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El proyecto de Podium y SER Podcast narra, en cinco episodios, el testimonio real de una mujer que logró romper el silencio tras más de una década de violencia
Manuel Llamas analiza la nueva treta de Pedro Sánchez: prohibir las redes sociales a los menores de edad para imponer su relato
Eldorado” é o novo trabalho do autor brasileiro de banda desenhada Marcello Quintanilha, lançado em Janeiro pela editora belga Le Lombard. Através da história de dois irmãos, a BD esboça um retrato social do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, ritmado pela paixão do futebol, pela música, pelas desigualdades sociais, pela criminalidade e por uma política autoritária. Poderá o sonho da bola sobreviver à dureza do terreno fora das quatro linhas ou estará destinado a ficar fora de jogo num Brasil sem ilusões? “Eldorado” cruza o destino de dois irmãos, Hélcio e Luís Alberto: um sonha com uma carreira de futebol profissional e o outro é apanhado nas malhas da delinquência. Através deles, é a própria história do Brasil, dos anos 50 aos anos 70, que acompanhamos. A música é omnipresente, numa banda desenhada marcada pelo movimento, planos cinematográficos, um espectro de cores nostálgicas e uma palete de emoções que pinta a complexidade das personagens. “Esse livro recupera o mito do filho pródigo inserido no contexto da classe trabalhadora brasileira da metade do século XX e é uma história de erros, é uma história de afrontar os erros, é uma história de repensar os erros e de tentar solucionar tudo aquilo que dissemos, tudo aquilo que fizemos e que não pode mais ser refeito a não ser ser compreendido e ser um ponto de partida para um novo futuro”, conta Marcello Quintanilha à RFI. “Eldorado” começa com uma introdução sobre a história do Brasil, a preto e branco, inspirada nas gravuras dos folhetos de cordel do nordeste do país. Aí se conta como o futebol, introduzido no país como um desporto de ricos, foi tomado pelas classes populares e se tornou numa revolução silenciosa com uma “faceta jovem, igualitária, impetuosa e transgressiva”. Aí também se conta como, ao longo do século XX, a criminalidade se alimentou da ausência de políticas públicas de inclusão e das desigualdades económicas e sociais e como o contexto político e histórico agravou essas mesmas desigualdades e mergulhou o país numa crise que continua a ameaçar a democracia brasileira até hoje. Nesta obra descrita como um policial neo-realista, as personagens de Hélcio e Luís Alberto vão incarnar a complexidade desse Brasil, entre os anos 50 e 70, na cidade de Caxias, na região do Rio de Janeiro. Esta é também uma história que se inspira no pai de Marcello Quintanilha, um antigo jogador profissional que teve de parar de jogar muito jovem, o que levou a que o tema do futebol fosse, durante muito tempo, um tabu na família. “Metade do livro é baseada na história real dele e a outra metade do livro é uma história ficcional, policial, que serve como espelho entre as duas vertentes: a real e a ficcional”, explica o autor. A influência do pai e a personagem de Hélcio já apareciam noutro trabalho de Marcello Quintanilha, "Luzes de Niterói" (2018). O lado humano das personagens é uma linha de força da obra do autor, em que o passar do tempo, a arquitectura e o próprio Brasil são também personagens. “Eu acho que os meus livros tratam de coisas que eu considero muito humanas. Acho que é, por isso, que o meu trabalho vem despertando tanto interesse fora do Brasil, porque eu trato dos personagens de uma maneira muito humana e a condição humana é algo compartilhado universalmente. Então, Eldorado insere-se no mesmo contexto, na mesma concepção de personagens, na mesma concepção do mundo”, acrescenta. Uma concepção do mundo que tem conquistado o mercado editorial de banda desenhada na Europa, nomeadamente o Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, em França. Aí venceu, em 2022, o prémio de melhor álbum, Fauve d'Or, com “Escuta, formosa Márcia” e também ganhou, em 2016, na categoria de melhor história policial com “Tungsténio”, uma BD que também foi adaptada a filme. Nascido em Niterói, no Brasil, em 1971, Marcello Quintanilha passou de autodidacta a um dos maiores autores da BD brasileira contemporânea. Começou a trabalhar para uma editora aos 16 anos e publicou em 1999 a sua primeira novela gráfica, "Fealdade de Fabiano Gorila", que já se inspirava na vida do pai. Instalou-se em Barcelona há 23 anos, graças à série "Sept balles pour Oxford", da editora Le Lombard, com argumento do argentino Jorge Zentner e do espanhol Montecarlo, e fez ilustração para jornais espanhóis como El País e La Vanguardia. Desde então, não parou de desenhar, escrever e publicar. Editou "Salvador" (2005), "Sábado dos meus amores" (2009), "Almas públicas" (2011), "O ateneu" (2012), "Tungsténio" (2014), "Talco de vidro" (2015), "Hinário nacional" (2016), "Luzes de Niterói" (2018), "Escuta, formosa Márcia" (2021) e, agora, “Eldorado”. Em 2020, Marcello Quintanilha estreou-se na ficção com "Desereama".
Mijatovic soltó la bomba para los tertulianos del 'Sanedrín' en su análisis del Real Madrid. "Todos los goles de Mbappé no le convierten en un líder. Ser líder es otra cosa", sentenció sobre la figura que echa en falta en el vestuario blanco.
04 29-01-26 LHDW Nuevo ridículo del R.Madrid ante el Benfica. Lección de Mourinho que retrata al actual Madrid que está muy cerca de una banda
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David Santos- BOMBAZO. LA LLAMADA DEL MAQUINISTA QUE RETRATA A ÓSCAR PUENTE (22-01-2026) Más contenido inédito en: https://www.es-tv.es Aportaciones a Raúl: https://www.patreon.com/user?u=40527138 Nº de cuenta: ES75 3018 5746 3520 3462 2213 Bizum: 696339508 o 650325992 Aportaciones a David: https://www.patreon.com/davidsantosvlog Nº de Cuenta: ES78 0073 0100 5306 7538 9734 Bizum: +34 644919278 Aportaciones a Equipo-F: TITULAR: EQUIPO F CUENTA: ES34 1465 0100 9417 5070 9106 C ÓDIGO SWIFT: INGDESMM Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.ivoox.com/podcast-un-murciano-encabronao-david-santos-los-audios_sq_f11099064_1.html Canales de U.M.E.: El Cid
08 22-01-26 LHDW La Platea: Cine, Bajo Ulloa retrata la realidad del cine español, está politizado y subvencionado, el que no entra por el aro no trabaja
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La jornada de la Champions League nos deja un nuevo Real Madrid, un viejo Atlético de Madrid y un constante Barça. Los Tres (o Cuatro) de Descuento hablan sobre ello. La Pica de AS es el podcast polideportivo del Diario AS, presentado por Pepe Brasín. De lunes a jueves, sigue toda la información y descubre las opiniones mejor formadas sobre fútbol, NFL, tenis, ciclismo, Fórmula 1 y toda competición deportiva que se precie. Escucha todos los episodios en tu plataforma preferida y no te pierdas nada en AS.com y en las redes sociales del Diario AS.
Editorial: "El Real Betis retrata la realidad del Sevilla FC"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos conectamos con Madrid para adentrarnos en "Estados Alterados", el nuevo y corrosivo álbum de Gorila Flo. Inés, Manuel y Sergio nos guían a través de este proyecto que usa el pop rock como un arma para diseccionar la sociedad actual: canciones que son retratos de acosadores, homófobos y la presión laboral, pero también de resistencia y fuerza. Hablamos de cómo logran abordar temas tan ásperos sin caer en lo solemne, mezclando western, spoken word y psicodelia en un sonido que es una fiesta energética con conciencia. Una charla necesaria sobre hacer música que incomode, identifique y, sobre todo, que no suene como nada de lo que ya hay.https://open.spotify.com/album/3wseWehMqiOAMOjMe0H9MIhttps://www.youtube.com/watch?v=BO7fPbtBWashttps://www.instagram.com/gorila_flo_oficial/https://www.facebook.com/profile.php?id=100067082586162https://x.com/GorilaFlohttps://www.tiktok.com/@gorilaflo
A Casa de Ferreiro Cia de Teatro estreia esta semana um novo monólogo dramático que convoca o público a refletir sobre homofobia parental e abandono afetivo nas relações familiares. Vamos conferir os detalhes na matéria de Nita Queiroz.
O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.
O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.
O presidente Donald Trump autorizou o envio do maior porta-aviões do mundo para a América Latina. O presidente Lula criticou a ação americana contra embarcações supostamente carregadas de drogas e usou uma rede social para se retratar de uma declaração polêmica. Lula havia dito que traficantes são vítimas de usuários. O Reino Unido decidiu fornecer mísseis para a Ucrânia usar contra a Rússia. Uma disputa entre Holanda e China deixA em alerta as montadoras de automóveis no Brasil. O Ministério Público e policiais de São Paulo desvendaram um plano do PCC para matar um promotor e um coordenador de presídios. Nos telefones celulares dos bandidos estava a rotina dos dois e de parentes.
Resumen informativo con las noticias más destacadas del 15 de noviembre de 2024 a las xxx
As declarações de PVC e Benjamin Back sobre o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro causaram indignação entre magistrados. Em nota, juízes repudiaram as insinuações feitas pelos comentaristas, que colocaram em dúvida a imparcialidade do TJRJ no caso envolvendo o Flamengo e a Libra.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libra
Javier Ocaña ha visto dos de los estrenos de la semana. Uno ha tenido muy mala suerte, "Un fantasma en la batalla", por haber llegado tiempo después que "La infiltrada" película triunfadora en taquilla y galardones el pasado año. Agustín Díaz Yanes dirige esta película que "está muy bien, pero recuerda inevitablemente a 'La infiltrada'" y hemos repasado sus virtudes. No podemos decir lo mismo de "The smashing machine", película de Ben Safdie que no acierta en nada para Javier Ocaña.
Federico analiza las fechas que demuetsran la implicación de Sánchez y Begoña.
Federico comenta con Daniel Muñoz el oportunismo de Sánchez y la gran cortina de humo sobre Gaza con oculta la corrupción de su entorno.
02 11-09-25 LHDW Noticias del NoDo: Otra vez la hemeroteca retrata a Sánchez, la Yoli perdió la votación y está triste. Duelo Tellado-Bolaños
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El escritor cubano Leonardo Padura nos acerca a su última novela Muerte en la arena editada por Tusquets. Retrata la generación de los 50 y cómo han convivido con más de seis décadas de dictadura. Javier Alonso repasa el cómic Al otro lado de la vía de Rut Pedreño editado por Spaceman Project. Además, celebramos los 40 años de la sala de conciertos madrileña Galileo Galilei con su director, Julián Galindo. Con él repasaremos algunas de las actividades planteadas para el aniversario. Además, nos acercamos al Centro Cultural de la Villa Fernán Gómez de Madrid a la exposición que conmemora el centenario de mítica cámara alemana Leica. Seguimos con más fotografía porque se acaba de crear el primer portal digital fotográfico de España, una iniciativa de la Asociación Plataforma de Fotografía e Imagen de Soria. Por último, Martín Llade se detiene el 80 aniversario de la bomba de Hiroshima y las composiciones que está suscitó. Escuchar audio
01 08-09-25 LHDW El vergonzoso anuncio 'Por Huevos' de Paco León: retrata una sociedad machista. Pocas lecciones morales. os doy unos datos
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No Podcast ONU News, Elida Almeida diz que suas letras são resultado das palavras de sua mãe e de sua avó, armazenadas na infância e adolescência; comparada à Cesária Évora, compositora prepara quinto álbum e turnê para o Japão.
Daniel Muñoz analiza cómo Trump ha dejado en evidencia a la presidenta de la Comisión Europea.
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La ronda de consultas abierta por el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, tras el tsunami provocado por las revelaciones en torno al que fuera su número tres en el PSOE, Santos Cerdán, ha retratado el maltrecho estado de relaciones con sus socios, marcado por una ruptura total de confianza.
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Maratona do Natal, prova em que faltou água, exige retratação das pessoas que falaram que faltou água na prova. Eu entendi certo?#CriadorPorEsporte #corrida #corredores #corridaderua #corredoresderua #corridaderuabrasil
Recibimos al escritor Luis García Montero y a Azucena Rodríguez para hablar del documental 'Almudena', un retrato íntimo de Almudena Grandes que permite conocer el lado íntimo de una escritora a la que, la literatura, le salvó la vida.
Recibimos al escritor Luis García Montero y a Azucena Rodríguez para hablar del documental 'Almudena', un retrato íntimo de Almudena Grandes que permite conocer el lado íntimo de una escritora a la que, la literatura, le salvó la vida.
Documental que desvela la autentica realidad el sistema colonial español en Guinea Ecuatorial. Retrata los duros años de la posguerra y el racionamiento, y esta diminuta colonia se transforma para muchos españoles en Tierra de Promision.
Carolina Gölcher Umaña."Impactante. Trágica y horrorosa es la miniserie británica Adolescencia de Netflix. Retrata una verdad desprendida dolorosamente desde la primera secuencia hasta la última: el fatídico derrumbe de un adolescente. Trabajo de psicoanalista y encuentro que pocas cosas conmueven tanto como el sufrimiento de un niño o un adolescente, porque es un sufrimiento que puede ser mudo, un decir sin palabras..."#larevistacr @larevistacr www.larevista.cr #carolinagolcher
03 11-03-25 LHDW Capello retrata a Guardiola por su personalidad y méritos deportivos. 'Su arrogancia' le ha podido y le ha costado varias Champions
Episodio 582 de Contralínea En Vivo conducido por Nancy Flores: -Expediente de la DFS retrata a Claudio X González Laporte como enemigo del bienestar social- Transmisión 15 de abril de 2024 Contralínea se transmite de lunes a viernes a las 10hrs (hora centro de México). Encuéntranos en Facebook, YouTube, X (antes Twitter), TikTok, Instagram, WhatsApp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
A propósito de 'Parténope', la nueva película de Paolo Sorrentino, viajamos a Nápoles para abundar en la monomanía del director partenopeo con su propia ciudad: la iglesia, el mar, el crimen, el fútbol... ¿Genialidad o batiburrillo sorrentiniano? ¿Tiene que ver con Fellini o es una caricatura? ¿Retrata bien Nápoles? ¿Y quién demonios es Celeste Dalla Porta? Lo debatimos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares y Sergio del Molino. Además, desgranamos los viajes navideños (europeos) de los propios culturetas. Además, Altares recomienda la película india 'La luz que imaginamos'.
A propósito de 'Parténope', la nueva película de Paolo Sorrentino, viajamos a Nápoles para abundar en la monomanía del director partenopeo con su propia ciudad: la iglesia, el mar, el crimen, el fútbol... ¿Genialidad o batiburrillo sorrentiniano? ¿Tiene que ver con Fellini o es una caricatura? ¿Retrata bien Nápoles? ¿Y quién demonios es Celeste Dalla Porta? Lo debatimos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares y Sergio del Molino. Además, desgranamos los viajes navideños (europeos) de los propios culturetas. Además, Altares recomienda la película india 'La luz que imaginamos'.
Federico analiza con Vidal Quadras e Inda la reacción de Sánchez al informe que la UCO ha remitido al juez que investiga al Fiscal General del Estado.
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Luis Herrero analiza con Rosa Belmonte, Emilia Landaluce, Yésica Sánchez y Ángels Hernández la prensa rosa.
Vasilisa Stepanenko, periodista y productora del documental “20 días en Mariúpol”, relata los horrores de la guerra durante la invasión de Rusia a Ucrania. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices