cientista detalha seu plano de criar um MIT da Amazônia, uma instituição para promover conhecimento em todos os países que partilham a floresta, comenta a necessidade de conter o crime na região e alerta para a necessidade de conter o aquecimento global: ”No ritmo atual, a temperatura pode aumentar quatro graus até 2100. Será um planeta quase que inabitável". Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Acre (MPAC) enviaram recomendação conjunta ao Governador do Acre e ao Comandante da Polícia Militar do Acre com uma série de medidas para cessar a imposição de padrões estéticos e de comportamentos aos alunos dos colégios militares estaduais de ensino fundamental e médio “Dom Pedro II” e “Tiradentes”, da rede pública estadual de ensino.
Na coluna desta sexta-feira (9), o professor Milton Teixeira fala sobre a Rainha Elizabeth II, que morreu nesta quinta-feira (8) e sua relação com o Brasil. Além disso, o historiador faz um convite especial. Confira!
No dia 23 de julho, a Câmara dos Deputados declarava a maioridade de Pedro II, que a partir dali caminharia para se tornar o último imperador do Brasil - e Milton Teixeira relembra essa história.
Na edição desta segunda, o jornalista Felipe Moura Brasil comenta seu artigo no Estadão, "Dom Pedro II contra Bolsonaro e a falsa oposição", e os próximos passos da PEC kamikaze e da CPI do MEC no Legislativo. O colunista discute os principais temas que rondam o noticiário político do País, de segunda a sexta, às 07h35, no Jornal Eldorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando falamos do século XIX, urgia-se uma necessidade de identificação nacional, e valorização da identidade e individualidade brasileira. Por conta disso, os holofotes foram centralizados no manuscrito 512, que ganhou cada vez mais destaque ao longo dos anos, tanto por parte de desbravadores, como acadêmicos, religiosos e claro, do próprio imperador Dom Pedro II. O documento traz o relato dos bandeirantes quando se depararam, em suas explorações em busca de prata, ouro ou indígenas para escravizar, com as ruínas de uma cidade perdida. É sugestionado que ali vivia uma civilização que foi arruinada em meio à selva brasileira e que possuía indícios de desenvolvimento social e cultural, além de algumas riquezas, estas já não tão claras quais eram. O acesso ao relato original é extremamente restrito atualmente, embora uma versão digitalizada dele tenha sido disponibilizada recentemente com a atualização digital da Biblioteca Nacional. Com o surgimento da lenda de Ratanabá, podemos dizer que são vastas as histórias de cidades perdidas em nosso território. No episódio de hoje, nossos investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna, Marcos Keller e Gabi Larocca falarão sobre a cidade perdida do manuscrito 512, Ratanabá e tantas outras cidades misteriosas. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
No episódio de hoje, Milton Teixeira fala sobre a história de Dom Pedro II e sua passagem pelo Brasil.
No episódio de História de hoje, falaremos sobre a Lei Nº 3.270, de setembro de 1885, também conhecida como Lei Saraiva-Cotegipe ou Lei dos Sexagenários. Feita no contexto do Segundo Reinado, período em que Dom Pedro II foi imperador, ela determinou a libertação dos escravos com mais de 60 anos e regulou diversos aspectos relativos à alforria de cativos.
O episódio de hoje traz o encontro entre duas figuras emblemáticas da história da Argentina e do Brasil, Domingo Faustino Sarmiento e Dom Pedro II, por meio dos relatos produzidos pelo argentino. O artigo mencionado no episódio foi "'Uma inteligência cultivada com esmero': As narrativas de Domingo Faustino Sarmiento sobre o Imperador D. Pedro II", escrito por Liz Andréa Dalfré. Link para acesso: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-87752020000100119 Sigam nossos perfis nas redes: Twitter: https://twitter.com/ipaunespfranca Facebook: https://www.facebook.com/IPAUNESP/ Instagram: https://www.instagram.com/ipa_unespfr...
O Brasil completa 130 anos de sua proclamação da República com alguns questionamentos a serem feitos: Quais são os desafios a serem enfrentados? Os valores propostos pela república foram cumpridos? E sobre a família real, qual o papel dela no Brasil sem a monarquia? Conversamos com os jornalistas do Estadão Marcelo Godoy e Paula Reverbel, que prepararam um especial sobre o tema.See omnystudio.com/listener for privacy information.